Polish Marxist theorist, socialist philosopher, and revolutionary
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Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Send us Fan MailInvadidos por la fiebre del futbol en la CDMX encontramos un ciclo de cine relacionado al futbol y la sociedad realizado por la fundación Rosa Luxemburgo. Para hablarnos un poco más de esto, Gerold Schmitm director de la fundación nos habla al respecto.Si quieres saber más sobre la fundación, el ciclo o ver las discusiones alrededor de la película, puedes hacerlo en los siguientes links. Sitio web: rosalux.org.mxMicrositio Fuera de lugar: rosalux.org.mx/fuera-de-lugarX: /rosaluxmexicoFacebook:/rosaluxmexicoYoutube: @rosaluxmexicoSupport the showCon Orquidea Vara Síguenos en instagram, facebook, o escríbenos a nuestro correo: hablando.luz.0@gmail.comUn episodio nuevo cada lunes.
A primeira parte, organizada por Michael Lowy se chama "Concepções de vida", com os textos:Nacionalismo e Internacionalismo (10 de out de 1924)Passadismo e futurismo (31 de out de 1924)O nacional e o exótico (28 de nov de 1924)A imaginação e o progresso (12 de dez de 1924)Duas concepções da vida (9 de jan de 1925)O homem e o mito (16 de jan de 1925)A luta final (20 de março de 1925)Pessimismo da realidade e otimiso do ideal (21 de agosto de 1925).O livro principal é: Por um Socialismo Indo-Americano. Mariátegui; Michael Lowy. Expressão Popular: Por um socialismo indo-americano - Expressão Popular O livro anterior utilizado é: O labirinto periférico: Aventuras de Mariátegui na América Latina. Deni Alfaro Rubbo. Autonomia Literária: O labirinto periférico: aventuras de Mariategui na América Latina – Autonomia Literária#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) Referências e bibliografia:[1] Por um socialismo Indo-Americano: ensaios escolhidos. José Carlos Mariátegui. Expressão Popular. https://expressaopopular.com.br/livraria/9786558911258por-um-socialismo-indo-americano/[2] Revista Clio Operária: https://www.cliooperaria.com/ [3] Acumulação do capital. Rosa Luxemburgo. Civilização Brasileira.[4] Cultura fora da lei: representações de resistência. bell hooks. Editora Elefante.[5] Educação, terra e liberdade: princípios educacionais do MST em perspectiva histórica. Carlos Bauer. Paco Editorial..Clio Operária: Clio Operária | Revista Drive das leituras (Roteiro disponibilizado no drive sobre a quinta temporada):https://mega.nz/folder/UYNwQZZS#rCNoahoz13hVy7Elyc4Ymg.CUPONS DE DESCONTO:#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) - https://autonomialiteraria.com.br/loja/.Não se esqueça de nos seguir nas redes sociais para ficar sempre por dentro dos nossos conteúdos:.Instagram: @morcego_marcos_BlueSky: marcosmorcego@bsky.socialYoutube: https://www.youtube.com/livescavernadomorcegoTwitch: twitch.tv/cavernamorcego.Colabore com a Caverna do Morcego, seja um apoiador:Apoio coletivo:apoia.se/cavernamorcegopicpay: @ marcos.morcegopix e email de contato: podcastmorcego@gmail.com.Equipe:Roteiro/edição : Marcos MorcegoVoz/Postagem: Marcos MorcegoCapa: Geovane Monteiro / @geovanemonteiro.bsky.social / @geovanedesenheiro
"O mundo da mulher burguesa é sua casa, a casa da mulher proletária é o mundo". Rosa Sangrenta fala da importância da mulher proletária assumir sua centralidade nas discussões políticas.Leitura do panfleto A PROLETÁRIA na íntegra.
En este episodio del Podcast Político, Balam y Christian analizan el discurso del primer ministro canadiense Mark Carney en el Foro de Davos, un discurso que amplios sectores de la izquierda liberal celebraron como un acto de resistencia frente al trumpismo. ¿Pero qué dice realmente Carney?Revisando clip por clip, desentrañamos lo que hay detrás de la retórica: defensa de valores liberales clásicos, inversión en la OTAN y armamento, reducción de impuestos para atraer inversionistas, y acuerdos estratégicos con China que contradicen su propio discurso sobre derechos humanos. Todo enmarcado en una visión nacionalista que equipara crecimiento del PIB con bienestar social y que no menciona una sola vez a los trabajadores, salvo para descartar su organización.Frente a esta falsa alternativa entre el barbarismo trumpista y el neoliberalismo con rostro humano de Carney, recuperamos el pensamiento de Rosa Luxemburgo: su concepción dialéctica de la democracia burguesa, la distinción entre reforma y revolución, y su análisis del imperialismo como expresión política de la acumulación de capital. ¿Tiene sentido seguir pensando en términos de imperialismo cuando el capital ya conquistó prácticamente todo el planeta? ¿Por qué la izquierda debería tomar partido en disputas entre élites?#markcarney #neoliberalismo #establishment
Durante meses, especulou-se sobre a possibilidade de umainvasão dos Estados Unidos à Venezuela, em meio ao cerco militar no Caribe, àsacusações de narcotráfico e às ameaças diretas ao governo bolivariano. Muitosanalistas avaliavam que a estratégia se manteria no campo da pressão e daintimidação, dando continuidade às tentativas de desestabilização patrocinadaspelos EUA na Venezuela e na América Latina ao longo de décadas. A invasãomilitar, com mortes de civis e o sequestro do presidente Nicolás Maduro, marcouuma inflexão inédita, retomando práticas de intervencionismo direto associadasà Doutrina Monroe. A conversa discute esse episódio e seus significadospolíticos, trazendo também diferentes perspectivas e debates existentes nointerior da esquerda sobre a crise venezuelana. Para nos aprofundarmos maissobre o assunto, entrevistamos o sociólogo venezuelano da Universidad Centralde Venezuela, pesquisador em ecologia política, integrante do Observatório deEcologia Política da Venezuela, colaborador da Fundação Rosa Luxemburgo eparticipante da CLACSO.*Apresentação:* Samiyah Becker*Entrevistado:* Emiliano Terrán Mantovani*Roteiro:* Samiyah Becker, Fernando Cunha e Gislaine Amaral*Edição:* Carolina Ferreira*Realização:* Pulso Latino Podcast e Berta ColetivoLatino-Americanista
Este é o nosso episódio de número 234 e nele mergulhamos na vida e no legado de uma das figuras mais fascinantes do século XX: Rosa Luxemburgo. Para isso recebemos a professora Isabel Loureiro, uma das maiores especialistas no Brasil… Leia mais → O post 234.Rosa Luxemburgo, com Isabel Loureiro apareceu primeiro em filosofia pop.
