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A Hyundai acaba de fazer um dos lançamentos mais importantes de sua operação brasileira nos últimos anos. Produzido em Piracicaba (SP), o novo Hyundai i20 estreia no mercado nacional com preços entre R$ 99.990 e R$ 139.990, posicionamento acima do HB20, mais tecnologia, mais espaço interno e uma proposta que pode redesenhar a estratégia da marca no segmento de compactos.Mas a chegada do i20 levanta questões importantes: ele veio para substituir o HB20 ou para atuar de forma complementar? A Hyundai foi conservadora ao lançar um produto novo sem eletrificação? E como ele se posiciona diante de rivais como Volkswagen Polo, Chevrolet Onix, Honda City Hatchback e até o BYD Dolphin Mini?Neste episódio do Motor1 Podcast, Fábio Trindade e Diogo de Oliveira analisam todos os detalhes do novo Hyundai i20, incluindo design, acabamento, espaço interno, dirigibilidade, motores, posicionamento de mercado e o impacto estratégico desse lançamento para a Hyundai Motor Brasil. Neste episódio: • Novo Hyundai i20 2027• Preços e versões• Motores 1.0 aspirado e turbo• HB20 perde espaço?• O i20 substitui ou complementa?• Faltou versão híbrida?• Rivalidade com BYD Dolphin Mini• Posicionamento frente a Polo, Onix e City Hatchback• Estratégia Hyundai no Brasil Um episódio essencial para entender como a Hyundai pretende reposicionar sua linha de compactos em um mercado cada vez mais competitivo.Apresentação: Fábio Trindade e Diogo de Oliveira.
O empate de Portugal revela uma seleção com muita posse de bola mas sem intensidade e "mentalidade ganhadora". A equipa das quinas falhou em criar perigo real contra a República Democrática do Congo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Despontando na infância e confirmados na adolescência, os talentos jovens do futebol português nem sempre superaram a transição para o escalão sénior e sobretudo no alto rendimento. Muitas futuras estrelas ficaram aquém do que deles se esperava e afastaram-se da ribalta dos melhores clubes e da seleção nacional.Porque é que estes craques não passaram de grandes promessas? Faltou-lhes sorte, apoio familiar ou empresários certos? Que diferença fazem as lesões e as opções dos treinadores em momentos decisivos das curtas carreiras do futebol profissional?Este é o tema do livro «Promessas do Futebol», de Rui Passos Rocha, que o debate numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, com o ex-selecionador nacional Paulo Bento e o antigo jogador João Tomás.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Despontando na infância e confirmados na adolescência, os talentos jovens do futebol português nem sempre superaram a transição para o escalão sénior, sobretudo no alto rendimento. Muitas futuras estrelas ficaram aquém do que delas se esperava e afastaram-se da ribalta dos melhores clubes e da seleção nacional. Porque é que estes craques não passaram de grandes promessas? Faltou-lhes sorte, apoio familiar ou empresários certos? Que diferença fazem as lesões e as opções dos treinadores? Os convidados do "Da Capa à Contracapa" desta semana são Rui Passos Rocha, autor de "Promessas do Futebol", o ex-treinador e seleccionador Paulo Bento e o ex-jogador e doutorado em Ciências do Desporto, João Tomás
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
No ‘Programa das Minas‘ você ouve bate-papo, descontração e interação com a audiência da Atlântida Santa Catarina. Acompanhe as lives dos programas no YouTube Atlântida SC.De segunda à sexta, das 14h às 15h, para toda Santa Catarina!
