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This week, we're celebrating Pride with the movie that brought the drag queen road trip genre to America! Hot on the high heels of The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert from 1994 Australia comes this 1995 American release starring Patrick Swayze, Wesley Snipes, and John Leguizamo. When their car breaks down in small-town Nebraska, three drag queens must win the hearts and minds of the local townsfolk while evading a bigoted sheriff. With supporting turns by Stockard Channing, Blythe Danner, Chris Penn, Arliss Howard, and cameos by RuPaul, Naomi Campbell, Robin Williams, and the titular statuesque actress herself, the film opened at number one at the box office and is considered groundbreaking for being the first mainstream Hollywood production to depict drag queens. Along with RuPaul's popularity, the 1990 documentary Paris is Burning, and the aforementioned Priscila, interest in drag drove audiences to the cinema. Critics, however, were less enthused, but Swayze and Leguizamo were both nominated for Golden Globes, and the film has, of course, endured as an icon of queer cinema. Now the four of us are piling into a yellow convertible 1967 Cadillac DeVille with an autographed copy of the improbably titled To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar to see what in gay hell is going on! For more geeky podcasts visit GonnaGeek.com You can find us on iTunes under ''Legends Podcast''. Please subscribe and give us a positive review. You can also follow us on Twitter @LegendsPodcast or even better, send us an e-mail: LegendsPodcastS@gmail.com You can write to Rum Daddy directly: rumdaddylegends@gmail.com You can find all our contact information here on the Network page of GonnaGeek.com Our complete archive is always available at www.legendspodcast.com, www.legendspodcast.libsyn.com Show Music:Danger Storm by Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Mensagem de 3 de Maio de 2026 de Priscila Costa com o título “Isto É Família”.
¿Cómo llevamos esto de tener un trabajo y convivir con un perro? A veces resulta difícil, porque el perro no tiene el mismo horario que tú tienes en tu trabajo. Priscila Lencinas se dedica a ayudar llevar el equilibrio entre el trabajo y el bienestar del perro (y el nuestro). Y esta es la salida en este tramo de Pongamos que Hablo de Perros, unaconversación entre Priscila y Jonás. Luego, como en todos viajes buenos, no se sabe dónde termina. ----- Puedes apoyar a Jonás llevar este proyecto, de divulgar una forma más respetuosa, empática y amable de tratar a nuestros compañeros peludos. Si entras aquí y te haces patrocinador, por 3€ al mes (más IVA), dices que ¡esto sí vale! ----- Gracias por viajar con Pongamos que Hablo de Perros...
Flávio Bolsonaro e Michelle devem lançar no Ceará as pré-candidaturas de Alcides e Priscila ao Senado; passageiros de ônibus detêm e amarram homem que fez gestos obscenos para mulheres em rua de Fortaleza; novorientense é condenado a 20 anos de prisão em Portugal por matar ex-companheira.
Priscila Froemming, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Santa Cruz, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a programação do Junho Violeta em Santa Cruz, que acontece de 15 a 20 de junho.
Priscila Froemming, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Santa Cruz, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a programação do Junho Violeta em Santa Cruz, que acontece de 15 a 20 de junho.
O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/X: https://x.com/caixademusic
Neste episódio do Senta Direito Garota! Juliana Amador recebe Priscila Bitarelo, advogada, mãe de trigêmeos, maternidade típica e atípica. Priscila é ativista por uma educação anticapacitista e inclusiva. Criadora de conteúdo sobre deficiência, inclusão e maternidade. A partir de sua vivência como mãe de criança com deficiência, transforma experiências reais em reflexões sobre cuidado, acessibilidade, pertencimento e direitos. Esse programa é completamente independente e precisa muito da colaboração de vcs para seguir nessa luta incansável, vem apoiar a gente para ampliar as vozes de diversas mulheres. ✅ APOIA-SE: https://apoia.se/sentadireitogarota ✅ FACEBOOK: https://www.facebook.com/profile.php?id=61558474657149 ✅ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/sentadireitogarota/?hl=pt ✅ TIKTOK: https://www.tiktok.com/@sentadireitogarota?_t=8nYG2q5V72L&_r=1 ✅ @sentadireitogarota ✅ @jujuamador ✅ @priscilabitarelo #podcastfeminista #lugardemulheréondeelaquiser #sentadireitogarota #lutecomoumagarota #feminismo #fortecomoumamãe#podcast #podcastbrasil #videocasting #videocast #PodcastFeminista #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #empoderamentofeminino #MulheresPodcasters #PodcastsDeEsquerda #JustiçaSocial #IgualdadeDeGênero #ResistênciaFeminista #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #VozesFemininas #MulheresNoPodcast #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #FeministasUnidas #HistóriasDeMulheres #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #JustiçaSocial #empoderamentofeminino #DireitosDasMulheres #IgualdadeDeGênero #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #FeministasUnidas #ResistênciaFeminista #fofoca #fofocas #fofocasdosfamosos Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em uma geração distraída, a Igreja precisa despertar novamente para sua missão.Nesta mensagem, a Pra. Priscila encerra a série “Disciplina” confrontando a acomodação espiritual e chamando a igreja de volta ao compromisso com o evangelismo verdadeiro.Você vai entender por que evangelismo não é um evento, um dom reservado a poucos ou uma opção para quando sobra tempo… mas uma ordem de Cristo para todo discípulo.“Quem ouvirá sobre Jesus através da sua vida?”
Priscila Aguiar, CEO da Academia Gaviões, detalha as estratégias de expansão e os desafios da gestão familiar em uma rede 24 horas. A empresária revela o plano ambicioso de atingir mil unidades até 2030 e como mantém a eficiência operacional do grupo.
Série: Mulheres fortesTema: Resposta para outrosPor: Pra. Ana Priscila Mendes
Cerramos la semana con un personaje luminoso: Apolo. Era un hombre formado, elocuente, estudioso de la Escritura, ardiente en su anuncio. Pero todavía necesitaba ser completado. Y aquí aparece la belleza de la Iglesia: nadie posee toda la plenitud por sí solo. El Señor suscita dones distintos para una sola misión. Por eso Priscila y Áquila no se sintieron amenazados por Apolo; lo escucharon, lo acogieron y le explicaron con más exactitud el camino de Dios. Así, la Palabra no quedó encerrada en un solo talento, sino servida por una comunidad viva. La semana entera nos ha repetido una certeza: «No os dejaré huérfanos». No estamos solos; el Espíritu reúne, corrige, fortalece y envía. El símbolo del Paráclito, en esta síntesis, es la llama que une y da vida a los diversos carismas.
