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O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
Odcinek #246, w którym z Bartoszem Szczygielskim rozmawiamy w Książnicy Kopernikańskiej w Toruniu o jego książce "Czarne ptaki".Na dobry początek pytam o P jak pisarską dolę, czyli książek pisanie i P jak podpisywanie. Przyglądamy się nowej P - powieści podwójnej. Interesują mnie szczegóły tego literackiego P jak projektu. Sprawdzamy liczbę odczytań "Czarnych ptaków" i różne klucze I jak interpretacji przedstawionych historii. Bartosz opowiada o ważnych M jak momentach z lat dziewięćdziesiątych i ze współczesności, które stanowią ramy czasowe opowieści. Zarysowujemy fabułę oraz historię B jak bohaterów : Arka, Kamila, Małgorzaty i Amelii. Zastanawiamy się o czym są "Czarne ptaki"? O P jak przyjaźni? O Z jak zazdrości? Dopytuję nie tylko o P jak proces powstawania książki, zajmujemy się również P jak procesem technologicznym - składu i druku. Rozmawiamy przy okazji premiery o tym, jak dziś pisać, żeby czytelnicy chcieli sięgnąć po więcej. Przyglądamy się poprzednim książkom autora, ciekawi mnie czego Bartosz w książce nigdy nie opisze, co według niego nie zasługuje na literacki opis. W końcu okazuje się, że różnych podwójności, nie tylko tych z "Czarnych ptaków" wyszło nam w rozmowie sporo.
O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
Are all the galaxies orbiting a superstructure in the middle of the universe? Neil deGrasse Tyson and comic co-host Chuck Nice are reaching into the grab bag to cover questions from absolute zero to the nature of gravity, and much much more. NOTE: StarTalk+ Patrons can listen to this entire episode commercial-free here: https://startalkmedia.com/show/cosmic-queries-total-darkness/ Thanks to our Patrons RY, The Kilted Bard, Istvan Leel-Össy, Matthew, lrs.2010, Devin Caldwell, Shaneeb Kamran, Leondre Dow, Cool, Greenhornet658ky, Nikola Lacković, Steve Shirley, Lani Lum, Paulis, John Bower, Purp, Josh S, Craig Booth, wrae, Richard Francisco, Mike, Subhransu Mishra, Jaden R Peters, Andreas, Raimund Stock jr, Brian Banks, robert margerum, Amiri Mouhab, Alan Moylan, Marianne sperry, William Benjamin Broes, Paul Sanchez, Mark Evans, Fiona Rawls, Nick L, Shaun H, Marcin Majdanski, Justin Satterwhite, Rolando Cosme, Darkphoenix, Praxis, Vexonar, User Profile Name, twon, V-Thrax, Oymilius The Great, DFH, Senad Bajramovic, Joe Kava, Lucas Harlan, Ty Jayne Breathe, Malcom, Muttey, Ana i Vinko, Lewis Alley, Layee Chau, Zachary Lang, Dave, Sweet T, Rich Wolf, c l, MyCatSaysHi!, Apoorv Lathey, Sondre Hellingsrud, Robert Steenberge, naveen v, Dennis L. Friedman, Dr Mark, Karsten Schäfer, Tim Thomas, Joe Messer, andrew nathan, Darayat Chowdhury, Dan Gillespie, NK, Anthony Sclafani, Nicholas Flores, Murphstein, justin thomas, Valerie, Alexis, Lior Gross, Melissa Harrison, Elizabeth Engelhardt, T, Makayla, 9000 H.A.L.s, Brian Maurer, Shahar Avenstein, Robert, O P, RDH, Paul Hill, Annie Saenz, Mike Mohler, Peter Petrov, Kyle, Isaac Hach, W Pops, Brittney Jacobs, and BRambo for supporting us this week. Subscribe to SiriusXM Podcasts+ to listen to new episodes of StarTalk Radio ad-free and a whole week early.Start a free trial now on Apple Podcasts or by visiting siriusxm.com/podcastsplus. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
HUMOR SEM LIMITES, RODEIO E O SUPER-HERÓI CAIPIRA! O Pânico recebe o rei do "humornejo": Marcus Cirillo! Nesta quinta (26), vai entrar em Pânico com a gente o cara que saiu do interior pra fazer turnê no Japão e gravar DVD dentro da arena de Barretos debaixo de chuva! Já vou avisando que o papo vai ser sem massagem: será que a turma da internet ficou sensível demais pra aguentar as piadas de peão ou é só o pessoal de rede social fazendo muito barulho? Larga esse café gourmet e vem curtir o programa com a moçada que vai separar os brutões dos nutellas! Quem perder, vai ter que aguentar 8 segundos no lombo de um touro bravo… e sem capacete!
Houve um tempo em que as exportações portuguesas estavam baseadas em custos salariais baixos e em setores de pouca sofisticação. Hoje, Portugal é também, e cada vez mais, um exportador de tecnologia e de inovação. E não só no setor dos serviços – mas também sob a forma de produtos que conseguem entrar nos mercados mais exigentes. Um desses produtos é a Multiwasher — uma máquina de lavar industrial desenvolvida em Portugal com uma tecnologia imbatível em termos de eficiência e sustentabilidade ambiental. Produzida pela Somengil, uma empresa de engenharia sediada em Aveiro, a Multiwasher tem ganho terreno no mercado internacional com uma combinação única de inovação, customização e serviço pós-venda.Neste episódio, Tony Ventura, CEO da Somengil, explica-nos as razões desse sucesso. Mais do que falar sobre tecnologia, esta é uma conversa sobre gestão e vendas B2B. Exploramos como se alinham comités de decisão onde todos têm diferentes interesses, de que forma o serviço pós-venda se pode tornar no nosso melhor vendedor, e por que razão a sustentabilidade ambiental só ganha verdadeira escala quando se traduz em poupança económica. Pelo meio, refletimos ainda sobre o verdadeiro desafio de reter talento num mundo em constante mudança. Ouça o episódio e descubra: O segredo para transformar um serviço por medida num produto de sucesso Como adaptar a estratégia de distribuição à cultura e à organização de múltiplos mercados Como atender às preocupações dos diferentes players que compõem o comité de decisão numa compra industrial Como transformar o próprio produto num canal de comunicação e feedback contínuo com o utilizador final Qual é a principal função do marketing quando se trata de abrir o mercado para um produto que é quase uma categoria à parte As melhores práticas para atrair e reter talento qualificado num setor altamente competitivo Com base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A Venda Complexa e a Gestão de Stakeholders Vender inovação no mercado B2B exige uma compreensão profunda de quem realmente decide. Numa grande organização, a compra raramente é feita por uma só pessoa, dependendo de um comité informal onde cada membro tem prioridades radicalmente distintas: o responsável de produção quer rapidez e padronização, a manutenção exige fiabilidade e tempo de resposta, e as compras focam-se no custo. A grande lição partilhada é a necessidade de o marketing B2B criar uma proposta de valor segmentada, que fale a língua de cada um destes stakeholders , educando o mercado sobre os benefícios financeiros e práticos da inovação O Pós-Venda como Verdadeiro Motor Comercial Uma reflexão central deste episódio é que, no universo B2B, o melhor produto do mundo perde todo o valor se não tiver um serviço de excelência a suportá-lo. Evocando o exemplo da presença da Toyota em mercados remotos — que lidera não apenas pela mecânica do carro, mas pela extrema facilidade em encontrar peças e mecânicos capazes de o reparar —, percebemos que a retenção do cliente e a compra recorrente dependem inteiramente da fiabilidade da assistência. Construir Cultura e Reter Talento num Mundo VUCA Num mundo altamente instável e volátil (VUCA - Volatility, Uncertainty, Complexity, Ambiguity), a sobrevivência das empresas passa pela diversificação geográfica e de segmentos. O sucesso na retenção de talento começa num recrutamento criterioso, que valoriza o encaixe cultural antes da competência técnica. A alta rotação de talento destrói o alinhamento e o conhecimento acumulado, pelo que a regra de ouro partilhada é simples: se não encontrarmos a pessoa certa, é preferível não contratar. Empresas e instituições mencionadas: Website Somengil Linkedin Somengil Nestlé Unilever Bimbo Toyota
