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No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as principais atualizações sobre o cenário climático para o agronegócio brasileiro. As novas projeções indicam aumento das chances de formação do El Niño e trazem alertas importantes sobre calor acima da média, chuvas irregulares e impactos para as principais regiões produtoras do país.Destaques do episódio:
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Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 10/05.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Desta vez, tivemos de nos ficar pelos trabalhos preparatórios, já que este texto, que costuma ser redigido depois, teve de ser apressado, vindo antes, e a previsão é que Victor Barros (cabo-verdiano, historiador doutorado pela Universidade de Coimbra, com uma tese sobre a construção da memória do império português nas colónias em África, investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e autor de vários artigos sobre Amílcar Cabral) se tenha juntado a nós para discutirmos as questões do colonialismo, o papel de Cabral como figura sediciosa decisiva para aquele enredo revoltoso que viria a encorajar a nossa própria luta de libertação, fazendo estalar o regime desde as colónias portuguesas até à metrópole, permitindo um raro momento de combate político em que chegou a supor-se que Portugal pudesse ser uma responsabilidade comum, e não um assunto decidido por muito poucos, com uma cultura reservada à contemplação dos seus interesses. Mas agora, aqui, e para os efeitos deste exercício, que nunca se quis ficar por um descritivo dos episódios, antes uma contribuição acessória, um devaneio ulterior, desta vez, e para permitir uma leitura das linhas de tensão que organizam, hoje, a única verdadeira fractura no nosso campo político, vamo-nos ficar por um exercício de colagem de dois textos. Começamos pelo longo excerto de um ensaio de Vivian Abenshushan, em Escritos para Desocupados, quando recorda que no Génesis, Adão e Eva tentaram repartir de modo equitativo a penitência da chamada divisão do trabalho – entre os seus filhos: Caim obteria a propriedade de toda a terra; Abel seria dono de todo o gado. Um deles dedicar-se-ia ao cultivo; o outro, à pastorícia. É provável que os irmãos tivessem pouco tempo livre para pregarem partidas e brincarem juntos na encosta do vasto campo, algo que a longo prazo teria ajudado a criar um vínculo entre eles, evitando assim o desenlace fratricida. Um dia, Abel e Caim fizeram as suas oferendas a Deus (um deles sacrificou um carneiro; o outro ofereceu um fruto da terra), mas Deus, sempre insondável, só aceitou a oferenda de Abel. Furioso, Caim matou, como toda a gente sabe, o seu irmão. As interpretações deste episódio sangrento não se fizeram esperar. De entre todas elas, há uma que aponta para o nascimento de um antagonismo ancestral: aquele que existe entre trabalhadores e ociosos. Assim o indicam as raízes dos seus nomes: Caim (do árabe gain, «o ferreiro») poderia ser identificado com o homo faber, o homem que fabrica ferramentas, aquele que exerce a sua vontade transformadora sobre a matéria. Ele forja o arado para lavrar e também o martelo para acertar o golpe. Tem uma mão equipada, uma mão presa ao trabalho, uma mão plena. Raras vezes essa mão se põe a tamborilar. Ela é puro músculo: abre sulcos, aplana a terra, subjuga brotos, edifica. É a mão do trabalhador. Graças à ferramenta, essa extensão incisiva do corpo, Caim e os seus descendentes conseguem dominar as vastidões selvagens e criar um novo mundo artificial. São os construtores das primeiras cidades, mais tarde associadas à corrupção e à perda de sentido espiritual. A alma de Caim é sedentária; enraíza-se na terra que cultiva, funda os costumes, adquire direitos sobre o solo. Assim o expressa outra raiz do seu nome, a proveniente do verbo hebraico kanah: adquirir, subjugar. Caim é, então, obter, possuir e, portanto, governar ou o proprietário, o que possui, e também o praticante das artes da tecnologia necessárias para abrir caminhos e