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Pesquisas recentes sugerem que uma parte crescente do eleitorado LGBTQ+ francês se aproxima da extrema direita. O fenômeno do homonacionalismo mostra como lutas emancipatórias podem ser capturadas por projetos políticos excludentes. Thomás Zicman de Barros, analista político Segundo uma pesquisa recente, cerca de 32% dos eleitores LGBTQ+ declarariam preferência por partidos de extrema direita – um crescimento de dez pontos em quatro anos. Estudos extraoficiais sugerem inclusive que o grupo parlamentar com maior número de homossexuais seria precisamente o partido lepenista. Sébastien Chenu, que ocupa uma das vice-presidências da Assembleia Nacional, e Jean-Philippe Tanguy, vice-presidente do grupo parlamentar, são os rostos assumidos e conhecidos. Mas há outros. O homonacionalismo é um fenômeno intrigante e, sobretudo, preocupante. É verdade que houve homossexuais de extrema direita na história, como Ernst Röhm. Mas esses casos sempre foram exceções. Durante décadas, a extrema direita foi marcada por um discurso abertamente homofóbico. Como não ficar encafifado ao lembrar que, apenas dez ou quinze anos atrás, Jean-Marie Le Pen denunciava a “degeneração” que representaria a homossexualidade, associando-a às mais diversas doenças? Mesmo sua filha Marine atacava um pretenso “lobby gay”, e prometia abolir o casamento igualitário, visto como um atentado contra a família tradicional. Nos últimos anos, contudo, ocorreu uma inflexão. E uma inflexão veloz. O que vemos é, por um lado, a normalização da extrema direita, que nesse processo procura parecer menos extremista em temas societais. E, por outro, uma certa normalização da própria homossexualidade. O curioso é que essas duas normalizações são problemáticas. À primeira vista, isso pode soar estranho. A maioria das pessoas provavelmente concorda que a normalização da extrema direita é preocupante, porque faz avançar ideias retrógradas, reforçando hierarquias sociais e diversas formas de violência. Mas como dizer que a normalização da homossexualidade também pode ser problemática? É evidente que a discriminação contra homossexuais é abjeta e deve ser combatida com todas as forças. Por isso, alguns podem ver essa incorporação de homossexuais pela extrema direita como um sinal positivo. “Vejam só, até a extrema direita se curvou aos novos tempos”, alguém poderia pensar. No final das contas, talvez não fossem tão intolerantes assim. Normalização problemática Mas não nos enganemos. A extrema direita continua profundamente homofóbica. E mesmo quando parece tolerar a homossexualidade, essa tolerância serve para reforçar outras discriminações. Há homossexuais que expressam posições transfóbicas. Mas talvez essas não sejam sequer as principais vítimas desse fenômeno. Na França, o discurso homonacionalista costuma afirmar, de forma estereotipada e racista, que os imigrantes seriam o verdadeiro perigo para as comunidades LGBTQ+, para as mulheres ou para os judeus. É nesse sentido que a normalização da homossexualidade é problemática. A “normalização” de que falo aqui é aquela que impõe uma norma. É aquela que retira da homossexualidade seu potencial transgressor e emancipador. Em vez disso, ela funde certos homossexuais ao campo dos dominantes. Apaga sua dimensão subalterna e instrumentaliza a luta contra a discriminação para justificar novas discriminações contra outros grupos. Em outras palavras, alguns chutam a escada depois de subir. Foram “higienizados” e, desde que mantenham a discrição, passam a ser parcialmente aceitos. Agora querem fazer parte da ordem que antes os excluía. Radicalidade neutralizada Vale lembrar que a sigla LGBTQ+ contém a letra Q, de queer. Queer designa aquilo que não se encaixa, aquilo cuja própria existência desafia as normas e questiona formas de dominação. Nesse sentido, o homonacionalismo é profundamente anti-queer. Ele abandona a dimensão contra-hegemônica e emancipatória do movimento. A radicalidade transformadora que caracterizou tantas lutas LGBTQ+ acaba neutralizada. É curioso notar que essa aproximação da extrema direita com a homossexualidade apresenta analogias com sua aproximação com certas figuras de origem judaica, personificada na França por nomes como Éric Zemmour ou Sarah Knafo. Vindos de grupos discriminados, eles transformam identidades historicamente abertas e plurais em instrumentos de afirmação identitária e de supremacia de uma branquitude recém-adquirida. Em todos esses casos, parece que nada se aprende com a história. O sentido do “nunca mais” é deturpado. O “nunca mais” não pode significar “nunca mais comigo”. “Nunca mais” precisa significar “nunca mais para ninguém”. Alguém poderia perguntar: então homossexuais não podem ser de extrema direita? Evidentemente, cada um faz suas escolhas políticas. Mas há algo aqui que soa como uma traição. Uma traição ao espírito transgressor que marcou historicamente a luta e a experiência homossexual como modo de vida desviante, que não se encaixa nas normas dominantes. É como se alguns quisessem sair do campo dos danados da terra para se colocar, agora, no campo dos algozes.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 24/02
Quatro jovens vindos de MG somem juntos em Santa Catarina: o que se sabe e o que falta saber. Polícia Federal determina que Eduardo Bolsonaro volte ao cargo de escrivão. Filha de Kim Jong-un faz primeira visita pública a mausoléu e alimenta especulações sobre sucessão. Crise, inflação alta e guerra: o que está por trás das manifestações no Irã que já deixaram 7 mortos. Ligações indesejadas e robocalls: veja o que mudou nas regras sobre telemarketing em 2025.
