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El libro de los Viernes antes del partido por la Copa del Mundo En Vuelo de Regreso: Verónica De Andrés, autora de MESSIRVE Con Santiago Pont Lezica y Gisela Larsen 17 h FM MILENIUM
¿Y después qué? Conoce las herramientas para rehacer tu vida luego del terremoto con la Coach, Profesora Universitaria y Autora del libro "Encárgate de Ti" Rosaura Torres. En la conducción junto a Efraín Cruz están Maivette Perez, Verónica Oliveros, Marcos Campos y José Aparicio. Diseño gráfico Marcos Campos y controles técnicos Carlos González. FUERA DE LUGAR VENEZUELA
"Las poetas consideradas nacen entre 1943 y 1987, muchas comienzan a publicar a partir de los primeros años de la década de los 80. Este corpus conforma un arco temporal amplio, sin que ello signifique alcanzar ningún tipo de totalidad. Son escrituras representativas de una propuesta donde se conjuga una política feminista con una estética literaria situada. Es un corpus en construcción que no pretende abarcar la multiplicidad de las escrituras de mujeres del periodo. Presenta un recorte personal dentro de un corpus muy amplio, que no busca identificar una poética que englobe a todas las autoras, sino que el interés es identificar un transitar estético que implica el reconocimiento de una política textual."Conversamos en el #TraficantesDeCultura con Patricia Espinosa H., autora de Escrituras en resistencia. Lecturas críticas de poesía de mujeres, libro editado por EDICIONES LIBROS DEL CARDO.[Patricia Espinosa H.: Licenciada en Letras, Magister y Doctora en Literatura. Académica en el Instituto Interdisciplinario de Estética de la Pontificia Universidad Católica de Chile. Ha publicado los libros: "Territorios en fuga" (2003), "La Crítica Literaria Chilena" (2009), "Los detectives salvajes de Roberto Bolaño: la posibilidad de una comunidad" (2014) y "Diamela Eltit. Políticas de su narrativa ficcional: estudios desde Chile" (2018). Ha ejercido la crítica literaria en La Época, El Metropolitano, Las Últimas Noticias, Palabra Pública, La voz de los que sobran y actualmente en Revistaartefacto.cl]
La autora habla de su libro de relatos 'Era todo el mismo hueco' en 'La Ventana'.
"La sangre aún tibia corre por las manos de Ema. Su único recuerdo claro: el filo del cuchillo y el cuerpo de su marido. Aterrada, huye intentando desesperadamente por borrar su pasado y su vida se convierte en una espiral de mentiras que la arrastran a un laberinto psicológico sin salida."Conversamos en el #TraficantesDeCultura con María Eugenia Lorenzini, autora de El Crimen de Ema, su último libro editado por FORJA.Conduce: Humberto Fuentes
Sabia que a democracia só ganhou a conotação positiva que hoje lhe atribuímos a partir da Segunda Guerra Mundial? Atualmente, cerca de 60% dos países vivem em regimes democráticos, mas será mesmo assim? No último episódio de Pedro Magalhães, o politólogo analisa as origens, os significados e o estado de saúde da democracia contemporânea.Embora a definição de democracia continue a não ser universal, existem condições mínimas a reunir para que um regime seja considerado democrático: eleições livres e competitivas, sufrágio universal e alternância de poder. Para muitos especialistas, há outros aspetos a ter em conta - tribunais independentes, liberdade de imprensa, direitos e liberdades de grupos minoritários são alguns deles.Neste episódio, abordam-se ainda outras questões: para que servem as eleições em regimes autoritários? E de que forma a polarização ou a desigualdade económica podem contribuir para o fim deste regime?Porque é importante estarmos atentos aos sinais de erosão democrática, e aos desafios que enfrentamos, não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISMøller, J., & Skaaning, S. E. «Seven Myths about Democracy» (Abingdon: Taylor & Francis, 2026) Nord, M., Altman, D., Fernandes, T., God, A. G., & Lindberg, S. I. «Democracy Report 2026: Unraveling The Democratic Era» (University of Gothenburg: V-Dem Institute, 2026) Dahl, R. A. «On democracy» (New Haven: Yale University Press, 1998) BIOSPedro MagalhãesInvestigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorado em Ciência Política pela Ohio State University, estuda e tem publicado livros e artigos sobre temas como a opinião pública e eleições, entre outros. Luana do BemHumorista, já lançou o seu primeiro solo de Stand-Up no Youtube: «Crente». Autora do podcast "Contraluz", Luana do Bem faz também parte do painel do programa «Irritações».