Numa partida festiva e de baixa intensidade, Augusto Inácio destaca o regresso de Nehuén Pérez à equipa do FC Porto e a prestação de Petit ao comando do Santa Clara.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Termina nesta sexta-feira, 15 de Maio, a campanha eleitoral para as oitavas eleições legislativas em Cabo Verde. Celeste Fortes, docente e investigadora da Universidade de Cabo Verde, na cidade do Mindelo, considera que esta campanha eleitoral ficou marcada por um ambiente de agressividade, sem espaço para discussão, com os partidos a não conseguirem apresentar as propostas de forma clara. Como é que avalia o ambiente político e social vivido durante esta campanha eleitoral? Acho que estamos a viver duas situações ao mesmo tempo. Por um lado, no mundo digital e nas redes sociais, vejo um ambiente extremamente agressivo. Não há espaço para discussões de ideias nem para uma análise mais equilibrada, em que as pessoas consigam também fazer autocrítica ao actual governo ou aos outros partidos que concorrem. Por outro lado, fora do digital, também sinto muita agressividade no debate político e social. Mas, ao mesmo tempo, enquanto docente e activista, noto um certo cansaço por parte da população. Há uma sensação de “mais do mesmo”, de saturação em relação ao discurso político. Portanto, o que eu vejo neste momento é um ambiente marcado simultaneamente pela agressividade e pelo cansaço social. Considera que os partidos políticos foram capazes de apresentar o programa político? Não. Acho que os partidos políticos não conseguiram apresentar as suas propostas de forma clara. Se uma pessoa não estiver muito atenta, dificilmente consegue perceber quais são, concretamente, as soluções que cada partido propõe para resolver os principais problemas que a população identifica como prioritários. O que se viu foi uma discussão muito bipolarizada e muito partidarizada, marcada também por uma militância bastante cega. Em vez de comunicarem projectos concretos para o país, os partidos acabaram por comunicar mais as suas ideologias e discursos políticos. Faltou explicar de forma clara onde é que Cabo Verde está hoje, em 2026, e qual é a visão de cada partido para os próximos quatro ou cinco anos. Ou seja, como é que o partido X ou o partido Y pretende levar o país para um outro patamar. Isso, para mim, não ficou claro durante esta campanha. Actualmente, quais são as maiores preocupações dos cabo-verdianos ? Bom, eu não posso falar por todos os cabo-verdianos, mas há preocupações que sinto pessoalmente e que acredito que também são partilhadas por grande parte da população. Uma delas é a questão dos transportes. Continuamos a viver muito isolados entre as ilhas. Eu vivo em São Vicente e, muitas vezes, tenho situações para resolver em Santiago. No entanto, nestas eleições praticamente não se falou da regionalização. Enquanto moradora de São Vicente, esperava que esse debate regressasse à agenda política e que os partidos apresentassem propostas concretas sobre o tema, mas isso não aconteceu. Continuamos a enfrentar um problema grave de centralização em Cabo Verde, sobretudo em relação à Praia. E essa dependência acaba por afectar todo o país. A questão dos transportes e da conectividade continua muito longe de estar resolvida. Isso liga-se directamente a outro grande problema: a saúde. Uma pessoa que vive no Maio, na Brava ou em São Nicolau não tem o mesmo acesso aos cuidados de saúde, porque os principais hospitais estão concentrados em São Vicente e Santiago. E, muitas vezes, nem existem transportes adequados para a deslocação de doentes. Outra preocupação muito séria é a dignidade habitacional. Enquanto activista, acompanhei de perto todo o processo de acção depois do 11 de Agosto, e a situação é caótica e preocupante. Continua a existir permissividade para a construção de casas de tambor e habitações sem segurança, especialmente em zonas de risco e encostas. Isso mostra que a questão da habitação digna ainda não foi resolvida pelo governo. Além disso, temos situações contraditórias, como casas do programa “Casas para Todos” que continuam fechadas e sem serem atribuídas. Por fim, há uma questão que afecta muito a juventude: o projecto de vida e o futuro da empregabilidade. Muitos jovens sentem dificuldade em construir um futuro estável no país, o que acaba também por alimentar a vontade de emigrar. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego... Sim. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego e pela falta de perspectivas em relação ao futuro. Muitos querem construir a sua vida em Cabo Verde, querem ter um emprego e estabilidade no seu próprio país, sem terem de emigrar para procurar melhores condições de vida. Existe muito esta ideia entre os jovens de: “Eu quero trabalhar, mas quero conseguir fazê-lo aqui, perto da minha família, no meu país.” No entanto, muitas vezes, sentem que não têm oportunidades reais para alcançar esse futuro com tranquilidade e estabilidade. E, para mim, esse é um dos grandes problemas actuais. No entanto, durante a campanha, não vi debates aprofundados nem propostas claras sobre como resolver esta questão do desemprego jovem e da falta de perspectivas para a juventude. Enquanto activista, trabalha muito sobre a questão do género. Como é