Former President of France
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Le 21 avril 2002, Jean-Marie Le Pen se qualifie contre toute attente pour le second tour de l'élection présidentielle. Le socialiste Lionel Jospin est éliminé. Le président du Front national affronte Jacques Chirac au second tour. Un séisme dans la vie politique française qui marque le début de l'ascension du parti d'extrême droite Dans moins d'un an, les Français choisiront un nouveau chef de l'État après dix ans de présidence d'Emmanuel Macron. Cette élection va donc tourner une page de l'histoire politique du pays. Avant de vous raconter la campagne pour 2027, le service politique de RFI replonge dans les cinq derniers scrutins présidentiels, de 2002 à 2022. Temps forts, enjeux, surprises : tout ce dont il faut se rappeler. Épisode 2 : 2007, le duel Sarko-Ségo Épisode 3 : 2012, la victoire du président « normal » Épisode 4 : 2017, la « révolution » Macron Épisode 5 : 2022, le match retour Macron-Le Pen
Cassoulet: The God of Occitan Cuisine | Food Tour de FranceCassoulet — the slow-cooked white bean stew that the gastronome Prosper Montagné called the God of Occitan cuisine — is one of the most celebrated and most fiercely contested dishes in the whole of French gastronomy. Today's Food Tour de France episode starts in Carcassonne — one of the three cities at the heart of the great cassoulet debate — and tells the full story of this extraordinary dish. From its disputed medieval origins during the Hundred Years' War to the three-way rivalry between Castelnaudary, Carcassonne and Toulouse that has been running for over a century without resolution, this is French food history at its most passionate, most specific and most gloriously argumentative.The episode covers everything you need to know about cassoulet — what it is, what goes in it and why the answer to that question depends entirely on which city you are in. Castelnaudary's version — white beans from the Lauragais, goose confit, pork shank and sausage, finished in a baker's oven fired with black mountain wood — is considered by its makers the only authentic original. Carcassonne's version adds red partridge and a piece of lamb, which Castelnaudary regards with undisguised suspicion. And Toulouse's version contains duck confit and Toulouse sausage, sometimes covered with breadcrumbs, with a serious ongoing debate about how many times the crust should be broken during cooking. Between six and eight, depending on who you ask. This is the level at which the cassoulet argument operates.The story of the Grande Confrérie du Cassoulet de Castelnaudary — founded in 1970, its members wearing robes and cassole-shaped headdresses, counting Jacques Chirac, François Mitterrand and the French national football team among its formally inducted dignitaries — is one of the most entertaining in French food culture. The episode also covers the history of the tarbais bean, the cassole terracotta pot that gives the dish its name, the wine to drink alongside it, and why eighty percent of France's industrial cassoulet production comes from six producers in a single city that calls itself, with magnificent confidence, the World Capital of Cassoulet.The Food Tour de France is a daily series running alongside the 2026 Tour de France on Fabulously Delicious — one episode for every stage start and finish, covering the food of the places the race passes through. This is French food culture told through the greatest race in the world. Search Fabulously Delicious on Spotify and Apple Podcasts for the full series — and if you want the full story of the haricot tarbais bean that is one of the great ingredients of cassoulet, go back and find the Lannemezan episode earlier in the series.As Fabulously Delicious steps into its sixth year, one thing is clearer than ever: five years of French food culture has taught Andrew that the subject is genuinely inexhaustible. My book Paris: A Fabulous Food Guide to the World's Most Delicious City is your ultimate companion. This is a new 2026 update for the book and you'll find hand-picked recommendations for the best boulangeries, patisseries, wine bars, cafés, and restaurants that truly capture the flavor of Paris. You can order it online at andrewpriorfabulously.com You can help keep the show thriving by becoming a paid subscriber on substack where you'll also get fabulous extra content. Every contribution makes a huge difference. Join here at Substack Merci beaucoup!Newsletter Youtube Instagram Facebook Website #FrenchFoodPodcast #FabulouslyDelicious #foodpodcast #foodtourdefrance #tourdefrance #cassoulet #carcasonne
Um possível duelo entre extrema-direita e esquerda radical nas eleições de 2027 reacende o debate sobre normalização do lepenismo e falsas equivalências. Thomás Zicman de Barros, analista político Falta menos de um ano para a eleição presidencial francesa de 2027, e o tema ocupa cada vez mais o noticiário do país. O curioso é que, apesar disso, ninguém sabe ainda exatamente quem serão os principais candidatos. Nesse mar de incertezas, uma hipótese aparece cada vez mais nas conversas políticas: um segundo turno entre o Rassemblement National (Reunião Nacional), partido de extrema direita de Marine Le Pen, e Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical francesa. A primeira grande incógnita está justamente na extrema direita. Nesta terça-feira, 7 de julho, Marine Le Pen aguarda uma decisão da Justiça que pode definir se ela poderá disputar a presidência pela quarta vez. Acusada de desvio de recursos públicos no caso dos assistentes parlamentares fantasma no Parlamento Europeu, ela foi condenada à inelegibilidade em primeira instância e corre o risco de ver a sentença confirmada. Essa incerteza, porém, é apenas parcial. Um possível impedimento de Le Pen não reduziria necessariamente a força do seu partido nem seu favoritismo para chegar ao segundo turno. A própria Le Pen já indicou que, se ficar fora da disputa, será substituída por Jordan Bardella, o jovem presidente do partido. É verdade que, apesar de carismático e popular nas redes sociais, Bardella tem menos experiência e robustez política do que Le Pen, há quem diga que, se fosse eleito presidente, Marine seria sua “tutora”. Mas o fato é que nunca antes a extrema direita francesa começou uma corrida presidencial tão forte nas pesquisas, independentemente do candidato. A questão é que outro político que tem aparecido bem nas sondagens surge justamente do lado oposto do espectro político: Jean-Luc Mélenchon. O líder da esquerda dita "radical" já aparece em condições de disputar uma vaga no segundo turno – uma hipótese reforçada pelo fato de que, historicamente, suas candidaturas acabaram sendo subestimadas pelas pesquisas. Esquerda dividida O resto da esquerda francesa continua dividida. Socialistas, ecologistas e comunistas discutem alternativas. Muitos gostariam de superar Mélenchon. Mas, hoje, ele é o único candidato claramente colocado nesse campo político. Já iniciou sua campanha com um comício reunindo dezenas de milhares de pessoas em Saint-Denis, cidade da periferia de Paris governada por Baly Bagayoko, popular prefeito de seu partido. Mélenchon tem uma militância organizada e um programa definido que tem pautado boa parte do debate à esquerda. Mesmo adversários reconhecem a força de uma campanha até agora sem falhas. Nesse cenário, enquanto o campo macronista tenta encontrar um sucessor – muitas vezes com dificuldade para defender o próprio legado de dez anos de Emmanuel Macron –, cresce a possibilidade que muitos no mainstream dizem temer: uma disputa direta entre a extrema direita e Mélenchon. E começa a surgir na França um discurso que os brasileiros infelizmente conhecem bem: a ideia de que estaríamos diante de uma “escolha muito difícil”. A frase parece apenas expressar uma rejeição aos "extremos". E é verdade que tanto o partido de Le Pen quanto o movimento de Mélenchon se apresentam como “antissistema” e costumam ser classificados como “populistas”. Contudo, a força desse discurso, que constrói uma simetria entre os dois e apresenta a eleição como uma escolha entre polos igualmente perigosos, revela uma transformação preocupante da política francesa. Há dois movimentos acontecendo ao mesmo tempo. De um lado, o Rassemblement National vive há mais de quinze anos um processo de normalização. Desde que assumiu o partido fundado por seu pai, Marine Le Pen tentou apagar a imagem extremista da antiga Frente Nacional. Mudou o nome, suavizou o discurso e buscou apresentar a extrema direita como uma alternativa comum de governo. Mesmo o antissemitismo histórico do partido foi escondido debaixo do tapete, com a instrumentalização do apoio a Israel. Como já indiquei aqui no passado, essa normalização também acompanha uma transformação do ambiente midiático francês, cada vez mais dominado pelos temas e pelo vocabulário da própria extrema direita, sobretudo em torno da imigração, da identidade nacional e da segurança. Do outro lado, Mélenchon passa pelo movimento inverso: uma crescente demonização. Seu estilo confrontacional, sua estratégia política e algumas de suas posições são criticadas inclusive dentro da esquerda. Mas o problema começa quando essas críticas, e a falsa equivalência que produzem, nos fazem perder de vista o abismo que separa Mélenchon da extrema direita. Falsa equivalência Uma coisa é contestar instituições defendendo mais redistribuição econômica, participação popular e reconhecimento de desigualdades historicamente ignoradas. Outra é construir um projeto político baseado na oposição entre nacionais e estrangeiros e na ideia de que parte da população representa uma ameaça à identidade do país. Aliás, parte do incômodo provocado por Mélenchon vem justamente do fato de ele tocar em temas que a França muitas vezes prefere evitar: desigualdades sociais profundas, discriminações e racismo estrutural. Já a extrema direita responde frequentemente a essas tensões reforçando as próprias divisões que as produzem. A França já foi vista como um exemplo a ser seguido. Quando a extrema direita estava às portas do poder no Brasil, lembrava-se que, nas três vezes em que ela chegou ao segundo turno na França – em 2002, 2017 e 2022 – houve a formação de uma “frente republicana” para barrá-la. Mas há uma diferença importante: nessas três ocasiões, a extrema direita enfrentava candidatos vindos da direita ou do centro, Jacques Chirac em 2002 e Emmanuel Macron nas duas últimas eleições. O que se vê agora é como, quando a alternativa à extrema direita surge da esquerda, sobretudo em um ambiente de normalização de ideias reacionárias, crescem as hesitações, os discursos sobre “escolhas muito difíceis” e até aqueles que defendem que a frente republicana deveria ser feita contra a esquerda – apresentada como o verdadeiro perigo. Ainda faltam vários meses para as eleições francesas, e o espírito resistente deste país ainda pode despertar. Mas, diante da degradação do debate público, temos motivos para nos preocupar.