"Una historia real de amor imposible en el Chile del siglo XIX que revela cómo el deseo, la libertad y las normas sociales han chocado -y siguen chocando- a lo largo de la historia. A partir de cartas, documentos y contexto histórico, una de las historias de amor más intensas y menos conocidas del Chile del siglo XIX: la relación entre el pintor alemán Juan Mauricio Rugendas y la joven intelectual porteña Clara Álvarez Condarco."Conversamos en el #TraficantesDeCultura con la historiadora María Gabriela Huidobro Salazar, autora de Clara y Mauricio. Una historia cultural del amor, su nuevo libro editado por TAURUS.Conduce: Humberto Fuentes
A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”
"1991. Antonia, de dieciséis años, responde al llamado de su madre enferma, la misma que la abandonó cuando era una niña. Con el corazón agitado y la música de Depeche Mode en sus oídos, la joven aborda un bus sin imaginar que encontrará mucho más que respuestas a sus interrogantes en un viaje que cambiará para siempre su destino."Conversamos en el #TraficantesDeCultura con la escritora y editora Lilian Flores Guerra, autora de Antonia, el fuego, su nuevo libro editado por EDICIONES DEL GATO.Conduce: Humberto Fuentes
El evento "En otras palabras: el español en primer plano" recibe a escritores de habla hispana en Australia para explorar la creación, la escritura y el intercambio literario.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YouTubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíSíguenos en Facebook e Instagram.
Episódio 903 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. E este episódio não sai nem às 7 da manhã, nem nos "dias úteis". É meia noite de sábado e está agora mesmo a começar a leitura, durante 24 horas ininterruptas, no palco da Maratona de Leitura da Sertã, 2026. Durante esta semana estivemos a ouvir participantes desta edição dedicada ao amor e fechamos com este belíssimo poema de Raquel Patriarca. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Vamos viajar pela literatura? Nossa convidada de hoje é a Samily Maré, Paraense, uma das autoras de nosso livro!Ela compartilha a experiência da escrita e inspiração para seu texto.Bora com a gente em mais um episódio?E se você quer viajar com a Bitonga Travel siga em nossas redes sociais e site para não perder nada!www.bitongatravel.com.br@bitongatravelE para adquirir seu livro Raízes do Atlântico o link é:https://www.asaas.com/c/x64jihjasj6d2wn5Convidada: Samily Maré @marecheiaaProdução: Dani RomãoPodcasters: Dani Romão e Rebecca Aletheia
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastLIVRO JOGO DA VIDA https://amzn.to/4thoRkwMétodo Destiny: https://metododestiny.com.br/Fernanda Brum está no BrunetCast. 30 anos de carreira, mais de 120 milhões de visualizações, e uma história que começou no mesmo bairro de Tiago Brunet, em Vila da Penha, Rio de Janeiro.Nesse episódio a gente fala sobre:Como Fernanda escolhe uma música antes de gravarPor que a música precisa funcionar em casa antes de alcançar o mundoFé e excelência: por que as duas andam juntas ou nenhuma funcionaComo lidar com haters, críticas e perseguição sem perder o propósitoO conselho do pai dela que mudou tudo: cerque-se de 5 pessoas melhores que vocêA história do primo Leonardo, que foi de mecânico de avião a comandante da AzulO que determina a longevidade de uma carreira: perseverança e surdez estratégicaPor que o talento te leva à porta, mas o que você faz a partir dali depende de vocêFernanda Brum é cantora, compositora e evangelista. Autora de músicas como "O Que a Tua Glória Fez Comigo" e o CD Sonhos, que marcou gerações de crentes no Brasil.Wesley e Teixeira como co-hosts.Toda terça-feira, 20h, o BrunetCast está aqui com convidados que entregam sabedoria, conhecimento e instrução bíblica para a sua semana.Se inscreve no canal. Ativa o sino. E comenta aqui: qual música da Fernanda Brum mais te impactou?
