POPULARITY
Lá fora, Montenegro diz que o país é extraordinário. Mas por cá faltam cirurgias e professores nas escolas. Pelo meio, há críticas de Espanha e queixas de docentes no estrangeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos últimos anos, a política de imigração em Portugal, e também em outros países europeus, está mudando. Por isso, recebemos duas especialistas, a Ana Cardone e a Drª Thais Limeira da TFA Immigration que falaram sobre a nova lei da nacionalidade em Portugal e tudo o que muda em 2026 após a promulgação pelo presidente. Esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, seja MEMBRO do nosso canal do YouTube. Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Participe!Você pode comprar o e-book através deste link!Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: Instagram | YouTube | vagaspelomundo.com.br Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está presente também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. Acesse o site da TFA e siga no Instagram (@tfaeurope) e converse com eles.TRIPLE TEN: O melhor caminho para sua carreira internacional!Agende uma consultoria de carreira gratuita com os especialistas da TripleTen e descubra os próximos passos para sua transição ou crescimento na área de tecnologia.E quando decidir começar a estudar, use o cupom VPM10 para garantir 10% de desconto em qualquer programa.Agende aqui
María Corina Machado esteve em Portugal e reuniu-se com Luís Montenegro e Paulo Rangel. Em entrevista, defende a atuação de Donald Trump e a entrega do Nobel da Paz. José Carlos Duarte é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Educação e desenvolvimento económico: Portugal entre o progresso e os desafiosHá uma pergunta que devia incomodar-nos mais do que incomoda: por que razão um país que triplicou a percentagem de licenciados em duas décadas continua a crescer menos do que os seus vizinhos europeus? Foi exatamente esta tensão — entre os números que nos consolam e a realidade que nos interpela — que esteve no centro de um painel de debate recente sobre políticas educativas em Portugal. Três vozes diferentes, com percursos distintos, chegaram a um diagnóstico comum: fizemos muito, mas continuamos a enganar-nos sobre o que ainda falta fazer.
com Ana Balcão Reis, António Nogueira Leite e Sérgio Sousa Pinto, moderados por Anselmo CrespoA relação entre o investimento em capital humano e o progresso económico não é apenas uma teoria académica; é o motor crítico da soberania e do bem-estar de um Estado. No debate moderado por Anselmo Crespo, a premissa foi clara: sem uma educação de qualidade, Portugal continuará a debater-se com um crescimento medíocre. O exemplo da Estónia, citado no painel, serve de bússola: após o colapso da União Soviética, o país não se limitou a reformar o ensino; fez dele um ato de afirmação nacional e transformação económica. Portugal, embora tenha percorrido um caminho notável de expansão escolar, enfrenta agora o obstáculo de um sistema que produz diplomas, mas que ainda falha em traduzir esse esforço num desempenho económico verdadeiramente “incrível”.
O ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros esteve mesta manhã no Parlamento para uma audição na comissão de Assuntos Europeus, onde Paulo Rangel garantiu o respeito pelos critérios do acordo entre Portugal e os EUA na utilização da Base das Lajes, na ilha Terceira. Isto depois do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ter estado ao telefone com Rangel para agradecer a "cooperação económica e de defesa".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”
Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”
Portugal entrou nos anos 80 sem saber o que era um juro. Nos anos 90, abriu o crédito a toda a gente — sem manual de instruções. Em 2025, ainda pagamos essa fatura?Neste episódio, o jornalista e diretor da SIC Radical Pedro Boucherie Mendes — autor de A Década Prodigiosa – Crescer em Portugal nos Anos 80, e a escrever o livro sobre os anos 90 — sentamo-nos a fazer um diagnóstico que ninguém fez até hoje. O que aprendemos sobre dinheiro com os nossos pais? O que a televisão e a rádio nos venderam sem aviso? E o que é que essa herança ainda faz às finanças das famílias portuguesas hoje?Esta não é uma conversa de nostalgia. É um espelho.
