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¿Te apasiona la nutrición y quieres ayudar a otras personas a cambiar su vida?
¿Cómo aproximarse a personajes reales sin hacer, necesariamente, una biografía? Montse Sanchez Alonso, rescata en “El hielo de los suyos” una historia real, la de Ada Blackjack, conocida como la Robinson Crusoe de Alaska, que fue capaz de sobrevivir sola, en pleno ártico después de que los miembros de la expedición con los que partió como cocinera, fueran desapareciendo. Magdalena Lasala es una de las poetas y novelistas más conocidas y reconocidas de Aragón- Autora de grandes historias con protagonistas femeninas, emprende ahora una nueva aventura poética que combina los mitos griegos con la observación de los astros Y cerramos el programa con Susana Martín Gijón, que tras el éxito que fue “La babilonia”, publica ahora “La capitana”, ambientada en un convento de carmelitas descalzas en la Granada del siglo XVI, y con sor Ana de Jesús como protagonista de un thriller impecable.
Após ter determinado à Polícia Federal a realização de uma acareação entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa e o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, concedeu ontem autonomia para a delegada encarregada da audiência decidir se haverá mesmo necessidade de colocar os interrogados frente a frente. Autora do pedido de prisão preventiva de Vorcaro, a delegada Janaína Palazzo conduzirá o interrogatório. Ela apontou à Justiça Federal a existência de irregularidades na venda de falsas carteiras de crédito do Banco Master para o BRB por R$ 12,2 bilhões. Com base nos indícios colhidos, a delegada pediu à Justiça Federal a prisão preventiva de Vorcaro e outros dirigentes do Master. Ele foi preso em 17 de novembro por ordem da 10.ª Vara Federal de Brasília e solto no dia 29 do mesmo mês após um habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1). Dias depois, a investigação foi enviada ao Supremo Tribunal Federal por causa da apreensão de um documento com Vorcaro que citava um deputado federal, como revelou o Estadão. Por determinação de Toffoli, o caso passou a ser conduzido pelo STF e tramita sob sigilo. Em novembro, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, em decorrência de investigações da Polícia Federal sobre suspeitas na gestão da instituição. Em entrevista à Rádio Eldorado, o advogado criminalista Welington Arruda, mestre em Direito pelo IDP, disse que a audiência agora, no fim do ano, só se justificaria em caso de urgência, como um pedido de prisão de alguém, e definiu como “bastante complexo” o caso. “Não vai se resolver rapidamente, de fato vai demorar e o Poder Judiciário precisaria em tese assegurar a transparência absoluta desse caso para que a sociedade tivesse segurança daquilo que está sendo feito por meio das instituições”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Cómo aproximarse a personajes reales sin hacer, necesariamente, una biografía? Montse Sanchez Alonso, rescata en “El hielo de los suyos” una historia real, la de Ada Blackjack, conocida como la Robinson Crusoe de Alaska, que fue capaz de sobrevivir sola, en pleno ártico después de que los miembros de la expedición con los que partió como cocinera, fueran desapareciendo. Magdalena Lasala es una de las poetas y novelistas más conocidas y reconocidas de Aragón- Autora de grandes historias con protagonistas femeninas, emprende ahora una nueva aventura poética que combina los mitos griegos con la observación de los astros Y cerramos el programa con Susana Martín Gijón, que tras el éxito que fue “La babilonia”, publica ahora “La capitana”, ambientada en un convento de carmelitas descalzas en la Granada del siglo XVI, y con sor Ana de Jesús como protagonista de un thriller impecable.
Para a última sessão do ano de Zona Lê Dramaturgia, Zia Soares e Patrícia Portela trouxeram para o centro da conversa a escrita de quem encena. Ambas criam, também e não só, a partir do corpo em cena, da arquitetura do espetáculo e da urgência de dizer. A dramaturgia, aqui, é inseparável do gesto, da direção, da escuta de um tempo que se quer partilhado. A palavra nasce do palco e para o palco — e o pensamento encena possibilidades de mundo. Zia Soares é encenadora e atriz. O seu trabalho desenvolve-se entre a África e a Europa. Patrícia Portela (1974). Autora de performances e obras literárias, tem um mestrado em cenografia pela Faculdade de Utrecht e em Filosofia Contemporânea pelo Instituto Internacional de Filosofia de Lovaina. Estudou cinema e dança contemporânea. Viveu em Macau, Utrecht, Helsínquia, Ebeltoft, Berlim, Antuérpia (durante quase duas décadas), Viseu e Lisboa. Maria Giulia Pinheiro é dramaturga, encenadora e performer. Escreve para teatro desde 2012 e venceu a 2.ª edição do Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina com a obra Isso não é relevante. Criou e coordena desde 2017 o Núcleo de Dramaturgia Feminista. A sua produção cruza literatura e performance em projetos apresentados no Brasil, Portugal, Cabo Verde, Moçambique e Espanha. Conversa com Maria Giulia Pinheiro, Patrícia Portela e Zia Soares Edição Podcast Dito e Feito Joana Linda Produção Teatro do Bairro Alto
Autora a režiséra Zdeňka Duška fascinovala už od mládí postava tuláka, kterou Chaplin přivedl k životu. „Od doby, kdy jsem se začal zajímat o jeho osobní život, je fascinace několikanásobná,“ říká.
Entrevista con Leire San Martín sobre su ensayo "La caza de brujas en Pamplona" editado por Katakrak
"Eu sou terapeuta holística especializada em curas emocionais e energéticas através da Nutrição Holística, Florais de Bach, Tarot Terapêutico, Meditações e diversas técnicas de curas com as mãos e através da água. Ao longo dos anos eu venho me desenvolvendo de forma pessoal e profissional para viver minha missão de vida: ajudar o maior número de pessoas a nutrir seus corpos e almas com o intuito de se curarem através do autoconhecimento e da expansão de consciência. Depois de 10 anos trabalhando em finanças, eu mudei minha vida inteira para me dedicar ao meu amor pela alimentação e pela espiritualidade durante esse grande processo pessoal de autoconhecimento e expansão espiritual, eu busquei os mais diversos conhecimentos e formações profissionais nos Estados Unidos, Itália, França, Índia e Brasil, minha terra natal e onde moro atualmente.Atualmente a maior parte do meu trabalho é feito online e levo conteúdo diário e gratuito a milhares de pessoas através dos meus canais no YouTube e nas redes sociais. Sempre que possível faço Jornadas de Cura e Retiros Presenciais que permitem uma troca de energias e reencontros de almas indescritíveis. Juntos somos mais fortes!Acredito que cada um de nós estamos conectados e em busca de nos tornarmos nossa melhor versão, um passo a cada dia. Ao longo dos últimos anos tenho dedicado minha vida a buscar minha evolução e expansão e através dela auxiliar e inspirar outros amigos pelo caminho".=
En su columna de este domingo, Espido Freire nos ha invitado a mirar a una de las figuras esenciales de la literatura inglesa: Jane Austen, de cuyo nacimiento se celebra el 250 aniversario el próximo 16 de diciembre.
Autora e sexóloga que adotou relacionamento não monogâmico há 5 anos conta como foi experiência e quais os passos para quem deseja iniciar essa mudança.
Autora e sexóloga que adotou relacionamento não monogâmico há 5 anos conta como foi experiência e quais os passos para quem deseja iniciar essa mudança.
Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Distrito Federal para compor essa “mesa” de diálogos.Heloisa Lyra BulcãoCenógrafa e figurinista, desde 1982, com atuação em teatro, dança, cinema e exposições. É pesquisadora e professora independente, com 2 pós-doutorados em educação (UERJ/CNPq e UERJ/Faperj) e doutorado em artes cênicas (UNIRIO). Autora dos livros Luiz Carlos Ripper para além da cenografia (FAPERJ, 2014) - indicado a prêmios APTR e Questão de Crítica - e Luiz Carlos Ripper: poesia e subversão (FUNARTE, 2016). Foi uma das curadoras da exposição brasileira na Quadrienal de Praga 2023, que recebeu o prêmio de Melhor Trabalho em Equipe na Mostra dos Países e Regiões. Maria CarmenÉ cenógrafa e figurinista há 53 anos, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Criou cenários e figurinos para mais de 100 peças teatrais e megaespetáculos de rua. Trabalhou no Rio com Aderbal Freire F.º, Cecil Thiré e Domingos de Oliveira, organizou o Departamento de Figurino da TVE e traduziu o livro "Espaço–Teatro" de Bepi Pastore. Especializou-se em arquitetura cênica na Itália, revitalizando 33 teatros históricos. Em Brasília, fundou o NAC, coordenou cursos do ESTEC, projetou o Teatro Goldoni e fundou o Atelier Cenográfico. Atuou como Coordenadora de Difusão Cultural da FUNARTE (2007-2009). Maíra CarvalhoÉ diretora de arte, produtora e pesquisadora desde 2002. Em seu currículo, tem cerca de cinquenta produções de conteúdo audiovisual, dentre longas-metragens, séries, telefilmes, curtas, além de dezenas de produções publicitárias, espetáculos teatrais e cenografias de eventos. Em maio de 2025, foi agraciada com a Sigla da Associação Brasileira de Cinematografia, assinando a partir de então como Maíra Carvalho, ABC.De 2006 a 2015, foi professora de audiovisual e direção de arte em faculdades do DF. É graduada em História e Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, especialista em História e Estética do Cinema pela Universidad de Valladolid (Espanha) e em História da Arte pela Faculdade Dulcina de Moraes.É sócia criadora da produtora Quartinho Direções Artísticas e sócia da BRADA (Coletivo de Diretoras de Arte do Brasil) e da API (Associação das Produtoras Independentes) da ABC (Associação Brasileira de Cinematografia).Cyntia CarlaFigurinista, diretora, professora, circense, atriz, cenógrafa e maquiadora. É professora efetiva na UnB- Universidade de Brasília, lecionando disciplinas em diferentes áreas com ênfase em maquiagem e figurino. Graduou-se como bacharel em artes cênicas e é mestra na linha de pesquisa poéticas contemporâneas com a dissertação “O Livro de Lilitt: a construção de um corpo performático”, ambos pela UnB – Universidade de Brasília. Doutora pela Universidade de Lisboa - Doutoramento em Artes (Artes Performativas e da Imagem em Movimento), com a tese “De Ponta-cabeça: Percursos Feministas No Circo”. Como figurinista, cenógrafa e maquiadora atuou principalmente na cidade da Brasília assinando mais de 60 projetos incluindo; dança, cinema, circo, teatro e ópera. Foi integrante e membro fundadora do grupo de teatro-circo “Trupe de Argonautas” no Brasil e do grupo Soul Circus Almada em Portugal.Roustang CarrilhoÉ multiartista, Mestre em Artes Cênicas pela UnB e Técnico em Canto Popular pela Escola de Música de Brasília. Referência como cenógrafo e figurinista no Distrito Federal, reúne mais de 25 anos de atuação em projetos de dança, música, cinema e teatro. Sua pesquisa articula estética, performance e processos colaborativos de criação.Atua também como diretor de palco e ator. Integra a Andaime Cia. de Teatro (desde 2008) e o Coletivo Antônia (desde 2010). Realizou trabalhos em Portugal, Nova York, Chile, México e Praga.
¿Es posible amar sin dejar de ser un monstruo?"Una joven despierta sin recuerdos y con el cuerpo alterado: no duerme, no envejece y un hambre feroz la consume. Cuando descubre que no tiene hambre, sino sed de sangre, huye sin mirar atrás. Cincuenta años después, Ali dirige un restaurante de carretera. A puertas cerradas, cocina con sangre de hombres abusivos. Pero todo cambia cuando un enigmático crítico gastronómico pone en riesgo su secreto."Conversamos en el #TraficantesDeCultura con Mirella Granucci, autora de Seis Litros Promedio, su último libro editado por ZIG-ZAG.Conduce: Humberto Fuentes
Entrevista a Estel·la Ramírez, autora del libro 'La sociedad japonesa'. Se trata de un ensayo que analiza el pasado, el presente y los nuevos horizontes culturales y sociales del país oriental
Entrevista Patricia Jebsen - Licenciada en Relaciones públicas, autora del libro “Pensar diferente” by En Perspectiva
"Esta noche es muy especial porque es la primera pijamada de los mejores amigos del mundo mundial. Ann ha preparado junto a sus has una gran velada para sus amigos, pero Oliver tiene otra idea: "Y si volamos con el dron de mi papá?". Dudosas, Ann y Melí aceptan la propuesta, pero las cosas se complican cuando ¡el dron desaparece en el bosque! No les queda más remedio que ir a buscarlo y entremedio se encuentran con una casa hecha de galletas y dulces, ¡igualita a la de Hansel y Gretel! ¿Será que ahí también vive una bruja malvada?"Conversamos en el #TraficantesDeCultura con Catalina Corvalán, autora de La brujita vampiro y la aventura de la casa de galletas, su último libro editado por MONTENA.Conduce: Humberto Fuentes
"En los mares, donde la brisa susurra antiguas leyendas y las islas esconden secretos inimaginables, vive Alba, una valiente joven cuyo destino está a punto de cambiar para siempre. Criada en las legendarias islas de Kthul, Alba ha conocido la vida de los piratas desde pequeña. Junto a sus intrépidos amigos, se ha enfrentado a numerosos peligros, combatiendo monstruos marinos y navegando a bordo de La Tetera, un barco tan temible como antiguo. Pero todo se complica cuando aparecen dos jóvenes náufragos, arrastrados por las misteriosas corrientes de los océanos, hablándoles de un mundo diferente y desconocido."Conversamos en el #TraficantesDeCultura con Celeste Barbé, autora de La Tetera, su libro editado por ÁUREA EDICIONES.Conduce: Humberto Fuentes
En el Ojo crítico recordamos a Jane Austen, una autora que ha conseguido ser leída dos siglos y medio después de su nacimiento y que sus obras resulten tan frescas como si las hubiese escrito ayer. Orgullo y prejuicio, Sentido y sensibilidad, Emma… Todavía hoy miles y miles de lectoras y lectores de medio mundo leen sus novelas. Para repasar su trayectoria y sus obras, nos acompañan Cristina Oñoro y Ana Jarén, que han colaborado en 'Jane. Una biografía literaria de Jane Austen'.Escuchar audio
Escritora, cotada ao Nobel de literatura, tem seu primeiro livro lançado no Brasil
A juíza do TJDFT e escritora Rejane Jungbluth Suxberger conversou com Ritta Zumba, apresentadora do programa Pautas Femininas, sobre o livro “Invisíveis Marias: histórias além das quatro paredes”, reeditado pelo Grupo Editorial Caravana. Na entrevista, Rejane fala sobre o processo de transformar em literatura as histórias reais de violência contra a mulher que marcaram seus mais de dez anos de atuação no Juizado de Violência Doméstica. Ela comenta também como a rotina de audiências e a convivência com mais de dez mil processos revelaram um padrão de dor, silenciamento e culpa que atravessa as vítimas.
