Podcasts about cinema brasileiro

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Brasil-Mundo
Produções brasileiras destacam temas íntimos e universais na Berlinale

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:12


O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).

Brasil-Mundo
Produções brasileiras destacam temas íntimos e universais na Berlinale

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:12


O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).

Brasil-Mundo
Longa brasileiro 'Antônio Odisseia' concorre no Slamdance Film Festival em Los Angeles

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 6:06


Entre dezenas de produções independentes do mundo inteiro, um filme brasileiro marca presença na competição do Slamdance Film Festival, que começa no próximo dia 19, em Los Angeles. É com a estreia mundial de “Antônio Odisseia” que o Brasil desembarca no evento conhecido por revelar grandes nomes do cinema como Sean Baker, Christopher Nolan e o sul-coreano Bong Joon-ho. O longa, dirigido pelo paranaense Thales Banzai, leva à tela uma jornada intensa, caótica, visceral e bem brasileira. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Na história, Tony e sua melhor amiga, Ivy, assaltam o bar onde ele trabalha e roubam drogas que os levam a uma odisseia surrealista rumo a um encontro com Deus. O que começa como um roubo impulsivo rapidamente se transforma em uma jornada existencial, atravessada por delírio, espiritualidade e encontros inesperados. O cineasta Thales Banzai mora em Los Angeles desde 2020 e depois de anos tentando viabilizar projetos por editais e plataformas, decidiu apostar em uma produção completamente independente.“A gente financiou por conta da nossa produtora, a Seiva, que é a nossa coprodutora no Brasil, e produtores, amigos, próximos passaram o chapéu, todo mundo botou uma grana no filme porque acreditava no projeto e a gente resolveu fazer", diz. Filmado no fim de 2024, em São Paulo, em 17 dias, o roteiro foi desenvolvido ao lado de Kelson Succi, artista vindo do teatro e que também interpreta Antônio. Uma mistura de universos que ajudou a definir o tom do filme em uma produção toda em preto e branco. “Eu adoro trabalhar em preto e branco, fotografo em preto e branco faz muito tempo. Então é algo que consigo trabalhar nessa linguagem com facilidade e de que gosto muito. Dentro da nossa situação de produção, ajuda muito num filme de baixo orçamento, para a gente conseguir fazer, trazer mais valor de produção com menos, conseguir filmar mais rápido com poucos recursos de luz, criar uma situação expressiva interessante”, reitera. Além da trilha sonora (assinada por Kiko Dinucci e arranjo de cordas de Arthur Verocai) também ser peça central da narrativa, costurando realidade e delírio, o filme reúne participações especiais de Antônio Pitanga, Teuda Bara (que faleceu em dezembro), Leci Brandão e Chico César (narração). “O mais difícil foi chegar o roteiro no Pitanga, mas quando chegou, ele leu e curtiu muito. Foi a parte que também deu energia, colocou ainda mais energia. Ele falou que [o roteiro] lembrava dos personagens que fazia nos anos 1960 e 1970 e que estava animado", relembra. Festival alternativo Criado há mais de 30 anos como uma alternativa independente, o Slamdance aconteceu durante décadas simultaneamente ao Festival de Sundance em Park City, aproveitando a concentração de profissionais da indústria que já estavam na cidade nessa época do ano. Mas, a partir de 2025, o festival saiu de Utah e se estabeleceu em Los Angeles, marcando uma nova fase na capital do cinema. “Eu sinto que pra todo mundo com quem eu falo, e que está mais ligado na indústria, esse é um festival que todo mundo curte muito e admira muito, porque é feito com uma curadoria real. É um processo super democrático de pessoas que fazem filmes mesmo e que assistem a todos os filmes e debatem extensivamente o que deve entrar", diz Banzai. Para ele, o momento é propício ao cinema brasileiro, principalmente diante do sucesso de "Ainda Estou Aqui" e "Agente Secreto". “Acho que é algo que a gente pode começar a dar esses passos no Brasil, também, de sair só dos grandes cinco festivais, Cannes, Berlim, Toronto, Oscar e Veneza, e conseguir olhar para outros lugares, que são também super catalisadores de carreiras no mundo todo não só aqui”, diz Thales. Uma coprodução Brasil–Estados Unidos, “Antônio Odisseia”, chega a Los Angeles com apresentações nos dias 23 e 24 de fevereiro dentro da programação do Slamdance Film Festival.

Brasil-Mundo
Longa brasileiro 'Antônio Odisseia' concorre no Slamdance Film Festival em Los Angeles

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 6:06


Entre dezenas de produções independentes do mundo inteiro, um filme brasileiro marca presença na competição do Slamdance Film Festival, que começa no próximo dia 19, em Los Angeles. É com a estreia mundial de “Antônio Odisseia” que o Brasil desembarca no evento conhecido por revelar grandes nomes do cinema como Sean Baker, Christopher Nolan e o sul-coreano Bong Joon-ho. O longa, dirigido pelo paranaense Thales Banzai, leva à tela uma jornada intensa, caótica, visceral e bem brasileira. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Na história, Tony e sua melhor amiga, Ivy, assaltam o bar onde ele trabalha e roubam drogas que os levam a uma odisseia surrealista rumo a um encontro com Deus. O que começa como um roubo impulsivo rapidamente se transforma em uma jornada existencial, atravessada por delírio, espiritualidade e encontros inesperados. O cineasta Thales Banzai mora em Los Angeles desde 2020 e depois de anos tentando viabilizar projetos por editais e plataformas, decidiu apostar em uma produção completamente independente.“A gente financiou por conta da nossa produtora, a Seiva, que é a nossa coprodutora no Brasil, e produtores, amigos, próximos passaram o chapéu, todo mundo botou uma grana no filme porque acreditava no projeto e a gente resolveu fazer", diz. Filmado no fim de 2024, em São Paulo, em 17 dias, o roteiro foi desenvolvido ao lado de Kelson Succi, artista vindo do teatro e que também interpreta Antônio. Uma mistura de universos que ajudou a definir o tom do filme em uma produção toda em preto e branco. “Eu adoro trabalhar em preto e branco, fotografo em preto e branco faz muito tempo. Então é algo que consigo trabalhar nessa linguagem com facilidade e de que gosto muito. Dentro da nossa situação de produção, ajuda muito num filme de baixo orçamento, para a gente conseguir fazer, trazer mais valor de produção com menos, conseguir filmar mais rápido com poucos recursos de luz, criar uma situação expressiva interessante”, reitera. Além da trilha sonora (assinada por Kiko Dinucci e arranjo de cordas de Arthur Verocai) também ser peça central da narrativa, costurando realidade e delírio, o filme reúne participações especiais de Antônio Pitanga, Teuda Bara (que faleceu em dezembro), Leci Brandão e Chico César (narração). “O mais difícil foi chegar o roteiro no Pitanga, mas quando chegou, ele leu e curtiu muito. Foi a parte que também deu energia, colocou ainda mais energia. Ele falou que [o roteiro] lembrava dos personagens que fazia nos anos 1960 e 1970 e que estava animado", relembra. Festival alternativo Criado há mais de 30 anos como uma alternativa independente, o Slamdance aconteceu durante décadas simultaneamente ao Festival de Sundance em Park City, aproveitando a concentração de profissionais da indústria que já estavam na cidade nessa época do ano. Mas, a partir de 2025, o festival saiu de Utah e se estabeleceu em Los Angeles, marcando uma nova fase na capital do cinema. “Eu sinto que pra todo mundo com quem eu falo, e que está mais ligado na indústria, esse é um festival que todo mundo curte muito e admira muito, porque é feito com uma curadoria real. É um processo super democrático de pessoas que fazem filmes mesmo e que assistem a todos os filmes e debatem extensivamente o que deve entrar", diz Banzai. Para ele, o momento é propício ao cinema brasileiro, principalmente diante do sucesso de "Ainda Estou Aqui" e "Agente Secreto". “Acho que é algo que a gente pode começar a dar esses passos no Brasil, também, de sair só dos grandes cinco festivais, Cannes, Berlim, Toronto, Oscar e Veneza, e conseguir olhar para outros lugares, que são também super catalisadores de carreiras no mundo todo não só aqui”, diz Thales. Uma coprodução Brasil–Estados Unidos, “Antônio Odisseia”, chega a Los Angeles com apresentações nos dias 23 e 24 de fevereiro dentro da programação do Slamdance Film Festival.

