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Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Luís Freire, o comandante dos sub-21, em exclusivo numa entrevista realizada no dia seguinte ao triunfo diante da Irlanda do Norte, o oitavo jogo da sequência invicta do técnico na seleção. O apuramento para o Europeu Sub-21, daqui a um ano, é o primeiro passo de um objetivo maior. É sobre esse sonho, sobre as circunstâncias do trabalho na formação e sobre o futebol no seu estado mais puro que se debruça a mais recente entrevista do Bola na Rede.
Meio século de história, estratégia e liderança no mercado jurídico brasileiro. Neste episódio especial do Direito de Resposta, gravado no novo escritório do TozziniFreire em São Paulo, Renato Sapiro recebe dois dos nomes mais importantes da advocacia corporativa brasileira: José Luiz de Salles Freire, fundador do escritório, e Fernando Serec, atual CEO e sócio-administrador.Em uma conversa rica e direta, os convidados falam sobre:Como surgiu o TozziniFreire em 1976 e o que motivou a fundação de um novo escritórioPlanejamento de carreira jurídica: a importância do LLM no exterior e como construir uma visão estratégica de longo prazoGestão de escritórios de advocacia: os quatro pilares que sustentam uma sociedade de advogados de sucessoSuccessão na advocacia: como planejar a transição de geração sem abalar a cultura e a estrutura do escritórioInteligência Artificial e precificação: os impactos reais da IA na prática jurídica e os desafios que ainda estão por virAs grandes operações que definiram a trajetória do escritório, incluindo privatizações, M&A e a famosa disputa do Pão de AçúcarLiderança e cultura organizacional: o que realmente faz um escritório durar 50 anosUm episódio obrigatório para advogados, sócios, managing partners e gestores de escritórios de advocacia que querem entender como construir instituições jurídicas sólidas, sustentáveis e preparadas para o futuro.Patrocínio Master: Lopti, a melhor solução em IA para escritórios de advocacia - Acesse https://direitoderesposta.lopti.ai e conheça a oferta especial para ouvintes do Direito de Resposta - utliize o cupom DR10 para 10% extra no valor da primeira mensalidade.Apoio: Sapiro Legal, líder em consultoria de recrutamento jurídico. Acesse https://sapiro.com.br e conheça mais.Addvise: conheça mais sobre o braço de educação da Sapiro em https://addvise.com.brEdição: Felipe Mux
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Rodolfo Freire: Guardaparque del Parque Provincial El Tromen, Buta Ranquil, Neuquén.Programa emitido el 31/05/2026Producción y realización: Evangelina Barone y Gerardo Moyano@evangelocutora
This summer, HRP is reading Pedagogies of Collapse: A Hopeful Education for the End of the World As We Know It, by Ginie Servant-Miklos, and we're inviting you to join us. Visit humanrestorationproject.org/book-club to sign up for our summer book club, where we'll meet to discuss the ideas and implications of Pedagogies of Collapse and be joined by the author, for a Q&A on July 31. I'll include a link to the book in the show notes, which is available on Open Access through Bloomsbury. Hope to see you there!I'm back this week with another narrated piece from our upcoming Progressive Education Primer. If you like this format and want to have more narrated essay content, or if you can't stand it, leave a comment on YouTube or Discord to let us know. This one is written by our Executive Director, Chris McNutt, titled Teaching in the Wreckage of the Real.HRP Book ClubPedagogies of Collapse, Bloomsbury Open AccessTeaching in the Wreckage of the Real, Chris McNuttAdditional music credits: Dandelion by | e s c p | https://www.escp.space | https://escp-music.bandcamp.com
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Nesta mensagem, Tiago Freire traz uma mensagem para quem está cansado, pressionado e pensando em desistir. Assista agora!Zion significa o lugar da Glória de Deus. Há mais de 40 anos vivemos experimentando a graça de Deus, Sua bondade e Sua abundante presença em nossa igreja. Desde a fundação, nós temos como chamado não restringir essa transformação somente ao Brasil, mas alcançar nações e diferentes culturas.
Conversamos con Nicolás Freire, cientista político y director ejecutivo de Fábrica Chile, sobre el cambio de estrategia en el Gobierno tras el ajuste ministerial, en medio de la discusión de la megarreforma en el Senado y a una semana de la primera cuenta pública del presidente Kast.
Quando pensiamo alla scuola o all'università, spesso ci viene insegnato a immaginarle come luoghi neutrali: spazi in cui entrare per apprendere contenuti, migliorarsi, costruirsi un futuro. Per questo mese torniamo alla nostra forma classica e leggiamo un'autrice che abbiamo già attraversato insieme: bell hooks. In Insegnare a trasgredire, pubblicato in Italia da Meltemi nel 2020, hooks ci invita a partire da una domanda molto più scomoda: i luoghi del sapere liberano davvero? A chi si dà ascolto? A chi viene concesso margine di errore? Chi prende parola con facilità e chi invece impara presto a restringersi? Chi trova spazio e chi deve continuamente conquistarlo? Con questa puntata proviamo ad attraversare queste e altre domande costruendo un pensiero che parte da un presupposto semplice ma radicale: l'educazione non è neutrale. È situata, attraversata da rapporti di potere, fatta di scelte. Può includere oppure escludere. Aprire possibilità oppure riprodurre gerarchie. Accorgersene è forse il primo passo per immaginare, e praticare, una pedagogia della libertà. Per sostenere il progetto seguici su Instagram: basta digitare il nostro nome tutto attaccato per scoprire approfondimenti, contenuti extra e il nostro gruppo Telegram. Se ti va, puoi anche offrirci un caffè tramite KO-FI oppure sostenerci con una donazione diretta via Paypal alla nostra mail: tileggiamounafemminista@gmail.com