que é tratada a questão do género em Cabo Verde? Orgulha-me muito os espaços que Cabo Verde tem vindo a criar, tanto através das instituições públicas governamentais como das organizações não governamentais, para avançarmos rumo a uma maior igualdade de género, que ainda está longe de ser plenamente alcançada. Apesar dos avanços, continuam a existir vários problemas por resolver, nomeadamente a violência baseada no género, o feminicídio e a pobreza, que continua a ter um rosto maioritariamente feminino. A maioria das famílias em Cabo Verde são monoparentais e chefiadas por mulheres, o que mostra também como muitas responsabilidades recaem sobre elas. Portanto, ainda temos grandes desafios pela frente, sobretudo ao nível da representação política e da participação das mulheres nos espaços de decisão. São cinco partidos e apenas um é liderado por uma mulher. A política ainda é distante para a mulher em Cabo Verde? Sim, continua a ser distante, porque a política ainda é um espaço muito masculinizado, dominado por lógicas machistas e patriarcais. Muitas vezes, as mulheres não encontram um ambiente favorável nem condições reais para participarem activamente na vida político-partidária do país. Além disso, a política continua a ser um espaço marcado pela agressividade e pela violência. E nós, mulheres, já convivemos diariamente com microviolências em contextos laborais, familiares e sociais. Muitas acabam por evitar também a política precisamente por a sentirem como mais um espaço de confronto e desgaste. Por outro lado, fiquei extremamente contente por ver a Jónica Brites Tavares no debate. Achei-a muito assertiva e isso deu-me alguma esperança. Ver uma mulher naquele espaço, com firmeza e segurança, pode inspirar muitas meninas e mulheres a entrarem também no espaço público e a posicionarem-se. Mas, apesar dos discursos sobre igualdade e dos sinais de paridade nos governos, a política cabo-verdiana continua a ser um espaço muito marcado pela violência, sobretudo pela violência masculina. Considera que nestas eleições vamos voltar a ver esta disputa entre o MpD e o PAICV? Ou há uma possibilidade deste cenário se poder reverter? Eu não acredito que isso vá mudar tão cedo. Acho que vamos continuar presos a esta bipolarização entre o MpD e o PAICV. Os dois partidos construíram, ao longo dos anos, uma narrativa muito baseada no medo: o medo de perder a estabilidade e o receio de ver outras forças políticas a governarem o país. Mesmo 50 anos depois, ainda somos muito marcados pelo assistencialismo e por relações de dependência política. E essa lógica acaba por alimentar o medo do novo e do diferente. Tanto o MpD como o PAICV continuam a explorar muito esse sentimento. Cabo Verde é muitas vezes visto como o “bom aluno” do continente africano. Quais são os desafios para a democracia cabo-verdiana? Apesar dessa imagem positiva, Cabo Verde não está completamente protegido de fenómenos que hoje ameaçam várias democracias, como o crescimento de discursos populistas, extremistas, racistas, xenófobos e misóginos. Vejo com preocupação o facto de Cabo Verde, enquanto país que tradicionalmente procura manter uma posição equilibrada e não alinhada, nem sempre se posicionar de forma clara perante essas ondas populistas e extremistas. E isso pode representar um risco para a nossa saúde democrática, porque esses discursos acabam por normalizar formas de intolerância e de violência política e social que podem fragilizar a democracia cabo-verdiana no futuro.
Donald Trump troca Ucrânia por Irão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dessa vez, Julia falou de um dos seus filmes espaciais favoritos: Lunar (2019), de Duncan Jones pra aproveitar esse climinha da missão Artemis II e ainda aproveita o espaço pra desmascarar uma fake news! Bora dar o play o/ Referências e Links citados:Moonbase Alpha, Moonbase Beta: Sam Rockwell Is the Secret VFX at the Heart of Duncan Jones' ‘Moon' - Cinephilia Beyond NASA's Artemis II Moon Mission Daily Agenda - NASA Living in Space - NASA Astrofotografia original da Lua Colorida de autoria de Ibatullin Ildar É #FAKE que fotos coloridas da Lua foram feitas por astronautas da Artemis II; imagens passaram por edição para destacar minerais - G1 Foto colorida da Lua feita em cores falsas em 1992 pela sonda Galileo, Colorful Moon - NASA Colorful Moon Episódios citados:ME-Lab: Café, Atrasos, Carnaval e Artemis II Episódio 20 - Programa Artemis: Vamos voltar para a Lua?Faltou algo? Encontrou algum erro? Mande para appexoplaneta@gmail.comQuer apoiar o projeto e fazer parte da ME-Lab?Acesse: apoia.se/missaoexoplanetaOu pela Orelo em: https://orelo.cc/podcast/5eb699f09ada786904a99f88Agradecimentos especiais para: Alessio Esteves, Ederson Peka, Patrick Luan Silva, Ivan Louro, Vinício Telecio, Natália Palivanas, Masashi Inoue e Tânia Dominici
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Faltou sorte ou pontaria contra o Coritiba? Erros são corrigíveis? Quem está se salvando? Elenco vai passar por uma revolução no meio do ano? O que esperar do Galo na Copa do Brasil? Com Henrique Fernandes, Izabela Baeta, Carol Leandro e Rogério Corrêa.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz conversam sobre "Super Mario Galaxy: O Filme", novo filme da parceria Nintendo e Illumination. Continuação da animação de 2023, a ideia era expandir o universo da franquia para o espaço. Deu certo? Quem protagoniza? Faltou história? O filme tem muitos easter eggs? Assistir dublado é melhor? Vai ter continuação?|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Escute um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
