POPULARITY
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 373 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/7FEjOVU89kg
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 370 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/T6I2QHaxPSA
O Fala Carlão apresenta uma cobertura para o Canal do Boi direto do estande do Bradesco na Agrishow. Fundada em 2007 e referência em venture capital para agtechs e foodtechs na América Latina, a SP Ventures marcou presença em um dos maiores eventos do setor no mundo. No estande, o programa recebeu Francisco Jardim, cofundador e sócio-diretor, e Pedro Jabali, sócio da gestora, para uma conversa sobre a atuação da empresa e o momento do mercado. Confira a visão desses dois nomes do venture capital no agro!
Nesta edição, o Linhas Cruzadas investiga os "clichês da moda": comportamentos contemporâneos que se tornaram símbolos de status e identidade. Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé analisam quatro pilares que definem o debate público atual:● A Nova Masculinidade: O surgimento do chamado soft boy. O programa explora por que traços de sensibilidade e desconstrução se tornaram um novo ideal de desejo e como o humorista Leandro Leite encara o rótulo de "hétero afeminado".● O Capital da Fragilidade: A dor como forma de prestígio. Uma reflexão sobre como a exposição das vulnerabilidades passou a ser um ativo estratégico para conquistar visibilidade e autoridade moral.● A Performance da Virtude: Onde termina a boa intenção e começa a exibição social? O debate gira em torno da "sinalização de virtude" nas redes e a busca incessante por estar do "lado certo da história".● Arte ou Mensagem? Quando a estética cede espaço à militância. Com a participação do jornalista Fernando Molica, o programa questiona se a criatividade está se tornando refém de cartilhas ideológicas e patrulhamentos.Entre provocações filosóficas e exemplos do cotidiano, o programa levanta a dúvida: em um mundo de tendências passageiras, ainda conseguimos ser originais ou apenas performamos o que o algoritmo espera de nós?Linhas Cruzadas, quinta-feira, às 22h30, na TV Cultura.
A primeira parte, organizada por Michael Lowy se chama "Concepções de vida", com os textos:Nacionalismo e Internacionalismo (10 de out de 1924)Passadismo e futurismo (31 de out de 1924)O nacional e o exótico (28 de nov de 1924)A imaginação e o progresso (12 de dez de 1924)Duas concepções da vida (9 de jan de 1925)O homem e o mito (16 de jan de 1925)A luta final (20 de março de 1925)Pessimismo da realidade e otimiso do ideal (21 de agosto de 1925).O livro principal é: Por um Socialismo Indo-Americano. Mariátegui; Michael Lowy. Expressão Popular: Por um socialismo indo-americano - Expressão Popular O livro anterior utilizado é: O labirinto periférico: Aventuras de Mariátegui na América Latina. Deni Alfaro Rubbo. Autonomia Literária: O labirinto periférico: aventuras de Mariategui na América Latina – Autonomia Literária#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) Referências e bibliografia:[1] Por um socialismo Indo-Americano: ensaios escolhidos. José Carlos Mariátegui. Expressão Popular. https://expressaopopular.com.br/livraria/9786558911258por-um-socialismo-indo-americano/[2] Revista Clio Operária: https://www.cliooperaria.com/ [3] Acumulação do capital. Rosa Luxemburgo. Civilização Brasileira.[4] Cultura fora da lei: representações de resistência. bell hooks. Editora Elefante.[5] Educação, terra e liberdade: princípios educacionais do MST em perspectiva histórica. Carlos Bauer. Paco Editorial..Clio Operária: Clio Operária | Revista Drive das leituras (Roteiro disponibilizado no drive sobre a quinta temporada):https://mega.nz/folder/UYNwQZZS#rCNoahoz13hVy7Elyc4Ymg.CUPONS DE DESCONTO:#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) - https://autonomialiteraria.com.br/loja/.Não se esqueça de nos seguir nas redes sociais para ficar sempre por dentro dos nossos conteúdos:.Instagram: @morcego_marcos_BlueSky: marcosmorcego@bsky.socialYoutube: https://www.youtube.com/livescavernadomorcegoTwitch: twitch.tv/cavernamorcego.Colabore com a Caverna do Morcego, seja um apoiador:Apoio coletivo:apoia.se/cavernamorcegopicpay: @ marcos.morcegopix e email de contato: podcastmorcego@gmail.com.Equipe:Roteiro/edição : Marcos MorcegoVoz/Postagem: Marcos MorcegoCapa: Geovane Monteiro / @geovanemonteiro.bsky.social / @geovanedesenheiro
