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Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Debate da Super Manhã: O endividamento dos brasileiros voltou a bater recorde, reacendendo o alerta sobre a saúde financeira da população. Dados recentes indicam não apenas o aumento do número de lares com dívidas, mas também a retomada do crescimento da inadimplência. No debate desta quinta-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre o avanço do endividamento das famílias, os principais tipos de débitos, os juros, o sistema financeiro do país e o cenário das dívidas da população brasileira. Participam o economista e presidente da Fundação Perseu Abramo, Brenno Almeida; o ex-secretário da Fazenda de Pernambuco e sócio da Ceplan Consultoria Econômica e Planejamento, Jorge Jatobá; e o economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio), Rafael Lima.
A mesa internacional “Paz, Integração e Soberania: um olhar sobre a América Latina” propõe um debate qualificado sobre os desafios políticos, sociais e geopolíticos da América Latina no contexto atual.O debate discute os caminhos da integração regional, a defesa da soberania dos povos latino-americanos e o papel da democracia e da paz em um cenário marcado por disputas globais e tensões geopolíticas.Participam da mesa: Humberto Costa, senador por Pernambuco e secretário de Relações Internacionais do PT; Monica Bruckmann, cientista política e professora da UFRJ; e Pedro Silva Barros, pesquisador do Ipea e conselheiro da Fundação Perseu Abramo.A mediação é feita por Mônica Valente, secretária executiva do Foro de São Paulo e diretora da Fundação Perseu Abramo.
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta quarta-feira (3), no Folha Política, o presidente da Fundação Perseu Abramo, Paulo Okamotto.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (01):O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, criticou o governo Lula (PT) e acusou o Planalto de tentar interferir no Congresso. Ele também rebateu a narrativa de que parlamentares negociam apoio em troca de cargos. Horas depois, a ministra Gleisi Hoffmann negou as acusações e tentou conter a crise. Após críticas de Michelle Bolsonaro às alianças regionais do PL, os três filhos mais velhos de Jair Bolsonaro — o senador Flávio, o vereador Carlos e o deputado federal Eduardo Bolsonaro — reagiram publicamente e classificaram a postura dela como autoritária e desrespeitosa. A crise levou a cúpula do PL a convocar uma reunião de emergência. A crítica da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro às alianças do PL nos estados gerou reação imediata dos três filhos mais velhos de Jair Bolsonaro — Flávio, Carlos e Eduardo. Eles classificaram a postura como autoritária e desrespeitosa e tentam conter a crise dentro do partido, que convocou reunião de emergência após o episódio. A Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, propôs a criação de uma Guarda Nacional comandada pelo governo federal para atuar em ações de GLO. A ideia prevê substituir militares em operações e já enfrenta resistência entre especialistas e integrantes das Forças Armadas, que veem risco de uso político da nova força. O Congresso deve votar nesta semana a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção, aumentando a pressão sobre o governo Lula. A oposição e o centrão articulam mudanças que podem ampliar o desgaste do Planalto, sobretudo após a derrota do governo na Câmara com o texto antifacção. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No Café PT desta quarta-feira (5), o presidente da Fundação Perseu Abramo, Paulo Okamotto, falou sobre a importância da formação política para fortalecer a atuação das direções partidárias e apresentou o novo “Guia do Dirigente”. Ouça a entrevista na íntegra!
Com a realização do Encontro de Secretários e Secretárias Estaduais de Formação, em Brasília, a Secretaria de Formação e Educação Política do partido, em parceria com a Escola Nacional de Formação e a Fundação Perseu Abramo, buscam fortalecer o sistema de formação e construir o Plano Nacional de Política 2026. Sonora:
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, membro bolsista do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo “Direito à memória: natureza, cultura, patrimônio histórico-cultural e ambiental”, que integra a obra “Cidadania cultural: o direito à cultura”, dafilósofa Marilena Chauí, publicada em 2021 pela Fundação Perseu Abramo.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Conheça o nosso grupo de pesquisa!Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilEmail: coloquio.epcc@gmail.com
O podcast "Navegar na Paisagem Mediática: Um Guia para a Sala de Aula" aborda a importância crítica da literacia mediática na era digital, destacando o papel fundamental da escola em equipar os jovens para analisar e interpretar informação. O texto explica as diferenças entre facto e opinião, detalha interesses económicos e políticos que influenciam as notícias em Portugal, e apresenta estratégias de manipulação mediática de Noam Chomsky e padrões de Perseu Abramo. Adicionalmente, oferece ferramentas e atividades práticas para professores, visando capacitar os alunos a identificar desinformação e a tornarem-se cidadãos críticos e ativos. Em suma, o guia enfatiza que a literacia mediática é essencial para a cidadania consciente e a resiliência democrática.
