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Entrevista Gabriel Peveroni y Santiago López - Director de Montevideo Audiovisual y Secretario de la Asociación de Productores y Realizadores de Cine del Uruguay by En Perspectiva
Bem vindos a mais um episódio do de Olhos Bem Abertos!Neste episódio a dinâmica muda e não se fala apenas de um filme em específico. A Margarida, o Pedro e a Correia falam sobre os seus realizadores favoritos, e os seus filmes melhor cotados, os favoritos e os que consideram pérolas desvalorizadas, com um segmento final sobre os Óscares de 2026!Todas as quartas-feiras, às 15h.
A primeira vez que Jorge Leitão Ramos entrou numa sala de cinema foi há 67 anos. No Monumental em Lisboa podiam sentar-se 2170 pessoas a ver o mesmo filme, à mesma hora, no mesmo local — que para o crítico de cinema do Expresso “parecia um palácio com aqueles vastos foyers de grandes lustres, mármores, esculturas e imensas carpetes.” Ele “queria estar ali, viver naquele lugar”. Agora que, de Braga a Tavira, se fecham multiplexes, conversamos com ele, para lembrar cinemas da Lisboa que já não existem, e com João Miguel Salvador para dar conta da realidade em que deixamos de ir ao cinema e passamos a receber o cinema em casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Festival Olá Paris regressa à capital francesa com cinco ante-estreias em sete longas metragens apresentadas ao púlico francês, assim como uma grande tónica dada ao cinema de animação. Nesta edição, que decorre em parceria com o IndieLisboa, vai mostrar-se uma nova geração de realizadores portugueses que não têm medo de abordar temas que fazem tremer a sociedade portuguesa como as drogas, a sexualidade ou o racismo. Nos dias 6, 7 e 8 de Março, o Festival "Olá Paris!" volta à capital francesa com cinco filmes em ante-estreia das sete longas-metragens que vai apresentar, assim como várias curtas metragens de animação. é um momento de partilha do cinema português em França, mas também de promoção dos realizadores, actores e cultura portugueses. Uma primeira edição bem-sucedida no final de 2024, com uma grande troca entre o público e os artistas, fez com que os fundadores e organizadores do festival, Fernando e Wilson Ladeiro, voltassem a organizar uma nova edição do festival. "Um dos pontos importantes do Olá Paris! é não só trazer artistas e realizadores e actores, mas também de permitir, depois do filme, fazer uma conversa entre os artistas e o público. E nós ficámos muito surpreendidos na primeira edição de ver que no final do filme, a sala toda ficava. Ninguém saía. E a conversa continuava. Éramos obrigados a parar porque as pessoas estavam mesmo interessadas. E foi também para os actores e realizadores uma inspiração grande de ver esse público interessado, a fazer perguntas, a analisar o filme e os próprios artistas diziam-nos que para eles foi muito interessante ver a reacção do público. É por isso que vamos continuar também este ano a ter sempre depois do filme encontros com o público", explicou Fernando Ladeiro em entrevista à RFI. Entre os filmes apresentados está "18 buracos para o paraíso", de João Nuno Pinto, "Entroncamento", de Pedro Cabeleira ou ainda "O vento assobiando nas gruas", de Jeanne Waltz, mostrando como os realizadores portugueses abordam actualmente temas como a diferença de classes, o racismo ou o tráfico de droga e as suas consequências. Uma forma "crua" de mostrar a realidade e que interessa aos espectadores franceses. "O cinema, e a cultura em geral, é também político. E o que é interessante no cinema português hoje é que aqui há uns anos não se falava muito de certos assuntos. Tudo o que tinha a ver com a sexualidade, com a droga, com a homossexualidade, não se falava. Eram tabus. E esta nova geração de cineastas portugueses não tem medo de falar ou de apresentar este tipo de tema. E é