Uma parceria do Brasil de Fato com a Fundação Rosa Luxemburgo resultou no documentário Tarifa Zero: Cidade em Disputa, que discute como a maior cidade do Brasil trata a população periférica no que diz respeito do direito a ir e vir. Quem Conversa Bem Viver é a produtora executiva do documentário, Katarine Flor, da Fundação Rosa Luxemburgo
Bom dia, boa noite, boa tarde! Neste episódio, Letícia Parks te convida para uma imersão na vida e obra de Rosa Luxemburgo, a dirigente revolucionária mulher mais importante da história da classe operária internacional. Inspirado no lançamento "Rosa Luxemburgo: a águia da revolução", de Diana Assunção, vamos explorar a trajetória dessa figura central do marxismo. Além de mergulhar em sua biografia, analisaremos o instigante debate sobre a relação de Rosa com o feminismo. Através de suas cartas e da história do movimento feminista, buscamos as contribuições que o estudo da obra de Rosa Luxemburgo pode nos oferecer para pensar o feminismo socialista nos dias atuais. Conheça mais sobre Rosa Luxemburgo e o livro "Rosa Luxemburgo: a águia da revolução" da Diana Assunção! Livro disponível para venda em http://casamarx.com.br Apresentação e Roteiro: Letícia Parks Assistência de roteiro: Odete Assis e Diana Assunção Edição: Tas Finalização: Juan Pablo Diaz Vio Produção: Esquerda Diário, Pão e Rosas e Instituto Casa Marx
Un episodio de Rosa Luxemburgo para reflexionar sobre la sensibilidad y la responsabilidad moral en tiempos de transformación social.
(Foro por la Memoria Segovia, 2025) Con Santiago Vega Sombría, autor; Miguel Martínez del Arco, autor de Memoria del frío; y Amelia Martínez Lobo , Fundación Rosa Luxemburgo. Es un libro-catálogo que incluye todos los contenidos de la exposición permanente del mismo nombre, que da sentido al Memorial. Cuenta con 200 páginas y 500 imágenes: fotografías individuales y colectivas, documentos, prensa clandestina, cartas manuscritas de los presos…
TUTAMÉIA retransmite ao vivo a visita do presidente Lula ao Acampamento Quilombo Campo Grande, em Campo do Meio, MG. Além dele, participam ministros como Paulo Teixeira (MDA), parlamentares e apoiadores da reforma agrária. A acontece na Escola Popular de Agroecologia Eduardo Galeano, reconstruída após ser demolida em um despejo truculento em agosto de 2020, durante a pandemia. O presidente Lula deve assina sete decretos de interesse social para fins de reforma agrária, somando 13.307 ha e R$ 189 milhões em investimentos, com potencial de atender cerca de 800 famílias. Também está prevista a entrega de 12.297 lotes para famílias acampadas em 138 assentamentos rurais, totalizando 385 mil hectares (ha) espalhados em 24 estados do país. O governo anuncia ainda R$ 1,6 bilhão para Crédito Instalação em 2025, que podem ser aplicados em habitação, apoio inicial e fomento aos jovens e mulheres na reforma agrária. Estima-se que pelo menos 18 mil famílias serão beneficiadas com novas moradias. Também será autorizada a segunda rodada do Pronaf A, com liberação de crédito de até R$ 50 mil — com 25% de rebate e juros entre 0,5% e 1,5% ao ano — além de R$ 48 milhões para o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) em 2025.Outro anúncio é a destinação de R$ 1,1 bilhão para o PAA, o Programa de Aquisição de Alimentos. Entre 2023 e 2024, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) comprou, por meio do programa, 249 mil toneladas de alimentos de 2.780 cooperativas e associações, sendo 26% de assentados da reforma agrária. Este ano, novamente, boa parte da produção será comprada de famílias assentadas da reforma agrária.QUILOMBO CAMPO GRANDE — Local que será palco da cerimônia que inclui a entrega histórica para a reforma agrária nesta sexta-feira, o Complexo Ariadnópolis era parte da massa falida da Usina Ariadnópolis Açúcar e Álcool S/A. A usina deixou de funcionar em 1996, com dívidas com a União e sem pagar salários atrasados e verbas indenizatórias aos seus funcionários, que permaneceram na terra.Em 1998, os funcionários criaram o Quilombo Campo Grande, hoje composto por onze acampamentos: Betim, Campos das Flores, Chico Mendes, Fome Zero, Girassol, Irmã Dorothy Resistência, Rosa Luxemburgo, Sidney Dias, Tiradentes e Vitória da Conquista.Cada uma das mais de 450 famílias integrantes do Quilombo Campo Grande tem, em média, 8 ha de terra. Juntas, produzem e comercializam mais de 160 alimentos de qualidade, tais como mandioca, feijão, hortaliças, milho e café. No caso do café, são mais de 2,2 milhões de pés do fruto, que, colhido, torrado, empacotado e comercializado sob a marca Guaií (do guarani, “semente boa”), tornou-se referência nacional de qualidade.Para Tuíra Tule, da Direção Nacional do MST em Minas Gerais, a conquista é um marco na luta pela terra no Brasil. “Nós, que plantamos nessa terra mais de 2 milhões e 200 mil pés de café, mais de 160 tipos diferentes de alimentos, que já sofremos e resistimos a mais de 11 despejos, sabemos que os amigos e amigas do Movimento são fundamentais para essa luta, e por isso reforçamos a importância de estar juntos nesse ato de desapropriação dessa terra”, afirma.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Desde el nacimiento de la sociedad dividida en clases, la lucha entre opresores y oprimidos ha marcado el destino de la humanidad. Antoni Puig Solè, Silvia Adoue, Ernesto Flores y Juanma Olarieta comparten reflexiones con EC. Conduce Jose M Corrales Recomendaciones: Toni Puig Solè: Domenico Losurdo - La lucha de clases Jose Mª. Vidal Villa - Qué es la lucha de clases Silvia Adoue: La formación de la clase trabajadora inglesa, de Edward Palmer Thompson.Reforma y revolución y La acumulación del capital, de Rosa Luxemburgo. Capitalismo y esclavitud, de Eric Williams. Capitalismo dependiente y clases sociales en América Latina, de Florestan Fernandes.Por un feminismo afrolatinoamericano, de Lélia González. El capitalismo tardío, de Ernest Mandel. Los hongos del fin del mundo, de Anna Tsing. Dialéctica de la dependencia, de Ruy Mauro Marini. Calibán y la bruja y El patriarcado del salario, de Silvia Federici. Mujeres, raza y clase, de Angela Davis. Recomendaciones cinematográficas: Queimada, de Gillo Ponecorvo Toda la obra de Ken Loach Ernesto Flores: Nikolai Ostrovski - Así se templó el acero Pablo Hásel y Siker https://youtu.be/O2WVmnn7Ue0?si=2lYEfRLi1vuXRLaY Juanma Olarieta: Marx y Engels, Manifiesto comunista Lenin, ¿Qué hacer? Películas: Novecento, 1976, de Bernardo Bertolucci La sal de la tierra, 1954, Herbert J. Biberman t.me/EnfoqueCritico (https://t.me/EnfoqueCritico) debateafondo@gmail.com @EnfoqueCritico_ facebook.com/DebateAFondo facebook.com/josemanuel.corrales.750/ https://www.youtube.com/@EnfoqueCritico Instagram enfoquecritico Mastodon @EnfoqueCritico@masto.es Bluesky @enfoquecritico.bsky.social