Kasper Fosser won todays race in Italy with (almost) all the best in the world at the start.He tells about the races, and his journey since last victory in Portugal O-meeting!Enjoy!To get the premium at Livelox, use: "2XIVAR" (both capital letter and small caps works)To get the best orienteering equipment, go to Noname webshop: https://webshop.nonamesport.com/en/with the code: "IvarNat20", you will get 20% off!To get the best orienteering trainings, check out:O-Portugal.ptShoes for running on trails, flat and terrain:https://scantrade.no/merker/scott-l%C3%B8p/sko
"A base das Lajes foi oferecida para a guerra de Trump contra o Irão. A forma como o ministro Paulo Rangel se referiu ao acordo das Lajes e à paragem dos aviões americanos para a guerra no Irão dá-nos todas as razões para acreditar que o Governo português nem foi informado e que Trump trata os Açores como o seu quintal", assim escreveu Ana Sá Lopes que analisa as últimas horas e as parcas palavras do Governo de Portugal neste episódio do Soundbite.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode we have a "stand in" for Ivar Lundanes - Milos Nykodym!But we have report of Portugal O-meeting from Ivar Lundanes.There is also report from Antalya o-meeting delivered by Matin Hubmann.Our guest Mathias Barros-Vallet is telling us about some troubles lately.We can just say; enjoyTo get the premium at Livelox, use: "2XIVAR" (both capital letter and small caps works)To get the best orienteering equipment, go to Noname webshop: https://webshop.nonamesport.com/en/with the code: "IvarNat20", you will get 20% off!To get the best orienteering trainings, check out: O-Portugal.ptShoes for running on trails, flat and terrain:https://scantrade.no/merker/scott-l%C3%B8p/skoSummary talk with Mathias Barros-Vallet:In this conversation, Mathias Barros Vallet discusses his recent struggles with injury and illness, his recovery process, and his training plans leading up to the World Championships. He shares insights from a recent training camp in Spain, highlighting the challenges of returning to form after a significant setback. Mathias expresses optimism about his progress and outlines his upcoming training and competition schedule.
We got a talk with Kasper Fosser after his to wins in the to first races at Portugal O-meeting. But he did not race on Monday, and he is telling us why.Enjoy!To get the premium at Livelox, use: "2XIVAR" (both capital letter and small caps works)To get the best orienteering equipment, go to Noname webshop: https://webshop.nonamesport.com/en/with the code: "IvarNat20", you will get 20% off!To get the best orienteering trainings, check out:O-Portugal.ptShoes for running on trails, flat and terrain:https://scantrade.no/merker/scott-l%C3%B8p/skoSummaryIn this conversation, Fosser reflects on his recent performances at the Portugal O-Meeting, discussing his race strategy, the challenges he faced with her health, and his approach to managing injuries. He emphasizes the importance of feedback from competitions and his mindset towards upcoming events, showcasing hisresilience and experience in handling setback
Desde que se reformou, o motoviajante Henrique Saraiva acelerou a fundo na descoberta de Portugal. É autor da página "Viagens ao virar da esquina" que também é livro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal elegeu António José Seguro, do Partido Socialista, como novo presidente, derrotando no segundo turno o candidato de extrema direita André Ventura por ampla margem. A vitória reforça a presença de um perfil moderado na chefia do Estado em meio ao crescimento de forças populistas na Europa. O JR 15 Minutos conversa com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais, para explicar as mudanças políticas e os possíveis efeitos para brasileiros residentes ou interessados em se mudar para o país.
Bom dia! ☕Experimente Nescafé Pro-Energy aqui.Faça sua simulação com a Ademicon aqui.Para simular seu investimento no exterior pela Remessa Online e garantir 15% de desconto (THENEWS15) no spread, clique aqui.No episódio de hoje:
No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.