realmente um ponto interessante do cinema português de hoje. Há uma maneira, às vezes, até brutal de apresentar isto tudo. Mas que é crua, não é. Mas que existe e que é para nós. Aliás, a programação deste ano, comparado ao ano passado, foi uma programação mais clássica, com filmes que já tinham se visto, os realizadores conhecidos confirmados. Este ano também temos, mas aliás, temos mais. Esta nova geração que vem com filmes fortes, com temas assim que não se via muito há uns anos", indicou Fernando Ladeiro. Este ano o festival aposta no cinema de animação, com uma curta-metragem a ser mostrada antes de cada longa-metragem e o público parisiense vai poder ver "Ice Merchants" de João Gonazalez, "Percebes" de Alexandra Ramires e Laura Gonçalves ou ainda "Entre sombras" de Alice Guimarães e Monica Santos. Haverá também uma masterclass, orientada por Regina Pessoa, em que a realizadora vai explicar o sue processo de criação nos filmes de animação. O "Olá Paris!" decorre este ano em parceria com o Indie Lisboa, festival lisboeta fundado em 2004, e que traz até Paris o filme "A vida luminosa" de João Rosas. Esta é uma parceria que se alinha em termos cinematográficos, mas também de valores, com a intenção de dar maior visibilidade aos dois festivais. "Queremos realmente fazer de Paris uma plataforma dos dois cinemas, dos dois mundos e permitir que eles se conheçam e que possam colaborar. E o facto de estarmos a trabalhar com o Indie Lisboa, para já, em termos de ideologia política corresponde à nossa arena e claro dá maior visibilidade a este evento que não é muito conhecido em França, mas que tem uma boa reputação em Portugal. Para nós foi interessante também lá ir ao Indie Lisboa. O ano passado vimos muitos filmes, escolhemos com eles o filme que vai ser apresentado agora no festival e é uma parceria que vai com certeza desenvolver nos anos que vêm", concluiu Fernando Ladeiro.
O Festival Olá Paris regressa à capital francesa com cinco ante-estreias em sete longas metragens apresentadas ao púlico francês, assim como uma grande tónica dada ao cinema de animação. Nesta edição, que decorre em parceria com o IndieLisboa, vai mostrar-se uma nova geração de realizadores portugueses que não têm medo de abordar temas que fazem tremer a sociedade portuguesa como as drogas, a sexualidade ou o racismo. Nos dias 6, 7 e 8 de Março, o Festival "Olá Paris!" volta à capital francesa com cinco filmes em ante-estreia das sete longas-metragens que vai apresentar, assim como várias curtas metragens de animação. é um momento de partilha do cinema português em França, mas também de promoção dos realizadores, actores e cultura portugueses. Uma primeira edição bem-sucedida no final de 2024, com uma grande troca entre o público e os artistas, fez com que os fundadores e organizadores do festival, Fernando e Wilson Ladeiro, voltassem a organizar uma nova edição do festival. "Um dos pontos importantes do Olá Paris! é não só trazer artistas e realizadores e actores, mas também de permitir, depois do filme, fazer uma conversa entre os artistas e o público. E nós ficámos muito surpreendidos na primeira edição de ver que no final do filme, a sala toda ficava. Ninguém saía. E a conversa continuava. Éramos obrigados a parar porque as pessoas estavam mesmo interessadas. E foi também para os actores e realizadores uma inspiração grande de ver esse público interessado, a fazer perguntas, a analisar o filme e os próprios artistas diziam-nos que para eles foi muito interessante ver a reacção do público. É por isso que vamos continuar também este ano a ter sempre depois do filme encontros com o público", explicou Fernando Ladeiro em entrevista à RFI. Entre os filmes apresentados está "18 buracos para o paraíso", de João Nuno Pinto, "Entroncamento", de Pedro Cabeleira ou ainda "O vento assobiando nas gruas", de Jeanne Waltz, mostrando