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Atentado terrorista en un avión en Medio Oriente
Nella Striscia di Gaza la tregua si misura in spazio sottratto. Lunedì al Consiglio di sicurezza delle Nazioni Unite il coordinatore speciale ad interim per il processo di pace in Medio Oriente, Ramiz Alakbarov, ha letto le osservazioni del segretario generale António Guterres: le autorità israeliane hanno confinato la popolazione di Gaza in circa il 30 per cento del territorio, mentre le uccisioni di civili continuano. Sull'altro lato della Linea Gialla, secondo un'analisi di immagini satellitari del New York Times, l'esercito israeliano ha costruito almeno una dozzina di avamposti, si è spinto oltre la linea di ritiro concordata e ha steso pavimentazione nuova dove prima della tregua c'erano le macerie. Il 2 settembre il primo ministro Benjamin Netanyahu era lì: «restiamo su questa linea». Di là, le macerie diventano asfalto. Di qua restano dove sono: il Programma delle Nazioni Unite per lo sviluppo (Undp) ha spiegato al Guardian che per rimuoverle serviranno dai sette ai dieci anni e che le autorità israeliane limitano l'ingresso dei macchinari, considerando parte delle attrezzature utilizzabili anche da Hamas. Il ministero della Salute di Gaza conta 1.421 palestinesi uccisi dall'inizio della tregua e 74.022 dall'ottobre 2023. Nel dicembre 2024 Amnesty International ha concluso che Israele commette un genocidio anche imponendo ai palestinesi di Gaza condizioni di vita calcolate per distruggerli fisicamente. A Tunisi quattordici persone arrestate dopo il corteo del 19 settembre per i quattro organizzatori della Global Sumud Flotilla sono finite in custodia cautelare, come ha confermato ad Al Jazeera un avvocato della difesa, e tre dei quattro restano in sciopero della fame. Alakbarov ha chiuso così il capitolo su Gaza: «lo spazio per la ripresa» finora è stato negato. #LaSveglia per La NotiziaDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/la-sveglia-di-giulio-cavalli--3269492/support.
Nos últimos meses, três países europeus fixaram calendários para deixar os combustíveis fósseis. A Alemanha apontou para 2045 e os Países Baixos para 2050. Já a França definiu uma data para cada combustível. Os planos passam pelo investimento nas energias renováveis e pela electrificação dos transportes, dos edifícios e da indústria. O objectivo é cumprir os compromissos climáticos e reforçar a segurança energética. Nos últimos meses, três países europeus fixaram calendários para deixar os combustíveis fósseis. A Alemanha, na quarta-feira, 23 de Setembro, aponta para 2045. Também em Setembro, os Países Baixos tinham apontado para 2050. Já a França, em Abril, definiu uma data para cada combustível: 2030 para o carvão, 2045 para o petróleo e 2050 para o gás. Todos apostam na electrificação dos transportes, dos edifícios e da indústria, para a descarbonização, ou seja, deixar de depender de combustíveis fósseis, como o petróleo, o gás e o carvão, para reduzir ou eliminar as emissões de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, ou o CO2, e alcançar a neutralidade energética. Estes anúncios surgem na sequência do compromisso assumido na COP28, no Dubai, de fazer uma transição energética. Já na COP seguinte, a COP30, em Belém, no Brasil, a proposta de um plano global para esta transição não obteve consenso. Em Abril, realizou-se uma primeira conferência dedicada ao tema, co-organizada pela Colômbia e pelos Países Baixos, em Santa Marta, na Colômbia. O Professor Catedrático Paulo Ferrão, do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, diz que estas medidas, apesar de serem mais pragmáticas e ambiciosas, já faziam parte dos compromissos do Pacto Ecológico Europeu, lançado em 2019 pela União Europeia. Paulo Ferrão: Esta questão não é nova. Temos na Europa, há muitos anos, aquilo a que se chama European Green Deal (Pacto Ecológico Europeu). Tem como objectivo tornar a Europa no primeiro continente climaticamente neutro. Quer dizer que temos que reduzir significativamente essas emissões? Ou seja, temos que reduzir significativamente a queima de combustíveis fósseis para que não possamos emitir CO2. Mas algum CO2 pode ainda ser emitido pela queima de combustíveis fósseis, se ele depois for capturado por outros mecanismos, nomeadamente pelas florestas. E aí é o que nós chamamos climaticamente neutro: emitimos algum, mas esse que emitimos vamos capturá-lo. Portanto, a Europa quer ser climaticamente neutra até 2050. O que aconteceu agora, muito recentemente, foram políticas dos países para serem mais explícitos no fim dos combustíveis fósseis. E isto é que é mais novo, porque já todos os países europeus estavam com este compromisso de sermos um continente climaticamente neutro até 2050, certo?” Mas estes planos são mais ambiciosos? Paulo Ferrão: São ambiciosos e são mais pragmáticos. A questão é: como é que se lá chega? O anúncio francês é o que eu acho mais pragmático de todos. A França diz claramente que se quer livrar do carvão até 2030, que se quer livrar do petróleo até 2045 – e isto é fortíssimo, quer dizer que, até 2045, se isto for cumprido, deixa de haver consumo de gasolina e de gasóleo – e que se quer livrar do gás fóssil, o gás natural, por exemplo, até 2050. É o que tem as metas mais claras. A França continua a apostar no nuclear e a Alemanha nas energias renováveis. Que alternativas existem hoje aos combustiveis fósseis? Paulo Ferrão: A alternativa hoje é basicamente só uma: é produzir electricidade com fontes de energia renovável ou, como a França, com nuclear. Com energia renovável e com o nuclear, as emissões directas de CO2 não existem, mas é evidente que, para fabricar estes equipamentos, pode haver. E então passamos a ter uma electricidade que podemos chamar verde, que não tem emissões de CO2 associadas, não tem uso de combustíveis fósseis e então passamos a ter esta electricidade verde. E agora o segredo passa por electrificar os processos que dantes usavam combustíveis. Nomeadamente, e com enorme peso, os transportes; electrificar a indústria, por exemplo; electrificar, em nossa casa, o aquecimento e arrefecimento. Portanto, um dos eixos centrais de qualquer um destes planos é, por exemplo, proibir até os esquentadores para aquecermos a nossa água em casa, que era, por exemplo, com gás, e passar a ter bombas de calor, que consomem electricidade e que têm uma grande vantagem: vão buscar o frio que está na rua para transformar em calor, digamos assim. Dentro de casa, uma bomba de calor liberta três a quatro vezes mais calor do que a electricidade que consome. É muito eficiente. Resumindo: produzir electricidade verde a partir de fontes renováveis ou, enfim, isto é um bocado mais polémico, mas já se começa a aceitar na Europa também o nuclear, e depois electrificar todos os consumos que for possível. Portanto, usar electricidade em vez de combustíveis fósseis. Há uma grande excepção, que é a aviação. Muito dificilmente um avião será eléctrico. Uma bateria seria pesadíssima para andar num avião. E então aí a grande aposta são os SAF, em inglês, que são os Sustainable Aviation Fuels, que, no fundo, são combustíveis derivados de biocombustíveis. Ou, por exemplo, a Alemanha também quer apostar muito no hidrogénio, que, no fundo, é usar electricidade renovável para transformar a água em hidrogénio e oxigénio, mas depois usar o hidrogénio como combustível em vários sítios, por exemplo, nos automóveis. Então a grande solução são as energias renovaveis? Paulo Ferrão: São duas: a energia renovável, mas depois, tão importante ou mais do que isso, é electrificar, não é? Veja bem o esforço que isto vai ser, não é? O que é difícil nisto é que nós estamos atrasados na electrificação automóvel, não é? Hoje em dia, o maior produtor de automóveis eléctricos é a China. Não é que a nossa indústria, nomeadamente a alemã e a francesa, esteja com dificuldades de competitividade no fabrico de carros eléctricos. Mas isto é bom: ter uma estratégia que permita à indústria realmente, e sem nenhuma dúvida, avançar e progredir