POPULARITY
Categories
Foi aqui que pediram ferramentas de comunicação e suporte para relacionamentos fetichistas e não monogâmicos? Reunimos novamente a mesa do nosso episódio 55, Ada, Roxy, Gabi e Márcio/Ciel, para conversarmos sobre relacionamentos, dificuldades e conflitos comuns entre neurodivergentes e neurotípicos e ferramentas que podemos desenvolver e aplicar para vivermos relacionamentos cada vez mais saudáveis e seguros na não monogamia e no BDSM. Vem escutar que o episódio está longo, recheado de boas dicas e conselhos e, como sempre, boas risadas (e alguns tapas na cara metafóricos, não vamos mentir). Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Gabi Dias @gabidays23, Márcio/Ciel @divergentemente.psi @_marcio.exeVoz da vinheta: apresentadoras*Episódio disponível também em vídeo!*Este episódio foi gravado em estúdio em 23/06/2026. Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Nossos links: https://chicotadas.com.br/A vitrine é uma arte com fotos. O fundo é roxo com padrão de desenhos de ferramentas em cor avermelhada contrastante. Nas laterais da arte, nomes e fotos dos participantes, olhando/apontando para o centro da imagem. Ouça o episódio para ter a descrição física de cada uma das pessoas. No centro da imagem, o número e título do episódio (#56 Relações mais saudáveis na não monogamia e no BDSM: Ferramentas de comunicação e suporte para neurodivergentes e neurotípicos) em vermelho e amarelo claro sobre fundo lilás e vermelho. Abaixo dos títulos, uma chave de fenda e um flogger fazem um formato de X. Na parte inferior da imagem, marca d'água com a logo principal do podcast (um chicote posicionado para lembrar uma onda sonora) em amarelo claro. Minutagens:1:52 Início do episódio e autodescrição*Continuação do ep 55, Por que somos tantos neurodivergentes no BDSM e na Não Monogamia? 4:44 Como foi nossa recuperação depois da situação contada no episódio anterior?6:30 Relacionamentos. Como é se relacionar com pessoas neurodivergentes? O que precisamos ter em mente?Citados: masking (mascaramento/camuflagem social), relações seguras, stim/stimming (movimentos repetitivos de autorregulação), clareza e ruídos de comunicação, rigidez cognitiva, hiperfoco, depressão nas altas habilidades, questões sociais, Ted Lasso, "seja curioso, não julgue", conflitos e dificuldades. 39:11 Questões comuns e conflitos. Que tipo de situações podem acontecer quando a gente se relaciona com pessoas neurodivergentes? Citados: impulsividade, tolerância à frustração, racionalização, estratégias de adaptação disfuncionais, interpretação dos fatos e narrativas pessoais, rigidez cognitiva, difusão cognitiva, crenças e desculpas, negociação e atender expectativas, Trevor Noah e começar dizendo não. 1:05:33 Como as ferramentas do BDSM podem ser úteis?Citados: previsibilidade, "jumping to conclusions" (chegar a conclusões rápidas sem evidência suficiente), "jump the gun" (fazer algo antes da hora, agir antes de pensar). 1:19:53 https://apoia.se/chicotadas 1:22:06 Ferramentas de comunicação e suporte para relacionamentos mais saudáveis. Quais são tipos e possibilidades de ferramentas e que cuidados devemos tomar?Citados:- crises, tipos de ferramentas, formas de lidar com conflitos- ep "Clube dos Apoiadores #14: Nossos erros de iniciantes no BDSM".- rigger @leviriet- Asgard e Hannah (@kinkgram.ofc e @hannah.esquilinha)- Chicotadas Fest- situações de hiperfoco, spotters e timers, o perigo de ter/ser enabler 2:13:20 Últimos conselhosCitados: stim toy, fidget toy 2:21:27 Nossas Chicotadas- Podcast "Para dar nome às coisas", Natália Sousa (eps para começar: 248, 323, 333)- Podcast "Multiamory"- Série "Ted Lasso", Apple TV- Série "Heated Rivalry" (Rivalidade Ardente), HBO Max- Especial "Bo Burnham: Inside", Netflix- Jogos "Dark Souls" e "Crash Bandicoot"- Música "Revelação", Fagner e solo de guitarra de Robertinho de Recife 2:28:09 Aftercare
O melhor ativo é sempre a boa informação!Quer receber as informações do Morning Call diretamente no seu e-mail? Acesse: https://l.btgpactual.com/morning_call_spotify
