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Os Estados Unidos confirmaram que a tarifa entra em vigor na próxima semana. Apesar da sobretaxa, uma lista de produtos brasileiros foi excluída da medida.
Meracado brasileiro de exportação precisou rever estratégias desde 2025.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.
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O governo federal decidiu não enviar representantes à audiência pública promovida por uma comissão do Congresso dos Estados Unidos para debater a política de tarifas comerciais. Paralelamente, o senador Flávio Bolsonaro confirmou sua inscrição para participar e discursar no fórum americano.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Oposicao #Planalto #Washington #TaxasComerciais #Economia #PoliticaExterna #ComercioExterior #Noticias #BastidoresPoliticos #PodcastBrasil
Lula culpa Flávio Bolsonaro por proposta de Washington e chama senador de “imbecil”. E Senado aprova projeto que dificulta aborto legal em menores de 14 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O presidente Lula participou de uma reunião com os ministros e aproveitou o encontro para alinhar as medidas em relação às novas taxas americanas. Lula afirmou que vai comparecer à cúpula do G7, no meio de junho na França. Ele destacou que o Brasil respeita os parceiros comerciais, que acredita no multilateralismo e que merece respeito. Além disso, declarou que o Brasil deve procurar novos parceiros comerciais para diminuir impactos da taxação. E ainda: Marquinhos alerta para calor na Copa do Mundo, e Igor Thiago celebra primeira convocação.
Mais um conteúdo no ar! Já estamos respirando a Copa do Mundo 2026, por onde olhamos conseguimos sentir a tão aguardada chegada dela. Neste programa fazemos um react dos vídeos lançados até agora pelas Seleções que irão disputar o mundial, trazendo suas convocações. Mas também reagimos a outros vídeos já no clima de Copa! Estão […]
Donald Trump e Xi Jinping fizeram a primeira reunião bilateral em Pequim, como parte da visita de Estado de três dias do presidente americano à China. Os países concordaram em uma relação “construtiva e estrategicamente estável”, baseada em cooperação, competição controlada e diferenças administráveis. Tem também:- Turquia suspendeu algumas restrições alfandegárias à Armênia, depois de mais de 30 anos de fronteiras fechadas- Arábia Saudita teria usado caças F-15, um dos mais letais,para bombardear o Irã e o Iraque- Kuwait anuncia a prisão de quatro iranianos suspeitos de tentar se infiltrar no país para realizar “atos hostis”- Israel e Líbano têm uma nova rodada de negociações Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
O encontro durou cerca de três horas. Em postagem nas redes sociais, Trump informou que discutiu com Lula questões comerciais e tarifárias. Lula também afirmou que abordou minerais críticos em terras raras e pautas sobre o crime organizado.O giro de notícias é uma produção da Agência Radioweb. Texto e apresentação: Késsy Balog. Edição: Sibélius Toledo.
O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (30) é o embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, ele fala sobre as mudanças na lei da cidadania italiana, os efeitos da nova legislação para a comunidade ítalo-descendente no Brasil, o fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Itália e a possibilidade de uma visita da primeira-ministra Giorgia Meloni ao Brasil.Durante a entrevista, Cortese explicou que a nova legislação sobre cidadania italiana já está em vigor e foi impulsionada por entendimentos da Corte Suprema italiana. Segundo ele, apesar das restrições impostas, foram incluídas medidas que podem beneficiar descendentes de italianos. “Se um ítalo-descendente mora na Itália por dois anos, pode tomar a cidadania italiana, e normalmente deveriam ser 10 anos, então [está] muito mais rápido”, afirmou.O embaixador também destacou que houve ampliação no prazo para registro de menores que já tinham direito à cidadania antes da mudança legislativa. “Agora, a lei da cidadania italiana é muito próxima à lei da cidadania de todos os países do mundo.”Ao abordar as relações econômicas entre Brasil e Itália, Cortese afirmou que o cenário é de crescimento contínuo. Segundo ele, mais de 1.100 empresas italianas estão presentes no Brasil, número superior ao registrado no ano anterior, e o comércio bilateral já alcança cerca de 12,5 bilhões, com crescimento superior a 14% no último ano.O diplomata avaliou que o acordo entre União Europeia e Mercosul deverá ampliar ainda mais as oportunidades comerciais e servir como motor para intensificar investimentos, exportações e importações entre os dois países.