Rose acompaña a mujeres en procesos profundos de autoconocimiento y reconexión, ayudándolas a despertar su voz, su energía vital y su verdad interior.
Raúl Cohe conversa con Natalia Costa Rugnitz, doctora en Filosofía, profesora en la Universidad Católica del Uruguay, investigadora en Stanford y en Tübingen, y autora de “Tecnoproductividad”, publicado por Taurus (Penguin Random House).Natalia propone una mirada profunda e inquietante: ¿qué ocurre cuando la productividad deja de ser una meta y empieza a definir quiénes somos, qué compartimos, como nos relacionamos?Hablamos del sentido del trabajo, del discurso luminoso, de la necesidad de perseverar en la atención, del desgaste invisible y del futuro del pensamiento humano en una era que ofrece una sensación de libertad máxima, pero rara vez cuestiona el precio que se paga por ella.
"Eduardo, un abogado que regresa a Chile tras décadas en el exilio para enfrentarse a un pasado lleno de heridas abiertas y un presente que lo confronta con una hija desconocida. A su alrededor giran personajes tan complejos como entrañables, entre ellos Celeste, una prostituta ad-portas de la muerte cuya voz sirve de hilo conductor; Victoria una mujer de carácter fuerte e implacable y Gloria que, tras su independencia y dureza, esconde su vulnerabilidad."Conversamos en el #TraficantesDeCultura con Karin Ioannidis N., autora de Polvo, perros y putas, su primer libro editado por EDITORIAL CUARTO PROPIO.Conduce: Humberto Fuentes
No episódio de hoje do Autispod, recebemos Ana Beatriz Chamati – psicóloga, analista do comportamento e escritora – para conversar sobre como os livros podem ajudar no desenvolvimento infantil.Como as histórias contribuem para o aprendizado, o vínculo afetivo e o desenvolvimento emocional das crianças?E de que forma pais e profissionais podem usar a leitura como uma ferramenta de crescimento?Uma conversa inspiradora sobre o poder da literatura na infância!
Desde Panamá, les presentamos a Cuquita Arias, ícono de la gastronomía de su país. Autora de libros que celebran la cocina tradicional, incluyendo recetas afro-panameñas. Cuquita ha dedicado su vida a rescatar los sabores que definen la identidad de Panamá y presentarlos con un arte inigualable y excelencia! En este episodio, nos comparte su trayectoria, su pasión por la cocina y cómo convirtió su talento en una misión social. Además, nos revela momentos inolvidables de su carrera, como haber cocinado para el Papa Francisco. Un encuentro lleno de sabor, historia, colores y humanidad que no te puedes perder. ✅ Gracias por escuchar el podcast de Mariale, hoy decido cuidar de mi salud emocional. Recibe atención personalizada de parte de “Opción Yo” desde este enlace. https://opciónyonueva.trb.ai/wa/18zyR0Q ✅ SUBSCRIBETE: https://youtube.com/@RequenaOficial?si=NScj0MzLPHnISkzYInstagram: https://www.instagram.com/requenaoficial?igsh=czIzZGJ6aTZudDhoFacebook: https://www.facebook.com/marialerequenaoficialEdicion: Colmena FilmsProduccion: Rebeca Herrera Benarroch
¿Alguna vez te has despertado con la sensación de que tu sueño tenía un mensaje importante… pero lo olvidaste en cuanto abriste los ojos? O quizá has soñado lo mismo durante días, como si una parte de ti insistiera en ser escuchada. Los sueños son puertas: a veces pequeñas, a veces profundas, pero siempre conectadas con lo que vivimos por dentro. El Diario de sueños de la psicoterapeuta Gina Goldfeder, es una herramienta diseñada para ayudarte a capturar esos mensajes antes de que se desvanezcan, y convertirlos en guía, claridad y autoconocimiento, en este podcast de El Expresso de las 10 Alonso Torres conversó con la Dra. Gina Goldfeder en FIL 2025, ella es licenciada en Psicología Clínica con Maestría y Doctorado en Psicoterapia individual y de parejas, Autora del libro Diario de sueños
Mariela Blanco autora de "Tan Buenos Aires @ciudadhumana 1-12-2025
Claudia Gubser, autora del libro 'Hoy quiero cocinar yo', para ayudar a cocinar a personas con discapacidad intelectual
A peça “The Brotherhood”, da encenadora brasileira Carolina Bianchi, foi apresentada em Paris, no final de Novembro, no âmbito do Festival de Outono. Este é o segundo capítulo de uma trilogia teatral em torno dos feminicídios e violências sexuais e mostra como uma inquebrantável força masculina tem dominado a história da arte e do teatro, engendrando simultaneamente violência e amor quase incondicional pelos “grandes génios”. “The Brotherhood” é o segundo capítulo de uma obra sísmica, uma trilogia teatral em torno da violência contra as mulheres em que Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo mostram como o misterioso poder das alianças masculinas tem dominado a história da arte, do teatro e das próprias mulheres. Em 2023, no Festival de Avignon, a encenadora, actriz e escritora brasileira quebrou fronteiras e despertou o teatro europeu para a sua obra com o primeiro capítulo da trilogia “Cadela Força”, intitulado “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”. Nessa peça, arrastava o público para o inferno dos feminicídios e violações, a partir da sua própria história, e ingeria a droga da violação, ficando inconsciente durante grande parte do espectáculo. Agora, em “The Brotherhood”, Carolina Bianchi volta a trazer consigo as 500 páginas da sua tese e expõe incontáveis histórias de violência contra as mulheres, glorificadas por Shakespeare, Tchekhov e também tantos dramaturgos e encenadores contemporâneos. Ao mesmo tempo que questiona toda a complexidade que gera a deificação dos “génios” masculinos na história da arte e no teatro, Carolina Bianchi demonstra, com brilhantes laivos de ironia, que os deuses têm pés de barro e que as musas têm uma espada numa mão, mas também uma mão atrás das costas porque - como ela - têm um amor incondicional pelos “mestres”. Este segundo capítulo volta a abrir com uma citação de “A Divina Comédia” de Dante, situando-nos no purgatório e antecipando o inferno. Talvez por isso, uma das primeiras questões colocadas pela actriz-escritora-encenadora é “o que fazemos com esse corpo que sobrevive a um estupro?”, a essa “morte em vida que é um estupro”? O teatro de Carolina Bianchi ajuda a pensar o impensável ao nomear a violência e ao apontar todos os paradoxos intrínsecos ao teatro e à arte: afinal, não é o próprio teatro quem perpetua a “brotherhood”, esse tal sistema que se autoalimenta de impunidade e violência, mas que também se mantém porque “somos todos brotherhood”? Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, a principal inspiração de Carolina Bianchi era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada. Em “The Brotherhood”, é a poetisa Sarah Kane quem mais a inspira pelo seu amor à poesia e à própria violência. Quase como uma fatalidade, Carolina recorda que Sarah Kane dizia que “não há amor sem violência”. Uma violência que atravessa toda a peça, como um tornado, porque “a violência é uma questão infinita para mim” - explica a encenadora à RFI. Resta saber quanto tempo as placas tectónicas da “brotherhood” no teatro vão conseguir resistir ao tornado Carolina Bianchi. “The Brotherhood” foi apresentado no Festival de Outono de Paris, de 19 a 28 de Novembro, na Grande Halle de La Villette, onde conversámos com a artista. “O que significa situar-se no teatro depois de voltar do inferno?” RFI: O que é “The Brotherhood” e porque é que lhe consagrou a segunda parte da trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora de “The Brotherhood”: “‘Brotherhood' vem de uma expressão da Rita Segato, que é uma antropóloga argentina, que quando eu estava estudando para o primeiro capítulo ‘A Noiva e o Boa Noite Cinderela', eu cheguei a essa nomenclatura. Ela diz ‘brotherhood' para essa essa fraternidade entre homens, em que o estupro é parte de uma linguagem, de uma língua falada entre esses pares. Então, ela coloca o estupro como algo que é uma questão da linguagem com que essa fraternidade conversa, é uma consequência dessa conversa e isso para mim foi muito interessante de pensar porque tem esses aspectos dessa protecção. Fazer parte dessa fraternidade tem coisas maravilhosas e tem coisas terríveis e também acho que o espectáculo revela isso. Essa fraternidade é extremamente nociva, extremamente daninha para os membros dessa fraternidade também, para aqueles que são excluídos da fraternidade, e para aqueles que também fazem parte ela pode ser muito cruel. Acho que a peça busca trazer essa complexidade, é uma situação complexa de como olhar para esse amor que nós temos por essas grandes figuras da arte que se manifestam nesses homens que foram importantes, que são influenciadores, por exemplo, do teatro e em toda parte. O que é que atribui essa fascinação, esse poder e a complexidade que isso tem, as coisas terríveis que isso traz. Acho que é um grande embate com todas as coisas e eu não estou excluída desse embate, dessa contradição. O amor que eu sinto por esses grandes génios também é colocado ali numa posição bastante complexa e vulnerável.” O que faz desse amor que tem pelos “grandes génios”? Como é que, enquanto artista mulher, o mostra e, ao mesmo tempo, o denuncia? Diz que a peça “não é uma denúncia”, mas o que é que se faz com todo esse amor? “Eu acho que essa é uma das grandes perguntas da peça. O que é que a gente faz com todo esse amor? Eu não sei porque continuo habitando esse ponto de sombra, de contradição que é um ponto que me interessa habitar dentro da arte, dentro do teatro. Para mim, é mais sobre essa grande pergunta. Eu não tenho essa resposta. Eu não sei o que a gente faz com esse amor, mas eu acho que poder nomear que esse amor existe e que ele é complexo e que é difícil e que tem consequências e coisas que são dolorosas a partir desse amor foi uma coisa importante para mim. Como eu digo em cena, não é uma peça de denúncia, não é esse o lugar da peça, mas levantar essas questões e olhar do que é feita também essa história da arte. A trilogia toda traz muito essa pergunta: como a arte tem representado ou tem sido um espelho de coisas que, de facto, acontecem na sociedade e mesmo a arte, com toda a sua história de vanguarda e com toda a sua liberdade de certos paradigmas, ela consegue também ainda se manter num lugar de prosseguir com certos tipos de violência.” Em 2023, quando falámos do primeiro capítulo, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, disse que era “uma antecâmara do inferno, já com um pé no inferno”. Agora abre novamente com uma citação da Divina Comédia. Continuamos no inferno ou estamos antes no purgatório? “Sim. Nesta peça já estamos num purgatório, é acordar no purgatório. Tem uma frase da peça que é: “O que significa situar-se no teatro depois de voltar do inferno?”. Acho que essa frase resume um pouco essa busca de um posicionamento. Eu descreveria a peça como uma grande crise de identidade. Ela parte de uma crise de identidade, como uma jornada nesse purgatório, seguindo um mestre – como Dante segue Virgílio nesse purgatório. O mestre aqui seria um grande encenador de teatro, um grande artista, esses reconhecidos génios como a gente se refere. Acho que seria isso, seria uma jornada dessa tentativa de se situar num contexto do teatro. O teatro não é só um assunto da peça, o teatro é uma forma, é a linguagem como esta peça opera a sua discussão, a sua conversa.” Ao mesmo tempo que o teatro consegue pôr em palavras o que a Carolina descreve como a “fenda” que é a violação, o teatro também perpetua esse sistema de “brotherhood”, o qual alimenta a impunidade e a violência. Por que é que o teatro contribui para a continuação desse sistema e como é que se pode travá-lo? “Aí tem uma pergunta que eu não tenho resposta mesmo e que acho que nem existe: travar uma coisa dessas. Eu acho que sou pessimista demais para conseguir dizer que isso vai acabar. O facto de estar tão imersa nos estudos dessa trilogia vai mostrando que isso, para mim, está longe de terminar. Acho que a gente tem vivido transformações bastante importantes, contundentes, em termos de mudanças mesmo, mas acho que talvez a maior mudança que a gente tem aprendido, falando numa questão de corpos que não estão dentro dessa masculinidade que tem o poder, eu acho que é a questão da autodefesa que a escritora Elsa Dorlin aponta muito bem. Então, acho que uma das estratégias de autodefesa também é conseguir falar sobre certas coisas, é conseguir articular, talvez através da escrita, talvez através desta arte que é o teatro, nomear mesmo certas coisas, trazer esse problema para um lugar de debate. Para mim, a questão das respostas é impossível, é impossível, é impossível. Eu acho que o teatro tem essa história como parte de uma questão da própria sociedade. O teatro começa com esse actor que se destaca do coro, a gente tem a tragédia, a gente tem essa perpetuação dessa jornada heroica, os grandes encenadores, os grandes dramaturgos que eram parceiros dos grandes génios. A gente tem uma história que é feita muito por esses grandes mestres.” Mas, se calhar, as placas tectónicas do teatro podem começar a mudar, nomeadamente com o que a Carolina faz… Um dos intérpretes diz “Somos todos Brotherhood”. A peça e, por exemplo, a parte da entrevista que faz ao encenador “génio” não é a demonstração de que, afinal, não somos todos “brotherhood”? “Aí é que está. Eu acho que não. Eu acho que tem uma coisa que é menos purista nesse sentido do bem e do mal, do lado certo, do lado errado. Eu acho que é justamente isso. Tudo aqui neste trabalho está habitando esse lugar de complexidade, esse lugar de que as coisas são difíceis, é esse pathos que está manchado nesta peça. Então, a questão sobre o reconhecimento, sobre a empatia e também sobre a total distância de certas coisas, ela fica oscilando. Eu acho que a peça traz essa negociação para o público. A gente habita todos esses lugares de contradições. Eu acho que quando aparece esse texto, no final da peça, “tudo é brotherhood”, também se está dizendo muito de onde a sociedade tem as suas bases fincadas e como apenas o facto de ser mulher não me exclui de estar, às vezes, compactuando com esse sistema.” É por isso que se apropria dessa linguagem da “brotherhood”, por exemplo, na forma como conclui a entrevista do encenador “génio”? “Para mim, fazer uma peça sobre a ‘brotherhood', sobretudo usando o teatro como a linguagem principal, tinha a ver também com abrir um espaço para que essa ‘brotherhood' pudesse falar dentro da peça, pudesse se infiltrar dentro da peça e governar a peça. Por isso, essa coisa de uma outra voz que narra a história. Então, para mim, a peça precisava trazer essa ‘brotherhood' como guia, de facto, e não eu tentando lutar contra isso, porque senão acho que isso também revelaria pouco dessa complexidade, desse movimento que a ‘brotherhood' traz. É uma força e uma linguagem e eu precisava falar essa língua, ou melhor, tentar falar essa língua dentro da peça. Acho