Enquanto o mercado global registra altas, produtores brasileiros enfrentam deságios e ausência de suporte estrutural
Saudações pessoas!Como podemos separar o argumento do "as pessoas andam muito chatas e moralistas" da espécie de "Carteirinha de Tiozão" que acompanha usualmente a tirada? Como criticar parte significativa da "cultura woke" sem embarcar no seu antípoda lamentável que vai do machismo e do identitarismo branco rotineiro até versões perigosas da mentalidade incel? Como fazer as pessoas perceberem que para combater a estagnação patética do conservadorismo não se pode vir a golpes de um novo conservadorismo limitado e emburrecedor?Abaixo o fim da capacidade de abstração! Por um wokismo 2.0! Ou quase isso. Estamos com Caio Almendra para debater essas questões intrigantes da humanidade. Taca play!*** DIA DOS PAIS? Não precisa nem pensar muito: a INSIDER preparou KITS para você! Visite: https://www.insiderstore.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/insiderstore/ E, no mais...o de sempre: descontos supimpa para você em peças que aliam tudo o que você precisa e te acompanham em diversos momentos, atividades e ocasiões, sem perder a elegância?Hah! Fácil: utilize o cupom VIRACASACAS e veja a magia dos descontos acontecer. 15% off na primeira compra, 10% off no geral, e cumulativos aos descontos do site #insiderstoreExpediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
A grande pergunta da temporada: quantos times realmente entram em 2026 melhores que o San Francisco 49ers?
A gente já falou sobre abordagens no podcast, mas e quando o papo avança? Como flertar on-line e o que fazer no momento de sexting e envio de nudes? Nesse episódio aqui, em vídeo, a Roxy, a Ada e a Gabi Dias conversam sobre abordagens que funcionam e não funcionam, estilos de sexting e como desenvolver essa troca de mensagens e imagens safadas. Como acertar o tom? Como manter a conversa sem ser esquisito? Como alimentar o tesão e a tensão sem ultrapassar limites?Um episódio rapidinho, cheio de dicas maravilhosas e com risadas garantidas! Vem escutar e conta o que você achou aqui nos comentários! Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Gabi Dias @gabidays23Voz da vinheta: Dom Deer de Goiânia/GO @dom.deer*Episódio disponível também em vídeo!*Este episódio foi gravado em estúdio em 05/05/2026, no dia da gravação de Dia das Mães, em que tivemos diversas questões com a qualidade da entrega de áudio e vídeo, como explicado no nosso episódio 55. Esse é o último episódio com essa qualidade reduzida, não voltaremos a esse estúdio. Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte com foto. O fundo é vermelho com textura psicodélica em preto. Ao centro da imagem, uma colagem de fotos da Roxy, da Gabi e da Ada em preto e branco. A Roxy olha para a câmera e a Ada e a Gabi interagem com o celular. Para descrição delas, ouça o episódio. Abaixo da colagem, o número e título do episódio (Chicotinho 44: Sexting e Flerte por Mensagens: Um guia para a safadeza via texto, com Gabi Dias) em lilás e amarelo claro em uma caixa de texto vermelho. Na parte superior e inferior da imagem, marca d'água com o arroba do nosso insta @chicotadaspodcast e a logo principal do podcast (uma onda sonora posicionada para lembrar uma onda sonora) em amarelo claro. Minutagens: 1:35 IntroduçãoEpisódios com a Gabi: - Chicotinho 11, Chicopapo: Gabi Dias- Chicotinho 16 e 17, Anatomia de uma primeira cena- Episódio regular 39, Kink Shaming- Clube dos apoiadores 14, Nossos erros de iniciantes no BDSM- Episódio regular 54, Especial Dia das Mães- Episódio regular 55, Por que somos tantos neurodivergentes no BDSM e na Não Monogamia? 2:25 Autodescrição 4:26 O que são abordagens? Como abordar? O que é sexting?- Chicotinho #26, Abordagens no BDSM 11:30 Recado do Apoia.se https://apoia.se/chicotadas 13:48 Como deve ser o processo? Quando avançar o papo? Erros, acertos e relatos.Citados: nichos, personalização, expectativas, gato mia, Grindr, yearning (desejo prolongado), validação, trabalhar com sexting, problemas de homens cis hetero, áudios, relação a distância, exploração da sexualidade e da imaginação, dronificação, boas práticas de nudes. 57:05 Conclusão e últimas dicas - Livros e literatura pornô/soft porn - Indicação de criadores da Gabi (perfis com foco em áudio):https://www.instagram.com/peaches_aka_goochypiehttps://www.instagram.com/himbo.irl/https://www.instagram.com/dipseastories/ 1:00:54 Aftercare 1:02:18 Voz da vinheta: Dom Deer de Goiânia/GO @dom.deer Nossos links: https://chicotadas.com.br/