Os super-heróis extraterrestres têm nos fascinado por décadas. Vindos de planetas distantes,nos fazem refletir sobre a diversidade cósmica e as possibilidades infinitas de vida inteligente no universo. E hoje vamos falar de alguns dos superalienígenas mais famosos da cultura pop!Então vista seu super traje e aperte o play !RECOMENDAMOS ESCUTAR COM FONES DE OUVIDOSe você gosta do nosso trabalho, acesse nosso site e participe do nosso grupo exclusivo para assinantes. Acesse o site acreditesequiserpodcast.com.brSiga e avalie o Acredite Se Quiser nas plataformas de streaming!Siga-nos nas redes sociais: Instagram TwitterPré Venda HQ Mylar - OmnibusPré venda Amazon - Mylar - OmnibusPré venda Catarse - Mylar - OmnibusE-mail para contato: acreditesequiserpodcast@gmail.comConheça a nova loja SkynWalker na Reserva InkAssine UFO, a maior, mais conceituada e mais antiga Revista de Ufologia do mundoLinks citados no episódio:YouTube - TRANSFORMERS: O FILME (1986)
Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi conversam com Mahmundi e o produtor Pedro Lucas, que falam sobre o lançamento do álbum “Bem Vindos de Volta”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há mais regressos aos Açores de emigrantes nos EUA e no Canadá, alguns voltam porque são deportados, outros porque querem. Rusgas da imigração nos EUA a empresa de português. Edição Isabel Gaspar Dias
Programete #70 – 142 anos da presença Salesiana no Brasil – Data: 14/07/2025 O padre Leandro Brum Pinheiro, diretor institucional da Faculdade Dom Bosco, relembra os 142 anos da chegada dos Salesianos ao Brasil, iniciada em 1883, na cidade de Niterói. Vindos da Itália, os primeiros padres foram acolhidos com simplicidade, dando início a uma missão educativa voltada especialmente à juventude pobre. Hoje, a presença salesiana se espalha por todo o país, com escolas, obras sociais e faculdades que seguem inspiradas pelo carisma de Dom Bosco.
Defesa Civil - Quinta-feira 05/06, o tempo no Estado será marcado por bastante nebulosidade e ventos vindos do sul e sudeste by Governo do Estado de São Paulo
O terceiro voo de repatriação dos brasileiros deixou Beirute, capital do Líbano, no início da tarde desta quarta-feira. A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira desta vez traz mais 218 passageiros, incluindo 11 crianças de colo, e 5 animais de estimação. A previsão é que o avião chegue ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira.
Paulo Muacho sublinha veracidade de acusações de Isabel Moreira sobre injúrias do Chega. Deputado do Livre defende que um debate em conferência de líderes sobre declarações de PAR.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trouxe dois livros em catalão e outro em castelhano. Aqui fica o relato. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.pilhadelivros.pt
Apeadeiros da conversa: .Entre a histeria e o desespero. .Canivete-suíço. .48 elefantes numa sala. .A eficácia é o pretexto-mor para a desumanização. .A minha ideia para desumanizar ainda mais as empresas em nome da economia. .Comércio de urina de coiote. .A política portuguesa precisa de terapia. .Quadro do Fernando Botero. .Metamorfoses da negação. ---- O menino está aqui: Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8
Victor Domingos, membro fundador da Braga Ciclável, e Sara da Costa, vice-presidente da associação são os primeiros convidados do podcast Conversas com Pedal. Vindos de outras regiões do País e há vários anos residentes em Braga contam a sua experiência de como a bicicleta é não só um modo de transporte, mas foi também uma ferramenta para descobrirem os recantos da cidade e conhecer as suas gentes.
Os 32 repatriados de Gaza, que chegaram na última segunda (13) no Brasil, estão abrigados e recebendo assistência na própria base aérea de Brasília. Todos estão hospedados no hotel de trânsito onde estão recebendo alimentação e atendimento médico. As equipes de saúde também disponibilizaram vacinas e apoio psicológico. Este é o mais recente grupo a ser repatriado desde o início da guerra. Veja também nesta edição do Boletim JR 24 Horas: Polícia Federal descobre esquema de tráfico internacional de drogas no porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro.
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32 pessoas resgatadas ontem (1º) na Cisjordânia pelo governo brasileiro chegaram hoje (2) de manhã ao Brasil. O avião pousou em Brasília pouco depois das oito e meia da manhã, com 26 passageiros. Uma pessoa ficou na capital federal e duas seguiram para Goiânia. Os demais repatriados embarcaram para outras capitais do país. Veja também: Na Europa, tempestade deixa países em alerta máximo.
O sexto avião da Força Aérea Brasileira que resgata brasileiros de Israel pousou no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, na madrugada desta quinta. Nesse voo, mais de 200 pessoas foram repatriadas.
Sonia Racy participa do Jornal Eldorado de 2ª a 6ª feira, às 7h50.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do Fala Brasil: Segundo avião de resgate chega ao Rio com 214 passageiros vindos de Israel. E ainda: Secretário de Estado dos EUA chega a Tel Aviv e confirma apoio a Israel.
O primeiro avião para repatriar brasileiros de Israel saiu de Tel Aviv pouco depois das duas horas da tarde desta terça-feira. A aeronave embarcou 211 passageiros e deve chegar em Brasília por volta das 4 horas da manhã desta quarta-feira. Até domingo, estão previstos mais 5 voos com brasileiros vindos de Israel.
"Graça e paz a vós outros, da patê de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo." Fm.1:3. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/pb-marcos-santos/message
Under the first 'Aged Care Labour Agreement', the federal government has extended visa concessions to nurse support workers, personal care assistants and aged and disability carers. In addition to removing the conditions of higher English proficiency and post-qualification work experience, care workers will be able to apply for permanent residency within two years. - De acordo com o primeiro 'Acordo de Trabalho de Cuidados com Idosos', o governo federal estendeu as concessões de vistos para auxiliares de enfermagem, assistentes de cuidados pessoais e cuidadores de idosos e deficientes. Além de remover as exigências padrões de proficiência em inglês e experiência de trabalho pós-qualificação, os cuidadores poderão solicitar residência permanente dentro de dois anos.