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (12/05/2026): A eleição de outubro será decidida pela percepção que os brasileiros têm da vida real e não por indicadores oficiais. A opinião é de especialistas reunidos no “Brasil em Pauta”, em Nova York, evento do Estadão que abriu a Brazil Week, semana em que líderes de diferentes áreas discutem o País. O encontro contou com Christopher Garman (Eurasia Group), Felipe Nunes (Quaest) e Andrei Roman ( AtlasIntel). Também integraram a mesa o presidente do conselho de administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, e a secretária de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Débora Freire. Preço dos alimentos, estagnação da classe média e defasagem entre renda e custo de vida foram abordados. Política: Nunes Marques será relator do pedido para anular condenação de Bolsonaro Economia: Estímulos do governo para economia em ano eleitoral já somam R$ 140 bi Metrópole: Tubulação é rompida e explosão de gás mata 1, fere 3 e interdita 35 casas Internacional: Trump diz que trégua está em risco e países anteveem crise energética Cultura: Feira da Unesp começa 4ª com mais de 50% de desconto e 7 mil títulosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Send us Fan MailIn this special episode of the SheClicks Women in Photography Podcast, Angela Nicholson speaks with five exceptional photographers recognised at the Sony World Photography Awards 2026.Featuring Dafna Talmor, Elle Leontiev, Isadora Romero, María Fernanda García Freire and Vilma Taubo, this episode offers an insight into the stories behind their award-winning images.Dafna Talmor, winner of the Landscape category, shares how she transforms archived negatives into imagined environments, embracing experimentation and unpredictability in her creative process. Open Photographer of the Year Elle Leontiev recounts the extraordinary experience of capturing her striking portrait of a volcanologist on Mount Yasur, even as her camera failed mid-shoot.Isadora Romero, winner of the Environment category, explores the relationship between people and forests, blending science, culture and photography to challenge how we perceive nature. María Fernanda García Freire reflects on motherhood, memory and cultural identity through her deeply personal project inspired by her son's fascination with birds.Finally, Still Life winner Vilma Taubo discusses her thought-provoking series that reimagines everyday objects as symbols of protest, revealing the quiet but powerful ways images can communicate meaning.Throughout the episode, Angela also shares questions from the SheClicks community, sparking honest conversations about creativity, confidence, finding your voice and navigating the challenges of a photographic career.This inspiring episode highlights not only the diversity of contemporary photography but also the passion, resilience and curiosity that drive these award-winning women.Connect with the PhotographersDafna TalmorWebsiteInstagramElle LeontievWebsiteInstagramIsadora RomeroWebsiteInstagramMaría Fernanda García FreireWebsiteInstagramVilma TauboWebsiteInstagramSupport the show
“Mulheres de Abril” é o filme da realizadora Raquel Freire que celebra as mulheres que, em África e Portugal, lutaram pela liberdade, contra o colonialismo e contra a ditadura. O documentário teve ante-estreia no Festival IndieLisboa e brevemente vai estar nas salas de cinema portuguesas. Portugal viveu 48 anos de ditadura salazarista. Foi a ditadura mais longa da Europa. O regime terminou em 1974 com a revolução de 25 de Abril. O documentário “Mulheres de Abril”, da realizadora Raquel Freire, celebra as mulheres que participaram activamente na luta antifascista e anticolonialista e que, até agora, estavam esquecidas na história. Ana Maria Cabral, Julieta Rocha, Helena Neves, Isabel do Carmo, Maria Emília Brederode Santos, Luísa Sarsfield Cabral, Margarida Tengarrinha, Teresa Loff Fernandes, Ruth Rodrigues e Zezinha Chantre são as protagonistas de um filme onde representam uma imensa força que são as todas mulheres que, entre Portugal e os territórios africanos ocupados, lutaram para construir a revolução de Abril e nas guerras de libertação travadas pelos movimentos independentistas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. “Mulheres de Abril” é o momento de as mulheres ocuparem o seu lugar na história, de dar voz às “capitãs de Abril”. Em entrevista à RFI, a realizadora portuguesa Raquel Freire começa por revelar como o contexto familiar a inspirou a criar “Mulheres de Abril”. Raquel Freire, realizadora do filme Mulheres de Abril: Tenho o grande privilégio de ter uma família de lutadoras e lutadores antifascistas. Ou seja, eu tenho na minha família pessoas que morreram para eu poder estar aqui hoje em liberdade a fazer filmes. E cresci a ouvir estas histórias da minha avó, das minhas tias-avós, da minha mãe, do meu pai, todas as histórias da luta, inclusive até da Virgínia Moura, que foi uma grande lutadora anti-fascista do Porto, e achou eu por ser tão próximo, sempre soube que ia ter que fazer este filme, mas fui sempre adiante. Até que de repente me apercebi, pela minha mãe, que ela já estava a ficar numa idade em que era o momento certo para contar estas histórias. E, ao mesmo tempo, também porque tenho um filho, apercebi-me que havia um grande desconhecimento da juventude do que tinha sido o nosso passado. O nosso passado de luta. Ou seja, nós não tivemos só quase 50 anos da ditadura mais longa da Europa e 500 anos de colonialismo. Nós tivemos décadas de luta contra o colonialismo e tivemos cinco décadas de luta contra a ditadura. E este factor de ter existido sempre resistência e sempre uma luta de diferentes colectivos, desde os católicos progressistas, aos comunistas, aos socialistas, às pessoas mais conservadoras. Mas esta luta pela democracia estava por contar-se. E quando era contada, era sempre sobre o modo de - ah, houve um herói que fez isto - . E não, o 25 de Abril não foi feito num dia. O Salgueiro Maia não acordou de manhã a dizer, hoje vou chamar os meus amigos e fazer o 25 de Abril. Não. Começou na Guiné. Começou com uma luta contra a guerra colonial, contra a injustiça do que era a guerra colonial, contra uma juventude em Portugal que era mandada para morrer durante décadas nas nossas antigas colónias e a opressão de povos que tinham todo direito na sua autodeterminação e na sua independência. Portanto, esta luta pela liberdade, tanto em Portugal como em África, estava por contar-se. E sempre que era contada era só por homens e sobre homens. Portanto, havia uma história por contar-se. E esta história é o que vamos ver neste filme. Uma história que, neste caso, é contada só por mulheres. Sim, porque a história até agora foi contada por homens e