Em um país que ainda carrega as marcas de séculos negando o direito à educação, o que realmente está por trás dos avanços e dos entraves da escola pública no Brasil?Neste episódio do Metadoxos, tenho o prazer de receber a Priscila Cruz, presidente do Todos Pela Educação, para um debate baseado em evidência, dados e perspectiva histórica sobre a nossa educação.A conversa começa em um ponto íntimo e decisivo: uma menina de 12 anos, dando aulas de reforço na periferia, escuta de um aluno que ele “não nasceu para aprender”. E é desse encontro, entre dor, lucidez e senso de responsabilidade que nasce uma trajetória de mais de 20 anos dedicada à educação pública.A partir daí, a conversa se desdobra num olhar honesto sobre onde estamos — sem negar os avanços, mas também sem perder de vista a dimensão dos desafios que ainda temos. O que ficou claro é que o Brasil avançou rápido em pouco tempo, e pode fazer muito mais e muito melhor. Os próximos anos serão decisivos. E essa responsabilidade é coletiva!Vem refletir com a gente!Host:Marcelo CardosoProdução:Gabriela Szulcsewski@gabrielaszu
NotiMundo Estelar - Felipe Rodríguez, Caso Sinohydro- ¿Cuál es la verdad de Priscila Burneo, nieta de Conto Patiño? by FM Mundo 98.1
Este domingo tuvimos la celebración del día de las madres y como parte de eso fuimos testigos de un panel de preguntas y respuestas de cuatro mamás en diferentes temporadas de la vida. El panel giró en torno a una verdad central: la maternidad y la vida no se tratan de perfección, sino de dependencia de Dios. A través de distintas etapas y experiencias de maternidad, se enfatiza que Dios obra en personas imperfectas que deciden confiar en Él. Usando ejemplos bíblicos como Ana, María y la mujer de Proverbios 31, el mensaje recuerda que Dios no busca madres perfectas, sino corazones rendidos. También destaca la importancia de formar la fe en casa, amar a cada hijo según su personalidad y construir un legado espiritual duradero. La conclusión enfatiza que todos —no solo las mamás— necesitan reconocer su debilidad para experimentar la suficiencia de Jesús.
LAUREN PRISCILA - Gringos Podcast #407CONVIDADA DE HOJE:LAUREN PRISCILA : @laurenpriscilaoficial / laurenpriscilaoficial Segue a gente:Canal de Cortes: / @cortesgringos Gringos no Insta: / podcastgringos Gringos no Tik Tok: / gringospodcast Anfitriões: @neygringos | @erickjay
Eu e a Minha Família no Céu: Casa de Àquila e Priscila | Pr. Jhonny Medeiros | 03/05/26
This week on Ready Steady Learn, Rosetta is joined by Research Fellow in the Faculty of Medical and Health Sciences, Molecular Medicine & Pathology at Waipapa Taumatarau, Priscila Dauros Singorenko, about her research into whether lower quality menstrual cups harbor more bacteria. Thanks to The University of Auckland!
In today's episode, we look at the the criminal actorsshaping urban enclaves in Rio. I wanted to provide a little backstory, because this actually connects to work and research I was deeply involved with before starting my PhD. As part of the bureaucratic deployment resulting from the 2016 peace agreements signed between the armed revolutionary forces of Colombia (FARC) and the Santos government in Colombia, I was lucky enough to live in the amazon region of Caquetá on and off for several years. As I worked with coca-growers there in the Caguán region, I was researching the process of urbanization of the main city in the Colombian Amazon, Florencia after the coca boom of the 1970s, and I found that many of the newly created guerrillas of the period, including the FARC and the M-19, had included city-making in their political repertories and helped found one of the biggest informal neighborhoods of the city. A little later, I also researched the construction of hundreds of miles of road network by collaborations between the FARC, the local government, and coca communities in this same region. I mention these because I think there is a risk ofthinking that criminal governance – and all its variants – are extra-ordinary and for that reason marginal phenomena. Like this is something that happens at the geographic and political margins of our cities and our countries, and that, while interesting, it ultimately is not that central to the praxis of urban planning, partly because it happens outside of the state. I think this is wrong on both fronts. First of all, theseare not minor issues - a recent cross-national study of 18 Latin American countries found that almost 15% of respondents lived under some form of criminal governance; which adds up to between 70 and 100 million people. Second, this is not something that happens “outside” thestate, but in relationship to it in ways that overlap, conflict, and relate in specific situated ways. My work with the Amazon cities and road networks showed me not only that the border between legal and illegal can be very porous, but ultimately that the process of state-formation can be intimately enmeshed with the governance of these armed actors. Furthermore, “Planning” is not something only done withinCity government offices; or that the forms of territory-making outside of those offices lacks a logic or coherence. Instead, we need to seriously reckon with the fact thatin our Latin American cities, criminal organizations – as well as amultiplicity of other actors which also include the residents themselves – are all part what goes into making our cities; and that only by acknowledging this reality can we begin to think about what we should do about it. And in that context, I bring you Priscila Coli Rocha's brilliant ethnography, titled Making the City, Making a Constituency:Milícias-created Enclaves and Urbanization in the Peripheries of Rio de Janeiro, Brazil. Priscilla undertook years of field work in Rio's peripheries, where criminal governance of different actors, including the Milícias, has been an important phenomenon for decades now. Among her contributions, Priscilla argues that there is a typology of milícia which not only governs parts of the city, but with distinct origins and ways of operation that include the active production of enclaves in the city. Priscila Coli holds a PhD in City and Regional Planning from theUniversity of California, Berkeley. She is currently an Assistant Professor at PUC-Rio and the Federal University of Rio de Janeiro, and her research focuses on the role of criminal organizations in urbanization processes in the Global South.
O Autores e Livros, da Rádio Senado, apresenta nesta semana uma edição marcada por histórias de superação, poesia contemporânea e literatura que dialoga com memória, identidade e transformação social. O destaque da edição é a conversa com Gustavo Ziller, autor de “Escalando sonhos: o que senti no topo do mundo”, publicado pelo selo Vestígio, da Editora Autêntica. No livro, Ziller relata a trajetória que começou em um momento delicado, após o diagnóstico de burnout, e culminou na conquista do Monte Everest. Mais do que uma narrativa de aventura, a obra propõe reflexões sobre disciplina, limites pessoais, escolhas e a construção diária de grandes objetivos. A poesia também ganha espaço nesta edição. O programa destaca “Trovoada”, livro de estreia de Priscila de Jesus, publicado pela Editora Voante. Em versos intensos e diretos, a autora transforma experiências pessoais em poemas que abordam território, desigualdade, autocuidado, violência e esperança, consolidando uma voz potente da poesia contemporânea. No quadro Entrelinhas, o destaque de Hermes Coelho é “Perplexo”, de Ricardo Gracindo Dias, lançado pela editora Patuá. Uma obra que convida o leitor a mergulhar em inquietações profundas por meio da poesia. Em versos que transitam entre o íntimo e o coletivo, o autor constrói um olhar sensível sobre o mundo contemporâneo, marcado por dúvidas, rupturas e buscas por sentido.
CONFRARIA DELAS | Seja uma mulher de valor | Priscila Marques | igreja CEI by Igreja Cei
Michele Henn e Priscila Froemming participaram do Direto ao Ponto. 2ª Mostra Cultural valoriza projetos sociais e incentiva destinação do Imposto de Renda.
Michele Henn e Priscila Froemming participaram do Direto ao Ponto. 2ª Mostra Cultural valoriza projetos sociais e incentiva destinação do Imposto de Renda.