O Manhã Brasil desta quarta (23), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) A espera da definição sobre a prisão preventiva de Bolsonaro ou não e as consequência de uma eventual decretação; 2) Governo corta 1 milhão do Bolsa Família e PT e PSOL divulgam fake news de que as pessoas teriam “melhorado de vida”Pessoas convidadas:Fernanda Melchionna, deputada federal pelo PSOL-RSLuiz Alberto Melchert, economista, estudou o mestrado na PUC, pós graduou-se em Economia Internacional na International Afairs da Columbia University e é doutor em História Econômica pela USP. Aposentou-se como professor universitário, e atua como coordenador do NAPP Economia da Fundação Perseu Abramo, como colaborador em diversas publicações, além de manter-se como consultor em agronegócios. Foi reconhecido como ativista pelos direitos da pessoa com deficiência ao participar do GT de Direitos Humanos no governo de transição.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, vai mediar hoje uma audiência de conciliação entre o governo e o Congresso no impasse do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O Executivo aumentou as alíquotas do tributo, mas deputados e senadores suspenderam a decisão por meio de um decreto legislativo, alegando que o governo usa um imposto de caráter regulatório para aumentar a arrecadação. Inconformado, o Executivo recorreu ao Supremo, que agora dará a palavra final sobre a legalidade da cobrança. Ao marcar a audiência de conciliação, Moraes suspendeu temporariamente todos os decretos, até uma decisão final. O núcleo da discussão é se o governo pode usar o IOF de forma arrecadatória, como alega o Legislativo. Ao anunciar o aumento do imposto, a equipe econômica informou que previa arrecadar R$ 20 bilhões neste ano, o que ajudaria a fechar as contas. Com a resistência do setor privado, o decreto foi alterado, mas, ainda assim, a expectativa de receita era de R$ 12 bilhões. Em entrevista à Rádio Eldorado, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), líder da Maioria na Câmara, disse que considera o decreto do governo constitucional, mas admitiu que “pode acontecer um acordo para manter pelo menos uma parte” do decreto do governo. Uma rede articulada pelo PT para abastecer influenciadores digitais com conteúdos políticos, como os gerados por inteligência artificial, conta com integrantes do Instituto Lula, da Fundação Perseu Abramo e sindicatos. A estratégia inclui “briefing” para grupos específicos capazes de disseminar materiais sugeridos por técnicos ligados à direção partidária. Questionado sobre o assunto, Chinaglia disse ser “analógico”, expressou discordância, mas negou a utilização de métodos parecidos com os empregados pela extrema-direita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reveja a entrevista de Denise Campos de Toledo com Paulo Okamotto, presidente da Fundação Perseu Abramo, sobre os 45 anos do PT e a necessidade de se reconectar com o eleitorado. #JornalDaGazeta
Em entrevista ao Café PT, o presidente da Fundação Perseu Abramo , Paulo Okamotto, falou sobre as conquistas do Partido dos Trabalhadores nestes 45 anos de luta e os desafios do futuro na disputa política no país.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta terça-feira (17/12), acompanhe a apresentação da aula "Política Nacional de Cuidados", com Luciana Mandelli". Luciana Mandelli é historiadora feminista, especialista em gestão pública e de projetos sociais. Já atuou como professora, assessora parlamentar e gestora de políticas públicas para segurança alimentar, pesca, mulheres e cultura. Paulista radicada na Bahia há 20 anos, mestranda em Estado, governos e políticas públicas, já atuou como dirigente nacional do PT no coletivo nacional de juventude e na diretoria executiva da Fundação PErseu Abramo.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Autor do podcast: Vitor Vieira Ferreira, membro bolsista do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Podcast sobre o artigo "Religião e política: ressonâncias do neoconservadorismo evangélico nas mídias brasileiras", escrito por Magali do Nascimento Cunha, e que foi publicado na Perseu: História, memória e política, uma Revista do Centro Sérgio Buarque de Holanda da Fundação Perseu Abramo. O texto completo em PDF pode ser acessado aqui. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral. Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral. Conheça o nosso grupo de pesquisa! Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2 Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featured Página no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura Instagram: @epcc.brasil Email: coloquio.epcc@gmail.com
No encontro promovido pelo Partido dos Trabalhadores, em parceria com a Fundação Perseu Abramo, em Brasília, jornalistas e lideranças políticas levantaram reflexões e apontaram caminhos para a construção de uma sociedade mais solidária, democrática e comum por meio da comunicação. Sonoras:
Lançada no seminário nacional do PT pela Fundação Perseu Abramo, em Brasília, a publicação é uma coletânea de artigos que retrata a participação e a força das mulheres, dentro e fora do partido, para ocupar mais espaços na sociedade e fazer avançar as pautas feministas. Sonoras:
O podcast PodTremer desta quinta-feira, 05 de dezembro, recebe Kari Santos. Ela é comunicadora popular, ativista social e digital, integrante da JPT e recentemente foi eleita vereadora em Recife (PE) pelo Partido dos Trabalhadores. Kari vai falar sobre o seminário realizado pelo PT e pela Fundação Perseu Abramo e que traz o tema "A Realidade Brasileira e os Desafios do Partido dos Trabalhadores".