da ideia à luz
Férias – 13/01/2026 - O trabalho de cenografia no Ceará

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 170:16


Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Ceará para compor essa “mesa” de diálogos.Caroline Holanda Diretora-coreógrafa de coisas, espaços e pessoas; construtora de cenografias e objetos coreografáveis. Articula artes cênicas, artes técnicas e tecnologias mecatrônica e multimedial. Investiga metodologias de encenação cênicas-instalativas, além de estratégias técnicas-tecnólogicas, na invenção de zonas poéticas desenhadas por ecosistemas horizontais da matéria. Foi docente no curso de Teatro da Universidades de Fortaleza, e nos cursos de Dança, da Universidade Federal do Ceará, bem como em outros espaços públicos de formações em arte.Ana Vitória AlmeidaAtriz, pesquisadora e cenógrafa. Nas suas formações realizou cursos livres de teatro em Fortaleza, está concluindo Licenciatura em Teatro no IFCE e realizou sua primeira graduação em Arquitetura e Urbanismo, a qual permitiu trabalhar com cenografia no meio da dança e do teatro. Em 2023 recebeu o prêmio Encena de melhor cenografia com o espetáculo “Rainha de paus”. Em 2024 criou a cenografia do espetáculo “Bando” da montagem do IFCE. Em 2025 colaborou com artista visual Céu realizando a expografia da sua instalação para exposição do projeto "Aleijar o corpo, vislumbrar um mundo"; e criou o cenário do espetáculo "Amigo Imaginário" do Grupo Espiral.Klebson AlbertoAtor, artista plástico, empreendedor cultural, cenógrafo e cenotécnico, artista polímata da cena criativa técnica. Atuante na técnica cultural, pesquisador e articulador político de cultura, mobilizador do Fórum das Áreas Técnicas do Ceará e do Fórum Nacional, é associado da Grafias da Cena Brasil, representando a instituição na CNIC, Comissão Nacional de Incentivo à Cultura - Artes Cênicas. Pesquisador e desenvolvedor de estratégias para políticas públicas voltado à cultura técnica e às artes técnicas. Gestor do espaço Labor, um espaço de Técnicas Criativas, um Ponto de Cultura que desenvolve ações técnicas que transversalizam a economia criativa, as linguagens por meio do acesso gratuito ao seguimento.Rodrigo FrotaCenógrafo, diretor de arte, figurinista, ator, professor e ilustrador. Éprofessor doutor, efetivo da Universidade Regional do Cariri (URCA) e líder do grupo de pesquisa VISUCCA (Visualidades da cena - Cariri). Nos últimos 14 anos criou mais de 150 cenografias para teatro, shows musicais, expografias, e espetáculos de dança. No audiovisual, assinou 7 direções de arte; “Pacarrete” e “Filhos do mangue” e “O melhor Amigo” são os últimos. Possui 11 prêmios na área da cenografia e direção de arte, incluindo prêmios nacionais e regionais. Os últimos deles; Troféu Grande Otelo (Grande prêmio do Cinema Brasileiro) e prêmio Guarani (associação de críticos do cinemabrasileiro), melhor direção de arte de 2021 pelo filme Pacarrete. Em 2025 ganhou melhor direção de arte em longas metragens no festival Tela Cariri pelo “Filhos do mangue” de Eliane Caffé.

Reportagem
Quatro curtas paulistas revelam a diversidade do cinema brasileiro no Festival de Clermont-Ferrand

