Podcasts about Goulart

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Novus Capital
NovusCast - 05 de Junho 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 14:19


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por forte reavaliação das perspectivas de política monetária global. Nos Estados Unidos, indicadores de atividade e mercado de trabalho seguiram apontando economia resiliente, com melhora do sentimento empresarial refletida nos ISMs e reaceleração da média móvel de criação de empregos no payroll. O mercado passou a discutir um cenário de juros mais altos por mais tempo, com parte dos investidores começando a precificar altas de juros nos EUA, em linha com o movimento já observado na Europa e no Reino Unido. No campo geopolítico, as negociações envolvendo EUA e Irã continuam, mas sem resolução. Houve tentativa de cessar-fogo envolvendo Israel e Líbano, rejeitada pelo Hezbollah, mantendo a incerteza elevada e o petróleo pressionado. No Brasil, os dados seguem apontando atividade forte. A produção industrial reforçou a leitura de crescimento elevado no início do segundo trimestre, enquanto as projeções de inflação continuaram piorando, com revisões altistas tanto para este ano quanto para 2027. O mercado passou a reavaliar de forma relevante as expectativas para o Copom, diante da combinação entre atividade resiliente, inflação elevada, piora do cenário externo e desvalorização cambial. A expectativa segue sendo de corte na próxima reunião, mas com percepção crescente de que o ciclo estaria próximo do fim. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,59%, Nasdaq -4,53% e Russell 2000 -2,94%. No Brasil, o jan/29 abriu 95 bps, o Ibovespa caiu 2,62% e o real 2,37%. O petróleo subiu mais 3,34%. Na próxima semana, destaque para o CPI nos EUA e, no Brasil, atenção ao IPCA e PMS.

Me, Myself, and AI
AI for Interoperability in Health Care: Philips's Carla Goulart Peron

Me, Myself, and AI

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 33:55


On today's episode, Philips's chief medical officer Carla Goulart Peron shares how artificial intelligence is reshaping health care — not by replacing clinicians but by expanding access, improving diagnostics, and freeing doctors to focus more time on patients. Drawing on her experience practicing medicine in Brazil's strained public health system, she explains how technologies like AI-assisted imaging and remote collaboration can bridge critical gaps in care. Carla also explores the challenges of trust, bias, interoperability, and women's health data in the next era of AI-enabled medicine. She offers a grounded, global perspective on how technology can make health care more human. Read the episode transcript here. Guest bio: Dr. Carla Goulart Peron is chief medical officer at Philips. A physician by training, she leads the global team shaping the health technology company's medical strategy for achieving scientific excellence across medical affairs, clinical research, medical safety, and health economics. Before joining Philips, she was vice president and chief medical officer for surgical innovations and robotics at Medtronic. Me, Myself, and AI is a podcast produced by MIT Sloan Management Review and hosted by Sam Ransbotham. It is engineered by David Lishansky and produced by Allison Ryder. We encourage you to rate and review our show. Your comments may be used in Me, Myself, and AI materials. ME, MYSELF, AND AI® is a federally registered trademark of Massachusetts Institute of Technology. All rights reserved.

Novus Capital
NovusCast - 29 de Maio 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later May 29, 2026 12:25


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo entre Estados Unidos e Irã. Ao longo dos últimos dias, Trump indicou que restariam poucos pontos para um entendimento, incluindo questões relacionadas ao programa nuclear iraniano e às condições de reparação do país. O mercado encerra a semana com expectativa mais positiva sobre a possibilidade de avanço nas negociações. Nos dados econômicos, o Core PCE veio abaixo do esperado, com surpresa baixista concentrada em serviços ex-habitação. O dado representou a primeira surpresa baixista relevante de inflação após sequência de números mais fortes, embora os indicadores anualizados ainda permaneçam acima da meta do Fed. No Brasil, a semana trouxe dados econômicos relevantes. O IPCA veio levemente acima do esperado, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e energia elétrica, enquanto os núcleos permaneceram em linha. O Caged veio abaixo das expectativas, sugerindo desaceleração marginal do mercado de trabalho, embora a PNAD tenha continuado mostrando força, com nova mínima da taxa de desemprego e crescimento robusto da massa salarial. O PIB do primeiro trimestre veio em linha com o esperado, mas com composição forte, reforçando revisões altistas para o crescimento de 2026. No campo político, seguiram os efeitos das medidas expansionistas do governo e dos desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro. Nos mercados, a semana foi marcada por forte desempenho das bolsas globais. As bolsas americanas subiram entre 1,5% e 3%, enquanto mercados ligados à tecnologia continuaram se destacando, com alta expressiva na Coreia do Sul e desempenho positivo de emergentes. Os juros fecharam globalmente, com destaque para os Treasuries, enquanto o petróleo caiu cerca de 9% na semana, refletindo o maior otimismo com um possível acordo geopolítico. O dólar teve comportamento misto, enquanto o ouro avançou levemente. No Brasil, o Ibovespa caiu cerca de 1%, pressionado pela Petrobras e pelo ambiente doméstico. Na próxima semana, destaque para dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, além da continuidade das negociações entre EUA e Irã.

Novus Capital
NovusCast - 22 de Março 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later May 22, 2026 12:37


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana seguiu marcada pelas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Trump chegou a sinalizar um possível ataque, posteriormente cancelado após pedidos de países do Golfo. As conversas continuam, mas seguem os impasses envolvendo o enriquecimento de urânio e o controle do fluxo no estreito de Ormuz. A ata do Fed mostrou maioria dos membros considerando apropriada uma alta de juros caso a inflação permaneça persistentemente acima da meta. O Waller, um dos diretores da entidade, que anteriormente defendia cortes, afirmou que discutir redução de juros no curto prazo seria inadequado diante dos dados recentes. Na Zona do Euro, os PMIs mostraram desaceleração adicional da atividade, principalmente em serviços. No Brasil, a semana teve poucos dados econômicos, com destaque maior para os desdobramentos políticos. O diretor do BCB Nilton David teve discurso interpretado como mais dovish, reforçando expectativa de continuidade dos cortes de 25 bps na Selic. Nas pesquisas eleitorais, Flávio Bolsonaro perdeu espaço após os áudios divulgados na semana anterior, enquanto Lula apresentou melhora marginal de aprovação. Apesar disso, a leitura segue de disputa ainda competitiva no segundo turno, com Flávio Bolsonaro permanecendo como candidato viável. Nos EUA, os juros mais curtos tiveram abertura marginal, e os mais longos fechamento marginal, enquanto as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,88%, Nasdaq +1,22% e Russell 2000 +2,72%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 28 bps. No Brasil, o jan/29 fechou 27 bps, o Ibovespa desvalorizou 0,61% e o real valorizou 0,38%. Na próxima semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, atenção para o PIB, IPCA-15, dados de mercado de trabalho e índices de confiança.

Novus Capital
NovusCast - 15 de Maio 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later May 15, 2026 16:35


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O CPI surpreendeu para cima, com alta de 0,6% no mês, puxado principalmente por alimentação e disseminado entre os componentes. O núcleo veio próximo das expectativas, com preços de bens mais comportados, mas inflação de serviços ainda elevada, especialmente em itens mais voláteis. O PPI também veio mais forte, embora os componentes relevantes para o PCE tenham sido mais benignos. Na atividade, varejo e produção industrial surpreenderam positivamente, reforçando o cenário de crescimento resiliente. No Reino Unido, continuou a pressão política sobre o primeiro-ministro Keir Starmer após o resultado fraco nas eleições locais, com aumento das especulações sobre sua permanência no cargo. No campo geopolítico, seguiram as discussões sobre possível acordo entre Estados Unidos e Irã, mas ainda sem avanços concretos. Também houve encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, sem grandes anúncios, mas mantendo o esforço de aproximação entre os dois países. No Brasil, o IPCA veio em 0,67%, em linha com o esperado, com piora de serviços subjacentes, reduzindo espaço para cortes de juros. A PMC surpreendeu positivamente, com alta disseminada. No campo político, foi divulgada nova pesquisa eleitoral, com melhora do Lula e piora do Flávio Bolsonaro. Além disso, a semana foi marcada pela divulgação de conversas envolvendo Flávio e Daniel Vorcaro, trazendo impacto negativo para a oposição. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,13%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -2,37%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 27 bps. No Brasil, o jan/31 abriu 64 bps, o Ibovespa caiu 3,71% e, o real, 3,3%. Na próxima semana, destaque para os PMIs de maio e para a ata da última reunião do Fed. No Brasil, o foco segue nos desdobramentos políticos.