Após anos trabalhando para outras empresas que se instalavam na China, o brasileiro Ricardo Leite decidiu lançar seu próprio negócio. Quase duas décadas depois, ele viu o setor se transformar e, mesmo com vários concorrentes deixando a região em busca de zonas de produção mais baratas, conseguiu encontrar seu equilíbrio em solo chinês. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Guangdong (China)Dongguan, na província chinesa de Guangdong, é conhecida por já ter sido uma das cidades com o maior número de brasileiros da China. Vindos principalmente do Rio Grande do Sul, essa diáspora trabalhou durante muito tempo nas dezenas de fábricas de calçados da região, contratados graças a um know how adquirido no setor calçadista do Sul do Brasil.Mas os tempos mudaram e muitos brasileiros deixaram a cidade. Alguns dizem que a pandemia de Covid-19 foi a responsável pela debandada verde-amarela, enquanto outros afirmam que os brasileiros foram aos poucos substituídos pelos chineses, que aprenderam rápido as técnicas de fabricação vindas da Serra gaúcha.Ricardo Leite acompanhou esse movimento de perto. Ele chegou na China em 1999 trabalhando para empresas internacionais do setor calçadista que queriam se instalar no país asiático e acabou abrindo a sua própria fábrica, na qual já empregou muitos compatriotas."Chineses aprendem muito rápido"“Eu cheguei a ter aqui na minha empresa 22 brasileiros. Mas aos poucos fui substituindo. O chinês aprende muito rápido e também tem outra visão de trabalho”, conta Leite. “Eles são vorazes por aprender e são empreendedores”, explica o empresário, que tem atualmente mais de 250 funcionários apenas na unidade de Dangguan, dos quais apenas um é brasileiro.Além do desaparecimento do português nos corredores da Rival Design Studio, Leite foi testemunha de uma mudança estrutural no setor. A China é o principal produtor mundial de calçados e já chegou a ser responsável por mais da metade dos sapatos e tênis usados no planeta. Mas com salários mais altos e direitos trabalhistas mais controlados, muitas empresas estão deixando o país asiático em busca de locais onde o custo da mão de obra é mais baixo.Além disso, como explica o brasileiro, as questões ambientais começam a pesar na balança, já que as autoridades locais incentivam aqueles que querem produzir de forma mais sustentável. “Eles querem criar uma indústria limpa”, resume Leite. “Uma sócia minha tinha uma licença num local e quis mudar sua fábrica, mas não conseguiu [uma nova] licença”, relata.6 milhões de pares por ano: produção pequena para os padrões chinesesHoje a empresa de Ricardo produz cerca de 6 milhões de pares de calçados por ano, um número impressionante visto de fora, mas considerado relativamente pequeno para os padrões chineses. A média anual de uma empresa de calçados do país é de 20 milhões de pares.Mas essa foi uma escolha do empresário, que preferiu apostar em quantidades “menores” e produtos com maior valor agregado, respeitando uma série de regras. “A gente trabalha num nível de produto um pouco mais caro, não usa mão de obra infantil e controlamos todas as empresas [prestadoras]”, enumera Leite, que hoje fornece calçados para marcas internacionais como a americana DNKY ou a italiana Fila.A receita parece ter dado certo, pois além da China, o brasileiro também produz em filiais ou empresas terceirizadas na Itália, Espanha, Portugal, Índia, e até no Brasil, além de estar preparando uma unidade na África, seu novo grande projeto. Leite se prepara para abrir uma fábrica na Etiópia, desta vez com uma vertente mais social, investindo em treinamento e capacitação de mão de obra local.
Após anos trabalhando para outras empresas que se instalavam na China, o brasileiro Ricardo Leite decidiu lançar seu próprio negócio. Quase duas décadas depois, ele viu o setor se transformar e, mesmo com vários concorrentes deixando a região em busca de zonas de produção mais baratas, conseguiu encontrar seu equilíbrio em solo chinês. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Guangdong (China)Dongguan, na província chinesa de Guangdong, é conhecida por já ter sido uma das cidades com o maior número de brasileiros da China. Vindos principalmente do Rio Grande do Sul, essa diáspora trabalhou durante muito tempo nas dezenas de fábricas de calçados da região, contratados graças a um know how adquirido no setor calçadista do Sul do Brasil.Mas os tempos mudaram e muitos brasileiros deixaram a cidade. Alguns dizem que a pandemia de Covid-19 foi a responsável pela debandada verde-amarela, enquanto outros afirmam que os brasileiros foram aos poucos substituídos pelos chineses, que aprenderam rápido as técnicas de fabricação vindas da Serra gaúcha.Ricardo Leite acompanhou esse movimento de perto. Ele chegou na China em 1999 trabalhando para empresas internacionais do setor calçadista que queriam se instalar no país asiático e acabou abrindo a sua própria fábrica, na qual já empregou muitos compatriotas."Chineses aprendem muito rápido"“Eu cheguei a ter aqui na minha empresa 22 brasileiros. Mas aos poucos fui substituindo. O chinês aprende muito rápido e também tem outra visão de trabalho”, conta Leite. “Eles são vorazes por aprender e são empreendedores”, explica o empresário, que tem atualmente mais de 250 funcionários apenas na unidade de Dangguan, dos quais apenas um é brasileiro.Além do desaparecimento do português nos corredores da Rival Design Studio, Leite foi testemunha de uma mudança estrutural no setor. A China é o principal produtor mundial de calçados e já chegou a ser responsável por mais da metade dos sapatos e tênis usados no planeta. Mas com salários mais altos e direitos trabalhistas mais controlados, muitas empresas estão deixando o país asiático em busca de locais onde o custo da mão de obra é mais baixo.Além disso, como explica o brasileiro, as questões ambientais começam a pesar na balança, já que as autoridades locais incentivam aqueles que querem produzir de forma mais sustentável. “Eles querem criar uma indústria limpa”, resume Leite. “Uma sócia minha tinha uma licença num local e quis mudar sua fábrica, mas não conseguiu [uma nova] licença”, relata.6 milhões de pares por ano: produção pequena para os padrões chinesesHoje a empresa de Ricardo produz cerca de 6 milhões de pares de calçados por ano, um número impressionante visto de fora, mas considerado relativamente pequeno para os padrões chineses. A média anual de uma empresa de calçados do país é de 20 milhões de pares.Mas essa foi uma escolha do empresário, que preferiu apostar em quantidades “menores” e produtos com maior valor agregado, respeitando uma série de regras. “A gente trabalha num nível de produto um pouco mais caro, não usa mão de obra infantil e controlamos todas as empresas [prestadoras]”, enumera Leite, que hoje fornece calçados para marcas internacionais como a americana DNKY ou a italiana Fila.A receita parece ter dado certo, pois além da China, o brasileiro também produz em filiais ou empresas terceirizadas na Itália, Espanha, Portugal, Índia, e até no Brasil, além de estar preparando uma unidade na África, seu novo grande projeto. Leite se prepara para abrir uma fábrica na Etiópia, desta vez com uma vertente mais social, investindo em treinamento e capacitação de mão de obra local.