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (29/07/2026): Bancos e analistas passaram a revisar para baixo as previsões para a inflação no ano e reforçaram o indicativo de corte de juros pelo BC, em agosto, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15. O IPCA-15 subiu 0,06% em julho, após avançar 0,41% em junho. Foi a terceira desaceleração do indicador, prévia da inflação “cheia” no mês. O índice acumula alta de 3,51% no ano e, em 12 meses, 4,52%. O resultado ainda está acima do teto da meta perseguida pelo BC, de 4,5%. Analistas dizem que o resultado da inflação pode dar suporte a novo corte da Selic, hoje em 14,25% Dos nove grupos pesquisados, habitação teve a maior variação e o maior impacto, de 0,97% e 0,15 ponto porcentual, respectivamente. Na outra ponta, o grupo alimentação e bebidas registrou a menor variação e o menor impacto, com queda de 0,66%. Política: PSD associa Caiado a Tarcísio e pressiona campanha de Flávio em São Paulo Economia: Trump vai prorrogar decreto de tarifas e sanções ao Brasil Internacional: Terremoto no Japão causa desabamento de shopping, casas e pontes Metrópole: Justiça veta corte de árvores em praça destinada a centro para autistas Cultura: Aos 50 anos de carreira, Djavan é biografado See omnystudio.com/listener for privacy information.
“A Garota Invisível” (1833) é uma história misteriosa da romancista gótica Mary Shelley (1797-1851), criadora do Frankenstein. O conto é composto de seis capítulos: 1. Descobrindo a torre. 2. Uma viagem no mar. 3.A torre da garota invisível. 4. Os motivos de Vermon. 5.O sapatinho. 6. Uma surpresa inesperada. Hoje nós relançamos este que foi o episódio 9 da 1ª temporada, devidamente acompanhado das Notas de Rodapé e da biografia da autora inglesa.O tempo em que se passa a história é o início do século XVIII, o espaço, entre os país de Gales e a Irlanda. É ali que se encontra a torre em ruínas, que tem sobre a lareira o retrato da garota lendo um romance folclórico, com um mandolim e um papagaio. Abaixo da foto estava escrito em letras douradas: ‘a garota invisível'. Esta pintura sobre a lareira se mostra repleta de tragédias, terrores e horrores perdidos. Publicado originalmente em 1833 no periódico anual britânico The Keepsake, o enunciador avisa que perpassará uma breve narrativa, mas a construção se faz de vários saltos para o passado. Ao mesmo tempo, narra-se os conflitos familiares do seio de onde veio o cavalheiro Henry Vermon e uma série de pistas são deixadas para o leitor compreender que o cavalheiro e a garota invisível podem estar com seus destinos cruzados. Nunca é revelado quem fez a pintura. O conto é uma tradução inédita no Brasil, feita por Márcio Carvalho de forma independente. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
O melhor ativo é sempre a boa informação!Quer receber as informações do Morning Call diretamente no seu e-mail? Acesse: https://l.btgpactual.com/morning_call_spotify
Luís Neves está envolto em escrutínio sobre faturas e potenciais conflitos de interesses. As falhas na correção das provas nacionais levantam a urgência em assumir erros que prejudicam os alunos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
A queda no preço de produtos essenciais na mesa do brasileiro, como café moído, frutas e carnes contribuíram para o resultado. Inflação de junho é a menor para o mês em 3 anos.Sonora:
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio falamos do estudo: Impacto Socioeconómico da Publicidade em Portugal pelo professor e investigador da Nova SBE João Duarte.
Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente da Federação de Dadores alerta para a queda nas colheitas e a falta de profissionais para as realizar. Apela à dádiva antes das férias e pede que o Governo crie uma estratégia para reverter a queda de 20% de dadores de sangue.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (30/06/2026): O Plano Safra 2026/27, a ser lançado hoje, deve trazer um aumento pontual no volume de recursos e uma redução de 1,5 ponto porcentual nas taxas de juros. Serão oferecidos R$ 525,1 bilhões de crédito para financiar médios e grandes produtores. O valor é recorde e 1,7% maior que o ofertado na safra anterior, de R$ 516,2 bilhões. “São R$ 9 bilhões a mais”, disse o ministro da Agricultura, André de Paula. Além dos recursos para a agricultura empresarial, estão previstos de R$ 83 bilhões a R$ 85 bilhões para a agricultura familiar. Com isso, o plano totalizará de R$ 608 bilhões a R$ 610 bilhões. O valor ficou abaixo do pleito do setor do agronegócio, que pedia de R$ 623 bilhões a 674 bilhões. No Plano Safra 2025/26, foram ofertados R$ 594,4 bilhões. Política: Flávio busca apoio externo com Milei, enquanto tenta estancar crise na base Economia: Mesmo com alta na receita, governo registra déficit de R$ 53,2 bi em maio Internacional: Vitória de Keiko é confirmada no 2º turno no Peru Metrópole: Sabesp tem aval para captar água de bacia que abastece o Rio de Janeiro Esportes: Gol de Gabriel Martinelli aos 50 minutos do 2º tempo dá a vitória contra o Japão e classifica a seleção para as oitavas da Copa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um pé na rua e outro na roça.No EP36 do Balcão360, recebemos Matuto S.A. no 2BlackBeer, debaixo do Viaduto Santa Tereza, em BH, para falar sobre Regional Beat, rap, viola caipira, café, estética visual, cultura independente e Brasil profundo.O papo passa por cururu como batalha de rima, Tião Carreiro, Chico Science, Nação Zumbi, Marcelo D2, Rapadura, Caju e Castanha, FBC, Sepultura, Soulfly, Terra Vermelha, chapéu de palha grafitado, memória afetiva e a importância de criar uma arte com identidade própria.Este não é um episódio só sobre rap com viola.É uma conversa sobre música, território, mercado, rua, roça e coragem criativa.CAPÍTULOS00:00 —
Felicidade Vital (CH) acusa Governo de confundir acordo com rendição. Paulo Lopes Marcelo (PSD) diz que Chega não é de confiança. Carlos Pereira (PS) fala num delírio do PSD ao dialogar com Chega.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O melhor ativo é sempre a boa informação!Quer receber as informações do Morning Call diretamente no seu e-mail? Acesse: https://l.btgpactual.com/morning_call_spotify
Se cotações se consolidarem, subsídios governamentais para combustíveis serão encerrados
Teerã lançou mísseis balísticos contra o norte de Israel em resposta ao avanço das forças israelenses e a ofensiva no sul do Líbano. Exército israelense revidou bombardeando diversos alvos em território iraniano, principalmente em Teerã. Tem ainda:- Forte terremoto, de magnitude 7.8, causou o colapso de prédios e danifica diversas estruturas no sul das Filipinas e desencadeia alertas de tsunami no Japão, na Malásia e na Indonésia- Partido do atual primeiro-ministro do Kosovo vence as eleições parlamentares antecipadas, mas caiu de 51% para 43% dos votos e não conseguem a maioria necessária paragovernar- Imprensa dos EUA alerta para demanda abaixo do esperado em cidades-sede a poucos dias do início da Copa do Mundo de futebol. Alguns hotéis estariam registrando ocupaçãofraca e os ingressos para os jogos ainda estariam disponíveis para várias partidas Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
Alberto Gonçalves comenta a influência de Sánchez no PS português em tempo de declínio eleitoral do PSOE.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra. Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante. [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel: Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida. Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música] Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano. [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona. Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos. Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta. Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions, são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.