“Tenho certeza que o acordo União Europeia-Mercosul será um instrumento, oportunidade para todos, brasileiros, italianos, europeus, para acrescer as trocas”, disse.Ao comentar a cooperação entre Brasil e Itália na área de segurança, Cortese afirmou que a parceria policial é essencial diante do avanço do crime organizado transnacional. “Posso dizer que não somente é muito boa, mas é necessária”, declarou.Sobre a possibilidade de uma visita da primeira-ministra italiana Giorgia Meloni ao Brasil, Cortese afirmou que a agenda ainda está em discussão com o Itamaraty. De acordo com ele, o cenário atual é complexo, mas a visita pode ocorrer no próximo ano.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
Celebramos em vídeo os 200 episódios do jeito que a gente gosta: com muita história, análise e direto dos estúdios da TV Uniara! Neste especial em vídeo, revisitamos os comerciais que não apenas venderam produtos, mas se tornaram parte da nossa cultura:
O ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã congelou de imediato a reaproximação diplomática que Lula e Trump vinham construindo lentamente desde o fim de 2025. Com Washington inteiramente absorvida pela guerra no Oriente Médio, temas comerciais centrais para o Brasil, como tarifas e acesso ao mercado americano, foram empurrados para um limbo sem prazo de saída. O resultado é um vácuo que custa caro aos dois países, justamente no momento em que mais dependem um do outro. Aqueles que vêm acompanhando a trajetória das relações Brasil-Estados Unidos nos últimos dois anos assistiram a uma verdadeira montanha-russa. Saímos de um período de hostilidade explícita, marcado por tarifas de até 50% e sanções direcionadas a ministros do STF, para uma reaproximação cautelosa que, em janeiro de 2026, parecia finalmente ter encontrado um trilho relativamente estável. Lula e Trump voltaram a se falar por telefone, discutiam Venezuela sem trocas públicas de ataques, e a Casa Branca já havia retirado as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes. A visita de Lula a Washington estava agendada para a segunda quinzena de março. Havia até a previsão de um fórum sobre carne bovina brasileira no mercado americano. Tudo indicava que, enfim, os adultos haviam retomado o controle da sala. No dia 28 de fevereiro de 2026, Estados Unidos e Israel lançaram ataques coordenados contra o Irã e o sistema internacional virou a página de forma abrupta. O Brasil condenou os bombardeios. O Irã respondeu com ataques a bases americanas no Golfo. O Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo marítimo global, foi efetivamente fechado. O Brent ultrapassou os US$ 100. No Brasil, o preço do diesel disparou 45% em apenas 11 dias. Lula reagiu cortando impostos federais sobre combustíveis e criando uma taxa sobre exportações de petróleo bruto para conter o repasse ao consumidor. E a viagem a Washington? Adiada por tempo indeterminado. O (agora ex) ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, resumiu o espírito do momento com precisão quase lacônica: Lula havia solicitado sua presença na viagem, cujo foco seria a negociação de tarifas agrícolas, mas “em razão da guerra, a viagem foi adiada”. Sem ruptura, sem drama diplomático. Apenas a constatação silenciosa de que negociar detalhes comerciais no meio de uma conflagração global, ainda mais com o interlocutor diretamente envolvido na escalada, beira o descolamento da realidade. Da distensão ao congelamento diplomático Esse congelamento não é trivial. A relação Lula-Trump vinha numa trajetória surpreendentemente construtiva. Após meses de tensão provocados pelo caso Bolsonaro, incluindo tarifas punitivas, sanções contra um ministro do STF e pressões retóricas sobre “eleições livres”, Trump mudou o tom a partir de setembro de 2025. No encontro com Lula na Assembleia Geral da ONU, falou em “excelente química”. Em outubro, na reunião bilateral durante a cúpula da ASEAN em Kuala Lumpur, Lula classificou o encontro como “ótimo”, enquanto o chanceler Mauro Vieira afirmou que equipes técnicas começariam a trabalhar “imediatamente”. Em novembro, Washington removeu sobretarifas de 40% sobre diversos produtos agrícolas brasileiros. Em dezembro, suspendeu as sanções contra Moraes. Em janeiro, uma conversa de 50 minutos entre os presidentes abordou inclusive o “Board of Peace” de Trump para Gaza, com Lula sugerindo, sem atrito, a inclusão