que isso também revela muito da complexidade minha que aparece ali, não como uma heroína que está lutando contra alguma coisa, mas alguém que está percebendo algumas coisas, mas também se está percebendo a si própria no meio dessa confusão.” Leva para palco essa complexidade, essa confusão. Admite ter sido vítima dessa violência, mas continua atraída por ela e dá a ideia que a violência engendra a violência. Porquê insistir nessa violência que alguém chama de “tornado” dentro da peça? “Porque não tenho outra opção neste momento. Acho que tem uma coisa de uma obsessão com o mal, que combina talvez uma questão para mim de temer muito esse mal, de já ter, em algumas vezes na minha vida, sentido essa força, essa presença, esse mal. Acho que esse mal é algo que temo e, por isso, também me obceca muito. É a linguagem com a qual agora eu consigo articular parte da minha expressão, parte da minha escrita, parte da minha presença. Acho que essa questão da violência é uma questão infinita para mim. Tem uma frase do ‘Boa Noite Cinderela' que é:‘Depois que você encontra a violência, que você sofre uma violência, enfim, você fica obcecada por isso”. Tem uma frase também na própria ‘Brotherhood', quando os meninos estão lendo uns trechos das 500 páginas que me acompanham ali em cena sobre a pesquisa da trilogia, e eles dizem: ‘Bom, então ela escreve: eu não superei o meu encontro com a violência. Eu sou a sua filha'. É impossível. Você fica obcecada.” A Carolina diz, em palco, que já não pode com a palavra violação, com a palavra estupro, que já não pode falar isso… Não pode, mas não consegue parar. É mais uma contradição? “Completamente. Mas isso é muito o jeito que eu opero, é nessa contradição e, ao mesmo tempo, dizendo que se a palavra agora não está carregando essa violência dessa forma, se eu não posso dizer a palavra estupro porque eu estou cansada de me ouvir dizer isso, vem a poesia com a sua forma. E aí a forma do poema é violenta e é isso que eu também estou debatendo ali. Então, é mudar uma forma de escrita e ir para um outro lugar onde essa violência apareça de outras maneiras.” Mas que apareça na mesma? “Não sei porque, para mim, por exemplo, a violência poética é uma outra forma de violência. Se a gente for pensar em termos de linguagem, a forma de um poema tem uma outra maneira de as coisas aparecerem, de a gente descrever as coisas, delas existirem, delas saírem, que é diferente de quando você está trazendo, por exemplo, um material documental para o seu trabalho. São maneiras diferentes de expressar certas coisas. Eu acho que é isso que eu estou debatendo ali no final da peça.” Aí diz que “o melhor caminho para a poesia é o teatro”, citando T.S. Eliot. Porém, também diz que o amor que você precisa não é o teatro que lho pode dar, nem a vida. Gostaria que me falasse sobre o terceiro capítulo da trilogia. Há esperança no terceiro capítulo? “O terceiro capítulo vai falar sobre poesia e escrita que, para mim, são coisas que estão muito perto do meu coração e isso já está apontado no final de ‘Brotherhood'. Sobre a esperança, eu não sei. Eu não sei porque o terceiro capítulo tão pouco vem para concluir qualquer coisa. Vem para ter a sua existência ali. Não sei se, na trilogia, se pode esperar um “grand final”, entende? Acho que a questão da esperança para mim, não sei nem se ela é uma questão aqui. Eu acho que é mais entender o que o teatro pode fazer? O que é que essas linguagens artísticas podem fazer? E, às vezes, elas não fazem muito e outras vezes elas fazem pequenas coisas que também já parecem grandes coisas.” Em si, o que fez? Há uma mudança? “Completamente, Completamente. Acho que a cada espectáculo dessa trilogia é uma mudança enorme porque você fica ali mergulhada em todas essas questões durante muito tempo e vendo a transformação dessas questões dentro da própria peça à medida que a vai repetindo. Porque demanda um tempo para você olhar para aquilo que você fez e ver o que essa coisa faz nas outras pessoas porque você, como directora, pode pensar ‘Ok, eu quero que a peça tenha essas estratégias de comunicação com o público, mas você não sabe, você não tem como saber o que aquilo vai fazer nas pessoas, que sinapses ou que desejos ou que repulsa ou que sensações aquilo vai trazer nas pessoas. Isso, para mim, é um momento interessante do teatro, bonito, essa espécie de ritual em que estamos todos ali, convivendo durante esse tempo, em muitos tempos diferentes - o teatro tem isso, o tempo da plateia, o tempo do palco, são tempos completamente diferentes - e vendo o que acontece.” Uma das questões principais da peça, que anuncia no início, é “o que é que fazemos com esse corpo que sobrevive a um estupro? Essa morte em vida que é um estupro?”. Até que ponto o teatro é, para si, a resposta? “Eu acho que o teatro é uma maneira de se formular a pergunta. Quando a gente vê na peça a pergunta colocada, transmitida por uma pessoa que sou eu, para eu chegar até essa pergunta é muito tempo e é muita elaboração a partir do pensamento do teatro. Então, acho que o teatro me ajuda a conseguir elaborar esses enunciados, essas perguntas, esses enigmas. Eu vejo o teatro como o lugar do enigma, onde o enigma pode existir, onde há coisas que não têm respostas, onde essa complexidade pode existir e pode existir na forma de enigma, de uma forma que não apresenta a solução. Então, acho que o teatro me ajuda a formular as perguntas e isso, para mim, é uma coisa que é muito bonita do teatro, é um lugar de uma honestidade muito profunda, como fazer para se chegar nas perguntas. O teatro é, para mim, o lugar dessa formulação, esse laboratório de formulação dessas perguntas, essas grandes perguntas.” Outra grande pergunta que se ouve na peça é: “Se a brotherhood no teatro desaparece, o teatro que amamos morre com ela? Estamos preparados para ficar sem esse teatro?” A Carolina não está a abrir uma porta para que esse teatro venha a existir? “Não sei se estou abrindo essa porta, mas ao formular essas perguntas, elas também ficam ali, nesse espaço, e agora elas habitam todas essas pessoas que estiveram aqui nestes dias assistindo a este espectáculo. Isso o teatro faz, esse compactuar, essas perguntas, tornar essas perguntas um processo colectivo. Agora essas perguntas deixam de ser perguntas que me assombram e passam a ser perguntas que talvez assombrem algumas pessoas que estiveram aqui. Isso é muito interessante. Mais do que acreditar que você está operando uma grande transformação, eu gosto de pensar num outro ponto, acho que só o facto de abrir essa pergunta, de fazê-la existir agora, colectivamente, isso é um trabalho, esse é o trabalho. Para onde ela vai a partir daqui, nem sei determinar, é um ponto bem nevrálgico do teatro, deixar as coisas ficarem com as pessoas. Eu busco muito esse lugar de não infantilizar o público, de deixar o público ficar com essas perguntas, de deixar o público ficar confuso, perdido. Acho que a gente às vezes ganha muito com isso, ganha muito com a confusão, quando ela é colocada. A gente pode permanecer com o trabalho mais tempo na gente quando ele consegue apontar esses enigmas, quando ele consegue manifestar as coisas de um jeito que a gente precisa pensar, que a gente precisa se debruçar. Nem tudo precisa de estar num tempo de uma velocidade lancinante, onde todas as questões são colocadas e imediatamente resolvidas, até porque essas resoluções, não sei se elas vão ser, de facto, resoluções.”
