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January 26 is one of the most debated dates in Australia's history. Often described as the nation's birthday, the day marks neither the formal founding of the colony nor the creation of the Commonwealth. Instead, it reflects a layered history shaped by colonisation, political decisions, and ongoing First Nations resistance. Understanding what actually happened on January 26 reveals why the date is experienced so differently across the country. - 26 de janeiro é uma das datas mais debatidas da história da Austrália. Frequentemente descrita como o “dia do nascimento” da nação, a data não assinala, nem a fundação formal da colónia, nem a criação da Commonwealth. 26 de janeiro reflete antes uma história complexa, moldada pela colonização, por decisões políticas e pela resistência contínua dos Povos das Primeiras Nações Australianas. Compreender o que realmente aconteceu a 26 de janeiro ajuda a explicar por que razão esta data é vivida de formas tão distintas em todo o país.
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O presidente norte-americano não deixa ninguém tranquilo com o seu discurso — fomos parar a um filme de terror? De olhos postos em Portugal, Luís Montenegro e António Costa continuam muito parecidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No segundo episódio da série “Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro”, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini contam como é o delicado processo de restauro de obras de arte danificadas. É um trabalho minucioso que envolve vários experimentos, alguns deles realizados no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), usando as linhas de luz do acelerador de partícula Sirius. Eles também te contam como o restauro das obras danificadas nos ataques golpistas é um sinal de fortalecimento dos símbolos da democracia brasileira. _____________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro” – Ep.2 Mãos à Obra Presidente Lula: Hoje, é dia de dizermos em alto e bom som, ainda estamos aqui, ao contrário do que planejávamos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Se essas obras de arte estão aqui de volta, restauradas com esmero por homens e mulheres que a elas dedicaram mais de 1.760 horas de suas vidas, é porque a democracia venceu. Muito obrigado, companheiros. Aurélio: Este é o segundo episódio da série sobre a restauração das obras vandalizadas no 8 de janeiro de 2023. Se você ainda não escutou o episódio anterior, dá uma olhadinha nele e aí volta pra cá, porque hoje nós vamos nos aprofundar em toda a ciência do restauro de uma obra rara e também pensar sobre o atual cenário da democracia brasileira. Marcos: Eu sou o Marcos Ferreira, um dos apresentadores dessa série. Aurélio: E eu sou o Aurélio Pena, e você está ouvindo o Podcast Oxigênio. Aurélio: Uma das obras mais famosas entre as restaurações é o mural Mulatas à Mesa, de Di Cavalcanti, parte do acervo do Palácio da Alvorada. Natural da cidade do Rio de Janeiro, Di Cavalcanti viveu entre 1897 e 1976. O artista modernista produziu principalmente pinturas, desenhos, murais e caricaturas. Suas reconhecidas cores vibrantes e temas tipicamente brasileiros o tornaram um dos grandes nomes da pintura e do modernismo do Brasil. Marcos: A obra, produzida em 1962, mostra uma cena na qual predominam figuras femininas, as chamadas mulatas, retratadas com curvas voluptuosas, pele morena e uma postura que mistura sensualidade e introspecção. Elas aparecem em um ambiente descontraído, cercadas por elementos tropicais, como frutas e flores, que evocam a exuberância e o calor do Brasil. A pintura é de grande importância porque reflete a valorização da cultura e da identidade nacional, exaltando a miscigenação como um elemento central do Brasil. Di Cavalcanti buscou celebrar a mulher brasileira, representando não apenas a sua beleza, mas também como um símbolo da força e do espírito nacional. Foi essa obra que levou sete facadas. Aurélio: A cultura japonesa tem um tipo de arte chamado Kintsugi. Nela as rachaduras e avarias de um objeto são mantidas e valorizadas, normalmente com ouro. Essas imperfeições contam a história desses objetos. Marcos: Uma lógica parecida com a do Kintsugi foi utilizada na restauração da Mulatas à Mesa, como nos contou a coordenadora do projeto de restauro, a professora Andréia Bachettini, que você também ouviu no primeiro episódio desta série. Andréia Bachettini: Quando eu desembrulhei ela lá no início, em setembro de 23, eu fiquei muito impactada assim com a brutalidade que ela foi agredida. E o processo de restauração foi muito pensado assim, como que a gente vai não tirar o valor dessa obra, mas também a gente não podia esconder essas marcas que ela sofreu, essas sete perfurações que ela sofreu. Então a gente optou por remover esse reentelamento, o reentelamento, para os leigos, é colar uma tela para dar sustentabilidade à tela original. Então ela já tinha essa tela, ela tem a tela original, e colada a ela um outro linho que era um tecido bem resistente. Esses dois tecidos foram rasgados, inclusive a sustentação dela é feita com um bastidor em madeira que também foi quebrado, os montantes, as travas desse bastidor foram quebradas. Então a gente teve que fazer uma substituição de travas do bastidor, e aí optamos então por fazer um reentelamento com o tecido de poliéster de vela de barco, de vela, que é transparente assim, e não esconderia então as cicatrizes por trás da obra. Pela frente ela ficou imperceptível, a gente fez a restauração com a técnica de pontilhismo, que são sobreposição de pontinhos na cor, dando a ilusão de ótica da cor na superfície. Então ela fica imperceptível pela frente, mas pelo verso as marcas dessa restauração estão evidenciadas. Aurélio: Ao destacar a figura da mulata, que frequentemente é marginalizada na sociedade brasileira, a obra também provoca reflexões sobre questões sociais, como a posição da mulher negra e mestiça no Brasil. Assim, vai além da mera representação de uma imagem, tornando-se um manifesto visual da busca por uma identidade cultural, nacional e autêntica no contexto modernista. Marcos: O restauro de uma obra é extremamente sofisticado, e envolve profissionais de áreas das quais normalmente nem imaginamos. Um exemplo disso é que parte do projeto exigiu um estudo das tintas e vernizes utilizadas nos quadros danificados, feita por cientistas de materiais. Andréia Bachettini: Falando um pouquinho do ofício, hoje a conservação e restauração não é só um artesanato, só o fazer, a habilidade manual. Claro que existe a necessidade de ter habilidade manual para interferir em uma obra, mas por trás de tudo isso, tem muita ciência, muito estudo. A gente tem que conhecer os materiais que foram feitos nessas obras. É um trabalho multidisciplinar, envolve profissionais da química, da biologia, da arquitetura, da física, da história da arte, da conservação e restauração, da museologia. Pensar como essa obra vai ficar exposta depois. Então são muitos profissionais envolvidos na restauração hoje. Aurélio: Compreender com precisão a composição dessas tintas é uma etapa importante, pois permite aos restauradores recriar os materiais que serão utilizados para recuperar as obras, garantindo que elas fiquem quase como se fossem tocadas. Essa tarefa não é simples, já que muitas vezes as tintas usadas no passado são bem diferentes das que nós temos hoje. Além disso, é comum que artistas misturem diversos meios e pigmentos para conseguir os efeitos desejados. Em alguns casos, faziam as próprias tintas, sem deixar registro sobre esse processo. Marcos: Para entender um pouco mais sobre como o estudo dos vernizes e tintas foi feito, conversamos com dois professores da Universidade Federal de Pelotas, o Bruno Nuremberg e o Mateus Ferrer, que atuaram nas análises químicas das obras danificadas pelos golpistas. Aurélio: Bruno, você pode contar um pouquinho pra gente como se deu esse estudo? Bruno Nuremberg: Em janeiro de 2024, a gente já estava montando o laboratório lá em Brasília para realizar esse projeto de restauro. Claro que a base dele é a parte do restauro dessas obras, mas ele também contou com várias ações pontuais, dentre elas a que eu e o Mateus a gente está desenvolvendo até agora, que seria o quê? Seria a pesquisa dos materiais presentes nesses bens