A una década del asesinato del periodista Francisco Pacheco no hay carpeta de investigación: hijaEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no dia 14 de abril o novo Plano Nacional de Educação (PNE). A lei estabelece o planejamento estratégico para a educação brasileira nos próximos dez anos para todos os níveis e etapas de ensino, da educação infantil à pós-graduação. Uma das medidas é a ampliação dos investimentos públicos em educação em até 10% do Produto Interno Bruto no final do decênio, em 2036. O PNE aprovado em 2014 já previa um investimento de 10% do PIB no setor, mas atualmente o percentual está em cerca de 5,5%. O novo projeto propõe um aumento gradual, começando em 7% até o sexto ano de vigência e chegando a 10% ao final de uma década. Em entrevista à Rádio Eldorado, Priscila Cruz, presidente da organização da sociedade civil Todos pela Educação, considerou essa meta difícil de ser cumprida e defendeu a diferenciação entre bons e maus gestores e o combate às desigualdades regionais. “Uma falha ou ausência importante é o investimento na formação de professores. O plano é ausente nessa área em que vale a gente colocar recursos” afirmou. Na entrevista, Priscila Cruz também apontou preocupações com a discussão em andamento no Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre a regulamentação do uso da Inteligência Artificial (IA) no ensino brasileiro. Os pilares do texto em debate reforçam que a tecnologia não deve ser a “titular” do aprendizado. A resolução reafirma a centralidade de professoras e professores, indicando a IA como suporte ao trabalho do docente, a quem cabe a mediação do aprendizado. “Como tudo na vida, isso pode ter um bom uso, mas no geral é uma ferramenta muito perigosa enquanto a gente ainda não desenvolver formas pedagogicamente úteis”, ponderou. Para ela, se mal usada, a IA pode ser “um sequestro cognitivo” dos alunos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Personagens cearenses são cogitados para algumas das principais forças na disputa presidencial. Ciro Gomes virou opção para o PSDB e será incluído em pesquisa. E, notícia surpreendente, a vereadora de Fortaleza, Priscila Costa, é citada como opção para vice de Flávio Bolsonaro (PL).#politica #eleição #cirogomes #fláviobolsonaro #lula #bolsonaro #priscila #eleições2026 #governo #direita #esquerda #ceará #aovivo #2026 #política #noticias #live #oposição #disputa #jogo #camilo #politico #presidente Além disso, o senador Camilo Santana (PT) é considerado a principal alternativa na improvável hipótese de Lula não concorrer à reeleição. Estes são temas do Jogo Político #517.O Jogo Político vai ao ar ao vivo no Youtube às segundas e quintas-feiras, às 14 horas. E às 17 horas, nos mesmos dias, na TV O POVONosso programa também está disponível do O POVO+, e se você não é assinante, você pode assinar do Streaming do O POVO em https://mais.opovo.com.br/
Join Jordan, Commish, Pitt Girl, Big Sky Brigit and our VP of Podcast Production Arthur. Hey y'all UFL is on, Jordan attends a game, a flag lands on the sky cam, a weird Walkoff Penalty win for Orlando, FROZEN FOUR, Denver Wins but is outshot on doubled up on shots, Frozen Four Hot Dogs, we retract our prior support of North Dakota, Jax State Women's Bowling Champs, Rory's sickos Masters win, Masters menus from Western Michigan strength coach and Kent State's O Line, HUNGRY HOWIE'S GIVE RICO STEELE AN NIL DEAL, RIP to a legend of the New Mexico Bowl Marcellus Medina, ARTEMIS II HOT SAUCE UPDATE, Heinz Hot Taco Sauce really??? We would love a White Sox Pope Hat too, Ichiro's broken bat statue, Memphis gets a jersey patch, no spring game for Chicago State but could they even have one and are their players enrolled? today in weird box scores St. Scholastica vs Carleton 42 runs on 19 hits? THE LEGEND OF COSTA RICA'S PRISCILA CHINCHILLA and a 21-0 win over the Cayman Islands, and oh so much, much more!See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Iker Jiménez exploró las Catacumbas de Priscila en Roma, destacando su valor histórico y misterioso. Conocidas como la "reina de las catacumbas", contienen frescos del siglo III, incluyendo la representación más antigua de la Virgen con el Niño, y sirvieron como cementerio paleocristiano en la Vía Salaria.Situadas en Roma, datan de finales del siglo II d.C. y fueron fundadas probablemente por una noble llamada Priscila, vinculada a la gens Acilia.El sitio alberga escenas del Antiguo y Nuevo Testamento, siendo crucial para el estudio del arte cristiano temprano. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
No episódio desta semana, Talita Gantus conta sobre um novo projeto interdisciplinar em desenvolvimento pelo BI0S, na Unicamp. O CacauClima, como foi apelidado, alia técnicas de sensoriamento remoto, sistemas agroflorestais e ciência cidadã para investigar o cultivo de cacau e pensar como é possível melhorar essa prática. Participam do episódio Giovanni Moura de Holanda, que coordena o projeto pela FITec, Jurandir Zullo Junior e Priscila Coltri, pesquisadores do CEPAGRI, e Claudia Pfeiffer, pesquisadora do Labeurb. ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Talita: No sul da Bahia, o cacau não cresce sozinho. Ele cresce junto a árvores altas, aproveitando sua sombra, e entre troncos centenários da Mata Atlântica. Cresce em sistemas que misturam floresta e cultivo. Cresce com a memória de quem aprendeu a ler o tempo olhando pro céu. Durante mais de um século, essa paisagem moldou a economia, a ciência agrícola e os modos de vida da região. Mas, ao longo do tempo, a busca por maior produtividade e por respostas mais rápidas do mercado foi transformando essa relação com a terra. Sistemas tradicionais, como o cacau que cresce sob a sombra da floresta, passaram a conviver com modelos de cultivo mais intensivos, que apostam na mecanização e no uso ampliado de fertilizantes e agrotóxicos. É uma mudança de ritmo e rendimento. As paisagens também mudam. E nos últimos anos, um novo fator entrou nessa equação: o clima. Secas mais longas, chuvas fora de época, ondas de calor mais intensas… Pra quem vive da terra, essas mudanças não aparecem somente em relatórios científicos. Elas aparecem na flor que não abriu, na doença que se espalhou, na produção que caiu. Ao mesmo tempo, satélites monitoram a superfície do planeta todos os dias. Modelos climáticos projetam cenários pra 2050, 2070, 2100. E algoritmos tentam traduzir o futuro em gráficos. Mas, como transformar informações sobre as imprevisíveis mudanças do clima em decisões concretas no campo hoje? E como fazer isso junto com quem cultiva o cacau todos os dias? Eu sou Talita Gantus, e nesse episódio do Oxigênio a gente vai conhecer o CacauClima – apelido do projeto Solução de Monitoramento Inteligente Climático nas Esferas Produtiva e Ambiental da Cacauicultura. A pesquisa acontece em fazendas de cacau no sul da Bahia, uma das regiões mais tradicionais da produção no Brasil. O objetivo é combinar sensoriamento remoto, modelagem climática e conhecimento dos próprios agricultores para entender como as mudanças do clima estão afetando os cacaueiros – e transformar esse conhecimento em recomendações práticas de manejo para tornar as lavouras mais resilientes. A urgência desse tipo de iniciativa ficou evidente nos últimos anos. Durante o evento de El Niño de 2015 e 2016, uma seca excepcional atingiu agroflorestas de cacau na região e causou cerca de 15% de mortalidade dos cacaueiros, além de uma queda de até 89% na produção, acompanhada pelo aumento de doenças como a vassoura-de-bruxa. Estudos recentes também indicam que sistemas agroflorestais como a cabruca, em que o cacau cresce sob a sombra de árvores nativas, podem reduzir a vulnerabilidade das plantações frente ao clima quando comparados a cultivos a pleno sol. É nesse contexto que o CacauClima busca apoiar agricultores e técnicos a adaptar a produção – integrando ciência, tecnologia e conhecimento local para fortalecer a sustentabilidade da cacauicultura brasileira. [vinheta Oxigênio] Talita: No senso comum, foi cultivada a imagem de que as descobertas e os avanços científicos brotam da noite pro dia, acompanhado com um grito de “Eureka”! Mas, na verdade, a ciência começa como uma semente discreta, quase invisível, lançada à terra por muitas mãos, regada dia após dia, ano após ano. Assim como plantar, produzir ciência é um ofício que demanda seu próprio ritmo. Na maior parte das vezes, porém, o que chega até os leitores e ouvintes curiosos é só o instante em que essa árvore já está frondosa – o anúncio da descoberta, o “avanço revolucionário”, o rosto de um pesquisador transformado em protagonista solitário. Essa ideia reforça a aura de genialidade que esconde todo o sistema de raízes, insumos, tempo, trabalho e colaborações que tornam a ciência possível. A divulgação científica, quando assume seu papel de contar a história inteira, e não apenas o “grande momento”, abre uma trilha diferente. É nessa trilha que este episódio caminha: como um passeio guiado por uma agrofloresta em construção, em que cada edital aprovado, cada parceria firmada entre instituições, cada definição de método e cada visita de campo é mais uma semente plantada, e que só pode florescer de verdade quando todo mundo enxerga o processo desde a semeadura, e não apenas na colheita. Giovanni: A ideia surgiu, pra esse projeto especificamente, surgiu como uma resposta ao edital da FINEP. E era um desafio colocado nesse edital, que era aumentar a produtividade e a sustentabilidade dos sistemas agroalimentares e da agricultura familiar. A gente já vem trabalhando há um tempo, esse mesmo grupo que tá agora conduzindo esse projeto, FITec, CEPAGRI, da UNICAMP, com o BI0S e a CEPLAC, em outras tentativas de submissão de projeto. E a gente foi amadurecendo ao longo dessas oportunidades. Talita: Esse que você acabou de escutar é o Giovanni Moura de Holanda, que coordena o projeto pela FITec, um dos atores institucionais envolvidos na execução do CacauClima junto com o CEPAGRI, o BI0s e a CEPLAC. Sei que parece uma sopa de letrinhas todas essas siglas de instituições, mas a gente vai explicando cada uma ao longo do episódio. O projeto CacauClima foi selecionado em chamada pública lançada em 2024 e é financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos, a FINEP, uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Essa chamada está no escopo da linha de financiamento de pesquisas aplicadas, voltadas ao fortalecimento de cadeias produtivas da agricultura familiar. Por meio desse instrumento, a FINEP promove o desenvolvimento econômico e social do Brasil apoiando pesquisas em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. Como parceiros executores do projeto estão 3 atores: a FITec (que é diferente da FINEP), o CEPAGRI e a CEPLAC, mencionados pelo Giovanni. A FITec é a Fundação para Inovações Tecnológicas de Campinas, responsável pela realização de todas as atividades típicas de um processo de pesquisa e desenvolvimento. Por exemplo, a modelagem de algoritmos de inteligência artificial, a gestão financeira do projeto, o levantamento do estado da arte,que é a revisão e sistematização de estudos anteriores sobre o tema e outras atividades. É na FITec que o Giovanni trabalha. Já o CEPAGRI é o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da UNICAMP. Dois pesquisadores do CEPAGRI vão dar as caras, ou melhor, as vozes, por aqui, o Jurandir e a Priscila. O terceiro e último ator que executa o projeto é a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, a CEPLAC, que foi criada em 1957 como um instituto governamental de pesquisa responsável pela produção de cacau no Brasil. A CEPLAC atua de forma descentralizada em diversos estados produtores, sendo reconhecida como referência mundial por sua expertise em sistemas agroflorestais. A CEPLAC contribui diretamente com os agricultores locais oferecendo apoio técnico nas práticas agrícolas. O projeto como um todo se integra ao BI0S, o Instituto Brasileiro de Ciência de Dados, que é um Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial sediado na UNICAMP. O BI0S nasceu de outro edital, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Talita: Em resumo, tem a FINEP e a FAPESP financiando o projeto, a FITec, o CEPAGRI e a CEPLAC executando a pesquisa. Além de todas essas instituições, têm também os produtores rurais locais colaborando com o desenvolvimento de uma solução piloto pra monitoramento climático em áreas de cultivo de cacau. Tá vendo como o desenvolvimento científico não se resume a um cientista solitário que geralmente aparece na capa de uma revista anunciando uma matéria sobre uma grande descoberta?! Foi o esforço coletivo em torno de um objetivo comum que uniu esses atores diversos na construção do CacauClima. O Giovanni aqui de volta… Giovanni: Em todo objeto de estudo que a gente vai avançando no tempo, a gente vai tendo mais elementos e vai colocando camadas em cima de camadas e ele vai ficando um pouco mais maduro. Então essa foi a ideia, trabalhar nesse sentido, trazendo o foco agora, também, além da questão da mudança climática, nós agregamos um outro pilar que até então não estava muito nítido nas iniciativas anteriores, que era da ciência cidadã (…) pra envolver ainda mais a participação e a colaboração dos agricultores na condução das tarefas. Talita: Daqui a pouco eu vou dar mais detalhes de como será essa participação dos agricultores locais na pesquisa. Antes, é importante destacar que o projeto surge de uma demanda social, colocada, justamente, por agricultores e técnicos agrícolas que buscam uma resolução para os problemas enfrentados nos últimos tempos no plantio de cacau. A pesquisa busca também atender uma demanda econômica e tecnológica apontada pelos órgãos públicos que buscam manter a produtividade dessa matéria-prima tão apreciada. Giovanni: A cultura do cacau tá precisando desse impulso tecnológico pra, inclusive, ela mudar de ponto. A CEPLAC, quando nos procurou, ela tinha isso muito claramente, que tava no momento de um salto tecnológico para a cultura do cacau. E, à medida que a gente ia formatando esse projeto, a gente ia vendo que tinha outros campos que precisavam ser incluídos, outros campos do saber, outras disciplinas e tudo mais. Talita: Ou seja, o projeto responde também a uma demanda científica. E, como diz Giovanni, o primeiro desafio posto em evidência foi a multidisciplinaridade. Giovanni: Era um projeto que, naturalmente, traz desafios em várias áreas de saber disciplinares. Um deles a gente viu logo de imediato que era a parte do sensoriamento remoto, que o sensoriamento remoto ia ter suas dificuldades, porque a gente está lidando com a produção em sistema de cabruca, é agroflorestal. Então, também vamos olhar a parte de cultura do cacau a pleno sol, inclusive pra fazer uma comparação das características em termos de mudança climática, tanto para quem tá trabalhando em regime de agroflorestal, quanto pra quem está trabalhando a pleno sol, fazendo as comparações entre os prós e contras de cada uma delas, as dificuldades de cada uma delas. Talita: Antes de seguir no assunto dos desafios científicos, eu preciso explicar uma coisa que o Giovanni comentou e que vai aparecer mais vezes por aqui: existem dois métodos de plantio em análise nesse projeto: o método cabruca, que é feito por meio de sistema agroflorestal, e o método a pleno sol. No pleno sol, as plantas ficam expostas diretamente ao sol e recebem irrigação e fertilizantes intensivos. Essa forma de plantio oferece alta produtividade, mas exige grande investimento em máquinas, adubos químicos e pesticidas; além de ser mais vulnerável, e aí doenças atacam mais facilmente, solos se esgotam rápido, e uma estiagem pode dizimar tudo. Na cabruca, método tradicional na Bahia, o cacau cresce sob a sombra de árvores nativas da Mata Atlântica, preservando a biodiversidade e a fertilidade do solo. Esse sistema, cultivado há séculos pelas populações tradicionais, mantém até 70% da cobertura florestal intacta. Árvores nativas sombreiam as cacaueiras, protegendo-as das secas e de doenças, como a tão temida vassoura-de-bruxa. O cabruca é um método sustentável, com baixa necessidade de insumos, mas tem uma produtividade moderada. Giovanni: E uma das coisas que a gente viu é que o sistema agroflorestal, de certa forma, dificulta a visibilidade das imagens satelitais, por conta de que, às vezes, o cacau está abaixo na floresta, ele está sob a floresta. Então, isso é uma dificuldade, um desafio interessante que a gente pensou em enfrentar. Talita: Além desse desafio que o Giovanni mencionou, existem vários outros. E, pra responder a todas as demandas e perguntas levantadas pela pesquisa, o CacauClima foi estruturado em 4 pilares: o sensoriamento remoto; a modelagem climática; a percepção pública; e a ciência cidadã. Começando do começo: sensoriamento remoto é a técnica de adquirir informações sobre a Terra sem contato físico direto, usando sensores em plataformas, como satélites, drones ou aviões. Ele falou sobre o desafio de analisar “imagens satelitais” da vegetação em sistema agroflorestal. Esse desafio existe porque, diferentemente do cultivo de monocultura a pleno sol, a vegetação mais densa e diversa da agrofloresta pode confundir os pesquisadores na hora de interpretar as imagens. Mas, e como é que o sensoriamento remoto, por meio das imagens de satélite, pode ajudar os agricultores a lidarem com os efeitos das mudanças climáticas na produção de cacau? O Jurandir Zullo Junior, pesquisador da CEPAGRI, respondeu essa pergunta. Jurandir: Nós temos dois tipos de satélites: os meteorológicos e os de observação da Terra. Então, a ideia é utilizar esses dois tipos. Os meteorológicos, atualmente, eles geram uma quantidade muito grande de produtos que podem ajudar o agricultor na tomada de decisões. Com esses dados, que são dados de umidade, temperatura, são dados, às vezes, básicos, mas que ajudam muito a tomada de decisões e ajudam o manejo, porque o manejo da cultura é uma das formas de enfrentar as doenças. Uma forma é usar plantas resistentes, e outra é no manejo, nesse controle de poda, de colheita, plantio. Então, é aquela… aqueles tratos que são feitos com frequência, aquele dia a dia da agricultura. Outro grupo de satélites é o de observação da Terra. Então, fazer essa identificação. Basicamente, os trabalhos nessa linha são de procurar identificar a cultura e o estado da cultura via remota (…) Se você consegue identificar o plantio a pleno sol, se você consegue identificar o plantio cabruca com outras plantas ali juntas. E também identificar o estado dessa vegetação. Esse que é sempre o objetivo, de forma remota. Como vai ter sempre alguém no campo, isso vai ajudar esse desafio: “olha, está com algum problema aqui…” Daí nós estudamos se isso consegue aparecer na imagem, porque às vezes não aparece na imagem. Às vezes a imagem não registra uma doença, praga, deficiência hídrica, alguma deficiência de adubação. Talita: Por meio do sensoriamento remoto, vai sendo formado um repertório de imagens pra se construir um padrão de determinada cultura agrícola. E, a partir dele, identificar tanto plantas saudáveis quanto plantas doentes ou com alguma deficiência, seja de água ou de adubo. Com essas informações, os agricultores e técnicos locais conseguem tomar decisões mais assertivas e cientificamente embasadas. Jurandir: Isso ajuda bastante o acompanhamento, a tomada de decisões, tanto do agricultor como do setor; uma cooperativa, o país, o ministério quer tomar alguma decisão, acompanhar como está determinada cultura, ele pode fazer com esses dados. Como eu disse, isso é um grande desafio, porque é uma cultura que, até onde nós encontramos, não tem muita literatura, tanto no Brasil como no exterior. Talita: Junto com o sensoriamento remoto, o segundo pilar do projeto são os modelos climáticos. Esses modelos fazem projeções sobre o clima futuro, auxiliando nessa tomada de decisão sobre o plantio e o manejo do cacau. A Priscila Coltri, pesquisadora do CEPAGRI responsável pela frente de modelagem climática do projeto, explica como é isso. Priscila: A gente escuta muito sobre a mudança do clima, mas, normalmente, quando a gente escuta isso, né, a gente entende que a mudança do clima vai acontecer lá em 2070. E diversos estudos mostram que o clima já tá mudando em muitas regiões. Então, um primeiro passo é a gente identificar ali como é que o clima dessas regiões que já são cultivadas, né, ele vem mudando ao longo dos últimos anos. E aí, eu falo ao longo dos últimos anos, eu tô falando aí ao longo dos últimos 30, dos últimos 50 anos. Então, um primeiro passo é a gente saber se nessas regiões a temperatura já subiu… Se a mínima subiu mais, se a máxima subiu mais, se a gente tem chuvas como a gente tinha antes, se a gente tá tendo mais épocas de seca, se as secas estão mais longas. Então, um primeiro passo é a gente fazer essa identificação do clima local. E a gente quer fazer isso também porque a própria CEPLAC trouxe pra nós que eles já estão vendo algumas mudanças na produção da cultura, nas pragas e doenças que essa cultura tem. Talita: Nossa entrevistada também aborda a questão da diferença entre os dois modos de cultivo do cacau. Priscila: Um outro ponto que a gente quer responder também, verificando aí como que o clima vem mudando nos últimos anos, é a diferença entre o cultivo sombreado e o cultivo a pleno sol. A monocultura, em geral, é um sistema que sofre, entre aspas, sofre muito em relação ao clima. Então a gente tem que ter muitos aditivos pra que ela funcione. Então tem que ter adubos e defensivos agrícolas e assim vai. As culturas sombreadas acabam tendo uma relação muito boa, assim, lógico que tem todo um estudo que a gente tem que saber de qual que é a melhor cultura que sombreia a outra, qual cultura que não briga ali, entre aspas, ou por solo ou por nutriente ou por sombra, né? Então tem todo um estudo que tem que ser feito. Mas normalmente os cultivos sombreados são mais indicados em termos de mitigação e de adaptação às mudanças do clima. Então a gente quer ver de que forma a cultura, tanto a pleno sol quanto a sombreada, vai reagir nesses cenários futuros. Talita: A Priscila me explicou que o cenário de dados climáticos hoje é complexo. Os sensores instalados no campo – que medem temperatura, chuva, vento e radiação – são fundamentais pra entender o que acontece no clima local. Mas é difícil manter séries históricas longas só com esses dados: há falhas, trocas de equipamento e áreas sem cobertura de sensor. Ao mesmo tempo, nas últimas décadas cresceram os dados de satélites e modelos climáticos, que cobrem o planeta inteiro e oferecem séries mais longas. O problema é que nem sempre eles representam bem a realidade local – alguns superestimam, outros subestimam. Por isso, é preciso validar essas informações com as medições feitas no campo. Funciona assim: os modelos usam dados como temperatura e umidade pra simular o clima atual, validam com o que foi medido no território e, depois, projetam cenários futuros com base em diferentes trajetórias de emissão de gases de efeito estufa. Em resumo, os modelos ensaiam qual será o cenário se emitirmos mais gases, menos gases, ou se mantivermos as emissões atuais… A partir daí, é possível estimar como o clima pode mudar e como o cacau pode responder a essas mudanças. Priscila: A gente vai ter ajuda dos nossos agricultores ali. Eles vão ajudar a gente a ver esse dado e a contar um pouco se aquele dado que a gente tá vendo agora, ele tem se reproduzido nos últimos anos e o quê que ele tem sentido em relação ao clima daquele local. E isso é importantíssimo! Talita: É aí que entra o terceiro pilar do projeto: a percepção pública, que busca entender a percepção dos agricultores e dos técnicos agrícolas da CEPLAC sobre o cenário que vivenciam na prática de cultivo do cacau. Pra isso, o grupo de pesquisa irá aplicar a técnica do grupo focal, coordenado pela Claudia Pfeiffer e pela Simone Pallone, ambas pesquisadoras aqui do Nudecri. A Simone e a Claudia, que trabalham juntas em outro projeto, o Coffee Change, falaram sobre sua experiência com grupos focais realizados com agricultoras de café no episódio número 201 aqui do Oxigênio, em “Um bate-papo sobre café” muito interessante – e se você não escutou ainda, já anota a dica pra escutar quando acabar esse episódio aqui. E eu conversei com a Claudia pra ela contar um pouco como essa técnica irá colaborar com os estudos em sensoriamento remoto e em modelos climáticos do CacauClima. Claudia: É importante que a gente entenda que grupo focal é uma ferramenta que produz a possibilidade de pessoas que têm um determinado tipo de perfil similar, que é definido pelos organizadores do grupo focal, estejam juntos numa roda de conversa. Uma conversa que acontece a partir de um roteiro formulado previamente, com perguntas disparadoras, que têm objetivos específicos. Então, no nosso caso, o objetivo da percepção sobre as mudanças climáticas, mas não pressupondo de antemão o que sejam mudanças climáticas, justamente pra que haja uma abertura, pra que as pessoas possam significar do seu modo, a partir das suas histórias, da sua relação com o território, com as suas práticas agrícolas, os sentidos que elas atribuem àquilo que a ciência chama de mudanças climáticas. Então a expressão “mudanças climáticas” não deve comparecer diretamente nessas perguntas disparadoras. Você vai olhando isso, vai provocando isso por perguntas que de algum modo abordam questões que estão relacionadas pra ouvir como é que essas pessoas se relacionam com determinadas questões que são afetadas pelas mudanças climáticas. Talita: Segundo a Claudia, a percepção das pessoas sobre o que elas vivenciam, como vivenciam e sobre como percebem essa realidade vivida se manifesta no modo como se expressam, ou seja, em seus discursos. E esse discurso é o objeto de estudo extraído por meio dos grupos focais. Claudia: A maneira como uma sociedade indígena lida com a Terra e a maneira como alguma liderança do agronegócio lida com a Terra é absolutamente diferente. Porque é uma história absolutamente diferente da relação desses sujeitos com a Terra, como é que a terra significa e como é que você pratica as suas ações, as suas atividades na relação com a Terra. Talita: É essa análise da percepção dos agricultores e dos técnicos agrícolas que vai informar as pesquisadoras sobre como esses atores estão vivenciando as mudanças climáticas na sua prática cotidiana de cultivo do cacau. E esse conhecimento também vai contribuir com as pesquisas tanto em sensoriamento remoto quanto em modelagem climática, fornecendo informações sobre a mudança do clima, o plantio e as tecnologias usadas em suas práticas agrícolas. Os grupos focais também irão ajudar a compreender como as tecnologias de monitoramento climático, desenvolvidas ao longo do projeto, podem ser incorporadas à cacauicultura. Claudia: Porque no grupo focal a gente não vai olhar só pra mudanças climáticas, a gente vai olhar também para a percepção sobre as tecnologias e aí… Qual que é a importância do lugar de onde a gente fala, né… É que a gente não vai situar a tecnologia na formulação das perguntas disparadoras desse roteiro, simplesmente como as novas tecnologias. Tecnologia existe desde sempre. Toda prática humana na relação com o mundo, ela produz, ela é feita por meio de tecnologias e ela produz outras tecnologias, né. Então, a gente também vai trabalhar com a percepção sobre os diferentes sentidos de tecnologia, né. Não só de ferramentas palpáveis, mas justamente de percepções que são ancestrais, que dizem respeito a diferentes gerações, que podem não estar diretamente lá naquele território, mas trazem saberes sobre esse território que são praticados no modo como aquela prática agrícola acontece, né. Talita: O quarto e último pilar do projeto CacauClima, a ciência cidadã, é transversal a todos os outros três – lembra: o sensoriamento remoto, a modelagem climática e a percepção pública. A ciência cidadã consiste na participação ativa do público não acadêmico na pesquisa científica, colaborando com os cientistas na coleta, análise e interpretação de dados, e até na formulação dos estudos. E pra envolvê-los, o projeto conta com a parceria do Instituto Cabruca, que tem sua sede no Assentamento Terra Vista, no município de Arataca, na Bahia. O Giovanni explicou como os agricultores e as agricultoras do assentamento contribuirão pro piloto da solução que a pesquisa busca desenvolver. Giovanni: A participação deles envolve, primeiramente, a tutoria das estações de coleta de dados, dados meteorológicos de clima, temperatura, índice pluviométrico, ação atmosférica, a parte de radiação solar que é outra coisa importante que a gente precisa ver com o efeito extremo agora das mudanças climáticas, isso pode ter uma informação muito importante. Todas essas informações que fazem parte das condições climáticas da região. Eles vão tutorear o funcionamento dessas estações. Então, eles vão ajudar como os guardiões daquela miniestação meteorológica que vai ficar nas suas propriedades, ou na propriedade que ele tem acesso e que ele interage diretamente. Além disso, ele vai dar suporte, vamos colocar assim, a eventuais problemas que elas apresentem, a reportar, “olha, está tendo um problema aqui e parou de funcionar.” E a outra é na troca de saberes. Então, da mesma forma que os técnicos vão levar informações pra eles, baseado em todos os estudos que vão ser tratados no âmbito do projeto, eles vão também alimentar os analistas, alimentar o sistema com as informações riquíssimas que eles estão tendo ali do dia a dia. Eventos que só eles estão percebendo, por exemplo. Eventos que eles já percebem, eles têm inclusive a memória daquela região, então eles podem dizer no tempo do meu pai, no tempo da minha mãe, não era assim. No tempo dos meus ancestrais era muito diferente, é o que a gente ouve, agora tá tudo mudado. Esse tipo de informação é riquíssima pro projeto. Talita: No livro Uma outra ciência é possível – Manifesto por uma desaceleração da ciência, a filósofa Isabelle Stengers comenta em uma passagem que a ciência cidadã é um dispositivo que, quando eficaz, tem a função de oferecer resistência a hierarquias de pontos de vista. Pra autora, a ciência cidadã constitui aquilo que ela chama de “operador de horizontalização”, pois parte do princípio de que tanto o saber científico dos pesquisadores e técnicos quanto o saber comunitário dos agricultores estão no mesmo patamar, destituindo os cientistas da posição simbólica de “cérebros da sociedade”… Esse movimento mostra que a produção científica também é uma escolha política: envolve decidir quem participa, quais saberes são reconhecidos e como diferentes experiências entram na construção da ciência. E pesquisas assim são fundamentais, porque colocam a cabeça pra pensar onde o pé pisa. Nesse caso: na terra onde brota o cacau. No fim das contas, o CacauClima não é só sobre sensores, modelos ou algoritmos. É sobre como diferentes formas de conhecimento podem trabalhar juntas diante de um cenário de incerteza. É sobre usar satélites para enxergar melhor o que acontece no campo – e usar a experiência de quem vive do campo para interpretar melhor o que os satélites mostram. Entre o microclima da lavoura e o macroclima do planeta, entre a memória dos mais velhos e os cenários projetados pra 2050, o projeto constrói pontes. Pontes entre ciência e prática, entre tecnologia e território, entre futuro e história. E talvez seja assim que novas sementes possam germinar… Trecho de música: “no meu jardim de sementes valiosas / plantas tão maravilhosas podem germinar / no meu jardim água nova vai brotar / passarinhos vem voar abençoando a plantação (…)” Talita: Essa música que você ouviu por último foi gentilmente cedida por Beto Bina. Os créditos da música vão para a Rede de Apoio a Mulheres Agroflorestoras (RAMA), a Ecovila Iandê e a FarFarm. O @ deles tá lá no nosso Instagram. A gente agradece por cederem um trecho da música pra esse episódio, que tem tudo a ver com o trabalho que essa turma desenvolve. Vou dar uma dica aqui. Em 2019, a Camila Cunha produziu um episódio sobre Cacau. O título é À Sombra da Floresta. Trata da produção de cacau por agricultores familiares, do sistema cabruca e sobre a cadeia produtiva do chocolate. Ouve lá. Deixamos o link no site. https://www.oxigenio.comciencia.br/79-tematico-a-sombra-da-floresta/ Este episódio foi produzido e roteirizado por mim, Talita Gantus. A revisão é da Simone Pallone e da Mayra Trinca, coordenadoras do Oxigênio. Este material foi gerado como parte do projeto de divulgação científica do CacauClima, desenvolvido por mim e coordenado pela Claudia Pfeiffer e pela Simone Pallone. A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral, bolsista do Programa BAS da Diretoria Executiva de Apoio Estudantil. A vinheta do podcast foi criada pelo músico Elias Mendez.O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da UNICAMP e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da UNICAMP. Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e também na sua plataforma de podcasts favorita. Procura a gente nas redes sociais: no Instagram e no Facebook você nos encontra como OxigenioPodcast. Segue lá pra não perder nenhum episódio. Muito obrigada por escutar até aqui.
A Priscila conheceu o Neto pelas redes sociais e os dois construíram um amor verdadeiro. Eles decidiram formar uma família e veio a tão esperada gravidez de Maitê. Após o nascimento, ela já enfrentou uma alteração no rim e uma abertura no coração, que depois se fechou. Maitê cresceu alegre e cheia de vida, até que, em um exame de rotina, veio o diagnóstico de nefroblastoma (tumor de Wilms), um tumor no rim. A partir daí, começaram os tratamentos intensos, com quimioterapia, cirurgia e radioterapia, além do acompanhamento por metástase em linfonodos. Mesmo diante da dor, Priscila se manteve forte, sendo espelho para a filha. E é justamente Maitê, com apenas 4 anos, quem surpreende a todos com sua coragem, leveza e alegria. No meio do tratamento, ela dança, canta e espalha amor por onde passa, enquanto a família segue firme na fé pela sua cura.
CULTO DE CELEBRAÇÃO I Mulheres Direcionadas pelo Espírito I 08.03.26 - Pra. Priscila Maia by Renovada Internacional
Confira no Morning Show desta quarta-feira (25): Durante o pronunciamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) direcionou duras críticas à política econômica do governo Lula (PT), focando no aumento da carga tributária. Flávio citou a nova taxação sobre aparelhos celulares e eletrodomésticos, afirmando que a gestão atual eleva impostos para sustentar gastos supérfluos, como as "viagens improdutivas" do presidente e da primeira-dama, Janja. O deputado estadual Guilherme Derrite (Progressistas), conversou com a imprensa ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL), comemorando a aprovação de um projeto de lei rigoroso focado no combate às lideranças de facções criminosas.O novo texto prevê condenações de 20 a 40 anos de prisão para líderes de organizações criminosas, podendo chegar a 65 anos em casos de reincidência. Em entrevista para a imprensa, o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, comentou sobre o atrito entre o irmão, Eduardo Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Michelle Bolsonaro. Além disso, o senador também comentou sobre uma foto vazada com suas anotações, negando que o deputado Pollon (MS) teria pedido R$ 15 milhões para não ser candidato. Uma pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto Atlas/Bloomberg sobre a próxima corrida presidencial: o senador Flávio Bolsonaro (PL) apresenta crescimento nas intenções de voto e já aparece em um empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno. As fortes chuvas que atingiram municípios como Juiz de Fora e Ubá deixaram um rastro de destruição. O número de vítimas fatais subiu para 36 pessoas, enquanto o estado já contabiliza a triste marca de cerca de 3.000 moradores desabrigados. O Corpo de Bombeiros e as forças de segurança seguem mobilizados nas buscas por pelo menos 45 pessoas que continuam desaparecidas em meio à lama e aos escombros das casas. A"Operação Vassalos", deflagrada pela Polícia Federal (PF) e com autorização do ministro Flávio Dino, do STF, os agentes cumpriram 42 mandados de busca e apreensão para desarticular um suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo agentes públicos e privados. O programa Morning Show abre as portas para o futuro da tecnologia ao receber o especialista em inovação Tony Ventura. Durante o programa, Ventura apresenta uma novidade que promete mudar a forma como interagimos com o mundo digital: um óculos inteligente com projeção holográfica. Ventura explica que o controle da interface não é feito por botões ou telas, mas sim por uma pulseira inteligente conectada ao braço do usuário. Priscila Ribeiro, de apenas 22 anos, foi vítima de feminicídio. O caso ganha contornos ainda mais tristes pelo fato de Priscila ser amiga de Thaynara de Souza, a jovem que perdeu a vida recentemente após ser atropelada e arrastada na Marginal Tietê pelo ex-companheiro. O principal suspeito é o companheiro de Priscila, Deivid Bezerra Pereira, de 35 anos, que foi preso em flagrante pela polícia. O programa Morning Show levanta um debate urgente sobre saúde mental e a cultura das redes sociais ao analisar os recentes comportamentos da estrela pop Britney Spears. A cantora voltou a publicar vídeos com danças e atitudes consideradas excêntricas em seu Instagram, o que gerou imediata preocupação entre os fãs, trazendo à tona o histórico de polêmicas e os 13 anos em que viveu sob a tutela do pai. Para aprofundar o tema, a bancada recebe a psicóloga Danny Vox. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Vineri, Februarie 13 - Cuv. Martinian; Sf. Apostoli Acvila si Priscila
Descubre el vibrante retrato de una iglesia primitiva diversa, unida y en misión que el apóstol Pablo pinta en su carta a los Romanos. ¿Qué lecciones nos deja la iglesia de Roma sobre el rol transformador de cada creyente en el cuerpo de Cristo?
