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“Confesso que já não sei como abrir o 'Eixo do Mal' nestes tempos de guerra contínua”, admite Aurélio na abertura do programa de hoje. Clara Ferreira Alves, Daniel Oliveira, Pedro Marques Lopes e Luís Pedro Nunes analisam esta semana a pressão de Donald Trump sobre a economia iraniana (com impactos que se fazem sentir à escala global), o alegado atentado de que terá sido alvo e a receção ao rei britânico. “E ainda dizem que a terceira idade é uma pasmaceira”. Por cá, Luís Montenegro lançou um PTRR. Sabe para que serve? Os comentadores explicam tudo. Ouça aqui o programa em podcast. Esta emissão foi para o ar a 30 de abril, na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O advogado Roberto Indeque, membro do colectivo de defesa de Domingos Simões Pereira, afirmou que o dirigente político está privado da liberdade sem base legal e sem qualquer processo judicial em curso. Em entrevista, denuncia ainda isolamento há três semanas, restrições impostas a Fernando Dias da Costa e critica a inacção da comunidade internacional perante a crise na Guiné-Bissau. A Guiné-Bissau volta a mergulhar num ambiente de tensão política, marcado por versões opostas sobre o estado do país. Por um lado, o Governo de transição insiste numa mensagem de normalidade institucional, crescimento económico e diálogo entre actores políticos, e do outro a oposição denuncia restrições de direitos, detenções arbitrárias e controlo apertado sobre figuras políticas. No centro da controvérsia está a situação de Domingos Simões Pereira. Em entrevista, o advogado Roberto Indeque, integrante do colectivo de defesa do antigo primeiro-ministro, faz acusações directas: “Estamos perante uma detenção política ou, se quiser dizer de forma mais precisa, estamos perante um sequestro”, declara. A escolha das palavras não foi casual. Questionado sobre os fundamentos jurídicos dessa afirmação, o jurista respondeu de forma categórica: “O senhor Domingos Simões Pereira nunca teve processo no Tribunal Militar e hoje não tem processo em nenhum tribunal do país.” Nome citado num relatório sem consequências processuais Segundo a defesa, a origem de toda a narrativa oficial reside apenas numa menção ao nome do dirigente político num relatório de inquérito relacionado com a alegada tentativa de golpe de Estado de Outubro de 2015. “O que aconteceu simplesmente é que o seu nome aparece num parágrafo no relatório de inquérito do suposto caso tentativa de Estado de Outubro de 2015. É só isso”, afirma Roberto Indeque. O advogado acrescenta que, por se tratar de uma figura pública e líder de um dos principais partidos do país, as autoridades entenderam pedir esclarecimentos. “Por ser uma figura pública e por ser líder do maior partido político, a promotoria militar achou por bem que havia necessidade de se esclarecer em que circunstâncias teria aparecido o seu nome no relatório.” Ainda assim, sustenta que nunca foi dado qualquer passo formal para abertura de processo. “Ele foi no dia 13 de Fevereiro, quando a promotoria o convocou para ir esclarecer. Foi lá, declarou tudo o que havia para declarar.” E prossegue: “A promotoria achou-se satisfeita com a declaração e ele saiu da promotoria tal como entrou.” Para a defesa, esse detalhe é juridicamente decisivo. “Não houve despacho de suspeito, muito menos despacho de acusação. A figura de declarante não é sujeito processual. Não sendo sujeito processual significa que não há nenhum processo contra ele.” “Prisão domiciliária não existe no nosso sistema” Outro eixo da argumentação do advogado prende-se com as restrições impostas ao antigo governante, descritas como uma forma de reclusão informal. “Vamos admitir hipoteticamente, ainda que remota, que houvesse um processo judicial contra ele. Se se falasse de prisão domiciliária, não seria o caso aplicável”, afirma. A razão, explica, é simples: “No nosso ordenamento jurídico, entre as medidas de coacção existentes no Código de Processo Penal, não está prevista a prisão domiciliária.” Daí a conclusão: “Isto não é detenção, não existe detenção domiciliária. Não é prisão porque também não existe prisão domiciliária. Por isso eu chamei isso de sequestro.” E reforçou a acusação: “Quando um órgão judicial ou qualquer órgão administrativo utiliza um expediente que não esteja previamente regulado, está a cometer uma ilegalidade.” Para o advogado Roberto Indeque, o caso ultrapassa o plano jurídico e inscreve-se numa estratégia política. “O regime está a construir essa narrativa em volta do senhor Domingos Simões Pereira”, afirma. Três semanas sem acesso de médicos e advogados As denúncias tornam-se mais sensíveis quando o advogado descreve o actual regime de isolamento do seu cliente. “A única pessoa que tinha acesso ao Domingos Simões Pereira era o seu médico pessoal, que também é irmão, e o colectivo dos advogados”, explicou. Mas, segundo relata, essa situação alterou-se recentemente. “De há três semanas para cá, nem o médico, nem os advogados têm acesso ao engenheiro Domingos Simões Pereira.” Na interpretação da defesa, trata-se de uma situação grave. “Isto significa que está num isolamento absoluto.” Questionado sobre o que motivou a mudança, responde: “Confesso, senhora jornalista, que não sei explicar, porque também não nos deram explicação. Simplesmente disseram que era ordem superior.” Fernando Dias da Costa também alvo de restrições As críticas do colectivo de defesa não se limitam ao caso de Domingos Simões Pereira. O advogado afirma que Fernando Dias da Costa, apresentado pelos seus apoiantes como vencedor das presidenciais contestadas, enfrenta igualmente limitações severas. “O Fernando, na sua residência, também está sob forte vigilância”, declara. Descrevendo o dia-a-dia do dirigente, acrescenta: “Para se deslocar, a viatura está sujeita a revista. Para entrar, quando volta de onde saiu, está novamente sujeita a revista.” E lança uma interrogação: “Como é que podemos interpretar isso numa pessoa livre?” Na sua óptica, o problema reside na diferença entre o discurso oficial e a realidade. “Talvez tenhamos pontos de vista diferentes da interpretação do que significa liberdade entre o colectivo dos advogados e o regime.” Depois esclareceu a sua definição: “Do ponto de vista do colectivo dos advogados, liberdade significa que o senhor pode deslocar-se livremente em qualquer parte do território, sem prévia autorização, sem prévio anúncio ou permissão de qualquer outra pessoa.” Governo insiste na normalidade Do lado oficial, o executivo de transição liderado por Ilídio Vieira Té continua a defender uma imagem de estabilidade, diálogo político e sinais positivos na economia, incluindo previsões de crescimento e contactos com o Fundo Monetário Internacional. Mas Roberto Indeque rejeita frontalmente essa leitura: “Só o Governo pode explicar como controla essa narrativa quando, na realidade, estamos a assistir exactamente ao oposto.” E acrescenta: “Quem está cá, mesmo estando fora mas acompanhando a actualidade, sabe que não há liberdade como se diz. Não existe de forma alguma.” Desilusão com a comunidade internacional O advogado mostrou frustração perante a ausência de reacção regional e internacional. Dirigiu críticas à CEDEAO, à CPLP e à União Africana. “Estou a ficar decepcionado”, acrescentando que já tinham sido anunciadas medidas para responder à crise, sem resultados visíveis. “Foi adoptada uma série de medidas e, até hoje, se não estou em erro, nenhum ponto foi cumprido.” Perante esse quadro, avança com uma explicação possível: “Talvez a comunidade internacional esteja cansada e queira virar as costas.” Apesar do cenário traçado, Roberto Indeque rejeita a ideia de resignação interna. “Os guineenses não podem estar cansados”, respondeu, confrontado com a pergunta e clarificou: “Estão desanimados, mas não estão cansados. Vamos batalhar até que haja legalidade", concluiu.