conquistar. Nele, convergem as forças contraditórias da civilização: a ferramenta e a arma, a invenção criadora e a violência. Abel, do hebraico hebel: alento, sopro, nada, pertence, por seu turno, à estirpe dos nómadas, dos que se deslocam continuamente como o ar. Em vez de assentar como o agricultor, move-se por onde o seu rebanho o leva. Abel não depende de nenhum lugar concreto, pois o seu sustento vai com ele para toda a parte. E multiplica-se sem necessidade de trabalhar! Na primeira repartição laboral da humanidade, coube ao pastor o lado menos áspero, menos sujeito aos rigores do clima e ao esforço físico da vida agrária. Talvez por isso, contrariamente a Caim, Abel não se extenue. É mais livre, mais leve e tem muito tempo para a ociosidade. Sempre que os seus animais encontram o sítio exacto para se alimentarem, ele descobre-se no meio de um tempo vazio, distendido, o tempo que o homo ludens dedica aos seus jogos e meditações. Ei-lo auto-absorto à sombra das árvores, vendo as horas a passar como se não existissem. Opõe-se totalmente ao tempo programado de Caim, tempo associado à produção, ao cultivo e ao trabalho, um tempo útil em torno do qual a vida se ordena. Abel é um habitante natural do ócio, ser tranquilo e errabundo, cioso da sua autonomia, alheio às hierarquias da aldeia. Nele, não germinou a vontade de domínio, nem a ambição de poder. (E quiçá por isso que São João e Cristo o consideram «um justo».) Como não lhe interessa deixar marca – ele é apenas um sopro, efémero como a própria vida –, a sua existência alijou propósitos e a sua única ocupação é ver. Enquanto escuta o adejar do vento ou observa o cortejo dos pássaros, Abel vigia o seu rebanho. Necessita de abrir bem os olhos e compreende que isso é outrossim contemplação: habitar o mundo com o olhar. Essa destreza ocular, treinada sem esforço nas tardes do seu tempo livre, torna-se numa forma de observação distinta, o nascimento da especulação intelectual e do temperamento artístico. Abel sentou-se a pensar pela sua própria cabeça; o seu ócio é uma forma de reflexão e, talvez, também de melancolia. E não havia sido este o pecado dos seus progenitores, o desejo de saber? Ah, o ócio, mãe de todos os vícios! Certamente, Caim também sentiria uma inveja secreta pelo ocioso. Por que razão, ao contrário dele, o pastor de ovelhas evidencia tanto prazer enquanto realiza as suas actividades diárias? Quiçá porque, na sua transumância, Abel se mantenha longe do fardo da civilização e dos seus múltiplos artifícios. Na cidade de Caim, cada edifício se faz acompanhar de novas tarefas, a correria quotidiana duplica-se, o peso das cargas triplica e o suplício dos escravos não tem fim. «Raça de Caim» – escreveu Baudelaire –, «a tua tarefa ainda não se cumpriu o bastante». A grande calamidade das cidades é que nelas nunca deixa de se trabalhar. Merece a busca pelo conforto tanta inquietação, tanto esgotamento? Se o ócio é o propósito final do trabalho, porque não se entregar a ele simplesmente, sem remorsos? É isso o que faz Abel, uma vez satisfeitas as suas necessidades primárias. Abel poderia ser o símbolo de toda a uma estirpe amante da simplicidade, refractária à fama ou à riqueza, esses fardos da vida oficial. Sendo nómada, leva dentro de si a sua choça e as suas posses; não acumula, não se deixa prender ao peso da vida material; ele prefere flutuar, como o fazem os seus pensamentos ao entardecer. Algo dessa leveza, uma leveza malquista segundo a estirpe de Caim, sobrevive no luftmensch, palavra iídiche que designa pejorativamente o vagabundo, o homem improdutivo, sem trabalho nem salário fixo, dedicado a perder tempo e a fazer conjecturas. Perdido entre livros e divagações, o luftmensch é literalmente um «homem dos ares», «um homem flutuante». A que aspira? Para onde se dirige? Como Abel, este ocioso não tem planos nem projectos, é um filho errante que angustia sempre a sua mãe. Se Caim representa a técnica e a responsabilidade da idade adulta, o seu irmão, por sua vez, é um tratante, um adolescente livre de deveres. Caim é pragmático; Abel, gárrulo. Um ama a