Podcasts about Partido Comunista

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Nota de Voz de Mesa Central
Viernes 21 de agosto: Los allanamientos del Ministerio Público por corrupción en la Junaeb que involucraría a senadores y un ex diputado.

Nota de Voz de Mesa Central

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 2:33


Viernes 21 de agosto: La fiscalía dio otro duro golpe a la política ayer. Con una orden judicial, ordenó a la PDI que allanara oficinas y dependencias de la Junaeb y de las oficinas parlamentarias de los senadores Miguel Ángel Calisto, independiente pro Demócratas, Sergio Gahona de la UDI y del ex diputado Hugo Gutiérrez del Partido Comunista.

El Primer Café
Paulina Vodanovic: El Gobierno debe abrirse al diálogo

El Primer Café

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 69:52 Transcription Available


Tras la reunión que el ministro del Interior, Claudio Alvarado, sostuvo el lunes con los presidentes de los partidos de oposición, donde se presentaron las propuestas de los alcaldes de esos partidos para las compensaciones al Fondo Común Municipal, la senadora Paulina Vodanovic rechazó que el ministro Alvarado planteara que hubo "una actitud lamentable de la oposición" y acusara que se busca "torpedear" el proyecto."Creo que esas palabras no se condicen con el tono de la reunión ni con la conducta que nosotros mostramos de ser firmes en lo que es una posición de política pública respecto de la redistribución, de que no todo Chile termine trabajando para los vecinos del distrito 11 (sector oriente de Santiago). Nosotros en ningún momento fuimos a decir que vamos a obstaculizar, pero así como el ministro del Interior señala que se necesitan dos para dialogar, lo mismo le digo yo", expuso la también presidenta del Partido Socialista.Lautaro Carmona, presidente del Partido Comunista, agregó que "cuando se reúnen personas la expectativa es que esto podría ser un pequeño movimiento que ayude a crear mejores condiciones para mejorar todas las inequidades que tiene la legislación vigente. La gente se abre a una posibilidad, pero no hay ni una disposición, con buena letra, con buen tono. Desde el punto de vista de los contenidos, se mostró una posición inamovible absolutamente a todas las peticiones".Por su parte, el diputado Agustín Romero (Republicanos) ironizó con el conflicto al exponer la firma por parte de municipios a favor de la solución presentada por el Ejecutivo: "Son 162 que están a favor de las compensaciones, comunas ricas como Talca, como Linares, Rengo, veo aquí Sagrada Familia. Yo voy a desdramatizar este tema. Hoy día tienen la responsabilidad los senadores de si quieren o no quieren compensación, y punto. La reforma está aprobada en su gran mayoría. Si quieren compensación, bien. Si no quieren compensación, también bien".El diputado Jorge Guzmán (Evópoli) reforzó lo planteado por Romero: "El proyecto está prácticamente cerrado, los temas ya están avanzados. Invariabilidad tributaria, a mí me hubiese gustado que por ejemplo el Partido Socialista, el PPD votaran a favor de su propuesta, que fue la que acordó el gobierno en invariabilidad tributaria. Y en esto de las compensaciones, yo creo y ahí comparto lo que dice el ministro Alvarado: yo creo que se percibe cierto aroma a obstruir, a complicar, a atentar contra un proyecto que tiene que avanzar".El Primer Café, con Cecilia Rovaretti.Descubre más contenidos como este en Cooperativapodcast.cl

Más que noticias
Edy Rodríguez Morel y Guillermo Montezuma

Más que noticias

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 55:29


Ordenado en China el segundo obispo en una semana bajo el acuerdo bilateral del Vaticano con Pekín Nuevo paso del gobierno chino en su política de control sobre la Iglesia católica: sacerdotes y obispos estarán obligados a profesar lealtad al Partido Comunista y al socialismo Andorra insiste en despenalizar el aborto y busca en el Vaticano una fórmula que salve el Coprincipado Los exorcistas responden al suplemento de L'Osservatore Romano que cuestiona la presencia del diablo en el Génesis

Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

La Noche de Adolfo Arjona
02:00H | 27 JULIO 2026 | LA NOCHE DE ADOLFO ARJONA

La Noche de Adolfo Arjona

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 54:18


La seguridad del presidente de EE. UU. es prioritaria. El Servicio Secreto lo protege con "La Bestia", limusina blindada de 8 toneladas, y el Air Force One, un Boeing 747 con quirófano. La Casa Blanca tiene un búnker nuclear. Un protocolo de continuidad y un "sucesor designado" garantizan estabilidad. El presidente chino Xi Jinping se rodea de un círculo. Su limusina Honqi N701 es un tanque rodante con blindaje extremo y sistemas de defensa. Su avión presidencial es un búnker aéreo anti-cibernético y nuclear. La seguridad china, controlada por el Partido Comunista, monitoriza comunicaciones y aplica medidas excepcionales en viajes. Vladimir Putin está protegido por el FSO, con 50.000 miembros y cuatro círculos de seguridad: guardaespaldas, agentes infiltrados, anillo exterior y francotiradores. Su comida es catada y evita smartphones. La guerra en Ucrania intensifica estas medidas. En España, la seguridad del presidente Pedro Sánchez es opaca. La Policía Nacional gestiona la ...

El Primer Café
Paulina Vodanovic: "Me preocupa el tono complaciente del Gobierno" por catástrofe

El Primer Café

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 68:59 Transcription Available


Durante el debate sobre el manejo comunicacional y la coordinación del Gobierno por los efectos de la lluvia en el Norte Chico, la presidenta del Partido Socialista manifestó que "me preocupa un poco el tono complaciente del Gobierno, de bajar un poco el perfil. Más allá de las declaraciones desafortunadas de algunos ministros, o de la ausencia del ministro de Defensa, que me parece del todo inexplicable".Por su parte, el presidente del Partido Comunista, Lautaro Carmona, apuntó a que la magnitud del desastre superó las capacidades de anticipación de las autoridades pese a las advertencias previas. "Un temporal como situación crítica muy advertido, con mucho tiempo, finalmente pilló por sorpresa o pasó por sobre las capacidades que tenían las autoridades para orientar y evitar estas muertes y esta cantidad de damnificados".Desde el oficialismo, el diputado Eduardo Cretton (UDI) matizó las críticas al llamar a priorizar la respuesta a la emergencia por sobre la disputa política. "La crítica política es legítima, pero tenemos que centrarnos hoy día, como lo ha señalado el Presidente de la República, en enfrentar la emergencia. Y para eso, en Chile la verdad es que tenemos que dejar de lado por un momento los colores políticos y centrarnos en el bienestar de las personas", planteó.El Primer Café. Conduce: Cecilia Rovaretti.Descubre más contenidos como este en Cooperativapodcast.cl

Daily Easy Spanish
”Tenía que mostrarle al partido comunista chino que no me puede controlar”: el disidente que pasó 40 horas en un bote inflable en el mar para escapar de su país

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 22:57


Dong Guangping, quien se ha reasentado en Canadá, relata su peligrosa huida de China a Corea del Sur.

La Diez Capital Radio
Informativo (14-07-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 19:04


Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Puerto de la Cruz revive este martes su cita más multitudinaria con la Virgen del Carmen. Los actos festivos incluyen concursos de pesca, tómbola, cucaña y festival folclórico, además de la eucaristía y la procesión marítima. Hoy martes 14 de julio a las 20:00 horas semifinales del mundial entre Francia y España. AT&T Stadium (Estadio Dallas), Arlington, Texas, Estados Unidos. Las apuestas están: Francia: 39-40% de probabilidad implícita. España: 29-30%. Hoy hace un año: Una misión comercial canaria viaja a Japón para promocionar vinos y el sector audiovisual. Se pretenden ampliar las vías comerciales y de comunicación con uno de los países de mayor crecimiento económico de los últimos años. Hoy se cumplen 1.607 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 139 días. Hoy es martes 14 de julio de 2026. Día Internacional del Auxiliar de Enfermería. El 14 de julio se celebra el Día Internacional del Auxiliar de Enfermería, para destacar la labor y compromiso de estos profesionales esenciales de la salud, durante la hospitalización y recuperación de pacientes. Además de para reconocer su trabajo, la creación de esta efeméride pretende reivindicar los derechos laborales y necesidades de estos trabajadores fundamentales de la salud. El auxiliar de enfermería asiste a médicos y enfermeras, en los cuidados auxiliares de pacientes y residentes de centros asistenciales de salud, hospitalarios y geriátricos, interviniendo en su proceso de ingreso, hospitalización y recuperación. 1789.- El pueblo de París toma la prisión-fortaleza de la Bastilla. Comienza la Revolución Francesa. 1853.- Apertura de la Exposición Universal de Nueva York. 1881.- Asesinado el legendario pistolero norteamericano Billy "El Niño". 1900.- Se inauguran en París los II Juegos Olímpicos de la Era Moderna. 1931.- Apertura de las primeras Cortes de la II República española, con carácter constituyente. Julián Besteiro, elegido presidente. 1990.- Elegido el nuevo Politburó y Secretariado del Partido Comunista de la URSS, con Mijail Gorbachov como secretario general. 1997.- Millones de personas se manifiestan en toda España, en la mayor movilización popular de la historia del país, contra la violencia de ETA, tras el asesinato del concejal del PP Miguel Angel Blanco. 1998.- Se comercializa en Gran Bretaña una prueba de saliva que permite verificar la paternidad. 2005.- La ONU lanza oficialmente la iniciativa "Alianza de Civilizaciones", propuesta por el presidente español José Luis Rodríguez Zapatero. El 14 de julio de 2007, comienza probarse el Gran Telescopio Canarias, el más grande del mundo. Tras siete años de construcción y un costo de 130 millones de euros, el Gran Telescopio de Canarias en La Palma es capaz de captar algunas de las imágenes más distantes del universo, siendo el telescopio óptico de apertura simple más grande del mundo. 2016.- 84 muertos por una atentado islamista en Niza durante la celebración de la Fiesta Nacional francesa, cuando un camión arrolló al público que festejaba el evento en el paseo marítimo. Patrocinio del santo de cada día por gentileza de la Casa de las Imágenes, en la calle Obispo Perez Cáceres, 17 en Candelaria. santos Camilo de Lelis, Francisco Solano y Humberto. Trump restablece el cerco naval a Irán y aplicará un peaje del 20% por proteger buques en Ormuz. Un incendio en un bar de Bangkok deja al menos 27 muertos y 35 heridos. Identificados seis de los 13 fallecidos del incendio de Almería: un español y cinco extranjeros. Sánchez y Moreno agradecen la labor de las instituciones en el fuego de Los Gallardos: "La emergencia climática mata" El Gobierno exige a Feijóo desautorizar a Rajoy, al que acusa de haber metido a España en "un lío diplomático" con Francia. El TSJC decide que la tasa turística de Mogán es nula de pleno derecho. Aunque la sentencia no lo cita expresamente, la consecuencia lógica es que el Ayuntamiento tenga que devolver todo lo recaudado hasta ahora por esta vía. El Gobierno de Canarias se reunirá este martes en Tenerife con la Federación Canaria de Municipios (FECAM) para abordar las líneas del marco presupuestario del Fondo de Desarrollo de Canarias (FDCAN) para el decenio 2027-2037 y fijar las nuevas prioridades de las inversiones, tal y como pidieron las corporaciones locales en mayo. Dichas prioridades son, como ya se anunció en su momento, la construcción de vivienda pública y crear nuevas infraestructuras sociosanitarias en el archipiélago. Ecologistas en Acción insta a suprimir las excursiones turísticas a motor en La Graciosa. En sus alegaciones a la modificación de la Ordenanza Reguladora del Tráfico en la isla, solicita que el transporte de visitantes sea sustituido por un programa de visitas guiadas a pie o en bicicleta en coherencia con la “especial fragilidad ambiental” del entorno. Feijóo presentará de manera oficial la candidatura de Poli Suárez a la Alcaldía de Las Palmas de Gran Canaria el próximo jueves. Suárez es actualmente consejero de Educación, Formación Profesional, Actividad Física y Deportes del Gobierno canario, además de secretario general del PP de Canarias. Arrancan las negociaciones del Cabildo de Gran Canaria con las constructoras para la reforma del estadio: «Estudiaremos rebajar algunas de sus pretensiones» El Ejecutivo insular abrirá un procedimiento negociado tras quedar desierta la licitación y revisará con el equipo redactor el alcance del proyecto, cuyo coste real podría alcanzar los 220 millones de euros. Un día como hoy en 1979: en la Plaza de la Concordia de París (Francia) el músico Jean Michel Jarre desarrolla un concierto audiovisual reuniendo a más de un millón de personas al aire libre con motivo del éxito de sus álbumes Oxygène y Equinoxe, iniciando la era de los megaconciertos.

El Primer Café
Ricardo Solari: Megarreforma "es un proyecto muy negativo para Chile"

El Primer Café

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 70:19 Transcription Available


El presidente del Instituto Igualdad, Ricardo Solari, negó que la postura del Partido Socialista contraria a la megarreforma del Gobierno de José Antonio Kast esté presionada o condicionada por las actitudes adoptadas por el PC y el Frente Amplio: "Nosotros (en el PS) consideramos que éste es un proyecto muy negativo para Chile y que sus efectos van a ser un desastre. Tenemos esa clara convicción", señaló.La declaración de Solari respondió a los cuestionamientos formulados por dos de los panelistas de El Primer Café, Claudio Arqueros (Fundación Jaime Guzmán), Rodrigo Ubilla (Libertad y Desarrollo), quienes apuntaron a que el Partido Comunista y el Frente Amplio estarían "tironeando y presionando" al Socialismo Democrático para oponerse a la megarreforma.Por su parte, el presidente del directorio de Democracia y Comunidad y vicepresidente de la Democracia Cristiana, Luis Ruz, se refirió al fallecimiento del exministro Enrique Krauss, agradeciendo los honores rendidos por el presidente José Antonio Kast y los expresidentes Eduardo Frei Ruiz-Tagle y Gabriel Boric: "despedida de Estado a un hombre de Estado", manifestó Ruz.El Primer Café. Conduce: Cecilia Rovaretti.Encuentra más episodios en Cooperativapodcast.cl

El Primer Café
Monckeberg por megarreforma: La oposición está cayendo en su propia trampa

El Primer Café

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 74:31 Transcription Available


El exministro Cristián Monckeberg (RN) planteó que la oposición "está cayendo en su propia trampa" al insistir en la unidad en medio del debate y las negociaciones para avanzar con la megarreforma impulsada por el Ejecutivo en el Senado. Monckeberg destacó que "lo que ha ocurrido en el Senado es un avance y un esfuerzo relevante"."Yo creo que la oposición está complicada porque está cayendo en su propia trampa, de la lógica que la unidad tiene que ser a todo evento y por lo tanto "o todos juntos o no" y el problema es que el discurso más duro o radical o más disruptivo es el que se está imponiendo lamentablemente, así que ahí hay un tema que la oposición tiene que seguir evaluando", insistió Monckeberg.Por su parte, el excanciller Ignacio Walker (ex DC) insistió en que "la oposición no existe como tal, porque lo que hay son las oposiciones, pero sí hay un tema en que están de acuerdo -salvo tres senadores del PPD- es que la invariabilidad tributaria y medioambiental son inconstitucionales".Para Walker, "el único partido que ha sido claro es el Partido Comunista, que tiene una postura irreductiblemente contraria a todo el proyecto en su conjunto. Entonces la tesis de la unidad de la oposición significa que los demás partidos tienen que someterse al veto del PC, que está en contra de todo y eso obviamente es impensable".El Primer Café. Conduce: Cecilia Rovaretti.Descubre más contenidos como este en Cooperativapodcast.cl

El Diario de Cooperativa AM
Presidente de la UDI valoró acuerdo entre el Gobierno y el PPD por megarreforma

El Diario de Cooperativa AM

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 14:27


El diputado Guillermo Ramírez, presidente de la UDI, valoró positivamente el acuerdo alcanzado por el PPD con el Gobierno, en que comprometen sus votos para sacar adelante la megarreforma tras acordar algunos cambios a la norma de invariabilidad tributaria.Ramírez consideró "correcta" la nueva fórmula visada por La Moneda, la cual modifica estructuralmente el proyecto original, transitando desde un piso plano de 25 años hacia un modelo escalonado y condicionado a los montos de capital invertido. El parlamentario destacó que esta fórmula se ha utilizado exitosamente en otros países.Además, el presidente de la UDI resaltó que se alcanzara un acuerdo "en el punto sobre el cual la izquierda ha dicho que va a ir al Tribunal Constitucional, que es justamente la invariabilidad tributaria", aunque admitió que "eso no significa que no puedan anunciar otra cosa mañana e ir por otros temas".De igual forma, Ramírez comentó las diferencias entre los partidos de oposición, señalando que "mientras el Partido Comunista y el Frente Amplio se bajaron desde el principio, y el PS está dividido en torno a si es bueno o no conversar y tratar de llegar a acuerdos, el PPD al menos ha tenido la astucia de decir que son diferentes al resto".El Diario de Cooperativa. Conducen: Verónica Franco y Rodrigo Vergara.Encuentra más episodios en Cooperativapodcast.cl

Tan/GenteGT
Brevísima Historia de la USAC: De la colonia hasta Walter Mazariegos. Parte 1/2

Tan/GenteGT

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 53:36


Antes de hablar de la crisis actual de la USAC, hay que entender de dónde viene. En este episodio, Xavier Soria conversa con el historiador Rodrigo Véliz sobre casi 400 años de historia de la Universidad de San Carlos: desde su fundación colonial hasta la politización que la marcó a partir de la Revolución de 1944 y la Guerra Fría.Es la primera de dos partes. Aquí se recorre el origen colonial de la USAC, su rol en la Revolución del 44, la dictadura de Idígoras, el entrenamiento de exiliados cubanos en suelo guatemalteco rumbo a Bahía de Cochinos y cómo el Partido Comunista terminó abriendo las puertas de la universidad a sectores populares. La segunda parte, que llega hasta la actualidad, se publica el lunes 13 de julio.

