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Um nome que é sinônimo de automobilismo para o Brasil está perto da Fórmula 1. Em poucos anos, mais um Fittipaldi pode estar no grid da categoria. Emmo é o mais jovem piloto da família Fittipaldi, que há décadas se confunde com a história do esporte a motor. Ele é filho de Emerson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1 (1972/74), duas vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis (1989/93) e campeão da Indy (1989). Marcio Arruda, da RFI em Paris Aos 19 anos, Emerson Fittipaldi Jr, conhecido como Emmo, acabou de estrear na Fórmula 2, último degrau antes da Fórmula 1. Depois de passar pela Fórmula 4 italiana, pela Regional Europeia, que também é chamada de Freca, e pela Eurocup-3, Emmo contou em entrevista exclusiva à RFI o motivo de ter pulado a Fórmula 3 e ido direto para a Fórmula 2, que é o caminho mais comum entre os pilotos. “A gente teve uma oportunidade muito boa na equipe AIX Racing de poder dar esse pulo grande para a Fórmula 2. A gente sabe que a F2 é um mundo muito pequeno, com apenas 22 carros. Então, não é sempre que você tem um assento para guiar", explicou. Por isso, ele não deixou escapar essa primeira oportunidade que teve e trabalhou muito para estar preparado para esse "grande passo". "Eu fui de um carro com 280 cv (de potência do motor) para quase 700 cv. Então, é muita diferença. De uma categoria para outra, é um grande pulo”, comenta. A temporada 2026 da Fórmula 2 começou na Austrália, no começo do mês passado. Emmo avaliou sua estreia na nova categoria. “A minha corrida em Melbourne foi a minha estreia na Fórmula 2 e também a minha primeira corrida em fim de semana de Fórmula 1. Então, é sempre uma oportunidade legal de estar na mesma pista, horas antes da Fórmula 1", lembrou. Segundo ele, essa foi uma oportunidade de ficar mais perto do sonho, que é a F1. "Minha estreia foi muito positiva porque a gente conseguiu tudo que precisava fazer, da questão de aprendizado até a adaptação ao regulamento da Fórmula 2. Acredito que a cada corrida a gente vai dar passos para a frente e ir melhorando cada vez mais”, disse. Guerra impõe alterações no calendário O piloto brasileiro iria voltar ao cockpit agora em abril, mas a Fórmula 2 cancelou as corridas do Bahrein e da Arábia Saudita por causa da Guerra do Irã. O cancelamento encurtou o calendário e aumentou a distância para a próxima etapa, que agora será em Mônaco, no primeiro fim de semana de junho. Até lá, nada de descanso e foco total no trabalho. “Vai ter um break bem grande entre Melbourne e Mônaco. Sempre entre as corridas, eu faço um trabalho físico e também no simulador. Hoje em dia, existe o simulador e a gente pode andar muito para conhecer as pistas. Aí eu fico andando, andando… até conseguir melhorar o meu tempo. E isso vai me ensinando que não há limite; sempre posso melhorar com o treino”, acredita o jovem piloto. Tendo bons resultados na Fórmula 2, que é o Enem da Fórmula 1, o piloto de 19 anos prevê que em pouco tempo chegará na categoria onde o pai é bicampeão. “Em dois anos, no máximo, teremos algumas notícias. É preciso andar bastante na Fórmula 2 e mostrar que tenho potencial para entrar na Fórmula 1", antecipa. Ele relembra que a família Fittipaldi é uma das maiores no automobilismo. Na Fórmula 1, é até agora "a família que teve mais pilotos", garante. "Se chegarmos a ter cinco (pilotos), aí eu acho que ninguém vai alcançar a nossa família. Ela vai ser, para sempre, a maior família da história da Fórmula 1. Então, eu acho que é fantástico se eu puder alcançar esse meu sonho. O importante, agora, é focar e dar o meu melhor para que, um dia, eu possa estar na F1. Aí eu estarei muito contente”, prevê. Os Fittipaldi sonham em 'fazer a quina' Se realizar o sonho de guiar na F1, Emmo se tornará o quinto Fittipaldi a competir na categoria. Como se diz no esporte, a família vai fazer a quina - fazendo referência ao jogo de loteria. Os quatro que passaram pela F1 são seu pai Emerson, que pilotou para as equipes Lotus, McLaren e Copersucar/Fittipaldi de 