culturais para fazer toda uma parte de documentação, um estudo dos materiais utilizados pelo artista, tentar descobrir novas informações. Aurélio: E por que é feito um estudo dos materiais presentes nas obras? Bruno Nuremberg: Então a gente pode utilizar essas técnicas na parte do pré-restauro. Por exemplo, eu tenho um quadro e nesse quadro eu preciso remover o verniz dele porque ele passou por um processo de oxidação. Marcos: A oxidação que o professor Bruno mencionou é uma reação química que acontece com o oxigênio do ar e que acaba desgastando um material. Bruno Nuremberg: Então se eu tiver conhecimento do material que compõe esse meu verniz, ou seja, do aglutinante, do polímero, eu vou conseguir estar direcionando um solvente muito mais adequado para ser aplicado nesse processo de remoção desse verniz. Outro ponto muito importante é que conhecendo esses materiais a gente também consegue direcionar mais corretamente, digamos assim, quais materiais devem ser utilizados no processo de restauração, no processo de intervenção. Então todo material que eu vou aplicar numa obra de arte, ele não pode ser exatamente da mesma composição. Ele tem que ter a mesma característica estética, mas a parte química dele tem que ser diferente. Por que isso? Porque daqui a 15, 20 anos um novo restaurador vai trabalhar em cima dessa tela e ele tem que distinguir os materiais que foram aplicados ali naquela intervenção. Eles têm que ser quimicamente diferentes. Então no futuro, daqui a 50, 100 anos, quando essa obra precisar passar por um processo de limpeza ou de reintegração pictórica, que seria o processo de repintar perdas, as pessoas já vão ter essas informações ali, quais materiais foram utilizados, vão ter, enfim, tudo caracterizado quimicamente, dados robustos e confiáveis do que aquela obra presença de materialidade. Então se eu tenho, por exemplo, uma pintura a óleo e eu vou fazer uma reintegração com óleo, se eu precisar retirar no futuro essa intervenção que eu fiz, eu vou estar causando um dano na pintura original que também era a base de óleo Marcos: E Bruno, quais são os desafios na caracterização dos componentes químicos dessas obras de arte? Bruno Nuremberg: Quando a gente se depara com esse tipo de amostra, a gente encontra desafios que, digamos assim, na pesquisa tradicional de engenharia de materiais, da química, a gente não tem. O número de amostras que a gente pode coletar de uma obra de arte, ele não é ilimitado. Então a gente tem que ter uma série de autorizações, a gente tem que ver, tem vários critérios que a gente tem que seguir para poder realizar essas amostragens. As amostras que a gente coleta tem em torno de um milímetro quadrado, digamos assim. Então são amostras super pequenas. Então a gente tem numa pintura, por exemplo, tu vai encontrar aglutinantes de vernizes, tu vai encontrar cargas, tu vai encontrar aditivos, tu vai encontrar pigmentos, tu vai encontrar dois, três tipos de aglutinantes. Então essa sopa química dentro desse universo microscópico é o que a gente tem que realizar de caracterização. Aurélio: Esse tal aglutinante de verniz que o Bruno mencionou é também conhecido como ligante. Ele é o componente essencial que atua como base da formulação e é responsável por unir todos os outros ingredientes, como pigmentos e aditivos das tintas, e por formar uma película na superfície da obra que protege ela. Marcos: Nós conversamos também com o professor Mateus Ferrer, que também é da UFPel, que trabalhou junto com o Bruno no estudo desses materiais das obras raras. Ele nos contou um pouquinho de como isso foi feito. Mateus Ferrer: Primeiro que ali não são somente pinturas, não são somente telas. Nós temos diversos tipos de obras, inclusive materiais cerâmicos, telas de várias épocas, pintores diferentes, com técnicas e materiais diferentes. Então isso gera uma complexidade e a gente nota uma complexidade até mesmo na literatura. Marcos: Para determinar com alta precisão os constituintes de amostras muito pequenas das telas, os professores Bruno e Mateus utilizaram diversas técnicas avançadas de análise. Algumas foram realizadas na própria universidade, enquanto outras foram feitas em instalações abertas para toda a comunidade científica, no CNPEM, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, que fica em Campinas/SP. Uma delas é a técnica de espectroscopia de infravermelho, que permite identificar e medir quais substâncias estão presentes nas obras do acervo nacional. Mateus Ferrer: Então a gente tem o que a gente encontra na literatura, de forma muito vaga, e tem o nosso conhecimento do nosso grupo, que de fato a gente está explorando, buscando novas técnicas, buscando ferramentas, buscando laboratórios parceiros, buscando projetos como o caso do Sirius, que esse foi o primeiro projeto e não será o único, haverão outros projetos que a gente precisa de super laboratórios e equipamentos que a gente não tem na nossa estrutura. Aurélio: Isso só é possível porque existe uma interação entre o infravermelho e as substâncias estudadas, mais especificamente, quando as moléculas das tintas ou dos vernizes conseguem interagir com a luz infravermelha. O nome disso é atividade do infravermelho. Dessa maneira, parte dessa luz interage com a amostra, podendo ser absorvida por ela, sendo isso detectado e medido pelo equipamento. Marcos: É interessante destacar que a infraestrutura de estudos com o infravermelho beneficia toda a comunidade científica brasileira, estando disponível na linha de luz Imbuia, uma das linhas de luz do Sirius, um acelerador de partículas de última geração e o mais famoso equipamento do CNPEM. A nossa Imbuia é a única linha de luz infravermelha em um equipamento desse tipo no mundo todo, mostrando para a comunidade científica internacional que o Brasil é, sim, líder em ciência de ponta. Bruno Nuremberg: A gente consegue obter informações a respeito dos pigmentos pela espectroscopia Raman, a espectroscopia infravermelho, para a gente identificar especialmente a parte orgânica, então quais são os polímeros que compõem essa tinta, quais são os polímeros que compõem os vernizes, e a parte de microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia de fluorescência para fazer a identificação de elementos, elementos químicos. Então, essas três técnicas aplicadas, a gente geralmente consegue informações bem completas, essas informações se complementam para a gente montar o quebra-cabeça de cada uma dessas micro amostras. Aurélio: A espectroscopia Raman é uma técnica de análise que utiliza a interação da luz com a amostra para obter informações sobre a sua estrutura molecular e a composição química. Marcos: Já a microscopia eletrônica de varredura, mencionada pelo Bruno, é uma técnica para gerar imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Isso acontece ao se varrer cada ponto da superfície da amostra com um feixe de elétrons bem pequeno e focado. Bruno Nuremberg: O projeto que foi submetido lá foi para utilizar o micro-FTIR, na linha Imbuia-micro. O nosso objetivo lá, então, era fazer o mapeamento químico da fração orgânica da obra do Di Cavalcanti, intitulada Mulatas à Mesa. Então, o nosso objetivo, na verdade, era identificar quais compostos orgânicos estavam presentes dentro de cada uma das camadinhas que compõem a nossa tela. A gente teve, além da utilização do equipamento, toda uma parte de preparo de amostras que foi bem complexa. Aurélio: O professor Mateus também explicou que, para conseguir analisar essas amostras, que em geral são bem complexas, foi muito importante a ajuda da equipe científica do CNPEM, para que algumas dificuldades fossem superadas. Mateus Ferrer: Além do pessoal da Imbuia, incluindo o cientista de linha, que foi o Bruno, o pessoal da LCRIO (Laboratório de Preparações Criogênicas), a gente teve muita dificuldade ali com essas obras. Cada uma tinha um tipo de densidade, um tipo de dureza, e junto também com a pesquisadora Juliana, do nosso grupo também, que se dedicou bastante nos cortes ali. Eu acredito que esse foi um dos grandes desafios, que a gente tinha pouquíssima amostra, quase a gente não enxergava as amostras, então a gente tinha que preparar essas amostras e para depois fazer o infravermelho com diversas formas que a gente usou ali. Mas eu acho que o grande diferencial que a gente teve ali foi realmente o mapeamento, o infravermelho