Pela primeira vez, um candidato presidencial apoiado pelo PSD não conseguiu estar no pódio da eleição, obtendo um resultado muito aquém das expectativas. Em contraste, um candidato da Iniciativa Liberal, um partido de menor dimensão, superou o candidato apoiado pelo governo da AD, enquanto o Chega, um partido fundado em 2019, conseguiu ficar em segundo lugar e, assim, disputar a segunda volta. O PSD tem condições para continuar o seu governo e acabar o mandato, mas ao mesmo tempo, tem ao seu lado uma possível maioria parlamentar muito maior. Deve continuar como está ou fazer uma reflexão? Hugo Soares, secretário-geral e líder parlamentar do PSD, Jaime Nogueira Pinto, politólogo e historiador, Bernardo Blanco, da Iniciativa Liberal e Miguel Morgado, comentador da SIC, foram os convidados deste programa moderado por Ricardo Costa e Bernardo Ferrão, emitido na SIC Notícias a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A ponderação e “falta de confetis” de Castro Almeida sobre a economia portuguesa. E ainda, a gripe veio com a força que a saúde não tem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa desta semana, José de Pina volta ao seu 'cacharolete' de temas para 'vangloriar' uma medida adotada em Veneza, Itália, contra o esplanadismo. Para o comentador, a sua implementação tarda em Portugal: "O centro histórico de Lisboa é um circo, já se sabe. É tudo de mais e numa grande má onda". Pina fala ainda sobre um tema aliado a uma certa (e crescente) "balda a conduzir", tema esse também discutido por Luís Pedro Nunes, mas aliado aos "ciclistas que passam vermelhos". O comentador discute ainda a reação de brasileiros ao apuramento de Portugal para a final do Mundial de Sub-17. Já Luana do Bem começa a entrar no espírito natalício, e reclama das pessoas que se queixam das festividades "só porque sim": "Querem ser do contra, é simples". Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o Irritações foi emitido a 28 de novembro, na SIC Radical. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio olhamos para as oportunidades que se podem abrir com o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul que Bruxelas quer ver assinado a 20 dezembro. Para António Ramalho e Gonçalo Moura Martins, o protecionismo norte-americano exige que a Europa encontre novos mercados e parceiros na América Latina, mas também na Ásia e em África.
Descubra porque vinho e risoto formam uma das combinações mais elegantes e naturais da gastronomia. Neste vídeo, exploramos em profundidade como esta dupla se tornou referência entre apreciadores, e porque a harmonização entre os dois funciona tão bem — tanto na panela quanto na taça.
No episódio desta semana focamo-nos em dois temas: o primeiro é o EuroBasket e a participação de Portugal, bem como o futuro luso. O outro tema é a polémica com Kawhi Leonard.
O primeiro trecho do caminho circular de 6.000 km entre montanhas, praias, florestas, vinhas, vilas e lagoas será já em outubro e excluirá Porto e Lisboa. A ideia é justamente mostrar o lado diferente do país.
Os fundos norte-americanos estão a aumentar significativamente os seus investimentos em startups portuguesas. O que torna o nosso mercado tão atrativo para capital estrangeiro? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Gonçalo AlmeidaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Estima-se que, no ano passado, o número de chegadas de turistas não residentes a Portugal tenha atingido os 29 milhões. É uma subida de cerca de 9% em relação a 2023See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vários dias depois das comemorações do 10 de Junho, multiplicam-se os ecos do discurso de Lídia Jorge. Um discurso que, na verdade, não o foi. O que Lídia fez foi outra coisa…
As receitas da Altice Portugal aumentaram 2,4% para 697 milhões de euros no primeiro trimestre deste anoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
“Em termos gerais, Portugal piorou significativamente desde que começámos a investir no país. Se a tendência se mantiver, deixaremos de investir”, afirmou o diretor-executivo da Cloudflare, Mathew PrinceSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Moçambique: Crise da RENAMO é apenas um problema passageiro? Angola: O PRA-JA Servir Angola, realiza o seu primeiro congresso ordinário. Portugal: O êxito do partido CHEGA, nas legislativas de ontem são motivo de preocupação para os portugueses com raízes em África?