Nosso 2º episódio da temporada de férias é com: Rosa Luxemburgo, discutindo a reinvenção organizacional das esquerdas na Alemanha durante o período da revolução .Partimos do livro publicado pela Editora Expressão Popular: Rosa Luxemburgo e o protagonismo das lutas de massa, pela Isabel Loureiro: https://expressaopopular.com.br/livraria/9788577433278rosa-luxemburgo-e-o-protagonismo-das-lutas-de-massa/E o livro da Editora Unesp: Rosa Luxemburgo: textos escolhidos (1914-1919) também de organização da Isabel Loureiro: https://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539301607,rosa-luxemburgo-vol.-2Em um momento de necessidade de novas ferramentas na esquerda para a luta, esse texto é crucial..Drive das leituras (Roteiros da 4ª temporada disponibilizado no drive sobre a quarta temporada):https://mega.nz/folder/UYNwQZZS#rCNoahoz13hVy7Elyc4YmgLink especifico: https://mega.nz/fm/kZUShLKD.CUPONS DE DESCONTO:#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) - https://autonomialiteraria.com.br/loja/.Não se esqueça de nos seguir nas redes sociais para ficar sempre por dentro dos nossos conteúdos:.Instagram: @morcego_marcos_BlueSky: marcosmorcego@bsky.socialYoutube: https://www.youtube.com/livescavernadomorcegoTwitch: twitch.tv/cavernamorcego.Colabore com a Caverna do Morcego, seja um apoiador:Apoio coletivo:apoia.se/cavernamorcegopicpay: @ marcos.morcegopix e email de contato: podcastmorcego@gmail.com.Equipe:Roteiro/edição : Marcos MorcegoVoz/Postagem: Marcos MorcegoCapa: Geovane Monteiro / @geovanemonteiro.bsky.social / @geovanedesenheiro
En el primer bloque, nos sumergimos en la asamblea de los referentes globales de la ultraderecha, donde Milei dio una master class de conducción libertaria. Con el reporte de Lucía Cholakian (The New York Times) y la opinión de Fernando Cerimedo (Derecha Diario). En la segunda parte, la llegada al golfo de San Matías de un buque para exportar gas natural licuado revela los modales de la transición energética. Opinan Suyay Quilapán, de la Multisectorial en defensa del Golfo, y Fernando Cabrera, del Observatorio Petrolero Sur. Por último, Victoria Villarruel aterrizó en Neuquén y se picó la interna del oficialismo provincial, a la vera de Vaca Muerta. Con el análisis del periodista rionegrino Pablo Bassi. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Natalia Gelós, Juan Pablo Hudson y Mario Santucho. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque, el éxito de la estabilización económica de Milei depende de un puente de dólares y nos lleva directo a la enfermedad holandesa. Hablan la economista Natalia Pérez Barreda (MATE), el empresario Jorge Sorabilla (UIA) y el historiador económico Pablo Gerchunoff. En la segunda parte, todo lo que tenés que saber sobre la ruptura de la CGT y no te dieron muchas ganas de preguntar. Opina el periodista Jorge Duarte (Infogremiales) y el secretario general de SIPREBA Agustín Lecchi. Por último, viajamos a Mar del Plata porque el histórico Festival de Cine está en terapia intensiva y les cineastas armaron un contra-campo. Con testimonios de los cineastas Hernán Roselli y Mariano Llinás. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Natalia Gelós y Mario Santucho. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. lustración del episodio: Julieta Farfala.
En el primer bloque, Milei amenazó con tocar rock en Río pero terminó bailando tango con los comunistas. Hablan la corresponsal Eleonora Gosman, el periodista Alejandro Bercovich y el sinólogo Gustavo NG. En la segunda parte, la patota tuitera amenaza con tomar las armas: ¿les da la nafta? Opinan Herńan Stuchi (dirigente de Pibes Libertarios) y el filósofo Diego Sztulwark. Por último, viajamos a los campos yerbateros porque tareferos y pequeños productores anunciaron un paro inédito en Misiones. Con el testimonio de Ana Cubilla (titular del sindicato de obreros rurales). Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Natalia Gelós, Juan Pablo Hudson y Mario Santucho. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. Ilustración del episodio: Azul Blaseotto.
En el primer bloque, un espectacular doble crimen en Rosario puso en primer plano a los poderes paraestatales del fútbol, el narco y la política. Hablan el especialista Carlos del Frade, el periodista Hernán Lascano, la antropóloga Rita Segato y nuestro editor Juan Pablo Hudson. En la segunda parte, Cristina Fernández de Kirchner a las puertas de la proscripción. ¿Democracia estás ahí? Con aportes de la periodista judicial Sofía Caram y Myriam Bregman, dirigente del Frente de Izquierda. Por último, el gobernador Cornejo quiere inaugurar la era del cobre en Mendoza y lo demás no importa nada… incluso el agua. Opinan el referente mapuche Gabriel Jofre y el politólogo Oscar Soto. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Natalia Gelós y Mario Santucho. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque, las consecuencias del triunfo de Trump en la Argentina y la radicalización de ultraderecha que amenaza con demoler la Cancillería. Hablan la especialista Mónica Peralta Ramos, el periodista Juan González, el diplomático Pablo Tettamanti y el diputado nacional Fernando Carbajal. En la segunda parte hablamos de la Unión Cívica Radical, que se debate entre un extraño atentado que sufrió su sede partidaria y la ruptura del bloque en Diputados. Con el testimonio de la diputada nacional Danya Tavela. Por último, viajamos a la Patagonia austral, donde un tendal de ballenas muertas nos mueve a preguntarnos por la salud de nuestro mar. Opinan el biólogo Juan Pablo Nievas y el abogado ambientalista Gonzalo Vergez. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Natalia Gelós y Mario Santucho. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque, el gobierno festeja los indicadores favorables y se derechiza cada vez más. ¿Van a correr o van ganando? Con el aporte de Juan Manuel Telechea, del Instituto de Trabajo y Economía de la Fundación German Abdala, Deo Carrizo, del Movimiento Campesino de Santiago del Estero y Neka Jara, militante comunitaria. En la segunda parte, arrecian las inversiones litíferas pero nadie se pregunta por el lado b del extractivismo. Con análisis de la abogada Verónica Gostissa y la gestora ambiental Evelyn Vallejos. Por último, volvemos sobre el ataque a Fernando Miño porque finalmente se probó su inocencia y ahora: ¿quién se hace cargo del daño? Con el aporte de la diputada provincial Lucía Klug. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Natalia Gelós y Mario Santucho. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. Ilustración del episodio: Ezequiel García.