rapidamente, melhorar a eficiência e o custo dos veículos eléctricos fabricados na Europa. E ainda mais: o que é muito difícil é, por exemplo, os autocarros. Temos menos fabricantes de autocarros e de veículos pesados eléctricos. Vemos que a segurança energética está no centro destes planos. A guerra na Ucrânia levou à proibição do gás russo e, agora, as instabilidade no Medio Oriente levaram ao bloqueio do Estreito de Ormuz e, por consequente, a subida do preço dos combustiveis. Diria que esta conjuntura acelerou a descarbonização e os compromisso para esta? Paulo Ferrão: São um estímulo enorme para isto. E aumentam muito a resiliência europeia. Quer dizer, eu vou só dar um exemplo. Por exemplo, eu tenho um carro eléctrico. Eu carrego o meu carro em casa à noite. O meu custo por quilómetro é quatro, cinco ou seis vezes menor do que seria se fosse a gasolina. Portanto, eu não estou a sentir o problema do aumento do custo do petróleo, por enquanto. Isto é um impacto enormíssimo nas famílias. Diria que estes choques expuseram o choques o custo, para a Europa, de depender de nergias fosseis importadas? Paulo Ferrão: Como é evidente, um dos grandes objectivos políticos desta electrificação e, portanto, da aposta nas renováveis, é tornar a Europa mais resiliente e não dependente do fornecimento externo. Quando a França diz que não quer depender dos combustíveis fósseis até 2045, aí está. Ficamos totalmente libertos deste tipo de problemas de abastecimento de combustíveis. Mas vemos que, na realidade, a União Europeia importa mais de metade da energia que consome. Descarbonizar é possivel dentro destes prazos? Paulo Ferrão: Acho muito difícil. Acho bem que eles existam, mas claro que vão ser difíceis e exigentes, não é? Nomeadamente, por exemplo, na electrificação do parque automóvel em tão pouco tempo. Portanto, temos aqui um período de transição que eu acho que acredito que aconteça e que, a partir dessa data, não se comprem mais veículos e não se vendam. Não. Mas, claro, há aqui um parque que ainda tem que fazer o seu offset, ou seja, não diminuir as emissões todas no dia. Mas, obviamente, é muito importante ter esta política para estimular uma transição forte e sem dúvidas, quer dizer. Ou seja, o pior que pode haver é uma política ao ziguezague. Não é? Acho que a Europa tem sido muito coerente e é importante que a indústria acredite nisto e que se prepare, não é? E que se mobilize para aumentar a eficiência, para ser mais competitiva, nomeadamente neste caso, com a China, não é? E nas energias renovaveis também existem limites, penso nomeadamente na dependencia de minerais, como o litio para a construção de beterias ou de outras infraestruturas, quais são estes limites? Paulo Ferrão: Dependemos muito do lítio e não só, do cobalto. Mas aí temos outra questão, que a Europa também está a acelerar agora muito, que é a da economia circular. Portanto, a ideia é que nós vamos importando estes produtos, mas se calhar daqui a 20 ou 30 anos, se importarmos os produtos, já cá temos, nesses produtos, o material suficiente para continuar a fabricar, mas temos que os saber reciclar. A Comissão Europeia, nomeadamente em investigação, tem lançado agora bastantes calls para fazer investigação na melhoria dos processos de reciclagem destas matérias-primas críticas, justamente para desenvolver os processos de separação e reciclagem destes materiais, para que a Europa fique mais independente deles. É claro que, para isso acontecer, temos agora de continuar a comprar produtos já feitos, que é o que hoje acontece. Nós importamos as baterias, nós importamos os painéis solares, por exemplo, mas daqui a uma década, ou duas, ou três, já possamos, com base na reciclagem dos produtos em fim de vida que temos e que vamos ter, no fundo, tornar-nos muito mais auto-suficientes. Ou seja, isto é transformar um desafio numa oportunidade, que é a oportunidade para o desenvolvimento industrial que a Europa precisa de ter, não é? O relançamento da indústria.
Circa venti minuti dopo l'atterraggio del Primo Ministro Benjamin Netanyahu ad Abu Dhabi, avvenuto domenica, è atterrato anche un altro aereo. Secondo una ricostruzione de Il Foglio, il velivolo atterrato poco dopo quello del leader israeliano è quello usato solitamente da Saddam Haftar, vicecomandante dell'Esercito Nazionale Libico e candidato alla presidenza. È possibile che i due si siano incontrati? E di cosa avranno discusso? Ne parliamo con Luca Gambardella, giornalista de Il Foglio, e con Abdulkader Assad, giornalista del Libya Observer.Un altro mistero avvolge invece gli arresti avvenuti nella giornata di ieri per un tentativo di attacco alla base RAF di Fairford. Ne parliamo con Carlo Biffani, esperto di Sicurezza e Intelligence, e con Edward Lucas, fondatore e direttore del Baltic International Security Centre.
Prova Shopify ad 1 € - Vai su shopify.it Il suo nome in Finlandia vuol dire libertà e indipendenza. Il barone Carl Gustaf Emil Mannerheim è l'eroe per eccellenza del Paese sorto dopo la Rivoluzione del 1918 e capace di affermarsi come entità autonoma sia nei confronti dei sovietici che dei nazisti. Uomo risoluto con un passato da esploratore e da spia in Medio Oriente, Mannerheim è stato l'unico capace di trattare alla pari con Stalin e di rifiutare gli ordini di Hitler, permettendosi il lusso di irridere il dittatore tedesco in un memorabile meeting di compleanno nell'estate del 1942. Se la Finlandia è rimasta indipendente e soprattutto libera dal giogo sovietico, il merito è anche di questo Maresciallo pragmatico, deciso, intelligente e astuto, ottimo stratega militare e politico della prima metà del Novecento. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hace algunos meses hablamos aquí de la guerra que comenzó entre Estados Unidos, Israel e Irán, y hoy regresamos al conflicto porque aquella guerra que parecía tener un objetivo concreto se ha convertido en algo mucho más grande.Una guerra que lleva casi siete meses. Una guerra que ha alterado el equilibrio de Medio Oriente y que ahora amenaza con tener consecuencias mucho más allá de la región.Porque el pasado martes 22 de septiembre, en Nueva York, Donald Trump defendió la decisión de haber iniciado la guerra y aseguró que Estados Unidos había actuado donde otros gobiernos solamente habían hablado.Visita la sección de Mundo de El Sol de México para no perderte las noticias internacionales. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Il discorso del Papa ieri all'Unesco: "La vita è dono, non merce. La guerra è la più terribile opera umana" In serata, la veglia di Leone con i giovani: "Chi dice 'Dio è morto' si perde, dialogate con le altre religioni!" Medio Oriente. Trump respinge la proposta di cessate il fuoco dell'Iran e annuncia nuovi raid dopo le elezioni del Midterm.
La geopolítica actual de Medio Oriente ha transitado de las alineaciones ideológicas y la bipolaridad hacia una dinámica de geometría variable y minilateralismo, donde los estados no forman bloques rígidos, sino acuerdos pragmáticos, superpuestos y acotados a temas específicos (seguridad, tecnología, energía) según sus intereses del momento. Los Acuerdos de Abraham demostraron que la cooperación estratégica puede avanzar sin resolver conflictos de fondo como el palestino-israelí, mientras que el reciente Acuerdo de La Meca entre Arabia Saudita, Turquía y Pakistán introduce un mecanismo de defensa colectiva con peso financiero, militar y nuclear, pero aún en proceso de institucionalización y lejos de constituir una estructura integrada tipo OTAN.En este escenario, actores clave como Arabia Saudita operan como estados bisagra —diversificando relaciones entre Estados Unidos, China, Irán e Israel— para garantizar la estabilidad requerida por sus planes de desarrollo interno. Junto con potencias con amplia autonomía estratégica (Irán, Turquía, Israel) y actores pequeños con alto impacto mediador o financiero (Catar, EAU), la región se redefine no por alianzas permanentes, sino por esquemas flexibles capaces de administrar la competencia y adaptarse a la próxima crisis.