Novus Capital
NovusCast - 8 de Maio 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later May 8, 2026 10:09


Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll voltou a surpreender positivamente, mas a pesquisa das famílias mostrou sinais mais fracos, com queda no número de empregados, leve aumento da taxa de desemprego e redução da taxa de participação. No campo geopolítico, voltaram as notícias de possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo discussões sobre moratória do enriquecimento nuclear iraniano, retirada de sanções e flexibilização das restrições no estreito de Ormuz, mantendo o mercado atento aos desdobramentos, sem confirmação por parte do Irã. No Brasil, a produção industrial de março veio levemente positiva, reforçando expectativa de crescimento forte no primeiro trimestre. A ata do Copom trouxe leitura um pouco mais dovish que o comunicado, aumentando marginalmente a probabilidade de continuidade dos cortes de juros, embora o cenário de petróleo elevado siga limitando espaço para aceleração do ciclo. A balança comercial de abril registrou superávit recorde para o mês, impulsionada por soja, carne e petróleo, ajudando o desempenho do real. Nos EUA, os juros fecharam a semana com variações marginais, enquanto o destaque ficou para as ações de tecnologia – Nasdaq +5,5%, S&P 500 2,33% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, o jan/29 fechou 15 bps, o Ibovespa caiu 1,71% e o real valorizou 1,37%. Na próxima semana, destaque para dados de inflação nos EUA e no Brasil, e dados de varejo nos EUA.

Jose Candeias - HÀ Conversa
Ponta Delgada-Senhor Santo Cristo dos Milagres - Lena Goulart

Jose Candeias - HÀ Conversa

Play Episode Listen Later May 7, 2026 12:50


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senhor milagres goulart santo cristo ponta delgada
Novus Capital
NovusCast - 30 de Abril 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 17:11


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões de política monetária condicionadas ao cenário de guerra. Na Zona do Euro, o CPI de abril veio em linha, com headline pressionado por energia e núcleo comportado. A leitura do ECB, que manteve a taxa inalterada, foi de que o cenário segue compatível com novas altas de juros, caso não haja melhora relevante nos preços de energia. No Reino Unido, o banco central também não alterou a taxa de juros, destacando risco de desancoragem, mas também sinais de desaceleração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, o PIB do primeiro trimestre mostrou consumo um pouco melhor, mas ainda com contribuição inferior à do final de 2025, compensada por forte investimento, especialmente em tecnologia. A inflação medida pelo PCE confirmou as expectativas, enquanto a renda real caiu no mês, mas com crescimento real do consumo. Na decisão do Fed, que também não alterou a taxa, houve divisão sobre retirar o viés de corte de juros do guidance, mas a maioria dos diretores optou por esperar. No Brasil, o IPCA-15 veio em 0,89%, com impacto baixista de passagem aérea. Excluindo esse item, a inflação segue elevada, com pressão em bens industriais e efeitos do petróleo se espalhando, com expectativa de números altos nos próximos meses. O mercado de trabalho segue forte, como confirmado pelo Caged e pela PNAD. No campo político, a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi um evento relevante, sinalizando dificuldades do governo na articulação. O Copom cortou juros em 25 bps e sinalizou que o ciclo de calibragem pode ser menor que o anteriormente previsto. Nos EUA, os juros abriram entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram leve alta – S&P 500 +0,61%, Nasdaq +0,54% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,8% e o real valorizou 0,52%. O petróleo subiu 11,3%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA. No Brasil, atenção à ata do Copom e aos dados de atividade.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Vereador propõe reduzir salários do Executivo em Laguna

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 12:06


O vereador Edi Goulart anunciou que pretende apresentar um projeto de lei para reduzir os salários do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais de Laguna. A proposta, segundo ele, é uma resposta ao que classificou como “supersalários” no Executivo. De acordo com o parlamentar, a iniciativa surgiu após um comparativo com outras cidades e até com o governo do Estado. Goulart sustenta que, proporcionalmente à arrecadação, o município estaria pagando valores superiores aos de cidades maiores e até acima do próprio governo estadual. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta quarta-feira (29), o vereador detalhou os aumentos registrados nos últimos anos. Segundo ele, salários de secretários praticamente dobraram, passando de cerca de R$ 5.800 para aproximadamente R$ 12 mil a R$ 13 mil. O vice-prefeito teria tido aumento de R$ 13 mil para R$ 19 mil, enquanto o salário do prefeito passou de R$ 19 mil para R$ 23 mil. Goulart argumenta que os reajustes não acompanham a realidade financeira do município. “São aumentos que não condizem com o nosso município. A arrecadação não é aquilo tudo, e são milhões por ano pagos só nessa diferença de salário, enquanto faltam serviços básicos”, afirmou. O vereador citou problemas como falta de iluminação pública, mato nas ruas e ausência de medicamentos nos postos de saúde. A proposta ainda está em fase de estudo. Segundo o parlamentar, a legislação impede a redução dos salários durante o mandato atual, mas o projeto deverá ser apresentado nos próximos dias com previsão de vigência a partir da próxima gestão. A intenção, conforme destacou, é redirecionar os recursos públicos para áreas consideradas prioritárias pela população.

Novus Capital
NovusCast - 17 de Abril 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 12:14


Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por avanço nas negociações envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. O estreito de Ormuz foi declarado reaberto, ainda com restrições operacionais, e houve sinalizações de um possível acordo, com Trump indicando que o Irã teria aceitado termos relevantes, incluindo a remoção de urânio, ainda que sem confirmação oficial. A expectativa é de avanço nas negociações no curto prazo. Nos dados econômicos, o PPI veio abaixo do esperado, ajudando a consolidar projeções mais baixas para o PCE – apesar de núcleos ainda rodando em patamar desconfortável para o Fed. O Beige Book indicou empresas em postura de espera diante das incertezas, com pressão de custos. Nas reuniões do FMI, membros do Banco Central Europeu sinalizaram preferência por aguardar, sem viés de elevação de juros diante das incertezas sobre os efeitos de segunda ordem para a inflação. No Brasil, a semana foi marcada por comunicações do Banco Central durante reuniões do FMI, com sinais mistos entre diretores – o Nilton David sendo interpretado como mais dovish, e o Paulo Picchetti como mais hawkish. Dados de atividade (PMC e PMS) vieram mais fracos na margem, mas influenciados por efeitos de calendário. No campo político, pesquisas indicaram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula, enquanto o governo sinalizou medidas para combate ao elevado patamar de endividamento das famílias por um lado, e por outro vem tentando evitar novas medidas fiscalmente negativas. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 10 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +4,54%, Nasdaq +6,20% e Russell 2000 +5,56%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa caiu 0,8% e o real subiu 0,56%. O petróleo caiu 12%. Na próxima semana, no Brasil, a agenda é mais esvaziada. No exterior, destaque para vendas no varejo nos EUA e PMIs de abril dos EUA e Europa.

Experiência do Cliente
#256 - Experiência do Cliente B2B - com Hugo Goulart, co-founder da Nexxus Energia

Experiência do Cliente

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 5:28


#256 - Experiência do Cliente B2B - com Hugo Goulart, co-founder da Nexxus EnergiaO Prof. Dr. Fernando Coelho esteve no Maranhão Gestão e conversou com diversos especialistas, professores de negócios e empresários. Confira mais um bate papo e um tema incrível. 

Novus Capital
NovusCast - 10 de Abril 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 13:45


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias. No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus. Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%. Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).

Audio Arguendo
USCA, First Circuit Goulart v Cape Cod Healthcare, Case No. 25-1672

Audio Arguendo

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026


Privacy: When do internet tracking tools violate the Wiretap Act? - Argued: Mon, 06 Apr 2026 13:23:55 EDT

O Antagonista
Cortes do Papo - ‘A Conspiração Condor' estreia nos cinemas de todo o Brasil

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 11:53


O thriller político “A Conspiração Condor” estreia nesta quinta-feira, 7, nos cinemas. Ambientado nos anos 1970, durante o regime militar, o filme investiga os bastidores das mortes dos ex-presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart, ocorridas no mesmo ano em circunstâncias suspeitas. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:   https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Condor #Estreia #Cinema #Filme #Conspiracao #Historia #Lancamento #Brasil #Politica #Documentario #Ditadura #Suspense #Trailer #Podcast #Cultura #Nacional #Investigacao #Geopolitica #Militar #Analise

Oral Arguments for the Court of Appeals for the First Circuit

Goulart v. Cape Cod Healthcare, Inc.