de espaço político para a Palestina. Era o tipo de divergência funcional típica de parceiros, não de adversários. Não por deterioração bilateral, mas porque Washington passou a operar em modo quase exclusivo de guerra no Oriente Médio. O resultado foi um vácuo. E esse vácuo tem custo. O nó tarifário que ninguém consegue desatar Para compreendê-lo, é preciso olhar o que ficou paralisado. Em fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou inconstitucionais, por 6 a 3, as tarifas impostas por Trump sob o IEEPA. Foi uma vitória relevante: as tarifas punitivas de 40% contra o Brasil, motivadas pela crise Bolsonaro, caíram. Mas a reação da Casa Branca foi imediata. Utilizando a Seção 122 do Trade Act de 1974, a administração implementou uma tarifa global de 15% sobre todos os países, incluindo o Brasil. Paralelamente, permanecem as tarifas setoriais baseadas nas Seções 232 (segurança nacional, aço e alumínio) e 301 (práticas comerciais desleais). Além disso, seguem abertas investigações do USTR contra o Brasil, incluindo temas como propriedade intelectual, etanol e desmatamento. O resultado é um emaranhado tarifário que ninguém, neste momento, tem capacidade política de desatar. Exportadores brasileiros já sentiram o impacto. As vendas de café para os Estados Unidos caíram 50% entre agosto e novembro de 2025, durante o pico tarifário. Mesmo com a posterior redução, o dano foi estrutural: o Brasil redirecionou fluxos para China e Ásia, enquanto importadores americanos passaram a pagar mais por alternativas de menor qualidade. A Suzano continua pagando tarifas sobre celulose exportada aos EUA. Frigoríficos brasileiros, que exportaram US$ 885 milhões em carne bovina em 2024, enfrentam simultaneamente barreiras tarifárias americanas e disrupções logísticas causadas pelo fechamento do Ormuz. Exportadores de suco de laranja (US$ 637 milhões) e o setor siderúrgico (US$ 4,9 bilhões em aço semiacabado) enfrentam dinâmica semelhante. Mas há um ponto pouco explorado: essas tarifas também penalizam os Estados Unidos. O custo econômico do vácuo político Refinarias como Valero e Marathon dependem crescentemente do petróleo bruto brasileiro para misturar com o shale oil mais leve. Tarifar esse insumo eleva custos internos. Siderúrgicas americanas utilizam ferro-gusa brasileiro de alto carbono; tarifas aumentam o custo da produção doméstica de aço. O setor de etanol dos EUA perdeu espaço no Brasil após retaliação silenciosa de Brasília, que elevou tarifas sobre o produto americano. E, em meio ao choque energético provocado pela guerra com o Irã, o encarecimento de café, suco de laranja e insumos industriais brasileiros adiciona pressão inflacionária à economia americana. A visita de Lula a Washington, agora adiada, colocaria exatamente essas questões na mesa. O fórum sobre carne bovina funcionaria como vitrine de ganhos mútuos. Havia espaço político para ampliar isenções tarifárias agrícolas. A Suprema Corte havia retirado da equação o instrumento mais agressivo da guerra comercial de Trump. E a relação pessoal entre os dois presidentes estava no melhor momento em meses. Faltava, literalmente, executar. A janela perdida e os riscos eleitorais de 2026 Agora, com o capital político de Washington consumido pela guerra, essa janela se fechou – e não há garantia de reabertura no curto prazo. As tarifas sob a Seção 122 expiram em julho de 2026, mas o cenário pós-expiração é incerto. Sem renovação pelo Congresso, Trump pode recorrer a instrumentos ainda mais agressivos e juridicamente robustos. Se o conflito com o Irã se prolongar, com o petróleo estabilizado acima de US$ 100, a pressão inflacionária reduzirá ainda mais o apetite por concessões comerciais. Há ainda o fator eleitoral brasileiro. As eleições de outubro de 2026 se aproximam, com pesquisas indicando empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. Uma visita bem-sucedida a Washington, com resultados concretos em comércio, teria alto valor político doméstico, algo que Trump compreende perfeitamente. Episódios recentes, como a tentativa de envio de Darren Beattie ao Brasil e seu subsequente veto, mostram que, apesar da cordialidade presidencial, as tensões ideológicas permanecem latentes. A guerra apenas adiciona mais uma camada de complexidade a uma relação já estruturalmente sensível. O que está em jogo é concreto: cerca de US$ 127 bilhões em intercâmbio bilateral de bens e serviços (dados de 2024). Os Estados Unidos mantêm superávit nessa relação, o que sugere que, do ponto de vista estritamente econômico, têm