O Parlamento francês aprovou esta segunda-feira, 13 de Abril, por unanimidade uma nova lei que cria um mecanismo permanente para a restituição de bens culturais saqueados durante parte do período colonial, dispensando votações caso a caso. A medida é vista como uma mudança na relação da França com a sua memória imperial. O artista plástico guineense, Nu Barreto, saúda o avanço, mas lembra que “o facto de restituir não quer dizer que a reparação foi feita”. A França deu esta semana um passo simbólico e político ao aprovar por unanimidade uma nova lei sobre a restituição de bens culturais retirados das antigas colónias durante o período colonial. Depois do voto favorável no Senado, o texto segue agora para comissão mista partidária, nesta que é a última etapa antes da adopção definitiva da lei. Na prática, a legislação estabelece um mecanismo permanente que vai permitir devolver obras de arte, objectos rituais e peças patrimoniais sem precisar de aprovar uma nova lei para cada processo. Até aqui, cada restituição exigia um procedimento legislativo autónomo, tornando moroso e politicamente complexo o regresso de peças reclamadas pelos países de origem. Para o artista guineense, Nu Barreto, a decisão representa um avanço claro: “Só posso considerar positivo”, afirma. “Vai permitir que as obras sejam restituídas no seu contexto e talvez possa permitir uma certa independência aos países que sofreram este fenómeno de obras que foram tiradas, roubadas.” O artista sublinha que a devolução não se resume ao acto jurídico. Trata-se também de devolver às populações o acesso a um património que lhes pertence. “Permite que essas obras estejam na disponibilidade do povo, e que o povo possa usufruir dessa riqueza toda.” A nova lei surge num momento em que vários países europeus são pressionados a rever o legado colonial presente nos seus museus e colecções. Em causa estão milhares de peças levadas para a Europa em contextos de guerra, ocupação, pilhagem e desigualdade. Ainda assim, Nu Barreto considera que a restituição, por si só, está longe de fechar o debate histórico. “A memória exige processos muito mais profundos do que isso”, sustenta. “Não é o facto de terem devolvido aquilo que foi retirado ao continente africano que fará com que as coisas sejam repostas.” E acrescenta: “A história da colonização é uma história longa, uma história profundamente sangrenta. O facto de restituir não quer dizer que a reparação foi feita.” Na sua leitura, o essencial passa também pelo reconhecimento moral e político das violências cometidas. “Faltou o humanismo, sobretudo da parte dos colonizadores”, sublinha. “Restituir é confessar” O artista guineense espera que a decisão francesa tenha impacto além-fronteiras. “Gostaria que isto fosse uma espécie de bola de neve”, afirma. “Que os outros países também possam ter esse dinamismo, essa vontade de olhar para trás e reconhecer que efectivamente certas coisas que temos aqui não são nossas.” Para Nu Barreto, restituir é também um acto de verdade histórica. “Restituir é confessar”, resume. O artista guineense lembra que vários países africanos já deram passos relevantes neste domínio, citando Benim, Nigéria e Costa do Marfim. Refere igualmente a Guiné-Bissau, cujo património se encontra disperso por museus de vários continentes. “A Guiné também tem peças espalhadas pelo mundo. Já visitei museus onde encontrei peças da Guiné e fiquei a pensar como é que essas peças chegaram ali”, recorda. A restituição levanta questões práticas: conservação, segurança, musealização e acesso público. Nem todos os países dispõem ainda de infra-estruturas preparadas para acolher acervos devolvidos. Nu Barreto reconhece essa realidade, mas insiste que o processo deve avançar. “Há países já com passos muito mais adiantados. Sei que o Benim, por exemplo, já está a construir museus para albergar essas peças que estão a chegar aos poucos.” Apesar das dificuldades, considera que o valor simbólico supera os obstáculos materiais. “É algo muito positivo, porque vai permitir aos nativos voltarem a apropriar-se das peças, das obras que têm, para poderem enriquecer psicologicamente ou intelectualmente.” A restituição não empobrece quem devolve, abre novas possibilidades de diálogo Nu Barreto insiste no papel decisivo da criação artística para recontar a história e reconstruir relações entre continentes. “Não conseguimos descartar a arte da nossa vida. A arte caminha connosco da nascença à morte”, afirma. Na sua visão, a restituição não empobrece quem devolve, abre novas possibilidades de diálogo. “Os que restituem hoje não perdem alguma coisa”, lembra. “É só uma questão de viajarem para entrarem em contacto com aquilo que tanto gostaram e tanto amaram.” E conclui com uma ideia de reciprocidade cultural: “A arte vai permitir esse intercâmbio. Esse intercâmbio é bastante valioso nos dois sentidos, porque vai permitir uma reconsideração do outro enquanto ser humano.”
