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Dar adeus ao lugar de origem para uma travessia como migrante. Este é o segundo episódio do Bom Dia, Obvious especial Obvious no Divã com Bárbara Borges e Francinai Gomes, sobem no palco para falar sobre criar raízes em novos espaços -- e o que fica e o que se renova nesse trajeto.Obvious no Divã é um evento gravado em novembro de 2025, no Teatro Bourbon Country, em Porto Alegre. Com participação de Bárbara Borges, Francinai Gomes, Fê Lopes e Ediane Ribeiro.Para conteúdo exclusivo deste episódio, assine a newsletter da ObviousLivro "Saber de mim: Autoconhecimento em Escrevivências Negras”, Bárbara Borges e Francinai GomesNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliPra Preto Ler no Instagram: @prapretolerOuça outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre truques sujos nas presidenciais, sobre as ideias políticas de Brigitte Bardot e sobre os 40 anos de Portugal na Europa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Envíame un mensajeEl Padre Gabriel Calvo Zarraute contesta preguntas de Luis Román y de la audiencia sobre la Historia de la Iglesia católica, mentiras negras y más. Support the show YouTube Facebook Telegram Instagram Tik Tok Twitter
Originalmente exibido em 16.05.2023. O livro 'Transmasculinidades Negras: narrativas plurais em primeira pessoa' é o assunto do Ciência e Letras de hoje. A publicação trata de duas categorias sociais centrais: a masculinidade e a negritude trazendo discussões particulares ao amplo debate sobre gênero e masculinidades com textos que trazem os pontos de vista e vivências de seus autores sobre essas questões. E para saber mais sobre Transmasculindades Negras, o apresentador Renato Farias conversa com um dos autores e organizadores do livro, Leonardo Peçanha, e o autor do prefácio da publicação, Guilherme Almeida. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS// PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// EDIÇÃO FELIPE DAVID RODRIGUES// DIREÇÃO DE TV CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES// OPERADOR DE CAMERA SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//ASSISTENTES DE CAMERA ANDRE LUIZ ANDRE PATO E RPHAEL ASSUNÇÃO //TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA MAURÍCIO MAIA// COLORISTA DANIEL NEVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA// PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHÔA// COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
El año 2025 está terminando y dos ex secretarios de organización del PSOE han pasado por la cárcel: Santos Cerdán y José Luis Ábalos. Hay registros de la Guardia Civil en varios ministerios, en empresas que contratan con la administración, en Correos. Y mientras, crecen las denuncias por comportamientos machistas dentro del PSOE. En este episodio empezamos explicando el quién es quién. Hay nuevas tramas de corrupción que afectan al Gobierno y hay personas… que no teníamos del todo ubicadas. Por ejemplo: las tres personas que detiene la UCO hace unos días y que luego son liberados Antxón Alonso, Leire Díez y Vicente Fernández. ¿Qué trama es esta? ¿Hay alguna línea de puntos que relacione unas tramas con otras? Lo explicamos con el director adjunto de elDiario.es José Manuel Romero y con el periodista de elDiario.es José Enrique Monrosi. *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desde 2022, a Globo, por meio da área de Valor Social, realiza o Negritudes Globo, evento que tinha como objetivo abordar as narrativas negras no audiovisual brasileiro. Tinha. Porque agora a meta é também trazer para o centro as histórias que compõem o esporte, que, junto à música, é o que há de mais negro no nosso país - por essência e excelência. Neste episódio, recebemos Ronald Pessanha, líder do Negritudes Globo, para falar das expectativas para o próximo ano e dos projetos para o esporte, já que 2026 tem Copa do Mundo.
O Kilombocast é uma iniciativa de estudantes do Instituto de Biociências (IB) da USP que abre espaço a pessoas pretas falarem de suas trajetórias e convivências com a ciência
Nesta edição do podcast Os Novos Cientistas, o jornalista Antonio Carlos Quinto recebeu os estudantes do Instituto de Biociências (IB) da USP Welson Silva e Mwanza Kabengele, alunos do primeiro ano do instituto que falaram sobre o Kilombocast. Trata-se de um podcast quem vem abrindo espaços a estudantes pretos para falarem de suas vivências étnico-raciais na USP e sobre o dia a dia com a ciência. O Kilombocast está no ar desde setembro deste 2025 e já foram veiculados três episódios, todos com estudantes do IB, que cursam desde a graduação até o pós-doutorado. Como descreveram Welson e Mwanza, "a iniciativa vem dar voz às vivências negras que estão na carreira acadêmica." A produção do podcast está a cargos dos estudantes, Guilherme Carvalho, Isabelle Cristina, Jonatas Jordão, Luan Pereira, Mwanza Kabengele, Octavio Casarini e Welson Silva, todos cursando a disciplina "Introdução ao Ensino da Biologia". A equipe é supervisionada pelas docentes do IB Alessandra Fernandes Bizerra e Suzana Ursi. Como explicaram Welson e Mwanza, os episódios têm, em média, 30 minutos e podem ser acessados na plaforma Spotify. Até o momento, passaram pelos microfones do podcast Lucas Ferreira do Nascimento, mais conhecido como Taio Science, que cursa o pós-doutorado, a mestranda Maria Luiza Leal de Paula, e Nikolas Welby, aluno da graduação. Todos do Instituto de Biociências. Disponível também na plataforma Spotify
15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, trazemos as principais notícias para fechar o ano: revelamos a data oficial da FLIP 2026, analisamos as tradicionais de Melhores do Ano da revista Quatro Cinco Um e compartilhamos os vencedores do Prêmio Mix Literário e do Prêmio Kindle Vozes Negras. Além disso, recomendamos três entrevistas: uma com o editor Luiz Schwarcz, outra com Milton Hatoum e a última do Nobel Jon Fosse.Este episódio também conta com a segunda "Resenha Relâmpago dos Apoiadores".---Links citadosOs Melhores Livros de 2025, pela Quatro Cinco UmOs Xodós Literários de 2025, pela Quatro Cinco UmEntrevista com Luiz Schwarcz (Canal do Provoca)"Luto para voltar à minha vida", diz Jon Fosse à FolhaEntrevista com Milton Hatoum (Roda Viva)---RecebidosProtocolo Rebelde, de Martha Wells (com tradução de Laura Pohl) - Editora AlephO passeador de Fantasmas, de Felipe Castilho e Tiago Holsi - Buzz Editora---LinksApoie o 30:MINSiga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
Madureira, na zona norte do Rio de Janeiro, sediou a Flup 2025 como centro simbólico da diáspora negra, palco de literatura e resistência. A curadora do festival, Mame-Fatou Niang, evocou a urgência de “reencantar o mundo” mesmo diante do massacre causado pela operação policial que antecedeu o evento, enquanto Anne Louyot, responsável pela temporada cultural francesa no Brasil, lembrou que “o Brasil não conhecia essa parte das culturas francesas” e celebrou o legado dos encontros. Márcia Bechara, enviada especial da RFI ao Rio de Janeiro No último fim de semana de programação, a curadora da Flup2025, Mame-Fatou Niang, trouxe uma reflexão que marcou o festival. Ela lembrou a cena de corpos estendidos depois da operação policial no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, vistos de cima por um drone, e a "suspensão daquele instante". "Eu vejo exatamente a cena: aquele drone passando por cima de um objeto difícil de identificar, uma linha muito longa. Eu me lembro de ter visto algo que parecia um tapete se desenrolando. E quando o drone se aproxima, eu percebo que cada ‘desenho' daquele tapete era, na verdade, um corpo deitado, colocado entre outros de forma intercalada”, rememorou à RFI. A curadora se perguntou sobre o sentido de propor o reencantamento diante da tragédia, mas não hesitou em manter o tema de 2025: Ideias para reencantar o mundo. “Eu não hesitei. Nós não hesitamos. Ficamos em suspensão… Eu sei que prendi a respiração e me fiz imediatamente uma pergunta: o que significa querer reencantar o mundo estando a menos de dois quilômetros do lugar onde esses corpos estão? O que significa, para uma mãe que perdeu um filho dessa maneira, ouvir que é possível reencantar o mundo? Estar dentro de um ônibus, olhar pela janela e ver nossos cartazes falando sobre ideias que querem reencantar o mundo?” A reposta, segundo ela, foi multiplicar a vontade de afirmar a vida. "Se isso teve algum efeito em mim, foi o de multiplicar minha vontade de fazer, e de afirmar que, apesar de tudo isso, a vida continua.” Niang recordou ainda as crianças presentes na cena: "havia dezenas de crianças, crianças muito pequenas, ao redor daqueles corpos. Eu me lembro de duas coisas: as moscas sobre os corpos e aquelas crianças tão pequenas", disse. Leia tambémFlup celebra diáspora negra e traz literatura como 'aquilombamento' para 'reencantar' o debate decolonial "Então pensei: nós temos objetos, temos uma proposta visual, uma comunicação muito doce, muito pop, muito rosa… E eu queria que as crianças fossem atraídas para dentro do ônibus, que não pensassem nas moscas sobre os corpos, mas que olhassem os peixes, os búzios, as flores. E que, mesmo sem saber ler, fossem atraídas por aquelas formas. Talvez perguntassem para a mãe: ‘O que está escrito aqui?' E que a mãe respondesse: ‘Ah, tem um ou dois loucos que acham que podem encantar o mundo.'”, avaliou. Para ela, a Flup é um "quilombo de utopistas": "Utopia não é aquilo que não pode ser realizado — é aquilo que ainda não foi realizado.” Niang destacou as conexões já existentes entre Senegal e Brasil, entre outras diásporas negras. Leia também'Brasil é acontecimento antropológico': autor premiado da experiência pós-colonial lança 4 obras na Flup “Não se trata exatamente de criar pontes. Não é isso. É revelar as pontes que já existem. Elas já estão aqui. Ontem mesmo eu estava assistindo a uma roda de tambor. Minha família vem do Senegal. As pessoas aqui do bairro, em Madureira, me lembram profundamente de onde eu venho. Eu reconheci todos os gestos da minha avó. Essas coisas permanecem nas palavras, na língua, na comida, na dança, na forma de se mover, no corpo. Então, para nós, a ideia não é inventar nada novo, mas reacender essas conexões, mostrar os caminhos, os desvios, as surpresas, enxergar como essas práticas foram se transformando aqui. A gente não precisa criar nada — tudo já existe", destacou. Diversidade No encerramento, a curadora da temporada cultural francesa no Brasil, a curadora, Anne Louyot, reforçou a importância da Flup como espaço de revelação da diversidade. “Acho que o Brasil não conhece essa parte das culturas francesas, essa parte negra, afrodescendente. E a Flup é o evento ideal para mostrar ao público brasileiro que nós também temos essa diversidade cultural e racial.” Leia tambémConceição Evaristo evoca heroísmo das mulheres negras e direito inalienável da literatura na Flup “O legado é que todos esses encontros possam seguir, que vão finalmente escapar do nosso domínio e vão continuar. Eu já sei que várias pessoas que se encontraram durante a temporada já estão pensando na etapa seguinte. O legado é que esse encontro siga no nível da diversidade das duas sociedades”, ressaltou. A Flup 2025 se despede neste domingo (30) com um show gratuito do Olodum no Viaduto de Madureira — território que reafirma sua vocação como reduto da resistência da cultura negra carioca.
Estudo de doutorada da Faculdade de Educação (FE) da USP identifica as bases de referência e ações políticas e práticas que resultam em experiências de infância para bebês e crianças negras.
Na edição desta quinta-feira (27) dos Novos Cientistas, a entrevistada foi a pedagoga Juliane Olivia dos Anjos que defendeu seu doutorado na Faculdade de Educação (FE) da USP. Na pesquisa intitulada Egbé Erê e a feitura de infâncias negras, a pesquisadora se propôs a identificar os processos que fazem parte da produção de identidades negras em bebês e crianças negras. “Há muito que me interesso pela infância, educação infantil e sempre busquei referências para me aprofundar no pensamento afro-brasileiro de infância”, explicou a pesquisadora. Como ela descreveu ao jornalista Antonio Carlos Quinto, há mais de dez anos Juliane pesquisa o pensamento afro-brasileiro buscando entender as diversas organizações em torno da ideia de infância. De acordo com a pedagoga, o pensamento da ancestralidade afro-brasileira não se dá só dentro da religião. “Ele se expande para festejos públicos, para outros tipos de organização do movimento negro e para a própria relação social na esfera pública”, descreveu. Juliane contou ainda que, logo que iniciou seu doutorado veio a pandemia de COVID-19. Naquele período, junto ao seu orientador, professor Rosenilton Silva de Oliveira, definiram um caminho para o estudo. “Não é porque as pessoas estão em casa que essa questão da identidade se perde”, destacou. Disponível também na plataforma Spotify
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado!
Cerimônia de concessão do título de Doutora Honoris Causa da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) para a professora Maria Aparecida Batista de Oliveira
Esta semana o Complexo Cultural de Samambaia recebe o Festival Yabás Deusas Negras. O evento reafirma o poder feminino e a resistência afro-brasileira por meio da fé, cultura e combate à intolerância religiosa. Confira os detalhes na dica cultural do jornalista Júlio Camargo.
Neste episódio, o Seis e Um Podcast mergulha no livro "Iemanjá em Mares Verdes", da geógrafa e pesquisadora Ilaina Damasceno, uma obra que revela como a Festa de Iemanjá em Fortaleza transforma o mar, o corpo e o espaço público em territórios de fé, memória e luta.A partir de uma pesquisa de quase uma década, Ilaina mostra como as religiões de matriz africana ressignificam a cidade, fortalecem identidades negras e indígenas no Ceará e desafiam o racismo e a intolerância religiosa.O episódio aborda corpo, política, ancestralidade e a força da Grande Mãe que atravessa mares — e também a gente.Duração: 7 a 8 minutosConvidada: Ilaina Damasceno — doutora em Geografia (UFF) e professora da UERJOuça e compartilhe: #seiseumpodcast
Cartas Negras - Podcast_Ep1 by Vokaribe Radio
Cartas Negras - Podcast_Ep2 by Vokaribe Radio
Cultura em Pauta #1082 17/11/2025
Convidado: Cleverson Carlos (Professor)
Hoje nossa corja bateu um papo sobre cinema de horror brasileiro e o nosso convidado é o querido Rodrigo Aragão.Rodrigo é cineasta , diretor, roteirista e especialista em efeitos especiais, lançou seu primeiro longa, "Mangue Negro" em 2008, e desde então não parou mais.Seus filmes de horror que mesclam folclore nacional, crítica social, e muitos efeitos práticos (forte influencia de Sam Raimi, Peter Jackson e José Mojica Marins). Nascido em Guarapari, no Espírito Santo, Aragão é considerado uma referência no gênero e fundou a Fábulas Filmes, por onde dirigiu e escreveu outros longas como, A Mata Negra , Fabulas Negras entre outros, e o mais recente Prédio Vazio. (2025).Vem com a gente pra conhecer mais sobre o trabalho desse grande diretor, e mais ainda sobre o cinema de horror brasileiro!
Analizamos los primeros dos episodios de esta nueva saga y no nos guardamos nada. ¡Cuéntennos qué opinan!
El mercado inmobiliario en España está en pie de guerra: la próxima normativa de la Generalitat de Catalunya contempla un registro obligatorio de grandes tenedores y pisos vacíos, lo que podría derivar en listas públicas de propietarios y los agentes del sector advierten que esto supone un ataque directo a la inversión, a la propiedad privada y al propio mercado del alquiler libre. ✅¿Necesitas un PSI (Personal Shopper Inmobiliario) para acompañarte a invertir en bienes raíces en la Com.Madrid?: magnatesladrillo@gmail.com ✅Si vas en serio «La Biblia del Magnate del Ladrillo» está AQUÍ ✅
Con el lanzamiento de su más reciente sencillo, “Ovejas Negras”, la banda de rock en español La Furia cierra la tercera temporada de Rocktubre en SBS Audio. Entrevista con Jesica Cubillos, Paul André, Julián Guzmán, y Ángel Parra.
De acuerdo con la SIC estos cinco equipos actuaron de manera deshonesta y antideportiva con complicidad de la División Mayor del Fútbol Colombiano (Dimayor).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Un equipo de científicos descubrió una nueva especie de rana venenosa en la Amazonía de Perú, de colores vivos y apenas 15 milímetros, según informó esta semana el Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas por el Estado (Sernanp). La nueva variedad de anfibio, denominada Ranitomeya hwata, es una de las más pequeñas de su especie y tiene un comportamiento reproductivo sorprendente. Un diminuto anfibio adulto de tan solo 15 milímetros se deja ver en medio de un vasto bosque de bambú nativo de la Amazonía. Uno de los integrantes de la expedición científica internacional que buscaba en la zona desde hace años nuevas especies logró inmortalizar con su cámara a la llamada Ranitomeya hwata. El encargado de divulgar este hallazgo es el Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas por el Estado, adscrito al Ministerio del Ambiente de Perú. Allí trabaja Aarón Quiroz como especialista en monitoreo biológico. "En esta investigación se ha logrado encontrar y hacer la publicación científica de una nueva especie para la ciencia. Es una ranitomeya, conocidas como ranas venenosas. Estas ranas tienen colores llamativos. No se tiene conocimiento de cuanto es el tiempo de vida de esta especie. Consumen invertebrados, mosquitos, moscas pequeñas que están en su hábitat. Esta especie puede ser consumida por mamíferos pequeños. Estas especies por lo general tienen rangos de distribución bastante restringidos, pero estar bastante cerca a una zona fronteriza, es posible que compartamos esta especie con algún país fronterizo", explica a RFI Quiroz. Esta nueva especie de rana también podría estar presente en la Amazonía de Brasil y de Colombia. Hay que sacar la lupa para apreciar en detalle su llamativa piel. Franjas dorsales negras y amarillas brillantes y sus patas tienen un diseño moteado con manchas negruzcas en un fondo amarillento. "Estos colores llamativos sirven para disuadir a sus posibles predadores. Tienen ciertas toxinas en su piel y pueden afectar a algunas especies de sus predadores. Es el caso de algunas aves e algunos murciélagos. Algunos pequeños mamíferos pueden buscar comérselas y a ellos sí puede afectarles, pero a los humanos no, no llegan a afectarlos debido a que la toxina está en muy bajas cantidades dentro de su piel como para poder afectarlos", aclara el investigador. Más allá de su aspecto, lo que más sorprende a los investigadores es su forma de reproducirse. "Tiene la particularidad de reproducirse usando las recamaras del bambú en cavidades que contengan agua y dentro de ella pone sus huevos y logra criar sus larvas", explica Aarón Quiroz Esta nueva especie de rana venenosa da saltos en el Parque Nacional Alto Purús, una zona poco explorada, con gran potencial para nuevos descubrimientos. La investigación publicada en la revista científica Zootaxa, fue realizada por Evan Twomey (Goethe University Frankfurt, Alemania), Paulo R. Melo-Sampaio (Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil), Jason L. Brown (Southern Illinois University, EE.UU.), Santiago Castroviejo-Fisher (Universidad de Sevilla, España), Giussepe Gagliardi-Urrutia (Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana), José M. Padial (Universidad de Granada y American Museum of Natural History), Juan C. Chaparro (Museo de Biodiversidad del Perú) y Roberto Gutiérrez Poblete (investigador del Museo de Historia Natural de la Universidad Nacional de San Agustín de Arequipa y especialista del Sernanp).
Un equipo de científicos descubrió una nueva especie de rana venenosa en la Amazonía de Perú, de colores vivos y apenas 15 milímetros, según informó esta semana el Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas por el Estado (Sernanp). La nueva variedad de anfibio, denominada Ranitomeya hwata, es una de las más pequeñas de su especie y tiene un comportamiento reproductivo sorprendente. Un diminuto anfibio adulto de tan solo 15 milímetros se deja ver en medio de un vasto bosque de bambú nativo de la Amazonía. Uno de los integrantes de la expedición científica internacional que buscaba en la zona desde hace años nuevas especies logró inmortalizar con su cámara a la llamada Ranitomeya hwata. El encargado de divulgar este hallazgo es el Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas por el Estado, adscrito al Ministerio del Ambiente de Perú. Allí trabaja Aarón Quiroz como especialista en monitoreo biológico. "En esta investigación se ha logrado encontrar y hacer la publicación científica de una nueva especie para la ciencia. Es una ranitomeya, conocidas como ranas venenosas. Estas ranas tienen colores llamativos. No se tiene conocimiento de cuanto es el tiempo de vida de esta especie. Consumen invertebrados, mosquitos, moscas pequeñas que están en su hábitat. Esta especie puede ser consumida por mamíferos pequeños. Estas especies por lo general tienen rangos de distribución bastante restringidos, pero estar bastante cerca a una zona fronteriza, es posible que compartamos esta especie con algún país fronterizo", explica a RFI Quiroz. Esta nueva especie de rana también podría estar presente en la Amazonía de Brasil y de Colombia. Hay que sacar la lupa para apreciar en detalle su llamativa piel. Franjas dorsales negras y amarillas brillantes y sus patas tienen un diseño moteado con manchas negruzcas en un fondo amarillento. "Estos colores llamativos sirven para disuadir a sus posibles predadores. Tienen ciertas toxinas en su piel y pueden afectar a algunas especies de sus predadores. Es el caso de algunas aves e algunos murciélagos. Algunos pequeños mamíferos pueden buscar comérselas y a ellos sí puede afectarles, pero a los humanos no, no llegan a afectarlos debido a que la toxina está en muy bajas cantidades dentro de su piel como para poder afectarlos", aclara el investigador. Más allá de su aspecto, lo que más sorprende a los investigadores es su forma de reproducirse. "Tiene la particularidad de reproducirse usando las recamaras del bambú en cavidades que contengan agua y dentro de ella pone sus huevos y logra criar sus larvas", explica Aarón Quiroz Esta nueva especie de rana venenosa da saltos en el Parque Nacional Alto Purús, una zona poco explorada, con gran potencial para nuevos descubrimientos. La investigación publicada en la revista científica Zootaxa, fue realizada por Evan Twomey (Goethe University Frankfurt, Alemania), Paulo R. Melo-Sampaio (Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil), Jason L. Brown (Southern Illinois University, EE.UU.), Santiago Castroviejo-Fisher (Universidad de Sevilla, España), Giussepe Gagliardi-Urrutia (Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana), José M. Padial (Universidad de Granada y American Museum of Natural History), Juan C. Chaparro (Museo de Biodiversidad del Perú) y Roberto Gutiérrez Poblete (investigador del Museo de Historia Natural de la Universidad Nacional de San Agustín de Arequipa y especialista del Sernanp).
O novo episódio de Apresentação dos Autores aborda o artigo “Raça/cor, gênero e classe nas relações sociais e afetivas de jovens negras: uma abordagem interseccional": https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/article/view/10784 A coautora Gisele Lima, enfermeira mestre em Saúde Coletiva pelo MEPISCO/ UNEB, participa deste programa.Acompanhe CSPSite: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/cspInstagram: https://www.instagram.com/cadernossp/Facebook: www.facebook.com/cadernosdesaudepublica
Un tema prohibido y estremecedor: el tráfico de hostias consagradas, las misas oscuras y el mercado sacrílego que opera en las sombras. ¿Qué hay detrás de este escándalo? ¿Quiénes participan en estos rituales y qué consecuencias tienen?En este nuevo episodio de Noche de Lluvia Podcast, Lourdes Gómez nos revela su investigación y secretos que durante años se han mantenido ocultos. Prepárate para adentrarte en un mundo que desafía la fe, la moral y los límites de lo sagrado.#EscándaloReligioso, #TráficoDeHostias, #MisasOscuras, #MercadoSacrílego, #SecretosDelVaticano, #RitualesSatánicos, #MisteriosDeLaFe, #Sacrilegio, #MisteriosReales, #Nochedelluvia, #LourdesGómez,
Tese de doutorado identifica locais em SP em que pessoas negras LGBT+ têm acesso a novas formas de produção de cuidados
Es increíble que, en lugar de quitarle a los pobres para darle a los ricos como ha sido tradicional, se busque el rescate de Pemex que patrióticamente endeudaron Calderón y Peña
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Nayib Bukele prometió eliminar la corrupción y acabar con la partida secreta. Pero en lugar de desaparecerla, creó al menos cuatro cajas negras más: Fopromid, Firempresa, Fidebitcoin y la Dirección de Obras Municipales. Pese al bloqueo de información pública y las entidades de control, el periodismo ha identificado el gasto opaco de más de $3 mil millones en casos que involucran a docenas de funcionarios.Nayib Bukele llegó al poder prometiendo eliminar la corrupción con dos ofertas centrales: que el dinero alcanza cuando nadie roba y que quienes robaron, tendrían que devolverlo. Pero su gobierno no solo mantuvo la partida secreta, esa caja negra por la que todos los expresidentes salvadoreños en los últimos 25 años han sido investigados, sino que creó cuatro más.En los presupuestos de Fopromid y Firempresa, creados para atender la pandemia por Covid-19, Fidebitcoin y la Dirección de Obras Municipales, el periodismo ha descubierto casos que implican a docenas de funcionarios de Bukele. En total, más de $3 mil millones gastados sin explicación. Para protegerse, el mecanismo de Bukele también implica la imposición de un celoso secreto a casi toda la información pública y la concentración del poder para evitar ser fiscalizado.Este video recorre casos, documentados durante los últimos cinco años, para cuestionar uno de los mitos que Bukele ha construido alrededor de su imagen naciona e internacional: que su gobierno es "limpio".
Qual é o papel da memória na reparação de séculos de escravidão? Neste episódio, a historiadora Luciana da Cruz Brito e a escritora Bianca Santana debatem a importância da memória negra e como lidar com violências históricas e questões sociais herdadas de quatro séculos de escravização no Brasil. O ponto de partida é o livro Reparação: Memória e Reconhecimento (Fósforo), organizado por Brito e do qual Santana é uma das autoras. A conversa aconteceu durante A Feira do Livro 2025, com mediação da editora Fernanda Sousa, e destaca o papel da literatura na valorização da memória coletiva negra. O episódio foi realizado com apoio do Ministério da Cultura e tem apresentação exclusiva da Petrobras. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Neste episódio especial do Cabeça de Lab, em celebração ao 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, abrimos espaço para uma conversa sincera e necessária sobre a presença de mulheres negras na tecnologia.Falamos sobre trajetórias inspiradoras, desafios enfrentados ao longo da carreira, e o impacto da falta de representatividade em cargos técnicos e de liderança. As convidadas compartilham suas experiências com racismo e machismo estruturais, o papel transformador das referências e a importância de construir ambientes mais seguros, inclusivos e diversos.Um episódio para ouvir com atenção, refletir e levar adiante. Porque representatividade importa, e mais do que abrir portas, é preciso garantir que todas possam permanecer, crescer e liderar.Edição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/---Nos siga no Twitter e no Instagram: @luizalabs @cabecadelabDúvidas, cabeçadas e sugestões, mande e-mail para o cabecadelab@luizalabs.com ou uma DM no InstagramParticipantes: MIRIÃ GOLLMANN | https://www.linkedin.com/in/miriagollmann/JANAINA BARBOSA | https://www.linkedin.com/in/janaina-barbosa-0319611a/LARISSA ELETERIO | https://www.linkedin.com/in/larissaeleterio
En este capítulo nos adentramos en una de las series más inquietantes y enigmáticas de la historia del arte: las Pinturas negras de Francisco de Goya. Pintadas directamente sobre las paredes de su casa, la llamada "Quinta del Sordo", estas obras no estaban pensadas para el público… y sin embargo, nos hablan con una fuerza brutal. ¿Qué llevó a Goya, ya anciano, sordo y desencantado, a crear imágenes tan sombrías, violentas y desgarradoras? Analizamos sus cuadros más impactantes —como Saturno devorando a su hijo o El aquelarre—, desentrañando sus significados, su contexto y la desesperación que reflejan. Este no es solo un viaje al arte, sino al alma atormentada de un hombre que fue testigo de una época brutal… y que eligió pintar lo que muchos no querían ver.
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El invierno trae consigo un fenómeno meteorológico que poco nos gusta, las heladas. Nuestros jardines se ven afectados por ese descenso marcado de temperatura que puede generar mucho daño a nuestras plantas. Hoy te cuento en qué consiste y cómo podemos ayudar a nuestras amigas verdes. PATROCINADOR: https://personalgardenshopper.es Si quieres curiosear mis libros es por AQUÍ Para contactarme y contratar mis servicios visita algunas de mis web: https://jardinesinclusivos.ar https://neuropaisajismo.com https://claudiodoratto.com
En NEGRAS, celebramos los seis años de NEGRAS destacando la importancia de los podcasts.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez y radiouniversidad.pr#RADIOUPR #AFRO #GENERO #IUPI #NEGRAS #BDAY#ANIVERSARIO #UPRRP #COLECTIVOILE
Cancioneros: JudelineJudeline es una de las voces más magnéticas de la nueva generación de artistas españoles. En este episodio especial grabado en vivo desde BIME Bogotá, durante el anuncio de Live on KEXP in Bilbao, la cantautora presenta su cancionero personal. Desde los joropos venezonalos que escuchaba en casa por influencia de su padre, hasta la música andaluza reinterpretada con modernidad, Judeline traza un mapa íntimo que explica su arte. Un cancionero que explora la diáspora, la identidad andaluza, la cultura pop y la recuperación de las raíces a través del sonido. Cancionero curado por Judeline: · “Lágrimas Negras” – Gal Costa· “Vestida de Garza Blanca” – Cristóbal Jiménez· “No La Hay” – DelaFuente· “Me Pongo Colorá” – Papá Levante· “La Carretera” – Julio Iglesias· “Brujería” – Judeline Una producción original de KEXP en español. Más info en kexp.org/el-sonido Cancioneros: JudelineJudeline is one of the most magnetic voices of a new generation of Spanish artists. This special episode, recorded live at BIME Bogotá during the announcement of Live on KEXP in Bilbao, features the singer-songwriter sharing her personal songbook. From the joropos she grew up listening to—thanks to her Venezuelan-raised father—to Andalusian music reimagined through a modern lens, Judeline maps the roots of her sound. A songbook that explores diaspora, Andalusian identity, pop culture, and reclaiming heritage through music. Songbook curated by Judeline: · “Lágrimas Negras” – Gal Costa· “Vestida de Garza Blanca” – Cristóbal Jiménez· “No La Hay” – DelaFuente· “Me Pongo Colorá” – Papá Levante· “La Carretera” – Julio Iglesias· “Brujería” – Judeline An original production by KEXP en español. More info at kexp.org/el-sonidoSupport the show: http://kexp.org/elsonidoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O que acontece quando, antes mesmo de amar, precisamos romper com uma vida inteira de silêncios, estigmas e exclusões?Neste episódio, Bárbara Borges e Francinai Gomes, do projeto @prapretoler, participam de uma conversa potente sobre as não vivências afetivas de mulheres negras com Marcela Ceribelli. Falamos sobre:Como o racismo atravessa a construção das relações amorosas, o impacto disso na saúde mentalQuanto a ideia de amor romântico ainda carrega estereótipos, exclusões e expectativas que deixam corpos negros à margemPor que tantas mulheres negras aprenderam a esperar serem escolhidasComo criar novas possibilidades de amar, com liberdade e acolhimentoNos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/ TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.cc Chapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/ Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2 Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Pra Preto Ler no Instagram: https://www.instagram.com/prapretoler/Livro "Saber de mim: Autoconhecimento em Escrevivências Negras”, Bárbara Borges e Francinai Gomes: https://a.co/d/8s3RQMkLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://a.co/d/9GvhMJmTreinão Chapadinhas de Endorfina no Rio de Janeiro: https://www.sympla.com.br/evento/treinao-chapadinhas-de-endorfina-edicao-rio-de-janeiro/2963523
Núria Rovira Salat, trained in anthropology and born in Spain, transformed her passion for Oriental and Romani cultures into dance, songs, and choreographies. She studied with masters like Lamia Saffiedine and Pétia Iourtchenko, teaching Arab-Berber and Maghrebi dances and performing widely in France. Núria teaches and performs widely across France and at major festivals, continually evolving her dance practice by blending traditional forms with contemporary expression. Since 2010, Núria has built a rich singing career with groups such as Finzi Mosaïque and Kavkazz, blending Mediterranean, Balkan, and Latin influences. Her cover of "Lágrimas Negras" has over 15 million views on YouTube. Founder of Ensemble QUIMERA, she explores Mediterranean traditional music with contemporary reinterpretations. Collaborating with notable artists and creating choreographies like “Azahar,” Núria fuses Romani, Balkan, and Arab styles to celebrate cultural diversity from the Bosphorus to Gibraltar.In this episode you will learn about:- How exploring different cultures through dance can become a path to finding your own identity.- How Arabic, Turkish, Romani, and Mediterranean influences shaped her unique style.- The power of dance and music in healing, empowerment, and self-expression.- A thoughtful take on cultural appreciation vs. appropriation.- Why true presence matters more than perfect movement in dance.Show Notes to this episode:Find Núria Rovira Salat on Instagram, Facebook, YouTube, and her website.Visit Bellydance.com today: you'll always find something fresh, whether you're looking for costumes, practice wear, veils, hip scarves, jewelry, or music.Details and training materials for the BDE castings are available at www.JoinBDE.comFollow Iana on Instagram, FB, and Youtube . Check out her online classes and intensives at the Iana Dance Club.Find information on how you can support Ukraine and Ukrainian belly dancers HERE.Podcast: www.ianadance.com/podcast
La violencia policial es un problema persistente en Estados Unidos, que afecta de manera desproporcionada a las personas de color, especialmente a los hombres negros.
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