Mentre l'ONU chiede nuovi sforzi diplomatici per favorire una de-escalation della situazione in Medio Oriente, continuano le preoccupazioni per la situazione umanitaria nella Striscia di Gaza e per la stabilità dell'intera regione.#sbsaudiopodcast
Con 81 voti favorevoli, 51 contrari e 7 astenuti, il Senato licenzia in via definitiva la legge delega che apre le porte al nucleare sostenibile e che porta la firma del ministro dell’Ambiente e della Sicurezza Energetica, Gilberto Pichetto Fratin. Il traguardo arriva, non senza qualche stop and go nelle scorse settimane, a undici mesi dalla trasmissione alla Camera del provvedimento dopo il disco verde di Palazzo Chigi. Da dove, a valle dell’ok, giunge immediato il commento della premier Giorgia Meloni: «Scelta coraggiosa e di buon senso, un altro impegno che abbiamo mantenuto». Dopo quasi quarant’anni - quelli trascorsi dal referendum del 1987 che decretò di fatto lo stop all’atomo - «l’Italia torna ad avere un quadro di regole per produrre energia nucleare», spiega la presidente del Consiglio che sintetizza il senso dell’operazione «come una risposta concreta alla domanda di elettricità che crescere con data center e intelligenza artificiale». Di diverso tono, invece, gli interventi dell’opposizione. Dove le critiche maggiori sono targate M5S («è spot che non porta da nessuna parte», osserva l’ex ministro Sergio Costa) e Avs («è strumento di distrazione di massa», sottolinea Angelo Bonelli). Silente il Pd - al netto dell’intervento del senatore Nicola Irto durante le dichiarazioni di voto - per via delle diverse sensibilità dem sul tema. Mentre Carlo Calenda, leader di Azione, conferma la sua posizione a favore del provvedimento votando un «sì convinto» in aula perché, dice, «l’Italia deve tornare al nucleare, di cui è stata protagonista». Il provvedimento esclude, infatti, la riapertura delle centrali tradizionali e spiana la strada esclusivamente ai reattori di piccola e media taglia. Ma, per arrivarci, serve più tempo. Intanto, nell’immediato, la prossima sfida sono i decreti attuativi che dovranno affrontare, soprattutto, i nodi autorizzativi e finanziari, oltre che individuare il perimetro della futura Authority di settore. Nella delega il timing per i decreti è di 12 mesi, ma l’obiettivo è presentarli entro l’anno. Approfondiamo il tema con Fabrizio Fabbri, Amministratore Delegato Ansaldo Energia. Petrolio a 100 dollari, ma carburanti più cari di quando il greggio ne costava 147A luglio 2008 il petrolio raggiungeva il suo record storico, con il Brent a 147,5 dollari al barile, mentre in Italia il prezzo medio della benzina era di circa 1,52 euro al litro e quello del gasolio di circa 1,36 euro. Oggi il Brent oscilla invece intorno ai 100 dollari al barile, ma i carburanti sono verso i massimi di sempre: il 21 settembre il diesel costava 2,336 euro al litro in modalità self e la benzina 2,155 euro. Com'è possibile che, a fronte di quotazioni del petrolio molto più basse rispetto a 18 anni fa, i prezzi al distributore siano invece molto più alti? Una prima spiegazione è il cambio euro-dollaro. Le quotazioni del petrolio sono in dollari, mentre i carburanti sono in euro. Nel 2008 la moneta europea raggiunse il suo massimo storico nei confronti del dollaro, circa 1,60 contro gli 1,14 di oggi: a parità di quotazione in dollari, quindi, oggi paghiamo petrolio e prodotti raffinati significativamente di più. Secondo il presidente di Unem Gianni Murano, se oggi beneficiassimo dello stesso cambio del 2008 avremmo prezzi inferiori di circa il 25%. C'è poi l'effetto dell'inflazione accumulata negli ultimi diciotto anni. Il confronto corretto non è infatti soltanto tra prezzi nominali, ma tra potere d'acquisto equivalente: i 147 dollari al barile del 2008 oggi sarebbero quasi 200 dollari. In termini reali, secondo Unem, il prezzo della benzina di oggi è sostanzialmente uguale a quello del 2008: circa 2 euro contro 1,99. Per il gasolio lo scostamento è invece maggiore, circa 13 centesimi in più: 2,10 euro contro 1,97. Ma soprattutto il confronto diretto tra il prezzo del greggio e quello dei carburanti è spesso fuorviante: benzina e gasolio non dipendono soltanto dal costo della materia prima, ma anche dall'andamento dei mercati internazionali dei prodotti raffinati. Ed è proprio qui che oggi si concentra la maggiore pressione. A causa delle guerre si sono ridotti i flussi di prodotti finiti dalla Russia, terzo polo di raffinazione mondiale dopo Stati Uniti e Cina, e dal Medio Oriente. Negli ultimi 15 anni l'Europa ha inoltre chiuso circa il 20% della propria capacità di raffinazione, oltre 30 raffinerie, delegando una parte degli approvvigionamenti alle raffinerie russe, dell'area del Golfo e indiane. Si è così creato un “corto” stimato in 4-5 milioni di barili al giorno di prodotti finiti, l'equivalente dei consumi di Italia e Francia messe insieme, più metà di quelli della Germania. Approfondiamo il tema con Gabriele Masini, direttore di Staffetta Quotidiana - Quotidiano delle fonti di energia. Usa-Cina: oggi l'atteso vertice Trump-Xi, focus su AI, commercio e IranIl presidente statunitense, Donald Trump, e il leader cinese Xi Jinping si incontreranno oggi alla Casa Bianca per colloqui cruciali su commercio, intelligenza artificiale e guerra con l'Iran, tra parate militari e un sontuoso banchetto. Sebbene gli analisti cinesi prevedano in generale che il rapporto personale e gli obiettivi politici dei due leader si tradurranno in un vertice prudente con pochi risultati concreti, il loro ultimo incontro faccia a faccia comporta comunque un reale rischio geopolitico. L'importanza di tale incontro è stata evidente fin dal momento in cui Xi è arrivato, ieri sera, alla Joint Base Andrews, nel Maryland, quando Trump ha dato il benvenuto al leader cinese sulla pista dell'aeroporto: era dal 1962 che un presidente Usa non accoglieva personalmente un leader straniero (al di là di Papa Francesco, undici anni fa) all’atterraggio. L'arrivo di Xi a Washington è coinciso con l'annuncio, da parte del segretario al Tesoro Usa Scott Bessent, della proroga della tregua commerciale tra i due Paesi, che prevede la riduzione dei dazi reciproci e la rinuncia a nuove restrizioni commerciali. Si tratta della seconda visita di Stato del leader cinese negli Stati uniti e del secondo faccia a faccia tra Xi e Trump nel giro di quattro mesi. I due leader si erano incontrati a Pechino a maggio, durante la visita di Stato del presidente americano in Cina, concordando di lavorare alla costruzione di quella che i due governi hanno definito una “relazione costruttiva di stabilità strategica”. Il vertice di Washington servirà ora a verificare quanto di quella impostazione possa essere tradotto in intese concrete. Già domenica le delegazioni cinese e statunitense hanno avuto "scambi franchi, approfonditi e costruttivi" nel corso delle consultazioni su questioni economiche e commerciali, secondo quanto riferito dall'agenzia statale cinese Xinhua. Il vicepremier cinese He Lifeng, a capo della delegazione cinese, ha incontrato a New York con il Segretario al Tesoro statunitense Scott Bessent, capo della delegazione USA, e il Rappresentante per il Commercio degli Stati Uniti Jamieson Greer. Bessent ha definito "di grande successo" i colloqui avuti con le controparti cinesi. Parlando ai giornalisti dopo ore di colloqui a New York, ha dichiarato che le due parti hanno concordato di istituire un dialogo sull'AI volto a raggiungere una comprensione comune su obiettivi e minacce, secondo quanto riferisce Bloomberg. Facciamo il punto con Giuliano Noci - Professore ordinario in Ingegneria Economico-Gestionale, insegna Strategia & Marketing presso il Politecnico di Milano. Dal 2011 è Prorettore del Polo territoriale cinese dell'Ateneo milanese
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La crisi in Medio Oriente, le tensioni nello Stretto di Hormuz E Bab El Mandeb hanno riportato la sicurezza energetica al centro dell'agenda europea. Per l'Italia, la sfida è garantire forniture affidabili e prezzi competitivi mentre accelera la transizione e cresce la domanda di elettricità legata a industria, data center e intelligenza artificiale. Con Nicola Monti, CEO di Edison, discutiamo delle conseguenze della crisi sul mercato del gas, del futuro del GNL e degli stoccaggi europei, del possibile ritorno del nucleare e degli investimenti necessari per rafforzare il sistema energetico italiano. Una questione che va oltre l'energia: la capacità dell'Italia di competere nella nuova economia dipenderà anche da quanta energia sarà in grado di produrre, a quale costo, in quali tempi e con quali visioni. Scopri il programma e i pass gratuiti per Future4Cities, dal 25 al 27 settembre a Torino: https://future4cities.willmedia.it/ Venerdì 25 settembre alle ore 21 lo spettacolo di Mario Calabresi "Il Novecento a Torino", acquista i biglietti: https://www.mailticket.it/evento/54553/il-novecento-a-torino Scopri i corsi della New Media Academy, la scuola di podcasting e digital journalism di Chora e Will: https://newmediacademy.com/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
RadioBorsa - La tua guida controcorrente per investire bene nella Borsa e nella Vita
“Un padre dovrebbe lasciare ai figli abbastanza denaro perché possano fare qualsiasi cosa, ma non abbastanza da permettere loro di non fare niente”. Con questa riflessione di Warren Buffett sul delicato equilibrio tra ricchezza e responsabilità, il nuovo episodio di RadioBorsa affronta il tema dell'eredità, della successione e del capitale. La decisione del novantaseienne Buffett di fare un passo indietro, lasciando la presidenza di Berkshire Hathaway al figlio Howard con un ruolo puramente di garanzia, offre uno spunto prezioso per capire l'importanza della governance e il rischio che il capitale, se non gestito con competenza, si trasformi da strumento di libertà a gabbia dorata. Ma la puntata esplora anche un'altra dimensione del controllo: quella narrativa. Ispirandosi alle teorie del premio Nobel Robert Shiller, l'episodio analizza come le storie contagiose muovano i mercati più dei fondamentali, partendo dalla recente "frenata" sulle Big Tech. Per alcune ore, Wall Street è stata scossa dal timore che colossi come OpenAI o Google potessero rallentare lo sviluppo dell'Intelligenza Artificiale per evitare scenari distopici da "superintelligenza assassina", salvo poi tornare a macinare profitti al suono del pragmatismo e dei grandi investimenti in server e data center.Infine, l'episodio getta luce sul mercato obbligazionario e sul petrolio. Il calo del prezzo del greggio sotto i 100 dollari, nonostante le tensioni in Medio Oriente e in Ucraina, ha dato ossigeno ai bond, dopo che molti risparmiatori hanno scoperto a loro spese come l'aumento dei tassi possa far crollare il valore dei titoli di Stato in portafoglio. Ascolta la puntata per imparare a distinguere tra narrazione e realtà e scoprire come blindare i tuoi risparmi dalle fluttuazioni emotive. Questo episodio include contenuti generati dall'IA.