Em reação à retirada de confiança da autarca de Coimbra a um jornalista da Lusa, o ex-presidente da Câmara acusa Ana Abrunhosa de "violar liberdade de imprensa e Constituição". See omnystudio.com/listener for privacy information.
É verdade, depois de editar, e agora no momento do upload, apercebi-me que faltou falar dessa instituição que é a CAGADA REMUNERADA... Isto claro, porque se abordou todo o mundo laboral.| músicas: Jovem Dionísio - Faz Tanto Tempo | Walfredo em Busca da Simbiose - Realidades Paralelas || novo jingle : Lough Errill by https://app.sessions.blue/browse/track/222801 Blue Dot Sessions || Obrigado aos patronos: @teixeirasilvaa | @o_joseglopes | @_joaomsilva_ | @eduardo_andre_silva | João Ferreira || O HABITAT NATURAL DA MÚSICA:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/6bnGj0gzycHyLXXRhR3LRC?si=38feceb76b1948c8 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/ca/podcast/o-habitat-natural-da-m%C3%BAsica/id1598561980 || PERSONAS:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/7uGCHJj3mcZgo3BC4E98LS?si=sDpCDH6bRRWPurFyKeKAyQ&dl_branch=1&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/us/podcast/personas/id1587488000 || PRÉ_CONCEITO:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/7G0FdzIPuzahmk22NnQxAe?si=HYBEdZASSeWtm27eAEZtFg&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pr%C3%A9-conceito/id1527672333 || VINTE e SEIS:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/2BX3uYVrBlEetAs4MCkaSW?si=pz2kuv8uRbi9bPf8mQ3X_g&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/us/podcast/vinte-e-seis/id1479865138 || FRACTURA EXPOSTA:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/6TDwOuybTArgNKhB42cs0j?si=msGtCN17T3iD8yG4WkzPyw&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/fractura-exposta/id1539978398 || Torna-te patrono em: https://www.patreon.com/oPutoDeBarba |
Ventura conseguiu uma participação à sua medida e Seguro teve segunda oportunidade para deixar primeira boa impressão. E o governo está a ser pouco ambicioso com a privatização da TAP?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Meu negócio poderia ter sido maior em 2025. Faltou planejamento, faltou dizer alguns “nãos” e sobrou distração com projetos e pessoas que não mereciam meu foco. Ainda assim, o resultado foi maravilhoso. Mas em 2026 será, no mínimo, o dobro, não apenas por estratégia, e sim porque eu decidi ser uma pessoa maior: mais foco, mais disciplina com meus hábitos, mais confiança para dizer não e mais clareza para decidir sem medo.Preencha aqui seu formulário de aplicação para o sparkz (mentoria empresarial focada em conteúdo e vendas): https://sparkzclub.com/podcastFaça o diagnóstico do seu negócio aqui (pra gente te ajudar da melhor forma): https://form.imatize.com.br/diagnostico
Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:Flamengo x CruzeiroEscalação.Análise do jogo.Faltou futebol para o Cruzeiro e faltou o time cometer menos erros. A partir de hoje, 13 de março de 2026, não faço mais nenhuma miséria ao Tite, comissão e jogadores. As críticas estarão voltadas para quem comanda e sustenta esse trabalho ridículo.Arrotar arrogância na hora que ganha é fácil demais, mas na hora da crise some. O trio, Pedro Lourenço, Pedro Junio e Bruno Spindel precisam ser cobrados URGENTEMENTE.Portais de notícias: Globo Esporte — Cruzeiro Deus me Dibre — Cruzeiro No Ataque — Cruzeiro Itatiaia — Cruzeiro O Tempo — Cruzeiro SamucaTV Central da Toca FB TVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem, pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste Instagram da coleção/podcast: @varalceleste
O CAMISA 42 FALOU SOBRE O TEMA!No 8º Bom Dia Porcada de 2026, vamos trazer todas as informações sobre o Flaco López e a seleção do Paulistão 2026 conquistado pelo Palmeiras.Negociaria o Flaco? Faltou algum palmeirense na seleção do Paulista? Algum palmeirense não mereceu ser escalado?Todas as quartas às 11h acompanhem o Bom Dia Porcada
Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:Cruzeiro x Atlético-MGEscalação.Análise do jogo.Faltou futebol para os dois lados, sobrou porradaria.Gerson achou uma belíssima assistência para um não tão inspirado Kaio Jorge que usou do seu potencial de decisão.Matheus Pereira foi bem participativo, mas às vezes falta ao Cruzeiro o devido refino para acabar as jogadas.Desproporcional a reação do Everson.Portais de notícias: Globo Esporte — Cruzeiro Deus me Dibre — Cruzeiro No Ataque — Cruzeiro Itatiaia — Cruzeiro O Tempo — Cruzeiro SamucaTV Central da Toca FB TVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem, pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste Instagram da coleção/podcast: @varalceleste
Até parece... Mas falta menos um jogo! Faltou banco para matar um resultado que uma primeira parte brilhante nos deu. Sem depressões, siga!