En Perspectiva
Entrevista - Óscar Andrade - Senador de la República (Frente Amplio - Partido Comunista)

En Perspectiva

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 56:25


Entrevista - Óscar Andrade - Senador de la República (Frente Amplio - Partido Comunista) by En Perspectiva

El Diario de Cooperativa AM
Presidenta del Senado busca acuerdos para evitar que oposición recurra al TC por Megarreforma

El Diario de Cooperativa AM

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 15:19


La presidenta del Senado, Paulina Núñez (RN), manifestó su intención de seguir buscando acuerdos en la Cámara Alta, en medio de la discusión por la Ley de Reconstrucción presentada por el Gobierno y que ha levantado reparos desde los partidos de oposición por algunos de sus artículos.Núñez destacó que el Partido Comunista se sumara a las conversaciones sobre el proyecto de ley de la megarreforma, "porque por lo menos transmiten qué es lo que les parece mal, qué es lo que ellos creen que es lo que hay que mejorar", apuntó.Para la senadora, "acá hay que actuar con realismo, hay un proyecto que es parte de un programa de gobierno y que por lo tanto, evidentemente se va a impulsar el proyecto. (...) En el Senado, a diferencia de lo que ocurrió en la Cámara, tenemos que hacer todos los esfuerzos para poder mejorar este proyecto, no solamente en el fondo, en el contenido".Sobre la invariabilidad tributaria, uno de los aspectos más cuestionados por la oposición, Núñez señaló que "la ley deja un espacio que si se modifica, si llegamos a un acuerdo en una de las medidas que son vitales en el proyecto para el Ejecutivo, sin duda que entonces el Tribunal Constitucional va a quedar de lado. Resolvamos legislativamente aquellas dudas de constitucionalidad y no lo dejemos para que sea el TC el que entre al debate legislativo", cerró la senadora.El Diario de Cooperativa. Conducen: Verónica Franco y Rodrigo Vergara.Encuentra más episodios en Cooperativapodcast.cl

El Primer Café
Raúl Soto (PPD): Tenemos diferencias sustantivas con la megarreforma

El Primer Café

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 68:18 Transcription Available


El diputado y presidente del PPD, Raúl Soto, manifestó los reparos de la oposición respecto a la megarreforma que se discute actualmente en el Congreso. El parlamentario anticipó que este jueves 9 los partidos del Socialismo Democrático, el Frente Amplio y el Partido Comunista decidirán si recurrir o no ante el Tribunal Constitucional por este proyecto de ley.Por su parte, el timonel del PC, Lautaro Carmona, apuntó que "a algunos les llama la atención que tengamos una mirada cuestionadora. (...) Es obvio que son las reglas del juego que están y con las cuales hay que hacer la actividad política marcando el punto que uno tiene", agregó Carmona, quien refrendó la jornada del jueves como el día en que se decidirá qué hacer.En el oficialismo, el diputado Agustín Romero (Republicanos) señaló que "en ninguna parte del proyecto, al menos yo no lo vi, existe una limitación que se le imponga al Estado o a los futuros gobiernos a que si quieren cambiar las reglas del juego lo hagan o no. Ante cualquier proyecto donde saben que no tienen los votos, la primera amenaza es el Tribunal Constitucional", agregó Romero.Mientras que el diputado Jorge Guzmán (Evópoli) defendió las certezas que ofrece el proyecto de ley: "lo que estamos haciendo en este proyecto es establecer que las reglas del juego para los inversionistas no van a ser cambiadas en el tiempo según la conveniencia del sector público y eso me parece que da seriedad, certidumbre a lo que hace Chile", apuntó el parlamentario.El Primer Café. Conduce: Cecilia Rovaretti.Descubre más contenidos en Cooperativapodcast.cl

El Primer Café
Raúl Soto: "Republicanos está trabajando para Johannes Kaiser y no para Kast"

El Primer Café

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 66:01 Transcription Available


El diputado y presidente del PPD señaló que el partido oficialista actúa a beneficio de Libertarios al extremar posturas. También participan en El Primer Café de hoy el diputado republicano Agustín Romero, la secretaria general de Renovación Nacional, Katherine Martorell, y el presidente del Partido Comunista, Lautaro Carmona. aconduce Cecilia Rovaretti.

Historia Ficción
HF.160 – La URSS en el siglo XXI (cap. 1): El Muro de Berlín no cae

Historia Ficción

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 120:06


¿Y si el Muro de Berlín nunca hubiera caído? El 9 de noviembre de 1989 cambió la historia del mundo. En nuestra realidad, aquella noche marcó el principio del fin de la Unión Soviética y el triunfo definitivo del capitalismo liberal. Pero... ¿y si todo hubiera ocurrido de otra manera? En este primer episodio de una nueva gran saga de Historia Ficción, comenzamos una de las ucronías más ambiciosas del programa: la supervivencia de la Unión Soviética hasta el siglo XXI. Primero analizaremos con rigor histórico la crisis que llevó a la URSS al borde del colapso: el estancamiento económico, las reformas de Gorbachov, la perestroika, la glasnost, el auge de los nacionalismos, la guerra de Afganistán y la descomposición del bloque socialista. Después llegará el momento decisivo. Mientras miles de alemanes orientales se concentran frente al Muro de Berlín esperando cruzar hacia Occidente, los sectores más duros del Partido Comunista, el KGB y el Ejército Rojo concluyen que la supervivencia de la Unión Soviética exige actuar. Inspirados por la reciente represión de Tiananmén en China, fuerzan un cambio de rumbo que alterará para siempre la historia del siglo XX. En esta línea temporal alternativa, el Muro de Berlín no cae. Gorbachov pierde progresivamente el control del Estado soviético y comienza una contrarrevolución política destinada a impedir la desaparición de la URSS. ¿Podía haberse evitado realmente el colapso soviético? ¿Existió una alternativa histórica al mundo surgido tras 1991? Comienza una nueva serie donde exploraremos, capítulo a capítulo, cómo habría evolucionado el planeta si la Unión Soviética hubiera sobrevivido. Índice: 1. Presentación 2. El lento ocaso de la Unión Soviética (1970-1989) 3. Tocando fondo y el rebote. (1989-1993) 4. Comentario. Si te ha gustado, y crees que la literatura moderna en audio lo merece, dale un like que ayuda con el algoritmo. Muchas gracias por estar ahí. Nuestra casa: https://historiaficcion.com/ 📧¿Queréis contarnos algo? ficcionhistoriapodcast@gmail.com Telegram: https://t.me/HistoriaFiccionChat Facebook: https://www.facebook.com/ficcionhistoria/ Twitter: @ficcionhistoria Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC8LXvT2vus9IQ1Sad-bjVsg Twitch: https://www.twitch.tv/historiaficcion Historia ficción forma parte de 📀 Ivoox Originals. • Créditos música Musicas in derechos de Youtube. Otros temas the-path-of-the-goblin-king, The curtain rises, I can feel it coming, jazz study relax, The snow queen, by Kevin Macleod, Link: https://filmmusic.io/song/7078- the-path-of-the-goblin-king Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Chutando a Escada
Do “crente não se envolve” ao “irmão vota em irmão”: Fé evangélica e política no Brasil

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 28:49


O que une os barões da fé, a herança teológica colonial e o bolsonarismo? Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães (UFU/OED) e Guilherme Casarões (FIU/OED) recebem Ronilso Pacheco (ISER/OED) para debater as raízes teológicas e políticas da captura do campo evangélico pela extrema-direita brasileira. Teólogo, pastor e diretor-executivo do Instituto de Estudos da Religião, Ronilso distingue a presença legítima da fé evangélica na esfera pública de um projeto de supremacia cristã, analisa o processo de radicalização que antecede em décadas a eleição de Jair Bolsonaro e questiona as estratégias do campo progressista diante do eleitorado evangélico. No boletim de notícias, David Magalhães analisa três episódios da extrema-direita europeia. Em foco estão as eleições regionais da Saxônia-Anhalt, onde o AfD lidera as pesquisas e transforma a Bauhaus em alvo de uma guerra cultural identitária; a estratégia digital de Jordan Bardella, que construiu hegemonia no TikTok mirando o eleitorado jovem; e as tensões crescentes entre Giorgia Meloni e Donald Trump, que revelam os limites da chamada internacional reacionária. Para fechar, a dica cultural é Retorno a Reims, do filósofo e sociólogo francês Didier Eribon, que indaga por que a classe operária francesa migrou do Partido Comunista para a extrema-direita. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU/OED), Guilherme Casarões (FIU/OED) e Ronilso Pacheco (ISER/OED). Inserção musical no final: Interpretação de Sarah Hester Ross de “The Day the Nazi Died” (Chumbawamba, 1993). Capa do episódio: Créditos: José Tramontin Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ARENDT, Hannah. A condição humana. In: A condição humana. 2010. p. 407-407. ERIBON, Didier. Retorno a Reims. Belo Horizonte: Âyiné, 2020. (Original: Retour à Reims. Paris: Fayard, 2009.) GHERMAN, Michel; PACHECO, Ronilso. Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita. São Paulo: Fósforo, 2026. PACHECO, Ronilso. Ocupar, resistir, subverter: igreja e teologia en tempos de violência, racismo e opressão. Novos Dialogos Editora, 2016. PACHECO, Ronilso. Teologia Negra: o sopro antirracista do Espírito. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2024. Capítulos: 00:00 — Introdução 02:00 — Entrevista: os barões da fé e a captura política do campo evangélico 09:00 — O processo de radicalização que antecede o Bolsonaro 17:00 — Supremacia cristã e presença legítima da fé na política 25:00 — A cristofobia como estratégia de vitimização 33:00 — A esquerda diante do eleitorado evangélico 41:00 — Boletim OED 53:00 — Dica Cultural OED The post Do “crente não se envolve” ao “irmão vota em irmão”: Fé evangélica e política no Brasil appeared first on Chutando a Escada.