acoplado com o mapeamento, que a gente conseguia encontrar as composições e as regiões daquele determinado material que a gente enxergava. Então a gente conseguia ver as camadas, mais a quantidade de materiais ali que faziam parte daquelas amostras. Marcos: Professor Mateus, conta para a gente como o estudo químico dos materiais usados nas obras de arte pode também resultar em novos conhecimentos artísticos e históricos. Mateus Ferrer: Quando a gente começa a entrar nesse mundo de entender o material, a gente começa a ver e comprovar de fato que a arte é um reflexo da história. Lógico que a gente tem obras também nacionais e de artistas de fora do Brasil, mas a gente começa a entender um pouquinho da história da forma como nunca ninguém viu. Eu sei que tem pessoas que criticam quando a gente quer olhar a obra de uma forma mais lógica, de uma forma científica, mas a gente começa também a pegar uma essência que não está diretamente impressa ali na obra. A gente começa a entender qual o material que aquela pessoa utilizava, a gente começa a ver discrepâncias, por exemplo, uma pessoa de classe média acima usava e uma pessoa de classe inferior usava. Então, a gente começa a entender a história e também extrair algum tipo de sentimento ali entendendo o material que foi utilizado naquela obra. São pistas para a gente, para que a gente possa entender naquela época qual era o tipo de pigmento, qual era o tipo de resina, no caso pega uma composição da tinta no geral ali ou no verniz que se utilizava, por que tal pintor utilizava materiais totalmente diferentes do que era dessa época. É dessa época mesmo? Então são questões aí que a gente, são pistas, é um processo investigativo realmente que a gente tem que ir aí se apoiando também na história. Presidente Lula: Se essas obras de arte estão aqui de volta é porque a democracia venceu, caso contrário estariam destruídas para sempre e tantas outras obras inestimáveis teriam o mesmo destino da tela de Di Cavalcanti, vítima do ódio daqueles que sabem que a arte e a cultura carregam a história e a memória de um povo. A arte e a cultura que as ditaduras odeiam, a história e a memória que sempre tentaram apagar. Estamos aqui porque é preciso lembrar para que ninguém esqueça, para que nunca mais aconteça. Aurélio: Em janeiro de 2025, em um evento comemorativo da finalização do processo de restauro das obras em Brasília, o presidente Lula discursou sobre a importância do reestabelecimento do acervo nacional e também da nossa democracia. Marcos: A fala de Lula sobre a finalização do projeto é um exemplo claro de como a manutenção da cultura e história de um país é também o restauro da democracia brasileira. Não é possível uma democracia saudável existir sem um patrimônio material, mantido em bom estado e celebrado nos espaços públicos, acessíveis para todas as gerações, por meio dos aparelhos de cultura. Aurélio: Sobre isso, o professor Mateus comenta sobre a falta de incentivos para áreas como as artes, os estudos museológicos, a manutenção e o restauro dos nossos acervos históricos. Mateus Ferrer: É muito difícil a gente pensar em incentivos na parte de restauro e proteção quando a gente vê que a gente não dá valor às nossas obras. Então como é que a gente está pensando em incentivos, em proteger algo que a gente não valoriza? Então a gente precisa pensar realmente de incentivos na arte como um todo, dos nossos artistas, das obras que a gente tem, dos legados já que foram deixados aí e lógico isso vai vir também um incentivo na proteção desse patrimônio material que é tão precioso e tão fantástico e diversificado aqui no nosso país. Aurélio: Agora que já temos as obras restauradas e os golpistas que as danificaram vêm sendo julgados e punidos, o que o futuro promete? A democracia voltou à sua normalidade ou ainda se encontra ameaçada? Jornalista 1: Um protesto pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista em São Paulo. Jornalista 2: O ex-presidente Jair Bolsonaro e sete governadores participaram da manifestação. Bolsonaro: O movimento aqui hoje é pela anistia, pela liberdade das pessoas de bem que nunca pegaram arma na sua vida, tanto é aquele dos condenados que estão respondendo o processo, não achei ninguém com qualquer passagem pela polícia. Música (Marcelo Crivella): A anistia chegou, é a justiça mais ampla. Aurélio: Fizemos essa pergunta para o cientista político e professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero Leiner, que você já deve ter ouvido no episódio anterior. Piero Leiner: Diante desse cenário, os problemas para a democracia foram tão profundos no Brasil e tão pouco solucionados que a gente só está vivendo, assim como aquele corredor que começa tropeçando e não consegue reestabelecer o equilíbrio. A restituição do nosso processo democrático está demorando demais para acontecer, porque a máquina está ocupada em lidar com esse excesso de ruído que essas coisas todas vinculadas ao Bolsonaro e ao bolsonarismo criaram durante esses últimos anos. O bolsonarismo radicaliza cada vez mais para a extrema direita e agora com o Trump, então, isso vai escalar muito mais e o Lula acaba indo também no vácuo disso para o campo do centro-centro-direita, o que é um problema. Agora, o que vai ser nos próximos dois anos? Bom, eu acho que isso ainda está incerto, não dá para saber exatamente o que vai rolar, mas tem pesquisas mostrando um Lula muito pouco competitivo hoje já. Marcos: O professor Piero também nos contou sobre como Bolsonaro, de certa maneira, sempre buscou se vender como antissistêmico, por mais que antes da presidência, ele e a sua família já estivessem no sistema político brasileiro há décadas. Piero Leiner: Eu acho que muita gente está com uma espécie de ideia fixa na ideia de uma espécie de utopia regressiva, de que a gente vive numa sociedade extremamente desorganizada e que é uma sociedade cujos pilares são estabelecidos por uns poucos agentes que controlam a ordem das coisas a partir de uma espécie de sala secreta. É um pouco uma espécie de visão conspiratória tá? Que começa daquela percepção muito comum, muito do senso comum, de que os políticos são uma casta que só trabalha em benefício próprio, que conseguem produzir um sistema que beneficia a eles e que a sociedade é alguma coisa completamente separada ou apartada desse sistema. E a partir de um determinado momento, as pessoas passaram a botar na cabeça a ideia de que precisaria vir uma espécie de agente antissistêmico ou antissistema para fazer uma reviravolta na vida social. Quando, na verdade, isso é um engodo, uma mega farsa. Como é possível um cara ser liberal e antissistêmico ao mesmo tempo? Então, essa rebelião brasileira é uma rebelião profundamente auto-enganada, porque eles procuram justamente os agentes da ordem e da ordem que cria a própria desordem para fazer o seu movimento de rebelião. Ou seja, já é uma rebelião que nasce equivocada do começo. Me parece que tem como grande tarefa esvaziar aí sim o potencial de transformador que poderia estar ancorado a um campo popular de esquerda, etc., e tal. Marcos: Chegamos ao final do nosso episódio. Se você gostou, não se esqueça de deixar cinco estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes e também compartilhe o Oxigênio com os seus amigos em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas disponíveis na internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, o Labjor da Unicamp, em especial a coordenadora do Oxigênio, a professora Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até mais! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: professores da Universidade Federal de Pelotas: Andréa Lacerda Bachettini, Bruno Noremberg, Mateus Ferrer e, Piero Leirner, da Universidade Federal de São Carlos. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Músicas: Youtube Audio Library (sem atribuição necessária) e “A Anistia Chegou” de Marcelo Crivella. Para saber mais: Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m
Com a Comissária do Plano Nacional de Leitura, Regina dos Santos Duarte
Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1512: Experiência de cultivo da categoria 22º Fahui da China no Minghui.org, intitulada: “Fahui da China | A importância de compreender claramente o cultivo da retificação do Fa”, escrita por uma praticante do Falun Dafa na província de Shandong, China.