Cuando callar te ayuda a escucharteVivimos rodeados de ruido. Y no es solo el que sale de un parlante, el tráfico de la ciudad o la tv encendida en alguna sala. Es el ruido que se nos mete en la cabeza sin pedir permiso: notificaciones, mensajes, tendencias, discusiones, noticias urgentes que dejan de ser urgentes en dos horas, y esa presión por “estar al día”. ¿Cómo salirnos de ese ruido? La respuesta en este episodio.El poder del silencio. Cuando callar te ayuda a escucharte Es curioso: nunca habíamos tenido tanto acceso a la información, y aun así, nunca habíamos sentido tanta ansiedad por perdernos algo.Ese famoso FOMO—el miedo a quedarnos atrás—nos hace revisar el celular antes de dormir, durante el almuerzo, en medio de una conversación e incluso cuando no está sonando. Es como si nuestra atención hubiera entrado en modo automático. Y claro, con ese nivel de estímulo constante, ¿Cómo no vamos a terminar agotados?Lo más delicado es que, sin darnos cuenta, empezamos a vivir en función del ruido. Nos ajustamos a la moda del día. Consumimos la opinión más reciente. Nos acostumbramos a tener una respuesta inmediata para todo. Y lentamente, casi sin notarlo, nos desconectamos de nosotros mismos.Perdemos esa voz interna que pide una pausa. Esa sensación que antes era clara y ahora se diluye entre miles de cosas que compiten por un segundo de nuestra atención. La mente queda tan llena, que ya no hay espacio para escucharnos.Y aquí está lo más paradójico de todo: no le tenemos miedo al ruido… le tenemos miedo al silencio. Porque el silencio nos deja solos con nosotros mismos. Y eso puede incomodar. Nos expone. Nos obliga a ver lo que está pendiente, lo que duele, lo que necesitamos ajustar.Así que preferimos el caos antes que enfrentarnos a lo que pasa adentro. Abrimos redes. Encendemos el televisor. Revisamos un chat antiguo sin razón. Saltamos de pestaña en pestaña, como si ese ruido digital pudiera evitar que pensemos demasiado.Pero la pregunta de fondo es más simple: ¿A cuántas cosas importantes les estamos bajando el volumen porque el ruido externo está muy alto?No se trata de volverse monje ni de desconectarse del mundo. Se trata de reconocer que, si no gestionamos el ruido, el ruido nos gestiona a nosotros. Y nos roba claridad. Nos roba calma. Nos roba la posibilidad de tomar decisiones desde un lugar más consciente, no desde la reacción automática.Por eso en el nuevo episodio de Mil Palabras vamos a explorar este tema con más profundidad: el silencio como herramienta de comunicación contigo mismo. No te voy a contar aquí cómo se logra ni cuáles son las prácticas que te pueden ayudar… porque ese es justamente el corazón del episodio.¿Qué implica el silencio?Solo te adelanto algo: El silencio no es ausencia. Es presencia.Y cuando lo entendemos, cambia por completo nuestra forma de pensar, sentir y relacionarnos.Si quieres descubrir cómo usarlo a tu favor, te invito a escuchar el episodio completo.Fuentes:Susan Cain – autora de Quiet: The Power of Introverts in a World That Can't Stop Talking (Crown Publishing, 2012).María Fornet – psicóloga española, especialista en bienestar emocional y desarrollopersonal. Autora de Te mereces esto y más,.#Comunicación Oral, #Hablar En Público, #Muletillas, #Comunicación Efectiva, #Presentaciones, #Podcast De Comunicación, #Podcast, #Podcast Corporativo, #Desarrollo Profesional, #Expresión Verbal, #Técnicas Para Hablar Mejor, #Santiago Ríos, #Comunicación Consciente, #Callar Te Ayuda A Escucharte, #Reflexión Personal, #Gestión Emocional, #Atención Plena, #Silencio Interior, #Salud Mental, #Autoconocimiento Profundo, #Regulación Emocional, #Crecimiento Interior, #Bienestar Integral, #Callar, #RuidoPara participar, escríbeme tus comentarios a...
En muchos hogares mexicanos, los platillos de la abuela son más que simples recetas: representan un vínculo con la historia familiar y con la identidad cultural del país. Cada guiso, cada aroma que sale de la cocina, guarda un legado que ha pasado de generación en generación. En este podcast de El Expresso de las 10 te invitamos a disfrutar de los secretos culnarios de la promotora gastronómica Laura Landeros ella es licenciada en Letras Hispánicas, educadora, chef e investigadora culinaria; Asesora en gastronomía de este programa. Autora del libro Festín de Sabores.
En nuestro episodio 488 conversamos con Rebecca Heiss, cofounder de GameChanger y autora del libro SPRINGBOARD y INSTINCT sobre: + Su nuevo libro SPRINGBOARD. + Cómo los pequeños desafíos pueden reprogramar tu cerebro. + Cómo convertir el estrés en tu mejor aliado. + Por qué la curiosidad y el miedo son incompatibles. + El costo oculto de permanecer en tu zona de confort. + Afrontar el peor mes de su vida. + Un tigre al que puedes invitar a tomar el té. + Una regla sencilla para enfrentar los retos.
Autora de crónicas de ciudad recopiladas en su publicación VÍA ALTERNA. Como poeta ha sido invitada a varios festivales de poesía nacionales e internacionales.El presente libro SOLEDAD ANFIBIA compila sus poemarios anteriores: Espejo Lunar Blanco -2016- Óleos de mujer acosada por el tiempo -2013- Animales Invertebrados -2017- Se publican ahora juntos bajo el título SOLEDAD ANFIBIAEl libro publicado por Escarabajo Editorial; tuvo una discreta pero emotiva presentación en la Biblioteca de Cajamag.
