Deputy of Brazilian parliament
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (15):A Polícia Federal oficializou a troca do delegado responsável por chefiar as investigações sobre desvios bilionários no INSS, uma das frentes mais sensíveis do combate à corrupção previdenciária no país. A mudança na cúpula do inquérito ocorre em um momento crítico e gerou reação imediata no Congresso Nacional, onde a oposição fala em perseguição e questiona os critérios técnicos da substituição.Eduardo se pronunciou oficialmente sobre as recentes controvérsias envolvendo a produção do filme biográfico de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Rebatendo as suspeitas levantadas por setores da oposição, o parlamentar foi enfático ao afirmar que “não tem nada de irregular” no financiamento ou na execução do projeto.O volume de procedimentos de fiscalização da Receita Federal voltados a autoridades e agentes públicos registrou uma redução drástica, operando atualmente com menos da metade da capacidade observada no passado recente. Dados divulgados pela Receita revelam uma queda de 54% em relação a 2019, ano em que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a suspensão de uma força-tarefa do Fisco que investigava movimentações financeiras de figuras dos Três Poderes. Lideranças do Centrão e partidos da direita iniciaram articulações intensas para viabilizar uma nova chapa feminina à Presidência da República, composta pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e pela senadora Tereza Cristina. A movimentação surge como uma tentativa de consolidar uma alternativa moderada e de forte apelo popular, buscando unir o voto conservador evangélico à força do agronegócio. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assinou o requerimento para a abertura da CPMI do Banco Master, invertendo o ônus da investigação sobre a base governista. Ao oficializar o apoio à comissão, o parlamentar passou a cobrar publicamente o posicionamento da esquerda, desafiando aliados do Planalto a também assinarem o documento. A estratégia visa neutralizar narrativas de que a oposição temeria as apurações, transferindo a pressão política para o governo.Romeu Zema (Novo), foi formalmente denunciado pela PGR por calúnia após desferir duras críticas à atuação do Ministro Gilmar Mendes. A ação judicial baseia-se em declarações recentes do presidenciável, que questionaram a imparcialidade e o alcance das decisões vindas da capital federal. O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que não participará de debates ou eventos políticos que contem com a presença de Renan Santos, uma das principais lideranças do partido Missão. A decisão marca um novo capítulo na fragmentação da direita brasileira, com o parlamentar justificando que não pretende dar palanque a quem, segundo ele, atua para dividir o campo conservador. Em meio a questionamentos sobre a gestão financeira e a organização da obra, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro esclareceu que sua participação no filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é estritamente institucional, reforçando que cedeu apenas os direitos de imagem da família para a viabilização do longa-metragem, sem envolvimento direto nas decisões da produtora.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (08): O presidente Lula (PT) se reuniu com o presidente Donald Trump (Partido Republicano) na Casa Branca, em Washington, em um encontro que durou cerca de três horas. A conversa teve como foco temas ligados ao comércio, tarifas e minerais críticos, incluindo terras raras. Apesar das discussões entre os dois líderes, a reunião terminou sem acordos finais definidos. Assuntos como PCC, Comando Vermelho e a investigação americana sobre o Pix ficaram fora da pauta oficial. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após reunião realizada nesta quinta-feira (7) na Casa Branca, em Washington. Trump afirmou que Lula é “um bom homem” e “um cara inteligente” e classificou o encontro como “muito bom”. Trump já havia comentado o encontro na rede social Truth Social, onde afirmou que novas conversas entre representantes dos dois países estão previstas para avançar em pontos considerados estratégicos. A líder do PP no Senado, Tereza Cristina (MS), defendeu que sejam investigadas as suspeitas de pagamentos do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao presidente do partido, Ciro Nogueira (PI). A senadora afirmou não ter lido os documentos da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (07), mas destacou que todas as denúncias precisam ser apuradas. Ao mesmo tempo, Tereza Cristina ressaltou que Ciro Nogueira deve ter direito à ampla defesa e não pode ser julgado antes da conclusão das investigações. O Palácio do Planalto orientou ministros do governo a evitarem comentários públicos sobre a operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI). A estratégia do governo é impedir que o avanço das investigações seja interpretado como uma retaliação ao centrão após a derrota da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal no plenário do Senado. Ciro Nogueira é um dos principais nomes do centrão e preside, ao lado de Antônio Rueda, a Federação União Progressista. A operação da Polícia Federal contra o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira, colocou as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) em estado de alerta. Nos bastidores, aliados relatam clima de incerteza e suspensão de conversas políticas até que os desdobramentos do caso Banco Master fiquem mais claros. O receio é que adversários usem o episódio para associar os pré-candidatos ao escândalo. O PP é aliado das duas campanhas e participava das articulações para compor as chapas. O evento que oficializaria o apoio a Tarcísio foi cancelado temporariamente, enquanto no grupo de Flávio Bolsonaro integrantes do partido seguem envolvidos nas discussões sobre a escolha do vice. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta quinta-feira (07) que uma colaboração premiada precisa ser “séria e efetiva” para produzir efeitos. A declaração foi divulgada após reportagens indicarem que o ministro teria sinalizado aos advogados do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que não pretende homologar os atuais termos da proposta de delação apresentada à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal. Em nota, Mendonça afirmou que ainda não teve acesso ao conteúdo entregue pela defesa, mas reforçou que a colaboração premiada é um direito do investigado e deve trazer resultados concretos. O ministro também destacou que as investigações sobre o caso Master continuarão normalmente, independentemente de eventuais delações. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (15): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso um projeto de lei que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A proposta prevê dois dias de descanso remunerado sem redução salarial, passando para o modelo 5x2. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial e ainda precisa ser analisado pelo Legislativo. O senador Weverton Rocha apresentou relatório favorável à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O AGU será sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça no dia 29 de abril, mesma data em que o plenário do Senado deve votar a nomeação. Para ser aprovado, ele precisa de ao menos 41 votos favoráveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar possíveis interferências em eleições internacionais. Durante a declaração, Lula ironizou a atuação do líder norte-americano ao citar episódios recentes envolvendo processos eleitorais em outros países, como a Hungria. Após cinco horas de discussão, a CPI do Crime Organizado rejeitou o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento de ministros do STF e do procurador-geral da República. O texto foi derrotado por 6 votos a 4, após uma articulação governista que substituiu integrantes da comissão pouco antes da votação. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista o senador Rogério Carvalho (PT-SP), membro da CPI. O grupo do senador Flávio Bolsonaro trabalha com o prazo até junho para definir o candidato a vice em sua chapa à Presidência. A tendência é que a vaga fique com o Progressistas (PP), que testa nomes em pesquisas internas por cerca de 60 dias. Entre os perfis avaliados estão as deputadas Simone Marquetto e Clarissa Tércio, além de lideranças como Romeu Zema e Tereza Cristina. A estratégia busca identificar o nome com maior potencial eleitoral e capacidade de ampliar o alcance da candidatura. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) indica um cenário de empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno das eleições de 2026. Flávio aparece com 42% das intenções de voto, contra 40% de Lula, marcando a primeira vez em que o parlamentar supera numericamente o atual presidente no levantamento. O deputado federal Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, convidou Ciro Gomes para disputar a Presidência da República pelo partido nas eleições de outubro. O convite foi feito durante reunião nacional da sigla em Brasília, com apoio de lideranças como Marconi Perillo. Aécio afirmou que o cenário eleitoral ainda está em aberto e defendeu a necessidade de um novo ciclo de reformas no país. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito contra o senador e pré-candidato, Flávio Bolsonaro, (PL-RJ) por suposta calúnia contra o presidente Lula (PT). A decisão foi publicada na segunda-feira (13). Em publicação nas redes sociais, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro associou imagens do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de Lula, com o seguinte texto: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas” Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra um cenário de forte divisão entre os eleitores brasileiros. Segundo o levantamento, 43% afirmam ter mais medo da volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% dizem temer a continuidade do governo Lula. Outros 6% declaram receio de ambos os cenários, evidenciando um ambiente político polarizado no país. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta sexta-feira (10), o destaque foi que às vésperas de uma nova rodada de negociações intermediada pelo Paquistão, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ameaças diretas. Enquanto Donald Trump exige a abertura total e definitiva do Estreito de Ormuz, Teerã condiciona a trégua ao fim dos ataques ao Líbano e à retirada de tropas americanas. O presidente Donald Trump disparou um novo ultimato para autoridades do Irã: caso Teerã não aceitar os termos da reunião em Islamabad nesta sexta-feira (10), os EUA usarão armas capazes de "dizimação completa”. O governo do Irã divulgou um balanço trágico nesta sexta-feira (10/04/2026), afirmando que mais de 3 mil pessoas morreram nos recentes confrontos com Israel e forças dos EUA. A bancada avalia a crise humanitária na região e os próximos capítulos do conflito no Oriente Médio. O ministro Gilmar Mendes disparou contra a política fluminense durante julgamento no STF, afirmando que mais de 30 deputados da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) recebiam "mesada" do jogo do bicho, segundo dados da Polícia Federal. O ministro Edson Fachin ressaltou a pluralidade do STF ao comentar as divergências sobre o modelo de eleição para o mandato-tampão no governo do Rio de Janeiro após a saída de Cláudio Castro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou os acenos à ex-ministra Tereza Cristina (PP-MS), chamando-a de "sonho de consumo" para compor sua vice na disputa presidencial. A estratégia busca blindar o apoio do agronegócio e atrair o eleitorado feminino e moderado. O empresário Maurício Camisotti fechou um acordo de delação premiada e promete revelar detalhes sobre o esquema de fraudes e desvios que lesou milhares de aposentados e pensionistas do INSS. O presidente do PSD, Gilberto Kassab, subiu o tom contra a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmando que para governar o Brasil a "experiência é fundamental". A fala é vista como um movimento para pavimentar o caminho de Ronaldo Caiado (PSD-GO), isolando o clã Bolsonaro. O Ministério da Fazenda anunciou o Projeto MIT (Mutual Interdiction Team), uma parceria inédita entre a Receita Federal e a agência de fronteiras dos EUA (CBP). O objetivo é o rastreamento em tempo real de armas e drogas, utilizando o sistema Desarma. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (10): Israel aceitou iniciar negociações com o Líbano após pedido de Donald Trump. O presidente dos EUA solicitou a redução dos ataques e abertura de diálogo. O foco das conversas é o desarmamento do Hezbollah. A articulação ocorreu após contato direto entre os líderes. O empresário Maurício Camisotti firmou delação premiada e admitiu irregularidades no INSS. Preso desde setembro, ele é apontado como operador do esquema. A investigação apura fraudes em descontos de aposentadorias. O caso envolve a Operação Sem Desconto. Ron DeSantis sancionou lei que permite classificar grupos como terroristas na Flórida. A medida autoriza dissolução de organizações e bloqueio de recursos. Estudantes que apoiem esses grupos podem ser expulsos. A legislação levanta debate sobre liberdade de expressão. Lula e Hugo Motta divergem sobre o fim da escala 6x1. O governo defende tramitação via Projeto de Lei. Já Motta prefere o avanço por meio de PEC. O impasse revela desalinhamento entre Executivo e Legislativo. O STF suspendeu julgamento sobre o futuro político do Rio após pedido de vista de Flávio Dino. O placar parcial é favorável a eleições indiretas. A decisão depende de análise do TSE. Ricardo Couto de Castro segue como governador interino. Flávio Bolsonaro afirmou que Tereza Cristina é um “sonho de consumo” para vice. A declaração ocorreu durante evento agropecuário em Campo Grande. O senador articula sua pré-candidatura à Presidência. A fala sinaliza movimentações na direita. O Irã manteve restrições ao Estreito de Ormuz, reduzindo o tráfego marítimo. A medida ocorre após anúncio de uma nova fase do conflito. Na prática, navios enfrentam dificuldades para atravessar a rota. O bloqueio pressiona o mercado global de energia. O premiê da Groenlândia reagiu a críticas de Donald Trump. Jens-Frederik Nielsen defendeu a soberania e a organização do país. A resposta veio após Trump chamar a ilha de mal administrada. O episódio elevou a tensão diplomática. EUA e Irã preparam negociações no Paquistão em meio a cessar-fogo frágil. O encontro ocorre sob risco de escalada no Oriente Médio. O Irã exige o fim de ataques ao Hezbollah. Paralelamente, Israel e Líbano também negociam. Davi Alcolumbre marcou para 30 de abril a análise de veto de Lula. O tema envolve penas dos atos de 8 de janeiro. A decisão pode impactar condenados. O debate deve mobilizar Congresso e oposição. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta sexta-feira (10): O Partido Liberal (PL) precisou entrar em campo para agir como "mãe" e tentar apartar a confusão pública entre duas das suas maiores estrelas: os deputados Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira. As trocas de farpas recentes entre os parlamentares acenderam o alerta máximo na cúpula do partido, que agora exige um basta para evitar um racha desnecessário na direita. O repórter Marco Viana entra ao vivo, direto de Brasília, para trazer todos os detalhes e os bastidores dessa intervenção política que tenta forçar um "abraço de paz" entre os dois aliados. O senador Flávio Bolsonaro (PL) abriu o jogo e confirmou o nome de sua preferência para compor a chapa na disputa pela Presidência nas eleições de outubro. A escolhida é a senadora e ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina, definida por Flávio como o seu verdadeiro "sonho de consumo". A declaração foi feita durante a abertura da 86ª Expogrande, em Campo Grande (MS), reforçando a busca pelo apoio m do agronegócio. O Morning Show aborda os bastidores da política paulista e a expulsão do prefeito de São Caetano do Sul, Tite Campanella, do Partido Liberal (PL). A decisão ocorreu após Campanella proferir um discurso na Câmara de Vereadores de São Caetano em que criticava abertamente a atuação dos três senadores que representam o estado de São Paulo: Marcos Pontes, Mara Gabrilli e Giordano. Após a expulsão, o prefeito revelou que já recebeu um convite do governador Tarcísio de Freitas para se filiar ao partido Republicanos, indicando os próximos passos de sua carreira política. O repórter David Diogo, direto da capital paulista, detalha as recentes declarações de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. Kassab rechaçou publicamente os rumores de que o partido estaria articulando um apoio à possível candidatura de Fernando Haddad (PT) ao Palácio dos Bandeirantes. Nesta sexta-feira (10) acontece um dos momentos mais tensos e aguardados da exploração espacial recente: o retorno dos quatro astronautas da missão Artemis II à Terra. Após o sucesso das observações na órbita lunar, a tripulação se prepara para enfrentar os desafios extremos da reentrada na atmosfera terrestre, com previsão de amerissar em segurança nas águas da costa da Califórnia. Para explicar a complexidade dessa manobra e os grandes riscos envolvidos nesta etapa crítica da viagem, o programa recebe o especialista em astronáutica Pedro Pallotta. O Morning Show repercute o desabafo de Daniel Cady, ex-marido de Ivete Sangalo, que falou pela primeira vez após o fim do casamento de 18 anos. O nutricionista definiu a relação como uma "injeção de aprendizado" e teceu elogios à cantora, destacando que o término ocorreu de forma amigável. A bancada debate os impactos de uma separação madura, especialmente para os filhos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira os destaques do Jornal da Manhã dessa terça-feira (07): O Comando Militar do Irã afirmou que as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, são “ilusórias” e não compensam a “humilhação” sofrida pelo país no Oriente Médio. A declaração foi feita em pronunciamento na TV estatal nesta segunda-feira (06). O porta-voz iraniano criticou duramente as falas do líder americano e elevou o tom da tensão entre os países. A definição do vice na chapa de Flávio Bolsonaro tem gerado divisão entre aliados. Entre os nomes citados estão a senadora Tereza Cristina e o governador Romeu Zema. A escolha ocorre em meio às articulações políticas para as eleições de 2026. O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divergem sobre a indicação de nomes para a disputa ao Senado. Ao menos quatro nomes estão na disputa pela vaga. A definição ocorre em meio às articulações da direita para as eleições. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro publicou um vídeo em que usa o atrito com Nikolas Ferreira como gancho para pedir apoio de brasileiros que vivem no exterior. Na gravação, ele destaca o peso desses eleitores nas eleições de 2026 e afirma que milhões de brasileiros fora do país podem influenciar o resultado. Eduardo também relembra o resultado apertado da eleição presidencial de 2022. O Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida autorizou a liquidante do Banco Master, a EFB Regimes Especiais de Empresas, a vasculhar bens da instituição no exterior. Em decisão, o juiz Scott Grossman manteve 24 dos 28 requerimentos feitos pela EFB entre 29 de janeiro e 19 de fevereiro deste ano para realizar intimações a galerias de arte, varejistas de luxo e casas de leilão, além do banqueiro Daniel Vorcaro, para a produção de provas. O governo do Irã levantou suspeitas sobre uma operação dos Estados Unidos para resgatar um piloto, sugerindo que a ação pode ter sido uma fachada para roubar urânio enriquecido. Segundo o porta-voz Esmail Baqai, há inconsistências na versão apresentada pelos americanos. Paraná Pesquisas aponta que 84,7% dos eleitores aprovam a gestão do ex-governador Ronaldo Caiado. Segundo os dados, 35% classificam o governo como “ótimo” e 39,5% como “bom”. Outros 16,4% consideram a administração “regular”, enquanto os índices de desaprovação permanecem baixos, em 13,2%. Os astronautas da missão Artemis II concluíram suas observações da superfície lunar e já se preparam para retornar à Terra. A tripulação da cápsula Orion ficou cerca de 40 minutos sem comunicação ao passar pelo lado oculto da Lua. Durante esse período, os astronautas testemunharam o pôr e o nascer do sol no espaço. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã com declarações contundentes nas redes sociais. Em publicação, ele afirmou que uma “civilização inteira” pode morrer, elevando o tom da crise. Trump também mencionou a possibilidade de uma mudança de regime no país. A fala aumenta a tensão no cenário internacional. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que não recebeu convite para ser vice de Flávio Bolsonaro e descartou qualquer interesse na posição. Em nota, o pré-candidato declarou que manterá sua candidatura à Presidência até o fim. Zema também destacou que a união da direita deve ocorrer apenas em um eventual segundo turno. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O homem conhece o lado oculto da lua / Trump ameaça destruir o Irã esta noite / Tereza Cristina pode ser a vice de Flávio Bolsonaro / Esses são assuntos em destaque na edição de hoje do Jornal do Boris