O "Pão da Aflição" (Lachma Anya)A Matsá tem uma natureza dual. No início do Seder, ela é chamada de "Pão da Aflição" (o que os escravos comiam por ser barato e sustentar por mais tempo) e, ao final, é o "Pão da Liberdade".A Dualidade: Ela nos lembra de onde viemos (escravidão) para valorizarmos onde chegamos (liberdade). Ela conecta a dor do passado com a gratidão do presente.Curtiu a aula? Faça um pix RABINOELIPIX@GMAIL.COM e nos ajude a darmos sequência neste projeto! #chassidut #mistica #judaismo #kabala #cabala #tora #torah #kabalah #Parasha #Torá #moises #moshe #egito #shiur #shiurim #piramides #shemot #Midrashim #cajadoMoisés #sarçaardente #pessach #passover #Torá #Moshé #Êxodo #HistóriaJudaica #EscravidãoNoEgito #Redenção #Parashá #SabedoriaDaTorá #Judaísmo #AulasDeTorá #egito #faraó #moisés #mitzraim #cabala #sangue #sangue #chametz #chamets #matza #matzah
A CAIXA PRETA DO BANCO MASTER VAI SER ABERTA! O Pânico vai receber o mestre das leis e do direito digital: André Marsiglia! Ele vem pra destrinchar aquele assunto do momento que começa com 'B'... Big Brother? Tá maluco? Ele fala tudo sobre os bastidores quentes do caso mais cabeludo que a "peitoca" de Tony Ramos, o Banco Master! Além do que tá rolando com Daniel Vorcaro. Se prepare, porque essa segundona (09) começa o famoso dia em que o filho chora, a mãe não vê... e o nosso 'adevogado' Dr. Coragem sua frio!
NO OCTÓGONO OU NA URNA: É PORRADA PRA TODO LADO! Nessa segundona (23), se prepara que a pauta vai ser na base da porrada! O Pânico recebe o ex-lutador do UFC e agora peso-pesado da política: Felipe Sertanejo! Ele fez mais de 14 mil votos, virou suplente de vereador pelo PL e é "parça" do Nikolas Ferreira. Ele vem pra contar por que trocou o octógono pelo plenário e se bater de frente com os adversários políticos cansa mais do que tentar nocautear alguém no octógono! Vem assistir Ao programa… ou vai ganhar uma visitinha do Felipe que vai testar se ainda lembra uns golpes!
Ekonómia nieje veda o číslach, grafoch či tabuľkách, je to veda o ľuďoch a našom správaní. Vysvetľuje mnohé neintuitívne pravdy, ktoré sa priečia nášmu vnímaniu reality alebo chápaniu spoločenských zákonitostí. V štvrtom rozhovore s Robom Chovanculiakom (INESS) sa bavíme o jeho ďalšej pútavej knihe (O Pôvode prosperity), ktorá je skutočne fascinujúcim čítaním, ktoré odporúčam každému môjmu študentovi. Tento podcast je nieje len pre tých z vás, ktorí podnikáte, je o pôvode prosperity, ktorú vieme pritiahnuť do vlastného života, keď porozumieme tomu, ako funguje svet okolo nás. Povieme si prečo v ekonómii 1+1=3, prečo zisk podnikateľa je “certifikát” jeho spoločenského prínosu, ako s tým súvisí reputácia, deľba práce, pravidlá trhu, morálka a mnohé zaujímavé poznatky. Knihu zoženiete ľahko a odporúčam vám aj Robov podnetný newsletter (robertchovanculiak.substack.com).
Sexta-feira é dia de maldade, mas amanhã (19) também é dia de bondade! O Pânico fecha a semana com chave de ouro (e copo cheio)! Leonardo vem aí pra contar mentira de pescador e ensinar como se bebe sem cair (ou caindo com classe).E pra salvar a nossa alma (e vidas de verdade), chega junto Henrique Prata, o anjo do Hospital de Amor! Vai ser modão, cachaça e solidariedade. Já deixa o Pix no gatilho e o remédio na mão, porque o programa de amanhã promete curar ressaca e salvar vidas!
O horror, sem sombra de dúvidas, é um ótimo jeito de começar a carreira no mundo do cinema. Antes dos Oscars e das bilheterias bilionárias, as estrelas escolhidas para o episódio dessa semana estavam correndo de assassinos, controlando insetos com o poder da mente, invocando demônios e até mesmo fugindo de tomates assassinos. Nossa bancada dá um giro pelas décadas de 1980, 90 e 2010 para analisar a estreia no cinema de alguns dos atores mais famosos da atualidade. Tom Hanks não morrendo por ser simpático? Jennifer Connelly em um giallo sobrenatural? George Clooney fazendo pizza sem molho de tomate? Adam Scott libertino? Elizabeth Olsen presa em um remake de filme uruguaio? Eles sofreram tudo isso e muito mais no começo da carreira.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Tom Hanks – Noivas em Perigo (1980)Jennifer Connelly – Phenomena (1985) e Labirinto (1986) George Clooney – De Volta à Escola de Horrores (1987) e O Retorno dos Tomates Assassinos (1988)Adam Scott – Hellraiser IV – Herança Maldita (1996)Elizabeth Olsen – A Casa Silenciosa (2011) Menções já feitas em episódios anteriores:Kevin Bacon em Sexta-Feira 13 (1980)Jhonny Depp em A Hora do Pesadelo (1984)Jennifer Aniston em Leprechaun (1993)Patritia Arquette em A Hora do Pesadelo 3 (1987)Matthew McConaughey e Renée Zellweger em O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1995) Menções honrosas:Leonardo DiCaprio – Criaturas 3Angela Basset – Criaturas 4Charlize Theron – Colheita Maldita 3 (1995)Citações off topic:Quando Um Estranho Chama (1980)O Terminal (2002)Os Olhos da Cidade São Meus (1987)Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza (1971)O Pássaro Sangrento (1987)Pelo Amor e Pela Morte (1994)Clock Tower (jogo, 1995)O Céu Que Nos Protege (1990)A Noite das Brincadeiras Mortais (1986)Os Pássaros (1963)A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)Brinquedo Assassino (1988)Mar Aberto (2003)Festim Diabólico (1948)Martha Marcy May Marlene (2011)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #428 – Diretores famosos que estrearam no horrorRdMCast #281 – Franquia PânicoRdMCast #370 – Especial A Hora do PesadeloRdMCast #349 – Franquia Sexta-Feira 13: seu nome é JasonRdMCast #310 – Suspiria e a Trilogia das Três MãesRdMCast #352 – Ruptura: humanos do capitalismo tardioRdMCast #376 – Hellraiser: os cenobitas estão entre nósRdMCast #219 – Chucky, o Brinquedo AssassinoRdMCast #497 – Adolescência: masculinidades, red pill e violênciaRdMCast #464 – Especial Godzilla parte 2 ou: como os EUA estragam tudoRdMCast #339 – O Retorno de Leatherface: a sequência legado de O Massacre da Serra ElétricaCabana RdM #1 – LeprechaunTrasheira de Qualidade: O Retorno dos Tomates AssassinosINSIDER STORE COM ATÉ 30% OFF E 20% DE CASHBACK:Cupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
O Pânico estava em dúvida se quarta (03) é dia de churrasco ou de usar rosa, mas tem certeza de que é dia de mostrar que adianta, sim, chorar sobre o leite derramado! Leandro Leitte, o hétero afeminado, vem ao estúdio do programa para falar tudo sobre a ABHA — e não é o musical Mamma Mia, não, galera! É a Associação Brasileira de Héteros Afeminados… que bafo, mona!Ele já abriu show para o Whindersson Nunes, já foi notado pela Nany People e é um fenômeno de Manaus! Vem assistir que vai ser tudo! Só espero que ele não traga manga também… ouvi dizer que essa mistura dá um trabalho!
