POPULARITY
Categories
Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya), uma das obras mais importantes da minha infância e adolescência, me ensinou algo fundamental: há benefícios reais na formação de um homem que cresce em contato com figuras femininas fortes. Homens podem e devem ser moldados por símbolos femininos de poder. Neste episódio, discutimos como narrativas protagonizadas por mulheres ou construídas em torno delas impactam a formação masculina desde cedo. Passamos por: as principais HQs de super-heroínas da Marvel e da DC entre 2023 e 2025; a masculinidade orientada por figuras femininas em Saint Seiya; o tratamento das editoras às personagens femininas e o impacto de She-Hulk nos leitores homens desde os anos 80. Se queremos enfrentar a violência de gênero, precisamos começar pela cultura. Bora ouvir? Convidados: @DamienTempest, Twitter; @Wondypride2, Twitter; @Zekas45060, Twitter. Colabore com o Wondernautas: Pix (CPF) 115484246-09
O casamento de João Campos e Tabata Amaral tomou conta das redes sociais, mas o que eu quero discutir hoje vai muito além de uma festa ou de um evento social. O que me chamou a atenção — e o que deveria chamar a sua — é a profunda incoerência entre o discurso público e a vida prática.Passamos anos ouvindo que a família tradicional é um "atraso" e que as tradições precisam ser desconstruídas em nome do progresso. Mas, na hora do "sim", o que vemos? Igreja, véu, vestido branco e a celebração da família nos moldes bíblicos.A família não é uma construção social passageira; é um projeto de Deus. E a verdade é que, no fim do dia, todos buscam a estabilidade e o sentido que só a tradição oferece.
Depois de semanas de instabilidade, o Arsenal fez um jogo enorme no clássico do norte de Londres para dar uma resposta. Será que é o que o time precisava para partir rumo ao título? Passamos ainda pelas outras ligas europeias, como Itália, Alemanha, Espanha e França.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
TEMPO DE REFLETIR 01683 – 22 de fevereiro de 2026 Lucas 15:23 e 24 – Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida. Hoje é o Dia dos Pais, que inclui nossos avôs, tios e amigos. Antigamente era o dia no qual mais se faziam ligações a cobrar no mundo! Pela sua própria índole, o grau e a forma como os pais demonstram afetividade aos filhos são diferentes daqueles demonstrados pelas mães. É opinião corrente que o homem nunca perde tempo pedindo informações e suas chamadas telefônicas não passam de trinta segundos. Mesmo que os filhos não tenham tudo o que desejam, devem saber que os pais procuram dar o melhor de seu tempo, o melhor de sua atenção para eles. Para mostrar o que faz de um pai um grande pai, a Bíblia narra a história de um pai generoso. E o filho, que era pródigo, que ideia tinha do pai? A Bíblia deixa claro que, quando voltou a si, o jovem se lembrava de casa. Crescer num lar em que os pais não gritam com os filhos; em que, depois de uma conversa, ninguém se levanta e bate à porta, sem dúvida, ajuda na formação do caráter. O pródigo se lembrou também de que seu pai era justo ao tratar com os empregados. Dava aos trabalhadores aquilo que eles mereciam. Não passava por sua mente: “É preferível ficar por aqui pela maneira de meu pai humilhar seus empregados”. O pai era um exemplo de justiça e de lealdade que ele podia imitar em qualquer momento. Rápido em mostrar perdão, o pai fez o que era incomum naquele tempo. Normalmente, o pai esperaria que o filho se dirigisse a ele com alguma demonstração de respeito. Mas o pai não esperou! Correu em direção ao filho e o abraçou! O filho começou a confissão, mas o pai nem deixou que ele continuasse. Mandou que os empregados trouxessem o melhor traje. Perdoou-o imediatamente e não deixou nada pendente. A imagem que temos do pai é de que ele é vagaroso para perdoar e rápido para ficar com raiva. Passamos a ideia de que homem não chora, como se não tivesse sentimento ou não se incomodasse com coisa alguma. Precisamos lidar com os filhos como Deus lida conosco. Vamos perdoá-los totalmente, sem que fiquem esperando. A porta sempre aberta recebeu o filho pródigo. Houve abraço, houve celebração! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e nosso Pai: neste momento pedimos a Tua bênção especial sobre cada pai que está ouvindo esta reflexão. Que tenham saúde, sabedoria, paciência e discernimento e, acima de tudo, espelhem-se em Ti, o maior de todos os pais. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
O futebol europeu vive um cenário de terra arrasada para treinadores que tentaram o salto do médio escalão para o topo. De Thomas Frank, demitido de um Tottenham estagnado, a Roberto De Zerbi, cujo projeto no Marseille entrou em colapso, a temporada revela a fragilidade de reputações diante de expectativas desproporcionais e gestões caóticas. Neste episódio, discutimos o que aconteceu para esses treinadores não conseguirem o sucesso que era esperado. Passamos pela aula tática do Atlético de Madrid sobre o Barcelona na Copa do Rei, a briga acirrada pelo G4 na Premier League e o desfecho político que enterrou de vez a Superliga.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Neste episódio, o Miguel Maia e o Pedro Dias analisam o que aconteceu em Miami: a luta estratégica pela vitória, o incidente que afastou Félix da Costa do pódio e o que os resultados dizem sobre a luta pelo título. Passamos ainda pelas rubricas Attack Mode, Curto Circuito e Alta Voltagem, lançando a antevisão da ronda dupla de Jeddah, que pode começar a definir o campeonato. O campeonato está ao rubro — e nós explicamos porquê. Grupo de Whatsapp VFF1 Eléctrico: https://chat.whatsapp.com/Ge73EQyE0aVH7MnghUzlya Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Substack Vamos Escrever de FUm: https://vff1.substack.com/ Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join
O domingo em Anfield foi de uma virada do Manchester City sobre o Liverpool em Anfield em um jogo cheio de acontecimentos. Com isso, o time de Guardiola se manteve na briga pelo título, além de complicar os Reds na busca por Champions. Passamos também pelo que aconteceu na Bundesliga, Serie A, La Liga e Ligue 1, com o melhor do fim de semana.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.” Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.