No 3 em 1 desta quinta-feira (02), o destaque foi o presidente Lula que subiu o tom contra o governo de Donald Trump ao defender o Pix como uma conquista soberana do Brasil. Após os EUA classificarem o sistema como uma "barreira comercial" que prejudica operadoras de cartão estadunidenses, o petista afirmou na Bahia que o programa não sofrerá alterações. O programa 3 em 1 analisa o aniversário de um ano do tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump, que taxou 185 nações. Os comentaristas debatem se a medida foi efetiva para os EUA ou se gerou inflação e perda de espaço para a China. Além disso, a polêmica envolvendo as críticas americanas ao PIX e o impacto político dessa agenda nas eleições brasileiras. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, intensifica a busca por um vice para Flávio Bolsonaro em 2026. Enquanto o nome de Ronaldo Caiado perde força devido às suas próprias pretensões presidenciais, a senadora Tereza Cristina surge como a favorita para atrair o voto feminino e do agronegócio. O 3 em 1 repercute a entrevista exclusiva de Ronaldo Caiado à Jovem Pan, onde o pré-candidato afirma com convicção que o atual presidente Lula será derrotado no segundo turno de 2026. Os comentaristas debatem a confiança do governador de Goiás e as manobras do PSD. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a saída de Pam Bondi do cargo de Procuradora-Geral. A decisão ocorre em um momento de alta tensão, com rumores de frustração de Trump sobre a condução de processos e pressões envolvendo o caso Epstein. O 3 em 1 analisa como essa troca no comando da Justiça estadunidense, com a entrada de Todd Blanche, pode impactar as investigações e a estabilidade da Casa Branca. O programa 3 em 1 detalha o racha diplomático entre Emmanuel Macron e Donald Trump sobre o conflito no Oriente Médio. Enquanto o governo estadunidense planeja ações no Estreito de Ormuz, a França classifica a medida como ineficaz. Os comentaristas debatem as ameaças mútuas entre EUA e Irã, o esgarçamento das relações na OTAN e o perigo de uma nova corrida armamentista nuclear. O vice-presidente Geraldo Alckmin endureceu o discurso contra grupos que, segundo ele, flertam com o autoritarismo. Em evento oficial, Alckmin afirmou que quem defende a ditadura não deveria sequer participar do processo eleitoral. O governo Lula pagou apenas 0,6% das emendas parlamentares previstas para o primeiro semestre de 2026, totalizando pouco mais de R$102 milhões de um montante de R$17,3 bilhões. A retenção desses recursos acende o alerta no Congresso Nacional e pode travar a pauta de votações do Executivo. O senador Carlos Viana oficializou a sua ida ao PSD, enquanto Eliziane Gama migra para o PT após a consolidação de Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência da República. O 3 em 1 debate como essas trocas de partidos, envolvendo nomes de peso como Rodrigo Pacheco e Mateus Simões, impactam as estratégias do governo e da oposição para as próximas disputas nas urnas. Uma nova pesquisa Atlas Intel/Arko Advice revela que o presidente Lula lidera o ranking de rejeição política com 50,6%, seguido por Flávio Bolsonaro, 24%, e Jair Bolsonaro, 16,3%. O 3 em 1 debate o impacto desses números na governabilidade e como a alta resistência ao nome do atual mandatário pode moldar as alianças da oposição. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ex-governador de Minas Gerais pode ajudar filho do ex-presidente a conquistar maior colégio eleitoral; senadora é apoiada pelo agro.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Zema#TerezaCristina#FlavioBolsonaro#Eleições2026#PolíticaBrasileira#DireitaUnida#BastidoresDoPoder#MinasGerais#Agronegócio#PodcastDePolítica
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (20):A possível delação de Daniel Vorcaro já provoca apreensão nos três poderes. Interlocutores do Judiciário, do Congresso e do governo admitem preocupação com o que o banqueiro pode revelar. O acordo avança após assinatura de termo de confidencialidade com a PGR e a Polícia Federal. Aliados do ministro André Mendonça afirmam que o relator do caso Master não aceitará uma delação parcial de Daniel Vorcaro. Segundo interlocutores, ele pretende investigar todos os envolvidos, inclusive ministros, e rejeita transformar o processo em um espetáculo. O caso aumenta a tensão no STF. O governo Lula demonstra preocupação com possíveis delações envolvendo o caso Banco Master e fraudes no INSS. Investigações da Polícia Federal apontam conexões com políticos e empresários, aumentando a tensão nos bastidores de Brasília. O avanço dos acordos pode ampliar o alcance das apurações. A legislação endurecida pelo pacote anticrime pode impedir que Daniel Vorcaro omita nomes em um eventual acordo de delação premiada. Especialistas apontam que qualquer tentativa de esconder informações ou fazer exigências pode comprometer os benefícios e até inviabilizar o acordo. O caso Master segue sob forte atenção das autoridades. O ministro André Mendonça afirmou que o papel de um juiz não é ser “estrela”, mas agir com responsabilidade e discrição. A declaração foi feita durante evento no Rio de Janeiro e repercutiu nos bastidores do STF, onde o magistrado é visto como contraponto a posturas mais expostas na Corte. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que a senadora Tereza Cristina não pretende ser vice em uma eventual chapa com Flávio Bolsonaro. Segundo ele, a ex-ministra quer seguir no Senado, enquanto o partido articula alianças para montar uma chapa competitiva. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (17):Ministros do Supremo Tribunal Federal discutem a criação de um código de conduta interno em meio à pressão do caso Banco Master e às citações envolvendo Daniel Vorcaro. A proposta levanta críticas por permitir que os próprios magistrados definam as regras que irão seguir. O senador Carlos Viana afirmou que mensagens enviadas por Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes teriam sido direcionadas a um número funcional do Supremo Tribunal Federal. A informação levanta questionamentos sobre o uso do telefone oficial e levou o parlamentar a defender o afastamento para investigação do caso. O Partido dos Trabalhadores mudou a estratégia e passou a associar o caso Banco Master ao governo de Jair Bolsonaro. A movimentação marca uma ofensiva eleitoral diante do avanço das investigações e da disputa política. A Polícia Federal apontou que Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, teria recebido cerca de R$ 4 milhões em um esquema de descontos ilegais. As investigações também indicam envolvimento de outras autoridades. Caminhoneiros de diferentes estados articulam uma possível paralisação nacional após a alta do diesel, impulsionada pela escalada de conflitos no Oriente Médio. A mobilização pode ocorrer nos próximos dias e preocupa o setor de transportes.O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, defendeu o nome de Tereza Cristina como vice ideal para Flávio Bolsonaro em 2026. A decisão, porém, ainda depende de articulações políticas. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Convidado: Fernando Abrucio, cientista político, professor da FGV-EAESP e comentarista da GloboNews. Então candidato de oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT) surpreendeu o mundo político ao anunciar o convite para que Geraldo Alckmin (PSB) fosse o vice-presidente na chapa que concorreria nas eleições de 2022. O ex-tucano e adversário histórico do PT topou, e a estratégia deu certo: a dobradinha Lula-Alckmin se apresentou ao eleitor como representante de uma frente ampla e venceu a eleição. Quatro anos depois, presidente e vice demonstram ter excelente relação e trocam elogios em público, mas nada garante que a parceria irá se repetir na urna. Lula dá sinais de que a vaga está aberta para negociações com partidos de centro, como o MDB. O objetivo é ampliar alianças, conquistar mais palanques estaduais e municipais e aumentar o tempo de propaganda eleitoral. Na oposição, a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro se consolida como a mais competitiva, de acordo com as pesquisas mais recentes. E já circulam especulações de potenciais candidatos a vice. Os mais citados são Romeu Zema, governador de Minas Gerais, do Novo, e Tereza Cristina, senadora pelo Mato Grosso do Sul, do PP. Para analisar a viabilidade de todas as estratégias eleitorais em jogo, Natuza Nery recebe o cientista político Fernando Abrucio. Ele, que é professor da FGV-EAESP e comentarista da GloboNews, comenta a situação de Geraldo Alckmin no governo e o que Lula busca nas conversas com partidos de centro; e avalia os nomes em torno de Flávio Bolsonaro.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (11):A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um novo pedido de prisão domiciliar com base em relatório médico que aponta agravamento do quadro de saúde e necessidade de tratamento especializado fora da Papuda. O caso volta ao Supremo Tribunal Federal, que deve ouvir a Procuradoria-Geral da República antes de decidir. A Polícia Federal quebrou a criptografia do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e encontrou mensagens que indicam pressão de uma autoridade da República para liberação de pagamentos. O material será enviado ao STF e à Procuradoria-Geral da República, aumentando a expectativa sobre possíveis desdobramentos políticos e jurídicos do caso em Brasília. Nova pesquisa Genial/Quaest sobre a eleição presidencial mostra o presidente Lula na liderança tanto no primeiro quanto no segundo turno, mas com redução da vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro. O levantamento indica cenário mais competitivo para 2026 e levanta debate sobre economia, segurança pública e desgaste do governo. Nos bastidores da direita, três nomes aparecem como possíveis candidatos a vice na chapa de Flávio Bolsonaro para a eleição presidencial de 2026. O plano A seria o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Na sequência aparecem a senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, e o deputado federal Guilherme Derrite. Uma nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas mostra que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera todos os cenários de primeiro turno na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. O levantamento compara o desempenho do atual governador contra nomes como Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), indicando vantagem ampla de Tarcísio nas intenções de voto. O senador Renan Calheiros afirmou que o Senado pretende colaborar com as investigações sobre o Banco Master e deverá ter acesso às informações do caso. A declaração reacende o debate sobre transparência, sigilo e responsabilização nas apurações que envolvem o sistema financeiro e possíveis irregularidades. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Levantamento do Paraná Pesquisas indica que o presidente Lula lidera o primeiro turno da eleição de 2026, com 37,6% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, que soma 27,8%. Ratinho Júnior aparece com 9% e Ciro Gomes com 7,9%. A pesquisa foi realizada entre 18 e 22 de dezembro, após a oficialização de Flávio como pré-candidato pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.No segundo turno, a vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro caiu para 3,1 pontos percentuais, configurando empate técnico dentro da margem de erro. O presidente também aparece em situação semelhante contra outros nomes da oposição, enquanto registra maior vantagem em um confronto com Tereza Cristina. Segundo o instituto, o voto conservador tende a se concentrar em Flávio Bolsonaro, e Lula mostra sinais de ter atingido um teto próximo a 37% no primeiro turno.
