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Nos hacemos eco del 25 aniversario de Cartagena Puerto de Culturas destacando la inauguración de la Casa Natal de Isaac Peral como un nuevo hito museístico que rinde tributo al célebre inventor del submarino torpedero. El diálogo estructura la oferta estival de la ciudad en tres ejes fundamentales: la divulgación de la ingeniería naval y la biografía de Peral, la puesta en valor del patrimonio arqueológico romano mediante rutas guiadas al Teatro y al Pórtico, y el ocio nocturno exclusivo en el Fuerte de Navidad. La gerente Cristina Pérez Carrasco subraya que el propósito de estas iniciativas es fortalecer el vínculo de los ciudadanos con su propia historia trimilenaria, integrando la gastronomía local y conciertos de rock en entornos monumentales únicos. En definitiva, presenta a Cartagena como un destino donde la innovación tecnológica del siglo XIX y los restos de la antigüedad convergen para ofrecer una experiencia cultural completa y refrescante.
En este episodio de Paredro conversamos con la escritora colombiana Juliana Gómez Nieto sobre Nuestros dones, novela ganadora del Premio Nacional de Novela Inédita del Ministerio de las Culturas de Colombia y publicada por el Fondo de Cultura Económica.La conversación parte de una experiencia vital decisiva: la infancia de Juliana en el Eje Cafetero, el terremoto de Armenia y esa relación temprana con la tragedia, la belleza y las preguntas que la literatura permite formular cuando la realidad parece no ofrecer respuestas suficientes. Desde allí, llegamos a su formación en Argentina, a la educación pública, al periodismo, a la crónica y a una manera de entender la escritura como oficio, tradición y búsqueda.Nuestros dones nace de una investigación familiar: un abuelo asesinado, una abuela convertida en archivo vivo, una madre atravesada por los cuidados y una narradora que regresa a casa para preguntarse qué la ata al clan del que quiso alejarse. En la novela, la autoficción no funciona como exhibición del yo, sino como una forma de pensar la memoria colectiva, la violencia heredada, el cuerpo, la vejez y las obligaciones afectivas que sostienen —y a veces desgarran— a una familia.También hablamos de la “poética del monte”: una literatura situada en el Eje Cafetero, hecha de refranes, oralidad, animales, gallinas, vacas, casas, cantinas, heridas y formas campesinas de entender el mundo. Una conversación sobre cómo narrar la familia sin explotarla, cómo mirar la violencia sin simplificarla y cómo pensar el cuidado como fundamento de la civilización, pero también como una carga históricamente impuesta sobre las mujeres.#JulianaGómezNieto #NuestrosDones #ParedroPodcast #LiteraturaColombiana #EscritorasColombianas #LiteraturaLatinoamericana #EjeCafetero #Calarcá #MemoriaFamiliar #PoéticaDelMonte #Autoficción #Cuidado #Clan #ViolenciaHeredada #FondoDeCulturaEconómica #NovelaColombiana
Paris celebra neste domingo (21) a Festa da Música, evento gratuito que ocupa ruas, praças e espaços culturais com programação diversa e descentralizada, marcada nesta edição 2026 pela presença de culturas urbanas, cenas afro‑europeias e a já tradicional participação brasileira. Criada em 1982, a iniciativa mantém a proposta de transformar a cidade em palco aberto no início do verão europeu, sem concentração em um único espetáculo e com ampla circulação de público entre bairros. Neste domingo (21), Paris volta a organizar a Festa da Música, com uma programação que se espalha por toda a cidade e transforma o espaço urbano em um circuito contínuo de apresentações. O evento ocorre simultaneamente em diversos bairros, sem centralização, com acesso gratuito e livre circulação do público ao longo do dia e da noite. Criado em 1982, o evento ocorre sempre no início do verão no hemisfério norte e se baseia na ocupação simultânea de diferentes espaços urbanos. Ruas, praças, museus, igrejas e edifícios históricos recebem concertos e intervenções musicais ao longo do dia e da noite. Desde então, a festa se consolidou como uma das maiores manifestações culturais do país. Democratizar o acesso à música Mais de quatro décadas depois, o modelo permanece praticamente inalterado, sustentado pela ideia de democratizar o acesso à música ao vivo e integrar diferentes práticas culturais no espaço urbano. Concertos ocorrem em ambientes diversos, incluindo museus, igrejas e edifícios institucionais. A edição de 2026 confirma essa escala abrangente, com centenas de apresentações distribuídas entre ruas, parques, centros culturais e margens do Sena. A cidade se transforma em um grande palco aberto, com programação contínua ao longo do dia. A lógica do evento difere da adotada em