O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.
¹ Senhor, não me repreendas no teu furor nem me disciplines na tua ira.² Pois as tuas flechas me atravessaram, e a tua mão me atingiu.³ Por causa de tua ira todo o meu corpo está doente; não há saúde nos meus ossos por causa do meu pecado.⁴ As minhas culpas me afogam; são como um fardo pesado e insuportável.⁵ Minhas feridas cheiram mal e supuram por causa da minha insensatez.⁶ Estou encurvado e muitíssimo abatido; o dia todo saio vagueando e pranteando.⁷ Estou ardendo em febre; todo o meu corpo está doente.⁸ Sinto-me muito fraco e totalmente esmagado; meu coração geme de angústia.⁹ Senhor, diante de ti estão todos os meus anseios; o meu suspiro não te é oculto.¹⁰ Meu coração palpita, as forças me faltam; até a luz dos meus olhos se foi.¹¹ Meus amigos e companheiros me evitam por causa da doença que me aflige; ficam longe de mim os meus vizinhos.¹² Os que desejam matar-me preparam armadilhas, os que me querem prejudicar anunciam a minha ruína; passam o dia planejando traição.¹³ Como um surdo, não ouço, como um mudo, não abro a boca.¹⁴ Fiz-me como quem não ouve, e em cuja boca não há resposta.¹⁵ Senhor, em ti espero; Tu me responderás, ó Senhor meu Deus!¹⁶ Pois eu disse: "Não permitas que eles se divirtam à minha custa, nem triunfem sobre mim quando eu tropeçar".¹⁷ Estou a ponto de cair, e a minha dor está sempre comigo.¹⁸ Confesso a minha culpa; em angústia estou por causa do meu pecado.¹⁹ Meus inimigos, porém, são muitos e poderosos; é grande o número dos que me odeiam sem motivo.²⁰ Os que me retribuem o bem com o mal caluniam-me porque é o bem que procuro.²¹ Senhor, não me abandones! Não fiques longe de mim, ó meu Deus!²² Apressa-te a ajudar-me, Senhor, meu Salvador! Salmos 38:1-22Youtube: youtube.com/c/PrRomuloPereiraInstagram: @PrRomuloPereiraFacebook: facebook.com/PrRomuloPereiraSpotify: Evangelho Puro e Simpleshttps://podcasters.spotify.com/pod/show/PrRomuloPereira
Una tragedia infinita. I genitori di Claudio Carlomagno, arrestato per il femminicidio della moglie Federica Torzullo, sono stati trovati morti, ieri sera, nella loro abitazione di Anguillara Sabazia.
Oro Por Você 03001 – 11 de dezembro de 2025 Senhor, quando olho ao meu redor ou acompanho os noticiários e entendendo um pouco de tudo o que está acontecendo no mundo, tenho medo, muitas vezes, de que alguma coisa acontecerá comigo também. Há tanta violência, há tantos desastres na natureza, há tanta insegurança. Confesso que tenho medo, às vezes. Por favor, o Senhor repreendeu a tempestade, e o mar se acalmou. E repreendeu Teus discípulos por serem temerosos em vez de confiantes. Por favor, Senhor, ajude-me a ter grande fé, para que nas tempestades da vida eu possa orar poderosamente, em vez de tremer de medo. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Devocional do dia 20/11/2025 com o Tema: “Gratidão” Quando uma criança recebe algum presente, os pais geralmente se apressam a motivá-la para que expresse gratidão. Mas será que conseguimos ser gratos por tudo o que recebemos de presente? Confesso que, mesmo reconhecendo as muitas dádivas que já recebi e continuo recebendo de Deus todos os dias, me pego muitas vezes pensando naquilo que considero ainda me faltar. LEITURA BÍBLICA: Salmo 136.1-9 Aquele que me oferece gratidão como sacrifício é o que me honra; ao que anda nos meus caminhos, eu mostrarei a salvação de Deus (Sl 50.23).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para a maioria das pessoas, falar de pombo parece tão interessante quanto fazer uma endoscopia. Confesso que eu pensava assim também, até começar a pesquisa pra esse episódio. Gente, o mundo dos pombos-correio é MUITO surpreendente. Pra começo de conversa, existe casa de leilão ESPECIALIZADA nesses bichinhos – e já teve gente que pagou 5,3 milhões de reais por um deles. Sim, você leu certo. Eu não falei que tem muito mais no pomboverso do que a gente pensa?Esse episódio surgiu de uma direct messages enviada pela ouvinte Daniella. Ela queria saber como o pombo consegue acertar o endereço pra entregar os recados das pessoas. Descobri essa e muitas outras infos ÓTIMAS pra você repassar na sua próxima mesa de bar. Tem pombo herói de guerra, tem pombo campeão olímpico... Olha, vamos todos virar columbófilos? =======================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Narração da vinheta: Mônica Marlihttps://www.instagram.com/monicamarli/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendavideocasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei para elaborar o roteiro deste episódio!- Como o pombo-correio sabe para onde ele deve levar a mensagem?Por Eliza Kobayashi, Nova Escola- Como o pombo-correio sabe para onde levar a encomenda?Por Danilo Cezar Cabral, Superinteressante- Pombo-correio é vendido por mais de um milhão de eurosPor Beatriz Evaristo, História Hoje, Agência Brasil- Conheça Cher Ami, o heroico pombo-correio da Primeira Guerra MundialPor Vivian de Souza Campos, Portal Terra
André Ventura, em entrevista à SIC, disse que o país precisava de “três Salazares”. O líder do Chega e candidato à Presidência da República defendeu também os cartazes do partido com a mensagem “Isto não é o Bangladesh”. Daniel Oliveira considera que “a todos interessa ter Ventura na segunda volta, as taxas de rejeição são tão fortes que está decidida”, Francisco Mendes da Silva acredita que o líder do Chega voltou à carga porque “acha que as autárquicas não lhe correram muito bem”. Ouça a análise de Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido a 28 a outubro na SIC Notícias. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oro Por Você 02953 – 24 de outubro de 2025 Pai, hoje quero confessar todo rancor de meu coração por acontecimentos passados. Examine o meu […]