O Fala Carlão Especial de Sábado conversou com Jovelino Mineiro, pecuarista; Helen Jachinto, conselheira; Ana Paula Packer, conselheira; Roberto Rodrigues, enviado especial da Agricultura para a COP30; Ingo Ploger, presidente da Abag; Tereza Cristina, senadora e próxima presidente do COSAG; e Jacyr Costa Filho, atual presidente do COSAG, durante a última reunião do ano do COSAG, na FIESP.O encontro reuniu, de forma extraordinária, o Conselho Superior do Agronegócio, o Conselho Superior de Desenvolvimento Sustentável, o Conselho Superior de Economia e o Conselho Superior de Comércio Exterior, ampliando o diálogo entre diferentes áreas estratégicas do país.A reunião reforçou a integração entre produção, sustentabilidade, economia e comércio exterior, com foco em alinhamento institucional e construção de agendas conjuntas para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.
En Équateur, plusieurs membres de la famille de Daniel Noboa, dont son père, sont accusés d'être impliqués dans le trafic de drogue. Si le pays n'est pas producteur de cocaïne, il est, en revanche, le premier exportateur mondial de cette substance, ainsi que de bananes. Or, bien souvent, la cocaïne est cachée dans les conteneurs transportant ces fruits. Ces dernières semaines, plusieurs enquêtes journalistiques, dont une publiée au début du mois, ont mis en lumière des liens entre l'entreprise familiale du président conservateur au pouvoir depuis 2023 et ce trafic illégal. 700 kilos de cocaïne auraient été saisis dans des chargements de Noboa Trading, depuis 2020. Le président et ses proches nient toute responsabilité. Mais l'affaire révèle les contradictions entre les ambitions en matière de sécurité affichées par le dirigeant équatorien et les intérêts économiques de l'entreprise familiale. C'est un dossier de Melissa Barra de la rédaction en espagnol de RFI, avec Justine Fontaine. En Haïti, la fin du CPT provoque des remous Comme tous les jeudis, nous faisons le point sur l'actualité haïtienne avec notre confrère Frantz Duval, rédacteur en chef du Nouvelliste. Le Conseil présidentiel de transition a présenté ses vœux de fin d'année hier (mercredi 17 décembre 2025) devant les diplomates en poste à Port-au-Prince. Si le président du Conseil a loué l'action accomplie ces derniers mois, affirmant qu'elle avait permis de maintenir l'administration publique debout, l'ambassadeur du Canada a appelé à faire plus, et souligné que le statu quo n'était pas une option. Le diplomate a également rappelé que le mandat du CPT devrait se terminer le 7 février 2026, comme prévu. «Il n'est pas le seul à le dire ces derniers temps», précise Frantz Duval. «À chaque fois, les membres du Conseil présidentiel de transition s'offusquent. Mais cette indignation n'a aucune suite», fait remarquer le journaliste. Les attaques des gangs restent quotidiennes. Ces dernières heures, ils ont incendié des camions à l'entrée de la commune d'Arcahaie. «C'est une façon de dire qu'ils contrôlent les routes et qu'ils ont la mainmise sur ce qui circule dans le pays», décrypte Frantz Duval (Le Nouvelliste). Dernière actualité en Haïti, après la soupe joumou ou le konpa qui ont fait leur entrée au patrimoine mondial de l'Unesco, les autorités veulent mettre en valeur les «vèvè», ces «dessins mystiques et religieux» qui sont vraiment très importants dans le pays, explique Frantz Duval. «C'est une très vieille tradition qui remonte aux premiers habitants de l'île», précise le journaliste. Les vèvè sont des «signes très puissants» qui «figurent même sur le maillot de l'équipe de football d'Haïti». Quand Jair Bolsonaro va-t-il sortir de prison ? Mercredi (17 décembre 2025), le Congrès brésilien a adopté une proposition de loi visant à réduire la peine de prison de l'ancien président. C'est un «pas crucial vers la révision de sa condamnation», estime le quotidien argentin Infobae. Mais il reste encore du chemin à parcourir : le président brésilien peut opposer son veto à ce texte qui «permet des réductions de peine et un passage plus rapide à un régime carcéral moins strict», comme le détaille le journal. Et c'est bien ce qu'il compte faire, selon Folha de Sao Paulo. Mais ce veto, il peut, à son tour, être annulé par le Congrès. Et une fois promulguée, cette loi peut encore faire l'objet de recours devant le Tribunal suprême fédéral, la plus haute instance du pouvoir judiciaire du pays, précise Infobae. Selon O'Globo, Jair Bolsonaro sortira de prison au plus tard début 2029. Mais tous les journaux ne font pas le même calcul. Jair Bolsonaro a été condamné à 27 ans de prison en septembre 2025, pour tentative de coup d'État. Une peine qu'il ne purgera pas dans sa totalité. Avec les remises de peine, il devrait faire environ six ans de prison, selon O'Globo. Maintenant, si cette loi est appliquée, il ne ferait que deux à quatre ans de prison. Calcul difficile à faire car cela dépend de la manière dont la loi sera interprétée. La législation brésilienne prévoit également que le temps consacré aux études, au travail et même à la lecture permet de raccourcir la sentence. O'Globo nous apprend que lire un livre, c'est quatre jours de prison en moins, à condition quand même d'avoir fait une fiche de lecture. Après des mois de tractations, les partisans de Jair Bolsonaro ont réussi leur pari. Enfin pas tout à fait car ils voulaient obtenir l'amnistie totale pour tous les émeutiers du 8 janvier 2023, afin de «pacifier et de réconcilier la nation», explique Folha. Ils ont, donc, dû revoir leurs ambitions à la baisse. Jair Bolsonaro et ses acolytes ne verront «que» leurs peines réduites. «Le Congrès a corrigé les excès du pouvoir judiciaire», s'est tout de même réjoui Tereza Cristina, la cheffe du Parti populaire au Sénat, rapporte le journal. Au Chili, des frictions entre l'ancien et le nouveau président Au Chili désormais, La Tercera nous apprend que le nouveau président commence déjà à énerver la gauche. «Lundi (15 décembre 2025), lors d'une réunion avec les partis de sa coalition, Gabriel Boric a reconnu que la droite avait réussi à imposer le récit selon lequel son gouvernement a mal géré les questions de sécurité» et cela le contrarie, raconte le quotidien chilien. Il s'efforce, donc, de rétablir sa vérité, à savoir que sous son mandat, la situation a été «stabilisée». Pas besoin d'un «gouvernement d'urgence», comme l'annonce le nouveau président, José Antonio Kast. Des élus de gauche montent au créneau pour faire passer le message. Dans les colonnes du journal, plusieurs d'entre eux affirment ainsi que le Chili va bien, qu'il a retrouvé «la stabilité démocratique, économique et sociale» ou bien encore que José Antonio Kast, avec son futur gouvernement d'urgence, commence déjà à menacer les institutions et la démocratie. Bref, au Chili, le camp Boric se prépare déjà à être dans l'opposition. José Antonio Kast, lui aussi, s'active. Il dévoilera la liste des membres de son gouvernement le 15 janvier 2026, indique La Tercera. Le journal de la 1ère 16.000, c'est le nombre d'airbags Takata qui seraient encore en circulation en Guadeloupe.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou nesta quarta-feira, 15, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) em razão de declarações dela sobre as eleições de 2026. A parlamentar, que foi ministra da Agricultura no governo Bolsonaro, disse o seguinte ao jornal O Globo ao ser questionada sobre a intenção de Eduardo de concorrer à presidência e as críticas que o deputado tem feito a outros possíveis candidatos: “O melhor era que estivéssemos todos unidos em torno de um nome para as próximas eleições, mas eu acho que ainda tem tempo.[...] O melhor dos mundos é que a direita sente e discuta o nome viável, porque não adianta colocar alguém que não tenha viabilidade.”Eduardo Bolsonaro não curtiu a declaração de Tereza Cristina e escreveu no X:“Senadora Tereza Cristina, acho interessante que você diga que as pesquisas colocam o Ratinho Júnior como viável e diga, na mesma entrevista, que eu não sou viável, mesmo que as pesquisas mostrem o inverso oposto.Assim, fica parecendo que seu conceito de viabilidade é aquele que se enquadra no seu interesse pessoal. Longe de mim acusar você de agir apenas visando seus interesses pessoais, afinal, sabemos bem que você é bem capaz de representar interesses pessoais alheios, desde que sejam os interesses das grandes capitais do país, mas é o que fica parecendo [...].”