Além de ser fonte de consulta para os dirigentes, filiados, militantes e simpatizantes, a nova edição permite que pesquisadores tenham acesso fácil à história da organização política brasileira, que nasceu durante a ditadura militar, participou das principais lutas nacionais e já chegou cinco vezes à Presidência da República. Sonoras:
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Autor do podcast: Vinícius S. G. Gondra, bolsista do Programa de Iniciação Científica (PIC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Podcast sobre o trabalho “Regulação democrática dos meios de comunicação“, da Coleção “O que saber” da Fundação Perseu Abramo. O autor é o jornalista Jonas Valente. Coordenação do canal: Dra. Eula D. T. Cabral Correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D. T. Cabral Conheça nosso site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2 Canal no Youtube: EPCC Brasil -> https://www.youtube.com/@epccbrasil2728 Página no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura. Página no Instagram: @epcc.brasil
O seminário terá início no dia 5 de dezembro, às 18h, em Brasília, com a participação da presidenta Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, do presidente da Fundação Perseu Abramo, Paulo Okamotto, além de ministros e lideranças do partido.
A Fundação Perseu Abramo e o Partido dos Trabalhadores promovem, nos dias 5, 12 e 26 de novembro, uma série de debates preparatórios para o Seminário "A Realidade Brasileira e os Desafios do Partido dos Trabalhadores".
Neste episódio do programa 20 Minutos, entrevistamos Paulo Okamotto, presidente da Fundação Perseu Abramo, para discutir a economia do governo Lula e suas implicações para os empresários. Você vai entender se as políticas e estratégias econômicas adotadas pela administração atual são benéficas para o setor privado e como isso pode impactar o futuro do empreendedorismo no Brasil. Analisamos os desafios e oportunidades que surgem nesse novo cenário econômico e o papel crucial que os empresários desempenham na recuperação e crescimento do país. Não perca esta análise profunda e esclarecedora sobre os rumos da economia brasileira sob a liderança de Lula! Receba as notícias e análises de Opera Mundi no seu WhatsApp! Siga nosso canal https://omundi.news/zapQuer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já agradecemos! Assine Opera Mundi: http://www.operamundi.com.br/apoio
O Café PT conversou com Paulo Okamotto, Presidente da Fundação Perseu Abramo, que fala sobre o lançamento do site do Trabalho de Base para Vencer e a cartilha Passo a Passo para o Trabalho de Base.
A Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, fez uma pesquisa sobre os eleitores do partido, a fim de instruir seus candidatos a vereador a respeito das estratégias de campanha para as eleições municipais de 2024.O levantamento qualitativo expôs a segurança pública como a área de maior desconfiança dos eleitores petistas, de acordo com O Globo.Felipe Moura Brasil e Carlos Graieb comentam:Você também pode assistir ao Papo Antagonista na BM&C, nos canais de TV 579 da Vivo, ou 563 da Claro, além do SKY+. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista. https://bit.ly/papoantagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
C. A. e Beraba estão de volta para trazer a 2ª parte do episódio sobre a questão agrária no Brasil. Nesta oportunidade, os historiadores refletem sobre as condições de trabalho, posse, propriedade e os domínios econômicos e social ligados a terra da Era Vargas aos nossos dias. Porém, eles dão especial atenção ao período da ditadura civil-militar no Brasil e nos diversos movimentos sociais cuja pauta e objetivo central giram em torno da Reforma Agrária no país, tão urgente e necessária. Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #80 Questão Agrária no Brasil - parte 2. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza Silva e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 24/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62284&preview=true Expediente Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Links Memorial da Democracia: Trabalhador Rural Obtém Seu Estatuto LEI Nº 5.889, DE 8 DE JUNHO DE 1973. - Estatui normas reguladoras do trabalho rural. LEI No 4.214, DE 2 DE MARÇO DE 1963. - Dispõe sobre o “Estatuto do Trabalhador Rural” [revogada pela lei 5.889 de 8/6/1973] Livros ALENCASTRO, L. F. DE. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Cia das Letras, 2000 CASTILHO, Alceu Luis. Partido da Terra: como os políticos conquistam o território brasileiro. São paulo. Editora Contexto. 2012 FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucilia de Almeida N. (Org.) O Brasil Republicano (coleção em 5 volumes). Rio de Janeiro. Civ. Brasileira, 2002-2020. IANNI, Octavio. Origens agrárias do Estado Brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1984. LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. LINAHRES, Maria Yedda e SILVA, Francisco Teixeira da. Terra Prometida. Uma história da questão agrária no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999. MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. 9ª. Edição. São Paulo: Contexto, 2020 PRADO JR., Caio. A Revolução Brasileira e a questão agrária no Brasil. São Paulo: Cia. Das Letras, 2014. PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Cia das Letras, 2011. SILVA, Ligia Osório. Terra devolutas e latifúndios: efeito da lei de terras de 1850. Campinas: Unicamp, 1996. SILVA, Marcio A. B. da, KOLING, Paulo J. [org.] Terra e poder: vivências e lutas sociais no campo. Passo Fundo: Acervus Editora, 2022. STEDILE, João Pedro, FERNANDES Bernardo Mançano. Brava Gente: a trajetória do MST e a luta pela terra no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 1999. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
C. A. e Beraba estão de volta para trazer a 2ª parte do episódio sobre a questão agrária no Brasil. Nesta oportunidade, os historiadores refletem sobre as condições de trabalho, posse, propriedade e os domínios econômicos e social ligados a terra da Era Vargas aos nossos dias. Porém, eles dão especial atenção ao período da ditadura civil-militar no Brasil e nos diversos movimentos sociais cuja pauta e objetivo central giram em torno da Reforma Agrária no país, tão urgente e necessária. Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #80 Questão Agrária no Brasil - parte 2. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza Silva e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 24/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62284&preview=true Expediente Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Links Memorial da Democracia: Trabalhador Rural Obtém Seu Estatuto LEI Nº 5.889, DE 8 DE JUNHO DE 1973. - Estatui normas reguladoras do trabalho rural. LEI No 4.214, DE 2 DE MARÇO DE 1963. - Dispõe sobre o “Estatuto do Trabalhador Rural” [revogada pela lei 5.889 de 8/6/1973] Livros ALENCASTRO, L. F. DE. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Cia das Letras, 2000 CASTILHO, Alceu Luis. Partido da Terra: como os políticos conquistam o território brasileiro. São paulo. Editora Contexto. 2012 FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucilia de Almeida N. (Org.) O Brasil Republicano (coleção em 5 volumes). Rio de Janeiro. Civ. Brasileira, 2002-2020. IANNI, Octavio. Origens agrárias do Estado Brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1984. LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. LINAHRES, Maria Yedda e SILVA, Francisco Teixeira da. Terra Prometida. Uma história da questão agrária no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999. MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. 9ª. Edição. São Paulo: Contexto, 2020 PRADO JR., Caio. A Revolução Brasileira e a questão agrária no Brasil. São Paulo: Cia. Das Letras, 2014. PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Cia das Letras, 2011. SILVA, Ligia Osório. Terra devolutas e latifúndios: efeito da lei de terras de 1850. Campinas: Unicamp, 1996. SILVA, Marcio A. B. da, KOLING, Paulo J. [org.] Terra e poder: vivências e lutas sociais no campo. Passo Fundo: Acervus Editora, 2022. STEDILE, João Pedro, FERNANDES Bernardo Mançano. Brava Gente: a trajetória do MST e a luta pela terra no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 1999. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou Jilmar Tatto, deputado federal (PT/SP) e secretário Nacional de Comunicação do PT, que falou sobre o curso “Fé, política e democracia”, que será realizado pela Fundação Perseu Abramo.