Neste episódio do Podcast de Energia, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomas Gomes analisam o cenário global dos investimentos em transição energética a partir do mais recente relatório da BloombergNEF, que aponta 2025 como o ano de maior captação de recursos já registrada no setor. O episódio apresenta o panorama internacional dos aportes em energia limpa, que alcançaram US$ 2,3 trilhões e, pela primeira vez, superaram os investimentos destinados aos combustíveis fósseis. Mandarino contextualiza como, mesmo diante de tensões geopolíticas, revisões regulatórias e incertezas econômicas globais, a transição energética deixa de ser uma tendência e passa a ocupar posição central na estratégia de crescimento das economias mundiais. Ao longo da conversa, os anfitriões exploram os principais setores responsáveis por impulsionar esse avanço, com destaque para a eletrificação da mobilidade e o crescimento acelerado dos veículos elétricos, além da expansão contínua das energias renováveis, dos investimentos em redes elétricas e da evolução de tecnologias emergentes voltadas à descarbonização industrial e à captura de carbono. Os apresentadores discutem ainda o papel das cadeias produtivas estratégicas, como mineração de metais críticos, produção de baterias e manufatura de equipamentos renováveis e os desafios associados à escala industrial, segurança regulatória e inovação financeira necessários para sustentar o crescimento da transição energética nos próximos anos. Por fim, o episódio aborda as perspectivas para o futuro do setor, indicando que os investimentos devem se aproximar de US$ 3 trilhões anuais até o fim da década, consolidando a transição energética como um dos principais motores de transformação econômica, tecnológica e industrial do século XXI. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
Ladislau Dowbor: Entenda como o capital financeiro corrói o Brasil - Programa 20 MInutos
Direto da COP30, Leonardo Letelier revela como a Sitawi se tornou referência em finanças de impacto e novos modelos de funding socioambiental. Um episódio que explica, sem enrolação, como o capital pode ser usado para escalar soluções reais, financiar negócios de impacto e mover a economia na direção certa.Leonardo Letelier
Na segunda parte do episódio sobre o livro 2 de O Capital, Natan Oliveira e Gabriel Carvalho recebem Guilherme Oliveira para falar sobre as particularidades da obra, interpretações contemporâneas derivadas do seu conteúdo sobre a teoria monetária do valor, a importância do livro 2 para a compreensão do crédito e da crise, a complexificação de conceitos do primeiro livro no segundo e as questões levantadas a respeito da edição feita por Engels da obra.
Nesse episódio, Glauber Machado, Hian Sousa e Gabriel Carvalho recebem mais uma vez Maurílio Botelho para falar sobre o livro 2 de O Capital, suas categorias centrais, as dificuldades pelo caráter fragmentário e inacabado da obra, as continuidades no desenvolvimento da crítica da economia política de Marx e sua relação com os problemas atuais do capitalismo em seu período de crise terminal.
A inflação é um problema para nós usuários da economia desde que decidimos usar uma unidade de conta para trocar as coisas. Ao longo do tempo, as coisas ficam mais caras, mas por quê? Existem diversas explicações plausíveis, mas para além de explicar o aumento de preço, é possível controlar esse aumento de preço? Se o governo gasta muito dinheiro, meu café fica mais caro? Quais as raízes da inflação no Brasil? O que foi o plano real? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Fernando Malta, Isabela Fontanella, Guilherme Dinnebier, Willian Spengler, Marcelo de Matos Citação ABNT: Scicast #663: Inflação e o Plano Real. Locução: Fernando Malta, Isabela Fontanella, Guilherme Dinnebier, Willian Spengler, Marcelo de Matos. [S.l.] Portal Deviante, 29/09/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-663 Imagem de capa: Foto: Lula Marques/Folhapress Expotea: https://expotea.com.br/https://www.instagram.com/expoteabrasil/ Referências e Indicações Sugestões de literatura: Sayad, João. Dinheiro, dinheiro, crises financeiras e bancos. Furtado, Celso. Formação Econômica do Brasil. Marx, Karl.. O Capital. K. V. Ostrovitianov. Manual de Economia Política da Academia de Ciências da URSS. Florestan Fernandes. A Revolução Burguesa no Brasil Skidmore, Thomas. Brasil: De Castelo a Tancredo "A Moreninha" (1844, Joaquim Manuel de Macedo) "O Capital no Século XXI" (2013, Thomas Piketty) "Capitalismo e Liberdade" (1962, Milton Friedman) Sugestões de filmes: "DuckTales" (1989, episódio "O Dinheiro do Tio Patinhas", disponível no Disney+) “O Grande Colapso" (2015) Sugestões de vídeos: https://youtube.com/playlist?list=PLQqP0tBfb_ksUpz5eKRbbruvO_8x2oufK&si=UAsYH9Kp13NkK9BG Sugestões de links: www.ipea.gov.br Sugestões de games: Workers and Resources of the Soviet Republic Cities Skylines See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quem esperava que Ventura fosse candidato a PR? Está a preparar as legislativas de 2026? Tem tomado o palco 24 horas por dia na comunicação social? És tu Calimero? Gouveia e Melo tem vantagem sobre Ventura por não ser conhecido? Mourinho disputou o espaço mediático com Ventura? Tem sido a RTP3 o garante de um serviço público? O Chega consolidar-se-á nas autárquicas? Quem subsidia as notícias e os políticos?
