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Em um cenário em que consumir virou quase sinônimo de existir, surgem questionamentos a essa lógica. O minimalismo propõe menos compras, menos acúmulo e mais consciência sobre o que, de fato, vale a pena manter. Ao rever excessos, esse modo de vida coloca em xeque hábitos profundamente naturalizados. No Opinião desta sexta (3), vamos discutir como essa escolha se relaciona com um sistema que estimula o consumo o tempo todo: é possível consumir menos sem se desconectar do mundo? O minimalismo é privilégio, tendência ou necessidade? E o que essa mudança revela sobre nossa relação com dinheiro, identidade e desejo? E o que muda, na prática, quando a gente decide consumir de outro jeito? Para falar sobre o assunto, recebemos o diretor-geral do Instituto Akatu Lucio Vicente e o professor da ECA-USP Eneus Trindade Barreto Filho, especialista em Consumo e Identidades Midiáticas. Ouvimos também, de maneira remota, o ator Sérgio Marone, que adotou o minimalismo como um estilo de vida focado em ter apenas o que é essencial, durável e de alta qualidade para melhorar o bem-estar e a produtividade.
À hora de emissão do Jornal das Comunidades, não havia confirmação de vítimas mortais portuguesas, mas as autoridades estimam que venham a verificar-se. Ouvimos testemunhos "traumatizados" do grande duplo sismo no país.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Inês Meneses e Tozé Brito são os convidados desta semana do Posto Emissor. O livro que acabam de editar, “Ao Fim do Dia — Memórias e Confissões de um Casal”, foi um dos temas da conversa, marcada pela partilha de várias histórias da vida profissional e pessoal da radialista e do músico e antigo editor discográfico. O festival Primavera Sound Porto e o concerto dos The Cure na Maia completam este episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que acontece quando a ciência dos números encontra a força da intuição feminina? Ouvimos a diretora e atriz Djin Sganzerla e a atriz Lian Gaia sobre os bastidores do thriller nacional, na pré-estreia ocorrida no Cinesystem Belas Artes, no Rio.Reportagem: Ana SallesEdição: Thiago Kropf
Cerimônia de concessão de título de doutor honoris causa ao ator e diretor foi marcada pela emoção e pela presença de amigos, parentes e representantes da academia e da classe artística. Ouvimos o ícone do Cinema Novo e também o reitor Roberto Medronho, a coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura, Christine Ruta, a superintendente de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade da UFRJ, Denise Goes, a escritora Ana Maria Gonçalves, os atores Zezé Motta, Lázaro Ramos, Camila Pitanga, Luana Xavier e Elisa Lucinda sobre a importância simbólica do evento. Reportagem: João Pedro Mendes, Iara Reis, Helena Faria e Julie DrumondEdição: Thiago Kropf
103 homicídios a cada 100 mil habitantes. Era o recorde de El Salvador em 2015. Um país onde gangues cobravam imposto de famílias. Onde o Estado havia recuado. Isso era El Salvador. Até deixar de ser. Para entender esse cenário inteiro fomos até El Salvador para produzir nosso próximo documentário, El Salvador -O dia em que o medo mudou de lado. Entramos no CECOT, a prisão mais temida das Américas. Ouvimos relatos de quem afirma ter sido salvo pela nova ordem e as vozes dos críticos que afirmam que o preço da paz é alto demais. No dia 20 de maio, às 20h, você vai assistir de graça ao novo original da Brasil Paralelo.
Devocional 2 Tessalonicenses Irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, queremos recomendar-vos que se afastem de todos aqueles irmãos que vivem sem fazer nada e que não seguem os ensinamentos da tradição que receberam de nós. Sabem muito bem que devem seguir o nosso exemplo. Não andámos por aí sem fazer nada, nem comemos de graça o pão de ninguém. Antes trabalhámos duramente, noite e dia, para não nos tornarmos pesados a nenhum de vocês. Não é que não tivéssemos direito a receber alguma coisa, mas quisemos dar-vos o exemplo para que façam como nós. Quando aí estávamos, dissemo-vos claramente que quem não quiser trabalhar não tem direito a comer. Ouvimos dizer, de facto, que andam por aí alguns sem fazer nada ou ocupando-se com ninharias. Queremos recomendar vivamente a esses tais, em nome do Senhor Jesus Cristo, que trabalhem em paz e ganhem o pão que comem. 2 Tessalonicenses 3.6-12 Há malta que gosta de se encostar à sombra da bananeira. À laia das fortes convicções que dizem ter espraiam-se no “dolce far niente”. Aproveitam-se de funções de destaque, sejam religiosas ou de outra ordem, para viver à custa do labor de terceiros. Gostam de não fazer nenhum e, como tal, adoptam por brasão a ociosidade. Urge interromper esse lema horroroso de “andar por aí sem fazer nada.” Primeiro, garanta-se que não se pertence a esse reprovável clube. De seguida, guarde-se a distância devida de tão ignóbil prática. Por último, ponham-se os olhos em gente cujo exemplo de vida é inatacável. Fixe-se o lastro de excelência de pessoas que integraram de forma ajustada a fé e o trabalho. Tome-se e abrace-se como referencial a seguinte máxima: “Não se coma de graça o pão de ninguém.” Rejeite-se como estilo de vida viajar à boleia da carteira dos outros. Cada um averigúe se não se tem tornado, ilegitimamente, “pesado a alguém.” Rejeitem-se, pois, as tricas e as ninharias como “modus operandi” no dia a dia, antes preferindo, em nome de Cristo, toda a obra de paz. - Jónatas Figueiredo