Novus Capital
NovusCast - 02 de Abril 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 14:47


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho. No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%. Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.

Novus Capital
NovusCast - 27 de Março 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 20:43


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por sinais mistos no conflito no Oriente Médio. O início da semana trouxe uma leitura mais construtiva, com sinalização de negociações e adiamento de ataques a infraestrutura energética, mas ao longo dos dias houve intensificação das ofensivas e aumento das ameaças. O estreito de Ormuz seguiu com fluxo bastante restrito, com relatos de interceptação de navios e restrições operacionais. A incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos segue elevada, especialmente pelo canal de energia. Na política monetária, a comunicação do Banco Central Europeu ganhou destaque, com a Lagarde adotando tom mais hawk e sinalizando a preocupação da entidade com o risco inflacionário, afirmando poder agir nas próximas reuniões, enquanto a Schnabel reforçou a importância de não agir precipitadamente, nem ignorando, nem antecipando os efeitos da guerra. O banco central do México cortou os juros em 0,25%. No Brasil, o IPCA-15 voltou a surpreender para cima, com alta de 0,44%, acima das expectativas, impactado principalmente por passagens aéreas, apesar de composição dos núcleos um pouco melhor. A ata e o Relatório de Inflação reforçaram a mensagem de calibragem e serenidade do Banco Central, com o ritmo de cortes dependente do preço do petróleo. A PNAD indicou leve alta do desemprego, mas ainda próxima das mínimas históricas, com massa salarial real em crescimento. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -2,12%, Nasdaq -3,20% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa subiu 3,03% e o real valorizou 1,47%.  Na próxima semana, atenção ao payroll nos EUA e à inflação da Zona do Euro, além dos desdobramentos do conflito. No Brasil, destaque para o Caged, produção industrial e dados de crédito.

Novus Capital
NovusCast - 20 de Março 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 14:01


Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade do conflito no Oriente Médio, com aumento das incertezas sobre sua duração e impactos. Os ataques passaram a atingir também infraestruturas energéticas, elevando o risco não só sobre o estreito de Ormuz, mas sobre outras rotas relevantes de petróleo e gás. Em paralelo, foi semana de decisões de bancos centrais. O Fed manteve os juros, revisou projeções de inflação e atividade para cima e indicou maior cautela, destacando a necessidade de mais progresso na inflação. O BoE e o ECB também mantiveram os juros inalterados, com decisão unânime e mais hawkish do primeiro. No Brasil, o BCB cortou a Selic em 25 bps, com projeção de inflação menor que a expectativa, transmitindo uma mensagem de calibragem e serenidade. A semana foi marcada por forte volatilidade na curva de juros, com atuação do Tesouro via recompra de títulos no início da semana. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 18 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P500 -1,9%, Nasdaq -1,98% e Russell 2000 -1,68%. O juro de 2 anos do Reino Unido abriu 44 bps. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps e o Ibovespa desvalorizou 0,81%. Apesar da volatilidade, o petróleo fechou a semana sem variação relevante, o ouro caiu 10,50% e o DXY 0,86%. Na próxima semana, destaque para a ata do Copom e o relatório de inflação do Banco Central, além do IPCA-15 e da PNAD. No cenário internacional, o foco permanece na evolução do conflito e seus desdobramentos.

Novus Capital
NovusCast - 13 de Março 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 18:10


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o principal destaque seguiu sendo o conflito no Oriente Médio. O filho do aiatolá Ali Khamenei foi confirmado como novo líder supremo do Irã e os ataques entre Irã, Israel e Estados Unidos continuaram ao longo da semana. O estreito de Ormuz operou com fluxo praticamente zero de navios, ampliando a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e a duração do conflito. Nos EUA, o CPI veio em linha com o esperado, com composição benigna, mas o “supercore” do PCE veio um pouco mais elevado que a expectativa. No Brasil, os dados de atividade (comércio e serviços) vieram mais fortes que o esperado. O IPCA de fevereiro veio em 0,70%, acima da expectativa de 0,64%, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e cuidados pessoais. A alta recente do petróleo trouxe incerteza para o início do ciclo de cortes de juros, levando o mercado a discutir redução de 25 bps em vez de 50 bps. No campo político, pesquisas mostraram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. O governo também anunciou medidas para reduzir impostos sobre combustíveis e compensar a arrecadação com taxação sobre exportação de petróleo. No mercado de crédito, a semana foi marcada por abertura nos spreads e pressão no secundário. Entre os eventos corporativos, a Raízen entrou com recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$65 bilhões em dívidas. O GPA entrou em recuperação judicial envolvendo aproximadamente R$4,5 bilhões, enquanto a Oncoclínicas iniciou negociação com debenturistas para waiver de pagamentos de juros sobre dívida de cerca de R$4,8 bilhões. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo, caindo entre 1% e 2%. No Brasil, o jan/29 abriu 66 bps, e o Ibovespa caiu 0,95%. O petróleo subiu mais de 8% na semana.  Na próxima semana, destaque para as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Europa, Inglaterra, Japão e Brasil.

We Need To Talk with Toni Street
Throwback: Vertigo and dizziness with Denise Taylor and Lisa Goulart

We Need To Talk with Toni Street

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 17:16 Transcription Available


This week on We Need To Talk we're bringing back one of our favourite episodes from the past few years. It's very likely you or someone you know has experienced vertigo at some point in your life. There are many different causes of vertigo, as it's a symptom and not an illness itself. Luckily, the New Zealand Dizziness and Balance Center specializes in discovering the cause of feelings of vertigo and dizziness and fixing the symptoms in as little as just one session. In this episode Toni chats with Lisa Goulart and Denise Taylor about the different ways they can treat vertigo, from physiotherapy and ear, nose and throat specialists to psychotherapy. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Novus Capital
NovusCast - 06 de Março 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 20:40


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após o fracasso das negociações nucleares, uma ofensiva coordenada resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e na destruição de parte relevante da estrutura de defesa do país, gerando forte incerteza política sobre a sucessão. O Irã respondeu com ataques contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio. Do ponto de vista econômico, a principal preocupação passou a ser o estreito de Ormuz, por onde passa parte relevante do comércio global de petróleo transportado por mar. Além disso, o Payroll nos EUA veio mais fraco que o esperado, com destruição de vagas e leve alta da taxa de desemprego, embora o dado tenha sido influenciado por fatores temporários como greves, condições climáticas e ajuste do censo. No Brasil, o diretor do BCB Nilton David afirmou que avaliam ajuste para um juro real em patamar mais baixo diante da inflação mais controlada. Do lado dos dados econômicos, o Caged veio ligeiramente acima da mediana, com massa salarial crescendo de forma expressiva; e o PIB do quarto trimestre de 2025 veio em linha com as expectativas, com crescimento de 2,3% no ano, mas com queda da demanda interna. Novos desdobramentos ligados ao Banco Master seguiram no radar, aumentando a atenção aos desenvolvimentos políticos. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 23 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,02%, Nasdaq -1,27% e Russell 2000 -4,07%. No Brasil, o jan/31 abriu 68 bps, o Ibovespa caiu 4,99% e o real desvalorizou 2,16%. O petróleo subiu 36%, e o DXY valorizou 1,29%. Na próxima semana, destaque para a evolução da guerra, inflação nos EUA e, no Brasil, para os dados de atividade (PMC, PMS), inflação e novas pesquisas eleitorais.

