POPULARITY
Categories
Los secretos de la Isla de Pascua Las gigantescas estatuas de la Isla de Pascua han fascinado a la humanidad durante siglos. Estos colosales monolitos, ajenos a cualquier otra cultura, plantean un enigma: ¿cómo logró una civilización ancestral, con herramientas primitivas, tallar y desplazar miles de estas enormes figuras de piedra por la isla… y por qué? Lugares perdidos del Antiguo Testamento La Torre de Babel, Sodoma y Gomorra, o el monte Sinaí, han desaparecido del mapa. Si se hallaran, podrían reescribir nuestra comprensión del mundo antiguo. ¿Dónde están?
OS PECADOS DE SODOMA – ENCONTRO COM AS PROFECIAS 006 A profecia que vamos estudar neste momento foi feita por dois anjos a um homem chamado Ló, mais ou menos no ano de 1898 AC. Está em Gênesis 19:12 e 13. “Disseram aqueles homens a Ló: Tens alguém mais aqui? Teu genro, teus filhos, tuas filhas, e todos quantos tens nesta cidade, tira-os fora deste lugar, porque nós vamos destruir este lugar, pois o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo”. Para compreendermos bem esta profecia, precisamos analisar outros pontos que formam a base dessa drástica ação de Deus sobre Sodoma e Gomorra. Abraão e Ló eram parentes. Abraão era tio de Ló. Os dois saíram juntos de Ur dos Caldeus, em busca da terra prometida. Após alguns anos de convivência, os pastores dos rebanhos de Abraão e os de Ló começaram a brigar pelos melhores pastagens (Gênesis 13:7-9). Havia necessidade urgente de separação. E o que chamou a minha atenção foi a maneira de Abraão resolver o problema. Ele reuniu-se com o sobrinho e disse que não havia necessidade de estarem brigando, porque eles eram irmãos. Que grande lição! O verdadeiro irmão não briga. Se é para ter briga, é melhor se separar e continuarem amigos. Hoje, muitos agem de forma contrária. Brigam, se ofendem, se destroem, mesmo se chamando irmãos. Coube então a Ló a tarefa de escolher onde estabelecer as suas tendas. Imagino os dois em pé na parte mais alta da Palestina e Ló, olhando para o Oriente, e percebendo que o vale do Jordão era bem regado, escolhe aquela porção do território. Neste lugar havia muita água, muito pasto e boas cidades. Ló foi para o Oriente em direção à Sodoma, e Abraão foi para Canaã. A profecia do programa de hoje tem a ver com a família de Ló e os habitantes de Sodoma. Então vamos conhecer um pouco da história de Sodoma e sua localização. A cidade de Sodoma estava numa planície, com mais quatro cidades. Ficava na parte sul do Mar Morto. Essa planície era chamada de o jardim do Senhor. As colheitas eram abundantes, as flores enchiam o ar de perfume. O comércio era intenso, as caravanas do mundo inteiro passavam por ali. A riqueza também era característica de Sodoma. A ociosidade e a riqueza deram origem ao luxo e ao orgulho. Em Sodoma havia regozijo e orgia, banquetes e bebedice. O povo desafiava abertamente a Deus e a lei do Senhor; a violência era aceita por quase todas as pessoas. Em nossos dias isso, infelizmente, se repete. Muitos, inclusive jovens, parece que não têm mais nada a fazer. Como têm dinheiro pegam seus carros, enchem de amigos e saem para os bares em busca de diversão. Bebem o quanto podem e depois saem pelas ruas participando de rachas, sem nenhuma responsabilidade, matando e ferindo inocentes, tantas vezes. Um dos grandes problemas de Sodoma era a perversão sexual, em todas as suas esferas. Os relacionamentos homossexuais, condenados com veemência pela Bíblia Sagrada, eram praticados e incentivados abertamente. Como hoje em dia. A Bíblia chama isso tudo de “abominação” (Levítico 18:22). Porém é importante ressaltar que a repulsa de Deus é ao pecado. Ele ama o pecador e está pronto para perdoar e transformar, se houver interesse. No caso que estamos estudando hoje, Deus enviou dois anjos com um recado urgente. Ló deveria deixar a cidade o mais rápido possível pois Sodoma seria destruída. O texto bíblico sugere que os habitantes de Sodoma estavam decididos a abusar sexualmente dos dois seres que trouxeram o recado divino ao sobrinho de Abraão. A situação ficou muito tensa junto à porta da casa de Ló naquela noite. Gênesis 19:5-7 conta que os homens da cidade, desde o mais novo ao mais velho, foram buscar os forasteiros. As tentativas de Ló em acalmá-los, não deram certo. Ao ser atacado, Ló foi salvo pelos anjos que feriram de cegueira todas aquelas pessoas. O recado divino para Sodoma então é comunicado a Ló. “Deus vai destruir esta cidade com fogo. Avise seus parentes e saiam daqui”. Ló correu e avisou as filhas casadas. Regressou, porém, triste por causa das zombarias dos genros. E, como Ló estava demorando em agir, os anjos o apressaram. Deveria pegar sua esposa e as duas filhas que ainda eram solteiras, e todos fugirem o mais rápido possível para longe do lugar, sem olhar para trás. Era a hora difícil de deixar a bela casa, deixar amigos, deixar roupas, deixar o grande rebanho. Deixar tudo! Sodoma e as cidades vizinhas foram destruídas. Somente Ló e as filhas se salvaram. A esposa desobedeceu a ordem de não olhar para trás e, infelizmente, perdeu a vida. Hoje, amigo ouvinte, a palavra de Deus tem sido anunciada aos quatro cantos do mundo que a maldade está atingindo o seu limite e em breve, muito breve, Deus vai intervir e destruir esta terra. Você poderá até dizer ou pensar que isso é bobagem, que isso é fruto de mentes doentes, fanáticas, que isto é invenção de crentes. Bem, você é livre para pensar o que quiser, mas o nosso mundo cheio de violência, orgulho, sensualismo, má distribuição do dinheiro, cheio de perversidades sexuais, será destruído. A Bíblia garante isso. E promete novo céu e nova terra onde habitará para sempre a justiça. E a profecia de Sodoma nos dá essa garantia. O que Deus falou de fato aconteceu. Portanto, “creia no Senhor teu Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dele e você prosperará”.
La catequesis del dìa de Tiziana, Apòstol de la Vida Interior
+ Del Evangelio según San Mateo +En aquel tiempo, envió Jesús a los Doce con estas instrucciones: “Vayan y proclamen por el camino que ya se acerca el Reino de los cielos. Curen a los leprosos y demás enfermos; resuciten a los muertos y echen fuera a los demonios. Gratuitamente han recibido este poder; ejérzanlo, pues, gratuitamente.No lleven con ustedes, en su cinturón, monedas de oro, de plata o de cobre. No lleven morral para el camino ni dos túnicas ni sandalias ni bordón, porque el trabajador tiene derecho a su sustento.Cuando entren en una ciudad o en un pueblo, pregunten por alguien respetable y hospédense en su casa hasta que se vayan. Al entrar, saluden así: ‘Que haya paz en esta casa'. Y si aquella casa es digna, la paz de ustedes reinará en ella; si no es digna, el saludo de paz de ustedes no les aprovechará. Y si no los reciben o no escuchan sus palabras, al salir de aquella casa o de aquella ciudad, sacudan el polvo de los pies. Yo les aseguro que el día del juicio, Sodoma y Gomorra serán tratadas con menos rigor que esa ciudad”.Palabra del Señor.
I 20 anni di Gomorra con Roberto Saviano e "Il tempo dell'orologiaio" di Maurizio de Giovanni *Maggio 2006: arriva in libreria un libro che parla di criminalità organizzata a Napoli e dintorni. Quel libro si intitola "Gomorra" e l'ha scritto un giovane giornalista, Roberto Saviano, allora praticamente sconosciuto. Quel romanzo viene pubblicato da Mondadori in qualche migliaio di copie: vent'anni dopo "Gomorra" viene ripubblicato da Einaudi e nel frattempo ha venduto oltre due milioni e mezzo di copie in Italia, oltre dieci milioni nel mondo ed è stato tradotto in una cinqunatina di Paesi. Un successo internazionale che ha segnato un cambio di vita profondissimo per il suo autore: qualche mese dopo la pubblicazione di "Gomorra" arrivano segnalazioni di minacce e Roberto Saviano viene messo sotto scorta. In occasione dei vent'anni di Gomorra lo abbiamo incontrato al Salone del libro di Torino per ricostruire quanto accaduto. Nella seconda parte parliamo di "Il tempo dell'orologiaio" (Feltrinelli), romanzo di Maurizio de Giovanni, sequel di "L'orologiaio di Brest". Due romanzi che creano un focus su terrorismo, servizi segreti, poteri forti. Non è facile parlare di questo romanzo senza fare qualche piccolo spoiler su quello precedente: il consiglio è quello di leggere prima "L'orologiaio di Brest" e poi "Il tempo dell'orologiaio". Da una parte c'è una giornalista, Vera, che da anni cerca di far luce sulla morte del padre, un poliziotto ucciso in un attentato dinamitardo nei confronti di un magistrato. Tutta la sua vita è dunque segnata dall'ossessione della ricerca della verità. Arriva a identificare la persona che aveva costruito l'ordigno: Carlo, nome di battaglia Sergio, che all'epoca faceva parte della lotta armata. Il figlio di Carlo, Andrea, è assolutamente all'oscuro di questa vicenda e pensa che il padre sia morto: è Vera a fargli scoprire che suo padre è vivo e che è stato un assassino. In questo secondo romanzo Andrea e il padre ritrovato dovranno agire insieme, invece, per scoprire dove sia Vera, misteriosamente scomparsa. L'occasione per entrambi per raccontare qualcosa di sé e, forse, per cercare di comprendersi.
Como Sodoma y Gomorra - Juan Manuel Vaz by #radiocristiana #versiculodeldia #deultimominuto #emisoracristiana©️ Radio Ebenezer RDConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd--3279340/support.ESCUCHAR RADIO
Como Sodoma y Gomorra - Juan Manuel Vaz by #radiocristiana #versiculodeldia #deultimominuto #emisoracristiana©️ Radio Ebenezer RDConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/musica-cristiana--4958188/support.