Noche tras noche
Emisión viernes 26 de junio

Noche tras noche

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 120:00


Abrimos el programa hablado con Ástor García, profesor, escritor y secretario general del Partido Comunista de los Trabajadores de España, autor del libro "Lo que somos", antes de conocer los estrenos de la semana de la mano de Fernando Lobo, gerente de los Cines Embajadores. A continuación, abordamos una nueva entrega del Tú antes molabas, para después viajar al mundo millenial de la mano de Samuel Fernández de la Campa y hablar de mayores con Cesáreo Marqués, para cerrar el programa hablando de matemáticas con Santos González.

Radio Beades
Episodio 123 - Andrés Trapiello

Radio Beades

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 70:55


Visitamos a Andrés Trapiello en su casa, donde charlamos un buen rato sobre su obra literaria y sobre su vida. ¿Cuánto de verdad hay en el "Salón de pasos perdidos"? Acaba de aparecer la última entrega, titulada "De todo tiene", que comentamos. Hablamos de política también, de su expulsión del Partido Comunista, su paso por UPyD, y del frentismo que rechaza la posición de Manuel Chaves Nogales en "A sangre y fuego". Poesía y vida literaria, polémicas entre escritores, repaso a la nómina de la Generación del 27, que considera sobrevalorada. Este capítulo de Radio Beades, también, "de todo tiene".

Página 13 - Podcast
Gajardo y Galli por los chats del embajador Zaliasnik con Hermosilla y el proyecto del PC para derogar parte de la Ley Naín-Retamal

Página 13 - Podcast

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 45:36


En una nueva edición de Página 13, Consuelo Saavedra y Kike Mujica conversaron con los columnistas Carlos Gajardo y Juan Francisco Galli sobre las conversaciones entre el abogado Luis Hermosilla y el embajador de Chile en Israel, Gabriel Zaliasnik. Además, comentaron el proyecto del Partido Comunista que busca derogar parte de la Ley Naín-Retamal.

israel chile adem proyecto la ley embajador galli partido comunista hermosilla retamal luis hermosilla carlos gajardo juan francisco galli kike mujica consuelo saavedra
La Silla Vacía
Iván Cepeda: un príncipe rojo - Déjà Vu

La Silla Vacía

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 66:08 Transcription Available


Ivan Cepeda nació en el seno de una familia de militantes comunistas profundamente ortodoxos. Su padre, Manuel Cepeda Vargas, militó en el PCC desde 1958 como líder de la JUCO, editor del periódico Voz Proletaria, y más adelante Secretario General después del retiro de su mentor, Gilberto Veira, quien dirigió el partido por más de cuarenta años. Su madre, Yira Castro, -a su vez hija de un dirigente comunista de Sucre-, también militó en el Partido, hizo parte del Comité Central y fue Concejal de Bogotá. Hoy conversamos con el historiador Isidro Vanegas sobre este legado familiar y sobre las discusiones internas del Partido Comunista en torno a la estrategia de combinación de las formas de lucha. Déjà vu es un podcast de opinión de La Silla Podcast.La dirección es de Alejandro Lloreda y Luis Guillermo Vélez.La coordinación periodística y de podcast de La Silla Vacía es de Tatiana Duque.La producción es de Angy Usme y Fernando Cruz Foto: Seminario VozCada quince días un nuevo episodio.Más de La Silla Podcast: Escuche aquí la Siguiente Movida.¿Quiere aprender de podcast, hacer un podcast como este o grabar sus contenidos sonoros?En La Silla Vacía le ayudamos y le damos las herramientas. Para mayor información y precios, consulte acá.Un espacio de cuña en Huevos Revueltos o Déjà vu puede ser suyo, excepto para contenido político y electoral. Si tiene interés, escriba a podcast@lasillavacia.com Más de La Silla Vacía:En el Detectbot de La Silla Vacía puede chequear cadenas falsas. Escriba un chat a este link.‎Siga el canal de La Silla Vacía

Viracasacas Podcast
#487 "De peito aberto" - com Dani Balbi

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 74:10


Saudações, pessoas!Hoje é dia de estreia, e que estreia, no Vira: Dani Balbi, é uma professora, roteirista, escritora, militante, filiada ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e que em 2022 se elegeu Deputada Estadual no Estado do Rio de Janeiro consagrando-se comoa primeira parlamentar transsexual da história da ALERJ.A articulação e a clareza de pensamento de Dani cativam e surpreendem, bem como suas referências sempre muito embasadas, seu compromisso político-ideológico e a vontade de representar de fato os ideais que à levaram à Assembleia.  A conversa passa pelas possibilidades da militância comunista na contemporaneidade, as formas de fazer política série em meio à selva que se transformou o debate púbico hoje e, claro, os rumos de algumas pautas que são dela, enquanto deputada estadual, mas dizem respeito à vereança nas cidades, ao parlamento federal, à presidência e à todo mundo - eis que: nosso futuro em jogo!Taca play e se prepare para #Aulas Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis

Literatura Universal con Adolfo Estévez
875. Os teus Pés. Pablo Neruda.

Literatura Universal con Adolfo Estévez

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 1:37


Pablo Neruda fue un poeta, diplomático y político chileno, considerado una de las grandes voces de la literatura universal del siglo XX. Nombre real: Ricardo Eliécer Neftalí Reyes Basoalto. Nacimiento: 12 de julio de 1904, en Parral, Chile. Fallecimiento: 23 de septiembre de 1973, en Santiago de Chile.Adoptó el seudónimo Pablo Neruda inspirado en el escritor checo Jan Neruda. Desde muy joven comenzó a escribir poesía, alcanzando fama temprana con Veinte poemas de amor y una canción desesperada (1924), un libro de enorme repercusión en toda Hispanoamérica. Su poesía pasó por diversas etapas: lírica amorosa, poesía política y social, y obras de tono épico.Entre sus libros más destacados están Residencia en la tierra (1933-1935), Canto general (1950), Odas elementales (1954-1957) y Memorial de Isla Negra (1964). Su obra combina una fuerte carga emocional, imágenes sensuales, compromiso político y una visión cósmica de la existencia. Fue cónsul en varios países, entre ellos España, donde vivió la Guerra Civil y se comprometió con la causa republicana.Militó en el Partido Comunista de Chile y fue senador. Se convirtió en un referente cultural y político de la izquierda latinoamericana.Premios:Premio Lenin de la Paz (1953).Premio Nobel de Literatura (1971), otorgado por "una poesía que con la acción de una fuerza elemental da vida al destino y a los sueños de un continente".Falleció poco después del golpe militar de Pinochet, en 1973. Su muerte ha estado rodeada de sospechas de envenenamiento, aunque oficialmente se registró como consecuencia de un cáncer de próstata.