El Gobierno de Francia, encabezado por el primer ministro Sébastien Lecornu, anunció nuevas medidas para intentar contener el alza de los precios de la gasolina y el diésel, alimentados por la guerra en Medio Oriente y las complicaciones de tránsito marítimo en el golfo Pérsico. La iniciativa busca limitar el impacto del encarecimiento de los combustibles sobre los consumidores, en un contexto de presión sobre los precios de la energía.
Yemen, da guerra dimenticata a epicentro di una crisi globale che minaccia le rotte commerciali e tenta di ridisegnare gli equilibri in Medio Oriente. Nelle ultime settimane l'Arabia Saudita ha registrato attacchi sempre più frequenti da parte dei combattenti filoiraniani Houthi arrivati a controllare lo stretto di Bab Al Mandab sul Mar Rosso – divenuto passaggio marino vitale per il trasporto di merci e petrolio tra l'Asia e L'Europa, specialmente dopo il blocco dello Stretto di Hormuz. Da uno stretto all'altro per un'evoluzione della crisi in Medio Oriente che rischia di paralizzare entrambe le vie di trasporto marittimo lungo la penisola arabica e sottoporle al controllo iraniano. Una leva potentissima da impiegare nella guerra contro gli Stati Uniti e che – e ce ne siamo accorti – fa schizzare alle stelle il prezzo del petrolio. Ne parliamo a Modem con Eleonora Ardemagni, esperta di Yemen e Monarchie del Golfo, ISPI Alessandro Colombo, professore di Relazioni internazionali, Università degli Studi MilanoGiacomo Luciani, esperto di energia e professore di relazioni internazionali al Graduate Institute di Ginevra
Nella nota diffusa domenica dalla Farnesina sulla missione del ministro degli Esteri Antonio Tajani all'81ª Assemblea generale delle Nazioni Unite la parola condanna compare una volta sola, e appartiene a mercoledì 23 settembre, al Consiglio di sicurezza sull'Ucraina, dove Tajani ribadirà la condanna "per gli attacchi russi" sui civili, chiederà un cessate il fuoco prima dell'inverno e parlerà di ricostruzione. Oggi, su delega della presidente del Consiglio, è lui che guida la delegazione italiana all'apertura. Giovedì tocca al Medio Oriente. Lì la nota prevede l'impegno "per la ricostruzione di Gaza", cioè della Striscia dove Amnesty International, nel rapporto del 5 dicembre 2024, ha concluso che Israele commette un genocidio. Poi sostegno umanitario, accoglienza, Food for Gaza, corridoi universitari. Solo ricostruzione. Eppure un cessate il fuoco a Gaza esiste già dall'ottobre 2025, e secondo il ministero della Salute di Gaza da allora i morti sono oltre 1.300. Sabato un drone israeliano ha ucciso a Jabalia Basir al-Bursh, figlio di Munir al-Bursh, direttore generale proprio del ministero che tiene quel conto. Le autorità sanitarie lo hanno messo nel bilancio del giorno, l'esercito israeliano lo ha definito comandante della forza d'élite di Hamas: il ministero del padre ha dato il nome, l'esercito che lo ha colpito la didascalia. In Tunisia intanto l'11 settembre un giudice istruttore ha prorogato di quattro mesi la detenzione dei quattro membri tunisini della Global Sumud Flotilla, e Wael Naouar, che rifiuta il cibo dal 16 agosto, ora ha accanto gli altri tre in sciopero della fame. Quel giovedì, secondo il Times of Israel, all'Assemblea parla anche Benjamin Netanyahu, lo stesso giorno in cui l'Italia ha in agenda la ricostruzione, e nel programma di quel giovedì la parola condanna manca. #LaSveglia per La NotiziaDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/la-sveglia-di-giulio-cavalli--3269492/support.
Negli ultimi anni, con l'aumento dei conflitti armati, sono aumentati gli appelli alla pace. Appelli che però nell'attuale scenario internazionale cadono molte volte nel vuoto. La guerra in Ucraina è già più lunga della Prima Guerra Mondiale, mentre la crisi in Medio Oriente sta mostrando come gli antichi equilibri non valgano più. Una cosa è certa: l'uso della forza per risolvere le dispute internazionali sta diventando la prassi, così come il riarmo da usare come deterrente.Ma cosa vuol dire fare la pace? Come è possibile spezzare quei processi che portano singoli, comunità, governi, popolazioni intere, a usare la forza? A quali condizioni diventa accettabile o necessario mettere giù le armi? Ne abbiamo discusso con attivisti, peacebuilder, mediatori, diplomatici, ex-militari, difensori dei diritti umani, ricercatori. Profili che lavorano quotidianamente, spesso sul campo, per creare le condizioni affinché gli appelli alla pace non cadano nel vuoto. Nessuno ha la chiave per fermare le guerre. E anche alcuni nostri interlocutori hanno ammesso come a volte la forza sembri veramente l'unica risposta possibile.Ma iniziare a comprendere cosa voglia dire pace può permettere a tutti di fare un piccolo passo in avanti. In questo Laser ascolterete Basil Massey (Direttore Programma Disarmo ONU in Etiopia), Evelyn Pauls (Agency for Peacebuilding), Lamberto Zannier (Ambasciatore Italiano), Oliver Richmond (Università di Manchester), Vyacheslav Likhachev (Centro per le Libertà Civili di Kyiv).
L'Iran tra minacce di nuovi attacchi americani e tentativi di negoziato. Lo Yemen dove migliaia di famiglie fuggono dai combattimenti, mentre Trump valuta un intervento contro gli Houthi.Al centro, le persone: quelle che devono lasciare casa e quelle che aspettano di sapere se la diplomazia arriverà prima delle bombe.In questa puntata raccontiamo anche le elezioni in Germania, con due territori che prendono direzioni diverse, e il voto in Russia, dove la guerra pesa sulla vita quotidiana e lo spazio del dissenso continua a restringersi. A Gerusalemme, le chiusure per Yom Kippur ostacolano gli spostamenti dei palestinesi. A Ceuta, centinaia di minorenni migranti cercano un posto sicuro dove dormire.E ancora: l'allarme per due giornalisti scomparsi a Gibuti, gli sviluppi nel caso dell'assassinio del presidente haitiano Jovenel Moïse e le possibili nuove sanzioni americane contro la Corte penale internazionale.Il notiziario internazionale di Radio Bullets a cura di Barbara Schiavulli: fatti, contesto e uno sguardo critico sulle decisioni del potere e sulle conseguenze per chi le subisce.