Como Sodoma y Gomorra - Juan Manuel Vaz by #radiocristiana #versiculodeldia #deultimominuto #emisoracristiana©️ Radio Ebenezer RDConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/meditacion-del-dia--4064350/support.ESCUCHAR RADIO
Como Sodoma y Gomorra - Juan Manuel Vaz by #radiocristiana #versiculodeldia #deultimominuto #emisoracristiana©️ Radio Ebenezer RDConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/tu-historia-preferida--4231678/support.ESCUCHAR RADIO
Como Sodoma y Gomorra - Juan Manuel Vaz by #radiocristiana #versiculodeldia #deultimominuto #emisoracristiana©️ Radio Ebenezer RDConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/noticias-en-espanol--3690946/support.ESCUCHAR RADIO
Ein geplantes Festival am Toten Meer sorgt für Diskussionen. Die einen begrüssen es als Ausdruck von Freiheit, die anderen sehen darin eine bedenkliche Entwicklung. Doch was steckt wirklich dahinter?Israel steht unter enormem Druck – politisch, gesellschaftlich und geistlich. Viele Menschen, besonders die junge Generation, sehnen sich nach Freiheit und Normalität. Gleichzeitig stellt sich eine entscheidende Frage: Was ist wahre Freiheit?Die Bibel zeigt klar: Wahre Freiheit entsteht nicht durch äussere Umstände, sondern durch eine Beziehung zu Gott. Jesus Christus sagte: «Wenn euch der Sohn frei macht, so seid ihr wirklich frei.»Gerade mit Blick auf die Geschichte und die besondere Berufung Israels wird deutlich, wie wichtig die Rückkehr zu biblischen Wahrheiten ist. Entwicklungen wie dieses Festival werfen deshalb tiefere Fragen auf – nicht nur für Israel, sondern auch für uns. HAT IHNEN DER PODCAST GEFALLEN?
"Mas buscad primeramente el reino de Dios y su justicia, y todas estas cosas os serán añadidas." Mateo 6:33Existe una verdad que debemos asimilar profundamente: la justicia del hombre jamás podrá compararse con la justicia de Dios, son naturalezas opuestas y para entenderlo, primero debemos identificar los tres tipos de justicia que operan en el mundo:La Justicia del cielo: Es la justicia perfecta, basada en el carácter de Dios y en Su Palabra. No busca complacer, sino establecer lo que es recto ante Dios.La Justicia Humana: Es limitada, subjetiva y muchas veces manipulable. Se basa en leyes terrenales que cambian y en el juicio de hombres que fallan.La Justicia de las tinieblas: El mundo de las tinieblas tiene su propio concepto de justicia. El diablo opera bajo una estructura donde intenta distorsionar lo bueno y lo malo, usando la legalidad para acusar y destruir. Es vital entender que incluso en el mundo espiritual de oscuridad hay un orden de "justicia" (o legalidad) que el enemigo usa para reclamar derechos sobre nuestra vida cuando ignoramos las leyes del Reino de Dios.Existe un versículo que todos conocemos y abrazamos como una promesa de provisión, pero que pocas veces analizamos en su dimensión legal: "Mas buscad primeramente el reino de Dios y su justicia, y todas estas cosas os serán añadidas."Mateo 6:33 (RVR1960).Solemos enfocarnos en las "añadiduras", pero debemos poner la lupa en la condición: buscar el Reino y Su justicia. Las añadiduras no son automáticas; son una consecuencia de buscar la justicia del Reino, por tanto, debemos entender que la justicia que perseguimos no es la humana, sino la del Reino de los Cielos.La Justicia del Reino y su ConstituciónEl primer punto fundamental es este: La justicia que buscamos no es humana, para entender esto, debemos comprender el concepto de "Reino". Todo reino se rige por una Constitución. Es imposible determinar qué es justo o injusto si ignoramos la ley que nos gobierna. Para vivir en justicia es imperativo conocer la Ley del Reino.Donde existe una Constitución, existen personas constituidas para velar por su cumplimiento. En el Reino de Dios, los ministerios no son solo títulos eclesiásticos, sino figuras legales.Efesios 4:11: "Y él mismo constituyó a unos, apóstoles; a otros, profetas; a otros, evangelistas; a otros, pastores y maestros." Estos ministerios han sido establecidos por Dios como agentes de la ley espiritual. Su función principal es cuidar y enseñar la justicia del Reino, asegurando que el pueblo de Dios camine bajo los principios constitucionales del Cielo.El Desconocimiento de las Leyes CelestialesConocemos a fondo las leyes de nuestra nación, pero a menudo ignoramos las leyes del Reino de los Cielos. Si los ministros han sido constituidos como agentes para cuidar la justicia divina, cabe preguntarnos: ¿Realmente conocemos la Constitución del Cielo? ¿Entendemos cómo operan sus leyes?El Caso de Abraham: En Génesis 18:22-25, vemos un ejemplo claro de lo que sucede cuando no comprendemos el funcionamiento legal del Reino. Abraham se acerca al Señor con un argumento basado en su propio concepto de justicia: “¿Destruirás también al justo con el impío? [...] El Juez de toda la tierra, ¿no ha de hacer lo que es justo?”Para entender este escenario, debemos recordar el contexto: tres hombres visitan a Abraham. Dos eran ángeles y el tercero era el Señor. Mientras los ángeles se dirigen a Sodoma y Gomorra con una misión clara, Dios se queda con Abraham. Los ángeles ya iban en camino para ejecutar la destrucción y rescatar a Lot. Dios no se acercó a Abraham para pedirle su opinión o para abrir un espacio de negociación; Él vino a notificarle Su decisión.Cuando no entendemos cómo funciona el Reino, cometemos el error de intentar negociar sobre algo que ya ha sido decidido. Dios le notificó Su decisión, y Abraham empezó a regatear: si hay 50 justos, 45, 40... hasta llegar a 10. En cada paso, Abraham se iba quedando sin elementos legales, porque su argumento se basaba en una suposición y no en la realidad de lo que ocurría en las ciudades de Sodoma y Gomorra.Resulta asombroso ver a un hombre hablándole de justicia a Aquel que él mismo llama "El Juez de toda la tierra". Es, como dice el dicho, “querer enseñarle a bailar al trompo”; Abraham intentó darle clases de justicia al Juez.Abraham llegó a decirle: "Lejos de ti el hacer tal... nunca tal hagas". En su osadía, le estaba sugiriendo a Dios que, si destruía la ciudad, Su carácter de Juez quedaría en entredicho. Abraham perdió porque se quedó sin elementos sólidos y porque estaba pidiendo mal.Aprender cómo funciona el Reino es, en esencia, aprender a orar, muchas veces nuestras oraciones no son contestadas porque van en contra de las leyes establecidas por Dios. Él nunca violará Su propio orden; Él vela por Su Palabra para que se cumpla, no por nuestros deseos personales. Dios sabía lo que era justo en Sodoma, pero para Abraham, la justicia de Dios parecía una injusticia.Debemos entender este principio fundamental: La justicia no complace, en un juicio, jamás el juzgado, el demandante o el testigo quedan plenamente complacidos. La justicia no está diseñada para dar satisfacción emocional, sino para establecer lo que es debido.Si pides justicia esperando que Dios satisfaga tus deseos o tus sentimientos, probablemente te sentirás defraudado. La justicia divina busca el orden y la verdad, no la aprobación del hombre.Muchos claman: "¡Señor, hazme justicia!", pero en realidad lo que esperan es que Dios los complazca. Debemos entender una verdad fundamental que cualquier experto en leyes conoce: La justicia jamás satisface plenamente a las partes. En un tribunal terrenal, el que demanda siempre quiere una condena mayor y el acusado siempre espera una sentencia menor. Es imposible que ambos salgan felices.Si pides justicia esperando que Dios satisfaga tu necesidad de venganza, ya has perdido el caso. La justicia no está diseñada para satisfacer el ego o el dolor del hombre.A veces el demandante se amarga con Dios porque espera un "rayo del cielo" sobre su ofensor y no sucede nada.A veces el juzgado se enoja porque siente que la disciplina de Dios es demasiado dura para "lo poco que hizo".Cuando Dios no responde según nuestro capricho, terminamos amargados, enojados o incluso blasfemando, sin entender que Dios ya respondió, pero Su respuesta no alimentó nuestro odio o nuestra sed de venganza; La justicia no es venganza, la justicia es dar a cada uno lo que merece.Abraham presentó un caso basado en argumentos que no eran sólidos ya que mientras él intentaba negociar la ciudad por unos supuestos justos, Dios ya estaba sacando de allí a los únicos que realmente lo eran. Abraham abogaba por un escenario inexistente; estaba presentando un caso perdido ante un Dios justo.No pierdas tu tiempo presentando casos que no tienen fundamento legal en el Reino, interceder no es simplemente gritar u orar con fuerza, interceder es examinar la validez de nuestra petición. Si pedimos por alguien que Dios ya ha decidido juzgar por su falta de arrepentimiento, nuestra oración no tendrá eco. Debemos alinear nuestros argumentos con la realidad del Cielo, no con nuestras suposiciones humanas.La justicia de Dios jamás será comprendida plenamente por la mente humana. Lo que para Abraham parecía una injusticia (la destrucción de Sodoma y Gomorra), para Dios era el ejercicio perfec...
Luca Volontè: Comienza la presión de la UE sobre el gobierno húngaro. Pero también hay buenas noticias. Rino Cammilleri: Israel ha decidido albergar el festival gay más grande del mundo al sur del Mar Muerto, en la zona de la bíblica Sodoma y Gomorra. Agustín Franer: El liberalismo hace imposible predicar las verdades que el mundo más necesita oír.
EBD LIÇÕES BÍBLICAS 2º TRIM 2026 05ª LIÇÃO “O JUÍZO CONTRA SODOMA E GOMORRA”
Es uno de los relatos más conocidos. La historia de dos ciudades que siguieron el mal camino. Sodoma y Gomorra fueron destruidas por Dios como represalia por sus escandalosos pecados. Siglos después de haberlas demolido, Dios se unió a Josué para conquistar otra ciudad descarriada: Jericó. ¿Son estos hechos historias reales de la Biblia o simplemente fábulas con moraleja? Diferentes especialistas en textos bíblicos y científicos recurren a evidencias arqueológicas y geológicas para descubrir los misterios de las ciudades perdidas.