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (16): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente o Congresso Nacional, afirmando que o Legislativo “nunca teve a qualidade de baixo nível que tem agora”. A declaração, direcionada à extrema-direita eleita em 2022, gerou forte reação da oposição e aumentou o desgaste na relação entre os Poderes. Enquanto aliados tentam conter a crise, o presidente da Câmara preferiu evitar polêmicas, mas saiu em defesa dos parlamentares. Reportagem: Paulo Édson Fiore. O Tribunal de Contas da União aceitou o recurso da Advocacia-Geral da União e suspendeu a exigência de que o governo federal busque o déficit zero em 2025. A decisão monocrática do ministro Benjamin Zymler representa alívio para o Executivo, evitando, ao menos temporariamente, o risco de bloqueio adicional de até R$ 31 bilhões no Orçamento deste ano. Reportagem: Igor Damasceno. O deputado federal Eduardo Bolsonaro criticou a senadora Tereza Cristina em suas redes sociais, afirmando que ela atua em prol dos “interesses dos grandes capitais”. As declarações foram feitas em resposta a comentários da congressista sobre a disputa presidencial de 2026. Reportagem: Beatriz Manfredini. O presidente venezuelano Nicolás Maduro acusou os Estados Unidos de promoverem “golpes de Estado da CIA” após Donald Trump confirmar que autorizou operações secretas da agência na Venezuela. Segundo o New York Times, as missões incluíam ações letais contra o governo venezuelano. Trump confirmou que havia dado autorizações para missões na Venezuela, mas se recusou a responder a uma pergunta sobre se os agentes de inteligência receberam permissão para eliminar Maduro. Reportagem: Pedro Tritto. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, sugeriu uma pausa mais longa nas altas tarifas sobre produtos chineses, em troca de Pequim adiar seu plano recentemente anunciado de impor limites mais rígidos às terras-raras. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Cobertura do Fala Carlão para o Canal do Boi, direto da reunião de setembro do COSAG (Conselho Superior do Agronegócio da FIESP).O encontro reuniu grandes lideranças do setor e da política nacional, como o embaixador Rubens Barbosa, Carlos Augustin (Presidente do Conselho de Administração da Embrapa), o deputado estadual Itamar Borges, Chiquinho Maturro (Presidente Executivo da Rede ILPF), a senadora Tereza Cristina, Jacyr Costa Filho (Presidente do COSAG) e Jaime Verruck (Secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do MS).A principal pauta foi o impacto do chamado tarifaço contra o Brasil, que ameaça a competitividade do agronegócio nacional no cenário global. Além disso, foi apresentada a proposta do programa Caminho Verde, com R$ 30 bilhões em financiamentos para práticas sustentáveis, e discutidas as relações diplomáticas com os Estados Unidos.Foi um encontro estratégico que mostrou como decisões internacionais influenciam diretamente o futuro do setor e reforçou a necessidade de união e inovação do agro brasileiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou e o Itamaraty acionou a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas, investigações e medidas com vistas à aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, como resposta ao tarifaço de 50% que atinge setores e produtos brasileiros. "A Lei dá mecanismos para que o Brasil se defenda e responda à altura ataques comerciais de outros países. Lula sancionou essa lei ainda neste governo, liderada pela senadora Tereza Cristina, que é bolsonarista e foi ministra da Agricultura do governo Bolsonaro - portanto, não é uma questão de oposição e governo. É equivalente à Sessão 301 que os EUA usam contra seus parceiros comerciais para investigar abusos nessas relações. A nossa Lei também vale em casos de defesa do interessa nacional. Camex tem de ouvir os ministérios relacionados, levantar os problemas, e usar a Lei. É uma forma de pressão para tentar o diálogo", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou e o Itamaraty acionou a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas, investigações e medidas com vistas à aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, como resposta ao tarifaço de 50% que atinge setores e produtos brasileiros. "A Lei dá mecanismos para que o Brasil se defenda e responda à altura ataques comerciais de outros países. Lula sancionou essa lei ainda neste governo, liderada pela senadora Tereza Cristina, que é bolsonarista e foi ministra da Agricultura do governo Bolsonaro - portanto, não é uma questão de oposição e governo. É equivalente à Sessão 301 que os EUA usam contra seus parceiros comerciais para investigar abusos nessas relações. A nossa Lei também vale em casos de defesa do interessa nacional. Camex tem de ouvir os ministérios relacionados, levantar os problemas, e usar a Lei. É uma forma de pressão para tentar o diálogo", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Senado definiu nesta quinta-feira os nomes de oito parlamentares integrantes do grupo de congressistas que irá aos Estados Unidos ainda neste mês para tentar uma negociação sobre a tarifa de 50% a ser imposta pelo governo americano a produtos importados do Brasil a partir de 1º de agosto. Em entrevista à Rádio Eldorado, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que estará na comitiva, criticou o que chamou de “inércia do governo brasileiro” nas negociações, apesar de o governo americano não ter respondido a uma carta enviada há dois meses pedindo uma negociação. Ex-ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro, ela também foi questionada sobre a atuação do ex-presidente e do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro na pressão para que o presidente Donald Trump condicionasse a derrubada das tarifas ao fim do processo contra Bolsonaro por golpe de Estado. Tereza Cristina apontou Bolsonaro como “injustiçado”, mas disse que a comitiva vai procurar mostrar aos americanos que “os Poderes têm independência” no Brasil. Ela indicou ser favorável, pelo menos, a uma tentativa de adiar a entrada em vigor da nova tarifa. A entrevista da parlamentar foi concedida antes que se tivesse conhecimento de uma operação da Polícia Federal realizada hoje contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele terá que usar tornozeleira eletrônica e cumprir outras medidas restritivas por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Frigoríficos brasileiros estão reavaliando os envios de carne bovina aos Estados Unidos. Já há suspensão de exportações, após o anúncio do presidente Donald Trump, na semana passada, de uma tarifa de 50% sobre o produto brasileiro, informou a Associação Brasileira de Carne Bovina (Abiec) na última terça-feira (15). Os EUA são o segundo maior destino da carne bovina do Brasil, atrás apenas da China. A decisão de suspender embarques foi motivada pela notícia de que frigoríficos de Mato Grosso do Sul paralisaram a produção voltada ao mercado americano, para evitar excesso de estoque. Segundo o setor, a nova tarifa torna as exportações inviáveis. “As indústrias, de fato, reduziram bastante a produção voltada aos Estados Unidos. Essa é a realidade. Estamos um pouco apreensivos quanto ao que pode acontecer”, afirma a Abiec. Liderança do agro brasileiro no Senado e ex-ministra da agricultura, a senadora Tereza Cristina cobrou agilidade do governo federal nas negociações com os Estados Unidos pela redução das tarifas. Ela destaca as investigações dos norte-americanos contra supostas irregularidades comerciais dos brasileiros como forma de prejudicar ainda mais a economia brasileira.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (30/05/2025): A equipe econômica trabalha com a proposta de manter as novas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) neste ano e negociar medidas alternativas apenas para 2026. Essa opção foi levantada tanto em reuniões com representantes do setor privado quanto no encontro do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), na quarta-feira. Motta afirmou ontem que, nessa reunião, “ficou combinado” que o governo terá dez dias para apresentar ao Congresso um “plano alternativo” ao aumento do IOF. Na visão de Motta, tal plano deve ser duradouro e “evitar gambiarras tributárias só para aumentar a arrecadação, prejudicando o País”. Motta pediu a presença do presidente Lula nas discussões. E mais: Economia: Tarifaço de Trump vira guerra judicial nos EUA Política: Bolsonaro quis saber se era possível contestar eleições, afirma ex-AGU Internacional: Netanyahu aceita trégua dos EUA; Hamas exige alteração da proposta Metrópole: Emendas ao licenciamento afrouxam preservação, diz frente ambientalista Esportes: João Fonseca se emociona após nova vitória em ParisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A chamada Lei da Reciprocidade Comercial , sancionada recentemente, permite ao governo adotar contramedidas em relação a países ou blocos econômicos — como os Estados Unidos e a União Europeia — que criarem medidas de restrição às exportações brasileiras. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) foi a relatora do projeto que deu origem à lei ( PL 2.088/2023) , quando estava em discussão no Senado. Em entrevista à jornalista Carla Benevidades, da TV Senado, Tereza Cristina disse que a nova lei traz proteção ao Brasil, mas espera que a medida não precise ser implementada, pois acredita que o primeiro passo é negociar diante das oportunidades trazidas pelos parceiros comerciais. Ouça.