Borse europee verso apertura in verde; Escalation in MO, Trump apre a bilaterale con vertici Iran; Germania, Merz rischia la poltrona? Occhio al Bund; Washington si prepara al summit Trump-Xi; Cosa tenere d'occhio a Piazza Affari. Puntata a cura di Adolfo Valente - Class CNBC Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Antonio PadovanoMigrazione rurale e futuro dell'agricoltura mediterranea: opportunità, rischi e nuove prospettiveTerra Madre / Salone del Gustowww.terramadresalonedelgusto.comTorino, 25 settembre 2026, ore 17:30Palazzo di Città, Palazzo di Città – Sala CarpaniniVia Corte d'Appello, 1 In tutto il Mediterraneo, Medio Oriente e Nord Africa (MENA), i cambiamenti demografici stanno trasformando le aree rurali e i sistemi agricoli. L'esodo giovanile verso le città accelera l'invecchiamento delle comunità rurali, riduce la disponibilità di manodopera qualificata e indebolisce il trasferimento delle conoscenze che per generazioni ha sostenuto l'agricoltura locale e la resilienza.Questo fenomeno ha implicazioni per la biodiversità, l'innovazione, il ricambio generazionale e lo sviluppo delle filiere agroalimentari locali. Al tempo stesso, la trasformazione delle campagne offre nuove opportunità. Come rendere di nuovo attrattive le aree rurali per i giovani? Come preservare i saperi locali integrando nuove competenze, tecnologie e modelli di impresa? Gli strumenti digitali possono migliorare la sostenibilità e la competitività, ma sollevano anche interrogativi su accesso, competenze e nuove disuguaglianze. Questo incontro vuole promuovere un confronto sul futuro delle aree rurali del Mediterraneo, esaminando le opportunità e i rischi legati alla migrazione rurale, al ricambio generazionale e alla trasformazione dei sistemi agricoli. Il dibattito prenderà spunto dai risultati di uno studio condotto nell'ambito del progetto CERERE (CEreals REsiliencyREvolution for Agile Supply Chain Management in the Mediterranean), finanziato dal Programma PRIMA dell'Unione Europea. Agricoltori, ricercatori, innovatori e decisori politici discuteranno di come rafforzare la resilienza delle comunità rurali, tutelando la biodiversità, i saperi locali e le identità territoriali. Intervengono:Antonio Padovano, Università della Calabria, coordinatore del progetto CERERE, Italia Turgut Orman, TARIM, partner del progetto CERERE, Turchia Mohamed Wageih, responsabile del progetto PRIMA, Egitto Francesco Sottile, agronomo, professore ed esperto di agroecologia, membro del Consiglio di amministrazione di Slow Food, Italia Henry Burgsteden, responsabile senior per l'innovazione e capo dell'Unità per l'agricoltura digitale e l'innovazione nell'intelligenza artificiale, FAO, Paesi Bassi Prof. İlkay Dellal, esperto della FAO, Università di Ankara, Turchia Dott. Omar Elbadawy, responsabile del programma regionale, Centro per l'ambiente e lo sviluppo per la regione araba e l'Europa (CEDARE), Egitto Accesso libero, senza necessità di registrazione. Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Artículo 19 respalda la eliminación del delito de calumnia en Zacatecas Inmovilizan más de 27 toneladas de ácido tartárico en LázaroCárdenas Arabia Saudita alerta por posibles ataques en RiadMás información en nuestro podcast#grc
I titoli: Approvato ieri da Leone XIV l'avvio della causa di canonizzazione di don Luigi Di Liegro. Ai nostri microfoni monsignor Di Tora, suo successore alla direzione della Caritas di Roma. Medio Oriente. Ancora scontri tra i ribelli yemeniti Houti e forze militari del governo saudita. Gli Stati Uniti intanto valutano una nuova offensiva in Iran. Accordo tra Usa, Danimarca e Groenlandia sul futuro della sicurezza nell'artico. La firma dei tre governi prevista la prossima settimana. Conduce: Paola Simonetti In redazione: Silvia Giovanrosa e Marco Guerra Fonico di regia: Bruno Orti
La Reserva Federal volvió a subir las tasas, pero Wall Street reaccionó al alza. Mientras tanto, el petróleo sigue por encima de los 100 dólares, la guerra en Medio Oriente amenaza rutas energéticas clave y los bancos centrales vuelven a preocuparse por la inflación. En México, Claudia Sheinbaum respondió a nuevas presiones de Donald Trump sobre seguridad y crimen organizado, mientras la relación bilateral mezcla cada vez más comercio, migración y cooperación. Además: Canadá busca acercarse a Europa, Rusia intensifica sus ataques contra Ucrania, Huawei acelera su carrera de chips, India atrae nuevas inversiones en semiconductores y OXXO sigue expandiéndose. Hoy en El Brieff: cómo la geopolítica está encareciendo el dinero, la energía y el costo de hacer negocios.STRTGY Agents construye agentes de inteligencia artificial que trabajan junto con tu equipo para automatizar tareas repetitivas en ventas, cobranza y administración. Se integran con las herramientas que ya utilizas, automatizan procesos concretos y miden resultados. Menos trabajo manual, más ejecución. Contacto: arturo@strtgy.ai · WhatsApp: +52 81 3232 2698.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
¿Quiénes son los hutíes y qué están haciendo en Medio Oriente?
I titoli: Australia, il governo svela la nuova politica migratoria: giro di vite su visti studio e secondo working holiday; Medio Oriente, una missione d'inchiesta dell'Onu ritiene che gli Stati Uniti abbiano commesso crimini di guerra in Iran; Sport, AFL: stasera Swans e Dockers si giocano un posto nella Grand Final.Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui. #sbsaudiopodcast
Sheinbaum cuestiona informe de EE.UU sobre crimen Muere la diputada Anay Beltrán ReyesIsrael y Marruecos fortalecen sus relaciones Más información en nuestro podcast#grc
Tra petrolio e rincari Benzina e gasolio continuano a salire, il petrolio viaggia ormai verso i 110 dollari al barile, come dopo i bombardamenti all'Iran, cresce il prezzo dell'elettricità e aumenta anche la paura che le tensioni in Medio Oriente e la guerra tra Russia e Ucraina possano trasformarsi in uno shock energetico difficile da gestire per l'Europa e l'Italia. Quale manovra sarà Mentre ieri il Senato ha approvato con 113 sì la Legge elettorale, che ora tornerà alla Camera per la terza lettura, il governo è al lavoro sulla Legge di Bilancio, che sarà l'ultima della legislatura. 40 anni con… Class Class Editori, la società che edita questo podcast, il quotidiano Milano Finanza, l'agenzia di stampa MF-Newswires, la televisione Class CNBC, Radio Classica oltre a vari periodici e prodotti digitali compie 40 anni. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El estrecho de Bab el-Mandeb vuelve a situar a Yemen en el centro de las tensiones de Medio Oriente. La disputa entre los hutíes y Arabia Saudita tiene implicaciones para la seguridad regional, el comercio internacional y la rivalidad entre Riad y Teherán. ¿Qué buscan los hutíes en el mar Rojo? ¿Y hasta dónde está dispuesta a llegar Arabia Saudita para impedir que amplíen su influencia sobre una de las rutas marítimas más estratégicas del mundo? Lo analizamos en France 24.
El rendimiento del bono del Tesoro de Estados Unidos a 10 años subió a su nivel más alto en casi dos décadas; el petróleo se acercaba a los US$107 por barril mientras los operadores evaluaban las interrupciones en el suministro de Medio Oriente; y Donald Trump y el director ejecutivo de Nvidia, Jensen Huang, minimizaron los riesgos de la IA. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Emilio Rigatti, Amedeo Lovisolo"A Kabul per una luce accesa"ediciclo editorewww.ediciclo.itC'è un momento, nella vita, in cui la paura di restare fermi ad aspettare pesa più della paura di partire. È da questo bivio che nasce "A Kabul per una luce accesa", il nuovo libro scritto a quattro mani da Emilio Rigatti e Amedeo Lovisoni per Ediciclo Editore.Tutto comincia con una proposta che arriva, come scrive Rigatti, "come un meteorite": attraversare 25.000 chilometri, dal Friuli fino all'Afghanistan, a bordo di una Willys del 1953 ricostruita pezzo per pezzo dallo stesso Lovisoni, affiancata da due moto Yamaha. Ad accettarla è un uomo di settant'anni che porta con sé una diagnosi di tumore metastatico e la lucidità di chi ha smesso di cercare buone ragioni per rimanere a casa ad aspettare notizie migliori.Il viaggio attraversa Balcani, Turchia, Iran, Afghanistan e Asia Centrale in un centinaio di giorni: caldo che scioglie l'asfalto, meraviglie architettoniche, una fucilazione sfiorata, talebani che accolgono i viaggiatori con più cortesia del previsto, guasti meccanici a ripetizione e l'inventiva necessaria per rimettersi in marcia ogni volta. A Herat il gruppo incontra Somaya Moniry, la prima donna afghana autorizzata a lavorare come guida turistica; a Kabul tre giovani donne chiedono aiuto ai viaggiatori solo per poter entrare in un giardino pubblico. Piccoli episodi che raccontano la condizione femminile afghana più di tanti reportage.Non è un libro sull'eroismo del viaggiare, né un instant book sull'Afghanistan. È il diario di un'amicizia e di una scommessa: continuare a guardare il mondo con curiosità anche quando il tempo sembra stringersi. Rigatti scrive con l'ironia asciutta che i suoi lettori conoscono da vent'anni di libri di viaggio lento; Lovisoni porta la competenza tecnica e la passione per una Via della Seta fatta di siti dimenticati e itinerari fuori mappa. Un libro di viaggio che è anche una riflessione su cosa significhi, a una certa età e in certe condizioni, scegliere ancora la strada invece del divano.Emilio Rigatti è insegnante in pensione, scrittore e cicloviaggiatore. Ha pubblicato con Ediciclo numerosi titoli dedicati al viaggio lento, tra cui "La strada per Istanbul" (Premio Albatros 2002), "Minima Pedalia", "Se la scuola avesse le ruote", "Dalmazia Dalmazia" e "Ichnusa". Negli ultimi anni ha affiancato alla bicicletta la passione per il kayak, che definisce "una bicicletta galleggiante".Amedeo Lovisoni è divulgatore storico e viaggiatore specializzato in Asia Centrale e Medio Oriente. Ha percorso migliaia di chilometri alla ricerca di siti archeologici dimenticati lungo la Via della Seta, raccontati anche nel progetto Instagram "Offroad History". In questo libro è il capitano della spedizione e l'artefice della ricostruzione della Willys del 1953.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