Associação orienta suinocultores a reduzirem ganhos energéticos do plantel para alongar distribuição de oferta e evitar pressão maior nos preços
Neste episódio, Denise Barbosa, Bruna Amalcaburio e Cláudia Carvalho explicam por que o dólar deu uma trégua e operou abaixo dos R$ 5,00, analisando desde o impacto de Donald Trump até a força das exportações brasileiras. Mas o grande choque vem dos dados da Anbima: o brasileiro ainda mantém quase R$ 1 trilhão na poupança, perdendo dinheiro para a inflação e deixando de ganhar com a Selic a 14,75%. As especialistas desmistificam o medo de sair da inércia e mostram como o Tesouro Selic e os CDBs de liquidez diária podem render o dobro com a mesma segurança. Se você quer planejar sua viagem com a Conta Global ou fazer seu patrimônio render de verdade, este bate-papo é para você!Destaques do Episódio:A Queda do Dólar: Entenda os motivos técnicos e geopolíticos que levaram a moeda americana a operar abaixo dos R$ 5,00, desde as decisões de Donald Trump até o apetite estrangeiro pelos juros brasileiros.O "Adeus" à Poupança: Com dados recentes da Anbima e do Banco Central, discutimos por que a caderneta de poupança ainda retém quase R$ 1 trilhão, apesar de render metade do que ativos conservadores de Renda Fixa.Onde Investir Agora: Saiba quais são as melhores alternativas para quem busca liquidez e segurança, como o Tesouro Selic e o CDB de liquidez diária da Genial.Dica Extra: Descubra como aproveitar a baixa do dólar com a Conta Global da Genial para garantir sua próxima viagem com economia.DIRETO AO PONTO0:00 - Início: Boas-vindas com Denise Barbosa, Bruna Malcaburio e Cláudia Carvalho.1:22 - Resumo dos temas: Queda do dólar e o fim da paixão pela poupança.1:46 - Por que o dólar está caindo? Donald Trump e juros no Brasil.2:49 - Lei da oferta e demanda: O impacto das exportações no câmbio.4:56 - Geopolítica: Brasil como "fazenda do mundo" e a volatilidade nos EUA.6:56 - O fluxo de capital estrangeiro e a atratividade da Bolsa brasileira.8:25 - Brasil: O país da Renda Fixa e a Selic a 14,75%.8:55 - Proteção de carteira: Hedge cambial e exposição internacional.10:30 - Brasil como porto seguro? Investidores estrangeiros buscando a Genial.11:45 - Movimento global: O enfraquecimento do dólar no cenário mundial.12:24 - Como usar a Conta Global da Genial para viajar e economizar.13:49 - Raio X do Investidor: Por que 40 milhões de brasileiros ainda usam a poupança?.15:28 - A migração para CDB, LCI e LCA: O investidor está mais informado.16:34 - A regra de rendimento da poupança explicada: Por que ela sempre rende menos?.18:40 - O cálculo do prejuízo: Quanto você deixa de ganhar ao não investir em Renda Fixa.20:58 - Melhores alternativas: Tesouro Selic, CDB de liquidez diária e Fundos DI.22:48 - Encerramento: Próximo encontro no mês que vem!
Finalmente veio aí o encontro que muita gente estava esperando! Nesse episódio, a Ada e a Roxy conversam com a Fernanda Bonfim, mais conhecida como @fe.tichista nas redes sociais. Ela tem 28 anos, se identifica como fetichista, não mono e assexual, é jornalista, tem mestrado em Comunicação e atualmente cursa o doutorado. Além de criar conteúdo educativo sobre nosso universo nas redes sociais, ela também pesquisa suas políticas de exclusão, silenciamento, apagamento e como afetam os direitos humanos das pessoas fetichistas. Nós conversamos sobre a jornada dela de descoberta e vivência no BDSM, sua pesquisa na universidade, o trabalho de criação de conteúdo, como lidar com a censura das redes, a importância da comunidade e orientação de iniciantes. Vem escutar esse papo que está uma delícia! *Episódio disponível também em vídeo! Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Fernanda Bonfim @fe.tichistaVoz da vinheta: Dolly Aura de Montes Claros/MG @cupcorepzpz Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte com fotos. Com fundo lilás, o texto, imagens e detalhes são em tons de lilás, vermelho e roxo. Ao centro, na parte superior, a palavra “Chicopapo”, com corações nas duas letras “o”, o nome da entrevistada, Fe.tichista (Fernanda Bonfim) e a identificação da série do episódio, Chicotinho 42. Abaixo do título, duas fotos da Fe Bonfim, com filtro lilás em fundo vermelho. Em ambas as fotos, ela olha para a câmera e usa blusas escuras. Na parte superior e inferior da imagem, é possível ver a logo e o arroba do Chicotadas e o subtítulo do episódio: Estudo do mundo fetichista na universidade, criação de conteúdo educativo e a censura das redes. Minutagens:1:42 Introdução do episódio Episódios com a Fe:- Clube dos Apoiadores 11, Babygirl- Clube dos Apoiadores 12, Vivências Assexuais 3:50 Autodescrição 6:07 Jornada no BDSM e na universidade: como e quando conheceu fetiches e começou a explorar e pesquisa da monogamia e do fetichismo no TCC, mestrado e doutorado.Citados: primeiro dono e sessão, contato com a comunidade, age play. 21:58 Produção de conteúdo: como começou? Jornada, desafios e temas.Citados: falar abertamente sobre fetiches, a ideia de BD como sociedade/seita secreta, responsabilidade e medo de errar, comunicação e diálogo, práticas anais, pegging, crossdressing, feminização, Clara Assaf (médica proctologista) @claraassaf 32:52 Rotina de criação de conteúdo e a velocidade das redesCitados: série Euphoria, Mel da Kynktopia @meldakynktopia @kynktopia, pautas e planejamento- Post Primal Play https://www.instagram.com/p/DV13EvEFEgE/43:08 Recado do apoia.se https://apoia.se/chicotadas 46:08 Criação de conteúdo e censura das redesCitados: queda de contas e conteúdos, algoritmos e IA, formas de resistência, Gayle Rubin, regras absurdas das plataformas, mesmo as adultas, squirt e xixi (episódio regular 51, trabalho sexual, fetiche e BDSM), fisting, kinky x fetichista, Wilma Azevedo, a rainha literária do sadomasoquismo, higienização de termos, luta e resistência 1:08:19 Comunidade e iniciantes 1:18:24 Conselhos, recados e redesIndicações:- Centro de referência Cetim @crcetim- Mel da Kynktopia @meldakynktopia @kynktopia- Gabe Spec @gabespec_ofc (Tiktok), instagram parece ter caído mais uma vez https://www.gabe spec.com/ Redes da Fe:Site https://fe- tichista.com/Instagram @fe.tichista (backup @fe_tichista)Twitter @fe_tichistaRedes para apoio linkadas nos stories 1:26:41 AftercareVoz da vinheta: Dolly Aura de Montes Claros/MG @cupcorepzpz 1:28:46 Erros de gravação Nossos links: https://chicotadas.com.br/
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
O que fazer quando você sente que precisa de um reavivamento, que sua ligação com Deus perdeu em qualidade, que já não está mais tão perto dEle quanto estava antes?Esta mensagem foi apresentada ao Pequeno Grupo das Madrugadas com Deus em Lowell, MA, EUA, em 24 de setembro de 2025.Neste episódio você vai saber também que quando busca mais da presença de Deus, está declarando para o universo, diante dos anjos bons e maus, que pertence a Ele. E, para isso, precisamos pedir constantemente por um reavivamento.Abaixo está um resumo desta mensagem preparado por Sancy K. Krefta, lider do Pequeno Grupo em Lowell, MA:Em 1 João 5:11-12, aprendemos que: 1. A vida eterna é um presente gratuito de Deus – “Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.” 2. A vida eterna começa agora – Jesus é a própria vida eterna, e quando vivemos com Ele, já começamos a desfrutá-la. 3. Ter o Filho é ter vida – E como recebemos o Filho? Estudando e meditando na Sua Palavra, que revela nossos pecados e nos conduz ao arrependimento.Deus não pode ouvir a oração de um pecador que não confessa (exemplo, Isaías 59:1 e 2). Mas quando nos submetemos, reconhecendo nossa condição e aceitando o sacrifício de Cristo, Ele perdoa e nos dá vida nova. Foi por mim e por você que Jesus morreu, e somente n'Ele encontramos força: “Tudo posso naquele que me fortalece.”Precisamos cultivar o hábito diário de buscar a Deus em oração e estudo da Bíblia. É na prática da Palavra que encontramos vitória contra a tentação. Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais reconhecemos nossa necessidade d'Ele, como Pedro ao dizer: “Senhor, não somente os pés…” e Jesus respondendo: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo.”Assim, somos chamados a viver em submissão, confissão e adoração, buscando sempre Jesus, a verdadeira vida eterna.