A Família Cruz do Ilhados com a Sogra da Netflix entregou treta no Banker. Heder Cruz e Giovanna Mari comentam no Eles que Lutem os desentendimentos com Nathalia Rocha e Diego Rocha, além de revelar como está hoje em dia a relação com a sogra Sarah. #ilhadoscomasogra #netflixbrasil
Marcelo Rebelo de Sousa foi importante, mas gerou muito ruído e causou cansaço. Faltou-lhe "juízo" para ser um grande Presidente. E Passos mordeu o isco? Ou comeu a minhoca e foi embora?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio analisa a saída de Coutinho do Vasco. Por que ele decidiu sair agora? Faltou paciência do jogador e da torcida? Diretoria vai contratar um meia? Dá o play!
Nova centralização aproximou Governo do terreno. Ainda assim, entre comunicados e interpretações criativas sobre o layoff, fica a dúvida: houve estratégia ou apenas um episódio de improviso coletivo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nova centralização aproximou Governo do terreno. Ainda assim, entre comunicados e interpretações criativas sobre o layoff, fica a dúvida: houve estratégia ou apenas um episódio de improviso coletivo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como um compositor perfeccionista, elegante e levemente teimoso transformou uma limitação física em uma das obras mais intensas do século XX?Neste episódio, mergulhamos no Concerto para Piano em Ré Maior para a Mão Esquerda, de Maurice Ravel — uma peça que soa como se fosse tocada por dez mãos, mas nasce inteira de apenas uma.Aqui, a gente passeia pela vida nada convencional de Ravel, seu humor afiado, suas frustrações no Conservatório de Paris e o impacto profundo da Primeira Guerra Mundial em sua música. Depois, entramos de cabeça na obra: da introdução sombria digna de filme noir ao final explosivo com ecos de jazz, passando por momentos de lirismo elegante e ironia sonora.O episódio destrincha as quatro grandes seções internas do concerto, explica como Ravel cria a ilusão sonora da “mão invisível” e mostra por que essa obra vai muito além de um desafio técnico. É música como narrativa, arquitetura e comentário histórico — tudo ao mesmo tempo.Se você gosta de música clássica explicada sem pedantismo, com contexto histórico, análise acessível e uma pitada de humor inteligente, este episódio é para você.Coloque os fones, respire fundo e descubra como uma única mão pode carregar um universo inteiro de som.#MauriceRavel #ConcertoParaMaoEsquerda #MusicaClassica #PodcastMusical #HistoriaDaMusica #AnaliseMusical #MusicaClassicaExplicada #PianoClassico #ConcertoParaPiano #RavelPodcast #MusicaDoSeculoXX #CompositoresClassicos #JazzNaMusicaClassica #PodcastCultural #EducacaoMusical #MusicaErudita #ObrasClassicas #PodcastDeMusica #CulturaMusical #HistoriaDaArteApresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: https://apoia.se/conversadecamara RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
Faltou chuva para o plantio e para o enchimento de grãos na principal região produtora do estado
Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:Tombense x Cruzeiro Escalação.Análise do jogo.Partida interessante que o time conseguiu realizar.Tivemos momentos de emoção desnecessária, mas creio que isso tem relação com a parte física e passa pela maturação dos atletas.Japa foi o melhor em campo, com um controle ímpar das ações no jogo.Faltou capricho, e sorte, em algumas oportunidades.Portais de notícias: Globo Esporte — Cruzeiro Deus me Dibre — Cruzeiro No Ataque — Cruzeiro Itatiaia — Cruzeiro O Tempo — Cruzeiro SamucaTV Central da Toca FB TVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste Instagram da coleção/podcast: @varalceleste
"- Faltou a faixa do Rambo." - Tiamat, colocando defeitos aleatórios.
Episódio analisa a atuação vascaína no jogo de ida da decisão da Copa do Brasil. Como o time conseguiu anular o Corinthians? Faltou produção ofensiva? O que precisa mudar no domingo? Dá o play!