Mynt: invista R$150 em qualquer cripto e tenha R$50 de Bitcoin no Cashback! - https://bit.ly/425ErVa. Promoção válida para novos cadastrados na plataforma do BTG através do uso do cupom MOTOR50; o Cashback de R$50 no Bitcoin em sua conta é creditado no 5º dia útil do mês seguinte. O Pódio Sprint chega trazendo tudo o que aconteceu na corrida sprint do Catar, com vitória de Oscar Piastri, que diminuiu a vantagem de Lando Norris. Acompanhe os desdobramentos com Erick Gabriel (@erickjornalista) e Isa Fernandes (@isamfer_), ambos repórteres do Motorsport.com.
Host Jim Lawson talks with Tamara Treanore, CO, Orthotist & Prosthetist Assistant Studies Program Director at Oakland University, about her 35+ year journey in O&P. Tamara shares how her passion for education landed her at the only accredited O&P assistant program in the U.S. helping prepare O&P assistants for real-world practice.
E se um meteoro estivesse vindo em direção à Terra agora? Neste episódio, o Pílulas do Conhecimento revela como cientistas avaliam essas ameaças e o que as escalas de Palermo e Torino realmente dizem sobre o risco de um impacto.O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse https://www.premiompb.com.br/- Faça login seguro com google ou facebook;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebookRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisApoio: Laboratório de Experimentações Sonoras | FAFICH-UFMGTexto original: Cecília Ferreira de Almeida e Silva e Marcela Nascentes PossatoAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Camila Mantovani
Você sabia que o Sol também se move pela galáxia? Cada volta completa em torno do centro da Via Láctea dura milhões de anos , enquanto isso, a Terra muda junto com ele. Neste episódio, exploramos as chamadas eras solares e relembramos os grandes eventos que marcaram nosso planeta durante essas jornadas cósmicas.O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse https://www.premiompb.com.br/- Faça login seguro com google ou facebook;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebookRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisApoio: Laboratório de Experimentações Sonoras | FAFICH-UFMGTexto original: Gabriela CostaAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Ana Carolyna GonçalvesCoordenação: Camila Mantovani
O grafite vai muito além da tinta nos muros, ele é expressão, resistência e voz nas ruas. Neste episódio, falamos sobre essa forma de arte urbana e sobre como artistas como Banksy transformaram o grafite em ferramenta de crítica social e reflexão política. Uma conversa sobre a cidade como tela e a arte como ato de liberdade.O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse https://www.premiompb.com.br/- Faça login seguro com google ou facebook;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebookRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisApoio: Laboratório de Experimentações Sonoras | FAFICH-UFMGTexto original: Isadora RinconAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Camila Mantovani
O Pânico desta segunda-feira (29) recebe Wanderlei Silva e Werdum na resenha do Zu e Zuzu para falar sobre a luta com Popó. E Maria Faiock, a advogada que “parece um asilo” de tanto que ajuda os velhinhos do Brasil, vai entrar em Pânico para comentar a situação da CPI do INSS! Entre histórias de ringue e gestos de solidariedade, o programa traz muita diversão e inspiração.
Nem a luz escapa de um buraco negro… e depois desse episódio, a sua atenção também não vai escapar! A primeira foto desse gigante cósmico fez história, confirmou a teoria da relatividade geral e mostrou como a ciência pode transformar o invisível em realidade. Bora embarcar nessa viagem pelo universo?O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse https://www.premiompb.com.br/- Faça login seguro com google ou facebook;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebook
O árbitro de vídeo chegou às quadras para trazer mais justiça ao vôlei, mas também abriu espaço para discussões intensas. Neste episódio, falamos sobre como a tecnologia influencia o jogo, seus acertos marcantes, os erros que geram polêmica e o impacto dessa ferramenta na experiência de atletas e torcedores.O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse https://www.premiompb.com.br/- Faça login seguro com google ou facebook;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebook
As formas ousadas de Oscar Niemeyer ajudaram a transformar Belo Horizonte em um marco da arquitetura moderna. Neste episódio, exploramos suas obras icônicas na capital mineira e a parceria com Juscelino Kubitschek, que uniu política e arte para repensar a cidade e projetar o futuro do Brasil.O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse https://www.premiompb.com.br/- Faça login seguro com google ou facebook;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebook
Muito se fala sobre os perigos do tempo de tela, mas e se olharmos para o outro lado? Neste episódio, refletimos sobre como jogos digitais e o uso das telas podem estimular criatividade, aprendizado e convivência em diferentes fases da vida. Uma conversa sobre tecnologia, diversão e os caminhos que elas abrem para todas as idades.O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse https://www.premiompb.com.br/- Faça login seguro com google ou facebook;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebook
Você já parou pra pensar de onde vem o termo “índio” e por que ele ainda é tão usado? Neste episódio, mergulhamos na história dessa herança europeia e mostramos como chamar de indígena é muito mais do que trocar uma palavra: é reconhecer identidades, valorizar culturas e respeitar a luta dos povos originários.O Pílulas do Conhecimento está concorrendo ao Prêmio Melhores Podcasts do Brasil, na categoria Ciências!Como votar:- Acesse www.premiompb.com.br/votar;- Faça login seguro com Google;- Escolha Ciências → Pílulas do Conhecimento;- Finalize o voto e ajude a fortalecer a divulgação científica do Espaço!Muito obrigado!VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebook
Nesta mensagem, o Pr. Leandro Peixoto expõe a pregação “O Púlpito Não é Suficiente”, fundamentada em Deuteronômio 6:4-9, destacando que a formação espiritual dos filhos não depende apenas da pregação dominical, mas do ensino contínuo e prático no lar. Com uma aplicação profunda à luz da teologia reformada, o sermão mostra como os pais são chamados a ensinar, modelar e viver a Palavra de Deus diariamente, conduzindo seus filhos a obedecer, amar e conhecer ao Senhor de todo o coração. Uma reflexão impactante sobre paternidade, discipulado e a importância da comunhão cristã para uma vida de fé sólida.