El Café de la Lluvia
Libros prohibidos en Rusia y China: Orwell, Solzhenitsyn, Mao y la censura del poder

El Café de la Lluvia

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 26:09


¿Qué libros han sido prohibidos en Rusia y China? ¿Por qué algunos regímenes consideran determinadas obras una amenaza? En este episodio de El Café de la Lluvia, Javier Fernández conversa con Rubén Almarza sobre algunos de los casos más significativos de censura literaria en dos de las grandes potencias del mundo. Viajamos desde la Unión Soviética hasta la Rusia actual para analizar la prohibición de obras como 1984 y Rebelión en la granja de George Orwell, Doctor Zhivago de Boris Pasternak, Archipiélago Gulag de Aleksandr Solzhenitsyn o incluso la polémica en torno a determinadas traducciones de textos religiosos como la Biblia de los Testigos de Jehová y el Corán. También nos adentramos en la censura china a través de autores como Yan Lianke, Gao Xingjian, Xiaolu Guo o Wei Hui, cuyas obras cuestionan la narrativa oficial del Partido Comunista, abordan los traumas de la Revolución Cultural o rompen tabúes sociales y políticos. Un recorrido por la historia de la censura, la libertad de expresión y el poder de los libros para desafiar a los regímenes autoritarios. ☕ Hazte socio/a de El Café de la Lluvia y forma parte de nuestra comunidad: https://elcafedelalluvia.com/hazte-socio-a-de-el-cafe-de-la-lluvia/ Escúchanos y léenos en nuestra web: https://elcafedelalluvia.com/ ▶️ Suscríbete a nuestro canal de YouTube: https://www.youtube.com/c/ElCafédelaLluvia Recibe nuestros contenidos en tu correo: https://elcafedelalluvia.com/suscripcion-newsletter/ Síguenos en redes sociales: Twitter: https://twitter.com/cafelluvia Instagram: https://www.instagram.com/elcafedelalluvia/ Facebook: https://www.facebook.com/Cafedelalluvia Tu apoyo nos ayuda a seguir dando voz a la cultura, la literatura y el pensamiento crítico. Gracias por acompañarnos ☕✨

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Generales destituidos. Ministros borrados del mapa. Almirantes investigados. Y lo más inquietante: muchos de ellos eran hombres de confianza del propio Xi Jinping. Algo se mueve en las entrañas del Partido Comunista de China, y no parece casual. En este episodio de The Political Room, Daniel e Iván diseccionan las purgas que están sacudiendo al Estado chino desde 2012 y que, desde 2022, se han acelerado de forma llamativa. ¿Es esto una señal de debilidad o la expresión más brutal de un poder que ya no necesita negociar con nadie? Para responder a esa pregunta, primero toca entender el tablero. El Congreso Nacional, el Comité Central, el Politburó, el Comité Permanente: los círculos concéntricos del partido más poderoso del mundo. Quien no conoce la estructura, no puede entender la magnitud de lo que está ocurriendo. Porque lo que está ocurriendo es mayúsculo. De los 35 oficiales de tres estrellas ascendidos por Xi desde 2020, 32 han sido investigados y 29 "depurados". El ejército chino tenía un sistema de compraventa de ascensos tan extendido que la propia CIA lo aprovechó para colocar activos en posiciones clave. Y la guerra en Ucrania hizo saltar todas las alarmas: si el ejército ruso, con todo su aparato, se desmoronó así, ¿qué pasaría con el chino? Xi Jinping tiene una respuesta para todo esto, y la ha elevado a doctrina: la autorrevolución. El partido que se purga a sí mismo no necesita jueces externos, ni prensa libre, ni contrapesos institucionales. Se vigila, se limpia y se fortalece desde dentro. Es su gran apuesta para no repetir el error que, a su juicio, hundió a la Unión Soviética. Un episodio imprescindible para entender cómo funciona el poder real en China, qué hay detrás de cada destitución que aparece en los titulares y hacia dónde apunta un régimen que lleva años preparándose para algo grande.

20 Minutos com Breno Altman
Como é ser um judeu antissionista em Israel? | Yoav Goldring | Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later May 14, 2026 132:15


Como é ser um judeu antissionista em Israel? | Yoav Goldring | Programa 20 Minutos

El Primer Café
Lautaro Carmona: Gobierno "no ha tenido iniciativa para dialogar" por megarreforma

El Primer Café

Play Episode Listen Later May 12, 2026 68:08 Transcription Available


El presidente del Partido Comunista criticó la falta de "trabajo prelegislativo" desde el Ejecutivo. También participan en El Primer Café Arturo Barrios (PS), Juan Francisco Galli (RN) y José Carlos Meza (Republicanos). Conduce Cecilia Rovaretti.

En Perspectiva
El Tablero Político - Visita del presidente Yamandú Orsi al portaviones de EEUU generó cruces en el Partido Comunista

En Perspectiva

Play Episode Listen Later May 11, 2026 14:53


El Tablero Político - Visita del presidente Yamandú Orsi al portaviones de EEUU generó cruces en el Partido Comunista by En Perspectiva

Solo Documental
Quiero ser libre

Solo Documental

Play Episode Listen Later May 1, 2026 59:19


“Quiero ser libre'' cuenta la historia de Carmen Díez de Rivera, conocida como 'la musa de la Transición'. Una mujer educada en la aristocracia y nacida de una relación prohibida entre su madre, la marquesa de Llanzol y Ramón Serrano Suñer, que ocupará un papel importante en la Transición. En el primer gobierno democrático, presidido por Adolfo Suárez, fue la jefa de Gabinete del presidente del Gobierno y clave en asuntos tan relevantes, como la legalización del Partido Comunista de España. Después estuvo, junto a Enrique Tierno Galván, en el Partido Socialista Popular, en el que vivió acontecimientos históricos como las primeras elecciones generales democráticas o la entrada de España en la Unión Europea. En el final de su trayectoria política, como eurodiputada del PSOE, impulsó una importante lucha por el medio ambiente a través del 'ecosocialismo'. El documental incluye testimonios de importantes personalidades políticas, como Alfonso Guerra, Ramón Tamames, Raúl Morodo, Rosa Conde, Enrique Barón o su sobrino Íñigo Méndez de Vigo, así como algunos de sus amigos personales.

El Primer Café
¿Tiene votos el megaproyecto de Kast para ser aprobado?

El Primer Café

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 64:42


Sin fecha clara para el ingreso del proyecto de “reconstrucción” al Congreso, el gobierno busca más apoyos incorporando medidas propymes. PPD, Partido Comunista y Partido de la Gente fijan condiciones para aprobar la idea de legislar. El Primer Café de hoy se lo toman Raúl Soto, Lautaro Carmona, Denisse Catalán y Eduardo Crettón. Conduce: Cecilia Rovaretti.

El Primer Café
Ignacio Walker: Es “inaceptable” reacción del PC por agresión a ministra Lincolao

El Primer Café

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 71:17


En El Primer Café, el excanciller calificó de “completamente inaceptable” la reacción del Partido Comunista ante la agresión sufrida por la ministra de Ciencias, Ximena Lincolao, en la Universidad Austral. También participan Nicolás Eyzaguirre, Cristián Monckeberg y Bettina Horst. Conduce Cecilia Rovaretti.

Un Mensaje a la Conciencia
¿Justicia o misericordia?

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later Mar 31, 2026 4:01


(75 Aniversario de la Condena a Muerte de Julius y Ethel Rosenberg por Espionaje) Cuando Julius y Ethel Rosenberg se casaron en 1939, los dos ya eran miembros activos del Partido Comunista de los Estados Unidos de América. Pero a nadie se le hubiera ocurrido que llegarían a ser los primeros civiles de su país condenados a muerte por espionaje, y los primeros en ser sancionados por ese delito en tiempos de paz. La Segunda Guerra Mundial, que estalló el mismo año en que se casaron, ya había dado paso a la Guerra Fría cuando fueron arrestados y acusados de ser espías de la Unión Soviética en 1950. El proceso judicial contra los esposos Rosenberg comenzó el 6 de marzo de 1951. Causó gran sensación en todo el mundo, pues se les acusó de divulgar secretos incluso sobre armas nucleares. Un mes más tarde, el 5 de abril, luego de ser hallados culpables y de optar por no decir nada en su defensa, el juez Irving Kaufman, antes de imponerles a ambos la pena de muerte, emitió el siguiente juicio personal: «Yo considero que su delito es peor que el homicidio.... Estoy convencido, sin duda alguna, de que son culpables. He investigado los antecedentes legales y he examinado mi conciencia a fin de hallar alguna razón para conceder misericordia, ya que lo humano es ser misericordioso y es natural tratar de salvar vidas. Sin embargo, estoy convencido de que violaría la confianza solemne y sagrada que el pueblo de esta nación ha depositado en mis manos si yo mostrara indulgencia a [estos] acusados.... Yo no tengo la facultad, Julius y Ethel Rosenberg, de perdonarlos. Sólo Dios puede conceder misericordia para lo que ustedes han hecho.»1 Durante los siguientes dos años, el fallo fue apelado ante los altos tribunales y también fue analizado ampliamente por el tribunal de la opinión pública internacional. Uno de los factores en tela de juicio era la presunta imparcialidad del juez Kaufman por haber considerado que eran culpables de un «delito peor que el homicidio». La Corte Suprema de Justicia atendió siete recursos de apelación, pero fueron denegados los siete. Y tanto el presidente Harry Truman como el presidente Dwight Eisenhower denegaron las peticiones de clemencia presidencial. Ante el fracaso de una campaña a nivel mundial que pedía misericordia en su favor, los esposos Rosenberg fueron ejecutados en la Prisión Sing Sing de Nueva York el 19 de junio de 1953. Así como a los espías Rosenberg, también a cada uno de nosotros se nos ha hallado culpable de un delito que lleva la condena de muerte. Ese delito es el pecado. Pero Dios, el presidente sobre todos los presidentes del mundo, consciente de que lo que necesitamos es misericordia y no justicia, envió a su Hijo Jesucristo al mundo para que muriera en nuestro lugar. Ahora, con base en esa expiación de nuestro pecado, Él nos ofrece su perdón divino y, en vez de una condena de muerte, la vida eterna.2 Así que no tenemos que esperar, como los Rosenberg, a que se nos dicte sentencia. Podemos, más bien, anticiparnos al día del Juicio Final, pidiéndole a Dios perdón hoy mismo y recibiendo así su misericordia divina.3 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Martin J. Siegel, Judgment and Mercy: The Turbulent Life and Times of the Judge who Condemned the Rosenbergs [Justicia y misericordia: La vida y los tiempos turbulentos del juez que condenó a los Rosenberg] (Ithaca, N.Y.: Cornell University Press, ) pp. 158-60. 2 Ro 6:23 3 1Jn 1:9