pachorrice; o outro crê na diligência como profissão de fé. Em tudo parecem espíritos contrários. E as duas formas de habitar o espaço a que deram origem, sedentários e nómadas, representam duas formas, talvez irreconciliáveis, de encarar os dilemas da sobrevivência: sucumbir ao peso do trabalho em nome do progresso, ou aprender a viver em nome da própria vida. É curioso que Deus tenha desdenhado de Caim precisamente porque, no seu sacrifício, procedia por simples apego ao dever, em vez de o fazer por generosidade, por amor genuíno, como Abel. (Se considerarmos a explicação de São João, Deus procurava os homens e não as coisas que eles faziam com as mãos, do mesmo modo que preferia o que crescia naturalmente em lugar daquilo que se obtinha através de impulsos gananciosos, como o arado com que se obriga a terra a germinar para logo lucrar com o seu fruto.) Quanta ira terá palpitado nas têmporas do agricultor ao ver, ao fim do dia de trabalho, o seu irmão, o ocioso, a ser premiado! Aquilo era, de facto, razão para o matar. E, assim, num assomo de fúria destrutiva, o homo faber liquida de vez o homo ludens. Que temos aqui? A forma como o trabalho reprime enfim a propensão para o lúdico, inclinação que só pode causar intranquilidade e desconfiança num mundo que levou a sua loucura ao ponto de considerar a própria existência como um castigo. Num mundo assim, a penitência termina com o jogo; a obrigação, com o prazer. E a esquiva possibilidade de fazer do trabalho uma coisa alegre, ou, pelo menos, passageira – após a qual o homem poderia dedicar-se ao que bem lhe aprouvesse –, tornou-se inviável para a grande massa de pessoas sobre as quais recaíram as funções mais servis e rotineiras. É uma pena que tenha sido a estirpe de Caim a servir de inspiração a numerosas gerações posteriores dedicadas ao trabalho compulsivo, chegando até Benjamin Franklin, que definiu o homem, no século XVIII, precisamente como «o animal que fabrica ferramentas», tendo banido da sua agenda a possibilidade de descansar. «Não perder tempo; manter-se sempre ocupado com algo útil; suprimir todas as acções desnecessárias», eram tais as notas mais altas do seu hino, o hino do homo faber, que fez do tempo o principal recurso a administrar: «Pensa que tempo é dinheiro. Quem puder ganhar diariamente dez xelins com o seu trabalho, e se tiver dedicado metade do dia a passear ou a bocejar no seu quarto, embora apenas dedique seis pence às suas diversões, na verdade gastou, ou melhor, desbaratou, mais cinco xelins.» Quanta razão tinha Vaneigem quando escreveu: «As necessidades da economia ajustam-se ao lúdico. Nas transacções financeiras, tudo é sério; não se brinca com o dinheiro.» É neste ponto em que estamos. Somos todos da raça de Caim, e se de algum modo ainda nos é possível assinalar que nem tudo está perdido, é só na medida em que nos restam os bárbaros. A redenção que nos resta está na hostilidade. O difícil é manter-se leal a esta, recolher-se em si mesmo para recuperar essa voltagem direccionada contra o mundo que fez de nós seres que vivem para as suas medições, para contabilizar, fazer os seus ganhos, e obterem algum tipo de purificação por meio do consumo. Hoje, é este que nos consome. Eis, por fim, o predador inescapável. Esse estado de embotamento, a razão trocada pela frivolidade publicitária, as almas baixando o preço, vendendo-se por atacado, indistinguíveis de toda essa mercadoria desesperada e amiúde obscena a que nos entregamos sem reservas, com os nossos anseios dominados pela promoção de uma cultura homogénea ao seu nível mais rasteiro, e esse desprezo subliminar pelo pensamento e pela escrita, num ambiente asfixiante e cheio de falsas pretensões, cada um disputando o seu quinhão neste deserto mediatizado, rendidos ao “monstruoso dispositivo da distracção” (Adorno). E seria interessante pensar como o fascismo se impõe dentro desta disciplina do trabalho, à medida que aquelas pessoas que se reconhecem inúteis, são chamadas a colocar-se ao serviço da violência sistemática e persecutória do Estado. Assim emerge, como Ryszard Kapuscinski