Nesta mensagem, o Pr. Leandro Peixoto expõe a pregação “O Púlpito Não é Suficiente”, fundamentada em Deuteronômio 6:4-9, destacando que a formação espiritual dos filhos não depende apenas da pregação dominical, mas do ensino contínuo e prático no lar. Com uma aplicação profunda à luz da teologia reformada, o sermão mostra como os pais são chamados a ensinar, modelar e viver a Palavra de Deus diariamente, conduzindo seus filhos a obedecer, amar e conhecer ao Senhor de todo o coração. Uma reflexão impactante sobre paternidade, discipulado e a importância da comunhão cristã para uma vida de fé sólida.
O LoGGadoCast está no ar! E nesta edição, Edu Sacer, Márcio Zanon, Leo Oliveira e Mandy Aguiar comentam as últimas novidades da TV, cinema e streaming! Para ouvir, dê o play, aumente o volume e deixe seu feedback nos comentários!Comentado no Cast:05:37 - Notícias e Amenidades33:36 - Cortina de Fumaça (Smoke)41:32 - Contagem Regressiva (Countdown)51:25 - O Últimato: Queer Love01:23:21 - Ladrões: A Tiara de Santa Agueda01:34:18 - Round 602:04:28 - Um Pai Para Lily02:27:57 - Um Estranho em Minha Casa (The Stranger in My Home)03:12:15 - Comentários03:34:54 - DespedidasLinks Relacionados:Apoie pelo Pix: contatologgado@gmail.comApoie no PatreonLoGGado no TelegramLoGGado no InstagramLoGGado no BlueskySeriadores AnônimosCompre AQUI os livros de Leozio!Arquivo de Episódios do LoGGadinLoGGadoCast 458 – Mentirosos, F1: O Filme, O Píer, Olympo, Coração de Ferro e muito maisMande sua barra para o S.A.D.OBS: trilha do episódio sem copyrights
Anunciado após uma reunião do Conselho de Ministros de Portugal na última segunda-feira (23), um projeto de lei prevê mudanças significativas no processo de obtenção da nacionalidade portuguesa e no reagrupamento familiar — medidas vistas como um retrocesso por organizações da sociedade civil e especialistas. A proposta de reforma traz preocupação às comunidades imigrantes, como a brasileira. Lizzie Nassar, correspondente da RFI Brasil em Lisboa Entre os pontos mais controversos está o aumento do tempo mínimo de residência legal para imigrantes que desejam solicitar a nacionalidade. O prazo passaria de cinco para sete anos no caso de cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), incluindo os brasileiros, e para dez anos no caso de estrangeiros de outros países. Além disso, o governo propôs restringir a concessão de vistos de trabalho apenas a profissionais qualificados e incluir a possibilidade de retirada da nacionalidade portuguesa em casos de crimes graves com sentença judicial. A proposta também altera as regras de reagrupamento familiar, exigindo agora que o pedido seja feito ainda no país de origem e apenas após dois anos de residência legal em Portugal por parte do solicitante. Esclarecimento e corrida pela nacionalidade Após dias de incerteza, o governo português esclareceu ao jornal O Público Brasil, na tarde desta sexta-feira (27), que imigrantes que já tiverem completado cinco anos de residência legal até o dia 18 de junho de 2025 poderão ainda solicitar a nacionalidade com base nas regras atuais. A advogada Marcelle Chimer, que atua com imigração em Lisboa, confirma o aumento repentino na busca por informações e pedidos de naturalização. “Está acontecendo uma verdadeira corrida”, explica. “Estamos aconselhando quem já completou os cinco anos a dar entrada o quanto antes. Apesar do anúncio, a proposta ainda precisa passar pelo Parlamento. Certamente haverá alterações no debate parlamentar, especialmente sobre a retroatividade", adverte. Até o momento, o Parlamento português ainda não definiu uma data para a votação do projeto. O Conselho Nacional para as Migrações e Asilo enviou uma nota à imprensa criticando a ausência de diálogo e pedindo maior participação das comunidades afetadas nas discussões legislativas. Reagrupamento familiar: um obstáculo adicional A nova proposta dificulta consideravelmente o reagrupamento familiar. Atualmente, muitos imigrantes conseguem trazer seus cônjuges ou filhos diretamente após receberem autorização de residência. Com as mudanças, será necessário esperar dois anos e solicitar o visto ainda no país de origem. Francisco Paulo, um trabalhador brasileiro do Ceará, compartilha sua experiência frustrante com o sistema atual. Ele chegou a Portugal há 10 meses com contrato de trabalho e visto legal, mas enfrentou obstáculos inesperados ao tentar trazer a esposa. “Tive que entrar com processo judicial e gastar 800 euros para acelerar o reagrupamento. Ninguém me informou que eu poderia fazer isso ainda no Brasil. Foi uma surpresa amarga”, contou. Representantes da comunidade imigrante e organizações de apoio também criticaram duramente as propostas. Para Cyntia de Paula, vice-presidente da Casa do Brasil de Lisboa e conselheira no Conselho Nacional para as Migrações, as medidas representam um retrocesso sem precedentes. "Essas mudanças ferem inclusive princípios constitucionais portugueses. Impedir o reagrupamento familiar é um ataque ao direito básico de viver em família. Portugal sempre foi referência em políticas migratórias inclusivas, e agora vemos uma proposta que pode gerar mais desigualdade, mais exploração", afirma. Ela aponta que as novas regras podem afetar negativamente o próprio mercado de trabalho português. “Grande parte da força de trabalho nos setores essenciais vem de imigrantes. Dificultar a permanência e o reagrupamento pode prejudicar as empresas, que já enfrentam escassez de mão de obra.” Clima de incerteza Enquanto o Parlamento não define o futuro da proposta, a comunidade imigrante vive entre a ansiedade e o medo. Organizações como a Casa do Brasil têm recebido um volume crescente de pedidos de informação, e muitos imigrantes temem ter que deixar o país ou viver em situação irregular. A advogada Marcelle Chimer recomenda cautela. “É hora de esperar e acompanhar o processo legislativo. Ainda há muito a ser debatido. A versão final da lei pode ser bastante diferente do que foi inicialmente anunciado.” Francisco e sua esposa já cogitam deixar o país, caso o reagrupamento não seja possível. “Não quero viver ilegalmente. Se o processo não avançar, vamos considerar voltar ao Brasil ou tentar outro país europeu.” Leia tambémRemessas de dinheiro enviadas ao Brasil por imigrantes em Portugal batem recorde em 2024
O LoGGadoCast está no ar! E nesta edição, Edu Sacer, Márcio Zanon, Leo Oliveira e Mandy Aguiar comentam as últimas novidades da TV, cinema e streaming! Para ouvir, dê o play, aumente o volume e deixe seu feedback nos comentários!Comentado no Cast:05:43 - Notícias e Amenidades33:42 - Guerreiras do K-Pop44:37 - F1: O Filme51:25 - Hell Motel01:13:49 - Frozen: O Musical01:30:06 - Coração de Ferro (IronHeart)01:58:34 - O Píer (The Waterfront)02:11:54 - Olympo02:27:21 - Mentirosos (We Were Liars)03:12:33 - Comentários03:35:32 - DespedidasLinks Relacionados:Apoie pelo Pix: contatologgado@gmail.comApoie no PatreonLoGGado no TelegramLoGGado no InstagramLoGGado no BlueskySeriadores AnônimosCompre AQUI os livros de Leozio!Arquivo de Episódios do LoGGadinLoGGadoCast 457 – Mentirosos, Noivo à Indiana, Echo Valley, Improvisação Perigosa e muito maisMande sua barra para o S.A.D.OBS: trilha do episódio sem copyrights
No episódio de hoje do DerivadoCast, fizemos um verdadeiro serviço de utilidade pública: te livramos de algumas bombas dos streamings!