En el primer bloque, nos sumergimos en el culebrón de la interna kirchnerista que copó la semana: ¿qué expresa el enfrentamiento entre CFK y Kicillof? En la segunda parte, escudriñamos qué está en juego en la transformación de la AFIP y en la inminente ola de privatizaciones. Con aportes de Rodolfo Aguiar, Secretario General de ATE Nacional, y Verónica Pérez, investigadora del Conicet y de la UNSAM. En el tercer bloque, analizamos la reforma de la ley de refugiados y qué pasará con los bolsonaristas prófugos. Opina Diego Morales, del CELS. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Natalia Gelós y Juan Pablo Hudson. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque, el desborde de la protesta universitaria se hace federal y provoca la reacción torpe de la ultraderecha gobernante. Cartografía de un gigante que despertó. Opinan tres estudiantes desde las tomas + Alfredo Alfonso (rector de la Universidad Nacional de Quilmes) + Corina Graciano (docente de la Universidad Nacional de la Plata) + Emiliano Yacobiti (vicerrector de la UBA). En la segunda parte, analizamos la primavera financiera del gobierno de Milei y sus dos operaciones estrellas: el blanqueo de capitales y el carry trade. Hablan los expertos Alejandro López Mieres (investigador del IPyPP) y Pablo Repetto (analista de Aurum Valores). Por último, viajamos a San Pedro para ver de cerca cómo una estafa piramidal se ganó el corazón de la gente común. Con el testimonio de la vecina Alejandra Lovianco. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque, el gobierno blindó el veto a la ley de financiamiento universitario: desandamos la rosca que lo hizo posible y mapeamos la lucha universitaria. Con análisis del diputado nacional de La Cámpora Matías Molle, la ensayista Verónica Gago, el investigador Juan Manuel Villula y Abril, estudiante de la Universidad Nacional de Catamarca. En la segunda parte, los libertarios no dejan territorio sin arrasar y ahora van contra la salud: recorte y mercantilización. Con aportes de las trabajadoras de la salud Camila Seijas (Hospital Laura Bonaparte), Verónica Gascón y Victoria González (Hospital Garrahan). En el tercer bloque, ¿que hay detrás del violentísimo allanamiento a la dirigente social Fernanda Miño perpetrado el martes? Con el testimonio de Fernanda Miño. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo
En el primer bloque, seguimos a Milei en su sistema de alianzas hacia adentro y hacia afuera de las fronteras ¿A qué juega el libertario? Con aportes de Raisha Correa de EdIPo, el periodista experto en China contemporánea Gustavo Ng y la periodista Giselle Leclerq. En la segunda parte, por ahora las multitudinarias marchas no alcanzaron para que el gobierno suelte el presupuesto. ¿Cómo sigue la cosa? Opinan Jhon Boretto, rector de la Universidad Nacional de Córdoba, y Agostina Olivera, presidenta del Centro de Estudiantes de la Facultad de Ciencias Sociales de la UBA. En el tercer bloque, cambia la forma de votar en la Argentina. ¿Qué ventajas y desventajas tiene la boleta única en papel? Con el análisis desde Rosario de Caren Tepp, de Ciudad Futura. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. Imagen del episodio: Daniluk
Pensar e construir uma vida sem catracas: a conexão entre a utopia e a realidade da Tarifa Zero.O retorno de Daniel Santini à Caverna do Morcego é com o lançamento de seu livro: Sem catracas - da utopia à realidade da tarifa zero! A discussão é lançadas às vésperas das eleições municipais, mas também pensando em um projeto que abarca a totalidade da vida!Dani Santini é coordenador na Fundação Rosa Luxemburgo, mestre e doutorando na FAUUSP e, além desse livro, autor de Passe livre: as possibilidades da Tarifa Zero contra a distopia da uberização!.Redes sociais:Insta: danisantiniBsky: danielsantini.bsky.social.Para adquirir seu livro da Autonomia Literária com a Fundação Rosa Luxemburgo: https://autonomialiteraria.com.br/loja/reportagem/sem-catraca-da-utopia-a-realidade-da-tarifa-zero/CUPONS DE DESCONTO:#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) - https://autonomialiteraria.com.br/loja/.Campanha Busão 0800:Nacional - busao0800.comSão Paulo: sp.busao0800.com.Drive das leituras (Roteiro disponibilizado no drive sobre a terceira temporada):https://mega.nz/folder/UYNwQZZS#rCNoahoz13hVy7Elyc4Ymg.Não se esqueça de nos seguir nas redes sociais para ficar sempre por dentro dos nossos conteúdos:.instagram: @morcego_marcos_bsky: marcosmorcego.bsky.socialYoutube: https://www.youtube.com/livescavernadomorcegoTwitch: twitch.tv/cavernamorcego.Colabore com a Caverna do Morcego, seja um apoiador:Apoio coletivo:apoia.se/cavernamorcegopicpay: @ marcos.morcegopix e email de contato: podcastmorcego@gmail.com.Equipe:Roteiro/edição : Marcos MorcegoVoz/Postagem: Marcos Morcego
En el primer bloque, viajamos una vez más a Córdoba, porque los fuegos arden y las peleas alrededor de él, también. Con aportes de Guillermo Galeano de la fundación Mil Aves, María Laura Daniele de la brigada comunitaria sacha y Alberto Seufferheld, ex director nacional del servicio de manejo del fuego. En la segunda parte: el acting del presidente Milei en la ONU mientras las inversiones significativas no llegan. Opinan el diplomático y exembajador Diego Guelar, el analista internacional Juan Gabriel Tokatlian y Augusto Costa, ministro de producción de la provincia de Buenos Aires. En el tercer bloque, analizamos los datos de la pobreza que arrasa al país y llegó al punto más alto de los últimos veinte años. Con aportes del padre Charly Olivero. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Mario Santucho y Natalia Gelós. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque, desgranamos el presupuesto 2025 presentado por el presidente Milei: entuertos y repercusiones de este hachazo que no afloja. Opinan el economista y periodista Ismael Bermúdez, Guido Rangugni (vicepresidente de ASAP, la Asociación Argentina de Presupuesto y Administración Pública) y Paola Zuban, de Zuban Córdoba y Asoc. En la segunda parte, volamos hacia el enfrentamiento entre aeronáuticos y la ultraderecha luego de que el gobierno amenazara con una privatización exprés. Con aportes de Juan Pablo Mazieri, vocero de la Asociación Pilotos de Líneas Aéreas, Sara Cufré (del Centro de Estudios e Investigaciones Laborales de Conicet) y Agustina Miguel, becaria postdoctoral del Conicet. En el tercer bloque, viajamos al sur, donde la Confederación Mapuche de Neuquén realizó cortes en el corazón de Vaca Muerta y se hizo escuchar. Reporta desde la lucha: Lef Nahuel, vocero de la Confederación Mapuche de Neuquén. Todos los sábados, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Juan Pablo Hudson y Facundo Iglesia. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. Imagen del episodio: Ezequiel García