É possível compreendermos o "mito das sogras" se observarmos com atenção a relação que têm com os seus maridos, ou as que tiveram com os homens que fizeram parte das suas vidas.Muitas vezes, no caso das mães deles, o que acontece é que, por não se sentirem amadas ou reconhecidas pelos próprios maridos, assumem inconscientemente nos filhos o papel do companheiro ou confidente.No caso das mães delas, competem pela atenção do genro e podem, muitas vezes, não enaltecer as filhas em certos momentos, numa disputa inconsciente para que sejam elas as escolhidas ou preferidas.Com esta consciência sobre as suas próprias feridas, as sogras poderão aprender a assumir o lugar correto na estrutura da família...
Reflexões sobre os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo.
Reflexões sobre o capítulo 40 - “Abençoar e compreender” do livro "Mãos Unidas", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Com o acordo a ser assinado sem o Hamas, Francisco Pereira Coutinho, especialista em relações internacionais, acredita que o grupo pode estar a considerar apenas a oportunidade de recuperar os reféns.See omnystudio.com/listener for privacy information.
CAMILO (Espírito). A compreensão para a paz. In: _ A carta magna da paz: reflexões em tomo de ensino de Francisco de Assis. Psicografado por J. Raul Teixeira. 2. ed. Niterói. RJ: Fráter, 2002. cap. 18, p. 137-141. il. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Warwick Mota
Este episódio do Consumidor em Direto mergulha num tema crucial: a consciencialização ambiental e a sustentabilidade. Num dia que assinala a importância da preservação do nosso planeta, desvendamos como as ações individuais se interligam com desafios globais. Compreender que somos todos consumidores não é suficiente; é imperativo conhecer os nossos direitos e deveres para garantir um futuro equitativo. Exploramos a necessidade de equilibrar o crescimento económico com a responsabilidade de salvaguardar os recursos para as gerações vindouras, realçando que a sustentabilidade é um desígnio mundial que exige compromisso local.Prepare-se para uma conversa reveladora que aborda desde o impacto da ação humana no meio ambiente até aos desafios da transição para uma mobilidade mais verde. Serão debatidos tópicos essenciais que moldam o nosso bem-estar e o futuro do planeta: A importância das datas ambientais e o que elas nos recordam. Os efeitos devastadores das alterações climáticas na saúde e na qualidade de vida. O perigoso "negacionismo" climático e como se propaga. A eletrificação dos transportes: vantagens, desafios e o destino dos resíduos das baterias. Como o programa "É Lar" pode ajudar a tornar a sua casa mais eficiente. O impacto desproporcionado das catástrofes naturais nas regiões mais vulneráveis. Não perca esta análise aprofundada sobre como o nosso quotidiano se entrelaça com o destino do mundo que habitamos.
Portugal seguiu vários países e reconheceu o Estado da Palestina. A comentadora Cecília Meireles acredita que a solução passa por um tratado de paz em que o estado israelita e o estado palestiniano se reconheçam mutuamente, criticando o timing da decisão do governo português. Miguel Prata Roque considera que é importante dar à “Autoridade Palestiniana os meios necessários para exercer poder político” e que cabe à comunidade internacional “garantir a paz no território”. Oiça a análise dos comentadores SIC no Linhas Vermelhas em podcast. Emitido na SIC Notícias a 22 de setembro See omnystudio.com/listener for privacy information.
Adultos portugueses não conseguem interpretar textos mais longos ou densos. O que é que isso nos diz da escola?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Segundo entre 30 países com o nível mais baixo de proficiência em literacia, 46% dos portugueses com idades entre os 25 e 64 anos tem muita dificuldade em interpretar textos e só consegue compreender textos muito curtos e com o mínimo de informação, diz a pesquisa.
Reflexões sobre os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo.
Reflexões sobre o capítulo 56 - “Perdoar e compreender” do livro "Rumo certo", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Neste episódio, o professor José Roberto, da sede São Caetano do Sul- SP, foi convidado a compartilhar algumas reflexões filosóficas entre o mito de Prometeu e a obra “A voz do silêncio”. O episódio destaca o simbolismo contido no mito grego, cujo fogo roubado por Prometeu pode ser comparado à capacidade mental do ser humano. De forma semelhante, Helena Blavasky, na obra “A voz do silêncio”, destaca os desafios que o ser humano tem ao lidar com essa ferramenta poderosa - o poder mental -, cuja aplicação ocorre de maneira subaproveitada. Compreender o potencial mental e aprender a desenvolvê-lo é função primordial, a fim de realizar e solucionar problemas de natureza material, moral e espiritual. Aborda-se, ainda, a mente em seu aspecto superior e inferior, cujo esforço em controlar os desejos meramente instintivos, em evitar ideias circulares e em autorregular sentimentos pouco virtuosos, nos conduza a aprender a desenvolver uma consciência humana, com propósito e intencionalidade. A mente, portanto, deve ser uma ferramenta que nos aproxime do nosso autoconhecimento, colaborando com nosso desenvolvimento interior e espiritual. Trata-se de uma verdadeira ponte entre o real e o imaginário, entre os mundos material e espiritual. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Sergei Rachmaninoff - Sinfonia nº2
Neste vídeo, falamos sobre a falta de motivação para treinar e porque isso não significa que és preguiçosa. Com uma abordagem realista e empática, partilhamos estratégias para criar uma relação mais leve e sustentável com o exercício.Se sentes que está na altura de criar uma relação mais livre com o movimento e com o teu corpo, marca a tua 1.ª consulta gratuita na Nutrëncia, aqui.
CAMILO (Espírito). Procura compreender os teus jovens. In: __. Minha família, o mundo e eu. Psicografia de J. Raul Teixeira. Niterói, RJ: Fráter, 2011. cap. 15, p. 131-137. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Fátima Guimarães
Pesquisas arqueológicas em Moçambique estão a mostrar que o país foi uma “zona de charneira” nas movimentaçoes de populações entre a África Austral e a África Oriental na Pré-História. O trabalho está a ser orientado pelo arqueólogo Nuno Bicho que contou à RFI ter encontrado entre “300 ou 400 jazidas arqueológicas com vários períodos”, as mais importantes no Vale do Limpopo, no Vale do Save e junto ao ao Lago Niassa. Nuno Bicho começou as pesquisas arqueológicas em Moçambique há 15 anos. Desde então, o arquólogo da Universidade do Algarve encontrou entre “300 ou 400 jazidas arqueológicas com vários períodos”, nomeadamente no Vale do Limpopo, no Vale do Save e junto ao ao Lago Niassa. “Nós temos várias jazidas arqueológicas que são, digamos, dos últimos 100 mil anos”, ou seja, na Idade da Pedra Lascada, explica o investigador, acrescentando que há um “conjunto alargado de ocupações de várias Idades”. Moçambique é uma peça central para compreender a mobilidade das populações dentro de África e assim ir percebendo melhor o puzzle da evolução humana. Nuno Bicho explica porquê: “A nossa espécie Homo Sapiens aparece há cerca de 300 mil anos em África e move-se no continente africano e, por vezes, saiu do continente africano. Mas do ponto de vista genético, nunca teve resultados evidentes e apenas uma saída de África, da África Oriental, há cerca talvez de 80 mil anos, entre 80 e 60 mil anos, deu resultado para aquilo que somos hoje e espalhou a nossa espécie por todo o mundo. Aquilo que eu, neste momento, estou a tentar perceber, é como é que dentro de África, dentro do espaço do continente africano, se deram essas movimentações que permitiram a saída desse grupo, há cerca de 80 mil anos, para fora de África. Nós sabemos que há principalmente duas áreas muito importantes do ponto de vista de desenvolvimento cultural: uma é a África Austral e a outra é a África Oriental. Nós não sabemos ainda qual é a relação entre as duas e, aparentemente, do ponto de vista genético, parece haver informação que sugere que o grupo que saiu para fora da África veio da África Austral. Portanto, era fundamental perceber-se o que é que acontece entre as duas regiões. Ora, Moçambique é uma das áreas com potencial para se perceber como é que se deu esta mobilidade, esta migração interna ao continente africano e a ligação entre as duas regiões.” Assim, “Moçambique é uma zona de charneira” na conexão de populações que se movimentavam entre a África Austral e a África Oriental na Pré-História. Agora, é preciso perceber quando e como se cruzam. “Vamos proceder a um conjunto de análises, essencialmente de modelação matemática, que juntam os dados que vêm da África Austral com os da África Oriental e tentar perceber exactamente quando e como é que se deu esta passagem entre as