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
EUA e Irã avaliam uma nova rodada de negociações diretas antes do fim da trégua na próxima semana, com Trump afirmando ter sido contatado pelas "pessoas certas" dispostas a chegar a um acordo.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (14/04/2026): Pela primeira vez em dois anos, a cotação do dólar fechou ontem abaixo de R$ 5,00. A moeda americana perdeu força globalmente depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter dito que o Irã teria manifestado a intenção de retomar as negociações por um acordo para por fim ao conflito no Oriente Médio. A valorização do real não está ligada, porém, apenas às declarações de Trump. Segundo os analistas, em meio a cenário externo conturbado, o Brasil está bem posicionado por ser exportador relevante de petróleo e ter taxa de juros próxima aos 15% em momento de realocação global de investimentos. Além disso, diferentemente de outros momentos de maior incerteza global, o cenário atual é de insegurança em relação ao dólar, devido ao fato de que a guerra pode elevar ainda mais o endividamento dos EUA, já bastante elevado. Internacional: EUA bloqueiam portos do Irã após não conseguirem liberar Ormuz Economia: Fila de 2,7 milhões por benefício faz governo trocar presidente do INSS Política: Foragido, Ramagem é preso nos EUA pelo serviço de imigração Metrópole: Universidades municipais têm piores notas em Medicina Cultura: Em ‘A Operação Condor’, Mel Lisboa vive jornalista que investiga a morte de presidentesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com Chicago de lado e câmbio sob severa pressão, prêmios têm contribuído para manter referências pelo menos estáveis no Brasil. Atenção à demanda da China e ao início da nova safra americana.
Moeda americana voltou a recuar forte e superou suporte vindo dos prêmios positivos e dos leves ganhos em Chicago.
O novo episódio do podcast do Portal Refil chegou trazendo debate, crítica social e aquela dose de sinceridade que já virou marca registrada: está no ar o QueIssoAssim 347 – Abaixo à Escala 6:1, com uma análise do filme Histórias Cruzadas (The Help). Neste episódio, Brunão e Baconzitos contam com a participação especial da amiga Andreia D'Oliveira, do podcast Livros Em Cartaz, para mergulhar em uma obra que mistura drama, crítica social e uma visão controversa sobre questões raciais nos Estados Unidos dos anos 1960. Ao longo da conversa, o trio analisa como Histórias Cruzadas constrói sua narrativa a partir da perspectiva de personagens negras que trabalham como empregadas domésticas em lares de famílias brancas, enquanto também levanta discussões importantes sobre representatividade, protagonismo e o chamado “complexo do salvador branco”, tema recorrente nas críticas modernas ao filme. O título do episódio, “Abaixo à Escala 6:1”, surge como uma provocação e abre espaço para reflexões mais amplas: até que ponto estruturas sociais injustas — seja no trabalho, seja na sociedade — ainda se repetem em diferentes contextos? O debate vai além do filme e conecta o conteúdo a discussões atuais, mantendo o tom crítico e bem-humorado característico do podcast. Além disso, o episódio destaca os pontos fortes da produção, como as atuações marcantes — especialmente de Viola Davis e Octavia Spencer —, ao mesmo tempo em que não foge de apontar limitações narrativas e escolhas que envelheceram de forma questionável. Com uma abordagem equilibrada entre análise e entretenimento, o QueIssoAssim 347 é um convite tanto para quem já assistiu ao filme quanto para quem quer entender melhor o impacto cultural de The Help. Se você curte episódios com discussão social, cinema e opiniões sem filtro, dá o play e vem com o Refil nessa conversa.