Vindos diretamente do espaço, os alienígenas chegam no RdMCast dessa semana, não para invadir, mas para levar nossa bancada à bordo da nave-mãe, realizar experimentos assustadores e inserir sondas nada agradáveis. Baseados em nossas próprias memórias traumáticas, selecionamos 5 filmes sobre abdução alienígena que vão desde uma comunicação por musiquinha no xilofone, até uma das escolhas mais erradas da carreira de Milla Jovovich. Cuidado com o fogo no céu, você está sendo escolhido para passar por uma estranha metamorfose. O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário. ARTE DA VITRINE: Estúdio Grim ESTÚDIO GRIM - Design para conteúdo digital Portfólio: https://www.behance.net/estudiogrim Instagram @estudiogrim designgrim@gmail.com PODCAST EDITADO POR Felipe Lourenço SEJA UM(A) APOIADOR(A) Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas! Acesse: https://apoia.se/rdm ou https://picpay.me/republicadomedo Conheça a Sala dos Apoiadores: http://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/ SE INSCREVA NO NOSSO CANAL https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedo CITADOS NO PROGRAMA This Island Earth [Guerra dos Planetas] (1955) Contatos Imediatos do 3º Grau (1977) Xtro - Estranhas Metamorfoses (1982) Fogo no Céu (1993) Contatos de 4.º Grau (2009) Os Escolhidos (2013) Menções Honrosas Progeny - O Intruso (1998) Mistérios da Carne (2004) Extraterrestrial (2014) Honeymoon (2014) Alien Abduction (2014) Circle (2015) Fried Barry (2020) Citações off topic O Monstro da Lagoa Negra (1954) A Dama e a Criatura (livro, Mallory O'Meara) A Chegada (2016) Marte Ataca! (1996) 2001 - Uma Odisseia no Espaço (1968) O Caso Roswell (1994) A Sociedade dos Amigos do Diabo (1989) O Quinto Elemento (1997) Padre (2011) Legião (2010) Episódios RdMCast #335 - Os 10 melhores filmes de invasão alienígena Cabana RdM #15 - 5 motivos para assistir Arquivo X RdMCast #306 - O Horror em Peter Jackson: Náusea Total e Fome Animal RdMCast #307 - Trilogia Rua do Medo Tem algo para nos contar? Envie um e-mail! contato@republicadomedo.com.br Twitter: @RdMCast Instagram: Republica do Medo Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
De onde vêm o espaço, o tempo e a gravidade? Esses conceitos são familiares, mas tornam-se estranhos quando examinados de perto, especialmente na escala quântica da gravidade. Embora ainda haja pouco conhecimento sobre essa área, a física quântica oferece uma janela para entender esses conceitos de maneira diferente. Mergulhemos neste mundo estranho para descobrir como ele pode estar dando origem ao nosso próprio espaço-tempo e a gravidade. Nos acompanhe também nas redes sociais: Youtube: youtube.com/superfatocanal Instagram: instagram.com/eusuperfato Twitter: twitter.com/eusuperfato EMAIL PARA CONTATO: comercialsuperfato@gmail.com
Em 1959, durante a construção da cidade de Brasília, milhares de operários viviam e trabalhavam incessantemente para inaugurar a nova capital do Brasil. Vindos principalmente do norte e do nordeste, esses trabalhadores eram conhecidos como Candangos. Hoje vamos relembrar um dos maiores crimes esquecidos de nosso país e a forma como os poderosos da época fizeram de tudo para apagar esse momento da história, o Massacre dos Candangos. MTST, A LUTA É PRA VALER!
Vindos de um álbum de enorme sucesso, os Titãs tinham em 1987 a tarefa de criar um sucessor à altura de Cabeça Dinossauro. E a banda não só conseguiu entregar outro conjunto fabuloso de canções, mas surpreendeu a todos com faixas que misturavam samplers e bateria eletrônica às guitarras. Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas apresenta assim duas metadas bem distintas, mas que nunca soam estranhas entre si: o lado de "Comida" e "Diversão" é mais eletrônico e dançante. A metade de "Lugar Nenhum" e "Armas pra Lutar" é tão raivoso quanto o disco anterior. Na soma disso tudo, um álbum espetacular que completou 35 anos de seu lançamento e foi o assunto deste episódio.