duas áreas. Moçambique, naturalmente, estando no meio, é sem dúvida nenhuma, um elemento importante que nos vai permitir perceber esta movimentação e conexão”, acrescenta Nuno Bicho. Nas jazidas arqueológicas de Moçambique encontraram-se materiais dos nossos antepassados porque, geralmente, eram zonas com actividades diárias destes “caçadores-recolectores”. “Aquilo que nós podemos concluir é que muito devido às características dessa cultura material das ferramentas, parece haver uma diferença marcada entre a zona do Niassa e a zona do Save e do Limpopo e, portanto, significa que há áreas de influência cultural que são diferentes. Muito provavelmente do Niassa estão ligadas com Tanzânia e o Malawi (como regiões que se conhecem hoje politicamente), enquanto que as zonas do Save e do Limpopo se encontram mais relacionadas com a África Austral. Isso sabemos. Sabemos que eles utilizavam um conjunto alargado de espécies de animais, não sabemos quais ainda, mas saberemos no futuro através de várias análises. Sabemos que eles utilizavam um conjunto de outras espécies, nomeadamente espécies aquáticas, porque temos um conjunto alargado de conchas de várias espécies nalguns dos sítios arqueológicos. Também sabemos que eles utilizavam a casca dos ovos de avestruz essencialmente por motivos decorativos fazendo contas para colares, etc.” Há três anos o Conselho Europeu de Investigação concedeu uma bolsa de cinco anos ao arqueólogo que promete continuar as pesquisas e a procura de financiamento para prosseguir as pesquisas. Nuno Bicho tem trabalhado, no campo, com alunos de arqueologia da Universidade Eduardo Mondlane. Há artefactos que são tratados nos laboratórios do Departamento de Antropologia e Arqueologia dessa universidade moçambicana, mas há outros que são enviados para Portugal, analisados e depois retornados e depositados na Universidade Eduardo Mondlane. Por enquanto, ainda não é possível fazer tudo em Moçambique. “Não há capacidade financeira para investir em arqueologia, particularmente na Idade da Pedra. Esse é um aspecto. E segundo, a formação ainda é limitada na Universidade Eduardo Mondlane, que é a única universidade que tem arqueologia. Apesar de terem uma licenciatura e haver muitos alunos a terminar todos os anos felizmente - porque isso de facto promove o estudo do património arqueológico e possibilita uma defesa muito relevante - mas depois não tem formações avançadas após a licenciatura. São países externos como Portugal, como a Universidade do Algarve, que permitem fazer esse desenvolvimento. Neste momento, já há perto de meia dúzia de doutorados em Moçambique em Arqueologia. Há 15 anos, quando eu comecei, havia apenas uma pessoa. É muito relevante este trabalho. E não foi só a Universidade do Algarve a fazer isso, há universidades também na Suécia que promovem esse tipo de trabalho. Há vários doutorados na Suécia”, conta Nuno Bicho. O arqueólogo também esteve a pesquisar o mesmo período da evolução humana no Sudão, mas a investigação está, por enquanto, interrompida, no terreno, devido à guerra.
Pesquisas arqueológicas em Moçambique estão a mostrar que o país foi uma “zona de charneira” nas movimentaçoes de populações entre a África Austral e a África Oriental na Pré-História. O trabalho está a ser orientado pelo arqueólogo Nuno Bicho que contou à RFI ter encontrado entre “300 ou 400 jazidas arqueológicas com vários períodos”, as mais importantes no Vale do Limpopo, no Vale do Save e junto ao ao Lago Niassa. Nuno Bicho começou as pesquisas arqueológicas em Moçambique há 15 anos. Desde então, o arquólogo da Universidade do Algarve encontrou entre “300 ou 400 jazidas arqueológicas com vários períodos”, nomeadamente no Vale do Limpopo, no Vale do Save e junto ao ao Lago Niassa. “Nós temos várias jazidas arqueológicas que são, digamos, dos últimos 100 mil anos”, ou seja, na Idade da Pedra Lascada, explica o investigador, acrescentando que há um “conjunto alargado de ocupações de várias Idades”. Moçambique é uma peça central para compreender a mobilidade das populações dentro de África e assim ir percebendo melhor o puzzle da evolução humana. Nuno Bicho explica porquê: “A nossa espécie Homo Sapiens aparece há cerca de 300 mil anos em África e move-se no continente africano e, por vezes, saiu do continente africano. Mas do ponto de vista genético, nunca teve resultados evidentes e apenas uma saída de África, da África Oriental, há cerca talvez de 80 mil anos, entre 80 e 60 mil anos, deu resultado para aquilo que somos hoje e espalhou a nossa espécie por todo o mundo. Aquilo que eu, neste momento, estou a tentar perceber, é como é que dentro de África, dentro do espaço do continente africano, se deram essas movimentações que permitiram a saída desse grupo, há cerca de 80 mil anos, para fora de África. Nós sabemos que há principalmente duas áreas muito importantes do ponto de vista de desenvolvimento cultural: uma é a África Austral e a outra é a África Oriental. Nós não sabemos ainda qual é a relação entre as duas e, aparentemente, do ponto de vista genético, parece haver informação que sugere que o grupo que saiu para fora da África veio da África Austral. Portanto, era fundamental perceber-se o que é que acontece entre as duas regiões. Ora, Moçambique é uma das áreas com potencial para se perceber como é que se deu esta mobilidade, esta migração interna ao continente africano e a ligação entre as duas regiões.” Assim, “Moçambique é uma zona de charneira” na conexão de populações que se movimentavam entre a África Austral e a África Oriental na Pré-História. Agora, é preciso perceber quando e como se cruzam. “Vamos proceder a um conjunto de análises, essencialmente de modelação matemática, que juntam os dados que vêm da África Austral com os da África Oriental e tentar perceber exactamente quando e como é que se deu esta passagem entre as duas áreas. Moçambique, naturalmente, estando no meio, é sem dúvida nenhuma, um elemento importante que nos vai permitir perceber esta movimentação e conexão”, acrescenta Nuno Bicho. Nas jazidas arqueológicas de Moçambique encontraram-se materiais dos nossos antepassados porque, geralmente, eram zonas com actividades diárias destes “caçadores-recolectores”. “Aquilo que nós podemos concluir é que muito devido às características dessa cultura material das ferramentas, parece haver uma diferença marcada entre a zona do Niassa e a zona do Save e do Limpopo e, portanto, significa que há áreas de influência cultural que são diferentes. Muito provavelmente do Niassa estão ligadas com Tanzânia e o Malawi (como regiões que se conhecem hoje politicamente), enquanto que as zonas do Save e do Limpopo se encontram mais relacionadas com a África Austral. Isso sabemos. Sabemos que eles utilizavam um conjunto alargado de espécies de animais, não sabemos quais ainda, mas saberemos no futuro através de várias análises. Sabemos que eles utilizavam um conjunto de outras espécies, nomeadamente espécies aquáticas, porque temos um conjunto alargado de conchas de várias espécies nalguns dos sítios arqueológicos. Também sabemos que eles utilizavam a casca dos ovos de avestruz essencialmente por motivos decorativos fazendo contas para colares, etc.” Há três anos o Conselho Europeu de Investigação concedeu uma bolsa de cinco anos ao arqueólogo que promete continuar as pesquisas e a procura de financiamento para prosseguir as pesquisas. Nuno Bicho tem trabalhado, no campo, com alunos de arqueologia da Universidade Eduardo Mondlane. Há artefactos que são tratados nos laboratórios do Departamento de Antropologia e Arqueologia dessa universidade moçambicana, mas há outros que são enviados para Portugal, analisados e depois retornados e depositados na Universidade Eduardo Mondlane. Por enquanto, ainda não é possível fazer tudo em Moçambique. “Não há capacidade financeira para investir em arqueologia, particularmente na Idade da Pedra. Esse é um aspecto. E segundo, a formação ainda é limitada na Universidade Eduardo Mondlane, que é a única universidade que tem arqueologia. Apesar de terem uma licenciatura e haver muitos alunos a terminar todos os anos felizmente - porque isso de facto promove o estudo do património arqueológico e possibilita uma defesa muito relevante - mas depois não tem formações avançadas após a licenciatura. São países externos como Portugal, como a Universidade do Algarve, que permitem fazer esse desenvolvimento. Neste momento, já há perto de meia dúzia de doutorados em Moçambique em Arqueologia. Há 15 anos, quando eu comecei, havia apenas uma pessoa. É muito relevante este trabalho. E não foi só a Universidade do Algarve a fazer isso, há universidades também na Suécia que promovem esse tipo de trabalho. Há vários doutorados na Suécia”, conta Nuno Bicho. O arqueólogo também esteve a pesquisar o mesmo período da evolução humana no Sudão, mas a investigação está, por enquanto, interrompida, no terreno, devido à guerra.