1970 a 1980, seu tio Wilsinho, que guiou para Brabham e Copersucar/Fittipaldi entre 1972 e 1975, seu primo Christian, que foi piloto da Minardi e da Footwork de 1992 a 1994, e seu sobrinho Pietro, que competiu pela Haas em dois Grandes Prêmios em 2020. Leia tambémEmerson Fittipaldi é homenageado em circuito francês que já recebeu a Fórmula 1 Com DNA da velocidade, Emmo revelou o assunto que é sempre conversado em família. “É sempre muito divertido estar com meus familiares. Não tem nenhum lugar que a gente esteja que a gente não fale sobre F1. Com Christian, Enzo e Pietro, o assunto sempre é corrida”, revelou. Para chegar à Fórmula 1, Emmo Fittipaldi sabe que o caminho é longo e difícil, principalmente para quem carrega um sobrenome de peso. “É um nome icônico na Fórmula 1 e, por isso, é óbvio que vem com pressão. As pessoas olham um pouquinho mais para mim do que para outros, mas no final das contas, na hora da corrida, não penso na diferença do nome. Eu estou lá para dar o meu melhor”, afirmou. Ídolo em casa O filho de Emerson Fittipaldi revelou quem é seu ídolo nas pistas. “Meu pai é minha maior inspiração e é por causa dele que estou correndo. Quando eu era pequenino, vi fotos e vídeos dele e sempre quis fazer o esporte que ele fez. Foi meu pai quem me mostrou o esporte pela primeira vez quando eu tinha 7 anos. Quero chegar aonde ele chegou na carreira. Ele brinca comigo que talvez eu possa ser melhor do que ele, mas primeiro eu preciso chegar na F1. Depois a gente conversa se vou ser melhor ou não”, revelou Emmo. “Ele é um pai que está sempre me ajudando e me ensinando porque ele tem muita experiência não só de corrida, mas de vida. É incrível ter um pai como ele”, completou. Nascido em 2007 na Flórida, Estados Unidos, o piloto escolheu a bandeira do Brasil para competir nas pistas. E isso não faz dele menos brasileiro do que o pai Emerson ou os tricampeões de F1 Ayrton Senna (1988/90/91) e Nelson Piquet (1981/83/87). Campeão da Fórmula E, Nelsinho Piquet, assim como Max Wilson, que é campeão da Stock Car, nasceram na Alemanha e carregam com orgulho a bandeira brasileira nas pistas. Outro exemplo é Hermano da Silva Ramos, o Nano, que é o piloto mais velho do mundo que já acelerou na Fórmula 1. Nano nasceu há 100 anos na França e competiu nos anos 50 da F1 com a bandeira do Brasil. Leia tambémHermano da Silva Ramos, piloto mais velho da história da F1, chega aos 100 anos Sonhando com uma Fórmula 1 bem diferente daquela de Hermano, Emmo disputa a atual temporada da F2 com o compatriota Rafael Câmara, que é piloto da academia da Ferrari. Atualmente, o filho do Emerson não está na melhor equipe da categoria, mas o jovem acredita que está no caminho certo. “Para 2026, a equipe e eu queremos aprender bastante. Quero evoluir em todos os procedimentos que a gente tem de fazer num fim de semana de corrida. Tenho certeza de que a competição contra pilotos excelentes vai melhorar muito a minha pilotagem. A minha meta para esse ano é aprender, trabalhar muito com a equipe e evoluir ao máximo”, afirmou Emmo Fittipaldi.
O Podcast Motorsport.com chega nesta semana, em pleno Carnaval, trazendo informação e a melhor opinião da internet brasileira. A F1 está prestes a fechar o período de pré-temporada com um novo carro que divide opiniões e traz guerra de palavras antes mesmo da primeira largada do ano. O programa é apresentado por Erick Gabriel e com participação de Guilherme Longo e Isa Fernandes.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
✨ Nesta comovente ilustração do Reino de Deus, o Pr. @Juanribe Pagliarin compartilha a história de um homem que morreu sonhando com um futuro melhor, sem ver suas promessas se cumprirem.
Sonhos videntes, cartoes perdidos e pantufas
No episódio de hoje, eu falo sobre o ponto mais sutil e mais poderoso da manifestação: a diferença entre desejar algo e se tornar a pessoa que já vive aquilo.Não existe espera. O tempo é apenas o espaço entre quem você é agora e quem você se permite ser. Assumir o estado do sonho realizado é escolher vibrar como se já fosse real... até que seja.