Harvest moon vibrations on this balmy October 6th. Hop into your finest bathing attire, and enjoy!Playlist: Florry - Harvest MoonHal Paris - One Lonesome CowboyDave Douglas - Follow the SunPerth County Conspiracy - If You Can WantCruise Control - Lilly's SongLucky - BoungainvilleaTownie - Chasing My Tail (Sud Ouest)Hydroplane - I've Got A BuzzCindy Lee - Wild OneWorkhorse - LetterNikitta - Encontro de Seca com ChuvaErasmo Carlos - Largo da 2a FeiraTim Maia - Réu ConfessoJonathan Richman - Night Fever
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (10/09/2025): Alexandre de Moraes e Flávio Dino, dois dos cinco ministros da 1.ª Turma do STF, votaram ontem por condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus do “núcleo crucial” da trama golpista. Com isso, os oito réus, entre eles militares de alta patente, ficam a um voto da maioria pela condenação. Hoje será a vez do ministro Luiz Fux. Relator, Moraes abriu a sessão com um voto extenso, no qual chamou Bolsonaro de “réu confesso”. O julgamento está previsto para terminar sexta-feira. As penas poderão chegar a 43 anos de prisão, em regime fechado. Nos EUA, ao falar sobre eventuais novas sanções ao Brasil após o julgamento, a porta-voz do governo americano, Karoline Leavitt, disse que Donald Trump não teme usar o poderio econômico e militar do país para “proteger a liberdade de expressão” no mundo. E mais: Política: Lula critica ‘ameaças’ à soberania e ‘intervenção’ Economia Para Fitch, Brasil não deve retomar grau de investimento no curto prazo Internacional: Israel ataca líderes do Hamas no Catar; Casa Branca critica a ação Metrópole: Três novas drogas psicoativas e de risco são achadas no PaísSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Devocional do dia 03/09/2025 com o Tema: “Para o bem?!”Minha recente viagem à África não começou bem. Tive problemas no guichê, meu voo atrasou e perdi a conexão na Alemanha. Chegando em Frankfurt, soube que o próximo avião partiria em 12 horas! Recebi vouchers para uma noite no hotel e dois táxis, de ida e volta. Confesso que relutei em aceitar que “todas as coisas cooperam para o bem”.LEITURA BÍBLICA: Romanos 8.28-30 Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28, ARA). See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confesso que fico um pouco de bode quando vejo “previsões de Nostradamus para o próximo ano”. Afinal, se trata de alguém que morreu em 1566. Como pode uma pessoa que já teve tempo até de começar e terminar outras vidas (se é que existe reencarnação) ainda influenciar o cotidiano da gente?Dizem que Nostradamus previu eventos tão distintos como a Revolução Francesa e a morte da Princesa Diana, dentre outros momentos históricos. Além disso, toda vez que acontece alguma tragédia mundial, aparece gente que jura que ele havia previsto esse acontecimento.Mas quem foi Nostradamus, gente? Do que viveu? Do que se alimentou? Por onde andou? Como ficou tão famoso a ponto de seus escritos serem revisitados hoje, 458 anos depois de sua partida deste mundo? Venci minha implicância inicial por acreditar que renderia um episódio interessante — e estava certo. O homem teve uma vida movimentada, com perseguições, processos, perdas dolorosas e celebridade badalada pela nobreza. Dizem que Nostradamus previu que você ia gostar do conteúdo, então espero que ele esteja certo. Pra saber, só dando o play. =========================APRENDA EM 5 MINUTOS é um videocast atualizado duas vezes por semana. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Use o cupom ALVINO, na evino, ganhe 10% de desconto nas suas compras e ajude o APRENDA EM 5 MINUTOS a se manter no arEdição: André GlasnerSiga a gente no Instagram: http://instagram.com/aprendavideocasthttp://instagram.com/alvarolemehttp://instagram.com/andreglasnerComercial e parcerias: contato@alvaroleme.com.br======================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei para criar o episódio- As Profecias de Nostradamus: nem a morte foi capaz de diminuir a sua famapor Sergio Gwercman, Aventuras na História - Quem foi Nostradamus, o astrólogo que fez previsões sobre o rei Charles 3º por Franceli Stefani, UOL - Nostradamus - Astrólogo francêspor Dilva Frazão, e-biografia
Devocional do dia 30/08/2025 com o Tema: “Olho por olho?” Ouvi um professor de Sociologia falar sobre o Código de Hamurabi. Criado no Império Babilônico (1792- 1750 a.C.) como guia de justiça, baseava-se na Lei do Talião: “Olho por olho, dente por dente”. Confesso que me assustei e disse: “Olho por olho? Não fica um vivo”! O professor riu e concordou comigo. Em certo momento da história dos hebreus, no Antigo Testamento, essa lei foi aplicada, conforme Jesus afirmou em nossa leitura (v.38). A intenção de Deus ao propor tal mandamento era incentivar a misericórdia. Essa lei foi dada aos juízes a fim de ensinar o povo: “Façam com que o castigo seja proporcional ao crime”. LEITURA BÍBLICA: Mateus 5.38-41 Assim, em tudo, façam às pessoas o que querem que elas façam a vocês, pois esta é a Lei e os Profetas (Mt 7.12).See omnystudio.com/listener for privacy information.