Estão abertas as inscrições para a formação política. A quarta edição do Nova Primavera tem como objetivo a organização e preparação da militância para as eleições municipais de 2024. “A jornada deixa sementes muito fundas nas comunidades, porque no PT a gente já entendeu que além de nos prepararmos para o dia da eleição, a gente tem que se preparar para o dia seguinte”, explicou a deputada federal e secretária nacional de formação do PT, Maria do Rosário. Sonoras: Maria do Rosário (Deputada federal e secretária nacional de formação do PT) [1'11''] Gleisi Hoffmann (Presidenta nacional do PT) [1'18''] Vivian Farias (Vice-presidenta da Fundação Perseu Abramo e diretora da Escola Nacional de Formação do PT) [52''] Gleide Andrade (Secretária nacional de finanças do PT) [35'']
A posse, a propriedade, o controle e o domínio econômico e social sobre a terra sempre foram pontos fundamentais na História do Brasil. Nesse episódio que marca o retorno da nossa atração principal em 2024, C. A., Marcelo Beraba e o estagiário Rodolfo refletem sobre as transformações sociais, econômicas e jurídicas das terras agriculturáveis desde o período colonial até o início da 1ª República. Entenda por que a questão agrícola sempre esteve no centro dos debates políticos nacionais e a importância de refletirmos sobre este tema tão caro ao dar play. Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #79 Questão Agrária no Brasil parte 1. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 26/03/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62016&preview=true Expediente Expediente Produção Geral e Hosts: C. A, Beraba, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Beatriz Molina. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Links Há 170 anos, Lei de Terras oficializou opção do Brasil pelos latifúndios. Fonte: Agência Senado Lei de Terras de 1850 na íntegra Livros ALENCASTRO, L. F. DE. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Cia das Letras, 2000 CASTILHO, Alceu Luis. Partido da Terra: como os políticos conquistam o território brasileiro. São paulo. Editora Contexto. 2012 IANNI, Octavio. Origens agrárias do Estado Brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1984. LINAHRES, Maria Yedda e SILVA, Francisco Teixeira da. Terra Prometida. Uma história da questão agrária no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999. MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. 9ª. Edição. São Paulo: Contexto, 2020 PRADO JR., Caio. A Revolução Brasileira e a questão agrária no Brasil. São Paulo: Cia. Das Letras, 2014. PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Cia das Letras, 2011. SILVA, Ligia Osório. Terra devolutas e latifúndios: efeito da lei de terras de 1850. Campinas: Unicamp, 1996. STEDILE, João Pedro; FERNANDES Bernardo Mançano. Brava Gente: a trajetória do MST e a luta pela terra no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 1999. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A posse, a propriedade, o controle e o domínio econômico e social sobre a terra sempre foram pontos fundamentais na História do Brasil. Nesse episódio que marca o retorno da nossa atração principal em 2024, C. A., Marcelo Beraba e o estagiário Rodolfo refletem sobre as transformações sociais, econômicas e jurídicas das terras agriculturáveis desde o período colonial até o início da 1ª República. Entenda por que a questão agrícola sempre esteve no centro dos debates políticos nacionais e a importância de refletirmos sobre este tema tão caro ao dar play. Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #79 Questão Agrária no Brasil parte 1. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 26/03/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62016&preview=true Expediente Expediente Produção Geral e Hosts: C. A, Beraba, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Beatriz Molina. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Links Há 170 anos, Lei de Terras oficializou opção do Brasil pelos latifúndios. Fonte: Agência Senado Lei de Terras de 1850 na íntegra Livros ALENCASTRO, L. F. DE. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Cia das Letras, 2000 CASTILHO, Alceu Luis. Partido da Terra: como os políticos conquistam o território brasileiro. São paulo. Editora Contexto. 2012 IANNI, Octavio. Origens agrárias do Estado Brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1984. LINAHRES, Maria Yedda e SILVA, Francisco Teixeira da. Terra Prometida. Uma história da questão agrária no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999. MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. 9ª. Edição. São Paulo: Contexto, 2020 PRADO JR., Caio. A Revolução Brasileira e a questão agrária no Brasil. São Paulo: Cia. Das Letras, 2014. PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Cia das Letras, 2011. SILVA, Ligia Osório. Terra devolutas e latifúndios: efeito da lei de terras de 1850. Campinas: Unicamp, 1996. STEDILE, João Pedro; FERNANDES Bernardo Mançano. Brava Gente: a trajetória do MST e a luta pela terra no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 1999. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou Vivian Farias, vice-presidenta da Fundação Perseu Abramo e diretora da Escola Nacional de Formação do PT, que falou sobre o lançamento do Nova Primavera.