O sobrenome Barrichello pode voltar à Fórmula 1 em poucos anos. Filho mais novo do piloto Rubens Barrichello, Fernando vai disputar a temporada 2026 da Fórmula 3, categoria que é uma das portas de entrada da Fórmula 1. O caçula de Rubinho acelerou pela primeira vez na F3 na semana passada durante a última etapa de 2025 da categoria, disputada em Monza, na Itália. Marcio Arruda, enviado especial da RFI em Monza, Itália Fefo, como é carinhosamente conhecido, conversou com a RFI no autódromo de Monza durante o Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, disputado no primeiro domingo de setembro. O jovem brasileiro mostrou maturidade para lidar com o peso de carregar um sobrenome famoso no automobilismo mundial. “Eu acho que já aprendi a lidar com essa pressão; eu lidei com isso a minha vida inteira. Talvez tenha recebido um pouco mais de atenção pelo meu sobrenome que, talvez, eu não merecesse tanto. Meu pai, às vezes, consegue abrir algumas portas, mas ele não consegue mantê-las abertas. Então, eu preciso fazer isso por conta própria”, afirmou Fefo, irmão mais novo de Eduardo Barrichello, que compete na Stock Car, no Brasil. Fernando revelou como é sua relação com seu pai Rubinho Barrichello, duas vezes vice-campeão mundial de Fórmula 1. “A gente tem uma relação muito boa. Ultimamente, a gente criou uma relação ótima por entender como precisamos estar juntos de uma forma geral. No fim de semana, ele é o meu pai; não é o Rubens Barrichello, não é meu engenheiro, não é meu mecânico... ele é o meu pai. Então, eu vou até ele para ter suporte familiar e para tirar dúvidas. Todas as decisões que eu tomo eu tento compartilhar porque ele tem muito a agregar. Eu tento ser uma esponja para extrair o máximo possível das coisas que ele fala. Em questão de setup e estratégia, eu sempre converso com ele porque tenho algo a aprender. Ele é um cara muito experiente! É muito gostoso quando a gente está junto. Infelizmente ele não pôde estar aqui em Monza, mas eu tenho certeza que, no ano que vem, vamos estar juntos em várias corridas”, contou Fefo. O piloto brasileiro disse que ter a chance de competir na Fórmula 3 é um sonho. “É um prazer poder estar aqui e poder representar algo tão grande como o Brasil e o nome Barrichello em algo perto da Fórmula 1. É uma felicidade muito grande”, revelou Barrichello. Nova e vitoriosa geração brasileira Recentemente, dois pilotos brasileiros foram campeões na Fórmula 3: Rafael Câmara, que conquistou o título nesta temporada, e Gabriel Bortoleto, campeão de 2023 e que hoje está na Fórmula 1. Apesar de os olhos do mundo estarem voltados para ele, o jovem Barrichello mantém os pés no chão. “É uma honra poder representar o Brasil, que está voltando a crescer no mundo da Fórmula 1. O Gabriel [Bortoleto] merece ter chegado na Fórmula 1 e está indo muito bem. O Rafael [Câmara] vai chegar em poucos anos porque também merece. Eu acredito que eu possa fazer o mesmo. Eu conversei com o dono da equipe que vou competir aqui e não é realista dizer que a gente vai brigar pelo título do ano que vem se compararmos o nível da escuderia com as outras. Acho que a AIX Racing é muito boa e tem muito a oferecer, mas tem equipes que estão há muito tempo na F3, como a Trident, Prema e Hitech, que são equipes que estão em um nível insano. Eu acho que a gente precisa chegar o mais perto possível desses times. O pensamento é estar sempre no top 10 e eu vou trabalhar muito e me dedicar 100%”, explicou. Potencial para bons resultados O jovem Barrichello confia no crescimento da equipe AIX Racing, que encerrou o campeonato de 2025 tendo largado duas vezes na frente. As poles foram conquistadas na Bélgica e na Itália. “Para uma equipe fazer pole position, precisa ter um bom piloto; mas, também é preciso ter um bom carro. O time cresceu muito em 2025. Eu espero que a gente consiga continuar este desenvolvimento no ano que vem. Os meus dois companheiros de equipe são bem competitivos e, juntos, a gente pode fazer um bom trabalho”, contou. Fernando, que fez 20 anos no último dia 12 de setembro, já acumula experiência em pistas europeias. Depois de ter estreado na Fórmula 4 espanhola, ele disputou a Eurofórmula nos dois últimos anos e conquistou vitórias na França e