sobre homens. E estamos em 2026. Chegou o momento de darmos voz e de escutarmos com atenção as mulheres que sempre tiveram na história e que foram sendo apagadas dela. E que foram fundamentais a sua participação na luta pela liberdade. Sem estragarmos o prazer de ver o filme, o que é que levou a Raquel Freire a colocar cada uma destas mulheres neste filme? Olha, poderiam ser muitas mais. Muitas mais mesmo. Difícil foi escolher só estas 10, porque as listas iniciais eram de dezenas de mulheres. Porque, felizmente, temos muitas heroínas anónimas que deram a sua vida a lutar pela liberdade. Tanto aqui como nos países africanos que lutavam nas lutas de libertação. E nestas, o que eu tentei foi, cruzando os critérios de interseccionalidade, ter o máximo de representatividade possível. Ou seja, eu queria que o cinema tivesse também o seu lado democrático de 25 de Abril. Que houvesse o máximo de pluralidade e de representatividade. Porque temos mulheres portuguesas, temos mulheres cabo-verdianas, temos mulheres guineenses, temos mulheres de diferentes classes sociais, temos mulheres do povo e temos mulheres que tiveram acesso a estudos e que pertenciam a uma elite que já lutava na oposição democrática contra o regime. Temos mulheres católicas progressistas, temos mulheres que, de todo, estavam completamente longe da religião. Temos mulheres de várias sensibilidades políticas, temos mulheres comunistas, mulheres mais da extrema esquerda, mulheres socialistas, mulheres de uma área mais conservadora. Eu queria que a pluralidade e a riqueza que houve nesta luta, nesta união de forças contra o fascismo e o colonialismo estivesse no filme. Quais foram os desafios para rodar este filme, para colocar estas mulheres à frente da câmara e transformar nesta história tão rica? O grande desafio foi como é que eu ia filmar de uma forma que fosse também respeituosa em relação aos princípios do 25 de Abril. Ou seja, quando comecei a fazer cinema, o meio de cinema era um meio muito hierarquizado, muito machista, muito homofóbico, com praxes violentos e eu nunca quis trabalhar assim. Então, uma das minhas lutas no cinema foi sempre como fazer cinema sem ser assim. E neste filme foi isso que fizemos, ou seja, nós tínhamos uma equipa de mulheres, tínhamos uma equipa que acompanhava o ritmo destas mulheres e que, no fundo, é uma coisa muito mais humana. Em vez de estarmos 14 horas num platô, trabalharmos menos horas, mas estarmos concentradas e focadas e rodeamos estas mulheres o máximo possível de escuta, de carinho, de empatia e de amor. Eu não faço filmes sobre, eu faço filmes com. Portanto, o filme é feito com estas mulheres e com esta equipa muito generosa, talentosa e dedicada. Tenho que destacar todos os membros da equipa que foram maravilhosas, a Madame Filmes, que fez a produção também. E havia uma coisa que para mim era muito importante, é que este filme fosse uma roda de conversa, um círculo de olhares. Ou seja, o meu olhar existe, o cinema é um olhar sobre o mundo e, se tivermos sorte e for um bom filme, passamos a ver o mundo, é como um par de óculos, pomos um par de óculos depois de ver um bom filme e começamos a ver coisas nítidas que antes não víamos, começamos a ver coisas que estavam no escuro e que de repente vêm à luz. Portanto, eu queria que o cinema, sendo para mim esta arte coletiva, fosse um momento para estas mulheres também de alegria e de reconhecimento. E esse foi o maior desafio, foi que, apesar de elas irem, por exemplo, à prisão de Caxias, onde foram presas e torturadas, que não fosse uma experiência onde elas seriam de novo traumatizadas, mas fosse uma experiência em que elas se sentissem acolhidas e queridas e dignificadas. Há filmagens feitas em Portugal, em Cabo Verde, como é que foi filmar em Cabo Verde? Eu nunca tinha estado em Cabo Verde. Filmar em Cabo Verde foi um grande desafio porque eu sabia que uma portuguesa em Cabo Verde, eu não queria repetir a história do colonialismo, portanto, é preciso ter muita consciência quando vamos filmar fora de Portugal, sobretudo num país que teve uma opressão tão violenta como teve Cabo Verde durante tantos séculos feitos por portugueses. Portanto, filmar em Cabo Verde foi um desafio ainda maior de fazer com que estas mulheres se sentissem escutadas e de, ao mesmo tempo, as respeitar em tudo o que fosse possível. Por exemplo, eu tenho cenas em Cabo Verde em que é a minha produtora cabo-verdiana, e que foi a minha assistente de realização lá, a Samira Vera Cruz, que conduz as perguntas em crioulo, porque eram perguntas demasiado delicadas e quem vir o filme vai perceber o que é que eu estou a falar, estou a falar de um momento muito difícil do filme. Eram perguntas demasiado delicadas para eu fazer na língua de quem tinha sido o opressor. Portanto, eu tive esse cuidado, eu tentei que fosse uma mulher cabo-verdiana a estabelecer essa conversa, esse diálogo. Esse, para mim, foi o maior desafio. E, depois, ao mesmo tempo, fiquei completamente fascinada, como penso que toda a gente fica quando vai a Cabo Verde, com a cultura cabo-verdiana. Portanto, o outro desafio não foi fazer o filme inteiro, não pôr no filme todo as imagens maravilhosas de Cabo Verde e retratar um país real, e não um país sonhado ou imaginado. Houve outros momentos, certamente, muito delicados, quando se está a fazer um documentário onde participam mulheres que sofreram a violência de uma ditadura, do colonialismo. Como é que a Raquel lidou com essas situações? Falou agora de pedir à produtora de Cabo Verde para apresentar as questões em crioulo, houve outros momentos assim? Houve! Houve porque eu pedi às mulheres para irmos às prisões onde elas tinham estado presas e torturadas. Porque eu fazia uma pergunta, a meio das filmagens, que era, “pessoalmente para ti, o que foi pior no fascismo ?”, e, claro, que a resposta a esta questão era sempre muito, muito sofrida e muito delicada. Há mulheres que, com muita reticência, me dizem que foi a separação dos filhos o pior de tudo, não foi a prisão, não foi a tortura, não foi o isolamento, “pior de tudo foi eu estar separada dos meus filhos”. Há mulheres para quem o pior foi, por exemplo, terem de fazer abortos clandestinos. Ou seja, a miséria, a pobreza a que a ditadura tinha votado, o povo deste país, que as obrigava a ter uma condição em que não podiam sequer ter acesso a