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Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Criação e objetivo do curso superior de Gestão Portuária na Faetec Campos Importância de qualificar mão de obra de Campos e região ao offshore Eleição a presidente da República, governador e senador do RJ
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Sociedade Urgente: Entrevista com diretor geral da CODECON, Marcelo Carvalho
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, a cobertura da Expodireto Cotrijal em uma agenda especial para o Bradesco, com a presença de executivos que representam diferentes elos do agronegócio e da indústria de máquinas.Participam da conversa Thales Antonio Manjabosco Scalco, Diretor Geral da Alvorada Sistemas Agrícolas Ltda; José Ramos Rocha Neto, Vice-Presidente do Bradesco; Marcos Cassol, Diretor Regional Sul da John Deere; Rafael Dalla Coletta, CFO da SLC Máquinas; Eduardo Caetano, Superintendente Regional e Head Agro do Bradesco Principal; e Jocelito Sanini (Tito), Gerente Regional da Volvo.O encontro evidencia a força da integração entre crédito, tecnologia e gestão como base para o avanço do setor, com protagonismo das instituições financeiras no apoio ao desenvolvimento do agro brasileiro.
O Maquinistas de hoje recebe Marcelo Trevisan, diretor-geral da Jordan Sports para Ásia-Pacífico e América Latina. Marcelo fala sobre a estratégia da Jordan Brand na nova parceria com a seleção brasileira.O executivo detalhou toda a estratégia por trás da parceria da Jordan com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com a construção de toda uma coleção que une duas das maiores marcas do esporte mundial.Marcelo falou sobre o propósito que uniu Jordan e seleção brasileira, como a marca trabalhou o design da segunda camisa do Brasil na Copa e qual a mensagem que a camisa quis passar.Construção de marca, migração da Jordan para o futebol, os bastidores da criação e do design da camisa e mais, o Maquinistas de hoje mergulha na parceria entre Jordan e seleção brasileira.00:00 Início02:20 O lançamento da coleção da Jordan Brand e Seleção Brasileira04:38 O orgulho de unir a Jordan com a seleção brasileira05:20 Michael Jordan como atleta revolucionário08:09 Por que a Jordan foi para a seleção brasileira.09:30 O que Jordan e a seleção tem a ganhar com a parceria14:28 A coleção16:49 A conexão da marca Jordan com o futebol20:32 A importância da experiência na loja física25:02 A mensagem que a camisa quer passar28:27 O trabalho de design da camisa32:02 A construção de marca da jordan junto ao futebol37:32 O atleta como influenciador40:18 O impacto da parceria para a Jordan 42:00 A importância dos dados dentro da Jordan44:02 Momento Gheorge
Em abril de 2024, um evento em Londres extrapolou os limites do debate acadêmico para se tornar um dos capítulos mais controversos da relação entre o setor financeiro e o alto escalão do poder público brasileiro. No exclusivo George Club, no bairro de Mayfair, o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, recepcionou ministros do STF, do STJ, o Diretor-Geral da Polícia Federal e o Procurador-Geral da República para uma degustação de whiskies raros da destilaria Macallan, cujos custos totais da noite são estimados em 640 mil dólares (aproximadamente R$ 3,2 milhões). Este vídeo detalha o cronograma do encontro, a lista de autoridades presentes e os desdobramentos jurídicos após a Operação Compliance Zero. Analisamos o impacto das mensagens vazadas de Vorcaro, que revelaram bastidores de influência e a recente decisão do ministro Dias Toffoli de deixar a relatoria de casos ligados ao banco. Entenda a linha do tempo que transformou um fórum jurídico em uma crise institucional que agora movimenta o Congresso Nacional e levanta questões sobre a independência das instituições.
Nícolas da Silva, André Linck, Luciano Almeida, Matheus Steffens e Cristiano Silva. Convidado: Fauze Cruz da Rosa, vice-presidente Administrativo e Diretor Geral de Esportes com Raquetes do União Corinthians
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No Jornal da Manhã Maringá desta segunda-feira (9), recebeu o diretor-geral da Itaipu, Enio Verri
Sociedade Urgente: Entrevista com diretor geral da ADAB, Paulo Sérgio Luz
Confira na edição do Jornal da Record desta segunda (26): Lula conversa com Trump, sugere Conselho de Paz somente para Gaza e combina encontro em Washington. Petrobras reduz o preço da gasolina em R$0,14 por litro nas refinarias. Diretor-Geral da PF diz que peritos já tiveram acesso a provas envolvendo Banco Master. Nos Estados Unidos, tempestade de neve provoca mortes, cancelamento de voos e apagões. Militares encontram corpo de último refém levado por terroristas do Hamas em ataque contra Israel. No Paulistão: Corinthians vence Velo Clube no último minuto com apoio de torcedora especial.
Conexão Sociedade: Entrevista com diretor geral da CODECON,Marcelo Carvalho que falou sobre o balanço codecon 2025 e ações.