Episódio 898 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Estamos de regresso com novas leituras a propósito da Maratona de Leitura da Sertã, 2026. Durante esta semana estaremos a ouvir convidados desta edição dedicada ao amor. Hoje, Rosa Alice Branco. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Libro TODO ESTÁ EN TI ➡️https://www.letraminuscula.com/amz/B0H4FYGLLG ➡️https://www.carmenyates.com ➡️https://www.armoncura.com RESUMEN: En esta entrevista, Carmen Yates presenta su libro "Todo está en ti. Activa tu poder creador", donde comparte su experiencia de vida, el crecimiento personal, la conexión con el alma y el poder transformador del sonido. Habla sobre el gong como herramienta de sanación, el duelo, el amor, la escritura y cómo encontrar las respuestas dentro de uno mismo. ⏲MARCAS DE TIEMPO: ▶️00:01 Presentación de Carmen Yates ▶️00:31 Un libro para recordar y sentir ▶️02:00 Recordar la esencia interior ▶️02:53 La medicina del sonido ▶️05:15 Qué significa "Todo está en ti" ▶️07:02 Cómo creamos nuestra realidad ▶️10:10 Vivir desde la experiencia ▶️11:03 La nota esencial del alma ▶️13:06 Viajes y aprendizaje de vida ▶️15:09 La voz interior y el matrimonio ▶️16:46 El silencio que transformó a su padre ▶️18:26 El gong como medicina personal ▶️21:46 Escribir para sanar el duelo ▶️23:02 Armoncura y frecuencias sanadoras ▶️24:53 Su labor como guía y coach ▶️25:45 Transformarse desde el interior ▶️26:32 Espiritualidad frente al materialismo ▶️27:45 El amor como camino y respuesta ▶️28:59 Despedida y agradecimientos
En este episodio de Paredro Podcast conversamos con Alia Trabucco Zerán sobre Las otras, su nuevo libro de ensayospublicado por Lumen. Autora de La resta, Las homicidas y Limpia, Trabucco trabaja aquí con una serie de preguntas que atraviesan su obra: el lenguaje, el cuerpo, la violencia, el derecho, la memoria, la justicia y la escritura del yo. La conversación parte de una escena poderosa: una investigación sobre el rostro en la British Library interrumpida por un ciberataque que destruyó el catálogo de la institución. Desde esa biblioteca llena de libros imposibles de encontrar, Trabucco aborda temas como el archivo, la pérdida, la cara, la palabra y la forma del ensayo.También hablamos de derecho y literatura, de los límites de la justicia, de las palabras que se disputan políticamente y de la posibilidad de escribir sin pontificar. Un capítulo sobre pensamiento, sensibilidad y lenguaje. #AliaTrabucco #AliaTrabuccoZerán #LasOtras #LaResta #LasHomicidas #Limpia #LiteraturaChilena #Ensayo#EnsayoLatinoamericano #DerechoYLiteratura #Lenguaje #Lectura #ParedroPodcast #Paredro #PodcastLiterario #Libros#ConversacionesLiterarias