En el primer bloque, el peronismo saca sus trapitos al sol, arde la interna en la provincia de Buenos Aires y la pregunta es cómo será el kirchnerismo que viene. Opinan José Luis Gioja y el ministro de Gobierno de la provincia de Buenos Aires Carli Bianco. En la segunda parte, Milei le gana el primer round a los jubilados pero el partido no terminó, mientras ya nadie sueña con la recuperación en V. Analizan Myriam Bregman, abogada y referente del PTS/Frente de Izquierda, y Luis Campos, investigador del Instituto de Estudios y Formación de la CTA - Autónoma. En el tercer bloque, entre la lluvia negra y los incendios el ambiente nos dice que no da para más. Aporta al debate Maristella Svampa. Todos los sábados a la mañana, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Mario Santucho, Ximena Tordini y Natalia Gelós. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque, el peso del ajuste libertario cae sobre jubilados y jubiladas, y también los palos de las fuerzas de seguridad. Opinan la diputada por Unión por la Patria Julia Strada y Hugo Blasco, de la Mesa Coordinadora nacional de jubilados y pensionados de la Argentina. En la segunda parte, nos sumergimos en el festival de la derecha triunfante y volvimos para contarlo. Analizan Vanina Escales (Latfem) y Gerardo Pisarello (diputado en el Congreso de España). En el tercer bloque nos vamos a la provincia de Jujuy donde los dueños de la tierra van por todo. Hablamos con Anastasia García del Movimiento Nacional Campesino Indígena. Todos los sábados a la mañana, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Mario Santucho, Ximena Tordini y Natalia Gelós. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
En el primer bloque analizamos la onda expansiva de la visita de diputados libertarios a los genocidas en Ezeiza. ¿A qué juega Victoria Villarruel? Opinan Juan Grabois, Julia Vittar (desde Tucumán) y el sociólogo Pablo Semán. En la segunda parte, nos metemos en el corazón de una disputa entre colosos: Mercadolibre dispara contra MODO y nos preguntamos el trasfondo de esa batahola corporativa. Con el análisis del ex presidente del Banco Central, Miguel Pesce; el investigador en finanzas Ignacio Carballo (UCA); y la periodista especializada Natalia Zuazo. Por último, recorremos las comunidades mapuche del sur andino que enfrentan varios ataques judiciales ¿Hasta dónde llegará la fuerza de la propiedad privada? Con el testimonio de una integrante del Lof Paillaco. Todos los sábados a la mañana, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Mario Santucho, Ximena Tordini y Juan Pablo Hudson. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. Imagen del episodio: Nicolás Daniluk ⚙️ Producen: @nataliagelos @alejandrodemasi, @perrupatonico y @facu.iglesiafrezzini
En el primer bloque: entre escándalos propios e inesperadas alianzas ajenas el oficialismo vivió una semana de tropiezos en el Congreso. Comparten sus análisis Paula Litvachky del CELS, Julian Alfie de INECIP y la periodista Gabriela Vulcano. En la segunda parte, las estrategias de los supermercados para sacar los dólares de abajo de los colchones, mientras el consumo está por el piso. Con los aportes de Vanesa Ruiz del Centro de Almaceneros de Córdoba y el supermercadista Martín Bugliotti. Por último, vamos a la provincia de Chaco donde el bosque nativo consiguió un respiro ¿qué negocios se destapan cuando se arrasa el monte? Con la participación de Enrique Viale, de Abogades Ambientalistas. Todos los sábados a la mañana, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Mario Santucho, Juan Pablo Hudson y Natalia Gelós. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. ⚙️ Producen: @ximenatordini @alejandrodemasi, @perrupatonico y @facu.iglesiafrezzini
En el primer bloque: mientras CFK declaraba en el juicio por el atentado en su contra llamando la atención sobre la violencia de la ultraderecha, las organizaciones populares enfrentaban una nueva embestida. ¿Dónde está el freno? Marcos Aldazabal (abogado de CFK) y Nico Rechanik (abogado de UTEP) En la segunda parte, nos sumergimos en el mundo de la generación de energía para entender qué está en juego en la reprivatización de las represas de Neuquén y Río Negro. Aportan Juan José Carbajales (consultora Paspartú) y Guillermo Díaz (Federación de Trabajadores de la Energía). Por último, analizamos cómo evolucionará el conflicto universitario, mientras se pauperizan los salarios docentes y estudiar es cada vez más difícil. Opina Diego Toscano, de la Universidad Nacional de Tucumán Todos los sábados a la mañana, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Mario Santucho y Natalia Gelós. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo. ⚙️ Producen: @juanpablo.hudson @alejandrodemasi, @perrupatonico, @flor15bada y @facu.iglesiafrezzini
En el primer bloque analizamos los efectos del lunes negro financiero en la paupérrima gestión económica del gobierno de Milei. Opinan les economistas Gonzalo Finlez, Natalia Pérez Barreda y el sociólogo Martín Schorr. En la segunda parte pasamos revista a los alarmantes índices de pobreza conocidos esta semana y acudimos a la marcha de la economía popular. Con la participación de Agustín Salvia (UCA), Federico Orchani (CELS) y Dina Sánchez (UTEP). En el tercer bloque: ¿qué hacemos cuando la violencia machista está en el corazón del poder? Aporta a la discusión: María Pía López. Todos los sábados a la mañana, el colectivo editorial de crisis analiza los sucesos más importantes de la realidad nacional. Hoy conducen Ximena Tordini, Mario Santucho y Natalia Gelós. Desde los estudios de FM La Tribu. Crisis en el aire cuenta con el apoyo de la Fundación Rosa Luxemburgo.
A quienes no callaron dedica Adolfo Burriel “Poemas para desordenar el silencio”, el nuevo y esperado libro del poeta que, hace ahora dos años publicaba con la editorial Vitrubio ”Antología Propia”, una publicación que nos permitía conocer mejor a este autor destacado y sobre todo venerado por compañeros y lectores.Rosa Luxemburgo, Nevenka Fernández, Francisco de Quevedo, Nicolás Bernardo, Eugenio de Nora… forman parte de esas lista a la que Adolfo dedica este libro amargo, en el que también encontramos un poema dedicado a los miles de niños muertos en Palestina o a los que intentan sobrevivir en el hospital de Gaza.Burriel reflexiona sobre la guerra, sobre las casas caídas, los bosques vacíos, los silencios y la derrota irredimible de todos los poetas, en este libro en el que los silencios se evidencian en los espacios en blanco y que es al mismo tiempo un grito que clama contra las injusticias del mundo.