Nesta semana analisamos alguns sinais concretos da evolução recente do ecossistema tecnológico, com foco em AI, plataformas e infraestrutura.Começamos pelas redes sociais. A Moltbook, uma plataforma pensada para interação entre agentes de inteligência artificial — e não para humanos — serve como ponto de partida para discutir experiências emergentes em torno de AI-to-AI interaction e o que isso pode significar para o futuro das plataformas digitais.Passamos depois para a dimensão estratégica e de capital. Através de artigos do Financial Times e do Wall Street Journal, exploramos como investimentos em infraestrutura crítica — incluindo comunicações, espaço e compute — estão cada vez mais ligados à expansão de sistemas de AI. O caso da SpaceX ilustra como tecnologia espacial, dados e poder estratégico começam a convergir de forma mais explícita.Fechamos com uma leitura integrada: mais do que produtos isolados, a AI está a tornar-se um elemento estrutural de novas plataformas e de grandes decisões de investimento, com impactos graduais — mas relevantes — na arquitetura da internet e no equilíbrio de poder tecnológico.Entre outros temas.Links:Redes sociais e AI (FT):https://www.ft.com/content/e581b7a4-455c-48e6-a87c-c39bb9c62a12https://www.ft.com/content/48ec5657-c2e7-4111-a236-24a96a8d49e7SpaceX e infraestrutura estratégica (WSJ):https://www.wsj.com/tech/ai/the-out-of-this-world-reasons-for-elon-musks-spacex-deal-7c075951?mod=tech_lead_storyMoltbook e redes sociais para AI (NYT):https://www.nytimes.com/2026/02/02/technology/moltbook-ai-social-media.html?smid=nytcore-ios-share
Neste episódio, a gente puxa da memória (e do coração) os animes que o tempo — ou a indústria — deixou pra trás. Falamos sobre obras que nunca tiveram continuação, adaptações que não fizeram jus ao material original ou que simplesmente sumiram do radar do grande público. Passamos por casos emblemáticos como Suzumiya Haruhi, que marcou uma geração e depois entrou em silêncio; Claymore, com um anime que desviou do mangá; e Saint Seiya: The Lost Canvas, amado pelos fãs, mas interrompido antes do fim. Um papo nostálgico, crítico e cheio de reflexões sobre por que tantos animes promissores acabam esquecidos — e se ainda existe esperança para eles.
Nesta semana olhamos para um dos debates mais carregados — e mais mal compreendidos — em torno da inteligência artificial: o impacto real no trabalho qualificado, a nova vaga de investimento bilionário e o choque crescente entre empresas, Estados e reguladores.Começamos pelo trabalho. Contra a narrativa dominante do “massacre” dos empregos white-collar, analisamos dados e argumentos que apontam para um cenário mais complexo: a AI não está a substituir profissões inteiras, mas a reconfigurar tarefas, hierarquias e expectativas de produtividade. O efeito líquido não é extinção imediata — é transformação estrutural, com vencedores, perdedores e uma pressão inédita sobre o valor do trabalho humano.Passamos depois para o capital. Entre conversas de investimentos de dezenas de milhares de milhões de dólares, promessas de scale quase ilimitado e startups avaliadas em biliões sem produto nem receita, discutimos o que está realmente a ser financiado nesta fase da AI: tecnologia, poder estratégico, opcionalidade futura — ou pura corrida ao posicionamento.No plano político e institucional, o episódio ganha tensão. Da Europa a abrir processos contra serviços de AI, ao Pentágono a entrar em conflito com fornecedores sobre limites éticos e operacionais, fica claro que a AI já não é apenas um tema de inovação — é um ativo geopolítico. Regulação, contratos públicos, defesa e soberania tecnológica passam a definir quem pode escalar, onde e com que regras.Fechamos com uma leitura integrada do momento atual: a AI entra numa fase adulta, menos sobre demos impressionantes e mais sobre trabalho, capital e legitimidade. Uma fase em que emprego, investimento e poder institucional deixam de ser temas separados — e passam a ser o verdadeiro campo de batalha.Entre outros temas.Links:AI e empregos white-collar: https://www.economist.com/finance-and-economics/2026/01/26/why-ai-wont-wipe-out-white-collar-jobs https://www.ft.com/content/e5c73976-46af-49e6-987d-ee34b11d0e4aRegulação e fricção institucional (UE / X / Grok): https://www.wsj.com/tech/eu-launches-probe-of-xs-grok-ai-service-2bf21c5f?mod=Searchresults&pos=1&page=1Defesa e limites operacionais: https://www.wsj.com/tech/ai/anthropic-pentagon-clash-over-limits-on-ai-imperils-200-million-contract-947d5f33?mod=ai_lead_storyO mega-ciclo de investimento (OpenAI / Amazon / SoftBank): https://www.wsj.com/tech/ai/amazon-in-talks-to-invest-up-to-50-billion-in-openai-43191ba0?mod=ai_lead_pos1 https://www.wsj.com/tech/ai/softbank-in-talks-to-invest-up-to-30-billion-more-in-openai-8585dea3?mod=ai_trendingnow_article_pos5A “bolha” e as avaliações sem produto: https://www.wsj.com/tech/ai/these-billion-dollar-ai-startups-have-no-products-no-revenue-and-eager-investors-97c0a9ba?mod=ai_trendingnow_article_pos4
