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Tenemos a Alberto Bernard. Periodista y analista deportivo. Conductor de W Radio. Comentarista de la Liga MX, Premier League, UCL (Champions League) y Selección Mexicana en W Deportes.
Durante anos, o mundo assistiu aos foguetes de Elon Musk explodirem diante das câmeras. A cada fracasso, surgiam especialistas explicando por que aquilo jamais daria certo. Até que deu. E isso revela uma questão muito maior que foguetes ou tecnologia: qual é a diferença entre quem tenta mudar a realidade e quem apenas comenta quem tenta? Neste episódio, exploramos o que a psicologia, a liderança e a experiência humana têm a dizer sobre os fazedores,os comentadores e o preço de entrar na arena. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nosso convidado é Bruno Musa, economista, educador e um dos comentaristas mais atuantes do debate econômico brasileiro. Com quase duas décadas de experiência no mercado financeiro, éconsultor de investimentos na Portfel Consultoria, comentarista da Jovem Pan News e criador do canal Minuto do Musa. Formado em Economia, com pós-graduação em Mercado de Capitais pela Universitat Autònoma de Barcelona, também atuou como professor de macroeconomia no Brasil e na Espanha. Defensor da liberdade econômica e estudioso da Escola Austríaca, Bruno transforma temas complexos em análises acessíveis, sempre apoiadas em dados, fatos e contexto. É também autor do livro “Venezuela – Verdades e Narrativas”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nosso convidado é Bruno Musa, economista, educador e um dos comentaristas mais atuantes do debate econômico brasileiro. Com quase duas décadas de experiência no mercado financeiro, éconsultor de investimentos na Portfel Consultoria, comentarista da Jovem Pan News e criador do canal Minuto do Musa. Formado em Economia, com pós-graduação em Mercado de Capitais pela Universitat Autònoma de Barcelona, também atuou como professor de macroeconomia no Brasil e na Espanha. Defensor da liberdade econômica e estudioso da Escola Austríaca, Bruno transforma temas complexos em análises acessíveis, sempre apoiadas em dados, fatos e contexto. É também autor do livro “Venezuela – Verdades e Narrativas”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mistério que rondava a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo acabou. O técnico Carlo Ancelotti definiu nesta semana os 26 jogadores que vão disputar o Mundial deste ano. E no grupo que vai vestir a amarelinha está Neymar. Marcio Arruda, da RFI em Paris O camisa 10 do Santos vai se juntar a um seleto grupo de brasileiros que jogaram quatro Copas. Só Pelé (1958/62/66/70), Ronaldo Fenômeno (1994/98/2002/06), Cafu (1994/98/2002/06), Nilton Santos (1950/54/58/62), Djalma Santos (1954/58/62/66), Castilho (1950/54/58/62) e Emerson Leão (1970/74/78/86) jogaram quatro Mundiais. O técnico Ancelotti, que convocou Neymar pela primeira vez desde que assumiu a seleção, explicou a escolha pelo camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas. “Vimos a evolução do Neymar durante o ano e vimos que, nesse último período, ele melhorou sua condição física. O Neymar tem a possibilidade de jogar, de não jogar e de estar no banco e entrar”, explicou Ancelotti. A convocação de Neymar dividiu opiniões por ainda não ter voltado a apresentar o futebol que o mundo já viu. 1% de chance e "100%" de fé O jornalista Carlos Eduardo Mansur, que cobre Copas do Mundo desde 1998, falou sobre a convocação do jogador do Santos. “No fundo, o que me parece é que, diante de uma lista de atacantes do Brasil que não tem tanto peso, ou não tem o peso de outros tempos, prevaleceu uma fé de que, no grande palco, esse talento que está aprisionado num corpo que no momento não permite ao Neymar executar os movimentos técnicos de outros tempos, esse talento vai aflorar e que algo genial, ou algum lampejo, possa acontecer e ser decisivo”, disse Mansur. “Enfim, é um exercício de fé mesmo porque é algo que não vem acontecendo nos jogos do Neymar, mas que se espera que numa Copa do Mundo ele, por ter uma qualidade ainda que guardada ou adormecida, e que outros não têm, possa executar isso.” Seleção é extensão do povo O jornalista Eric Faria, que cobre Copas desde o Mundial disputado na África do Sul, disse que a convocação de Neymar está atrelada à vontade popular. “Nesse ano, o Neymar fez jogos espetaculares a ponto de todo mundo se comover e falar que ele precisaria ir para a Copa do Mundo? Eu não acho. A figura que o Neymar representa para o torcedor brasileiro e a festa que foi feita aqui no Brasil pela convocação dele faz com que a gente tenha de olhar com bons olhos para esta convocação, sabe? Em algum momento, eu achei que ele não deveria ir para a Copa”, declarou Eric. “Agora, talvez olhando para o que foi toda a manifestação popular, acho que é uma convocação justa porque a seleção é também um pouco a extensão do povo. A seleção joga para o torcedor brasileiro. E se o torcedor brasileiro está feliz com a convocação do Neymar, então eu acho que o Ancelotti acertou na ida dele para a Copa”, completou. "Agora, se ele vai jogar, quanto tempo ele vai jogar e como ele vai jogar, aí é uma discussão para os próximos capítulos." Carlo Ancelotti afirmou que Neymar só entrará em campo na Copa se merecer. “Quero ser claro, limpo e honesto. Ele vai jogar se merecer jogar. É importante não focar toda expectativa sobre um jogador. Temos uma responsabilidade comum, como equipe. Cada um tem de mostrar suas próprias qualidades com um objetivo: ajudar a seleção a ganhar a Copa do Mundo”, afirmou o treinador do Brasil. Colunista do jornal O Globo, Carlos Eduardo Mansur lembrou que a convocação de Neymar sacrificou um jogador que está em grande fase no futebol inglês. “É curioso como o futebol, por vezes, também satisfaz o desejo de muita gente, né? Havia uma mobilização popular aguardando a convocação ou não do Neymar. Mas, ao mesmo tempo, o futebol pode ser cruel, né? É o que deve estar pensando agora o João Pedro, do Chelsea”, ressaltou. “Ele foi o grande derrotado desta convocação. Após um ciclo de Copa do Mundo em que o João Pedro viu a carreira crescer, brilhou no Brighton, chegou ao Chelsea, tendo impacto imediato na Copa do Mundo de clubes e terminando a temporada com 20 gols e seis assistências pelo time inglês, acabou ficando de fora da convocação. Ele deu lugar a um jogador que, nos últimos três anos, jogou poucas partidas, viveu uma dura tentativa de se recuperar de lesões e, quando conseguiu ter sequência de jogos, não podemos dizer que foram atuações