grandes festivais comerciais. Não há hierarquia rígida entre atrações, nem um palco principal que concentre o público. Artistas emergentes e nomes mais conhecidos coexistem em condições semelhantes. A proposta segue centrada na democratização do acesso à música ao vivo. Artistas amadores e profissionais compartilham a programação espalhada pela capital francesa, em um formato que privilegia a circulação do público e a descoberta de apresentações fora dos circuitos tradicionais. Leia tambémParis vira “Coachella urbano” por uma noite na Festa da Música de 2025 Culturas urbanas e diásporas africanas A edição de 2026 se destaca pela presença ampliada de expressões ligadas às culturas urbanas e às diásporas africanas na Europa. No centro cultural La Place, em Châtelet, no coração de Paris, um encontro entre o coletivo parisiense AFRO LIVE e o londrino ADA Collective reúne artistas associados às cenas afro‑europeias contemporâneas. A programação evita a lógica de um espetáculo central. Em vez disso, privilegia a diversidade de formatos, com apresentações que vão da música eletrônica e afro a concertos em espaços históricos, além de festas de bairro e performances espontâneas. Projetos internacionais também integram a programação, aproximando artistas de diferentes regiões. Parcerias conectam cenas mediterrâneas e latino‑americanas, ampliando o intercâmbio cultural presente na festa. Leia tambémMais de 120 países comemoram Festa da Música nesta sexta-feira Funk brasileiro no Louvre? Um dos exemplos dessa convivência entre linguagens ocorre na igreja Saint‑Germain‑l'Auxerrois, em frente ao Louvre. Das 16h às 23h59, hora local, o espaço recebe o Baile da Euro, com apresentações de DJs e presença marcante do funk brasileiro. A utilização de um edifício histórico para música urbana contemporânea sintetiza a proposta de ressignificação dos espaços. A festa busca transformar temporariamente o uso dos locais, sem romper com seu valor patrimonial. A programação de 2026 também destaca iniciativas ligadas à cena independente e a projetos multidisciplinares. No bairro do Marais, o novíssimo espaço Sabiá Arte & Cultura reúne música, artes visuais e intervenções urbanas. Para Anderson Vital, também conhecido como DJ Sabiá, a iniciativa exigiu um set list caprichado. “Preparei um set com música brasileira, de São Paulo, de Adoniran Barbosa, até o carimbó do Pará, na voz de Eliana Pittman. Então vai ter samba, vai ter groove, vai ter tropicália, forró, carimbó, e algumas surpresas da variedade francesa”, disse à RFI. O espaço também recebe o coletivo Casa Moyo, voltado à promoção de artistas emergentes e à criação de projetos colaborativos. A organização define sua atuação como a construção de uma comunidade criativa baseada em encontros e experimentação artística. Segundo Julia Vital, cofundadora do centro cultural, os organizadores decidiram “[se] aproximar da Casa Moyo, que é um coletivo de artistas, uma casa criativa que gera uma comunidade artística. Esse coletivo defende a ativação dos espaços, a conexão entre culturas e a criação de experiências”. Ela conta ainda que “há pintores, grafiteiros, músicos, DJs, criadores de moda, fotógrafos e designers. A ideia é que nada seja fixo e que as culturas dialoguem, e as estéticas se misturem”. Vital reforçou que o coletivo reúne artistas de áreas diversas e propõe ativar espaços, conectar culturas e criar experiências. "Vamos apresentar várias disciplinas nesta edição do evento. Haverá exposição de imagens com fotógrafos, há designers gráficos, e há também produção de eventos. Para eles, a ideia é de que nada é fixo e que as culturas dialogam, e as estéticas se misturam. Isso fez muito sentido para nós quando os encontramos, e, como acabamos de abrir a loja, quisemos fazer algo juntos", conclui. Circulação Em parques como o Parc des Buttes‑Chaumont, a expectativa é de grande circulação ao longo do dia. A dinâmica da festa incentiva deslocamentos sem roteiro definido, permitindo ao público alternar entre apresentações. A prática de percorrer diferentes bairros é parte central da experiência. Sem programação centralizada, o evento valoriza a descoberta e o contato direto com manifestações variadas. Embora inspiradora para iniciativas internacionais, a Festa da Música não tem equivalente nacional com a mesma abrangência no Brasil. Ainda assim, cidades brasileiras realizam programações gratuitas e eventos que se aproximam da proposta original. A principal diferença está na escala e na ocupação simultânea do espaço urbano, mais estruturada na França. Ao fim da jornada musical, a cidade reafirma a capacidade de se transformar em palco aberto, reunindo estilos, origens e formatos diversos em uma mesma celebração.