Bienvenidos y bienvenidas a Cultura Seriéfila. En este programa, Miguel Romero, Alberto TV Series y Swanilda se dedican a analizar los estrenos más importantes de la primera quincena de abril. Destacan algunas series como ‘Los testamentos', el spin off de ‘El cuento de la criada', ‘Margo tiene problemas de dinero', ‘Gomorra: el origen' y ‘Under Salt Marsh'. También hablamos de regresos, renovaciones, cancelaciones y vuestros comentarios de Ivoox. Pero ojo, no te pierdas ni un segundo del programa, porque sacamos conclusiones de finales de temporada como ‘The Pitt' o ‘DTF St. Louis'. Esperamos que os guste. Estrenos (6:59) Netflix (8:06) Los pecados de Kujo (8:10) Errores épicos (13:47) También en Netflix (19:18) Filmin: Esto no es un misterioso asesinato (32:18) Disney+ (37:18) Dear Killer Nannies: Criado por sicarios (37:22) Los testamentos (43:32) Malcolm: de mal en peor (53:07) Movistar Plus+: Lynley (1:01:08) Apple TV: Margo tiene problemas de dinero (1:05:54) SkyShowtime (1:12:57) Gomorra: el origen (1:13:02) Under Salt Marsh (1:19:06) HBO Max (1:32:02) Sundance TV: El último refugio (1:36:45) Star Channel: CIA (1:38:59) Prime Video: The Boys T5 (1:39:46) Atresplayer (1:44:40) Comentarios (1:47:35) Despedida (2:05:23) Por último, os dejamos nuestro contacto. miguel.romero@culturaseriefila.com Twitter: @CSeriefila Instagram: cultura seriéfila Instagram de nuestros miembros: Miguel Romero @mikiromben_series Alberto @albertotvseries Swanilda @swanildaswani Y nuestro canal de YouTube: https://www.youtube.com/@culturaseriefila Aquí nuestro enlace de afiliados de Amazon: http://www.amazon.es/?tag=culturaserief-21
Douglas keek recht in de diepzwarte ogen van de vrouw van wie hij nooit had verwacht dat ze zou komen. Uitgegeven door Godijn Publishing Spreker: Martin Schouten
Entre el mito y la arqueología se encuentra el enigma de Sodoma y Gomorra, símbolo bíblico de destrucción y decadencia. Mencionadas en el Génesis, su desaparición bajo fuego y azufre ha intrigado durante milenios. Investigaciones en la zona del mar Muerto, especialmente en Tall el-Hammam, señalan una ciudad arrasada hace unos 3.600 años por un fenómeno extremo, quizá una explosión aérea comparable a Tunguska. ¿Relato moral o memoria de una catástrofe real? Ciencia y tradición continúan cruzando sus hipótesis para sacar a relucir la verdad. Y descubre más historias curiosas en el canal National Geographic y en Disney +. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Un Paolo Sorrentino m
Jennifer Khakshouri, Elke Heidenreich, Thomas Strässle und Gast Denise Tonella diskutieren über «Meine Liebe stirbt nicht» von Roberto Saviano, «Die Reise ans Ende der Geschichte» von Kristof Magnusson, «Nebelflüchtige» von Flurina Badel sowie «Die Lebensentscheidung» von Robert Menasse. Vor 20 Jahren hat Roberto Saviano mit «Gomorra» die Mafia aufgeschreckt. Seitdem lebt er unter Polizeischutz wegen Morddrohungen. Die Mafia bleibt dennoch sein Thema. Jetzt hat er einen Roman nach einer wahren Geschichte geschrieben. «Meine Liebe stirbt nicht» erzählt von einer verhängnisvollen Beziehung – anhand von Gerichtsunterlagen, Abhörprotokollen und schriftstellerischer Fantasie. Der deutsch-isländische Schriftsteller Kristof Magnusson ist bekannt für gute Unterhaltung mit Tiefgang. Sein neuer Roman ist ein historischer Spionage-Thriller und gleichzeitig eine Parodie darauf. Am Ende des Kalten Krieges schien alles möglich: In dieser Zeit schickt Magnusson einen jungen, erfolgreichen Schriftsteller auf Agentenmission. «In den Tag» von Christoph Ribbat beschreibt die Schwelle zwischen Augenaufschlag und Wachwerden. Jenseits heutiger Selbstoptimierung entfaltet er eine Kulturgeschichte des Aufwachens, amüsant und anekdotisch: Paul McCartney soll einen seiner Songs komplett geträumt haben. Autoren wie Toni Morrison, Sylvia Plath und Ernest Hemingway schrieben ganz früh morgens. Die Bündnerin Flurina Badel greift in «Nebelflüchtige» ein aktuelles politisches Thema auf: Die Nachfrage nach Ferienwohnungen im Engadin macht erschwinglichen Wohnraum für Einheimische knapp. Die Romanfigur Aita kehrt nach dem Tod ihrer Mutter in ihr Bergdorf zurück. Das Haus soll verkauft werden – und so vermischt sich die Trauer über die Mutter mit jener über den Verlust der Heimat. Seit seinem preisgekrönten Roman «Die Hauptstadt» ist der österreichische Autor Robert Menasse der literarische Europa-Spezialist. Nach flammenden Plädoyers für Europa zeigt er sich in der Novelle «Die Lebensentscheidung» abgeklärter: Er schickt einen müden und ernüchterten Angestellten der Europäischen Kommission in den Tod. Ein Buch über verpasste Chancen, Freundschaft und Müttersöhne. Die Bücher der Sendung sind: • Roberto Saviano: «Meine Liebe stirbt nicht» (Hanser); • Kristof Magnusson: «Die Reise ans Ende der Geschichte» (Klett-Cotta); • Christoph Ribbat: «In den Tag» (Insel); • Flurina Badel: «Nebelflüchtige» (Rotpunkt); und • Robert Menasse: «Die Lebensentscheidung» (Suhrkamp).
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church23 de MarzoEl nudo de la corbata«CREA EN MÍ, OH DIOS, UN CORAZÓN LIMPIO» (SALMO 51:10).¿Vamos a Croacia? Este país cerca de Italia le dio origen a un elemento de la vestimenta masculina que, tarde o temprano, y guste: o no, todo hombre usará algún día. Ya sea en su boda o, peor aún, en su propio funeral. Es la corbata, un accesorio que aman los hombres formales, pero lo odian aquellos que prefieren pantalones cortos y zapatillas deportivas.¿Sabes cómo surgieron las corbatas? Se dice que, en la Guerra de los Treinta Años (1618-1648), mientras Europa hervía de batallas, los mercenarios croatas se presentaron como apoyo al gobierno francés. Cuando ellos entraron por las calles de París, lo que más llamó la atención de todos fue que portaban unos pañuelos inusuales y pintorescos anudados al cuello. A la sociedad parisina le gustó la idea debido a la elegancia que brindaba esta prenda. Entonces, comenzaron llamando cravat a este adorno, que significa «croata». Desde allí, se difundió por el mundo hasta llegar a nuestras manos con su versión en español: corbata.¿Te imaginabas que las corbatas surgieron hace más de 400 años en Croacia? Por eso, es interesante pensar en la importancia de la influencia. ¿Sabías que siempre influenciamos o somos influenciados por alguien? Nadie es 100% auténtico, porque todos observamos a los demás y somos impactados por su comportamiento. ¿Has pensado alguna vez en cuántos «te miran» y aprenden de tu forma de ser? Por desgracia, hay personas como Lot, quien «miró» tanto las atrocidades de Sodoma y Gomorra que terminó mudándose allí. Y eso fue una tragedia para la vida espiritual de su familia. ¿Y el pueblo de Israel influenciado por los dioses de los filisteos, como Baal? ¿Y Eva cuando siguió el aterrador ejemplo de la serpiente del mal?No lo dudes: O estás copiando o te están copiando. Y eso no es algo malo, solo es nuestra realidad de «ser humanos» viviendo en sociedad. ¿Por qué no le pides a Dios que te ayude a imitar las cosas buenas de los demás? Casi todo el mundo tiene algo constructivo para mostrar.¿Y qué pasa con tu ejemplo? Ora para que los demás sigan tus mejores pasos. Ser un verdadero cristiano es mostrar algo de Cristo que se refleja en nuestra forma de ser. El mundo es una audiencia que observa si nos parecemos al Jesús que decimos conocer.Y eso tiene mucho más valor que un nudo de corbata.