acima dos seus principais concorrentes; atuações de um jogador de elite internacional. É um jogador que tenta retomar a sua carreira, que é o caso do Neymar”, falou Mansur, que também é comentarista dos canais Globo. Leia tambémEuropa repercute volta de Neymar à seleção brasileira e vê possível despedida em Copas Meia da seleção brasileira pentacampeã na Copa de 2002, Ricardinho também citou o atacante João Pedro. “Lógico que, se tratando de convocação da seleção brasileira, sempre vai haver discussões. A principal, desta vez, foi a ausência do João Pedro, até pelo número de gols que ele fez na Premier League. Mas eu acho que foi uma questão de opção do treinador. Ele tinha alguns nomes para convocar e também tinha o retorno do Neymar, até pela melhora da condição física do Neymar. O João Pedro teve algumas oportunidades na seleção e acabou não conseguindo performar da mesma forma que performou no Chelsea. E aí houve essa opção”, opinou Ricardinho. Escassez no meio-campo Titular da zaga da seleção brasileira pentacampeã em 2002, Roque Júnior destacou a escassez de meio-campistas que vão jogar pelo Brasil na Copa deste ano. “Um setor que hoje o Brasil tem dificuldade é o meio de campo.” “De maneira geral, nós temos produzido menos jogadores de meio-campo com características que desequilibram da intermediária para frente; jogadores que têm essa qualidade para desequilibrar mais perto do gol”, opinou Roque Júnior. Meio-campista de criação na última conquista do Brasil em Copas, Ricardinho explicou a escassez de meias brasileiros. “O futebol brasileiro não tem revelado muitos meio-campistas clássicos, que são aqueles meias de criação. O [Lucas] Paquetá tem uma característica, que é um articulador de jogadas, mas ele não é esse meia clássico; um meia organizador de jogadas. Eu acho que ele é mais um jogador tático e isso é reflexo também da nossa formação, tanto é que os jogadores com essa característica que jogam no futebol brasileiro são, na maioria, de fora do país”, opinou o camisa 7 da seleção na Copa de 2002. Experiência no gol Além de Neymar, outra novidade na lista de Carlo Ancelotti foi o goleiro Weverton. Ricardinho explicou a escolha do treinador italiano da seleção brasileira pelo goleiro do Grêmio. “Devido às condições do Alisson, que essa temporada teve alguns problemas de lesão, e do Ederson, que acabou trocando o Manchester City pelo Fenerbahçe, da Turquia, e que não fez uma grande temporada, o Ancelotti optou por não ter um terceiro goleiro jovem e com pouca experiência de Copa do Mundo. Por isso, ele escolheu o Weverton, que é um grande goleiro”, opinou o campeão mundial. Comentarista do Grupo Globo, Eric Faria lembrou que alguns jogadores que vão à Copa foram chamados pela primeira vez por Ancelotti na lista anunciada em março deste ano. “Algo que me chamou muito a atenção foram sete jogadores que ganharam vagas na seleção tendo sido chamados pelo Ancelotti pela primeira vez em março. Então, os amistosos contra a França e contra a Croácia foram muito decisivos nessa montagem final da lista. O Ibañez, o Léo Pereira, o Bremer, o Danilo, o Endrick, o Igor Thiago e o Rayan só foram chamados pelo Ancelotti em março”, lembrou Eric. “Todos eles se saíram bem e ganharam essa chance de ir à Copa do Mundo. Lista de Copa do Mundo se faz com oportunidades aproveitadas”, completou. Favoritismo O Brasil vai ter nesta Copa mais uma oportunidade para conquistar o hexa. Com a experiência de quem foi campeão com a seleção brasileira em 2002, o ex-zagueiro Roque Júnior falou do peso da camisa amarelinha. “O Brasil, como camisa, como tradição, e por ser ainda o único país que tem cinco títulos mundiais, sempre vai para uma Copa do Mundo como favorito. Se a gente fizer um comparativo com a seleção de hoje, tem outras equipes melhores, que eu aponto como favoritas: a Argentina, que ganhou o último Mundial, a Espanha e a França estão num patamar acima. Mas depois vem o Brasil”, afirmou o zagueiro da conquista do penta brasileiro. Ricardinho, que também levantou a taça ao lado de Roque Júnior em 2002, ano do último título do Brasil em Copas do Mundo, concorda com o ex-zagueiro. E foi além. “Eu colocaria hoje a França e a Espanha numa primeira prateleira. Um pouquinho abaixo, Argentina e Portugal. Os portugueses são, inclusive, uma seleção muito boa, com um meio de campo de altíssimo nível, dois bons laterais, e o Cristiano Ronaldo na frente para finalizar. Depois destas seleções favoritas, eu colocaria o Brasil. Mas é lógico que a prática é o que vai nortear, né? Estou falando tudo isso na teoria, embasado nos processos que as seleções realizaram nesse ciclo de Copa. Vamos ver a partir do dia 11 de junho se essas previsões se confirmam ou se a gente vai ter alguma surpresa na Copa ”, opinou Ricardinho. Retrospecto desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, a seleção brasileira tem um retrospecto invejável. O país é o maior vencedor da história das Copas do Mundo e o único a ter cinco títulos do torneio. Além disso, o Brasil tem sido um osso duro de roer. Desde a terceira Copa do Mundo, disputada em 1938 na França, um cenário curioso se repete. Ou o Brasil termina o Mundial como campeão, como aconteceu em 1958, 62, 70, 94 e 2002, ou acaba eliminado por uma seleção que encerra sua participação na Copa entre os três primeiros colocados. Ou seja, desde 1938 o Brasil fica com o título ou perde para um país que, se não termina campeão, chega muito perto. Este é o primeiro Mundial que será disputado por 48 seleções; serão 104 partidas nesta Copa. O regulamento prevê que os dois melhores de cada um dos 12 grupos avancem para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros lugares. Depois desta fase, que é o primeiro mata-mata da Copa, as seleções que se classificarem disputarão as oitavas, quartas, semifinais e final, caso superem seus adversários. O país que alcançar o título terá feito uma campanha de oito jogos, um a mais do que era jogado nas últimas sete edições. Campanha do hexa? O Brasil está no Grupo C e vai estrear contra o Marrocos em 13 de junho, em Nova Jersey. Seis dias depois, a seleção vai encarar o Haiti, na Filadélfia. Em 24 de junho, os brasileiros fecham a fase de grupos contra a Escócia, em Miami. Leia tambémAncelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026 Se avançar em primeiro no Grupo C, o Brasil vai encarar o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. Passando por esta fase, a seleção chegará às oitavas. A torcida do Brasil espera que a seleção brasileira não pare por aí e alcance a sua oitava final de Copa do Mundo.