notou, em Andanças com Heródoto, uma substância pouco definida, fluida, que forma bairros inteiros de pessoas sem uma posição, uma classificação ou um destino bem definido. Em qualquer momento aquela gente pode formar uma multidão, turba, que tem opinião sobre tudo, tem tempo para tudo, quer participar em algo, significar algo, mas ninguém lhes liga, nem ninguém precisa deles. Toda a ditadura parasita sobre esse magma anónimo. Nem precisa de manter um dispendioso exército de polícias profissionais. Basta procurar aquela gente que anda em busca de qualquer coisita na vida. Dar-lhes a ilusão de que podem ser úteis para alguma coisa, que alguém conta com eles, que foram seleccionados, que podem significar algo. As duas partes tiram proveito dessa relação: o homem da rua, ao servir a ditadura, identifica-se com o poder, sentindo-se alguém sério e importante, e como geralmente tem no cadastro alguns roubos, brigas, burlas agora sente-se impune. A ditadura, pelo seu lado, tem nele um agente-tentáculo barato, quase gratuito e, ao mesmo tempo, dedicado e omnipresente. Muitas vezes até seria difícil chamá-lo agente, já que é só alguém que quer ser visto pelas autoridades e zela por que isso aconteça, É sempre prestável, assinalando assim a sua existência.
O programa Autores e Livros apresenta nesta edição uma seleção diversa de lançamentos e dicas de leitura que exploram temas como adolescência, cultura brasileira, suspense, desenvolvimento profissional, espiritualidade e poesia contemporânea. O programa abre com o livro “Vai dar tudo certo: que fase!”, da escritora Alessandra Jammel. A obra mergulha no universo da adolescência ao acompanhar a personagem Mariana Dieckmann, que enfrenta crises de ansiedade, inseguranças e os desafios típicos dessa fase da vida. Com linguagem leve e sensível, a autora constrói uma narrativa que dialoga tanto com jovens quanto com adultos, abordando saúde emocional, amizades e o processo de amadurecimento. Outro destaque é o romance “Boca Rica: o homem que enganou o sertão”, de Eilson Gurgel. Ambientado em uma cidade fictícia do interior, o livro narra a chegada de um personagem misterioso que promete transformar a região em uma nova Califórnia, despertando sonhos e expectativas na população local. A trama mistura crítica social, cultura sertaneja e reflexões sobre ilusão e esperança. Na sequência, o programa apresenta o thriller “Overdone – A beleza que mata”, de José Roberto da Costa Pereira. Com ritmo cinematográfico, a narrativa acompanha um plano de vingança internacional que utiliza a toxina botulínica como instrumento de bioterrorismo. A história percorre diferentes cidades do mundo e levanta questões sobre ética, ciência e os limites da ambição humana. A edição também traz uma dica voltada ao público profissional com o livro “O Caminho para o Sucesso na Assessoria de Investimentos: Processo, Relacionamento e Intensidade”, de José Neto Rossini Torres e Alex Rocha. A obra propõe uma abordagem prática para quem deseja crescer no mercado financeiro, destacando a importância da estratégia, do relacionamento com clientes e do uso de tecnologias como a inteligência artificial. Na segunda parte do programa, o destaque é o livro “Transições: Sabedoria e Discernimento em Tempos Incertos”, da psicóloga Karen Bomilcar. A autora propõe uma reflexão sobre como enfrentar mudanças e momentos de incerteza com equilíbrio emocional e maturidade, sem ignorar as dificuldades que fazem parte desses processos. A espiritualidade também ganha espaço com o livro “Jesus me aceitou! E agora?”, de Oliver Dara. A obra aborda os desafios que surgem após a conversão religiosa, propondo uma visão prática da vivência da fé no cotidiano, com suas dúvidas, limitações e aprendizados. No quadro Entrelinhas, a poesia contemporânea é representada pelo livro “Tudo aquilo que quis te escrever”, de Rachel D'Amico. A obra reúne textos poéticos que exploram sentimentos como amor, saudade e silêncio emocional, em uma escrita intimista que dialoga com leitores que buscam na literatura uma forma de reflexão e autoconhecimento.