"El narcotráfico es la alternativa donde el Estado se retira", afirma el joven activista de las barriadas del norte de Marsella. Dos hermanos asesinados. El primero estaba involucrado con la mafia. El segundo iba a entrar a la policía. Su libro Marsella, seca tus lágrimas. Vivir y morir en tierra de narcotraficantes es un testimonio humanista de gran fuerza politica. Amine está obligado a vivir protegido por guardaespaldas. ►► Para escuchar el reportaje, hacer click en el ícono play ►► En el cruce de la célebre avenida Canebière, símbolo del puerto milenario de Marsella, con la avenida Roma se encuentra la sede de la Primavera marsellesa, una coalición de partidos de izquierda, ecologistas y ciudadanos que apoyan la candidatura del alcalde Benoît Payan para su reelección en las elecciones municipales de marzo 2026. En el interior de la sede está el candidato Amine Kessaci. Tiene 22 años, una militancia social y ecologista curtida y un puñado de escoltas. Han intentado silenciar a sangre y fuego su voz que desnuda los estragos del tráfico de drogas en las barriadas de la periferia norte de Marsella, los grandes olvidadas por el Estado francés. Amine denuncia la injusticia de su situación: “Yo no he atacado a nadie, no he atacado a personas. Ataqué a un sistema, al abandono del Estado. Quiero que se encuentren soluciones para que la gente pueda vivir. Y me condenaron por primera vez en 2020 cuando mataron a mi hermano y lo quemaron; porque a mi hermano lo encontraron quemado dentro de un automóvil. ¿Y ante eso, querían que me callara? Ahora han asesinado a mi hermano pequeño Mehdi porque buscan matarme a mí. ¿Y ante eso, quieren que no hable?” Primer crimen transversal de nuestros tiempos Roberto Saviano, figura emblemática de la lucha contra la mafia, fue invitado este año como investigador por el Instituto de criminología y derecho penal de París. Refiriéndose a los asesinatos de los dos hermanos Kessaci, el periodista y escritor italiano afirma que se trata del “primer crimen transversal de la Francia moderna”. Saviano explica que “las ejecuciones transversales siempre se producían entre criminales, en la época de la French Connection. Ahora están ocurriendo con la nueva mafia francesa matando a un chico inocente". El autor de Gomorra precisa que "no habrían matado al segundo hermano de Amine Kessaci, el hermano inocente, si su primer hermano asesinado no hubiera estado involucrado con los criminales porque “eso hizo que la organización mafiosa considerara a esa familia como una familia bajo sus reglas". Romper la omertà o ley de silencio En octubre de 2025, tres años después el asesinato de su hermano Brahim, Amine Kessaci publicó Marsella, seca tus lágrimas. Vivir y morir en tierra de narcotraficantes, implacable denuncia del poder que han recuperado las redes mafiosas tras el abandono estatal de las barriadas populares en el norte de la segunda ciudad de Francia. Un mes después, Mehdi, su hermano menor que preparaba el examen para entrar a la policía, fue acribillado por dos hombres armados en moto. “Este joven es un símbolo. Él dice que en ese territorio sí se puede hablar. Es mucho más peligroso que cualquier periodista porque demuestra que dentro del territorio puedes rebelarte”, afirma Saviano El periodista Roberto Saviano también se rebeló en su Nápoles natal contra la Camorra, la poderosa mafia italiana. En 2006, publicó Gomorra, una formidable investigación que denuncia el horror de esos clanes mafiosos insertos en el engranaje institucional, empresarial y vital de la sociedad. Con dos décadas de diferencia, Saviano y Kessaci rompieron la omertà o la ley de silencio que cubre a la mafia. Ambos fueron amenazados de muerte y obligados a vivir bajo protección policial. El joven marsellés habla de esa condena injusta: “Me condenaron a vivir mi duelo y también a vivir bajo arresto domiciliario, a una vida en la que cambio de apartamento cada dos días. Tengo guardaespaldas que me rodean. Casi una decena. Me desplazo en un auto blindado y llevo un chaleco antibalas. Es injusto que, con 22 años, sea el objetivo de los grandes narcotraficantes. Solo por haber escrito tres líneas en un libro”. "El narcotráfico es la consecuencia de la injusticia social" Fabrice Lextrait, artífice del arte y la cultura en Marsella, descubrió desde las primeras páginas del libro de Amine una obra literaria con un alcance político muy fuerte, afirma. “El libro de Amine Kessaci es un testimonio humanista de lo que la sociedad actual de Marsella puede hacer en una familia popular como la suya: en la vida de un joven que se convirtió en delincuente, su primer hermano asesinado por la mafia. Un segundo hermano, víctima de una injusticia absoluta, diferente de la primera, pero siempre en el registro de la injusticia. Y luego él, que con todo eso, tendrá que seguir su camino junto a su madre”, dice el fundador de la icónica Friche la Belle de Mai en Marsella. En el prisma de Lextrait la obra de Kessaci igualmente es un testimonio de los sobrevivientes, de cómo aquellos que deben hacer el duelo también deben velar por que ese duelo no se repita en otras familias. Finalmente, Lextrait subraya en la obra de Amine el enfoque que el joven autor da al fenómeno del narcotráfico: "Lo que explica Amine Kessaci con gran contundencia política es que el narcotráfico no es la causa, sino la consecuencia. Y que nuestra sociedad debe buscar la verdadera causa en la injusticia social que sumerge a los jóvenes en manod de individuos que logran manipularlos para hacer su fortuna y riqueza personal". El Estado es responsable "Yo digo que este país es responsable, quizá no culpable, pero sí responsable. Responsable de haberte puesto en peligro, de habernos dejado solos”, reza en uno de los pasajes del libro de Amine Kesacci. El autor explica que el Estado no pone un arma en la cabeza de la gente para obligarla a traficar con droga, pero que “El Estado es responsable de haber permitido que estos jóvenes caigan en el narcotráfico, de haber permitido que no exista ninguna alternativa económica al tráfico de drogas y que,en cambio, exista esa economía subterránea mediante la retirada de los servicios públicos, la falta de acción política en ese ámbito, la falta de lucha contra la pobreza, contra el desempleo. Todo esto conduce a la situación en la que estamos hoy”. Como muchos de los jóvenes que viven en los suburbios del norte, Amine proviene de los cientos de miles de inmigrantes argelinos que desde mediados de los años 60 desembarcaron en el puerto de Marsella para trabajar en Francia. “Nuestros padres, cuando llegaron con las primeras oleadas de inmigración, fueron los peones, las hormigas obreras de Francia. Todos esos padres inmigrantes que trabajaron en las rotondas, que construyeron carreteras, ciudades… fontaneros, albañiles, que hicieron todos esos trabajos duros y terminaron sus vidas enfermas, cansados, con la espalda destrozada. A todos esos padres no se les preguntó qué querían, si querían otra opción. Era eso o nada. Y ellos aceptaron ese papel, y formaron familias. Y, luego, ¿no se les da nada a cambio?”, dice. Servicios públicos desmantelados Los suburbios de la periferia norte de la segunda ciudad de Francia son de los más pobres del país. Tras la proliferación de colmenas de vivienda popular en la década de los 80, las llamadas ‘cités', sus habitantes han sido poco a poco desmantelados de los servicios públicos básicos que son vectores de desarrollo. "Cuando se eliminan escuelas, bibliotecas, oficinas de correos, el transporte de los barrios, se aíslan esos lugares, se crean zonas sin ley donde la República no existe. Esto no es posible para los miles de familias que viven allí que no causan problemas y solo piden una cosa: poder vivir”, denuncia Amine. Para este hijo de las barriadas vulnerables de Marsella, la exclusión social a las que han sido sometidos sus habitantes alcanzó su momento culmen en la década de los años 2000, bajo la gestión de Nicolas Sarkozy, primero como ministro del interior y, luego, presidente de la república. "Yo culpo a NIcolas Sarkozy. El decidió retirar los servicios públicos y la policía de proximidad. Los mismos que abogan por la represión y la seguridad total, destruyeron la fuerza disuasoria que tenía la policía en esos barrios. Ese señor eliminó la imagen de lo que podría ser el Estado de derecho en las barriadas populares. Por cierto, su eslogan era los vamos a limpiar con hidro lavadoras". La frase de Nicolas Sarkozy evocaba a una limpieza social en los barrios más desfavorecidos de Francia -donde existen muchas viviendas sociales y viven comunidades de inmigrantes- y a cuyos habitantes trató de "escoria". Su ofensiva retórica y represiva en materia de seguridad no frenó el avance de la venta de drogas ilícitas en el norte de Marsella. “Donde yo vivía, la red de drogas estaba delante de la puerta del bloque. Incluso, entraban cuando hacía frío. Así que nos saludábamos, nos conocíamos”, relata Belaid Aroun, activista social y empresario marsellés que nació y creció en el distrito 15 e Marsella, símbolo de la fractura entre el norte y el sur de la ciudad. La red de transporte empezó a funcionar apenas en 2020. “Los traficantes de drogas en mi barrio estaban mucho más presente que los servicios públicos. Ellos formaban parte integrante de la vida social. Incluso en las celebraciones, pagaban las fiestas del barrio, los regalos de Navidad. Es muy difícil poder esquivarlos porque, en realidad, son amigos. Hemos crecido con ellos. Algunos no son de Marsella, pero vienen a trabaja en las redes. Y físicamente están con nosotros”, dice. Un problema que oculta otros El fenómeno de la venta de drogas en las barriadas del norte es, sin embargo, relativamente reciente. "La Frenche Connexion nunca puso un pie en las cités del norte. El primer expendio de droga que vimos aparecer allí fue en 1984”, afirma Claire Duport, socióloga e investigadora en Transverscité de Marsella y el Observatorio francés de drogas y tendencias adictivas. Actualmente, lo esencial de la venta callejera de droga en Marsella, en puestos fijod y con vendedores visibles se hace en los barrios vulnerables del norte de la ciudad y en algunos del centro pauperizados o con una importante presencia de consumidores. "Pero eso es solo una realidad de la venta de drogas en la ciudad", precisa la experta. “Yo no puedo decir que sea la mayor parte porque no tenemos datos cuantitativos. Pero hay menos venta callejera en las barriadas del norte que en 2023. En 2024 hubo menos y en 2025 aún menos. En cierto modo, los expendios de droga en las calles de esos barrios vulnerables se prestan para ocultar las demás modalidades de este mercado”. Para Duport la cuestión del tráfico de drogas ha sido instrumentalizada, sin que por ello el fenómeno dejé de representar un problema: “No digo que se está haciendo mucho ruido por algo que no es un problema. En absoluto. Lo que digo es que desde hace una década que los problemas de la venta de droga en las barriadas del norte ocupan todo el debate sobre los barrios marginales y, con ello, se oculta la cuestión de la pobreza, la salud, la vivienda. Si se habla de las ‘cités', solo es sobre el problema de la droga. En primer lugar, en muchos de esas barriadas no hay tráfico de drogas Y, además, así se ocultan todas las dificultades que atraviesan sus habitantes”. Coctel de miseria y racismo En el norteño barrio de La Busserine la vida cotidiana está engullida por la miseria y el control de los traficantes de drogas que reclutan cada vez un número mayor de menores. “El barrio es teso. Al hijo de una mujer que trabaja con nosotros, involucrado en las redes de traficantes, le cortaron las manos y lo quemaron. Es el horror total”, narra María Elena Márquez, trabajadora social en Schebba, asociación que apoya a las mujeres de la Busserine. Para ella, la causa de esta violencia social está en “la pobreza alimentada con el racismo. Por ejemplo, los muchachos deben hacer una pasantía cuando están en tercero de bachillerato y ninguna empresa los recibe porque la población magrebí, la más implicada, ha sido muy estigmatizada, entonces es muy mal visto tener un empleado magrebí.” La segregación a la que son sometidos los jóvenes de estas barriadas les va abriendo las puertas a la única opción laboral y de progreso económico allí existente: las redes del narcotráfico. “No tienen acceso al empleo, ni a una formación adecuada. Eso hace que desde muy temprano los soliciten para vigilar; ponen a niños de diez años a que les avisen cuando viene la policía. Así empiezan su proceso de integración a las redes de las drogas”. Valentía y dignidad, las armas de las madres El nivel de desempleo en los barrios del norte de la ciudad es muy alto. “Y los hombres cuando no encuentran trabajo se van. Entonces, hay muchas familias monoparentales”, dice María Elena Márquez. De padres divorciados, Belaid Aroun creció solo con su mamá: “Los narcotraficantes hacen un trabajo psicológico con los jóvenes para suplir esa carencia. Es un trabajo de reclutamiento a largo plazo. Recuerdo que cuando era muy pequeño, con diez u once años, estábamos en contacto permanente con ellos, sabíamos los nombres de todos, sabíamos cómo funcionaba el negocio, lo sabíamos todo sin estar metidos”, cuenta Aroun. Hoy es un reconocido líder comunitario y, al mismo tiempo, empresario. “Si no me metí es porque tuve a mi madre, que estaba sola y luchó. Ella estuvo muy presente para mí y me permitió mantenerme a flote. No estoy seguro de que, de haber salido del camino recto, hubieran podido recuperarme. En mi barrio han pasado muchas cosas muy graves. Y ahora que tengo 38 años, veo que muchos de mis amigos con los que crecí, con los que jugábamos al fútbol, han muerto o están en la cárcel”. Amine Kessaci denuncia el intento de parte de un sector de los políticos franceses de imponer una suerte de punición colectiva para las familias de los jóvenes que caen en la delincuencia de las mafias. “Me parecen unos cobardes los que proponen quitarles las viviendas sociales a las madres con hijos que son traficantes de drogas. No existe la fuerza, ni el valor, ni las armas para luchar contra los cabecillas de las redes que están en Dubái, en Tailandia, en los Emiratos Árabes. Pero, en cambio, si hay el valor de atacar a las madres de los barrios que no tienen armas ni defensa” A los 16 años Amine creo Consciencia, una asociación que asiste a las madres de los barrios del norte cuyos hijos son asesinados en medio de la turbulencia criminal. “Nuestras madres luchan con las únicas armas con las que cuentan: su valentía y su dignidad. Cuando se enteran de que sus hijos andan metidos en las drogas, cuando sus hijos no están en casa por la noche, ellas salen, van a los expendios de venta de droga, se plantan delante de ellos, les dicen que vuelvan a casa y recuperan a sus hijos”.