I titoli: Intelligenza Artificiale, per Trump le preoccupazioni sono solo bufale e rilancia: "Chi si prende l'AI si prende tutto"; Medio Oriente, oleodotto saudita chiuso per almeno tre settimane a causa di un attacco di droni, vola il prezzo del petrolio.Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui. #sbsaudiopodcast
Trump resta importancia a los riesgos del acelerado avance de la IA que los expertos han advertido. El precio del barril de petróleo estadounidense supera los 102 dólares tras nuevos ataques en Medio Oriente. Y entran en vigor cambios a SNAP en octubre. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Nel fine settimana, il ceo di Anthropic Dario Amodei ha lanciato un appello a rallentare il ritmo di sviluppo dei modelli di intelligenza artificiale e a sottoporli a controlli rigorosi. In un saggio, Amodei ha proposto un piano in tre punti che prevede il monitoraggio indipendente dei modelli di AI e una regolamentazione sia di settore che globale (Bbc). Elon Musk, ad di xAI, e Sam Altman, ceo di OpenAI, hanno appoggiato le proposte (Ft). Oltre una dozzina di eminenti ricercatori hanno già avvertito che l'AI sta diventando un rischio per l'umanità (Nyt). E intanto OpenAI ha rinviato la quotazione in borsa a causa di preoccupazioni sulla sicurezza dell'AI (Fortune). Nel fine settimana il direttore fondatore del Digital Ethics Center dell'Università di Yale, l'italiano Luciano Flòridi, si è espresso in maniera netta: “Le aziende smettano di vendere fantascienza. Le paure vengono diffuse anche dal giornalismo irresponsabile, che non spiega”. Il rischio vero? “Che poche aziende private di due superpotenze decidano il futuro cognitivo, economico e politico della società”. Sull'allarme di Jacob Coxon, il ricercatore di Anthropic che ha lasciato l’azienda per paura che l’Ai vada fuori controllo: “Coxon ha costruito modelli per OpenAI e Anthropic, ma non si occupava della sicurezza. Immagino che lui e i suoi colleghi possano crederci perché è la sociologia di un ambiente. Ma scrivere che ‘nessun'altra attività umana presenta questo livello di pericolo’ è scandaloso. Basti pensare che ogni giorno muoiono tredicimila bambini sotto i cinque anni per cause prevenibili. E poi ci sono la povertà, la fame, l’emigrazione, il clima, le guerre, le bombe nucleari, i genocidi. Chi scrive quella frase non sa di che cosa parla”.Lui teme che l’Ai possa decidere di sterminare l’umanità entro la fine del decennio. L’effetto sull’opinione pubblica è stato enorme. “Numeri tirati a caso. L’effetto non nasce dall’argomento ma da una tempesta perfetta: un thread su X, l’esclusiva del Wall Street Journal lo stesso giorno, novanta milioni di visualizzazioni. Il guaio peggiore non è la bufala: è il giornalismo irresponsabile che la diffonde senza spiegare”. Ne parliamo con Luciano Flòridi, direttore fondatore del Digital Ethics Center dell'Università di YalePetrolio oltre i 100 dollari: è allarme in Medio Oriente, tra blocco di Hormuz e stop all’oleodotto Est-Ovest. Il petrolio torna sopra quota 100 dollari al barile mentre i mercati misurano l’impatto dell’escalation in Medio Oriente e del fermo dell’oleodotto East‑West dell’Arabia Saudita, infrastruttura strategica che consente al regno di aggirare lo Stretto di Hormuz. Il rialzo dei prezzi è alimentato da una combinazione di fattori che stanno creando una pressione simultanea su tutte le principali vie di transito del greggio: il traffico attraverso Hormuz resta fortemente ridotto rispetto ai livelli precedenti alla guerra con l’Iran; l’avanzata degli Houthi nello Yemen e i rischi per la navigazione intorno a Bab el‑Mandeb complicano la rotta del Mar Rosso; l’attacco di venerdì contro l'oleodotto saudita East-West, o Petroline ha interrotto il flusso di circa 4 milioni di barili al giorno, pari al 4% dell’offerta globale. La chiusura dell’oleodotto Est‑Ovest, colpito da droni provenienti dall’Iraq, priva l’Arabia Saudita della sua principale alternativa terrestre a Hormuz e aumenta il rischio che il regno esaurisca le scorte per l’export entro pochi giorni. Parallelamente, gli Houthi — sostenuti da Teheran — hanno conquistato nuove isole strategiche nel Mar Rosso, tra cui Hanish Maggiore, Hanish Minore e Perim, consolidando il controllo sullo stretto di Bab el‑Mandeb e aggravando la vulnerabilità delle rotte energetiche. Si delinea così lo scenario della “doppia strozzatura”: Hormuz compromesso dalla guerra tra Iran e Stati Uniti, Bab el‑Mandeb sotto pressione per l’avanzata degli Houthi, e l’oleodotto saudita fuori uso. Una crisi simultanea dei tre snodi potrebbe provocare un nuovo shock energetico, con effetti pesanti sul commercio internazionale, sulle rotte navali e sui prezzi del petrolio alla riapertura dei mercati. Le autorità regionali segnalano nuovi attacchi contro navi commerciali, infrastrutture petrolifere e città saudite meridionali, mentre l’Iran ribadisce che non riaprirà Hormuz finché gli Stati Uniti non soddisferanno le richieste di Teheran. In questo contesto, il rinvio dell’incontro tra Iran e Stati arabi del Golfo sulla sicurezza dello Stretto di Hormuz contribuisce a mantenere alta la tensione e l’incertezza sulle prospettive delle forniture energetiche globali. Facciamo il punto con Davide Tabarelli, presidente Nomisma Energia. Turismo: Istat, in secondo trimestre 2026 - 0,8% flussi rispetto a 2025, ma presenze aumentano del 3,9%Nel secondo trimestre del 2026 i flussi turistici, rispetto allo stesso trimestre del 2025, hanno registrato una lieve diminuzione degli arrivi (-0,8%), a fronte di un aumento delle presenze pari al 3,9%. E' quanto emerge da una nota statistica flash dell'Istat, secondo cui nel periodo considerato il complesso degli esercizi ricettivi ha registrato poco meno di 47 milioni di arrivi e quasi 148 milioni di presenze turistiche. Secondo l'Istat, inoltre, la componente straniera si attesta al 61,6% delle presenze complessive, rappresentando la quota maggioritaria dei flussi turistici. Rispetto al 2025, le presenze dei turisti stranieri nel secondo trimestre sono aumentate del 4,6%, mentre l'incremento della clientela italiana è stato più contenuto (+2,7%). Inoltre, rispetto al 2025, le variazioni più consistenti delle presenze sono state registrate a maggio: rispettivamente +6,4% per i turisti italiani e +10,1% per quelli stranieri (+8,8% il totale). Il settore alberghiero ha registrato 27,6 milioni di arrivi e 77,6 milioni di presenze. Il settore extra-alberghiero - considerando anche gli alloggi in case e appartamenti dati in affitto per periodi brevi per finalità turistiche e gestiti sia in forma imprenditoriale e sia in forma non imprenditoriale - ha contribuito con oltre 19,3 milioni di arrivi e circa 70,3 milioni di presenze. Lo approfondiamo con Massimo Caputi, presidente Federturismo.
Medio Oriente, il prezzo del petrolio continua a salire dopo lo stop all'oleodotto in Arabia Saudita e all'avanzata degli Houthi. Ne discutiamo con Matteo Villa, Direttore del Data Lab ISPI.Ucraina, Trump assicura che sullo stop ai raid su obiettivi energetici c'è il sì di Mosca e Kiev. Con noiRiccardo Alcaro, Coordinatore delle ricerche e responsabile del programma "Attori globali" dell'Istituto Affari Internazionali.Eruzione Etna: l'aeroporto di Catania chiuso per allerta rossa. Ne parliamo conEugenio Privitera, Coordinatore del Centro di Pericolosità Vulcanica dell’INGVPapa Leone rialza gli stipendi ai cardinali: stop ai tagli di Papa Francesco dopo l’emergenza Covid. Con noiCarlo Marroni, il Sole 24 Ore.Calcio, le sfide di Serie A con il nostro Dario Ricci.
Le guerre in Ucraina e in Medio Oriente, i rapporti con gli Stati Uniti di Trump, il futuro dell’Europa e l’attualità italiana i temi al centro dell’intervista con Antonio Tajani, ministro degli Esteri e vicepresidente del Consiglio.
En el episodio de hoy Valentina Orduz y Juan Manuel de los Reyes analizaron una jornada marcada por un giro inesperado en la industria de la IA. Tras un ensayo de Dario Amodei, director ejecutivo de Anthropic, que pidió moderar el ritmo de desarrollo de los modelos más avanzados, figuras como Sam Altman y Elon Musk respaldaron la advertencia, y los mercados reaccionaron con caídas y retrocesos generalizados en las tecnológicas. En la segunda parte, revisaron el conflicto entre Estados Unidos e Irán y su impacto sobre el estrecho de Ormuz, con el diésel superando por primera vez los seis dólares por galón y un riesgo inflacionario que preocupa a los inversionistas.