Marx é um nome muito polêmico. O papai Noel do comunismo escreveu algumas coisas que desagradaram algumas pessoas e não escreveu várias coisas que desagradaram mais gente ainda (uma espécie de Clarice Lispector de barba). Mas ele escreveu uma obra imensamente importante sobre o sistema que vivemos, o capitalismo. Em O Capital, Karl Marx apresenta […]
A inflação é um problema para nós usuários da economia desde que decidimos usar uma unidade de conta para trocar as coisas. Ao longo do tempo, as coisas ficam mais caras, mas por quê? Existem diversas explicações plausíveis, mas para além de explicar o aumento de preço, é possível controlar esse aumento de preço? Se o governo gasta muito dinheiro, meu café fica mais caro? Dá o play e vamos falar sobre inflação. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Fernando Malta, Guilherme Dinnebier, Gustavo Rebello Citação ABNT: Scicast #660: Inflação. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Fernando Malta, Guilherme Dinnebier, Gustavo Rebello. [S.l.] Portal Deviante, 08/09/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-660 Imagem de capa: Expotea: https://expotea.com.br/https://www.instagram.com/expoteabrasil/ Referências e Indicações Sugestões de literatura: Sayad, João. Dinheiro, dinheiro, crises financeiras e bancos. Furtado, Celso. Formação Econômica do Brasil. Marx, Karl.. O Capital. K. V. Ostrovitianov. Manual de Economia Política da Academia de Ciências da URSS. Florestan Fernandes. A Revolução Burguesa no Brasil Skidmore, Thomas. Brasil: De Castelo a Tancredo "A Moreninha" (1844, Joaquim Manuel de Macedo) "O Capital no Século XXI" (2013, Thomas Piketty) "Capitalismo e Liberdade" (1962, Milton Friedman) Sugestões de filmes: "DuckTales" (1989, episódio "O Dinheiro do Tio Patinhas", disponível no Disney+) “O Grande Colapso" (2015) Sugestões de vídeos: https://youtube.com/playlist?list=PLQqP0tBfb_ksUpz5eKRbbruvO_8x2oufK&si=UAsYH9Kp13NkK9BG Sugestões de links: www.ipea.gov.br Sugestões de games: Workers and Resources of the Soviet Republic Cities Skylines See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este live vamos a explorar las dos estrategias principales al invertir en propiedades en Australia: cashflow, que busca generar ingresos desde el primer día, y capital growth, que apuesta al crecimiento del valor del inmueble a largo plazo. Si estás pensando en invertir en Australia, este live te va a ayudar a tomar decisiones más informadas y alineadas con tus objetivos.
En este live vamos a explorar las dos estrategias principales al invertir en propiedades en Australia: cashflow, que busca generar ingresos desde el primer día, y capital growth, que apuesta al crecimiento del valor del inmueble a largo plazo. Si estás pensando en invertir en Australia, este live te va a ayudar a tomar decisiones más informadas y alineadas con tus objetivos.
Neste Mês do Orgulho LGBT e aniversário de Stonewall, o podcast Feminismo e Marxismo recebe novamente a incrível Virginia Guitzel para uma conversa explosiva!
Nesse episódio, Gabriel Carvalho, Lucas Cadete e Hian Sousa recebem Maurílio Botelho para falar sobre o livro 1 de O Capital, as idas e vindas da composição da obra, suas categorias centrais, as interpretações divergentes sobre o seu conteúdo e a relevância dele até os nossos dias.