You may hear the protest chant, “what do we want? Land rights!” —but what does it really mean? Land is at the heart of Aboriginal and Torres Strait Islander identity, culture, and wellbeing. Known as “Country,” it includes land, waterways, skies, and all living things. In this episode of Australia Explained, we explore Indigenous land rights—what they involve, which land is covered, who can make claims, and the impact on First Nations communities. - Pode ouvir-se no cântico de protesto “O que queremos? Direitos à Terra!” Mas o que significa isso na prática? A Terra está no centro da identidade, cultura e bem-estar dos Povos Aborígenes e das Ilhas do Estreito de Torres. Conhecida como Country, esta ligação vai para além do solo. Este é um termo utilizado pelos povos das Primeiras Nações Australianas, para se referirem às Terras, águas e céus aos quais estão ligados por laços ancestrais e origens familiares. Neste episódio da rubrica “Austrália, Tudo Explicado”, refletimos sobre os direitos à Terra dos Povos das Primeiras Nações Australianas. Em que consistem? A que Terras dizem respeito? Quem pode reivindicá-los? De que forma impactam as comunidades das Primeiras Nações Australianas?
Episódio do dia 04/08/2025, com o tema "Conseguimos compreender as melodias dos salmos antigos?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: Conseguimos compreender as melodias dos salmos antigos? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como você lida com os psicopatas?E os narcisistas?Não conhece nenhum?????Pense bem...
Você sabe quais chakras ativam os seus dons mediúnicos? Neste episódio do Ecotrimcast, Marcello Cotrim revela a relação profunda entre os centros energéticos do seu corpo e os fenômenos espirituais que você manifesta — como incorporação, clarividência, telepatia, cura e muito mais.Uma verdadeira aula aberta para quem busca:Entender como cada chakra influencia um tipo de mediunidade;Praticar o desenvolvimento espiritual no dia a dia, sem depender de centros religiosos;Compreender que a mediunidade é natural, autêntica e parte da essência humana;Acessar seus dons com autonomia e segurança energética;Cuidar de si e de quem ama com responsabilidade espiritual.Marcello ainda explica como preparar energeticamente o ambiente, proteger seus filhos e animais de estimação, além de apresentar um convite muito especial: o curso Portal Mediúnico, um laboratório prático para quem quer dominar e expandir sua mediunidade com liberdade e lucidez.Dê o play e sinta sua consciência se expandir.
The representation of Indigenous Australians in media has historically been shaped by stereotypes and exclusion, but this is gradually changing. Indigenous platforms like National Indigenous Television (NITV) and social media are breaking barriers, empowering First Nations voices, and fostering a more inclusive understanding of Australia's diverse cultural identity. Learning about these changes offers valuable insight into the country's true history, its ongoing journey toward equity, and the rich cultures that form the foundation of modern Australia. Understanding Indigenous perspectives is also an important step toward respectful connection and shared belonging. - A representação dos Australianos Indígenas nos meios de comunicação foi, historicamente, moldada por estereótipos e pela exclusão, mas isso está a mudar gradualmente. Plataformas indígenas, como a National Indigenous Television (NITV), e as redes sociais estão a quebrar barreiras, a dar voz aos Povos das Primeiras Nações Australianas e a promover uma compreensão mais inclusiva da identidade cultural diversa da Austrália. Compreender estas mudanças oferece uma visão valiosa da verdadeira história do país, da sua jornada contínua rumo à equidade, bem como da riqueza cultural que está na base da Austrália moderna. Compreender as perspetivas indígenas é também um passo importante na construção de um sentido de pertença comum.
Sermão para a Festa da Santíssima TrindadePadre Leonardo Carvalho, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, Brasília.Trecho do sermão:(...)Não pense que cada pessoa da Santíssima Trindade tem uma vontade e uma inteligência e que elas se acordam ou que são idênticas.Não, trata-se de uma só vontade, uma só inteligência e um só agir.Quando as pessoas da Santíssima Trindade agem fora delas mesmas, na criação, por exemplo, é Deus que age, ou seja, todas agem.Por isso, apesar de atribuirmos as obras da criação ao Pai, por exemplo, não éo Pai que cria sozinho, mas é Deus quem faz, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.O Filho criou o mundo, o Pai e o Espírito Santo também criaram o mundo.Como se diz no relato da criação, em Gênesis, Deus disse, façamos o homem a nossa imagem e semelhança.Ou seja, uma pluralidade, façamos, porém, logo depois, se diz, Deus criou o homem a sua imagem. Três pessoas, um só Deus, um só agir. É Deus quem age na criação, Pai, Filho e Espírito Santo. Uma só inteligência, uma só vontade, um só agir, um só Deus em três pessoas. Um Deus em três pessoas realmente distintas.Um Deus infinito, eterno, todo-poderoso, infinitamente bom, perfeito, onipresente e onisciente. Igualmente três pessoas, eternas, onipotentes, infinitas, perfeitas, onipresentes, oniscientes e infinitamente boas.Bendita seja a Santíssima Trindade e quão admirável é a indivisível Trindade.Impenetráveis são os seus desígnios, por isso querer compreender o tamanho do mistério é perda de tempo. Da nossa parte é importante buscar essa admiração.Eu digo buscar e ver porque nós nunca compreenderemos esse mistério. Mesmo no céu, nós veremos sem compreender, admiraremos sem entender completamente. Compreender a Santíssima Trindade é se tornar Deus, porque só Deus pode se compreender. A Santíssima Trindade é mais para crer e admirar do que qualquer outra coisa. (...)Padre Leonardo Carvalho, 15/06/2025.Ouça o sermão completo e compartilhe
#Após a independência do país, as classes dominantes tiveram que enfrentar o problema crucial da construção do Estado. Compreender o tipo de Estado que foi construído no Brasil, seu conteúdo de classe social, bem como as relações do aparelho estatal com a sociedade.#RadioComPelotas #CriticaRevolucionária #SambaPolitica Assista ao vivo no canal do youtube e facebook @radiocompelotas ou pelo FM 104.5 /
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
As fontes focam-se na Teoria da Carga Cognitiva de John Sweller, realçando a sua influência na psicologia da educação e a alteração da compreensão da aprendizagem. Exploram a relação intrínseca entre memória e aprendizagem, defendendo que a memória de longo prazo é crucial para o raciocínio inteligente, e distinguem o conhecimento biologicamente primário do secundário, salientando a necessidade de instrução explícita para este último. Além disso, as fontes abordam os princípios práticos da teoria da carga cognitiva, como o efeito do exemplo trabalhado e da redundância, e sublinham a importância de gerir a carga cognitiva para otimizar a aquisição de novos conhecimentos. Por fim, salientam o desafio de determinar o momento ideal para a transição da instrução guiada para a resolução autónoma de problemas, um ponto-chave para a investigação futura.