"El narcotráfico es la alternativa donde el Estado se retira", afirma el joven activista de las barriadas del norte de Marsella. Dos hermanos asesinados. El primero estaba involucrado con la mafia. El segundo iba a entrar a la policía. Su libro Marsella, seca tus lágrimas. Vivir y morir en tierra de narcotraficantes es un testimonio humanista de gran fuerza politica. Amine está obligado a vivir protegido por guardaespaldas. ►► Para escuchar el reportaje, hacer click en el ícono play ►► En el cruce de la célebre avenida Canebière, símbolo del puerto milenario de Marsella, con la avenida Roma se encuentra la sede de la Primavera marsellesa, una coalición de partidos de izquierda, ecologistas y ciudadanos que apoyan la candidatura del alcalde Benoît Payan para su reelección en las elecciones municipales de marzo 2026. En el interior de la sede está el candidato Amine Kessaci. Tiene 22 años, una militancia social y ecologista curtida y un puñado de escoltas. Han intentado silenciar a sangre y fuego su voz que desnuda los estragos del tráfico de drogas en las barriadas de la periferia norte de Marsella, los grandes olvidadas por el Estado francés. Amine denuncia la injusticia de su situación: “Yo no he atacado a nadie, no he atacado a personas. Ataqué a un sistema, al abandono del Estado. Quiero que se encuentren soluciones para que la gente pueda vivir. Y me condenaron por primera vez en 2020 cuando mataron a mi hermano y lo quemaron; porque a mi hermano lo encontraron quemado dentro de un automóvil. ¿Y ante eso, querían que me callara? Ahora han asesinado a mi hermano pequeño Mehdi porque buscan matarme a mí. ¿Y ante eso, quieren que no hable?” Primer crimen transversal de nuestros tiempos Roberto Saviano, figura emblemática de la lucha contra la mafia, fue invitado este año como investigador por el Instituto de criminología y derecho penal de París. Refiriéndose a los asesinatos de los dos hermanos Kessaci, el periodista y escritor italiano afirma que se trata del “primer crimen transversal de la Francia moderna”. Saviano explica que “las ejecuciones transversales siempre se producían entre criminales, en la época de la French Connection. Ahora están ocurriendo con la nueva mafia francesa matando a un chico inocente". El autor de Gomorra precisa que "no habrían matado al segundo hermano de Amine Kessaci, el hermano inocente, si su primer hermano asesinado no hubiera estado involucrado con los criminales porque “eso hizo que la organización mafiosa considerara a esa familia como una familia bajo sus reglas". Romper la omertà o ley de silencio En octubre de 2025, tres años después el asesinato de su hermano Brahim, Amine Kessaci publicó Marsella, seca tus lágrimas. Vivir y morir en tierra de narcotraficantes, implacable denuncia del poder que han recuperado las redes mafiosas tras el abandono estatal de las barriadas populares en el norte de la segunda ciudad de Francia. Un mes después, Mehdi, su hermano menor que preparaba el examen para entrar a la policía, fue acribillado por dos hombres armados en moto. “Este joven es un símbolo. Él dice que en ese territorio sí se puede hablar. Es mucho más peligroso que cualquier periodista porque demuestra que dentro del territorio puedes rebelarte”, afirma Saviano El periodista Roberto Saviano también se rebeló en su Nápoles natal contra la Camorra, la poderosa mafia italiana. En 2006, publicó Gomorra, una formidable investigación que denuncia el horror de esos clanes mafiosos insertos en el engranaje institucional, empresarial y vital de la sociedad. Con dos décadas de diferencia, Saviano y Kessaci rompieron la omertà o la ley de silencio que cubre a la mafia. Ambos fueron amenazados de muerte y obligados a vivir bajo protección policial. El joven marsellés habla de esa condena injusta: “Me condenaron a vivir mi duelo y también a vivir bajo arresto domiciliario, a una vida en la que cambio de apartamento cada dos días. Tengo guardaespaldas que me rodean. Casi una decena. Me desplazo en un auto blindado y llevo un chaleco antibalas. Es injusto que, con 22 años, sea el objetivo de los grandes narcotraficantes. Solo por haber escrito tres líneas en un libro”. "El narcotráfico es la consecuencia de la injusticia social" Fabrice Lextrait, artífice del arte y la cultura en Marsella, descubrió desde las primeras páginas del libro de Amine una obra literaria con un alcance político muy fuerte, afirma. “El libro de Amine Kessaci es un testimonio humanista de lo que la sociedad actual de Marsella puede hacer en una familia popular como la suya: en la vida de un joven que se convirtió en delincuente, su primer hermano asesinado por la mafia. Un segundo hermano, víctima de una injusticia absoluta, diferente de la primera, pero siempre en el registro de la injusticia. Y luego él, que con todo eso, tendrá que seguir su camino junto a su madre”, dice el fundador de la icónica Friche la Belle de Mai en Marsella. En el prisma de Lextrait la obra de Kessaci igualmente es un testimonio de los sobrevivientes, de cómo aquellos que deben hacer el duelo también deben velar por que ese duelo no se repita en otras familias. Finalmente, Lextrait subraya en la obra de Amine el enfoque que el joven autor da al fenómeno del narcotráfico: "Lo que explica Amine Kessaci con gran contundencia política es que el narcotráfico no es la causa, sino la consecuencia. Y que nuestra sociedad debe buscar la verdadera causa en la injusticia social que sumerge a los jóvenes en manod de individuos que logran manipularlos para hacer su fortuna y riqueza personal". El Estado es responsable "Yo digo que este país es responsable, quizá no culpable, pero sí responsable. Responsable de haberte puesto en peligro, de habernos dejado solos”, reza en uno de los pasajes del libro de Amine Kesacci. El autor explica que el Estado no pone un arma en la cabeza de la gente para obligarla a traficar con droga, pero que “El Estado es responsable de haber permitido que estos jóvenes caigan en el narcotráfico, de haber permitido que no exista ninguna alternativa económica al tráfico de drogas y que,en cambio, exista esa economía subterránea mediante la retirada de los servicios públicos, la falta de acción política en ese ámbito, la falta de lucha contra la pobreza, contra el desempleo. Todo esto conduce a la situación en la que estamos hoy”. Como muchos de los jóvenes que viven en los suburbios del norte, Amine proviene de los cientos de miles de inmigrantes argelinos que desde mediados de los años 60 desembarcaron en el puerto de Marsella para trabajar en Francia. “Nuestros padres, cuando llegaron con las primeras oleadas de inmigración, fueron los peones, las hormigas obreras de Francia. Todos esos padres inmigrantes que trabajaron en las rotondas, que construyeron carreteras, ciudades… fontaneros, albañiles, que hicieron todos esos trabajos duros y terminaron sus vidas enfermas, cansados, con la espalda destrozada. A todos esos padres no se les preguntó qué querían, si querían otra opción. Era eso o nada. Y ellos aceptaron ese papel, y formaron familias. Y, luego, ¿no se les da nada a cambio?”, dice. Servicios públicos desmantelados Los suburbios de la periferia norte de la segunda ciudad de Francia son de los más pobres del país. Tras la proliferación de colmenas de vivienda popular en la década de los 80, las llamadas ‘cités', sus habitantes han sido poco a poco desmantelados de los servicios públicos básicos que son vectores de desarrollo. "Cuando se eliminan escuelas, bibliotecas, oficinas de correos, el transporte de los barrios, se aíslan esos lugares, se crean zonas sin ley donde la República no existe. Esto no es posible para los miles de familias que viven allí que no causan problemas y solo piden una cosa: poder vivir”, denuncia Amine. Para este hijo de las barriadas vulnerables de Marsella, la exclusión social a las que han sido sometidos sus habitantes alcanzó su momento culmen en la década de los años 2000, bajo la gestión de Nicolas Sarkozy, primero como ministro del interior y, luego, presidente de la república. "Yo culpo a NIcolas Sarkozy. El decidió retirar los servicios públicos y la policía de proximidad. Los mismos que abogan por la represión y la seguridad total, destruyeron la fuerza disuasoria que tenía la policía en esos barrios. Ese señor eliminó la imagen de lo que podría ser el Estado de derecho en las barriadas populares. Por cierto, su eslogan era los vamos a limpiar con hidro lavadoras". La frase de Nicolas Sarkozy evocaba a una limpieza social en los barrios más desfavorecidos de Francia -donde existen muchas viviendas sociales y viven comunidades de inmigrantes- y a cuyos habitantes trató de "escoria". Su ofensiva retórica y represiva en materia de seguridad no frenó el avance de la venta de drogas ilícitas en el norte de Marsella. “Donde yo vivía, la red de drogas estaba delante de la puerta del bloque. Incluso, entraban cuando hacía frío. Así que nos saludábamos, nos conocíamos”, relata Belaid Aroun, activista social y empresario marsellés que nació y creció en el distrito 15 e Marsella, símbolo de la fractura entre el norte y el sur de la ciudad. La red de transporte empezó a funcionar apenas en 2020. “Los traficantes de