Episode enregistré au parc national des calanques de Marseille avec une classe de CE1 de la cité scolaire Jacques Chirac, accompagné et guidé par Jeremy, garde moniteur au parc national des calanques.Texte et enregistrement : Ambre GaudetJeu : Tristan de la FléchèreMontage : Morgan PeyrotUn podcast Fleurus Press et d'Unique Heritage Media Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Retour sur la genèse d'un musée des arts premiers rêvé par un tandem improbable : Jacques Chirac, président de la République anti-élite et Jacques Kerchache, marchand d'art africain. 20 ans plus tard, Emmanuel Kasarhérou revendique un dialogue des cultures renouvelé, après avoir procédé aux premières restitutions d'objets pillés par la colonisation aux États africains demandeurs. Nous sommes en 2006, très exactement le 20 juin, lors de l'inauguration du Musée du Quai Branly consacré aux Arts et civilisations d'Afrique, d'Asie, d'Océanie et des Amériques. Le président Jacques Chirac prend longuement la parole pour rendre un hommage vibrant à la culture des peuples premiers « aucun peuple ni civilisation n'épuise le génie humain ». Dans la lignée de ses prédécesseurs à l'Élysée, le président français imprime sa marque dans l'espace public parisien. Après Charles de Gaulle et la Maison de la Radio, Georges Pompidou et le Centre Beaubourg, Valéry Giscard-d'Estaing et le musée d'Orsay, François Mitterrand et la pyramide du Louvre, Jacques Chirac a choisi : ce sera le Musée du Quai Branly dont la mission originelle est de conserver, restaurer, enrichir et valoriser une collection exceptionnelle de 360 000 œuvres et 710 00 photographies. Ce 20 juin 2006, l'inauguration se déroule en présence de la prix Nobel de la paix guatémaltèque Rigoberta Menchu et du secrétaire général des Nations unies Kofi Annan qui se félicite d'« une institution extraordinaire et unique » dont l'architecture est signée Jean Nouvel. Juché sur pilotis, arrimé aux bords de Seine, le Musée s'élève sur 5 niveaux et pour le visiter, il faut traverser un jardin vallonné conçu par Gilles Clément. À l'intérieur, le plateau des collections issues des quatre continents : Afrique, Asie, Océanie et Amériques est ouvert sur 10 000 m2. Le grand projet du président Jacques Chirac se réalise enfin car « aucun peuple ni civilisation n'épuise le génie humain » … autrement dit pas de discrimination dans l'art. Mais c'est aussi le mantra d'un autre Jacques, le collectionneur Jacques Kerchache, grand spécialiste de l'Afrique et grand absent de l'inauguration… emporté quelques années plus tôt par un cancer de la gorge. La vidéo Pour fêter ses 20 ans, le Quai Branly Jacques Chirac s'est transformé en une immense scène musicale le week-end du 20 juin 2026, après avoir longuement réfléchi au sens de sa destinée lors d'un colloque consacré aux dialogues des cultures… du mot d'ordre à la pratique. Et pour revenir sur sa genèse et la controverse de sa jeune histoire, je reçois son président Emmanuel Kasarhérou nommé par Emmanuel Macron en 2023. Historien et archéologue de formation, ancien conservateur du Musée de la Nouvelle-Calédonie, Jean-Marie Kasarhérou devenait directeur général de l'Agence de développement de la Culture Kanak en 2006, l'année de l'inauguration du Quai Branly… Comment a-t-il vécu cet avènement du Musée depuis la Nouvelle-Calédonie où il est né et grandi, en tant que fils, petit-fils et arrière petit-fils de sa grande maison Kanak ? ⇒ Le Musée du Quai Branly. ► Pour aller plus loin À écouter les émissions La Marche du monde sur RFI : - Mission Dakar-Djibouti, une contre-enquête avec les Africains - Paul Robeson, 1ère star noire américaine.
Aujourd'hui, Flora Ghebali, entrepreneure dans la transition écologique, Charles Consigny, avocat, et Jean-Loup Bonnamy, professeur de philosophie, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.
Nos invités de la deuxième partie de C à Vous du jeudi 25 juin 2026:Pascal Picq pour le livre « Anthropologie des violences faites aux femmes au XXIème siècle » (éditions Odile Jacob)Emmanuel Chain pour la série « Les ingénieurs du futur » à partir du 29 juin sur Prime vidéo Elise Lucet et Eugénie Yvrande pour Cash investigation « Aliments ultratransformés : dans les arrière-cuisines des industriels » sur France 2 Avec comme chaque soir également l'œil de Pierre, le pop up d'Emilie Tran Nguyen et bien entendu l'ABC de Bertrand Chameroy.Tous les soirs, du lundi au vendredi à 20h sur France 5, Anne-Elisabeth Lemoine et toute son équipe accueillent les personnalités et artistes qui font l'actualité.
Aujourd'hui dans "Le Journal Imprévisible", Marc Bourreau revient sur les grands fiascos judiciaires. En effet, l'affaire Lyhanna s'ajoute à une longue liste d'erreurs marquantes de la justice française, comme l'affaire Dreyfus en 1894 ou l'affaire d'Outreau en 2001.Il évoque le cas du juge Éric Halphen, chargé d'enquêter sur l'affaire des HLM de la ville de Paris, qui s'est achevé sur une annulation de procédure malgré ses efforts pour mettre Jacques Chirac en prison. On se souvient aussi du meurtre du petit Grégory en 1984, avec des preuves altérées, des ADN inexploitables et un juge, Jean-Michel Lambert, qui transformait le secret de l'instruction en quart d'heure de célébrité. Le journaliste évoque également l'affaire Dominique Baudis, député et maire de Toulouse, accusé à tort de proxénétisme, viol et meurtre, alimentée par de faux témoignages de prostituées. L'affaire d'Outreau, quant à elle, est l'une des plus grosses erreurs judiciaires françaises, où 13 personnes ont été accusées à tort de viol par un juge obsédé par l'idée d'un réseau pédophile. Enfin, Marc Bourreau mentionne les réformes mises en place pour tenter de prévenir ces fiascos judiciaires, comme la réforme du consentement sexuel à 15 ans ou la rétention de sûreté.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Le 20 juin 2006, Jacques Chirac inaugure son grand projet culturel : le musée du Quai Branly, consacré aux arts d'Afrique, d'Asie, d'Océanie et des Amériques. Conçu par l'architecte Jean Nouvel, le lieu intègre l'art aborigène jusque dans ses plafonds et sa façade. Un mur végétal d'environ 1 000 mètres carrés, une œuvre visible depuis la Tour Eiffel, et une conviction au cœur du projet : il n'existe pas de hiérarchie entre les cultures. Un musée aussi admiré que controversé.
Episode enregistré au parc national des calanques de Marseille avec une classe de CE1 de la cité scolaire Jacques Chirac, accompagné et guidé par Jeremy, garde moniteur au parc national des calanques.Texte et enregistrement : Ambre GaudetJeu : Tristan de la FléchèreMontage : Morgan PeyrotUn podcast Fleurus Press et d'Unique Heritage Media Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Bernadette Chirac s'est éteinte ce vendredi 5 juin, à l'âge de 93 ans. Première dame de France à exercer un mandat politique en son propre nom, élue conseillère générale pendant 36 ans, elle a accompagné son mari Jacques Chirac jusqu'à l'Élysée tout en menant sa propre carrière. Connue pour son franc-parler et son engagement auprès de la Fondation des Hôpitaux et des Pièces jaunes, elle aura marqué la vie publique française pendant près d'un demi-siècle.
Bernadette Chirac s'est éteinte ce vendredi 5 juin, à l'âge de 93 ans. Première dame de France à exercer un mandat politique en son propre nom, élue conseillère générale pendant 36 ans, elle a accompagné son mari Jacques Chirac jusqu'à l'Élysée tout en menant sa propre carrière. Connue pour son franc-parler et son engagement auprès de la Fondation des Hôpitaux et des Pièces jaunes, elle aura marqué la vie publique française pendant près d'un demi-siècle.