Lisa Vicente é médica ginecologista, obstetra, especialista em sexologia e em literacia para a saúde, divulgadora científica e autora dos livros “O Atlas da V” e “A Revolução da Menopausa”. No seu consultório afirma sentir-se tão motivada a seguir mulheres grávidas, como na menopausa, pessoas trans ou vítimas de violência sexual. E afirma a diversidade de corpos e de identidades como o que é normal na Humanidade. “Não há duas vulvas, nem dois clítoris iguais, não há duas menopausas iguais e cada pessoa tem prazer à sua maneira.” Ouçam-na aqui nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sinopsis:En nuestro afán de encajar en el mundo, muchas veces nos armamos de artificios para aparentar ser únicos y especiales, sumergiéndonos en la equivocación de sostener con esfuerzo una vida que no refleja quiénes somos en realidad. Nos acostumbramos a esta incomodidad y a mantener un esfuerzo constante, incluso cuando descubrimos que nuestras acciones no coinciden con nuestros deseos más profundos. Entonces surge la pregunta inevitable: ¿qué nos mantiene atrapados en esa ficción?La libertad de vivir en paz es una decisión que no siempre resulta clara, pero que está disponible cada vez que nos atrevemos a buscarla. Es posible alcanzarla, si nos permitimos escuchar nuestras propias necesidades y elegir conscientemente el camino que nos acerca a nosotros mismos.En La libertad de equivocarnos, la autora comparte las experiencias de su vida con honestidad y cercanía, contagiándonos sus certezas y ofreciéndonos una invitación: sentirnos inspirados, perseguir nuestros deseos y, sobre todo, disfrutar del camino de regreso a nuestra esencia. En definitiva, no se trata sólo de llegar a la meta, sino de crecer y transformarnos en el proceso.Autora: maría Eugenia QuirogaEditorial BarenhausReseña por @celinacocimano
Vamos viajar pela literatura? Nossa convidada de hoje é a Fátima Matos, Moçambicana, uma das autoras de nosso livro!Ela compartilha a experiência da escrita e inspiração para seu texto.Bora com a gente em mais um episódio?E se você quer viajar com a Bitonga Travel siga em nossas redes sociais e site para não perder nada!www.bitongatravel.com.br@bitongatravelE para adquirir seu livro Raízes do Atlântico o link é:https://www.asaas.com/c/x64jihjasj6d2wn5Convidada: Fátima Matos @fatima_abelmatosProdução: Dani RomãoPodcasters: Dani Romão e Rebecca Aletheia
Entrevista con Carolina del Valle, autora del libro Alma de Pájaro by LA PATRIA
# TEMA ¿PUEDE LA AI SER AUTORA DE UNA OBRA? | Pablo Ruiz & Isaac Carbajal# PRESENTA Y DIRIGE
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, bolsista PIPC da FCRB e integrante do grupo de pesquisa EPCC.Podcast sobre o artigo "Fake news sobre a Lei Rouanet: pensando a divulgação científica em cultura”. O texto, de autoria de Breno da Silva Carvalho, integra os Anais do 48º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, publicado em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com
Atomizado Berlín cuenta la historia de una familia afincada en Nordelta, un barrio acomodado de Buenos Aires. La novela pasa de ser la crónica de una familia argentina nacida en los 90 a un relato que aborda los grandes temas de la actualidad, desde el conflicto en Gaza, el cambio climático o las tensiones de la inmigración en Europa. Es la primera novela de Julia Kornberg (Buenos Aires, 1996). Hablamos con ella en Hora América.Escuchar audio
Autora de livros infantis Sally Gardner levou anos para descobrir por que teve compulsão que a levou a gastar mais de US$ 650 mil.