“Toda manhã, acordo com a minha ‘ameacinha' de morte me esperando.” O tom é de brincadeira, mas o ódio na internet virou caso de polícia na vida do engenheiro agrônomo francês Serge Zaka. Há cerca de 10 anos, ele compartilha nas redes sociais os conhecimentos de agroclimatologista para ajudar os produtores rurais a se adaptarem às mudanças climáticas. Jamais imaginou que os seus vídeos o tornariam um alvo dos negacionistas climáticos, ao ponto de precisar de proteção. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Em 2025, o assédio virtual disparou, de internautas não só da própria França, como de endereços nos Estados Unidos e em países de influência russa. Zaka não acredita em um acaso: a situação piorou após a volta de Donald Trump à presidência americana, impulsionando o discurso contrário à ciência e, em especial, à proteção do meio ambiente. Hoje, o agrônomo vive sob proteção policial, na região de Montpellier, no sul do país. “Chegamos neste ponto. Até na Europa, tem um tipo de ‘trumpização', digamos, da ciência. Passamos para uma era da pós-verdade, na qual colocamos as emoções à frente dos fatos científicos”, resume. “Recebi ameaças de morte, acusações racistas, ameaças de estupro. Cheguei a receber ameaças sobre minha aparência, por usar um chapéu de cowboy. Virou quase uma rotina”, conta o engenheiro agrônomo. A paixão por fotografar trovões levou Zaka, doutor em biologia, a se especializar em uma área pouco conhecida, mas cada vez mais importante para o futuro da agricultura face às mudanças climáticas. A agroclimatologia estuda as interações entre o clima e as atividades produtivas no campo. Nas redes sociais, o especialista tem milhares de seguidores interessados nos seus conselhos sobre como preparar a agricultura francesa ao aumento dos fenômenos extremos, como as secas e enchentes. “É sobre como a gente se prepara até 2050 ou até 2070 face às mudanças climáticas, conforme a região. Preciso trocar espécies? Devo começar a plantar espécies tropicais na Europa?”, exemplifica. “Devo preparar os meus consumidores a novos gostos, novas cores dos produtos no mercado? Os agricultores são muito abertos a essas discussões porque estão particularmente afetados pelas mudanças do clima, afinal isso mexe com o bolso deles”, aponta. Vinho, legumes: agricultura francesa já sofre consequências Na França, as alterações climáticas já viram do avesso uma das culturas agrícolas mais tradicionais, a do vinho. As temperaturas mais quentes obrigam os produtores do sul do país a planejarem sistemas de irrigação, até pouco tempo atrás dispensáveis. Com frequência, as colheitas da uva precisam ser antecipadas e até as zonas geográficas históricas de produção, como a Borgonha, estão ameaçadas. Em 2025, os prejuízos relacionados a duas ondas de calor custaram € 10 bilhões à agricultura francesa, segundo um relatório da universidade alemã de Mannheim sobre as perdas do setor em toda a Europa. A França foi o terceiro país mais atingido, depois da Espanha e da Itália. Os produtores de legumes e hortaliças também buscam caminhos de adaptação. Os invernos mais brandos e curtos levam ao amadurecimento precoce das plantas – que ficam desprotegidas em caso de uma onda de frio tardia. “Eu saliento que as mudanças climáticas são um fato. Não tem nenhuma discussão sobre o aumento da temperatura ou as mudanças das precipitações, afinal elas estão [sendo] medidas por dezenas de milhares de estações meteorológicas no nosso país”, frisa o produtor de conteúdo. “Mas não é só isso: temos as datas de florescimento das plantas, a migração dos pássaros, o início do canto das cigarras, que também mudou. Não são medidas humanas, mas medidas ambientais que estão se alterando progressivamente.” Tratamento dos solos na Europa ou no Brasil Para enfrentar esta nova realidade, o setor vai precisar dar mais atenção ao tratamento dos solos, afirma Serge Zaka. As zonas suscetíveis às ondas de calor precisarão pensar em técnicas de estocagem da água, enquanto aquelas onde as chuvas aumentarão deverão planejar melhor o escoamento da água – que, quando acumulada, leva ao aumento das pragas nas lavouras. Por outro lado, novas culturas favorecidas pelas altas temperaturas, como oliveiras e frutas, poderão ser expandidas no país, aconselha o agroclimatologista. O francês também está de olho nas mudanças no restante da Europa e até mesmo além das fronteiras do continente. “Para os agricultores brasileiros, os princípios são praticamente os mesmos. Precisaremos trabalhar no mapeamento das áreas de distribuição das culturas: no Brasil, algumas migrarão para o sul, para longe dos trópicos”, afirma. “Prestem muita atenção ao solo, porque haverá tanto excesso, quanto escassez de água. E ao avançarem pouco a pouco sobre a floresta tropical, vocês estão não apenas alterando o ciclo global do carbono, mas também estão ressecando os campos e se tornando, vocês próprios, mais vulneráveis às mudanças climáticas”, salienta. A vegetalização das áreas rurais, importante solução natural para o enfrentamento do calor e a resiliência dos solos, é um conselho que hoje vale para grande parte do mundo, ressalta o especialista. As pesquisas em genética e o uso das ferramentas digitais também podem ser aliadas valiosas contra uma crise que só tende a se agravar nas próximas décadas. “As ameaças passam por cima do meu chapéu, como dizemos em francês. Eu não ligo, porque a partir do momento em que eu toco e incomodo pessoas que não concordam comigo, é porque o meu objetivo está sendo cumprido”, diz Zaka. “Pelo contrário, tudo isso me dá mais visibilidade nos algoritmos das redes sociais e na mídia. E tem o efeito oposto do que eles querem: em vez de me silenciar, eles acabam me promovendo.”