¿Qué mensajes nos dejan los animales al morir? Vero Kenigstein nos explica cómo interpretar las señales espirituales de nuestros animales, entender su energía y descubrir el significado de su partida. Este encuentro es una oportunidad para ayudarnos a comprender las lecciones que nos dejan al marcharse. Vero Kenigstein Terapeuta Vincular y Comunicadora Interespecies. Ayuda a mejorar la vida y los vínculos entre animales y humanos. Autora de varios libros y creadora de una formación profesional. http://www.veronicakenigstein.com http://www.instagram.com/vero.habloconanimales.escuela https://www.facebook.com/vero.habloconanimales.escuela/ Más información en: https://www.mindaliatelevision.com PARTICIPA CON TUS COMENTARIOS EN ESTE VÍDEO. ------------ INFORMACIÓN SOBRE MINDALIA ----------DPM Mindalia.com es una ONG internacional, sin ánimo de lucro, que difunde universalmente contenidos sobre espiritualidad y bienestar para la mejora de la consciencia del mundo. Apóyanos con tu donación en: https://www.mindalia.com/donar/ - Suscríbete, comenta positivamente y comparte nuestros vídeos para difundir este conocimiento a miles de personas. Nuestro sitio web: https://www.mindalia.com SÍGUENOS TAMBIÉN EN NUESTRAS PLATAFORMAS https://www.mindalia.com/plataformas/ *Mindalia.com no se hace responsable de las opiniones vertidas en este vídeo, ni necesariamente participa de ellas. #Animales #Mensajes #Señales
Con Chitu, Riesco, Corbella, Ortega y Tintó See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
Vania Bachur, autora y creadora de contenido nos presenta su libro “15 consejos malvados para ser un adulto independiente con gustos bien dementes”. Conéctate en Tamara con Luz en MVS, de lunes a viernes, de 10:00 AM a 12:00 PM por MVS 102.5 FM See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sexta entrega de"Sección Oficial", nuestro programa realizado en colaboración con Film&Co en el que charlamos con Víctor Palacios, director del MANIATIC Festival Internacional de Cine Fantástico de Valencia. Además, repasamos los próximos estrenos en salas y streaming, hacemos la ruta de festivales de cine del mes de noviembre, y viajamos por diferentes presentaciones de series y películas. Y, en "Pixeles y Letras" charlamos con Raquel Piñeiro, autora de "Un país en la pantalla. España a través del cine y las series". - Comienzo de "Píxeles y Letras". Anuncio de contenidos de "Sección Oficial" y de "Pixeles y Letras". - Comienzo de "Sección Oficial" - Charla con Víctor Palacios, director del MANIATIC Festival Internacional de Cine Fantástico de Valencia - Festivaleros - 2ª Edición del ARANCINE, Festival de Cine de Aranjuez. Del 30 de octubre al 8 de noviembre - 13ª Edición del Festival FantaElx. Festival de cine fantástico de Elche. Del 13 al 22 de noviembre - 32ª edición del Festival de Cinema Independent de Barcelona se celebra del 13 al 23 de noviembre - 67ª edición del Festival Internacional de Cine Documental y Cortometraje de Bilbao - ZINEBI. Del 21 al 28 de noviembre - ROMPEMADRID, Festival Internacional de Cine de Acción y Aventuras, que se celebrará del 27 al 30 de noviembre - Entrevistas - Entrevista con el director de "Ya no quedan junglas" Luis Gabriel Beristáin y la actriz Megan Montaner. Estrenada en cines el 26 de septiembre. La película fue preestrenada en el festival de san Sebastián marco en el que tuvo lugar la entrevista. - Durante la presentación en la 17ª edición FesTVal de la serie de Prime Video "Zoomers" tuvimos la ocasión de entrevistar entre otros a los actores Biel Rossell Pelfort, Berta Castañé e Itziar Atienza y a Óscar Pedraza (director de la serie). - El 17 de octubre se estrenó en cines "La Cena" y antes entrevistamos a Elvira Mínguez y Asier Etxeandía y al director Manuel Gómez Pereira. - "La Ruta Vol 2 Ibiza" se estreno el 26 octubre en Atresplayer y pudimos charlar con dos de sus protagonistas, Irene Escolar y Àlex Monner. - Próximos estrenos y tráilers - Cuando los amos duermen. Estreno en @enfilmin el 31 de octubre - Siempre es invierno. BTeam Pictures. Estrenos en cines 7 de noviembre - Gaua. Filmax. Estreno en cines el 14 de noviembre - Alpha. Caramel Films/Youplanet Pictures. Estreno en cines el 21 de noviembre - Coartadas. Beta Fiction Spain. Estreno en cines el 28 de noviembre - "Final Sección Oficial" - Segunda parte de "Pixeles y Letras" - Charla con Raquel Piñeiro, autora de "Un país en la pantalla. España a través del cine y las series". - Despedida y cierre
- Charlas de terror sin filtro, contado por quienes saben invocarlo -Hay palabras que narra. Y hay palabras que arden, dejan marcas y abren portales.Las de Mariana Enriquez no se leen: se sienten en la piel.Autora de culto y fenómeno internacional, sus libros fueron traducidos a más de veinte idiomas, editados por sellos legendarios como Anagrama y publicados en todo el mundo.Ganadora del Premio Herralde y distinguida en 2024 con el prestigioso Premio José Donoso, Mariana llevó la literatura de terror argentina a lo más alto. Elogiada por la crítica y venerada por lectores de todos los continentes.Nadie cuenta el horror como ella: urbano, político, visceral y profundamente humano.Entrá al mundo de una verdadera Maestra del Miedo. Y no salgas hasta que termine la historia. Seguinos en @martesdemisterio en Instagram: https://www.instagram.com/martesdemisterio/ Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Ángeles Blanco recibe en el Auditorio de Jameos del Agua, en Lanzarote, a la escritora y divulgadora Elsa Punset, quien nos enseña a educar las emociones. Una mujer que ha sabido tender puentes entre la razón y la emoción, entre la ciencia y la vida cotidiana, entre el conocimiento y la esperanza. Elsa Punset ha ayudado a miles de personas a entender mejor lo que sienten y a transformar su forma de estar en el mundo que nos ha tocado vivir. Es una de las voces más reconocidas en el ámbito de la inteligencia emocional y el desarrollo personal. Autora de varios libros, con gran éxito de publico. El último, 'Alas para volar', invita a mirar en nuestro interior con curiosidad y sin miedo.
Neste episódio falamos sobre a obsessão masculina com o tamanho do pênis e sobre como a objetificação do falo em tempos de redes sociais impacta este fenômeno.A parte mais sensível de um homem é seu pênis. Por meio dele é possível performar masculinidade - como Jair Bolsonaro fez ao se autodenominar "imbroxável" -, ou atacar a moral de um inimigo. O ex-presidente Barack Obama, vencedor do Nobel da Paz, se prestou a caçoar do tamanho do pênis de Donald Trump em um comício da campanha democrata em 2024.Estudos mostram que essa é uma questão global: 55% dos homens estão insatisfeitos com o tamanho dos próprios pênis. O dado é compreensível, mas se torna irônico quando o mesmo estudo aponta que 85% das mulheres estão satisfeitas com o tamanho do que os parceiros têm a oferecer.Diante disso, partimos em busca de respostas para algumas das maiores questões envolvendo o órgão sexual masculino? Como ele funciona afinal? Tamanho é documento? Como são as cirurgias que prometem ganhos estéticos e funcionais? E qual é o impacto de se associar pênis pequenos à falhas de caráter?Mergulho mais fundoO homem não existe: masculinidade, desejo e ficção (link para compra)Entrevistado do episódioLigia DinizDoutora em literatura pela Universidade de Brasília (UnB), professora de teoria da literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), crítica literária e escritora. Autora do livro "O homem não existe", editora Zahar.Rafael SiqueiraMédico urologista, autor do livro "Tamanho é documento".Bayard Fischer SantosEx-médico urologista responsável pelo recorde mundial de aumento peniano no Guinness Book, o livro dos recordes. Hoje, atua como advogado.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Leituras adicionais: Lígia DinizMixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Iniciamos un nuevo programa de la mano con el Comando Norte, en el que Nacho Carretero y Aitana Castaño se reúnen con Raquel Villaécija, periodista y autora de libro "La vergüenza", una crónica sobre uno de los juicios más mediáticos y duros de la historia. Una semana más abrimos el club de la Miss Experiencia para recibir a Mamen García que tiene 78 años y fue actriz, compositora, cantante, pianista y autora del jingle publicitario de Mercadona. Seguimos con Meterse en un Jardín, con Eduardo Barba, en el que hacemos un viaje fascinante a las raíces de las plantas. Y los últimos 15 Minutos se los dedicamos a la Fama donde Martin Bianchi nos hace un repaso sobre la publicación de las prometedores memorias de Isabel Preysler, el reencuentro de la Familia Real en Oviedo a raíz de los premios Princesa de Asturias y la renuncia del hermano del rey Carlos III de Inglaterra, el príncipe Andrés, tras su reiterados y probados escándalos.