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 7:19


No Mercado do Filme do Festival de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, a sessão dedicada ao cinema brasileiro é sempre um dos momentos mais aguardados pelos realizadores que chegam à França para apresentar seus trabalhos. Para muitos, é a primeira vez em que seus filmes encontram uma plateia estrangeira. Adriana Moysés, enviada especial a Clermont-Ferrand Quatro curtas paulistas selecionados pela associação Kinoforum, em parceria com a Spcine, foram exibidos na confortável sala George Conchon, um dos espaços mobilizados durante o festival. O programa abriu com "Xicas", de Asaph Luccas, que recebeu os aplausos mais calorosos da manhã. Na sequência vieram "Madrugada no Edifício Terezinha", de Cesar Cabral e Renato José Duque; "Sandra", estreia na direção da atriz Camila Márdila; e, encerrando o bloco, "Replikka", de Heloisa Passos e Piratá Waurá. Como é tradição do festival, a sessão não se limitou à exibição dos filmes. Depois das projeções, o público participou de uma conversa aberta com os realizadores, que detalharam processos de criação e escolhas estéticas. O destaque inicial ficou com "Xicas", curta que marcou a segunda participação de Asaph Luccas no festival francês e seu quarto trabalho na direção. A recepção calorosa refletiu o interesse do público pelo modo como o filme aborda identidades travestis sob uma perspectiva afetiva e política. A narrativa se desenvolve durante os preparativos do carnaval, e a realizadora, que até agora só havia assinado ficções, explicou o que exigiu o registro documental.  “O nosso filme é costurado através da história de Chica Manicongo, que foi a primeira travesti não indígena do Brasil, trazida escravizada do Congo. Essa história se mescla muito com a nossa história de Brasil, com a nossa história de identidade de gênero. (...) Temos mulheres trans na política, mulheres trans médicas, mulheres trans que trabalham com prostituição. Foi muito importante mostrar como nós somos múltiplas.” Asaph Luccas espera que "Xicas" represente um voto de futuro para as identidades trans, para que elas estejam presentes em todas as esferas, no Brasil e no mundo, num momento em que disputam espaços políticos. “É um filme muito querido para mim e muito importante para todas as travestis que participam dele. Eu realmente acredito que o cinema serve como essa ferramenta para transformação social e para trazer luz para histórias marginalizadas e muitas vezes invisíveis.” Entre estética e experimentação O segundo filme da sessão foi "Madrugada no Edifício Terezinha", dirigido por Cesar Cabral em parceria com Renato José Duque. O curta chamou a atenção do público pela mistura entre animação stop motion e elementos filmados, criando uma estética híbrida incomum para o gênero terror. O diretor explicou como essa abordagem nasceu e como buscou provocar tensão visual combinando o real e o animado. “A ideia foi misturar imagens reais com animação. (...) O filme tem um boneco caminhando, mas o olho dele foi filmado com um ator e o encaixe desse olho feito em pós-produção. O olho transmite uma emoção muito forte. Trazer esses elementos do real num boneco foi o que eu busquei para criar essa tensão.” A animação despertou curiosidade no público presente, e Cesar Cabral falou sobre as expectativas de circulação do curta, que chegou a Clermont-Ferrand recém-finalizado. “O filme está estreando aqui no mercado. Sempre existe um interesse muito grande, até porque o gênero terror cresce no mundo. Trazer algo que tem um diferencial, que é a animação junto com esse universo, está sendo bem positivo. Ele acabou de ficar pronto, a gente terminou há duas semanas para apresentar aqui em Clermont, que era uma oportunidade muito importante. Agora seguimos na carreira dos festivais.” O terceiro filme da sessão brasileira de curtas foi "Sandra", estreia de Camila Márdila como diretora e roteirista. Conhecida pelo trabalho como atriz, ela conta que a vontade de estar atrás das câmeras vinha de muito antes, influenciada tanto pelo teatro quanto pela experiência em diferentes áreas do audiovisual. Ela explica como decidiu dar esse passo e o que significou dirigir seu primeiro filme. “Eu sempre tive esse desejo. Pela minha formação no teatro, onde trabalho há muitos anos coletivamente, e também pela faculdade de comunicação social, onde transitei por várias áreas do audiovisual. Eu já estava há um tempo querendo elaborar um roteiro para exercitar essa direção, estar por trás das câmeras. Não tinha vontade de atuar no meu primeiro filme. Queria participar de todos os processos e entender desafios, especialmente na pós-produção, que era novidade para mim. Foi um processo muito prazeroso.” Sem se deter nos bastidores da produção, Camila volta o olhar para a continuidade do trabalho: ela já prepara um novo curta, concebido para ser realizado com equipe reduzida e um ritmo de filmagem compatível com o formato, dando sequência ao impulso criativo que nasceu com “Sandra”.  Memória, identidade e resistência O último filme apresentado na sessão brasileira foi “Replikka”, dirigido por Heloisa Passos e Piratá Waurá. O curta acompanha a jornada do povo Wauja pela preservação de seu principal patrimônio cultural: a gruta sagrada do Kamukuwaká, que ficou fora da área de demarcação do território indígena do Xingu e foi vandalizada em 2018. Considerada o “livro do conhecimento” para os povos do Alto Xingu, a parede da gruta era talhada com inscrições ancestrais que há séculos transmitiam ensinamentos fundamentais às novas gerações. Fotógrafa, cineasta e documentarista com 35 anos de carreira, Heloisa contou à RFI como surgiu o convite para realizar o documentário em parceria com Piratá Waurá. “Nós dois fomos convidados a formar um coletivo de pessoas indígenas e não indígenas para realizar a filmagem da chegada da réplica [da gruta] na aldeia Ulupuwene. Com essas imagens, a gente decidiu transformá-las em um curta-metragem e, aí, convidamos novos parceiros: o Oswaldo Santana, o ‘Oswaldinho', que se tornou roteirista junto comigo e com o Piratá. Também tivemos o apoio de dois produtores importantes: o produtor americano Mark Slagle e a Yula Rocha, da People's Palace Projects.” Apresentar o documentário na língua Wauja foi uma escolha central, tanto artística quanto política, e parte da própria luta do povo retratado. “Eu acho que a língua é uma luta, é também uma forma de resistência. Nós estamos falando do Aruaki, a língua do povo Wauja. […] Então, preservar a língua deles – esse filme é deles para o mundo, eu sou só uma ponte – era fundamental. Para nós, para mim e para o Piratá, era essencial que o filme fosse falado na língua Wauja, porque isso também é uma luta de resistência.” A sessão terminou reafirmando, na sala Conchon, a força da cultura brasileira, sua diversidade e a criatividade de seus cineastas.

Fim de Tarde Eldorado
Rosane Svartman e Júlia Rabello falam sobre o filme "(Des)controle)"

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 46:37


Leandro Cacossi conversa com a diretora Rosane Svartman e a atriz Júlia Rabello sobre “(Des)controle”, filme que estreia esta semana nos cinemas. No longa, Carolina Dieckmann dá vida a Kátia Klein, uma escritora de sucesso que está em crise e acaba recaindo no alcoolismo após passar 15 anos sóbria.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim de Tarde Eldorado
'O Agente Secreto' recebe 4 indicações ao Oscar 2026

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 27:34


'O Agente Secreto' foi indicado ao Oscar 2026 nas categorias de Melhor Filme, Melhor Ator (para Wagner Moura), Melhor Elenco e Melhor Filme Internacional nesta quinta-feira, 22. O filme brasileiro estava entre os 15 pré-indicados, em relação anteriormente divulgada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, e conquistou uma das cinco vagas na lista final. Os vencedores serão revelados na cerimônia de premiação em 15 de março. Ubiratan Brasil analisa a lista em conversa com Leandro Cacossi e Felipe Tellis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim de Tarde Eldorado
Thriller erótico “Ato Noturno” estreia nos cinemas

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 40:17


Leandro Cacossi e Andrea Machado conversam com os diretores Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, que falam sobre o lançamento do filme “Ato Noturno” nos cinemas. No longa, um ator e um político vivem um caso em sigilo e, juntos, descobrem ter fetiche por sexo em lugares públicos. À medida que se aproximam do sonho da fama, mais intenso se torna o desejo de se colocarem em risco.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio PT

A deputada, do PT-0RS, falou ao Jornal PT Brasil sobre premiação inédita do cinema brasileiro no Globo de Ouro com ator Wagner Moura e filme em língua não-inglesa com o drama “O Agente Secreto”.  A parlamentar destacou o apoio do governo Lula ao setor e o ressaltou o reconhecimento da cultura nacional no exterior, com obras de altíssimas qualidades e capazes de dialogar com o mundo sem abrir mão da sua identidade.

the news ☕️
Cinema brasileiro faz história no Globo de Ouro, massacre no Irã, agro bate recorde e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 17:21


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Programa Brasil de Fato MG
Entre o brilho do Oscar e o desafio estrutural: o paradoxal momento do cinema brasileiro - Visões Populares Entrevista

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 31:47


No Visões Populares desta semana conversamos sobre as conquistas e os desafios do cinema brasileiro em 2025. Em nível internacional, a corrida pelo Oscar segue movimentando o debate sobre filmes produzidos em território nacional, especialmente com o longa O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, agora pré-selecionado para a premiação em 2026. No início do ano, Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, trouxe a primeira estatueta para o país. Mas a conversa não para por aí, já que ainda há muito a ser conquistado para a real valorização da indústria cinematográfica brasileira. No legislativo, por exemplo, propostas controversas de regulamentação dos serviços de streaming alimentam a discussão, que passa também pela valorização dos profissionais do audiovisual em todo o Brasil. Para conversar sobre tudo isso, convidamos a professora universitária de cinema Tatiana Carvalho Costa. Ela é integrante do Fórum Itinerante de Cinema Negro, presidenta da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (Apan) e doutora em comunicação social, com enfase em cinema, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 

Fim de Tarde Eldorado
Estadão Blue Studio: uma celebração do cinema nacional

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 10:11


Tatiana Babadobulos fala sobre o conteúdo especial, feito em parceria com a Petrobras, que celebra a retomada do cinema brasileiro há 30 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Braincast
O paradoxo do Cinema Brasileiro: glória global, burocracia nacional • BRAINCAST 616