Ouvimos os álbuns de Heavenwood "The Tarot of the Bohemians - Part II" (Mighty Music) e Toxikull "Echoes of the Arena" (Lost Realm Records) + "Turbulence" (Dying Victims Productions). Para o final, o Gustavo mostra a música que fez de Atmospheric Black Metal.Com o apoio da Hellsmith.Disponível nas plataformas de podcasts (Spotify, Apple Podcasts, etc.)#laughbangingpodcast #podcast #portugal #heavymetal #hellsmithmetalmerch #atmosphericblackmetal #doommetalPatreon - https://www.patreon.com/laughbangingFacebook - https://facebook.com/laughbanging
A adolescência é uma fase marcada por transformações físicas, emocionais e sociais intensas, que anunciam a despedida da infância. Ainda assim, falar sobre educação sexual e crescimento segue sendo um desafio para muitas famílias e escolas. Entre o desconforto dos adultos e a curiosidade das crianças, pode ficar um silêncio que gera dúvidas, insegurança e desinformação. Como abordar esse momento de forma aberta, responsável e acolhedora? E qual é o papel dos adultos em ajudar meninos e meninas a atravessarem essa transição com mais compreensão e menos tabu? Para falar sobre o assunto, recebemos a médica ginecologista Priscila Matsuoka e a psiquiatra Carmita Abdo, Coordenadora do Programa de estudos em sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ouvimos também, de forma remota, a escritora Celina Bodenmüller, coautora do livro "Crescimento-Aventura".
Eu já escutei coisas sobre mim que não eram verdade e deduzo que você também tenha tido essa experiência. Se as pessoas não sabem nada sobre mim, o que dizer de Deus?Ouvimos muita coisa sobre Deus. As pessoas falam sobre Ele aos quatro cantos. Se houve uma enchente, uns dizem que foi a mão Dele. Já outros dizem que não teve nada a ver com Ele. Alguns dizem que Ele está punindo, já outros discordam disso.Emitir opiniões sobre Deus não tem nada a ver com conhecê-lo. Conhecer alguém é algo profundo, revela intimidade, proximidade. Não tem nada a ver com achismos ou suposições.Veja o que diz o Salmo 76 no verso 7: "Tu, sim, tu és terrível; se estás irado, quem pode permanecer na tua presença?"O salmista apresenta uma face de Deus que muita gente ignora. Mas quem conhece a Deus sabe que Ele não é só isso. Ele é amor, mas também fogo consumidor. Transformar Deus em alguém só irado é um erro. Como também apresentar um Deus que não pune é outro erro.Só há um jeito de sairmos dos achismos. É conhecê-lo a partir de sua Palavra. Busque o Senhor, e Ele se revelará a você.
Provavelmente estamos vivendo o período da humanidade com a maior crise de identidade de toda a história. Ouvimos tentativas de definições de todos os cantos, mas nenhuma é satisfatória ou congruente com a realidade — que nos exige transcendência. Enquanto as vãs filosofias humanas sequer arranham a superfície desse enigma, o Salmo 8 responde perfeitamente ao anseio das nossas almas. Não somos fruto do acaso, uma mera máquina biológica ou um aglomerado de células ambulante. Somos, sim, a imagem e semelhança de Deus. E é exatamente nisso que reside o mais alto grau de dignidade que podemos ter. O Salmo 8, ao afirmar que fomos coroados de glória e de honra e postos sobre as obras das mãos de Deus, não apenas revela nossa identidade, mas também nosso propósito: o de refletir essa realeza e a glória do Criador em toda a criação. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEORANDOEVIVENDOSALMOS Visite nosso site: https://fdqc.org Contribua financeiramente: https://fdqc.org/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Há milhares de postos de trabalho em risco, no sector da construção civil em França, se a guerra se prolongar. Ouvimos um empresário luso-francês. Lusodescendente em França participa no Festival de Cinema de Cannes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bernardo Topa ficou cego de um olho nos festejos do bicampeonato leonino. Após um ano, como está o caso na IGAI e na justiça? Ouvimos a advogada Sara Macias e o subintendente da PSP, Bruno PereiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Ouvimos alguns vencedores e derrotados nas eleições municipais, há poucos dias, em Inglaterra. Visita emotiva para emigrantes açorianos ao Convento da Esperança, em Ponta Delgada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
__________ O debate sobre a Educação Domiciliar (Homeschooling) no Brasil atravessa um dos momentos mais tensos de sua história. Enquanto dados internacionais apontam para um desempenho acadêmico superior de estudantes educados em casa, no Brasil, a prática permanece em um limbo jurídico que coloca famílias sob o risco de processos por "abandono intelectual". Neste vídeo, a Brasil Paralelo mergulha na origem do movimento moderno com John Holt, analisa as leis de países pioneiros como os Estados Unidos e confronta os dados alarmantes do PISA e TIMSS que revelam a crise do sistema educacional brasileiro. Ouvimos pais que escolheram a personalização do ensino e especialistas que alertam para os riscos da falta de socialização escolar. Até onde vai a autoridade do Estado sobre a educação dos seus filhos? Assista e entenda o debate completo.