Le 13 juin 1995, peu après son élection, Jacques Chirac annonce la reprise des essais nucléaires en Polynésie française, mettant fin au moratoire de son prédécesseur François Mitterrand. Cette décision provoque un choc mondial : manifestations, émeutes à Tahiti et pression diplomatique. Sur les huit tirs promis, six seront réalisés avant l'arrêt définitif en 1996 et la signature d'un Traité. Les conséquences sanitaires et environnementales, elles, sont toujours là.
Nergens ter wereld komen zo veel reizigers genieten van groene landschappen, mooie regio's en cultuursteden als hier in Europa. Meer dan 500 miljoen van hen bezochten in 2025 de landen van de EU. Maar liefst tien procent van de Europese economie draait op toerisme. Maar dat succes komt niet vanzelf. Er zijn veel uitdagingen. Klimaateffecten, overvolle steden, nog te weinig duurzaam transport, gebrek aan nieuw jong talent in de sector. Jaap Jansen en PG Kroeger praten erover met twee Europese topexperts op het European Sustainable Tourism Mobility Forum deze week op Breda University of Applied Sciences. Daarna volgt een bijzonder gesprek met een levende legende uit de Europese politiek, de Oostenrijkse oud-Eurocommissaris Franz Fischler. Hij zette grote landbouwhervormingen in gang en vindt dat het nu, na 25 jaar, weer tijd is voor een grootscheepse hervorming. *** This is a Dutch podcast, but from minute 5 on, the conversation is in English. Deze aflevering is mede mogelijk gemaakt met donaties van luisteraars die we hiervoor hartelijk danken. Word ook vriend van de show! Heb je belangstelling om in onze podcast te adverteren of ons te sponsoren? Zend ons een mailtje en wij zoeken contact. *** Europees commissaris Apostolos Tzitzikostas werkt in Brussel nu - voor het eerst - aan een strategie voor duurzaam toerisme, geïntegreerd met zijn beleid gericht op duurzaam transport en mobiliteit. Sleutelfiguur daarbij is Mona Bjorklund, directeur beleid bij 'DG MOVE' het directoraat-generaal van de Commissie dat erover gaat. Zij zet helder uiteen hoe zo'n strategie op hoog beleidsniveau tot stand komt. Bepaald niet als 'dictaat uit Brussel', maar als ontwikkeling van een duidelijke, gezamenlijke beleidsrichting voor de lange termijn, samen met bedrijven, organisaties en kennisinstellingen vanuit heel de EU. Zo'n samenwerkingspartner is Fabian Schulz-Luckenbach, hoofd pubic affairs internationaal langeafstand-passagierstransport van Deutsche Bundesbahn. Hij vertelt hoe EU-lidstaten concreet op die langetermijnstrategie inspelen. Zo moeten grote infraplannen gerealiseerd worden voor duurzaam spoorverkeer over de nationale grenzen heen. Aanleg van hogesnelheidsverbindingen tussen Europese metropolen is een grote prioriteit, waar met veel elan aan gewerkt wordt. Minstens zo'n uitdaging blijken de regelstelsels van de lidstaten die elkaar vaak in de weg zitten. Van nationale seinsystemen tot energiekosten waarbij het vliegverkeer nu nog bevoordeeld wordt. De toerismesector is zeer dynamisch. Er is ruimte voor 1 miljoen meer banen en jong talent. Ook daarom is het uitwisselen van bewezen methoden tussen lidstaten, regio's en steden essentieel. Het aansturen van grote bezoekersstromen in culturele hotspots geeft heel wat steden hoofdpijn. Scheefgegroeid toerisme is geen tijdelijk verschijnsel dat zich vanzelf oplost. Oud-eurocommissaris en oud-landbouwminister Franz Fischler herkent vanuit zijn werk op het hoogste niveau in Brussel veel van zulke uitdagingen, zeker voor 'groene regio's'. Hij was in 1995 de eerste Eurocommissaris uit Oostenrijk, dat pas na akkoord van Gorbatsjov EU-lid kon worden. Hij was ook de eerste commissaris die een 'multinationaal kabinet' samenstelde: zes sherpa’s die hem door de Brusselse beleidsjungle loodsten. Meteen bij zijn start kreeg hij de zwaarste portefeuille: landbouw en rurale ontwikkeling. Hoe zijn land de EU in kwam schildert hij met kleurrijke verhalen. Er was een referendum voor nodig. Toen voorstander Jörg Haider – leider van de radicaal-rechtse Vrijheidspartij – ontdekte dat de Groenen de enige oppositie waren, wendde hij de steven en ging bij Fischlers boerenachterban het anti-Europavuurtje opstoken. Dat mislukte. Hoe dat verliep is ook nu nog leerzaam voor de actuele politiek. In de Europese Commissie zag Fischler hoe Jacques Chirac met Gerhard Schröder de landbouwhervorming torpedeerde die hij later alsnog voor elkaar kreeg. "Een gedegen hervorming lukt alleen als je een goede strategie hebt ontwikkeld. En die moet je publiekelijk niet volledig ventileren, maar stap voor stap realiseren." Fischler vertelt met smaak over zijn belevenissen met collega's als president Romano Prodi, Michel Barnier en Frits Bolkestein. "Die was niet zozeer eurosceptisch als wel een scepticus over heel de mensheid, van nature." Ursula von der Leyen noemt hij ‘een sterkere president’ dan de professorale Prodi, maar een waarschuwing geeft hij wel af. "Ze trekt alle besluitvorming naar zich toe. De sfeer in de Commissie is minder goed dan in mijn tijd. En 27 commissarissen is te veel. Dat moet minder, zoals in het Verdrag staat. Maar de lidstaten houden het tegen.” *** Verder luisteren 499 - EU-klimaatdiplomaat Tony Agotha, speciaal gezant in turbulente tijden 471 - De verduurzaming is Nederlands grootste verbouwing ooit 415 – Klimaatbeleid: de inhaalslag van Nederland in Europa 389 - De lange en hobbelige weg naar een klimaatneutraal Nederland 106 - Diederik Samsom over het Europese klimaatbeleid en het crisisherstelplan 446 - Doe wat Draghi zegt of Europa wacht een langzame doodsstrijd 512 – Hoe onderwijs, bedrijven en overheden samen de arbeidsmarktkrapte bestrijden 336 - Timothy Garton Ash: Hoe Europa zichzelf voor de derde keer opnieuw uitvindt 109 - Mathieu Segers: Sterke lidstaten maken Europa sterk *** Tijdlijn 00:00:00 – Deel 1: intro 00:05:43 - Deel 2: Mona Bjorklund & Fabian Schultz-Luckenbach 00:28:46 – Deel 3: Franz Fischler 00:54:01 – Deel 4: Franz Fischler 01:18:48 – EindeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Le 13 juin 1995, peu après son élection, Jacques Chirac annonce la reprise des essais nucléaires en Polynésie française, mettant fin au moratoire de son prédécesseur François Mitterrand. Cette décision provoque un choc mondial : manifestations, émeutes à Tahiti et pression diplomatique. Sur les huit tirs promis, six seront réalisés avant l'arrêt définitif en 1996 et la signature d'un Traité. Les conséquences sanitaires et environnementales, elles, sont toujours là.