Braincast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 96:37


Hoje a conversa é sobre um daqueles momentos raros na nossa cultura: o cinema brasileiro está brilhando lá fora como nunca — Oscar, Cannes, Berlim — mas, aqui dentro, quem faz cinema continua preso num sistema lento, imprevisível e cheio de gargalos. Como é que a gente vive o melhor ano da nossa história… em cima de uma estrutura que ainda patina? Pra ajudar a entender esse paradoxo e olhar pro futuro, Carlos Merigo conversa com três pessoas que vivem essa indústria por ângulos diferentes: Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes; Igor Kupstas, diretor da O2 Play; e Bruno D'Angelo, fundador da WIP e especialista em narrativa para marcas e entretenimento. A ideia parece simples, mas tem muitas camadas: entender onde realmente estamos, por que chegamos até aqui e o que precisa mudar pra esse momento virar uma indústria sólida de verdade. 06:31 - Pauta 01:28:29 - QEAB -- PESQUISA E GERAÇÃO DE CONHECIMENTO POR UM FUTURO MAIS SUSTENTÁVEL O ITV desenvolve soluções baseadas na ciência para os desafios da sociedade, fortalecendo a bioeconomia amazônica, e contribuindo com novas possibilidades de futuro. Quer ver esse futuro acontecendo agora? Acesse itv.org e saiba mais. -- APOIO CERTO – HISTÓRIAS REAIS DE QUEM FAZ ACONTECER Uma série do Itaú Empresas em parceria com o Braincast e o g1. Assista em https://g1.globo.com/especiais-publicitarios/a/itau/alemdonegocio e veja como o conhecimento certo transforma negócios de verdade. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Brasil-Mundo
Festival leva cinema negro brasileiro à capital alemã

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 4:34


Cine Brasil celebra 20 anos com produções dedicadas ao cinema afro-brasileiro e à diversidade cultural. A estreia em Berlim teve sala lotada e presença do cineasta Antonio Pitanga, grande homenageado deste ano. Cristiane Ramalho, correspondente da RFI em Berlim O festival acontece no cinema Babylon – uma charmosa e quase centenária sala no bairro central de Mitte. O evento costuma atrair um vasto público formado, sobretudo, por brasileiros e alemães que vivem em Berlim. Em sua noite de estreia, uma gelada quinta-feira (20) de outono, a mostra exibiu “Malês”, dirigido e estrelado por Antonio Pitanga. A homenagem ao ator e diretor baiano é o reconhecimento do que a sua obra representa “para o cinema, o teatro, a televisão – e para a identidade negra brasileira”, diz o criador e curador do festival, Sidney Martins. O trabalho do cineasta está presente ainda em outros três filmes. Além do documentário “Pitanga”, de Beto Brant e Camila Pitanga, atriz e filha do diretor, serão exibidos “Casa de Antiguidades” e “Oeste Outra Vez”, que também contam com atuações do artista. Nesta edição, que marca os 20 anos do Cine Brasil, serão exibidos 15 filmes. Entre os destaques, está “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal, que “é o segundo longa produzido pelo grupo Nós do Morro, que virou Nós do Cinema, lá do Vidigal (comunidade carioca)”, lembra o curador. O diretor de “Kasa Branca”, primeiro cineasta negro a ganhar o prêmio de melhor direção no Festival do Rio, em 2024, também está em Berlim para participar da mostra. Há ainda diversos filmes que farão a sua estreia internacional na capital alemã, como “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira, além de longas como “Luiz Melodia, no Coração do Brasil”, de Alessandra Dorgan, “Vitória”, de Andrucha Waddington e Breno Silveira, e “Virgínia e Adelaide”, de Yasmin Thayná e Jorge Furtado. Para além dos estereótipos Martins conta que resolveu criar o festival, em 2005, para homenagear os negros e oferecer uma perspectiva que fosse além da forma estereotipada como eles geralmente eram apresentados na cinematografia brasileira – algo que sempre o incomodou. Para isso, o curador garimpava obras no Brasil que pudessem “retratar os afrodescendentes de uma forma mais humana e real” do que aquela que era tradicionalmente mostrada pelas televisões e filmes brasileiros. Nessa época, porém, ainda era difícil reunir películas suficientes para compor a mostra. Em 2007, o festival – que surgiu como “O Negro no Cinema Brasileiro” -, torna-se mais abrangente, e passa a se chamar Cine Brasil, incluindo outras temáticas relevantes para a sociedade brasileira, mas sem perder o foco original. Produção cinematógrafica negra se multiplicou Hoje, a produção do cinema negro se expandiu, diz o curador. São muitos os filmes que revelam “uma visão cinematográfica da história contada pelos negros e sobre os negros brasileiros”, observa Martins. A audiência do festival também mudou. Formada majoritariamente por alemães em seu início, a mostra passou a atrair cada vez mais brasileiros a partir de 2022. Hoje, eles representam 60% do público do Cine Brasil, segundo o curador. A plateia ganhou ainda um perfil mais jovem – o que pode estar ligado às redes sociais. Mostra vai passar por cinco cidades alemãs “A participação do público é muito importante, e está crescendo. Ele é o nosso grande patrocinador. Isso nos dá força e energia para continuar”, diz Martins. A consolidação da mostra trouxe este ano parceiros como a Embaixada do Brasil em Berlim, por meio do Instituto Guimarães Rosa, a Embratur, a TAP e a organização alemã Brot für die Welt. Nesta edição há também sessões gratuitas de filmes falados em português para alunos da escola pública bilíngue Grundschule Neues Tor, em Berlim - um incentivo à formação de espectadores infantojuvenis. Há também um bate-papo diário com cineastas brasileiros. Mas chegar aos 20 anos não foi fácil. Após uma fase de forte crescimento, o festival atravessou um período de turbulência, agravado pela pandemia e pelo governo Bolsonaro. Martins, que também é gestor cultural, ator e mestre de capoeira, conta que chegou a vender um carro no ano passado para viabilizar a mostra – e só aí entraram os patrocínios. “Criar um projeto é mais fácil do que manter”, admite. Apesar de todas as dificuldades, o brasileiro garante que jamais pensou em desistir da ideia. A retomada está vindo aos poucos. Este ano, o Cine Brasil – que chegou a 23 cidades em seu período áureo - vai passar ainda por Frankfurt, Colônia, Düsseldorf e Freiburg. Em Berlim, a mostra fica em cartaz até a próxima quarta-feira (26/11).