na Áustria. "Eu disputo o campeonato da Eurofórmula pela equipe Motopark. Eles têm uma forma de ensinar os pilotos mais novos que é incrível. Eles fazem com que a gente entenda o que o carro precisa, o que você tem de falar quando sai do carro e o que pensar dentro do carro", revelou Fernando. "Grandes pilotos já passaram pela Motopark, como o tetracampeão Max Verstappen. Liam Lawson e Yuki Tsunoda, que hoje estão na Fórmula 1, também já guiaram para eles". "Eu ainda vou disputar com a Motopark as duas últimas etapas desse ano, na Espanha e aqui na Itália", afirmou. Longe da família e foco nas pistas Buscando realizar o sonho de um dia disputar a Fórmula 1, Fefo Barrichello contou como é a vida na Europa. "Eu saí de casa com 16 anos para morar sozinho na Espanha, que foi muito duro para mim. Mas, ao mesmo tempo, foi muito bom para meu crescimento pessoal e profissional. Eu tive de amadurecer rápido porque, sozinho no exterior, você tem de sobreviver. Eu morei um ano em Barcelona e no ano passado em Portugal. Nesse ano, eu me mudei para a Alemanha porque eu queria ficar mais perto da equipe. No meu primeiro ano em Barcelona, eu trabalhei como mecânico na minha equipe e passei a entender melhor de mecânica e do trabalho fora das pistas. Vi o quão importante é estar ali e ter uma oportunidade. Se a gente for contar quantas pessoas sonham em ter uma chance de pilotar na Europa... não dá para contar, é muita gente! E você ter uma oportunidade de estar aqui na Fórmula 3, que são 30 pilotos do mundo todo... eu tenho muita gratidão. O mundo inteiro sonha com essa oportunidade e eu espero que isso nunca se torne algo normal para mim. Espero sempre sentir aquele friozinho na barriga. É muito especial estar aqui, no mesmo paddock da Fórmula 1. É uma honra para mim. Sigo o meu caminho aqui indo atrás dos meus sonhos e trabalhando duro. Eu tenho certeza que as coisas vão se alinhar e dar certo", disse Fefo Barrichello. O Brasil torce para que Fernando trilhe um caminho vitorioso nas categorias de base e que seja o próximo Barrichello a alcançar a Fórmula 1.
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos quatro filmes europeus, lançados entre 2024 e 2025, que lidam de diferentes formas e propósitos com temas da sexualidade: a nova versão do clássico do cinema erótico "Emmanuelle", dirigida por Audrey Diwan e estrelada por Noémie Merlant, e a premiada trilogia "Dreams Sex Love", do cineasta norueguês Dag Johan Haugerud, vencedor do Urso de Ouro na Berlinale deste ano. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira a minutagem os filmes são discutidos: 00:06:55 - Emmanuelle 00:48:49 - Trilogia "Dreams Sex Love" O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Este episódio utiliza trechos da música "Emmanuelle", de Pierre Bachelet. Todos os direitos reservados ao artista. Nosso intuito é apenas ilustrar o podcast com a canção. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
Dois prefeitos do Seridó sonhando com o cargo de deputado estadual
É cantora, brasileira, chama-se Taïs Reganelli, vive em Portugal desde 2017, tem quatro álbum editados, lança agora o quinto. Neste episódio, vamos descobrir o que é este “Pulmão Aberto”. Temas novos, dois já foram lançados no Spotify, há também dois temas antigos, já editados, e até uma espécie de “conversa” com Rita Lee. E o retrato da apresentação do disco no Brasil, numa conversa franca sobre emoções, partilhas, sonhos e a vida vertida em música. Alinhamento do álbum: Tem qualquer coisa de perdão Quem sou eu depois de quebrar Como um último beijo Saudade dobra tempo Amor a três Medo Não precisa ler bula
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Tropeços recentes do Bayern fazem o Leverkusen ainda sonhar com o título da Bundesliga. Falando em sonhos, Mainz e Freiburg estão surpreendentemente de olho em uma vaga na Champions League. Guilherme Ferreira, Jonathan Gonçalves e Guilherme Monteiro conversam sobre esses e outros assuntos no novo episódio do Chucrute0:00 - Destaques iniciais4:11 - Bayern tropeça…e temos um campeonato?17:55 - Mainz e Freiburg: surpresas sonhando com Champions29:08 - Frankfurt se virando sem Marmoush39:45 - Destaques finais
Ministração realizada no dia 08 de fevereiro de 2025.