Aujourd'hui dans "Le journal imprévisible", Victoire Faure explore l'univers fascinant du sumo, ce sport ancestral japonais qui attire les regards du monde entier. Elle nous plonge dans les rituels millénaires, l'entraînement intensif et la passion des lutteurs. Elle explique comment le sumo est devenu un outil diplomatique pour le Japon, avec notamment l'implication de l'ancien président Jacques Chirac. Enfin, elle explore les liens étroits entre ce sport et la culture nippone, un mélange unique de tradition et de modernité.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Ecoutez Le Cave' réveil avec Philippe Caverivière du 08 juin 2026.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
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Aujourd'hui dans "Le Journal Imprévisible", Marc Bourreau évoque le décès Bernadette Chirac, épouse de l'ancien président Jacques Chirac et Première Dame atypique, à l'âge de 93 ans. Une occasion de revenir sur sa vie et son parcours.Il évoque son rôle de maîtresse de maison à l'Élysée, son engagement dans les Pièces Jaunes et son mandat de conseillère générale en Corrèze pendant 36 ans. Il la compare avec d'autres Premières Dames engagées comme Danielle Mitterrand, Cécilia Sarkozy ou Carla Bruni, qui ont marqué leur époque par leurs actions et prises de position. Enfin, il analyse le statut et le rôle des Premières Dames, qui n'ont pas de fonction officielle mais peuvent s'impliquer dans des causes qui leur tiennent à cœur. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
C dans l'air du 6 juin 2026 - Bernadette : pourquoi elle a tant marqué les Français ?Bernadette Chirac, ancienne première dame, est morte à l'âge de 93 ans, dans la soirée du vendredi 5 juin, « paisiblement, entourée des siens », selon une déclaration de sa fille, Claude Chirac.Bernadette Chodron de Courcel, épouse de l'ancien président de la République Jacques Chirac, a eu un véritable destin, qu'elle n'a cessé de construire.Indéfectible soutien de la carrière de son mari, elle était devenue un personnage incontournable de la scène politique. Elue au conseil général de Corrèze, était très engagée dans l'action caritative. Elle a notamment promu l'action « pièces jaunes ».Emmanuel Macron évoque la disparition d'"une grande dame de cœur" qui "a marqué notre histoire". Même formule pour le président du Département de la Corrèze, Pascal Coste. Bernadette Chirac était connue pour sa personnalité singulière, sa pugnacité politique ainsi que pour la proximité avec les gens et les causes qu'elle défendait.Son histoire est profondément attachée au département de la Corrèze. Issue d'une famille de la haute bourgeoisie Lorraine, un milieu catholique et conservateur, elle n'était pas destinée à s'enraciner en Corrèze, à l'époque un fief de gauche, marqué par le radical-socialisme et le communisme rural. Pourtant, avec ses huit mandats municipaux et six mandats cantonaux, elle a marqué la vie politique dans le département.Brigitte Macron a également exprimé son "immense respect" pour l'ancienne première dame, qui l'a "beaucoup aidée". Elle sait, mieux que personne, que cette fonction est exposée. Elle en a fait les frais. En octobre 2025, huit hommes et deux femmes ont été jugés en France pour avoir colporté des fake news, reprises largement aux Etats-Unis par les sphères complotistes, affirmant qu'elle serait une femme transgenre. Nos experts :- PASCAL PERRINEAU - Politologue, professeur à Sciences Po- CHRISTINE CLERC - Journaliste et Ecrivain - - ANNE FULDA - Grand reporter – « Le Figaro »- JEAN GARRIGUES - Historien, président de la commission internationale d'histoire des assemblées- Léa DOMENACH - Réalisatrice du film « Bernadette » avec Catherine DeneuvePRESENTATION : Caroline Roux - Aurélie Casse - REDIFFUSION : du lundi au vendredi vers 23h40.PRODUCTION DES PODCASTS: Jean-Christophe ThiéfineRÉALISATION : Nicolas Ferraro, Bruno Piney, Franck Broqua, Alexandre Langeard, Corentin Son, Benoît LemoinePRODUCTION : France Télévisions / Maximal ProductionsRetrouvez C DANS L'AIR sur internet & les réseaux :INTERNET : francetv.frFACEBOOK : https://www.facebook.com/Cdanslairf5TWITTER : https://twitter.com/cdanslairINSTAGRAM :https://www.instagram.com/cdanslair/
La veuve du président Jacques Chirac est décédée à l'âge de 93 ans, a annoncé sa fille Claude Chirac à l'AFP ce samedi 6 juin. Elle aura été la seule première dame à avoir elle-même exercé un mandat politique sur son nom propre.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:11:44 - Les interviews d'Inter - par : Ali Baddou, Marion L'Hour - L'ancien Premier ministre Alain Juppé et la journaliste Anne Fulda rendent hommage à Bernadette Chirac, décédée à l'âge de 93 ans. Épouse de Jacques Chirac, élue corrézienne et figure des Pièces Jaunes, elle a su imposer sa place bien au-delà du rôle de première dame. - invités : Franz-Olivier Giesbert Journaliste, biographe, présentateur de télévision et romancier. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Ecoutez On refait la télé avec Éric Dussart et Jade du 06 juin 2026.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
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À la veille du meeting de Jean-Luc Mélenchon ce dimanche à Saint-Denis, RFI s'intéresse au concept de « Nouvelle France » mis en avant par La France insoumise (LFI) depuis plusieurs mois. Un concept « clivant » et « identitaire » pour une partie de la classe politique. Le leader insoumis lui assume un « concept hameçon ». Déjà porté pendant les municipales, il sera sans doute un marqueur de la campagne présidentielle. Dans la lettre où il annonce sa candidature, Jean-Luc Mélenchon fait directement référence au concept de « Nouvelle France ». « L'heure du grand changement est venue, écrit-il. Faisons vivre une nouvelle France [...]. » Ce n'est ni la première fois que Jean-Luc Mélenchon ou un Insoumis prononce ces mots, ni la première fois qu'un homme politique les prononce. On pourrait citer Valérie Pécresse, Arnaud Montebourg ou même Jacques Chirac. Mais dernièrement, les Insoumis ont été interrogés sur le sens précis de cette expression. « C'est la France telle qu'elle est aujourd'hui », défendent sur les plateaux télé les cadres insoumis. LFI explique parler de l'immigration et du fait que de nombreux Français aujourd'hui ont un grand-parent qui était immigré. Mais le parti précise que cette « nouvelle France » englobe aussi le renouvellement des générations, le bouleversement de la condition des femmes — avec les familles monoparentales de plus en plus nombreuses — ou encore la généralisation, pour les travailleurs, du statut d'auto-entrepreneur. Un concept pour « cliver et mobiliser un électorat qui se sent délaissé » Des explications loin de convaincre les adversaires et rivaux politiques, qui, pour beaucoup, voient là du communautarisme de la part de LFI. « Ce concept de nouvelle France est fondé sur l'origine étrangère et constitue la quintessence du racisme », s'indigne la cheffe de file du RN, Marine Le Pen. Un sénateur Les Républicains voit là une stratégie pour draguer un « électorat communautaire ». Et à gauche non plus, on n'est pas tendre. « Ce concept contribue à fracturer le pays entre une nouvelle France et une vieille France pas belle qu'il faudrait écarter », analyse le communiste Fabien Roussel, qui estime que LFI propose un concept « identitaire » et fait du communautarisme. « Jean-Luc Mélenchon fait exprès de cliver et mobilise un électorat jeune et racisé qui se sent délaissé », analyse de son côté un cadre du Parti socialiste. Du scepticisme aussi, de façon plus surprenante, chez une députée écologiste : « Oui, la France évolue, mais vu l'élan conservateur qu'on observe aujourd'hui, au lieu de radicalement imposer l'étiquette “nouvelle”, il faut expliquer, rassurer, rassembler. » « La Nouvelle France, c'est celle qui ne laisse personne sur le côté » Chez LFI, on se défend de tout clivage. Les Insoumis dénoncent une mauvaise compréhension. « Il n'y a pas d'explication racialiste. La nouvelle France, c'est celle qui ne laisse personne sur le côté et ne trie pas ses enfants », dit un député LFI. Interrogé sur le sujet récemment, Jean-Luc Mélenchon assume, lui, ce qu'il appelle un « concept hameçon » pour faire surréagir. Et un proche du leader LFI l'affirme : « Ce concept ne fait que commencer à vivre. » À lire aussiPrésidentielle 2027: Raphaël Glucksmann peut-il être le candidat de la gauche?
Hommage à Bernadette Chirac, ancienne Première dame, décédée à l'âge de 93 ans ce samedi 6 juin, avec l'éditorialiste Alain Duhamel.Les vendredi et samedi à 18h55 sur France 5, Mohammed Bouhafsi et toute son équipe accueillent les personnalités qui font l'actualité.
C dans l'air l'invité du 22 mai 2026 avec Patrice Duhamel, journaliste politique et essayiste, auteur de Le crépuscule des dieux aux éditions de l'Observatoire. Témoin privilégié de la scène politique française depuis les années 1970, notre invité a vu de nombreux présidents de la République. Il revient aujourd'hui dans son livre "Le crépuscule des dieux" sur les derniers mystères d'un véritable tabou : les maladies des présidents.En 1955, les médecins de Charles de Gaulle lui découvrent un risque d'anévrisme qui le tuera en 1970. Plutôt que de l'avertir ou de prévenir sa famille, ils préfèrent le lui cacher. Georges Pompidou qui lui est bien au courant de sa maladie, décide de ne pas la rendre publique avant de se présenter à l'élection présidentielle. Le secret d'Etat que représente le cancer métastasé de François Mitterrand. L'AVC de Jacques Chirac qui change la fin de sa présidence... Où s'arrête le secret médical quand il s'agit du plus haut personnage de l'Etat et donc de l'intérêt général ? Grâce à un document unique, le journal du médecin Jean Bernard, et de témoignages exclusifs, Patrice Duhamel retrace ces drames intimes devenus mensonges d'Etat.
Aujourd'hui, la santé des présidents est difficilement gardée secrète : une fatigue visible et voilà que s'ouvre aussitôt la chasse aux rumeurs. Sous les années Pompidou, c'était l'inverse : le pouvoir contrôlait le silence et même si les journalistes savaient, ils se taisaient.