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Podcast Episode 227: MYLES GOULART-ROMANO

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Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 47:44


Welcome, musician Myles Goulart, AKA Myles Goulart-Romano, who started playing the violin at 5 years old. Throughout the years, Myles started taking lessons on other instruments: piano, flute, and voice. He joined the New Bedford Symphony Youth Orchestra, and during one holiday concert, playing side-by-side with the adult full-size orchestra, he was seated next to the harpist. Myles spoke with the harpist as she was packing away her harp in the parking garage, and signed up for lessons with her. Myles Goulart grew from a 22-string Celtic harp to his current 40-string petite pedal harp. He continued the classical training for years and started playing the harp in the youth orchestra. Through college, working as an RN, and opening his vintage shop, Hewn, Myles filled his spare time writing and recording music. His album Divine Automaton was released in the summer of 2024 and was "a project in which I found myself developing a new set of skills on the harp. I haven't been able to stop writing lately, and I'm very excited to see where this next project goes." Scott Bishop spoke with Myles, who shared his story as a harpist and so much more.   Myles Goulart Fairhaven Massachusetts 02719 508-965-5470   Email | Website | Facebook | Instagram | Spotify   PODCASTS ALSO AVAILABLE ON: YouTube WHILE YOU'RE HERE: Please consider donating whatever you can to ensure that our mission continues as we document the legacies of South Coast Artists. If you would like to be a guest on The Artists Index or have a suggestion, please let us know!  

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NovusCast - 27 de Fevereiro 2026

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Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 20:52


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o debate sobre os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho ganhou destaque. Um artigo do Citrini Research trouxe uma visão mais pessimista, sugerindo que a IA pode ampliar a substituição entre capital e trabalho, reduzir a renda do trabalho, enfraquecer o consumo e gerar pressões deflacionárias. Em contraponto, análises como a da Citadel destacaram que grandes ondas tecnológicas historicamente destruíram empregos, mas também criaram novos postos em maior número ou valor, impulsionando ganhos de produtividade e a expansão de novas atividades. A divergência está menos no aumento de produtividade e mais na velocidade de adaptação e na distribuição desses ganhos. A semana também foi marcada pela continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e, no Japão, pela indicação de novos membros para o BOJ, além de relatos de preocupação do governo com a trajetória recente de alta de juros. No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu para cima, com alta de 0,84% ante expectativa 0,58%, puxado por itens voláteis como passagens aéreas, seguro e perfumes. A curva de juros abriu após o dado. No campo político, pesquisas mostraram continuidade da perda de popularidade do presidente Lula, com Flávio Bolsonaro empatado ou ligeiramente à frente em cenários de segundo turno, além do avanço da agenda da oposição. A incerteza em torno da IA gerou rotação setorial nos mercados, com destaque para a queda de cerca de 8% dos bancos regionais nos EUA (KRE). Mesmo após resultados fortes, a Nvidia encerrou a semana em baixa. Os índices Nasdaq (-0,20%) e S&P 500 (-0,40%) registraram leves quedas, enquanto o Russell 2000 foi mais impactado, recuando 1,70%. Os juros americanos fecharam, com redução de prêmio na parte longa. O dólar seguiu fraco frente a emergentes e moedas desenvolvidas, com valorização de 1% do real. Ouro e prata avançaram, assim como o petróleo, em meio à tensão geopolítica. O Ibovespa caiu aproximadamente 1%. Na próxima semana, destaque para payroll, ISMs e vendas no varejo nos EUA, inflação na Zona do Euro e PMIs da China. No Brasil, atenção ao Caged e ao PIB.

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NovusCast - 20 de Fevereiro 2026

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Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 13:01


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano. No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%. Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.

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NovusCast - 13 de Fevereiro 2026

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Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 17:45


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana começou com surpresa na eleição do Japão, com vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, demonstrando sua popularidade e força para avançar numa agenda fiscal expansionista. Nos EUA, as vendas no varejo vieram abaixo do esperado, e o core da inflação veio em linha com a expectativa, apesar do headline um pouco mais baixo. Entretanto, o destaque foi o payroll, que trouxe contratações acima do esperado e recuo da taxa de desemprego. No Brasil, o IPCA de janeiro foi 0,33%, com aberturas ligeiramente piores, mas ainda dentro de um quadro considerado tranquilo para o início do ano. Os dados de PMS e PMC foram um pouco mais fracos que o esperado, mas sem alterar a expectativa de PIB. Novas pesquisas eleitorais mostraram avanço de Flávio Bolsonaro e redução de sua rejeição, enquanto Lula segue sem recuperar popularidade. O presidente do BCB, Gabriel Galípolo, gerou volatilidade ao mencionar “parcimônia e cautela”, posteriormente reiterando que o relevante é a comunicação oficial da entidade. No mercado de crédito, houve abertura de spreads em todos os segmentos. Apesar disso, parte relevante do movimento foi puxada por Raízen, após prejuízo trimestral e, principalmente, notícias não oficiais, mas bastante detalhadas, sobre possíveis reestruturações para a empresa, inclusive envolvendo credores. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,39%, Nasdaq -1,37% e Russell 2000 -0,89%. No Brasil, o jan/31 fechou 11 bps, o Ibovespa subiu 1,92% e o real caiu 0,07%. O iene japonês valorizou 3%. Na próxima semana, atenção ao IBC-Br no Brasil e ao PIB do quarto trimestre nos EUA.

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NovusCast - 06 de Fevereiro 2026

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Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 16:20


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o Banco Central Europeu manteve os juros em 2%, em uma reunião sem surpresas relevantes. Já o Banco Central da Inglaterra manteve a taxa em 3,75%, em decisão considerada dovish, com 4 votos por queda, e 5 por manutenção, além de projeções mais favoráveis para a convergência da inflação. Nos EUA, o ISM de manufaturas mostrou alta em novas ordens e produção, que parece impulsionada por recomposição e antecipação de estoques diante de incertezas tarifárias, enquanto o ISM de serviços veio estável, mas com demanda desigual entre os setores. No mercado de trabalho, o ADP veio abaixo do esperado e o número de vagas abertas recuou novamente. No campo geopolítico, EUA e Irã iniciaram negociações. No Brasil, a ata do Copom deixou aberta a possibilidade de um primeiro corte de maior magnitude que a esperada anteriormente. No campo político, a volta do Congresso e sinalizações sobre possíveis nomes para o Banco Central geraram ruído, especialmente em relação à condução da política monetária. Os nomes que tendem a ser indicados são Guilherme Mello, do Ministério da Fazenda, e Tiago Cavalcanti, professor de Cambridge. No mercado de crédito, a semana marcou uma mudança de comportamento, com abertura de spreads em debêntures tradicionais e incentivadas, principalmente em nomes mais longos. No primário, o volume foi reduzido. Houve aumento de volatilidade dos títulos de Raízen, após notícias não oficiais e recompra de títulos com cláusulas de cross default da Cosan, elevando a cautela dos investidores. Nos EUA, os juros tiveram fechamento marginal, e as bolsas seguiram com desempenho misto – S&P 500 -0,17%, Nasdaq -1,97% e Russell 2000 +2,14%. No Brasil, o jan/27 fechou 11 bps, o jan/35 abriu 20 bps, o Ibovespa subiu 0,78% e o real valorizou 0,86%. Na próxima semana, destaque para o payroll e dados de inflação nos Estados Unidos; eleições parlamentares no Japão; dados de atividade, inflação e pesquisas eleitorais no Brasil.

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NovusCast - 16 de Janeiro 2026

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Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 14:53


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a inflação (CPI) de dezembro nos EUA trouxe surpresa baixista, inclusive nos núcleos – entretanto, por conta do shutdown, algumas coletas sofreram modificações, levantando dúvidas sobre a confiabilidade dos dados. Os dados de varejo por lá vieram um pouco melhores que a expectativa. Politicamente, Trump deu sinais de que pode manter Kevin Hassett na Casa Branca, elevando a expectativa que Kevin Warsh, ex-membro do Fed, assuma a presidência da entidade. No Brasil, os dados de serviços vieram um pouco mais fracos que o esperado, e os dados de varejo mais fortes. No campo político, o ex-presidente Bolsonaro foi transferido para a Papudinha após diálogo de Michelle Bolsonaro com o STF. Além disso, pesquisas eleitorais mostraram queda na rejeição de Flávio Bolsonaro e aumento nas intenções de voto no segundo turno. Por fim, houve sinalização que Ratinho Jr. e Romeu Zema também serão candidatos nas eleições presidenciais. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,38%, Nasdaq -0,92% e Russell 2000 +2,04%. No Brasil, o jan/35 abriu 16 bps, o Ibovespa subiu 0,88% e o real caiu 0,10%. O ouro subiu mais 1,92%. Na próxima semana, destaque para os dados de inflação e atividade nos EUA, além de dados de atividade na Europa e possíveis desdobramentos no Irã. No Brasil, o foco serão as pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!