Na única vez que o meu pai chorou à minha frente estava internado. Ouvimos uma conversa na cama ao lado entre um filho e uma mãe. Recordo-a hoje, para que também possas chorar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abel começou a apostar em resultados de jogos de futebol de forma absolutamente banal: aproveitou um bónus de boas-vindas de uma casa de apostas e apostou numa brincadeira entre amigos. A coisa correu bem. A certa altura, houve uma “fezada”. Uma sorte de principiante que deu um prémio avultado. Normalmente, é assim que tudo começa. O ganho fica gravado no cérebro: nunca mais é esquecido. A partir daí, para alguns, as apostas deixam de ser só lazer. Depois dos ganhos, vêm as perdas. O jogador passa a apostar para recuperar, para resolver os problemas que o próprio jogo criou. As histórias dos jogadores patológicas são normalmente muito parecidas. Mas há um factor menos conhecido neste percurso: o papel das casas de apostas na perda do controlo. Em Portugal, o jogo online é um mercado regulado. A lei obriga os operadores a promover o jogo responsável e a sinalizar comportamentos de risco. Mas os relatos mostram outro padrão: quando os gastos disparam, nem sempre surgem travões. Às vezes, surgem incentivos. Estatutos VIP, gestores de conta, convites para camarotes, cabazes, dispositivos electrónicos. E sobretudo bónus. Como em qualquer sector comercial, é normal que existam estratégias de fidelização. Nos casinos físicos, o tratamento personalizado é uma prática comum. Isso não é um problema quando estamos a falar de clientes com comportamentos de jogo saudáveis. Mas, segundo os jogadores que ouvimos, por vezes estes incentivos aparecem nos momentos mais frágeis: depois de perdas grandes, durante pausas por exaustão, ou quando já não há mais dinheiro para jogar. O que acontece, então, quando este tipo de estratégias é aplicado a pessoas que já estão a jogar compulsivamente? Neste episódio do podcast Como Assim, falamos com a psiquiatra Inês Homem de Melo, o jurista Luís Pisco, da Deco, com o advogado Filipe Mayer sobre os limites da lei, sobre o que é obrigatório e o que fica em zonas cinzentas. Ouvimos também a APAJO, a associação que reúne alguns dos operadores licenciados em Portugal. Mas há um mercado onde nada disto se aplica: o mercado ilegal do jogo online. Plataformas sem licença, sem deveres de protecção ao jogador, onde a auto-exclusão é dificultada e o contacto é constante. Segundo os jogadores que ouvimos, é muitas vezes depois de sair do mercado legal que os jogadores passam a ser abordados por estes sites. É aqui que entram os influencers. Ex‑participantes de reality shows, criadores de conteúdos e figuras com grande alcance nas redes sociais continuam a promover estes casinos ilegais, muitas vezes de forma dissimulada, através de códigos, links ou stories pagos. No último episódio, concluímos que as apostas online estão por todo o lado; agora, olhamos para todo este circuito: do mercado regulado aos contextos em que a recaída é activamente incentivada. Nota: duas das vozes que ouvimos neste episódio foram recriadas com recurso a inteligência artificial, para proteger a identidade das pessoas entrevistadas. Se este tema te é difícil, ou se reconheces sinais de jogo problemático em ti ou em alguém próximo, a ajuda existe. A APAJO disponibiliza uma linha de apoio com psicólogos especializados, todos os dias entre as 16h e as 20h. Os Jogadores Anónimos têm reuniões regulares, presenciais e online. Pedir ajuda pode ser o primeiro passo para sair do ciclo. Se estiveres a atravessar uma crise emocional grave ou pensamentos suicidas, podes ligar gratuitamente para o SNS 24 (808 24 24 24), opção de apoio psicológico, ou procurar ajuda imediata ligando para o 112. Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Ladoa!, Madeleine Lacsko recebe William Borghetti, especialista em neurocomunicação, para uma conversa profunda sobre como o funcionamento do cérebro dita o ritmo das nossas interações sociais e familiares.Borghetti explora as bases biológicas do comportamento humano, revelando como processos neurológicos muitas vezes invisíveis influenciam a forma como interpretamos sinais, reagimos a conflitos e construímos laços de confiança.O debate aborda a importância de entender a "lógica biológica" da fala e da escuta, oferecendo uma nova perspectiva para quem busca superar barreiras de comunicação e melhorar a qualidade da convivência diária.É uma aula sobre como a ciência pode nos ajudar a ser mais conscientes nas nossas trocas, transformando a maneira como nos relacionamos com o mundo ao nosso redor.Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Se você busca informação com credibilidade, inscreva-se agora para não perder nenhuma atualização!