En ce joli mois de mai 2026, La Grosse Bouffe rend hommage une nouvelle fois au septième art avec un épisode où nous disséquons quatre films où la nourriture a un rôle essentiel. On ne nomme pas les films en description (ici, quoi), pour vous laisser la surprise à l'écoute. Attention, beaucoup de divulgâchage !Dans cet épisode, nous parlons de journée pédagogique, de François Mitterrand, de Michel Rocard et de Jacques Chirac, de violon sur le toit et d'inconnu de la grande arche, de Grosso et Modo, d'aphorismes pourris sur le vin, de sommelier bourré, de crème mémé, de jambon trop fumé, de jolie histoire d'amour au XIXe siècle, de drôle de tragicomédie familiale au XXe siècle, des coulisses du pouvoir, de Rémy Julienne, de trucs filmés comme dans Top Chef mais bien avant que Top Chef n'existe, de pot-au-feu et de soufflé de pomme de terre.Nous faisons partie du label Podcut ! N'hésitez pas à découvrir leur grille pleine de podcasts intéressants animés par de belles personnes (en dehors et en dedans), sur des sujets qui vont de la préhistoire à Stephen King en passant par la bière. Et si vous nous aimez vraiment, vous participerez à leur Patreon. Et n'hésitez pas à rejoindre le Discord de Podcut ! ET NOUS PARLER !!!La Grosse Bouffe est un podcast dédié au manger et au boire. Les nouveaux épisodes sortent tous les 21 du mois. Retrouvez La Grosse Bouffe sur Ausha, Apple Podcast et toutes les autres plateformes de téléchargement de podcasts. Vous pouvez également nous écrire à lagrossebouffepodcast@gmail.com. Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Vous aimez notre peau de caste ? Soutenez-nous ! https://www.lenouvelespritpublic.fr/abonnementUne émission de Philippe Meyer, enregistrée au studio l'Arrière-boutique le 10 avril 2026.Avec cette semaine :Pierre Gastineau, journaliste grand reporter, spécialiste du renseignement, co-auteur avec Antoine Izambard de Les espions du président.Marc-Olivier Padis, directeur des études de la fondation Terra Nova.Lucile Schmid, présidente de La Fabrique écologique et membre du comité de rédaction de la revue Esprit.LES ESPIONS DU PRÉSIDENTPierre Gastineau, vous êtes journaliste grand reporter au sein d'Intelligence Onlineet co-auteur, avec Antoine Izambard, de Les Espions du Président (2025), ouvrage dans lequel vous analysez les évolutions récentes du renseignement français.Comparé à ses prédécesseurs tels que François Mitterrand, Jacques Chirac ou Nicolas Sarkozy, Emmanuel Macron apparaît comme « le président qui aimait les espions ». Dès son arrivée au pouvoir en 2017, il engage une transformation profonde des services de renseignement : augmentation du budget (de 2,4 à 3,1 milliards d'euros), hausse des effectifs (+13 %, dont +20% à la DGSI) et renforcement de la coordination autour de la CNRLT et du Conseil de défense, devenu un véritable centre de pilotage stratégique à l'Élysée.Cette montée en puissance s'accompagne toutefois d'une forte personnalisation du système, illustrée par le recours à des profils soigneusement sélectionnés, comme celui de Paul Soler, issus de la haute administration et intervenant directement au nom du président sur le terrain, au détriment des canaux diplomatiques traditionnels.Le paradoxe que vous soulignez est frappant : Emmanuel Macron apparaît à la fois comme le président de la Ve République le plus investi dans le renseignement et comme celui dont le système a éprouvé des difficultés à prévoir certains chocs géopolitiques. L'invasion de l'Ukraine en février 2022 révèle un déficit d'anticipation et conduit à un durcissement vis-à-vis de la Russie ; en Afrique, le manque de prévision et la gestion insuffisante des coups d'État au Mali, au Burkina Faso et au Niger traduisent un recul de l'influence française ; enfin, sur le plan intérieur, l'élargissement des missions de la DGSI — avec près de 4.000 mesures d'interception liées notamment aux Gilets jaunes et à certaines mobilisations écologistes, parfois qualifiées d'«écoterrorisme » — interroge l'équilibre entre sécurité et libertés publiques.Au-delà de ces différents théâtres, vous montrez que le renseignement se trouve désormais au cœur des recompositions géopolitiques. La menace iranienne, classée au niveau “P1”, combine terrorisme, cyberattaques et pressions diplomatiques. La guerre en Ukraine transforme durablement les méthodes, désormais plus ouvertes, technologiques et intégrées aux stratégies d'influence. Dans le même temps, la France demeure confrontée à une dépendance structurelle aux capacités américaines — les « enablers » — en dépit de son ambition d'autonomie stratégique, tandis que l'Europe, notamment l'Allemagne, cherche à renforcer ses propres dispositifs.Ainsi, à travers votre ouvrage, vous dressez le portrait d'un renseignement français à la fois renforcé, centralisé et politisé, mais également confronté à des défis majeurs d'anticipation, de coordination et d'adaptation dans un environnement international de plus en plus instable.Chaque semaine, Philippe Meyer anime une conversation d'analyse politique, argumentée et courtoise, sur des thèmes nationaux et internationaux liés à l'actualité. Pour en savoir plus : www.lenouvelespritpublic.frHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Aujourd'hui dans "Esprits Libres", David Abiker reçoit Cécile Cornudet, éditorialiste aux Échos, et Jean-François Colosimo, philosophe, théologien et éditeur, pour une discussion autour du principe de précaution et de ses dérives.La discussion s'ouvre sur la gestion de la récente épidémie de variole du singe par les autorités. Cécile Cornudet souligne que le Premier ministre a pris les choses très au sérieux, avec deux réunions par jour et la mise en quarantaine des cas contacts. Mais elle note que cette réaction fait ressurgir le traumatisme du Covid-19, les mêmes mots et les mêmes images réapparaissant à l'écran. Jean-François Colosimo s'interroge alors sur le principe de précaution, qu'il juge « consubstantiel à l'outrance ». Il estime que ce principe a conduit à une « conception de l'existence qui ressemble à une immense thérapie de la catastrophe d'être né ».Les invités reviennent ensuite sur les origines du principe de précaution en France, que Cécile Cornudet fait remonter à l'impulsion donnée par Jacques Chirac et Nathalie Kosciusko-Morizet dans le domaine de l'écologie. Ils soulignent que ce principe a entraîné un renoncement à la décision politique, les décideurs préférant s'en remettre à des experts plutôt que de trancher. Cette tendance a conduit à une « avalanche de textes » qui paralysent l'action des collectivités territoriales et des entreprises.L'épisode aborde également la question des droits d'inscription différenciés pour les étudiants extra-européens, sujet de mobilisation étudiante. Jean-François Colosimo dénonce l'« idéologie » qui voudrait que l'université soit « gratuite et ouverte aux quatre vents », estimant que cela relève d'une « légende française ». Il regrette que de nombreux étudiants africains formés en France finissent par rejoindre les États-Unis, déplorant ce « scandale ».Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Aujourd'hui dans "Esprits Libres", David Abiker reçoit Luc Ferry, philosophe et ancien ministre de l'Éducation nationale sous Jacques Chirac, pour évoquer la fin de vie, les prévisions du GIEC et l'impact de l'intelligence artificielle sur la politique.Le débat commence sur la question de la fin de vie, avec les deux propositions de loi qui arrivent au Sénat. Luc Ferry se positionne clairement en faveur de l'aide à mourir pour les personnes en fin de vie, mais s'oppose fermement au suicide assisté pour ceux qui ne sont pas en fin de vie, comme cela est pratiqué dans certains pays européens. Il estime que la tradition française, influencée par la philosophie républicaine et la religion catholique, a longtemps valorisé la douleur, contrairement à l'utilitarisme anglo-saxon plus préoccupé par la réduction de la souffrance. Le philosophe revient ensuite sur les récentes révisions à la baisse des prévisions les plus alarmistes du GIEC concernant le réchauffement climatique. Il souligne l'importance pour le GIEC de clarifier si cette évolution est due à une erreur de leurs prévisions ou à l'efficacité des politiques mises en place, notamment dans les pays occidentaux. Car selon lui, la collapsologie et l'effondrisme prônés par certains pourraient être remis en cause si les politiques ont été efficaces.Enfin, Luc Ferry s'interroge sur l'impact que pourrait avoir l'intelligence artificielle sur la prochaine campagne présidentielle. S'il ne croit pas aux deepfakes et autres mensonges, il pointe les risques de fragmentation du débat public si les candidats utilisent l'IA pour personnaliser leurs discours et s'adresser de manière ciblée à différentes catégories d'électeurs. Il imagine même un scénario où un assistant IA comme "ChatGPT" pourrait aider un homme politique à concevoir en quelques minutes un programme électoral sophistiqué.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Aujourd'hui, c'est au tour de Robert Bourgi, ex-conseiller officieux de Jacques Chirac, de faire face aux GG. - L'émission de libre expression sans filtre et sans masque social… Dans les Grandes Gueules, les esprits s'ouvrent et les points de vue s'élargissent. 3h de talk, de débats de fond engagés où la liberté d'expression est reine et où l'on en ressort grandi.