drogas en mi barrio estaban mucho más presente que los servicios públicos. Ellos formaban parte integrante de la vida social. Incluso en las celebraciones, pagaban las fiestas del barrio, los regalos de Navidad. Es muy difícil poder esquivarlos porque, en realidad, son amigos. Hemos crecido con ellos. Algunos no son de Marsella, pero vienen a trabaja en las redes. Y físicamente están con nosotros”, dice. Un problema que oculta otros El fenómeno de la venta de drogas en las barriadas del norte es, sin embargo, relativamente reciente. "La Frenche Connexion nunca puso un pie en las cités del norte. El primer expendio de droga que vimos aparecer allí fue en 1984”, afirma Claire Duport, socióloga e investigadora en Transverscité de Marsella y el Observatorio francés de drogas y tendencias adictivas. Actualmente, lo esencial de la venta callejera de droga en Marsella, en puestos fijod y con vendedores visibles se hace en los barrios vulnerables del norte de la ciudad y en algunos del centro pauperizados o con una importante presencia de consumidores. "Pero eso es solo una realidad de la venta de drogas en la ciudad", precisa la experta. “Yo no puedo decir que sea la mayor parte porque no tenemos datos cuantitativos. Pero hay menos venta callejera en las barriadas del norte que en 2023. En 2024 hubo menos y en 2025 aún menos. En cierto modo, los expendios de droga en las calles de esos barrios vulnerables se prestan para ocultar las demás modalidades de este mercado”. Para Duport la cuestión del tráfico de drogas ha sido instrumentalizada, sin que por ello el fenómeno dejé de representar un problema: “No digo que se está haciendo mucho ruido por algo que no es un problema. En absoluto. Lo que digo es que desde hace una década que los problemas de la venta de droga en las barriadas del norte ocupan todo el debate sobre los barrios marginales y, con ello, se oculta la cuestión de la pobreza, la salud, la vivienda. Si se habla de las ‘cités', solo es sobre el problema de la droga. En primer lugar, en muchos de esas barriadas no hay tráfico de drogas Y, además, así se ocultan todas las dificultades que atraviesan sus habitantes”. Coctel de miseria y racismo En el norteño barrio de La Busserine la vida cotidiana está engullida por la miseria y el control de los traficantes de drogas que reclutan cada vez un número mayor de menores. “El barrio es teso. Al hijo de una mujer que trabaja con nosotros, involucrado en las redes de traficantes, le cortaron las manos y lo quemaron. Es el horror total”, narra María Elena Márquez, trabajadora social en Schebba, asociación que apoya a las mujeres de la Busserine. Para ella, la causa de esta violencia social está en “la pobreza alimentada con el racismo. Por ejemplo, los muchachos deben hacer una pasantía cuando están en tercero de bachillerato y ninguna empresa los recibe porque la población magrebí, la más implicada, ha sido muy estigmatizada, entonces es muy mal visto tener un empleado magrebí.” La segregación a la que son sometidos los jóvenes de estas barriadas les va abriendo las puertas a la única opción laboral y de progreso económico allí existente: las redes del narcotráfico. “No tienen acceso al empleo, ni a una formación adecuada. Eso hace que desde muy temprano los soliciten para vigilar; ponen a niños de diez años a que les avisen cuando viene la policía. Así empiezan su proceso de integración a las redes de las drogas”. Valentía y dignidad, las armas de las madres El nivel de desempleo en los barrios del norte de la ciudad es muy alto. “Y los hombres cuando no encuentran trabajo se van. Entonces, hay muchas familias monoparentales”, dice María Elena Márquez. De padres divorciados, Belaid Aroun creció solo con su mamá: “Los narcotraficantes hacen un trabajo psicológico con los jóvenes para suplir esa carencia. Es un trabajo de reclutamiento a largo plazo. Recuerdo que cuando era muy pequeño, con diez u once años, estábamos en contacto permanente con ellos, sabíamos los nombres de todos, sabíamos cómo funcionaba el negocio, lo sabíamos todo sin estar metidos”, cuenta Aroun. Hoy es un reconocido líder comunitario y, al mismo tiempo, empresario. “Si no me metí es porque tuve a mi madre, que estaba sola y luchó. Ella estuvo muy presente para mí y me permitió mantenerme a flote. No estoy seguro de que, de haber salido del camino recto, hubieran podido recuperarme. En mi barrio han pasado muchas cosas muy graves. Y ahora que tengo 38 años, veo que muchos de mis amigos con los que crecí, con los que jugábamos al fútbol, han muerto o están en la cárcel”. Amine Kessaci denuncia el intento de parte de un sector de los políticos franceses de imponer una suerte de punición colectiva para las familias de los jóvenes que caen en la delincuencia de las mafias. “Me parecen unos cobardes los que proponen quitarles las viviendas sociales a las madres con hijos que son traficantes de drogas. No existe la fuerza, ni el valor, ni las armas para luchar contra los cabecillas de las redes que están en Dubái, en Tailandia, en los Emiratos Árabes. Pero, en cambio, si hay el valor de atacar a las madres de los barrios que no tienen armas ni defensa” A los 16 años Amine creo Consciencia, una asociación que asiste a las madres de los barrios del norte cuyos hijos son asesinados en medio de la turbulencia criminal. “Nuestras madres luchan con las únicas armas con las que cuentan: su valentía y su dignidad. Cuando se enteran de que sus hijos andan metidos en las drogas, cuando sus hijos no están en casa por la noche, ellas salen, van a los expendios de venta de droga, se plantan delante de ellos, les dicen que vuelvan a casa y recuperan a sus hijos”.
Hoy escuchamos: Bloodbound- The nine crusades, Rage- We´ll find a way, Airbourne- Gutsy, Heat- Disaster, Zenobia- La tormenta, Kinnia- La danza del cuervo negro, Casus Belli- Enganchado, Canciones con Historia: Therion- The rise of Sodom and Gomorra, Clawfinger- Before we all die, Lamb of God- Blunt force blues, Belphegor- Scarlet beast leviathan. Escuchar audio
Cosa vedere sui canali televisivi SBS? Ecco i nostri consigli per la settimana dal 27 febbraio al 5 marzo. In Australia, potete poi vedere il vostro programma preferito o recuperare quello che avete perso su SBS On Demand.
Det er klart for Dagsorden LIVE kl. 20.00!Da Bufdir anbefalt å droppe betegnelsene far og mor, gutt og jente, røk det en sikring hos noen og enhver. Samtidig vedtok EU-parlamentet at menn også kan bli gravide. Dette er en kultur som ligger bortenfor Sodoma og Gomorra. Som kjent ble den ødelagt av Herren og Lots hustru ble til en saltstøtte da hun snudde seg for å se.Vår kultur kastes på skarphaugen. Det vi lærte som barn om forskjellen på godt og ondt, snus på hodet.Kjønnsforvirringen som spres i barnesinn helt fra barnehaven av, er en forbrytelse og det fortsetter opp gjennom aldersklassene.Når en lærer sier at han aldri ville sendt sine egne barn i dagens skole, er det noe som har skjedd.Og det kommer fra oven, fra myndighetene. I stedet for å oppdra barna, blir de ødelagt.Dette er et oppgjør vi er nødt for å ta.Til å hjelpe oss med det har vi invitert Truls Olufsen-Mehus.
Wird Elena einen Singlemann auswählen oder wird sie sich für den vergebenen Ferris oder Johannes entscheiden?Natürlich sprechen wir über die Videobotschaften, die Dates und alles was sonst passiert ist!Das Lied findet ihr unter der Spotifyfolge!Wie fandet ihr die Staffel?Kommentiert gern unter der Folge oder beiInstagramhttps://www.instagram.com/trash_innen?igsh=NTJ5dXY4Z2pkeDlj&utm_source=qr aufThreadshttps://www.threads.net/@trash_innen undWhatsApphttps://whatsapp.com/channel …Du möchtest uns eine Nachricht senden oder ein Produkt über unseren Podcast bewerben?Dann schreib uns gern untertrashinnen@gmx.de Falls ihr ein Podimoabo braucht könnt ihr mit dem folgenden Link eine 30 Tage Probephase starten! Wir wünschen euch viel Spaß https://podimo.com/s/T09wCGnfteilnehmen...Vielen Dank an die Abteilung Verpeilung für unser mega Outro!Hört auch gern bei ihnen rein!https://open.spotify.com/show/1D8aEeyIEpN7RJwkq7vF8T?si=_4s5RSVzSxKWv-v817DP3wVielen Dank an Einstein Junior von den Rückspulhelden für unseren Werbeton!Hier gehts zu ihrem Podcast!https://open.spotify.com/show/5M2Y20gT6y3EjToxpaGPhx?si=hbQ41JtERXSQrjGdw_jyfQNatürlich hat auch Doc Jahnsi ein eigenes Format! Hört unbedingt bei den Gefühlsechten rein
Predicazione espositiva del Pastore Jonathan Whitman di Matteo capitolo 10 versetti da 11 a 15. Registrata presso il Centro Evangelico Battista di Perugia il 25 gennaio 2026.Titolo del messaggio: "La Parola che viaggia: Tre istruzioni pratiche prima di andare in missione"MATTEO 10 V11-1511 In qualunque città o villaggio sarete entrati, informatevi se vi sia qualcuno degno, e lì rimanete finché partirete. 12 Quando entrerete nella casa, salutatela. 13 Se quella casa ne è degna, venga la vostra pace su di essa; se invece non ne è degna, la vostra pace torni a voi. 14 Se qualcuno non vi riceve né ascolta le vostre parole, uscendo da quella casa o da quella città, scuotete la polvere dai vostri piedi. 15 In verità vi dico che, nel giorno del giudizio, la sorte del paese di Sodoma e Gomorra sarà più tollerabile di quella di tale città.