10/08/2025 | 1 João 1.5-10 | Daniel Guanaes | Culto Noite
No Pátio de Honra do Palácio dos Papas, um lugar de pedra, de História, de poder antigo. É aqui que, todos os verões, o Festival de Avignon tenta reinventar o teatro como se se tratasse de um levantamento. Este ano, o sopro inaugural, aquele que dá início a tudo, foi confiado à coreógrafa cabo-verdiana Marlène Monteiro Freitas, figura indomável da dança contemporânea, cuja obra não cabe em nenhuma categoria senão na da possessão poética. Na noite de sábado, 5 de Julho, o espectáculo NÔT rasgou a ordem do Pátio de Honra do Palácio dos Papas. A coreógrafa cabo-verdiana, Marlène Monteiro Freitas, abriu a 79.ª edição do Festival de Avignon. Por entre grades brancas, lençóis manchados de vermelho e corpos disformes que dançam como se estivessem possuídos, a coreógrafa trouxe o caos como gesto inaugural ao maior festival de teatro francês. “A peça teve, nestas últimas semanas, de lutar pela sua sobrevivência e talvez pela sua independência”, começa por nos contar, acrescentando que a obra “demorou bastante tempo a falar-nos. Acho que isso tem a ver com o diálogo e com a arquitectura deste espaço. Foi uma luta até ao fim". O que nos diz NÔT? Talvez nada que possa ser traduzido em palavras. Talvez tudo o que o corpo, o som e o silêncio podem dizer quando as palavras já não sabem o que dizer. O título, ambíguo, evoca a “noite” em crioulo cabo-verdiano, mas também o “not” em inglês: negação, interrupção, desobediência. Nada parece ser inocente aqui, nem gratuito. “Quando comecei a trabalhar nas Mil e Umas Noites pensei que teríamos que criar um diálogo com essa obra. A ideia da noite impôs-se", lembra. A noite como território instável, onde a imaginação e o medo se confundem: “Há ideias que nos parecem boas à noite e de manhã já não são. Há dores que aumentam, há exageros. E depois há os sonhos, que são uma espécie de trilha que não controlamos”. Entre o que se diz e o que se cala começa a dança Inspirada nas Mil e Uma Noites, NÔT não é uma adaptação é uma reescrita sem palavras. “A própria obra é uma força entre o oral e o escrito. Há uma certa mobilidade que existe no oral e que na escrita se torna mais fixa”, sublinha a coreógrafa. Essa tensão entre o fixo e fluidez marca o trabalho de Marlène Monteiro Freitas: “Estamos sempre em diálogo entre algo fixo e algo móvel”. A cenografia é composta de grelhas metálicas, camas desalinhadas, pequenas cadeiras que desenham o espaço sem nunca oferecer estabilidade. A composição visual, por vezes hipnótica, por vezes grotesca, serve de espelho ao corpo: fragmentado e, por vezes, reduzido a marioneta de si mesmo: “É um desafio muito grande fazer um espetáculo neste palco”, admite. Em cena, oito intérpretes: músicos-dançarinos-figuras grotescas que se mascaram, que se duplicam, que se deformam. Em certos momentos, todos parecem encarnar, distorcidamente uma Shéhérazade mecânica, a lendária rainha persa e narradora dos contos de As Mil e Uma Noites. O vermelho, omnipresente, insinua-se como sangue e memória. O espetáculo apresenta-se todas as noites a um público de 2.000 pessoas, muitas das quais vieram apenas “ver um espetáculo no Pátio de Honra” e Marlène Monteiro Freitas reconhece o confronto: “Com certeza que muita gente não sabe ao que vem. Talvez encontrem o nosso trabalho por acaso”. Mas é nesse acaso que reside também a força do que se cria ao vivo. O fascínio pela obra original as Mil e Uma Noites não nasce de uma tentativa de domínio, mas de espanto. “O meu contacto com a obra aconteceu muito cedo, na adolescência… Depois nunca mais pensei nela”. Ao voltar a ela, Marlène encontrou algo que ressoava com o seu próprio processo criativo: “Uma obra com várias versões, vários autores, onde nem sempre se sabe quem escreveu o quê. Uma espécie de livro estrangeiro, sempre em potência”. Essa ideia de potência, de texto que se reescreve a cada leitura, é o coração de NÔT. Há fragmentos que colidem: entre o ritmo de Stravinsky ao de Prince, gritos, ruídos, movimentos que se repetem. NÔT estreou no dia em que se assinalaram os 50 anos da independência de Cabo Verde. “Confesso que, quando me apercebi disso tudo, achei um acaso incrível. Pensei: se calhar vamos ter alguma sorte. Nos últimos dias pouco pensei nisso porque é um desafio muito grande fazer um espetáculo neste palco. A peça teve nestas últimas semanas a lutar pela sua sobrevivência e talvez pela sua independência", concluiu. Com esta estreia mundial de NÔT, o Festival de Avignon abriu-se àquilo que não se explica: à estranheza, à violência poética, à radicalidade de corpos em luta. A escolha do director do festival, Tiago Rodrigues, para abrir com NÔT não foi apenas ousada, mas foi política. Começar com o incompreensível é uma forma de dizer que o teatro, hoje, precisa menos de respostas e mais de perguntas que nos deixem inquietos.
Sermão de domingo (22/06/25), 12º Domingo do Tempo Comum. Texto base se encontra em Salmo 42.Nesse sermão aprendemos que nossa vida é cheia de incertezas, por mais que tentemos controlar nosso destino. Não é porque somos cristãos há muito tempo que não podemos ter dúvidas. Diante das dúvidas, precisamos pregar o Evangelho para nós mesmos. Não é pecado abrirmos nosso coração para Deus, por isso, devemos descansar nossas dúvidas em Deus. Coleta pós sermão: Ó Deus Pai, que lançou a pior onda em seu próprio Filho por amor a nós, nos faça repousar as dúvidas e incertezas em Ti. Confesso que não tenho me dedicado como deveria, as dúvidas me assombram de noite e de dia, não tenho sentido o calor do Teu Evangelho ardendo em meu coração. Torna a dar-me a alegria da Tua salvação e que eu possa, dessa forma, descansar minha alma no Senhor. Por Jesus Cristo, nosso Senhor que intercede por nós. Amém.
Basta um giro no supermercado pra gente ficar confuso com os rótulos de alguns alimentos. Tem os que anunciam que são diet. Outros prometem ser zer. E ainda tem os chamados light. Confesso que, na minha cabeça de consumidor leigo, esses três termos eram meio que a mesma coisa. Já se sentiu assim? Pois bem, eu descobri que não são, não. Aliás, são beeeeem diferentes, e daí decidi contar a respeito neste episódio. =================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Use o cupom ALVINO, na evino, ganhe 10% de desconto nas suas compras e ajude o APRENDA EM 5 MINUTOS a se manter no arEdição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Narração da vinheta: Mônica Marlihttps://www.instagram.com/monicamarli/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: contato@alvaroleme.com.br======================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- Entenda a diferença entre alimentos diet, light e zeroMarieta Cazarré, Agência Brasil- Especialistas explicam as diferenças entre alimentos diet, light e zero G1- Estudo indica que refrigerantes diet podem fazer consumidores engordarem O Globo- Refrigerantes 'light': sem açúcar, mas com risco à saúdeEl País
Nesse episódio eu confesso que “Ainda Estou Aqui” celebrando a estatueta que o nosso filme levou na categoria melhor filme internacional, a única categoria que quem leva é o país e não os produtores, como na categoria melhor filme.Falo sobre a campanha do Oscar, como podemos prever quem vai vencer considerando as premiações anteriores.Comento a cerimônia, os momentos chatos, o declínio de Emília Pérez, os números musicais e meu discurso favorito. Concordo com o mundo que diz que Fernanda Torres era a melhor, na categoria melhor atriz, mas por trabalhar com isso, compartilho como eu sabia que ela não tinha chance de levar a estatueta e explico porque estava entre Demi e Mikey.Confesso que nas categorias que o Brasil não levasse, eu estava torcendo por Anora. Sou fã do Sean Baker há uma década. E digo o que minhas amigas trabalhadoras do sexo acharam do filme.Acima de tudo, festejo a nossa vitória e as portas que esse Oscar abriu para o nosso cinema, nossos artistas e a nossa cultura não só em Hollywood, como pelo mundo afora!
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E eis que chegamos a um dos episódios mais aguardados desta temporada: o das vossas histórias. Confesso que não me tinha apercebido há quanto tempo não vos trazia um episódio destes e eu também já tinha saudades ❤️ Hoje, trago-vos 6 histórias assustadoras, sendo que uma delas vem da Bélgica e outra da minha Escócia, mais particularmente de Edimburgo. Falo-vos de familiares que já partiram, de fantasmas na Serra de Sintra, de velhinhas creepy, de vizinhas simpáticas e outras que só queremos ver longe. Também falo um bocadinho sobre crianças índigo ou cristal, bruxarias ou feitiços de protecção, velas que dançam sem vento, cadeiras que mexem sozinhas, mães e namorados sensitivos, paralisia do sono e projecção astral, e uma pessoa que perdeu a cabeça.