Israël est-il en train de devenir un État paria ? La question est posée cette semaine dans le Nouvel Obs, qui titre en Une : « Crimes de guerre, colonisation, atteintes à la démocratie : la dérive d'Israël ». « Fondé pour être l'État refuge des juifs persécutés au lendemain de la Seconde guerre mondiale, Israël devient un état paria », estime Omer Bartov, universitaire israélo-américain, interrogé par le Nouvel Obs. Et l'hebdomadaire accuse : « Avec ses ministres messianiques et suprémacistes, le gouvernement israélien pratique une politique d'effacement des Palestiniens d'une violence inouïe et pilonne l'État de droit ». Le Nouvel Obs aligne les chiffres : « plus de 72 000 morts dont près de 30 000 enfants à Gaza, l'ouverture de six autres fronts : (Liban, Iran, Cisjordanie, Yémen, Irak, Syrie), et des frappes qui peuvent faire un carnage en quelques minutes comme à Beyrouth le 8 avril (350 morts et plus de 1200 blessés) ». À Jérusalem-Est et Tel Aviv Le Nouvel Obs est allé à la rencontre des Israéliens et des Palestiniens. L'hebdomadaire s'est rendu à Silwa, quartier de Jérusalem-Est, en Cisjordanie occupée, où les habitants palestiniens de 150 maisons ont reçu des ordres de démolition, pour faire la place à des familles de colons. Destruction que les Palestiniens doivent effectuer eux-mêmes sous peine d'une amende de « dizaines de milliers de shekels ». C'est ainsi que Wassim Siam, « père de cinq enfants » est en train de démolir sa propre maison. « Les Israéliens ne veulent plus de nous ici », déclare-t-il au Nouvel Obs. L'hebdomadaire s'est aussi rendu à Tel Aviv, où il a rencontré des Israéliens majoritairement favorables à la politique de Benyamin Netanyahou, comme cette jeune réserviste de l'armée israélienne qui déclare : « J'espère qu'on va reprendre Gaza. Ils doivent foutre le camp d'ici. Il y a plein d'état musulmans dans le monde, pourquoi on ne pourrait pas avoir notre petit bout de terre à nous ? » « L'immense majorité des médias israéliens, précise le Nouvel Obs, martèle désormais un discours nationaliste, guerrier et relaie la propagande gouvernementale ». Dans ces conditions, y a-t-il encore une opposition en Israël ? « La gauche israélienne, encore favorable à une solution à deux Etats, se réduit comme peau de chagrin », reconnaît l'hebdomadaire. Le pouvoir jusqu'au bout Le Point fait sa Une sur « Ces malades qui nous gouvernent ». Et la liste est longue, elle va de Georges Pompidou, François Mitterrand et Jacques Chirac en France, à Mao en Chine, en passant par Staline, à l'époque de l'URSS. Mais l'actualité, en la matière, nous conduit aux États-Unis. « Entre Joe Biden et Donald Trump, lequel est le plus atteint ? » interroge le Point, qui ne répond pas vraiment, mais qui publie une photo des deux hommes, chacun en public, semblant plongé dans un profond sommeil… ce à quoi l'actuel président américain a répondu « qu'on le prend en photo quand il cligne des yeux ». Le 13 avril dernier, « son médecin Sean Barbabella a publié un rapport décrivant sa santé comme "excellente", y compris sur le plan cognitif ». Mais « la majorité des Américains en doute », assure le Point, à l'appui de plusieurs sondages, dont l'un paru fin février, et selon lequel « 61 % des Américains pensent que Donald Trump est devenu "imprévisible avec l'âge" ». D'anciens soutiens du président en doutent aussi, ajoute l'Express, d'anciens soutiens qui invoquent le 25ème amendement, celui qui permettrait de chasser Donald Trump du pouvoir. Toutefois, rappelle le Point, « la révocation du président devrait être votée par le Congrès à la majorité des deux tiers. Assez peu probable », conclut l'hebdomadaire. Blocage d'Internet En Russie, plusieurs villes, dont la capitale Moscou, sont privées d'Internet, depuis plusieurs semaines, annonce l'Express, selon lequel « la grogne monte au sein de la population et des élites pro-pouvoir ». L'hebdomadaire raconte une scène courante : dans la rue, un Moscovite se bat avec un plan papier, « encombrant et chiffonné », faute de GPS. « Un comble, dans une des villes les plus digitalisées au monde », remarque l'Express, qui ajoute : « Aujourd'hui, les Russes font un grand bond en arrière. Pourquoi ? simplement par la volonté de Poutine. Plus exactement du FSB, successeur du KGB, aux manettes de cette vaste opération de censure (…) » Explications d'Alexander Kolyandr, chercheur au Centre d'analyse des politiques européennes : « Les services de sécurité russes veulent créer un goulag numérique car ils considèrent Internet comme une menace ». La tension est montée d'un cran, mi-avril, avec la vidéo d'une blogueuse, faisant partie "du cercle pro-poutine", comptant "13 millions d'abonnés", et ayant publié un post incendiaire, dans lequel « elle liste les problèmes qui s'accumulent en Russie, dont le blocage d'Internet ». Le porte-parole du Kremlin Dmitri Peskov a estimé que ce message abordait "des questions importantes", dont "aucune n'a été laissée sans réponse". C'est peu, mais aux yeux de l'Express, "c'est le signe d'une fébrilité au sein du pouvoir, à 5 mois des élections à la Douma".
L'histoire française est jalonnée d'attentats politiques. Les tentatives échouées révèlent souvent des conséquences surprenantes. Une dizaine de complots meurtriers ont échoué, de l'époque de l'amiral de Coligny sous Henri IV jusqu'à Jacques Chirac en 2002. Le 28 juillet 1835, Louis-Philippe Ier échappe miraculeusement à un attentat boulevard du Temple. Giuseppe Fieschi, ancien soldat de Napoléon, avait conçu une machine infernale de 25 fusils interconnectés. Le roi se penche au moment crucial pour recevoir une pétition. Ce geste lui sauve la vie. Le bilan est lourd : 42 victimes, dont plusieurs maréchaux. Ce souverain survivra à dix tentatives d'assassinat durant son règne de dix-huit ans. Le 22 août 1962, le général de Gaulle traverse une embuscade au Petit-Clamart organisée par l'OAS. Son chauffeur Charles Marou maintient l'allure malgré les pneus crevés et les vitres brisées. Une balle s'arrête dans le dossier du siège présidentiel. Le lieutenant-colonel Bastien-Thiry, polytechnicien et organisateur du complot, deviendra le dernier condamné fusillé pour crime contre l'État. Ces attentats échoués ont provoqué des bouleversements politiques majeurs, souvent contraires aux objectifs des conspirateurs.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 28 avril 2016, Laurent Gerra imitait Francis Cabrel, Patrick Sébastien, Jack Lang et Jacques Chirac. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Maintenant Vous Savez, c'est aussi Maintenant Vous Savez - Santé et Maintenant Vous Savez - Culture. Début octobre 2023, le film dressant le portrait de Bernadette Chirac, épouse de l'ancien président français, sortait dans les salles obscures. Parmi les personnages présents, Michel Vuillermoz incarne Jacques Chirac au côté de Catherine Deneuve. Mais il ne s'agit pas du premier film du genre, certains présidents ont également eu droit à leur propre film. Généralement les présidents américains ont plus eu tendance à squatter les salles obscures. Plusieurs grandes figures historiques ont pu donner lieu à des œuvres majeures. On peut notamment citer Lincoln en 2012, de Steven Spielberg avec Daniel Day-Lewis dans le rôle-titre. Mais les présidents français ont également eu droit à leurs oeuvres cinématographiques. Quels présidents ont eu droit à leur film ? Et quelles sont les spécificités de ces oeuvres ? Ecoutez la suite de cet épisode de "Maintenant vous savez". Un podcast Bababam Originals, écrit et réalisé par Thomas Deseur. Date de première diffusion : 18 avril 2022 A écouter aussi : Qui sont ces stars décédées sur scène ? Pourquoi allons-nous payer plus cher les frais de port sur les livres ? D'où vient la coiffure emblématique de la Princesse Leia de Star Wars ? Retrouvez tous les épisodes de "Maintenant vous savez". Suivez Bababam sur Instagram. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Er zijn zo veel heerlijke boeken verschenen, dat het tijd is voor een extra boekenspecial. Nieuwe boeken over unieke vrouwen, ideologen, ballingen, sublieme schrijvers, politici, denkers en grote liefdes. Over China, Haagse politiek, Frankrijk, Duitsland, Engeland, Amerika en nog veel meer. Met hoofdrollen daarin van Napoleon, Churchill, Deng Xiaoping, Hitler, Lubbers, Kok, Rutte en natuurlijk weer de families Mann en Von Humboldt. Jaap Jansen en PG Kroeger bespreken zes boeken! *** Deze aflevering is mede mogelijk gemaakt met donaties van luisteraars die we hiervoor hartelijk danken. Word ook vriend van de show! Meld je aan voor het Europa Festival van Pro op zaterdag 9 mei in BlueCity Rotterdam, het oude Tropicana Heb je belangstelling om in onze podcast te adverteren of ons te sponsoren? Zend ons een mailtje en wij zoeken contact *** Sonia Purnell - Kingmaker: Pamela Churchill Harriman's astonishing life of seduction, intrigue and power Churchill vertrouwde haar volstrekt. Zijn schoondochter Pamela was de beste spion die hij ooit had. En zij kende al zijn geheimen, angsten en heldenmoed. In zijn laatste levensjaren nog ging zij met hem mee als gezelschap op het jacht van Onassis. Daar ontmoette zij niet alleen Maria Callas, maar ook oude vrienden: JFK en zijn Jackie. Pamela Digby Churchill Harriman kende iédereen. Ze was een overlevingskunstenares, geliefde van een lange reeks van de machtigste en rijkste mannen uit heel de wereld en een politiek dier van de buitenklasse. Zij was het die Bill Clinton ontdekte voor het presidentschap. Hij schonk haar een droombaan: ambassadeur van Amerika in Parijs. Ook daar was zij een spectaculair succes. Ze wond Jacques Chirac om haar vinger en wist vrede te stichten in een gruwelijke oorlog. Wát een leven! Margot Dijgraaf - Germaine de Staël. Schrijver, balling en feminist avant la lettre Germaine verslaat zelfs Pamela als vrouw met een avontuurlijk leven in wilde tijden. Ze was briljant, schreef bestsellers in zowel de romanliteratuur als wetenschappelijke en politieke essays. Goethe vertaalde haar, Klemens von Metternich en tsaar Alexander ontvingen haar, Wilhelm von Humboldt was een vriend, filosofen als Friedrich von Schlegel en Benjamin Constant waren haar metgezellen, koningin Marie Antoinette was een vriendin die haar wijze adviezen helaas niet volgde. Haar leven tussen 1766 en 1817 viel samen met alle grote revoluties van die jaren en zij speelde daar een opmerkelijke rol in, kende alle hoofdfiguren, correspondeerde en discussieerde met hen. Haar kasteeltje in Coppet, even buiten Genève, was haar salon en die samenkomsten werden 'de Staten Generaal van Europa' genoemd. Ze had één vijand. Napoleon. Ze kritiseerde hem en zijn ondemocratische machtsdrift rechtstreeks in zijn gezicht. Hij liet haar verbannen en de eerste druk van haar boek over Duitsland vernietigen. Toch werd ook dit een bestseller. Margit van der Steen – ‘Ware wonderdieren’. De eerste vrouwen in de Nederlandse politiek (1917-1927) Wie waren de vrouwen die als eersten in ons land politieke functies konden veroveren? Wat maakten zij mee? Hoe werden zij bejegend? Dit boek is een tijdsbeeld van Nederland en het verhaal van deze pioniers. Het werd ze allerminst makkelijk gemaakt, want op rechts en net zo goed op links waren veel mannen allerminst ingenomen of overtuigd van de waarde van de vrouw in de politiek. Troelstra zag hen als risico voor de komst van het socialistisme. De gereformeerden vonden dat vrouwen geen plaats hadden in de harde wereld van macht en geld. De katholieken vonden het moederschap en niet het bestuur haar ware bestemming. Maar daar trokken de politieke pioniers zich weinig van aan. Fascinerende mensen, voor de duvel niet bang. Leer ze kennen. Suze Groeneweg, Carry Pothuis-Smit, Aletta Jacobs. Maar ook Wilhelmina van Itallie-Van Embden, een meesterinterviewer die Kamerlid werd. Frida Katz, het wetgevingskanon van de CHU. Eiske ten Bos-Harkema, een 'rooie vrouw' die het cachot in moest toen ze een 'MeToo'-schandaal onthulde. De liberalen, die het meest hun best hadden gedaan om het vrouwenkiesrecht te realiseren, werden er niet voor beloond. Algemeen kiesrecht beloonde vooral de socialisten. En veel vrouwen conservatief te stemmen. Florian Illies - Als de zon ondergaat (verschijnt op 12 mei in de Nederlandse vertaling) In de zomer van 1933 was het heerlijk aan de Côte d'Azur. Maar Thomas Mann was wanhopig. Kon hij ooit terug naar München naar zijn schrijftafel, zijn romans, verhalen, essays? Florian Illies' documentaire roman schetst die eerste maanden in ballingschap en de ontworteling van de grote schrijver, zijn familie en hun vrienden in Sanary sur Mer. Hoe dochter Erika een dappere regisseur van het overleven tegen Hitler werd. Hoe zoon Klaus in Zandvoort levensmoe leek, maar in verzet een levensdoel hervond. Hoe zoon Golo van verlegen student een stille held werd. En Goebbels stiekem meekeek. IJzingwekkend. Dik Verkuil - De ongenaakbare Bolkestein Een monumentale biografie die een tijdsbeeld geeft van Nederland in de twintigste eeuw. Van het chique milieu van de Amsterdamse elite, van dat van de studenten vroeger, van Shell als koloniaal bedrijf, van de VVD die transformeerde van nette heren partij naar volkse machtsfactor. En Frits Bolkestein loopt daar doorheen, eigenwijs, horkerig, provocerend, aarzelend tussen conservatisme en liberalisme. Trots op zijn gave van 'haute vulgarisation' die maatschappelijke thema's hielp agenderen. Maar ook tragisch. Want als bewindsman, als Eurocommissaris en als politiek leider in de paarse periode boekte hij nauwelijks concrete resultaten. Het premierschap ontglipte hem door eigen, aarzelende vaagheid. Zijn opvolging werd een drama. En zijn Magnum Opus, het boek dat hij decennialang aankondigde, werd een flop. Maar toch, wát een leven! Kevin Rudd – On Xi Jinping. How Xi's marxist nationalism is shaping China and the World Hoe denkt de machtigste man op aarde? Sinoloog en oud-premier van Australië, Kevin Rudd, durft het aan in het brein van Xi te kruipen en zijn ideologische kerngedachten te ontcijferen. Zo kruipen we met hem in de geest van een totalitair heerser, een man naar wie iedereen in China moet opkijken en die men heeft te gehoorzamen. Meest fundamenteel is het feit dat Xi een ware gelovige is. Het marxisme-leninisme is de enige wetenschappelijk bewezen analyse van de wereld en wie deze zuiver volgt, kán niet falen. Daarom heeft hij met drie correcties het bewind van zijn voorganger Deng Xiaoping diepgaand veranderd. Bij de centrale macht van de Partij en bij de economische verschillen binnen China wijst hij een koers 'naar links' aan. Terug naar Lenin en de jonge Mao. Nivellering en een nadruk op staatsbedrijven. Zuivering in partij en legertop. Bij de nationale identiteit van China wijst Xi naar het verleden, naar de tijd voor Mao. De ideologie, cultuur en zelfs bepaalde zeden en religie uit de keizertijd zijn weer acceptabel. Want China is en was één en superieur. Als rode keizer is Xi wereldlijk leider en spiritueel heerser tegelijk. *** Tijdlijn 00:00:00 – Introductie 00:06:75 – Pamela Digby 00:29:48 – Germaine de Staël 00:42:07 – De eerste vrouwen in de Nederlandse politiek 01:05:48 – De familie Mann op de vlucht voor Hitler 01:12:22 – Frits Bolkestein 01:32:11 – Xi Jinping 01:58:06 – Einde *** Verder luisteren Kingmaker 479 - Winston Churchill. Staatsman. Redenaar. Excentriekeling 32 - Churchill en Europa: biografen Andrew Roberts en Felix Klos Germaine de Staël 190 - Napoleon, 200 jaar na zijn dood: zijn betekenis voor Nederland en Europa 40 – De geniale broers Von Humboldt 519 - Thomas Jefferson, de revolutionaire schrijver van de Onafhankelijkheidsverklaring 570 - 250 jaar VS: John Quincy Adams, leiderschap in het Huis van Afgevaardigden Wonderdieren 113 - De Jaren '20 als wenkend perspectief Mann 105 - Dagelijks leven in Nazi-Duitsland 404 - Thomas Mann in 1949 en de internationale positie van Nederland in dat jaar Bolkestein 485 - De bijzondere veelzijdigheid van Frits Bolkestein 32 - Gesprek met Frits Bolkestein 403 - Sam van Houten, een eeuw lang verrassend dwars 274 - Thorbecke, denker en doener Xi 220 - China's nieuwe culturele revolutie 453 – 75 jaar Volksrepubliek China, waar is het feestje? 564 – Xi Jinping en de zuivering van de Chinese legertop 458 - De gedroomde nieuwe wereldorde van Poetin en Xi 578 - Oorlog voeren in een verdeelde wereld: misverstanden en mislukkingen 551 – Klem tussen Amerika en China: de koude oorlog rond ASMLSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Et si Emmanuel Macron, Jacques Chirac, Edouard Balladur ou Valérie Pécresse avaient fréquenté des espions ? A partir de la fin de la guerre froide, des agents russes vont intégrer l'ENA, se mêlant aux étudiants destinés aux plus hautes fonctions de l'administration française. Identifier des cibles, des sources, créer des fiches détaillées sur eux, et les transmettre à Moscou : telles semblent être les missions de ces agents secrets. Cette semaine, dans "Nid d'espions”, Charlotte Baris et Etienne Girard, directeur adjoint de la rédaction de L'Express et spécialiste des questions d'espionnage, raconte comment l'ENA a été infiltré par les renseignements russes. “Nid d'espions” est un podcast de L'Express, consacré au renseignement, et au rôle majeur des espions dans les moments clés de l'Histoire. Retrouvez tous les détails de l'épisode ici et abonnez vous à L'Express Podcasts Cet épisode a été écrit par Charlotte Baris, monté et réalisé par Jules Krot. Pour nous écrire : podcast@lexpress.fr Crédits : INA, L'Obs, France 3, Tous WonderMusique et habillage : Emmanuel Herschon / Studio Torrent Visuel : Alice Lagarde Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