Chegou o Grande Momento!!!! Pega aquela Champanhe que tu roubou do mercado e aquele Peru de Natal (ou algum prato sem animal para Veganos) e bora para o especial do Podcast!!!!! E nessa primeira parte da lista dos Melhores Discos de 2022, juntamos um trio que fez sucesso ano passado para iniciar bem esse especial. Vindos diretamente do Baile do Capiroto temos Igor Giroto e Luiz Alcamim e diretamente das bandas Obitto, Introspective, Macgyver The Animal e mais umas 300 bandas, Marcos Rogério. Esses 3 senhores abrilhantando nossa edição, vindo com vários discos fodas, comentários embasados, falando mal de pessoas e bandas e até equipamento quebrado!!! Confiram!!!!! Equipe Mesão de Boteco: Thiago, Jean, João, Débora, Luana, Eduardo, Sabryna. Mais informações no nosso Instagram: @mesaodebotecopodcast E no site e redes sociais do Cabana da Música: Site: www.cabanadamusica.com Instagram @cabanadamusica_
Murilo Busolin analisa 'Bem-Vindos à Vizinhança', série lançada pela Netflix. O jornalista também explica o esquema de fraude fiscal que envolveu a cantora colombiana Shakira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do Em Cartaz, Rafael Braz fala sobre as seguintes produções: "O Urso", (Star+), "Rota 66" (Globoplay), e "Bem-Vindos à Vizinhança" (Netflix). Ouça a conversa completa.
No programa de hoje, vamos falar de eSIM, a versão virtual do "chip de celular". A tecnologia é a única opção nos modelos de iPhone 14 vindos dos Estados Unidos. Contudo, usuários relatam problemas em conexão com suas operadoras usando o eSIM. Wagner Wakka conversa com Renan da Silva Dores para explicar as vantagens e os principais problemas que o eSIM pode trazer par a vida do usuário. No segundo bloco, surge uma nova função do mundo corporativo: o CMO. Estamos falando do Chief Metaverse Officer. Ou seja, o líder da divisão de metaverso das empresas. O nome pomposo pode levantar uma questão: como escolher a pessoa que vai trabalhar em um setor que ainda está em construção? No último bloco, um novo estudo Beth Israel Deaconess Medical Center apontou que óculos de realidade virtual ajudaram a reduzir a quantidade de anestesia em cirurgia. Além disso, ajudou na recuperação destas pessoas. Este é o Podcast Canaltech, publicado de terça a sábado, às 7h da manhã no nosso site e nos agregadores de podcast. Conheça o Porta 101. Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech em todas elas. Entre em contato pelo nosso e-mail. Entre no Canaltech Ofertas. Podcast sobre comprar terreno no metaverso Este episódio foi roteirizado, apresentado e editado por Wagner Wakka, com a coordenação de Patrícia Gnipper. O programa também contou com reportagens de Alveni Lisboa, Felipe Demartini, Renan da Silva Dores, Gustavo de Lima Inácio e Vinícius Moschen. A revisão de áudio é de Gabriel Rimi e Mari Capetinga, com a trilha sonora de Guilherme Zomer.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Discursos que nos fazem ecoar um dos quadros mais célebres. A crónica de Francisco Sena Santos.
Vindos de um tempo distante e de uma galáxia bem bem distante os convidados do F5 desse mês vem debater a respeito das influências orientais na obra de George Lucas. Além disso, não podia faltar a rotineira panfletagem do estoicismo. Confira isso e muito mais nesse episódio especial de Star Wars. ACOMPANHE ALGUMAS GRAVAÇÕES E MUITO MAIS EM TWITCH: twitch.tv/kappakosmica ENTRE NO SERVIDOR DO KAPPA KÓSMICA: discord.link/kappakosmica Participantes: Walter Mansolelli (@DerthWalter) Miguel Souza (@Miguel_Beholder) Lucas Hoffmann (@CucanoRukasu) Links Citados no Programa: Nosso Site: www.kappakosmica.com.br Instagram: instagram.com/kappakosmica Twitter: twitter.com/kappakosmica Blog - Acervo dos Mundos: acervodosmundos.blogspot.com Blog - Fazendo um Caminho: enzolehrer.wordpress.com Livro - Andorinha Que Traz a Chuva: amzn.to/3pe4Ifw Em caso de perguntas, opiniões, elogios ou correções. Mande-nos um email para: contato@kappakosmica.com.br Produção por: Walter Mansolelli Arte da Capa: Guilherme Mello Edição e Sonorização por: Elida E. Antunes
Vindos de quase todos os estados do Brasil, 1.500 atletas irão participar da segunda edição da Rio do Rastro Marathon que acontece neste final de semana. As provas terão distâncias de 12km, 25km e 42km de corrida e 40km de ciclismo. Os desafios começam no centro dos municípios de Orleans e Lauro Müller, e terminam no mirante da Serra do Rio do Rastro em Bom Jardim da Serra. A primeira prova da programação acontece neste sábado, às 7h, com a largada dos 25km de corrida, em frente à prefeitura de Lauro Müller. Já para os ciclistas dos 40km de ciclismo, a prova inicia às 8h30m, em Orleans. Nesse mesmo local, no domingo, às 7h, é a vez da maratona. Os atletas do Desafio dos 12, largam às 10h15m de domingo, do Mirante 12 no pé da Serra do Rio do Rastro. Um dos organizadores da prova, Ricardo Ziehlsdorff e o diretor de esportes de Lauro Müller, Ari Ricardo de Oliveira comentaram sobre os detalhes finais para organização da prova. Os motoristas que costumam utilizar a SC-390, no trecho da Serra, devem ficar atentos pois nos dois dias, a Serra do Rio do Rastro vai ser fechada para a passagem dos atletas, a partir das 6h. A previsão é que o trânsito volte a ser liberado, a partir das 12h. Neste período, apenas veículos da organização e autorizados poderão trafegar pela rodovia SC 390. Os usuários que precisarem acessar a rodovia, a rota alternativa é pela BR-282 devido a Serra do Corvo Branco estar bloqueada e a Serra da Rocinha em obras. Ouça abaixo a entrevista completa:
Nesta edição do Em Cartaz, Rafael Braz fala sobre as produções "O Homem do Norte" (nos cinemas), "Bem-Vindos ao Éden" (Netflix) e o fim da temporada de "Hora de Vencer" (HBO Max). Ouça!