Sodoma y Gomorra 10.0
Dopo il caso Iran e le minacce di Trump in apertura, con le inviate Federica Pozzi e Valentina Errante torniamo a Crans-Montana e per scoprire in che modo la giustizia chiama la tragedia, quindi ci spostiamo a Milano con l'inviata Valeria di Corrado per l'arresto di un 57enne nell'inchiesta per l'omicidio di Aurora, per la pagina dello spettacolo Gloria Satta ci porta sul set di Gomorra con l'arrivo della stagione più attesa, per la storia di sport Massimo Boccucci ci fa da cicerone al calciomercato invernale.
MIÉRCOLES 31 DE DICIEMBRE DE 2025 TU DOSIS DIARIA DE ESPERANZA "Y alzó Lot sus ojos, y vio toda la llanura del Jordán, que toda ella era de riego, como el huerto de Jehová, como la tierra de Egipto en la dirección de Zoar, antes que destruyese Jehová a Sodoma y a Gomorra. Entonces Lot escogió para sí toda la llanura del Jordán; y se fue Lot hacia el oriente, y se apartaron el uno del otro. Abram acampó en la tierra de Canaán, en tanto que Lot habitó en las ciudades de la llanura, y fue poniendo sus tiendas hasta Sodoma." (Génesis 13:10-12) Indudablemente que Abraham amaba a su sobrino. Lo llevó con él al salir de su tierra para cumplir con el plan de Dios para su vida. Pero, cuando hubo diferencias entre los trabajadores de ambos, Lot pidió lo que le pareció mejor para él; su tío le dio esa oportunidad. ¿Cuántos hay que toman decisiones sin tener en cuenta a otros y se dejan llevar por la codicia? ¿Cuántos no analizan sus decisiones y no se interesan en lo que "no se ve" y lo que hay detrás de una aparente riqueza? ¿Cuántos, por ambición caen en una Sodoma que ya estaba programada por Dios a desaparecer por la abundancia de pecados en contra de la naturaleza humana, afectando la estabilidad y formación de la familia? Tomar en cuenta a Dios antes de decidir puede traernos un 2026 lleno de bendiciones. Recordemos que Él ve lo que nosotros no vemos. (Gina Sánchez) ....... www.facebook.com/PastoresRobertoyYamiley Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/tu-dosis-diaria-de-esperanza-new-hope-en-espa%C3%B1ol/id1503374265 Spotify: https://open.spotify.com/show/0dC8BmYXC77tIaReY6JI6y?si=adf3392aa15e45c7 iHeart Radio: https://www.iheart.com/podcast/263-tu-dosis-diaria-de-esperan-211298038/ ....... Pastores Roberto y Yamiley, De Dios Para Ti Hoy - New Hope en Español , Brandon, FL (813) 689-4161
Paypal: https://www.paypal.com/paypalme/editorialtpv ¿Qué nos enseña la dramática historia de Sodoma y Gomorra sobre la justicia divina y la ley natural? En este episodio exploramos cómo Génesis 19 muestra a Sodoma como el emblema del desprecio absoluto por la moral más básica: inmoralidad sexual, abuso de justicia y arrogancia que desafía incluso los límites mínimos del pacto noético. Este juicio con fuego anticipa el juicio final, recordándonos que la gracia común de Dios sostiene el mundo, pero no elimina la responsabilidad humana. En contraste, Génesis 20 nos presenta a Gerar y al rey Abimelec, quienes, aunque fuera del pacto redentor, muestran respeto por la justicia, la propiedad sexual y el temor de Dios. Estos relatos ofrecen un poderoso contraste: mientras Sodoma ilustra la corrupción extrema de la sociedad, Gerar evidencia que la gracia común preserva la moralidad mínima en las naciones. Un análisis profundo sobre justicia, misericordia y el orden moral divino. Basado: David VanDrunen, Los pactos divinos y el orden moral: Una teología bíblica de la ley natural (Lima, Perú: Teología para Vivir, 2023), 149-184. Ver aquí: https://teologiaparavivir.com/vandrunen-pactos-divinos-y-el-orden-moral/ Siguenos: - Web: https://teologiaparavivir.com/ - Blog: https://semperreformandaperu.org/ - Facebook: https://www.facebook.com/teologiaparavivir/ - Instagram: https://www.instagram.com/teologiaparavivir/ - Youtube: https://www.instagram.com/teologiaparavivir/
"E LEVANTOU LÓ OS SEUS OLHOS, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o Jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar.ENTÃO LÓ ESCOLHEU para si toda a campina do Jordão, e partiu Ló para o oriente, e apartaram-se um do outro." Gênesis 13:10-11"E DISSE O SENHOR A Abrão, DEPOIS que Ló se apartou dele: LEVANTA OS TEUS OLHOS, E OLHA desde o lugar onde estás, para o lado do Norte, e do Sul, e do Oriente, e do Ocidente;Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre." Gênesis 13:14-15
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
El Antiguo Testamento es un relato fundacional lleno de guerras, castigos divinos, ciudades arrasadas y pactos sellados con sangre. En este programa analizamos el Antiguo Testamento desde una lectura cultural y narrativa, recorriendo episodios como el Génesis, Sodoma y Gomorra, la conquista de Jericó o las grandes leyes que modelaron la moral occidental. Más allá de la fe, el Antiguo Testamento construye una visión del mundo basada en la culpa, la obediencia y el miedo a Dios. Un texto brutal, simbólico y profundamente humano que sigue influyendo en nuestra forma de entender el bien, el mal y el castigo. #biblia #teologia #dios -------------------------------------------------------------------------------------------------- Señora de los Caídos es mi última novela publicada... Una niña y un peregrino errante avanzan hacia La Parroquia, un lugar que no pertenece al mundo de los vivos ni de los muertos, sino a las profundidades mismas del infierno. Durante el camino, el peregrino irá revelando los fragmentos de su propia ruina: su caída, su culpa, y las razones que lo condenaron a caminar junto a la niña. Juntos iniciarán un descenso físico y espiritual, atravesando los dominios del abismo y enfrentándose a las entidades que gobiernan cada círculo, en un viaje donde la fe y la corrupción se confunden. Lo que comienza como una penitencia se transforma en una paradoja: el infierno está agonizando, y sólo quienes fueron desterrados podrán salvarlo. En la oscuridad más profunda, entre dioses rotos y pecados redimidos, ambos descubrirán que a veces salvar el infierno es la única forma de que el mundo siga existiendo. Consíguelo en: - El Transbordador: https://eltransbordador.es/producto/senora-de-los-caidos/ - Casa del Libro: https://www.casadellibro.com/libro-senora-de-los-caidos/9788412987072/17820039 O en tu librería favorita. -------------------------------------------------------------------------------------------------- Si quieres estar al loro de todas las novedades, recuerda nuestro canal de difusión en Telegram: https://t.me/canalvuelodelcometa ⚠️ Y si este programa te ha gustado: comenta, dale a me gusta, compártelo. Ayúdanos a llegar a más gente ⚠️ Estas son nuestras redes y puntos de apoyo: ☄ Web: alvaroaparicio.net ☄ YouTube: https://www.youtube.com/@vuelodelcometa ☄ Patreon: https://www.patreon.com/vuelodelcometa ☄ Telegram: https://t.me/vuelodelcometacomunidad ☄ Instagram: https://www.instagram.com/vuelodelcometa ☄ Twitter: https://twitter.com/Vuelodelcometa ☄ Threads: https://www.threads.com/@vuelodelcometa ☄ Bluesky: https://bsky.app/profile/vuelodelcometa.bsky.social ☄ Facebook: https://www.facebook.com/Vuelodelcometa ☄ Twitch: https://www.twitch.tv/vuelodelcometa Y si quieres contactar con nosotros para una promoción, no dudes en ponerte en contacto a través de: vuelodelcometapodcast@gmail.com
E' stata depositata in parlamento una proposta che mira a penalizzare e a condannare tutti i comportamenti e le espressioni che possano favorire l'apologia della criminalità organizzata.Nella presentazione della proposta si fa riferimento a quelle opere di fiction o musicali che mitizzano personaggi reali o immaginari delle varie associazioni criminali di stampo mafioso, provocando una reazione di scrittori e artisti.
Elon Musk confermato lo stipendio da 1000 mld, Jovanotti libera il topo che gli ha rovinato lo studio, Trump e la mania per l'oro, Tom Brady ha clonato il suo cane. Annunciata la nuova serie tratta da Gomorra, sarà un prequel. Luca De Gennaro e Vittorio Cosma ci raccontano i prossimi eventi di Capital Jam. Aldo di ritorno dalla maratona di NY!
Puerto de Libros - Librería Radiofónica - Podcast sobre el mundo de los libros #LibreriaRadio
En este episodio especial de Puerto de Libros – Librería Radiofónica exploramos la profunda relación entre el crimen organizado y la narrativa contemporánea. Desde la figura mítica de Don Corleone en El Padrino, hasta las crónicas arriesgadas de Roberto Saviano en Gomorra y las calles ardientes de Medellín retratadas por Fernando Vallejo, recorremos los senderos literarios que han transformado la mafia en símbolo, denuncia y espectáculo.Dividido en cuatro segmentos, este episodio analiza:El poder narrativo del mafioso como figura trágica.La valentía de los cronistas que arriesgan la vida por contar la verdad.El surgimiento de la narcoliteratura en América Latina y su estética del realismo sucio.La influencia del cine y la televisión en la construcción del mito criminal.Reflexionamos sobre una pregunta incómoda pero necesaria:¿Por qué nos atraen tanto los criminales en la ficción?