Michelle Bolsonaro e Eduardo Girão voltam a criticar ala da direita que apoia Ciro Gomes no Ceará; mãe e padrasto são presos após criança de 1 ano ser baleada e hospital acionar polícia por supeitar de versão relatada; prisão por violência doméstica no município de Nova Russas.
Um comentarista tentou provar ao vivo que o Flamengo seria protegido pela arbitragem no Maracanã e acabou passando por um constrangimento enorme diante de um especialista.A tese era simples: expulsões contra o Flamengo seriam raras demais. O problema é que bastava uma pesquisa rápida para descobrir que Carrascal havia sido expulso recentemente no próprio Maracanã.Neste vídeo, analisamos o episódio, o despreparo de parte da imprensa e como muitas narrativas sobre arbitragem são construídas antes mesmo da apuração dos fatos.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Jornalismo
Convidado: Arthur Dapieve, comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio. Bad Bunny levou ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos uma apresentação inteiramente em espanhol, carregada de símbolos latino-americanos e referências a Porto Rico, onde nasceu. Ele foi a atração do intervalo do Super Bowl – final da liga de futebol americano, com audiência de 135 milhões de telespectadores apenas nos EUA – deste domingo (8), realizado na Califórnia. Quando o cantor porto-riquenho foi anunciado como atração do evento, em outubro do ano passado, Donald Trump disse não saber quem ele era. Depois do show, o presidente americano afirmou que ninguém entende uma palavra do que Bad Bunny diz. Nos Estados Unidos, são 68 milhões de latinos, 20% da população total do país. E o artista, que é crítico da política imigratória de Trump, venceu o Grammy 2026 de Melhor Álbum do Ano e foi o mais ouvido no Spotify global em 2025 – suas músicas já foram reproduzidas mais de 20 bilhões de vezes na plataforma. Convidado de Natuza Nery neste episódio, Arthur Dapieve conta a trajetória de Bad Bunny, da classe média baixa de Porto Rico até se tornar uma estrela da cultura pop global. Comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio, Dapieve também analisa o impacto do show para a imagem de Trump e comenta a influência latina na cultura e na economia dos Estados Unidos.
Convidados: Beatriz Rey, cientista política, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper; e Joel Pinheiro da Fonseca, filósofo, economista, comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo. Os projetos de lei que preveem reajustes e benefícios para servidores da Câmara e do Senado foram aprovados em caráter de urgência e em votação simbólica, na terça-feira (3). Nos textos, um conjunto de benesses que contempla aumentos salariais programados até 2029, um dia de folga a cada três dias trabalhados – folgas estas que podem ser convertidas em dinheiro – e gratificações por desempenho chegam a até 100% do salário. Na prática, isso pode até dobrar a remuneração e estourar o teto constitucional do funcionalismo, hoje em R$ 46.366. Nesta quinta (5), houve reação. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar suspendendo os chamados "penduricalhos" ilegais nos três Poderes da República, e determinou um prazo de 60 dias para a revisão dessas verbas. Na decisão, ele citou o “auxílio-peru” e o “auxílio-panetone” como exemplos de que essas indenizações vêm sendo usadas para “turbinar salários”. Em entrevista a Natuza Nery, a cientista política Beatriz Rey, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper, comenta o impacto desse pacote nas contas públicas (quase R$ 800 milhões no Orçamento de 2026) e avalia o efeito simbólico desse gasto. Natuza conversa também com o filósofo e economista Joel Pinheiro da Fonseca. Comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo, Joel analisa o cenário político que permitiu um grande acordo no Congresso para aprovar os reajustes.
Convidado: Guga Chacra, comentarista da TV Globo e da GloboNews, e colunista do jornal O Globo. 50 minutos. Este foi o tempo que durou a conversa entre os presidentes Lula e Donald Trump nesta segunda-feira (26). O longo telefonema é mais um sinal de uma aproximação entre os governos de Brasil e Estados Unidos – e ajuda a explicar o atual status da relação entre os países. Na conversa, os dois presidentes acertaram uma visita de Lula a Washington ainda neste ano, mas sem data confirmada. O “Conselho da Paz” criado por Trump também foi tema da ligação – o Brasil foi convidado para entrar no grupo. Lula ainda não respondeu ao convite, mas condicionou a participação brasileira a mudanças no formato do grupo, com foco em soluções para a Faixa de Gaza e com a inclusão da Palestina nos debates. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Guga Chacra para explicar qual é o momento da relação entre Lula e Trump (e entre Brasil e EUA). Comentarista da Globo e da GloboNews e colunista do jornal O Globo, Guga aponta os riscos e as oportunidades que se abrem para o Brasil com a visita presencial de Lula à capital dos EUA. Ele analisa também a “não resposta” dada pelo presidente brasileiro ao convite americano para integrar o Conselho da Paz de Trump.