No podcast do PublishNews desta semana falamos sobre sobre a Inteligência Artificial no mercado editorial e o seu uso ética. A IA veio com a promessa de revolucionar como nós trabalhamos. Mas a realidade é que estamos vivendo entre o entusiasmo pela eficiência e a ameaça desta automatização. Ouvimos alguns editores sobre este tópico bem sensível: João Varella da Lote 42, Samuel Coto da HarperCollins Brasil, Rafaella Machado da Record, André Fonseca da Citadel, Mario Santin Frugiuele da Todavia e Daniel Lameira, da Seiva.O romance de suspense "Shy Girl", da autora Mia Ballard, teve sua publicação cancelada nos Estados Unidos e descontinuada no Reino Unido pela Hachette Book Group. A retirada da obra ocorreu após o jornal The New York Times apresentar fortes evidências de que o texto continha indícios de IA generativa, o que levou a retirada do título nas plataformas online de venda.Embora a autora tenha negado o uso direto, atribuindo a falha a um editor terceirizado, críticos apontaram erros superficiais de escrita que sugerem uma falta de lapidação e o uso de ferramentas automáticas sem o devido cuidado editorial. Esse episódio não é apenas um escândalo isolado; ele é um ponto de partida para discutirmos: como as editoras podem se precaver? Onde termina a ferramenta e começa a "traição" ao leitor?A Câmara Brasileira do Livro realizará, de 13 a 15 de maio de 2026, a 5ª edição do Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos — o EELDG.Serão três dias de conteúdo estratégico, networking qualificado e troca de experiências com os principais profissionais do setor editorial, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP).|As inscrições para participação presencial ou on-line já estão abertas no Sympla, basta procurar pelo nome do evento ou acessar www.cbl.org.br. Garanta sua vaga e aproveite os descontos dos primeiros lotes.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.br
"Se eu me permitir comer de tudo, vou perder o controlo" | "Só preciso de mais força de vontade" | "Só vou ficar bem quando perder peso"Neste episódio do Anti Diet Talks, vamos desmistificar as crenças mais comuns que ouvimos em consulta.Exploramos por que razão o "voltar ao foco" se torna uma missão impossível e como o teu sistema nervoso reage à restrição como se estivesses em perigo de vida.Sobre nós:Clara Magalhães Dias: https://www.instagram.com/@claramagalhaesdias Tiago Sabino: https://www.instagram.com/@tiagomsabino Contactos:geral@nutrencia.ptCronologia do episódio:00:00 - 08:47 Docinho da semana e prazer alimentar08:48 - 17:48 Será que precisamos da “regra” para nos controlarmos com a comida?17:49 - 18:11 Apoia o nosso canal: subscreve18:12 - 34:33 “Só preciso de mais força de vontade e motivação”34:34 - 43:12 “Só vou ficar bem quando perder peso”43:12 - 50:48 “Primeiro quero perder peso e só depois melhorar a relação com a comida”
O QUE VIMOS, OUVIMOS E EXPERIENTAMOS - Zhaf
O QUE VIMOS, OUVIMOS E EXPERIMENTAMOS - Zhaf e Fernanda
Angola tenta recuperar no exterior mais de 1,9 mil milhões de dólares desviados, mas enfrenta entraves legais e resistência de outros países. Níger indignado com resolução Parlamento Europeu que exige a libertação do ex-presidente. Ouvimos mais um episódio do Learning by Ear – Aprender de Ouvido.
A produção de Kleber Mendonça Filho, e que tem Wagner Moura no papel principal, concorre a quatro prêmios no Oscar 2026. Conversamos com o crítico de cinema brasileiro Sergio Rizzo, que contextualiza o sucesso de público e crítica desde o lançamento no festival de Cannes. Ele também ressalta que o sucesso internacional deste e de outros filmes do Brasil é pontual, pois ainda falta uma política cultural para o setor. Ouvimos também Rafael Dutra, profissional do fomento ao cinema brasileiro, que enumera as oportunidades que a reverberação de 'O Agente Secreto' pode trazer ao audiovisual do país.
O Parlamento do Senegal votou nesta quarta feira um endurecimento da legislação penalizando a homossexualidade. As penas passam de cinco a dez anos de cadeia e as multas passam para entre 2 a 10 milhões de francos CFA, contra 100000 a 1,5 milhões de francos CFA. Oumar Diallo, professor universitário e consultor político em Dacar, admite que alguns parceiros internacionais do país possam doravante exprimir a sua preocupação com o novo dispositivo legal senegalês. Acho que é possível que alguns parceiros internacionais, sobretudo a Europa, organizações internacionais, expressem preocupações ou críticas. Isso acho que é possível porque muitos deles colocam a questão dos direitos humanos no centro das suas políticas externas. Então, penso que isso pode ser uma preocupação dos parceiros. No entanto, não é certo que isso se traduza em verdadeiras represálias políticas ou económicas. Podemr ser inquietações, preocupações que podem levar o governo senegalês a fazer muita atenção na aplicação desta lei. Na maioria dos casos, o que acontece é sobretudo uma pressão diplomática ou declarações públicas. Porque hoje, por exemplo, se um líder político europeu ou ocidental apontar do dedo esta situação no Senegal, isso pode ser uma forma de pressão diplomática. Além disso, o Senegal também continua a ser considerado por muitos parceiros internacionais como um actor importante para a estabilidade da região da África Ocidental, o que tende a moderar eventuais reacções mais duras. Porque também o Senegal é um país que conta na África Ocidental. Já dissemos então que houve unanimidade dos deputados. A deputada Diaraye Ba dizia "Os homossexuais não hão-de respirar mais neste país. Os homossexuais nunca mais terão liberdade de expressão neste país." Porque é que, de repente, no Senegal se tornou tão importante legislar e reprimir ainda mais os homossexuais? Endurecer ainda mais o dispositivo legal que já penalizava os homossexuais? Sim, como já disse que já penalizava, agora assistimos aqui a um endurecimento da legislação. Esse endurecimento deve ser entendido no contexto político e social do Senegal. Nós seguimos, nos últimos anos, vários movimentos religiosos e associações conservadores que têm exercido uma forte pressão sobre o poder político para reforçar