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Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
À Rádio Observador, o comandante Domingos Antunes relata que as primeiras horas foram muito complicadas em Leiria, mas graças à "criatividade" das autoridades a comunicação já foi restabelecida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num depoimento de duas horas e meia, a Polícia Federal interrogou o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Logo depois, ouviu o ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa. E, em seguida, o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Ainda não há decisão sobre uma acareação entre os três. O desemprego no Brasil atingiu o menor patamar em 13 anos. As estatais federais acumularam prejuízo recorde de seis bilhões de reais. Em ameaça à Europa, a Rússia movimentou um míssil hipersônico com capacidade nuclear. Na Alemanha, ladrões usaram uma furadeira para roubar 30 milhões de euros de um banco. Longas filas de turistas no aeroporto fizeram Portugal mudar o controle de passaportes. E a Mega-Sena recorde da Virada renovou o sonho de uma multidão de brasileiros.
Nesta edição do "Viaje na CBN", o comentarista Edson Ruy traz como destaque que viagens longas de avião podem ser cansativas, principalmente quando envolvem fusos horários diferentes. “Jet lag”, enjoo, dores articulares e ressecamento da pele são alguns dos problemas conhecidos como “efeito cabine”, que causa impactos físicos e psicológicos nos viajantes. Segundo especialistas, esse efeito pode ser suavizado com algumas práticas simples antes e durante o deslocamento. É sobre esse assunto que o comentarista trata. Ouça a conversa completa!
Alta da arroba em praças fora de SP pode indicar início de mudança no patamar de preços
A análise da actualidade da F1 por Afonso Castelo Branco, Sérgio de Matos, David Antunes e João Salviano. Onde falamos apaixonadamente de F1! Liga F1 Fantasy Vamos Falar de FUm: https://fantasy.formula1.com/en/leagues/join/C7DTFTAGU01 Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Bola: https://www.abola.pt/search?q=Vamos%20Falar%20de%20FUm Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/J3HKVX5qXYBILlQCtdjTDo
A garantia dos inversores está mudando — e isso afeta todo o setor solar!Nos últimos meses, alguns distribuidores passaram a oferecer apenas 1 ou 5 anos de cobertura nos equipamentos, rompendo com o padrão tradicional de 10 a 15 anos.Mas o que está por trás dessa decisão?Como isso impacta integradores, fabricantes e consumidores?E será que essa tendência veio para ficar?Neste episódio do Papo Solar, reunimos 3 líderes de grandes marcas para um debate franco e técnico sobre:✅ Os motivos da redução da garantia✅ Riscos jurídicos e responsabilidades na cadeia✅ Impacto nas vendas e na confiança do cliente✅ Como o integrador pode se proteger
Você sabe qual é o papel da nutrição nas provas de longa distância? Neste episódio recebemos a nutricionista Juliana Carvalho, especialista em atletas de endurance, para falar sobre os principais pontos que todo corredor precisa considerar: tempo em atividade, altimetria, temperatura, recuperação e muito mais.Se você corre trilha, asfalto, ou está se preparando para uma meia ou maratona — essa conversa vai mudar sua visão sobre como e por que se alimentar antes, durante e depois dos treinos.
Tire os casacos do guarda-roupa porque ele chegou oficialmente! Marcando a passagem do tempo e influenciando diretamente na rotina dos brasileiros, o inverno assume o controle no Hemisfério Sul a partir desta sexta-feira (20). Até o dia 23 de setembro, os dias serão mais curtos e as noites mais longas. Mas por que isso acontece? Em entrevista à CBN Vitória, o doutor em Astronomia, Marcos Calil, explica como a astronomia pode ajudar a compreender a estação mais fria do ano. Ouça a conversa completa!
No quadro “Relação de Troca” a alta do bezerro e a piora na relação com o boi gordo e no “Fala Produtor ” o pecuarista de Goiás que se especializou na recria.
Ouça o que movimentou o mercado nesta terça-feira.