Recebemos no programa de hoje o jornalista e gestor esportivo José Calil. _____________________________Curtiu o canal? Seja membro, nos ajude a continuar produzindo o conteúdo esportivo mais fera da internet e ganhe benefícios:https://www.youtube.com/channel/UCH4Cn6LPGlC9oBqrfh1qySg/join_____________________________NOSSOS PRODUTOS:
Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Os relatos são de execuções, disparos contra adolescentes, necrotérios lotados. Resultado de uma repressão do regime iraniano contra os protestos que tomaram o país nas últimas semanas. Organizações internacionais estimam entre 2 mil e 12 mil mortos. Os números oficiais, no entanto, são desconhecidos, já que o regime cortou o acesso à internet em todo o território iraniano. O tamanho das manifestações é inédito no país, como relembra Demétrio Magnoli em conversa com Natuza Nery neste episódio. Comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo, Demétrio fala o que há de diferente nos protestos de agora em comparação aos de 2022, quando uma jovem foi morta por não usar o véu islâmico como manda o regime dos aiatolás, e de 2009, quando o resultado da eleição presidencial foi questionado. Apesar de o estopim das manifestações ter sido econômico, Demétrio aponta como os atos passaram a ter caráter político: manifestantes passaram a exigir a queda do regime dos aiatolás, no poder desde a Revolução Islâmica de 1979. Ele fala também como os EUA têm incentivado as manifestações, dado sinais de que está em negociação com o governo de Teerã, e quais as chances de ação de Donald Trump contra o Irã.
En El Canto de la Trucha nos aventamos una charla sabrosa, llena de historias, aprendizaje y muy buena vibra junto a Omarcianito.Platicamos sobre los inicios de Beto Centeno como comunicador, cómo el deporte le fue marcando la cancha y de qué manera supo aprovechar cada oportunidad para pulir su talento natural como comentarista deportivo.
El Real Madrid se estrenó este miércoles en la Copa del Rey al visitar al Talavera de la Reina en la ronda de dieciseisavos.El francés Kylian Mbappé fue titular en el Real Madrid a pesar de perderse el único entrenamiento previo.El galo arrastraba molestias en una rodilla, pero finalmente formó parte del once. Mbappé puede igualar o superar el récord de goles en un año natural en el Real Madrid en lo que queda de 2025. Lo ostenta, con 59, Cristiano Ronaldo desde 2013.Con los dos goles de esta noche, el francés lleva 58 y se queda a uno de 'El Bicho' y tiene por delante el partido del fin de semana ante el Sevilla el sábado a las 21:00h.Xabi Alonso presentó un once titular en el que debuta el canterano David Jiménez en el lateral derecho y en el que Endrick y Gonzalo acompañaron a Mbappé en la delantera.El once del Real Madrid lo formaron Lunin; David Jimenez, Huijsen, Carreras, Fran García; Ceballos, Arda Güler, Mastantuono; Gonzalo, Endrick y ...
Notas Macabrosas - Mujer de 92 años casi muere por comer pepitas de aceituna - Hombre ingresa a urgencias con mancuerna en el recto - Se viraliza imagen de jugador de fútbol con supuesto desodorante en el recto - Hombre orina a niño en función especial de Demon Slayer y es golpeado por asistentes del cine - Unos mariachis se equivocan de sala en el cine y tocan ‘Amigo fiel', de ‘Toy Story', al final de la película ‘Demon Slayer: Castillo Infinito' - Cancelan concurso de belleza porque participantes eran ¿feos? - Sentencian a cárcel a dos en Zambia por intentar embrujar al presidente - Leones matan a cuidador de zoológico en Tailandia - Fracasa espectáculo de drones en Piedras Negras - Filtran de forma masiva videos íntimos grabados en moteles de distintas partes de México - Comentarista político Charlie Kirk es asesinado en Universidad de Utah - Escándalo en hospital inglés: médico dejó a paciente en plena cirugía y tuvo relaciones con enfermera El Exorcismo de Xalapa - El relato del Padre Martín Del Campo sobre un exorcismo realizado en Veracruz. También puedes escucharnos en Youtube, Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music o tu app de podcasts favorita. Apóyanos en Patreon: https://www.patreon.com/leyendaspodcast Apóyanos en YouTube: https://www.youtube.com/c/leyendaslegendarias/join Síguenos: https://instagram.com/leyendaspodcast https://twitter.com/leyendaspodcast https://facebook.com/leyendaspodcast #Podcast #LeyendasLegendarias #HistoriasDelMasAca
Notas Macabrosas - Mujer de 92 años casi muere por comer pepitas de aceituna - Hombre ingresa a urgencias con mancuerna en el recto - Se viraliza imagen de jugador de fútbol con supuesto desodorante en el recto - Hombre orina a niño en función especial de Demon Slayer y es golpeado por asistentes del cine - Unos mariachis se equivocan de sala en el cine y tocan ‘Amigo fiel', de ‘Toy Story', al final de la película ‘Demon Slayer: Castillo Infinito' - Cancelan concurso de belleza porque participantes eran ¿feos? - Sentencian a cárcel a dos en Zambia por intentar embrujar al presidente - Leones matan a cuidador de zoológico en Tailandia - Fracasa espectáculo de drones en Piedras Negras - Filtran de forma masiva videos íntimos grabados en moteles de distintas partes de México - Comentarista político Charlie Kirk es asesinado en Universidad de Utah - Escándalo en hospital inglés: médico dejó a paciente en plena cirugía y tuvo relaciones con enfermera El Exorcismo de Xalapa - El relato del Padre Martín Del Campo sobre un exorcismo realizado en Veracruz. También puedes escucharnos en Youtube, Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music o tu app de podcasts favorita. Apóyanos en Patreon: https://www.patreon.com/leyendaspodcast Apóyanos en YouTube: https://www.youtube.com/c/leyendaslegendarias/join Síguenos: https://instagram.com/leyendaspodcast https://twitter.com/leyendaspodcast https://facebook.com/leyendaspodcast #Podcast #LeyendasLegendarias #HistoriasDelMasAca
Tyler Robinson ha sido acusado de asesinato agravado y otros cargos.