Brasil-Mundo
Festival leva cinema negro brasileiro à capital alemã

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 4:34


Cine Brasil celebra 20 anos com produções dedicadas ao cinema afro-brasileiro e à diversidade cultural. A estreia em Berlim teve sala lotada e presença do cineasta Antonio Pitanga, grande homenageado deste ano. Cristiane Ramalho, correspondente da RFI em Berlim O festival acontece no cinema Babylon – uma charmosa e quase centenária sala no bairro central de Mitte. O evento costuma atrair um vasto público formado, sobretudo, por brasileiros e alemães que vivem em Berlim. Em sua noite de estreia, uma gelada quinta-feira (20) de outono, a mostra exibiu “Malês”, dirigido e estrelado por Antonio Pitanga. A homenagem ao ator e diretor baiano é o reconhecimento do que a sua obra representa “para o cinema, o teatro, a televisão – e para a identidade negra brasileira”, diz o criador e curador do festival, Sidney Martins. O trabalho do cineasta está presente ainda em outros três filmes. Além do documentário “Pitanga”, de Beto Brant e Camila Pitanga, atriz e filha do diretor, serão exibidos “Casa de Antiguidades” e “Oeste Outra Vez”, que também contam com atuações do artista. Nesta edição, que marca os 20 anos do Cine Brasil, serão exibidos 15 filmes. Entre os destaques, está “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal, que “é o segundo longa produzido pelo grupo Nós do Morro, que virou Nós do Cinema, lá do Vidigal (comunidade carioca)”, lembra o curador. O diretor de “Kasa Branca”, primeiro cineasta negro a ganhar o prêmio de melhor direção no Festival do Rio, em 2024, também está em Berlim para participar da mostra. Há ainda diversos filmes que farão a sua estreia internacional na capital alemã, como “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira, além de longas como “Luiz Melodia, no Coração do Brasil”, de Alessandra Dorgan, “Vitória”, de Andrucha Waddington e Breno Silveira, e “Virgínia e Adelaide”, de Yasmin Thayná e Jorge Furtado. Para além dos estereótipos Martins conta que resolveu criar o festival, em 2005, para homenagear os negros e oferecer uma perspectiva que fosse além da forma estereotipada como eles geralmente eram apresentados na cinematografia brasileira – algo que sempre o incomodou. Para isso, o curador garimpava obras no Brasil que pudessem “retratar os afrodescendentes de uma forma mais humana e real” do que aquela que era tradicionalmente mostrada pelas televisões e filmes brasileiros. Nessa época, porém, ainda era difícil reunir películas suficientes para compor a mostra. Em 2007, o festival – que surgiu como “O Negro no Cinema Brasileiro” -, torna-se mais abrangente, e passa a se chamar Cine Brasil, incluindo outras temáticas relevantes para a sociedade brasileira, mas sem perder o foco original. Produção cinematógrafica negra se multiplicou Hoje, a produção do cinema negro se expandiu, diz o curador. São muitos os filmes que revelam “uma visão cinematográfica da história contada pelos negros e sobre os negros brasileiros”, observa Martins. A audiência do festival também mudou. Formada majoritariamente por alemães em seu início, a mostra passou a atrair cada vez mais brasileiros a partir de 2022. Hoje, eles representam 60% do público do Cine Brasil, segundo o curador. A plateia ganhou ainda um perfil mais jovem – o que pode estar ligado às redes sociais. Mostra vai passar por cinco cidades alemãs “A participação do público é muito importante, e está crescendo. Ele é o nosso grande patrocinador. Isso nos dá força e energia para continuar”, diz Martins. A consolidação da mostra trouxe este ano parceiros como a Embaixada do Brasil em Berlim, por meio do Instituto Guimarães Rosa, a Embratur, a TAP e a organização alemã Brot für die Welt. Nesta edição há também sessões gratuitas de filmes falados em português para alunos da escola pública bilíngue Grundschule Neues Tor, em Berlim - um incentivo à formação de espectadores infantojuvenis. Há também um bate-papo diário com cineastas brasileiros. Mas chegar aos 20 anos não foi fácil. Após uma fase de forte crescimento, o festival atravessou um período de turbulência, agravado pela pandemia e pelo governo Bolsonaro. Martins, que também é gestor cultural, ator e mestre de capoeira, conta que chegou a vender um carro no ano passado para viabilizar a mostra – e só aí entraram os patrocínios. “Criar um projeto é mais fácil do que manter”, admite. Apesar de todas as dificuldades, o brasileiro garante que jamais pensou em desistir da ideia. A retomada está vindo aos poucos. Este ano, o Cine Brasil – que chegou a 23 cidades em seu período áureo - vai passar ainda por Frankfurt, Colônia, Düsseldorf e Freiburg. Em Berlim, a mostra fica em cartaz até a próxima quarta-feira (26/11).

Conversa Humanista
#ConversaHumanista | T14 | EP10 | “O Agente Secreto” e o momento do cinema brasileiro

Conversa Humanista

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 53:26


O #ConversaHumanista desta semana aborda a estreia do filme “O Agente Secreto”, de Kléber Mendonça Filho. Neste episódio, Guilherme Guerra e José Thiago Lemes recebem o crítico de cinema Ticiano Osório, do jornal Zero Hora, para analisar o momento do cinema brasileiro e as chances do filme de concorrer ao Oscar.O episódio faz parte da 14ª temporada do Podcast Humanista, produzido por estudantes da disciplina Laboratório de Jornalismo Convergente da Fabico/UFRGS. Com supervisão dos professores Felipe Moura de Oliveira e Marcelo Ruschel Träsel, e com a técnica de Neudimar da Rocha e Alberto Dabul.

A Música do Dia
5 de novembro é Dia Nacional da Cultura, Dia Nacional da Língua Portuguesa e Dia do Cinema Brasileiro

A Música do Dia

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025


Fim de Tarde Eldorado
Ubiratan Brasil entrevista Kleber Mendonça Filho sobre 'O Agente Secreto'

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 18:47


Ubiratan Brasil entrevista Kleber Mendonça Filho e analisa “O Agente Secreto”, filme estrelado por Wagner Moura que pode representar o Brasil no Oscar do ano que vem.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Blitz Posto Emissor
Tim Bernardes: “Tinha uns 9 anos quando os meus pais me chamaram e me disseram: isto é o Napster, baixámos umas músicas para você”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 52:25


É um dos jovens cantores e compositores brasileiros mais estimados dos últimos anos, tanto a solo na banda O Terno. A poucas semanas dos concertos com orquestra em Portugal, Tim Bernardes vem Posto Emissor falar da colaboração com o maestro Martim Sousa Tavares e também da infância marcada pela descoberta de música muito diferente, bem como da admiração por artistas portugueses – já colaborou com Salvador Sobral e Capitão FaustoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
'A mais abrangente mostra de cinema brasileiro já feita na Austrália'

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 28:55


A mostra "Brazil! Brazil! A century of cinema!" traz dezenas de filmes que retratam o panorama da produção cinematográfica brasileira ao longo de quase um século. Conversamos com o curador Stefan Salomon, acadêmico australiano que estuda o cinema do Brasil, e Fabio Marques, coordenador do estúdio Brett Whiteley na Galeria de Arte de NSW. Eles refletem sobre a originalidade da produção e o impacto que pode ter nos espectadores australianos.

SBS Portuguese - SBS em Português
Programa ao vivo | Quarta-feira, 24 de setembro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 56:16


O programa que foi ao ar em rede nacional pela rádio SBS 2 na Austrália. O noticiário do dia. Conversamos com o acadêmico australiano Stefan Salomon, curador da Mostra de Cinema Brasileiro da Art Gallery de NSW, e com Fabio Marques, brasileiro coordenador no museu. Eles contam tudo sobre a retrospectiva que engloba cem anos da produção cinematográfica do país, naquela que provavelmente é a maior mostra de cinema do Brasil já feita na Oceania. Também neste programa, o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa pede reformas na ONU em discurso na Assembleia Geral. E o legado dos atletas imigrantes que representaram Portugal no atletismo.

NERD RED
Baywatch, Cinema Brasileiro na Espanha e Festival do Rio | Destaques do Dia

NERD RED

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 1:26


Confira as notícias mais importantes do mundo do cinema neste dia 23 de setembro!Baywatch está de volta em um novo reboot!Filmes brasileiros representam o país em premiações na Espanha.O Festival do Rio terá sessões gratuitas de séries na tela grande.Para mais detalhes e outras notícias, acesse meu site (hugomontaldi.com.br). E não deixe de conferir também a review que fiz sobre o documentário Picasso, Um Rebelde em Paris aqui no canal!