O Gleison, mais conhecido como Cebolão, não foi aceito no pelotão de elite da São Silvestre. Pq isso aconteceu e o que podemos fazer para isso mudar no ano que vem. Federação Catarinense de Atletismo lança circuito de meias-maratonas no estado, Faltou água nos 21k Terra da Luz, em Fortaleza e a organização se pronunciou.Assine a nossa newsletter e fique sempre bem informado - https://corridanoar.com/newsletterNossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz batem um papo sobre a segunda temporada de "Pacificador". Depois do sucesso explosivo da primeira temporada, havia a expectativa de que o retorno de Christopher Smith consolidasse o tom do novo universo da DC (DCU). Mas o resultado, embora divertido e com bons momentos, acabou revelando as primeiras rachaduras na visão de James Gunn para o futuro da marca. Se a ideia era ser diferente das coisas que a concorrente Marvel Studios estava fazendo, por que algumas decisões aqui foram tão semelhantes aos da concorrência? Mesmo tendo humor, crítica sociais e cenas brutais, o roteiro repete muitas histórias que aconteceram na temporada anterior. Faltou criatividade ou a exigência está muito alta?A ideia de conectar a trama diretamente ao novo DCU foi um dos calcanhares da série? Há momentos em que a série se torna refém de sua própria importância dentro da nova cronologia, esquecendo-se de desenvolver plenamente sua história principal. Aqui, vamos analisar o primeiro tropeço da DC Studios!!|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Ventura está na boca do mundo depois de achar que o Bürgerfest é um festival de hambúrgueres, mas será que o líder do chega não sabe o que é um "tradutor"? E ainda, Rússia a aproximar-se da Europa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que será que achamos dos Episódios 06 e 07 da segunda temporada do Drag Race Brasil? Controvérsias na edição, em escolhas de músicas, primeiro LaLaPaRuZa brasileiro, eliminações, análises, destaques e mais! Vem ouvir para concordar - ou não - com a gente! ;) | Essa semana, nosso convidado é nosso amigo Arthur Ferreira.Redes Sociais: Instagram (@xtrapodcast, @ricardolscosta, @camponeusa e @thatoneluisa), Twitter: (@xtrapodcastbr, @rapidoricardo, @camponeusa e @thatoneluisa) e BlueSky (@xtrapodcast)Convidado: Twitter (@tutudfeijaoo) e Instagram (@tutudfeijao)E-mail para contato: xtrapodcast@gmail.com
Episódio analisa a atuação vascaína na derrota para o Juventude. Por que Diniz escalou Vegetti? As substituições bagunçaram o time? Faltou concentração aos jogadores? Quantos jogadores o Vasco vai contratar? Dá o play!
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz batem um papo sobre a lista que o The New York Times fez com os 100 melhores filmes do século XXI, selecionados a partir de uma ampla votação com mais de 500 figuras influentes do cinema global (diretores, atores, roteiristas e entusiastas da indústria). Ou seja, de 2000 até 2025!!! O ranking destaca o poder do cinema contemporâneo de transcender fronteiras, misturando blockbusters com obras de autor e levando em conta tanto seu impacto técnico quanto emocional. A seleção reflete um panorama cinematográfico (em sua maior parte) ocidental, marcado por sua relevância cultural, narrativa inovadora ou força estética. Quem lidera é a Coréia do Sul e o Brasil está no TOP15 também! A lista é justa? Faltou algum filme? Qual o seu TOP10? ⭐️ SEJA VIP!!! Quer ouvir/assistir um RAPADURACAST EXCLUSIVO para assinantes toda semana?? Venha para o nosso Cineclube!! https://www.patreon.com/RapaduraCast|| LISTA DO NEW YORK TIMES: Os 100 Melhores Filmes do Século 21
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Fernanda Schmölz e Jon batem um papo sobre "Quarteto Fantástico: Primeiros Passos", o trigésimo sétimo filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Na trama, o time deve proteger seu mundo retro-futurista inspirado na década de 1960 do ser cósmico devorador de planetas, Galactus. Quais as maiores inspirações nos quadrinhos? Por que eles são tão importantes dentro da história da Marvel? Faltou algo no roteiro? Por que os protagonistas não são tão desenvolvidos? As duas cenas pós-créditos se conectam com "Vingadores: Doomsday"?Discutimos os erros e acertos das versões anteriores e do novo filme, além das reviravoltas que podem redefinir o rumo da Fase 6 do MCU. Um papo recheado de retro-teorias e retro-projeções sobre o futuro da Marvel nas telonas!|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Claudio Portella, Clara Casé, Jéssica Maldonado e Pedro Dep falam sobre o empate do Botafogo em 0 a 0 com o Vitória, apesar da ótima atuação do time de Davide Ancelotti, que estreou no Nilton Santos. Além disso, o jogo marcou a despedida de Gregore, que está de saída para o Al-Rayyan, do Catar. Dá o PLAY!