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NovusCast - 09 de Janeiro 2026

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Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 16:47


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a captura de Nicolás Maduro por uma operação dos EUA, com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente e sinalizando reaproximação diplomática com os americanos. Ao mesmo tempo, o Irã enfrenta novos protestos violentos contra o governo, com mais de 2 mil prisões. Nos EUA, o payroll de dezembro reforçou desaceleração nas contratações, mas sem demissões em massa. Na Zona do Euro, a inflação de dezembro reforçou a leitura de desinflação, mas o ECB segue dependente dos dados antes de sinalizar cortes. No Brasil, o IPCA de dezembro veio em linha com o esperado, mas com núcleos ligados a serviços de mão de obra ainda elevados. A produção industrial veio com composição mista, sem surpresas relevantes. No campo político, o Flávio Bolsonaro deu uma entrevista em que buscou uma posição mais ao centro. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,57%, Nasdaq +2,22% e Russell 2000 +4,67%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa valorizou 1,76% e o real 1,09%. O petróleo subiu 2,55%. Na próxima semana, atenção para dados de inflação e atividade nos EUA e, no Brasil, dados de atividade (PMC e PMS) e pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!

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NovusCast - 19 de Dezembro 2025

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Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 12:52


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores. Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias. No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes. Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%. Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.

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NovusCast - 12 de Dezembro 2025

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Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 17:21


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo. No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião. Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest. Não deixe de conferir!

Um Passeio pela História | Com Milton Teixeira
Morte do ex-presidente João Goulart

Um Passeio pela História | Com Milton Teixeira

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 2:20


Milton Teixeira fala sobre a morte do ex-presidente brasileiro João Belchior Marques Goulart, no interior da Argentina, no dia 6 de dezembro de 1976.

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NovusCast - 05 de Dezembro 2025

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Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 9:26


Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a divulgação do ADP reforçou sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho americano, com nova queda nas vagas em novembro; o PCE  confirmou a tendência de desaceleração da inflação; e os ISMs mantiveram a tendência de serviços superando manufaturas. O Trump sinalizou provável anúncio do nome de Kevin Hassett para o Fed, ainda sem oficialização. No Japão, o tom mais hawkish do presidente do BoJ, Kazuo Ueda, trouxe expectativa de aumento da taxa de juros. Na Europa, a inflação da Zona do Euro ficou próxima do esperado.  No Brasil, o PIB do 3º trimestre veio levemente abaixo do esperado, principalmente pelo consumo das famílias. Foi divulgada nova pesquisa Atlas, indicando interrupção na melhora da popularidade do presidente Lula. No campo político, a sexta-feira foi marcada por forte tensão: Flávio Bolsonaro anunciou que tem o apoio do pai para disputar a presidência, por ora frustrando a expectativa de consolidação da candidatura de Tarcísio. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 12 bps, e as bolsas subiram – S&P 500 +0,31%, Nasdaq +1,01%, Russell 2000 +0,84%. No Brasil, o jan/29 abriu 47 bps, o Ibovespa caiu 1,07% e o real 2,12%. Na próxima semana, os destaques são as decisões dos bancos centrais americano, canadense, australiano e brasileiro, além de dados de inflação e atividade no Brasil. Não deixe de conferir!

20 Minutos com Breno Altman
Dossiê Smart: quando a corrupção chega nos quartéis - Rubens Pierrotti Jr. - 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 88:02


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NovusCast - 28 de Novembro 2025

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Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 18:38


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi o discurso de John Williams, do Fed, que reforçou a perspectiva de corte de 25 bps na reunião de dezembro. Os dados nos EUA foram escassos por conta do feriado de Thanksgiving, e os que foram divulgados ainda são referentes a setembro: vendas no varejo um pouco abaixo do esperado, e PPI em linha com a expectativa. No Reino Unido, o governo anunciou um pacote que aumenta impostos e amplia a folga fiscal, mas com a maior parte da consolidação concentrada nos últimos anos da projeção. No Brasil, o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, mas refletindo também efeitos da COP 30 sobre preços de hospedagem e turismo. Já os dados de mercado de trabalho – Caged e PNAD - mostraram alguma desaceleração, mas ainda nível robusto. Os dados de confiança demonstraram retomada em termos de atividade. Por fim, o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, reafirmou o tom de serenidade, indicando que não houve divulgação de dados que alterassem as perspectivas do comitê. No mercado de crédito, a semana foi mais volátil que o normal e marcada por fluxo irregular. O índice de empresas high grade fechou estável, apesar das oscilações, enquanto o de empresas low rated abriu 15 bps na semana, devolvendo parte da forte compressão do início do mês. O mercado primário ainda seguiu sólido em novembro, mas com pipeline mais esvaziado. A perda do grau de investimento da Raízen foi oficializada, mas já era precificada pelo mercado local. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 5 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +3,73%, Nasdaq +4,93% e Russell 2000 +5,52%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 18 bps. No Brasil, o jan/35 fechou 24 bps, o Ibovespa valorizou 2,78% e o real 1,28%. Na próxima semana, atenção para o PIB do 3º tri no Brasil e para os ISMs de novembro nos EUA.

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NovusCast - 21 de Novembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 16:23


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos. No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%. Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação. Não deixe de conferir!

Novus Capital
NovusCast - 14 de Novembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 14:04


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia. No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais. Não deixe de conferir!

20 Minutos com Breno Altman
Quem foi o marechal Lott? - Felipe Lott - Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 117:16


Quem foi o marechal Lott? - Felipe Lott - Programa 20 Minutos

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NovusCast - 07 de Novembro 2025

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Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 15:03


Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a piora dos dados de mercado de trabalho nos EUA – diante do shutdown, ganham relevância dados alternativos, que apontaram enfraquecimento, com menor intenção de contratação e aumento na expectativa de desemprego. Os ISMs vieram mistos, com serviços um pouco melhores e manufaturas mais fracas, mas o tom geral dos empresários continua de cautela. A Suprema Corte iniciou julgamento sobre os poderes do presidente de impor tarifas unilateralmente, estratégia utilizada por Trump ao longo do atual mandato. No Reino Unido, o BoE manteve juros estáveis por 5 votos a 4, sinalizando percepção de que os riscos altistas para inflação, por ora, diminuíram. No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a estratégia de juros contracionistas por período prolongado, reduzindo a possibilidade de cortes ainda esse ano. A produção industrial veio em linha com o esperado. O Senado aprovou a isenção de IR para quem ganha até R$5.000, faltando apenas a sanção presidencial. A semana também foi marcada por resultados positivos de empresas brasileiras. No mercado de crédito, houve correção adicional nos spreads de debêntures tradicionais, com abertura de 36 bps, e nomes low rated abrindo 60 bps, refletindo os fundamentos depois de tantos meses de descasamento devido ao movimento técnico. Debêntures incentivadas tiveram movimento mais técnico, com leve abertura. No exterior, os bonds brasileiros seguiram pressionados, com destaque negativo para nomes já fragilizados como Raízen e Braskem. Nos EUA, os juros curtos fecharam 6 bps e os longos abriram 5 bps; e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,63%, Nasdaq -3,09% e Russell 2000 -1,88%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 3,02% e o real valorizou 0,80%. Na próxima semana, destaque para atividade e inflação na China; possível acordo americano para dar fim ao shutdown; e, no Brasil, ata do Copom, inflação, atividade e pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!

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NovusCast - 31 de Outubro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 14:08


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que reduziu os juros em 0,25% e adotou tom mais hawk do que o esperado, com sinalização de divergência interna do comitê e os impactos do shutdown na leitura dos dados recentes, apesar de alguns pontos doves no discurso. Os bancos centrais da Europa e do Japão mantiveram os juros estáveis, com mensagens em linha com os últimos comunicados. Já o banco central canadense também reduziu os juros em 0,25%, sugerindo cenário de estabilidade no patamar atual. No comércio global, Trump anunciou acordos com países asiáticos, incluindo redução de tarifas com a China e compromissos logísticos e agrícolas. A maioria dos resultados das empresas de tecnologia americanas foram positivos. No Brasil, os dados do mercado de trabalho foram mistos: o Caged veio acima do esperado e a PNAD trouxe sinais de desaceleração. Os indicadores de confiança de outubro e os dados de crédito também trouxeram sinais de fraqueza. No campo político, o encontro entre Lula e Trump reforçou expectativas de acordo comercial. Também houve repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que mobilizou apoio da direita e pode impactar as próximas pesquisas eleitorais. Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +10 bps), e as bolsas performaram bem – S&P 500 +0,71% e Nasdaq +1,97%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 2,30% e o real valorizou 0,23%. As commodities agrícolas fecharam a semana em alta. Na próxima semana, atenção para a reunião do Copom no Brasil, além dos dados de ISMs nos EUA e decisão de juros do Banco Central da Inglaterra. Não deixe de conferir!