Dirige y presenta: Juan Carlos Baruque Hernández Sumario del programa JUAN MIGUEL MARSELLA *Extraterrestres y culturas antiguas. *Religiones e ideologías. Nuestra Web: https://mundoinsolitoradio.es Contacta: +34 687 39 80 12 - Solo WhatsApp mundoinsolitoradio@hotmail.com Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
ver en youtube | Hablamos con el CNACC y algunas de sus consejeras aprovechando nuestro paso por el Festival de Cine de Cartagena. En este episodio aclaramos muchas dudas sobre cómo surge este consejo, sus funciones y alcances. Una charla que nos debíamos en el podcast y que estamos seguros servirá de insumo para seguir aprendiendo de los organismos centrales para el fomento y fortalecimiento de nuestro cine.En el episodio participan:Diana Díaz Soto: Directora de la DACMI del Ministerio de las Culturas. las artes y los saberesNat Nat Iguarán Fajardo: Designada por el Ministerio de las Culturas. las artes y los saberesMarcela Aguilar: Representante de los DirectoresCarolina Torres: Representante de los DistribuidoresSasha Quintero: Representante del sector Artístico / CreativoPara conocer más del CNACC aquí: https://cnacc.proimagenescolombia.com/inicioEste episodio es posible gracias a:Nuestra productora Gente queLa producción ejecutiva de Lemaitre ConsultoresEl amor y confianza de nuestros amigos en Patreon (Nataly Valdivieso, Hamilton Casas, Juliana Núñez, Diana Piñeres). Apóyanos como ellos desde 1 dólar.Si quieres pautar en nuestros episodios, patrocinar nuestro trabajo, promocionar tu evento o película, producir tu podcast o trabajar con nosotros no dudes en escribirnos a info@gentequehacecine.comNuestra web: https://gentequehacecine.com/ Instagram: https://www.instagram.com/gentequehacecine/ Tik Tok https://www.tiktok.com/@gente.que.hace.ci
La resaca puede ser una superestructura metafísica, como decía Kingsley Amis, o una soberana tortura. En pleno Primavera Sound, y en el tercer día de festival, hablamos de por qué no se glamouriza a las escritoras alcohólicas, de la marketinización del Martes de la Muerte, de cómo la Generación zeta idealiza la estética de la Walk of Shame y de sentirse Dua Lipa. Desde la Aperol Island of Joy, en el PS. Artículos: No hay glamour para una escritora borracha. https://ctxt.es/es/20190410/Culturas/25549/Begona-Gomez-Urzaiz-Patricia-Highsmith-Marguerite-Duras-Lucia-Berlin-autoras-alcoholicas.htm Why Walk of Shame Dressing Feels so Good Right Now. https://www.wmagazine.com/fashion/walk-of-shame-lingerie-dressing-trend-2026 ATIENDE, AMIGA: Noelia: Lookets masculinos no cisheteros del PS Begoña: Smerz, Water From Your Eyes, Father John Misty
No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as principais atualizações sobre o cenário climático para o agronegócio brasileiro. As novas projeções indicam aumento das chances de formação do El Niño e trazem alertas importantes sobre calor acima da média, chuvas irregulares e impactos para as principais regiões produtoras do país.Destaques do episódio:
No quinto episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Lélia Gonzalez, intelectual, filósofa, antropóloga e ativista que dedicou sua vida à valorização das culturas afro-brasileiras e indígenas, além da luta por uma sociedade mais justa e igualitária. Com o tema Valorizando culturas e muitos heróis, a narrativa convida as crianças a descobrirem a riqueza das diferentes culturas que formam o Brasil e a importância de reconhecer histórias muitas vezes esquecidas.Dedicado ao público infantil, o episódio apresenta sua trajetória de forma leve e envolvente, aproximando as crianças de temas como diversidade cultural, identidade, respeito e cidadania. Ao contar a história de Lélia Gonzalez, destaca-se a importância de valorizar nossas origens e compreender que a construção de um país mais justo passa pelo reconhecimento de todos os seus povos e saberes.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No próximo episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Beatriz Nascimento, historiadora e pesquisadora que estudou a história da população negra e a importância dos quilombos. Com o tema Guardiã das memórias e dos quilombos, o episódio convida as crianças a conhecerem histórias que ajudam a compreender a formação do povo brasileiro e a valorizar a memória e a diversidade cultural. Acompanhe!Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify
Vivamos la Música, un programa que nos invita a conocer y adentrarnos en el mundo de la música clásica hoy, en la voz de los protagonistas de la Orquesta Sinfónica de la Universidad de Concepción. Vivamos la música! Un Programa que cuenta con el apoyo del Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio. Conductores: Constanza Jímenez y René Ulloa
Los lunes en #MañanasUrbanas hablemos de algo con la participación de Valeria Heit y Jorge Luis Hirsch
La programación de verano de 2026 destaca por transformar el patrimonio cartagenero en un escenario vivo mediante actividades únicas diseñadas para que visitantes y locales redescubran la ciudad. Entre las principales novedades figura la apertura de la Casa Museo de Isaac Peral el 1 de junio y la posibilidad de visitar las excavaciones del Anfiteatro en tiempo real, integrándose así al relato histórico junto al Teatro y el Foro Romano. La oferta incluye propuestas inmersivas como la “Agencia del Tiempo”, donde los participantes resuelven enigmas en los yacimientos, además de conciertos nocturnos de artistas como Ariel Rot y Burning en el Fuerte de Navidad, musicales familiares y paseos en barco al atardecer con música en directo. Esta variada agenda, que celebra 25 años de crecimiento cultural, permite recorrer 3.000 años de historia a través de experiencias que combinan el patrimonio arqueológico con el atractivo del mar Mediterráneo.