Em comemoração ao mês das mulheres, o Camada 8 traz um episódio especial feito só por mulheres. Nossa convidada é a Tereza Cristina Carvalho, professora doutora na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), referência em Tecnologia e Sustentabilidade.A professora Tereza fala sobre computação verde e sobre os desafios de tornar data centers, sistemas computacionais, infraestruturas e protocolos de redes mais eficientes, para assim minimizar o impacto ambiental do setor de TI. Além disso, ela apresentou os projetos que coordena, o Laboratório de Sustentabilidade (LaSSu-USP) e o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (CEDIR-USP) que promovem a redução do lixo eletrônico e práticas mais ecológicas.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!#Camada8 #greennetwork #RedesVerdes #greencomputing #sustentabilidade #TIverde #greenIT #lixoeletronico #Internet #Infraestrutura #RedesParticipantes:Tuany Oguro Tabosa (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/tuanytabosa/Fernanda Machado (Host) - Assistente de Redes do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/fernanda-machado-3587b9202/Tereza Cristina Carvalho (Convidada) - Professora doutora na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) - terezacarvalho@usp.br https://www.linkedin.com/in/tereza-cristina-carvalho-1273b82a/Links citados:IX Fórum Fortaleza: https://fortaleza.forum.ix.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/IX Fórum Regional Edição Sul: https://regional.forum.ix.br/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Cetic.br: https://cetic.br/LASSU - Laboratório de Sustentabilidade: https://www.lassu.usp.br/ LASSU LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/laborat%C3%B3rio-de-sustentabilidade-pcs-ep-usp-/Livro Sustentabilidade: conexões entre o indivíduo, a cidade e o planeta: https://lassu.usp.br/wp-content/uploads/livros/2023-sustentabilidade/#/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://www.twitter.com/comunicbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado debateu no começo de dezembro a ampliação e modernização do seguro rural. A audiência também discutiu o PL 2.951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina, que propõe a criação de um fundo privado de seguro rural com recursos públicos e privados para cobrir riscos extraordinários.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no governo de Jair Bolsonaro, considerou apenas “protocolar” a retratação do Carrefour após a direção do grupo francês ter criticado a qualidade da carne brasileira. Em entrevista à Rádio Eldorado, ela declarou apoio a uma iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de entrar com uma ação na União Europeia contra o Carrefour e outras empresas francesas. “Tem que ir para cima”, afirmou. Para Tereza Cristina, o contexto da mais recente polêmica é uma campanha de agricultores e políticos franceses contra um acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) defendeu a liberação de linhas de crédito para pecuaristas e agricultores que foram atingidos pelos incêndios. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, os prejuízos com as queimadas registradas de junho a agosto somam R$14,7 bilhões. O levantamento se refere à produção de cana-de-açúcar e bovinos de corte, além da qualidade do solo. Tereza Cristina citou que as pastagens foram destruídas pelo fogo e que algumas culturas correm o risco de não serem plantadas nesse período, em razão da falta de chuvas. HÉRICA CRISTIAN tem informações direto do Senado Federal.
Brasil é o maior consumidor de bioinsumos no mundo. Nigéria abre mercado para bovinos e bubalinos para reprodução do Brasil. Isenção tributária para farelo e óleo de milho beneficiará setor agrícola, aponta senadora Tereza Cristina. Análise: piora relação de troca do farelo de soja para o pecuarista. Agrotempo: Sul do Brasil se prepara para chegada de temperaturas negativas.
A Senadora Tereza Cristina fala sobre as conquistas do Agro no Congresso e sobre os Desafios para 2024.
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Organizações ambientalistas alertam que o Projeto de Lei 2.159, aprovado na Câmara em 2021, pode ter a votação pautada no Senado a qualquer momento. O PL, apresentado na época do governo de Jair Bolsonaro, foi apelidado de ‘a mãe de todas as boiadas' por promover a flexibilização generalizada dos licenciamentos ambientais no país. O Observatório do Clima e o Instituto Socioambiental (ISA) alertam, em documento divulgado à imprensa nesta terça (29), que o texto atende aos interesses de dois dos lobbies mais poderosos do Congresso, o ruralista e o da indústria. A ex-ministra de Bolsonaro e atual senadora Tereza Cristina é relatora do projeto.“Nunca antes na história desse processo houve um texto tão ruim. Ele privilegia a não licença, tem uma lista grande de isenções, com redações genéricas, e privilegia o autolicenciamento, na forma da ‘Licença por Adesão e Compromisso' (LAC)”, comentou Suely Araújo, ex-presidente do Ibama e uma das maiores especialistas na legislação ambiental do país.Na versão atual, o PL 2.159 dispensa o licenciamento ambiental rigoroso para uma série de empreendimentos, inclusive agropecuários e os relacionados “à manutenção e ao melhoramento da infraestrutura preexistente”. Caberia a estados e municípios definirem quando o processo seria necessário – e mesmo aqueles projetos que continuarem sujeitos a verificações, teriam o procedimento flexibilizado.“A grande maioria, daria para dizer 98% a 99% do licenciamento ambiental, seria transformado em um documento autodeclaratório, sem análise humana e sem análise prévia por parte do órgão ambiental, em que o empreendedor apresenta essa autodeclaração e a licença é obtida de forma automática. Ou seja, licenciamento não é”, resume o consultor jurídico do ISA Maurício Guetta.Garimpo e mineração Uma das atividades que mais se beneficiariam da aprovação do texto no Senado seria a mineração, inclusive o garimpo. “Na grande maioria das vezes, o garimpo já não é considerado uma atividade de significativo impacto ambiental, e ele vai ter ainda menos cuidado. Um estudo publicado pelo ISA aponta que 86% dos empreendimentos minerários e suas barragens de rejeitos em Minas Gerais passariam a poder ser licenciados via Licença por Adesão e Compromisso', ou seja, automática, gerando a ampliação dos riscos da proliferação de novos desastres e impactos sobre as pessoas”, adverte Guetta.O PL também facilitaria a regularização a posteriori de empreendimentos realizados sem licença – o que, na prática, significaria um incentivo a projetos irregulares desde o começo.“É um pacote completo, um texto que eu considero que implode com mais de 40 anos de experiência de licenciamento ambiental no país – que é a principal ferramenta de prevenção de danos da política nacional do meio ambiente. É certo que a gente precisa racionalizar, organizar, gerenciar os processos de licenciamento. Mas acabar com ele, como é a proposta, seria voltar no tempo em que as crianças nasciam sem cérebro em Cubatão porque a poluição não tinha controle”, compara Suely Araújo, especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima. PAC 'verde'? Atualmente, o PL tramita em duas comissões do Senado – Meio Ambiente e Agricultura. A esperança dos ambientalistas é que os pontos mais críticos do documento possam ser retirados ou modificados, por meio de emendas apresentadas pelos próprios senadores. Mas o risco é que, no contexto do Novo PAC, programa de investimentos do governo federal que resultará em milhares de obras pelo país, o texto passe sem as mudanças desejadas.A preocupação é grande porque a Casa Civil já demonstrou a intenção de “aperfeiçoar o ambiente regulatório e do licenciamento ambiental” para não emperrar as futuras obras do PAC. A nova versão do Programa de Aceleração do Crescimento se vende como ‘verde' – mas não atenderá a esse compromisso se o PL 2.159 passar como está.“Não sabemos exatamente o nível de conflito interno no Executivo, mas sabemos que, certamente, o conflito existe. Se tudo der certo e nós conseguirmos melhorias no Senado, o texto volta para a Câmara”, afirma Araújo. “De qualquer forma, é esperado que o presidente Lula tenha que vetar alguns dispositivos no licenciamento. Eu não acredito em veto integral numa lei desse tipo, porque está entre as demandas do PAC a aprovação da lei. Então os vetos serão pontuais, o que é preocupante.”A expectativa das organizações é de que o projeto de lei seja levado à votação ainda neste semestre.
Nesta semana, a senadora e ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina, rebateu a fala da ministra Marina Silva realizada durante uma audiência pública na Câmara. Isso porque a ministra do Meio Ambiente disse que o agro era 'ogro'negócio. O uso do termo causou revolta no setor e houve, inclusive, questionamentos sobre a imagem que representantes do governo Lula estão apresentando ao mundo. Confira os dados sobre o agro que refutam essa afirmação de Marina Silva e a análise do cientista político Christian Lohbauer.