La différence entre les deux séquences est saisissante. Le 22 mars, au soir du second tour des élections municipales et malgré des résultats très honorables, les ténors des différents courants de la gauche se déchiraient sur les plateaux de télévision. La fin de cette campagne électorale, émaillée de disputes et de désaccords entre eux, donnait le spectacle d'une gauche irréconciliable.Près de trente ans plus tôt, en 1997, c'est au contraire une gauche unie malgré sa diversité, allant des communistes aux écologistes, en passant par les socialistes et les radicaux de gauche, qui constituait le gouvernement dit de la « gauche plurielle », mené par le premier ministre Lionel Jospin.De 1997 à 2002, en pleine période de cohabitation, l'ancien premier secrétaire du Parti socialiste avait su donner corps à une alliance inédite à gauche depuis la victoire du Front populaire, en 1936, permettant des avancées sociales considérées comme majeures dans son camp, comme les 35 heures, le pacs ou la création de la couverture maladie universelle.Mais aujourd'hui, après les alliances orageuses et éphémères de la Nupes (Nouvelle Union populaire écologique et sociale) en 2022 et du Nouveau Front populaire en 2024, la gauche peine à trouver un terrain d'entente, et ce malgré la proximité de l'élection présidentielle de 2027 et la place prédominante prise par l'extrême droite dans le paysage politique.Le journaliste Olivier Pérou, chargé du suivi de la gauche au Monde, revient pour nous sur l'état des fractures à gauche. Et sur ce contraste que la mort de Lionel Jospin a mis en évidence auprès de nombreux chefs de partis, ces mêmes partis qui avaient réussi à travailler ensemble il y a trente ans.Un épisode de Cyrielle Bedu. Réalisation : Amandine Robillard. Présentation et suivi éditorial : Sophie Larmoyer. Dans cet épisode : extrait du discours de Jean-Luc Mélenchon à Perpignan le 1er mars 2026 ; extrait du discours de Jean-Luc Mélenchon à Bondy le 4 mars 2026 ; interview de Raphaël Glucksmann sur Franceinfo le 2 mars 2026 ; interview d'Olivier Faure sur BFM-TV le 23 mars 2026 ; interview de François Ruffin sur BFM-TV le 23 mars 2026 ; interview de Marine Tondelier sur France 2 le 23 mars 2026 ; allocution de Jacques Chirac à l'Elysée le 21 avril 1997 ; interview de Martine Aubry sur RTL le 23 mars 2026 ; allocution d'Emmanuel Macron à l'Elysée le 9 juin 2024.Cet épisode de podcast a été publié le 8 avril.---Pour soutenir "L'Heure du Monde" et notre rédaction, abonnez-vous sur abopodcast.lemonde.fr Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Ce lundi 30 mars, Laurent Gerra a imité Stéphane Bern, Bernard-Henri Lévy, Jack Lang, François Lenglet, Lionel Jospin, Jacques Chirac, François Mitterrand et Céline Dion. Tous les jours, retrouvez le meilleur de Laurent Gerra en podcast sur RTL.fr, l'application et toutes vos plateformes.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Cécile Cornudet, éditorialiste aux Échos, et Jean-François Colosimo, directeur général des éditions du Cerf, brossent un portrait nuancé de l'évolution de la gauche. Une analyse qui fait suite au décès d'une de ses figures majeures, l'ancien Premier ministre Lionel Jospin. Ils reviennent notamment sur la période de la « gauche plurielle », lorsque Jospin cohabitait avec Jacques Chirac à la tête du gouvernement. Cette époque, qualifiée d'« exemplaire » en termes d'équilibre des pouvoirs, n'était cependant pas exempte de zones d'ombre.Cécile Cornudet souligne ainsi que le Parti Socialiste, autrefois dominant au sein de cette gauche plurielle, a désormais perdu son influence face à l'ascension intellectuelle de La France Insoumise (LFI). Ce renversement de situation a entraîné de vives tensions au sein de la gauche, notamment après les dernières élections municipales.Jean-François Colosimo, quant à lui, n'hésite pas à lever le voile sur certains éléments peu connus du passé de Lionel Jospin. Il évoque notamment son passé trotskiste et les liens supposés de son père avec le régime de Vichy. Ces révélations auraient pu ternir l'image de moralité que l'ancien Premier ministre s'était construite.L'épisode aborde également la question des 35 heures, véritable « utopie » inscrite dans la loi sous le gouvernement Jospin. Les tensions qui ont entouré sa mise en place, notamment entre Martine Aubry et Dominique Strauss-Kahn, sont également discutées.Enfin, les deux invités reviennent sur les événements tragiques qui ont marqué la fin de la campagne présidentielle de 2002 : le 11 septembre 2001 et la tuerie de Nanterre. Ces drames ont contribué à détourner Lionel Jospin de ses préoccupations sociales pour le concentrer sur les questions sécuritaires.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Figure incontournable du Parti socialiste, l'ancien premier ministre sous Jacques Chirac et candidat à l'élection présidentielle de 2002 est mort.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
L'ancien Premier ministre socialiste Lionel Jospin est décédé dimanche à l'âge de 88 ans. Il avait indiqué en janvier avoir subi "une opération sérieuse", sans divulguer de détails. Chef du gouvernement de 1997 à 2002, premier secrétaire du PS de 1981 à 1988 puis de 1995 à 1997, M. Jospin s'était aussi présenté sans succès aux élections Présidentielles de 1995 et 2002. Cette année-là, la surprise avait été totale lorsqu'il n'était pas parvenu à se qualifier pour le second tour, laissant Jean-Marie Le Pen en duel avec Jacques Chirac.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
1er décembre 1986, François Mitterrand, président de la République et Jacques Chirac, Premier ministre, inaugurent le musée d'Orsay à Paris.Un musée installé dans une ancienne gare, au bord de la Seine, juste en face des Tuileries. et qui va bousculer le monde de l'art, changer le regard qu'on porte sur le XIXe siècle. Il est l'un des lieux les plus visités de la capitale.Ce musée, c'est Orsay. Et son histoire, c'est une histoire So 80's.Le générique du podcast c'est toujours David Nilsson. Plus d'infos sur notre label Podcut et notre patreon : podcut.studio Merci pour vos contributions !Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 27 février 2016, Laurent Gerra imitait Jacques Chirac, Nicolas Sarkozy, Valéry Giscard d'Estaing, Lambert Wilson, Dave et Michel PolnareffHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Aujourd'hui, Abel Boyi, éducateur, Barbara Lefebvre, professeur d'histoire-géographie, et Didier Giraud, agriculteur de Saône-et-Loire, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.
Invité: Philippe Vilain. "Les promesses n'engagent que ceux qui les reçoivent" disait Jacques Chirac. La philosophe Hannah Arendt estimait elle que "contre l'imprévisibilité, contre la chaotique incertitude de l'avenir, le remède se trouve dans la faculté de faire et de tenir des promesses". Pourquoi fait-on sans cesse des promesses, aux autres, à soi, sans toujours parvenir à les tenir? Les promesses sont-elles des boussoles morales ou des prisons? Tribu reçoit Philippe Vilain, auteur et enseignant de littérature française à lʹuniversité Federico II de Naples. Il publie "La promesse. Echapper aux vaines paroles", paru aux éditions autrement.
Du lundi au vendredi, retrouvez en podcast la chronique de Laurent Gerra sur l'antenne de RTL, il y a 10 ans. Le 21 janvier, Laurent Gerra imitait Stéphane Collaro, Guy Lux, Jacques Chirac, Jacques Chancel, Michel Rocard, Patrick Sébastien et Lionel Jospin. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.