Nesse episódio, Hian Sousa e Gabriel Carvalho recebem Henrique Wellen para falar sobre as diferenças entre as concepções sobre o trabalho como categoria na obra de Karl Marx e György Lukács e suas implicações para a interpretação da crítica da economia política de Marx.
No episódio de hoje, refletimos sobre a importância do trabalho tanto para a Igreja quanto para a sociedade. Destacamos São José Operário como um exemplo de fé, dignidade e integridade. Ele, com esforço silencioso e dedicação incansável, sustentou a Sagrada Família por meio de um trabalho honesto, tornando-se modelo de virtude para todos os trabalhadores.O trabalho, quando realizado com justiça e retidão, não apenas contribui para o sustento material, mas também fortalece o espírito e a dignidade da pessoa humana. Ele nos aproxima de nosso propósito, nos insere na comunidade e nos ensina valores como perseverança, responsabilidade e solidariedade.No episódio de hoje, refletimos sobre a importância do trabalho tanto para a Igreja quanto para a sociedade. Destacamos São José Operário como um exemplo de fé, dignidade e integridade. Ele, com esforço silencioso e dedicação incansável, sustentou a Sagrada Família por meio de um trabalho honesto, tornando-se modelo de virtude para todos os trabalhadores.O trabalho, quando realizado com justiça e retidão, não apenas contribui para o sustento material, mas também fortalece o espírito e a dignidade da pessoa humana. Ele nos aproxima de nosso propósito, nos insere na comunidade e nos ensina valores como perseverança, responsabilidade e solidariedade.
Editorial: Recuperar o capital físico
Neste episódio Sheila Guirello e Catarina Souza recebem a advogada Ana Lúcia Dias para uma conversa sobre o Capital Invisível investido na maternidade.A equipe:Catarina Souza: Advogada, Defensora dos Direitos à Cidadania do Instituto Maria, mestranda em Políticas Públicas em Direitos Humanos - PPDH/UFRJ, especialista em Direito das Mulheres e Liderança Jurídica do Projeto Justiceiras.Patrícia Ramos: Defensora dos Direitos à Cidadania do Instituto Maria da Penha, Líder e Advocacy em Gênero Rise Up Brasil, pedagoga, especialista em Direitos Humanos, Diversidade e Violência e mestranda em Ciências Humanas e Sociais.Sheila Ghirello: Defensora dos Direitos à Cidadania do Instituto Maria da Penha, Promotora Legal Popular, graduada em Ciências Econômicas, pós-graduada em Direito das Mulheres, Pesquisadora em violência de gênero e economia feminista.Regina Célia Barbosa: É Filósofa e Mestra em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Profª Universitária há 26 anos, nos Cursos de Direito e demais áreas das Ciências Humanas; Especialista em Neuropsicologia pelo IHALT. É Co Fundadora e Vice-presidente do Instituto Maria da Penha (IMP) Responsável pelos Programas de Mentoria e Formação Pedagógica dos Voluntários do IMP. Ativista na área de Enfrentamento a Violência contra a Mulher, Violência Doméstica e Violência de Gênero e Racismo. Membra representante da Sociedade Civil), da Comissão Seccional da Mulher Advogada (OAB/PE). Membra do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim). É Membra Conselheira do Pacto Global Rede Brasil - Movimento Raça é Prioridade, Membra Conselheira da Visão Mundial, Vice-presidente Sindicato dos Professores do Ensino Superior das IES de Recife e Região Metropolitana (SINPROES). Criadora do Programa de Workshop de Formação Política para Mulheres e do Workshop sobre Respeito, Cuidado e Enfrentamento à Violência nas Escolas.Carlinhos Vilaronga: voluntário do Instituto Maria da Penha no Japão e editor do Pamitê, fundador da Nabecast Podcasts & Multimedia, idealizador e co-fundador do Coletivo Podosfera Nipo-brasileira.Instituto Maria da Penha:Site: institutomariadapenha.org.brInstagram: @institutomariadapenhaFacebook: /institutomariadapenha..Ficha Técnica:Realização: Instituto Maria da PenhaDireção: Regina Célia Barbosa.Editado e publicado por Nabecast Podcasts & Multimedia.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 308 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/ocf9DRq_j2U
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas últimas horas do pregão.Informação e análise com Iago Souza, Guilherme Vianna, Bruna Amalcaburio, Luan Aral e Denise Barbosa.
O capital social é um dos pilares do cooperativismo e faz a diferença na atuação da Sicredi Conexão nos municípios em que está inserida. Por isso, o nosso convidado de hoje é o gerente de investimentos em Pouso Alegre, Fernando César Lemos, para explicar as vantagens e a importância do Capital Social. Dê o play e confira:
20º episódio da 3º temporada. Neste episódio trago elementos acerca da Questão Social, as especificidades da questão social na realidade brasileira e as polêmicas em torno da interpretação do tema. Referências e indicações de leitura: IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional, 3 ed. São Paulo: Cortez, 2000. ________. O Serviço Social na cena contemporânea. In: Serviço Social Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília, CFESS / ABEPSS, 2009 ________. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. 9 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2015. IAMAMOTO, Marilda Vilela; CARVALHO, Raul de. Relações sociais e Serviço Social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 41 ed. São Paulo: Cortez, 2014. MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política, livro I: o processo de produção do capital. Tradução de Rubens Enderle. 2 ed. São Paulo, Boitempo, 2017. NETTO, J.P. 5 notas a propósito da questão social in: NETTO, J.P. capitalismo monopolista e serviço Social. São Paulo: Cortez, 2011 *Novas interpretações sobre a questão social no Brasil*: CASTELO, Rodrigo; RIBEIRO, Vinicius; ROCAMORA, Guilherme de; Capitalismo dependente e as origens da “questão social” no Rio de Janeiro. São Paulo, Serviço Social & Sociedade, n.137, p. 15-34, jan/abr. 2020. SOARES SANTOS, J.; DE OLIVEIRA MACHADO, L. M.; TEIXEIRA, R. J.; BRETTAS, T. CAPITALISMO DEPENDENTE, TRABALHO E RESISTÊNCIAS POPULARES. Temporalis, [S. l.], v. 23, n. 45, p. 6–16, 2023. DOI: 10.22422/temporalis.2023v23n45p6-16. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/temporalis/article/view/41602. Acesso em: 26 jul. 2023. RAPOSO, Clarissa Tenorio Maranhão. As particularidades da questão social na realidade brasileira contemporânea: superpopulação, precarização do trabalho e superexploração da força de trabalho. 2015, 204 f. Tese (Doutorado em Serviço Social) – CCSA, Universidade Federal de Pernambuco, 2015. ROCHA, Mirella Farias. Capitalismo dependente e Serviço Social: crítica à formação social brasileira na produção teórica do Serviço Social e outras contradições. 2017, 277 f. Tese (Doutorado em Serviço Social) – CFCH, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2017. --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/antonio-junior15/support
IPEM - PE HubPE Cube s'invite dans l'agora du Private Equity - l'IPEM Paris du 9 au 11 septembre au Palais des Congrès - pour donner la parole aux acteurs de référence de l'industrie du PE venus du monde entier et les faire réagir aux grandes questions et enjeux de notre industrie.Au micro dans cet épisode : Marc Lasserre, Managing Partner chez S.O. Capital AdviceDécouvrez le regard de notre invité sur les 3 questions suivantes :➡ How can Private Equity strengthen itself to continue its growth?
Depois de terem apresentado lucros de mais de 2,6 mil milhões de euros na primeira metade de 2024, os principais bancos portugueses chegarão ao fim deste ano com 5 mil milhões de capital excedentário. António Ramalho e Gonçalo Moura Martins apontam o destino que deve ser dado a esse excesso de capital, o qual passa por aumentar a remuneração aos acionistas, mas simultaneamente por estimular a economia através da concessão de crédito.
Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
No podcast A Hora desta semana, José Roberto de Toledo e Thais Bilenky falam sobre a avaliação do presidente Lula, o capital político de Bolsonaro, a aprovação da reforma tributária, a distribuição de emendas parlamentares e mais. Inscreva-se na newsletter do A Hora: https://noticias.uol.com.br/newsletters/?a-horaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho começa uma nova série para destrinchar o pensamento de Pierre Bourdieu na obra Questões de Sociologia.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta terça-feira, (25/06/2024): Uma força-tarefa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve realizar até o fim do ano cerca de 800 mil perícias presenciais do Benefício por Incapacidade Temporária, o antigo auxílio-doença, e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas de baixa renda com deficiência, afirmou ao Estadão o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. O objetivo é atender a exigências do Tribunal de Contas da União (TCU) – que cobra do governo a realização de revisões periódicas de benefícios, como determina a lei – e contribuir para a revisão de gastos obrigatórios da União. Stefanutto estima que, caso metade dos benefícios seja considerada indevida, o que, segundo ele, é uma média quando se faz esse tipo de reavaliação, a revisão representaria corte de R$ 600 milhões por mês nos gastos federais. E mais: Metrópole: Fogo recorde no Pantanal expõe falhas do governo federal na prevenção Economia: Nos 30 anos do Plano Real, uma reunião de ideias Política: Pesquisa afirma que 54% dos eleitores dizem ter vivenciado compra de votos Internacional: Líder nas pesquisas, ultradireita diz estar ‘pronta para governar' França Caderno 2: Dinho Ouro Preto diz que ‘O Capital soube não congelar no tempo'See omnystudio.com/listener for privacy information.
Judeu Ateu, Estranho, Tojyo e Izzo (Dentro da Chaminé) retomam o clássico quadro onde falam as implicações da triangulação entre você leitor, os mangás e um terceiro substantivo. Desta vez, dinheiro. Mais especificamente, sobre nossa relação com mangás que são feitos especificamente para ganhar dinheiro, mangás feitos sob encomenda, mangás sem amor. Julgamos corretamente esses mangás? Afinal algum mangá não é “vendido”? Apoie o AoQuadrado² no APOIA.se | Feed | Contato: contato@aoquadra.doCronologia do episódio(00:00) Você, mangás e o capital(48:00) Recomendação da Semana – Centuria
No mundo do capital, o trabalho é o filtro dos desejos. Ele pode ser menos pior ou horrível, dependendo das circunstâncias econômicas, politico e sociais, incluindo recortes de classe, gênero e raça. Estamos acuados, mas resistimos tentando associar o trabalho a algo que amamos ou consideramos justo. O problema é que, ao fazer isso, não trabalhamos diretamente a favor do capital e, portanto, enfrentamos diversas novas dificuldades. Este é o nosso caso: a filosofia, quando entra no mercado, enfrenta a angustiante questão: "como vender o não saber?".ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksNewsletterTexto lidoLive no YouTubeOrçamentoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurMailing: Adriana VasconcellosAss. Produção: Bru AlmeidaCortes: Marcelo StehlickTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
INSCREVA-SE no nosso canal no YouTube. https://youtube.com/@Gapfilosofico PIX 《《《 gapfilosofico@gmail.com Telegram https://t.me/GAPFILOSOFICO
O fantasma da crise na banca voltou e deixou à vista perigos que se julgava estarem ultrapassados. O tema está em destaque no podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz onde não faltam criticas ao gestores bancários, aos supervisores e aos Governos, "sempre dois passos atrás da banca". O cronista diz que os problemas se agravam numa Europa de más lideranças que "só tem olhos para a guerra". Um olhar crítico ainda para os milionários líderes das tecnológicas, "fora de qualquer escrutínio" e uma reflexão sobre as Forças Armadas num país "sem capacidade" para desempenhar as funções traçadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edição de 26 Novembro 2022
Os provérbios de Jerónimo de Sousa e as conversas sobre o tempo.
Alberto Gonçalves comenta a discriminação praticada e assumida por uma professora do terceiro cicloSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio de Megafone, a economista Leda Paulani lê um trecho de O CAPITAL, no qual Marx escreve sobre o papel do dinheiro e do crédito na sociedade capitalista e sobre a contradição entre mercadoria e dinheiro nos momentos de crise.
No terceiro episódio de Léxico Marx, quadro em que conceitos-chave do instrumental marxiano são destrinchados por alguns dos maiores estudiosos da obra do nosso barbudo predileto, a historiadora Virgínia Fontes apresenta o famigerado conceito de "acumulação primitiva" no interior da obra de Marx. Explicando o contexto e as origens do conceito no Livro I d' O CAPITAL, ela discute também os debates posteriores em torno dele, feitos por Lênin, Rosa Luxemburgo e David Harvey, entre outros, e reflete sobre sua atualidade no capitalismo contemporâneo.
pix gapfilosofico@gmail.com
FAÇA PARTE DO FOLLOW THE MONEY:
Por Pr. Gilberto Wegermann. Mensagem 4 da série "Missão Capital". https://bbcst.net/T7634
Por Pr. Gilberto Wegermann. Mensagem 4 da série "Missão Capital". https://bbcst.net/T7634
Por Pr. Gilberto Wegermann. Mensagem 3 da série "Missão Capital". https://bbcst.net/T7627