Ela começou sua jornada esportiva com apenas 6 meses de idade, incentivada por sua mãe, uma lenda da natação e do triathlon em Fortaleza, que foi a primeira mulher do Norte-Nordeste a competir na natação dos Jogos Pan-Americanos. Com o incentivo materno, ela construiu uma carreira sólida na natação competitiva, conquistando títulos nos Campeonatos Cearense, Norte-Nordeste e Brasileiro. No entanto, após um período difícil morando em Curitiba, onde enfrentou desafios de adaptação, ela decidiu parar de nadar. Foi então que, a convite de um amigo e, mais uma vez, inspirada pelo exemplo da mãe, ela se aventurou no triathlon em 2014. Destacando-se rapidamente, ela conquistou o título de Campeã Brasileira Júnior, repetindo o feito em 2015. Nos anos seguintes, acumulou experiência competindo em provas do circuito mundial. Entre suas principais conquistas, estão a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de 2019 (Lima, Peru) e o ouro no revezamento misto. Após uma preparação atípica, participou dos Jogos Olímpicos de Tóquio, onde percebeu que ainda havia muito a aprender sobre seu corpo e seus limites. Depois de uma fase de ressignificação da carreira, mudou-se para os Estados Unidos, trocou de treinador e, com foco renovado, preparou-se para sua segunda Olimpíada. O ano de 2022 foi especial: além de se casar, ela venceu o Herbalife 24 Triathlon, conquistou a medalha de prata nos Jogos Sul-Americanos, ouro no revezamento misto, foi vice-campeã no Campeonato Pan-Americano e conquistou o ouro novamente no revezamento misto. Em 2023, tornou-se Campeã dos Jogos Pan-Americana na prova do revezamento misto. Foi um período de autodescoberta e amadurecimento. Apesar de ter se recuperado de uma lesão na reta final do ciclo olímpico, ela sofreu duas quedas de bicicleta durante a competição individual em Paris, o que afetou seu resultado. No entanto, dias depois, na prova de revezamento misto, ajudou o Brasil a conquistar a excelente 8ª colocação. Agora, em um período de recuperação pós-Jogos, ela está aproveitando o momento e participou, há poucas semanas, do Ironman 70.3 de Cozumel, sua estreia nessa distância. Conosco aqui, a triatleta profissional eleita pelo Super League Triathlon como a “rainha da natação”, que se dedica diariamente a descobrir todo o seu potencial em busca de se tornar uma atleta mais completa e confiante, a cearense Vittória Lopes de Mello. Minha outra convidada iniciou sua trajetória esportiva aos 7 anos na natação. Destacou-se como Campeã Brasileira e Sul-Americana de maratonas aquáticas. Após uma carreira de sucesso na natação competitiva nas piscinas, foi incentivada a experimentar o triathlon em 2017, já com 24 anos de idade. No entanto, essa transição não foi fácil. Muitas competições tiveram a justamente a etapa da natação canceladas e ela teve dificuldades para se adaptar ao ciclismo, utilizando equipamentos emprestados e inadequados. Esses desafios moldaram sua resiliência e determinação. Em 2019, já representando o Esporte Clube Pinheiros, Djenyfer conquistou títulos expressivos, incluindo o Campeonato Brasileiro de Triathlon, Aquathlon e Duathlon, além de vencer o Campeonato Pan-Americano e garantir o bronze nos Jogos Sul-Americanos de Lima. Vitória na Americas Cup 2022. Sonhando classificar-se para os Jogos Olímpicos, disputou muitas etapas do Circuito Mundial No cenário internacional, obteve um impressionante 8º lugar no World Triathlon Championship Series em Yokohama (2024) e um 5º lugar na Copa do Mundo no Chile. Seu desempenho no Circuito Mundial garantiu sua vaga olímpica, e ela fez sua estreia nos Jogos de Paris, onde, após uma largada difícil e cumprir uma penalidade de tempo, terminou em um expressivo 20. lugar. Depois, também fez parte da conquista do time brasileiro na estréia da prova do revezamento misto em olimpíadas. Conosco aqui, a educadora física, 3. Sargento do Exército Brasileiro e triatleta profissional ASICS que vem trabalhando incansavelmente para fortalecer sua mente e corpo, determinada a atingir sua melhor performance e provar que é uma das melhores do mundo, a são-bentense Djenyfer Arnold. Inspire-se! Powered by ASICS SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Diniz acertou ao substituir Matheus Pereira na derrota para o Flamengo pelo Brasileirão? Técnico depende de título na Sul-americana para começar 2025 no cargo? O que o Cruzeiro está fazendo para contar com a torcida na final em Assunção? Com Henrique Fernandes, Guilherme Macedo, Fernanda Hermsdorff e Rogério Corrêa.
Jeska e Neko têm um mistério para resolverem: quem resgatou o vizinho bêbado do prédio?