Cultura FM Brasília
Vencedores do Troféu Candango 2025

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 21, 2025 4:17


O longa-metragem gaúcho Futuro Futuro, dirigido por Davi Pretto, foi eleito pelo júri oficial o Melhor Filme do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A mostra audiovisual, que encerrou no último sábado, 20 de setembro, levou 39 mil pessoas às salas de cinema. O jornalista Júlio Camargo conta agora quem foram os outros ganhadores do Troféu Candango 2025.

Cultura FM Brasília
Fogo Abismo é o DF no Festival de Brasília

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 3:18


Fogo Abismo o único filme do Distrito Federal selecionado para a Mostra Competitiva Nacional do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Cultura FM Brasília
Escolas de samba na Mostra Caleidoscópio

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 2:24


Na programação do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, cinco filmes são exibidos dentro da Mostra Caleidoscópio. A jornalista Greta Noira acompanhou a sessão de Uma baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba que traz a realidade de uma pequena escola de samba do Rio de Janeiro.

Cultura FM Brasília
5ª Conferência do Audiovisual

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 3:56


O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro edição de número 58, além da tradicional exibição de filmes, apresenta também um espaço para o debate sobre políticas públicas de fomento e regulação do audiovisual no país.Confira os detalhes com o jornalista Júlio Camargo

Cultura FM Brasília
Brasília homenageia ícones do cinema

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 5:34


Este ano o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro homenageia duas presenças marcantes na história de 60 anos da mostra: a atriz Fernanda Montenegro e o cineasta Jean Claude Bernardet. Vamos conferir na reportagem de Nita Queiroz.

Cultura FM Brasília
Papaya estreia no Festivalzinho

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 4:02


O longa Papaya fez sua estreia mundial na Mostra Festivalzinho dentro da 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Cultura FM Brasília
58 FBCB segue encantando o público

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 1:53


O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chega à metade das exibições com a sala lotada e o público vibrando com o que há de melhor no cinema nacional. 

Cultura FM Brasília
A Falecida no 58º FBCB

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 1:53


A segunda-feira começa com muitas emoções no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com a exibição da cópia restaurada de A Falecida de Leo Hirszman.

Cultura FM Brasília
O agente secreto abre Festival de Brasília

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Sep 15, 2025 6:56


Escolhido para representar o Brasil no Oscar, o longa-metragem “O agente secreto” foi aclamado pelo público candango em duas sessões de pré-estreia realizadas no 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Os detalhes na reportagem de Nita Queiroz.

Podcast Cinem(ação)
#611: Do Tapete Vermelho às Barreiras Internas

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 101:48


O cinema brasileiro vive um paradoxo: enquanto ganha prestígio internacional com prêmios no Oscar, no Globo de Ouro e nos principais festivais do mundo, enfrenta, dentro de casa, uma série de desmontes e entraves estruturais. No episódio de hoje, mergulhamos nessa contradição entre o brilho lá fora e a luta por sobrevivência aqui dentro.A discussão parte do sucesso de “Ainda Estou Aqui” - vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional - e de outros títulos que levaram o Brasil de volta ao centro da cena global. Mas esses feitos são frutos de políticas públicas do passado, e não o reflexo de um presente estável. O episódio traz um panorama do atual estado da indústria audiovisual brasileira, que gera bilhões e emprega milhares, mas opera à base de insegurança e precarização.Abordamos também os esforços de regulamentação em curso. O PL 2.331/2022, já aprovado no Senado e agora em análise na Câmara dos Deputados, propõe regras para o setor audiovisual. O PL 8.889/2017 busca estabelecer cotas de investimento em conteúdo nacional por parte das plataformas de streaming, enquanto o PL 2.768/2022 pretende atribuir à Anatel a regulação do funcionamento dessas plataformas digitais. Apesar de essenciais, esses projetos enfrentam forte lobby e disputas setoriais, correndo o risco de se tornarem ineficazes diante da rápida evolução tecnológica e da ausência de fiscalização robusta.Rafael Arinelli, Thiago Guimarães e Daniel Cury analisam como o audiovisual brasileiro pode deixar de ser exceção e se tornar regra: diverso, acessível e soberano.Dá o play e venha refletir com a gente sobre o futuro de uma das maiores forças criativas do país - que só precisa de espaço, política e vontade para florescer.• 03m37: Pauta Principal• 1h19m53: Plano Detalhe• 1h34m44: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Daniel): Livro: Clubes de leitura: Uma aposta nas pequenas revoluções• (Daniel): Livro: Caderno proibido• (Thiago): Livro: O grande desatino• (Thiago): Livro: Discursos, políticas e ações• (Rafa): Youtube: Existe futuro para o CINEMA BRASILEIRO?• (Rafa): Site: https://vod12.com.br/• (Rafa): Podcast: Tantos Tempos - Denise Fraga e Marcelo Gleiser Edição: ISSOaí

Que tal um cineminha?
Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro

Que tal um cineminha?

Play Episode Listen Later Aug 1, 2025 1:10


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Inteligência Ltda.
1525 - CINEMA BRASILEIRO É BOM?: BENTO RIBEIRO E LORD VINHETEIRO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later May 9, 2025 185:21


LORD VINHETEIRO é pianista e Youtuber, e BENTO RIBEIRO é ator, apresentador e humorista. Eles vão bater um papo sobre o cinema nacional, sua ascensão em Hollywood e o que ainda falta para ser mais respeitado. O Vilela ainda se emociona quando se lembra da primeira vez que ouviu som em um filme.

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #90 História do Cinema Brasileiro 2

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later May 7, 2025 91:47


No episódio 90 do Fronteiras no Tempo, os historiadores C. A., Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo recebem o convidado especial Renan Fileto para um mergulho na História do Cinema Brasileiro entre as décadas de 50 e 70. Neste papo o quarteto debate sobre a ascensão do Cinema Novo e suas propostas revolucionárias à explosão da Pornochanchada dos anos 60 e 70, passando pelo impacto da censura durante os anos de ditadura militar. Se você é apaixonado por história, cinema e as formas como a arte se entrelaça com os grandes acontecimentos do passado, esse episódio é um prato cheio! Dá o play e vem com a gente nessa jornada cinematográfica!

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #90 História do Cinema Brasileiro 2

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later May 7, 2025 91:47


No episódio 90 do Fronteiras no Tempo, os historiadores C. A., Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo recebem o convidado especial Renan Fileto para um mergulho na História do Cinema Brasileiro entre as décadas de 50 e 70. Neste papo o quarteto debate sobre a ascensão do Cinema Novo e suas propostas revolucionárias à explosão da Pornochanchada dos anos 60 e 70, passando pelo impacto da censura durante os anos de ditadura militar. Se você é apaixonado por história, cinema e as formas como a arte se entrelaça com os grandes acontecimentos do passado, esse episódio é um prato cheio! Dá o play e vem com a gente nessa jornada cinematográfica!

Fala Gringo! | Aprenda Português Brasileiro
5.8 O cinema brasileiro vai ganhar o mundo?