Este otoño, por primera vez ofreceremos la clase de Humanidades 6, Culturas de los Estados Unidos, en español, en SRJC Roseland. Se les invita a que llamen al 707 527-4229 si necesitan apoyo inscribiéndose. Estudiantes de preparatoria también pueden tomar esta clase. #sonomacounty #familia #pandillerismo #migrantes #inmigrantes #padres #estudiantes #preparatoria #napacounty #marincounty #mendocinocounty #licenciaturas
El objetivo es la puesta en común de las distintas metodologías por medio de las cuales llevan a cabo sus actividades tanto académicas como de divulgación. En estas jornadas también tienen cabida todos aquellos profesionales que contribuyen a la visibilización de la historia de las mujeres, cristianas, judías y musulmanas, de este periodo histórico.Para la edición de 2026 se han seleccionado diferentes proyectos y actividades realizados en el ámbito de la docencia, la investigación y la interpretación del patrimonio ampliando la red de disciplinas transversales, como las artes escénicas y el diseño de indumentaria; poniendo el foco en los recursos para la investigación y la divulgación como son la documentación y la comunicación audiovisual y explorando nuevas formas de aproximarnos a la historia a través del mundo de lo sensorial, enriqueciendo con todo ello, la divulgación y el conocimiento de nuestro pasado.El encuentro se celebra el jueves 28 de mayo en el Museo de la Ciudad con inscripción gratuita en el teléfono 968 274 390 en horario de apertura del museo. Lo anticipamos en conversacion con Mirian Iniesta, técnica del Museo de la Ciudad, y Paula Sánchez Gómez, codirectora de un documental al respecto que se presenta en la inauguración de la jornada.
Programa 26/05/26: Te contamos los detalles de 'Spanish Language Fiesta 2026'. Parlamentarios australianos conocidos como 'teals' están considerando crear un nuevo partido político. Analizamos la orden ejecutiva del presidente Trump que afectará a cientos de miles de latinoamericanos.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)También en las plataformas Apple Podcasts, Spotify y YoutubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíSíguenos en Facebook e Instagram
Vivamos la Música, un programa que nos invita a conocer y adentrarnos en el mundo de la música clásica hoy, en la voz de los protagonistas de la Orquesta Sinfónica de la Universidad de Concepción. Vivamos la música! Un programa que cuenta con el apoyo del Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio. Invitados: Constanza Jiménez, Nelson Rodríguez, Alexis Moreno y Agustín Castellón.
Cada jueves con Ángela Crespo
¿Sabías que el Reino de Aksum fue una de las grandes potencias de la Antigüedad? En este episodio de El Café de la Lluvia hablamos con el Dr. Mario Lozano Alonso sobre las culturas preaksumitas, el esplendor de Aksum y el papel clave de Etiopía en la historia del comercio, la religión y la geopolítica del Mar Rojo. Desde el templo de Yeha hasta el puerto de Adulis, pasando por el obelisco de Aksum, la adopción temprana del cristianismo y las expediciones militares en Yemen, descubrimos una civilización africana que rivalizó con Roma, Persia y Bizancio. Además, analizamos: El origen del Ge'ez ☕ El nacimiento del café en Etiopía Las monedas aksumitas ⚔️ La Campaña del Elefante y su relación con el Corán ️ La decadencia y caída de Aksum Una fascinante travesía por la historia del Cuerno de África y una de las civilizaciones más desconocidas del mundo antiguo. ☕ Hazte socio/a de El Café de la Lluvia y forma parte de nuestra comunidad: https://elcafedelalluvia.com/hazte-socio-a-de-el-cafe-de-la-lluvia/ Escúchanos y léenos en nuestra web: https://elcafedelalluvia.com/ ▶️ Suscríbete a nuestro canal de YouTube: https://www.youtube.com/c/ElCafédelaLluvia Recibe nuestros contenidos en tu correo: https://elcafedelalluvia.com/suscripcion-newsletter/ Síguenos en redes sociales: Twitter: https://twitter.com/cafelluvia Instagram: https://www.instagram.com/elcafedelalluvia/ Facebook: https://www.facebook.com/Cafedelalluvia Tu apoyo nos ayuda a seguir dando voz a la cultura, la literatura y el pensamiento crítico. Gracias por acompañarnos ☕✨
En esta hora de programa conocemos cómo es Casa Mediterráneo, institución pública que promueve el acercamiento entre España y el resto de los países de la cuenca mediterránea, con su director general, Andrés Perelló. Conocemos las historias que a lo largo de los siglos han compartido los pueblos de la región con la cuentacuentos Raquel López. Y Ainhoa Aguirregoitia nos propone jugar con fuego: cocinar un arroz al sarmiento.
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Joseanne Arana, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), apresenta os principais destaques do mercado de trigo, com foco no cenário internacional, redução da área plantada no Brasil, clima e custos de produção.Destaques do episódio:
Debatimos con Andrea Delgado, Teresa Martín, Víctor Sánchez y contamos con Paco Rodríguez, vocal del Colegio de Ingenieros de Caminos de CLM
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O Podcast ONU News inicia nova temporada, Neste Dia Mundial da Língua Portuguesa, com youtuber angolano Baptista Miranda e professora de árabe Nabila Yousif; ambos vivem no Brasil e usam nas redes sociais para promover cultura e quebra de preconceitos; para eles, o português transformou suas vidas.
ENTREVISTA REALIDADES DA SAFRA COM - Alencar Paulo Rugeri - Extensionista e Assistente Técnico Estadual em Culturas da Emater/RS-A
O programa MusicArte recebeu Nora Back, presidente da OGBL, numa conversa sobre a emblemática Festa do Trabalho e das Culturas no Luxemburgo. Celebrada anualmente no dia 1 de maio, esta festa é muito mais do que uma data simbólica é um momento de união entre a luta pelos direitos dos trabalhadores e a celebração da diversidade cultural. O evento, para toda a família, que tem lugar no Centro Cultural Abadia de Neumünster, no Grund, entre as 10h45 e as 18h, conta com a presença e participação da Radio Latina.Informações no site da OGBL.