Novus Capital
NovusCast - 24 de Outubro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 17:20


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas.  No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo. No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto. Nos EUA, as bolsas subiram (S&P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%. Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil. Não deixe de conferir!

The Lost Sci-Fi Podcast - Vintage Sci-Fi Short Stories

Shandy was a teddy bear, a lion, an ape, a rival for Nancy Tanner's affections.... But what else was he? Shandy by Ron Goulart. That's next on The Lost Sci-Fi Podcast.Special thanks to Someone who bought us $15 worth of coffee. We appreciate you! You can contribute to the podcast anonymously or tell us who are you are, it's entirely up to you.If you'd like to buy us a coffee there is a link in the description or check out the new https://lostscifi.com/ where you will find a link.☕ Buy Me a Coffee https://www.buymeacoffee.com/scottsVThe new https://lostscifi.com/ has samples from all 437 episodes of the podcast, it's still a work in progress but offers several new features like the ability to discover all the episodes from a favorite author, listen to the samples or the entire episode. Take a look, we think you'll like it.From the 67 year old pages of If Worlds of Science Fiction in October 1958 we will discover the shape shifting star of the show on page 58, Shandy by Ron Goulart…Next on The Lost Sci-Fi Podcast, A man returns from Ireland carrying only a bottle of homemade whiskey—and the unsettling sense that he may no longer be the same person. As old friends question his memories and identity, suspicion grows, but in the end there is no evidence of the truth. No Evidence by Victoria Lincoln.Survey - https://podcastsurvey.typeform.com/to/gNLcxQlkRise - http://bit.ly/45So7Yr☕ Buy Me a Coffee https://www.buymeacoffee.com/scottsVDiscord - https://discord.gg/EXrY7UHT

Fábrica de Crimes
154. Caso Andrei Goulart - Por Todas as Mães de Luto

Fábrica de Crimes

Play Episode Listen Later Oct 1, 2025 34:48


A pedido de Catia Goulart, mãe de Andrei, contamos hoje o caso Andrei Gourlart. Obrigada pela confiança!O menino Andrei tinha apenas 12 anos quando foi encontrado sem vida em seu quarto. O principal suspeito é seu próprio tio e padrinho: Jeverson Goulart. O Tribunal do Júri está marcado para dia 27 de outubro de 2025. Até lá, pedimos que compartilhem ao máximo esse caso. > Quer aparecer em um episódio do Fábrica? É muito fácil! Basta mandar uma mensagem de voz por direct no Instagram @podcastfabricadecrimes nós só publicaremos com a sua autorização. Vamos AMAR ter você por aqui :)Hosts: Rob e MariEditor: Victor AssisAviso: O Fábrica aborda casos reais de crimes, contendo temas sensíveis para algumas pessoas. O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e é baseado em fontes públicas, respeitando a memória das vítimas e de seus familiares. As eventuais opiniões expressas no podcast são de responsabilidade exclusiva das hosts e não refletem necessariamente o posicionamento de instituições, veículos ou entidades mencionadas. Caso você tenha alguma objeção a alguma informação contida nesse episódio, entre em contato com: contato@fabricadecrimes.com.br  Fontes:Instagram de Catia Goulart. Disponível aqui. Ministério Público do Rio Grande do Sul. Artigo: “Caso Andrei: acusado pelo MPRS será julgado em outubro pelo homicídio e estupro de sobrinho de 12 anos”. Rio Grande do Sul, 10 abr. 2025. Disponível aqui.G1. Artigo: “Réu pela morte de sobrinho em Porto Alegre responderá também por estupro, decide Justiça”. Rio Grande do Sul, 02 set. 2020. Disponível aqui. GaúchaZH. Artigo: “Perícia revela que celular de menino teve 14 arquivos apagados após a morte”. Março de 2020. Disponível aqui. YouTube. Canal Beto Ribeiro. Vídeo: “O PRÓPRIO TIO TIROU A VIDA DE UM GAROTO DE 12 ANOS - CASO ANDREI GOULART”. Disponível aqui. 

Novus Capital
NovusCast - 26 de Setembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Sep 26, 2025 20:53


Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, os PMIs americanos mostraram moderação na atividade e nos preços. Entretanto, a revisão do PIB e os pedidos de auxílio desemprego abaixo do esperado reforçaram a resiliência da atividade. Dados recentes de agosto, como pedidos de bens duráveis e consumo real, surpreenderam positivamente. Na Europa, os PMIs vieram em linha com as expectativas. No campo geopolítico, tensões voltaram a crescer após declarações de Trump sobre apoio a contraofensivas ucranianas. No Brasil, o IPCA-15 de setembro veio abaixo do esperado. A ata do Copom e o Relatório de Política Monetária mantiveram tom conservador, demonstrando preocupação com a trajetória desancorada das expectativas e confiança na desaceleração da atividade econômica. No cenário político, manifestações da esquerda ganharam força no final de semana e pressionaram a retirada de pautas sensíveis do Congresso, como a PEC da Blindagem. Ainda, o noticiário foi repleto de informações divergentes sobre as candidaturas de direita para 2026. No mercado de crédito, as emissões no primário foram um pouco mais fracas, com cerca de R$7,2 bi de emissões tradicionais e R$2,9 bi de incentivadas. Os índices DI core e DI low rated abriram 5 e 6,8 bps, respectivamente, enquanto o índice de incentivadas fechou mais 7 bps. Porém, as atenções ficaram voltadas para as repercussões dos cases de Ambipar e Braskem, esclarecidos no episódio. Nos EUA, a curva de juros abriu ao longo de todos os vértices, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&P 500 -0,31%). No Brasil, a curva de juros também abriu, o Ibovespa caiu 0,29% e, o real, 0,37%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e possibilidade de shutdown nos EUA, inflação na Europa e emprego e atividade no Brasil.

Franck Ferrand raconte...
Le coup d'état de Brasilia de 1964, le début d'une dictature de plus de 20 ans

Franck Ferrand raconte...

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 23:36


Mars 1964 au Brésil, un groupe de généraux s'apprêtent à renverser le président travailliste João Goulart. Le début d'une dictature de 21 ans. Mention légales : Vos données de connexion, dont votre adresse IP, sont traités par Radio Classique, responsable de traitement, sur la base de son intérêt légitime, par l'intermédiaire de son sous-traitant Ausha, à des fins de réalisation de statistiques agréées et de lutte contre la fraude. Ces données sont supprimées en temps réel pour la finalité statistique et sous cinq mois à compter de la collecte à des fins de lutte contre la fraude. Pour plus d'informations sur les traitements réalisés par Radio Classique et exercer vos droits, consultez notre Politique de confidentialité.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Endörfina com Michel Bögli
#428 Carla Goulart