En Ivoox puedes encontrar sólo algunos de los audios de Mindalia. Para escuchar las 4 grabaciones diarias que publicamos entra en https://www.mindaliatelevision.com. Si deseas ver el vídeo perteneciente a este audio, pincha aquí: https://www.youtube.com/watch?v=1isOo4y5hrM En la psique femenina habitan fuerzas ancestrales y divinas: la Diosa primigenia que se manifiesta en cada mujer a través de distintos rostros y energías. En esta entrevista, Priscilla Soto nos guía a reconocer y encarnar esos potenciales para vivir con plenitud, tomar decisiones alineadas y caminar con propósito. Acompáñanos en un viaje de autoconocimiento y reconexión con nuestra mitología viva, para recordar el poder sagrado que siempre estuvo dentro de ti. Priscilla Amor Licenciada en Educación, Máster en Psicología y Coaching. Experta en autocuidado femenino, ciclicidad lunar y Biodanza SRT. Autora sobre femineidad y espiritualidad. / alquimiadeladanza #DiosInterior #PoderInterior #Espiritualidad Más información en: https://www.mindaliatelevision.com PARTICIPA CON TUS COMENTARIOS EN ESTE VÍDEO. -----------INFORMACIÓN SOBRE MINDALIA--------- Mindalia.com es una ONG internacional, sin ánimo de lucro, que difunde universalmente contenidos sobre espiritualidad y bienestar para la mejora de la consciencia del mundo. Apóyanos con tu donación en: https://www.mindalia.com/donar/ Suscríbete, comenta positivamente y comparte nuestros vídeos para difundir este conocimiento a miles de personas. Nuestro sitio web: https://www.mindalia.com SÍGUENOS TAMBIÉN EN NUESTRAS PLATAFORMAS Facebook: / mindalia.ayuda Instagram: / mindalia_com Twitch: / mindaliacom Odysee: https://odysee.com/@Mindalia.com *Mindalia.com no se hace responsable de las opiniones vertidas en este vídeo, ni necesariamente participa de ellas.
Inês Meneses é radialista, cronista e autora do icónico programa radiofónico “Fala com Ela” da Antena 1, que celebra este mês 20 anos de conversas. Para festejar esta data, a comunicadora convida ouvintes e amigos a juntarem-se a si numa matiné dançante no próximo dia 26 de outubro, no LUX, em Lisboa, onde será exibida a curta metragem “Falem Com Ela”, de Bruno Ferreira. Autora de tantos outros programas como “O Amor é”, com o psiquiatra e sexólogo Júlio Machado Vaz, ou o podcast “Cultas e Vinho Verde”, no “Público”, Inês Meneses afirma-se incomodada com o mundo extremado, e a falta de humanismo, mas mantém a esperança no que aí vem. “Não percebo porque é que ‘empatia’ é uma palavra colada à esquerda. A empatia deve ser de todos.” Ouçam-na nesta conversa com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesse encontro reaprendi, atualizei e mudei minhas percepções sobre aposentadoria de recomeço voltada para quem planeja iniciar seu próprio negócio. Se antes tinha certezas, agora tenho muita curiosidade e vontade de ir mais a fundo. Este é meu convite para um instigante e didatico conteúdo com Maria Augusta Orofino, ou simplesmente “Guta”, que vem se destacando como uma influente especialista no tema Empreendedorismo e Inovação para o publico Senior 50+, com anos ministrando treinamentos, cursos, mentorias e consultorias a muitos executivos e empresarios no Brasil. Ela é Mestre em Gestão do Conhecimento com cursos de extensão realizados na Duke Universitye UC Berkeley –USA e Universidade de Barcelona -Espanha, considerada como um dos 50 nomes multiplicadores da criatividade no Brasil, em 2022, pela revista WiredFestival e premiada pela ABTD-PR como Personalidade do Ano em RH, em 2021 e Top ofMind HSM Academy2021 e 2022, com um portfólio que inclui empresas como: M. Dias Branco, Vale, TIM, Claro, Electrolux, Ultracargo, Mitutoyo, DOW Quimica, Abbot, Unilever entre outras. Autora do livro Liderança para Inovação. Co-autora dos livros Jornada Ágil, Business Model You, Estrategista Visual e #BoraInspirar. Professora da ESPM, HSM Academye Sustentare. Conteudista e apresentadora de programas de capacitação na UOL Edtech, Grupo Anima e HSM University. Após toda essa vivencia e experiencia ao longo de sua carreira desenvolveu um método único e constantemente atualizado, especialmente pensado para profissionais que passam anos adquirindo habilidades e conhecimento dentro das empresas, mas que em dado momento da vida sentem que chegou o momento de escrever um novo capítulo da sua história. Através da mentoria pelo MÉTODO SILVER - Empreende 50+, Guta auxilia diversas empresas a saírem do sonho distante para o mundo real ou digital! Atualmente seus projetos preparam empresas para os desafios do futuro do trabalho, aliando estratégia, cultura e desenvolvimento de pessoas. Sua crença se baseia em que a transformação das organizações começa por inspirar e fortalecer indivíduos, por isso, cada ação que conduz busca gerar não apenas resultados sustentáveis, mas também relações de confiança, engajamento e propósito. Vem conosco se questionar se este é um caminho possível para o seu futuro e validar se há novos dados, fatos, conhecimentos que possam acender a chama de inovação que despertará seu instinto de empresário Senior. Afinal de contas, parafraseando um dito popular: empreender e coçar, é só começar! Para contatar nossa convidada ou saber mais do tema: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/mariaaugustaorofino/Site: www.mariaaugusta.com.brInstagram: @mariaaugustaorofino Ou contate diretamente através do e-mail falecom@mariaaugusta.com.br ! Acompanhe o Tábula Rasa nas redes sociais:– Facebook– Instagram– LinkedIn– Threads– X/Twitter– YouTube Ouça o Tábula Rasa nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Deezer- Amazon Music- PocketCasts O Tabula Rasa é produzido pela Rádiofobia Podcast e Multimídia e publicado pela Rádiofobia Podcast Network.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuestra invitada en el episodio #322 de Máximo Desempeño es Mariajosé Quiceno, vicepresidenta de Reputación de Bancolombia y una de las líderes más reconocidas de la región en comunicación estratégica. Autora del bestseller "La Voz del Líder", ha dedicado más de 20 años a ayudar a líderes a superar el miedo de alzar la voz y comunicar con propósito auténtico. Su historia trasciende el éxito corporativo: cuando su hijo sufrió bullying y el sistema falló, ella no se quedó callada. Llevó su batalla hasta la Corte Constitucional y el Congreso, fundó el movimiento "El Acoso Escolar Mata" y demostró que el verdadero liderazgo nace cuando defendemos lo que más importa. Descubre cómo María José transformó el dolor más profundo de una madre en una cruzada que cambió leyes y protegió millones de niños, por qué el futuro pertenece a quienes hablan con propósito y no a quienes hablan más fuerte, y cómo encontrar tu voz cuando el mundo más necesita escucharte. Además, Pablo profundiza en "La Revolución de la IA: Tu Oportunidad o Tu Extinción", una reflexión urgente sobre el cambio más dramático que viviremos en nuestras vidas. Los próximos dos años cambiarán todo lo que conoces. La IA está creciendo 300% año tras año, eliminará 92 millones de empleos pero creará 78 millones nuevos. Haz las cuentas. Mientras el 75% de los trabajadores del conocimiento ya usa IA diariamente, la mayoría lo hace sin estrategia, como manejar un auto de Fórmula 1 sin saber conducir. Un episodio que te desafiará a preguntarte: ¿Vas a ser víctima o protagonista de esta revolución? ¿Tienes el valor de alzar tu voz en los momentos que más importan? El futuro pertenece a los que actúan ahora, no a los que esperan a que todo se aclare.