mais a perder com uma deterioração prolongada. Ao mesmo tempo, o Brasil depende fortemente de fertilizantes importados, com cerca de 50% transitando pelo Estreito de Ormuz. Uma disrupção prolongada afeta diretamente a safra brasileira e, por extensão, os preços globais de alimentos, retroalimentando a inflação americana. O paradoxo é claro. Brasil e Estados Unidos precisam um do outro mais do que em qualquer momento recente. E é justamente agora que o diálogo entrou em suspensão. Diplomacia é, em essência, a arte de manter múltiplos pratos girando simultaneamente. Quando um conflito militar domina completamente a mesa, os demais caem. Empresas brasileiras dependentes do mercado americano e setores produtivos americanos dependentes de insumos brasileiros já estão absorvendo os custos de uma guerra da qual não são parte. Esse é o tipo de dano colateral que não aparece nos briefings do Pentágono, mas que se materializa no preço do café em Nova York e no custo do fertilizante em Mato Grosso. Quando (e se) essa guerra terminar, Lula e Trump terão que retomar o diálogo com urgência ampliada e tempo comprimido. O relógio tarifário avança. O relógio eleitoral brasileiro avança ainda mais rápido. E o mundo pós-conflito será um ambiente de cadeias produtivas redesenhadas, rotas comerciais alteradas e alianças mais rígidas.
Após a publicação do primeiro vídeo analisando se imóveis residenciais são uma boa forma de investimento, decidi aprofundar a análise e ainda estender para os imóveis comerciais. Utilizando dados reais do Banco Central, FipeZap e até utilizando métodos para reinvestir aluguéis, revelamos que, em muitas cidades, os preços não estão sequer batendo a inflação.São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, essas foram algumas das cidades analisadas no vídeo e o resultado pode te surpreender.
Debatemos sobre os principais riscos comerciais na importação e exportação e como podemos evitá-los ou, ao menos, minimizar as chances de ocorrer..⭕Nome e redes sociais de cada participante:.Ana Paula dos Santoshttps://www.instagram.com/aninha_santos_comex/https://www.linkedin.com/in/ana-paula-dos-santos-40b031120/ .Murilo Amaralhttps://www.linkedin.com/in/murilo-amaral-79b746162/https://www.instagram.com/mu.amaral/ .Edson Almeidahttps://www.linkedin.com/in/edsonalmeida23/https://www.instagram.com/edalmeida23/.Jonas Vieira: www.linkedin.com/in/jonasvieira/https://www.instagram.com/o_jonasvieira/.
Durante a visita do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, recebido pelo presidente Lula, os dois chefes de Estado assinaram atos nas áreas de turismo e comércio e defenderam cooperação em setores como energia, clima e defesa. Sonora:
Num contexto em que as regras do comércio internacional estão a ser reescritas e as grandes potências procuram novas parcerias, que lugar ocupa o acordo de livre comércio entre a União Europeia e a Índia? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Pedro Carreira GarciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
EUA ameaça taxar quem negociar com o Irã, principal comprador de milho do Brasil, e acordo Mercosul-União Europeia também deixa setor em alerta
Neste episódio do Vamos de Vendas, mergulhamos no universo das alianças comerciais e redes de parceiros, explorando como parcerias estratégicas podem ampliar escala, acelerar negócios e gerar bilhões em oportunidades para empresas B2B. Recebemos Filippo Rodrigues, especialista com mais de 20 anos de experiência em parcerias, para uma conversa profunda sobre como estruturar, profissionalizar e transformar canais indiretos em verdadeiros motores de crescimento.Ao longo do papo, Filippo compartilha sua vivência ajudando empresas nacionais e internacionais a desenvolver áreas robustas de alianças — revelando o nível de maturidade das empresas brasileiras, o caminho para sair da informalidade e criar programas estruturados de parceria, e por que atuar com parceiros vai muito além da busca por escala comercial.Também discutimos os principais erros cometidos por empresas que tentam criar canais indiretos sem estratégia, os pilares de uma operação eficiente, a ilusão de “assinar o contrato e esperar o parceiro vender” e como a criação de ecossistemas está transformando o modo como organizações B2B geram negócios. Filippo ainda compartilha casos reais de transformação através de parcerias bem executadas.Descubra como uma estratégia de alianças bem estruturada pode redefinir o crescimento comercial, aumentar previsibilidade e construir vantagem competitiva sustentável.