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu suspender todos os atos sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), tanto do governo Lula quanto do Congresso Nacional.O Planalto havia aumentado algumas alíquotas do IOF por meio de decreto, que foi derrubado por decisão do Congresso Nacional. Depois, o Executivo questionou a derrubada no STF, sob a alegação de que os parlamentares não poderiam interferir no decreto presidencial.Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Marcello Neves analisam a atuação contra o Borussia Dortmund, a chance mais clara do Flu nos pés de Everaldo, a situação do grupo e a festa da torcida tricolor em New Jersey. DÁ O PLAY!
O Verdão estreou na Copa do Mundo de Clubes com uma boa atuação, superando o Porto técnica e fisicamente. Neste episódio, João Pedro Brandão, Camila Alves, Thiago Ferri e Leandro Bocca analisam os pontos fortes e fracos da atuação, o que é possível melhorar na equipe, além de Ferri trazer todos os detalhes do clima da torcida e do elenco diretamente de Nova Jersey. O podcast ainda faz um esquenta para o jogo contra o Al Ahly pela segunda rodada do torneio. Dá o play!
Uma manhã com análises detalhadas ao agarrão do Presidente da República e até o Markl quase falou de futebol!
Num modesto estúdio de 30 metros quadrados, mais 50 menos 50, reuniu-se o Eixo do Mal, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes; Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. Trouxeram para a discussão o debate Montenegro/Ventura, tido por muitos como o principal e decisivo para as próximas eleições, a morte do Papa e as descomemorações do 25 de Abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em meio à repercussão da série ‘Adolescência’, mãe de autor de ataque frustrado a colégio do ES reforça alerta sobre comunidades extremistas na internet e para mudanças de comportamento de adolescentes: ‘Jovens de hoje estão perdidos, eles não veem objetivo. Converse com seu filho sobre isso’. Desde que Adolescência estreou na Netflix não foram poucas as pessoas que perguntaram à enfermeira capixaba Adriana se ela assistiu à série. A produção conta a história de um adolescente acusado de assassinar uma colega de escola e tem levado a inúmeros debates sobre masculinidade tóxica, incels e cooptação de meninos por grupos de radicalização online. Um universo desconhecido da maioria dos pais e que a família de Adriana acabou descobrindo de maneira trágica há quase três anos. Na tarde de 19 de agosto de 2022, ela tinha acabado de chegar de uma viagem de férias aos Estados Unidos quando recebeu a notícia de que Henrique, o filho de 18 anos que ela pensava estar no mercado, tinha acabado de invadir a Escola Municipal Éber Lousada Zippinotti, em Vitória (ES), com seis facas ninjas, arco com 59 flechas, três bestas e quatro coquetéis molotov. Após ter acesso negado no portão, ele escalou a grade do ex-colégio, ameaçou estudantes e funcionários e acabou detido por policiais e seguranças. Ninguém se feriu. Autuado em flagrante, está preso desde então. Sem julgamento definitivo nem qualquer tipo de assistência psicológica, ele já foi ameaçado de morte e teve de mudar de presídio. Numa das visitas da mãe, revelou o que o levou a planejar o ataque à escola. Com quatro trabalhos para conseguir pagar advogado e psiquiatra para Henrique, Adriana vendeu o apartamento e se mudou de cidade com o outro filho, gêmeo do autor do ataque. Em entrevista ao podcast Mulheres Reais, da Rádio Eldorado, ela contou que resolveu voltar a falar sobre o seu drama para alertar pais e mães sobre sinais no comportamento dos filhos que não devem ignorar e tentar evitar que histórias como a da sua família não se repitam. “Antigamente a gente perguntava o que você quer ser quando crescer e hoje parece que isso está meio perdido para os jovens, esse mundo tecnológico, essa facilidade de tudo na mão, no celular. Talvez essa facilidade toda tenha provocado um vazio neles, essa falta de propósito, de uma paixão, de um hobby, um esporte, uma religião”, afirma Adriana, que pediu para não ter o sobrenome divulgado por causa de ameaças.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Natan recebe Letícia Marques e Arthur Muhlenberg para analisar empate com o Inter e projetar primeiro desafio na Libertadores.
O Palmeiras estreou no Brasileirão com um empate sem gols diante do Botafogo, no Allianz Parque. O que deu certo? O que precisa melhorar? Abel Ferreira está ameaçado? João Pedro Brandão, Thiago Ferri e o Voz da Torcida, e Leandro Bocca, o Voz da Torcida, respondem nesta edição. Dá o play!