Un racconto appassionante dei dietro le quinte di Gomorra: dalla prima idea con Roberto Saviano protagonista ai continui cambiamenti di format, fino all'arrivo di Stefano Sollima. La genesi tormentata di una serie che ha fatto storia.Guarda la puntata completa su Spotify.▫️ Hacking Creativity adesso è anche un libro, e ti aiuta a sbloccarti in 600 modi diversi! Ordinalo qui
Storia del giornalismo di inchiesta in Italia: origini, caratteristiche e autori. Da Oriana Fallaci a Roberto Saviano e Gomorra.
101Llamó a sus doce discípulos y les dio autoridad para expulsar espíritus inmundos y curar toda enfermedad y toda dolencia. 2Estos son los nombres de los doce apóstoles: el primero, Simón, llamado Pedro, y Andrés, su hermano; Santiago, el de Zebedeo, y Juan, su hermano; 3Felipe y Bartolomé, Tomás y Mateo el publicano; Santiago el de Alfeo, y Tadeo; 4Simón el de Caná, y Judas Iscariote, el que lo entregó. 5A estos doce los envió Jesús con estas instrucciones: «No vayáis a tierra de paganos ni entréis en las ciudades de Samaría, 6sino id a las ovejas descarriadas de Israel. 7Id y proclamad que ha llegado el reino de los cielos. 8Curad enfermos, resucitad muertos, limpiad leprosos, arrojad demonios. Gratis habéis recibido, dad gratis. 9No os procuréis en la faja oro, plata ni cobre; 10ni tampoco alforja para el camino, ni dos túnicas, ni sandalias, ni bastón; bien merece el obrero su sustento. 11Cuando entréis en una ciudad o aldea, averiguad quién hay allí de confianza y quedaos en su casa hasta que os vayáis. 12Al entrar en una casa, saludadla con la paz; 13si la casa se lo merece, vuestra paz vendrá a ella. Si no se lo merece, la paz volverá a vosotros. 14Si alguno no os recibe o no escucha vuestras palabras, al salir de su casa o de la ciudad, sacudid el polvo de los pies. 15En verdad os digo que el día del juicio les será más llevadero a Sodoma y Gomorra, que a aquella ciudad. 16Mirad que yo os envío como ovejas entre lobos; por eso, sed sagaces como serpientes y sencillos como palomas. 1...
En los días posteriores al 11 de septiembre de 2001, hubo dirigentes religiosos en los Estados Unidos que emitieron el juicio de que el ataque terrorista ocurrido en aquel nefasto día representaba el castigo de Dios infligido a una nación en extremo pecaminosa. Así Dios, de manera inequívoca, le llamaba la atención a aquella superpotencia mundial. Según esos líderes eclesiásticos, Dios no tuvo que hacer más que valerse del odio que albergan en el corazón tantos individuos contra el país que consideran culpable del deterioro moral que cunde en todo el mundo. Contra ese juicio tajante se pronunció con firmeza el periodista estadounidense Cal Thomas el 19 de septiembre ante su público nacional. A su columna escrita como respuesta a semejante concepto de Dios, le puso por título «Cuando se juzga que la calamidad viene de Dios». En la primera parte de su exposición bíblica, Thomas cita varios pasajes del Nuevo Testamento. De ahí pasa al Antiguo Testamento, del que se vale con maestría para desarrollar el siguiente argumento teológico con el que le pone punto final al asunto: «Dios no habría destruido las antiguas ciudades de Sodoma y Gomorra si allí se hubieran encontrado sólo diez justos (Génesis 18:32). ¿Acaso los que creen que el ataque terrorista representaba el juicio de Dios piensan que había menos de diez personas justas en Nueva York y en el Pentágono cuando se estrellaron esos aviones contra aquellos edificios? »Dios permite que ocurran cosas malas a pesar de que Él, por naturaleza, sólo hace el bien y saca de lo malo algo bueno. ¿Cómo sabemos esto? ... El Salmo 5 dice: “Tú no eres un Dios que se complazca en lo malo.” José, a quien sus hermanos habían vendido como esclavo y sin embargo llegó a ser el brazo derecho del faraón y el proveedor de alimento a los hambrientos, les dijo a sus hermanos: “Es verdad que ustedes pensaron hacerme mal, pero Dios transformó ese mal en bien para lograr lo que hoy estamos viendo: salvar la vida de mucha gente” (Génesis 50:20). »En Génesis 18:25, Abraham intercede por la vida de los habitantes de Sodoma. En sus esfuerzos por lograr que Dios perdone a esa gran ciudad, Abraham dice algo importante acerca del carácter de Dios que tal vez debieran considerar aquellos que creen que Dios ha castigado a los Estados Unidos de América mediante un ataque terrorista: “¡Lejos de ti el hacer tal cosa! ¿Matar al justo junto con el malvado, y que ambos sean tratados de la misma manera? ¡Jamás hagas tal cosa! Tú, que eres el Juez de toda la tierra, ¿no harás justicia?” »Claro que sí hará justicia. El mal existe, pero su autor no es Dios. El mundo está perdido y ocurren cosas malas. Pero Dios ha provisto la forma de que nosotros, simples seres humanos, seamos restaurados si le prestamos atención.»1 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Cal Thomas, “When calamity is deemed divine,” The Washington Times, 19 septiembre 2001.
En esta lección, estudiamos "Abraham, el negociador" intercediendo por Sodoma y Gomorra, ciudades bien pecadoras. Él muestra un corazón preocupado por otras personas, igual que Moisés y Pablo.
Ana Valtierra, nos trae esta semana la historia de las ciudades de Sodoma y Gomorra
Meditación del Evangelio según San Mateo 10, 7-15 por el biblista P. Norberto Padilla, misionero claretiano.Jueves 10/jul/2025, Lo que habéis recibido gratis, dadlo gratis.Canción: Vayan por todo el mundo - Salmo 116 (2016), de Athenas----------Lectura del santo evangelio según san Mateo 10, 7-15En aquel tiempo, dijo Jesús a sus apóstoles: "Vayan y proclamen que el Reino de los cielos está cerca; curen enfermos, resuciten muertos, limpien leprosos, echen demonios. Lo que han recibido gratis, denlo gratis. No lleven en la faja oro, plata ni calderilla; ni tampoco alforja para el camino, ni otra túnica, ni sandalias, ni bastón; bien merece el obrero su sustento. Cuando entren en un pueblo o aldea, averigüen quién hay allí de confianza y quédense en su casa hasta que se vayan. Al entrar en la casa, saluden; si la casa se lo merece, la paz que le desean vendrá a ella. Si no se lo merece, la paz volverá a ustedes. Si alguno no les recibe o no les escucha, al salir de su casa o del pueblo, sacudan el polvo de los pies. Les aseguro que el día del juicio les será más llevadero a Sodoma y Gomorra que a aquel pueblo."Palabra del Señor... Gloria a ti, Señor Jesús#SoyClaretiano #Evangelio #MisionerosClaretianos #CMFAntillasIntro: Lámpara Es Tu Palabra, de Ain Karem
+ Evangelio de nuestro Señor Jesucristo según san Mateo 10, 7-15 Jesús dijo a sus apóstoles: Por el camino, proclamen que el Reino de los Cielos está cerca. Curen a los enfermos, resuciten a los muertos, purifiquen a los leprosos, expulsen a los demonios. Ustedes han recibido gratuitamente, den también gratuitamente. No lleven encima oro ni plata, ni monedas, ni provisiones para el camino, ni dos túnicas, ni calzado, ni bastón; porque el que trabaja merece su sustento. Cuando entren en una ciudad o en un pueblo, busquen a alguna persona respetable y permanezcan en su casa hasta el momento de partir. Al entrar en la casa, salúdenla invocando la paz sobre ella. Si esa casa lo merece, que la paz descienda sobre ella; pero si es indigna, que esa paz vuelva a ustedes. Y si no los reciben ni quieren escuchar sus palabras, al irse de esa casa o de esa ciudad, sacudan hasta el polvo de sus pies. Les aseguro que, en el día del Juicio, Sodoma y Gomorra serán tratadas menos rigurosamente que esa ciudad.Palabra del Señor.
Mt 10,7-15.Jesús dijo a sus apóstoles:Por el camino, proclamen que el Reino de los Cielos está cerca.Curen a los enfermos, resuciten a los muertos, purifiquen a los leprosos, expulsen a los demonios. Ustedes han recibido gratuitamente, den también gratuitamente."No lleven encima oro ni plata, ni monedas,ni provisiones para el camino, ni dos túnicas, ni calzado, ni bastón; porque el que trabaja merece su sustento.Cuando entren en una ciudad o en un pueblo, busquen a alguna persona respetable y permanezcan en su casa hasta el momento de partir.Al entrar en la casa, salúdenla invocando la paz sobre ella.Si esa casa lo merece, que la paz descienda sobre ella; pero si es indigna, que esa paz vuelva a ustedes.Y si no los reciben ni quieren escuchar sus palabras, al irse de esa casa o de esa ciudad, sacudan hasta el polvo de sus pies.Les aseguro que, en el día del Juicio, Sodoma y Gomorra serán tratadas menos rigurosamente que esa ciudad.
Estudio Sistemático de la Biblia LECCIÓN 10__Sobre quienes ha llegado el fin Tema de hoy, La historia de Sodoma y Gomorra. Si Dios ha puesto en ti el deseo de apoyar este ministerio, y ofrecer tu patrocinio de acuerdo a tus posibilidades, puedes contactarnos de manera directa vía WhatsApp o mensaje de texto a: +1 484-838-8989. Ese número es de hecho el contacto para cualquier transacción dentro o fuera de Estados Unidos (Zelle, Western Union, o PayPal), más estos datos:: Omar Patricio Medina Grullon Ciudad: Madison Estado: Wisconsin. ¡Hay paz! Omar Medina Ministerio Audios de Bendición «El oído es el camino al corazón»