La BBC visitó Washington, la localidad de solo 35.500 habitantes, donde vive la familia del principal sospechoso.
Kirk mantuvo una estrecha relación con la familia Trump y se le atribuye ser la puerta de acceso a los jóvenes para el movimiento MAGA.
Las razones del suceso siguen sin aclararse, pero las autoridades lanzaron una gran operación para dar con el responsable del crimen.
La policía está buscando puerta por puerta al sospechoso que disparó al activista conservador y aliado de Trump en el campus de la Universidad del Valle de Utah.
En un mensaje de video, Trump afirmó sentirse "lleno de dolor e ira por el atroz asesinato de Charlie Kirk".
Kirk, un influyente aliado del presidente de EE.UU. que a los 18 años creó Turning Point USA, murió de un disparo cuando estaba hablando en un evento en un campus de Utah.
Las autoridades confirmaron que dispararon contra Kirk mientras encabezaba un evento en el campus de la Universidad del Valle de Utah.
Em conversa com o apresentador Tiago Medeiros, o ex-jogador, com passagens em clubes como Santos, Atlético-MG, Vasco, Corinthians, Grêmio e Sport, assume o apelido de "Balada", fala sobre desafio com Carlinhos Bala e dos planos para o futuro que envolve até mesmo casamento e um "Baladinha"
O teto do funcionalismo público hoje é de R$ 46 mil. No entanto, alguns advogados públicos chegam a receber centenas de milhares de reais em bônus, os chamados “honorários de sucumbência”. Em 2024, foram repassados R$ 3,73 bilhões para pagar esse tipo de bônus, que é bancado com dinheiro público, mas administrado por um fundo particular. Para explicar o que são os honorários de sucumbência e como eles estão inseridos no problema fiscal brasileiro, Natuza Nery conversa com Bruno Carazza. Comentarista do Jornal da Globo e colunista do jornal Valor Econômico, Carazza responde como é possível que servidores recebam acima do teto do funcionalismo, e quais são os impactos na situação fiscal. Ele analisa como esta categoria de bônus paga aos advogados públicos contraria a lógica de cortes de gastos. Carazza relembra que, até 2017, esses recursos iam para o Tesouro Nacional para financiar políticas públicas, mas agora são "capturados" por categorias específicas do funcionalismo. Ele aponta ainda distorções entre a advocacia pública e a privada e conclui que falta transparência sobre o uso de verbas da União destinadas ao pagamento de bônus para estes servidores. O QUE DIZ O CCHA: O Conselho Curador de Honorários Advocatícios (CCHA) afirma que os chamados "honorários de sucumbência" para advogados públicos são um "modelo legal" e "validado pelo Supremo Tribunal Federal". Em nota enviada à produção de O Assunto na segunda-feira (28), o conselho afirma ainda que o caso do juiz que recebeu R$ 571 mil em um único mês se trata de um caso "excepcional".
Nesta quarta-feira (23), o jornal The Wall Street Journal revelou que Donald Trump foi avisado pelo próprio governo que seu nome aparece em arquivos de Jeffrey Epstein. A Casa Branca acusa o jornal de “fake news”. Também na quarta-feira, a justiça dos EUA recusou um pedido de Trump para divulgar os depoimentos do caso envolvendo o bilionário. Em 2019, Epstein foi encontrado morto na cadeia, 39 dias depois de ser preso por comandar uma rede de tráfico sexual que abusava de menores. No início deste mês, o governo reafirmou que Epstein havia se suicidado e afirmou que não há nenhuma “lista de clientes” do empresário, que tinha uma relação estreita com políticos e famosos. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Candice Carvalho e com Marcelo Lins. Direto de Nova York, a correspondente da Globo relembra quem foi Epstein e por que o caso dele se tornou um tormento para a Casa Branca. Candice explica como a suposta “lista de Epstein” foi usada por Trump durante a campanha e mobilizou sua base eleitoral. E como Trump mudou de ideia sobre a existência da lista. Comentarista e apresentador do GloboNews Internacional, Marcelo Lins analisa como esta história se tornou fonte de discórdia dentro da base trumpista e do Partido Republicano. E avalia qual o potencial de dano para o presidente dos EUA. Lins conclui que, após morrer, Epstein se tornou ainda mais influente: “o fantasma de Epstein parece ser maior do que o homem Jeffrey Epstein jamais foi em vida”.
Diante de um orçamento inexequível para 2023, o recém-eleito governo Lula negociou com o Congresso uma PEC que liberava gastos na casa dos R$ 145 bilhões; em contrapartida, o Executivo deveria apresentar uma nova regra fiscal para controlar as contas públicas. Ela veio: o chamado arcabouço fiscal foi aprovado no Legislativo e até celebrado por parte do mercado financeiro. Pouco mais de dois anos depois, ele dá sinais de que não para de pé. Um problema multifatorial. O Executivo insiste em tentar buscar o equilíbrio fiscal apenas pelo lado da receita, a partir da elevação da carga tributária, sem indicar como vai conter o crescente aumento das despesas. E ignora os problemas estruturais das contas públicas. O Congresso perde a oportunidade de avançar com uma agenda capaz de equacionar a crise fiscal e mantém um orçamento turbinado sob seu controle: são R$ 50 bilhões apenas neste ano, 25% de todo o gasto discricionário do governo – um percentual que foge, e muito, à média mundial. O mesmo se vê no Judiciário, que custa 1,43% do PIB brasileiro, muito acima da média de economias emergentes (0,5%) e de economias avançadas (0,3%). Neste episódio, Natuza Nery conversa com Bruno Carazza para explicar o que pode ser feito para que o Brasil desate seu nó fiscal. Comentarista do Jornal da Globo e colunista do jornal Valor Econômico, Bruno dimensiona qual o tamanho da “bomba” brasileira. Ele, que também é professor da Fundação Dom Cabral, desenha alternativas para solucionar o problema e conclui como decisões tomadas pelos três Poderes aumentam as despesas públicas.