como os realizadores portugueses abordam actualmente temas como a diferença de classes, o racismo ou o tráfico de droga e as suas consequências. Uma forma "crua" de mostrar a realidade e que interessa aos espectadores franceses. "O cinema, e a cultura em geral, é também político. E o que é interessante no cinema português hoje é que aqui há uns anos não se falava muito de certos assuntos. Tudo o que tinha a ver com a sexualidade, com a droga, com a homossexualidade, não se falava. Eram tabus. E esta nova geração de cineastas portugueses não tem medo de falar ou de apresentar este tipo de tema. E é realmente um ponto interessante do cinema português de hoje. Há uma maneira, às vezes, até brutal de apresentar isto tudo. Mas que é crua, não é. Mas que existe e que é para nós. Aliás, a programação deste ano, comparado ao ano passado, foi uma programação mais clássica, com filmes que já tinham se visto, os realizadores conhecidos confirmados. Este ano também temos, mas aliás, temos mais. Esta nova geração que vem com filmes fortes, com temas assim que não se via muito há uns anos", indicou Fernando Ladeiro. Este ano o festival aposta no cinema de animação, com uma curta-metragem a ser mostrada antes de cada longa-metragem e o público parisiense vai poder ver "Ice Merchants" de João Gonazalez, "Percebes" de Alexandra Ramires e Laura Gonçalves ou ainda "Entre sombras" de Alice Guimarães e Monica Santos. Haverá também uma masterclass, orientada por Regina Pessoa, em que a realizadora vai explicar o sue processo de criação nos filmes de animação. O "Olá Paris!" decorre este ano em parceria com o Indie Lisboa, festival lisboeta fundado em 2004, e que traz até Paris o filme "A vida luminosa" de João Rosas. Esta é uma parceria que se alinha em termos cinematográficos, mas também de valores, com a intenção de dar maior visibilidade aos dois festivais. "Queremos realmente fazer de Paris uma plataforma dos dois cinemas, dos dois mundos e permitir que eles se conheçam e que possam colaborar. E o facto de estarmos a trabalhar com o Indie Lisboa, para já, em termos de ideologia política corresponde à nossa arena e claro dá maior visibilidade a este evento que não é muito conhecido em França, mas que tem uma boa reputação em Portugal. Para nós foi interessante também lá ir ao Indie Lisboa. O ano passado vimos muitos filmes, escolhemos com eles o filme que vai ser apresentado agora no festival e é uma parceria que vai com certeza desenvolver nos anos que vêm", concluiu Fernando Ladeiro.
Realizadores e produtores compartilham os caminhos percorridos para transformar uma ideia em um filme. A partir das experiências vividas no Brasil CineMundi, os profissionais dos longas Nimuendajú (projeto em desenvolvimento na 6ª edição, em 2015) e Suçuarana (projeto WIP no Brasil CineMundi 2023 e no Conexão Brasil CineMundi Tiradentes 2024) apresentam as trajetórias de suas obras — do desenvolvimento inicial à estreia em festivais, passando pela construção de redes, parcerias nacionais e internacionais, adequações legais e criativas, finalização e circulação.O encontro destaca como a participação no Brasil CineMundi contribuiu significativamente para o amadurecimento dos projetos, oferecendo uma visão concreta dos desafios, aprendizados e estratégias envolvidos na realização audiovisual. Voltado a produtores e realizadores, este espaço promove a troca de experiências e a reflexão sobre os caminhos possíveis entre o projeto e a tela.Convidados:• Clarissa Campolina – diretora do filme Suçuarana | MG • Luana Melgaço – produtora do filme Suçuarana | MG • Sérgio Borges – diretor do filme Suçuarana | PE • Tania Anaya – diretora do filme Nimuendajú | MG • Tatiana Mitre – produtora do filme Nimuendajú | MG Mediação: Paulo de Carvalho – produtor na Autentika Films e colaborador do Brasil CineMundi | Alemanha
A crónica filmada da luta de uma aldeia portuguesa foi exibida em Paris na véspera de um dia de protestos em toda a França. O filme “A Savana e a Montanha”, que em França adoptou o título “Covas do Barroso - chronique d'une lutte collective”, do realizador Paulo Carneiro, foi apresentado, esta terça-feira, no festival “Traversons vers le Brésil”, que decorre até 20 de Setembro. Entre western e fábula, o filme “A Savana e a Montanha” conta a história dos habitantes de uma aldeia no norte de Portugal que se insurgem contra a ameaça da implementação de um projecto internacional de exploração de lítio. Qual o peso de uns quantos agricultores frente um Golias apoiado pelo Governo? A questão ficou no ar, no teatro Traversière, em Paris, horas antes de mais uma mega mobilização social em França. A RFI foi perguntar a Paulo Carneiro como anda a resistência em Covas do Barroso e que outras lutas está a preparar na capital francesa, pouco mais de um ano depois de ter estado na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cinema de Cannes. O cineasta revelou-nos que foi seleccionado para uma residência artística na Cité Internationale des Arts e que está a desenvolver o guião do seu próximo trabalho. Será o seu quinto filme e vai contar a história de uma líder sindical num supermercado do bairro da Pontinha - onde ele cresceu - e o aproveitamento político e mediático que é feito em torno da sua luta. “A Savana e a Montanha” é um dos filmes exibidos no evento “Traversons vers le Brésil”, que arrancou esta segunda-feira. No primeiro dia, houve concerto da portuguesa Silly e esta quarta-feira sobe ao palco a cantora cabo-verdiana Lucibela. Também hoje é exibido o filme “Hanami”, de Denise Fernandes, rodado na ilha do Fogo. A 18 de Setembro há, ainda, concerto do grupo brasileiro Devotos e, no dia seguinte, é projectado o filme “O Som ao Redor” do realizador brasileiro Kleber Mendonça Filho. O programa termina a 20 de Setembro com Roda de Samba.
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A décima edição da Director's Factory (Fábrica de Diretores) da importante mostra paralela de Cannes, Quinzena de Realizadores, promove este ano jovens cineastas brasileiros. Batizado este ano de “Fábrica Ceará Brasil” o evento teve este ano um produtor de prestígio: o cineasta Karim Aïnouz. Adriana Brandão, enviada especial da RFI a CannesApós dois anos seguidos em Cannes na competição oficial pela Palma de Ouro, (em 2023 com o "Jogo da Rainha", e em 2024 com "Motel Destino") Karim Aïnouz volta a participar do festival, mas desta vez como produtor. O cineasta brasileiro produziu os quatro curtas-metragens da Fábrica de Diretores da Quinzena dos Realizadores. Todos os filmes foram rodados em Fortaleza, cidade natal de Aïnouz. O cineasta negociava com a Quinzena dos Realizadores essa participação, que mostra outras narrativas cinematográficas brasileiras nas telas de Cannes há algum tempo. “Eu falei, deixa a gente mostrar para o mundo que tem outro Brasil, porque tradicionalmente, historicamente, é sempre muito do Rio e São Paulo”, lembra, ao lado dos jovens talentos que apoia. Ele ressalta a importância da visibilidade de um “outro Brasil” exatamente nesse ano em que o país é o convidado de honra do Mercado do Filme de Cannes. “É uma espécie de abre alas. (Uma) celebração de uma cinematografia periférica e invisível. O público que estava na sala descobriu personagens e histórias que são inéditas. Tem gente ali na tela que a gente não viu no cinema ainda. É uma espécie de reparação histórica”, diz. Apoiar novos talentosA Fábrica de Diretores da Quinzena dos Realizadores visa apoiar novos talentos. Os quatro curtas-metragens desta edição estrearam em Cannes na quarta-feira (14). Cada curta foi roteirizado e realizado por um diretor do nordeste ou norte do Brasil, em parceria com um jovem cineasta de um outro país. Os oito jovens que integram o programa este ano foram selecionados em setembro do ano passado e tiveram poucos meses de produção e filmagem. Todos vieram a Cannes para participar da estreia e também poder negociar financiamentos e coproduções para a realização de seus próximos filmes. “Ponto Cego”, foi codirigido pela cearense Luciana Vieira e pelo cubano Marcel Beltrán. O filme se passa no Porto de Fortaleza e conta a história da Marta, uma engenheira de sistemas que conserta câmeras de segurança do local. “É o filme que fala sobre o silenciamento feminino, sobre a necessidade de interromper certos ciclos de violência e sobre como isso pode se dar dentro do ambiente de trabalho”, revela Luciana.Vitória coletivaEstar em Cannes "não é só uma vitória pessoal, mas uma vitória coletiva", disse a cearense. "Espero estar honrando nosso estado, nosso país. Estar aqui representando mulheres nordestinas, mulheres que também não ocupam esse espaço com tanta frequência. Podemos agora ser exemplos e espelhos para as novas gerações que vão vir aí também”, espera Luciana. “A Vaqueira, a Dançarina e o Porco”, foi escrito e dirigido pela alagoana Stella Carneiro, em parceria com português Ary Zara. O filme é um “faroeste translésbico” e uma história de vingança, com uma estética bem diferente. “A gente quis fazer um filme bem disruptivo, trazendo protagonismo para pessoas que normalmente não ocupam esse gênero de cinema tão tradicional”, conta Stella. Como Luciana, Stella ressalta a oportunidade de estar em Cannes como nordestina. “Como alagoana e como uma mulher que vem de origem negra, eu acho que é um espaço que a gente não estava acostumada a ocupar. Trazer isso refletido no cinema que a gente está fazendo era muito importante”, afirma. “A Fera do Mangue” é codirigido pela cearense Wara e pela israelense Sivan Noam. “A nossa história é sobre um mangue encantado, dominado por um feiticeiro que abusa das mulheres. Até o dia em que uma das vítimas decide libertar a fera que existe dentro dela e se vingar”, conta Wara. Para ela, "Cannes também representa uma abertura de portas que vai significar muito. Não só para a gente, mas também para as pessoas que futuramente vão vir para cá apresentar seus filmes, apresentar suas narrativas, independentemente de onde sejam: Nordeste, Norte, ou o restante do Brasil”.Violência de gênero e mulheres resistentes“Como Ler o Vento” é uma obra conjunta do amazonense Bernardo Ale Abinader e da francesa Sharon Hakim. E o único dos quatro curtas a não abordar a violência de gênero, mas que traz também como protagonistas mulheres. “É um filme sobre 2 mulheres. Uma ensina conhecimentos ancestrais para a outra. É um filme sobre transmissão”, resume o diretor. "Essa participação no maior festival de cinema do mundo será transformadora. Essa experiência está sendo incrível e vai significar muito para minha carreira em termos de novas experiências que eu adquiri por conta do trabalho com a Sharon e com a equipe incrível. Também vai transformar minha carreira por conta de todas as pessoas que eu conheci, networking que fiz e, claro, poder apresentar o meu projeto de longa-metragem nesse festival", antecipa. A escolha dos temas foi feita separadamente por cada dupla e foi uma coincidência que cada três dos quatro curtas abordem a violência de gênero, “que reflete uma realidade do Nordeste e do mundo”, salienta Stella. “Sem planejamento, sem orientação, acabamos trazendo histórias sobre mulheres fortes, resistência e ancestralidade”, indica Bernardo Ale Abinader. Karim Aïnouz, que acompanhou todo o processo de produção e filmagens, diz, brincando, só sentir “que faltou um pouquinho de alegria”. O premiado diretor de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” vai continuar apoiando, como produtor, jovens diretores para mostrar, a Cannes e ao mundo, outras histórias e caras do Brasil.
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Santa Cruz do Sul recebe o Workshop Produz com grandes nomes da produção de eventos e shows. Nos dias 12 e 13 de maio, Santa Cruz do Sul será o centro das atenções para quem vive (ou quer viver) os bastidores de eventos e shows. O Workshop PRODUZ, idealizado pela DicastroPro, chega à cidade com uma proposta inovadora: conectar profissionais, técnicos e apaixonados pela área de produção, montagem, sonorização, iluminação e gestão de eventos em dois dias intensos de aprendizado e networking.Entre os palestrantes confirmados, estão: Pablo Henrique – produtor de artistas como Ferrugem, Dilsinho e Atitude 67; kadu Melo – engenheiro projetista da DB Tecnologia Acústica, com quase 20 anos de experiência em áudio profissional; Milto Koprosky – Técnico de som e Músico com experiência em estúdio e ao vivo, Especialista em workflow em mixers digitais; Samuel Chagas – mais de 17 anos de estrada na produção técnica de grandes eventos como Planeta Atlântida, Rap in Cena, South Summit, STU; Paulo Roberto (Juninho) – referência em iluminação cênica.
Santa Cruz do Sul recebe o Workshop Produz com grandes nomes da produção de eventos e shows. Nos dias 12 e 13 de maio, Santa Cruz do Sul será o centro das atenções para quem vive (ou quer viver) os bastidores de eventos e shows. O Workshop PRODUZ, idealizado pela DicastroPro, chega à cidade com uma proposta inovadora: conectar profissionais, técnicos e apaixonados pela área de produção, montagem, sonorização, iluminação e gestão de eventos em dois dias intensos de aprendizado e networking.Entre os palestrantes confirmados, estão: Pablo Henrique – produtor de artistas como Ferrugem, Dilsinho e Atitude 67; kadu Melo – engenheiro projetista da DB Tecnologia Acústica, com quase 20 anos de experiência em áudio profissional; Milto Koprosky – Técnico de som e Músico com experiência em estúdio e ao vivo, Especialista em workflow em mixers digitais; Samuel Chagas – mais de 17 anos de estrada na produção técnica de grandes eventos como Planeta Atlântida, Rap in Cena, South Summit, STU; Paulo Roberto (Juninho) – referência em iluminação cênica.
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En esta conversación tapamos en preguntas al director Bernardo Quesney y al escritor/guionista Simón Soto a propósito de su hilarante película Historia & Geografía, que pueden ver ahora mismo en MUBI. Si me preguntan a mí, mejor que vean la película primero y nos escuchen después, pero si quieren ponerse rebeldes escuchen y si les interesa, corran a MUBI a ver la película. Como sea, aquí les dejamos la conversación que tuvimos con los realizadores sobre cómo es el proceso de hacer una película como esta, cómo se hace una comedia, y muchas cosas más que espero sean de vuestro agrado. Gracias a los invitados y a MUBI por hacer esto posible, y recuerden que tienen 30 días gratis de MUBI en el enlace www.mubi.com/flimcast por si no han aprovechado todavía. ¡Muchas gracias por escuchar/comentar/compartir! Y recuerden que si quieren material exclusivo, pre-estrenos y más, los esperamos en www.patreon.com/hermeselsabio
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Já se conhecem os nomeados da 97ª edição dos Óscares, que vão acontecer a 2 de março, numa cerimónia apresentada por Conan O'Brien. Pela primeira vez um filme em língua portuguesa concorre para Melhor Filme: “Ainda Estou Aqui” conta a história verídica do sofrimento de uma família às mãos da ditadura militar, no Brasil. Fernanda Torres, após vencer o Golden Globe, está também na corrida pelo prémio de Melhor Atriz. “Emilia Pérez”, descrito como uma “ópera pop, thriller de narcotráfico e drama de afirmação de género”, é a obra com mais nomeações, 13 no total. O épico “The Brutalist” e o musical “Wicked” seguem-se com 10 nomeações. Na categoria de Melhor Filme há ainda “Anora”, comédia romântica sobre uma trabalhadora do sexo; “A Complete Unknown”, biopic de Bob Dylan; “Conclave”, thriller que decide o próximo Papa; “Dune: Part Two”, a continuação da saga de ficção científica; “Nickel Boys”, drama histórico que inova na realização; e “The Substance”, body horror feminista. Que filmes partem em vantagem? Que atores e atrizes podem começar já a escrever os discursos? Que realizadores e realizadoras vão injustamente ficar a ver a cerimónia em casa? No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, Filipa Amaro, realizadora e argumentista das séries “Frágil” e “Emília”, explica porque prefere “The Brutalist” a “Emilia Pérez”, justifica algumas reservas quanto a “Anora”, afirma que infelizmente Ralph Fiennes nunca vai vencer um Óscar e elogia a diversidade dos géneros de candidatos a Melhor Filme.