cuidados básicos de saúde. E, claro, a opressão que existia, uma dupla opressão, o fascismo e o facto de serem mulheres sobre elas. Há um momento especial no filme em que há uma mulher operária, uma grande lutadora, que, como ela diz, “sou revolucionária porque sempre fui revolucionária, eu não sabia o que era o fascismo, mas sabia que era mau”, e que é operária desde os 8 anos, que nunca pôde sequer ir à escola, e ela, quando nos conta o que é que para ela foi o pior no fascismo, foram os abortos clandestinos e ser maltratada. E eu penso que todas elas, quando falam destes momentos, por muito que nós estejamos lá para as apoiar, voltam a esse momento. O que aconteceu imediatamente a seguir a isso foi, quando eu disse “corta!”, nos levantámos todas e fizemos um círculo e abraçamos, e ficámos abraçadas a elas. E tentámos sempre que no final das filmagens, não só que os horários se adaptassem a elas, como no final das filmagens termos sempre momentos de convívio. Nós tivemos sempre almoços, nós tivemos sempre jantares, tivemos festas, tivemos momentos em que tentamos dar todo o nosso amor e todo o nosso carinho para elas se sentirem amadas e reconhecidas. Há pouco em off, a Raquel Freire disse-me que este filme iria ser apresentado junto das escolas. Qual o papel que este e outros filmes como este podem ter nos dias de hoje, na atualidade que vivemos? Eu acho que são fundamentais! O cinema, o audiovisual, sobre as várias formas que existem hoje em dia, são absolutamente fundamentais para nós sabermos quem somos e de onde viemos, para conhecermos a nossa história. Neste momento, os jovens têm muito pouco acesso ao que foi a nossa história e à verdade, ou seja, à história contada pelas pessoas que a fizeram, que a construíram. Temos grandes vagas populistas de reescrita da história. Para compreendermos o que somos hoje e fenómenos como os que temos hoje, como temos hoje o racismo, por exemplo, como temos o retrocesso ou a tentativa de retrocesso nos direitos das mulheres, tentativas de governos totalitários em várias partes do mundo, a guerra, para percebermos o presente hoje, é muito importante sabermos que isto já aconteceu no passado e que no passado, mesmo nos momentos mais difíceis, houve mulheres e homens que se juntaram e juntos conseguiram fazer do impossível o possível. Ou seja, conseguiram lutar pela liberdade e venceram, porque nós tivemos o 25 de abril, estamos aqui hoje, e os países colonizados tiveram a sua independência.
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
O selecionador dos sub-21 fala da vitória do Estoril no José Alvalade, das infinitas subidas de divisão até à estreia na 1ª divisão, da conquista de um título no Jamor com um golo no último minuto e do sonho da conquista do título europeu por Portugal em 2027.
Estrenamos este club de lectura con un ensayo filosófico, el primer libro del ciclista Guillaume Martin del equipo Groupama FDJ: "La sociedad del pelotón". Cierto es que hemos arrancado este club con una lectura exigente, pero tenía al mejor compañero de charla para analizarlo y aterrizar las reflexiones del autor. Pedro Horrillo (Eibar, 1974) se retiró del pelotón en 2009 tras su regreso a la competición una vez recuperado milagrosamente de una aparatosa caída en el Giro de Italia de aquel año. Compitió en los equipos Vitalicio Seguros, Mapei, Quick Step y Rabobank. Fue estudiante de filosofía, columnista de El País y es un gran escritor, aunque últimamente nos deleite poco con esa afición (¡Vuelve, Pedro!),Junto a él charlamos sobre la obra de Guillaume Martin, a la vez que nos lleva al pelotón de sus días con líderes como Tom Boonen, Paolo Bettini o el propio Óscar Freire.Atentos a las redes porque pronto anunciaré el siguiente libro que será objeto de este Club de Lectura y estoy segura de que os gustará mucho.¡Gracias por leer y por acompañarnos!RESUMEN:00:00 - 09:19 Dos filósofos, dos puntos de vista: ¿el ciclismo es un deporte individual o colectivo?09:19 - 16:49 La intrahistoria de su victoria en París - Niza siendo gregario de Tom Boonen y gracias a su beneplácito. 16:49 - 24:45 La escapada como el símil perfecto para entender nuestro comportamiento en sociedad.25:00 - 28:00 Sobre la victoria y la pérdida de instinto.28:05 - 35:30 ¿Es el simple hecho de participar suficiente para el deportista? Rotundo NO.35:33 - 44:38 ¿Por qué los mejores corredores del mundo fichan siempre por el/los mismos equipos? 44:40 - 50:25 El ciclismo ansioso de victorias y de dinero, reflejo de la sociedad hiperconsumista. 50:25 - 58:15 ¿Qué es un buen líder? ¿Quién es un buen líder?58:15 - 01:03:40 El despertar de los instintos más primarios en carrera por pura superviviencia.01:03:45 - 01:05:00 La adicción a la adrenalina.01:05:00 - 01:08:18 Conclusiones.Ficha técnica:Título: La sociedad del pelotón (La société du peloton - título original)Autor: Guillaume Martin.Año de edición: 2022Editorial: Libros de ruta.Traducción: Marcos Pereda.
Warlem Freire Barbosa. Natural de Montes Claros, formado em Direito em 2007, com três pós-graduações em Direito Penal e Processo Penal.Professor de Direito Penal e Processo Penal há mais de uma década, tendo lecionado nas Faculdades Pitágoras, Santo Agostinho e FUNORTE, onde permanece até hoje.Sua trajetória combina advocacia criminalista, docência e forte atuação no tribunal do júri, sempre com foco em conhecimento técnico, respeito institucional e ensinamentos que vão além da sala de audiência.Neste episódio, Dr. Warlem compartilha lições valiosas sobre júri, os primeiros passos na advocacia, a diferença entre combatividade e agressividade, e a importância do conhecimento para construir autoridade e credibilidade na profissão.
Carolina Freire es la fundadora de Voluntarios de Panamá, una iniciativa pionera que conecta a cientos de organizaciones y ciudadanos, utilizando una plataforma tecnológica para transformar la forma en que se moviliza el voluntariado en Panamá. En este episodio, Carolina conversa con la profesora Andrea Prado sobre cómo la intención de ayudar puede canalizarse de manera efectiva y sostenible para generar impacto a escala, y sobre el papel del voluntariado en el desarrollo de liderazgo y compromiso cívico en quienes participan.El podcast Gerente de Impacto es dirigido por la Prof. Andrea Prado y producido por la Cátedra Strachan de INCAE Business School.