No episódio de hoje, Jeska Grecco e Leandro Neko falam sobre a teoria dos sonhos e recebem emails dos ouvintes
Sonhando com Deus - Como ativar seus sonhos | JB Carvalho by JB Carvalho
SONHANDO - Chiquinha Gonzaga Composição de 1879, foi publicada por Artur Napoleão e Cia. em 1881 na série Coleção de Tangos e Habaneras para Piano. Na opinião de Mariza Lira, primeira biógrafa de Chiquinha Gonzaga, esta era uma das habaneras mais fervorosas da compositora. Relata Lira que, num baile da época, esta habanera provocou vertigens em algumas moças e uma delas sentiu-se presa de crise histérica. Sonhando teve gravação pelo Grupo Chiquinha Gonzaga, formado por Antonio Maria Passos (flauta), Arthur Nascimento, o Tute (violão) e Nelson dos Santos Alves (cavaquinho), em disco Odeon, em 1914; e por Clara Sverner (piano) em 1980. Foi escrita para saxofone alto, publicada na série de choros 3, em 1932, e também para piano e pequena orquestra: flauta, violino, clarinete, violoncelo, contrabaixo.
Neste episódio, mergulhe na incrível experiência de Stefania no 'Três de uma Vez', onde ela compartilha conosco como é ser mãe de trigêmeos. Stefania não só desbrava a maternidade com Maria Helena, Maria Luiza e Antonio, seus adoráveis filhos de 4 anos, mas também é uma Relações Públicas e Mestre em Comunicação, além de gerenciar a Comunicação e Marketing de uma grande empresa global de energia renovável. Sonhando em ser mãe, Stefania abraçou com determinação a missão tripla, conciliando-a com sua carreira brilhante. O episódio está incrível, cheio de curiosidades sobre a maternidade de trigêmeos. Confira essa conversa descontraída e cheia de insights sobre a vida única de Stefania como mãe de trigêmeos. Espero que gostem!
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Uma diarista determinada que transformou seu sonho de ter um lar próprio em uma poderosa história de superação. Das ruas à realização do tão sonhado apê, descubra como ela enfrentou desafios e alcançou a vitória. Uma narrativa inspiradora sobre força, resiliência e a conquista do impossível. Aperte o play e mergulhe nessa trajetória de coragem e determinação. Acompanhe o Sonhar&Morar, um podcast oferecido pela MRV. Semanalmente uma nova história. Saiba mais: www.sonharemorar.mrv.com.br, uma plataforma viva, inspiradora e focada em trazer soluções práticas para os mais variados assuntos que envolvem o seu lar. Produção: Wepod
Notícias que chamaram a nossa atenção nesta Segunda-feira dia 04 de Dezembro de 2023! Reprodução em áudio do e-mail recebido diariamente pela Newsletters (newsletter@filipedeschamps.com) Newsletter gratuita sobre Tecnologia e Programação: https://filipedeschamps.com.br/newsletter #news #noticias #fdnews #robsonamendonca
É muito fácil culpar os outros pelos erros cometidos, isso é inerente à natureza humana, mas hoje você pode tomar uma atitude diferente, achar alguém para culpar ou assumir a responsabilidade pela sua vida. A escolha é sua!
Sonhar não custa nada! Os sonhos trazem vários significados e têm grande importância nas mais variadas culturas e sociedades. Nos quadrinhos, não é diferente. O tema aparece e é explorado em vários projetos e por muitos autores desde o início da mídia e é motivo de reflexões, aventuras emocionantes, histórias cômicas e, em alguns casos, […] O post Confins do Universo 188 – Sonhando com quadrinhos apareceu primeiro em UNIVERSO HQ.
Bruno Henrique ainda acredita que o Flamengo possa brigar pelo título do Brasileirão.