Depois de ser derrotado no Congresso, o governo resolveu recorrer ao Supremo Tribunal Federal para restabelecer o aumento do IOF. Ao entrar com um recurso no STF, o governo eleva a temperatura política com o Congresso e dobra a aposta, avalia Thomas Traumann em conversa com Natuza Nery neste episódio. Comentarista da GloboNews, o jornalista avalia a situação política do governo e os riscos que Lula corre ao adotar a antiga tática do “nós contra eles”, ao opor ricos e pobres, como fez em suas administrações anteriores. Ele conclui ainda o que o país perde com o embate entre os poderes. Depois, Natuza conversa com Mary Elbe Queiroz, advogada especialista em Direito Tributário. Presidente do Centro Nacional para Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret) e fundadora do Queiroz Advogados, ela explica os impactos da judicialização para a credibilidade do sistema tributário brasileiro.
Por quase 4 horas, Mauro Cid se sentou frente a frente com Alexandre de Moraes no primeiro dia dos depoimentos dos 8 réus no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado. Também réu no processo, o ex-presidente Jair Bolsonaro acompanhou tudo o que seu ex-ajudante de ordens falou. Cid confirmou que Bolsonaro leu e editou na chamada minuta do golpe — documento que previa medidas autoritárias para reverter o resultado das eleições de 2022. Cid colocou o general Braga Netto como personagem central na trama golpista. Diante de Moraes, Cid confirmou a acusação feita pela PGR e declarou ter “presenciado grande parte dos fatos, mas sem participar diretamente deles”. Em vários momentos, o tenente-coronel disse não se lembrar de detalhes de reuniões entre os réus do caso. Neste episódio, Natuza Nery recebe Octávio Guedes. Juntos, eles passam pelos principais pontos do interrogatório de Mauro Cid. Comentarista da GloboNews e colunista do g1, Octávio analisa se Mauro Cid parece, mesmo sendo delator, preservar o ex-chefe. E responde como as declarações do tenente-coronel complicam Bosonaro e Braga Netto. Ele conclui também sobre como as perguntas feitas pela defesa do ex-presidente fazem parte de uma estratégia de carimbar “mentiroso” na testa de Mauro Cid.
Passava das 18h no horário local, quando a esperada fumaça branca começou a sair da chaminé da Capela Sistina, no Vaticano. No segundo dia de conclave, era o sinal que o mundo esperava: os 133 cardeais reunidos tinham um consenso sobre o novo papa. Nascido nos EUA, Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi eleito e escolheu o nome de Leão XIV. A vaticanista Mirticeli Medeiros descreve quem é Prevost – foi ela que, no Assunto da última quarta-feira (7), data de início do conclave, alertou sobre a possibilidade de ele ser o novo papa. Direto da Praça de São Pedro, no Vaticano, Mirticeli volta a conversar com Natuza Nery para relembrar quem é Prevost e os significados em torno da escolha do nome Leão XIV. Ela responde se o novo papa representa continuidade em relação a Francisco, seu antecessor. E analisa os sinais dados por Leão XIV em seu primeiro discurso. Participa também, direto do Vaticano, o jornalista Gerson Camarotti. Comentarista da TV Globo, da GloboNews e colunista do g1, Camarotti relata como foi a campanha feita a favor de Prevost, cardeal que se naturalizou peruano. Camarotti relembra como Prevost atuou dentro da Igreja Católica e o que esperar da relação entre Leão XIV e o presidente dos EUA, Donald Trump, criticado por Prevost por sua política de imigração.
Depois dos feriados Pessach e outros feriados nacionais o parlamento volta de recesso e inicia a sessão de verão. E aí a coisa ferve. Sempre. Bloco 1- Governo aprova a intensificação da guerra em Gaza e fala em ocupação militar.- Netanyahu diz que reféns são menos importantes que vencer o Hamas.- Catástrofe humanitária.- Israel se envolve na lama da Síria- Smotrich anuncia construção na região E1 em Jerusalém oriental.- Míssil Houthi cai no aeroporto Ben Gurion e Trump anuncia acordo de cessar-fogo com o grupo Iemenita.Bloco 2- Suspeitos do ataque ao ato de Yom Hazikaron em Raanana foram soltos, sem acusação.- Incêndios pelo país queimam e incitam.- Crise entre Netanyahu e Trump por conta de contatos com Mike Waltz, agora ex-secretário de segurança nacional dos EUA.- Greve dos professores e incitação- Yariv Levin acusou Yaakov Bardugo de extorção. Miki Zohar, cultura, e Shlomo Kerry, comunicações, apoiam Levin. Bloco 3- Palavra da semana.- Dica cultural da semana- Homenagem a Mordechai Anielewicz no 82 aniversário da sua morte na revolta do gueto de Varsóvia. Apoio pontual ao projeto que chega ao episódio 300!!!!!https://apoia.se/ladoesquerdo300Para quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialsite - ladoesquerdo.comtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #299 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Fundada em 1636, a Universidade Harvard nasceu antes mesmo da Independência dos EUA (1776). Com 388 anos de vida, agora a prestigiosa instituição de ensino é considerada uma “ameaça à democracia” pelo presidente Donald Trump. Em mais um capítulo da batalha entre o presidente dos EUA e universidades do país, Harvard entrou com um processo contra o governo americano para impedir o congelamento de mais de US$ 2,2 bilhões em subsídios. No pano de fundo dessa disputa estão exigências feitas pelo governo Trump às universidades. Para a comunidade acadêmica e outras universidades do país, o que está em curso é a tentativa de interferência política. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Guga Chacra para explicar o que Trump quer e qual a resposta da universidade mais respeitada dos EUA. Comentarista da Globo em Nova York e colunista do jornal O Globo, Guga relembra como o presidente dos EUA usa o argumento de que as universidades americanas são palco de antissemitismo para pressionar por alinhamento político. Guga responde se o governo americano tem poder para impedir que Harvard aceite matrículas de alunos estrangeiros, uma das ameaças feitas por Trump a Harvard. Na conversa, Guga explica também o que permitiu que Harvard resistisse, ao contrário da postura adotada por Columbia, outra instituição que figura entre as mais respeitas do país. Ele analisa ainda as chances de o processo aberto por Harvard chegar à Suprema Corte dos EUA.