PODCAST LAS NOTICIAS CON CALLE 11 DE SEPTIEMBRE - Fuera de control Medio Oriente, otra vez vuelven a pelear y ahora los hutíes e Irán parecen estar ganando - Reuters Trump no atacó a hutíes tras petición de MBS de Arabia - Axios Empleados de Anthropic y OpenAi dicen ambos que hay 10-15% de posibilidad de que Ai mate a toda la humanidad en los próximos años - Reuters Precio del diesel se dispara dramáticamente, bonos de USA llegan a casi 5% - Bloomberg Petróleo sube a 109 billetes - oil Price Siempre innovando y con los mejores beneficios, MCS Personal Directo te ofrece cubiertas accesibles para que cuides de tu salud y la de los tuyos.Con una amplia red de proveedores de más de 15,000 médicos de libre selección. Reembolso de hasta $40 mensuales por membresía a un gimnasio o por un entrenador personal debidamente certificado. Asistencia en el hogar para servicios de cerrajería, plomería y electricidad de hasta $350 por evento hasta 4 veces al año.¡Únete HOY a la gran familia de MCS!¡Salud que completa tu vida! Llama al 787.945.1259 y oriéntate.Endoso pagado#MCS #incluyeauspicio Republicanos celebran en Dallas a ver si logran ganar elecciones de medio término, pero jueces federales detienen medida de Trump para limitar voto por correo - USA Today Cámara aprueba cambiar ganancias de capital a 10% para boricuas, para extranjeros a 4% - Noticel Callan a sujeto con bandera de México en convención republicana y le dicen que se vaya para México - WSJPolvo del Sahara como demente hasta el sábado - Noticel Mujer de 72 años es asesinada por su hijo en Aguada - Wapa Anuncian falta de energía, PR tiene 6,500 MW instalados, pero en tiempo real solo hay ~3,200 MW disponibles ¿coincidencia o chanchullo? - Metro Multipisos del Escambrón se aprueba sin plano y sin precio - Metro Jhonny Méndez se niega a contestar si favorece a JGo 2028 Guerra por Cataño y el biyuyi se pone más dura - Telemundo Trump quiere obligar a que todo educación de head Start tiene que ser en inglés incluyendo a PR Petróleo vuelve a treparse a 105 billetes LOS DATOS DEL DÍA Brent$107.63 (+5.9%), rozó $109 WTI~$103 (máximo desde mayo) Diésel EEUU$6.06/gal (récord histórico) Gasolina regular~$4.27/gal S&P 5007,591.70 (-0.6%) Dow Jones52,064.10 (-0.6%) Bono 10 años4.95% Euro/USD1.1627 Hipoteca 30 años6.88%
È in corso dal 7 settembre e si concluderà domani, 11 settembre, la missione imprenditoriale che farà tappa a Buenos Aires, San Paolo e Brasilia, portando oltre 90 imprese italiane nei due principali mercati del Mercosur (che include Argentina, Brasile, Uruguay e Paraguay). Guidata dal presidente Emanuele Orsini e organizzata insieme a ICE Agenzia, in stretto coordinamento con le Ambasciate d’Italia a Buenos Aires e Brasilia e in collaborazione con la Camera di Commercio Italiana nella Repubblica Argentina e la Câmara de Comércio Italiana de São Paulo – Italcam, la missione ha fatto tappa a Buenos Aires il 7 e 8 settembre, è proseguita a San Paolo il 9 e 10 settembre e si concluderà domani a Brasilia. Ad accompagnare le oltre 90 imprese anche un’ampia rappresentanza dei vertici di Confindustria e del Sistema Paese, con la partecipazione dei ministri Antonio Tajani e Giuseppe Valditara. Ne parliamo con Barbara Cimmino, vicepresidente di Confindustria per l'export e l'attrazione degli investimenti.Cdm alle 17, verso proroga taglio acciseIl Consiglio dei ministri, convocato alle 17 a Palazzo Chigi, ha intenzione di varare la nuova proroga del taglio delle accise sul gasolio. La misura sarà contenuta nel decreto legge all'ordine del giorno, con "disposizioni urgenti in materia di prezzi petroliferi connessi al protrarsi della nuova crisi dei mercati internazionali e di infrastrutture e attività energetiche strategiche". La nuova proroga del taglio sulle accise sui carburanti - quello in vigore fino a oggi è di 17 centesimi al litro solo sul diesel - durerà fino al 17 settembre. Facciamo il punto con Gianni Trovati, Il Sole 24 Ore.La Bce alza il costo del denaro di 25 punti base, tasso su depositi sale al 2,50%. Lagarde: «Rischi rialzo per inflazione e ribasso per crescita»Il Consiglio direttivo Bce ha deciso oggi di alzare, come atteso, i tassi di interesse di 25 punti base e ha avvertito che «il conflitto in Medio Oriente continua a generare pressioni sull’inflazione, che dovrebbe mantenersi su livelli ben al di sopra dell’obiettivo per un periodo prolungato». «La decisione odierna - si sottolinea nel comunicato di fine vertice - sottolinea l’impegno del Consiglio direttivo di definire la politica monetaria in modo da assicurare che l’inflazione si stabilizzi sull’obiettivo del 2% a medio termine». «Le prospettive restano molto incerte, con rischi orientati al rialzo per l’inflazione e al ribasso per la crescita economica. Riguardo allo shock energetico, i nuovi scenari formulati dai nostri esperti illustrano l’ampia gamma di esiti per l’evoluzione della crescita e dell’inflazione in base a diverse ipotesi sull’intensità e sulla durata dello shock, nonché sugli effetti indiretti e di secondo impatto. Con la decisione odierna il Consiglio direttivo resta in una posizione favorevole per affrontare l’incertezza causata dal conflitto». Approfondiamo il tema con Franco Bruni, professore emerito del dipartimento di Economia dell’Università Bocconi, dirige l'Osservatorio Europa e Governance Globale dell'ISPI.
En el Edomex inicia entrega de tarjetas de reposición de Mujeres con BienestarLíbano denuncia más de 7 mil violaciones israelíes a acuerdo firmadoYecapixtla, Morelos, Capital Mundial de la Cecina desde 2019Más información en nuestro podcast#grc
Hoy en El Brieff: el petróleo vuelve a dominar la conversación global mientras la tensión en Medio Oriente empuja al Brent cerca de los 100 dólares y obliga a los mercados a replantear el rumbo de las tasas. Analizamos por qué Trump vuelve a tensar el T-MEC con Canadá y México, qué dicen los nuevos datos de la industria automotriz mexicana, cómo Europa transforma fábricas de autos en plantas de defensa y por qué Huawei sigue desafiando las restricciones de Estados Unidos. Además, seguridad en Puebla, avances de Novo Nordisk y sorpresas en el US Open. Todo en diez minutos.Sponsor del día: STRTGY convierte los datos de tu empresa en recomendaciones accionables para tomar mejores decisiones con inteligencia artificial. Para más información, contáctanos en el correo arturo@strtgy.ai o al WhatsApp: +52 81 3232 2698Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Rassegna stampa economico-finanziaria dell'8 Settembre 2026, strutturata per macro-temi e basata sulle principali testate giornalistiche nazionali e internazionali.Crescita, lavoro e capitale umano: l'Europa riparte, ma resta il nodo produttivitàTestate: Corriere della Sera / Avvenire / Il Sole 24 Ore / Il Fatto Quotidiano / La StampaL'economia europea torna a crescere e continua soprattutto a creare occupazione. Nel secondo trimestre il PIL dell'area euro registra una crescita del +0,6% su base annua, mentre gli occupati nell'Unione europea raggiungono circa 221,4 milioni, nuovo massimo.Per l'Italia, il miglioramento del mercato del lavoro produce anche un effetto positivo sui conti pubblici. Nei primi sette mesi del 2026 le entrate tributarie aumentano di quasi 9,4 miliardi di euro, +2,8%, raggiungendo circa 346,1 miliardi.Quasi 4 miliardi dell'incremento derivano dalle ritenute sul lavoro dipendente pubblico e privato. A luglio gli occupati aumentano di 307 mila unità rispetto all'anno precedente, +1,3%, mentre la retribuzione oraria media tra gennaio e giugno cresce del 2,6%.Anche la composizione del gettito offre indicazioni sull'economia reale: le entrate legate al commercio crescono del 6,6% e quelle dei servizi privati del 2,7%. L'IVA sulle importazioni aumenta invece di quasi 1 miliardo, +8,7%, soprattutto per il rincaro dei prodotti energetici.In controtendenza gli acconti IVA delle partite IVA, in calo del 5,2%, mentre lo Stato registra circa 1,2 miliardi di minori accise rispetto al 2025 a causa degli interventi sui carburanti.Il principale punto debole rimane il potere d'acquisto. La crescita dell'occupazione non è ancora accompagnata da un recupero sufficiente dei salari reali, soprattutto nei settori commercio, turismo, logistica e servizi. Questo rischia di mantenere debole la domanda interna.Rimane inoltre il problema del capitale umano. Tra i giovani italiani emigrati, il 46,6% indica le opportunità di carriera come condizione determinante per rientrare, mentre il 37% sottolinea il divario salariale tra Italia e Germania.La popolazione italiana tra 18 e 34 anni è scesa a circa 10,4 milioni, rispetto ai 15,2 milioni di trent'anni fa. Istruzione, produttività, salari e capacità di trattenere lavoratori qualificati diventano quindi variabili strettamente collegate.L'Italia beneficia oggi di occupazione elevata, maggiore gettito e tenuta dei servizi. La vera sfida sarà trasformare questo miglioramento ciclico in salari reali più elevati, produttività e investimenti nella formazione.Energia, petrolio e alimentari: il rischio inflazione torna al centroTestate: la Repubblica / Il Sole 24 Ore / Financial TimesIl petrolio torna vicino alla soglia psicologica