A economista marxista Rosa Luxemburgo deixou um legado até hoje estudado e analisado por pesquisadores de todas partes do mundo e que ainda gera debate sobre os efeitos no mundo atual. Na opinião da professora Isabel Loureiro, aposentada do Departamento de Filosofia da Universidade Estadual Paulista, colaboradora da Fundação Rosa Luxemburgo, não se deve interpretar as ideias de […] O post ‘Chamar Rosa Luxemburgo de pacifista é um erro', analisa pesquisadora: ‘acima de tudo foi uma revolucionária' apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.
En este nuevo episodio exploramos el fenómeno del paramilitarismo en Colombia. Un fenómeno que ha dejado profundas heridas y marcas de violencia y que hoy en día la sociedad colombiana está intentando cerrar. Vean, para poner un ejemplo, el 3 de octubre de este año el Estado colombiano, en una ceremonia pública, se responsabilizó por las ejecuciones extrajudiciales (más conocidas como falsos positivos) ocurridas entre 2002 y 2008, que tuvieron como principales actores armados al Ejército colombiano y a las Autodefensas Unidas de Colombia (AUC). En nuestro recuerdo, lamentablemente, también se encuentran sucesos como la Operación Orión, en la Comuna 13 de Medellín, y la masacre de El Salado, la región de Montes de María. Así mismo, los grupos paramilitares en la historia del conflicto armado colombiano han sido los mayores perpetradores de masacres. Sin embargo, a pesar de todo lo anterior, pareciera que después de la desmovilización de las AUC, en el 2006, el paramilitarismo mutó y se hizo presente con nuevas variantes. Para hablar de este fenómeno nos acercamos al libro ¿Del paramilitarismo al paramilitarismo? Radiografías de una paz violenta en Colombia publicado por la Fundación Rosa Luxemburg en este 2023 y con nosotros se encuentra uno de los compiladores de este libro, Leonardo Luna Álzate. Junto a Leonardo también hablamos de la radionovela Ana Fabricia, la historia de una líder social colombiana. Escucha la radionovela Ana Fabricia Conoce sobre el trabajo desarrollado por la fundación Rosa Luxemburgo Únete a nuestra comunidad, dona y contribuye a que sigamos dando a conocer nuevos libros y trabajos. Anfitrión del podcast: Jaime Alexander González Casallas, Historiador de la Universidad del Rosario. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A alternativa política de Rosa Luxemburgo.A Liga Spartakus surge dos conflitos na Alemanha e na Revolução Russa com a social-democracia. A sua fundação surge pelo menos após 4 anos de conflito direto entre a questão de poder, a 1ª Guerra Mundial, e o desenvolvimento da luta socialista.Referências:Rosa Luxemburgo, textos escolhidos (1914-1918). Organizado por Isabel Loureiro. Editora Unesp (São 3 volumes entre: vol 1 (1899-1914); vol 2 (1914-1919); vol 3 (cartas).Homenagem aos 151 anos de Rosa Luxemburgo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLwOYAlx_eyF3jI-Tn8osjYF80C7oRHPauReforma ou Revolução / A socialização da sociedade: https://open.spotify.com/episode/04l6hFshsoLC61ZFd7IhyU?si=c7d559253f044b1c120 anos de Rosa Luxemburgo: https://open.spotify.com/episode/4AWfHl6edfOryxjcgwrqxV?si=00108b4f0a584b09.Drive das leituras:https://mega.nz/folder/UYNwQZZS#rCNoahoz13hVy7Elyc4Ymg.CUPONS DE DESCONTO:#MorcegoNaAutonomia (cupom de desconto de 20% nos livros da Autonomia Literária) - https://autonomialiteraria.com.br/loja/.Não se esqueça de nos seguir nas redes sociais para ficar sempre por dentro dos nossos conteúdos:.Twitter/instagram: @morcego_marcos_Youtube: https://www.youtube.com/livescavernadomorcegoTwitch: twitch.tv/cavernamorcego.Colabore com a Caverna do Morcego, seja um apoiador:Apoio coletivo:apoia.se/cavernamorcegopicpay: @ marcos.morcegopix e email de contato: podcastmorcego@gmail.com.Equipe:Roteiro/edição : Marcos MorcegoVoz/Postagem: Marcos Morcego
En este nuevo episodio exploramos el fenómeno del paramilitarismo en Colombia. Un fenómeno que ha dejado profundas heridas y marcas de violencia y que hoy en día la sociedad colombiana está intentando cerrar. Vean, para poner un ejemplo, el 3 de octubre de este año el Estado colombiano, en una ceremonia pública, se responsabilizó por las ejecuciones extrajudiciales (más conocidas como falsos positivos) ocurridas entre 2002 y 2008, que tuvieron como principales actores armados al Ejército colombiano y a las Autodefensas Unidas de Colombia (AUC). En nuestro recuerdo, lamentablemente, también se encuentran sucesos como la Operación Orión, en la Comuna 13 de Medellín, y la masacre de El Salado, la región de Montes de María. Así mismo, los grupos paramilitares en la historia del conflicto armado colombiano han sido los mayores perpetradores de masacres. Sin embargo, a pesar de todo lo anterior, pareciera que después de la desmovilización de las AUC, en el 2006, el paramilitarismo mutó y se hizo presente con nuevas variantes. Para hablar de este fenómeno nos acercamos al libro ¿Del paramilitarismo al paramilitarismo? Radiografías de una paz violenta en Colombia publicado por la Fundación Rosa Luxemburg en este 2023 y con nosotros se encuentra uno de los compiladores de este libro, Leonardo Luna Álzate. Junto a Leonardo también hablamos de la radionovela Ana Fabricia, la historia de una líder social colombiana. Escucha la radionovela Ana Fabricia Conoce sobre el trabajo desarrollado por la fundación Rosa Luxemburgo Únete a nuestra comunidad, dona y contribuye a que sigamos dando a conocer nuevos libros y trabajos. Anfitrión del podcast: Jaime Alexander González Casallas, Historiador de la Universidad del Rosario. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Los hombres despiertos se dan cuenta de sus conductas disfuncionales y buscan trascenderlas. Despertar a esta realidad y asumir el trabajo personal, supone la oportunidad de acceder a relaciones sanas, satisfactorias y equitativas. Christian Ortiz Hombres Despiertos: https://hombresdespiertos.org/ Christian Ortíz https://linktr.ee/ChrisOrtizV Entrevista: Claudia Asunsolo radiopassionus.com “Quien no se mueve, no siente las cadenas” Rosa Luxemburgo. Cuando comenzamos a despertar a la realidad de nuestros machismos, la mayoría nos queremos excusar sobre los propios pensamientos y conductas. Es muy incómodo asumir que, de hecho, sí somos machistas y no sabemos cómo cambiar. La mayoría de los hombres fuimos educados y socializados desde la masculinidad hegemónica, una masculinidad repleta de estereotipos de género que nos ha dañado a nosotros y también a las mujeres. La mayoría internalizamos ideas misóginas, es decir rechazando y odiando lo que dicen que es femenino; así comienza la fragmentación y mutilación emocional y psíquica, así nos vamos volviendo rígidos, cerrados, secos y con la pretensión de ser los siempre fuertes. Todo lo