a pressão sobre a homossexualidade. Ao mesmo tempo, muitos responsáveis políticos apresentam esta questão como uma forma também de defender valores culturais religiosos considerados centrais na sociedade senegalesa. Por isso, esta lei não surge de forma isolada. É uma lei que reflecte sobretudo uma dinâmica em que assistimos durante esses últimos anos: uma dinâmica interna, política e de sociedade... a sociedade também. A sociedade senegalesa está a meter uma pressão enorme sobre o poder político, onde questões de identidade cultural e de soberania, face às influências externas. Porque a sociedade senegalesa considera, por outro lado, que a questão da homossexualidade é um fenómeno que lhe é imposto pelo mundo ocidental. Então, isso vai frequentemente mobilizar debates políticos e societais. Por isso, pronto, esse endurecimento é, ao mesmo tempo, uma pressão da sociedade, do mundo, das associações religiosas conservadoras e também uma promessa. De associações muçulmanas, essencialmente porque o país é sobretudo muçulmano ! Mas não temos esse problema de religião. Penso que talvez são associações, não é a religião muçulmana. O Senegal não começou em 2026, não é? Então há sempre essas associações. Ultimamente tiveram muita força na sociedade e começaram a influenciar as decisões políticas. Podemos dizer isso. Mas não é a questão de ser um país maioritariamente muçulmano. Como reagem as organizações de defesa dos homossexuais na lusofonia africana? Ouvimos a este respeito o Roberto Paulo, director executivo da Associação Moçambicana Lambda, que se diz chocado com esta revisão legislativa senegalesa. Estamos chocados. São daquelas situações que nunca imaginámos e que de repente podem acontecer. Porque, apesar dos pesares, o Senegal é uma grande metrópole aqui, ao nível da África e parecia-nos que, apesar dos desafios que sempre houve, havia alguma janela para o respeito pelos direitos humanos. Isto é uma grande preocupação. Deveria alarmar a comunidade internacional e a todos os seres humanos, porque estamos a falar de dignidade. Estamos a falar de respeito pelos direitos humanos. E como sabemos, os direitos humanos são unos, são indivisíveis e cada ser humano merece a dignidade, merece e deve ser respeitado como ser humano. Isto é preocupante e é triste. É um alerta no sentido de que estamos a ter estes movimentos contra direitos humanos cada vez mais enrobustecidos. Porque se houve esta votação por unanimidade, significa que houve algum trabalho anterior a isso. E seguramente que houve movimentos que estiveram por detrás deste trabalho preparatório que culminou com esta votação por unanimidade. E isso aumenta o nível de preocupação, porque não é razoável que num parlamento com vários deputados não haja pelo menos alguns deles com bom senso. E a percepção sobre o respeito pela igualdade, o respeito pela dignidade humana. Isto é um sinal extremamente preocupante e nós estamos a viver um momento muito difícil. Cada vez mais estamos a sentir que a questão dos direitos humanos, de um modo geral, e os direitos LGBT estão a ser combatidos. Estamos a assistir a programas que sempre existiram para a promoção dos direitos LGBT a serem terminados. Estamos num momento muito difícil e gostaríamos, sinceramente, de apelar à comunidade internacional para que repense sobre este rumo que a humanidade está a tomar, no sentido de assegurar que, mais uma vez, a dignidade humana seja respeitada. Mas acha então, que os parceiros internacionais do Senegal devem também tentar pesar no debate e eventualmente, ameaçar o Senegal com sanções, a propósito da aprovação deste dispositivo ? O que nós estamos a dizer: qual é o canal, qual é o caminho que vai ser usado para materializar isso? Bom, os acordos bilaterais, os estados ou governos têm as suas regras, mas o que nós, neste momento, estamos a exigir é que a questão do respeito pela dignidade da vida humana seja colocada em primeiro plano. E que encontrem as formas que se mostrarem as mais apropriadas. Mas é importante chamar à razão e apelar para que os políticos senegaleses coloquem em primeiro lugar a dignidade humana. E aí tudo aquilo que for necessário fazer para que esta pressão ocorra e os direitos humanos da comunidade LGBT sejam respeitados.
Gente as musica do Família Neko móvel kkkkk
Ouvimos falar muito sobre inteligência artificial e inteligência emocional, mas existe uma inteligência pouco conhecida: a Inteligência Espiritual.Por falta dela:Guerras eclodem.Famílias se dividem.Casamentos fracassam.Amizades acabam.A Bíblia mostra que o maior problema da humanidade sempre foi a separação.O pecado separa o ser humano de Deus — e, longe de Deus, as pessoas também se afastam umas das outras.Assista até o fim e descubra como ter essa Inteligência Espiritual.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Se é quase encantatório o som do mar que ouvimos num búzio transmite calma, deve funcionar como alerta: as conchas para se formarem precisam de um equilíbrio na acidez dos mares que estamos a destruir.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se é quase encantatório o som do mar que ouvimos num búzio transmite calma, deve funcionar como alerta: as conchas para se formarem precisam de um equilíbrio na acidez dos mares que estamos a destruir.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na tomada de posse como Presidente da República, António José Seguro anunciou que vai manter o que Marcelo Rebelo de Sousa começou e celebrar o Dia de Portugal junto de portugueses no estrangeiro. Ouvimos reações.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em um tempo marcado pela pressa por respostas e soluções imediatas, até onde vai o cuidado e onde começa a medicalização excessiva da vida? A ideia é olhar para o sofrimento não apenas como algo a ser eliminado, mas como uma experiência humana que pode produzir sentido, aprendizado e transformação.Participam conosco o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é Doença" e também a antropóloga Fernanda Polidoro Paiva, professora da ESPM. Ouvimos também, de maneira remota, a jornalista especializada em luto Juliana Dantas, do Movimento InFINITO.