dei 100 dollari al barile, con il Brent indicato intorno a 97,3 dollari dopo la forte accelerazione del mese precedente.Le tensioni in Medio Oriente e il rischio di interruzioni delle principali rotte energetiche stanno aumentando il premio geopolitico incorporato nelle quotazioni.Goldman Sachs considera possibile, in uno scenario caratterizzato da una forte interruzione dell'offerta, un Brent sopra i 120 dollari. Non rappresenta lo scenario centrale, ma evidenzia il rischio a cui rimangono esposte soprattutto le economie europee importatrici di energia.In Italia torna quindi in discussione la proroga dello sconto sul diesel. Il precedente intervento ha ridotto il prelievo di circa 17 centesimi al litro, ma l'aumento del costo del greggio rende sempre più oneroso proseguire con misure generalizzate.Il Governo valuta quindi interventi maggiormente selettivi, concentrati sulle famiglie e sulle categorie produttive più esposte.Il rischio inflazionistico non arriva però soltanto dall'energia. Numerose materie prime agricole registrano forti rincari, tra cui cereali, oli vegetali, zucchero, carne e prodotti lattiero-caseari.Il Food Price Index della FAO si trova vicino ai massimi recenti. Condizioni climatiche estreme, guerre, restrizioni commerciali e attività speculative contribuiscono contemporaneamente alle pressioni sui prezzi.Particolarmente importante è il legame tra energia e agricoltura: l'aumento del gas incrementa il costo dei fertilizzanti e può trasformarsi, con alcuni mesi di ritardo, in nuova inflazione alimentare.Per le imprese questo significa maggiore attenzione a margini, coperture energetiche e pricing power. Per i mercati, invece, un'inflazione più persistente potrebbe mantenere elevati i rendimenti obbligazionari più a lungo del previsto.Industria, AI e competitività europea: il vero divario è sugli investimentiTestate: La Stampa / Il Sole 24 Ore Salute / Financial Times / Les EchosIl ritardo europeo emerge con particolare forza nel settore dell'intelligenza artificiale. Gli imprenditori italiani del comparto denunciano che in appena sei mesi il Paese avrebbe perso circa il 30% degli investimenti collegati all'AI.Nel confronto riportato, i fondi europei destinati al settore ammontano a circa 44 miliardi di euro, mentre all'Italia arriverebbero soltanto circa 200 milioni.Il problema supera la singola tecnologia: l'Europa continua a mostrare difficoltà nel trasformare ricerca e innovazione in capitale, infrastrutture e aziende capaci di competere globalmente con Stati Uniti e Cina.L'AI sta intanto diventando una competenza professionale trasversale. UBS richiederà ai nuovi junior banker e agli stagisti di dimostrare capacità nell'utilizzo dell'intelligenza artificiale, segnale del passaggio da skill specialistica a competenza professionale di base.Sul fronte industriale europeo, la Germania rappresenta uno dei casi più delicati. La produzione manifatturiera rimane circa l'11% sotto i livelli pre-Covid, mentre il debito pubblico si avvicina ai 2,8 trilioni di euro.Il Paese deve contemporaneamente affrontare costo dell'energia, crisi dell'automotive, rallentamento della Cina, ritardo digitale e un calo demografico di circa 650 mila persone nel 2025.In Italia resta aperta la crisi dell'Ilva, con circa 2.500 lavoratori dell'indotto coinvolti e il rischio di una perdita permanente di capacità produttiva strategica.Esiste però anche un lato molto concreto e positivo dell'AI: in cardiologia sono già operative applicazioni per lettura degli esami, diagnostica, supporto alle decisioni cliniche e personalizzazione delle terapie.Il passaggio dall'AI “promessa” all'AI “applicata” è quindi già iniziato. Il ritardo europeo può contemporaneamente aprire un ciclo pluriennale di investimenti in data center, semiconduttori, cloud, cybersecurity, automazione e infrastrutture energetiche.Export, Mercosur e scale-up: l'Europa cerca nuovi motori di crescitaTestate: Il Sole 24 Ore / Expansión / New York TimesParte dall'Argentina la missione imprenditoriale italiana nei Paesi Mercosur, con circa 1.300 incontri B2B programmati e la partecipazione di circa 100 imprese italiane.La strategia non riguarda soltanto l'aumento delle esportazioni, ma punta alla costruzione di partnership industriali e nuovi investimenti.Il Mercosur presenta una forte complementarità con il sistema produttivo italiano, soprattutto nei settori macchinari, tecnologie industriali, agroalimentare, energia, farmaceutica, infrastrutture e servizi.Parallelamente, sul fronte europeo, la spagnola Criteria investirà 250 milioni di euro nel nuovo macro-fondo dedicato alle imprese in fase di scale-up.Il veicolo punta a mobilitare complessivamente circa 5 miliardi di euro, destinati alle aziende tecnologiche europee che, una volta raggiunta una determinata dimensione, spesso sono costrette a cercare capitale negli Stati Uniti.Il problema europeo non riguarda quindi necessariamente la capacità di creare startup innovative, ma la disponibilità di capitale sufficiente per trasformarle in grandi aziende internazionali.Sullo sfondo cresce inoltre la competizione tra Stati Uniti e Cina per infrastrutture, risorse e mercati dell'America Latina. Il Perù resiste alle pressioni statunitensi per ridimensionare i rapporti con Pechino, mostrando come la regione stia diventando sempre più strategica.Per le imprese italiane, Mercosur e America Latina possono rappresentare uno dei principali strumenti di diversificazione geografica dell'export nei prossimi anni.Tassi, bond e debito globale: l'era del denaro gratis è definitivamente finitaTestate: Financial Times / Handelsblatt / New York Times / Les EchosLa spesa per interessi sul debito pubblico dei Paesi OCSE supera ormai 2 trilioni di dollari all'anno, pari a circa il 3% del PIL.Il debito complessivo mondiale, considerando settore pubblico e corporate, si avvicina ai 300 trilioni di dollari.Gli Stati Uniti hanno raggiunto circa 40 trilioni di dollari di debito federale, mentre nel solo 2025 i Paesi OCSE hanno dovuto rifinanziare circa 18 trilioni di dollari di debito pubblico.Il rendimento medio dei titoli governativi decennali del G7 ha raggiunto circa il 4%, il livello più elevato dal 2008.
I titoli: Iran, per Trump e Vance quella in Medio Oriente non è una guerra, bensì "un conflitto militare a intermittenza"; Italia, il governo Meloni è il più longevo della storia repubblicana, dal palco di Bari la Premier invoca la storia: "Con noi l'Italia ha smesso di rassegnarsi"; Sport, Calcio, Serie A, il Como vola a Genova nell'anticipo della 3a giornata: AFL, I Cats dominano Carlton, oggi Swans-Lions e Crows- Western Bulldogs.Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui.
I rendimenti obbligazionari globali sono tornati al livello più alto dal 2008, alimentati dall'aumento dei prezzi del petrolio, che ha suscitato timori riguardo all'inflazione e spinto gli investitori ad aumentare le aspettative di rialzi dei tassi d'interesse. Il trend è iniziato venerdì scorso, ricorda Bloomberg, dopo che il presidente della Federal Reserve, Kevin Warsh, ha ribadito la sua promessa di domare finalmente l'inflazione, che resta elevata, ed è proseguito questa settimana con l'aumento dei prezzi dell'energia a seguito dei nuovi raid in Medio Oriente. Il rendimento sui titoli di Stato giapponesi a 10 anni ha toccato il 3% per la prima volta dal 1996, i rendimenti dei titoli di Stato britannici a 30 anni hanno raggiunto il livello più alto dal 1998 e il tasso dei Treasury a 10 anni, negli Stati Uniti, ha toccato livelli che non si vedevano dal gennaio 2025. Ne parliamo con Angelo Drusiani esperto di mercato valutario ed obbligazionario e Giuliano Noci, Prorettore del Polo territoriale cinese del Politecnico di Milano. Pnrr, luce e ombre. Spendere non basta, la vera sfida è adessoSi è chiusa ieri la fase di attuazione delle riforme e degli investimenti previsti dai Piani nazionali di ripresa e resilienza (Pnrr) europei. Da oggi le azioni intraprese dagli Stati Ue non potranno più essere prese in considerazione dalla Commissione nella valutazione delle richieste di pagamento, compresi i pagamenti sospesi, e non potranno essere adottate altre modifiche. Approfondiamo il tema con Carlo Altomonte, Associate Dean e Direttore PNRR Lab, SDA Bocconi, e membro CD Fondazione M&M.
Programa 25/8/26: La profesora de español Adriana Sánchez nos habla sobre los beneficios sociales que se pueden obtener al estudiar un idioma. Analizamos la situación política en Medio Oriente y hablamos de la operación Cancerbero en Chile.Escucha SBS Spanish | Australia en español:Por radio o internet todos los días a la 1:00 pm (AEST) en https://www.sbs.com.au/language/spanish/esTambién nos encuentras en Apple Podcasts, Spotify y YouTubeExplora nuestra extensa colección de podcasts en https://www.sbs.com.au/audio/collection/podcasts-in-spanishSíguenos en Facebook e Instagram
El incendio forestal Hawk tiene en alerta de evacuación a unos 90,000 residentes en Nevada. EE.UU. lanza un nuevo ataque contra una supuesta narcolancha en el Pacífico y deja dos muertos. Y ICE detiene al padre de un marino desplegado en Medio Oriente. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.