Para saber demais informações e participar do clube de conversação depois do expediente, siga o link: https://portuguesewitheli.com/cahIf you’d like to help our podcast, consider leaving us a review (Apple and Spotify). Or, alternatively, you can also make a small donation that will be used to cover costs and buy more books for me to research for the podcast
Os carismáticos deveriam ter algum cuidado ? Vi muita gente acusar influenciadores de manipular um público incapaz. O Brasileiro deve ser protegido deste tipo de conteúdo? Somos um povo inútil em dosar riscos? Caímos no canto de qualquer sereia? Obedecemos apáticos nossos ídolos? O Brasil é peculiar. Estamos entre os 10 primeiros países do mundo em importância econômica. (10º PIB), somos o 3º maior usuário do Instagram e do T1k T0k. Porém estamos em 102º lugar no índice de educação e 94º na média do QI. Os países nórdicos tem os melhores sistemas educacionais do mundo. A maioria deles, tem um baixo uso do Instagram ou redes sociais. Porém, o Japão, uma das populações mais inteligentes do mundo são o 6º maior usuário do Insta. O QI comparativo entre os países é uma maneira superficial de avaliar inteligência. O índice educacional, ajuda, uma população que lê mais, desenvolve maior poder analítico, conhecimento e capacidades cognitivas. Pensamos que um ser humano ao fazer 18 anos é completamente pronto para lidar com o mundo. Os influenciadores que vendem jogos não parecem fazer distinção entre persuasão e capacidade do seu público. Partimos do princípio de quem faz a arte da persuasão é sempre o comunicador e nunca consideramos a vulnerabilidade do público em questão. Com esta discrepância entre o barulho que fazemos no mundo, e o nosso pífio preparo básico cognitivo, ficamos no dilema: Todos teríamos a capacidade em lidar com a informação e tomar boas atitudes para si? Caso você sugira que não temos, qual seria uma solução? Quem jogou por influência dos seus ídolos e perderam são responsáveis e capazes de controlar suas volições ou são um público influenciável sem poder crítico para lidar com conselhos de uma figura amada? Confesso que são reflexões incompletas e sem respostas na minha mente. Eu vejo uma inocência de considerarmos todos prontos para o mundo atual, onde nem sempre recebemos o preparo e desenvolvemos senso crítico. Mais do que dar informações prontas esta construção cognitiva é uma urgência atual. Qual sua opinião ou solução?
Eliane Cantanhede analisa como o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não perdeu tempo. Após a posse, assinou várias medidas bem recebidas nos EUA, mas que chocam o mundo, como a de impedir a entrada de imigrantes, e medidas autoritárias em relação a outras nações.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eliane Cantanhede analisa como o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não perdeu tempo. Após a posse, assinou várias medidas bem recebidas nos EUA, mas que chocam o mundo, como a de impedir a entrada de imigrantes, e medidas autoritárias em relação a outras nações.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A vida sempre me trouxe presentes… Quando decidi lecionar no Insper, onde ensinei por sete anos e criei a disciplina de Gestão da Mudança para o curso de pós-graduação em Gestão de Projetos, fui motivada pelo convite de um ex-cliente e amigo, Guy Cliquet. Ele valorizava meu trabalho e entendia a importância de uma metodologia estruturada para impactar o comportamento organizacional. Na época, meu objetivo era investir em uma segunda carreira. Algo que trouxesse propósito, pudesse ser conciliado com minhas atividades como Diretora na Accenture e me proporcionasse momentos de estudo e reflexão. Mas o que eu não sabia era que essa ação poderia inspirar e me conectar com jovens (na sua maioria mulheres) que buscavam a mudança como promoção de um mundo melhor. E foi assim que eu conheci essas duas lindezas! Duas sobrinhas, como gosto de chamar. Mulheres, jovens, lindas, inteligentes, privilegiadas, mas inconformadas com a desigualdade e as oportunidades das minorias, em especial Mulheres. Descontentes com o papel da mulher em um mundo machista, confiantes no poder de transformação e ávidas por conhecimento e conexões, elas se destacaram. Confesso que vejo muito da Sandra jovem nelas. Talvez essa identificação tenha sido o ponto de conexão: minha admiração ao vê-las ousarem se aproximar e, de forma única, me “colocarem na parede”, pedindo para fazer parte do meu mundo organizacional e pessoal. Como dizer não a alguém que pede aquilo que você sempre quis ter coragem de pedir? Como negar algo que você, por tanto tempo, achou que não merecia? Como ignorar o pedido de jovens mulheres que reafirmam que você está no caminho certo, mesmo quando a sociedade insiste em dizer que você não pertence a este lugar? Amanda e Karol são como eu gostaria de ter sido: livres, firmes, delicadas, sensíveis e inquietas. No podcast, gravamos conversas espontâneas sobre como essa nova geração pode nos inspirar a ser quem realmente queremos ser. Falamos sobre aceitar nossos erros, abandonar a busca pela perfeição e desafiar expectativas sociais: ser ou não mãe, buscar um parceiro ou parceira, ou seguir sozinhas, trabalhar por uma carreira ou apenas trabalhar? Em resumo, sobre QUERER, PODER e DEVER ser quem quisermos em um mundo cheio de regras e expectativas. Obrigada, minhas lindezas, por sempre despertarem o que há de melhor em mim. Espero que vocês também curtam nossa conversa e compartilhem com quem vocês querem inspirar. #SandraGioffi, #AmandaEKarol, #PodcastSobreMulheres, #GestãoDaMudança, #LiderançaFeminina, #MulheresNoMercadoDeTrabalho, #EmpoderamentoFeminino, #DesafiosDaNovaGeração, #InspiraçãoParaMulheres, #JovensLíderes, #IgualdadeDeGênero, #CarreiraEPropósito, #MulheresNaLiderança, #FeminismoNoMercadoCorporativo, #MudançaOrganizacional, #DesafiosDasMulheres, #NovaGeraçãoDeLíderes, #TransformaçãoSocial, #MulheresInspiradoras, #PodcastMotivacional, #ReflexãoSobreAVida, #PodcastSobreIgualdade, #MulheresQueInspiram, #LiderançaNoMercadoDeTrabalho, #PropósitoECarreira, #InquietaçãoFeminina.