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 149:28


Na infância, ela praticava esportes através das aulas de educação física. Aos 12 anos, após ouvir de uma colega que não era boa no vôlei, decidiu se dedicar a um esporte que dependesse apenas dela e encontrou na corrida o seu caminho. Participou de diversas provas em sua cidade natal, vencia, aparecia no jornal. Competitiva ao extremo, quando chegava em segundo lugar, chorava e sentia raiva, mas, sem se dar conta, isso se transformava em combustível. Aos 17 anos, viveu uma tragédia familiar que marcou sua vida. Mudou-se para Belo Horizonte para estudar, continuou correndo e praticou judô, quando aprendeu valores como coragem, respeito e autocontrole. Aos 19 anos, estreou na maratona em Blumenau e, ao longo dos anos, explorou distâncias cada vez maiores, incluindo corridas de aventura e ultramaratonas de mais de 200 km. Em 2013, fez sua estreia na Arrowhead. Considerada a corrida mais fria do mundo, os corredores devem percorrer 217 km puxando um trenó e enfrentando condições extremas. Uma nevasca acabou forçando-a a abandonar. Em 2014, voltou melhor preparada e completou o percurso dez minutos acima do limite máximo de tempo permitido. No ano seguinte, foi obrigada a abandonar devido às condições do percurso e a lesões nos pés. Finalmente, em 2016, tornou-se a primeira mulher sul-americana a terminar e vencer a Arrowhead, feito que viria a repetir mais duas vezes. Entre suas outras conquistas estão a Ultra Serra da Estrela, 160 km em Portugal; a Ultra Maratona dos Anjos, 235 km em 2014; duas edições da Jungle Marathon na Amazônia; e a Tuscobia Winter Run, de 80 milhas, nos EUA. Em 2025, participou da Iditarod Trail Invitational, 150 milhas no Alasca e, apesar de ter sofrido um acidente, chegou em segundo lugar. Conosco aqui a enfermeira e assistente social, ultramaratonista que transformou a corrida em sua forma de ressignificar a vida e testar sua resiliência, a campeã da Arrowhead 2025, a caratinguense Carla Penha Goulart da Almeida Gabrielson. Inspire-se! A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikes @2peaksbikesla Um oferecimento @oakleybr SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.    

Walk Boldly With Jesus
Witness Wednesday #175 Mary Will conquer

Walk Boldly With Jesus

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 11:12


Today's witnesses are from an email my friend in the Prayer Group received. She gets a daily email from www.dailyrosarymeditations.com Every day, it gives five snippets, each to encourage reflection on praying one mystery of the rosary. She found this day's snippets particularly powerful and wanted to share it. They are all about how Mary will conquer, and they are written by Mike Scherschligt.One - The Bishop I have become friends with Bishop Oliver Doeme Dashe, the Bishop of Maiduguri in North East Nigeria. In 2009 the Muslim terrorist group Boko Haram, which means “Western Education is Evil” began to attack Christians in his diocese.  In 2014 Boko Haram completely overran his diocese. The Nigerian military dropped their weapons and fled like children. Thousands of Catholics were killed, two hundred Church structures were burned, and one hundred thousand Catholics fled for their lives to neighboring countries. Fr. William, a priest from the diocese, told me as he drove from parish to parish to celebrate Mass, that the roads were littered with dead bodies. At any moment, he could be surrounded by Boko Haram, dragged from his car, and shot. In October of 2014 Bishop Oliver went before Our Lord Jesus in Eucharistic Adoration, traumatized and trembling, and began to pray the Rosary. Suddenly, Jesus appeared to the Bishop in a vision, holding a very long sword in his hands. When he saw Jesus, the Bishop said, “Lord, what is this?” He didn't answer, but he stretched out his arms and put the sword into the hands of Bishop Oliver. When he received the sword, it turned into a Rosary. Then Jesus spoke these words three times: “Boko Haram is gone! Boko Haram is gone! Boko Haram is gone!” And the vision ended. The message was clear, with the Rosary we shall conquer!At that time Boko Haram had complete control of the diocese. If anyone was seen or caught in public as a Catholic, Boko Haram would instantly kill them. Yet, despite the danger, Bishop Oliver began to go village to village and organize public Rosary processions. From the moment the people began public Rosary processions, Boko Haram has been driven out of his diocese. The Churches are being rebuilt, all of his parishioners have come back, and 97% of his diocese go to Mass every Sunday. Most importantly, the Church in his diocese is growing from strength to strength. At one parish alone, Bishop Oliver brought five hundred new adults into the Church. Mary came down through the Rosary and sent Boko Haram packing!Two - Austria  As we sat together and Bishop Oliver told me of these miraculous events, he said to me, “Michael, this is not the first time Our Mother has sent evil forces packing by the power of Rosary processions. Do you remember what took place in Austria after World War Two? Did you know that much of Austria was under the Iron Curtain after World War Two?” I did know, but I loved hearing it again from Bishop Oliver, so I didn't let on. After World War Two, Austria was divided up by the Allies. The Eastern half of the country and Vienna came under the control of the Soviets. Until 1991, the Soviets never lost a nation, but something different happened here. Fr. Petrus Pavlicek was inspired by the words of Our Lady at Fatima. She asked us to pray the Rosary every day because only she could help us.From 1947 to 1955, Fr. Pavlicek began gathering people in villages, towns, and cities across Soviet controlled Austria on the 13th of each month to pray the Rosary together in public. He called it the Rosary Crusade. Many people gathered at first, but they could not sustain their spiritual practices, so the Rosary Crusade ebbed and flowed. But Fr. Petrus persevered in his confidence in Our Lady. By 1955, eight years later, half a million Austrians had pledged to pray the Rosary, begging for the conversion of sinners, peace in the world and freedom in Austria. The Cold War intensified as the Soviets crushed the Hungarians. However, on March 24th, 1955, Eve of the Annunciation, to the world's surprise, the Soviets announced they would withdraw their troops from Austria in just three months. On May 15th, 1955, the Soviets signed a treaty guaranteeing the independence of Austria. In October of 1955, the month of the Rosary, the last Russian soldier left Austrian soil.Mary came down through the Rosary and sent the enemy packing!Three - BrazilIn 1964, the president of Brazil, João Goulart, wanted to make Brazil a Communist country. The archbishop of Rio de Janeiro, Cardinal de Barros Camara, in an address on national radio, called the people to resist publicly by praying the Rosary. President Goulart was so enraged that he insulted the people of Brazil in a public speech. He ridiculed the rosary, saying that it was his Marxist ideas that would reform and save Brazil, not the rosaries of simple women. That was a big mistake!Twenty thousand women hit the streets with their rosaries. They marched right into the midst of the Communist rally and prayed the rosary so loudly that it shut the rally down. On March 19th, more than 600,000 people marched through the streets of São Paolo praying the rosary in the famous “March of the Family with God toward Freedom.” President Goulart was so intimidated by the Rosary that he fled the country! Once again, Our Mother came down through Rosary and sent the enemy packing!Four - Philippines Ferdinand Marcos was an evil dictator who oppressed the Filipino people for twenty years. In 1986, hundreds of thousands of Filipinos rose up in a non-violent protest against the dictatorship. They filled the main highway and knelt before tanks and soldiers to pray the Rosary. President Marcos commanded the soldiers to run over the people with their tanks. Then Our Lady appeared to soldiers and to the entire crowd. She commanded the soldiers to stop their tanks and to do no harm to the people because she was the Queen of Heaven. That night, President Marcos fled the country.Once again, Mary came down through the Rosary and sent the enemy packing.  Five - The Danger of Comfort and ComplacencyBishop Oliver said, “Michael, you must come to Nigeria!” But I said, “No way! It's too dangerous, you might be dead before I get there.” Then I said, “Bishop Oliver – we are facing a more dangerous enemy in the West. We are not facing an enemy that can kill the body, but an enemy that is killing the souls of our loved ones with Materialism, comfort, isolation, and loneliness. We have everything we need, so we think we don't need God or each other.”Then Bishop Oliver said to me, “Let your people know that being close to Mary is the solution to all their challenges in this world. They should consecrate and reconsecrate themselves and their families to the Immaculate Heart of Mary. Did not Mary say at Fatima, “God wants to establish in the world devotion to My Immaculate Heart – wanting to save it by this means.” Pray the Rosary every day and invite someone to pray with you, even if it means you have to change your routine. Finally, live the First Saturdays of Reparation as Mary requested, that on the first Saturday of five consecutive months, go to Mass, pray the Rosary, and go to Confession.” Bishop Oliver ended by saying very passionately, “Mary will conquer! But she needs your cooperation.” If you would like to receive these daily emails, you can go to www.dailyrosarymeditations.com. I will place a link for this specific day in the show notes in case you want to go back and read it again. https://www.dailyrosarymeditations.com/p/mary-will-conquer-september-1-2025  www.findingtruenorthcoaching.comCLICK HERE TO DONATECLICK HERE to sign up for Mentoring CLICK HERE to sign up for Daily "Word from the Lord" emailsCLICK HERE to sign up for my newsletter & receive a free audio training about inviting Jesus into your daily lifeCLICK HERE to buy my book Total Trust in God's Safe Embrace

Noticias de América
Trump amenaza a Brasil con aranceles del 50% y Brasil advierte reciprocidad