Durante muitos anos, ela observou atletas sendo preparados para suportar pressão, dor, expectativa e cobrança. Mas também viu de perto o outro lado da alta performance: ansiedade, exaustão, medo, excesso de controle e a dificuldade de sustentar resultados sem adoecer no processo. Foi mergulhando nesse universo que construiu sua trajetória profissional. Formada em Educação Física e Psicologia no início dos anos 2000, fez mestrado e doutorado em Psicologia, especializou-se em terapia cognitivo-comportamental e tornou-se diplomada em saúde mental pelo Comitê Olímpico Internacional. Há duas décadas vem atuando no acompanhamento de atletas de alto rendimento e, entre 2014 e 2022, liderou a área de preparação mental do Comitê Olímpico do Brasil, atuando, desde então, como líder das ações de saúde mental do COB. Nos últimos anos, esteve ao lado de atletas que viveram alguns dos momentos mais emblemáticos do esporte brasileiro recente, entre eles a ginasta Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica da história do país, que reconhece publicamente a importância do trabalho desenvolvido por ela ao longo de mais de uma década de acompanhamento psicológico. Autora do livro Pensamento Campeão (2015), lançou recentemente seu segundo livro, Alta Performance Sustentável, no qual propõe uma reflexão sobre saúde mental, atenção, equilíbrio emocional e os custos invisíveis da busca incessante por resultados. Conosco aqui, a psicóloga clínica e do esporte, educadora física, mestre e doutora em Psicologia, especialista em terapia cognitivo-comportamental, escritora, palestrante e uma das principais vozes da saúde mental no esporte de alto rendimento brasileiro, cujo propósito é compartilhar conhecimento e metodologias que tornem as pessoas felizes com seus sonhos, suas escolhas e suas conquistas, oferecendo bem-estar e fortalecendo a resiliência em contextos de alta pressão e em busca da alta performance na vida, a curitibana Aline Arias Wolff. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
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Fascinante y profunda charla con Sofía Segovia, escritora regiomontana y autora del bestseller internacional El murmullo de las abejas; traducido a 22 idiomas y con más de 1.5 millones de copias vendidas en el mundo.Conversamos sobre la historia incómoda y no contada del Noreste; el instinto como herramienta creativa, su camino como escritora y el mensaje que tiene para las nuevas generaciones.Honesta, directa y reveladora conversación.Contacto Sofía SegoviaWebsite: www.sofiasegovia.comCorreo: sofiasegovia@sofiasegovia.com Redes Sociales: @sofiasegoviaautora Mi Plataforma Educativa: https://cursos.horaciomarchand.comMi tienda online: https://tienda.horaciomarchand.com/Contacto: info@horaciomarchand.com ¡Sígueme!—INSTAGRAMTIKTOKFACEBOOKXLINKEDIN
Luis Herrero y Esther Nieto recuerdan la vida de la Premio Princesa de Asturias de Comunicación y Humanidades 2024.
Satrapi fue una de las escritoras iraníes más influyentes de su generación.
¿Por qué fallan las contrataciones? Ivonne Vargas revela errores de empresas…y también de candidatos. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Entrevista de la periodista Lorena Brítez a Virginia GawelVIRGINIA GAWEL: Licenciada en Psicología, integrando Psicologías de Oriente y Occidente + Neurociencias Contemplativas. En 1994 fundó el Centro Transpersonal de Buenos Aires. Docente en el Instituto Universitario Hospital Italiano, Universidad Católica-Hospital Británico, Fundación Metta Hospice (España), y otras instituciones. Miembro ejecutivo de la International Transpersonal Association. Autora de “El fin del autoodio” (Ed. El Ateneo).
El cor i els clavells. Dos elements que simbolitzen el que Pilar Mena ha volgut transmetre en el cartell del Corpus d'enguany. L'esperit d'una festa que parla molt de col.lectivitat i que surt del cor. Amb l'artista sitgetana hem conversat una estona sobre com ha anat tot el procés de creació del cartell d'aquest 2026 i de com ha viscut i viu una festa que ens obre, de bat a bat, les portes dels sentits. Olors i colors que, com assenyala Pilar Mena, ens porten a recordar la festa del Corpus. L'entrada Pilar Mena, autora del cartell del Corpus 2026: «he intentat transmetre aquella idea d’art col.lectiu que surt del cor» ha aparegut primer a Radio Maricel.