Song that got you through 2024: An hour of listener submitted songs that soundtracked the year 2024. Thanks to everyone who submitted songs!Playlist: Keanu Nelson - Watjilpa WiyangkuAdrienne Lenker - Free TreasureSmog - I Was A StrangerThe Growing Concern - Hard Hard YearTim Maia - Réu ConfessoJesse Woods - U.F.O.Cindy Lee - All I Want Is YouArt Lown - Deep Blue SeaGordon Lightfoot - SundownHobby - GrowinThe Secret Beach - LA HaircutWorkhorse - AloneSkinny Dyck - NosediveBronson Diamond and Greta Stanley - Stay In Your LaneTracy Chapman - Crossroads
Há pouco tempo decidi revelar uma filosofia que uso para guiar minha vida e assim conquistar uma vida extraordinária, fora da média e que vale a pena ser vivida! Confesso que relutei e tive duvidas, antes de compartilhar esses meus pensamentos assim publicamente, mas estou mais do que certo de que isso será bom para você, FIVE. Então, caso você ainda não saiba, o manual que uso para viver a minha vida material, e que você também pode usar para viver a sua de um jeito mais fácil e melhor, é o ESTOICISMO. E eu vou resumir o estoicismo com a frase de um teólogo americano na Oração da Serenidade. Ele diz assim: “Concedei-me, Senhor, a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar. Coragem para mudar as que posso. E sabedoria para distinguir umas das outras”. Muita gente hoje, (não estou dizendo que é o seu caso, FIVE, mas talvez seja), procrastina e adia o que pode mudar, e fica ansioso e preocupado com o que não pode mudar. Se essa é a sua realidade e você quer mudar isso, e ainda ganhar o discernimento para distinguir as duas coisas, para assim viver muito melhor… Você precisa assistir ao episódio 214 do Sai da Média, o podcast de produtividade mais ouvido do Brasil: “Como o estoicismo te ensina a viver melhor todos os dias da sua vida”. Então dá o play aí e assista! → Para mais conteúdos gratuitos sobre produtividade e desenvolvimento pessoal, se inscreve aqui no canal e me segue no Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ → Segue a Paty no Instagram se quiser descobrir os segredos de um evento ao vivo que gera alta transformação e conversão em vendas: https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
Senhor, há dias em que não me sinto amado, e isso me leva a não sentir amor pelos outros. Confesso que os dois sentimentos são pecaminosos. […]
La carriera politica di Giovanni Toti è terminata, forse definitivamente, il 4 maggio del 2024, giorni in cui è stato arresto con l'accusa di corruzione da presidente della Regione Liguria. Quattro mesi dopo, in una vicende giudiziaria estremamente veloce, Toti ha patteggiato con la procura due anni e un mese. Oggi racconta la sua vicenda politica e giudiziaria in un libro che si intitola Confesso: ho governato. Dal ponte Morandi alla rinascita della Liguria: un modello contro l'ipocrisia politica edito da PIEMME. Giovanni Toti è ospite in studio con noi.
“Se você não gosta de pessoas, não saia de casa!”Essa foi uma das frases marcantes que ouvi da minha convidada, Edna Bedani, durante a gravação do nosso podcast sobre Liderança. À primeira vista, pode parecer uma afirmação dura, mas ela é incrivelmente direta e verdadeira. Eu gosto de dizer ainda: se você não gosta de gente, não lidere…Vivemos em um mundo de constante transformação, especialmente com a revolução digital. No entanto, por mais que a tecnologia seja uma grande facilitadora, ela jamais substituirá o valor das conexões humanas. É o toque humano — a empatia, a escuta ativa, a colaboração — que realmente faz a diferença. Nossas emoções, a capacidade de construir confiança e apoiar uns aos outros são insubstituíveis.Essa visão reflete perfeitamente quem é a própria Edna. Várias pessoas do meu círculo costumavam dizer: "Você precisa conhecê-la, ela é incrível!" Isso sempre despertou minha curiosidade, até que nossos caminhos finalmente se cruzaram. Foram eventos de RH, encontros sociais ou iniciativas de impacto, enfim, nossas trajetórias se alinharam, e eu logo entendi o porquê de tantos elogios.Sem querer, somos um exemplo de quem gosta de se relacionar e que não desperdiça os benefícios dessa dinâmica tão humana. É fascinante como podemos aprender e crescer em simples conversas. Em tempos de lifelong learning, um bate-papo com a Edna — uma profissional dedicada a ajudar pessoas a se tornarem suas melhores versões — pode valer mais do que anos de estudo teórico.E aqui fica uma provocação: ouçam nosso episódio com atenção e reflitam sobre isso — o que você aprendeu com a última pessoa que conheceu? Seja no bar da esquina, na fila do supermercado, ou em uma festa de casamento, como você valorizou e usou esse encontro? Confesso que ao longo dos meus cinquenta e tantos anos, aprendi a nunca desperdiçar um bom *insight*.
Ó Deus querido, confesso minhas fraquezas, não como pecado, mas como parte do reconhecimento pleno de que preciso de Teu poder em minha vida. Quando estou […]
Cruising through some sunny fall days in the prairies.Playlist: Jorge Ben - ZumbiTim Maia - Réu ConfessoMaston with L'Éclair - SouvenirIbrahim Hesnawi - Only World feat. SuzanLOVING - On My Way To YouA. Savage - Phantom LimboNavajo Sundowners - Heart of GoldCool Ghouls - Gord's HorseOra Cogan - CowgirlCourtney Barnett - Rae StreetDougie Poole - Los AngelesThe Rifle County Players - The VisitJanky Bungag - Down to Be LovedWillie Nelson - Do You Realize
Pai, chego diante de Ti, agora, para confessar os pecados que estão em meu coração e as tentações que cruzam minha mente. Perdoe-me por qualquer pensamento […]
Cettina Caliò"Memorie di un pazzo"Nikolaj Gogol'Traduzione di Serena VitaleAdelphiwww.adelphi.it«Nikolaj Gogol', il più strano poeta in prosa che la Russia abbia mai prodotto»(Vladimir Nabokov).«Confesso che da qualche tempo ho cominciato a vedere e sentire cose che nessuno ha mai visto o sentito». Così scrive nel suo diario il consigliere titolare Popriščin – funzionario di rango non elevato ma di grandi ambizioni, roso dal senso di inferiorità, dall'invidia verso più altolocati colleghi al servizio dello Stato –, che ritiene un privilegio l'incarico di temperare, una volta alla settimana, le penne d'oca di un superiore della cui figlia è segretamente innamorato. Nelle pagine che accolgono le sue frustrazioni e i suoi sogni di gloria si insinuano le sempre più assurde fantasie che lo abitano: mucche che comprano il tè, il carteggio tra due cagnoline dal quale apprende che la giovane amata andrà in sposa a un altro. Lo sdegno e un'impotente rabbia lo precipitano definitivamente nella follia («burocratica» questa, priva del demoniaco romanticismo che caratterizza l'insania del pittore nel Ritratto, un altro dei «racconti pietroburghesi» di Gogol'). Persa del tutto la ragione – ora si crede Ferdinando VIII, re di Spagna –, Popriščin viene rinchiuso in un manicomio, dove si occupa degli «affari di Stato» e si angoscia per la sorte della Luna. Dinanzi al suo delirio, alle grida strazianti per le «cure» brutali che gli vengono inflitte, anche a noi non resta che ripetere, come Popriščin: «Vabbè, vabbè, silenzio!». Un silenzio che verrà riempito dalla voce stridula e penetrante dell'Uomo del sottosuolo di Dostoevskij.Cettina Caliò è nata a Catania nel 1973. Scrive poesia e prosa. Cura libri. Traduce dal francese. Ha pubblicato: Poesie (1995), L'affanno dei verbi servili (2005), Tra il condizionale e l'indicativo (2007), Sulla cruda pelle (2012), La forma detenuta (2018), Di tu in noi (2021).IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Confesso que sou mauricinho, tenho 18 anos e adoro passear no shopping e olhar macho. Um dia um quarentão de social começou a me olhar.