Tudo começou com uma simples fotografia: em Abril de 2024, Lisa, do grupo de KPop BLACKPINK, publicou uma imagem no Instagram com um Labubu pendurado na mala. Bastaram algumas horas para as pesquisas dispararem em vários países e o site da chinesa Pop Mart cair. O que aconteceu a seguir repete um padrão que já descrevemos no último episódio de #ComoAssim: perante um produto escasso e exclusivo, ninguém quis ficar de fora. Todos correram a comprá-lo e a fazer a sua versão de “unboxing” para as redes sociais. Com uma particularidade: no caso dos Labubus, ninguém sabia exactamente o que estava a comprar. É que os produtos da Pop Mart vêm em “caixas surpresa” – o que as torna pequenas máquinas de dopamina. Tudo isto faz parte do espectáculo e contribui para incentivar as compras por impulso. Mas como acontece sempre neste género de modas, o entusiasmo tem um prazo de validade: tão rápido como apareceu, em pouco mais de meio ano, a moda dos Labubus morreu. Nada disto é surpreendente: o ciclo das tendências está cada vez mais rápido e intenso. Mas a explosão e queda dos Labubus em 2025 mostra-nos uma mudança mais profunda a acontecer na maneira como consumimos. Para percebermos que mudança é essa, temos de olhar para a China, onde o casamento entre entretenimento e comércio já funciona há anos. É esse modelo, o chamado “social commerce” – comércio feito dentro das redes sociais – que o Tiktok está a tentar implementar no ocidente. Neste episódio de #ComoAssim, conversamos com um dos primeiros portugueses a aderir à moda dos Labubus, Ricardo Lourenço, e com alguém que viu na moda uma oportunidade de negócio, Jéssica Machado. Ouvimos ainda Samuel Lins, professor de psicologia do consumo, e Vivianne Varella, uma especialista em e-commerce bem atenta à realidade chinesa. Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira no Spotify, na Apple Podcasts, ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Fala Carlão Especial de Sábado conversou com um time de peso que faz a história do Zebu acontecer. Em uma jornada emocionante, visitamos a Carpa Serrana, a Abs Pecplan e a ABCZ para celebrar o legado de 40 edições da Expozebu ao lado de grandes amigos e parceiros do setor.Nesta edição especial, registramos a experiência de Gabriel Garcia Cid, Moacir Sgarione, Luiz Josahkian e Lão, da ABCZ, além da recepção de Sandra na entidade. O setor de genética e serviços marcou presença com Carlos Vivacqua, Luis Adriano Teixeira e Laudo Natel, da Abs Pecplan; Marcos Labury, da Alta Genetics; Pedro Araujo, da Central Bela Vista; e João Newton Pereira Lopes, da Tecnutri. Ouvimos também a visão estratégica de produtores e criadores como Jovelino Mineiro, Ricardo Barros Correia, Luiz Tavares, da HoRa Agropecuária, Luis Otávio Pereira Lima, da Nelore Carpa, e a competência de Tatiane Drummond Tetzner.O programa reuniu ainda a força da comunicação e do mercado com Paulo Horto, Marcus Vinícios da Silva, da Nil Propaganda, e o time do Grupo Publique com Priscila Pontes, Gutche Alborguetti e Francisco José Barbosa de Oliveira. Completam esse registro histórico Guilherme Figueiredo, da dsm-firmenich; Henrique Brickman, da Agrotrip; o jornalista Lima Rodrigues; Cláudio Godoy, do Canal do Boi; além de Dr. Jorge Seba, Silvio Queiroz Pinheiro, Renata Kardec de Camargos Paranhos, Heverardo Carvalho e a presença marcante do Boi.