Olá RPGistas! Hoje é dia de Guia do Jogador no RPGizando Diversão & Dados e juntos com Rodrigo vamos falar sobre essa raça que veio de outro para ficar em Toril, os Draconatos. Dragonborn (também conhecido como Strixiki em Dracônico; ou Vayemniri, "Ash-Marked Ones", em Tymantheran dracônico) eram uma raça de criaturas dracônicas nativas de Abeir, o gêmeo de Toril. Durante a Praga Mágica, os draconatos foram transplantados de Abeir para Toril, a maioria deles vivendo no continente de Laerakond no século XV DR. Em Faerûn, a maioria dos draconatos morava na nação militarista de Tymanther. Links indicados: Não é da nossa conta. Episódios indicados: A fera da Vila Rubra 1.2; MPMoM1: Introdução e primeiras raças; BF04 - Rastejador da Carniça; A fera da Vila Rubra 1.1; RntE03 - Tiamat dentro e fora de Faerûn; A fera da Vila Rubra 2; DA18 - D&D 5.5 ou 6.0? Mordenkainen Apresenta: Monstros do Multiverso. Quer ajudar com um apoio? Vai lá no PicPay. Com um apoio de apenas R$ 10,00 mensal você terá acesso ao nosso grupo do Telegram, onde terá acesso a material exclusivo do RPGizando. Quer entrar em contato? Estou no Instagram | Twitter | Facebook | Gmail | YouTube | Telegram | Twitch | Dungeonist | Linktree Música: Bonfire Pop-Folk por Joystoc
Ao nono dia da invasão russa à Ucrânia, são já mais de 1 milhão as pessoas que decidiram fugir deste cenário bélico e deixar tudo para trás, na esperança de encontrar protecção num lugar seguro. Para que tal seja possível, a Comissão Europeia aprovou um dispositivo inédito que permite conceder um acolhimento temporário aos refugiados ucranianos em território europeu. O Município de Braga, no norte de Portugal, é pioneiro nesta matéria, e prepara-se para acolher, no final desta semana, 45 refugiados ucranianos, num trabalho conjunto, que está a ser realizado entre a Câmara Municipal de Braga e as várias instituições públicas e privadas do concelho e que conta igualmente com uma forte mobilização da sociedade civil, com o objectivo de ajudar estas pessoas. Nesta missão humanitária, começaram por ser contemplados apenas 30 deslocados ucranianos, um número que viria depois a crescer, conforme nos deu conta Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga. RFI: Como é que surgiu esta ideia por parte do executivo bracarense de acolher os 30 refugiados vindos da Ucrânia? Ricardo Rio: Na verdade, não vão ser 30. Vão ser 45 refugiados ucranianos. Ao longo dos últimos dias, conseguimos sinalizar mais 15 pessoas e, portanto, o número já subiu em mais de 50%. Esta iniciativa surgiu, desde logo, por uma relação histórica que Braga tem com a comunidade ucraniana. Nós temos, no nosso concelho, de há vários anos a esta parte, quase 800 cidadãos perfeitamente integrados na nossa comunidade, que vivem, obviamente, com especial angústia esta situação no seu país e que nos pediram algum apoio para poder transportar para Braga algumas pessoas, seus parentes, numa primeira linha, que estavam já do lado da fronteira polaca, fora da Ucrânia. A iniciativa começou com este repto e acabou por ser alargada com o envolvimento de muitas instituições e acabámos por conseguir formatar esta missão, cujo resultado esperamos que seja bem sucedido daqui a 3 dias, quando estes 45 cidadãos chegarem à nossa cidade. RFI: Estas 45 pessoas são, portanto, familiares de pessoas que já vivem em Braga. Este foi o meio utilizado para sinalizá-las? Ricardo Rio: As primeiras sim. Depois, no grupo, acabaram por ser identificadas pessoas que não têm essa ligação familiar. São predominantemente mulheres e crianças e que, obviamente, estavam numa situação de fuga do país e que até, pela sua delicadeza - no grupo há uma mulher grávida e crianças menores - nós também manifestámos exactamente a mesma disponibilidade para lhes prestar esse apoio no transporte. RFI: E onde é que estes cidadãos vão ficar alojados? Já tem alguma ideia concreta neste sentido? Ricardo Rio: Sim. Imediatamente a partir do momento em que esta iniciativa ganhou corpo, nós começámos a receber muitas disponibilidades de cidadãos particulares, de empresas e de unidades hoteleiras, sendo que algumas destas situações são de carácter mais temporário, outras de carácter mais permanente, admitindo que estas pessoas se possam efectivamente radicar na nossa cidade por alguns meses ou alguns anos até e, portanto, naturalmente que conseguimos rapidamente encontrar soluções de habitação e de emprego para muitas destas pessoas ou até mesmo soluções de apoio à educação das crianças menores. Nós, até por força dessa comunidade que temos na nossa cidade, teremos alguma facilidade em ter tradutores que possam acompanhar estas novas pessoas que se vão instalar na nossa cidade e esta é, diria, uma primeira iniciativa que poderá vir a ser repetida nas próximas semanas. RFI: E numa primeira instância há prazo