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou Paulo Okamotto, presidente da Fundação Perseu Abramo, que falou sobre formação para pré-candidaturas nas eleições 2024.
É Conferência Eleitoral e Programa de Governo PT 2024 Marco Aurélio Garcia com diversas mesas de debates que acontecem nesta sexta (8) e sábado (9). Presidente Lula participa da abertura do evento, marcada para 19h30, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Sonoras: Paulo Okamoto (Presidente da Fundação Perseu Abramo) [1'11''] Gleide Andrade (Secretária Nacional de Finanças e Planejamento) [1'22'] Jilmar Tatto (Secretário Nacional de Comunicação do PT) [1'00'']
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou Paulo Ramos, coordenador do projeto Reconexão Periferias, que falou sobre o lançamento, em Brasília, do "maior banco de dados sobre as periferias do país", produzido pela Fundação Perseu Abramo.
Neste episódio, recebemos os economistas Juliane Furno e Pedro Rossi. Eles são autores, junto com a Gazetinha da Guanabara - que cuidou das ilustrações -, do livro “Economia para a transformação social: pequeno manual para mudar o mundo”, lançado neste ano pela Autonomia Literária e pela Fundação Perseu Abramo (saiba mais: https://tinyurl.com/54j3yax2). E é sobre esse trabalho que vamos conversar hoje. Cientista social e graduada em Ciências Econômicas e mestre e doutora em Desenvolvimento Econômico na Unicamp, Juliane Furno é economista-chefe do Centro de Estudos de Economia do Instituto para a Reforma das Relações entre Estado e Empresa e professora do Departamento de Economia da Uerj. Pedro Rossi é professor livre-docente do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica. É autor do livro “Taxa de Câmbio e Política Cambial no Brasil” e coorganizador do livro “Economia pós-pandemia: desmontando os mitos da austeridade fiscal e construindo um novo paradigma econômico”. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou Elen Coutinho, diretora do Centro Sérgio Buarque de Holanda (CSBH), que falou sobre o novembro negro e explica como vai funcionar o Repertório Virtual Marcos de Luta do Combate ao Racismo lançado pela pela Fundação Perseu Abramo, por meio do Centro Sérgio Buarque de Holanda (CSBH).
Marcio Pochmann é o novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nomeado pelo presidente Lula. Marcio Pochmann é economista, pesquisador, professor, político brasileiro e foi presidente da Fundação Perseu Abramo de 2012 a 2020. O presidente Lula participou da cerimônia de posse. Em seu discurso, Pochmann destacou a recuperação do IBGE e disse que fará uma gestão focada em inovações e rigor técnico cientifico em prol de um Brasil para todos.
O economista foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), entre 2007 e 2012, e também presidiu a Fundação Perseu Abramo, entre 2012 a 2020. Atualmente, ele presidia o Instituto Lula, com sede em São Paulo. A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse que Pochmann tem “um olhar aguçado para as pesquisas na área social” e é um “democrata que pensa um Brasil mais justo”.