O Prosa da Semana traz a sua atualização essencial sobre as grandes culturas e o cenário econômico do agronegócio brasileiro. No 9º episódio, analisamos o panorama de mercado e os desafios financeiros da safra, com base em dados da CONAB, CEPEA e IMEA.Destaques deste episódio:Mercado de Grãos: Uma análise sobre a pressão nos preços do milho, que chega a quedas anuais superiores a 37% em Mato Grosso , enquanto soja e arroz buscam estabilidade em diferentes regiões.Culturas em Alta: O destaque positivo para o algodão e o feijão, que operam com preços mais firmes e valorizações anuais expressivas, superando os 40% em praças específicas de feijão.Custos de Produção: O alerta vermelho para o aumento do custeio. Fertilizantes e corretivos subiram mais de 10% em um mês, representando quase 47% dos custos totais da soja.Macroeconomia: O impacto do primeiro corte da Selic em dois anos e a influência do cenário internacional (Oriente Médio) na alta do diesel e insumos.
En una nueva edición de Sonar Informativo Pablo Aranzaes conversó con el Ministro de las Culturas, las Artes y el Patrimonio, Francisco Undurraga, quien aseguró que parte de su misión es acercar la cultura a la mayor cantidad de personas, "la cultura debe ser importante para todo Chile".
Javier Milei afirmó en la Universidad Bar Illan de Israel: “Ustedes se encuentran con economías hiperreguladas que en el fondo es estropear derechos de propiedad y después eso hace que las economías no crezcan. Digo, ¿quieren un buen ejemplo? Europa. ¿Quieren un caso aplicado de alguien que trabaja con estas definiciones y obra en consecuencia? Argentina. En poco más de dos años llevamos a cabo más de quince mil reformas estructurales”.“Eficiencia y justicia son dos caras de la misma moneda. Es decir, ustedes no pueden pretender, digamos, que algo sea eficiente e injusto. No puede ser. Por lo tanto, cuando ustedes hacen algo justo, digamos, inexorablemente va a ser eficiente. Y eso no pasa por cualquier lado. O sea, lo que hace es dejar de lado el relativismo moral. Es decir, hay cosas que están bien y hay cosas que están mal. Y ahí no hay lugar a discusión. No es un... es decir, con determinadas culturas no vamos a poder convivir, porque si nosotros respetamos el derecho a la vida, no podemos convivir con quienes nos quieren matar”, agregó Milei.Milei sostuvo: “El marxismo no es simplemente una teoría económica alternativa con errores técnicos corregibles. Es algo mucho más serio. Se autodeclara como una teoría satánica. Marx era satanistas, sus propios textos de juventud lo revelan”.El presidente de Israel, Herzog, dijo durante la entrega de la medalla a Javier Milei: “Un símbolo de la compañía persuasiva y espiritual que nos une, un símbolo de la persuasión y la enseñanza que te he transmitido, y un símbolo de la compañía persuasiva que nos une, compañías persuasivas y dignas de un buen propósito superior. Especialmente con el Estado de Israel, con el pueblo israelí y con toda la historia que nos precede, trato de mostrarte a los increíbles líderes de Israel. Muchas gracias, amigo mío, compañía, corazón de Israel, corazón de Argentina”.La diputada Lilia Lemoine señaló: “Como somos más divertidos que el kirchnerismo, se mueren por tener nuestras internas, se mueren por ser nosotros, se mueren por tener un gordo Dan, incluso por tener un pareja, se mueren por estos nuestros personajes y no los tienen. Está bien que se haga ahora y que nos matemos a golpes y lo resolvamos para el año que viene”.Ricardo Darín se refirió a Luis Brandoni: “Fue un gran defensor precisamente de eso, ¿no? De, de que vos podés opinar distinto, pero esto no te, no te convierte en un enemigo. Una cosa que está bien tratar de recordar ahora, ya que él hablaba de, de que espera que lo recuerden, porque precisamente es lo que en este momento estamos necesitando”Noticias del martes 21 de abril por María O'Donnell y el equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FM
La actriz madrileña, de la mano de Luis Alegre, repasa sus comienzos como actriz, el impacto que supuso su participación en la serie "El príncipe", sus estudios de Filología árabe, su pasión por hablar idiomas o, por ejemplo, la atracción que le vincula al arte del flamenco. Desde esta mañana, Abouk es nuevo miembro del Club de Amigos Alegres de Hoy por Hoy.
EU presume debilitamiento militar de IránReportan primera muerte por gusano barrenador en YucatánAbren registro a festival de culturas indígenas en CDMX Más información en nuestro podcast#grc
En este episodio sobre cultura, José Javier Gálvez sale del estudio para conversar desde la Embajada del Reino de Marruecos en Guatemala sobre un tema que muchas veces pasa desapercibido en el país: la francofonía. Junto a Olivier Jacques, embajador de Canadá en Guatemala; Tarik Louajri, embajador del Reino de Marruecos; y Erick Ulate, embajador de Costa Rica, exploramos qué significa realmente esta comunidad internacional que une a países de distintos continentes a través del idioma francés, pero también a través de valores culturales, políticos y de cooperación.