Nesta semana olhamos para como a inteligência artificial está a sair definitivamente do laboratório e a entrar no centro do poder económico, político e cultural — com o World Economic Forum em Davos como pano de fundo simbólico de uma nova fase de maturidade (e de disputa).Começamos por Davos, onde a AI deixou de ser um “tema de futuro” para se tornar infraestrutura crítica do presente. Entre líderes políticos, CEOs e investidores, a tecnologia domina a agenda: produtividade, saúde, defesa, educação e competitividade nacional. A pergunta já não é se a AI vai transformar a economia global, mas quem controla as plataformas, os modelos e os dados que a tornam possível.Passamos depois para o plano dos produtos e do uso real. De um lado, o avanço rápido de ferramentas como o Claude Code, que está a redefinir a forma como programadores colaboram com modelos de linguagem em ambientes quase “coworking” entre humanos e AI. Do outro, a entrada cada vez mais explícita da AI em casos sensíveis como a saúde, com o ChatGPT a posicionar-se como interface de apoio clínico, bem-estar e tomada de decisão — levantando questões inevitáveis sobre confiança, responsabilidade e regulação.Pelo meio, analisamos sinais de convergência e fricção: a integração vertical das big tech, a corrida à distribuição, a tensão entre inovação rápida e escrutínio público, e o crescente envolvimento de instituições europeias e movimentos cívicos a tentar influenciar o rumo da AI — seja via regulação, petições ou pressão política.Fechamos com uma leitura mais ampla do momento atual: estamos a assistir ao início de uma fase estrutural da AI, onde os vencedores serão definidos menos por demos impressionantes e mais por adoção real, integração profunda e legitimidade social. Uma fase em que tecnologia, poder e governança passam a ser inseparáveis.Entre outros temas.Links:AI no World Economic Forum / Davos:https://sources.news/p/tech-takes-over-davoshttps://x.com/i/trending/2010077714515173648?s=20Movimentos e sinais do ecossistema AI:https://x.com/fidjissimo/status/2008978500557131893?s=46https://x.com/jgebbia/status/2008975073651167453?s=20https://x.com/testingcatalog/status/2009015032210981245?s=20Claude Code e novas formas de trabalhar com AI:https://x.com/_simonsmith/status/2010723660588310599?s=46ChatGPT e saúde:https://x.com/yuchenj_uw/status/2009691122940211201?s=46AI, regulação e pressão institucional na Europa:https://x.com/euinc_petition/status/2013616497843728645?s=20Plataformas e infraestrutura:https://x.com/XEng/status/2013471689087086804?s=20
Já que Donald Trump decidiu estragar o recesso de todo mundo, fomos até o canal do nosso amigo Pirulla fazer uma live sobre o ataque dos EUA à Venezuela. Passamos por História, petróleo, Doutrina Monroe, Hugo Chávez, Maduro e tudo o que você precisa saber para entender o que aconteceu para abrir o ano da sua revista de política internacional em formato podcastal!Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto! (https://alura.tv/xadrezverbal)Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla (https://www.pirulla.com.br/)
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Nesta semana analisamos os movimentos estratégicos mais recentes no ecossistema de AI, com destaque para a consolidação acelerada do mercado e para a corrida à infraestrutura que está a redefinir quem controla o futuro da inteligência artificial.Começamos pela Nvidia e por um possível negócio avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares, que ilustra como o acesso a chips especializados e capacidade de inferência se tornou um dos principais gargalos — e armas competitivas — na nova economia da AI.Passamos depois pela Meta, que continua a apostar forte na integração vertical de talento, produto e distribuição, com a aquisição de uma startup de AI que já soma milhões de utilizadores pagantes, levantando questões sobre estratégia, defensibilidade e o papel das big tech na próxima vaga de aplicações inteligentes.Aprofundamos ainda a discussão sobre AI agents, com uma análise prática ao conceito de “context engineering”: como estruturar contexto, memória e ferramentas para tornar agentes realmente úteis, fiáveis e escaláveis no mundo real, a partir de aprendizagens de quem os está a construir no terreno.Pelo meio, discutimos o que estes movimentos revelam sobre o estado atual do mercado: concentração vs. inovação, infraestruturas vs. aplicações, e se estamos a assistir ao início de uma nova fase de maturidade — ou apenas a mais um ciclo de hype.Entre outros temas.Links:Nvidia, chips e infraestrutura de AI:https://www.wsj.com/business/deals/nvidia-20-billion-groq-deal-9f8d3a5bMeta, aquisições e distribuição em AI:https://www.wsj.com/tech/ai/meta-buys-ai-startup-manus-adding-millions-of-paying-users-f1dc7ef8AI agents e context engineering:https://manus.im/blog/Context-Engineering-for-AI-Agents-Lessons-from-Building-Manus
Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 2:15-20 Plano De Leitura Anual: AGEU 1–2; APOCALIPSE 17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Depois das alegrias do Natal, o dia seguinte parecia decepcionante. Passamos a noite com amigos, mas não dormimos bem. Nosso carro quebrou na volta para casa. Começou a nevar. Abandonamos o carro e fomos de táxi na neve e granizo sentindo o desânimo. Não somos os únicos que se sentem desanimados após o dia de Natal. Seja o excesso de comida, o sumiço das canções natalinas das mídias, ou os presentes que compramos na semana anterior estarem agora pela metade do preço. A magia do Natal pode desaparecer rapidamente! A Bíblia não nos fala sobre o dia após o nascimento de Jesus. Mas podemos imaginar que Maria e José deveriam estar exaustos depois de caminhar até Belém, procurar por acomodação, pelas dores do parto que Maria sentiu ao dar à luz e pelos sábios aparecerem sem avisar (LUCAS 2:4-18). No entanto, posso imaginar Maria embalando seu recém-nascido e refletindo sobre a visitação angelical (1:30-33), a bênção de Isabel (vv.42-45) e sua própria compreensão do destino de seu bebê (vv.46-55). Maria “guardava” essas coisas em seu coração (2:19), o que pode ter aliviado o cansaço e a dor física daquele dia. Todos nós temos dias “de desânimo”, talvez até mesmo no dia seguinte ao Natal. Como Maria, vamos enfrentá-los refletindo sobre Aquele que veio ao nosso mundo, para iluminá-lo para sempre com a Sua presença. Por: SHERIDAN VOYSEY
O Timão conquistou um título inesperado no ano diante de outro finalista inesperado, o Vasco. Em um ano de caos político e administrativo, com o clube alvo de investigação policial, em campo a equipe consegue um título de peso para a sua gloriosa história.Passamos também pelo Big 5 europeu do fim de semana, com David Neres brilhando pelo Napoli na conquista da Supercopa e a disputa acirrada em la Liga e Premier League.INSCREVA-SE NA NEWSLETTER! Toda sexta-feira aberta a todos inscritos com nossos textos sobre o que rolou na semana e às terças com conteúdo exclusivo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro: https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinConheça o canal do Bruno Bonsanti sobre Football Manager: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Felipe Lobo sobre games: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal do Leandro Iamin sobre a Seleção Brasileira: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Entre prêmios e muitos trailers, nós, Leo Nerdkit (@nerdkitt) e Filippe Chaves (@contraotedio), atravessamos o portal do Passando de Nível para falar sobre o grande Oscar dos GamesO episódio está extremamente recheado, falando das premiações, quem mereceu e porquê Clair foi o grande vencedor, e como algumas categorias não fazem sentido e que a premiação é mais anúncios que o próprio prêmio Passamos também pelos trailers, os que mais chamara a atenção, os desnecessários, as surpresas, aquele que nem deveria ter mostrado tanto e muito maisE pra você: qual foi o trailer que mais te chamou a atenção?