Fala Gringo! | Aprenda Português Brasileiro

Play Episode Listen Later Apr 15, 2025 24:05


No episódio de hoje eu comento um pouco sobre o filme e as perspectivas para o futuro do cinema brasileiro com a visibilidade que o Oscar trouxe recentemente. E pra quem já viu Ainda Estou Aqui e tem interesse de ver mais filmes nossos, eu também vou comentar alguns dos meus preferidos que foram lançados nos últimos anos.Ouça este episódio com a transcrição completa:https://falagringopodcast.comCOLABORE COM O FALA GRINGO:https://falagringopodcast.com/apoie/Deixe uma avaliação 5 estrelas para o podcast aqui na plataforma. Siga o Fala Gringo no instagram:http://instagram.com/falagringopodcast( Podcast Português Brasileiro / Brazilian Portuguese Podcast / Portugais du Brèsil Podcast / Portugués para Extranjeros / Portoghese Brasiliano )

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #89 História do Cinema Brasileiro

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Apr 8, 2025 63:19


No episódio 89 do podcast Fronteiras no Tempo, os historiadores C. A., Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo se reúnem para uma conversa envolvente e cheia de curiosidades sobre os primórdios do cinema brasileiro. Da chegada das primeiras imagens em movimento ao Brasil, passando pelas primeiras experiências, a criação dos estúdios pioneiros e as transformações tecnológicas e culturais, este episódio traça um panorama rico e acessível da sétima arte no país até meados do século XX. Com uma abordagem descontraída, mas sempre embasada, os participantes discutem as influências internacionais, o papel dos cineastas nacionais, os desafios enfrentados e os impactos culturais, sociais e políticos deixados pela produção audiovisual naqueles contextos em que se desenvolveu. Se você curte história, cinema ou simplesmente adora descobrir como as artes se entrelaçam com os acontecimentos do passado, este episódio é pra você! Dá o play e vem com a gente nessa viagem cinematográfica no tempo! Artes do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia) Mencionado no Episódio A Chegada de um Trem na Estação LUMIÈRE, Louis; LUMIÈRE, Auguste. A chegada de um trem na estação. França: Société Lumière, 1896. 1 filme (1 min), preto e branco, mudo. Disponível em: https://youtu.be/RP7OMTA4gOE. Acesso em: [07/04/2025]. Os Óculos do Vovô GONZAGA, Francisco Santos. Os óculos do vovô. Belém: Francisco Santos, 1913. 1 filme (12 min), preto e branco, mudo. Disponível em: https://youtu.be/noo_hOlREOQ. Acesso em: [07/04/2025]. Cinema da Votorantim Autor desconhecido. Cinema da Votorantim. [S.l.: s.n.], [data desconhecida]. 1 filme (duração desconhecida), colorido. Disponível em: https://youtu.be/ochhQg3dElA. Acesso em: [07/04/2025]. Descobrimento do Brasil MAURO, Humberto. Descobrimento do Brasil. Brasil: INCE, 1937. 1 filme (60 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/hUpJpsX0Awg. Acesso em: [07/04/2025]. Acabaram-se os Otários BARROS, Luiz de. Acabaram-se os otários. São Paulo: Cinédia, 1929. 1 filme (duração desconhecida), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/tFD3_H5pQeo. Acesso em: [07/04/2025]. O Homem do Sputnik MANGA, Carlos. O homem do Sputnik. Brasil: Atlântida Cinematográfica, 1959. 1 filme (95 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/f_S4Ju7EZI4. Acesso em: [07/04/2025]. O Cangaceiro BARRETO, Lima. O cangaceiro. Brasil: Companhia Cinematográfica Vera Cruz, 1953. 1 filme (105 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/oOumq-kWf-Y. Acesso em: [07/04/2025]. O Corintiano AMARAL, Milton. O corintiano. Brasil: PAM Filmes, 1966. 1 filme (98 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/chjyJKuScZ0. Acesso em: [07/04/2025]. Tristeza do Jeca MAZZAROPI, Amácio. Tristeza do Jeca. Brasil: PAM Filmes, 1961. 1 filme (95 min), colorido, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/34nFnfD8AeQ. Acesso em: [07/04/2025]. Aconteceu em Havana LANG, Walter. Aconteceu em Havana. Estados Unidos: Twentieth Century Fox, 1941. 1 filme (81 min), colorido, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/8CKIFk6SMGA. Acesso em: [07/04/2025]. Rio, 40 Graus SANTOS, Nelson Pereira dos. Rio, 40 graus. Brasil: Nelson Pereira dos Santos Produções Cinematográficas, 1955. 1 filme (100 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/V81QK2SNuIo. Acesso em: [07/04/2025]. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #89 História do Cinema brasileiro. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 08/04/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=64885&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #89 História do Cinema Brasileiro

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Apr 8, 2025 63:19


No episódio 89 do podcast Fronteiras no Tempo, os historiadores C. A., Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo se reúnem para uma conversa envolvente e cheia de curiosidades sobre os primórdios do cinema brasileiro. Da chegada das primeiras imagens em movimento ao Brasil, passando pelas primeiras experiências, a criação dos estúdios pioneiros e as transformações tecnológicas e culturais, este episódio traça um panorama rico e acessível da sétima arte no país até meados do século XX. Com uma abordagem descontraída, mas sempre embasada, os participantes discutem as influências internacionais, o papel dos cineastas nacionais, os desafios enfrentados e os impactos culturais, sociais e políticos deixados pela produção audiovisual naqueles contextos em que se desenvolveu. Se você curte história, cinema ou simplesmente adora descobrir como as artes se entrelaçam com os acontecimentos do passado, este episódio é pra você! Dá o play e vem com a gente nessa viagem cinematográfica no tempo! Artes do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia) Mencionado no Episódio A Chegada de um Trem na Estação LUMIÈRE, Louis; LUMIÈRE, Auguste. A chegada de um trem na estação. França: Société Lumière, 1896. 1 filme (1 min), preto e branco, mudo. Disponível em: https://youtu.be/RP7OMTA4gOE. Acesso em: [07/04/2025]. Os Óculos do Vovô GONZAGA, Francisco Santos. Os óculos do vovô. Belém: Francisco Santos, 1913. 1 filme (12 min), preto e branco, mudo. Disponível em: https://youtu.be/noo_hOlREOQ. Acesso em: [07/04/2025]. Cinema da Votorantim Autor desconhecido. Cinema da Votorantim. [S.l.: s.n.], [data desconhecida]. 1 filme (duração desconhecida), colorido. Disponível em: https://youtu.be/ochhQg3dElA. Acesso em: [07/04/2025]. Descobrimento do Brasil MAURO, Humberto. Descobrimento do Brasil. Brasil: INCE, 1937. 1 filme (60 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/hUpJpsX0Awg. Acesso em: [07/04/2025]. Acabaram-se os Otários BARROS, Luiz de. Acabaram-se os otários. São Paulo: Cinédia, 1929. 1 filme (duração desconhecida), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/tFD3_H5pQeo. Acesso em: [07/04/2025]. O Homem do Sputnik MANGA, Carlos. O homem do Sputnik. Brasil: Atlântida Cinematográfica, 1959. 1 filme (95 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/f_S4Ju7EZI4. Acesso em: [07/04/2025]. O Cangaceiro BARRETO, Lima. O cangaceiro. Brasil: Companhia Cinematográfica Vera Cruz, 1953. 1 filme (105 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/oOumq-kWf-Y. Acesso em: [07/04/2025]. O Corintiano AMARAL, Milton. O corintiano. Brasil: PAM Filmes, 1966. 1 filme (98 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/chjyJKuScZ0. Acesso em: [07/04/2025]. Tristeza do Jeca MAZZAROPI, Amácio. Tristeza do Jeca. Brasil: PAM Filmes, 1961. 1 filme (95 min), colorido, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/34nFnfD8AeQ. Acesso em: [07/04/2025]. Aconteceu em Havana LANG, Walter. Aconteceu em Havana. Estados Unidos: Twentieth Century Fox, 1941. 1 filme (81 min), colorido, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/8CKIFk6SMGA. Acesso em: [07/04/2025]. Rio, 40 Graus SANTOS, Nelson Pereira dos. Rio, 40 graus. Brasil: Nelson Pereira dos Santos Produções Cinematográficas, 1955. 1 filme (100 min), preto e branco, sonoro. Disponível em: https://youtu.be/V81QK2SNuIo. Acesso em: [07/04/2025]. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #89 História do Cinema brasileiro. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 08/04/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=64885&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Josias Teófilo sobre Oscar 2025: "Ainda Estou Aqui salvou o cinema brasileiro"