No dia 24 de dezembro de 1524, há precisamente 500 anos, morria na Índia o navegador Vasco da Gama. Quem foi este homem, responsável por um dos maiores feitos da História de Portugal?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ah, o mundo fascinante da internet. De repente, em questão de segundos, uma afirmação qualquer, seja ela vinda de quem for, é encarada como verdade absoluta. Uma dessas frases de impacto me chegou semana passada. Uma ardorosa fã da cantora Taylor Swift – aliás, existe admirador da cantora americana que não seja ardoroso? – comemorou o fato dela ter lançado uma música com mais de dez minutos de duração. “Só Taylor para ter essa ideia”, sapecou a tiete, como se tratasse de um feito inédito na história do showbiz. Sérgio Martins é jornalista e crítico musical. Semanalmente, às 3ª, ele apresentra a coluna Conversas Musicais na Eldorado e, a cada 15 dias, publica no Estadão See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Debate da Super Manhã: Ônibus e metrôs lotados. Longas esperas pelos veículos, muitas vezes sucateados e insalubres. Essas são as principais dificuldades de quem depende do transporte público para ir e vir dos compromissos. Para os colaboradores, as falhas do serviço contribuem para os atrasos e faltas no trabalho, trazendo impactos no bolso. No debate desta terça-feira (26), o comunicador Tony Araújo conversa com os nossos convidados para saber as possíveis melhorias para o transporte público e o que diz a lei sobre os direitos dos trabalhadores. Participam o especialista em Tráfego e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Leonardo Meira, o advogado especialista em Direito Trabalhista, João Galamba, e a jornalista, titular da coluna Mobilidade do Jornal do Commercio, Roberta Soares,
Patrocine uma pauta do X do Controle! Neste episódio de O X do Controle SAC, PH Lutti Lippe e Guilherme Dias leem os comentários, dúvidas, críticas e desabafos dos ouvintes. Em pauta: games decepcionantes, o gargalo do PS5 padrão, nintendista que não gostou do PlayStation, videogame como arte e produto, estúdios de qualidade, jogos longos, contratações após demissões em massa, personagens preferidos dos games, jogos originais e PH é um inútil. MARCAÇÕES DE TEMPO (0:00) - Abertura (3:58) - Sobre jogos decepcionantes (12:59) - O “gargalo” do PS5 é a CPU (16:05) - Nintendista querendo dicas no PS5 (23:38) - “Videogame: arte x produto” (33:16) - Estúdios e desenvolvedores sinônimo de qualidade (39:47) - Sobre jogos longos (48:44) - Sobre contratações após demissões em massa (57:22) - Personagens preferidos dos games (1:05:52) - Encerramento Seja apoiador | YouTube | Twitter | Instagram | Tik Tok Nossas plataformas Contato: contato@xdocontrole.com
Queda recente nos preços da arroba reduz rentabilidade do confinamento e pode interferir na intenção de produção
Uma ouvinte quer saber porque não consegue ter relações longas.
Filas nos portos brasileiros não são uma novidade. Entretanto, neste segundo semestre de 2023, o tempo médio de espera para atracação de navios de grãos e fertilizantes está acima da média de anos anteriores. Uma combinação de fatores envolvendo clima adverso - com seca no Norte e fortes chuvas no Sul e Sudeste -, baixa liquidez no mercado de fertilizantes e lenta comercialização de safras vêm contribuindo para esse cenário. Junte-se a Camila Dias, diretora da Argus no Brasil, e João Petrini, repórter sênior da publicação Argus Brasil Grãos e Fertilizantes. Eles conversam sobre as atuais circunstâncias e os efeitos do elevado tempo de espera para as exportações e importações do país, elevando custos logísticos. Argus produz um conjunto de soluções de preços e inteligencia de mercado para a indústria de fertilizantes. Descubra mais em: https://www.argusmedia.com/pt/fertilizer
Para tirar já isto do meu caminho eu tenho muitos sonhos. Portanto eu não tenho um salário de sonho, eu preciso para aí de oito. Espero que o meu patrão esteja a ler porque está a chegar o Natal e estou a pedir SOCORRO. Agora mais calmo, imaginem-me num primeiro encontro hoje em dia. As crianças iam estudar essa interação na escola durante anos. Tipo "tudo o que não deves fazer num primeiro encontro", "porque não é boa ideia dizer que não estás a gostar" ou "101 dicas para não destruires um encontro (com exemplos reais)". E pronto, estava aqui divertidíssimo a brincar porque nunca mais teria um primeiro encontro mas depois li que a última parte do título é trair em relações longas e não sei se isto é um conselho ou um aviso. Mas pelo sim pelo não, vou estudar umas quantas perguntas creepy para levar preparadas. PS: Não me traiam. Tenho vozes vingativas na minha cabeça. PPS: Era um throwback ao episódio passado. Gostaram? Agora como expliquei ficou uma merda.