Que privilégio que é conseguir entrevistar uma escritora da qual ficámos fãs. Já me tinham recomendado o livro “Não Fossem as Sílabas do Sábado” e há boas notícias: o livro chegou a Portugal, em breve vem outro e há tantos outros desta advogada e escritora brasileira que nesta conversa (via zoom) se dá a conhecer enquanto leitora. Valeu.Os livros que a Mariana escolheu:Por escrito, Elvira Vigna;Os meus sentimentos, Maria Dulce Cardoso;As horas, Michael Cunningham;O Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago.Outras referências:Lygia Fagundes Telles;A insustentável leveza do ser, Milan Kundera;Lobo Antunes:Os Cus de Judas;Eu Hei-de Amar uma Pedra;Uma casa no fim do mundo, Michael Cunningham;José Luis Peixoto;Tatiana Salem Levy;A Pediatra, Andrea Del Fuego;O Som e a Fúria, William Faulkner;A visão das plantas, Djaimilia Pereira de Almeida.Os que escreveu:Idílico;Delicada uma de nós;Fadas e copos no canto da casa;Se Deus me chamar não vou;É sempre a hora da nossa morte amém;A árvore mais sozinha do mundo (em breve em Portugal);Participou com um conto na antologia O dia escuro.Não Fossem as Sílabas do Sábado (em Portugal) O que recomendei:Autobiografia não autorizada (1 e 2), Duce Maria Cardoso;Lucy Barton, Elisabeth Strout;Toda a Ferida é uma Beleza, Djaimilia Pereira de Almeida.Os livros aqui:www.wook.pt
Os portugueses dormem mal… e pouco! Menos de 6 horas por noite, em média, e com impacto direto na saúde, no humor e até na esperança de vida. Mas porque insistimos em deitar tarde e acordar cedo? Neste episódio do Podcast "Top of Mind", a médica Margarida Santos conversa com a pneumologista e especialista em medicina do sono Marta Drummond para revelar os verdadeiros perigos de uma noite em branco. Da cultura do cansaço às estratégias para dormir melhor, este episódio é um verdadeiro “despertar” para a importância do sono. Durma sobre o assunto… mas só depois de ouvir este episódio! Disponível no YouTube, Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas de áudio. Ouça, comente e partilhe. MAPT: BIAL/JAN25/PT/002
This weekend it has been Portugal O-Meeting & Sverigepremiären, both this racing weekends are covered.We can also give you a good talk with Andrine Benjaminsen (after 38 min) and looking into the great success from the The Czech junior team. After app 65 min you can hear Lucie Dittrichova, Daniel Bolehovský and one of their coaches telling the road to top of the podium at JWOC.To get premium at Livelox, use: "2XIVAR" (both capital letter and small caps works)To get 20% on the best orienteering equipment, use: "IvarNat20" at Noname webshop: https://webshop.nonamesport.com/en/To get the best orienteering training before 2025-season, go to: o-Portugal.ptChapters:17:30 Portugal Orienteering Meeting Insights24:27 Chasing Start and Overall Results35:27 Guest Introduction: Andrine Benjaminsen61:58 Czech Republic's Rising Stars in Orienteering81:01 Upcoming Races
Por que razão deixámos de ser um país de arrendatários e passámos a ser um país de proprietários? Neste episódio, a especialista em demografia Alda Azevedo e Hugo van der Ding fazem um retrato da habitação em Portugal, revelando os bastidores de uma crise aparentemente recente. A conversa percorre cinco décadas de mudanças que moldaram o nosso território: do Portugal pré-25 de Abril, onde metade das casas não tinha água canalizada, até ao boom do alojamento local, que tem retirado muitas casas do mercado nos centros urbanos. Pelo caminho, descobre-se como decisões aparentemente técnicas – o congelamento das rendas, a construção de uma ponte ou a localização de um bairro social - deixaram marcas que persistem por gerações. Das ilhas do Porto aos bairros de lata em Lisboa (sem excluir as bidonvilles parisienses), discutem-se fenómenos como a gentrificação, o regresso às