anterior provoca un gran daño estructural en nuestra capacidad de conectar con las mujeres, pero también con otros hombres. Nos han encerrado en una fortaleza de estereotipos que parece infranqueable. Algunos estereotipos de género asociados a conductas machistas son: No llorar, por lo tanto, hay represión y acumulación de frustración que tiende a manifestarse violentamente. No ser sensibles, por lo tanto, hay incapacidad de expresar y se canaliza como hipersensibilidad muda y dolor emocional. Es decir, nos ahogamos en nuestras emociones y cuando se expresan, es de forma insana. Ser dominantes, por lo tanto, nos volcamos al control excesivo y se niega la libertad de las demás personas. Esto lleva a herir, celar, domar, intimidar, amenazar, etc. Ser hipersexuales, por lo tanto, disfuncionar continuamente en intimidad y sexualidad. Es usual encontrar altas expectativas sexuales, fantasías destructivas, conductas de alto riesgo y frustración. … y la lista sigue y sigue. #machismo #masculinidades #hombres
Ecossocialismo é a saída para o Brasil? Quem responde a pergunta é a socióloga e economista política Sabrina Fernandes no programa 20 MINUTOS desta segunda-feira (17/04).A crise mundial do capitalismo, em um cenário no qual se desmonta a velha ordem unipolar construída depois do colapso soviético em 1991, coloca também enormes desafios para as forças de esquerda em escala planetária.As correntes majoritárias desse campo político-ideológico parecem continuar convencidas que não existiria alternativa fora da ordem capitalista. Setores mais moderados sequer consideram a hipótese de sair do modelo neoliberal. A opção possível estaria em reformas graduais que protegessem a democracia liberal das ameaças neofascistas, limitassem a ferocidade da acumulação capitalista, recuperassem ou expandissem garantias sociais, aumentassem a renda do trabalho e a oferta de emprego, salvaguardassem os grupos mais vulneráveis, avançassem na agenda dos direitos humanos e enfrentassem a crise climática. Mas há outras alas que, mesmo sem negar as reformas graduais, refutam qualquer possibilidade de solução aos mais importantes desafios da humanidade sem romper com a ordem capitalista e substitui-la por um outro sistema, ao qual genericamente continuam a dar o nome de socialismo. Mas qual socialismo? O que aprender com as experiências socialistas realmente existentes? Como organizar a transição pós-capitalista e acumular forças para realiza-la? Qual a combinação possível entre o gradualismo e a ruptura?Para conversar sobre essas e outras questões, nossa entrevistada de hoje será Sabrina Fernandes. Doutora em sociologia, faz pós-doutorado com a Fundação Rosa Luxemburgo e a Universidade Nacional de Brasília. Também é autora de “Sintomas Mórbidos” (Autonomia Literária, 2019) e “Se quiser mudar o mundo” (Planeta, 2020), além de fundadora e produtora do Tese Onze, canal de formação política e divulgação científica.----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já, agradecemos!Assinatura solidária: http://www.operamundi.com.br/apoio ★ Support this podcast ★
Rosa Luxemburgo fue una teórica marxista polaca de origen judío. En 1914 se opuso a la participación de los socialdemócratas en la Primera Guerra Mundial, por considerarla un enfrentamiento entre imperialistas. Tomó parte en la frustrada revolución de 1919 en Berlín y cuando la revuelta fue sofocada con la intervención del ejército y de grupos paramilitares y cientos de personas fueron encarceladas, torturadas y asesinadas.“La mayoría de las personas pasan de largo por las cosas más bellas de la vida sin prestar atención.”
No terceiro episódio de Léxico Marx, quadro em que conceitos-chave do instrumental marxiano são destrinchados por alguns dos maiores estudiosos da obra do nosso barbudo predileto, a historiadora Virgínia Fontes apresenta o famigerado conceito de "acumulação primitiva" no interior da obra de Marx. Explicando o contexto e as origens do conceito no Livro I d' O CAPITAL, ela discute também os debates posteriores em torno dele, feitos por Lênin, Rosa Luxemburgo e David Harvey, entre outros, e reflete sobre sua atualidade no capitalismo contemporâneo.
En este episodio Tamara y Pablo Pryluka hablan sobre la historia de Colombia, el proceso constitucional en Chile, Rosa Luxemburgo y la serie Bridgerton.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o cientista político Rodrigo Lentz, autor do livro “República de segurança nacional: militares e política no Brasil” (https://bit.ly/3FzOyV7), publicado em abril pela coleção Emergências, da Fundação Rosa Luxemburgo e da editora Expressão Popular. A obra investiga como as Forças Armadas têm influenciado as políticas de Estado brasileiras, desde a sua formação no período colonial até o protagonismo retomado no governo Bolsonaro. Falamos sobre a relação ora de subordinação, ora de protagonismo dos militares com as classes dominantes; a participação castrense em importantes marcos históricos do país, como a Proclamação da República, os golpes de 1964 e 2016 e a redemocratização; o debate a respeito da atuação em conflitos externos ou internos; a presença de membros progressistas nas Forças Armadas ao longo do século XX e o processo de homogeneização ideológica dos militares até os dias de hoje; a relação com os Estados Unidos e o projeto nacional; a tensão entre golpismo e legalismo nas vésperas do golpe de 1964; o legado da doutrina de segurança nacional nos governos civis pós-1985; a participação no governo Bolsonaro e muito mais! Rodrigo é doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB), mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e advogado, com graduação na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Pesquisa sobre o pensamento político dos militares brasileiros e a justiça de transição, com artigos científicos, capítulos de livros, artigos de opinião e entrevistas. Foi consultor da Organização das Nações Unidas (Pnud), coordenador da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e membro da 8ª Pesquisa Legislativa Brasileira (FGV/Oxford). Atualmente integra o grupo de pesquisa “Democracia e Sociedade” (Demodê/Unb), é pesquisador sênior do observatório sobre Defesa e Soberania Nacional do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social e professor convidado do curso de Especialização em Direitos Humanos e Políticas Públicas da Unisinos. Links: episódios do Guilhotina comentados durante a entrevista: João Roberto Martins Filho (https://bit.ly/3L2T5kb); Ana Penido e Miguel Stedile (https://bit.ly/3PdvHnu); e Luis Felipe Miguel (https://bit.ly/3ytV2n3). Trilha: Cuscobayo, “O Brasil vai acabar” (Rafael Froner); e BaianaSystem e BNegão, “Reza forte” (BNegão, Marcelo Monteiro Santana e Roosevelt Ribeiro de Carvalho).
Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o jornalista Leonardo Foletto, autor do livro “A cultura é livre: uma história da resistência antipropriedade” (https://bit.ly/3JdxLsc), publicado em 2021 pela editora Autonomia literária, em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. A obra trata da ideia de cultura livre dos gregos ao digital, passando pelo surgimento da imprensa, dos direitos autorais, das tecnologias do século XIX (rádio, fonógrafo, cinema), dos movimentos e ações de resistência ao copyright do século XX e do download livre. Conversamos sobre a cultura na Grécia antiga, as origens do plágio, a invenção da imprensa e seu impacto na propriedade intelectual, remuneração das criações artísticas, a explosão da indústria cultural, as transformações provocadas pela aparição da mídia digital, os movimentos de resistência e muito mais! Leonardo é mestre em Jornalismo e doutor em Comunicação e suas pesquisas estão focadas em comunicação, tecnologia e ativismo. Em 2011, ele lançou o livro “Êfemero revisitado: conversas sobre teatro e cultura digital”. Trilha: The Beatles, “Strawberry fields forever” (John Lennon e Paul McCartney); e Talking Heads, “I Zimbra” (Brian Eno, David Byrne e Hugo Ball).Esse episódio apoia a #OPodcastÉDelas2022.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem três convidadas neste novo episódio: a assistente social Cris Faustino, a jornalista Elisangela Soldateli Paim e a cientista política Lisbet Julca. A Elis é a organizadora e a Cris e a Lisbet são autoras de artigos do livro “Resistências e re-existências: mulheres, território e meio ambiente em tempos de pandemia” (https://bit.ly/35A1bBY), lançado em 2020 pela Editora Funilaria em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. A obra, escrita por mulheres de organizações sociais e pesquisadoras, apresenta um panorama dos impactos da pandemia e das mudanças climáticas no Brasil sob uma perspectiva de raça, classe e gênero. Falamos sobre as interrelações entre as crises sanitária e socioambiental, neoliberalismo e neodesenvolvimentismo, a agenda anti-mulher e antiambiental na ascensão da extrema-direita, os retrocessos colocados em prática pelo governo Bolsonaro e seu impacto sobre as trabalhadoras e os trabalhadores, violência e desigualdade de gênero e o papel tanto das mulheres como dos movimentos sociais no enfrentamento das crises atuais. A Cris preside o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos no Ceará e é membra da equipe do Instituto Terramar e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental e conselheira da Justiça Global. A Elis é doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Buenos Aires e coordenadora latino-americana do Programa Clima da Fundação Rosa Luxemburgo. E a Lisbet é militante do MST, faz parte do Coletivo de Coordenação da Escola Popular Rosa Luxemburgo do MST-São Paulo, realiza doutorado em Geografia pela Unesp e atua na Rede DataLuta. Trilha: Clara Nunes, “O canto das três raças” (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro); e Grupo Semente e Teresa Cristina, “Pra que discutir com madame” (Haroldo Barbosa e Janet de Almeida).Esse episódio apoia a campanha #OPodcastÉDelas2022.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o cientista social Rafael Toitio, autor, com Leonardo Nogueira e Maysa Pereira, do livro “O Brasil fora do armário: diversidade sexual, gênero e lutas sociais”, lançado em 2021 pela Expressão Popular e pela Fundação Rosa Luxemburgo e disponível para download em: https://bit.ly/3HRNXhL. Parte da coleção Emergências, a obra traça um histórico da sexualidade e do gênero no Brasil e no mundo e analisa como essas construções são fundamentais para a formação e a manutenção do capitalismo. Conversamos sobre a influência das relações de classe nas relações de gênero e de sexualidade ao longo da história, a importância da propriedade privada na constituição da família patriarcal monogâmica e heterossexual, a construção social do desejo, a naturalização dos privilégios masculinos, o choque da chegada dos colonizadores com as diferentes formas de viver a sexualidade e as relações de gênero que existiam no Brasil, a herança da escravidão para a sexualidade do povo brasileiro, os quilombos enquanto resistência ao modelo de família tradicional, história e política do movimento LGBTQIA+, a relação contraditória da esquerda com a diversidade sexual, limites da “política de identidade”, os avanços da agenda LGBTQIA+ durante o período de hegemonia neoliberal e a centralidade da diversidade sexual e de gênero na construção de um projeto popular para o Brasil. Rafael é doutor em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Unicamp e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. Trilha: Apokalypsis, “Liberdade” (Zé Brasil); e Elton John, “Oscar Wilde Gets Out” (Bernie Taupin e Elton John).
Hoje falaremos sobre militantes radicais, veganismo e materialismo histórico dialético. No trecho da Rosa Luxemburgo a voz que vocês ouvem é da queridíssima Sabrina Fernandes do @Tese Onze.Os links utilizados para esse episódio e as redes sociais estão no nosso site www.horaqueer.com e caso queira nos apoiar, apoie em apoia.se/horaqueer, picpay dimitravulcana ou pix doutoradrag@gmail.comUm Programa da Rede Ativista de Vozes @FIOPodcasts#hqacessível: Foto da Dimitra de peruca rosa, no lado esquerdo uma foto da Rosa Luxemburgo e da Sabrina Fernandes. No fundo imagens de vários vegetais e frutas, no meio está escrito “go vegan”. No cantos superior direito tem a logo Doutora Drag (uma drag com cabelos roxos e batom rosa) e a logo do FIO no centro.
Rosa Luxemburgo (Polonia, 1871 - Berlín, 1919), luchadora social quien desde las bases del marxismo construyó un movimiento socialista crítico y activo en la Alemania de principios del siglo XX, fue encarcelada en múltiples ocasiones por sostener sus ideas y actuar en consecuencia, en contra de la Primera Guerra Mundial y del régimen posterior a ésta en Alemania. Ese espíritu contestatario y sin tregua no la alejaba de mirar la vida con entusiasmo y ánimo, de encontrar belleza e instantes de felicidad en la cotidianidad, aun dentro de la cárcel. Así se le puede reconocer en las cartas que envío desde prisión a amigos y compañeros de lucha.Encuentra más contenido en nuestro sitio web. Síguenos en redes sociales: Facebook, Twitter, Instagram y YouTube, como Descarga Cultura.UNAM. Cuéntanos que géneros de la literatura o áreas del conocimient te gustaría escuchar.
Esse é um vídeo pra conhecer alguns quadrinhos sobre marxistas ou da obra de Marx e Engels como o manifesto, por exemplo.Os links utilizados para esse episódio e as redes sociais estão no nosso site www.horaqueer.com e caso queira nos apoiar, apoie em apoia.se/horaqueer#hqacessível: Um recorte de Dimitra, Che-Guevara e uma drag queen em desenho segurando um quadrinho do Gramsci. Na lateral quadrinhos de Angela Davis, Rosa Luxemburgo, Sabios do Sião, Manifesto Comunista e Gramsci. A imagem segue o padrão de cores da marca doutora drag que é roxo, rosa e verde. Na imagem está escrito "Quadrinhos Maxistas". Abaixo tem a logo da Mídia Ninja.