Rolf Molz, diretor-geral do Hospital Santa Cruz, falou no Direto ao Ponto sobre os desafios financeiros na operação da casa de saúde e projeções para 2026.
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Entrevista Antena 1 / Jornal de Negócios - Uma Conversa Capital
Gonçalo Lobo Xavier, Diretor Geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, não espera que a greve geral de 11 de dezembro, venha a ter impactos significativos no sector.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A CPI do crime organizado ouve nesta terça-feira (18) o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de inteligência, Leandro Almada. A presença dos dois foi solicitada pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE) para que ambos esclareçam o poder das facções criminosas, o grau de infiltração nos estados e o impacto das estruturas de lavagem de dinheiro. Veja também: Câmara deve votar, também nesta terça, o projeto de lei antifacção.
Fala Carlão conversa com Muhammad Ibrahim, futuro Diretor Geral do IICA, e Silvia Massruhá, Presidente da Embrapa, direto da COP30 em Belém do Pará. No encontro, os dois destacaram a parceria estratégica entre Embrapa e IICA, reforçando como cooperação, ciência e troca internacional fortalecem a agricultura das Américas. A união das instituições mostra que produzir bem e preservar é um compromisso compartilhado entre países que enxergam o agro como solução. Eles também comentaram a importância da Agrizone, um espaço pensado para mostrar ao mundo a força da agropecuária tropical e a capacidade do Brasil de liderar debates ambientais com tecnologia e resultados concretos. Fala aí, amigos!Apoio Institucional:AbisoloANDAVFAESP/SENARPatrocínio:Publique AgroAgênciaAgroRevenda
O convidado desse episódio é Guilherme Gunther, que conhece a complexidade de organizar uma festa da magnitude da Oktoberfest de Blumenau como poucos. Desde 2013 na Vila Germânica, Guilherme soma mais de 12 anos de experiência e lidera uma equipe numerosa com a missão de tornar a Oktoberfest Blumenau melhor a cada edição.Oktoberfest Summit: https://oktoberfestsummit.com.brInformações Oktoberfest: https://oktoberfestblumenau.com.br
Uma conversa inspiradora com Júlio Rodríguez Buren, Diretor Geral da Bodega Numanthia, ícone de Toro e parte do grupo LVMH, o maior conglomerado de luxo do mundo.Nesta entrevista, exploramos sua trajetória de quase duas décadas dedicada ao vinho, os bastidores da lendária Numanthia e as dinâmicas do mercado global de vinhos e do segmento de luxo dentro do setor.Um episódio que revela o equilíbrio entre tradição, exclusividade e visão internacional. Direto do coração de Toro para o mundo.
Desafios e perspectivas para a escola Desenvolvimento institucional, projetos e pesquisas Reaproximação da escola junto ao setor produtivo e iniciativa privada
A inteligência artificial está sendo adotada em ritmo cada vez mais acelerado, transformando a vida cotidiana. Sua facilidade de uso, mesmo por quem não é técnico, impulsiona essa expansão massiva. O impacto já se sente em tarefas simples e complexas, otimizando tempo e ampliando possibilidades. A IA caminha para estar presente em todos os dispositivos, inclusive offline. Essa evolução exige adaptação rápida de pessoas e empresas.Participantes:Sergio Santos, Diretor Geral, AMD.Host(s):Cassio Politi, Apresentador, Tracto.Ceres Mussnich, Business Development Manager, Forvis Mazars.
Sociedade Urgente:Entrevista com diretor-geral da agência de defesa da agropecuária da Bahia ( ADAB), Paulo Sérgio Luz
Walter Farioli, diretor-geral da Transportadora Sulbrasileira (TSB), revisita 25 anos da integração Brasil–Argentina via Uruguaiana, explica por que Vaca Muerta recoloca o projeto no mapa após décadas. O executivo defende um gasoduto estruturante Argentina–Brasil, que mire não só o mercado do Rio Grande do Sul, mas também o Sudeste. Para tirar o projeto do papel, serão necessários contratos mais flexíveis, liderança de Estado e partilha de riscos entre produtores, transportadores e consumidores. Ele comenta CAPEX, traçado e licenças, alternativas como GNL e rotas pelo Paraguai e Bolívia, além de tarifa da TSB, novos carregadores e debates regulatórios (agenda da ANP e classificação de gasodutos).
Diretor-geral do Sport, Enrico Ambrogini, participou do podcast GE Sport e, dentre outros assuntos, falou sobre reformulação do elenco, contratações e planejamento da equipe para o seguimento da temporada atual e da próxima. Nesta edição, Daniel Leal e Camila Sousa "sabatinam" o homem-forte do futebol rubro-negro.