Ventura conseguiu uma participação à sua medida e Seguro teve segunda oportunidade para deixar primeira boa impressão. E o governo está a ser pouco ambicioso com a privatização da TAP?See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Trabalhar com intensidade não é trabalhar mais, é trabalhar melhor". Muitas vezes, o representante comercial confunde intensidade com excesso de horas no relógio. No entanto, o mercado não remunera apenas o esforço braçal, ele remunera resultados estratégicos.
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Minhas queridas discípulas de Afrodite,Neste episódio profundo e necessário, falamos sobre uma confusão perigosa que a cultura romantizou por séculos: intensidade não é amor.Em um cenário onde mulheres ainda são perseguidas, ameaçadas e mortas sob o discurso de “paixão”, precisamos reaprender o que é amor saudável. Amor não traz medo. Amor não desregula. Amor não pune limites.Falamos sobre: – A diferença entre química ansiosa e amor seguro – Como a cultura romantiza obsessão – Sinais de alerta disfarçados de intensidade – Sistema nervoso, dopamina e vício emocional – O direito feminino ao “não”Que este episódio seja consciência, proteção e reprogramação emocional.
Barbara O'Neill
Barbara O'Neill
Palavra ministrada no encontro de domingo pela manhã, pelo Pr. Angelo Tosta.
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Organização Meteorológica Mundial reafirma importância de previsões sazonais para setores sensíveis ao clima; atualizações também orientam operações humanitárias em várias partes do mundo.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 24/10
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
No Quadro NA PONTA DO LÁPIS , destaque para a retomada de alta do boi na B3 com diferencial de quase R$10 entre outubro e novembro. No quadro POTENCIAL DAS RAÇAS, vamos conhecer melhor o Bonsmara, uma raça da África do Sul que tem ajudado a agregar precocidade e qualidade de carne ao rebanho brasileiro
Intensidade, entrega e transformação: assim ama um escorpiano.No episódio de hoje, vamos mergulhar nas águas profundas de Escorpião para entender como esse signo vive o amor, a intimidade e os vínculos emocionais.