20 Minutos com Breno Altman
Elias Jabbour - A China é socialista? - programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 115:15


La ContraCrónica
Cuba a oscuras y en la calle

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 54:16


Cuba atraviesa la que seguramente sea su peor crisis desde el triunfo de la revolución en 1959. El presidente Miguel Díaz-Canel acaba de confirmar que su gobierno mantiene conversaciones con la administración Trump, algo que habría sido impensable hace apenas unos meses y que revela hasta qué punto el orgullo revolucionario ha sucumbido ante la desesperación económica. El detonante inmediato de la crisis fue la detención de Nicolás Maduro en Caracas el pasado mes de enero. Venezuela era el principal sostén de Cuba. Le suministraba petróleo subvencionado y productos básicos que mantenían a flote una economía ya de por sí maltrecha. Sin ese padrino, y con Estados Unidos bloqueando los envíos de crudo y amenazando con aranceles a cualquier país que los sustituyera, México cortó también el suministro de inmediato. El resultado es que Cuba lleva tres meses sin recibir un solo cargamento de petróleo, lo que se ha traducido en apagones que duran días enteros, hospitales sin actividad, transporte público paralizado y universidades cerradas. Las negociaciones con la Casa Blanca las dirigen Díaz-Canel y Raúl Castro, que con 94 años sigue siendo el verdadero poder en la sombra. Según fuentes cercanas a las conversaciones el nieto de Raúl, Raúl Guillermo Rodríguez Castro, conocido como “El Cangrejo”, se ha reunido con el equipo del secretario de Estado, Marco Rubio, en San Cristóbal y Nieves. Como gesto de buena voluntad, el régimen ha anunciado la liberación de 51 presos, formalmente gracias a una mediación vaticana, aunque todos sabemos por qué han abierto la mano. El castrismo siempre se muestra dispuesto a liberar presos como gesto de buena voluntad porque las cárceles están llenas de ellos, más de un millar hay en estos momentos. Trump, desde una evidente posición de fuerza, ha llegado a plantear abiertamente la posibilidad de hacerse con la isla de grado o por la fuerza. En paralelo el gobierno cubano está dando pasos inconcebibles hasta hace poco como autorizar a empresas privadas a importar combustible. También ha abierto la puerta a que el exilio cubano en EEUU invierta en la isla, algo realmente irónico porque durante décadas el régimen ha calificado a esos exiliados de “gusanos”. El problema es que las sanciones estadounidenses siguen vigentes y no hay señales de que se vayan a levantar. Entretanto la calle hierve. Las protestas han crecido exponencialmente: de 31 en enero a 130 en la primera quincena de marzo. El episodio más llamativo ocurrió en Morón, donde tras 30 horas sin luz los manifestantes asaltaron la sede local del Partido Comunista y quemaron su mobiliario. El régimen respondió con detenciones y con el habitual recurso retórico de culpar al bloqueo yanqui de todos los males que le aquejan. Parece que por fin estamos presenciando el acto final de una tragedia demasiado larga. Un sistema que expropió, reprimió y empobreció a su pueblo durante más de 60 años negocia ahora desde la debilidad absoluta con la potencia a la que juró enemistad eterna. La pregunta ya no es si el castrismo sobrevivirá, sino cuánto tiempo le queda. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:31 Cuba a oscuras y en la calle 35:26 ¿Por qué han atacado a Irán ahora? 41:19 ¿Piensa la inteligencia artificial? · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #cuba #castrismo Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

SBS Spanish - SBS en español
Latinoamérica | Cuba confirma diálogo con EEUU tras jornada de violentas protestas por apagones

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 5:38


Mientras las llamas consumían una oficina del Partido Comunista de Cuba y los cacerolazos retumbaban en medio de un apagón que asfixia al 58 por ciento del país, el régimen cubano confirmaba que el diálogo con delegados del Gobierno estadounidense está en marcha.

Morning Show
Bolsonaro segue na UTI

Morning Show

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 120:26


Confira no Morning Show desta segunda-feira (16): O ex-presidente Jair Bolsonaro foi hospitalizado na última sexta-feira (13), após sentir desconfortos e segue internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília. Bolsonaro continua em tratamento da pneumonia e teve melhora na função renal, mas precisa seguir com a realização de exames e fisioterapia. Além disso, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, liberou que a esposa do ex-presidente, Michelle, o acompanhe diuturnamente. A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de revogar o visto de Darren Beattie, assessor associado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou a repercutir em Washington e pode abrir um novo capítulo de tensão diplomática entre os dois países. O caso ganhou destaque em círculos políticos e diplomáticos americanos por envolver um integrante próximo ao governo dos EUA. O Caso Master segue rendendo com novos desdobramentos. Dessa vez, Daniel Vorcaro, dono do banco e principal alvo da investigação, trocou de advogado. José Luís Oliveira Lima, o Juca, será o novo defensor do banqueiro e é um dos principais criminalistas do Brasil. Com a mudança, Pierpaolo Bottini deixa a equipe de defesa. A sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS marcada para esta segunda-feira (16) foi cancelada após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. O magistrado retirou a obrigatoriedade de depoimento do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Aristides Veras dos Santos. A entidade está entre as investigadas pela comissão por suspeitas de fraudes bilionárias envolvendo aposentados e pensionistas ligados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pediu a cerca de sete países que enviem navios de guerra para ajudar a manter aberto o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo. Segundo Trump, ainda não houve compromissos firmes por parte dos aliados para integrar a coalizão naval proposta por Washington. Os detentos do estado de São Paulo terão direito a 1ª saidinha a partir desta terça-feira (17) e devem retornar ao presídio até o dia 25 de março. O objetivo é ressocializar os presos e este ano serão previstas quatro saídas temporárias, sendo elas em março, junho, setembro e dezembro. No último fim de semana, os cubanos atacaram a sede oficial do Partido Comunista, revoltados com a série de longos e constantes apagões que vêm castigando diversas regiões do país. A população cubana enfrenta não apenas a falta crônica de energia elétrica, mas também uma severa crise econômica e o desabastecimento de itens básicos. O Brasil não ganhou estatuetas no Oscar 2026, que aconteceu no último domingo (16). A especialista em cinema, Miriam Spritzer, analisou a premiação e revelou que o Brasil ter recebido cinco indicações já foi uma vitória. Além disso, ela também explicou que as estatuetas para ‘Uma Batalha Após a Outra' e ‘Pecadores' eram esperadas. A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou que deve realizar a distribuição de canetas emagrecedoras na rede municipal de saúde. Essa medida foi uma promessa na reeleição de Eduardo Paes (PSD). No entanto, o presidente Lula (PT) criticou a ideia, e disse que não é correto retirar do médico o papel de orientar os pacientes sobre alimentação e atividade física. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 14/03/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 63:18


Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (14): Mesmo com redução de impostos, preço do diesel dispara e ultrapassa R$ 7 em várias capitais. Dez pessoas são presas em depósito clandestino de canetas emagrecedoras no Rio de Janeiro. Navio histórico que participou de pesquisas científicas na Antártida tomba no Porto de Santos. Ex-presidente Jair Bolsonaro tem piora da função renal e de marcadores inflamatórios. Israel afirma que guerra contra o Irã entra em fase decisiva. Donald Trump pede que países enviem navios para ajudar na segurança do Estreito de Ormuz. Manifestantes se revoltam com apagões e atacam sede do Partido Comunista em Cuba. No Brasileirão, Cruzeiro e Vasco fazem últimos ajustes para o jogo de domingo (15).

Diplomatas
A “cacofonia europeia” ou como “precisar de Trump para defender a Ucrânia e criticá-lo em relação ao Irão”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 38:35


O episódio desta semana do podcast Diplomatas foi novamente dedicado ao conflito no Médio Oriente, com a análise dos últimos desenvolvimentos da guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar discutiram os planos da Administração Trump para a guerra, a escolha de Mojtaba Khamenei para Guia Supremo da República Islâmica, o impacto económico e energético do conflito para o mundo, sem esquecer a Rússia e a China, e a forma como os líderes europeus encaram e devem responder ao declínio da ordem internacional baseada em regras. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também olharam para a reunião anual do Congresso Nacional Popular da China e reflectiram sobre as metas económicas e securitárias definidas pelo Partido Comunista chinês. No final do episódio, houve ainda tempo para um balanço sobre o papel do ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no campo da diplomacia e da política externa. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Interesante historia
Clara Zetkin: Impulsora del Día Internacional de la Mujer

Interesante historia

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 19:06


Descubre la apasionante biografía de Clara Zetkin, la icónica activista alemana que revolucionó el feminismo socialista y impulsó la creación del Día Internacional de la Mujer el 8 de marzo.  En este episodio de "Jueves de Biografías" en Interesante Historia, exploramos su lucha incansable contra el fascismo, el imperialismo y la opresión de género, desde sus exilios en Europa hasta su rol clave en la Segunda Internacional y el Partido Comunista.  Además, conoceremos a otras pioneras como las sufragistas, Elizabeth Cady Stanton, Lucretia Mott, Hansa Mehta, Minerva Bernardino y Doria Shafik, en este relato inspirador que revela cómo su legado sigue iluminando la igualdad de género hoy.  ¡No te pierdas esta historia de empoderamiento y revolución que te motivará a celebrar el 8 de marzo con mayor conciencia!