Representantes do setor cafeeiro seguem negociando com o governo Trump, e reforçando a importância do café brasileiro para a economia americana
Send us a textNo episódio desta semana, recebemos Rodrigo Vaca, Diretor Geral da Zoho Brasil, para um papo direto sobre cultura, estratégia e o papel da tecnologia na integração entre países, pessoas e negócios. Com uma carreira internacional que passou por México, EUA, Alemanha e agora Brasil, Vaca compartilha aprendizados sobre liderança em ambientes multiculturais e os desafios de construir pontes entre culturas organizacionais tão distintas.
SD304 - Do Ads ao Equity: A Estratégia que une Marketing e Investimento em Startups. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé entrevista Bruno Watté, Diretor Geral da Nexpon, num papo sobre Media for Equity, que vem ganhando espaço em ambiente de investimento de risco e empreendedorismo; o impacto no mercado desse modelo de permuta de espaço de mídia por participação acionária; o valor desse modelo que vai muito além da troca, entre outros. A Nexpon é a spinoff da NSC Comunicação focada no desenvolvimento de novos negócios a partir do engajamento com startups nas modalidades de Media For Equity, Venture Building, Join Ventures e Corporate VC. Vem aí a 3ª Imersão da Escola de Negócios Médicos. Entenda sobre os 5 Pilares de um Negócio. Saiba mais AQUI! Participe das comunidades SD Conecta. Acesse AQUI! Baixe nosso app: Android ou IOS O Background do Bruno Natural do Rio de Janeiro, Watté é formado em Engenharia da Computação pela Unicamp/SP, mudou-se para o Sul do país assim que se formou e foi trabalhar na Procter & Gamble. Depois trabalhou por mais de 10 anos na RBS, afiliada da Rede Globo, como Gerente de Vendas; foi para a Ânima trabalhar na área de educação até receber um convite para atuar dentro da NSC Comunicação onde está desde 2019 e lidera a Nexpon, braço de investimento da NSC Comunicação. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast: AQUI! Acesse os Episódios Anteriores! SD303 - Médico: Como fazer Marketing com Ética SD302 - Como ser encontrado pelo paciente nos canais digitais SD301 - Como criar um Negócio Sustentável Music: Lotus Sky Dreams "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DD
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Quero Passagem e o Futuro do Transporte: O Papel Estratégico de Caio Thomaz e Lukasz | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil
Edição de 21 de Dezembro 2024
Entrevista CH1 - Gaúcha ZS - Luciano Faustino, diretor-geral do DAER by Rádio Gaúcha
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Maurício Loss, Diretor - Geral Do Dmae - 24/06/2024 by Rádio Gaúcha
O décimo episódio do EXE, podcast voltado para os gestores de futebol, contou com a presença de Marco Aurélio Carvalho, Diretor Geral do Rio Ave. O profissional compartilhou conosco suas experiências e conhecimento sobre os processos de contratação de profissionais para o staff de um clube, a mudança do cenário do futebol com a entrada dos investidores, o estilo de futebol português que potencializa o jogador brasileiro, os motivos para demitir um treinador, a dificuldade dos clubes de ter boa comunicação interna e muito mais. CONHEÇA O FOOTURE • Acesse o Site: https://footure.com.br/ • Footure Club: https://footure.com.br/footure-club/ • Loja Futeboleira: http://footure.com.br/loja • Cursos de Análise Tática: https://footure.com.br/footure-lab/ AS NOSSAS REDES SOCIAIS • Twitter: http://twitter.com/footurefc • Instagram: http://instagram.com/footurefc • Facebook: http://facebook.com/footurefc • LinkedIn: http://linkedin.com/company/footurefc
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Diretor-geral adjunto do DMAE, Darcy Nunes dos Santos - 14/06/2024 by Rádio Gaúcha
Trabalhos para acabar com os alagamentos no Humaitá
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Mauricio Loss, diretor-geral do Dmae, sobre abastecimento de água em Porto Alegre -11/05/2024 by Rádio Gaúcha
Diretor-Geral do DMAE, Mauricio Loss - 07/05/2024 by Rádio Gaúcha
Além da Tota e do Vinícius, outros Brasileiros estiveram presentes na Strade Bianche 2024.Felipe Ennes Houdjakoff como Diretor Geral dos Mecânicos da DSM FIRM POST NL, e Marcelo Inácio Mecânico que esteve no carro de apoio. Também nessa conversa a irmã do Felipe , Ana Carolina Ennes Houdjakoff, que foi ciclista profissional no Brasil e há vários anos é fisioterapeuta de equipes masculinas e femininas World Tour. Hoje ela estava no apoio da Equipe Feminina UNOX.Na rotina da apoios de Equipes, de 6a. para sábado eles dormiram quatro a cinco horas, e nessa conversa pós prova, o dia começou as 5 da manhã e 23:30 eles conversaram com o Alvaro Pacheco, sobre o dia na Prova.Vale ouvir!This podcast uses the following third-party services for analysis: Chartable - https://chartable.com/privacy