A segunda-feira (7) foi de sobe e desce nas bolsas de valores pelo mundo. Resultado das incertezas provocadas pela guerra comercial aberta por Donald Trump. Nesta segunda, o presidente dos EUA dobrou a aposta e afirmou que pode taxar produtos chineses em mais 50% a partir da quarta-feira (9), o que elevaria para 104% a taxação total em relação aos produtos que entram nos EUA vindos da China. Enquanto Trump vê o tarifaço como um “remédio” para fortalecer a economia americana, as bolsas ao redor do mundo derreteram. Nos EUA, grandes investidores deram declarações preocupadas sobre os rumos da economia e alertaram para a necessidade de uma pausa nas tarifas para negociações com parceiros comerciais. Para explicar o que fez os mercados terem um dia de pânico, Natuza Nery recebe Daniel Sousa. Comentarista da GloboNews e professor de Economia do Ibmec, Daniel analisa o ambiente de incerteza generalizada. Ele traça paralelos entre o momento atual e o Brexit (quando o Reino Unido saiu da União Europeia), e analisa se Trump está ou não “blefando” ao anunciar novas tarifas. "Isso seria Donald Trump voltando um pouco mais à programação normal, ou seja, alguém que tensiona com o objetivo de conseguir acordos melhores para os seus objetivos”, conclui.
Item básico da alimentação do brasileiro, o ovo ficou 15% mais caro em fevereiro. No fim da semana passada, o presidente Lula chamou de “pilantra” o responsável pela alta. Mas o responsável pela subida do preço não é único: preço do milho (principal alimento das galinhas), calor extremo e demanda aquecida são os três principais fatores que explicam o ovo mais caro. E a subida no preço não é exclusividade brasileira. Nos EUA, onde o ovo foi um dos responsáveis pela má avaliação do ex-presidente Joe Biden, a gripe aviária assombra o agora presidente Donald Trump. Por lá, uma cartela de ovo chegou a custar US$ 15, o equivalente a quase R$ 90 – e alguns supermercados estão sem o produto nas gôndolas. Para explicar os vários fatores que puxaram o preço do ovo, Natuza Nery recebe Fernanda Pressinott e Daniel Sousa. Editora-assistente de agro do grupo Globo, Fernanda detalha como a alta no custo do milho, as ondas de calor extremo e a demanda típica desta época do ano levaram à escalada do custo. Ela fala ainda sobre o que esperar para os próximos meses. Comentarista da GloboNews e professor de Economia do Ibmec, Daniel relembra como o preço o ovo – um substituto para a carne vermelha, o peixe e o frango – influenciam na popularidade de governos, tanto aqui quanto nos EUA.
Danny Segura entrevista a Victor Dávila, comentarista de UFC Español, acerca de Brandon Moreno vs. Steve Erceg en UFC México, el éxito de Lazy Boy Rodríguez, la decisión de Ilia Topuria de subir a 155 libras, su trabajo como promotor y comentarista y mucho más.
Danny Segura entrevista a Victor Dávila, comentarista de UFC Español, acerca de Brandon Moreno vs. Steve Erceg en UFC México, el éxito de Lazy Boy Rodríguez, la decisión de Ilia Topuria de subir a 155 libras, su trabajo como promotor y comentarista y mucho más.
Um dia antes do encerramento da reunião de cúpula no Rio de Janeiro, o G20 publicou o texto aprovado pelos líderes do grupo. A declaração conjunta, aprovada sem ressalvas, cria uma aliança global contra a fome, propõe taxar ultrarricos e cita guerras. Um raro consenso em reuniões multilaterais marcadas por divergências em temas sensíveis. E uma vitória da diplomacia brasileira, como explica o jornalista Marcelo Lins em conversa com Natuza Nery. Comentarista e apresentador da GloboNews, Lins analisa a declaração final: “chegar a um consenso, hoje em dia, é das coisas mais difíceis do mundo”. O jornalista avalia como o presidente da Argentina, Javier Milei, recuou e cedeu após tentar travar o debate em torno de temas discutidos pelo grupo. Participa também Vinícius Rodrigues Vieira, professor de Relações Internacionais da FGV e da FAAP. Ele avalia a declaração final do G20 à luz da liderança brasileira. “O fato de o Brasil ter construído um consenso sem ressalvas é uma vitória”, conclui.
Nicole Regnier es Analista y Comentarista en Deportiva ESPN
O convidado do programa Pânico dessa quinta-feira (10) é Mauro Beting. Mauro Beting, 58, comentarista esportivo do SBT, TNT Sports, Jovem Pan. Blogueiro da TNT Sports, colunista do Jornal dos Sports. Fundador do Nosso Palestra. Escreveu 25 livros e dirigiu 4 documentários. Comentarista do EFootball desde 2010. Curador do Museu da Seleção Brasileira. Um dos curadores do Museu Pelé. Formado em Jornalismo na FIAM, estudou Direito na USP. Foi professor de jornalismo. Ministra atualmente 2 cursos de Jornalismo Esportivo e um de escrita criativa. Tem 25 livros publicados. Está escrevendo outros 10. Tem 3 documentários dirigidos. Mais uma minissérie oficial sobre a Seleção, também como diretor e roteirista. Na Copa do Mundo de 2022, escreveu colunas no Estadão e no Correio Braziliense. Fez curso de arbitragem. De treinador. São 34 anos de jornalismo esportivo (37 como jornalista). Segundo jornalista esportivo mais premiado da história da imprensa, pelo levantamento do Portal dos Jornalistas. Mais jovem hors-concours do Prêmio Ford-Aceesp (desde 2013). Mestre de Imprensa Escrita Esportiva no Prêmio Comunique-se (desde 2017). Mais dois prêmios em mídia de rádio e TV da mesma premiação. Ele, o pai (Joelmir Beting) e o primo (Erich Beting) fazem parte da família mais premiada da história do Comunique-se, desde a primeira premiação, no começo do século.