O IBGE vai ter um novo presidente: Marcio Pochmann. O nome do economista foi anunciado ontem à noite em meio a muita controvérsia. A escolha foi feita pelo próprio presidente Lula e anunciada pelo ministro da Comunicação, Paulo Pimenta. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, dava indícios de que manteria no cargo Cimar Azeredo, servidor de carreira que lidera o IBGE interinamente desde janeiro. Desenvolvimentista e heterodoxo da Unicamp, Pochmann presidiu a Fundação Perseu Abramo e está à frente do Instituto Lula desde 2020, além de ter integrado a equipe de transição.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A sombra de Marcio Pochmann se projeta sobre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, deve tratar nesta segunda-feira (24) da sucessão no órgão, que está sob o comando de sua pasta e com presidente interino desde janeiro. O problema é que Tebet não escolheu Pochmann e, segundo O Globo, o desenvolvimentista da Unicamp é considerado por alguns auxiliares da ministra como um “terraplanista econômico”. Pochmann fez parte da equipe de transição para o governo Lula, já presidiu a Fundação Perseu Abramo, do PT, o Instituto Lula e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ainda segundo o jornal, a possível posse de Pochmann no IBGE é considerada “um desastre” no Ministério do Planejamento. “Para auxiliares de Tebet, uma eventual nomeação de Pochmann para o IBGE iria ‘na contramão de tudo o que foi feito no ministério desde o início do governo'”, diz reportagem da coluna de Malu Gaspar. Aqui você encontra, em nossos programas, os bastidores do poder e análises exclusivas. Assine o combo O Antagonista + Crusoé https://bit.ly/assineoantagonista Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Você pode entrar em contato conosco pelo e-mail: assinante@oantagonista.com Confira mais notícias em nosso site: https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
AGRONEGÓCIO: BRASIL ESTÁ CONDENADO AO SEU DOMÍNIO? O 20 MINUTOS desta quinta-feira (08/06) recebe o economista e pesquisador Marcio Pochmann para uma entrevista com o jornalista Breno Altman. O crescimento do PIB no primeiro trimestre veio bem acima do esperado: cravou em 1,9% se comparado com o último trimestre de 2022, já feito o ajuste sazonal. As previsões mais otimistas esperavam um avanço de apenas 1,3%.O governo celebrou o resultado e divulgou aos quatro ventos: no primeiro trimestre de 2023, o Brasil teve o quarto maior crescimento mundial.Mas nem tudo são flores. Quase 90% desse salto se deve à agropecuária, embora o setor represente, da porteira para dentro das fazendas, apenas 8% da economia brasileira. No entanto, o segmento cresceu, nesse primeiro trimestre de 2023, impressionantes 21,6%. A indústria, que atualmente não passa de 10% da produção nacional, caiu 0,1%. Serviços, consumo das famílias e consumo do governo ficaram, respectivamente, com resultados positivos modestos: 0,6%, 0,2% e 0,3%. A formação brutal de capital fixo, que indica a evolução dos investimentos públicos e privados, teve uma queda de 3,4%. Para além da disputa política, estudiosos se debruçam sobre esses e outros números para entender as tendências da economia, em um cenário no qual persiste a tendência de desindustrialização do Brasil, com serviços, agropecuário e indústria extrativista funcionando como os principais motores da economia.Para debatermos essa situação, nosso entrevistado será Marcio Pochmann. Um dos principais economistas do país, historicamente vinculado ao Partido dos Trabalhadores, graduou-se pela UFRGS, (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), com mestrado e doutorado pela Unicamp, onde é atualmente professor titular. Foi presidente do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) nos governos Lula e Dilma, entre 2007 e 2012, e presidente da Fundação Perseu Abramo de 2012 a 2020.----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instancia Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoioSiga Opera Mundi no Twitter: https://twitter.com/operamundi ★ Support this podcast ★
PAULO OKAMOTTO: COMO O PT FORMA SEUS MILITANTES? - Programa 20 MinutosO presidente da Fundação Perseu Abramo e direitor do Instituto Lula, Paulo Okamotto, é o convidado de Breno Altman no 20 MINUTOS desta sexta-feira (07/04).Os partidos políticos são as instituições através das quais as mais distintas correntes de opinião, grupo de interesse e classes sociais disputam eleições. Além de serem as ferramentas constitucionalmente designadas para buscar maioria nas urnas, os partidos também são fundamentais para consolidar posições nos parlamentos e nos governos.Mas isso não é novidade para ninguém. O que pouca gente sabe que as legendas partidárias não vivem apenas de eleições, de atividades parlamentares ou de exercício do governo. Para poderem desempenhar essas tarefas a contento, a legislação prevê que cada partido tenha uma fundação