El Primer Café
Viaje de Kast a EE.UU. abre flanco tras tensión con Boric

El Primer Café

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 65:36


La abrupta reunión de apenas 22 minutos entre el Presidente Gabriel Boric y el mandatario electo José Antonio Kast desató un intenso debate en El Primer Café de Cooperativa. El presidente del Partido Comunista, Lautaro Carmona, calificó el hecho como "muy, muy lamentable" y defendió la decisión del Mandatario de transparentar lo ocurrido. Desde una mirada más transversal, la presidenta del Partido Regionalista Verde Social, Flavia Torrealba, planteó que la situación revela una fragilidad mayor y enfatizó que "no es una discusión entre hinchas de fútbol, es nada menos que entre dos mandatarios". Conduce Cecilia Rovaretti.

YIRA YIRA
Papeles inanes

YIRA YIRA

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 44:45


Por Yaiza Santos Después de lamentar la falta de grandeza del grande de España que dirige La Vanguardia al no asistir, ¡ni mandar corona siquiera!, al funeral de Gregorio Morán, fue al único tema que debía tratar. Confesó, para empezar, que se siente en crisis, él que siempre creyó que dedicarse al análisis del oficio, a interrogarse sobre el mecanismo de obtención de las noticias, servía para algo. ¡Todo es inútil! El periódico está desapareciendo como objeto intelectual. Tómese, si no, ese subtítulo puramente cómico en la primera de ABC sobre el rey Juan Carlos: "Ni abdicaré, ni me iré de España". ¡Pero si es lo que acabó haciendo! Todas las portadas, en cualquier caso, caen en lo mismo: partir de esa especie tan recurrente de que el 23 F no es como nos lo contaron. Los papeluchos inanes ahora revelados no dicen nada nuevo, ni sobre el rey ni sobre nadie. ¡No sirven para nada! Vayan al capítulo 9 de las memorias de Juan Carlos I, si es que quieren novedades. Ahí se aprende que hay cosas que ni el propio rey sabe –y le gustaría saber–, o que fue él quien le dijo a Adolfo Suárez que Armada, lejos de estar salvando la democracia, era el traidor, o esos detalles deliciosos que tanto dicen sobre un momento concreto de la historia. No quiso terminar sin recomendar a Sánchez, nuestro Trump, leer ese pasaje impecable del juez Neil Gorsuch sobre el poder legislativo. Desclasificó información sobre su carácter y su vista y Santos honró la memoria de Willie Colón. Y fue así que Espada yiró. Bibliografía: -Gregorio Morán: Miseria y grandeza del Partido Comunista de España; Historia de una ambición; Los españoles que dejaron de serlo; El cura y los mandarines; El maestro en el erial. - Juan Carlos I, Reconciliación. - BSO.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lo Mejor De La Prensa
Escala tensión con Estados Unidos por sanciones al gobierno de Boric

Lo Mejor De La Prensa

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 5:29


Buenos días. Al contrario de la famosa frase de Carlos Pinto en “Mea Culpa”... “todo hacía presagiar” lo que iba a suceder en el caso del cable submarino Chile-China. Al menos eso es lo que se desprende de las declaraciones del embajador de Estados Unidos en Chile, Brandon Judd, quien calificó como “irrisoria” la sorpresa que mostraron autoridades de gobierno ante las sanciones aplicadas por la administración Trump. “Durante los últimos dos meses he tenido una gran cantidad de reuniones con ministros y funcionarios del gobierno sobre este tema. Fui muy claro acerca de nuestra preocupación y franco acerca de las amenazas no sólo a la seguridad chilena, sino a la seguridad de la región entera”. A esto se suma que hasta la visa waiver entró al ruedo en medio de la polémica. Una arista clave es el particular interés del Partido Comunista en la Subsecretaría de Telecomunicaciones, como te lo contamos en El Líbero.

Mesa Central - Columnistas
Tensiones en el Partido Comunista y el factor Cuba en la política local

Mesa Central - Columnistas

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 44:53


En Columnistas de Mesa Central, Ramón Ulloa y Kike Mujica conversan con Max Colodro y Cristián Valdivieso sobre las divisiones internas en el Partido Comunista tras la polémica por la ayuda humanitaria a Cuba y la postura del Gobierno frente a los regímenes autoritarios.

Lo Mejor De La Prensa
Gobierno se abre a enviar ayuda humanitaria a Cuba

Lo Mejor De La Prensa

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 5:59


Buenos días. Tras una fuerte ofensiva del Partido Comunista, la ministra vocera de Gobierno, Camila Vallejo, afirmó que se encuentra en evaluación el envío de ayuda humanitaria a Cuba, “en función de los recursos que estén disponibles y de las necesidades concretas”, en el contexto de la crisis energética que enfrenta la isla tras el cese de los envíos de petróleo desde México y Venezuela. “El gobierno se deja pautear por el PC”, criticó en CNN el vicepresidente de la Cámara de Diputados, Eric Aedo (DC). Este debate se da, además, en un escenario complejo para el Ejecutivo: la Contraloría dio a conocer cinco informes que revelan millonarias irregularidades en la respuesta a la emergencia del megaincendio de febrero de 2024 y, paralelamente, un error de cálculo de la Dipres en la estimación de los ingresos del litio obligó a Corfo a vender activos financieros para traspasar recursos al fisco, tal como ya ocurrió en 2023. En cuanto al caso convenios, la Corte de Apelaciones de Santiago resolverá hoy si cuatro imputados en el caso ProCultura –entre ellos Alberto Larraín– quedan en prisión preventiva, luego de que el Ministerio Público y el Consejo de Defensa del Estado solicitaran endurecer la medida cautelar de arraigo nacional que actualmente pesa sobre ellos.

Mesa Central - Columnistas
Las movilizaciones que se esperan durante el gobierno de José Antonio Kast

Mesa Central - Columnistas

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 30:27


En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversa con Tatiana Klima e Isabel Plá sobre las movilizaciones que podrían desarrollarse en el próximo gobierno, a partir del llamado del Partido Comunista.

Mesa Central - Columnistas
El PC y su llamado a movilización en el gobierno de Kast

Mesa Central - Columnistas

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 34:24


En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversa con Alfredo Joignant y Gonzalo Blumel sobre la declaración del Pleno del Comité Central del Partido Comunista y su llamado a la movilización durante el gobierno de José Antonio Kast.

Enfoque internacional
China: el "mercado de solteros", una vieja tradición casametera para un mal moderno