A quarta-feira (18) foi marcada por uma série de explosões de walkie-talkies no Líbano, com dezenas de mortes e centenas de feridos. Na véspera, o país já tinha vivido um dia de terror, quando 3 mil pagers de integrante do grupo Hezbollah também explodiram, deixando mortos e feridos. Os dois dias de explosões em série apontam para Israel – mais precisamente ao serviço de inteligência Mossad, responsável por ações que parecem cena de filme. Para entender o que se sabe sobre as ações em solo libanês e o modus operandi do serviço secreto israelense, Julia Duailibi conversa com o jornalista Guga Chacra. Comentarista da Globo e da GloboNews e colunista do jornal O Globo, Guga relembra outras ações do Mossad. Ele explica ainda as consequências do que Israel diz ser uma “nova fase” do conflito contra o Hezbollah e o que esperar do conflito no Oriente Médio nos próximos dias.
Nuestros humoristas Goyo Jiménez, Leo Harlem, Agustín Jiménez y Borja Fernández Sedano nos acompañan en 'La quinta hora'. Nuestra fiel oyente Maricarmen de Málaga consigue llamar al programa para exigir a Alsina que le felicite por su cumpleaños y le exige una rectificación por felicitarle su día a otros oyentes random. Luego, Leo Harlem le propone a Alsina una nueva forma de comenzar el programa: saludando a los oyentes que NO nos escuchan nunca. También, vuelve al programa a uno de los autores más relevantes de la literatura erótica de los 90: Eros Sandoval. Eros quiere trabajar en la radio como comentarista deportivo. Además, celebramos que hoy, 19 de septiembre, es el Día Internacional de hablar como un pirata y recibimos a los miembros de la Asociación de Piratas Españoles.
A saída do titular da pasta de Direitos Humanos foi definida nesta sexta-feira (6), um dia depois de a ONG Me Too confirmar a existência de denúncias de assédio sexual contra Silvio Almeida. A demissão do ministro foi anunciada no início da noite. Logo depois, a também ministra Anielle Franco afirmou em nota lamentar as tentativas de culpabilizar vítimas de violência - ela teria sido uma das mulheres que denunciaram o assédio do agora ex-ministro. Para entender como a situação de Silvio Almeida ficou insustentável e como o caso abriu uma crise política dentro do governo, Natuza Nery conversa com a jornalista Flávia Oliveira. Comentarista da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo, Flávia analisa como o fato de Silvio Almeida ser titular de uma pasta que lida justamente com a violação de direitos das minorias tornou a situação ainda mais grave. Flávia explica como o ex-ministro tentou usar as instituições de governo para se defender e avalia que a pressão para que Anielle se manifestasse publicamente alimenta um ciclo de culpabilização da vítima.
O convidado do programa Pânico dessa sexta-feira (09) é Biel. Gabriel Araújo Marins Rodrigues, mais conhecido pelo nome artístico "Biel", é cantor, tem 28 anos, é casado com a cantora Tays Reis e pai da Pietra. Seu primeiro álbum, "Juntos vamos além", rendeu sucessos como "Demorô", "Química" e "Melhor Assim" com Ludmilla. O projeto alcançou o top 5 em execuções nas rádios e colocou músicas de sua autoria em filmes como "Vai Que Cola" e na novela "Haja Coração", da Rede Globo. Recebeu, em 2015, o "Meus Prêmios Nick" como "Revelação Musical" do ano, também sendo indicado em 2016 para "Melhor Cantor", concorrendo com Luan Santana e Wesley Safadão e "Música Chiclete", com "Química", no Prêmio Multishow. Após passar 3 anos nos Estados Unidos, aperfeiçoando seu inglês e estudando Music Business, Biel voltou para o Brasil, em 2020, para participar da 12ª edição do Reality Show "A Fazenda", na Rede Record, finalizando a competição como Vice Campeão. Em 2021, Biel emplacou o hit "Artigo 157", com sua esposa Tays Reis, que já soma mais de 50 milhões de views no seu canal do YouTube. Hoje, ele opera seu selo musical independente, a "Cash Tree Records" e conta com mais de 8M seguidores no Instagram, mais de 2.3M seguidores no Tiktok, mais de 1.7M seguidores no Twitter e mais de 3.6M inscritos no seu canal do YouTube. Agora, ele se prepara para retornar à música com uma regravação, “Pimenta”, disponível dia 11 de julho e novas canções: “Toma Gostosa”, 25 de julho, “Mozão”, 08 de agosto e “Foguenta”, 15 de agosto e o álbum completo, disponível em 22 de agosto. Como comentarista, o programa traz Thiago Asmar, o Pilhado. Comentarista esportivo da Jovem Pan News e Jovem Pan Esportes.
As eleições municipais de 2024 vão ser as mais caras da história: um orçamento de R$ 4,9 bilhões para custear as campanhas de prefeitos, vices e vereadores. Pela regra, os partidos com maior bancada no Congresso terão mais dinheiro para desenhar suas estratégias eleitorais. Legendas de governo, oposição e centrão olham para o mapa do país para decidir onde investir em busca de mais eleitores e mais prefeituras nesta eleição - mas, principalmente, de olho no pleito de 2026, como explica Bruno Carazza, convidado de Natuza Nery neste episódio. Comentarista do Jornal da Globo e colunista do jornal Valor Econômico, Bruno analisa ainda se faz sentido os partidos terem tanto dinheiro para gastar agora como tiveram em 2022 e de que forma – com um quinhão do orçamento cada vez mais turbinado – o Congresso se fortalece diante do poder Executivo.