Nesta edição do podcast do Caixa, Weslley Fonseca recebe Tiago Coelho, idealizador do programa "Pôr do Sol da Virada", e a cantora Jéssica Dantas. O Pôr do Sol da Virada é um programa especial da TV Novo Tempo que celebrará a transição para 2024 no dia 31 de dezembro, às 18h, com momentos de música, reflexão e adoração. Apresentado por Abnal Júnior, o evento contará com participações de cantores renomados, como Arautos do Rei, Luiz Claudio, Jéssica Dantas e Matheus Rizzo. Com temas como Adoração, Usa-me, Gratidão e Cuidado de Deus, o programa conduz os telespectadores a uma experiência espiritual marcante. O encerramento trará uma reflexão do Pr. Gilson Brito e a música Tudo Novo, interpretada por todos os convidados. Confere aí!O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/Twitter: https://twitter.com/caixademusica
This is a comprehensive discussion on the topic of 'what is spiritual and what is not' as part of an ongoing series on the Wisdom of Bhagavad Gita. There are common misconceptions about spirituality. The term 'spirit' is used in various contexts and while many things are labeled as spiritual, not everything considered sacred or supernatural is truly spiritual from a Vedic perspective.For example, there is the common misconception that nature is inherently spiritual, but while nature can influence our state of consciousness positively, it none-the-less remains material energy.The ancient Vedic understanding is that in this world there are two fundamental energies: material energy (comprised of atoms and particles) and spiritual energy. The spiritual energy is the spiritual being (ātmā – the self or the spirit soul) which is eternal, unchanging, and personal, and temporarily residing within a material body.The spiritual journey is not to find a better way to enjoy the world with my material covering (body and mind). It is to discover my real spiritual identity, reestablish my lost connection with my source, the Supreme Soul or God, and become immersed in a relationship of love and loving service to the Supremely Lovable God.Some verses that were quoted:Yet there is another nature, which is eternal and is transcendental to this manifested and unmanifested matter. It is supreme and is never annihilated. When all in this world is annihilated, that part remains as it is. - Bhagavad-gītā 8.20 Besides this inferior nature, O mighty-armed Arjuna, there is a superior energy of Mine, which are all living entities who are struggling with material nature and are sustaining the universe. - Bhagavad-gītā 7.5O son of Bharata, as the sun alone illuminates all this universe, so does the living entity, one within the body, illuminate the entire body by consciousness. Bhagavad-gītā 13.34Here is a link to another talk on the subject, The Nature of the Soul: YouTube - https://www.youtube.com/watch?v=q9fAaCDZltU&ab_channel=AcharyaDas Facebook - https://www.facebook.com/share/r/1Bx7hRtWgc/ Acharyadas.com - https://acharyadas.com/the-nature-of-the-soul/ Additional quotes around what is a spiritual person that people may benefit from:Arjuna said: O Kṛṣṇa, what are the symptoms of one whose consciousness is thus merged in transcendence? How does he speak, and what is his language? How does he sit, and how does he walk? - Bhagavad-gītā 2.54The Supreme Personality of Godhead said: O Pārtha, when a man gives up all varieties of desire for sense gratification, which arise from mental concoction, and when his mind, thus purified, finds satisfaction in the self alone, then he is said to be in pure transcendental consciousness. - Bhagavad-gītā. 2.55One who is not disturbed in mind even amidst the threefold miseries or elated when there is happiness, and who is free from attachment, fear and anger, is called a sage of steady mind. - Bhagavad-gītā. 2.56In the material world, one who is unaffected by whatever good or evil he may obtain, neither praising it nor despising it, is firmly fixed in perfect knowledge. - Bhagavad-gītā. 2.57One who is able to withdraw his senses from sense objects, as the tortoise draws its limbs within the shell, is firmly fixed in perfect consciousness. - Bhagavad-gītā. 2.58The embodied soul may be restricted from sense enjoyment, though the taste for sense objects remains. But, ceasing such engagements by experiencing a higher taste, he is fixed in consciousness. - Bhagavad-gītā. 2.59He is a perfect yogī who, by comparison to his own self, sees the true equality of all beings, both in their happiness and distress, O Arjuna! - Bhagavad-gītā 6.32A person is said to be still further advanced when he regards all—the honest well-wisher, friends and enemies, the envious, the pious, the sinner and those who are indifferent and impartial-with an equal mind. - Bhagavad-gītā 6.9
Nos últimos anos, o fluxo migratório do Brasil para Portugal atingiu níveis históricos, tornando a comunidade brasileira a maior população estrangeira no país, com mais de 550.000 residentes. O crescimento levou à necessidade de ampliar a cobertura jornalística que desse voz a esses imigrantes, refletisse suas experiências e abordasse temas essenciais para sua integração na sociedade portuguesa. Dessa demanda, nasceu o Público Brasil, do tradicional jornal português Público, voltado especialmente para a comunidade brasileira residente em Portugal ou que pretende morar no país. Luciana QuaresmaEm menos de um ano desde seu lançamento, a edição conta com 10 milhões de visualizações, um número significativo para um projeto recente. Em entrevista à RFI, Vicente Nunes, editor-chefe do Público Brasil, reconhece que sempre houve uma lacuna na imprensa portuguesa sobre o espaço crescente da imigração brasileira.“O Público Brasil surge para preencher esse espaço, dando voz a essas comunidades. Nosso projeto não se limita à comunidade brasileira: estamos empenhados em entender também as comunidades angolana e moçambicana, mostrando que estamos ouvindo e falando diretamente com as pessoas", explicou. "É um trabalho totalmente digital, com uma equipe específica. Temos um site vinculado à publicação principal, e sempre que o Público identifica material relevante, ele é levado para a edição impressa, ampliando o alcance e impacto das vozes representadas por nós”, detalha o jornalista.A cobertura busca retratar a realidade dos brasileiros em Portugal e oferecer reportagens aprofundadas sobre temas como imigração, trabalho, educação, cultura e política. Por isso, é feita principalmente por jornalistas brasileiros.“Sabíamos que este espaço teria que ter as mãos de jornalistas que compreendem as nuances da experiência de migrar para Portugal e tudo que envolve este universo”, salienta David Pontes, diretor de redação do jornal Público. “Nosso objetivo é não apenas informar, mas também criar um senso de pertencimento e representatividade.Queríamos algo que partisse de dentro, que falasse a mesma língua e vivenciasse os mesmos desafios, e encontramos isso com nossos colegas brasileiros. Eles trazem uma experiência inestimável, agregando novos leitores apaixonados à nossa comunidade."Reportagens sobre os desafios da imigração Entre os assuntos mais acessados no Público Brasil, destacam-se matérias sobre regularização da documentação, processos de nacionalidade portuguesa e desafios enfrentados por brasileiros recém-chegados ao país. Segundo o jornalista Jair Rattner, que faz parte da equipe, muitos imigrantes chegam a Portugal sem conhecer plenamente os trâmites burocráticos para a permanência no país.