dedicada a estudos e formação de sua militância, à qual fica designado ao menos 20% do fundo partidário anual. Uma das mais antigas e prestigiadas dessas instituições é a Fundação Perseu Abramo, vinculada ao Partido dos Trabalhadores e criada pelo diretório nacional da legenda em 5 de maio de 1996. Seu nome homenageia um dos principais jornalistas da história brasileira e que também foi um dos fundadores do PT, além de integrante de sua direção por vários anos. Para conversarmos sobre a Fundação Perseu Abramo, hoje vamos conversar com Paulo Okamotto, o novo presidente da instituição. Ex-metalúrgico, ele foi um destacado líder sindical nos anos 80, integrando a diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Também presidiu o PT de São Paulo no final daquela década e teve sempre um importante papel no comando partidário e das campanhas de Lula. Entre 2003 e 2010 foi presidente do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), ligado ao governo federal.----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já, agradecemos!Assinatura solidária: http://www.operamundi.com.br/apoio ★ Support this podcast ★
Neste episódio, relembramos que o programa de governo de Lula e Alckmin foi construído com a população, por meio da plataforma online que recebeu mais de oito mil propostas. As sugestões abrangeram desde ideias individuais a bandeiras históricas dos movimentos sociais. Segundo o presidente da Fundação Perseu Abramo, Aloizio Mercadante, foi o maior processo participativo de construção coletiva de um programa de governo da história. Confira essa edição nas redes do PT e na Rádio PT. radio.pt.org.br
O coordenador do NAPP de educação da Fundação Perseu Abramo, Carlos Abicalil, fala da grave situação da educação básica no Brasil. . radio.pt.org.br/podcasts
Carlos Abicalil, coordenador do Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas de Educação da Fundação Perseu Abramo, fala sobre o legado do Partido dos Trabalhadores na educação e o as consequências do desmonte do setor promovido Bolsonaro. O ex-deputado federal (PT-MT), comenta, ainda, como será o plano de governo de Lula, caso vença as eleições, para a educação do país. Jornal PT Brasil: ao vivo, de segunda a sexta, às 9h. No ar: radio.pt.org.br
A economista e colaboradora do Núcleo de Opinião Pública, Pesquisa e Estudos da Fundação Perseu Abramo, Juliana Nascimento, explica como foi o processo de participação da sociedade e de outros setores no envio de sugestões para o plano de governo do Lula. Além disso, comenta quais áreas tiveram mais proposições e quando o país terá acesso ao conjunto de propostas. Jornal PT Brasil: ao vivo, de segunda a sexta, às 9h. No ar: radio.pt.org.br
A vice-presidente da Fundação Perseu Abramo, Vivi Farias, fala da agenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco. Lula visita três cidades do estado. Além disso, falou da importância da participação popular no governo. Jornal PT Brasil: ao vivo, de segunda a sexta, às 9h. No ar: radio.pt.org.br
No programa Brasil da Gente desta semana, a ex-senadora Ideli Salvatti recebe a ex-ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a ex-ministra das Cidades, Inês Magalhães, para falar sobre o descaso como o governo Bolsonaro vem tratando as questões ambientais e os cada vez mais frequentes desastres naturais que acontecem no Brasil. Acompanhe #aovivo o 'Brasil da Gente' toda quarta-feira, às 17h. O programa aborda sempre temas importantes da atualidade, da grave situação que o povo brasileiro está vivendo e da esperança de dias melhores. Parceria com Fundação Perseu Abramo, DCM, Brasil 247 e Revista Fórum. radio.pt.org.br
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o pré-candidato do PT à Presidência da República, Lula, afirmou que vai conversar com o mercado apenas no momento “em que tiver interesse”. Segundo ele, o PT tem quase 100 pessoas trabalhando em um programa de governo. “O mercado precisa conversar com o candidato a presidente. E na hora que eu tiver interesse vou conversar com o mercado. Eu tenho 90 economistas participando do grupo de trabalho. Tem gente do mercado. Eu não vou queimar um ou outro economista”, declarou o petista. Lula também foi questionado sobre uma eventual participação de Pérsio Arida e Lara Resende, que trabalharam na elaboração do Plano Real, na formatação de um programa de governo petista. O ex-presidente disse que tudo não passou de apenas uma conversa com Alckmin. “O Pérsio Arida foi indicado pelo companheiro Alckmin para conversar com a Fundação Perseu Abramo, e ele foi conversar. Acho que é razoável que se conversa. Nós não somos donos da verdade. Queremos conversar com todo mundo. O programa de governo não pode ser do PT. Tem que ser desses sete partidos que estão conosco e mais a sociedade”, declarou. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.youtube.com/c/OAntagonista https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista