Municipality & Town in Namibe, Angola
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Virei pai. E agora?A verdade é que paternidade não começa no teste positivo. Ela começa na decisão de aprender, de cuidar e de estar presente.Ser pai vai muito além de colocar comida na mesa, e quanto mais informação, mais cuidado. E mais cuidado significa famílias mais fortes e uma sociedade mais equilibrada.Então, se você virou pai… ou quer se preparar para esse dia…Vem com a gente, nesse primeiro espiódio de Dia dos Pais
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Anele Bragante, especialista em importação de produtos físicos para venda em marketplaces, que fatura R$660 mil por mês há 10 anosvendendo na internet sem precisar aparecer.A história começa no banco. Doze anos como bancária CLT, boa carreira, bom salário, benefícios. Mas a conta não fechava mais. O estresse foi acumulando até virar burnout. Pegou herpes no corpo inteiro. Foi o sinal de que precisava mudar.Decidiu largar o banco. O marido não aprovava. Os pais não aprovavam. Não tinha plano B. Apostou R$5 mil em colete infantil, cadastrou o produto numa sexta-feira e na quinta-feira seguinte já tinha as primeiras vendas. Cento e poucos reais no caixa. A certeza de que estava no caminho certo.Dez anos depois, fatura R$660 mil por mês vendendo produtos importados no Mercado Livre, Shopee e Amazon. Na pandemia, chegou a R$1 milhão por mês sem equipe e sem estrutura. Hoje ensina mais de 2.000 alunos a começar com R$2 mil a R$3 mil e vender sem precisar aparecer.No Kiwicast, ela falou sobre:● Como saiu do banco com burnout e construiu uma operação de R$660K por mês● Como funciona a importação de produtos para iniciantes com pouco capital● Por que a concorrência em produtos importados é muito menor do que em produtos nacionais● Como escolher o produto certo antes de investir qualquer dinheiro● O que significa ser "Sem Fronteiras" e como essa mentalidade muda tudo● O que aprendeu em 10 anos vendendo na internet que ninguém conta no começoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
A Cibely entrou para um seminário tentando fugir dos próprios conflitos, mas foi justamente lá que sua vida tomou um rumo completamente inesperado. Neste episódio, ela conta como uma paixão, um beijo e uma sequência de acontecimentos a levaram a compreender quem realmente era e a iniciar sua transição.
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 175Ela cresceu na pobreza, casou com um homem rico sem saber o que era amor e viveu uma vida confortável… mas vazia. Depois do divórcio, encontrou um relacionamento intenso e destrutivo.Até que veio a pior traição possível: o homem que ela amava… e a mulher que ela acolheu dentro de casa. Sem chão, aos 40 anos, ela tomou uma decisão extrema: foi para a Europa trabalhar como garota de programa. Mas o que parecia o fundo do poço… virou o início de uma história inacreditável. E o que aconteceu depois parece roteiro de filme, mas é real.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...O reencontro (parte 1)
BrilhoCast 10 - As 9 Tendências Disruptivas para Vender mais!
VIREI GERENTE DE VENDAS, E AGORA?
A história de André Vaz, CEO e cofundador da Totoy, vai de falência, despejo e recomeço com US$ 720 no bolso até a criação de uma das maiores propriedades infantis do mundo. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, ele explica como junto com a esposa psicóloga transformou fracasso em estratégia, criou um fenômeno global no YouTube e Netflix e por que propósito pode ser mais importante que dinheiro na construção de um negócio escalável.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Elisa Armour,estrategista digital que construiu sua trajetória unindo estratégia, gestão e visão de negócio. Ela participou da construção de projetos que já movimentaram mais de R$7 milhões e impactaram mais de 100 mil alunos, mostrando que crescimento sustentável no digital exige muito mais do que boas ideias.Neste papo, Elisa explica a diferença entre quem cresce deforma consistente e quem patina: entender profundamente o que o público quer, construir uma solução realmente assertiva e saber transmitir essa percepção para a audiência. Ela também traz a visão de “estrategista de verdade”: alguémque enxerga o todo, entende a necessidade do cliente e orienta o especialista sobre o que fazer para transformar conhecimento em resultado.Além da parte prática, a conversa passa por mentalidadeempresarial, consistência e a construção de uma operação que não depende de improviso. Um episódio para quem quer parar de rodar em círculo e começar a construir um negócio digital escalável com base sólida.No Kiwicast, ela contou:Como foi a transição do mercado corporativo para o digitalO que mudou quando passou a enxergar o digital como empresa, e não improvisoQuais decisões realmente fazem diferença na escala de um negócioComo equilibrar carreira, maternidade e consistência no empreendedorismoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
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Estamos chegando na idade dos “ENTA”! Socorro, Brasil!Hoje falamos sobre os sinais de TIOZÃO ou TIAZONA que estão aparecendo!Já tá reclamando dos adolescentes? Das crianças gritando na porta da sua casa?Tá incomodado com o som alto?Já tá dormindo cedo de tanto cansaço?
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Hoje o papo é sobre carreira! Neste episódio, mergulhamos nos desafios, nos percalços e, sim, nos prazeres de ser aquela pessoa cujo bom trabalho é inevitavelmente recompensado com ainda mais trabalho. Como é a vida e as responsabilidades da pessoa tech lead? Vem ver quem participou desse papo: André David, o host que fala de tecnologias que estão por todas as partes Vinny Neves, Líder de Front-End na Alura Vanessa Tonini, Engenheira de Software e Pesquisadora de Micro Frontends Yago Oliveira, Coordenador de Conteúdo Técnico na Alura
TEMPO DE REFLETIR 01601 – 2 de dezembro de 2025 Lucas 21:28 – Quando começarem a acontecer estas coisas, levantem-se e ergam a cabeça, porque estará próxima a redenção de vocês. O escritor e pregador Vance Havner diz que “os primeiros cristãos não aguardavam um acontecimento, mas aguardavam Alguém chegar. Aguardar o trem chegar é uma coisa, mas aguardar chegar alguém que amamos é bem diferente.” Como pessoas que aguardam a segunda vinda de Cristo, devemos centralizar nossa atenção mais sobre Jesus do que sobre os eventos que antecedem Sua vinda. Jesus colocou diante de Seus discípulos o panorama político, os fenômenos naturais e a condição social e espiritual dos últimos dias. Os sinais que deixou como prenúncio de Sua vinda sempre estiveram presentes em todas as gerações, mas não podemos escapar à realidade de que houve um crescimento exponencial de todos os desastres naturais. Também por estarmos interligados através da internet e da mídia, isso permite que tenhamos acesso imediato ao que acontece em todo o mundo, produzindo a impressão de que tudo está pior do que é de fato. Jesus falou de fome e pestilência. No entanto, nunca se produziu tanto alimento no mundo como agora; mas a fome continua sendo parte persistente da história da humanidade. Tome também como exemplo os terremotos. Alguns ocasionam perda de vidas e grandes prejuízos materiais, como os que aconteceram recentemente no Haiti e no Chile. As notícias igualmente salientam o aumento de desastres naturais: elevação da temperatura dos oceanos, derretimento das geleiras, desaparecimento das florestas tropicais… O que vamos fazer com essa quantidade de informações? Elas devem nos levar a esperar a volta de Jesus de maneira saudável. Se elas trazem medo e incerteza, quem sabe não é porque estamos lendo os sinais de Sua vinda de maneira incorreta? Cada um dos sinais deve ser uma lembrança da promessa que Ele fez: “Virei outra vez.” Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Ajuda-nos, Pai, a compreender os tempos em que estamos vivendo. Ajuda-nos a estarmos preparados para o encontro com Cristo. Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Eu e meu marido estávamos curtindo alguns dias em um hotel de praia. Entre todas as lindas paisagens, a que mais me impressionou foi o salva-vidas: um cara alto, bronzeado e muito gato. Percebi que ele me observava lá do alto da sua cadeira e, aproveitando que eu estava de biquíni fio-dental, resolvi provocá-lo de longe. Contei ao meu marido sobre a minha vontade de levar aquele homem para o nosso quarto, e o destino deu um jeitinho de fazer tudo acontecer. Adivinha só quem veio entregar as toalhas que estavam faltando no meu quarto? Perguntei se ele gostaria de ficar para tomar um banho comigo, e o corpo dele respondeu antes mesmo que ele dissesse qualquer palavra ao meu convite.Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, aperte o play!Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
O Andrews conheceu a Katia e os dois viveram um grande amor, mas quando sua ex Lara apareceu, eles tiveram um caso. Um dia, ele terminou com a amante e pediu a Katia em casamento, mas de novo, teve uma recaída com a Lara. Cansado de se esconder, ele contou tudo para a esposa, que o perdoou, mas resolveu pagar na mesma moeda, traindo. Até que, a Katia ficou grávida, mas o filho era do amante. Depois de tantas loucuras, Andrews repensou a sua vida, colocou a cabeça no lugar e resolveu recomeçar com a Laís. Ele contou toda a verdade do seu passado e hoje, celebra a sua união e aprendizado com os erros do passado.
Durante 14 anos, pesquisas, viagens e emoções se entrelaçaram para compor “Aldo Baldin – Uma Vida pela Música”, em cartaz no Brasil. O filme, dirigido por Yves Goulart, já recebeu 24 prêmios em festivais pelo mundo, e é um dos dez indicados a Melhor Documentário no Septimius Awards, que acontece no início de setembro em Amsterdã. Mais do que um retrato de uma voz única, o documentário é um símbolo de resistência. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Ao resgatar um artista ausente da memória popular, a obra convida à reflexão sobre arte erudita, democratização cultural e a necessidade de dar acesso à música clássica a uma nova geração. Aldo Baldin (1945-1994) foi um tenor brasileiro de projeção internacional, considerado um dos intérpretes mais importantes da música erudita do século 20 no Brasil. O cantor nasceu em Urussanga, que também é a cidade natal do cineasta Yves Goulart. Mas o diretor só conheceu a história de seu conterrâneo quando já estava morando nos Estados Unidos. “Eu reconheci a minha cidade na capa de um disco que tinha a Igreja Matriz de Urussanga. Eu me perguntei como que a Igreja Matriz de Urussanga, onde eu fui sacristão, está aqui em Nova York? Que história é essa? Que disco é esse? Virei a capa e estava escrito ‘Aldo Baldin', tenor brasileiro, nascido em Urussanga. Ali, então, foi a minha garra de dizer: precisamos fazer um documentário sobre o tenor catarinense Aldo Baldin”, relembra Goulart. Foram 14 anos de pesquisas, filmagens e viagens, principalmente na América do Sul e na Europa, onde começou e depois se consolidou a carreira do tenor. “Imagina, hoje eu estou com 50 anos, eu comecei quando tinha 35. Foi muito importante esse amadurecimento até para mim como artista, como documentarista, para evoluir nessa linguagem”, diz o cineasta. A viúva de Aldo, Irene Fleisch Baldin, foi quem abriu todas as portas para Yves e assina como diretora musical. Entre os tesouros encontrados, está uma fita cassete gravada por Aldo três dias antes de sua morte precoce, aos 49 anos, na qual deixou sua história contada por sua própria voz, com as pessoas que fizeram parte de sua trajetória. No documentário é possível ouvir Aldo e também ver pessoas citadas por ele, peças-chave da música clássica brasileira e mundial, dando depoimentos sobre a importância do artista pouco conhecido do grande público. Música clássica em tempos de algoritmos Mais do que uma biografia, o documentário reflete sobre o desafio de formar novos públicos para a música clássica. Em tempos de consumo rápido e algoritmos que priorizam conteúdos efêmeros, a ópera e o canto lírico enfrentam dificuldades para dialogar com o grande público. “Eu recebi uma resistência, sim. Eu percebo isso e encaro também com muita humildade e com sabedoria para não me frustrar. O que acontece é que nós estamos afastando o público da música clássica. Tanto é que hoje a gente não chama mais de música erudita, porque fica um distanciamento, uma erudição. Parece que eu preciso saber o que é erudito para colocar isso em algum lugar. Não. A música clássica hoje se fala dessa forma porque ela pode ser de acesso de todos”, diz. O diretor considera que ainda há pouco espaço nos meios de comunicação e nas iniciativas dos governos para dar acesso à arte erudita para um público mais jovem e lembra que antes a música clássica fazia parte até da programação das TVs abertas que exibiam “Concertos para a Juventude". No início de agosto, aconteceram sessões gratuitas do documentário para escolas em Santa Catarina, já que uma das intenções da obra é trazer proximidade e estimular a formação de plateia. "É mostrar para essas crianças, esses jovens, que a gente tem algo a mais do que o samba e o futebol. De que a gente tem a música clássica, temos Heitor Villa-Lobos, Carlos Gomes, Santoro, que nós temos Aldo Baldin e tantos outros. Necessitamos que essa obra continue viva”, entusiasma-se Yves Goulart. De Urussanga para o mundo Em 18 e 19 de agosto, haverá uma sessão especial em Urussanga, no mesmo local onde Aldo se apresentou nos anos 1980. Será a primeira vez que parte da família retratada no documentário verá o resultado final. O diretor planeja, em breve, lançar “Aldo Baldin - Uma Vida pela Música” em cinemas de diferentes países, com prioridade para a Europa e os Estados Unidos, onde reside, e posteriormente disponibilizá-lo em plataformas de streaming, ampliando seu alcance e garantindo que a produção e a história de Aldo cheguem a públicos variados em todo o mundo. “A fotografia, o som, está tudo voltado para o olhar dentro da sala de cinema. Quando você vê o filme na sala de cinema, ele abraça o público e é bonito de ver. Então a gente espera que em breve possamos conseguir os distribuidores na Alemanha e nos Estados Unidos para que a gente possa também estar com o filme nesses lugares. Principalmente na Europa, onde o Aldo fez uma carreira brilhante”, conclui.
Durante 14 anos, pesquisas, viagens e emoções se entrelaçaram para compor “Aldo Baldin – Uma Vida pela Música”, em cartaz no Brasil. O filme, dirigido por Yves Goulart, já recebeu 24 prêmios em festivais pelo mundo, e é um dos dez indicados a Melhor Documentário no Septimius Awards, que acontece no início de setembro em Amsterdã. Mais do que um retrato de uma voz única, o documentário é um símbolo de resistência. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Ao resgatar um artista ausente da memória popular, a obra convida à reflexão sobre arte erudita, democratização cultural e a necessidade de dar acesso à música clássica a uma nova geração. Aldo Baldin (1945-1994) foi um tenor brasileiro de projeção internacional, considerado um dos intérpretes mais importantes da música erudita do século 20 no Brasil. O cantor nasceu em Urussanga, que também é a cidade natal do cineasta Yves Goulart. Mas o diretor só conheceu a história de seu conterrâneo quando já estava morando nos Estados Unidos. “Eu reconheci a minha cidade na capa de um disco que tinha a Igreja Matriz de Urussanga. Eu me perguntei como que a Igreja Matriz de Urussanga, onde eu fui sacristão, está aqui em Nova York? Que história é essa? Que disco é esse? Virei a capa e estava escrito ‘Aldo Baldin', tenor brasileiro, nascido em Urussanga. Ali, então, foi a minha garra de dizer: precisamos fazer um documentário sobre o tenor catarinense Aldo Baldin”, relembra Goulart. Foram 14 anos de pesquisas, filmagens e viagens, principalmente na América do Sul e na Europa, onde começou e depois se consolidou a carreira do tenor. “Imagina, hoje eu estou com 50 anos, eu comecei quando tinha 35. Foi muito importante esse amadurecimento até para mim como artista, como documentarista, para evoluir nessa linguagem”, diz o cineasta. A viúva de Aldo, Irene Fleisch Baldin, foi quem abriu todas as portas para Yves e assina como diretora musical. Entre os tesouros encontrados, está uma fita cassete gravada por Aldo três dias antes de sua morte precoce, aos 49 anos, na qual deixou sua história contada por sua própria voz, com as pessoas que fizeram parte de sua trajetória. No documentário é possível ouvir Aldo e também ver pessoas citadas por ele, peças-chave da música clássica brasileira e mundial, dando depoimentos sobre a importância do artista pouco conhecido do grande público. Música clássica em tempos de algoritmos Mais do que uma biografia, o documentário reflete sobre o desafio de formar novos públicos para a música clássica. Em tempos de consumo rápido e algoritmos que priorizam conteúdos efêmeros, a ópera e o canto lírico enfrentam dificuldades para dialogar com o grande público. “Eu recebi uma resistência, sim. Eu percebo isso e encaro também com muita humildade e com sabedoria para não me frustrar. O que acontece é que nós estamos afastando o público da música clássica. Tanto é que hoje a gente não chama mais de música erudita, porque fica um distanciamento, uma erudição. Parece que eu preciso saber o que é erudito para colocar isso em algum lugar. Não. A música clássica hoje se fala dessa forma porque ela pode ser de acesso de todos”, diz. O diretor considera que ainda há pouco espaço nos meios de comunicação e nas iniciativas dos governos para dar acesso à arte erudita para um público mais jovem e lembra que antes a música clássica fazia parte até da programação das TVs abertas que exibiam “Concertos para a Juventude". No início de agosto, aconteceram sessões gratuitas do documentário para escolas em Santa Catarina, já que uma das intenções da obra é trazer proximidade e estimular a formação de plateia. "É mostrar para essas crianças, esses jovens, que a gente tem algo a mais do que o samba e o futebol. De que a gente tem a música clássica, temos Heitor Villa-Lobos, Carlos Gomes, Santoro, que nós temos Aldo Baldin e tantos outros. Necessitamos que essa obra continue viva”, entusiasma-se Yves Goulart. De Urussanga para o mundo Em 18 e 19 de agosto, haverá uma sessão especial em Urussanga, no mesmo local onde Aldo se apresentou nos anos 1980. Será a primeira vez que parte da família retratada no documentário verá o resultado final. O diretor planeja, em breve, lançar “Aldo Baldin - Uma Vida pela Música” em cinemas de diferentes países, com prioridade para a Europa e os Estados Unidos, onde reside, e posteriormente disponibilizá-lo em plataformas de streaming, ampliando seu alcance e garantindo que a produção e a história de Aldo cheguem a públicos variados em todo o mundo. “A fotografia, o som, está tudo voltado para o olhar dentro da sala de cinema. Quando você vê o filme na sala de cinema, ele abraça o público e é bonito de ver. Então a gente espera que em breve possamos conseguir os distribuidores na Alemanha e nos Estados Unidos para que a gente possa também estar com o filme nesses lugares. Principalmente na Europa, onde o Aldo fez uma carreira brilhante”, conclui.
Não beberei eu o cálice que meu Pai me deu? Não pensem que vim destruir a lei ou os profetas: não vim destruir, mas cumprir. Eu afirmo que, até que o céu e a terra passem, nenhuma vírgula passará, sem que tudo seja cumprido. Qualquer um que violar e ensinar outros, será réu. Aquele que conhece a minha Justiça e não cumpre, será comparado a uma pessoa estúpida, que edificou a sua casa sobre a areia. Curem os enfermos, limpem os doentes, expulsem os demônios... de graça receberam, de graça deem. Não carreguem ouro, nem prata, nem bolsa, nem roupas, nem nada para se apoiar; porque digno é o operário do seu alimento. E, em qualquer cidade que entrarem, procurem saber quem nela seja digno, e se hospedem, até que se retirem. E, quando entrarem em alguma casa, cumprimente. E, se a casa for digna, desça sobre ela a paz de vocês; mas, se não for digna, a paz retornará. E, se ninguém os receber, nem escutar vocês, saindo da casa e da cidade, sacudam a poeira dos pés. Eu afirmo que, no Juízo , haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade. Pois, o reino dos céus é comparado a uma rede lançada ao mar, que pega toda qualidade de peixes. E, estando cheia, puxam para a praia, e, separam os bons; os ruins, é jogado fora. Assim será na consumação do mundo. Os anjos virão, e separarão os maus dos justos, e serão jogados no fogo. Entenderam? Portanto, aquele que quiser salvar a sua pele, irá perdê-la, e quem a perder por causa da minha Justiça, irá achá-la. Virei com os anjos e darei a cada um segundo as suas obras. Importa, continuar o caminho da Justiça hoje, amanhã, depois... um profeta não deve morrer fora de Jerusalém. João 18:4-11/Mateus 5:17-26; 7:26; 10:8-15; 13:47-52; 16:24-27/ Lucas 13:31-33, 10:1-6/Marcos 6:7-13Dura coisa é recalcitrar contra os aguilhões (se ferir, boi que dá coice contra a ponta do ferrão, sofrendo as consequências dos seus erros). Trago Verdade de um Juízo São.Atos 20:18-29,33-35; 21:12-13,21,28; 22:14,25; 23:12-15,29; 24:1-6,13-17,20,25-27; 25:5-11,16-27; 26:1-2,5-10,14,22-31; 27:1-3,14-15,20,34-39,42-43; 28:5-6,17-19,25-28Apocalipse 10:1-3; 18:4-5; 13:16-18; 6:12-17; 20:1-2,12-15; 22:16,14-15 Art. 153. VII Art. 53. § 1º Art. 54. Art. 55. Art. 37. Art. 85. Art. 5º. XLIII; XLIV; DOS PARTIDOS POLÍTICOS: Art. 17. § 4º É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar.
As Saias falam dos hábitos de nossas mães que reproduzimos, como em cada mãe existe uma mulher com sonhos e desejos e dos momentos em que ser mãe ou filha são pura graça.
A Karina era uma mulher evangélica e muito recatada. Casou com o primeiro homem com quem se relacionou e se mudou para a Europa. Lá, com um filho nos braços e um marido que não fazia nada, ela descobriu uma profissão que jamais imaginou exercer. No fim, o marido descobriu e é aí que a história se transforma em uma verdadeira novela!
LOTUSQuem fala “Olha, com todo respeito”Banalização do Alerta da Defesa CivilCabelos brancosNANDAFernanda TorresOs Assassinatos de AreVinagre de Maçã ME AJUDA, WANDAO cagão do trabalho está causando!Virei marmita do casal, só falta eles saberem!Minha mãe chegou e tá censurando meu carnavalPodcast #612 apresentado por:@phelipecruz@eusousamir@santahelena@manubarem@dabarbaraProdução:Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)Edição / Captação:Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)FAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA!Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10!Apoiase: https://apoia.se/podcastwandaOrelo: https://orelo.cc/wandaQuer ter seu caso lido em nosso podcast? Mande um desabafo, uma rapidinha, ou pergunte curiosidades para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto!Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
Roberta Martinelli conversa com Rodrigo Campos sobre seu novo trabalho, ‘Pode Ser Outra Beleza', violão, vida e escolhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No ‘Programa das Minas‘ você ouve bate-papo, descontração e interação com a audiência da Atlântida Santa Catarina. Acompanhe as lives dos programas no YouTube Atlântida SC. De segunda à sexta, das 14h às 15h, para toda Santa Catarina!
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“O senhor pode ir embora, não vou lhe dar voz de prisão”, disse ao dirigente sindical Osmar Golegã o oficial que comandava, nos primeiros dias de abril de 1964, uma investigação na sede do Sindicato dos Empregados na Administração dos Serviços Portuários de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão. “Virei as costas e saí”, conta Golegã ao TUTAMÉIA. “Só que saí e, na porta, já tinha um carro me aguardando, e eu recebi voz de prisão do oficial que já estava lá.” “Eu nunca tinha me envolvido com nenhum caso policial. Nem multa de trânsito eu tinha. Ele me deu voz de prisão e me levou para o presídio da rua São Francisco. Como estava no início, havia poucos presos. Mas, com o passar dos dias, a coisa foi se avolumando, ficou uma quantidade de presos tão grande que eles resolveram puxar o navio Raul Soares, que estava encalhado não sei onde, trouxeram para Santos para servir de prisão para nós.” Construído em 1900, o Raul Soares já nem podia navegar por conta própria: foi rebocado do Rio até o porto de Santos, onde chegou na manhã do dia 24 de abril de 1964. Em seguida, foi ocupado como navio-prisão, como havia acontecido em 1935, na Intentona Comunista, e na Revolta dos Sargentos, em 1963. “Quando cheguei, me puseram numa cela numa cela em que eu fiquei isolado, incomunicável. Eu não fui nem para a carceragem. Não sei onde eles foram arrumaram a ideia de que eu era um elemento perigoso.” O tratamento era violento sempre, humilhante. “Quando precisei usar o banheiro para fazer as necessidades, o carcereiro me levou com a metralhadora sempre apontada para mim. Ele indicou o banheiro, tinha um vaso sanitário exposto. Eu sentei no vaso sanitário, e ele ficou a uns três metros de mim e com a metralhadora apontada.” Isso era ainda nos primeiros dias da operação, que durou até o final de outubro de 1964 –o navio foi rebocado de volta ao Rio em dois de novembro. Hoje com 90 anos, Golegã conta: “Com o passar do tempo, foram acontecendo revoltas contra o que acontecia lá dentro. Para nos castigar, eles tinham locais no navio que eram celas que eram verdadeiras covas, câmaras mortais. Na área da caldeira do navio, tinha um espaço que eles usavam como cela de castigo. Do lado da caldeira, a temperatura era permanente beirando 50 graus, eles transformaram em cela.” Os presos reagiam com ironia: “As celas de castigo logo foram batizadas. Essa ao lado da caldeira, era a El Moroco, que era o nome de boate da Boca do Lixo em Santos. Daí surgiu outra cela, que era o contrário, era fria, estava sempre com água, inundando, fria. Era a Casablanca, nome de outra boate que tinha na Boca do Lixo. Tinha ainda o Night and Day”. Para Golegã, o castigo veio depois de um interrogatório. Ele, que se considerava um “preso submisso”, se rebelou: “Um miserável, durante o interrogatório, quis saber como é que eu tinha casa, carro, e ele, que era militar, não tinha nada disso. Foi uma das poucas horas em que eu perdi a paciência com ele, pela ignorância tremenda de falar essa besteira. Disse: ‘Olha, meu camarada, eu não tenho culpa de você ter resolvido ser meganha. Então cumpra com sua obrigação e deixa a meinha vida, a minha vida eu cuidei. Vocês já fizeram levantamento total dos meus bens, de tudo que eu tenho, e eu fiz por merecer, trabalhando.' Foi esse desgraçado que me mandou pro Casablanca.” “Era uma cela do navio perto de onde todos os dejetos do navio, toda a tubulação, para ir pro mar, passava pela escotilha, que era o único espaço de ar puro. Então passavam por ali todos os dejetos do navio. Era um cheiro! Era insuportável. Fiquei ali onze dias. Saí dali quase sem poder respirar. Quando eu saí do navio, ainda saí com aquele cheiro do navio. Eu levei o cheiro para casa.” O depoimento integra uma série de entrevistas sobre o golpe militar de 1964. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br. Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Nossa amiga Aline casou-se apaixonada por um homem mais novo. No começo ele parecia prestativo e encantador. Com o tempo aconteceu o pior: a Aline passou a sustentar esse homem. Sim, tesouros. Um daqueles típicos casos de mulher que sustenta marido. Mas o pior foi descobrir que além de um marido folgado, ele era um marido infiel.
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Sobre o programa: O Conversa de CEO é uma linha editorial do Podcast Empresa Autogerenciável que tem como missão trazer conteúdo de alto valor para líderes e donos de empresas que querem ir além!
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos em que respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores onde abordo diversos tópicos relacionados à economia, finanças e investimentos. Nesse formato de vídeo falamos sobre política econômica, inflação, taxas de juros, até investimentos em criptomoedas e ações, oferecendo uma análise aprofundada e bem fundamentada em cada episódio, trazendo informação para quem busca entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas. (00:00) Introdução (01:40) Qual o seu ritual de passagem de ano? (03:34) Teria como explicar de maneira resumida como se convenceu que reservas fracionárias não são uma fraude? (07:10) É possível ver um comportamento do Bitcoin diferente nesse halving por conta do juro alto no mundo? (08:35) Se eu vier a falecer, qual legislação é utilizada, brasileira ou a americana na questão da tributação do inventário em investimentos no exterior? (09:22) Sobre a economia da China, alguns falam que ela vai passar os EUA e outros não. Qual a sua opinião? (12:36) Quais orientações poderia dar a respeito e quais fontes sugere para conhecer mais sobre índices reais de inflação? (17:33) Emissão de notas de 20 mil e 50 mil pesos, qual a sua opinião sobre? (19:23) Entender de economia ajuda no meu dia a dia? Como? (20:35) Qual sua expectativa para a economia em 2024? (23:58) Qual o maior desafio de Milei para 2024? (24:30) Acha que o Brasil pode ter uma boa performance econômica em 2024 mesmo com o fiscal descontrolado? (27:24) Quando vai abrir a Liberta no Uruguai? (27:33) Feliz ano Novo, lhe admiro bastante! Virei membro esse ano! Sucesso! (27:44) Veremos Tesla na carteira do Ulrich em 2024? (28:49) Bull ou Bear no mercado americano para 2024? (29:56) Gastança em 24 (eleições). Podemos nos preparar para um possível aumento na inflação? (30:29) Se você começasse a empreender hoje do zero, escolheria o Brasil ou em outro país? (30:45) Japão vive recessão técnica, queda no PIB per capita, e iene perde posição para yuan, 2024 promete? (31:36) O dragão chinês vai derreter ou vão dobrar a aposta? (32:14) PT pode se vangloriar do recorde da bolsa? (34:48) O que achou do título a Dilma como "Mulher economista 2023"? (35:11) Existe limite mínimo para começar a investir com a Liberta? (35:23) Investimentos Diretos no País (IDP) em queda acentuada, qual a razão? (36:09) China consumindo menos minério de ferro, no entanto, o preço está beirando $140. Irracionalidade? (36:51) O que acha da Selic mais ou menos em 2024? (37:13) O Brasil tem alguma influência na Argentina? Pode atrapalhar o mandato do Milei? (37:40) Qual o principal aprendizado de 2023? (39:40) Qual filme pode assistir repetidas vezes sem cansar? (40:38) Quais os planos para o canal em 2024? (41:15) Encerramento
Mateus Baptistella é economista de formação, mas abandonou o mundo corporativo para criar conteúdos para internet. Segundo ele "ser anão é só um detalhe", e percebemos muito bem isso quando vemos a variedade de conteúdos criados por ele em seus canais chamados "Virei Adulto". Hoje quem apresenta o DiaCast é a Gabie Fernandes e a Jana Viscardi! O DiaCast vai ao ar de terça a quinta, às 12h na programação da #DiaTV. Já se inscreva no canal e não perca nenhum episódio! #DiaCast #VireiAdulto
Viajar rumo ao desconhecido é sinônimo do que? PERRENGUE! É hospedagem com detalhes inusitados, tensão de aeroporto, problema com dinheiro, gente esquisita, choque de cultura e por aí vai. A duplinha imbatível Karol Pinheiro e Maqui Nóbrega contam pra gente os mil perrengues que já passaram e ainda lemos casos chocantes da audiência! LOTUS Cervejagate Twitter virou X Quem printa o tweet e joga nos Stories Morte do Angus Cloud MERYL Sequestro no Ar Sobrevivendo em Grande Estilo Sites de imobiliárias com tour virtual Restaurante que adaptou o cardápio na web Aniversário do Samir Alguém em Algum Lugar INTERESSANTENEY: INSTAGRAM: @DAGSSON INSTAGRAM: @inkedabroad INSTAGRAM: @brunosodre INSTAGRAM: @rbcwedding LIVRO: O que aconteceu com você TIKTOK: @altoleblonarquivos ME AJUDA, WANDA! (Especial no trabalho) Virei chefe! Como posso ser um patrão adorado? O que fazer com a colega que tem chulé podre? Ela me ajudou na carreira, mas acabei sendo melhor Minha chefe está me sabotando no trabalho! Podcast #458 apresentado por: @phelipecruz @eusousamir @santahelena @letticiamunniz @diegobargas Edição / Produção: Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas) Quer ter seu caso lido em nosso podcast? Mande um desabafo, uma rapidinha, ou pergunte curiosidades para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto! Toda quinta-feira, às 13h17, um episódio novo, exclusivamente no Spotify
Link para baixar meu material sobre palestras: https://materiais.lucianopires.com.br/palestrageracaot Tenho uma foto minha com nove ou dez anos de idade em 1966, na Associação Luso Brasileira de Bauru, fazendo minha primeira "palestra": lendo um texto sobre o Dia dos Pais, que alguém me deu. Até hoje, 57anos depois, lembro direitinho do final do texto: "Porque ele é o meu papai, o melhor papai do mundo!" E meu pai, ali ao lado, veio me dar um abraço, enquanto as pessoas aplaudiam. Que sensação maravilhosa! Ao longo dos anos, aprendi que não são apenas as palavras que usamos quando falamos, é a maneira como usamos as palavras que cria a magia de um grande palestrante. As palavras têm poder, que cresce ainda mais dependendo da pessoa que as pronuncia. Um palestrante é capaz de pegar as palavras e transformá-las para criar emoção, gerar mudanças, promover ação e criar momentos mágicos. Um grande palestrante é capaz de enfeitiçar com suas palavras, de forma que a plateia fique fascinada pelo discurso inteiro e o lembre o suficiente para fazer exatamente o que o palestrante quer que ela faça. Ou pense. Basta recordar dos grandes oradores do passado que moveram nações a acreditar no que estavam dizendo, para entender a magia dos grandes palestrantes. E eu entrei de cabeça. Desde o final dos anos 1990, foram mais de 1100 palestras, falando para todo tipo de público, no Brasil e Exterior. E vivendo a mágica do palco, de trabalhar com a palavra, de passar ideias para as pessoas. Focado em seis disciplinas: Liderança, Planejamento, Produtividade, Comunicação, Inovação e Moral e Ética, desenvolvi o conceito do Fitness Intelectual, das Iscas Intelectuais, dos Podcasts, do Café Brasil Premium... tudo a partir de uma atividade: a palestra. Virei um feiticeiro. Sim, um grande palestrante é um feiticeiro. Com a estrutura certa e os ingredientes adequados, ele é capaz de fazer com que seu público entenda exatamente o que ele está dizendo e se junte em uma jornada de transformação enquanto ele tece uma história. E só quem faz palestras sabe o que é a energia do palco. Que tal levar essa magia para sua equipe? Para seus clientes? Fornecedores? Vou deixar na área de comentários um link para você baixar meu material de divulgação. Avra Kedavra * *Uma das teorias sobre a origem do termo mágico "abracadabra" é que ele deriva do aramaico "avra kedavra", que significa "eu criarei conforme falar". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Link para baixar meu material sobre palestras: https://materiais.lucianopires.com.br/palestrageracaot Tenho uma foto minha com nove ou dez anos de idade em 1966, na Associação Luso Brasileira de Bauru, fazendo minha primeira "palestra": lendo um texto sobre o Dia dos Pais, que alguém me deu. Até hoje, 57anos depois, lembro direitinho do final do texto: "Porque ele é o meu papai, o melhor papai do mundo!" E meu pai, ali ao lado, veio me dar um abraço, enquanto as pessoas aplaudiam. Que sensação maravilhosa! Ao longo dos anos, aprendi que não são apenas as palavras que usamos quando falamos, é a maneira como usamos as palavras que cria a magia de um grande palestrante. As palavras têm poder, que cresce ainda mais dependendo da pessoa que as pronuncia. Um palestrante é capaz de pegar as palavras e transformá-las para criar emoção, gerar mudanças, promover ação e criar momentos mágicos. Um grande palestrante é capaz de enfeitiçar com suas palavras, de forma que a plateia fique fascinada pelo discurso inteiro e o lembre o suficiente para fazer exatamente o que o palestrante quer que ela faça. Ou pense. Basta recordar dos grandes oradores do passado que moveram nações a acreditar no que estavam dizendo, para entender a magia dos grandes palestrantes. E eu entrei de cabeça. Desde o final dos anos 1990, foram mais de 1100 palestras, falando para todo tipo de público, no Brasil e Exterior. E vivendo a mágica do palco, de trabalhar com a palavra, de passar ideias para as pessoas. Focado em seis disciplinas: Liderança, Planejamento, Produtividade, Comunicação, Inovação e Moral e Ética, desenvolvi o conceito do Fitness Intelectual, das Iscas Intelectuais, dos Podcasts, do Café Brasil Premium... tudo a partir de uma atividade: a palestra. Virei um feiticeiro. Sim, um grande palestrante é um feiticeiro. Com a estrutura certa e os ingredientes adequados, ele é capaz de fazer com que seu público entenda exatamente o que ele está dizendo e se junte em uma jornada de transformação enquanto ele tece uma história. E só quem faz palestras sabe o que é a energia do palco. Que tal levar essa magia para sua equipe? Para seus clientes? Fornecedores? Vou deixar na área de comentários um link para você baixar meu material de divulgação. Avra Kedavra * *Uma das teorias sobre a origem do termo mágico "abracadabra" é que ele deriva do aramaico "avra kedavra", que significa "eu criarei conforme falar".
Link para baixar meu material sobre palestras: https://materiais.lucianopires.com.br/palestrageracaot Tenho uma foto minha com nove ou dez anos de idade em 1966, na Associação Luso Brasileira de Bauru, fazendo minha primeira "palestra": lendo um texto sobre o Dia dos Pais, que alguém me deu. Até hoje, 57anos depois, lembro direitinho do final do texto: "Porque ele é o meu papai, o melhor papai do mundo!" E meu pai, ali ao lado, veio me dar um abraço, enquanto as pessoas aplaudiam. Que sensação maravilhosa! Ao longo dos anos, aprendi que não são apenas as palavras que usamos quando falamos, é a maneira como usamos as palavras que cria a magia de um grande palestrante. As palavras têm poder, que cresce ainda mais dependendo da pessoa que as pronuncia. Um palestrante é capaz de pegar as palavras e transformá-las para criar emoção, gerar mudanças, promover ação e criar momentos mágicos. Um grande palestrante é capaz de enfeitiçar com suas palavras, de forma que a plateia fique fascinada pelo discurso inteiro e o lembre o suficiente para fazer exatamente o que o palestrante quer que ela faça. Ou pense. Basta recordar dos grandes oradores do passado que moveram nações a acreditar no que estavam dizendo, para entender a magia dos grandes palestrantes. E eu entrei de cabeça. Desde o final dos anos 1990, foram mais de 1100 palestras, falando para todo tipo de público, no Brasil e Exterior. E vivendo a mágica do palco, de trabalhar com a palavra, de passar ideias para as pessoas. Focado em seis disciplinas: Liderança, Planejamento, Produtividade, Comunicação, Inovação e Moral e Ética, desenvolvi o conceito do Fitness Intelectual, das Iscas Intelectuais, dos Podcasts, do Café Brasil Premium... tudo a partir de uma atividade: a palestra. Virei um feiticeiro. Sim, um grande palestrante é um feiticeiro. Com a estrutura certa e os ingredientes adequados, ele é capaz de fazer com que seu público entenda exatamente o que ele está dizendo e se junte em uma jornada de transformação enquanto ele tece uma história. E só quem faz palestras sabe o que é a energia do palco. Que tal levar essa magia para sua equipe? Para seus clientes? Fornecedores? Vou deixar na área de comentários um link para você baixar meu material de divulgação. Avra Kedavra * *Uma das teorias sobre a origem do termo mágico "abracadabra" é que ele deriva do aramaico "avra kedavra", que significa "eu criarei conforme falar". See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Todo mundo conta as histórias dos creators de sucesso (até a gente aqui no Boa Noite Internet). Gente que acreditou no próprio trabalho, criou uma conexão genuína com o público e virou um nome famoso. Qualquer palestra sobre a "economia creator" vai trazer números de todas as pessoas que dizem almejar serem "influenciadores", "criadores de conteúdo", "youtubers", etc. É a profissão preferida das crianças.Provavelmente um número tão grande quanto este é de quem é "ex-creator". Quem foi lá, tentou e saiu do mercado mesmo antes de virar um grande sucesso. E também gente como a convidada da semana do Boa Noite Internet, Luisa Clasen — que nas telinhas do telefone é a Lully Lucky — que foi sucesso, ganhou plaquinha do YouTube, estrelou campanhas, apresentou programas de TV. Até que um dia… achou melhor sair fora.➡️ Imersão de IA grátis da Alura! Você tem até dia 18 de junho para se inscrever totalmente grátis na mega imersão da Alura sobre como usar a IA no seu trabalho. Não precisa de experiência e nem ser da área técnica. Serão 5 dias de aulas com o padrão de qualidade Alura, para você ser aquele tipo de profissional que domina a tecnologia em vez se só ter medo.➡️ Apoie o Boa Noite Internet e ajude a gente a seguir contando histórias por aqui toda semana. Assinantes recebem uma newsletter semanal sobre o mundo da tecnologia e do trabalho, com direito a acesso às mais de 230 edições já lançadas, além do Boa Noite Internet Secreto, o feed com a versão na íntegra das entrevistas.