periferias e o despovoamento do interior. Este é um episódio que nos mostra que na história das nossas casas também mora a história de Portugal e os desafios que hoje enfrentamos – tanto ao nível individual, como coletivo. REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISAZEVEDO, A. B., «Como Vivem os Portugueses: população e famílias, alojamentos e habitação» (2020, Fundação Francisco Manuel dos Santos) GARHA, N. S., AZEVEDO, A. B., «Airbnb and the housing market in the COVID-19 pandemic: A comparative study of Barcelona and Lisbon» (2022, Análise Social) GARHA, N. S., AZEVEDO, A. B., «Geography of AirBnb in Barcelona and Lisbon: A comparative study» (2021, Finisterra) «Vamos Todos Morrer: Gérald Bloncourt» (RTP PLAY)«As Operações SAAL» (Memoriale Cinema Português)«As Operações Saal» (Filmin)«L'IMMIGRATION PORTUGAISE» (Blog de Gérald Bloncourt)BIOSALDA AZEVEDODoutorada em Demografia pela Universidade Autónoma de Barcelona. É investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa e professora auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É coordenadora do doutoramento em Population Sciences (ULisboa) pelo ICS e membro da Comissão Científica. A sua investigação centra-se no estudo da demografia da habitação, do envelhecimento demográfico e, mais recentemente, no estudo da emigração portuguesa nos EUA.HUGO VAN DER DINGLocutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa Duas Pessoas a Fazer Televisão na RTP, com Martim Sousa Tavares.
"Inglaterra e França podem fazer três equipas, mas nós temos a obrigação de olhar para esta competição com a máxima ambição." No dia em que Portugal defronta a Turquia na fase de grupos do Europeu masculino de futebol, Daniel Oliveira recebe no Alta Definição em podcast o icónico número 10 da seleção nacional, Bernardo Silva. Nascido em 1994, começou a carreira no Benfica. Em 2014, transferiu-se para o AS Monaco, ajudando o clube a conquistar a Ligue 1 em 2016-2017. Na temporada seguinte, depois de falhar o Europeu em que Portugal foi campeão juntou-se ao Manchester City de Pep Guardiola, onde ganhou vários títulos ingleses e uma Liga das Campeões, a primeira na história do clube. "Sempre tive uma compreensão de jogo bastante boa, mas com os anos de Guardiola abri o meu leque de opções e forma de ver o jogo", admite. E não descarta um futuro como treinador, depois da reforma como futebolista. O Alta Definição foi emitido na SIC a 22 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal recebeu, na terça-feira, em pessoa, pela primeira vez desde o início do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, Volodymyr Zelensky. A visita acontece numa altura muito complicada para a Ucrânia. Já tinha sido, inclusive, adiada. O Governo português compromete-se a fornecer apoio militar à Ucrânia no valor de 126 milhões de euros. Um valor que, ainda assim, fica aquém dos mil milhões em armamento prometidos por Espanha, dos sete mil milhões de Berlim ou dos 30 F-16 oferecidos pela Bélgica. Que importância tem a visita do Presidente ucraniano nesta altura? Emmanuel Macron está numa visita de Estado a Berlim. É a primeira visita de Estado em 24 anos. Um encontro entre dois líderes e dois países com visões diferentes sobre muitos pontos. A começar pela guerra na Ucrânia e, por exemplo, sobre o uso a dar ao armamento que chega do exterior. Neste episódio vamos ainda falar da campanha para as eleições europeias e dos debates entre os cabeças de lista dos vários partidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal: O que esperar do novo Governo chefiado por Luís Montenegro? Guiné-Bissau: Forças políticas com assento parlamentar exigem reabertura plena da Assembleia Nacional Popular. Israel enfrenta pressão internacional após o ataque aéreo que matou trabalhadores humanitários em Gaza.