Viajamos até Recife para a cobertura do 27º Cine PE e Kel Gomes comenta os filmes que ganharam os principais prêmios, além dos demais longas exibidos. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Nesta edição do cinematório café, nós viajamos até Recife para a cobertura do 27º Cine PE - Festival do Audiovisual. Nesta primeira parte, Kel Gomes fala sobre a experiência de conhecer o evento e comenta os filmes que ganharam os principais prêmios, além dos demais longas exibidos em competição. O 27º Cine PE foi realizado de 4 a 9 de setembro de 2023 em Recife, Pernambuco - confira a minutagem em que cada um dos filmes é comentado no podcast: 00:00:00 – Conhecendo o festival 00:08:59 – “Eu Nunca Contei a Ninguém”, de Douglas Duan 00:13:24 – “Porto Príncipe”, de Maria Emília de Azevedo 00:23:06 – “Frevo Michiles”, de Fernando Coni Campos 00:27:47 – “Entrelinhas”, de Guto Pasko 00:33:59 – “Agreste”, de Sérgio Roizenblit 00:41:03 – “Ijó Dudu, Memórias da Dança Negra na Bahia”, de José Carlos Arandiba 00:46:52 – “Chumbo”, de Severino Neto O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
O mercado do futebol europeu teve um dia de fechamento bem movimentado na sexta-feira passada (01/09). Longas novelas terminaram, negócios foram abortados de última hora ou não saíram das rodas de especulação.A equipe do podcast faz um balanço das transferências e também passa a régua no que de melhor aconteceu no fim de semana na Europa, além dos acessos na Série D.APOIE A CENTRAL3: https://apoia.se/central3LOJA TRIVELA: https://caphead.com.br/trivelaNEWSLETTER: https://trivela.substack.com
Texto de Luís Pedro Cabral, com leitura de Inês Bernardo e edição áudio de Ana Zayara Coelho.
Ao domingo há tempo para leituras longas no P24.Leitura de Sérgio B. Gomes com edição de Inês Rocha, a partir de um texto de Patrícia Jesus.
Leitura e tradução de Carla B. Ribeiro com edição de Ana Zayara Coelho, a partir de um texto de Sally Jenkins, do The Washington Post.
Tita, um caminhoneiro com trinta anos de estrada e prestes a se aposentar, conta as histórias vividas à frente do volante. De São Paulo a Mato Grosso, o Prato Cheio acompanha a saga do trabalhador e mostra as agruras da vida de quem transporta tudo a todo lugar. Longas esperas, poucas horas de descanso, precariedade e solidão marcam milhares de vidas de caminhoneiros no Brasil.A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Oxfam Brasil, Instituto Ibirapitanga, Instituto Clima e Sociedade, Instituto Serrapilheira e a Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos.Você já entrou no canal do Prato Cheio no Telegram? Ele é nosso fórum de discussão sobre o podcast, onde a gente também manda bastidores e curiosidades sobre a produção dos episódios e divulga com antecedência tudo que estamos fazendo. Aliás, pro Prato Cheio seguir produzindo conteúdo independente e de qualidade, a gente precisa da sua ajuda. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue a Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Leitura de Sérgio B. Gomes e edição de Ana Zayara Coelho a partir de um texto de Rachel Tashjian, do The Washington Post, com tradução de Carla B. Ribeiro.
Texto de Rui Pedro Paiva com leitura de Inês Bernardo e edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Luísa Pinto com leitura de Sérgio B. Gomes e edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Sandra Nobre com leitura de Inês Bernardo e edição áudio de Ana Zayara Coelho.
Texto de Isabel Lucas com leitura de Inês Bernardo e edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Natália Faria com leitura de Sérgio B. Gomes e edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Ricardo J. Rodrigues com leitura de Inês Bernardo e edição de Ana Zayara Coelho, publicado originalmente no Contacto, jornal luxemburguês em língua portuguesa.
Texto de Nicolau Ferreira com leitura de Sérgio B. Gomes e edição áudio de Ana Zayara Coelho.
Texto de Carla B. Ribeiro com leitura de Inês Bernardo e edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Ana Sá Lopes com leitura de Sérgio B. Gomes e edição áudio de Ana Zayara Coelho.
Texto de Luís Octávio Costa, com leitura de Sérgio B. Gomes e edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Daniel Dias com leitura de Inês Bernardo e edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Alexandra Prado Coelho, com leitura de Sérgio B. Gomes e edição áudio de Ana Zayara Coelho.
Texto de José Neves, leitura de Inês Bernardo e edição de Ana Zayara Coelho.
Ao domingo há tempo para leituras longas no P24. Texto de João Miguel Tavares, com leitura de Sérgio B. Gomes e edição de Ana Zayara Coelho.
Contos do Gin-Tonic é da autoria de Mário-Henrique Leiria, com leitura de Inês Bernardo e David Pontes com edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de Bárbara Reis com leitura de Sérgio B. Gomes e edição de Ana Zayara Coelho. Este trabalho faz parte da edição especial dos 33 anos do PÚBLICO.
Texto e leitura de Inês Chaíça com edição de Ana Zayara Coelho.
Texto de João Pedro Pincha a partir de imagens de Miguel Manso. Leitura de Sérgio B. Gomes e edição áudio de Ana Zayara Coelho.
Ao domingo há tempo para leituras longas no P24.“Ciclone de 1941: o “demónio” de vento que varreu Portugal” é uma reportagem escrita e lida por Claudia Carvalho Silva, com edição áudio de Ana Zayara Coelho.Siga o podcast P24 e receba cada episódio logo de manhã no Spotify, na Apple Podcasts, no SoundCloud ou noutras aplicações para podcasts.Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt.
Iniciando a nossa série especial de podcasts da 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Renato Silveira e Kel Gomes comentam todos os filmes vistos durante a cobertura do festival, incluindo os longas das mostras Aurora e Olhos Livres, curtas da Mostra Foco e médias da mostra Cinema Mutirão. Foto: Jackson Romanelli/Universo Produção Entre os filmes da 26ª Mostra de Tiradentes comentados estão os premiados "As Linhas da Minha Mão", "Cervejas no Escuro", "O Canto das Amapolas" e "Remendo" (veja a lista completa de vencedores), além dos prestigiados "Vermelho Bruto", "Cambaúba" e "Caixa Preta". Confira abaixo a minutagem em que cada seção da mostra é comentada no podcast: 00:00:00 - Abertura da mostra e filmes do primeiro fim de semana, incluindo médias da mostra Cinema Mutirão 00:30:10 - Longas da Mostra Olhos Livres 00:53:53 - Longas da Mostra Aurora 01:32:08 - Curtas da Mostra Foco Confira aqui a nossa cobertura da 26ª Mostra de Tiradentes. Visite o site oficial da 26ª Mostra de Tiradentes. Quer nos mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema.
Papo entre Fabio Carvalho e Ricardo Hirsch sobre a importância de vivenciar as provas curtas arte chegar nas provas longas.