Fernando de Barros e Silva, José Roberto de Toledo e Thais Bilenky comentam a primeira pesquisa de intenção de votos para presidente, a campanha dos bolsonaristas para desacreditar os institutos de pesquisas e o embate religioso nos discursos políticos. O programa fala ainda das primeiras alianças de Bolsonaro e Lula com governadores e ex-candidatos à Presidência, faz um balanço da campanha na primeira semana do segundo turno e analisa a guinada à direita do Congresso Nacional eleito. Escalada: 00:00 1º bloco: 04:31 2º bloco: 24:10 3º bloco: 35:25 Kinder Ovo: 46:55 Correio Elegante: 48:58 Créditos: 55:02 Bloco 1: O peso das pesquisas A pesquisa Ipec divulgada nesta quarta-feira mostrou Lula com 55% dos votos válidos e Bolsonaro com 45%. Na simulação anterior de cenário de 2º turno, divulgada na véspera da votação do 1º turno, Lula tinha 52% das intenções de voto, e Bolsonaro, 37%. Desde o encerramento das apurações, as pesquisas eleitorais vêm sofrendo uma série de ataques, inclusive institucionais. Bloco 2: Em busca de aliados À procura de alianças, representantes das campanhas de Lula e Bolsonaro vêm se encontrando com líderes de partidos, governadores e senadores eleitos no primeiro turno. O presidente teve o apoio imediato dos governadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Lula, por sua vez, recebeu o voto de confiança de Simone Tebet, Ciro Gomes e Fernando Henrique Cardoso. Bloco 3: Congresso à direita O PL, partido de Bolsonaro, conseguiu eleger a maior bancada da Câmara, com 99 deputados, e também tem o maior número de senadores, 13. O PT tem a segunda maior bancada da Câmara, com 68 eleitos. Quatro ex-ministros alinhados com Bolsonaro ganharam vagas no Senado: Damares Alves, o astronauta Marcos Pontes, Tereza Cristina e Rogério Marinho, além do ex-vice-presidente, Hamilton Mourão. Para acessar reportagens citadas nesse episódio: https://piaui.co/foro221 Assista aos bastidores da gravação: https://piaui.co/ftprivilegiado Aqui, uma playlist com todos os episódios do Foro: https://piaui.co/playlistforo O Foro de Teresina é o podcast de política da revista piauí, que vai ao ar todas as sextas-feiras, a partir das 11h. O programa é uma produção da Rádio Novelo para a revista piauí. Ouça também os outros podcasts da piauí: o Maria vai com as outras, sobre mulheres e mercado de trabalho (https://piaui.co/playlistmaria), e A Terra é redonda, sobre ciência e meio ambiente (https://piaui.co/playlistaterra). Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, José Roberto de Toledo e Thais Bilenky Coordenação geral: Évelin Argenta Direção: Mari Faria Edição: Évelin Argenta e Tiago Picado Produção: Marcos Amorozo Apoio de produção: Cláudia Holanda Produção musical, finalização e mixagem: João Jabace Música tema: Wânya Sales e Beto Boreno Identidade visual: João Brizzi Ilustração: Fernando Carvall Teaser (Foro Privilegiado): Mari Faria Distribuição: Marcos Amorozo Coordenação digital: Juliana Jaeger e FêCris Vasconcellos Checagem: João Felipe Carvalho Para falar com a equipe: forodeteresina@revistapiaui.com.br
Após Soraya Thronicke, da União Brasil, dizer que Jair Bolsonaro havia abandonado a candidatura de Eduardo Riedel (PSDB) a governador do estado do Mato Grosso do Sul, ele usou de seu tempo de resposta para pedir votos a um outro nome: Capitão Contar, do PRTB. O aceno de Bolsonaro ao candidato no Mato Grosso do Sul pode prejudicar não apenas a campanha de Riedel, mas trazer problemas a Tereza Cristina, sua ex-ministra da Agricultura que agora busca uma vaga no Senado pelo PL do presidente. Ela costurou o apoio do partido com a campanha do PSDB no estado – apoio que foi desconsiderado com a fala do presidente. Além disso, passava da 1h da manhã, um prazo que pode ser fatal segundo a legislação eleitoral: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impede, desde 48 horas antes da eleição, “a veiculação de qualquer propaganda política na rádio ou na televisão”, o que pode ser o caso de Bolsonaro. Durante sua fala, ele ainda pediu votos a Mario Frias, que concorre como deputado por São Paulo. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Jair Bolsonaro (foto) abandonou hoje uma entrevista coletiva ao ser questionado sobre sua proximidade com o Centrão. Após participar de evento em Brasília, o presidente foi perguntado sobre um eventual constrangimento em relação à participação de alguns políticos em seu governo. Ele respondeu que é necessário ter apoio do Congresso para conseguir a aprovação de projetos. Em seguida, um repórter mencionou que o apelido "tchutchuca do Centrão" surgiu justamente por causa dessa relação com parlamentares. "Tchutchuca do Centrão? Você não tem classe para fazer uma pergunta? Quem é tchutchuca do Centrão? Me apontem ministérios entregues para políticos", respondeu o presidente nesta terça. Na sequência, um jornalista perguntou se o Ministério da Cidadania não teria sido entregue ao Centrão, com João Roma, que estava no Republicanos e se filiou ao PL. "O João Roma? Tenente do Exército, botei o João Roma lá. Fez um bom trabalho. Tereza Cristina [na Agricultura]", afirmou Bolsonaro. Depois de o repórter insistir na pergunta sobre a indicação do Republicanos para a pasta, Bolsonaro deixou o local: "Não dá para conversar com vocês", disse. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Na última pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, 70% dos eleitores declararam estar “totalmente decididos” em relação a quem vão votar. Os números surpreendem ainda mais quando são aplicados aos líderes do levantamento, o ex-presidente Lula (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Entre os entrevistados que manifestaram adesão ao petista, 79% declaram que estão totalmente decididos a votar nele. No caso dos eleitores do atual mandatário, 78% estão convictos de seu voto. O que explica tamanha convicção antes do início da campanha propriamente dita? Como esse índice mexe com as estratégias dos candidatos daqui para frente? Edição desta terça-feira do ‘Estadão Notícias' trata do assunto, assim como aborda, também neste campo eleitoral, a escolha do candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro. Após especulações que envolveram nomes como Tereza Cristina (Progressistas), antiga ministra da Agricultura, o nome escolhido pelo chefe do Executivo foi o de Walter Braga Netto, antigo ministro da Casa Civil. O militar se filiou recentemente ao partido do presidente e deixou a pasta no prazo exigido pela legislação eleitoral. O movimento é visto como “seguro” para Bolsonaro, já que diminuiria a possibilidade de um impeachment no segundo mandato, por Braga Netto ser da base do governo. Apesar disso, a escolha foi criticada pelo Centrão, que apoiava o nome de Tereza Cristina também como forma de atrair parte do eleitorado feminino, onde Jair perde com significativa vantagem para Lula, seu principal rival na eleição, de acordo com pesquisa Datafolha. No episódio desta terça-feira (28), o ‘Estadão Notícias' conversa com o cientista político e sociólogo Antonio Lavareda, presidente científico do Instituto Ipespe, para analisar a alta (e antecipada) convicção do eleitorado e como fica o cenário político com a escolha de Braga Netto para a chapa de Bolsonaro. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Julia Duailibi, Flávia Oliveira e Octavio Guedes falam sobre as mortes de Maxciel Pereira, Dom Phillips e Bruno Pereira e da omissão do Estado na Amazônia. Julia analisa um relatório do Conselho Indigenista Missionário sobre violência contra indígenas. Octavio conta em que pé estão as investigações sobre o assassinato de Maxciel, ocorrido em 2019. Flávia destaca que a impunidade pode ser encorajadora para a atuação do crime organizado. Você vai ouvir o relato de Adelson Korá Kanamary, liderança indígena do Vale do Javari, sobre a situação na região. O Papo fala ainda sobre os últimos movimentos políticos de olho nas eleições. A batalha digital entre as campanhas de Lula e de Bolsonaro. O possível impacto da escolha de Tereza Cristina como vice de Bolsonaro sobre a candidatura de Simone Tebet. E os obstáculos para as alianças entre PT e PSB nos estados.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta quinta-feira (16/06/22): Dez dias após o desaparecimento de Bruno Pereira e de Dom Phillips, a Polícia Federal anunciou que Amarildo Oliveira, o Pelado, preso desde o dia 7, confessou o assassinato do indigenista de 41 anos e do jornalista britânico de 57. Pelado e seu irmão Oseney da Costa de Oliveira, também preso, foram levados ao local onde os corpos teriam sido enterrados, a 3,1 km da margem do Rio Itaquaí. E mais: Economia: BC eleva Selic a 13,25% e sinaliza novo aumento; Fed faz maior alta em 28 anos Política: Contador ligado a Lula é suspeito de lavar R$ 16 mi em loteria com PCC Internacional: Conservador supera ex-guerrilheiro em voto de zonas rurais da Colômbia Metrópole: Avião da 2ª Guerra é localizado após 80 anos da queda no litoral do RN See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta semana terminam dois períodos importantes para as eleições: a janela partidária e o prazo de desincompatibilização. Com isso, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a troca de dez ministros que deixam os cargos para disputarem as eleições deste ano. Para comentar esse e outros assuntos, trazemos neste episódio nossos consultores Fernanda César, Leonardo Nunes, Nicholas Borges e Vinícius Teixeira. Na lista dos que deixam as pastas estão a ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos; Tarcísio de Freitas, de Infraestrutura; Onyx Lorenzoni, do Trabalho e Previdência; Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia; Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional; Tereza Cristina, da Agricultura; Flávia Arruda, da Secretaria de Governo; João Roma, da Cidadania; Gilson Machado, do Turismo; e Braga Netto, do Ministério da Defesa. Todas as mudanças acataram a vontade do Presidente Bolsonaro e os novos ministros são nomes que já faziam parte de suas respectivas pastas ou que eram de órgãos ligados aos ministérios. Nossos consultores comentam como essas mudanças vão impactar as próximas eleições, além de analisarem as trocas partidárias que ocorreram entre esses nomes. A maioria se filiou ao novo partido de Bolsonaro, o Partido Liberal (PL). Também neste episódio, você vai entender os impactos de movimentações importantes envolvendo o valor dos combustíveis. Após vários aumentos, o Governo anunciou mais uma troca no comando da Petrobras. O presidente Joaquim Silva e Luna será substituído por Adriano Pires, fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). No Legislativo, a Comissão Mista de Orçamento aprovou o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 2/22, que permite a redução de tributos sobre o diesel e o gás sem necessidade de compensar a perda de arrecadação. A proposta segue para votação do Plenário do Congresso e nossos especialistas explicam quais os efeitos políticos e econômicos são esperados a partir dessas mudanças. Por fim, com o avanço da vacinação e a diminuição nos casos e mortes por COVID-19, o Ministério da Saúde já sinaliza flexibilizações nas medidas sanitárias, como a exigência da declaração de saúde de viajantes e a obrigatoriedade do uso de máscaras em repartições públicas. Apesar disso, o ministro Marcelo Queiroga afirmou que não pretende decretar o "fim da pandemia" de COVID-19 no Brasil nos próximos dias. Confira a análise dos nossos especialistas neste episódio!