“Jesus respondeu: — Agora você não entende o que estou fazendo, porém mais tarde vai entender!” João 13:7 NTLH Em Deus é necessário compreender ou confiar?Quando tomamos uma vacina, podemos não entender seu princípio ativo, mas confiamos na prescrição e indicação médica e nos sujeitamos a dor da dose tomada, por crer em toda proteção que está por vir. Em nossa vida estamos sujeito a passar por dores e desconfortos, que insistimos em querer saber o “porque” de viver o que vivemos, deixando de acreditar e confiar no “para que” Deus permitiu que acontecesse.Tempos difíceis fazem pessoas fortes e preparadas para viverem de forma fácil!Que sua confiança em Deus seja maior que a dor da incompreensão do processo, que o faz, ser uma pessoa mais forte e preparada para enfrentá-lo. Pensamento do dia:É possível compreender os planos de Deus sem vivê-los?Oração: Senhor, nos ajude a confiar em ti e que tens controle total sobre a nossa vida, não permita que o medo domine a nossa fé de o melhor sempre está por vir.Em nome de Jesus, Amém!Que você tenha hoje um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #EuConfioNoSenhor#omelhorestaporvir#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
O nosso lugar no universo e como chegamos até aqui. Este é o assunto da entrevista que Francisco Sena Santos faz com o conceituado astrofísico português Rui Agostinho.
Você já parou para se perguntar por que algumas pessoas despertam em nós sentimentos tão intensos de aversão ou até mesmo ódio, enquanto outras passam despercebidas? A resposta para esse fenômeno fascinante pode estar profundamente enraizada no funcionamento do nosso cérebro e nos mecanismos da neurociência que regem nossas emoções e comportamentos sociais. O ódio não é apenas uma emoção; ele é um reflexo complexo de como nosso cérebro interpreta ameaças, diferenças e até mesmo questões relacionadas à nossa identidade pessoal e grupal. Compreender por que amamos odiar certas pessoas é uma oportunidade de autoconhecimento e, ao mesmo tempo, uma chance de entender melhor como interagimos com o mundo ao nosso redor. Do ponto de vista da neurociência, o ódio ativa regiões específicas do cérebro que também estão associadas ao amor, mostrando como essas emoções podem ser mais interligadas do que imaginamos. Além disso, fatores como experiências passadas, nossas crenças e até mesmo a necessidade de pertencer a um grupo social podem influenciar a maneira como criamos antipatia ou rejeição por determinadas pessoas. Descubra como gatilhos emocionais, traços de personalidade e até questões culturais moldam essa dinâmica complexa. Entender esse processo pode ajudar a reduzir conflitos, melhorar suas relações interpessoais e proporcionar uma visão mais empática sobre as emoções humanas. O ódio pode ser usado como um mecanismo de defesa? Ele serve para reforçar nossa identidade ou proteger nossos valores? Essa questão é ainda mais intrigante quando percebemos que odiar alguém pode, muitas vezes, ser um reflexo de aspectos internos que projetamos nos outros. Afinal, o que isso revela sobre nós mesmos? Ao explorar esse tema, você poderá enxergar como nossos preconceitos inconscientes e nossas reações emocionais podem ser treinados e moldados para que vivamos com mais equilíbrio e inteligência emocional.
Leitura Bíblica Do Dia: 2 Coríntios 11:1-4, 12-15 Plano De Leitura Anual: : Gênesis 23–24; Mateus 7 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O burburinho deu lugar a um silêncio tranquilo e o líder do clube do livro começou a resumir o enredo da obra que o grupo discutiria. Minha amiga Joana ouvia com atenção, mas não reconheceu nenhum ponto da história. Finalmente ela percebeu que havia lido outro livro, com o título parecido. Apesar de ter gostado bastante do livro “errado”, ela não pôde juntar-se aos colegas na conversa sobre o livro “certo”. O apóstolo Paulo não queria que os cristãos de Corinto acreditassem em um Jesus “errado”. Ele os alertou quanto aos falsos mestres que haviam se infiltrado na igreja e que apresentavam um outro “Jesus”, uma mentira que vários tinham aceitado (2 CORÍNTIOS 11:3-4). Paulo expôs a heresia destes mestres mentirosos. Ele já havia apresentado a verdade sobre Jesus, segundo as Escrituras, na sua outra carta a essa igreja: Jesus foi o Messias que “morreu por nossos pecados […] ressuscitou no terceiro dia […] [apareceu] aos Doze” e, finalmente, ao próprio Paulo (1 CORÍNTIOS 15:3-8). Jesus veio à Terra por uma virgem chamada Maria e foi chamado Emanuel (Deus conosco), para afirmar Sua natureza divina (MATEUS 1:20-23). Este é o Jesus que você conhece? Compreender e aceitar a verdade escrita na Bíblia sobre Ele nos assegura de estarmos no caminho espiritual que leva ao Céu. Por: Jennifer Benson Schuldt
Ele é doutor em neurociência, fundador do Instituto de Psicologia Baseada em Evidências e da Clínica BeHealth, criador do Reservatório de Dopamina que conta com mais de 180 mil assinantes e veio ensinar um pouco do que sabe no Kiwicast. O nome dele é Eslen Delanogare e ele conversou com a gente sobre: -O que é neurociência e como ela atua na humanidade -Compreender a neurociência nos faz evoluir? -Mudando de ambiência para mudar de vida -Como transformar paixões em negócios -A criação do Reservatório de Dopamina -Os estágios de maturidade de um negócio -Qual é o cenário atual da psicologia -Revelando conteúdos que você encontra no Reservatório de Dopamina E muito mais! Quer saber tudo o que o Eslen Delanogare disse pra gente? Dá o play no Kiwicast de hoje. E conta pra gente nos comentários o maior insight que você tirou do episódio. Nosso Instagram é @Kiwify
Temas deste episódio: o que levou á vitória de Trump? (até 4'), o que falhou na estratégia de Kamala (4'), ajuda à Ucrânia em claro risco (8'), Kamala fugiu dos temas económicos, mesmo quando os dados eram bons (11'), o novo caminho dos democratas (14'), a classe trabalhadora mudou para Trump (18'), o problema da incumbência (21'), bom resultado nas intercalares 2022 foi um falso positivo para os democratas? (23'), Trump vai mesmo fazer uma deportação em massa? (26'), como distinguir os 'imigrantes bons' dos 'imigrantes maus'? (32'), haverá mesmo uma 'national abortion ban'? (34'), as primeiras escolhas (37').
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Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
Ricardo Carvalho volta à Prova Oral para conversar sobre o novo livro "Como Compreender o Mundo Através da Arquitetura", e a arquitetura nas cidades.