Uma pequena edição com tiragem de menos de 100 exemplares publicada pela Venas Abiertas que mudou a trajetória de José Falero. O trabalho chegou a bons leitores que lhe abriram portas. Passou, então, a escrever crônicas semanais para a revista Parêntese. Em 2020 Falero lançou pela Todavia o romance “Os Supridores”, narrativa marcada pela oralidade e pelo olhar para questões sociais. A obra foi finalista do Jabuti e conquistou uma boa quantidade de admiradores pelo país. Em 2021 o autor reuniu parte de suas crônicas em “Mas em que Mundo Tu Vive?”. Já no ano passado, aquele trabalho publicado pela Venas Abiertas ganhou nova edição. Falo de “Vila Sapo”, reunião de contos nos quais constrói retratos da vida na periferia de Porto Alegre. Autor que começou a ler tarde e cresceu num bairro pobre, à margem de bolhas literárias, Falero também chama atenção pela sua trajetória pessoal. Ele fala sobre essa caminhada na literatura no papo desta edição do podcast. Na conversa ainda passamos por possíveis formas para fazer com que livros cheguem a mais leitores, pelo rótulo de literatura marginal e pelo futebol, outra paixão que nos aproxima. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
Hoje vou contar pra vocês sobre o dia em que eu peguei um casal de mulheres e virei marmita delas. Eu ficava super excitada me imaginando com as duas e depois dos flertes acho que elas também curtiram a ideia. Vem ouvir como foi! Locução: @ouveamalu
Marisa Orth conversa com Tati Bernardi e conta sobre sua viagem de purificação na Índia, onde passou por experiências bem diferentes das que estamos acostumados, além de falar sobre dores e amores de personagens fortes, como a marcante Magda, de Sai de Baixo. Para arrancar ótimas risadas, a atriz também comenta o que acha de ter se tornado sex symbol, afirmando que foi "um brinde de Deus" em sua vida. Quer ouvir essas e outras histórias? Dê play no episódio. O programa "Desculpa Alguma Coisa", apresentado por Tati Bernardi, vai ao ar toda quarta-feira às 20h.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Que uma gravidez muda completamente a vida da mulher é fato inegável. Ao mesmo tempo, promove também, uma generosa mudança na vida do homem, que agora, precisa enxergar a vida pela ótica paterna. E as dúvidas vêm! Desde “Como me preparar para a nova rotina?”, “Como dar apoio à minha esposa ou namorada?” à “Como ensinar uma criança e não repetir as mesmas falhas que acho que tive na minha criação?” Então, vamos ouvir quem já passou isso? “VIREI PAI, E AGORA?” é o novo episódio do SNICAST PARA HOMENS. Acompanhe também as nossas redes sociais da Associação Fraternidade para mais conteúdos e novidades: https://bit.ly/FaceFrat (Facebook) e https://bit.ly/InstaFrat (Instagram)
Nesse episódio, a equipe do Cagando Regra usa a previsão ridícula de André Fran sobre a carreira do craque Vinicius Jr para uma análise sobre como lidar com o hate na internet! Ainda debochamos da monarquia britânica, comentamos o suicídio assistido do cineasta Jean-Luc Godard e damos as melhores dicas de série do ano! Confere, escuta, comenta, compartilha, dá like, manda no zap, posta no stories... Aquela coisa! -----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Meus candidatos apoiados em 2022: https://ideiasradicais.com.br/quem-defende-a-liberdade-nas-eleicoes-em-2022/ Quer ajudar candidatos? Inscreva-se: https://forms.gle/psPauyAxenmpbJ5WA Quer fugir do Brasil? Nos contate: https://www.settee.io/ https://youtube.com/c/Setteeio Nos acompanhe no Telegram: https://t.me/ideiasradicais Quer comprar Bitcoin no melhor preço do mercado? Bitpreço! http://bit.ly/BitprecoRadical Apoie o Ideias Radicais: https://www.catarse.me/projects/152640/
neste episódio eu conto um pouco o porque de eu ter largado a câmera e todo o peso de equipamentos pra me dedicar a fotografia de moda usando apenas meu iphone. instagram: @arthur.germano
Por que assuntos relacionados à mulher, como a menstruação e a menopausa sofrem tanto preconceito? As Saias também falam com Sandra Annenberg sobre os efeitos das fake news e claro, memes.
É fato: você vai se perder de si mesma quando se tornar mãe. Não que isso seja necessariamente ruim – o reencontro pode demorar mas ser muito transformador –, mas não tem como não ser atravessada pelas questões do vestir. E agora, como me visto? Parece que nada mais funciona, que você pegou o guarda roupa de outra pessoa, as roupas estão apertadas ou largas demais, não servem para amamentar, para cuidar de uma criança. O desespero é ainda maior ao não se identificar com nenhuma marca, não encontrar opções acessíveis, que tenham seu tamanho e parece que só resta escolher entre o bonito ou o funcional. Se está arrumada, não pensa na criança; se está básica demais, é uma largada, não se cuida. Quando a moda vai nos vestir? Quando vão nos deixar em paz com processos que levam tempo e não podem ser resolvidos agora? Como esperar quando parece que tudo é urgente? Espero que este episódio seja um abraço quentinho e que possa te ajudar de alguma maneira com algumas dicas e ideias possíveis.
Se você está ouvindo este podcast, a gente supõe que você tem 18 anos e é adulta. Ou uma jovem adulta. Aliás, o que é ser adulta? Não sabemos se vamos conseguir responder isso neste episódio, mas podemos tentar. A vida adulta é cheia de expectativas, decepções, erros e acertos. E ela chega com um sentimento constante de “meu Deus, o que eu estou fazendo aqui, tenho só seis anos e eu quero a minha mãe”. Para falar sobre as agruras da vida adulta, expectativas e decepções, Bertha, Bela e Taize chamaram a humorista Raquel Real Oficial. Ouve aí! Apoie o PPKANSADA com 8 reais por mês e faça parte do nosso grupo de desabafo no Telegram! https://apoia.se/ppkansada
Jardineiros de todo mundo, uni-vos!Sejam bem-vindos ao 1º episódio de meu mais novo projeto: um podcast curtinho e descontraído para ensinar você a cuidar melhor de seus cactos e suculentas. O que acha? Vem comigo? Nesse episódio de estreia, falo de como os cactos e suculentas entraram na minha vida e porque me apaixonei por […] O conteúdo Entre cactos e suculentas – Como virei pai de plantinha? aparece primeiro em Leo-Mogli.