O Balé da Cidade de São Paulo realiza uma turnê na França, com apresentações em cinco cidades. Após lotar o Théâtre de la Ville de Paris, a companhia segue viagem pelo interior francês. O público da França tem a chance de conhecer a potência técnica e artística do corpo de baile do Theatro Municipal de São Paulo por meio de Fôlego e Boca Abissal, criações de Rafaela Sahyoun. Em Lyon, o repertório se amplia com Requiem SP, de Alejandro Ahmed, que assumiu a direção artística do grupo em julho de 2023. Antes dessa temporada com o balé paulistano, Ahmed participou da Bienal de Dança de Lyon, de 6 a 28 de setembro, com sua companhia Cena 11. Para o coreógrafo, a França é um espaço que valoriza “a complexidade do pensamento e a abertura para um diálogo honesto e vigoroso”. “Estamos em um teatro de enorme relevância, com a possibilidade de dar voz e refletir sobre este modo de pensar um Brasil atualizado, questionado e aberto a transformações”, afirmou Ahmed à RFI, em Paris, durante o ensaio no Théâtre de la Ville, antes das apresentações que aconteceram entre os dias 23 e 27 de setembro. Foi a primeira vez em três décadas que a prestigiada casa parisiense, considerada a meca da dança contemporânea, incluiu uma companhia brasileira em sua programação principal. “Estarmos aqui, a convite do Théâtre de la Ville, para compartilhar modos de pensamento próprios do Brasil, representa um espaço de diálogo e de troca de saberes extremamente potente”, acrescentou o diretor. Intensidade e vigor Fôlego e Boca Abissal se destacam pela força musical e pela expressividade coreográfica. Com trilha hipnótica de The Field, projeto do produtor sueco Axel Willner, Fôlego reúne 16 bailarinos em cena. “Começamos em 2022, ainda sob o impacto da pandemia, diante da cratera que ela deixou no mundo. Naquele momento, me senti desafiada a pensar a dança na urgência do encontro”, recorda Sahyoun. “Quis criar estruturas cênicas que, mais do que simbólicas, aproximassem os intérpretes pela própria composição. Fôlego fala de apoio, de um estar junto não romantizado, mas nascido da resistência — e talvez mais ainda da insistência. Uma das questões que coloco é: como encontramos nossa força a partir do outro?”, explica. Atuando entre Brasil e Europa, a coreógrafa também compartilhou suas expectativas para a temporada francesa: “Espero que possamos ativar as presenças em tempo real, deixar os celulares de lado e nos encontrar — público e cena. Desejo um campo de acontecimento, um encontro em que a própria obra seja praticada no instante da apresentação.” A turnê integra a programação oficial da Temporada do Brasil na França. Depois de Paris e Arcachon, em setembro, o balé segue para Clermont-Ferrand (2 e 3 de outubro), Annemasse (8 e 9 de outubro) e Lyon, onde se apresenta na Maison de la Danse, de 14 a 18 de outubro.
Áreas do MT, MS e GO recebem precipitações pontuais, enquanto sul volta a ter acumulados significativos
Clássico que confirma arranques positivos das equipas na época. O Sporting nem sempre ultrapassou a pressão dos dragões, que chegaram ao golo na fase mais complicada do jogo. Análise de Filipe Coelho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 26/07
Níveis Mais Altos - Intensidade | Eriks Batista | 29/03/25
Costa nordestina em alerta para receber grandes acumulados até a próxima semana
Novo ciclone extratropical se forma no Sul e avança pelo país ao longo dos dias
A partir de Proverbios + Eclesiastes + Einstein + Victor Azevedo + Faraó, vamos refletir sobre EQUILÍBRIO.
A única coisa que distorce o tempo é a intensidade. Se você focar e colocar energia no que importa, vai se surpreender com os resultados. O que parece um ano, pode se tornar uma grande conquista. Confie em você e no processo. Acredite: o sucesso vem com persistência e foco.
Assista ao episódio completo com MARCOS PAULO clicando AQUI. A Intensidade Distorce o Tempo | ✅ Marcos Paulo no COMECE BEM O DIA! #96 Se você quer acelerar resultados, a intensidade é o caminho. Quanto mais você se entrega a uma ação, mais rápido aprende, avança e colhe frutos. É como apertar o acelerador na estrada do progresso. Mas Marcos Paulo nos lembra que nem tudo pode ser apressado: há ciclos que a intensidade não encurta, apenas o tempo e a paciência podem moldar — como o exemplo de 9 mulheres grávidas que não geram um bebê em 1 mês. A chave está em saber a diferença: o que depende da sua intensidade, acelere; o que depende do tempo, aceite com sabedoria. Essa clareza é o que separa os que desperdiçam energia dos que realmente alcançam grandes conquistas. Seja intenso onde é possível e paciente onde é necessário. É assim que se controla o tempo em vez de ser controlado por ele.