Puedes estar haciendo todo “bien” y aun así sentir que te estás quedando atrás, porque muchas veces el verdadero problema no es el esfuerzo… sino el ajuste.En este episodio conversamos con Sheila Segnalini, venezolana, mentora en gestión del tiempo y fundadora de Organizing Concepts, sobre reinvención personal y la presión silenciosa que muchas mujeres cargan al intentar ser la pareja perfecta, la mamá presente, la profesional exitosa y la amiga incondicional… mientras también tratan de tener una vida propia.Sheila es autora del libro Sí TIENES TIEMPO y pionera en integrar el Diseño Humano como una herramienta práctica para organizar el tiempo de manera alineada y sostenible. Reconocida en 2023 como Autora del Año por Mujer CBBA, ha acompañado a cientos de mujeres a transformar su relación con el tiempo desde un enfoque personalizado que combina productividad, autenticidad y bienestar. Su programa ¡Simplifícate! ha impactado a más de 400 mujeres en Latinoamérica y Estados Unidos, y actualmente reside en Houston, Texas, donde ofrece mentorías, formaciones y charlas inspiradoras.La conversación comienza con la identidad, los roles que aceptamos y ese momento en que decides que eres mucho más que la etiqueta escrita en tu calendario.De allí pasamos a lo práctico: productividad, hábitos y rutinas reales. Sheila comparte cómo protege sus mañanas, por qué no necesitas comenzar a trabajar a las 5 am para ser efectiva y cómo la flexibilidad es clave para mantener hábitos vivos cuando aparecen viajes, familia, imprevistos o temporadas intensas. También hablamos de herramientas sencillas como la regla de los dos minutos y de una verdad que muchos consejos genéricos de productividad ignoran: distintas personas necesitan distintos sistemas.Ahí es donde entra su enfoque de coaching, incluyendo cómo utiliza Human Design como una guía para crear planes personalizados que respeten el enfoque, la energía y el descanso de cada persona.También enfrentamos de frente la cultura del “hustle”: descansar no es un premio que te ganas después de agotarte, sino una herramienta esencial para ser productiva y sostenible en el tiempo. En el camino hablamos de límites, puntualidad como muestra de respeto, el tiempo frente a pantallas como un drenaje silencioso y el cambio de mentalidad necesario para implementar cambios reales.Y si el perfeccionismo en casa está consumiendo tu semana, también querrás escuchar sobre sus libros dedicados a poner límites y aprender a soltar.Comparte este episodio con esa amiga que siente que no le alcanzan las horas y déjanos una reseña contándonos cuál es tu mayor desafío con el tiempo para seguir esta conversación juntos.@organizing.conceptswww.organizingconceptstx.comSend BEHAS a text.Support the showTo Share - Connect & Relate:Share Your Thoughts and Shape the Show! Tell me what you love about the podcast and what you want to hear more about. Please email me at behas.podcast@gmail.com and be part of the conversation!To be on the show Podmatch Profile Ordinary people, extraordinary experiences - Real voices, real moments - Human connection through stories - Live true storytelling podcast - Confessions - First person emotional narratives - Unscripted Life Stories.Thank you for listening - Hasta Pronto!
El escritor emprendedor: emprende como escritor con Ana González Duque
En este episodio hablamos de escritores con doble oficio, de cómo vender servicios editoriales sin que ello diluya tu marca de autora, con estrategia, diferenciación y un modelo que no devore tus libros. Puedes suscribirte a mi newsletter aquí: https://marketingonlineparaescritores.com/suscripcion Tienes un resumen del episodio y las notas del programa aquí: https://marketingonlineparaescritores.com/vender-servicios-editoriales/
O corpo das mulheres indígenas, quilombolas e negras da Amazônia é o primeiro território de resistência, e a última linha de defesa de um mundo que o capitalismo tenta destruir. No segundo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos a professora Flávia Marinho Lisbôa, doutora em Letras e Estudos Linguísticos pela UFPA, professora adjunta da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, na Faculdade de Educação do Campo, e no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPA. Autora do livro Racismo Linguístico e os Indígenas Gavião na Universidade: língua como linha de força do dispositivo colonial(EDUFBA, 2022). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo Corpo-Utópico: Território e Dimensões de Gênero na Amazônia, um ensaio que parte de Foucault, atravessa a Amazônia Oriental e chega até os corpos concretos de mulheres que estão, hoje, segurando o céu com as próprias mãos. Conversamos sobre corpo-território, heterotopia, racismo linguístico, o protagonismo político das mulheres amazônidas, e a violência colonial que atinge primeiro os corpos que mais resistem. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e onde os povos originários sempre estiveram.