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 3:49


Las autoridades chinas buscan revertir el preocupante envejecimiento de la población con incentivos económicos y menos restricciones legales para promover el matrimonio y la natalidad. En una sociedad moderna cada vez más individualista, resurgen los “mercados de solteros y solteras”, una tradición en la que los padres se reúnen en lugares públicos para buscar la media naranja a sus hijos. La corresponsal de RFI en París visitó uno de estos “rincones de emparejamiento”. China envejece y el problema demográfico ha pasado a ser considerado un asunto de Estado. De hecho, el XX Congreso del Partido Comunista chino en 2022 enfatizó que el país necesita “aumentar las tasas de natalidad y reducir los costos del embarazo, el parto, la escolarización y la crianza”. Para revertir la tendencia de envejecimiento, es necesario impulsar los matrimonios, aunque generacionalmente es una decisión que se pospone cada vez más, por un cambio de actitud hacia el matrimonio, pero también por las presiones económicas. En los últimos años, los matrimonios han caído estrepitosamente, alcanzando en 2024 el mínimo histórico, con 6,1 millones de parejas casadas. En mayo de 2025, entraron en vigor nuevas normas nacionales para el registro matrimonial que eliminan las restricciones geográficas, permitiendo a las parejas contraer matrimonio en cualquier lugar del país, sin necesidad de presentar el registro de residencia, o ‘hukou'. También los gobiernos locales buscan incentivar los matrimonios con cheques regalo o a través de iniciativas que combinan turismo y registro civil. Para las familias chinas, buscar una pareja a los hijos forma parte de la tradición. Aunque ahora, el individualismo es mayor y los jóvenes prefieren las aplicaciones de citas, hay muchos padres que siguen acudiendo a los conocidos como ¨Mercados de Solteros y Solteras¨. En China, el término 相亲角 (xiangqinjiao) significa `rincón de emparejamiento`, y consiste en un encuentro que tiene lugar en parque o lugares públicos donde los padres buscan encontrar pareja a sus hijos solteros. Lejos de tratarse de una costumbre más rural o en desaparición, el formato se ha enriquecido y las grandes y modernas ciudades de China acogen gran variedad de estos eventos. En Beijing, todos los días de la semana se puede acudir a una cita de estos famosos Mercados de Solteros y Solteras. Y los lugares escogidos son bien transitados y conocidos, como el Templo del Cielo, el parque Zhongshan, al lado de la Plaza de Tian´anmen, y en el Parque Olímpico. Visitamos el Mercado de Solteros y Solteras que se cita todos los domingos a la tarde en la salida D de la estación de metro del Parque Olímpico. Desafiando las gélidas temperaturas del invierno pekinés, voluntarios de la asociación Linhood, especializada en eventos de emparejamiento, distribuyen en el suelo unos treinta carteles de presentación de candidatos y candidatas. Nos sorprende que no hay solo jóvenes, encontramos incluso una mujer de 63 y un hombre de 70 años. Una foto encabeza cada ficha, que incluye la edad, la altura, lugar de residencia y nacimiento y trabajo, además de una lista de requisitos para su posible pareja y un código QR para contactar directamente. Nie Lin, es voluntario de Linhood y está entretenido en mantener los carteles en su sitio, aunque la brisa caprichosa se lo está complicando. Por esta razón, los domingos ventosos suspenden la actividad, nos explica. “Aquí puedes ver a la persona real en persona y la persona real se acercará. La tasa de éxito de emparejamiento es mayor. Y esto es gratuito, es un bien público, no tiene coste. El rango de edad oscila entre los 20 y los 40 años. El precio por una novia en China es muy alto. Hay muchos padres que vienen aquí para ayudar a sus hijos, porque están muy ocupados”, cuenta Nie Lin. Nie Lin nos plantea que el uso de app de citas suma cada vez más detractoras, porque se sienten en un lugar inseguro donde el lenguaje pasa por ser violento e incluso hay casos de acoso. En las actividades que organiza Linhood, el ambiente es sano y seguro, por eso la comunidad crece. En una esquina algo más retirada, un nutrido grupo de padres también ha traído los carteles de sus hijos, en esta ocasión, más caseros y sin fotos. “Hombre de Pekín, nacido en 1988, altura 180 cm., título universitario en finanzas. Con coche y casa propia, padres jubilados, vive en Shijingshan. Buscando mujer del año 1989 en adelante. Altura superior a 160 cm., con trabajo estable, padres con pensión vitalicia. Preferencia por mujeres de Pekín y mujeres que trabajan en la periferia de Pekín”, reza uno de los carteles. “Mujer del año 1987, 163 cm., soltera, graduada, miembro del Partido Comunista, profesora. Apariencia dulce y alegre, con buen conocimiento de libros, buen sentido del silencio, padre funcionario del Gobierno jubilado. Buscando hombre nacido entre 1979-1989, con titulación superior, altura superior a 175 cm., trabajo estable, con residencia en Pekín”, dice otra de las fichas, de una mujer en este caso. En medio de un corro, algunos candidatos se pasan un micrófono para presentarse. Los padres les aplauden y atienden las informaciones pensando en un posible emparejamiento. “Nací en 1990, en la ciudad de Zhangjiakou, en la provincia de Hebei. Trabajo en una oficina en Beijing, tengo hukou en el distrito de Haidian de la capital china. Tengo vivienda, y espero la lotería para una matrícula de auto. Soy introvertido. Sé que mi salario no es muy alto, pero se irá incrementando con los años. El único requisito que pongo a las candidatas es medir más de 1,5 metros”. El dinamizador presenta a un joven nuevo, recién llegado de la vecina ciudad de Tianjin se anima finalmente a hablar. Trabaja en uno de los centros neurálgicos de la nueva tecnología en la capital, el centro Zhongguancun. Cuando dice que estudió en una universidad de Estados Unidos, los padres se asombran y parecen prestarle más atención. Sobre los requisitos para sus candidatas: el joven dice no ser exigente: haber nacido después de 1996 y medir más de 1,62m. Una pareja explica que su hijo no viene a estos encuentros porque es muy tímido. Aprovechan para presentarlo con la primera información que todos piden: si es hombre o mujer, y el año de nacimiento. En su caso, su hijo tiene 34 años y está buscando pareja desde hace 2 años. Con un ritmo de vida acelerado, poco tiempo para dedicar al otro y demasiada dependencia de las aplicaciones digitales, estos encuentros presenciales son una alternativa que se resiste a desaparecer, al menos mientras existan padres con ganas y urgencia de emparejar a su descendencia.

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Documentos RNE - Los franquistas sin franquismo | Después de Franco... ¿qué? - 17/11/25

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Play Episode Listen Later Nov 16, 2025 56:30


Segundo capítulo de "Después de Franco… ¿qué?", monográfico especial con motivo del 50 aniversario de la muerte del dictador.El sector inmovilista del régimen, "el búnker", creyó erróneamente que las instituciones y el pueblo permitirían mantener un franquismo sin Franco. Por eso fueron hostiles desde el principio al proceso de transición. Fuerza Nueva, dirigida por Blas Piñar, fue el partido más representativo de esa extrema derecha que rechazaba en bloque la democracia liberal. Aunque el peso electoral de los nostálgicos fue mínimo, su influencia tuvo gran importancia por conexiones con el mundo económico y los aparatos del Estado. La principal amenaza para la naciente democracia fue el levantamiento militar consumado en la intentona golpista del 23F. Si Fuerza Nueva representaba el franquismo político, la Alianza Popular de Manuel Fraga pretendió recoger, en su primera etapa, el voto del llamado "franquismo sociológico": clases medias que tenían una visión positiva de la dictadura. A partir de 1982 la ultraderecha se reinventa y el discurso neofranquista cede paso a otras reivindicaciones, en buena medida importadas de sus homólogos europeos: lucha contra la inmigración, cuestionamiento de la Unión Europea, denuncia de la inseguridad en las calles... Pero ninguno de los partidos surgidos en ese espectro ideológico tuvo una relevancia significativa hasta la aparición de Vox. En la actualidad se habla del resurgimiento de un cierto franquismo sociológico entre los más jóvenes, la visión idealizada de un régimen que no vivieron.Este documental, con guion de Luis Zaragoza y diseño sonoro de Mayca Aguilera, cuenta con las voces de los historiadores Xavier Casals, autor de libros como 'La transición española: el voto ignorado de las armas', y Carme Molinero, coautora de 'La transición: historia y relatos'. Participan también los periodistas Juan Fernández-Miranda ('Objetivo: democracia') y Mariano Sánchez Soler ('La larga marcha ultra'), además del exdirigente político y sindical Nicolás Sartorius, al que se puede leer en 'El final de la dictadura: la conquista de la democracia en España'. El programa se completa con sonidos del Archivo RTVE y del Archivo Histórico del Partido Comunista de España.Escuchar audio

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Documentos RNE - El desmontaje de un régimen | Después de Franco... ¿qué? - 10/11/25

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Play Episode Listen Later Nov 9, 2025 55:28


Primer capítulo de "Después de Franco… ¿qué?", monográfico especial con motivo del 50 aniversario de la muerte del dictador.El 20 de noviembre de 1975, tras el deceso de Francisco Franco en la cama de un hospital, España entró en un tiempo político complejo. Se planteaban dos proyectos incompatibles; por un lado, la "alternativa democrática" que predicaba la oposición. Por otro, la "continuidad perfectiva" que defendían los franquistas. Un año después, con la aprobación de la Ley para la Reforma Política y su ratificación en referéndum, quedaba dibujado un modelo de transición impulsado desde el régimen pero negociado con la oposición. Si el viaje llegó a buen puerto fue gracias a la generosidad y sentido común de los protagonistas, pero sobre todo fue resultado de una doble debilidad: la de los dirigentes de la dictadura para perpetuar el sistema y la de los demócratas para imponer una ruptura total. Ambos sectores optaron mayoritariamente por la negociación; para ello, los continuadores de Franco tuvieron que cambiar de caras y actitudes. Adolfo Suárez se colocó al frente de un nuevo gobierno que sustituyó al encabezado por Carlos Arias Navarro. Su audacia le fue granjeando crecientes apoyos sociales y, a través de sucesivas reformas, se consiguió llegar a la Constitución de 1978.Este documental, con guion de Luis Zaragoza y diseño sonoro de Miguel Ángel Coleto, cuenta con las voces de los historiadores Xavier Casals, autor de libros como 'La transición española: el voto ignorado de las armas', y Carme Molinero, coautora de 'La transición: historia y relatos'. Participan también el periodista Juan Fernández-Miranda, autor de 'Objetivo: democracia'; y el exdirigente político y sindical Nicolás Sartorius, al que se puede leer en 'El final de la dictadura: la conquista de la democracia en España'. El programa se completa con testimonios de los protagonistas procedentes del Archivo RTVE y del Archivo Histórico del Partido Comunista de España; algunos, muy poco escuchados hasta la fecha.Escuchar audio