O governo federal vai insistir na exploração de petróleo na Foz do Amazonas. Segundo o presidente Lula, Petrobras “tem o direito de corrigir” falhas e apresentará novos dados técnicos sobre a empreitada. O Ibama proibiu a perfuração de um poço a cerca de 160 km da costa do Oiapoque, no Amapá, e a cerca de 500 km da foz do Rio Amazonas. “Podem continuar sonhando e eu também quero continuar sonhando. Nós tínhamos a Petrobras com uma plataforma preparada para fazer pesquisa nessa região. Houve um estudo do Ibama que dizia que não era possível, mas esse estudo do Ibama não é definitivo, porque eles apontam falhas técnicas que a Petrobras tem o direito de corrigir”, defendeu Lula. Apoie o jornalismo independente. Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.uol.com.br | www.crusoe.uol.com.br
Meditação de 15 de julho de 2023 Extraída do devocional Manancial, uma publicação da União Feminina Missionária Batista do Brasil Título: Sonhando pequeno Texto: Peggy Fonseca Leitura e Edição: Samuel Lima BG: Como um rio calmo (331 HCC), por Hymnus
Autoestima
"Rhema" vem do grego: Palavra FALADA ou VIVA.É nela que cremos e nos apoiamos.Junte-se a nossa família agora!Inscreva -se no nosso canal: https://www.youtube.com/channel/UCx3QEE90MfDdkQVnB4h2hyg/featured , ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ,,,
Trechos do livro “Living is Dying - How to prepare for Dying, Death and Beyond”, de Dzongsar Jamyang Khyentse. Dzongsar Jamyang Khyentse Rinpoche ou Thubten Chökyi Gyamtso, é um grande mestre da linhagem Nyingma do budismo tibetano, cineasta e escritor. Nascido em 1961, em Khenpajong (leste do Butão), é o filho mais velho de Thinley Norbu. Aos sete anos, foi reconhecido por Sua Santidade Sakya Trizin como a principal encarnação de Dzongsar Jamyang Khyentse Chökyi Lodrö, o herdeiro espiritual de uma das mais influentes e admiradas encarnações de Manjushri (o Buda da Sabedoria). Até a idade de doze anos, Dzongsar estudou no Mosteiro do Palácio do Rei de Sikkim no nordeste da Índia, onde estudou com vários mestres contemporâneos influentes como Dudjom Rinpoche, Dalai Lama e Dilgo Khyentse que considera ser seu principal mestre. Ainda adolescente, Dzongsar construiu um pequeno centro de retiro em Ghezing em Sikkim e logo começou a viajar e ensinar pelo mundo. Em 1989, Dzongsar fundou a Siddhartha's Intent, uma associação budista internacional de centros sem fins lucrativos, a maioria das quais são sociedades e instituições de caridade, com a intenção principal de preservar os ensinamentos budistas, bem como aumentar a conscientização e a compreensão dos muitos aspectos do ensinamento budista além dos limites das culturas e tradições. Como cineasta, Dzongsar estudou com o italiano Bernardo Bertolucci; e seus dois filmes principais são “A Copa” (1999) e “Traveller e Magicians” (2003). Dzongsar Rinpoche é famoso pela liberdade descontraída com que se move entre culturas e povos e por sua dedicação incansável em trazer a filosofia e o caminho da iluminação para qualquer pessoa com um coração aberto. Saiba mais em: https://rodadodarma.com.br/conheca-dz...
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
O ET até perdeu um pênalti para deixar o roteiro mais dramático, mas os argentinos venceram a Polônia e buscaram a classificação ao mata-mata, mantendo vivo o sonho de Messi levantar a taça. Roberto Veloso e Sérgio Xavier conversam com Leo Lepri sobre o emocionante Grupo C, analisam também a classificação de França e Austrália, a decepção dinamarquesa e muito mais. Bruno Cassucci ainda chega ao programa para contar do dia da seleção brasileira e comparar elencos com os franceses, que jogaram com os reservas e perderam para a Tunísia.
Nesse episódio: Paternidade e a importância em ser presente; Legado e sucessão familiar; Construção de carreira; Encontrando “não”s pelo caminho; Sonhando e realizando planos; Personificação e trabalho de equipe; Pandemia e desafios; Trabalhando na noite e novos compromissos; O que prestar atenção quando for abrir um negócio; Desbravando novos mercados.. Hoje Thais entrevista o empresário Marcus Buaiz, que nasceu numa das famílias mais tradicionais do Espírito Santo, foi criado para ser sucessor do avô e do pai nos negócios, mas preferiu construir sua própria trajetória. Atualmente sócio de uma série de empresas – tem marca premiada de gim, tem agência de marketing que fatura milhões, tem estúdio, dentre outras – ele se consolidou no ramo de entretenimento ao longo dos últimos vinte anos. Fez festivais de música, comandou várias casas noturnas ao mesmo tempo e foi sócio do jogador Ronaldo numa agência que cuidava da carreira de nomes como Neymar e Anderson Silva. Vambora saber mais a respeito? Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/ Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/ Newsletter Assine a nossa news! http://eepurl.com/hSpO4D Links do Marcus: Instagram: https://www.instagram.com/marcusbuaiz/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marcus-buaiz-9a7871199/ Twitter: https://twitter.com/Marcusbuaiz Mala de viagem: Jack Welch - https://amzn.to/3TKDDhA Cobra Kai - Netflix - https://www.netflix.com/title/81002370 Documentário sobre o Jay-Z - https://en.wikipedia.org/wiki/Fade_to_Black_(2004_film) Equipe que faz acontecer: Criação, coordenação e apresentação: Thais Roque Consultoria de conteúdo: Alvaro Leme Supervisão: José Newton Fonseca Sonorização e edição: Felipe Dantas Identidade Visual: João Magagnin *Contém links afiliados
DOWNLOAD Comentando os Comentários #45 Ao vivo – #59 – Sonhando Alto: Cozinha Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas! Conforme combinado, graças aos nossos padrins de agosto de 2022, temos o Comentando os Comentários #45 Ao vivo – #59 – Sonhando Alto: Cozinha Neste episódio, Cafeína e Patsy exercitando a arte do bullying e da gratidão […]
DOWNLOAD PapoDelas #59 – Sonhando Alto: Cozinha Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas! Conforme combinado, graças aos nossos padrins de agosto de 2022 , temos o #59 – Sonhando Alto: Cozinha No episódio principal do mês de setembro de 2022 Cafeína e Patsy recebem o convidado Rodrigo Basso do Leitor Cabuloso para conversar sobre […] O post Papo Delas #59 – Sonhando Alto: Cozinha apareceu primeiro em Papo Delas Podcast.