Sobre los desafíos energéticos de la ministra Ximena Rincón y los nombres clave que llegan a las instituciones dependientes del Ministerio de Culturas, encabezado por Francisco Undurraga, Iván Valenzuela conversó con las editoras Paloma Ávila y Paula Escobar Chavarría en un nuevo Rat Pack de Mesa Central.
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Programa Nº 74 de "Voces del Misterio", Temporada 2008/2009. Sumario: · Homenaje al periodista y aventurero Miguel de la Cuadra Salcedo, repaso a su vida y sus aportaciones culturales con Iberoamérica y Centroamérica, con la participación del periodista Tico Medina y Silvia Cassasola. · Repasamos la actualidad del misterio en nuestro informativo con Sergio Moreno y Rocío Franco. · En la Zona de Misterio abordamos el interesante tema de las etnias, razas y culturas malditas. Audio perteneciente a la primera etapa, en Radio Betis. Fecha de emisión: 30/01/2009 Os recordamos que este PODCAST NO es el OFICIAL del programa “Voces del Misterio”. PARANORMALIA: https://paranormaliaweb.github.io/ (WEB), https://www.facebook.com/paranormaliaweb/ (Facebook) y https://x.com/paranormaliaweb (X).
FGR asegura seis avionetas tras cateo en Veracruz Roban armas de alto poder en instalaciones policiales de EcatepecAtentado en mezquita de Pakistán deja muertos y heridosMás información en nuestro podcast
Value School | Ahorro, finanzas personales, economía, inversión y value investing
Según la versión transmitida tradicionalmente, el cristianismo surgió en su forma ya acabada a partir de la predicación de Jesús de Nazaret, cuyo inalterado mensaje se cristalizó unos siglos más tarde en la Iglesia. Sin embargo, la evidencia histórica muestra una realidad bien distinta. Tras la muerte de Jesús, proliferaron diversas comunidades de creyentes, con enfoques, creencias, objetivos y filiaciones muy distintos entre sí. Harían falta más de dos siglos para que uno de esos múltiples cristianismos acabara imponiéndose sobre los demás, institucionalizando su particular versión como la única. Antonio Piñero y Javier Alonso han escrito Cómo nació el cristianismo con el propósito de ofrecer una visión rigurosa y documentada de los primeros años de existencia del cristianismo. Antonio Piñero es filólogo, historiador y escritor, especialista en el estudio del cristianismo primitivo y en la figura del Jesús histórico. Catedrático emérito de Filología Griega en la Universidad Complutense de Madrid, ha dedicado su carrera a investigar los orígenes del cristianismo, los evangelios canónicos y apócrifos, y la literatura gnóstica. Autor de una extensa obra, también es traductor y editor de numerosos escritos antiguos que hoy forman parte de referencias imprescindibles en lengua española. Es una de las voces más reconocidas en el ámbito de los estudios bíblicos y religiosos. Javier Alonso es licenciado en Filología Semítica, DEA en Historia Antigua, y Máster en Lenguas y Culturas del Oriente Próximo Antiguo, todo por la Universidad Complutense. Es escritor, traductor, conferenciante, guía de viajes arqueológicos y profesor de Humanidades en el IE Business School y en la IE University. Ha escrito numerosos libros, artículos y cuentos sobre temas relacionados especialmente con la Historia Antigua y la Arqueología, o la Historia en general. También es colaborador habitual de varios programas de radio y televisión que tratan temas de Historia o religión.
En Columnistas de Mesa Central, Angélica Bulnes y Kike Mujica conversan con Ximena Jara y Claudio Alvarado sobre la controversia generada tras conocerse los aportes del Ministerio de las Culturas a la séptima muestra de "cine y placeres críticos", Excéntrica Fest.
La idea consistía en construir una aldea típica, a la antigua, para que aventureros del exterior llegaran a pasar algún tiempo en ella. Se albergarían en chozas con tejado de paja, dormirían en hamacas, cocinarían al aire libre sobre una fogata, y cazarían animales con lanzas, cerbatanas y dardos que tienen puntas venenosas. A Esteban Saint, embajador extraoficial de la tribu, le dijeron: «Anúnciele a la gente que venga a vernos, y nosotros les mostraremos cómo vivimos.» Fue como resultado de ese plan de turismo que, por primera vez en la historia, abrieron una cuenta corriente en un banco ecuatoriano los Huaorani, conocidos también como los aucas. A fines de 1996 un grupo de treinta y cuatro universitarios del estado de Washington, por medio de Esteban, hicieron los preparativos para internarse en la selva amazónica donde los indígenas los estaban esperando. Aquellos jóvenes extranjeros no se veían muy diferentes de los indígenas que serían sus guías y anfitriones, pues tenían tatuajes en todas partes del cuerpo, y aretes en las cejas, en la nariz y en la lengua, además de las orejas. Una de las jóvenes tenía un novio que se había jactado ante ella de haber desarrollado una nueva técnica de hacer agujeros en las orejas: estiraba el agujero a tal grado que la persona podía ponerse allí un tapón en vez de un simple arete. De todas partes del noroeste de los Estados Unidos la gente acudía a este ingenioso artista del tatuaje para que les hiciera tales agujeros en las orejas. Durante el viaje, cuando la novia les explicó la técnica a sus compañeros de turismo, se le acercó una de las