Há pouco tempo decidi revelar uma filosofia que uso para guiar minha vida e assim conquistar uma vida extraordinária, fora da média e que vale a pena ser vivida! Confesso que relutei e tive dúvidas, antes de compartilhar esses meus pensamentos assim publicamente, mas agora estou mais do que certo de que isso será bom para você, FIVE. Então, caso você ainda não saiba, o manual que uso para viver a minha vida material, e que você também pode usar para viver a sua de um jeito mais fácil e melhor, é o ESTOICISMO. E, pensando em ajudar você, eu e a Paty compartilhamos neste episódio 172 do Podcast Sai da Média, os 15 hábitos estoicos que vão mudar sua vida de forma rápida em 2024. Confesso que o 15º ainda é um desafio para mim… Mas estou trabalhando ativamente para alcançá-lo! Então, que a minha vulnerabilidade seja a sua força… Agora, você quer descobrir qual é esse hábito poderoso e também todos os outros 14, para saber como aplicá-los de forma prática e assim ter uma vida fora da média neste ano? Então dá o play aí e assista! → Treinamento “O Fim da Procrastinação”, 8 a 10/01/24: foco, disciplina e muito mais resultado com menos esforço. Toque no link e inscreva-se grátis: https://geronimotheml.site/o-fim-jan24-Spotify Me segue lá nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ Facebook: https://www.facebook.com/geronimo.theml/ Segue a Paty nas redes sociais: Instagram:https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
Se você é um FIVE de carteirinha… Um FIVE maratonista… Isto é, se você é um FIVE que me acompanha há mais tempo, você sabe algo relativamente novo sobre mim. Há pouco tempo eu compartilhei com você a filosofia que uso para guiar minha vida e assim conquistar uma vida extraordinária, fora da média e que vale a pena ser vivida! Confesso que relutei e tive dúvidas, antes de compartilhar esses meus pensamentos assim publicamente, mas agora estou mais do que certo de que isso será bom para nós. E digo “nós”, porque você também pode aprender bastante com essa filosofia e viver sua vida baseada em princípios, para tomar decisões melhores, mais fáceis e mais assertivas. Então, de maneira resumida, posso dizer que o Estoicismo é o manual adequado para viver a vida material e o Cristianismo é o manual ideal para viver a vida espiritual. E antes que alguém me pergunte, eu vou já adiantando: isso não é uma religião e não, você não precisa raspar a sua cabeça para se tornar um estóico-cristão. Isso é uma filosofia de vida pela qual eu vivo a minha própria vida e pela qual você também pode viver a sua ou, se preferir, pode ao menos aprender mais com esses tais princípios. Assista agora ao Podcast Sai da Média #167 - Estoicismo Cristão: a filosofia que guia para uma vida extraordinária! → Faça parte da Comunidade No Comando para vencer a procrastinação em até 60 dias: https://lp.geronimo.com.br/pre-inscricao-comunidade-no-comando Me segue lá nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ Facebook: https://www.facebook.com/geronimo.theml/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
No Podcast Arquivo Vivo desta semana, Renato Lombardi entrevista Patrícia Vega, a advogada que representa a família de Diego Cassas. Em 2013, o jovem foi morto no estacionamento de uma lanchonete após uma discussão em uma balada. Dez anos após o crime, Caio Rodrigues, réu confesso, continua foragido sem cumprir um dia de pena sequer. Patrícia Vega relembra as investigações e diz que sonha em ver Caio atrás das grades.
Leitura bíblica do dia: 1 João 5:13-15 Plano de leitura anual: Jeremias 15–17; 2 Timóteo 2; Servi na equipe de cuidados aos membros da igreja, e uma das minhas funções era orar pelos pedidos deixados nos bancos durante os cultos: pela saúde de uma tia; pelas finanças de um casal; pela salvação de um neto. Raramente ouvia as respostas a essas orações. A maioria era anônima, e eu não tinha como saber sobre as respostas de Deus. Confesso que às vezes me perguntava: Ele realmente ouviu? Alguma coisa aconteceu como resultado de minhas orações? Durante nossa vida, a maioria de nós questiona: “Deus me ouve?” Lembro-me de meus próprios pedidos por um filho que ficaram sem resposta por anos. E fiz pedidos para que meu pai encontrasse a fé, mas ele morreu sem qualquer confissão aparente. Ao longo dos milênios, vemos inúmeros exemplos de Deus inclinando os Seus ouvidos: aos gemidos de Israel sob a escravidão (Êxodo 2:24); a Moisés no monte Sinai (Deuteronômio 9:19); a Josué em Gilgal (Josué 10:14); às orações de Ana por um filho (1 Samuel 1:10-17); a Davi clamando por livramento (2 Samuel 22:7). A Bíblia é explicita: “[Deus] nos ouve sempre que pedimos algo conforme sua vontade” (1 João 5:14). A palavra “ouvir” significa “prestar atenção” e responder com base no que se ouviu. Ao nos dirigirmos a Deus, tenhamos confiança em Sua capacidade de ouvir, pois Ele ouve nossos clamores. Por: Elisa Morgan
Miguel Sousa Tavares traça o retrato de um país marcado por um pessimismo estrutural onde não faltam sinais de crise na Justiça, Habitação, Saúde e Educação. O cronista está do lado do Governo na contagem do tempo dos professores e critica a mudança de opinião no PSD que "cavalga a onda conforme o vento". Elogia o PM, apesar de criticar o desempenho do Governo "constituído por notórios incompetentes e que, todavia, mantêm-se em funções". E sobre as ações dos ativistas pelo clima, não tem qualquer dúvida: "estou do lado dos que aplaudem!". Sousa Tavares diz-se "farto da hipocrisia política sobre o ambiente".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 143 falamos do TikTok ser o motor de pesquisa favorito dos Gen Zers, Youtube e privacidade das crianças e os bastidores da publicidade digital em 2023. Episódio de: Download do podcast Miguel Youtube viola privacidade das crianças? A preocupação com a segurança da minha filha é a minha principal prioridade. Confesso que, como […] O conteúdo TikTok meio de pesquisa favorito, Youtube e privacidade e a Publicidade Digital em 2023 – e143s01 aparece primeiro em Podcast Marketing por Idiotas.