Este episódio recebe a cantora, compositora e escritora Buhr na coluna Bruna Beber Entrevista. Convidada do festival Poesia no Centro 2026, ela fala sobre os bastidores da criação de Feixe de Fogo, seu novo álbum, e de como as palavras transitam entre a música e os livros em sua vida. Autora da coletânea de poemas Desperdiçando Rima (Rocco) e do romance Mainá (Todavia), Buhr conta como mistura a escrita de canções e de literatura. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Cześć, w najnowszym odcinku serii Powojnie wracam do historii wydarzeń z 11 września i pokazuję kulisy wieloletnich poszukiwań Osama bin Laden. Mimo ogromnych środków i pracy tysięcy ludzi, przez długi czas pozostawał on nieuchwytny. Prezydent USA George W. Bush regularnie pytał o postępy, ale przełomu długo nie było. W tym samym czasie pojawiały się kolejne nagrania i oświadczenia z Bliskiego Wschodu, które tylko podsycały napięcie. Jak to możliwe, że jedna z najbardziej poszukiwanych osób na świecie tak długo unikała wykrycia? Co ostatecznie doprowadziło do przełomu? Tego dowiecie się oglądając najnowszy odcinek mojej serii zapraszam do oglądania.
No primeiro episódio da segunda temporada do Podcast do não Conto Calorias, Marina Nogueira conversa com Desire Coelho sobre emagrecimento, perda de peso, diagnósticos de obesidade, formas de perda, ganho e manutenção de quilos e muito mais. Desire Coelho é Doutora e Mestre em Ciências pela USP, idealizadora do Clube CCAFE e colunista de Saúde do EstadãoTem Formação em Análise do Comportamento pelo IBAC, Aprimoramento em Transtornos Alimentares pelo AMBULIM - IPq-FMUSP, Bacharel em Nutrição pela São Camilo e em Esporte pela USP, Autora do livro “Por que não consigo emagrecer?”, Co-autora do livro "A Dieta Ideal" e Membro do blog de divulgação científica Ciência InForma.O Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube: www.ccafe.com.br e use o código CALORIAS10Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/Os artigos citados no episódio são:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32097406/https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31777187/https://www.nature.com/articles/s41586-024-08165-7Música: Modern Jazz" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Bienvenidos y bienvenidas a otro episodio especial en Librorum. Este es especial por partida doble: es la presentación de la novela Bloodland, de Katherine Vega, grabada en vivo y… en medio de la presentación, nos visitó un bombero que tenía que hacer una comprobación. Una anécdota con final feliz que provocó asombro, risas, bromas… ¡y […] The post #236 BLOODLAND, KATHERINE VEGA (CHARLA CON LA AUTORA GRABADA EN VIVO EN LLIBRERIA NOVA ÉFORA) – ¡¡VIENEN LOS BOMBEROS!! first appeared on Sons Podcasts.
Mariana Salomão Carrara é escritora, poeta e defensora pública em São Paulo, reconhecida por uma obra que une sensibilidade narrativa e forte olhar social. Formada em Direito pela USP, atua há mais de uma década na Defensoria Pública, experiência que atravessa sua literatura ao abordar temas como desigualdade, luto, saúde mental e relações humanas.Autora de sete livros, ganhou destaque com obras como Se Deus Me Chamar Não Vou, finalista do Prêmio Jabuti, e Não Fossem as Sílabas do Sábado, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura. Em seu trabalho mais recente, A Árvore Mais Sozinha do Mundo (2024), premiado pela crítica, investiga os impactos sociais e emocionais da produção de fumo no sul do Brasil por meio de uma narrativa original e potente.Neste episódio, Mariana fala sobre literatura, escuta, justiça, criação artística e a potência das histórias como forma de compreender o outro.