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No Papo Antagonista desta quinta-feira, Claudio Dantas e Wilson Lima comentaram as mudanças no governo de Jair Bolsonaro em razão das eleições. Dez ministros vão entregar seus cargos até abril: Rogério Marinho, Tarcísio de Freitas, João Roma, Tereza Cristina, Onyx Lorenzoni, Flávia Arruda, Damares Alves, Marcos Pontes, Gilson Machado e Braga Netto.
Nesta semana, foi celebrado o Dia Internacional da Mulher, e em uma tentativa de reverter seus índices de rejeição com o público feminino, o presidente Jair Bolsonaro lançou um “pacote de bondades” para as mulheres. Para falar sobre esse e outros destaques, nosso bate-papo será com as nossas consultoras Fernanda César, Gabriela Santana e Letícia Mendes. A movimentação de Bolsonaro é vista como uma estratégia de aceno para o eleitorado feminino. Foram três decretos assinados: o decreto 10.987/2022, que institui o programa Mães do Brasil, gerando políticas públicas voltadas à proteção de gestantes e à maternidade; o decreto 10.988/202, que institui o programa Brasil para Elas, que busca estimular o empreendedorismo feminino; e o decreto 10.989/2022, que regulamenta a Lei 14.214/2021 e institui o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, tema que foi vetado por Bolsonaro em 2021. Nossas especialistas analisam esses programas e a estratégia do Presidente visando a campanha de reeleição. Confira também neste episódio como foi a segunda semana de movimentações da janela partidária. Os parlamentares poderão mudar de legenda sem perder o mandato vigente até o dia 2 de abril. Com a criação do União Brasil, partido que surge da fusão entre o Partido Social Liberal (PSL) e o Democratas, as movimentações devem ser intensas. Nesta semana, o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (MG), desistiu de sua candidatura à Presidência da República, enquanto o Partido dos Trabalhadores sinalizou que lançará a candidatura de Lula com o vice Geraldo Alckmin no início de abril, após o fim da janela partidária. Já na chapa de Bolsonaro, crescem as expectativas de que Tereza Cristina, ministra da Agricultura, seja sua vice após ela anunciar sua filiação ao Partido Progressista (PP). Por fim, nossas consultoras trazem uma análise geral sobre a aprovação do PL 1472/21 e do PLP 11/20, ambos relacionados aos combustíveis. Confira nosso episódio!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta terça-feira (08/02/22): Crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler e escrever cresceu 66,3% no Brasil em dois anos. Com a pandemia, a quantidade estimada de crianças nessa faixa etária que não foram alfabetizadas subiu de 1,43 milhão, em 2019, para 2,39 milhões, em 2021. O levantamento foi feito pelo Todos Pela Educação, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE. E mais: Economia: Paulo Guedes fala da “frustração” com o ritmo das reformas e diz que não teve apoio para implementar agenda liberal Política: Centrão pressiona Bolsonaro para ter Tereza Cristina de vice Internacional: França e Alemanha fazem esforço para reduzir tensão na Ucrânia Metrópole: Acordo facilita entrada de brasileiro nos EUA sem filas See omnystudio.com/listener for privacy information.
Às vésperas do prazo final para sanção do Orçamento deste ano aprovado pelo Congresso Nacional, servidores de mais de 40 categorias vão às ruas nesta terça-feira, 18, e prometem paralisar temporariamente alguns órgãos federais em protesto ao governo de Jair Bolsonaro (PL), na tentativa de reajuste salarial e reestruturação de carreiras. Para Cantanhêde, a situação que incita os protestos "foi um problema criado pelo esforço do presidente Bolsonaro de querer ficar bem e de salvar seus votos na área dos policiais". O presidente Jair Bolsonaro usou o discurso de um programa de capacitação de trabalhadores rurais do Banco do Brasil para fazer um aceno ao agronegócio. Segundo ele, o Executivo "praticamente anulou as ações do MST" e tirou a força do Movimento Sem-Terra do campo. O incentivo ao armamento do produtor rural e a redução de multas ambientais também foram citados. Ele citou nominalmente a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, que saiu do governo alvo de investigação envolvendo retirada e venda ilegal de madeira. "Paramos de ter grandes problemas com a questão ambiental, em especial o Ibama, reduzindo em mais de 20% as multagens no campo." Sobre a fala, Cantanhêde opina: "Na verdade, o governo só parou de multar quem criava problema ambiental".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Às vésperas do prazo final para sanção do Orçamento deste ano aprovado pelo Congresso Nacional, servidores de mais de 40 categorias vão às ruas nesta terça-feira, 18, e prometem paralisar temporariamente alguns órgãos federais em protesto ao governo de Jair Bolsonaro (PL), na tentativa de reajuste salarial e reestruturação de carreiras. Para Cantanhêde, a situação que incita os protestos "foi um problema criado pelo esforço do presidente Bolsonaro de querer ficar bem e de salvar seus votos na área dos policiais". O presidente Jair Bolsonaro usou o discurso de um programa de capacitação de trabalhadores rurais do Banco do Brasil para fazer um aceno ao agronegócio. Segundo ele, o Executivo "praticamente anulou as ações do MST" e tirou a força do Movimento Sem-Terra do campo. O incentivo ao armamento do produtor rural e a redução de multas ambientais também foram citados. Ele citou nominalmente a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, que saiu do governo alvo de investigação envolvendo retirada e venda ilegal de madeira. "Paramos de ter grandes problemas com a questão ambiental, em especial o Ibama, reduzindo em mais de 20% as multagens no campo." Sobre a fala, Cantanhêde opina: "Na verdade, o governo só parou de multar quem criava problema ambiental". See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ano de 2022 será marcado pelas eleições para a Presidência da República, governos dos estados, Legislativo (Federal e Estadual) e Senado Federal. Ainda assim, outras movimentações importantes deverão acontecer em diversos setores impactando diretamente a economia e a política nacional. Pensando nisso, preparamos para o mês de janeiro uma série de episódios trazendo as perspectivas para o ano, com a participação dos coordenadores das áreas que a BMJ faz cobertura e monitoramento. Em nosso primeiro episódio apresentado por Lucas Fernandes, Coordenador de Análise Política, convidamos Dhiogo Pascarelli, Coordenador de Saúde e Bens de Consumo, Theresa Raquel Hoe, Coordenadora de Estados e Municípios e Karina Tiezzi, Coordenadora de Agronegócios, para comentarem as expectativas para 2022. Nos agronegócios, pautas importantes devem caminhar no Congresso Nacional, como o Marco Legal dos Pesticidas, o Projeto de autocontrole sanitário e os bioinsumos. O mercado brasileiro também deve ser impactado pelo programa de subsídios para pequenos produtores de carne americanos lançado nos Estados Unidos. Outro ponto que deve impactar nas movimentações do setor é a saída da ministra Tereza Cristina do Ministério da Economia. Para a Saúde, mesmo com aumento dos casos de COVID-19, a onda da variante Ômicron não deve ser longa devido à alta taxa de vacinados no Brasil. Também são esperadas trocas na Anvisa e no Ministério da Saúde. A relação do Governo Federal com os estados e municípios continua fragilizada quando se trata de repasses de verba e autonomia política. Outro ponto que deve ganhar destaque em 2022 é a situação fiscal dos estados. O cenário eleitoral também deve movimentar os governos estaduais com os acordos partidários e trocas nos cargos políticos. Ouça este episódio para conferir as perspectivas para 2022 e as análises dos nossos especialistas.
Militares já são 3 mil no governo Bolsonaro, e Renata (Renata Gaspar) pergunta: “Se isso não é estar no poder, o que será?”. Major Lanzetta (Marcelo Adnet) delira - ou melhor! - explica rotina à frente do Ministério do Desenvolvimento. São Paulo lança o primeiro ônibus antipandemia. E Bruno Sensitivo (Luis Lobianco) afirma que, antes de acabar, o mundo ainda piora muito; ouça o podcast!