To join the conversation club, please go to https://portuguesewitheli.com/cah Talvez eu não seja o melhor dos maridos, mas tampouco sou um dos piores. Não que eu seja essas mil maravilhas – sei dos meus defeitos e tento saná-los, mas tem vez que é difícil arrancar o mal pela raiz. Veja só a minha relação com minha esposa. Ela acredita numa coisa chamada “terapia de varejo”. Confesso para você que para mim esse termo é inédito; é que eu sou das antigas e essas coisas modernas de gente jovem sempre me escapam. Mas, voltando ao assunto, essa “terapia de varejo” nada mais é que aquela extravagância de ir a uma butique, encher o sacolão de roupas sem nem ir ao provador e depois passar tudo no cartão. Eu bem que aceitaria esse desbarato – com essa vida de cão que a gente leva, a gente tem que fazer como disse a Marta Suplicy –, mas é que a gente já está numa situação ruça. Mais um pouquinho e a gente fica no fundo do poço. Minha esposa reclama, diz que eu estou “cerceando” a liberdade dela usar o dinheiro da casa. Concordo, mas o pior cego é aquele que não quer ver. Bom, depois da última, porém, vi que ela ficou combalida e resolvi ver a questão pelo lado dela. Talvez houvesse alguma coisa que eu não entendesse muito bem. Quem sabe eu até visse alguma graça na caça ao tesouro nas vitrines das lojas do shopping? Fui lá, com um daqueles sacolões que minha esposa leva para as compras e, em vez de me deixar ser acossado por um vendedor, fui lá e acossei o primeiro que vi, em busca de dicas para escolher uma roupa que me caísse bem. O vendedor parecia apreensivo – não é todo dia que aparecia um homem de meia-idade, careca e bigodudo tão ávido por fazer compras –, mas mesmo assim me ajudou a escolher as roupas dos cabides e a experimentá-las. No final de um dia longo de compras, me dei conta da euforia que era comprar vestuário. E desde então, minha esposa é quem tem que me segurar, senão vou à loja e compro tudo. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/portuguesewitheli/message
Rogerio Araujo, teve uma história difícil, começou a trabalhar aos 7 anos catando lixo e vendendo picolé. Hoje, é um artista premiado, reconhecido mundialmente, patrocinado pelas maiores marcas americanas relacionadas a tatuagem do mundo (world famous ink,Peak needles e recovery after care) e é empresário em Miami Beach, uma das regiōes mais caras dos Estados Unidos. Premiado mundialmente por suas tatuagens, o empreendedor conquistou um dos nichos mais complicados de se alcançar neste meio, que são as celebridades. Começou aos quinze anos, com uma máquina caseira, em Belo Horizonte, impactou os profissionais norte americanos com seu trabalho, algo totalmente diferente do que já haviam visto. Com isso, Rogério quebrou barreiras e passou a ser procurado por grandes celebridades norte americanas, principalmente da indústria fonográfica, uma das mais fortes do país. “Eu nunca fui atrás de ninguém! Todos eles chegaram a mim por meio das minhas redes sociais e indicações. Confesso que não imaginava que poderia atingir logo a nata da música americana. Quando a gente vê os rappers, a tatuagem é uma das coisas que chama atenção e hoje posso me orgulhar por fazer parte disso” Essa dica veio do @Canal do Bambam e nós estamos ansiosos por esse papo com um brasileiro que já morou na rua e agora é rei, aqui nos EUA. Bora?! Siga o canal do Rogerio: @Rogerio Araujo Tattoo e o @Chapel Tattoos Miami Siga a Pane di Puglia no Instagram: @panedipuglia2020 Siga o Bubbles no Instagram: @bubblespodcast Conheça a EyeSea Solutions, a melhor agência brasileira de marketing / eventos dos Estados Unidos. Siga no Instagram @eyeseasolutions Inscreva-se também no Cortes do Bubbles para ver os pontos altos das nossas conversas: @Cortes do Bubbles #rogerioaraujotattoo #tattoo #tatuadorbrasileiro #vidanoseua #empreendedorismo #empreendertransforma #melhorestatuagens #summerwalker #summerwalkermusic #summerwalkertattoo #miamibeachtattoos #celebritiestattoos #chapeltattoos5years #chapeltattoosmiami5anos #chapelfinearttattooing #bubblespodcast #imigrantesbrasileiros #podcastbrasileiro #brasileirospelomundo #empreendedorismodigital #julianabittencourt #gabrielcarvalho #lilizucchini #vidanoseua #trabalharnosestadosunidos #vivernoseua #morarnosestadosunidos #homeless --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/bubblespodcast/support
Hoje trazemos Arthur Pinheiro Machado, um engenheiro e empresário inovador que abraçou o mercado financeiro para provocar uma revolução, batendo de frente com nada menos que a Bolsa de Valores, o que acabou trazendo-lhe muitos problemas. Arthur foi envolvido em desdobramentos da Operação Lava Jato, acusado de fraudes em fundos de pensão, num processo que provocou inclusive sua prisão. E esta é a primeira oportunidade que ele tem de contar a história em detalhes. Confesso que fiquei reticente sobre gravar este LíderCast, pois a máquina de moer reputações fez um trabalho excelente com o Arthur. Mas depois de assistir à utilização da Justiça como instrumento político para abater adversários, inclusive entre empresários, senti que esta seria uma oportunidade de esclarecimento. Ouça o que ele tem a dizer e tire suas conclusões.
Hoje trazemos Arthur Pinheiro Machado, um engenheiro e empresário inovador que abraçou o mercado financeiro para provocar uma revolução, batendo de frente com nada menos que a Bolsa de Valores, o que acabou trazendo-lhe muitos problemas. Arthur foi envolvido em desdobramentos da Operação Lava Jato, acusado de fraudes em fundos de pensão, num processo que provocou inclusive sua prisão. E esta é a primeira oportunidade que ele tem de contar a história em detalhes. Confesso que fiquei reticente sobre gravar este LíderCast, pois a máquina de moer reputações fez um trabalho excelente com o Arthur. Mas depois de assistir à utilização da Justiça como instrumento político para abater adversários, inclusive entre empresários, senti que esta seria uma oportunidade de esclarecimento. Ouça o que ele tem a dizer e tire suas conclusões.
Dia 12 de Janeiro de 2016 ia ao ar o primeiro episódio desse podcast. Aaaahh… eu tinha tanto a aprender ainda. Achava que sabia muito, acreditava que poderia me mudar e mudar ao mundo. Confesso que eu uni o útil ao agradável, mas agora, só depois da vinheta. Vamos juntos. Entre no grupo Saia da Inércia clicando aqui Faça sua análise de Perfil Comportamental com Paulinho Siqueira: Assine aqui Tenha reuniões produtivas com o Método Corpore Ativo por apenas 10 x 11,50 Siga o Paulinho Siqueira no Instagram Se inscreva no meu canal do Youtube: Paulinho Siqueira Entre no Canal no Telegram: t.me/opaulinhosiqueira
No Papo Antagonista desta sexta-feira (12), Claudio Dantas comentou os destaques da última edição da Crusoé, que detalhou como o Centrão se prepara para trair Jair Bolsonaro. O programa ainda trouxe uma entrevista com o CEO da Eight, Paulo Carpegiani, que defendeu a regulamentação do mercado de criptomoedas.