A série “Cuidado Olhinho Com o Que Vê” continua a explorar temas fundamentais sobre a pureza e as consequências das escolhas na vida cristã. Na terceira mensagem, o foco é nas graves consequências da pornografia. Esta prática não apenas afeta a vida espiritual, mas também traz destruição emocional, relacional e até mesmo física. Compreender o impacto profundo da pornografia é essencial para evitar suas armadilhas e viver em santidade, conforme a vontade de Deus. A mensagem destaca como a pornografia vicia, gera culpa e vergonha, e provoca sérios danos nos relacionamentos, podendo até levar à morte espiritual. São apresentados os custos altos tanto da pureza quanto da impureza, mostrando que cada escolha tem suas consequências inevitáveis. Se você busca entender melhor os perigos da pornografia e encontrar formas de vencer este grande mal, essa mensagem oferece uma visão clara e direta, encorajando você a tomar decisões conscientes e firmes para viver uma vida de integridade e pureza. --- Ministração do Pr. Sabá Liberal nos Cultos de Celebração de 18 de agosto de 2024. Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
Nesta aula, resumimos como aplicar os sete Princípios Herméticos, que oferecem uma poderosa sabedoria para a transformação da nossa realidade. Cada princípio serve como uma ferramenta para moldar nossa vida de acordo com nossos desejos mais profundos. 1) Mentalismo: Tudo começa na mente; nossos pensamentos moldam nossa realidade. 2) Correspondência: O que está dentro se reflete no exterior; cultivamos o que queremos ver no mundo. 3) Vibração: Tudo vibra; nossas emoções atraem experiências que correspondem às suas frequências. 4) Polaridade: A dualidade é parte da vida; cada desafio traz consigo uma lição valiosa. 5) Ritmo: A vida tem fluxos e refluxos; é essencial aprender a navegar por esses ciclos. 6) Causa e Efeito: Nada acontece por acaso; nossos pensamentos e ações são sementes que plantamos em nossa vida. 7) Gênero: A interação das energias masculinas e femininas cria nossa realidade; devemos harmonizar essas energias para manifestar nossos desejos. Compreender e aplicar esses princípios nos permite não apenas experimentar a vida passivamente, mas criar uma realidade alinhada com os desejos de nossa alma. O universo é mental, e nós somos os mestres de nossas mentes. A verdadeira transformação começa de dentro para fora.
Neste episódio, continuamos a explorar os princípios herméticos, focando no princípio do ritmo. Esse princípio ensina que tudo está sujeito a um movimento cíclico, como um pêndulo oscilando entre extremos. Ele controla os padrões de criação e dissolução na vida, mostrando que mudanças são constantes e imutáveis. Entender e aceitar esses ciclos nos ajuda a navegar pelas oscilações da vida sem resistência, permitindo-nos alcançar nossos objetivos e manter uma estabilidade emocional. O princípio do ritmo é interconectado com outros princípios herméticos, como o da correspondência e da vibração. Identificar os padrões em nossa vida nos permite fluir com eles, evitando resistências que podem causar estresse. Por exemplo, momentos de sucesso e de desafios seguem ciclos naturais. Compreender isso nos ajuda a manter uma mentalidade equilibrada e a usar os momentos de baixa para recarregar e reorganizar. A lei do ritmo também é evidente nas transições naturais, como as estações do ano, as fases da lua e o batimento cardíaco. Reconhecer que nada é permanente nos ajuda a lidar com as flutuações, aproveitando os altos e usando os baixos como oportunidades de aprendizado e crescimento. No plano pessoal, o princípio do ritmo nos ensina a não sermos excessivamente afetados pelas oscilações emocionais e a manter uma atitude mental positiva. Adotar uma perspectiva de gratidão e objetividade nos permite navegar melhor pelas mudanças, transformando desafios em oportunidades de evolução. Finalmente, é importante entender que a lei do ritmo, junto com os outros princípios herméticos, oferece uma visão abrangente para viver de forma mais consciente e harmoniosa, aceitando as oscilações naturais da vida como parte do processo de crescimento e desenvolvimento pessoal.
Assine o Café Co Leite em https://podcastcafecomleite.com.br Neste episódio, Bárbara e Babica tratam de um sentimento muito importante: o medo. O medo pode ser um sinal de que estamos fazendo algo importante. Ele nos mantém alertas e nos prepara para agir. Compreender isso e saber como lidar com o medo nos torna mais fortes e mais preparados para enfrentar desafios.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desde a sessão inaugural da Academia Brasileira de Letras, apresentada por Machado de Assis em 20 de julho de 1897, mais de 250 escritores, poetas e intelectuais já ocuparam as 40 cadeiras mais célebres da cultura brasileira. Entre tantos gênios que se tornaram imortais, nenhum indígena até a última sexta-feira. Em uma cerimônia histórica, Aílton Krenak assumiu a cadeira número 5 da ABL – que já foi ocupada por Oswaldo Cruz e Rachel de Queiróz. “É uma esperança de que a nossa sociedade esteja melhorando a percepção sobre sua própria diversidade”, diz o novo imortal. Como liderança indígena, ele foi um dos protagonistas da luta dos povos tradicionais por direitos na Assembleia Constituinte. Como poeta e filósofo, Krenak assina mais de uma dezena de obras que versam sobre a relação da humanidade com os elementos da natureza, com a ancestralidade perdida e com a necessidade de – como diz em um de seus livros – buscar formas de adiar o fim do mundo: “Compreender o organismo da Terra, com sua magnifica potência de vida, é pacificar nossa fúria por consumo”.
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Joana Marques contribui para um novo êxito musical de Luciana Abreu.
Assine o Café Brasil em https://mundocafebrasil.com Mentimos, mentimos, mentimos, por várias razões: ganho pessoal, proteção emocional, ou simplesmente por hábito. Detectar mentiras é desafiador por causa dos sinais ambíguos. Compreender as motivações por trás das mentiras é crucial para promover relações honestas e identificar quando alguém precisa de apoio psicológico, especialmente no caso de mentirosos patológicos. Você conhece algum?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cafezinho 579 – Não creia em seus olhos O comercial da VW que mostra Elis Regina fazendo um dueto com sua filha Maria Rita está viralizando e emocionando muita gente. É a IA, que ainda está em seus primeiros passos, mostrando a que vem. Logo mais você poderá entrar numa espécie de Netflix e assistir a TopGun com você no lugar o Tom Cruise ou da da Kelly McGilles. E vai ficar perfeito. É uma maravilha. Pois é. Mas... Se em meu livro Merdades e Ventiras eu já tratava sobre como ficou mais complicado não ser enganado pela mídia, isso será praticamente impossível com a IA. Nenhuma imagem, vídeo ou áudio pode ser considerada real sem uma cuidadosa avaliação. E logo mais será impossível, mesmo para técnicos, dizer o que é verdade e o que é mentira. Como vamos fazer? Teremos de usar nossa inteligência, a capacidade de não só ENTENDER o que vemos e lemos, mas COMPREENDER. Quando você compreende, fica mais fácil perceber que Carlos Drummond de Andrade jamais escreveria aqueles versos. Abraham Lincoln jamais diria aquela frase. Cristiano Ronaldo jamais faria aquele gesto. O Papa jamais usaria aquela roupa. Para ficar no cinema: No filme "Matrix", se você entende a trama básica em que os humanos estão presos em uma realidade simulada e conseguem escapar para lutar contra as máquinas, então você entende o filme. Porém, se você compreende as metáforas e os questionamentos filosóficos abordados no filme, como a natureza da realidade e a busca pela liberdade, e consegue relacioná-los a questões do mundo real, então você está compreendendo o filme. Em "O Poderoso Chefão", se você entende a história de uma família de mafiosos e acompanha os eventos do enredo, então você entende o filme. Mas se você compreende as complexidades dos personagens, suas motivações e as nuances do poder e da lealdade retratadas, e consegue refletir sobre as temáticas morais e sociais abordadas no filme, então você está compreendendo o filme. “Compreender” vai além de apenas acompanhar a história ou os eventos de um filme. Ler um texto ou apreciar uma imagem. Compreender envolve a capacidade de interpretar simbolismos, refletir sobre temáticas mais profundas e extrair significados mais amplos. Sacou? Você não poderá mais confiar em seus olhos e ouvidos. Quem vai mandar será sua capacidade cognitiva. Que depende de uma mente sadia. Por isso é bom escolher com ainda mais cuidado qual tipo de alimento você anda dando para ela.