A melhor maneira de evoluir é treinando e a melhor maneira de treinar é respeitando a gestão de volume e intensidade.
No episódio deste mês de Astrologia e Relacionamentos, vamos mergulhar no intenso e fascinante mundo do signo de Escorpião. Como lidar com essa personalidade forte, questionadora e cheia de paixão nos relacionamentos? Descubra os traços únicos desse líder nato e como seu otimismo e persistência influenciam a convivência. Aprenda dicas valiosas para harmonizar e fortalecer seus laços com escorpianos, seja em amizades, relações amorosas ou familiares. Não perca essa análise astrológica sobre a poderosa energia de Escorpião! Não se esqueça de se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum dos nossos vídeos! ~~~~~~~~~~~ Seja Membro do nosso canal: https://www.youtube.com/channel/UCj2VQdHbiPgI7zKS3cowHyw/join Siga-nos no Instagram: Bruxa Evani: https://www.instagram.com/bruxaevani/ Nova Ordem do Sol: https://www.instagram.com/novaordemdosol/ Alma da Floresta: https://www.instagram.com/almadafloresta.loja/ Conheça nossos cursos: https://mysticalweb.com/ Para consultas astrológicas personalizadas, cursos presenciais, entre em contato conosco pelo telefone/whatsapp: (11) 94034-3160
Jornalista que dirigiu documentário sobre os assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips na Amazônia fala da dificuldade de cobrir a catástrofe pela qual passa a floresta
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Edgard Maciel de Sá, Phill, Marcello Neves e Rafael Cavalieri, ex-setorista do Flu no ge.globo, analisam o empate diante do Juventude, a atitude de Keno e o foco, mais do que nunca, na luta contra o rebaixamento. DÁ O PLAY!
Ensaio clínico que utilizou acupuntura foi feito com 39 pacientes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Os resultados são de estudo em camundongos feito na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
O Palmeiras empatou com o Botafogo-SP sem gols e se classificou às oitavas da Copa do Brasil, no confronto que terminou marcado por uma expectativa: o posicionamento de Abel. Técnico foi acionado na FIFA pelo Al-Sadd, alegando não cumprimento de um pré-contrato assinado. João Pedro, Camila Alves e Leandro Bocca, o Voz da Torcida, debatem as falas de Abel, o jogo e a notícia do dia: uma nova lesão sofrida por Bruno Rodrigues, que estava perto de voltar.
Pastor Alvaro nos leva à incrível história e fé de Maria Madalena, e como devemos aprender a estar como ela, aos pés de Jesus.
Intensidade, foco e disciplina tática contra o Flamengo asseguram o quarto triunfo seguido do Botafogo de Artur Jorge, o terceiro no Brasileirão. Time faz a festa da torcida visitante no Maracanã e assume a ponta do campeonato. O que foi crucial para o bom desempenho e o 2 a 0 contra uma equipe normalmente pouco vazada? Dá para ir bem nas três frentes ou é preciso escolher entre Libertadores, Brasileiro e Copa do Brasil? É hora de poupar Junior Santos, Marlon e Hugo? DÁ O PLAY!
Por Pr. Alexandre Budal. https://bbcst.net/C8840 | Filipenses 3.5-11
Pedro e Greg discutem a melhor evidência cientifica de vida fora da Terra. O Sinal Wow! Discord! http://discord.gg/cienciatododia Contato: sinapse@cienciatododia.com.br Nosso Twitter: @sinapsepodcast Links do Episódio: Sinal Wow! Wow! Gráfico de Intensidade
Por José Humberto Jr. e Gabriel Yamin.
Um dia bom não se deseja, um dia bom se faz. O segredo é entender o que é Intensidade x Consistência. Importante notar que você deve separar o que deve ser intenso e o que deve ser consistente. Se a gente se dedica completamente ao presente com a mesma força que alimentamos nossa ansiedade do futuro, dominamos a precipitação do tempo. O No Brain No Gain Cast é uma produção da www.become.school @becom.school.
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