Muitos portugueses têm estado à espera de receber o boletim de voto via correio, mas nas Presidenciais isso não acontece. Ouvimos a surpresa de uma portuguesa nos Estados Unidos. Edição Isabel Gaspar Dias
O empresário Manuel Eduardo Vieira recebeu a Comenda da Ordem do Infante Dom Henrique. Ouvimos um português no Senegal que já votou para as presidenciais. Edição Isabel Gaspar Dias
Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Guarda Prisional, Jorge Alves, confirma que a greve está a ter uma adesão a rondar os 80% e lamenta a fraca negociação com a ministra da justiça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O consumo de "true crime", em podcasts e produções audiovisuais, as nuances da história de "Tremembé", da Prime Video, e as experiências de interpretar duas das criminosas retratadas na série. A conversa entre Marcela Ceribelli e as atrizes Carol Garcia e Letícia Rodrigues, que fazem os papéis de Elize Matsunaga e Sandrão, respectivamente, aborda também o referencial do público quando a ficção é palco para casos assombrosos do mundo do crime.Para conteúdo exclusivo deste episódio, assine a newsletter da ObviousReferências citadas neste episódio:Livro "Prisioneiras", Drauzio VarellaLivro "A Suíça", Jen BeaginLivro "O Livro do Amor - vol. 1: Da Pré-História a Renascença", Regina Navarro LinsLivro "Elize Matsunaga: a mulher que esquartejou o marido", Ullisses CampbellLivro "Tremembé - o presídio dos famosos", Ullisses CampbellNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliCarol Garcia no Instagram: @carolgarciabarboloLetícia Rodrigues no Instagram: @famosatrizOuça outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exaustaMarcela veste:Blazer: @misci__Regata: @anselmiCalça: @lesclochesScarpin: @schutzoficial
A amizade entre mulheres é um tema que muito nos mobiliza. Por isso mergulhamos nele neste especial em formato de documentário, que publicamos na íntegra em 2024 e revisitamos agora. Na segunda parte ouvimos a psicanalista e documentarista Ingrid Gerolimich, que fala sobre a amizade entre mulheres por uma perspectiva de revolução e de estratégia de sobrevivência. Ouvimos ainda: - Iza Potter e o acolhimento das amigas na aceitação de si;- Cris Guterres e as Herdeiras de Glória Maria;- Vanessa Tomio Zanetti Koch e Paula Pering e uma amizade escrita nas estrelas;- Morgana Schaefer, Evelise Aparecida Borochok de Oliveira, Flávia Furtado Guimarães, Verônica D'Angelo de Oliveira e um grupo de amigas que migrou de tecnologia em tecnologia e se mantém presente na vida umas das outras; - Ana Bilbao, melhor amiga da melhor amiga da Larissa.Você pode ouvir o documentário completo e sem cortes no link: https://open.spotify.com/episode/5EjIlmkYPitpWUcJ6dMqle?si=2e38b8874cfd4fe9------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelzBruno Stolf: @brunostolf
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o "Politicamente Correto". O termo começou a ser usado no século XVIII, nos Estados Unidos, para denotar visões e ações políticas e sociais consideradas “corretas e justas” . Como outros termos, aos poucos passou a ser acionado para defender ou justificar declarações que ofendem e agridem verbalmente pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, PCD's e outras minorias. Humoristas têm sido grandes opositores do termo, alegando que o politicamente fere a liberdade de expressão. Ouvimos as especialistas Nana Soares, Joana Plaza e Anna Bentes sobre o uso e a desqualificação do termo. ________________________________________________ ROTEIRO Gravação Léo Lins (Humorista): “Tudo fica divertido. Se alguém fala ‘Po, o que aconteceu ali? Um estupro'. Pesado. ‘Que que aconteceu ali? Um estuprito' Divertido. Estuprito? Posso participar um pouquito? Só a cabecita”. Tatiane: Essa fala foi dita pelo humorista Leo Lins pra ser engraçada, mas brincar com estupro, vamos combinar, não tem nenhuma graça. Daniel: Em junho de 2025, Leo Lins foi condenado a 8 anos e meio de prisão por incitação à discriminação contra pessoas com deficiência. A decisão reconheceu que o conteúdo de suas piadas ultrapassa os limites do humor e configura discurso de ódio. Gravação Léo Lins: “Assim como no meu show, também tem avisos: Show de HUMOR, apresentação de stand up Comedy, obra teatral, ficção, você está entrando em um teatro, está no canal do humorista Léo Lins; mas parece que as pessoas perderam a capacidade de interpretar o óbvio”. Tatiane: A frase, que parece apenas uma defesa pessoal, ecoa um discurso mais amplo, uma tentativa de deslegitimar qualquer responsabilização por falas públicas sob a acusação de que vivemos numa “ditadura do politicamente correto”. Daniel: Tenho certeza de que você já ouviu falar neste termo. Nas últimas décadas, o termo “politicamente correto” tem aparecido constantemente no debate político, e no imaginário coletivo atual. Mas afinal, o que ele realmente significa? [INSERT TRILHA] Tatiane: Pra você que ainda não nos conhece, eu sou a Tatiane... Daniel: E eu sou o Daniel. E esse é o Termos Ambíguos, o podcast que mergulha nas palavras e expressões que se tornaram comuns no debate público atual. Tatiane: Este projeto é uma parceria entre o podcast Oxigênio, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, e o Observatório de Sexualidade e Política, o SPW. Daniel: A cada episódio, analisamos termos usados principalmente por vozes de ultra direita que recorrem a essas expressões para “tensionar, inverter e distorcer as disputas políticas”. Hoje, o termo é: politicamente correto. Tatiane: Desde a primeira onda de propagação nos anos 2000, o termo politicamente correto se cristalizou como acusação pronta. No Brasil e em muitos outros países essa expressão é acionada para desqualificar as ditas “patrulhas que se opõem à Liberdade de expressão”, sendo invocado constantemente para defender ou justificar declarações que ofendem e agridem verbalmente pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, PCD's e outras minorias. Daniel: Por conta disso, nos últimos anos, o termo tem causado muitos embates, especialmente sobre os limites do humor, como no caso recente de Léo Lins. Tatiane: Entretanto, é bom saber que o termo Politicamente Correto não é exatamente uma novidade. Já no século XVIII, nos Estados Unidos, o termo era usado para denotar visões e ações políticas e sociais consideradas “corretas e justas” . Daniel: Mais tarde, no século XX, na União Soviética eram “Politicamente Corretas” as visões e ações que não se desviavam da “linha correta” do Partido Comunista. Joana Plaza: “[...] como politicamente correto mudou de sentido ao longo do tempo. Tatiane: Essa é Joana Plaza, professora do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários, da Universidade Federal de Goiás. Joana Plaza: [...