O Antagonista

Play Episode Listen Later Mar 5, 2025 18:24


Fernanda Torres, uma renomada atriz brasileira, recentemente chamou a atenção da indústria cinematográfica internacional com sua atuação no filme “Ainda Estou Aqui”.Embora não tenha conquistado o Oscar de Melhor Atriz, sua performance foi amplamente reconhecida e aplaudida, rendendo-lhe o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama.Este feito destaca a crescente presença e influência de artistas latino-americanos no cenário global do cinema.Meio Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto  de Brasília.   Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.   Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.  Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.  Inscreva-se no canal e ative o sininho para receber as notificações e não perder nenhum programa!  Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores!       https://x.com/o_antagonista      Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.    Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.       https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...      Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.      Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Quarta-feira 5 de Março

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Mar 5, 2025 7:58


Centros de evacuação foram montados em Gold Coast, em preparação ao ciclone Alfred, que deve atingir a costa nos próximos dias. Um ex-enfermeiro foi processado por sua participação em um vídeo que supostamente continha ameaças contra pacientes israelenses. Hamas aceita proposta para a reconstrução de Gaza mediada pelo Egito. Prefeitura do Rio vai desapropriar a casa onde foi filmado o filme ‘Ainda Estou Aqui' e transformar o local na Casa do Cinema Brasileiro. Portugal está a servir como porta de entrada a crimes de contrabando.

O Assunto
O cinema brasileiro depois do Oscar inédito

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 4, 2025 34:01


O Oscar de Melhor Filme Internacional para ‘Ainda Estou Aqui' coroou um fenômeno que levou mais de 5 milhões de pessoas ao cinema no Brasil, gerou mais de US$ 27 milhões em bilheteria e faturou 40 prêmios internacionais. O sucesso do filme, uma produção original Globoplay, renova as expectativas sobre o futuro do cinema brasileiro. Para analisar como o maior prêmio da indústria de Hollywood pode influenciar os próximos passos do cinema nacional, Natuza Nery conversa com Isabela Boscov, jornalista e crítica de cinema. Isabela analisa como um Oscar pode atrair olhares para outras produções e avalia o que é preciso fazer para que o fenômeno não seja passageiro. Ela analisa o que fez o filme estrelado por Fernanda Torres romper barreiras e fazer história no Oscar, e comenta os vencedores da premiação do último domingo, quando a atriz Mikey Madison ficou com a estatueta de melhor atriz por sua atuação em ‘Anora', desbancando a atriz brasileira e toda a torcida do país.

O Antagonista
Os problemas do cinema brasileiro | Papo Antagonista com Felipe Moura Brasil - 04/03/2025

O Antagonista

Play Episode Listen Later Mar 4, 2025 84:15


Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do  dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.   Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.   Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.   Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.  Não perca nenhum episódio! Inscreva-se no canal e ative o sininho para receber  as notificações.   #PapoAntagonista  Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores!       https://x.com/o_antagonista     Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.    Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.       https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...       Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.      Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Budejo
#215. Thiago Guimarães: O Oscar não vai salvar o cinema brasileiro

Budejo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2025 56:31


Aproveitamos a semana do Oscar pra conversar com Thiago Guimarães, do canal Ora Thiago, sobre a premiação e, principalmente, para discutir se o possível Oscar de Ainda Estou Aqui será a salvação do cinema nacional. Spoiler: não será.==========CRÉDITOS:- PARTICIPANTES: Luan Alencar e Thiago Guimarães- EDIÇÃO E PRODUÇÃO: Luan Alencar- TRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira==========APOIE O BUDEJO:Para nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.

Central3 Podcasts - Travessia
#187 - Cinema Brasileiro 2

Central3 Podcasts - Travessia

Play Episode Listen Later Feb 27, 2025 80:42


O filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, é o mais novo bem sucedido capítulo do cinema brasileiro. E não é fácil ser bem sucedido na história de nossos filmes. Com as dificuldades econômicas, a falta de incentivo e a concorrência de Hollywood, produzir um filme nacional é tarefa árdua. Mesmo assim, a lista de produções inesquecíveis é extensa. E muitas vezes essa produção anda de mãos dadas com a música popular. O Travessia de hoje é nossa segunda edição sobre músicas do cinema brasileiro, diretamente da Central 3. 

Primeiro Tratamento
Primeiro Tratamento – Dennison Ramalho – # 330

Primeiro Tratamento

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 104:00


Um dos maiores nomes de ação e terror no cinema nacional. Dennison é autor e diretor do premiado longa Morto Não Fala (vencedor do FANTLATAM e do Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro). Trabalhou durante anos na Globo como roteirista de séries de ação que foram sucesso como Carcereiros (3 temporadas e um longa), Supermax  (minissérie) … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Dennison Ramalho – # 330"

O Antagonista
A falácia da PEC do fim do 6X1 e a vitória do cinema brasileiro | Meio-Dia em Brasília - 06/01

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jan 6, 2025 56:59


Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Assista na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+.  Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília.   https://bit.ly/meiodiaoa   Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores!       https://x.com/o_antagonista      Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.    Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.       https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...      Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.      Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br

Cinematório Podcasts
cinematório café: Conhecendo o Festival de Brasília

Cinematório Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 20, 2024 79:20


Nesta edição do podcast cinematório café, nós levamos você à 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Saiba como foi participar do mais tradicional festival de cinema do país e confira nossa opinião sobre os principais filmes premiados. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Realizado no histórico Cine Brasília, o 57º Festival de Brasília contou com a presença de mais de 30 mil pessoas ao longo de sua programação, que exibiu 79 produções, entre longas e curtas-metragens, de 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Com direção geral de Sara Rocha e direção artística de Eduardo Valente, o evento contou ainda com debates, rodadas de negócios, tenda gastronômica, oficinas e outras atividades. No podcast, você sabe mais sobre como o festival é estruturado e acompanha nossos comentários sobre alguns destaques da programação, incluindo o documentário "Apocalipse nos Trópicos", de Petra Costa, e filmes premiados na Mostra Competitiva Nacional, que teve como principais vencedores os longas "Salomé" e "Suçuarana" (confira a lista completa). O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br.

O Antagonista
Cinema brasileiro e guerras | Papo Antagonista com Felipe Moura Brasil - 20/11

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 20, 2024 73:52


O Papo Antagonista desta quarta-feira, 20, traz duas entrevistas. A primeira é com o major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, que falou sobre as guerras contra os grupos terroristas Hamas e Hezbollah.A segunda entrevista é com Josias Teófilo, sobre cinema nacional, incluindo o novo filme de Walter Salles, "Ainda estou aqui".Você também pode assistir ao Papo Antagonista com a apresentação de Felipe Moura Brasil na BM&C, nos canais de TV 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+.     A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual.     https://bit.ly/assinatura-black    Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores!       https://x.com/o_antagonista     Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.    Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.       https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...       Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.      Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br