Neste episódio do Itaú Views, convidamos Julia Gottlieb e Pedro Schneider, economistas do Itaú Unibanco, para uma conversa sobre as decisões da última Super Quarta de 2025 e o que elas sinalizam para o cenário econômico de 2026.Passamos pela manutenção da Selic em 15% ao ano, o tom cauteloso do Banco Central, a evolução da inflação e as condições necessárias para o início do ciclo de cortes de juros no Brasil. No cenário internacional, discutimos o novo corte do Fed, a comunicação de Jerome Powell e os possíveis impactos da política monetária americana sobre dólar, fluxo de capitais e mercados emergentes.Ah, e também abordamos temas que devem ganhar relevância ao longo de 2026, como eleições no Brasil, mudanças no comando do Federal Reserve e os principais riscos e oportunidades para o investidor no próximo ano.Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBAInstagramTelegramYoutube
O Rei humilde que vem a Sião Canta de alegria ó cidade de Sião! Alegra-te cidade de Jerusalém! Olha o teu rei que chega justo e vitorioso, humilde e montado num jumento, no filho duma jumentinha. Ele destruirá os carros de guerra de Efraim, os cavalos de Jerusalém e os arcos de guerra. Estabelecerá a paz entre as nações, dominará desde um mar até ao outro, desde o Eufrates até ao fim do mundo. Leitura bíblica em Zacarias 9:9-10 Durante as eleições estamos habituados aos debates, aos comícios e aos discursos. Depois, temos a oportunidade de assistir a intervenções no Parlamento, a entrevistas e conferências de imprensa. A pouco e pouco formamos uma ideia (e também uma opinião) dos líderes que ouvimos e vemos falar. Passamos a conhecer melhor a forma como tratam os adversários, os que lhes são próximos e os estranhos. Muitas vezes a imagem que passam e tentam formar nas nossas mentes é de força e capacidade de vitória, mas raramente vemos a virtude da humildade neles. Hoje em dia, a humildade é uma qualidade pouco apreciada, e muitas vezes tida como um sinal de fraqueza. Mas de facto essa noção está bem longe da realidade. A humildade promove o reconhecimento das nossas limitações, e leva-nos a dar mais valor aos outros, às suas perspectivas e aos seus contributos. Não nos apaga, mas retira-nos do centro do nosso mundo, deixando-nos mais abertos a aprender coisas novas, a tratar os outros com igual valor e com respeito. O Messias anunciado por Zacarias viria sublinhar esse contraste compatível, desejável até, de que um líder forte e vitorioso consegue ao mesmo tempo ser justo e humilde. A profecia viria a cumprir-se e Jesus viria para encarnar essa virtude da forma perfeita. Este Advento, até ao dia em que celebramos o nascimento de Jesus, é uma boa altura para ponderarmos quem Jesus é, o que Ele fez quando viveu no nosso meio e o que continua a fazer na vida daqueles que escolhem segui-Lo. O carácter de Jesus não é para ser emoldurado, mas para ser emulado. Oração: Que neste Natal possamos sentir o desafio de ser como Jesus, de fazer como Jesus. Que não menosprezemos o trabalho do Espírito Santo em nós, e nos deixemos moldar por Ele. Que valorizemos os que estão perto, que tenhamos compaixão pelos estranhos e que consigamos amar os que nos antagonizam. Amém. - João Duarte Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
No episódio da semana, nbcast decidiu fazer um top 10 diferente ao invés de fazer o comum e rankear os estúdios de animes fizemos diferente e mergulhou no universo dos estúdios de animação brasileiros. Em vez de falar de anime, abrimos o coração para os desenhos nacionais que moldaram a infância de muita gente. Cada participante trouxe seus favoritos e revisitou produções de vários estúdios, comparando estilos, ideias malucas e aquela personalidade única que só a animação brasileira tem. Passamos por gigantes como o Copa Studio, com Irmão do Jorel, Tromba Trem, Historietas Assombradas e Acorda Carlo. Relembramos o caos criativo da Video Brinquedo o Studio Ghibli nacional e acabamos descobrindo que a dona dele também é responsável pelo clássicos do 44 Toons, com Nilba e os Desastronautas, Osmar a Primeira Fatia do Pão de Forma, BugiGangue no Espaço e A Lasanha Assassina. Também falamos da Birdo Studio, que entregou Oswaldo, Cupcake & Dino e Ninjin, e da TV Pinguim com Peixonauta e O Show da Luna. E claro, não tinha como deixar de fora a Mauricio de Sousa Produções, responsável pela Turma da Mônica, Monica Toy e tantas outras obras que moldaram gerações, além de muitos outros estúdios e desenhos! Se você gosta de animação nacional, cultura pop e debates que descambam para o absurdo, esse episódio é para você. Com participação de SubZero, ColonelluizH e a convidada Kuma!Citados no episodio:Personagem "Trakinas" em OsmarAnimção Stopmotion do Astronauta feita pela CoalaCartaz do Brichos copiando Mario 64 de DS Ale Mchaddo falando como criou a Video BrinquedoFilme do Pedro e o Lobo que traumatizou a KumaLinks da Kuma(LabRatKuma):InstagramTwitterNossos Links:Instagram do Luiz Canal do FiguranteCanal de cinema do Shura Podcast de musica do RitalinoAPOIE O PODCAST:Apoia-se Como integrar o APOIA-SE ao Spotify
Neste episódio gravado diretamente dos estúdios do Itaú, reunimos um time de mulheres que estão na linha de frente da construção do ecossistema de dados de uma das maiores instituições financeiras do país: Mariana Alves, Isabela Marinho, Francy Sánchez e Fabiola Vizentim.Conversamos sobre os desafios reais de escalar dados e inteligência artificial no Brasil, indo além da coleta para falar de padronização, qualidade, metadados e governança como pilares para gerar valor de negócio. Passamos por dois grandes cases do banco: o Tagueamento e Coleta de Navegação, focado na estruturação da captura de dados digitais, e o Glossário de Negócios, iniciativa central para conectar tecnologia e negócio por meio de curadoria, taxonomia e metadados.Um papo sobre tecnologia, cultura e liderança feminina, mostrando como dados bem governados deixam de ser só infraestrutura e passam a impulsionar decisões, eficiência e melhor experiência para o cliente.▶️ Dê o play e confira!Conheça nossas convidadas: ● Monique Femme - Líder Executiva do Data Hackers● Mariana Alves – Gerente de Engenharia de TI & Digital Analytics● Isabela Marinho - Coordenadora de Engenharia de Tecnologia● Francy Sánchez Cruz – Coordenadora de Metadados e Ontologia● Fabiola Vizentim – Analista de Governança de DadosLinks de referência:● Responda a pesquisa State of Data Brazil: https://www.stateofdata.com.br/● Artigo Glossário de Dados do Itaú● IA Biblio BR
Analisamos o retorno do Remo à primeira divisão após 31 anos , em contraste com o rebaixamento do Paysandu, e o que isso significa para a representatividade do Norte no futebol nacional. No futebol internacional, o foco é a turbulência na Inglaterra: Liverpool e Manchester City perdem na rodada, abrindo caminho para o Arsenal, que goleou o Tottenham. Passamos ainda pela liderança da Roma na Itália e o tropeço do Real Madrid na Espanha.