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Por Pr. Matheus Machiavelli. | https://bbcst.net/B9332N
Já se deparou com uma fala tão absurda que você simplesmente... travou?Aquela que te deixou em choque, que você levou pra terapia e passou semanas ensaiando a resposta no banho?Neste episódio, desenterramos as maiores barbaridades que já ouvimos por aí — no trabalho, na família, em relacionamentos e de gays! Afinal, estamos em PLENO MÊS DO ORGULHO!Apoie este podcast NA ORELO!https://orelo.cc/jogueinogrupoOu no APOIA-SE:https://apoia.se/jogueinogrupopodcast Envie seu e-mail para:jogueinogrupo@gmail.comAssista o episódio em vídeo no youtube:https://www.youtube.com/@PodcastJogueiNoGrupoSiga o Joguei no Grupo: www.instagram.com/jogueinogrupoSiga a Dacota Monteiro: www.instagram.com/dacotamonteiroSiga a Jenny Prioli: www.instagram.com/jennyprioliSiga o Controle Y: www.instagram.com/controle_y
Quem foi Jesus? Na realidade cultural na qual vivemos, são muitos os títulos que atribuem a Ele. Uns dizem que foi um profeta, outros que foi um revolucionário, há quem diga que foi um sábio, contador de histórias, e nós, nós sabemos que Ele é Deus. Independente da perspectiva, não se pode negar que Jesus é relevante para cada pessoa, seja ela cristã ou não cristã. Seus ensinamentos perpetuam ao longo da história, mesmo após dois mil anos da sua morte, nos provocando a refletir sobre a vida e como a temos vivido. Certamente, grande parte das pessoas já teve contato com as mensagens do Cristo, principalmente as parábolas, o que pode ter influenciado em uma distorção na sua real aplicabilidade e sentido. Hoje é comum ouvirmos pessoas mencionando passagens bíblicas em seus contextos cotidianos, buscando justificar ou trazer alguma lição para as situações que elas e/ou seus próximos têm experienciado. Ouvimos dos púlpitos de diversas igrejas, pregadores usando de alegorias para expressar o Evangelho, argumentando estar usando a mesma estratégia de Jesus, que ensinou por meio de parábolas. A questão é que Jesus não usou parábolas para tornar a mensagem mais acessível ou como forma de incutir lições de moral em seus ensinamentos. Ele estava cumprindo profecias a Seu respeito, estava exercendo misericórdia para aqueles que o ouviam e ainda assim não criam nEle. Para os que O seguiam, estava ensinando o Evangelho do Reino, o Reino que “é semelhante a…”. Suas parábolas despertavam realidades diferentes em pessoas diferentes. Aos incrédulos, a confusão e a não compreensão. Aos seus discípulos, edificação na fé. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEPARÁBOLASDEJESUS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Conheça nossa escola: http://escolanovamente.com Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Ouvimos falar de episódios depressivos nas mães, mas depressão paterna é raro. O solavanco na vida do homem é forte e ser o grande apoio pode tornar-se tão difícil, que há pais a precisar de ajuda.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De acordo com o Instituto Australiano de Meteorologia, o ciclone tropical Alfred, atualmente classificado como de categoria 2, deverá atingir a costa sudeste de Queensland, entre Noosa e Coolangatta, na manhã deste sábado, 8 de março. A costa norte de NSW também será afetada. Ouvimos brasileiros e portugueses que moram na região e estão se preparando para a passagem do ciclone por lá.
Entramos pra trend em busca de uma DR e conseguimos: várias. Aproveitamos o clima pra julgar os Doninhos também que vieram forte no nosso FAQ.
Brasileiro que vive e trabalha na Rottnest Island, uma ilha turística na Austrália Ocidental, sofre ataque racista ao reagir à tentativa de roubo da sua bicicleta. Publicação de turismo Fodor's Travel inclui Bali, na Indonésia, nos 15 destinos a serem reconsiderados em 2025. Ouvimos portugueses com histórias ligadas a Bali para dar suas opiniões. E uma análise da performance e potencial do fenômeno João Fonseca, tenista brasileiro de 18 anos que participa do seu primeiro Grand Slam, o Aberto da Austrália, em Melbourne.
História de Boca - Podcast para Crianças que falam Português
Ouvimos o recadinho da Alicia que queria uma história do Sherlock Holmes e aproveitamos para contar uma história de um jeito... diferente. Homenageamos a nossa Rebeca Andrade - já que de Londres a Paris é só pegar um trem, né? Esperamos que gostem! Quer mandar um recadinho? https://www.instagram.com/historiadebocabr/ VOTE NA GENTE NO PRÊMIO MELHORES PODCASTS DO BRASIL na categoria FICÇÃO E FANTASIA https://www.premiompb.com.br/entrar Estamos no Youtube Podcasts também, passa lá :)