Mejorcita, hoy hablamos con Dahlia de la Cerda: escritora mexicana, activista feminista y una de las voces más potentes de la literatura latinoamericana actual. Autora de Perras de reserva, Desde los zulos y Medea me cantó un corrido, su obra pone en el centro a las mujeres de la periferia: morras pobres, novias de narcos, brujas, aborteras, trabajadoras sexuales, mujeres moralmente grises en un país atravesado por la violencia. Con Dahlia hablamos de escribir desde el barrio, de feminicidio, narcotráfico, aborto, clasismo, maternidades no idealizadas y de por qué el feminismo institucional muchas veces no alcanza a las mujeres que viven en los márgenes. También de su activismo en Morras Help Morras, el colectivo que acompaña abortos seguros en contextos de ilegalidad, y de su apuesta por un feminismo situado, de zulo y no de cuarto propio. Conversamos sobre lenguaje, oralidad, humor negro, corridos, dinero, precariedad, rabia, éxito editorial, y sobre qué significa contar historias que incomodan porque no buscan ser ejemplares ni moralizantes.
Nuestra colaboradora, María Zaragoza nos lleva al Japón de la etapa Heian (S.XI) para descubrir a Murasaki Shikibu, autora del relato “Genji monogatari”, considerado por los expertos como la primera novela de la historia de la literatura. Antes, recibimos al catedrático de Historia Contemporánea Julián Casanova, Miguel Casanova y Carles Esquembre para hablar de "España partida en dos", una novela gráfica que resume a través de la ficción los principales episodios de la Guerra Civil. Viajamos también hasta Londres con nuestro corresponsal Guillaume Bontoux para asistir a la inauguración del Victoria&Albert East Museum. Por último, Agnès Batllé nos acerca al Teatro del Liceo donde mañana debuta el tenor vasco Xabier Anduaga con Werther de Massenet.Escuchar audio
Autora entrevistada: Dra. Ana Sofia Ferreira, Instituto de Sociologia, Universidade do Porto, Portugal. ORCID: https://https//orcid.org/0000-0002-5521-4191 Artículo: Revolução nos campos do sul: A participação das mulheres na reforma agrária em Portugal, 1974-1976. ARevolução do 25 de Abril de 1974, nos campos do sul ficou marcada por um amplo movimento de ocupações de terras, que consubstanciaram a reforma agrária. A análise da documentação oficial revela-nos um afastamento dasmulheres do mundo do trabalho rural da época, Porém, as entrevistas realizadas a mulheres no distrito de Beja mostram-nos uma outra realidade. O que pretendemos com este artigo é analisar o papel das mulheres na reforma agrária, procurando compreender como estas criaram mecanismos de emancipação feminina numa sociedaderural conservadora e onde ainda se fazia sentir marcas ideológicas da ditadura que remetiam a mulher para o lar e lhe negavam um espaço público, económico e político. Publicado en Revista Historia Agraria, número 96. Entrevista realizada por: Bárbara Direito, Instituto de História Contemporânea, Universidade Nova de Lisboa, Portugal. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Muchos escritores prefieren escribir con nombre ficticio, pero a veces el éxito abrumador de sus obras les invita a desvelar su verdadera identidad. Eso es lo que le ha pasado a la autora de "La asistenta".
Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.Mergulhe mais fundoBarbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)Episódios relacionados#70: Os generais e o cerco a Brasília#109: General bom, general mau#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioIsalete LealPedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.Mario PereiraGuia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves FerrazDoutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005).Cristina FeresMestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023).Piero LeirnerAntropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini