Podcasts about conseguimos

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Enterrados no Jardim
O Apocalipse de Merda. Uma conversa com Michael Marder

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 258:18


Uma desoladora mistificação do nosso tempo opera-se pelo colapso da responsabilidade, como um processo de recitação em que o ser se expurgasse daquela impiedade no juízo que faz de si mesmo, deixando de reconhecer como a consciência só alcança um limiar sagrado no momento em que cada um de nós admite que o “sermos responsáveis pelos nossos actos até ao fim dos tempos é o verdadeiro juízo final com que temos de nos confrontar” (Steiner). Suponha-se, então, que nos seria possível construir uma excepção que revertesse aquele sentido de responsabilidade absoluta de que falava Dostoievski em Os Irmãos Karamazov (“Todos somos culpados de tudo, culpados por todos diante de todos, eu mais do que os outros.”), construindo-se um efeito de expiação automática de qualquer pecado, em que a culpa não implica já que nos refaçamos dos nossos erros, mas que estes sejam atribuídos ao regime de dissociação geral em curso. Podemos hoje reconhecer como se tem procedido a uma espécie de morbidez da projecção, em que, por um lado, os homens entram num transe, num confessionalismo constante das suas fraquezas, exprimindo aquele desgosto por si mesmos que parte então em busca de causas mais gerais, por outro, tornando-se especialistas em narrar a sua queda, superam assim qualquer transtorno e retiram até um gozo perverso de se verem a actuar como possuídos, como se o próprio céu não passasse de uma ficção infernal, um modo de antecipar a culpa, justificar-se enquanto se encarna os piores defeitos que se poderia reconhecer de fora, sendo este o supremo gozo estético. Seria uma forma de dispor intimamente dessa intuição que guiou Benjamin ao reconhecer como a humanidade, que antigamente, com Homero, foi objecto de contemplação para os deuses olímpicos, veio a tornar-se objecto de contemplação para si própria, e até de forma cada vez mais obsessiva. Ele notava que a alienação de si própria atingiu tal grau que lhe permite viver a sua própria aniquilação como um prazer estético de primeira ordem. De algum modo isto explica como cada um tomou a seu cargo esse movimento de queda para lá de qualquer possibilidade de redenção, em que os seres se deliciam com a possibilidade de enfrentar o juízo final com uma insolência desmedida, com tal desdém pela realidade, que os seus gestos estariam consagrados à produção e reprodução da destruição do mundo, apreciando essa simetria entre a sua devastação íntima e a degradação sucessiva dos planos exteriores, como se o Antropoceno fosse uma projecção de ordem quase libidinal, uma forma de reclamar, pela posse violenta, toda a vida e todo o espaço, revirá-los, cometer contra eles o acto mais infame, realizando assim as nossas fantasias despóticas. E isto porque chegamos a um tal estado de amputação sensível que não conseguimos retirar verdadeiro gozo de uma relação de proximidade e de dependência dos elementos, de tudo aquilo que revelava a nossa fragilidade intrínseca, essa ânsia de ligação. “Compreendo que Nietzsche tenha perdido os sentidos ao ver espancar um cavalo”, diz Steiner. “Trazemos a condenação dentro de nós. Caso contrário, porque teríamos destruído o planeta?” Talvez tenhamos encontrado um meio de vingar-nos da morte, sendo certo que todo o anseio e o terror que esta nos provoca é o resultado de vidas que não sabem cumprir-se. Assim, produz-se esse golpe desesperado que faz do mundo um imenso cadáver de modo a ser-nos mais fácil passar por cima dele, fazer da nossa morte um triunfo. Conseguimos reconhecer esta forma de buscar a própria catarse no lixo, a forma depravada de encontrar esse corpo que corresponde inteiramente aos nossos excessos, à dedicação de todas essas descargas ofensivas, não sendo já possível a ninguém escapar a esta encarnação doentia. Os nossos actos ganhariam assim esse prestígio do horror, como se participassem de uma profecia obscena, traduzindo esse horizonte cor de carne, como as costas de um moribundo… “Demos graças pela nossa violência, disse ele, mesmo que ela seja estéril/ como um fantasma, embora não nos leve a lado nenhum,/ porque estes caminhos não levam a lugar algum” (Bolaño). O lixo torna-se a condição necessário de toda a lógica de acumulação, e acaba por representar a verdadeira herança e o próprio destino que melhor exprime os anseios de um ser que adoptou nas suas rotinas um princípio de indiferença face aos efeitos que produz, sentindo-se desalojado da própria mente, desalojado daquele sonho que antes nos aproximava, sendo que agora todos os sonhos implicam a degradação dos outros, e até quando tenta transmitir aquilo que deseja, só é capaz de produzir um discurso em que todas as palavras se tornam medonhas. “E viajava de um lugar a outro/ dos sonhos/ qual verme da terra/ arrastando o seu desespero/ comendo-o”… Ninguém estranha assim toda esta raiva, e alguns põem-se a fantasiar com um suicídio planetário, sendo hoje mais fácil imaginar o fim do mundo do que a possibilidade deste mundo prosseguir sem eles, com a frieza com que hoje nos despedimos seja de quem for. A destruição do planeta torna-se assim uma espécie de ilustração do estupor de um ser que faz a escolha de transformar o ultraje dos anos, a consciência do fim. É como se os vivos já não pudessem senão acreditar nessa cumplicidade que liga aqueles que estão obcecados com a sua morte, esses que conspiram para dar a morte à morte. Só que, como nos faz ver Michael Marder, “a morte da morte deteriora fatalmente a vida”, e, assim, “os restos descarregados no vazadouro das nossas loucas aspirações à incorruptilidade, à preservação estática, acabando por interferir nos estreitos parâmetros da vitalidade. Perecemos devido aos nossos anseios de imortalidade perversamente realizados e arrastamos connosco grande parte da biosfera.” A vida que se serve como esse deplorável espectáculo entrou numa decomposição angustiante há algumas décadas, e isto dá-nos uma sensação de ver realizar-se o projecto de um mundo submetido a um contágio em que vemos os mortos continuar entre os vivos. “Custa-lhes mudar os costumes, renunciar ao tabaco, ao prestígio de violadores de mulheres”, lê-se em A invenção de Morel. E se até certa altura a humanidade odiava aqueles seres que se dispunham a ter uma relação virada para o livro, o pensamento e a ética, e que lhe lembravam de que esta não era ainda verdadeiramente humana, se Steiner diz que essa era a verdadeira fonte de todo o ódio contra o judeu, esse que nos vinha exigir uma coisa que sabemos ser justa, mas que nos obrigava a dominar os nossos impulso e desejos, a certa altura, parece que a humanidade quis libertar-se dessas aspirações, e ela mesma realizou-se através de uma imortalidade pútrida, esta lixeira que significa a produção de uma realidade alinhada com o niilismo que por fim nos desobriga de qualquer obrigação moral para com este mundo. Neste episódio, Marder, que acaba de ver publicado entre nós Filosofia no Lixo – Uma Fenomenologia da Devastação, com selo da VS, veio orientar-nos neste confronto com esse monturo crescente de resíduos que sufoca, fende e diminui as regiões habitáveis do planeta, ao mesmo tempo que penetra a própria fibra do ser e exprime materialmente essa fantasia metafísica da economia capitalista que no seu crescimento monstruoso e sem trégua produziu um pesadelo de que não parece haver saída.

Meio Ambiente
Start-up francesa transforma cabelos em roupa, utensílio de limpeza e até aliado do reflorestamento

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later May 21, 2026 6:45


Todos os dias, toneladas de cabelos cortados em salões de beleza vão parar no lixo – quando, na realidade, poderiam servir de matéria-prima para diversos produtos. Uma start-up francesa transformou um projeto de dois estudantes em uma fábrica, que hoje emprega 20 pessoas e recicla até 20 mil quilos de cabelos por mês. Se os pêlos de animais podem ser utilizados, por que não os de humanos? Há sete anos, essa dúvida instigou o interesse de dois estudantes de administração em Clermont-Ferrand, no centro da França, quando eles descobriram que 4 mil toneladas de cabelos eram jogadas fora todos os anos no país. James Taylor e Clément Baldellou então perceberam que uma matéria-prima natural como essa teria um alto potencial de substituir a fibra plástica – portanto, derivada do petróleo –, com uma série de usos na indústria. Os dois se lançaram no desafio de criar a primeira cadeia de reciclagem de cabelos do mundo. "Vendo as propriedades desse material, achamos que era uma grande pena desperdiçá-lo. Decidimos encarar um desafio louco: coletar cabelos de salões de cabeleireiro e usá-los para criar diversas soluções inovadoras e eficientes”, explica Taylor, cofundador da Capillum, à RFI. Tapete de cabelos contra poluição por óleo O projeto começou com um tapete biodegradável que pode ser usado para absorver poluição por óleo nos solos, no mar ou nos rios. O cabelo, formado basicamente pela proteína queratina, tem a capacidade natural de agregar gordura.  "Devido à sua estrutura escamosa, o cabelo absorve óleos naturalmente. É por isso que lavamos o nosso cabelo”, complementa. "Ele reage da mesma forma com hidrocarbonetos. Conseguimos criar um material capaz de absorver até 26 vezes o seu peso em hidrocarbonetos, o que é muito interessante.” Convencer os cabeleireiros a coletar e guardar os fios, em vez de jogá-los no lixo, foi mais fácil do que imaginavam. Muitos profissionais relataram ser cada vez mais cobrados pelos clientes a adotar padrões ecorresponsáveis, como oferecer shampoos e tinturas menos químicos e se preocupar com aspectos como eficiência energética e o destino do lixo gerado pelo serviço. Casaco é o último lançamento  Hoje, quase 6 mil salões são parceiros em toda a França, e a atuação se expandiu para os países vizinhos Bélgica e Luxemburgo. Com tanto cabelo, a empresa desenvolveu outros produtos: criou almofadas e acaba de lançar um casaco forrado com fibra capilar. Os modelos tradicionais costumam usar materiais sintéticos, à base de petróleo, ou penas de ganso. Na agricultura, uma cobertura de solo feita com cabelo humano faz sucesso em projetos de reflorestamento na França. "Para nós, humanos, não tem cheiro nenhum, mas para os animais da floresta, como os veados, tem cheiro de humanos. Isso faz com que eles se afastem e não ataquem as árvores jovens que são plantadas em um reflorestamento. Tem um efeito dissuasivo”, indica Taylor. “Pode até parecer engraçado, mas, na verdade, em média, 70% das árvores são perdidas nos primeiros três anos após o plantio de uma floresta.” O produto se tornou o carro-chefe da Capillum, com 500 mil exemplares vendidos em sete meses nas principais redes de lojas especializadas do país.

Reportagem
Coprodução brasileira 'Seis Meses no Prédio Rosa e Azul' é elogiada pela crítica em Cannes

Reportagem

Play Episode Listen Later May 21, 2026 6:46


A coprodução brasileira "Seis Meses no Prédio Rosa e Azul", do diretor mexicano Bruno Santamaría Razo, estreou em Cannes na mostra paralela Semana da Crítica. O longa é inspirado nas memórias do cineasta, mais precisamente no momento em que ele tinha 11 anos, nos anos 1990, quando o pai foi diagnosticado com o vírus HIV. Adriana Brandão, enviada especial da RFI a Cannes O longa foi elogiado pelo jornal Libération. “A memória vibrante do mexicano Bruno Santamaria Razo tem uma audácia incrível”, escreve o diário francês. Rodado em 16 mm, “Seis Semanas no Prédio Rosa e Azul” é um filme híbrido, que mistura ficção e documentário. Com cores vivas e muita alegria, Bruno Santamaría Razo relembra a época de seu aniversário de 11 anos, quando começava a descobrir sua sexualidade e não compreendia completamente a situação após o diagnóstico do pai. A tensão do momento foi esquecida, como um trauma, durante quase 30 anos e veio à tona durante a pandemia de Covid-19. “Durante a pandemia, eu tinha uma sensação de medo, de estranhamento, de incômodo no corpo, e senti que isso tinha relação com a memória do passado. Entrevistei minha família para tentar entender e, depois de entrevistá-los, fiquei muito comovido, muito tocado por algo que tem a ver com a desconfiança. Fiquei muito mais confuso”, conta. Para entender melhor o que estava sentindo, começou a escrever as lembranças que tinha. “Ao escrever, percebi que a memória não era suficiente, como se eu não conseguisse acessar uma emoção real. E, de repente, percebi que comecei a inventar, a inventar deliberadamente, a imaginar. Entrelaçava memória, imaginação, entrevistas. Continuei fazendo isso repetidamente e percebi que estava escrevendo um roteiro de ficção. Naquele momento, me encantei com a ideia de fazer um filme para, a partir da imaginação, voltar a olhar algo que, de outra maneira, seria impossível”, lembra. Bruno Santamaría Razo revela que a tensão entre afeto e sofrimento foi retratada no filme com muita alegria, música e festa, muito presentes em sua família e na cultura mexicana. “Cresci ouvindo muita música salsa. Sou fascinado pela salsa, gosto de dançar, de ouvir. E algo que me emociona muito, que me arrepia, é que as letras falam de sofrimento, de traição, de dor, de morte, mas nós dançamos, cantamos, nos movimentamos. E essa sensação, para mim, era central para entender como vivemos na minha família. Apesar da dor e do sofrimento, colorimos as paredes e nos pusemos a dançar”, afirma. Passado e presente “Seis Semanas no Prédio Rosa e Azul” tem duas camadas. O passado, reconstruído pela ficção, e o presente em uma linguagem documental, feito de entrevistas com a família de Bruno Santamaría Razo. O mexicano já trabalhava no cinema como diretor de fotografia e assina com “Seis Semanas no Prédio Rosa e Azul” seu primeiro longa-metragem. “Queria deixar claro que o filme não é apenas compartilhar uma história, mas mostrar que existe alguém que quer voltar a olhar o passado, que está buscando, que está tentando sentir algo que de outra forma seria impossível no próprio corpo, mas também pela relação entre passado e presente. Ou seja, a encenação é o passado e as entrevistas são o presente. Então esse espaço tão grande de 30 anos entre a lembrança e o momento em que esse jovem decide fazer um filme me interessava muito que estivesse no centro da história”, explica. Rachel Daisy, da produtora Desvia, produziu o longa “Seis Semanas no Prédio Rosa e Azul”. “A gente chegou ao projeto em 2023. Já tínhamos trabalhado com o Bruno Santamaría, que foi diretor de fotografia em outro filme. Eu me apaixonei imediatamente pela história e pela maneira como ele queria contar essa história muito pessoal da família dele. Conseguimos acessar um fundo de coprodução no Brasil nessa altura, ganhamos e seguimos”, conta. Projeto coletivo O longa é uma coprodução do México (Ojos de Vaca), Brasil (Desvia) e Dinamarca (Snowglobe). A pós-produção de “Seis Semanas no Prédio Rosa e Azul” aconteceu principalmente no Brasil, concluindo um projeto “coletivo e colaborativo”, segundo a produtora. “Eu acho que fazer coprodução é muito bonito, porque temos essa possibilidade de troca, de olhares, cultura e maneiras de trabalhar que eu percebo que, no nosso trabalho, sempre beneficiam muito os projetos. O fato de ter uma participação grande brasileira na pós-produção, tanto na montagem quanto no som e nos efeitos especiais, traz a possibilidade de troca, de pensar o filme com um alcance maior. Com certeza contribuiu para o resultado tão lindo do filme”, diz Rachel. Os vencedores da Semana da Crítica foram anunciados nesta quarta-feira, 20. O grande vencedor foi “La Gradiva”, da francesa Marine Atlan. “Seis Semanas no Prédio Rosa e Azul” não foi premiado na mostra paralela, mas o longa de Bruno Santamaría Razo ainda concorre a dois prêmios em Cannes, o Queer Palm e o Caméra d'Or, que recompensa o melhor primeiro filme apresentado em todas as mostras do festival.

Atualpa - Palestra Pública
Por que ainda não conseguimos praticar o amor ensinado por Jesus? - palestra: 07/05/2026

Atualpa - Palestra Pública

Play Episode Listen Later May 7, 2026 69:04


BÍBLIA SAGRADA. KARDEC, Allan; tradução de Guillon Ribeiro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019. EMMANUEL (Espírito); psicografado por Francisco Cândido Xavier. Pão nosso. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2018. EMMANUEL (Espírito); na psicografia de Francisco Cândido Xavier. Verdade e amor. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2015. SAYÃO, Antônio Luiz. Elucidações evangélicas à luz da Doutrina Espírita. 16ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019. (live no YouTube). Palestrante: Juan Carlos Orozco

Capital
Homely Capital Group: “Madrid es el centro, donde empieza el interés internacional”

Capital

Play Episode Listen Later May 4, 2026 8:54


Amadeo Navarro Medina, Cofundador de Homely Capital Group, comenta en nuestro programa la última noticia que sacude a la empresa: Impar Capital ha vendido a Homely Capital un activo inmobiliario en la calle Doctor Cortezo 15, ubicado en el centro de Madrid, por un importe de 14 millones de euros. Impar destacaba que esta venta refleja el interés que siguen despertando en Madrid los activos living bien ubicados, especialmente cuando cuentan con un planteamiento de producto definido y con una fase de desarrollo ya avanzada. ¿Es Madrid una ciudad con atractivo para el desarrollo inmobiliario turístico a pesar del contexto de que el m2 es caro? “Madrid es el centro, donde empieza el interés internacional”, afirma el invitado. El invitado también destaca que “Madrid es donde empieza el interés internacional” y “donde los fondos europeos quieren tener exposición en España, luego ya se abren a otras ciudades que hasta lo mejor son más interesantes”. Afirma que “todo el mundo quiere tener su piedrecita en Madrid”. ¿Qué factores convierten a Madrid en un destino atractivo para inversores que buscan reconvertir edificios en alojamientos turísticos? “Madrid es una coctelera, tenemos seguridad jurídica para el cliente”, afirma el invitado. También destaca que “para el cliente latinoamericano tenemos unas culturas muy hermanadas”. ¿Cómo se posiciona Homely Capital frente a la competencia, ¿qué es lo que hace a la empresa diferente? “Tenemos un modelo totalmente integrado verticalmente”, nos explica el invitado. Además, apunta que “además de lo que es inversión inmobiliaria, controlan toda la parte de arquitectura y construcción, la parte de rebranding y llevan toda la operadora turística”. ¿Qué es lo que consigue con todo esto la compañía? “Conseguimos que los márgenes para nuestros inversores sean más altos”, afirma el Cofundador de Homely Capital Group. Sobre el "Plan Reside", asegura que “el Ayuntamiento busca edificios completos para no mezclar huéspedes y turistas”.

Francia hoy
Lyon: ¿Espejo de división política en Francia?

Francia hoy

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 14:06


Lyon, capital de la violencia política, feudo de la ultraderecha y ultraizquierda de Francia. Estos son rótulos frecuentes en los medios galos, que resurgieron tras la muerte, en febrero pasado, de un joven militante nacionalista, tras haber sido golpeado por otros militantes de grupos que se presentan como antifascistas. ¿Pero, por qué Lyon, una de las ciudades más opulentas de Francia, se ha convertido en el epicentro de la radicalidad política? RFI viajó a Lyon para intentar obtener respuestas. Los lioneses cuentan una sensación de división, casi abstracta, pero que también se explica de forma geográfica. Lyon, reconocida por su cultura culinaria tradicional, está dividida físicamente por dos ríos, uno de ellos, el Saona, donde los barrios Croix Rousse y Vieux Lyon o Viejo Lyon, se miran cara a cara. “En Lyon solemos decir que existe la colina que trabaja”, relata la activista de izquierda Sylvine Buffaron, quien explica que la colina de la Croix-Rousse, es conocida históricamente como la colina de los trabajadores, de los obreros y los tejedores de seda. “Aún hoy sigue siendo considerada el barrio de la izquierda, donde los neofascistas pueden venir a romper vitrinas, locales sindicales, bares, oficinas de voluntarios, de lugares de solidaridad. Por lo tanto, un barrio que puede ser blanco de ataques”, asegura Buffaron.  Enfrente está el barrio de Fourvière, en los alrededores del Vieux Lyon, “que históricamente se le llamaba la colina que reza, y allí efectivamente, la extrema derecha lo ha convertido en un bastión porque, probablemente, esa historia les decía algo, así que se la han apropiado. Pero, en realidad, desde el principio, hay mucha gente que no está de acuerdo en la colina de Fourvière con esa historia que se estaba escribiendo y ha habido muchos comerciantes que se organizaron y lucharon contra la implantación de estos grupos en el barrio”, indicó Buffaron.  Uno de esos comerciantes es el maestro relojero Philippe Carry. “En 2010 vimos aparecer el primer grupúsculo de extrema derecha radical, pero en el Vieux Lyon siempre ha habido algo de eso, desde hace mucho tiempo, desde los años 70. Sin embargo, cuando llegó ese grupo, que se llamaba “Les Identitaires” (Los Identitarios), atrajo a otros grupúsculos. Y al final, en pocos meses, llegamos a tener cinco grupúsculos diferentes, solo en el Vieux Lyon. Porque competían entre ellos para adueñarse de un barrio. Porque decían que, como era un barrio histórico, el barrio histórico de Lyon, debía pertenecerles”, explicó Carry, agregando que los vecinos, como él, se rebelaron. “Dijimos que no, que este barrio no les pertenece porque la historia es de todos”, agregó. Estos grupos mayoritariamente de extrema derecha han sido disueltos poco a poco, amparados por una ley de 1936, que se creó en respuesta a las manifestaciones violentas de extrema derecha de la época. Los bares, gimnasios o cafés asociados, también han sido cerrados. “Decidí hablar más fuerte y no les gustó” Mientras sonaban las diferentes manecillas de los relojes de su local, Carry recordó que sufrió un ataque en 2017. “Conseguimos que cerraran las salas al mismo tiempo de la disolución, como la de los Remparts. El último grupo que se disolvió fueron ellos. Al cabo de siete años decidí hablar aún más en la prensa. No les gustó que dijera que sus actos eran oscurantistas. En aquella época, se usaba ese término para referirse a los islamistas que cometían atentados. Se decía que era oscurantismo. Pero a ellos no les gustó. Así que vinieron una noche, una semana después del artículo, y me rompieron toda la vitrina. No pudieron entrar en mi casa porque la puerta es blindada, pero lo intentaron. Se fueron contra mi taller y rompieron toda la vitrina. Eso es un acto terrorista”, indicó.  El portal Rue 89 ha documentado 102 acciones violentas entre 2010 y 2025 en Lyon contra personalidades de izquierda o por motivos de raza, cometidos por la extrema derecha. En cuanto a los fallecidos, la investigadora Isabelle Sommier ha documentado 8 muertos por razones ideológicas desde 2022. Sin embargo, la muerte de Quentin Duranque, primera en estos años de un miembro de la derecha radical y aún bajo investigación, dio un giro, al punto de llevar a cabo un minuto de silencio en la Asamblea Nacional. Quienes han estado en la mira de acusaciones con la muerte de Duranque, es la Jeune Garde, un grupo antifascista, disuelto en 2025 y que contaba máximo 200 militantes, según documentó el periódico Le Monde. Buffaron asegura que se trata de un grupo de autodefensa popular ante la violencia de la extrema derecha. “Antes de que se llevara a cabo un trabajo serio, sobre todo por parte de la Jeune Garde, había muchas más agresiones. Así que hay un efecto de autodefensa sobre el terreno y si hablamos de violencia, no se pueden poner estas violencias en el mismo plano. La autodefensa de los antifascistas se produce como reacción a la violencia inicial de los neofascistas de hoy. Por lo tanto, se produce como reacción. Si no hay violencia fascista, no hay violencia en reacción por parte de los antifascistas”, aseguró. ¿La seguridad dejó de estar en manos del Estado en Lyon? ¿Es habitual crear una autodefensa en una ciudad? ¿Acaso la seguridad no debería estar exclusivamente en manos del Estado, según las leyes francesas? El investigador, especialista de extrema derecha europea, Arsenio Cuenca, asegura que “desde un punto de vista legal nadie tiene potestad para organizarse y prevenir ataques violentos o incluso pasar a la acción”. Sin embargo, el reconoce que el ambiente de violencia de Lyon hacía difícil contar con las fuerzas del orden para defenderse de estas agresiones. Varias personalidades académicas o políticas, le apuntan la responsabilidad a las autoridades. Una falla del Estado, al permitir la propagación de dichos grupos extremos. Dice el diputado del partido de izquierda radical La Francia Insumisa, Cyril Guinet. “Creo que Lyon ha estado abandonada durante mucho tiempo por el Estado ante los grupos facciosos de extrema derecha. Les han dejado vía libre durante años, y siempre se ha dicho que Lyon era, en cierto modo, el laboratorio de la extrema derecha europea. Y creo que hoy en día, bueno, estamos pagando esa falta de voluntad política para acabar con los grupos racistas, xenófobos y antisemitas que tienen su base en nuestra ciudad”, indicó.   En un mercado, mientras hacía campaña para su segundo mandato, el alcalde ecologista Gregory Doucet asegura que en la administración local lo han hecho todo. “Desde el inicio de mi mandato, hemos emprendido una acción muy decidida contra los grupúsculos de extrema derecha. He ordenado el cierre de locales y la disolución de grupos. Hemos movilizado todos los recursos a nuestro alcance, es decir, la policía municipal y nuestro sistema de videovigilancia, para identificar a los miembros de la extrema derecha. ¿Por qué? Porque eran los autores de agresiones extremadamente violentas contra personas extranjeras o que ellos suponían extranjeras. Por ejemplo, hemos tenido casos de estudiantes extranjeros que han sido agredidos. También se produjeron agresiones homófobas, sobre todo en algunos barrios de la ciudad; pienso, en particular, en la zona del Viejo Lyon. Por eso quisimos actuar con firmeza contra la extrema derecha”, afirmó.  Doucet dice que lo que alimenta todo este clima de violencia son los discursos de odio, porque antes de la violencia física, ya hay una violencia verbal instalada. Una violencia que sienten en el día a día Julie estudiante de psicología de la Universidad Católica: “Ya no se vota por una causa; de hecho, se vota para bloquear al otro. Y eso crea una división aún mayor en un pueblo o en una ciudad. Me parece una pena porque eso divide aún más a la gente y genera mucha más agresividad. Porque unos no están de acuerdo con los otros, pero hay que darse cuenta que el humano nunca estará de acuerdo fundamentalmente con todo”, señaló con aires de decepción.  “Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante” En las colinas de la Croix Rousse, vive Caroline, quien suele dar su voto a la izquierda y aunque confía que los grupos de extremos son una minoría, dice estar cansada de esa dinámica.  “Es decepcionante. Seguimos en una época en la que intentamos expresarnos mediante la violencia, y ¿para qué sirve eso?, ¿qué sentido tiene? A mí, eso me, me enfurece. Mi enfado la expreso votando. Quizás eso sea lo que haga que las cosas cambien, y no lo que está pasando ahora mismo en las calles de Lyon. La división social está ahí, pero vivimos con ella. Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante”.   Dicho sentimiento también lo comparte Pierre, quien por el contrario suele votar a la derecha: “Creo que lo mejor es dejar de encasillar a la gente y unirnos. En Francia no tenemos un espíritu de consenso. Hablamos de temas como la cultura, la ecología, el desarrollo económico, la vivienda o la seguridad. Son temas que no pertenecen ni a la izquierda ni a la derecha. Corresponde a los partidos de quienes tienen sensibilidades diferentes, ideologías diferentes, pero que también deben movilizarse en torno a todos estos temas. Y hoy en día, si eres de derecha, te centras en la seguridad; si eres de izquierda, te centras en la cultura; pero yo soy de derecha y para mí, la cultura es esencial, al igual que la vivienda. Todos estos temas deben ser abordados por todos los partidos políticos”, enfatizó.  A Lyon la han llamado “capital de la resistencia francesa” por su papel durante la segunda guerra mundial contra la ocupación Nazi, pero ahora también le dicen “capital de violencia política” por los hechos de violencia ideológica, con una fuerte implantación de grupúsculos de extrema derecha y grupos antifascistas y aunque nadie niega su existencia, en las calles de Lyon, la gran mayoría de sus habitantes se sienten lejanos a esta realidad. 

Francia hoy
Lyon: ¿Espejo de división política en Francia?

Francia hoy

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 14:06


Lyon, capital de la violencia política, feudo de la ultraderecha y ultraizquierda de Francia. Estos son rótulos frecuentes en los medios galos, que resurgieron tras la muerte, en febrero pasado, de un joven militante nacionalista, tras haber sido golpeado por otros militantes de grupos que se presentan como antifascistas. ¿Pero, por qué Lyon, una de las ciudades más opulentas de Francia, se ha convertido en el epicentro de la radicalidad política? RFI viajó a Lyon para intentar obtener respuestas. Los lioneses cuentan una sensación de división, casi abstracta, pero que también se explica de forma geográfica. Lyon, reconocida por su cultura culinaria tradicional, está dividida físicamente por dos ríos, uno de ellos, el Saona, donde los barrios Croix Rousse y Vieux Lyon o Viejo Lyon, se miran cara a cara. “En Lyon solemos decir que existe la colina que trabaja”, relata la activista de izquierda Sylvine Buffaron, quien explica que la colina de la Croix-Rousse, es conocida históricamente como la colina de los trabajadores, de los obreros y los tejedores de seda. “Aún hoy sigue siendo considerada el barrio de la izquierda, donde los neofascistas pueden venir a romper vitrinas, locales sindicales, bares, oficinas de voluntarios, de lugares de solidaridad. Por lo tanto, un barrio que puede ser blanco de ataques”, asegura Buffaron.  Enfrente está el barrio de Fourvière, en los alrededores del Vieux Lyon, “que históricamente se le llamaba la colina que reza, y allí efectivamente, la extrema derecha lo ha convertido en un bastión porque, probablemente, esa historia les decía algo, así que se la han apropiado. Pero, en realidad, desde el principio, hay mucha gente que no está de acuerdo en la colina de Fourvière con esa historia que se estaba escribiendo y ha habido muchos comerciantes que se organizaron y lucharon contra la implantación de estos grupos en el barrio”, indicó Buffaron.  Uno de esos comerciantes es el maestro relojero Philippe Carry. “En 2010 vimos aparecer el primer grupúsculo de extrema derecha radical, pero en el Vieux Lyon siempre ha habido algo de eso, desde hace mucho tiempo, desde los años 70. Sin embargo, cuando llegó ese grupo, que se llamaba “Les Identitaires” (Los Identitarios), atrajo a otros grupúsculos. Y al final, en pocos meses, llegamos a tener cinco grupúsculos diferentes, solo en el Vieux Lyon. Porque competían entre ellos para adueñarse de un barrio. Porque decían que, como era un barrio histórico, el barrio histórico de Lyon, debía pertenecerles”, explicó Carry, agregando que los vecinos, como él, se rebelaron. “Dijimos que no, que este barrio no les pertenece porque la historia es de todos”, agregó. Estos grupos mayoritariamente de extrema derecha han sido disueltos poco a poco, amparados por una ley de 1936, que se creó en respuesta a las manifestaciones violentas de extrema derecha de la época. Los bares, gimnasios o cafés asociados, también han sido cerrados. “Decidí hablar más fuerte y no les gustó” Mientras sonaban las diferentes manecillas de los relojes de su local, Carry recordó que sufrió un ataque en 2017. “Conseguimos que cerraran las salas al mismo tiempo de la disolución, como la de los Remparts. El último grupo que se disolvió fueron ellos. Al cabo de siete años decidí hablar aún más en la prensa. No les gustó que dijera que sus actos eran oscurantistas. En aquella época, se usaba ese término para referirse a los islamistas que cometían atentados. Se decía que era oscurantismo. Pero a ellos no les gustó. Así que vinieron una noche, una semana después del artículo, y me rompieron toda la vitrina. No pudieron entrar en mi casa porque la puerta es blindada, pero lo intentaron. Se fueron contra mi taller y rompieron toda la vitrina. Eso es un acto terrorista”, indicó.  El portal Rue 89 ha documentado 102 acciones violentas entre 2010 y 2025 en Lyon contra personalidades de izquierda o por motivos de raza, cometidos por la extrema derecha. En cuanto a los fallecidos, la investigadora Isabelle Sommier ha documentado 8 muertos por razones ideológicas desde 2022. Sin embargo, la muerte de Quentin Duranque, primera en estos años de un miembro de la derecha radical y aún bajo investigación, dio un giro, al punto de llevar a cabo un minuto de silencio en la Asamblea Nacional. Quienes han estado en la mira de acusaciones con la muerte de Duranque, es la Jeune Garde, un grupo antifascista, disuelto en 2025 y que contaba máximo 200 militantes, según documentó el periódico Le Monde. Buffaron asegura que se trata de un grupo de autodefensa popular ante la violencia de la extrema derecha. “Antes de que se llevara a cabo un trabajo serio, sobre todo por parte de la Jeune Garde, había muchas más agresiones. Así que hay un efecto de autodefensa sobre el terreno y si hablamos de violencia, no se pueden poner estas violencias en el mismo plano. La autodefensa de los antifascistas se produce como reacción a la violencia inicial de los neofascistas de hoy. Por lo tanto, se produce como reacción. Si no hay violencia fascista, no hay violencia en reacción por parte de los antifascistas”, aseguró. ¿La seguridad dejó de estar en manos del Estado en Lyon? ¿Es habitual crear una autodefensa en una ciudad? ¿Acaso la seguridad no debería estar exclusivamente en manos del Estado, según las leyes francesas? El investigador, especialista de extrema derecha europea, Arsenio Cuenca, asegura que “desde un punto de vista legal nadie tiene potestad para organizarse y prevenir ataques violentos o incluso pasar a la acción”. Sin embargo, el reconoce que el ambiente de violencia de Lyon hacía difícil contar con las fuerzas del orden para defenderse de estas agresiones. Varias personalidades académicas o políticas, le apuntan la responsabilidad a las autoridades. Una falla del Estado, al permitir la propagación de dichos grupos extremos. Dice el diputado del partido de izquierda radical La Francia Insumisa, Cyril Guinet. “Creo que Lyon ha estado abandonada durante mucho tiempo por el Estado ante los grupos facciosos de extrema derecha. Les han dejado vía libre durante años, y siempre se ha dicho que Lyon era, en cierto modo, el laboratorio de la extrema derecha europea. Y creo que hoy en día, bueno, estamos pagando esa falta de voluntad política para acabar con los grupos racistas, xenófobos y antisemitas que tienen su base en nuestra ciudad”, indicó.   En un mercado, mientras hacía campaña para su segundo mandato, el alcalde ecologista Gregory Doucet asegura que en la administración local lo han hecho todo. “Desde el inicio de mi mandato, hemos emprendido una acción muy decidida contra los grupúsculos de extrema derecha. He ordenado el cierre de locales y la disolución de grupos. Hemos movilizado todos los recursos a nuestro alcance, es decir, la policía municipal y nuestro sistema de videovigilancia, para identificar a los miembros de la extrema derecha. ¿Por qué? Porque eran los autores de agresiones extremadamente violentas contra personas extranjeras o que ellos suponían extranjeras. Por ejemplo, hemos tenido casos de estudiantes extranjeros que han sido agredidos. También se produjeron agresiones homófobas, sobre todo en algunos barrios de la ciudad; pienso, en particular, en la zona del Viejo Lyon. Por eso quisimos actuar con firmeza contra la extrema derecha”, afirmó.  Doucet dice que lo que alimenta todo este clima de violencia son los discursos de odio, porque antes de la violencia física, ya hay una violencia verbal instalada. Una violencia que sienten en el día a día Julie estudiante de psicología de la Universidad Católica: “Ya no se vota por una causa; de hecho, se vota para bloquear al otro. Y eso crea una división aún mayor en un pueblo o en una ciudad. Me parece una pena porque eso divide aún más a la gente y genera mucha más agresividad. Porque unos no están de acuerdo con los otros, pero hay que darse cuenta que el humano nunca estará de acuerdo fundamentalmente con todo”, señaló con aires de decepción.  “Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante” En las colinas de la Croix Rousse, vive Caroline, quien suele dar su voto a la izquierda y aunque confía que los grupos de extremos son una minoría, dice estar cansada de esa dinámica.  “Es decepcionante. Seguimos en una época en la que intentamos expresarnos mediante la violencia, y ¿para qué sirve eso?, ¿qué sentido tiene? A mí, eso me, me enfurece. Mi enfado la expreso votando. Quizás eso sea lo que haga que las cosas cambien, y no lo que está pasando ahora mismo en las calles de Lyon. La división social está ahí, pero vivimos con ella. Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante”.   Dicho sentimiento también lo comparte Pierre, quien por el contrario suele votar a la derecha: “Creo que lo mejor es dejar de encasillar a la gente y unirnos. En Francia no tenemos un espíritu de consenso. Hablamos de temas como la cultura, la ecología, el desarrollo económico, la vivienda o la seguridad. Son temas que no pertenecen ni a la izquierda ni a la derecha. Corresponde a los partidos de quienes tienen sensibilidades diferentes, ideologías diferentes, pero que también deben movilizarse en torno a todos estos temas. Y hoy en día, si eres de derecha, te centras en la seguridad; si eres de izquierda, te centras en la cultura; pero yo soy de derecha y para mí, la cultura es esencial, al igual que la vivienda. Todos estos temas deben ser abordados por todos los partidos políticos”, enfatizó.  A Lyon la han llamado “capital de la resistencia francesa” por su papel durante la segunda guerra mundial contra la ocupación Nazi, pero ahora también le dicen “capital de violencia política” por los hechos de violencia ideológica, con una fuerte implantación de grupúsculos de extrema derecha y grupos antifascistas y aunque nadie niega su existencia, en las calles de Lyon, la gran mayoría de sus habitantes se sienten lejanos a esta realidad. 

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Anthropic Mythos: Quando a IA Cria Riscos que Não Conseguimos Prever

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 5:04


Neste episódio, Ricardo aborda como a inteligência artificial está transformando o gerenciamento de projetos ao deixar de ser apenas uma ferramenta e passar a atuar como agente ativo nas decisões e na execução. Ele destaca o surgimento de riscos emergentes, imprevisíveis e difíceis de controlar, que podem surgir da interação entre sistemas. Também enfatiza preocupações com manipulação e cibersegurança, já que a IA pode tanto proteger quanto atacar. Esse cenário desafia práticas tradicionais de gestão de riscos. Como resposta, ele sugere monitoramento contínuo, controles focados em detecção e resposta rápida e o reforço da responsabilidade humana. Apesar dos benefícios, compreender esses novos riscos tornou-se essencial. Ouça o episódio completo para saber mais!

Gabinete de Guerra
"Donald Trump está completamente desesperado"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 15:06


Miguel Baumgartner afirma que Donald Trump precisa que algo aconteça no Médio Oriente. Conseguimos prever uma nova ordem para o golfo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ciência
Transplante renal abre nova esperança para doentes em Cabo Verde

Ciência

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 7:59


No dia 24 de Março, Cabo Verde realizou o seu primeiro transplante renal, numa operação que decorreu no Hospital Universitário Agostinho Neto, na cidade da Praia. A intervenção durou cerca de três horas e envolveu uma parceria com especialistas de Portugal. A equipa cabo-verdiana foi liderada pelo nefrologista Hélder Tavares, que ao microfone da RFI salientou "um passo histórico".  A equipa cabo-verdiana foi liderada pelo nefrologista Hélder Tavares, responsável pela coordenação da selecção e preparação dos pacientes. Em declarações à RFI, Hélder Tavares explicou que o caminho até ao transplante envolveu “uma luta de vários anos… começou primeiramente com a aprovação da lei, depois reunir as condições locais, técnicas e logísticas, equipamento e recursos humanos mínimos, e só então começar a procurar pacientes e dadores adequados para o procedimento”. O procedimento foi realizado com um dador vivo, como prevê a primeira fase do programa. “Apresentaram-se 13 pacientes com os respectivos dadores. Todos foram submetidos a avaliação clínica e analítica, e os restantes 12 foram excluídos por diversos motivos, como diabetes, infecção pelo vírus da hepatite B ou incompatibilidade com o receptor. Nesta primeira fase, só ficou elegível este par que foi então submetido ao transplante”, detalhou o nefrologista. O especialista sublinhou a importância médica da cirurgia para Cabo Verde: “Este é um passo histórico porque é a primeira vez que isso é feito em Cabo Verde. Conseguimos vencer algumas barreiras e mostrar que somos capazes de fazer isto, mesmo com ajuda externa. Mas a grande parte da investigação e preparação foi feita aqui.” Hélder Tavares descreveu a realização do transplante como uma experiência emotiva e gratificante: “Naturalmente, a emoção é muito grande. É uma realização pessoal e um sonho antigo. Mas esta alegria não é só minha, é de toda a equipa. Quem chefiou o processo do lado de Portugal foi o Dr. António Norton de Matos, cirurgião reformado português que nos apoiou desde o início.” Para o paciente, os benefícios são significativos. “Significa uma melhor qualidade de vida e uma melhor taxa de sobrevida. Para o sistema de saúde, representa um tratamento mais barato e mais eficaz. Um transplante é muito mais económico do que a hemodiálise”, afirmou. Quanto à autonomia do país neste tipo de cirurgia, o nefrologista esclareceu que será gradual: “Não seremos totalmente autónomos de um dia para o outro. Por enquanto, estamos a trabalhar em cooperação com Portugal até adquirirmos a competência necessária para sermos totalmente independentes. Alguns procedimentos exigem ainda tempo de treino, nomeadamente a técnica de remoção por laparoscopia.” A insuficiência renal crónica, principal causa de necessidade de transplante, está frequentemente associada a doenças como diabetes e hipertensão.  

vibes em análise
CONVERSAS QUE NÃO CONSEGUIMOS TER

vibes em análise

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 93:54


“oi, será que a gente pode conversar?” sempre tem uma coisa que a gente queria dizer mas não consegue falar, não sabe nem por onde começar. e tem também aquilo que a gente não tá disposto a escutar… e temos até medo de como podemos reagir. sentimentos reprimidos, mensagens nunca respondidas… às vezes falta tempo ou espaço ou coragem mesmo. ou então alegamos que estamos sem paciência pra DR. e quase sempre… falta palavra. esse episódio é para todo mundo que não aguenta mais o peso de uma comunicação interrompida e perigosamente insuficiente. como é que pode… na era mais conectada da história, nesse faladeiro sem fim que atravessa nossos dias, a comunicação com quem mais importa ficar tão truncada, difícil e fragmentada? quando chega a hora de ter aquela conversa importante, a gente pode travar, se irritar, desanimar e fugir — como se muitos de nós estivéssemos sofrendo de um sério caso de canseira relacional. e aí, será que dá para cavar uma oportunidade e ter aquela conversa que você simplesmente ainda não conseguiu ter?para expandir a nossa escuta sobre esse assunto, contamos com a participação da linguista e escritora Jana Viscardi.e se você quer aprofundar o tema desse episódio junto com o André e o Lucas, inscreva-se no Sessão em Grupo. um encontro online (ao vivo no dia 24/03/26 às 19h, mas que pode ser assistido depois) em que vamos desdobrar as principais questões do episódio, ampliar as hipóteses e trazer novas referências. para mais VIBES, acesse os perfis da float:  InstagramTikTokassine nossa newsletter no ⁠Substack⁠.faça parte do nosso grupo no ⁠Telegram⁠.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação, edição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome

La Ventana
La Ventana a las 16h | "Si conseguimos que un chico deje de hacer bullying, es el mejor premio que podemos tener": así es una de las películas ganadoras en los Goya que retrata la cara más dura del acoso escolar

La Ventana

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 18:33


'Ángulo Muerto' se hizo con el premio a Mejor Cortometraje de Ficción. Su director, Cristian Beteta, ha hablado sobre él en La Ventana.

Reportagem Observador
Ucrânia, quatro anos depois. "Não conseguimos ser felizes"

Reportagem Observador

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 2:03


Kalina Goyan confessa saudades de casa e lamenta morte de "irmãos que já não estão connosco". Associação em Braga que apoia refugiados garante que Ucrânia "não está esquecida". See omnystudio.com/listener for privacy information.

Doa a Quem Doer
"Não conseguimos viver cá": Sandra tem uma filha com epilepsia e ficou sem teto devido ao mau tempo

Doa a Quem Doer

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 27:59


O 'Doa a Quem Doer' esteve na cidade de Coimbra onde o rio Mondego assustou durante dias a população que receavam ficar sem casa. O programa desta semana revela, ainda, as histórias de quem perdeu tudo devido ao mau tempo.

Saúde
Pesquisa inédita cria ‘cartografia' para decodificar cérebro do homem pré-histórico

Saúde

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 5:53


O paleoantropólogo francês Antoine Balzeau, pesquisador do Museu Nacional de História Natural, em Paris, é o autor principal de uma pesquisa recente publicada no Journal of Anatomy. O estudo permitiu, pela primeira vez, criar uma cartografia detalhada dos vestígios encontrados nos endocrânios, a cavidade interna da caixa craniana. Esse imenso banco de dados, construído a partir dos dados de dezenas de voluntários, ajudará cientistas do mundo todo a decodificar com mais precisão o cérebro do homem pré-histórico. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris O cientista francês Antoine Balzeau estuda há cerca de 20 anos os endocrânios dos nossos ancestrais. Essa superfície funciona como um molde natural e guarda marcas deixadas pelo cérebro ao longo da vida à medida que ele cresce, fornecendo pistas, por exemplo, sobre seu tamanho. Como o órgão é um tecido mole, não existem fósseis de cérebros humanos e as impressões deixadas no endocrânio são uma das únicas maneiras que os cientistas têm de tentar reconstruir o cérebro de nossos antepassados. Conhecer essas marcas em detalhes abre perspectivas inéditas para a ciência, como entender, por exemplo, qual é a relação entre as estruturas cerebrais e o comportamento. "O objetivo é estudar o cérebro dos humanos pré-históricos, mas esse órgão não se fossiliza. Só nos resta o crânio e, dentro dele, o endocrânio, onde o cérebro deixa impressões, que vamos reconstituir e analisar para tentar compreender a forma do cérebro do homem pré-histórico", explica Antoine Balzeau, que também atua no CNRS (Instituto Nacional de Pesquisa Científica) As análises científicas que envolvem o endocrânio são "bastante subjetivas", segundo o pesquisador. Para comparar o cérebro dos homens pré-históricos com os dos humanos de hoje, os cientistas dispõem principalmente de enciclopédias de anatomia cerebral ou de outros documentos similares, cujos dados são baseados na média populacional. A nova cartografia muda esse cenário. "Decidimos investir na criação de uma padronização científica para realizar essa análise e entender, de fato, a relação entre a forma do cérebro e as marcas deixadas na superfície interna do crânio." Esse banco de dados fornece informações detalhadas em forma de impressões cerebrais no endocrânio, que ajudará os cientistas a decodificar o cérebro pré-histórico. Descrição da pesquisa O estudo conduzido pelo cientista francês durou cerca de três anos e envolveu 75 participantes de 18 a 75 anos, que passaram por um exame aprofundado de ressonância magnética, de cerca de três horas, no Instituto do Cérebro, no hospital parisiense Pitié-Salpêtrière, localizado no 5º distrito da capital. O avanço dos exames de imagem nos últimos anos permitiu à equipe do cientista francês "fotografar" em detalhes o endocrânio dos voluntários, mas exigiu adaptação das ferramentas e dos programas de informática utilizados nas análises dos dados da ressonância. "Conseguimos reunir um grande volume de informações. Fizemos uma ressonância magnética no cérebro, outras duas específicas para o formato do crânio e outras imagens das estruturas cerebrais internas. O objetivo foi obter uma enorme base de dados anatômica, que ainda será explorada por muitos anos para tentar entender melhor todos os mistérios que envolvem o órgão", diz. A análise dos dados obtidos demorou cerca de um ano. "Foi preciso identificar todas as marcas deixadas no cérebro e no molde craniano, fazer as correlações necessárias, as estatísticas, comparar, escrever e analisar." O perfil dos voluntários, destaca Antoine Balzeau, era variado e incluía homens e mulheres na mesma proporção, além de atletas, músicos, destros, canhotos e pessoas com outras especificidades. A diversidade anatômica cerebral e comportamental foi um dos critérios fundamentais. De acordo com o pesquisador, objetivo é utilizar os mesmos dados em um outro estudo sobre a relação existente entre o formato do cérebro e o comportamento, que ainda está em fase de preparação. Após a conclusão da pesquisa, Antoine Balzeau enviou os resultados para outros cientistas da área e pediu que eles descrevessem os endocrânios ancestrais com base nos novos dados disponibilizados pelo estudo. O resultado foi surpreendente. Os pesquisadores perceberam que, até então, trabalhavam com critérios imprecisos, exatamente como imaginou o pesquisador francês no início do estudo. "O que produzimos, no fim, foi uma cartografia de 75 indivíduos, que traz a relação detalhada entre os sulcos cerebrais e a forma do endocrânio, além de todas as marcas existentes. O artigo que publicamos reúne todas as informações e dados possíveis, além de todas as suas variações, para que os pesquisadores possam ter critérios de análise extremamente precisos", explica. Outra finalidade da pesquisa, ressalta o paleoantropólogo, é entender como funciona o cérebro humano. "Isso é complicado porque sabemos que há áreas cerebrais envolvidas em diferentes funções, como a linguagem ou a visão. Mas, nessas áreas, não é só o tamanho e a posição que contam: é preciso encontrar uma relação entre a forma e a assimetria de um lado em relação ao outro e o comportamento", explica. "Alguns voluntários são destros ou canhotos, por exemplo, e assim poderemos observar se há impacto na forma ou na posição no cérebro e, se for o caso, aplicar esse conhecimento na análise de um fóssil", conclui.

Gamers del Condado Podcast
8x22. Sufrimos, lloramos… pero conseguimos estos logros

Gamers del Condado Podcast

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 69:47


Gamers del Condado — el podcast gamer que estabas esperando. Debates, risas y polémicas sobre videojuegos, contadas como si estuvieras charlando con tus colegas en el bar… pero con más neones. ⚡ Hablamos sobre los hitos que hemos logrado conseguir en el videojuego y que son extremadamente dificiles (al menos para mancos como nosotros). Tened en cuenta que tenemos familias a las que atender Aquí encontrarás: • Opiniones sin filtro sobre la deriva de la industria. • Debate con humor sobre lo que estamos jugando. Si eres gamer y te gusta estar al día de novedades , lanzamientos , polémicas del sector, este es tu podcast. ________________________________________ Síguenos también en redes para más contenido exclusivo: • Facebook: https://www.facebook.com/GamersCondado?locale=es_ES • Twitter, X: @del_gdc • Telegram: https://t.me/joinchat/HvztImoSpz944MIm • iVoox: Gamers del condado Spoiler: en nuestras redes soltamos noticias, memes y debates que NO aparecen en el podcast. ________________________________________ Suscríbete ya para no perderte nada y únete a la comunidad que está cambiando la forma de hablar de videojuegos. #Podcast #GamersDelCondado #Videojuegos #Gaming #Gamers

Relatório de Jogo
"Não conseguimos ser Portugal"

Relatório de Jogo

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 7:14


Nesta final do Euro de Futsal, que podia ter valido o tricampeonato a Portugal, Rui Cruz considera que o jogo defensivo da seleção portuguesa foi ineficaz. Dá ainda os parabéns ao treinador espanhol.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ciência
Teatro promove informação e prevenção de doenças transmitidas por animais em Massingir

Ciência

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 12:58


O teatro está a ser usado em Massingir, na província de Gaza, para alertar as populações para as doenças transmitidas pelos animais como a raiva ou a tuberculose bovina. São apresentações construídas com a população, utilizando a linguagem corrente para falar sobre estes temas e onde os investigadores advogam também pela melhoria das condições de vida dos habitantes à volta do Parque Natural do Limpopo. Em Moçambique, um projecto levado a cabo por cientistas sociais está a ir às comunidades em risco de contrair doenças zoonóticas, ou seja doenças passadas pelos animais domésticos ou selvagens ao homem, de forma a alertar, prevenir e informar as populações. Este projecto visa avaliar o que os habitante sabem sobre estas maleitas e, a partir daí, com o vocabulário próprio das comunidades criar uma peça de teatro não só que alerte para os perigos dessas interacções, mas também que fale sobre sintomas e descontrua mitos ou crenças à volta de doenças ainda bastante prevalentes como a raiva ou a tuberculose bovina. O sociólogo moçambicano, Carlos Cuinhane, tem levado a cabo este projecto no distrito de Massingir, na província de Gaza, nas comunidades limítrofes do Parque Natural do Limpopo, e explica como estas representações teatrais podem ser mais eficazes do que panfletos ou cartazes, dando um papel activo às populações no combate a estas doenças. "Chegámos à conclusão de que, efectivamente, todos os processos de comunicação que eram feitos eram baseados no processo tradicional, nomeadamente panfletos, com a tradução de inglês para português e língua local. Entendemos que face ao historial de Moçambique, em particular e da região havia esta informação, mas em termos de impacto, as práticas sociais de risco continuavam a serem comuns nas comunidades. E perguntamos para nós será que reproduzir o mesmo modelo valia a pena? Chegamos à conclusão de que não. Em outras comunidades, havia uma tentativa de envolvimento das próprias comunidades. Mas, mais importante ainda é a ideia em que chegamos à conclusão de que todas as práticas que eram desenvolvidas nesse sentido da produção de comunicação eram baseadas na perspectiva 'top down', ou seja, os cientistas faziam a investigação, chegavam as suas conclusões, definiam o que era a comunicação e depois enviavam à comunidade. E nós entendemos que, como uma inovação, podíamos fazer duas coisas. A primeira era basear se exatamente a informação de comunicação naquilo que a própria comunidade diz ser o problema e identificar a forma como eles gostariam que comunicassem. O segundo momento foi de que seria ideal usar o teatro exactamente baseado na ideia de que são eles próprios na comunidade a fazerem, a participarem neste processo de teatro e a transmitir a informação para eles próprios. Nós iríamos intermediários e passaríamos tudo para a comunidade", explicou Carlos Cuinhane, que é também investigador na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo. Assim, com a linguagem adaptada ao que já era conhecido pela população, o grupo de pesquisa trabalhou com o grupo de teator local Tilápia Star de forma a criar um espéctaculo interactivo que explique o que são doenças zoonóticas, como se transmitem, como podem ser prevenidas e os meios de tratamento possíveis. Neste processo, o grupo de pesquisa apercebeu-se que havia algumas "suspeitas" sobre o papel dos cientistas e dos governantes sobre os alertas feitos em relação a estas doenças, já que muitas promessas ficam por cumprir no que diz respeito à melhoria de condições de vida destas populações. "Nós conseguimos aproximar-nos mais das populações e fazer a sensibilização das comunidades. Nós nos desafiamos definitivamente a fazer advocacia não só a nível da própria comunidade, mas também para o Governo, os gestores dos parques [naturais] ou outras organizações, mas também a meta e sensibilizar os financiadores. Há projectos que não estão a responder àquilo que são as exigências ou as necessidades da própria população. Nós, como actores no meio, tentamos sensibilizar outros atores que são relevantes. Ao longo deste processo, o distrito tinha problemas muito graves em relação, por exemplo, à falta de vacinas contra a raiva e à falta de vacina contra a doença Newscastle que atinge o distrito e não havia nenhuma planificação para o efeito. O próprio distrito não tem mecanismos. Depende do governo provincial. O governo provincial depende do Governo central. Mas devido aos problemas todos ligados à macroestrutura da planificação, eles já não recebiam vacinas há vários anos. Então, em função disso, fizemos uma advocacia. Conseguimos vacinas", explicou o investigador. Em Moçambique, as doenças zoonóticas mais prevalentes, segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) norte-americano, é a raiva, a tuberculose zoonótiva, a salmonelose, o vírus da gripe aviária zoonótica, a tripanasomose, a brucelose e a febre hemorrágica da Crimeia-Congo, mostrando que a informação sobre estas doenças é essencial para a população, sobretudo junto dos mais vulneráveis como crianças, idosos ou mulheres grávidas. Com o projecto a já ter sido apresentado em quatro localidades, a ideia é agora arrecadar mais financiamento de forma a alargar o raio de acção a mais comunidades na provínicia, e, mais tarde, pensar num projecto a nível nacional. "Em função dos recursos económicos disponíveis, já estamos a negociar com os parceiros para que haja expansão da apresentação da peça teatral e outros mecanismos. Mas há muitas comunidades que estão na zona tampão do Parque Nacional de Limpopo onde também devemos apresentar e houve ainda pedidos também do próprio Governo, depois de ver a peça. O ideal seria abranger todas essas comunidades antes de passarmos para outras províncias", conclui Carlos Cuinhane. 

Reportagem
Após mergulho cultural no Brasil, banda francesa Sapocaya grava álbum inspirado nos quatro elementos

Reportagem

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 11:09


O álbum "Elementos" da banda de jazz Sapocaya é um projeto conceitual mais ambicioso que o EP de estreia do grupo lançado no ano passado. Desta vez, os jovens músicos persistem na temática da natureza, mas ampliam o repertório com a introdução de novas influências, instrumentos, sons eletrônicos e arranjos inéditos com a participação de cantores. "Elementos" foi divulgado no dia 28 de novembro e o show de lançamento está marcado para a próxima terça-feira (9), na casa de shows New Morning, em Paris.  O novo álbum da banda reflete o trabalho que começou há cerca de um ano e evoca os quatro elementos da natureza: terra, ar, fogo e água. A ideia dos jovens é surpreender, tanto no que diz respeito ao conceito do projeto quanto às composições, como disse à RFI o fundador da banda Jamayê Viveiros, flautista e trompetista.   “O álbum traz muita coisa, é um projeto bem maior. O primeiro EP tinha seis títulos, nesse já são 12. A concepção do álbum foi realmente fazer transições, com três músicas por elemento, já que o álbum é ‘Elementos'. Cada elemento vai crescendo”, explica o músico, que destacou que o elemento ar, por exemplo, é apresentado nas composições "Brisa", "Vendaval" e "Furacão", o elemento ar se manifesta, enquanto a água é revelada em "Chuva", "Ribeirão" e "Enchente". O mesmo vale para o elemento terra, que abre o álbum gradativamente com "Raízes", passa pela "Floresta" e culmina em "Terremoto". Já o fogo é evocado pelas faixas "Brasa", "Chama" e "Incêndio". Intercâmbio musical França-Brasil Este novo trabalho é resultado de um intenso intercâmbio cultural e musical entre a França e o Brasil, que permitiu à banda gravar com renomados músicos brasileiros.  Este novo trabalho é resultado de um intenso intercâmbio cultural e musical entre a França e o Brasil. As viagens permitiram à banda gravar com renomados músicos brasileiros e franceses, inspirados por um dos maiores nomes da música instrumental brasileira e reconhecido internacionalmente por sua genialidade e inovação sonora: Hermeto Pascoal.  “A gente teve a sorte de gravar com Carlos Malta, multi-instrumentista brasileiro que tocou com Hermeto Pascoal durante muitos anos, com o Bernardo Aguiar, com o Frederico Heliodoro, e com os cantores Matu Miranda e Thais Motta, todos músicos excelentes que a gente conseguiu gravar lá no Brasil. Foi uma experiência mágica para a gente. Conseguimos gravar com amigos aqui na França e também com esses músicos incríveis no Brasil”, enfatiza Jamayê, destacando a presença de samba e ritmos afro-caribenhos nas novas músicas. Introdução de novas sonoridades  Enquanto o trabalho anterior do grupo era fortemente influenciado por ritmos do Nordeste, ‘Elementos' demonstra uma maior abertura musical, incorporando novos sons. O compositor e percussionista Tristan Boulanger, também fundador do Sapocaya, fala que se inspirou ainda em ritmos indígenas e usou referências de manifestações religiosas como o candomblé, após ter tido aulas de percussão com Luizinho Indiano (Aluísio Lúcio Ferreira) em Ilhéus, Bahia. “É essa mistura que representa nossa música. Essa terceira vez que fui ao Brasil foi diferente. Acho que dessa vez eu estava um pouco mais livre para falar com as pessoas. Eu falo um pouco português agora e foi a oportunidade também de gravar com músicos brasileiros no Brasil. É uma experiência incrível de trabalhar realmente com músicos dessa tradição”, diz Tristan. Uma das mais recentes integrantes do Sapocaya, Charlotte Isenmann foi ao Brasil — assim como a maioria dos demais músicos — para se aproximar dos ritmos que fundaram a banda. A flautista compartilhou os detalhes do que mais a inspirou após voltar do Brasil. “Para mim, foi especialmente um concerto do Hermeto Pascoal que ouvimos e que me inspirou para a música, porque, através de elementos super primários como a água, flautas de bambu e brinquedos, ele conseguia transmitir uma energia muito grande, além de expressividade e muita emoção. Eu sentia essa energia até mesmo no público. É verdade que isso me inspirou bastante ao retornar, depois de ter encontrado todos esses músicos, ouvido essa música, porque foi realmente algo novo e intenso”, revela Charlotte. Vozes no álbum ‘Elementos' Os jovens inicialmente não tinham intenção de usar vozes no repertório do grupo, mas os rumos mudaram após conhecerem Matu Miranda, cantor de MPB que se apresentou em Paris em 2024. Juntos gravaram o single ‘Avante', que não faz parte do novo álbum, mas rendeu uma segunda colaboração na composição da faixa ‘Brisa' em ‘Elementos'. Já a cantora Thais Motta participou em ‘Ribeirão', uma mistura inédita para a banda de jazz, com o uso de pandeiro e voz em uma composição pela primeira vez. Além do show de lançamento de ‘Elementos' na casa de shows New Morning, no 10º distrito de Paris, o Sapocaya já tem datas para outras apresentações pela França a partir de 2026, com divulgação pelo Instagram da banda.

Partiu morar fora - Vagas pelo Mundo
Cidadania italiana: o que mudou em 2025? (atualização) - Episódio - 444

Partiu morar fora - Vagas pelo Mundo

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 65:07


Recebemos a Drª Anelise Pavão (@judicialcidadaniaitaliana) para conversar sobre as atualizações sobre a cidadania italiana em 2025 e quais são as principais mudanças. Conseguimos tirar várias dúvidas, responder questões importantes sobre o tema e esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, seja MEMBRO do nosso canal do YouTube. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Participe!Você pode ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠comprar o e-book através deste link⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠!Participe do nosso ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠canal no WhatsApp⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e fique bem informado com tudo o que está acontecendo! Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠vagaspelomundo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acesse o site da TFA⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e siga no Instagram (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@tfaportugal⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) e converse com eles! TRIPLE TEN: A TripleTen é a melhor escola de tech dos EUA e a melhor opção para quem deseja migrar para uma carreira promissora e deseja trabalhar para empresas de fora, com ambiente internacional.Quer planejar sua carreira tech e a vida no exterior? A consultoria da @tripleten.brasil (avaliada em R$200) está GRÁTIS para você! Tire suas dúvidas com especialistas e descubra seu caminho.

Café de Datos
188. Así es como conseguimos boletos para el MUNDIAL DE FIFA 2026 ANTES QUE TODOS (RBT)

Café de Datos

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 40:49


Cerramos la Temporada 13 de Café de Datos con un análisis exhaustivo del tema turístico que dominará 2026: la Copa Mundial de la FIFA. Y comienza la fiebre mundialista en el programa de más datos de MÉXICO.DATOS CLAVE DEL MUNDIAL: El torneo pasará de 32 a 48 selecciones, sumando un total de 104 partidos. La FIFA espera un récord histórico de asistentes, estimando entre 5.5 y 6 millones de personas con boleto.La derrama económica total proyectada para las sedes en Norteamérica es de $5,000 millones de dólares. Específicamente, en las tres ciudades mexicanas, la derrama micro (restaurantes, bares, transporte) se estima en unos $500 millones de dólares.México será sede de 13 partidos: 5 en el Estadio Azteca (que albergará la inauguración el 11 de junio, siendo el único estadio en la historia en hacerlo tres veces), 4 en Monterrey (Estadio BBVA), y 4 en Guadalajara (Estadio Akron). El flujo de visitantes presionará el hospedaje, con incrementos estimados entre 300% a 500% en las zonas cercanas a los estadios en Monterrey y Guadalajara.CÓMO CONSEGUIR BOLETOS ANTES QUE NADIE: El secreto reside en la plataforma oficial de coleccionables de la FIFA: collect.fifa.com/marketplace. Olvídate de la limitada lotería Visa y de Ticket Master.Lo que debes buscar es un NFT con el filtro "Derecho a Compra" (Right to Buy). Este NFT actúa como un fast pass, garantizando acceso a una ventana de compra a precios competitivos, que pueden ser hasta una tercera o cuarta parte del costo de los boletos de hospitalidad (los cuales son 4 a 6 veces más caros que un boleto regular).EL PROCESO CRIPTO: Para adquirir el NFT, necesitarás habilitar una wallet de criptomonedas (como MetaMask). Y asegurarte de que se transfiera a la red Avalanche, ya que es la única aceptada por FIFA para esta transacción.El NFT te asegura la posibilidad de adquirir boletos en stock reservado. ¡Se recomienda realizar este proceso antes del 5 de diciembre!.Hasta aquí el episodio, recuerda seguirnos en redes para más noticias como estas. Gracias por estar en Café de Datos esta temporada y eespera algunos episodios especiales.Si quieres asesoría en crypto busca a SIGNEDBYJULIO en INSTAGRAMURL PARA EL MARKETPLACE DE FIFA COLLECThttps://collect.fifa.com/marketplace?tags=right-to-buy DISCLAIMER: El equipo de DATLAS Y CAFÉ DE DATOS se deslinda del funcionamiento de la plataforma. Dado que la dependencia para que el proceso de compra de boletos de FIFA depende de terceros . Sólo son consejos de amigos, pero es responsabilidad de quien lo tome.Support the showRecuerda que puedes conectar con nuestras redes y sitios web. En Datlas nos dedicamos a responder la pregunta DÓNDE con la mayor cantidad de datos que nadie en México. Lo hacemos a través de nuestras soluciones de análisis de entorno, monitor de indicadores y Retail & CPGs solver. Conoce más en www.datlas.mx , en nuestras redes: @DatlasMX | Instagram, Facebook | Linktree y aprende vía el sitio web de www.datlasacademy.com

Las mañanas de RNE con Íñigo Alfonso
Las mañanas de RNE - Pablo Alborán y Paloma San Basilio, dos generaciones y una misma voz

Las mañanas de RNE con Íñigo Alfonso

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 53:59


Conseguimos reunir en la misma entrevista a Pablo Alborán, que nos presenta su último disco, KM0, un nuevo trabajo con el que el cantante quiere volver al origen, volver a lo esencial y reconectar con su música y su público, y a Paloma San Basilio, que nos cuenta todos los detalles de su último espectáculo, Dulcinea, una deconstrucción del mítico personaje de Don Quijote.Escuchar audio

Em directo da redacção
RCA: Família de luso-belga indignada após condenação a 10 anos de trabalhos forçados

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 4:00


O luso-belga Joseph Figueira Martin foi condenado a 4 de Novembro de 2025 pela justiça da República centro-africana a 10 anos de trabalhos forçados e ao pagamento de 50 milhões de francos CFA num caso de suposto atentado contra a segurança interna e organização criminosa. E isto após ter sido raptado em Maio do ano passado no leste da RCA por supostas milícias russas Wagner, numa área onde actuavam grupos rebeldes, e posteriormente ter sido encarcerado. A defesa apresentou recurso da sentença deste antropólogo luso-belga, que na altura trabalhava para a ong americana Family Health International 360. A família insurge-se contra esta decisão do Tribunal de Bangui de 4 de Novembro: Georges Martin é irmão de Joseph Figueira Martin, ele denuncia um julgamento que considera injusto, denunciando supostas provas forjadas e a tortura que o irmão teria sofrido.   Eu gostaria de, num primeiro momento, expressar a mais profunda indignação da família inteira em relação à sentença de dez anos de trabalhos forçados. O Joseph está sendo acusado de conspiração criminosa e de tentativa de desestabilização do governo centro-africano, enquanto as suas interações com grupos armados apoiaram indiretamente as acções da ONU e da sua missão de paz. Então, todos os esforços do Joseph foram no sentido de promoção da paz na República Centro-Africana e a condenação dele é inteiramente injusta.    Conseguiu falar com ele? Como é que ele está? Como é que ele se sente, depois do choque da condenação?  Infelizmente, ainda não pudemos, não foi possível conversar diretamente com ele. Conseguimos novamente mensagens através das autoridades presentes na República Centro-Africana, que são os cônsules honorários de Portugal e esperamos que seja possível libertar ele o mais rapidamente possível.  E as autoridades da Bélgica, de Portugal, da União Europeia: estão cientes do que está a acontecer ?  Acredita que eles vão poder agir?    Sim, sim. A família tem estado em contato constante com as autoridades da Bélgica e esperamos que eles, em conjunto com o Parlamento Europeu e com o Conselho Europeu, consigam elaborar uma intervenção urgente para que o Joseph seja libertado. Em relação a Portugal, infelizmente não tivemos apoio nenhum por parte das autoridades portuguesas e esperamos que eles se envolvam também em libertar um cidadão português que está preso injustamente na República Centro-Africana. Gostaria também de destacar que o julgamento é completamente injusto e ele está repleto de falhas processuais. As provas usadas contra o meu irmão foram obtidas sob a ameaça de armas de calibre militar apontadas para o seu rosto. E todas essas supostas provas deveriam ser consideradas inadmissíveis em juízo, porque elas violam os princípios da justiça. Então o Joseph tem sido uma vítima de um processo inteiramente injusto e esperamos que todos os esforços possam ser redobrados por parte dos governos da Bélgica, de Portugal e da Comissão Europeia para que uma solução seja encontrada da maneira mais rápida possível.    Tentei contactar o Ministério Português dos Negócios Estrangeiros. Disseram-nos que não seria possível conseguir uma reacção do ministro.  A família também não entende a postura de Portugal no sentido. Fizemos diversas tentativas de contacto com eles para poder entender o que eles estariam fazendo para ajudar o Joseph a voltar para casa e até ao momento não obtivemos resposta. Então também gostaríamos de entender de que maneira Portugal se posiciona para com que um cidadão português seja libertado.  Porque ele, antes de ir para a República Centro-Africana, ele morava em Tavira, no Algarve, é isso ? Exactamente. Ele mora em Portugal há alguns anos já. E a família, a maior parte da família, mora em Portugal também, então não entendemos a ausência de Portugal nesse caso.  De realçar que em Julho passado o Parlamento Europeu aprovou uma resolução denunciando "a detenção arbitrária e a tortura de Joseph Figueira Martin» e apelado a sanções contra os responsáveis de tais actos contra este trabalhador humanitário. Num comunicado emitido a 6 de Junho a ONG Protect Humanitarians « condena esta sentença e apela à libertação incondicional" de Joseph Figueira Martin. Trata-se de um antropólogo luso-belga, especialista em transumância, que estava em Maio de 2024 no sudeste da RCA, região palco de rebeliões armadas. Ele tinha sido acusado de uma série de crimes, incluindo espionagem, a pena máxima que ele se arriscava a cumprir era prisão perpétua.

A História do Dia
Porque não conseguimos deixar de consumir calorias a mais?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 17:05


Os portugueses consomem, há anos, o dobro das calorias do que seria recomendado. O consumo excessivo de carne é uma razão, mas quais são as outras? Uma conversa com a nutricionista Mariana Chaves.See omnystudio.com/listener for privacy information.

BoarDidi
Jogos de Tabuleiro Que Queríamos Gostar (Mas Não Conseguimos) | Fabuloso Podcast

BoarDidi

Play Episode Listen Later Sep 26, 2025 61:30


Neste episódio, Didi Braguinha e André Rumjanek discutem os jogos que eles gostariam muito de gostar — mas não deu. Seja por causa do tema, de mecânicas que não empolgam ou de uma certa dissonância entre o que o jogo promete e o que entrega, eles analisam o que faz um jogo perder espaço no coração mesmo quando parece perfeito no papel.A conversa é cheia de confissões, pequenas frustrações e risadas, mostrando como nem sempre existe um motivo racional para não gostar de um jogo. Um episódio para lembrar que gosto é pessoal, e que às vezes tudo bem deixar um jogo para trás e seguir para a próxima partida.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: ⁠⁠⁠Jogos de Tabuleiro Que Queríamos Gostar (Mas Não Conseguimos)Se você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso e aproveite para manda a foto do melhor dado de todos os tempos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Discord⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E para as redes sociais: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no TikTok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | Fabuloso Podcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Para comprar camisa do Fabuloso (e outras):⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Deselegante⁠⁠

Startup Inside Stories
CONSEGUIMOS $100M ARR, PREMIO a EMPRENDEDORES DEL AÑO y reflexiones sobre la IA | Tertulia Itnig

Startup Inside Stories

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 59:17


En esta tertulia de Itnig celebramos un hito histórico: Factorial ha superado los 100M€ en facturación anual recurrente (ARR). Además, hemos sido reconocidos con el Premio a Emprendedores del Año 2025 por Endeavor, un reconocimiento que nos llena de orgullo y valida el trabajo de todo el equipo y la comunidad que nos rodea.También compartimos novedades clave: la apertura de nuevas oficinas, la mudanza a nuestra sede central en Barcelona y cómo estamos afrontando la siguiente etapa de crecimiento. Pero más allá de los logros, reflexionamos sobre los grandes retos del ecosistema: la inteligencia artificial, el acuerdo entre OpenAI y Oracle y el enorme impacto energético que supone el avance de la IA en la sociedad y los negocios.Si te interesa el emprendimiento, SaaS, inversión y tecnología, aquí encontrarás una conversación honesta sobre lo que significa escalar una startup desde España al mundo, los desafíos de liderar en un sector global y las oportunidades que abre la inteligencia artificial.

Cartas de um Terapeuta
#122 - A crise do casal

Cartas de um Terapeuta

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 34:26


Nesse episódio, Dany e Xande discorrem sobre como os casais contemporâneos têm vivido a experiência da crise. Como conversamos ou adiamos as conversas difíceis? Como lidamos com os incômodos? Conseguimos fazer da crise um momento de aprendizado sobre nós, em todos os sentidos dessa palavra? Então venha conosco para mais um episódio do CARTAS DE UM CASAL DE TERAPEUTAS!As cartas são a escrita que a alma faz, sem rodeios, para as perguntas que nos inquietam, para aquilo que nos atravessa, para a vida que tem urgência de ser dita. Em palavras faladas, as cartas são o sopro que nos conecta por um instante. Abra este envelope, ele é pra você. Vai começar mais um episódio do “Cartas de um terapeuta”.Cartas de um Terapeuta é um podcast apresentado por Alexandre Coimbra Amaral.E para enviar a sua carta o e-mail é: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠alexandrecoimbraamaral@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Esta temporada é apresentada por Avatim. Acesse o site avatim.com.br e use o cupom CARTASAVATIM para ganhar 15% de desconto em qualquer produto e também o livro “Cartas de Um Terapeuta para seus Momentos de Crise”. Promoção válida enquanto durarem os estoques.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Produzido por Abrace Podcasts. Visite-nos em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://abrace.digital/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Rede Paizinho, Vírgula!
#122 - A crise do casal

Rede Paizinho, Vírgula!

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 34:26


Nesse episódio, Dany e Xande discorrem sobre como os casais contemporâneos têm vivido a experiência da crise. Como conversamos ou adiamos as conversas difíceis? Como lidamos com os incômodos? Conseguimos fazer da crise um momento de aprendizado sobre nós, em todos os sentidos dessa palavra? Então venha conosco para mais um episódio do CARTAS DE UM CASAL DE TERAPEUTAS!As cartas são a escrita que a alma faz, sem rodeios, para as perguntas que nos inquietam, para aquilo que nos atravessa, para a vida que tem urgência de ser dita. Em palavras faladas, as cartas são o sopro que nos conecta por um instante. Abra este envelope, ele é pra você. Vai começar mais um episódio do “Cartas de um terapeuta”.Cartas de um Terapeuta é um podcast apresentado por Alexandre Coimbra Amaral.E para enviar a sua carta o e-mail é: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠alexandrecoimbraamaral@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Esta temporada é apresentada por Avatim. Acesse o site avatim.com.br e use o cupom CARTASAVATIM para ganhar 15% de desconto em qualquer produto e também o livro “Cartas de Um Terapeuta para seus Momentos de Crise”. Promoção válida enquanto durarem os estoques.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Produzido por Abrace Podcasts. Visite-nos em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://abrace.digital/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Bem Estar
Cérebro multitarefa: conseguimos fazer várias coisas ao mesmo tempo?

Bem Estar

Play Episode Listen Later Jul 30, 2025 27:16


O que você está fazendo enquanto escuta este podcast? Ou melhor, quantas atividades você está fazendo ao mesmo tempo? Hoje em dia, o fenômeno da multitarefa é bem comum. Uma realidade para muita gente na era digital. Vários dispositivos ligados simultaneamente, várias telas, muitas demandas. A multitarefa passou a ser até um critério de avaliação de eficiência e produtividade. Mas será que o nosso cérebro foi feito para isso? Quais as consequências para a saúde neurológica e psicológica? O que acontece dentro do cérebro enquanto estamos nos “duplicando”, como se pudéssemos estar em vários lugares ao mesmo tempo? A multitarefa é produtiva ou é apenas um gasto excessivo de energia sem um bom resultado final? Vamos trazer essas e outras respostas no episódio de hoje do podcast do Bem-Estar. O repórter Jorge Félix conversa com a neurologista Nancy Huang, mestre e doutora pela Faculdade de Medicina da USP e médica de estilo de vida.

Expresso - Expresso da Manhã
João Maria Jonet sobre Trump e Musk: “quando elegemos palhaços, o mais que conseguimos é circo”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 15:38


Donald Trump e Elon Musk estão de costas voltadas e o mundo assiste a uma zanga entre o homem mais poderoso do mundo e o homem mais rico de mundo sem saber como tudo isto vai acabar. O perigo potencial é imenso, mas o planeta ainda olha para este conflito como se estivesse a assistir a uma luta de vilões. Para uma análise mais cuidada, conversamos neste episódio com o comentador da SIC João Maria Jonet, especialista em política norte-americana.See omnystudio.com/listener for privacy information.

IB Atitude
Conseguimos Ser Íntegros? | Pr. Josué Valandro Jr.

IB Atitude

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 43:01


Será que todos esses políticos que roubaram o país sempre foram assim? Será que uma pessoa que se dispõe a fazer coisas ruins sempre teve esse tipo de integridade? A verdade é que todos têm seus limites. É preciso descobrir quais são para não cair neles. Judas era bom, até perceber que não conseguiria ter riquezas terrenas com Jesus. Neste momento, ele trai Jesus por dinheiro.

Josué Valandro Jr
CONSEGUIMOS SER ÍNTEGROS?

Josué Valandro Jr

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 43:01


Vivemos em um tempo em que as pessoas perdem o seu caminho de integridade. Somos testados constantemente, mas só conseguimos vencer as tentações da vida quando estamos conectados profundamente em Deus. Jesus é a chave para nos manter íntegros diante da angustia, dos aplausos, da traição, das ameaças, das tentações e até mesmo da morte!

Prova Oral
Irene Vallejo

Prova Oral

Play Episode Listen Later Apr 2, 2025 53:11


Durante meses, pensámos que este episódio estava perdido para sempre... mas eis que, aconteceu! Conseguimos recuperar a conversa de Fernando Alvim com Irene Vallejo sobre O Infinito Num Junco.

Bola Presa
Bola Presa #500 no Teatro

Bola Presa

Play Episode Listen Later Mar 9, 2025 125:04


Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre celebram a 500ª edição do Podcast Bola Presa! A gravação aconteceu neste sábado, 8 de março, no Teatro Viradalata, em São Paulo. Conseguimos lotar a sala para conversar sobre o poder dos podcasts, o valor da crítica, como o Bola Presa deixou de ser texto para virar áudio e o que levamos em consideração na hora de montar nossas pautas. No KTO Kero Todas Opiniões a gente fez... o impensável.O Both Teams Played Hard foi ao vivo, com perguntas feitas por espectadores no teatro, e falamos sobre Los Angeles Lakers, sucesso, viagens de carro e muito mais!...|OS PARÇAS DO BOLA PRESA|ASSINE O BOLA PRESA E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVOSão planos de R$14 e R$20 reais e mais de 80 podcasts para apoiadores.O BOLA PRESA É PARCEIRO DA KTO Faça suas apostas na NBA ou em qualquer outro esporte na KTO =)...NESTE EPISÓDIOIntrodução Pré Teatro -  0:01Nova Vinheta de Abertura - 1:48Tema do Episódio - 2:15Carinha do Jabá - 4:05O Bola Presa e os podcasts - 6:40KTO Kero Todas Opiniões - 1:04:40Both Teams Played Hard - 1:16:20

A Culpa é do Cavani
Jornada 371 – Namasoelinton

A Culpa é do Cavani

Play Episode Listen Later Mar 4, 2025 40:43


Se olharmos bem ao longe, o fim de semana não foi mau de todo. Conseguimos mais que um remate à baliza, o Marcano regressou em bom nível, o Namaso não marcou mas assistiu e a equipa saiu de Arouca com três pontinhos. Se olharmos mais perto, continuamos a construir a cinco, o Fábio não joga em Braga e falta cabecinha para não parecermos piores que o Arouca durante larguíssimos minutos. Não está fácil acabar a pré-época, pois não, Senhor "Claro-que-o-Eustáquio-pode-fazer-de-Mora-então-qual-é-o-stress?" Anselmi? Já a B vê-se e deseja-se para chegar perto dos meninos logo acima, mas sempre que joga com eles apanha nas ventas. Assim não é fácil, rapaziada.

Si amanece nos vamos
El Juego de los detectives | El culpable estaba entre el público (y I)

Si amanece nos vamos

Play Episode Listen Later Feb 27, 2025 54:10


Nuestros detectives se han puesto las pilas y entre todos han conseguido solucionar el caso. Conseguimos así llegar limpios a la final mensual. Abrimos también el 'juzgado de guardia' con nuestro fiscal, Félix Martín, para hablar sobre el caso de Jack el Destripador, uno de los asesinos en serie más sonados de la historia; también todos los bulos que conviven con un personaje que fue real, pero cuya historia tiene matices. 

Si amanece nos vamos
El Juego de los detectives | El culpable estaba entre el público (y I)

Si amanece nos vamos

Play Episode Listen Later Feb 27, 2025 54:10


Nuestros detectives se han puesto las pilas y entre todos han conseguido solucionar el caso. Conseguimos así llegar limpios a la final mensual. Abrimos también el 'juzgado de guardia' con nuestro fiscal, Félix Martín, para hablar sobre el caso de Jack el Destripador, uno de los asesinos en serie más sonados de la historia; también todos los bulos que conviven con un personaje que fue real, pero cuya historia tiene matices. 

El juego de los Detectives
El Juego de los detectives | El culpable estaba entre el público (y I)

El juego de los Detectives

Play Episode Listen Later Feb 27, 2025 54:10


Nuestros detectives se han puesto las pilas y entre todos han conseguido solucionar el caso. Conseguimos así llegar limpios a la final mensual. Abrimos también el 'juzgado de guardia' con nuestro fiscal, Félix Martín, para hablar sobre el caso de Jack el Destripador, uno de los asesinos en serie más sonados de la historia; también todos los bulos que conviven con un personaje que fue real, pero cuya historia tiene matices. 

El juego de los Detectives
El Juego de los detectives | El culpable estaba entre el público (y I)

El juego de los Detectives

Play Episode Listen Later Feb 27, 2025 54:10


Nuestros detectives se han puesto las pilas y entre todos han conseguido solucionar el caso. Conseguimos así llegar limpios a la final mensual. Abrimos también el 'juzgado de guardia' con nuestro fiscal, Félix Martín, para hablar sobre el caso de Jack el Destripador, uno de los asesinos en serie más sonados de la historia; también todos los bulos que conviven con un personaje que fue real, pero cuya historia tiene matices. 

Divã da Diva
#155 - Hábitos ruins que não conseguimos largar

Divã da Diva

Play Episode Listen Later Feb 14, 2025 52:25


Olá, divos e divas! Vocês mandaram os hábitos ruins que não conseguem largar de jeito nenhum e nós vamos ler e comentar no episódio de hoje. Temos histórias de hábitos como morder o canto da boca (até ferir!), o vício em celular, procrastinação de tarefas simples e até hábito de desperdício de comida. Sim, você leu certo... vamos ouvir e entender melhor!

24 horas
Ethel Eljarrat (IDAEA del CSIC): "Estamos rodeados de plástico y, por ende, de contaminación por microplásticos"

24 horas

Play Episode Listen Later Feb 10, 2025 7:58


Ethel Eljarrat, directora del Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua (IDAEA del CSIC), nos habla de la contaminación del aire en el especial informativo '24 horas' de RNE por la víspera del Día de la Mujer y la Niña en la Ciencia. La directora del IDAEA ha explicado sus inicios en la ciencia: "Empecé en la ciencia con el problema de la contaminación por dioxinas en las emisiones de las incineradoras de los residuos, unos compuestos cancerígenos, [...] Conseguimos que eso se llegara a regular". También ha señalado que la problemática de los últimos años es que "estamos rodeados de plástico y, por ende, de contaminación por microplásticos" y ha añadido que "se debe a un "mayor uso de este material".Escuchar audio

Siempre es Lunes
¡Tampoco conseguimos taquillas para Bad Bunny!

Siempre es Lunes

Play Episode Listen Later Jan 20, 2025 126:56


Se acabaron las navidades, los días feriados y las taquillas para ver a Bad Bunny, pero continúan nuestras lenguas viperinas gozando los papelones de esta tierra bendita antes que Nicolas Maduro nos invada con tropas bailando zumba, para esconder los documentos que Daddy Yankee no quiere que veamos o salvar a Audri Nix de la cárcel, donde no tendrá que compartir celda con hombres menstruantes como Cosculluela gracias al nuevo machazo Mark Zuckerberg. El mercado de solteros aumenta con la llegada de Zuleyka Rivera, Karla Monroig, y un señor con el culo sangrando. Patrones PYMES: Jabonera Don Gato Bright International Investments. Erik Bakery Mi Mente, Tu Lugar Favorito, por Onix Roberto Mendez Santiago Nuestras redes sociales: Tío Macetaminofen Sol Guzabra El George El Come Siempre es Lunes

Así lo hacemos
376. Así conseguimos patrocinios antes de lanzar un proyecto

Así lo hacemos

Play Episode Listen Later Nov 15, 2024 59:21


376. Así conseguimos patrocinios antes de lanzar un proyecto

Aprender a Comer
Reforçar a imunidade já!

Aprender a Comer

Play Episode Listen Later Oct 15, 2024 9:25


Conseguimos reforçar o sistema imunitário com alimentação. A nutricionista Mariana Chaves diz-lhe que alimentos podem ser os melhores aliados para preparar as suas defesas para o inverno.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Entre Amigos, El Podcast - Official Denver Broncos Podcast
Entre Amigos | Análisis del juego Raiders vs Broncos de la Semana 5

Entre Amigos, El Podcast - Official Denver Broncos Podcast

Play Episode Listen Later Oct 8, 2024 45:47 Transcription Available


¡Conseguimos nuestra tercera victoria consecutiva! En este episodio de Entre Amigos, Carlos, Victor y Manuel analizan el quinto partido de la temporada 2024: Raiders vs Broncos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No es asunto vuestro
Cuánto generamos con sponsors en Youtube (y cómo los conseguimos)

No es asunto vuestro

Play Episode Listen Later Oct 8, 2024 10:47


Más tecnología ⚡️ negocios en noesasuntovuestro.com Noesasuntovuestro.com

Tiempo de Juego
Alberto Suárez, en el micrófono de COPE: "Cerramos otro ciclo con esta medalla, llevamos muchos años intentando conseguirla"

Tiempo de Juego

Play Episode Listen Later Sep 8, 2024


El atleta español declaró en el micrófono de COPE que es "un placer poder compartir estos momentos con toda la gente" y  se mostró "muy contento de conseguir esta medalla" aunque reconoció que tuvo momentos "muy bonitos dentro de la carrera, pero también de crisis físico y mental".En Londres 2012 se hizo con la medalla de oro en maratón T12, a la que sumó una plata en Río 2016. En Tokio alcanzó el diploma con un quinto puesto en la prueba de maratón. "Fue un momento agridulce. Conseguimos el diploma, que está muy bien, pero esa lesión no nos dejó competir", reflexionó sobre su participación en Tokio.En 2023, el atleta asturiano compitió en el maratón de Valencia y consiguió la mínima B con la que consiguió la clasificación para los Juegos Paralímpicos de París, evento al que "veníamos en un estado de forma perfecto para ser competitivos" y afirmó que "tuvimos un año perfecto, no podemos tener queja".El maratón, con salida en el Parque Georges Valbon-La ...

O Antagonista
Cortes do Papo - O negacionismo de Barroso e o sabão de Pacheco

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 20, 2024 17:27


O STF afirmou, em nota, que os Três Poderes chegaram a um consenso sobre a distribuição de emendas. O comunicado foi divulgado após a reunião desta terça-feira em Brasília que contou com integrantes do Executivo, Legislativo e Judiciário. Segundo o Supremo, ficou acordado na reunião que as chamadas “Emendas Pix” serão mantidas, com o critério da impositividade. Porém, será necessária a identificação prévia do objetivo da destinação do recurso, com prioridade para obras inacabadas e com prestação de contas ao Tribunal de Contas da União.Em relação às emendas individuais, elas também serão mantidas com o critério da impositividade, seguindo critérios que serão estabelecidos em até 10 dias em acordo entre Executivo e Legislativo.Após a divulgação da nota, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que “houve o entendimento de que as emendas pix podem ser muito úteis” em casos de obras inacabadas.O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, classificou o encontro como um “diálogo franco” e afirmou:"Basicamente há um consenso pleno para ter rastreabilidade e transparência. Quem indica, para onde vai. Há um consenso de que o congresso deve ter um papel importante. É sobre a qualidade do gasto. O Brasil precisa urgentemente de uma nova lei que discipline esse tema. Conseguimos construir coletivamente as soluções. Ninguém chegou com proposta pronta. O STF não participa de negociação política."Felipe Moura Brasil e Carlos Graieb comentam:Você também pode assistir ao Papo Antagonista na BM&C, nos  canais de TV 579 da Vivo, ou 563 da Claro, além do SKY+.  Que tal presentear seu pai com a assinatura de O Antagonista+Crusoé?  10% desc. no combo anual.   https://bit.ly/papoantagonista  Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.  Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.   https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...   Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

CHISME NO LIKE
EXCLUSIVA! CONSEGUIMOS EXPEDIENTE D CASO HÉCTOR PARRA LLENO DE CONTRADICCIONES Y DÓNDE ESTÁ LA NANA?

CHISME NO LIKE

Play Episode Listen Later Mar 6, 2024 97:00


- Hoy 06 de Marzo de 2024 con ELISA BERISTAIN y JAVIER CERIANI en Chisme No Like

Chente Ydrach
CONSEGUIMOS AL HACKER QUE ENGAÑÓ A TODOS CON EL WEBSITE FALSO DE BAD BUNNY

Chente Ydrach

Play Episode Listen Later Oct 17, 2023 11:35