mujeres de la tribu y le mostró su oreja con una perforación tan grande o mayor como las que ella acababa de describir. Ante esto, la ingenua gringa, decepcionada, exclamó: «¡Ese embustero de mi novio me dijo que fue él quien desarrolló esta técnica!»1 Esta anécdota nos lleva a hacer una pregunta común en ciertas adivinanzas: ¿En qué se parecen aquel joven artista del tatuaje y Don Quijote de la Mancha? En que tanto «el ingenioso hidalgo» de Miguel de Cervantes como el ingenioso artista de la anécdota eran a la vez ingenuos. Por una parte eran inventivos, y por la otra, inocentones. Eso mismo les ocurre a las personas que se ingenian su propia salvación mediante las buenas obras, las penitencias y el no hacerle mal a nadie. Todo eso es muy bueno, pero no es lo que nos salva sino lo que Dios espera de quienes ya hemos sido salvados. Lo que nos salva sucedió hace unos dos mil años: Son los agujeros en las manos, los pies y el costado que padeció Jesucristo al morir en la cruz por nuestros pecados. Dejemos, pues, de ser ingenuos al pensar que nos ha de salvar nuestra noble conducta. En vez de ingeniarnos los medios para nuestra salvación, menospreciando así lo que el Hijo de Dios ya hizo por nosotros, aceptemos con plena gratitud aquel sacrificio que le costó su vida misma. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Grabación en casete de Esteban Saint, orador en la Trigésima Reunión Plenaria de los Socios del Instituto Lingüístico de Verano, Lancaster, PA, EE.UU., 14 junio 1997.
(Aniversario de la Muerte de José Ferrer) José Vicente Ferrer de Otero y Cintrón nació en Santurce, Puerto Rico, el 8 de enero de 1912. A los seis años se trasladó con su padre a la ciudad de Nueva York. De ahí que en 1934 obtuviera su Licenciatura en Humanidades de la Universidad de Princeton, donde se apasionó por el arte dramático, y que posteriormente estudiara literatura francesa en la Universidad de Columbia. En 1943, su interpretación de Yago en la obra «Otelo» lo lanzó a la fama en el mundo artístico. En 1947, cuando se otorgaron por primera vez los premios Tony, recibió el primero de cinco premios Tony de teatro por interpretar por primera vez el personaje Cyrano de Bergerac. Un año más tarde obtuvo la primera de tres nominaciones al Óscar por su actuación como el Delfín en la película «Juana de Arco» protagonizada por Íngrid Bergman. En 1950, José Ferrer recibió la prestigiosa estatuilla por la versión fílmica de «Cyrano de Bergerac», llegando a ser el primer actor en ganar un Óscar por la recreación de un papel teatral en una película. Ese codiciado Óscar lo donó al Teatro de la Universidad de Puerto Rico para que les sirviera de estímulo a los futuros aspirantes a carreras teatrales. Su tercera y última nominación la logró en 1952 por su actuación en la versión original de la película «Moulin Rouge». Entre las obras teatrales que hizo, se destaca «El hombre de la Mancha», en la que encarnó al célebre Don Quijote. Ese mismo año, la Organización de Estados Americanos le rindió homenaje por ser vínculo de excelencia entre la cultura latina y la anglosajona. En total, Ferrer actuó en setenta películas y dirigió trece producciones de Broadway y siete películas. Entre los muchos reconocimientos que recibió durante su carrera como actor, director, escritor, productor, cantante y compositor, se destacan su propia estrella en el Paseo de Estrellas de Hollywood, la primera Medalla Nacional de Arte en 1985 (que le otorgó el ex presidente Ronald Reagan), y su selección en 1981 al Paseo de la Fama del Teatro. Con sobrada razón se le dedicó, en 1990, el Festival de Teatro Latinoamericano. En lo personal, José Ferrer se casó cuatro veces y tuvo seis hijos, uno de ellos el también actor Miguel Ferrer. Quienes no saben que José Ferrer fue tío del actor George Clooney y suegro de la cantante Debby Boone, tal vez tampoco sepan que hablaba cinco idiomas —español, inglés, francés, italiano y alemán— y que los dominaba a tal grado que durante una conferencia de prensa se dirigió a todos los periodistas en sus respectivos idiomas.1 «Un autor puede escribir algo que perdure trescientos años después de su muerte —observó José Ferrer durante una entrevista en 1986—, pero cinco minutos después de mi muerte, ya no puedo actuar ni dirigir más.»2 Quiera Dios que esas palabras, que pronunció el reconocido actor unos seis años antes de su muerte el 26 de enero de 1992, nos lleven a reflexionar que, antes de afrontar nuestra propia muerte, debemos pedirle a Dios que desempeñe el papel de Director de la obra sin igual que es nuestra vida, en la que nosotros somos los actores principales. Porque una vez que muramos, ya será demasiado tarde. Y lo cierto es que cinco minutos después de nuestra muerte, Dios, que es el Guionista que inspiró la Biblia, que ha perdurado miles de años, será el único capacitado para dirigir nuestra actuación eterna. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Clarissa Santiago Toro, «José Ferrer», Biografías, Fundación Nacional para la Cultura Popular En línea 27 noviembre 2007; Constance Clark, En línea 28 julio 2008; «José Ferrer: Perfil», Puerto Rico Herald, 14 julio 1999 En línea 27 noviembre 2007; Wikipedia, s.v. «José Ferrer» En línea 14 noviembre 2007. 2 «José Ferrer: Perfil», Puerto Rico Herald.