da permanência destes cidadãos em Braga ou, por agora, ainda não existe essa margem temporal? Ricardo Rio: Não. Não está definido. Acredito, como digo, que alguns possam ficar apenas alguns meses, principalmente aqueles que não tiverem essa ligação familiar a pessoas que já estão radicadas em Braga. Admito que outras, que tenham essa ligação e essa proximidade, possam obviamente ficar com as suas famílias na cidade de Braga, até por força, naturalmente, das oportunidades que aqui vão ter para desenvolver a sua actividade profissional. RFI: E esta é, portanto, uma iniciativa que está a ser articulada com o governo? Em que medida é que esta situação está a ser acautelada junto do ministério da Admnistração Interna? Ricardo Rio: Nós temos estado em contacto sobretudo com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que é a entidade que tem, obviamente, de legitimar a presença destes cidadãos no nosso país. Foi feito todo esse trabalho administrativo e de interligação com essa entidade. Em termos de organização da própria missão, ela foi feita sobretudo com as instituições locais, como disse, além das empresas e de instituições sociais, houve muitos organismos que, desde a primeira hora, se disponibilizaram para organizar esta missão e apoiar as pessoas que vão ser transportadas e, portanto, quase que diria que é um movimento colectivo de toda a sociedade bracarense para concretizar esta iniciativa. RFI: Há pouco falou de largas centenas de cidadãos ucranianos em Braga. Tem noção da dimensão da comunidade ucraniana, particularizando ao nível do norte de Portugal? Tem dados nesse sentido? Ricardo Rio: Não tenho. Sei que a comunidade de Braga acaba por ser relativamente maior do que em outros concelhos. Eu há dois dias comentava com um colega autarca, do norte de Espanha, da Galiza, onde, por exemplo, em Vigo, numa cidade que é maior do que Braga, apenas existem 150 cidadãos ucranianos, mas a verdade é que historicamente acabou por existir essa ligação. Foi um local onde muitos cidadãos se radicaram, praticamente desde a década de 90, depois no início deste século já, e essa ligação foi sendo fortalecida ao longo dos anos e, como disse, essa comunidade está perfeitamente integrada e tem sido uma parte activa da nossa vida colectiva na cidade de Braga. RFI: Em que medida é que esta iniciativa se pode replicar no futuro e inspirar outras autarquias a seguirem o vosso exemplo? Ricardo Rio: Não assumiria esse pioneirismo como fonte de inspiração, mas como fonte de demonstração do papel proactivo e da capacidade que as autarquias têm para concretizarem este tipo de soluções. Já assim aconteceu durante a pandemia, está novamente a acontecer durante esta semana, pelo menos no contexto de resposta à situação na Ucrânia. Eu próprio estou neste momento a participar, em Marselha, na conferência das cidades e regiões da Europa e são muitos os testemunhos de todos os países, de cidades de todas as dimensões, que, de uma forma ou de outra, se estão a mobilizar, ou para acolher refugiados ou para enviar meios humanos e materiais de apoio ao povo ucraniano e às situações de fronteira e isso é também demonstrativo de que, nesta matéria, as cidades são sempre as primeiras instituições a reagir e a terem capacidade de concretizar projectos com impacto. RFI: Esta é, portanto, a primeira autarquia a nível nacional que vai receber cidadãos da Ucrânia, neste contexto de guerra? Ricardo Rio: Numa lógica de resgate, como esta que está efectivamente a ser desenvolvida por nós, julgo que sim. Não tenho eco de nenhuma outra iniciativa semelhante. Sei que há cidadãos ucranianos que já vão chegando ao nosso país vindos de vários pontos da Europa, através de um transporte aéreo, numa ligação mais tradicional e não numa lógica de uma "missão de resgate", chamamos-lhe assim, como esta que acabámos por corporizar. RFI: Quais são as suas expectativas a curto/médio prazo relativamente a este conflito e à vinda de mais pessoas refugiadas da Ucrânia? Ricardo Rio: Obviamente como todo o mundo, com bom senso, todos desejamos que este conflito seja resolvido o mais depressa possível e que haja bom senso da parte da Rússia para interromper esta invasão e, obviamente, esperando que o próprio povo russo, que não é responsável por esta situação, possa também ser protegido e não ter de sofrer as consequências de um acto insano de quem governa o país. Naturalmente que, assim não acontecendo, será seguramente fonte de êxodo de muitos mais cidadãos ucranianos ao longo das próximas semanas e meses. Braga estará seguramente disponível para receber mais cidadãos, à nossa escala e à escala do nosso país, que não deixa de estar no outro extremo da Europa, mas obviamente que esta situação a manter-se vai ter consequências muito significativas a vários níveis para todo o continente europeu.