Hablamos con Nicolás Freire, cientista político y director ejecutivo de Fábrica Chile, sobre la salida de 18 seremis del Gobierno, a días de haber asumido sus cargos.
Aquesta setmana els Homes Cl
A visita do Papa Leão XIV a Angola, que se inicia este sábado, marca um dos momentos centrais da actualidade africana, num contexto de crise interna e de persistentes desafios políticos e sociais na região. No programa Semana em África desta semana, o destaque vai para Angola, que recebe a partir deste sábado, 18 de Abril, o Papa Leão XIV, no âmbito de um périplo africano. A visita, com passagens por Luanda, Muxima e Saurimo, é encarada pelas autoridades angolanas e pela Igreja Católica como um momento de grande mobilização espiritual e social. Dom José Manuel Imbamba, arcebispo de Saurimo e presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), sublinha que o Sumo Pontífice “vai encontrar uma Angola em paz”, ainda que reconheça que o país enfrenta “uma crise económica, social e cultural muito profunda”. A deslocação de três dias decorre sob o lema “Peregrino da Esperança, da Reconciliação e da Paz”, uma escolha que reflecte os desafios ainda presentes no país. O analista político Osvaldo Mboco recorda que a reconciliação nacional continua a ser “um desafio”, décadas após o fim da guerra civil. Ainda em Angola, a actualidade fica marcada pela terceira sessão do julgamento dos cidadãos russos Igor Ratchin e Lev Lakshtanov, bem como dos angolanos Buka Tanda e Carlos Tomé. Os arguidos enfrentam acusações de espionagem, terrorismo e financiamento ao terrorismo. A sessão, iniciada a 15 de Abril, ficou marcada pela produção de provas e pela audição dos réus, tendo o tribunal indeferido os pedidos da defesa para ouvir diversas figuras políticas e da sociedade civil como testemunhas. Na Guiné-Bissau, o colectivo de advogados do presidente do PAIGC e coordenador da plataforma Aliança Inclusiva – PAI Terra Ranka denunciou a alegada criação de um tribunal “ad hoc” para julgar a suposta tentativa de golpe de Estado de Novembro de 2025. Em entrevista, o advogado Roberto Indeque acusou o regime de promover manobras com vista à incriminação de Domingos Simões Pereira. Em Moçambique, o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olamide Harrison, confirmou que o Governo liquidou antecipadamente uma dívida na ordem dos 700 milhões de dólares. Apesar disso, não existe ainda qualquer acordo para um novo programa de assistência financeira ao país. Já em Cabo Verde, na ilha do Fogo, o abuso sexual de crianças mantém-se como uma das principais preocupações sociais. O alerta foi deixado pelo ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, durante uma visita à ilha, onde, só em 2025, foram registados 31 casos de violência sexual contra menores.
El Delegado del Gobierno y secretario general del PSOE, Pedro Casares, plantea retirar a Oscar Freire las distinciones y honores que tiene. A juicio de Casares, el exciclista, condenado por un delito de injurias a su mujer, no merece esos reconocimentos. A preguntas de la SER, Casares ha subrayado que la violencia machista es un asunto, una lacra de orden público que hay que erradicar.
Con Manolo Lama. La previa más completa del Atlético-Barcelona de Champions. Noticias del Real Madrid. Lamine Yamal se explica en rueda de prensa. En directo: Levante-Getafe y Valladolid-Eibar. Óscar Freire, condenado
Atlético de Madrid y Barcelona preparan la vuelta de cuartos de final de la Champions, después de un 0-2 en el Camp Nou. Pablo Barrios vuelve a entrenarse con el equipo aunque es duda y Bernal ha sido convocado aunque no ha recibido el alta médica. La selección femenina de Sonia Bermúdez finalizan su último entrenamiento antes de enfrentarse a Inglaterra, partido clasificatorio para el Mundial de 2027. El exciclista Óscar Freire ha sido detenido por un presunto delito de maltrato a su mujer. Y como todos los lunes, la Barra Libre de Ser Deportivos con Antonio Romero, Miguel Talavera, Antón Meana y Lluís Flaquer.
How do you find a way forward when shame from sexual abuse threatens to keep you stuck? What do you do with pornography and sexual addiction when they're intertwined with the wounds you've carried for years?For podcast host and entrepreneur Ken Freire, finding freedom from pornography and the lingering shame of childhood sexual abuse was anything but easy. The road was marked by isolation, secrecy, and deep internal struggle. But as Ken began to experience real healing, his pain was transformed into purpose. Today, he helps others navigate addiction, suffering, and restoration by sharing the stories of men who have found freedom on his podcast called Shame(less).In this conversation, Davey sits down with Ken to talk about the isolation that often follows abuse and addiction, how to confront the shame surrounding pornography, and what it truly means to apply the gospel to our stories of brokenness.If you've ever felt bound by the pain of your past, this episode is a powerful reminder that freedom is possible, shame does not get the final word, and you can step into a life marked by healing and hope. Website: https://kenfreire.com/ Instagram: https://www.instagram.com/kenfreire/ Facebook: https://www.facebook.com/kenneth.freire Podcast: Shame(less) with Ken Freire https://beshameless.org/ Not living the story you expected? Pain changes us but doesn't have to define us. Find out how to begin your healing journey today: nothingiswasted.com/starthere Are you ready to add trauma informed care into your church, career, or life? Join our Biblical Trauma Care Specialist Course today and help others heal: nothingiswasted.com/btcs Looking for help in navigating the valley of pain and trauma? Our Nothing is Wasted coaches can help: nothingiswasted.com/coaching Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Minuto TCE é um quadro da Rádio TCE com o noticiário diário do Tribunal.TCE discute contas do governador durante reunião com membros do Executivo.O conselheiro Sebastião Tejota e o titular da Sead, Francisco Sérvulo Freire, comentam. Edição de som: Bia RezendeReportagem: Gabriella Gouvêa e Sabryna Moreno Texto: Lu Zoccoli
Pedaleamos con Alejandro Valverde para repasar —sin filtros— los momentazos de su carrera: desde
AMBE acaba de dar a conocer las cifras del sector de la bicicleta en España en el año 2025, y uno de los principales titulares es que se sostiene la caída que veníamos experimentando de años anteriores, con una cifra que sigue por encima del millón de bicicletas vendidas en España. Para analizar estas cifras hemos grabado un podcast con Jesús Freire, Secretario General de AMBE, en el que las analizamos en detalle. De las cifras 2025 se pueden extraer varias conclusiones. El MTB, empujado principalmente por las e-MTB, sigue siendo el sector que más vende y concentra más de la mitad de la facturación (50,8%). Con una caída de ventas de sólo un 0,7% respecto a 2024, y un total de 1.093.478 bicicletas vendidas, el sector parece haber entrado en una fase de estabilización tras la pandemia y post-pandemia manteniéndose por encima del millón. La facturación en 2025 fue de 2.177 millones de euros en 2025, aunque aquí la caída es algo más acusada respecto a 2024 (-5,9%). Precio medio al alza: Impulsado por la gama media, alta, la carretera y las e-bikes, el precio medio de la bicicleta en España ascendió a los 1.282 € (1.281,71 € exactos). El PVP medio para una MTB es de 1.463 €, 2.186 € en el caso de carretera, 799 € para las de movilidad y 297 € para las bicicletas infantiles. La industria de la bicicleta consolida su importancia nacional manteniendo 25.000 empleos directos y una red de 2.907 puntos de venta. El MTB (sumando las MTB convencionales y las eléctricas) también lidera la facturación del sector con más de 712 millones de euros y 486.767 unidades comercializadas en 2025. Eso sí, el E-MTB es clave en este segmento. Las bicicletas eléctricas de montaña dominan las ventas tanto en volumen de facturación como en unidades dentro de su segmento. A nivel global (sumando todas las disciplinas), las e-bikes ya representan el 21,5% de las unidades vendidas y el 35,2% de la facturación total de bicicletas. El Gravel se consolida como la gran tendencia al alza del mercado ciclista en 2025. Las bicicletas de carretera y gravel suman ya el 38% del valor total del mercado de bicicletas en España repartidas en 169.547 unidades de carretera y 73.674 de gravel. Las bicicletas orientadas a la movilidad (eléctricas y convencionales urbanas, cargo y de paseo) sumaron casi 100.000 unidades vendidas (99.017 en concreto), representando un 9,1% del total. Los ciclistas siguen invirtiendo en equipamiento. El segmento de "Vestuario y gafas" es el líder en facturación con más de 164 millones de euros, seguido de los cascos con 76,4 millones de euros. En cuanto a componentes puros de nuestra disciplina, las transmisiones, frenos y cubiertas lideran la rotación en las tiendas.
03/05/2026 – Emma Freire –on the trending Catholic tradition in America's power centers
Neste episódio que abre a 11ª temporada do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Jurandir Freire Costa sobre o livro Além do Princípio do Pudor. A partir de Freud e da tradição psicanalítica, o diálogo aborda a formação das massas, o papel das paixões na vida política, experiências de desenraizamento social e os desafios contemporâneos da democracia. Uma reflexão sobre cultura, subjetividade e vida pública no presente. Tópicos abordados na entrevista Neste episódio, a conversa com Jurandir Freire Costa percorre os seguintes eixos: A releitura de Psicologia das Massas e Análise do Eu, de Freud, cem anos depois. As três formulações freudianas da cultura: lei, suplência simbólica e identificação com o líder. A formação das massas como resposta ao desamparo. O conceito de “paixão” (paixão por si, por ser instrumento e pela crueldade) como chave para compreender fenômenos políticos contemporâneos. O risco de patologizar crenças sociais e a necessidade de uma análise ética da normatividade. Desenraizamento, ressentimento e identidades ameaçadas no Brasil atual. Autoritarismo, escolas militarizadas e regressão democrática. Religião: crítica ao clericalismo e defesa da dimensão estruturante da experiência espiritual. A popularização da psicanálise, seus riscos de banalização e os desafios decoloniais. Psicanálise e esfera pública: clínica, política e responsabilidade cultural. A ideia de natalidade em Hannah Arendt como horizonte de recomeço. Referências e textos citados ou mencionados Obras de Sigmund Freud Massenpsychologie und Ich-Analyse Totem und Tabu Die Zukunft einer Illusion Das Unbehagen in der Kultur Obras de Jurandir Freire Costa Além do Princípio do Pudor Ética e o Espelho da Cultura Razões Públicas, Emoções Privadas Autores e obras mencionados na conversa Georges Canguilhem Hannah Arendt William James – The Varieties of Religious Experience Richard Rorty Cornel West Christian Dunker Vladimir Safatle Tales Ab’Sáber – O Soldado Antropofágico Contardo Calligaris – O Grupo e o Mal Arnaldo Miranda – Iluminismo das Sombras Deivison Faustino – Frantz Fanon e as encruzilhadas: Teoria, política e subjetividade, um guia para compreender Fanon Elizabeth Danto – história das clínicas públicas de psicanálise O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Alguns recados que também gostaríamos de compartilhar: Esta disponível para download gratuito o livro Tcholonadur: entrevistas sobre filosofia africana. Este é um projeto que reúne 34 entrevistas com pensadores que estão moldando a filosofia africana fora da lusofonia. Com prólogo de Filomeno Lopes; Prefácio de Severino Ngoenha e Ergimino Mucale, “Tcholonadur” oferece uma oportunidade imperdível de mergulhar nas ideias e pensamentos que estão moldando o futuro da filosofia africana. https://filosofiapop.com.br/texto/tcholonadur/livro-tcholonadur-entrevistas-sobre-filosofia-africana/ Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #242 – Além do Princípio do Pudor, com Jurandir Freire Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
durée : 00:04:41 - Le Bach du matin du samedi 28 février 2026 - Nous écoutons l'Ouverture de la Partita n°4 en Ré Maj BWV 828 de Jean-Sébastien Bach, interprété au piano par Nelson Freire. Nelson Freire interprète Bach (DECCA, 2016) Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Why do so many of us feel busy all day, yet struggle to point to the meaningful work we actually completed? In this episode of Tech Talks Daily, I sit down with Tomás Dostal Freire, CIO of Miro, to unpack a challenge that quietly drains modern organizations. Tomás brings experience from companies like Google, Netflix, and Booking.com, and now leads both IT and business acceleration at Miro. His focus is simple but ambitious. Move beyond AI experimentation and rethink how work itself gets done. We explore new research revealing that for every hour of creative work, employees lose up to three hours to meetings, admin, emails, and maintenance tasks. That ratio is more than an inconvenience. It affects decision-making speed, employee satisfaction, and ultimately a company's ability to compete. Tomás argues that future candidates will choose employers based on how much unnecessary internal work they are expected to tolerate. In other words, reducing busy work is quickly becoming a talent strategy. One of the biggest culprits? Context switching. With dozens of browser tabs open and information scattered across tools, teams spend more time stitching together fragments than making decisions. Tomás describes how duplication of work, outdated systems, and a lack of shared context quietly erode momentum. AI, he believes, should not create more noise or another standalone tool. It needs to be embedded where collaboration already happens. We discuss the difference between single-player AI moments, where individuals use tools in isolation, and multiplayer AI collaboration, where shared context allows teams to move faster together. At Miro, this philosophy has shaped what they call an AI Innovation Workspace, a shared canvas where human insight and AI assistance coexist in real time. Tomás also shares practical advice for leaders who want to reclaim creative time. Start by identifying tasks you dislike doing that could easily be handled by someone junior. That list often reveals what AI can already automate. Then focus on building transferable skills like cognitive agility and first-principles thinking, rather than chasing every new tool. If you are wrestling with burnout, fragmented workflows, or wondering how AI can genuinely improve collaboration without overwhelming teams, this conversation offers a grounded, optimistic perspective. And yes, we even add a Beatles classic to the Spotify playlist along the way.
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela conversa con Juan Pablo Lavín y Nicolás Freire sobre el bono de 3 millones de pesos que recibió el Presidente Gabriel Boric y las críticas que ha recibido desde la oposición.
ARIEL LAZARI é arqueólogo, GUILHERME FREIRE é filósofo e PE. JOÃO BECHARA VENTURA é sacerdote. Eles vão bater um papo sobre o Natal e suas tradições na religião católica. Já o Vilela acha que insuficiência renal é quando falta rena no trenó do Papai Noel.
O novo episódio de Apresentação dos Autores aborda o artigo “Aporofobia na atenção primária à saúde: percepção de profissionais da saúde sobre preconceito contra os pobres": https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/article/view/12072.A coautora Jéssica Freire dos Santos Veras, Mestra em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), participa deste programa. Acompanhe CSP: linktr.ee/cadernosdesaudepublica.
ANTISISTEMISMO EXPLICITO Quique Romero y Ramón Freire ELECCIONES EN CHILE
De lo Humano y lo Divino con el dr Ricardo Tuane y Ramon Freire
Conversando con Vanessa Kaiser Y Ramón Freire
What if the most powerful lesson your students learn isn't in your curriculum—but in your character?In this reflective and deeply human episode, Jocelynn explores what W.E.B. Du Bois called the “double consciousness”—and how that internal tension shapes what we model as educators. Students aren't just learning from our words; they're watching our pauses, our reactions, our silence, and our joy.This is an episode about mirror work—the quiet, ongoing practice of modeling courage, joy, humility, and humanity. It's not about perfection. It's about presence.From classroom culture to leadership choices, Jocelynn weaves in powerful quotes from Baldwin, Freire, and Octavia Butler, plus a call to revisit our earliest memories of power, apology, and grace. This episode will stay with you.Key Themes:What students learn from teacher behaviorThe emotional power of modeling courage, joy, and imperfectionThe “unspoken curriculum” in every classroomReflection as liberationThe AnchorED for Achievement framework in practiceReflective Prompts:Reflection – What do students learn about justice by watching me?Community – How am I shaping the unspoken climate of my classroom or school?Norms – What behaviors or mindsets have I normalized—intentionally or not?Empowerment – When have I modeled what it looks like to speak up?Agency – How do I invite student feedback on how I show up?If you're ready to begin or deepen your mirror work, Jocelynn offers coaching and workshops designed to support reflection, recalibration, and intentional modeling.Learn more at https://customteachingsolutions.com
JUEVES DE JUPITER con Ziley Mora y Ramón Freire REFLEXIONES DE VIDA
In this episode, we tackle the monumental challenge of teaching equity, justice, and critical thinking in an era of restrictive policies and political scrutiny. We provide a strategic roadmap for maintaining your professional integrity without sacrificing your personal safety.Key TakeawaysThe Duty of Non-Neutrality: We examine Freire's belief that education must always serve freedom, and what neutrality truly costs our students. We also share the powerful context of his exile for holding this stance.Strategic Advocacy: We break down actionable moves into two categories: Subtle Moves (using curriculum as a shield, letting primary sources speak) and Bold Moves (collective advocacy, knowing your policy).The AnchorED Framework: We introduce the AnchorED for Achievement framework—Agency, Norms, Community, Hope, Opportunity, Reflection, Empowerment, and Data-Informed Practice—as a memory tool and strategic guide for applying these advocacy moves.The Un-Bannable Work: We focus on how empowering students through Agency and Empowerment ensures that the core work of critical thinking continues, regardless of external attempts to restrict content.Reflection QuestionsFor Teachers: What is one "anchor" from the AnchorED framework that you can apply this week to a potentially challenging topic? How can you use Data or Norms to shield a crucial discussion?For Instructional Coaches & School Leaders: Where in your curriculum or PD agenda are you inadvertently promoting neutrality or compliance? What is one way you can create a safer "collective" space (the Community anchor) for teachers to discuss restrictive policies without fear of retaliation?For Everyone: Where in your community or personal life are you tempted toward silence? What is the personal cost of that silence?Resources MentionedThe work of Paulo Freire (Pedagogy of the Oppressed)Cultivating Genius: An Equity Framework for Culturally and Historically Responsive Literacy by Dr. Gholdy MuhammadIf you're looking for support to continue this work in your own school or classroom, I invite you to explore my Equity Audit Tools, Student Data Dive Tool, and Coaching services. You can find all of these resources at https://customteachingsolutions.com/equitytools.
En nuestra ya habitual conexion local, hemos conocido de la mano de Mas de uno Ourense la historia de Pablo Freire, medallista de oro en las Olimpiadas Matematicas Iberoamericana celebradas en Chile. Pablo ha querido destacar el merito de Diego Alonso, Fernando Gonzalez y Antonio Laos, que tambien fueron merecedores de las medallas. El estudiante, tambien fue medalla de oro en el campeonato gallego y la plata en el espanol. La prueba consistia en la resolucion de seis problemas en un tiempo prolongado. Esta gran aficion de Pablo por los numeros de Pablo viene en gran parte en ser hijo de matematicos.
Jorge Freire llego a las instalaciones de Linea Directa cargado con su ya tradicional saco de cartas, dispuesto a leer una de las muchas misivas que recibe en Mas de uno con dilemas morales. En esta ocasion, el conflicto llegaba de parte de Javier, dueno de un perro aristocratico llamado "el Marques", un mestizo de comportamiento regio y gustos exquisitos que no tolera quedarse solo ni un minuto. Su dueno, invitado a una boda no "pet friendly", dudaba entre asistir al enlace o quedarse en casa para evitar el rencor altivo de su mascota. Con su habitual mezcla de ironia y filosofia practica, Freire abordo este dilema "perruno" recordando que incluso el amor mas fiel necesita limites y que, a veces, educar tambien es un acto de afecto.
Dia del Sol Instituciones humanas con Diego Vergara Lira y Ramón Freire
En el dia de Mercurio con Ziley Mora y Ramon Freire
Brazilian educator Paulo Freire inspired and he resisted. He was imprisoned and exiled during the Brazilian dictatorship and he carried his teachings around the world. He believed literacy and learning could be tools to empower. He helped people learn to read and write, but also understand their place of oppression and rise above it.He wrote, “Education doesn't transform the world. Education changes people. People transform the world.” This is episode 67 of Stories of Resistance—a podcast produced by The Real News. Each week, we'll bring you stories of resistance like this. Inspiration for dark times. You can check out Michael's exclusive pictures of this student march here, on his Patreon.Michael's Panamerican Dispatch podcast episode and pictures on the voices of resistance in Washington, DC, are here: https://www.patreon.com/posts/voices-of-in-dc-138421404 Please consider supporting this podcast and Michael Fox's reporting on his Patreon account: patreon.com/mfox. There you can also see exclusive pictures, video, and interviews. If you like what you hear, please subscribe, like, share, comment, or leave a review. And please consider signing up for the Stories of Resistance podcast feed, either in Spotify, Apple Podcasts, Spreaker, or wherever you listen.Written and produced by Michael Fox. Resources:Reading the World documentary trailer: https://www.youtube.com/watch?v=pg5jSYp253w Reading the World documentary website: https://www.lendoomundo.com/english Paulo Freire conversation with the International Literacy Institute: https://www.youtube.com/watch?v=aFWjnkFypFA Short black and white documentary about the Angicos literacy project: https://www.youtube.com/watch?v=64qUSQbc1fkBecome a member and join the Stories of Resistance Supporters Club today!Follow Stories of Resistance on Spotify or Apple PodcastsSign up for our newsletterFollow us on:Bluesky: @therealnews.comFacebook: The Real News NetworkTwitter: @TheRealNewsYouTube: @therealnewsInstagram: @therealnewsnetwork
New Discourses Bullets, Ep. 124 Mao Zedong developed one of the most devastating dialectical techniques for mass mobilization ever conceived: the mass line. The idea with the mass line is that it is drawn from the masses, repackaged into a campaign for Communist Party goals, and then fed back to the masses to mobilize them to accomplish those goals, often including ruthless purges. For students of the New Discourses material, this pattern will seem familiar, both in terms of George Soros's (https://newdiscourses.com/2024/04/the-reflexive-alchemy-of-george-soros/) dialectic of "reflexivity" (https://newdiscourses.com/2024/06/reflexivity-leftism-in-the-21st-century/) and Paulo Freire's (https://amzn.to/4fkVck7) disastrous "generative themes" (https://newdiscourses.com/2022/05/paulo-freires-schools-new-discourses-bullets-ep-7/) method of education (which Freire (https://newdiscourses.com/2022/10/paulo-freires-critical-method-of-education/) openly admits he got from Mao). In this episode of New Discourses Bullets, host James Lindsay explains the mass line and its relationship to these other ideas. You don't want to miss it. Latest book! The Queering of the American Child: https://queeringbook.com/ Support New Discourses: https://newdiscourses.com/support Follow New Discourses on other platforms: https://newdiscourses.com/subscribe Follow James Lindsay: https://linktr.ee/conceptualjames © 2025 New Discourses. All rights reserved. #NewDiscourses #JamesLindsay
“As I was reading Hooks and Freire, a colleague recommended Adrian Rich's essay "Teaching Language in Open Admissions." It was in that essay that I first read about her experiences teaching at CUNY during open admissions, learning that she taught alongside June Jordan, Audre Lorde, and Toni Cade Bambara. Eventually, that essay led me to their archival teaching materials. I was really excited because I found in those materials concrete teaching methods, things they were doing in their own classrooms that I then started trying in my classrooms as well. I also really liked their educational philosophies, thinking about what it means for college to be free and the fact that they were teaching during this revolutionary era. What would that look like today? What would it mean? What could free college bring to our society? What does free college make possible? All of those things coming together led me to the project.”In this episode of the Speaking Out of Place podcast, Professor David Palumbo-Liu talks with Danica Savonick about her marvelous book entitled Open Admissions: The Poetics and Pedagogy of Toni Cade Bambara, June Jordan, Audre Lorde, and Adrienne Rich in the Era of Free College. This is a riveting and deeply inspiring story of how each of these luminaries in the fields of literature and feminism found their way into the City University of New York in the 1960s, when community activists had forced open what was called the Harvard for the proletariat to admit new classes of Black, brown, and other people of color. Savonick shows through copious archival research how Bambara, Jordan, Lorde, and Rich each came to find radical teaching methods in collaboration with these new students, and how their experiences with this new pedagogy affected their creative and other writing in profound and lasting ways. This is a critical history we can and must learn from today, when federal and state governments have added to the damage and violence done by the neoliberal university. We find exactly the tools and models we need to create spaces for education for liberation both within, but also outside, the Academy.Danica Savonick is an Associate Professor of English at SUNY Cortland. Her current project focuses on the radical writers and artists who taught at the experimental Livingston College (part of Rutgers University) in the 1970s. Her research has appeared in MELUS, American Literature, Modern Fiction Studies, Radical Teacher, Keywords for Digital Pedagogy in the Humanities, Public Books, and The Chronicle of Higher Ed.https://speakingoutofplace.comBluesky @palumboliu.bsky.socialInstagram @speaking_out_of_place