Mesmo sem ter conquistado a maioria dos votos entre os eleitores portugueses, o Chega é considerado o grande vencedor das eleições do último domingo. Com 18% dos votos, o partido pulou de 12 para 48 cadeiras no Parlamento. O êxito foi conquistado com um discurso de extrema direita que ecoa entre outras nações europeias, como Itália, Holanda e Hungria. Para entender como esta onda chegou a Portugal, Natuza Nery conversa com David Magalhães, professor de Relações Internacionais da PUC e coordenador do observatório da extrema direita. David explica o que acontece após uma eleição em que nenhum dos dois tradicionais partidos que dominam a política há cinco décadas conseguiram maioria dos votos. Natuza ouve também a brasileira Thais Brito. Mestranda em Políticas Públicas no Instituto Universitário de Lisboa, ela vive no país há 5 anos e relata episódios em que foi vítima de discriminação por ser brasileira, inclusive dentro da universidade.
No Fórum Onze e Meia de hoje: ex-faz-tudo de Bolsonaro, Mauro Cid depõe novamente à PF e pode confirmar a participação de Bolsonaro na tentativa de golpe. Também está em pauta as eleições em Portugal e o depoimento de Cuca, técnico do Athletico Paranaense, que falou sobre sua condenação por ato sexual com menor e coação, que foi anulada pelo Tribunal Regional de Berna-Mittelland, na Suíça, no começo deste ano. Participam do programa de hoje os jornalistas Cynara Menezes, Milly Lacombe e Henrique Rodrigues e o jurista Pedro Serrano. Apresentação de Dri Delorenzo e comentários de Renato Rovai.
O campeão olímpico de triplo salto pode falhar os Jogos Olímpicos de Paris deste ano. Pedro Pablo Pichardo ainda não tem a qualificação e a má relação com o Benfica pode complicar a ida a Paris. Pichardo está a recuperar de uma lesão, mas o mais difícil de ultrapassar pode ser a relação contratual que tem com o clube. O atleta pode mudar de clube, mas se quiser saltar por outro país só o pode fazer por Cuba, coisa difícil tendo em conta que é um desertor. Neste episódio, conversamos com Diogo Pombo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
LM publica cómo si hace 20 años estábamos un 2% por debajo de la media europea, hoy nos situamos un 14% por detrás del PIB per cápita de la UE.
Foi intenso em Portugal este ano 2023. O acontecimento com mais longa repercussão no tempo é a decisão do Presidente da República de convocar eleições gerais antecipadas para o próximo dia 10 de março, isto apesar de o governo ter o apoio de maioria absoluta no parlamento e a legislatura ainda nem ter atingido metade do mandato.
A seleção nacional feminina de Portugal só em 1981 teve estreia de facto, então num jogo amigável contra a França, quando o futebol era uma modalidade vista em Portugal como para ser praticada pelo género masculino. E isso refletiu-se no facto de durante uma década, entre 83 e 93, Portugal ter desistido de seleção feminina. Algo que nunca sucedeu com a masculina.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais um episódio e hoje, falamos sobre Liberdade.
Caso sejamos censurados, acompanhe aqui: https://odysee.com/@ideiasradicais Quer fugir do Brasil? Nos contate: https://www.settee.io/ https://youtube.com/c/Setteeio Nos acompanhe no Telegram: https://t.me/ideiasradicais Quer comprar Bitcoin no melhor preço do mercado? Bitpreço! http://bit.ly/BitprecoRadical Apoie o Ideias Radicais: https://www.catarse.me/projects/152640/
05 21-09-22 LHDW Una final de Mundial Argentina-Portugal o Messi- Cristiano sería para documental. Joao Félix a debate. ¿Le perjudica Simeone al portugués?
A aliança anglo-portuguesa comemora 650 anos – mas ela existiu mesmo ou é um mito? E ainda: o desembarque do Mindelo, que mudou o rumo das guerras liberais em 1832.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Análise do novo governo apresentado esta semana ao Presidente da República. E os sinais que vêm da guerra na Ucrânia. Com António José Teixeira, Luísa Meireles e Raul Vaz. Moderação de João Barreiros.