Olá RPGistas! Hoje trago uma resenha sobre o que vem por aí no D&D. Mordenkainen Apresenta: Monstros do Multiverso. Um bestiário de amigos e inimigos maravilhosos para o maior jogo de rpg do mundo. Brilhando com as reflexões do mago Mordenkainen, este tomo apresenta uma série de criaturas para uso no jogo de rpg Dungeons & Dragons. Vindos de todos os cantos do multiverso, essas criaturas representam algumas das forças mais benevolentes e malévolas que os heróis de D&D podem enfrentar. O livro também reúne povos fantásticos de muitos mundos diferentes. Cada um desses povos representa uma opção de corrida quando você cria seu personagem D&D, expandindo as escolhas no Manual do Jogador. Compilando e atualizando monstros que originalmente apareceram em Volo's Guide to Monsters e Mordenkainen's Tome of Foes, este livro apresenta amigos e inimigos para qualquer campanha de D&D, muitos deles acompanhados pelos comentários de Mordenkainen. O mago enfrentou muitos desses monstros e povos em inúmeras aventuras maravilhosas. Agora é hora de você se aventurar e enfrentar essas criaturas você mesmo! Episódios indicados: A fera da Vila Rubra 1.2; BF04 - Rastejador da Carniça; GdJ03 - Gnomos, imprevisíveis e astutos; GdJ04 - Halflings, corajosos e curiosos; DA08: Tacho de Tudo da Tasha; GdJ02 - Elfos, exóticos e longevos; GdJ01 - Anões, obstinados e leais. Quer ajudar com um apoio? Vai lá no PicPay. Com um apoio de apenas R$ 10,00 mensal você terá acesso ao nosso grupo do Telegram, onde terá acesso a material exclusivo do RPGizando. Quer entrar em contato? Estou no Instagram | Twitter | Facebook | Gmail | YouTube | Telegram | Twitch | Dungeonist | Linktree Música: Bonfire Pop-Folk por Joystoc
Na história do "Quem Ama Não Esquece" de hoje o Murilo e a Tatá, contam a história do Zé Vitor e da Camila, que se conheceram na comunidade onde viviam. Vindos de famílias muito humildes, tanto Zé Vitor quanto Camila, sabiam exatamente o que queriam da vida…sair daquela comunidade e construir a tão sonhada casinha. Com muita luta, os dois batalharam para conquistar seus objetivos, até que em um dia… a tão sonhada casa deles, acabou pegando fogo. Mas com muita luta e muito amor, o casal conseguiu juntos, reconstruir o sonho.
Depois de quase cinco meses, o fechamento da divisa de Queensland para viajantes de New South Wales e Victoria, os estados mais afetados pela Covid-19, foi abolido. Familiares e amigos puderam se reencontar, com muitas pessoas se abraçando no aeroporto e emocionadas por finalmente chegarem em Queensland a tempo dos festejos de final de ano. Autoridades alertam para atrasos no trânsito.
Bruxelas deverá aprovar o plano de reestruturação da TAP ainda antes do Natal. São ótimos sinais, nas contas de Pedro Sousa Carvalho. Com Augusto Fernandes.
Associação de Diretores de Escolas quer "profissão valorizada" para conseguir resolver o problema da atratividade. Faltam professores nas escolas porque "jovens não querem seguir esta profissão" See omnystudio.com/listener for privacy information.
A cada dia que passa mais provável parece o chumbo do orçamento e a crise política. Vindos de uma derrota nas autárquicas e com o sério risco de serem responsabilizados pela crise política que se aproxima, os partidos de esquerda sabem que serão castigados nas urnas mas, mesmo assim, avançam. Estarão a cometer suicídio em defesa da honra? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Elegia por Odilon Esteves. Um dia, amor, tudo o que existe agora, Tudo o que forma o nosso grande orgulho, A pureza e o esplendor de nossas almas, Terá morrido, sem deixar lembrança, Na velha terra indiferente aos homens. Nada do que hoje nos parece eterno Terá ficado do naufrágio imenso. Esquecidas de nós, as novas almas Levantarão para as estrelas mudas O milagre feliz dos novos sonhos, Sem talvez meditar que a terra outrora Vira prodígios e deslumbramentos Semelhantes aos seus, sob um céu puro. Uma névoa de pó terá coberto As cidades vaidosas, onde os homens Hoje, lutando, desvairados, sofrem. E apenas raros monumentos tristes Lembrarão, no candor da branca pedra, A fronte sacratíssima de um sábio, De um herói, de um guerreiro, de um poeta, Que a glória cinja com a divina palma. Novos deuses, em templos majestosos, Receberão, no plácido silêncio, O murmúrio das preces comovidas, O perfumado fumo das oblatas E o amor das multidões... Ah! nesse tempo Eu terei recebido dos destinos O bem do esquecimento imperturbável... Deste homem que hoje sou - das minhas crenças, Dos meus sonhos de amor, dos meus desejos, Das minhas ambições mais rutilantes - Nada mais restará, nada, na terra! Mas, quem sabe? Talvez, um dia, um homem, Amigo das pesquisas minuciosas, Visite longamente as bibliotecas, Onde durmam os livros seculares, Que as traças lentas vão destruindo a custo. E esse homem, cheio de um amor antigo, Curioso do viver das eras mortas, Talvez encontre, entre outros livros velhos, Estes versos que escrevo, e em que minha alma Fala à tua alma em longas confidências. E então, meu lindo amor, como evadidos De um sepulcro, nós dois ressurgiremos Aos olhos caridosos desse amigo, Vindos das densas sombras do passado. Talvez... Seremos belos! Nossa fronte, Há de doirá-la a mesma juventude, Que hoje nos cerca de um clarão sagrado! Haverá nos teus lábios esse mesmo Beijo vibrante que me trazes hoje! E nos olhos terás o mesmo encanto Que neles me seduz e prende agora! Sim: no milagre desse instante ardente, Nessa ressurreição maravilhosa, Nós brilharemos juntos, aureolados De um novo amor e de um carinho novo! E então esse paciente amigo nosso Volverá para nós, nos dias de hoje, Toda a sua saudade religiosa, E invejará, talvez, piedosamente, Essa breve, ligeira hora de sonho, Que hoje os destinos deixam que vivamos... Autor: Múcio Leão. Assista este poema narrado pelo Odilon Esteves também no Youtube pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=IzW8roQ95Gw
Confira as principais notícias do caderno Economia do Estadão desta segunda-feira (25/05/20)See omnystudio.com/listener for privacy information.