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 2:28


El presidente de los Estados Unidos asesta un nuevo golpe en su guerra comercial e impone un arancel adicional del 50% a Brasil. Un ataque que llega después de una jornada marcada por las tensiones diplomáticas entre ambos países debido al apoyo que Trump expresó por el exmandatario brasileño Jair Bolsonaro, enjuiciado por intento de golpe de Estado. Brasil por su parte, prometió reciprocidad arancelaria si estas amenazas llegaran a cumplirse. "Brasil no ha sido nada bueno con nosotros", dijo Trump a los periodistas este miércoles durante una cumbre con representantes de varios países africanos. Una acusación que se ha traducido en la implementación de un 50 % de aranceles sobre todos los productos brasileños. La medida, llega después de las tensiones entre ambos países por las declaraciones de Trump en favor del expresidente brasileño Jair Bolsonaro, pero Roberto Goulart, profesor en el Instituto de Relaciones Internacionales de la Universidad de Brasilia, asegura que el hecho está relacionado con las relaciones que Brasil tiene con China: “Trump tienta afectar todos los países que tienen relaciones estrechas con China, Brasil es uno de esos países. Entonces Trump en vez de hablar directamente a Brasil, utiliza un instrumento de política comercial para intentar convencer a la fuerza de que Brasil no tiene que tener relaciones con China”. Las consecuencias fueron inmediatas. El real brasileño se desplomó más de un 2% frente al dólar tras esta noticia. Goulart asegura que es una medida desproporcionada. “Estas medidas son casi un enfrentamiento al gobierno Lula y toda la industria brasileña, entonces en este momento Trump anuncia una tarifa que prácticamente puede paralizar el comercio entre Brasil y Estados Unidos”. El presidente de Brasil ya dejó claro tras la cumbre de los BRICS, la asociación comercial que comparte con 11 países, entre ellos Rusia y China; que su país "no quiere un emperador". Aun así, hay que plantearse que rumbo tomará Brasil para hacer frente a la guerra comercial de Estados Unidos. “Creo que Brasil no tiene otro camino, sino seguir negociando, seguir insistiendo en que la diplomacia tiene que resolver las cosas, pero Trump es un presidente chantajista, es un presidente que quiere siempre llegar a un resultado, muchas veces con diálogo o utilización de instrumentos coercitivos. Entonces, pero Brasil no puede ceder a las voluntades personales de Donald Trump”, agregó el analista. Posible reciprocidad arancelaria Por su parte, el presidente Luiz Inácio Lula da Silva advirtió este miércoles que Brasil puede actuar en "reciprocidad" si Trump cumple su amenaza de imponer aranceles de 50% a los productos brasileños. Lula indicó que el proceso en la Corte Suprema contra Bolsonaro, un ultraderechista que gobernó desde 2019 a 2022, "es solo competencia de la justicia brasileña y por lo tanto no está sujeto a ningún tipo de injerencia o amenaza". Bolsonaro podría enfrentar hasta 40 años de cárcel si fuera hallado culpable de liderar una "organización criminal" para impedir la asunción de Lula tras las elecciones de 2022. Brasil cuenta con una Ley de Reciprocidad Económica, aprobada por el Congreso, que da herramientas al Ejecutivo para responder a las barreras comerciales. Este texto fue aprobado luego de que Trump anunciara aranceles del 10% a las importaciones de varios países. Vinícius Rodrigues Vieira, profesor de relaciones internacionales en la Fundación Getulio Vargas de Sao Paulo explica que la ley de reciprocidad fue una iniciativa aprobada hace pocos meses, incluyendo el apoyo de  parte de la derecha, más no la derecha que es muy aliada del agronegocio de los agroexportadores, que no tienen en los Estados Unidos su mayor mercado, sino en China". Para él, uno de los rubros más afectados sería  el café, "es algo que aún exportamos a los Estados Unidos, entonces lo que pasará es que habrá una reciprocidad y eso todavía no quiere decir que Lula va a aplicar tarifas de 50% a los Estados Unidos. La reciprocidad puede darse en otros frentes, como por ejemplo, el comercio de servicios o más tasas”.   De su lado, Trump ha advertido que sancionará cualquier represalia a estas medidas, que entrarán en vigor el 1 de agosto. Hasta entonces, Washington deja abierta la puerta a negociaciones.

The Lost Sci-Fi Podcast - Vintage Sci-Fi Short Stories
The Yes Men of Venus by Ron Goulart

The Lost Sci-Fi Podcast - Vintage Sci-Fi Short Stories

Play Episode Listen Later Jun 19, 2025 26:56


Privileged we are to bring you this historic story—one which will warm the manly hearts of the legion of devoted admirers of that venerable fantasist, Arthur Wright Beemis. The Yes Men of Venus by Ron Goulart. That's next on The Lost Sci-Fi Podcast.Special thanks to Eaten by a Grue. Five months ago Mr. Grue bought us $25 worth of coffee and today chose to become a monthly supporter of The Lost Sci-Fi Podcast. We appreciate each and every one of you and if you would like to show your love for our podcast there is a link in the description.☕ Buy Me a Coffee https://www.buymeacoffee.com/scottsVRon Goulart makes his debut on the podcast today—and trust me, it won't be his last. Born in Berkeley, California in 1933, he studied at UC Berkeley and began his career as an advertising copywriter in San Francisco before turning to fiction.And once he did, he never looked back. Goulart wrote across genres—science fiction, mystery, fantasy, and romance—publishing more than 180 books and an untold number of short stories.You might recognize his work without even knowing it. Ever heard of the TekWar novels credited to William Shatner? Goulart was the ghostwriter behind them.His son Sean once said that Ron's true passion was science fiction. “Deep down, he wanted to be the Ray Bradbury of humorous science fiction.” After hearing today's story, I think you'll agree—he pulled it off brilliantly.Turn to page 73 in Amazing Stories, July 1963, The Yes Men of Venus by Ron Goulart…Next on The Lost Sci-Fi Podcast, Hall and Upjohn had to escape from that "No-man's-land" on Mercury. But to form a plan, they had to think—and their captors could read minds. The Thought-Men of Mercury by Russ Winterbotham.☕ Buy Me a Coffee https://www.buymeacoffee.com/scottsV===========================Facebook - https://www.facebook.com/TheLostSciFiPodcastTwitter - https://x.com/LostSciFiPodInstagram - https://www.instagram.com/lostscifiguyThreads - https://www.threads.net/@scottscifiguy=========================== ❤️ ❤️ Thanks to All Our Listeners Who Bought Us a Coffee$200 Someone$100 Tony from the Future$75 James Van Maanenberg$50 Anonymous Listener$25 Someone, Eaten by a Grue, Jeff Lussenden, Fred Sieber, Anne, Craig Hamilton, Dave Wiseman, Bromite Thrip, Marwin de Haan, Future Space Engineer, Fressie, Kevin Eckert, Stephen Kagan, James Van Maanenberg, Irma Stolfo, Josh Jennings, Leber8tr, Conrad Chaffee, Anonymous Listener$15 Every Month Someone$15 Someone, Carolyn Guthleben, Patrick McLendon, Curious Jon, Buz C., Fressie, Anonymous Listener$10 Anonymous Listener$5 Every Month Eaten by a Grue$5 Denis Kalinin, Timothy Buckley, Andre'a, Martin Brown, Ron McFarlan, Tif Love, Chrystene, Richard Hoffman, Anonymous Listener Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Franck Ferrand raconte...
1964 : coup d'Etat à Brasilia

Franck Ferrand raconte...

Play Episode Listen Later May 4, 2025 23:23


Mars 1964 au Brésil, un groupe de généraux s'apprêtent à renverser le président travailliste João Goulart. Le début d'une dictature de 21 ans.  Mention légales : Vos données de connexion, dont votre adresse IP, sont traités par Radio Classique, responsable de traitement, sur la base de son intérêt légitime, par l'intermédiaire de son sous-traitant Ausha, à des fins de réalisation de statistiques agréées et de lutte contre la fraude. Ces données sont supprimées en temps réel pour la finalité statistique et sous cinq mois à compter de la collecte à des fins de lutte contre la fraude. Pour plus d'informations sur les traitements réalisés par Radio Classique et exercer vos droits, consultez notre Politique de confidentialité.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.