A janela de transferências acabou, e o Sport fechou seu elenco para o restante da Série B. Será suficiente para seguir sonhando com o acesso? O Leão goleou o CSA, o que empolgou a torcida, mas muitos fatores estão em jogo para que o retorno à Série A se torne realidade. Rembrandt Júnior, Cabral Neto e Camila Alves debatem o momento rubro-negro no Brasileiro e as dificuldades a serem superadas no restante da competição.
Paulinha Carvalho juntamente com Caio Sandin, Kamila Pavão e Isa Faggiani dão um mergulho nos principais lançamentos do cinema e streaming. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edgard Maciel de Sá, Gabriel Amaral e Gustavo Garcia recebem Gabriel Dabdab, campeão de julho da nossa liga do Cartola, para analisar a vitória por 1 a 0 sobre o Cuiabá. E mais: a importância de ganhar mesmo sem jogar bem, a invicta dupla Manoel e Nino, e o foco da vez em Internacional e Fortaleza. DÁ O PLAY!
Sexta-feira é dia de música por aqui. Hoje comentamos tudo sobre Billie Eilish, Ludmilla, Panic! at the disco e o novo lançamento da Marília Mendonça
Confira a análise de Cahê Mota, Fred Gomes, Jorge Natan e Arthur Muhlenberg sobre a derrota no jogo de ida contra o Atlético-MG, que força o Flamengo a vencer no Maracanã para seguir vivo
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No episódio, André Rizek, PVC e Alexandre Lozetti discutem a rodada do Brasileirão que deixou o São Paulo, de Diniz, ainda mais líder do campeonato, debatem as desilusões de um Flamengo que se perde "tentando imitar 2019" e o Corinthians, de Mancini, a única troca de técnico que mudou um time de patamar e de objetivo. Além disso, o "Neymarpalooza" e o aumento da antipatia nacional ao craque.
Neste podcast: Vamos sonhar e planejar as próximas viagens já que pra 2020 não deu. ARTE DA VITRINE: Randall Random Versão Wallpaper da Vitrine SUBWAY Dupla Fantástica Subway: https://bit.ly/2FzcsWi Facebook Subway: https://www.facebook.com/subwaybrasil/ Instagram Subway: https://www.instagram.com/subwaybrasil/?hl=pt-br PICPAY https://picpay.onelink.me/R25q/14258fb6 WESTERN UNION https://bit.ly/2SQc88P NERDOFFICE - OZOB ESTÁ NO CYBERPUNK 2077! TEMOS IMAGENS!!! #Ozob2077 https://bit.ly/2TaEiLQ E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br
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- Apoie o THShow em padrim.com.br/thshow Olá usuário! Como tem dormido nesses tempos malucos? Sonhando demais? Hoje nossos amigos Igor Seco e Marcelo Nhock vem falar um pouco sobre essa misteriosa atividade cerebral que só acontece com as pessoas enquanto elas dormem, com o claro objetivo de deixar todo mundo com muito mais dúvidas na cabeça do que quando começou a ouvir o episódio. Escuta aí que tá demais! E boa noite.
Bilhões de imagens, 38 milhões de usuários no Brasil, 367 milhões no mundo todo. O que as pessoas fazem no Pinterest durante a quarentena pandêmica? Mariana Sensini, head de Growth Operations do Pinterest para o Brasil e América Latina, explica que, mesmo sem sair de casa, as pessoas continuam procurando inspiração e ideias acionáveis na plataforma, que não se vê como uma rede social. Dá o play para ouvir a conversa.=====FALE CONOSCOEmail: theshift@b9.com.br=====ASSINE A THE SHIFTwww.theshift.info
Bom dia tripulação! Sejam muito bem vindos à esse episódio, que marca um ano de Galleycast! Nesse episódio tivemos o grande prazer de receber o Rodrigo Rocha, que é Autor, Instrutor, Palestrante, Psicopedagogo e Especialista em RH. É Comissário de Bordo … Continue reading →