“Recebemos diariamente mensagens de leitores pedindo mais informações sobre como conseguir a cidadania portuguesa, quais são seus direitos como trabalhadores ou quais as dificuldades de alugar um imóvel sendo estrangeiro”, conta Rattner. Leia tambémPortugal quer restringir acesso à saúde pública para imigrantes; brasileiros podem ser afetadosAlém das questões burocráticas, o jornal também destaca histórias de sucesso de brasileiros que prosperaram em Portugal, abrindo negócios, ingressando na academia ou se destacando no mercado de trabalho. “Essas narrativas são inspiradoras e mostram que, apesar dos desafios, é possível construir uma vida bem-sucedida aqui”, afirma Nunes.O projeto também tem sido um canal para que a sociedade e o governo portugueses compreendam melhor a realidade dos imigrantes. Segundo Nunes, órgãos governamentais costumam entrar em contato para esclarecer informações e responder a denúncias publicadas.“É incrível como o governo português tem procurado o Público Brasil para se comunicar com a comunidade brasileira", afirma.Desfazendo estereótiposUm estudo recente publicado pelo jornal revelou que, a partir de 2019, o fluxo de imigrantes brasileiros ajudou a reverter a queda populacional em Portugal e contribuiu com cerca de € 1,4 bilhão para o sistema de segurança social do país. Esses dados reforçam a importância econômica e social da comunidade brasileira, desmistificando estereótipos e promovendo uma visão mais equilibrada sobre a imigração.Além disso, o jornal tem um papel importante no combate à desinformação. “Muitos brasileiros chegam a Portugal acreditando em informações falsas, propagadas principalmente em redes sociais. Nosso trabalho é garantir que eles tenham acesso a notícias verificadas e confiáveis”, destaca Rattner, que mora no país europeu há 39 anos.“Já provamos que há um público fiel e ávido por informação de qualidade. O próximo passo é ampliar a equipe, diversificar o conteúdo e continuar a fortalecer esse canal de comunicação entre brasileiros e portugueses”, indica Nunes.
Picture this, you wake up one morning with nausea, body aches, abdominal pain, and despite sleeping all night, you are exhausted. You then find yourself running to the restroom with watery and somewhat explosive diarrhea. You think to yourself – what could this be? Well, if the year was 2023, in the summer and you happen to live in Texas, chances were somewhat high that you had probably had cyclosporiasis. And today, we are going to talk about this particular parasite and focus in on what our options are for detecting it given that it is not routinely picked up on O&P exams. And while there are molecular panels out there that include Cyclospora as a target, as our speakers will share, there is an easier and cheaper approach we can consider to quickly ID this pathogen. Guests: Dr. Angela Ma. Public Health Ontario and Assistant Professor at the University of Toronto Dr. Marc Couturier. Drector of the clinical microbiology lab at NorDx lab at MaineHealth in Scarborough, Maine Links: Shedding new light on Cyclospora: how the use of ultraviolet fluorescence microscopy can improve diagnosis of cyclosporiasis Join ASM for up to 50% off the publication fees when you publish in JCM or any of the ASM journals. Attend ASM Microbe This episode of Editors in Conversation is brought to you by the Journal of Clinical Microbiology and hosted by JCM Editor in Chief, Alex McAdam and Dr. Elli Theel. JCM is available at https://jcm.asm.org and on https://twitter.com/JClinMicro. Visit journals.asm.org/journal/jcm to read articles and/or submit a manuscript. Follow JCM on Twitter/
Naujai darbą pradėjęs Aplinkos ministras Povilas Poderskis – kaunietis, pagal išsilavinimą programinės įrangos inžinierius, buvęs Vilniaus miesto administracijos direktorius ir statybų lobistas. Jis pripažįsta, kad aplinkosaugos srityje žinių jam trūksta, bet tikina, kad dėl to remsis į vis dar tebeformuojamą komandą.Du iš jau dirbančių viceministrų – už miškus atsakingas Ramūnas Krugelis ir statybų sektorių kuruojantis Kastytis Žuromskas – į rinkimus ėjo su ministrą delegavusios „Nemuno aušros“ partijos sąrašu, bet į Seimą nepateko.Aplinkosaugininkai ir apžvalgininkai pažymi, kad iš Aplinkos ministro visų pirma tikisi įvairių interesų derinimo ir tvirtesnio gamtosauginių interesų atstovavimo nei tai darė jo pirmtakai. Aplinkosaugos koalicijos pirmininkė Lina Paškevičiūtė mato ženklų, kad ministerija nusiteikusi dirbti įtraukdama visuomenę.Tuo metu apžvalgininkas Paulius Gritėnas atkreipia dėmesį, kad per visą pastarąjį nepriklausomos Lietuvos laikotarpį iš 13 Aplinkos ministrų vos trys buvo gamtosaugos specialistai. O P. Poderskis šią tendenciją tęsia. „Lapė vištidėje“, – apibendrina P. Gritėnas.Autorė Vaida Pilibaitytė
0:00IntroThe last podcast of the year!Settle in folks. We goin' long.6:28The Puppet PitThe blog! It lives!The new Oracle episode is actually out!2024 O:P wrap-upAll links on https://www.operationpuppet.com. Join the Discord! https://discord.gg/3zPqDcGJAC29:16Gizmotown The Deck Nook.We're Number One! We're Number One! (etc)OLED refurb SteamDecks are on the menu!MSI Claw 2! I mean, 7 and 8, and also ZOTAC Zone ($799 USD, 7" AMOLED, Ryzen 8840U), AyaNeo Pocket EVO (~$399 USD, SD G3X Gen 2, 7" 165Hz OLED), OneXFly F1 ($1499 USD Ryzen AI 9 HX370 7"144Hz OLED) ...They call me MISTER... Pi.Intel's new cheaper GPUS are good, actuallyIf you're in Canada, I hope you didn't buy a game console on Black Friday since we're all getting a GST/HST holiday on Dec 14What happens when tech bros make an AI companion for neurodivergent kids? Same thing that happens to everything else they doYear-end tech wrapup: What stood out in 2024?1:28:00Pixels and TokensThe Game Awards will have happened. Thoughts?A Zenimax Union! (Communication Workers of America)Your Warframe check-in with KevinOh no, XDefiant is shutting downJamie has spent some time with the newest GamePass title Indiana Jones and the Great Circle2024 Gaming wrap-up: We played some games. And then talked about them. And Kevin gets weirdly emotional about them. Content Warning: human feelings.Music Credits:Opening Music/Stinger: Funk Babe by emiliomerone. Audiojungle Broadcast License.Gizmotown: kiddpark, Freesound.org (Creative Commons 0 License).Pixels and Tokens: Kagateni, Freesound.org (Creative Commons 0 License) Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
In this episode of CredCast, we welcome Fanny Schultea to discuss her new role with the O&P Foundation and share exciting news about a groundbreaking partnership with ABC. Learn about ABC's $1.5 million unrestricted donation to establish an endowment, the innovative programs it will support, and a generous $1 million matching campaign announced on Giving Tuesday. Fanny also highlights ways listeners can get involved, from donations to volunteer opportunities, and how these initiatives aim to elevate the O&P profession and improve patient care. Don't miss this inspiring conversation!