Mensagem de 28 de Setembro de 2025 de Priscila Costa com o título "Nada nas Redes, Tudo em Jesus".
Mensagem de 23 de Novembro de 2025 de Priscila Costa com o título "A Tua Rotina Pode Ser o Lugar da Tua Transformação".
Mensagem de 28 de Dezembro de 2025 de Priscila Costa com o título "Verdadeira Gratidão".
Este episódio é para quem quer transformar uma carreira tradicional em um negócio escalável usando o digital, sem abrir mão de ética, autoridade e qualidade de vida.Nossa convidada é Priscila Fernandes, advogada com quase 21 anos de experiência, especialista em inventário e referência em advocacia sucessória. Além de atuar no escritório físico, ela criou um método próprio que já impactou mais de 10 mil advogados em todo o Brasil.No Kiwicast, Priscila mostra como uniu o direito tradicional ao mercado digital, ensinando não apenas técnica jurídica, mas também estratégia, posicionamento e gestão para dentro da advocacia.Um episódio essencial para quem quer entender que é possível faturar alto no físico e no online, usando o digital como alavanca para crescer com consistência.Você vai aprender:Como criar um posicionamento estratégico para atrair clientes qualificadosComo gerar maior conexão com sua audiência e apresentar soluções mais eficazes Como transformar conhecimento jurídico em método, mentoria e receita recorrenteE muito mais!Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta da aluna Daiana.Morar sozinha afasta os homens?Ela tem 29 anos, é formada em Direito e mora com os pais. Mas tem planos de ir morar só. Então, relatou que viveu todo esse tempo se dedicando à família e à Obra. No entanto, disse que percebeu que 'parou no tempo' e viu a necessidade de morar num lugar só dela -- e até mesmo ter mais tempo para se dedicar às coisas de Deus.Contudo, a sua maior preocupação é ser uma mulher solteira, morando sozinha e se isso pode causar uma interpretação errada vinda dos homens. Os professores aconselharam a aluna.Em um relacionamento com um homem casadoEm seguida, eles responderam uma pergunta da aluna Lina.Ela contou que superou um casamento que não deu certo. Depois de um ano desta separação, reencontrou uma pessoa pela qual foi apaixonada aos 14 anos de idade. Então, começaram um relacionamento. Só que ele é casado e isso está acabando com ela. Pois eles se amam, mas ele não consegue se separar da esposa.Ciúme descontrolado da ex do maridoPor fim, a aluna Priscila relatou que tem um descontrole emocional muito grande e que a está preocupando. Ela tem 24 anos e o marido, 40. Eles se dão bem. Ele tenta manter a paz, às vezes quer ficar sozinho, contudo ela vai atrás para começar uma briga e depois se arrepende. As discussões são relacionadas ao ciúme que ela tem da ex dele. O marido tem um filho desse relacionamento que sempre liga para o pai do celular da mãe, ou seja da ex-esposa. Isso deixa Priscila muito irritada. Além disso, ela leu um e-mail entre o marido e a ex com conteúdo romântico. A aluna já marcou até uma consulta em um psiquiatra e pediu ajuda sobre o que deve fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Fe hecha canción es el programa de EWTN Radio Católica Mundial que promociona la música de los grupos y cantantes católicos del mundo hispano. Desde el Estudio 3 de Radio Católica Mundial, Douglas Archer comparte con ustedes una hora cargada de canciones, incluyendo las últimas novedades y estrenos, y de vez en cuando con algún invitado que canta o toca en directo.
No episódio de hoje, recebemos Samyra Priscila, criadora de conteúdo e influenciadora digital que é referência quando o assunto é beleza e maquiagem. Famosa nas redes por seus tutoriais rápidos, dicas práticas e achadinhos imperdíveis, Samyra mostra como transformar a rotina de skincare e make em algo simples e poderoso. Ela compartilha suas técnicas favoritas para conquistar a pele perfeita, indica produtos que usa no dia a dia e revela truques profissionais para preparar, uniformizar e iluminar a pele com naturalidade.Prepare-se para anotar tudo e elevar o nível da sua maquiagem!
In this episode of Canadian Investing in the U.S., host Glen Sutherland interviews Priscilla (Pre) Cosentino, a U.S.-based financial advisor, author, and mentor who specializes in helping clients build a true wealth mindset. Priscilla explains that financial planning is about much more than simply accumulating money—it's about aligning one's financial goals with personal values and life purpose. She shares examples of clients with vastly different goals, from relocating overseas to buying a first home or going back to school, emphasizing that understanding what matters most to each person drives the right financial and investment strategies. The conversation then dives into tax planning—a subject many people only think about when faced with a large bill. Priscilla stresses that effective tax planning must be proactive, not reactive, and should begin now, regardless of the time of year. She encourages investors to build an “A-Team” of professionals—financial planner, CPA, and attorney—who collaborate to design forward-looking strategies that balance current actions with future goals. She also offers practical advice on how to prepare for planning meetings, such as bringing an overview of assets, account types, and investment values. The episode closes with a thought-provoking reminder: financial planning should start with your end goal in mind—how you want to be remembered and what legacy you want to leave behind—and then reverse-engineer your path toward that vision.
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Join Coaches Sarah, Ben, and Priscila as they dive into the ultimate fitness gift guide for the holiday season. From practical workout gear to thoughtful wellness gifts, discover the perfect presents to inspire and support your loved ones' active lifestyles. Whether you're shopping for a seasoned athlete or someone just starting their fitness journey, this episode is packed with ideas to make their holiday season special. Tune in for expert tips and personal anecdotes that will help you choose gifts that truly make a difference.
Hoy en Plan de vida estudiaremos:Pablo predica en TesalónicaPblo y Silas en BereaPablo predica en AtenasPablo conoce a Priscila y a Aquila en CorintoPablo regresa a Antioquía de SiriaApolos recibe instrucción en Éfeso¡Únete a nuestra comunidad en Facebook donde podrás hacer preguntas mientras leemos la Biblia juntas y conocer a otras mujeres que también están usando el plan!SíguenosInstagramYouTubeSitio webRecursosPodcast semanalEstudios bíblicosAcademia de RelacionesEl plan en YouVersion
Durante a Escola do Amor Responde de hoje, Priscila disse que entrou em um relacionamento, mas o pai não aceitou. Com isso, ela manteve o namoro escondido por um ano. No entanto, após esse período, ela percebeu que estava errada por mentir para o pai e decidiu terminar. Só que agora o rapaz está com outra pessoa, e isso lhe tem causado tristeza, por saber que ainda gosta dele. Priscila pediu ajuda, pois não sabe como lidar com esse sentimento.Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, saiba mais sobre o aplicativo “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os solteiros da Terapia do Amor. Acesse e saiba mais em terapiadoamor.tvNesse ínterim, conheça a história de quem teve a vida amorosa transformada após participar das palestras e abriros olhos para o amor inteligente.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
In this episode, Priscila and Christina dive into the intricacies of balancing fitness goals with everyday life. From understanding the importance of sleep and rest days to navigating diet and exercise, they share personal stories and expert advice to help you achieve a healthier lifestyle. Tune in for practical tips and a dose of motivation!