Passamos tanto tempo preocupados em separar surfe do bodyboard que esquecemos fazer parte da mesma turma obstinada, salubre e salgada, curtida frente e verso nas areias escaldantes daqui e dali.Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva receberam nesse episódio o Alexandre Iglesias (ex e eterno) editor da revista Style Bodyboard, hoje dedicado ao universo caótico dos documentários.Versamos sobre os absurdos 62 do Mike Stewart, título mundial do Uri Valadão, estado atual do BB e Fela Kuti e David Lean.A trilha teve de tudo, de When The Lights Gone Out (Jamaican Stylee) com Ziggy Marley And The Melody Makers, Black Times com Seun Kuti & Egypt 80 e Carlos Santana, Mangetout com Wet Leg e Tango Till They're Sore do bardo Tom Waits.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Trump e Xi se encontraram, na Coreia do Sul, acertando uma trégua comercial entre China e EUA. Passamos por essa e outras notícias da bacia do Pacífico, incluindo a eleição do candidato democrata Zohran Kwame Mamdani como prefeito de Nova Iorque.Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do GRANDE Oriente Médio, explicando o novo capítulo na questão do Saara Ocidental e o plano de autonomia pelo Marrocos.No mais, demos aquele tradicional pião na nossa quebrada latino-americana, com destaque para rompimento unilateral das relações diplomáticas do Peru com o México.Aproveite a Black November da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalAgende uma reunião com a Rio Claro Investimentos: https://rioclaro.com.br/xadrez-verbal/Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no plano de saúde do seu pet na Petlove: https://petlovebr.com/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Advogado do Diabo já pode ser considerado um filme cult ou antigo? Há discussão nisso, mas aqui no Perdidos vamos muito além: o que o que filme fala sobre direitos humanos na mensagem geral? Como ele lê a paternidade e a maternidade? O filme envelheceu bem ou mal? E o livro, o que ele tem de parecido ou diferente do filme que hoje é bem mais conhecido do que quanto foi lançado lá em 1997? Pra discutir tudo isso e trazer dicas extras de filmes, livros e episódios de podcast, Domenica recebe Lunna Fabris e Herdy para um papo imperdível. Bom episódio! Vote no Perdidos na Estante no Prêmio Melhores Podcasts do BrasilO Perdidos está concorrendo ao MPB na categoria Cultura e Literatura!Passamos pra segunda fase e estamos quase lá! Acesse o site premiompb.com.br/votar e vote no nosso podcast.Vote também nos nossos parceiros:
Os disfarces mais assustadores de Halloween num quarto de hotel inocente.
Lobisomem é uma figura assustadora que está muito presente na literatura, filmes, séries e jogos e, é claro, em adaptações. Neste episódio, Domenica e Basso recebem o Guaxa para relembrar boas histórias de lobisomem, contar uns causos, indicar livros e filmes e também analisar o último filme de lobisomem que saiu em 2025, que trata a maldição sob uma ótica familiar. Pegue seus fones de ouvido, evite trancar e abrir portas em situações de perigo, cuidado com a lua cheia e bom episódio. Vote no Perdidos na Estante no Prêmio Melhores Podcasts do BrasilO Perdidos está concorrendo ao MPB na categoria Cultura e Literatura!Passamos pra segunda fase e estamos quase lá! Acesse o site premiompb.com.br/votar e vote no nosso podcast.Vote também nos nossos parceiros:
Muita gente não sabe, mas Rambo: Programado para Matar é baseado em livro. Dividido em três partes, o livro conta a história que está no filme, porém com acontecimentos que não foram adaptados e um final completamente diferente que muda toda a história.Para falar sobre o burucutu antes de ser assim, Domenica recebe Drey para uma conversa honesta sobre o livro e o primeiro filme da franquia, o filme que deveria existir, ao contrário dos outros (e neste episódio você vai entender o porquê).Pegue seus fones de ouvido, seja mais gentil com os traseuntes da sua cidade pra evitar o início de uma guerra e bom episódio. Vote no Perdidos na Estante no Prêmio Melhores Podcasts do BrasilO Perdidos está concorrendo ao MPB na categoria Cultura e Literatura!Passamos pra segunda fase e estamos quase lá! Acesse o site premiompb.com.br/votar e vote no nosso podcast.Vote também nos nossos parceiros:
A Longa Marcha é um livro escrito por Stephen King sob pseudônimo de Richard Bachman com uma proposta totalmente diferente: uma distopia onde 100 jovens caminham sem parar, em velocidade constante, sem limite de chegada, até que sobre apenas um deles vivo. Ao vencedor, o prêmio que quiser.O livro tem várias camadas e inspirou várias outras distopias juvenis e obras após seu lançamento. Em 2025, ele foi adaptado para o filme A Longa Marcha: Caminhe ou Morra. Será que funcionou?No episódio de hoje, Domenica e Amanda leem o livro e assistem ao filme para analisar o que essa história tem, além de hablar mucho sobre a adaptação. Dá o play e divirta-se!Vote no Perdidos na Estante no Prêmio Melhores Podcasts do BrasilO Perdidos está concorrendo ao MPB na categoria Cultura e Literatura!Passamos pra segunda fase e estamos quase lá! Acesse o site premiompb.com.br/votar e vote no nosso podcast.Vote também nos nossos parceiros:
O Clube do Assassinato das Quintas-Feiras é um livro e um filme tão leves e divertidos que poderia ser uma aventura de RPG do Brindlewood Bay. Por isso, Basso recebe os jogadores Ju, Luco e Drey, suas velhinhas que investigam crimes, para falar sobre essa obra tão bacana. O que o livro tem de diferente do filme? É uma boa adaptação? Vale a pena a leitura? O que a obra tem de similar a uma boa partida de RPG? Tudo isso e muito mais, só neste episódio. Dá o play e divirta-se!Vote no Perdidos na Estante no Prêmio Melhores Podcasts do BrasilO Perdidos está concorrendo ao MPB na categoria Cultura e Literatura!Passamos pra segunda fase e estamos quase lá! Acesse o site premiompb.com.br/votar e vote no nosso podcast.Vote também nos nossos parceiros:
Um episódio menor, só patrãozin e Luquiba, mas com muita coisa em pauta. Passamos pela Semana 4 da NFL, falamos dos playoffs da WNBA, mergulhamos na pós-temporada da MLB e fechamos com a Euroliga 2025/26. Jet lag bateu, mas a corneta segue firme.Conversas do podcast00:00:25 - Abertura00:05:30 - Semana 4 da NFL00:17:44 - Playoffs da WNBA00:22:51 - Pós temporada da MLB00:29:40 - EuroLeague 2025/2600:46:56 - Encerramento
The Sopranos ou Família Sopranos é uma série clássica da HBO que mudou tudo o que a gente via na TV. Apesar de não ser adaptação, a série é um marco e tão boa que resolvemos juntar os apresentadores Domenica, Senhor Basso e Frango para debater sobre ela sob uma ótica diferente: como Sopranos influenciou em outras séries depois como Mad Men e Breaking Bad? Como as mulheres são retratadas na série?Vem com a gente e bom episódio!Vote no Perdidos na Estante no Prêmio Melhores Podcasts do BrasilO Perdidos está concorrendo ao MPB na categoria Cultura e Literatura!Passamos pra segunda fase e estamos quase lá! Acesse o site premiompb.com.br/votar e vote no nosso podcast.Vote também nos nossos parceiros:
Passamos anos a discutir a carreira dos professores, mas será que é agora que vamos finalmente dar a devida atenção aos alunos? Perceber realmente o que aprendem e como aprendem?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos de volta para mais uma semana. Começamos com as aprendizagens de Daniel no que toca a lides domésticas (passado 1 ano e meio a fazer asneiras, ele alega que finalmente aprendeu). Depois falamos dos anos da Ana que estão aí à porta e vão envolver muita adrenalina. Até que chegamos ao nosso tema principal, com revelações que a Ana nunca pensou fazer em público. O Daniel também revelou coisas, mas não são tão chocantes como as da sua mulher. Finalmente tocamos no assunto mais falado a semana passada, o Elevador da Glória.Esperemos que gostem
Faça parte do clube aqui: patreon.com/clubvenhamamimpodcast
Tudo sobre as Séries A e C do Campeonato Brasileiro! Iniciamos o programa com um dos debates mais acalorados da história do 45! Na análise do momento do Bahia e todas as suas nuances Ravel Pinheiro trouxe pontos demasiados até demais. O Esquadrão está de cara para um dos jogos mais importantes da temporada. Passamos […]
Nem parece, mas Já são 9 anos te fazendo companhia nas mais diferentes situações.Passamos mais tempo conversando com voce do que muita gente melhor habilitada e mais querida, pode chamar de consistência, substantivo feminino que nos traz algum orgulho.Quando gravei o primeiro Boia em agosto de 2017, chamei o Marcelus Viana para fazer companhia numa ideia com pés e cabeça, sem juízo nenhum, absolutamente despretensioso.Nada mais justo, reconvidar nessa data querida, porque o Boia (e a vida, de muitas formas diferentes) é exatamente isso, a arte do encontro - embora haja tanto desencontro nessa vida, ensinou o Poetinha.Usamos o surfe como desculpa para tratar de assuntos sérios, esvaziamos completamente a intenção de fazer esse passatempo inútil se passar por elevação espiritual e removemos todo verniz que lambuzou a atividade nas últimas décadas.Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente, tres surfistas sem alma, teimam em voltar, todas terças, apaixonadamente como Peri.A trilha desse episodio é, Strong Reaction dos punks de Chicago, Pegboy, Orange Crush da maravilhosa turma de Athens, Georgia, os R.E.M., Love com as meninas de Brighton, Lambrini Girls e, tasquipa!, a voz inebriante do Bobby Womack, com The Bravest Man in the Universe.
NESTA EDIÇÃO. Petrobras admite a possibilidade de vender o Polo Bahia Terra, ideia enterrada em 2023 por uma decisão política e em meio a problemas operacionais nos campos. “Passamos por esse terror no governo Bolsonaro”, disse o coordenador-geral da FUP, Dayvid Bacelar, em reação imediata às declarações de Magda Chambriard. Na Cúpula dos Brics, declarações rumo à COP30: bloco defende fósseis na matriz, cobra financiamento e consolida atuação em prol de biocombustíveis.
Chegou mais um Raio X da Série B do Campeonato Brasileiro. Todas as análises após a 13ª rodada. Passamos pelas campanhas de Coritiba, Athletico, Remo, Paysandu, além de todo o cenário da classificação do campeonato após essas 13 rodadas. Apresentação de Fred Figueiroa com comentários de Cássio Zirpoli e Hathos Rildo. Na edição, Gabriel Costa. […]
O Brasil pode estar próximo de uma alternância de poder e o estrangeiro já começou a aumentar seus investimentos aqui. Nos EUA, a despeito de todo o barulho, as oportunidades seguem e o mercado acionário não está "caro".As "big techs" foram descontadas e, em alguns casos, sem motivos fundamentais. Empresas mais ligadas a consumo também parecem ser uma boa alternativa nesse momento.Ideias e reflexões de Andrew Reider, o "brasileiro-americano" fundador da WHG Asset e gestor do fundo long biased da casa, juntamente da mais nova contratação da companhia: Daniel Leichsenring, anteriormente economista-chefe da Verde e agora CIO da WHG Wealth.Passamos por todos os pontos que importam de fato nesse momento, num momento oportuno em que a principal estratégia gerida por Andrew completa 4 anos e com o melhor resultado vs o S&P 500 dos fundos globais disponíveis por aqui.Opiniões fortes e muita fluidez, aperta o play e confira!