Aí sim! Estamos chegando ao final da 4ª temporada do Diário Mágicko, e a nossa última live do ano sempre é o Páginas Rasuradas, um episódio em que recebemos os relatos de quando o inusitado nos acomete! O Páginas Rasuradas é um formato mais leve, com um tom cômico, em que abordamos as histórias de quando as coisas não saem bem como esperamos. Aqui não temos roteiro e nem palestras, a ideia é dar espaço para que os ouvintes possam compartilhar alguns de seus casos e para que a gente possa aprender com a dor do outro! Mesmo que você seja alguém com uma longa caminhada na espiritualidade, com nome distinto e respeitado, mil graus e condecorações, toda essa sabedoria vem com um preço: o da experimentação. E, inevitavelmente, quando exploramos as possibilidades nos deparamos com situações exdrúxulas que acabam por nos ensinar o que não fazer. Esses são os maiores aprendizados, e são os que devem ser anotados com o máximo de detalhes no diário Mágicko. Por que, embora possamos nos envergonhar de nossas posturas ou falta de proficiência, esses eventos costumam ser definidores de uma nova atitude e uma perspectiva mais ampla do mundo. São as páginas rasuradas que moldam o nosso caráter e elas são a verdadeira fundação do nosso diário mágicko. Agora prepara a pipoca que a sessão vai começar! – Envie seu relato!
Este é o episódio 8 série Como Orar Corretamente com o Bispo David Augusto, by Pedras Vivas Podcast, com o tema “O Pão Nosso de Cada Dia Nos Dai Hoje”. Confira o episódio completo e compartilhe nas redes sociais, para que mais pessoas sejam abençoadas.
Keep up with everything Operation: Puppet does on https://www.OperationPuppet.com0:00IntroTogether again!Jamie was in Disneyland and at D23!25:43The Puppet PitBuilds: Commissions! A lady gator for the good folks at Keepsake YouTube channel! Give them a follow!New Oracle has been released!Hall of Fame page is up! https://www.operationpuppet.com/hall-of-fame/No, O:P won't be involved in Reality TV thingAll links on https://www.operationpuppet.com. Join the Discord! https://discord.gg/3zPqDcGJAC42:09Gizmotown The Deck Nook.Is SteamOS about to go wide release?Or maybe you'd like Windows on your DeckRelated: Valve confirms upcoming support for ROG Ally in SteamOSSony blew it again Ed note: or did they?Andrew bought a watchKevin's getting a Thing. For Reasons.1:19:01Pixels and TokensOne for the anglophiles: Thank Goodness You're HereEA gonna EA with Dragon Age addonsAndrew is playing Case of the Golden Idol, fresh DOOM remake, D4S5Jamie has re-Warframe'dKevin got a thing. For Reasons. (PSVR2)Music Credits:Opening Music/Stinger: Funk Babe by emiliomerone. Audiojungle Broadcast License.Gizmotown: kiddpark, Freesound.org (Creative Commons 0 License).Pixels and Tokens: Kagateni, Freesound.org (Creative Commons 0 License) Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Keep up with everything Operation: Puppet does on https://www.OperationPuppet.com0:00IntroWe back! We've never been more back!3:40The Puppet PitKevin took a needed breakRecent builds: GreeBee, 4 Sonks and a not-grouch. Coming up: Pride charity build 2024!Quick Vlogs have begun!O:P will be the Featured Streamer for an upcoming Owncast Newsletter https://owncast.ghost.io/All links on https://www.operationpuppet.com. Join the Discord! https://discord.gg/3zPqDcGJAC38:40Gizmotown The Deck Nook.The Zotac Zone is real: https://www.theverge.com/2024/6/4/24171675/zotac-zone-specs-handheld-gaming-pcUnbelievably, a new MSI Claw is also real: https://www.tomsguide.com/gaming/pc-gaming/msi-claw-just-got-turbocharged-with-intels-lunar-lake-chip-and-it-puts-rog-ally-x-on-notice and XPG Nia too with articulated screen, handhelds for allThe ROG Ally X has been previewed and it's price has been released.Phase 1 of the Deshittify Win11 Project wrapsNice FOSS story of the day: Jellyfin has plenty of funding and asks people to donate to clients instead: https://opencollective.com/jellyfin/updates/were-good-seriouslyUpdated: PSVR 2 PC adapter official: https://www.eurogamer.net/half-life-alyx-soon-playable-on-ps-vr2-with-new-pc-adapterKevin want to talk about retro computing1:41:04Pixels and TokensDiablo IV got a "new lute" (Ed: The Oracle wrote the show notes)Destiny 2 check-inSummer GAME Fest is onSims 4 Battle Pass Lol, lmao https://www.ign.com/articles/the-sims-4-is-launching-battle-pass-style-timed-events-and-fans-arent-happyMusic Credits:Opening Music/Stinger: Funk Babe by emiliomerone. Audiojungle Broadcast License.Gizmotown: kiddpark, Freesound.org (Creative Commons 0 License).Pixels and Tokens: Kagateni, Freesound.org (Creative Commons 0 License) Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Keep up with everything Operation: Puppet does on https://www.OperationPuppet.com0:00IntroHappy Alien DayThis podcast brought to you by antibiotics and not by booze4:21The Puppet PitScishow Kids done and shipped, commissions underway!The future of O:P... is good! And the build streams are coming back!Brief discussion about how performers (puppet and otherwise) view their signature charactersAll links on https://www.operationpuppet.com. Join the Discord! https://discord.gg/3zPqDcGJAC36:17Gizmotown The Deck Nook.RetroGameCorps has their final review of the MSI Claw up, and its... a mess. Mainly because of the Intel Chipset: https://www.youtube.com/watch?v=aKjm0ZCNAl0 "Feels like I paid $750 to beta test a new Intel Chip on handhelds"Kevin had a new GPUTick tock, TikTok. (we're very clever)Jamie has acquired a gadget. https://www.insta360.com/product/insta360-x3Do you like AI and ads? Then you'll love the new Windows. Is there finally an Xbox VR headset coming? No. https://www.theverge.com/2024/4/22/24137334/xbox-vr-headset-microsoft-meta-quest-limited-edition1:13:59Pixels and TokensWill games soon play themselves? https://gamerant.com/sony-auto-play-game-mode-patent/Destiny 2 update from Kevin: It's not you, it's me.Little Big Planet 3 servers aren't coming back, reinforces archival issues https://www.polygon.com/24137118/littlebigplanet-3-servers-offline-2024Embracer Embraces Breaking Itself Up, also performs a debt shuffle: https://boardgamewire.com/index.php/2024/04/22/asmodees-owner-loads-it-up-with-e900m-debt-amid-plan-to-spin-off-board-game-giant/Escape From Tarkov has a $250 GFY edition https://new.reddit.com/r/SubredditDrama/comments/1cd1a0u/is_250_too_much_to_pay_for_a_game/Music Credits:Opening Music/Stinger: Funk Babe by emiliomerone. Audiojungle Broadcast License.Gizmotown: kiddpark, Freesound.org (Creative Commons 0 License).Pixels and Tokens: Kagateni, Freesound.org (Creative Commons 0 License) Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Ai sim! O Páginas Abertas #13 foi muito especial por que ao tratarmos do Reencantamento do Mundo instigamos uma nova perspectiva para se pensar a realidade que confere maior autonomia ao indivíduo e uma conexão mais profunda com a sua espiritualidade. Essa visão animista do mundo é uma habilidade mágica: é a capacidade de enxergar a vida onde outros veem apenas estaticidade. Quando se quebra a monotonia da lógica ordinária se percebe a multiplicidade de expressão da natureza, e o sujeito ganha um senso de pertencimento ímpar, que lhe permite dialogar em termos de igualdade com outras ordens de seres que lhe cercam. É exatamente sobre esses seres que vamos tratar no episódio de hoje. No grande esquema cósmico há linhas de evolução paralelas que colaboram entre si, mas não se mesclam. Ou pelo menos é o que parece. Quando falamos de Elementais não os resumimos em pequenas criaturas diáfanas e estereotipadas, mas também de macroelementais complexos o suficiente para serem confundidos com anjos ou mestres. E quando falamos sobre encantados… bem, há muito o que pensar. Vem conosco que hoje nós vamos descortinar um véu! – Envie seu relato!
Keep up with everything Operation: Puppet does on https://www.OperationPuppet.com0:00IntroTogether again!We're old!6:20The Puppet PitFirst sack puppet!Announcing the O:P Hall of Fame! If you a puppet from O:P in any public-facing work, I want to feature you on the site! Get in touch!The Build Streams are still on hold but this time for a nice reasonWe are IN The Fediverse!Owncast: https://www.operationpuppet.live/Peertube: https://puppet.zone/Mastodon: https://puppet.town/Join the Discord! https://discord.gg/3zPqDcGJAC34:42Gizmotown The Deck Nook.- Chiaki goodWish.com gets sold at a huge lossAI still sucksAndrew got a new phone1:07:07Pixels and TokensRemember board games?We answer the question "what if Deep Rock Galactic but Vampire Survivors?"Helldivers II came out to great fanfare and even greater word of mouth.Everything is FINE at Xbox. Please continue to Xbox as normal. Diablo 4 coming to Game Pass. Some games are coming to Playstation and Switch. There will be more Xbox hardware and it'll be super duper good, pinky swear.Enshittification update: Sony has decided that digital media that people bought "forever" on Funimation aren't theirs anymore now that they are shuttering the service and rolling it into Crunchyroll (for more money a month) (https://gizmodo.com/funimation-death-crunchyroll-april-2024-1851241511)Games We Love continues with Jamie and Sid Meier's' Alpha CentauriMusic Credits:Opening Music/Stinger: Funk Babe by emiliomerone. Audiojungle Broadcast License.Gizmotown: kiddpark, Freesound.org (Creative Commons 0 License).Pixels and Tokens: Kagateni, Freesound.org (Creative Commons 0 License) Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
There's a paradox in cyber underwriting: we want to avoid claims where possible, but we need claims data to make sound assumptions and improve our pricing models.In this episode, Meghan Hannes, US Head of Underwriting Management at Beazley, dives deep into the world of cyber insurance, revealing insights into underwriting risk selection and pricing. She also uncovers the challenges and misconceptions in the application process and highlights the crucial role of underwriting management in supporting insureds and optimizing risk profiles.You'll learn:1. The evolution of the cyber insurance market and how it impacts your role as a professional.2. The importance of data and claims analysis in risk selection and pricing.3. The challenges and misconceptions in the cyber insurance application process and how to overcome them.4. The crucial role of underwriting management in supporting insureds and optimizing risk profiles.5. The future of cyber insurance and why proactive risk monitoring is essential for success.__________About Meghan:Meghan Hannes leads the execution of Underwriting Management across the US Cyber & Technology team at Beazley. Ms Hannes has acted as a Co-Chair for many Cyber Risk Industry Events and was named the 2020 NetDiligence ‘Toby Merrill' Cyber Industry Award recipient. Ms. Hannes has 20 years of experience in Cyber, Media, Tech E&O and Professional Liability Insurance and has lent her voice as a contributor to several organizations and industry events such as Lloyd's, Reuters, AMBest, PLUS, Intelligent Insurer, Insurance Business America and the Women in Cyber Conference; Member of the Eniac Ventures Expert Network. Ms. Hannes joined Beazley in early 2022, having previously helmed up Cyber & Technology E&O P&L and strategy as Product Head at Hiscox. Prior to Hiscox, she held various Privacy & Network Security Product Management and senior level underwriting positions at Axis Insurance, The Hartford, Chubb Group of Insurance Companies and served as Director of Underwriting at start-up Insurer CloudInsure. Find Meghan on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/meghanhannes/ __________About Beazley:Beazley is a leading sustainable, specialist insurer. It is defined by its people and a culture that values being bold, striving for better and doing the right thing. The services and products that it provides deliver peace of mind and offer the most advanced thinking in the insurance market.Website: http://www.beazley.com/ Industry: InsuranceCompany size: 1,001-5,000 employeesHeadquarters: LondonFounded: 1986__________About the host Anthony:Anthony is passionate about cyber insurance. He is the CEO of Asceris, a company that enables its clients to respond to cyber incidents quickly and effectively. Anthony is originally from the US but now lives in Europe with his wife and two children. Get in touch with Anthony on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/anthonyhess/ or email: ahess@asceris.com ___________This podcast is produced by our friends at SAWOO.
Just a quick note the podcast is going on a brief hiatus, but we will be back! As always keep up with all O:P shenanigans on Socials: https://linktr.ee/OperationPuppet Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
In episode 5, host Seth O'Brien, CP, FAAOP(D), sits down with John T. Brinkmann, CPO, FAAOP(D), an associate professor of Physical Medicine and Rehabilitation at Northwestern University and chair of The Academy's Behavioral Science Society. The two talk about Brinkmann's career journey and professional choices, the importance of mentorship, educational transitions, critical clinical skills, and behavioral science in O&P. This episode is produced by Association Briefings.