Abaixo, o resumo: Arsenal ganha mais uma... e de novo com bola parada sendo decisiva! Também sem brilho, Manchester City vence e segue na perseguição ao líder. E quem já aparece na terceira colocação? Manchester United de Michael Carrick. Liverpool em bom momento, Tottenham oficialmente lutando contra o rebaixamento. Episódio cheio! Só pra variar. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde00:28 – Lula em crise: Queda nas pesquisas de popularidade e o avanço de Flávio Bolsonaro12:30 – A fixação da taxa Selic não poderia ser considerada um tabelamento de preço do dinheiro no tempo?14:08 – Qual a diferença na perspectiva do investidor quando vê Palantir e Tesla, que trocam de narrativa o tempo todo?15:46 - Qual a diferença entre put e short?18:42 – Uma crise de confiança no dólar não seria uma crise de confiança em todas as moedas Fiat?19:09 – Qual é a vantagem para os Estados Unidos ou qualquer país ao forçar a desvalorização da sua moeda?21:07 – Modelagem financeira e preço justo: Como avaliar o potencial da empresa Borr?22:22 – Poderia comentar sobre a taxação de 36% aprovada na Holanda, incluindo imposto sobre lucro não realizado?23:40 – Por que não tentar avaliar uma terceira via no primeiro turno das eleições ao invés dos Bolsonaros?24:48 – Segue comprado em Argentina?24:53 – IA e desemprego: O impacto do corte de 40% da força de trabalho na Block.28:28 – Investimento em OBTC3: "Comprei duas unidades de OBTC3, já posso me considerar investidor da holding?"28:44 – A influência econômica e política da China no Brasil e a dependência estratégica.29:22 – Pode indicar um livro para aprender os fundamentos do Bitcoin? O seu livro envelheceu bem?30:11 – Tarifaço do Lula: Por que não está na mídia e qual o impacto na industrialização?31:29 – O apoio ao Bitcoin poderia dar vitória à direita brasileira, assim como aconteceu com Trump nos EUA?32:20 – Livro para entender o momento atual do Bitcoin e as polêmicas de governança do software34:58 – A maior utilização de stablecoins aumentaria a utilidade do Bitcoin?35:33 – Curiosidade: Por onde anda o seu irmão gêmeo da Coreia do Norte o Ulpoor?35:55 – Qual a janela mínima de tempo razoável para avaliar se o Bitcoin vale como reserva de valor?40:06 – Como seria o mundo se o dólar ainda fosse lastreado em ouro?40:58 – O impasse do Pentágono com a Anthropic: O uso de IA em armas autônomas e vigilância.44:20 – Como Haddad pode afirmar que o aumento do imposto de importação não causa aumento de preço?44:34 – Perspectiva para o câmbio em caso de vitória da oposição: Dólar abaixo de R$ 5,00?45:30 – Warren Buffett com 60% em caixa: Ele está prevendo uma crise próxima?48:18 – Dica sobre mercados preditivos e o canal da Paradigma Education.49:15 – Por que para a OranjeBTC recomprar ações faz mais sentido do que comprar BTC direto em certos níveis?50:32 – Em qual nível de queda do preço do Bitcoin a empresa OBTC3 começaria a se preocupar?52:38 – Internacionalizar a empresa ou encarar a reforma tributária no Brasil?53:05 – Somente um candidato tem propostas concretas. O que acha?53:46 – Existe alguma chance do Bitcoin ser um grande golpe? Como investigar a fundo.55:30 – Morar no Paraguai, Uruguai ou Argentina: Opções fiscais e mudanças de vida.56:53 – Por que ter filhos é o melhor investimento do mundo?
Podcast do Vogalizando saindo na quarta-feira! Hoje com notícias, fake news sendo desmentidas e os caras do Vogalizando lendo comentários do seu último vídeo. Se quiser participar com a gente, manda um email pra podcastdovogalizando@gmail.com
Todo o carnaval tem seu fim, mas nos mercados a folia tem tudo para continuar. A visão é de Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital, convidado desta edição do podcast Touros e Ursos. A gestora com R$ 16 bilhões em recursos aposta na continuidade da queda do dólar e vê espaço para a moeda norte-americana voltar a ficar abaixo dos R$ 5. Jobim também acredita que a taxa básica de juros (Selic) pode cair além do que o mercado espera no ciclo de cortes que deve começar em março. Por outro lado, ele vê a bolsa brasileira cara após a alta recente do Ibovespa, o principal índice de ações da B3. Assista para entender:- O cenário externo após a derrota de Donald Trump na Suprema Corte dos EUA; - O cenário para a economia brasileira e como o aumento da isenção do IR e dos programas sociais influenciam a atividade e a inflação; - A expectativa para o corte da Selic e a trajetória do dólar;- O impacto do cenário eleitoral nos mercados; - As principais posições da carteira da Legacy.Entre os Touros e Ursos do programa, a quebra do Banco Pleno, mais uma instituição ligada ao Master, a homenagem polêmica ao presidente Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói e a medalha histórica de Lucas Pinheiro Braathen para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno. #Ibovespa #Dólar #Selic #Inflação #Brasil #MercadoFinanceiro #BolsaDeValores #TourosEUrsos
Análise pós-jogo das partidas entre Bahia x Galícia, Ceará x Iguatu e Santa Cruz x Vitória-PE. Vem com a turma! Bahia aciona o seu elenco principal e tem mais um passeio no parque. Kauê Furquim marca pela primeira vez no profissional para público de mais de 20 mil na Fonte Nova. Ceará sai na frente […]