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Neste episódio do Vamos de Vendas, exploramos como líderes comerciais de alta performance alinham rituais, CRM e metas para impulsionar resultados consistentes e previsíveis em suas equipes. Recebemos Caio Vidal, CEO e co-fundador da Academia de Metas, para uma conversa sobre o que realmente diferencia times de vendas que batem metas daqueles que ficam pelo caminho.Com mais de 18 anos de experiência em vendas B2B, Caio compartilhou aprendizados sobre planejamento comercial estratégico, gestão de metas eficaz e rituais de acompanhamento que sustentam a alta performance.Entenda as maiores dores que as empresas enfrentam ao estruturar suas máquinas de vendas, por que definir mal uma meta pode comprometer toda a operação e os principais rituais de gestão que todo líder deve implementar para manter o time produtivo e alinhado. Também falamos sobre o papel do CRM na execução desses rituais e sobre as tendências mais promissoras em gestão comercial para os próximos anos.
Debate da Super Manhã: A popularização dos carros elétricos no Brasil já é uma realidade. Diante desse cenário cresce a necessidade de estrutura técnica adequada para recarga nos estacionamentos residenciais. O ponto de carregamento vem se tornando tão essencial quanto uma vaga de garagem. No debate desta quarta-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a infraestrutura elétrica nas construções, as normas e a segurança dos edifícios, a conscientização e o engajamento dos moradores na era dos veículos elétricos nos condomínios. Participam o superintendente operacional da Neoenergia Pernambuco, Leonardo Moura, o diretor integrado especializado em Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), Cel. BM George Farias, a diretora do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Edifícios em Condomínios Residenciais e Comerciais do Estado de Pernambuco (Secovi-PE), Martha Ponzi, e o jornalista especializado em veículos e apresentador do Carro Arretado, da TV Jornal, Silvio Menezes.
Debate da Super Manhã: Seja para o turismo, trabalho, eventos ou estudos, o aluguel de imóveis por temporada vem se tornando cada vez mais comum para quem precisa de uma residência por um curto espaço de tempo, mas que requer atenção no momento da assinatura do contrato. No debate desta quarta-feira (17), o comunicador Tony Araújo conversa com os nossos convidados para falar sobre aluguéis por temporada, o que diz a justiça sobre a prática, as regras dos condomínios e os direitos e deveres do locador e locatário. Participam o coordenador jurídico do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Edifícios em Condomínios Residenciais e Comerciais do Estado de Pernambuco (Secovi-PE), Márcio Miranda, o advogado especialista em Negócios Imobiliários, Amadeu Mendonça, e o consultor condominial, Roberto Fagundes.
Atual momento é incerto também para o mercado brasileiro, porém, atenções estão sobre comportamento da demanda pelo produto brasileiro.
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Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece
NESTA EDIÇÃO. Pano de fundo de tarifas dos EUA contra o Brasil envolve acesso a matérias-primas para transição energética. ANP abre consultas públicas sobre elevação do percentual da mistura de etanol anidro à gasolina e critérios para cálculo das tarifas de transporte de gás. Demora na definição do leilão de reserva de capacidade leva New Fortress Energy a transferir navio regaseificador para o Egito. Barragem em Brumadinho tem nível de emergência elevado; famílias do entorno são evacuadas. Com atraso na eletrificação de ônibus, São Paulo mira biometano como alternativa para redução das emissões no transporte público.