En este episodio de El After, conversamos con Ludo, mente creativa detrás de Hilight Tribe, sobre su viaje completo: desde los primeros días como jóvenes soñadores hasta convertirse en un referente global del trance natural.Hablamos de los inicios, la filosofía detrás de su sonido orgánico, la fusión entre instrumentos en vivo y electrónica, la conexión espiritual con la música y cómo lograron construir una identidad auténtica que trascendió fronteras, culturas y generaciones.Una charla profunda sobre visión, constancia, evolución artística y el poder de la música como lenguaje universal.
Send us a textBakotunes welcomes Piero F. Giunti, creator and curator of "A Great Day in East L.A.: Celebrando the Eastside Sound" exhibition running now through August 23, 2026 at La Plaza de Culturas y Artes 501 N Main St. Los Angeles, CA 90012. Piero F. Giunti is also an award-winning photographer, filmmaker, musician and podcast host who's worked with Ice Cube, Public Enemy, Los Lobos, Becky G and many more. Get to know Piero, learn about the exhibition and make plans to visit! Episode contains music by Los Lobos, The Brat, Ozomatli, Rage Against The Machine, Lalo Guerrero, Cheech & Chong, wil.i.am and Taboo (Black Eyed Peas), The Bags, Thee Midniters, Tierra. *Recorded 12-20-25. Related Links:https://agreatdayineastla.org https://lapca.org/exhibition/a-great-day-in-east/https://pierofgiunti.portfoliobox.net/https://lapca.org/-----------------------Fair Use NoticeThis site and its episodes may contain copyrighted material, the use of which has not always been specifically authorized by the copyright owner. Such material is made available for purposes including criticism, commentary, news reporting, teaching, scholarship, and research.We believe this constitutes a fair use of any such copyrighted material as provided for in Section 107 of the U.S. Copyright Act. The material is presented for educational and informational purposes and is not intended to infringe upon the rights of the copyright holder. We make every effort to limit the use of copyrighted content to the amount reasonably necessary to achieve these purposes and to ensure that such use does not adversely affect the market value of the original work.For more information on fair use, please see Section 107 of the Copyright Act: https://www.copyright.gov/title17/92chap1.html#107Support the showSponsored by Chain Cohn Clark - Kern County's leading accident, injury, and workers' compensation law firm. Subscribe to Bakotunes at all podcast outlets and follow our socials!Instagram / More LinksContact: mattomunoz@gmail.com
Exposición en la universidad Masaryk de Brno sobre culturas e idiomas de la región de Amazonas en riesgo de desaparición | Jessica Kuželová, una profe checa de español especializada en fonética que aprendió el idioma con canciones de Natalia Oreiro y Christina Aguilera.
INAH recibe 52 piezas arqueológicas restituidas desde EU Sismo de magnitud 7 sacude AlaskaMás información en nuestro Podcast
Este episodio explora el proceso de adaptación a la vida en un nuevo lugar, conservando las costumbres que nos hacen sentir como en casa. Las historias que se presentan en este episodio abordan los desafíos de la asimilación y ofrecen ejemplos de una mejor manera de hacerlo: preservar las culturas personales, aprender de otras y encontrar oportunidades interesantes para combinar lo antiguo con lo nuevo.
Você sabia que a Comando Vermelho se relaciona com guerrilhas comunistas da Ditadura Militar? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a História do CV, o Comando Vermelho.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- AMORIM, Carlos. Comando Vermelho: A história secreta do crime organizado. Rio de Janeiro: Record, 1993- BARBOSA, Antônio Rafael. O poder do tráfico: territórios, hierarquias e sociabilidades. Rio de Janeiro: Mauad X, 2012.- CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2000.- CANO, Ignacio; LOPES, Carolina. Violência letal, renda e desigualdade social no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Laboratório de Análise da Violência (Uerj), 2017.- ZALUAR, Alba; ALVITO, Marcos (orgs.). Um século de favela. Rio de Janeiro: FGV, 1998. - INSTITUTO DE SEGURANÇA PÚBLICA (ISP-RJ). Relatório anual de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Governo do Estado, 2023.
Programa especial desde la Muralla Púnica de Cartagena. Comenzamos conociendo su historia con Encarna Zamora, responsable de Comunicación y Actividades de Cartagena Puerto de Culturas. En 'Uno de los nuestros' conectamos con Isaías Lafuente, compañero y reciente ganador de un Ondas. Hablamos también con Noelia Arroyo, alcaldesa de Cartagena y acabamos con Mercedes Velasco, profesora de Infantil en Maristas Cartagena. Bicampeona de la Ruta de las Fortalezas.
El Día de la Fauna Chilena en Sídney, 9 de noviembre, busca acercar a australianos y chilenos a la riqueza natural de Chile, destacando las conexiones entre ambas naciones a través de la conservación y la educación ambiental. Organizado por la conservacionista Polly Cevallos, la embajada de Chile y el Jane Goodall Institute Australia, el evento celebra su tercera edición en el Taronga Zoo de Sídney.