O Napoli venceu o Monza, enquanto a Inter perdeu para o Bologna e os dois times estão empatados na liderança da Serie A. Surge então a possibilidade de um jogo extra para definir o campeão. Como fica esta disputa nas cinco rodadas finais?Passamos também pela loucura do Barcelona em La Liga, além de passarmos por Bundesliga, Premier League e até o Campeonato LUXEMBURGUÊS!INSCREVA-SE NA NEWSLETTER! Toda sexta-feira diretamente no seu e-mail: https://newsletter.meiocampo.net/SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro: https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinConheça o canal do Bruno Bonsanti sobre Football Manager: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Felipe Lobo sobre games: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal do Leandro Iamin sobre a seleção brasileira: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Conto baseado em uma lenda do folclore brasileiro: Em uma incursão para retirada ilegal de madeira um grupo de amigos pode ter encontrado algo mais que árvores. Coloque seu fone de ouvido e curta! ▬ Autor: Vinicius Mendes Souza Carneiro. ▬ Narração: Wévison Guimarães. ▬ Masterização, sonorização e edição: Rafael 47. Contos Narrados apresenta, "Bem-vindo à selva", um conto de Horror. A chapada diamantina é linda. Quando subimos o Morro do Pai Inácio fiquei sem fôlego, a paisagem exuberante era fantástica! Passamos o dia visitando pontos turísticos, e à noite resolvemos cumprir com nossos objetivos, indo pra Lençóis há uma mata. Muito bonita e de árvores altas, seria como um cerradão, mas bem úmido, algo interessante de se ver. Afonso, Sérgio, Fabrício e eu (Saulo), estávamos lá para explorar, nossa missão era conhecer a mata local e marcar algumas árvores para o abate. Eu sou negro, tenho cabelos curtos, estatura mediana, e um corpo musculoso, não vou à academia, meu trabalho é pesado, sabe? Afonso é branco, tem cabelos ruivos e nariz aquilino, é seco feito um galho, mas pode apostar que não iria querer brigar com ele. Sérgio é baixinho, barriga de cerveja no estágio 2, igual o tiozão do churrasco, pele morena e careca, tem pavio curto. Fabrício é moreno, tem cabelos curtos e corpo mediano, não é musculoso nem gordo e nem magro, brinca com tudo e pode ser verdadeiramente irritante. Era coisa fácil, entraríamos dali a uma semana na mesma mata, derrubaríamos as árvores marcadas durante a noite e faríamos alguns milhares de reais. Mamata! Para que preservar aquilo tudo? Íamos retirar grandes árvores e depois o governo que recuperasse a área. Sou cidadão! Tenho direito a uma fatia daquilo. Assim eu pensava. Acreditava que essa conversa de conservação era coisa de ecoxiita. — Todo mundo pronto? — Perguntou Sérgio. — Nasci pronto — respondi animado— tô vendo esse verde todo aí virar verdinhas. — Verdinha o caralho — respondeu Fabrício — meu negócio é tabaca. — E mulher gosta de quê mesmo? Seu frouxo! — respondi rindo. — Frouxo é seu passado, caia dentro se não gostou — respondeu ele bem-humorado e dando soquinhos em meu ombro. — Parem com essa putaria vocês dois. — Afonso falou — Temos um objetivo aqui. Não descanso enquanto não cumprirmos. — Você é um velho impotente, sabia? — respondi rindo. — Vai se foder! A mata era composta por árvores espaçadas e em alguns momentos ficava mais densa. O chão era completamente coberto por folhas secas, ouvíamos cada passo que dávamos ali. As copas chacoalhavam-se com o vento, tornando a noite ainda mais lúgubre para aquele local. Era possível ouvir alguns animais, corujas ululavam e nos longos momentos de silêncio ouvíamos os insetos se movimentarem sobre e sob a folhagem. Era nesse cenário que precisaríamos andar durante horas, e ao longo de quilômetros. Fizemos isso das 19h até aproximadamente às 2h da manhã. A noite estava escura, pois não havia lua, isso nos obrigava a usar as lanternas o tempo todo. As árvores se assomavam à nossa frente, marcamos cada uma cujo tronco oferecia a possibilidade de corte, por mínima que fosse. Queríamos dinheiro, e a mata ali proliferava a anos. O tempo passou e não percebemos, até que em um certo momento sentamos para descansar e ouvimos algo. O estalar do galho foi alto e claro, era inconfundível, alguém estava ali. Sacamos rapidamente nossas armas e Sérgio gritou: — Apareça filho da puta! Se acha que vai nos seguir está fodido. — Outro estalar a frente e ele disparou 3 tiros consecutivos com sua semiautomática .44. Tudo o que obtivemos em resposta foram passos rápidos e constantes correndo à nossa direita. Todos seguimos atrás dos sons, as lanternas varriam o espaço à procura do culpado, nossas mochilas ficaram para trás, com mantimentos e os sacos de dormir. Precisávamos pegar quem nos havia seguido, qualquer denúncia iria atrapalhar nossos planos,
A turma vem com um programa especial em parceria com o GameArena sobre a pesquisa que aferiu quais são as maiores torcidas do Brasil. Passamos pelos clubes que mudaram o posicionamento se comparados com pesquisas anteriores, o impacto nos clubes do nordeste e mais. Celso Ishigami comandou o programa e contou com os comentários de […]
China possui um problema estrutural e que não parece estar no caminho de ser solucionado. Os EUA vão continuar a gerar muita turbulência coma comunicação e atitudes de Donald Trump, e o Brasil mais uma vez não vai se ajudar.Tudo isso em meio a mudanças relevantes na Zona do Euro. O mundo mudou, o mundo está mudando, mas Arthur Carvalho, economista-chefe da Truxt Investimentos, sabe explicar tudo isso como ninguém.Passamos por todos os pontos citados, ainda tiramos comentários livres sobre a vontade dos gestores de comprarem ações no Brasil. Aperta o play!________________Siga o Stock Pickers em todas as redes sociais: https://linktr.ee/stockpickers_
Você vive ou só existe?Passamos a vida tentando acertar, mas será que estamos fazendo as perguntas certas? Neste episódio, Luiz Gasparetto destrói ilusões, questiona certezas e mostra por que a única saída é viver o presente de verdade. Sem desculpas, sem autoengano – só você e a verdade nua e cruCom uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Teremos segundo turno no Equador! Além, claro, daquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana.Passamos pelas mais recentes notícias do sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio e sobre o futuro de Gaza.Por fim, comentamos as declarações do governo dos EUA sobre a guerra na Ucrânia, durante a Conferência de Segurança de Munique, e fizemos a prévia das eleições na Alemanha.E esse programa tem o apoio da Alura: http://alura.tv/xadrezverbal