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Bolsas ganham força com avanços comerciais e olho no PCE. Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
A inteligência artificial já está no centro das decisões comerciais. Mas o que realmente muda na rotina de quem vende no B2B? No Mercoscast 156, Gustavo Soares recebe Pedro Bobato, coordenador de pré-vendas na Mercos, para uma conversa prática sobre como a IA tem sido aplicada para agilizar processos e gerar inteligência comercial. Ao lado de Afonso Tonelli e Marcelo Caetano, eles debatem os desafios e as oportunidades para representantes e gestores que querem adotar a IA sem abrir mão do olhar estratégico e do relacionamento humano.
Mais de 50% das empresas no Brasil encerram suas operações antes de completar 5 anos. E a maior causa para isso está no caixa das empresas. Para apoiar os empreendedores na tomada de decisões mais assertivas e estratégicas, o Do Zero ao Topo começa uma nova frente: o papo com especialistas. A primeira convidada a responder as perguntas enviadas pelos ouvintes foi a Head de Ações Comerciais da XP Empresas, Vivian Sesto. A Vivian e a XP Empresas também lançaram uma série gratuita que traz muitas outras explicações. Acesse e inscreva-se grátis: https://inf.money/H19s$0Ezxe
Relatório da Organização Internacional do Trabalho indica que postos em 71 países são afetados com incertezas sobre demanda de consumidores dos Estados Unidos; diminuição esperada de 0,4% no crescimento econômico abala mercado laboral; perspectiva de novas vagas de trabalho em 2025 sofre queda de 7 milhões de postos.
Em atualização do relatório Situação Econômica Mundial e Perspectivas, especialistas do Departamento Econômico e Social das Nações Unidas, Desa, espera crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto Global, uma redução de 0,4 ponto percecentual se considerado cenário de janeiro.
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Secretário-geral participou de reunião preparatória para Quarta Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento; ele destacou “duras verdades” sobre cortes de ajuda e surgimento de barreiras comerciais; evento na Espanha terá missão de alavancar recursos para metas globais compartilhadas.
Neste episódio, Ricardo aborda como a tensão comercial entre países, afeta diretamente projetos de diversas áreas. Ele compartilha cinco dicas práticas para enfrentar esse cenário: 1) Avaliar a dependência externa e revisar a cadeia de fornecedores; 2) Diversificar fornecedores, inclusive buscando soluções locais; 3) Reforçar a análise de riscos com foco em custo, prazos e câmbio; 4) Manter comunicação transparente com stakeholders; e 5) Valorizar o mercado local. Ricardo destaca que, em tempos de crise, o gerente de projetos deve agir estrategicamente, com planos alternativos e postura proativa. Escute o podcast para saber mais!
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre as mais recentes falas do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, que defendeu a PEC da Segurança Pública como instrumento para combate à criminalidade; proposta tem enfrentado resistência. Ministro ainda afirmou que o Judiciário é obrigado a soltar detentos que tiveram suas prisões conduzidas de forma errada pela polícia. Segundo ele, “a polícia tem que prender melhor”. “É um jargão que foi adotado pela população, que a polícia prende e o Judiciário solta. Eu vou dizer o seguinte: a polícia prende mal e o Judiciário é obrigado a soltar”, afirmou Lewandowski durante abertura da reunião do Conselho Deliberativo da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em Brasília. Durante o evento, Lewandowski também defendeu a PEC da Segurança Pública como instrumento para combate à criminalidade. A proposta tem enfrentado forte resistência entre governadores e parlamentares. Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/ricardo-lewandowski-ministro-justica-policia-prende-mal-judiciario-obrigado-soltar-pec-seguranca-nprp/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A imposição de tarifas de importação por Donald Trump é uma estratégia econômica arriscada. Caso se aliem, os países que sofrerão com novas taxas têm a capacidade de responder com retaliações, diminuindo a competitividade americana neste jogo de xadrez econômico. #PraCegoVerRicardo Amorim está em uma sala, vestindo uma camisa preta; ele fala sobre a política comercial prometida por Trump e os impactos no mercado global #guerracomercia l#tarifastrump #comércio #dólar #retaliações #economiabrasileira #relacionamentocomercial #riscomercado #ricardoamorim #video #2m #trump #economianinternacional Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br