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Descenso del paro en Andalucía en el tercer trimestre del año, con 113.000 parados menos que hace justo un año, es casi un 15% menos. En total, en Andalucía hay 670.000 personas sin empleo. En términos trimestrales, el desempleo ha descendido en 5.600 personas, según los datos de la Encuesta de Población Activa que ha publicado hoy el Instituto Nacional de Estadística. Nuestra comunidad acumula tres trimestres consecutivos de descenso en el número de desempleados, mientras que el número de ocupados ha crecido en un año un 3,3 por ciento, casi el doble que la media nacional.CEPSA ha acordado ralentizar sus inversiones en Andalucía y que pretendían crear 10.000 puestos de trabajo en las provincias de Cádiz y Huelva. Una inversión de 3.000 millones de euros en Hidrógeno Verde que podrían ir a otros países si el gobierno convierte en permanente el impuesto a las compañías energéticas.La Policía Nacional y Vigilancia Aduanera han intervenido 13 toneladas de cocaína en un contenedor llegado al puerto de Algeciras que venía oculta entre plátanos en un contenedor que viajaba desde Ecuador.Y en nuestra entrevista nos vamos hasta Granada para hablar del XXX Festival de Jóvenes Realizadores de Granada. Escuchar audio
En el programa de hoy celebramos el “Día de Regreso al futuro” con David, nuestro “cuñao” particular y charlamos con Jesús Bosque de la Muestra de Realizadores Oscenses que mañana arranca su XXX edición
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Jonás Trueba es director de cine y productor. Su última película, “Volveréis”, se estrena en cines mañana y fue premiada como la mejor película europea de la Quincena de Realizadores de Cannes. Charlamos sobre rupturas, parejas que hacen suelo, el poder de la repetición, el amor, atrapar la vida, luchar contra la película que no has hecho, ser el rey del ferragosto madrileño, Íñigo Montoya, Ozu, directores favoritos (y menos favoritos) y las diferencias entre esperanza, recuerdo y repeticiónLIBROSAtrapad la vida - TarkovskiEscupir en el tiempo - TarkovskiLa búsqueda de la felicidad - Stanley CavellCiudades de palabras - Stanley CavellDiccionario del cine - Fernando TruebaEl salón de pasos perdidos - Andrés TrapielloLa repetición - KierkegaardAntología de los diarios de Yasujiro OzuPELÍCULASVolveréisAnatomía de una caídaPerfect DaysTodo OzuTodo Jonas MekasLa princesa prometidaThe SquarePobres CriaturasTenéis que venir a verla
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En el catálogo RCA Víctor del año 1945, teniendo en cuenta el retardo con que llegaban a Cuba los discos en físico del poderoso sello norteamericano, comenzó a sobresalir el estilo de Alberto Ruiz con su conjunto 'Kubavana'. Cantante completo, excelente en la improvisación, recorrió casi todo el espectro rítmico nuestro poniéndole sentimiento a un importante número de guarachas, montunos y boleros. A finales de 1943, a punto de iniciar el Conjunto 'Casino' su provechosa temporada mexicana, se fundó el 'Kubavana' para cubrir la plaza vacante en el 'Zombie Club'. Junto al gran Alberto Ruiz, entre 1944 y 1947, completaron la delantera vocal del 'Kubavana': Mario Recio, Roberto Faz, Carlos Querol, Orlando Vallejo y Laíto Sureda. En estos tiempos donde la indiferencia institucional permite que se pudran, a conciencia, importantes archivos es necesario recordar la presencia en el éter radiofónico de grandes colegas, lamentablemente ya desaparecidos, como Manuel Villar, Sigfredo Ariel y Felipe Morfa. Realizadores talentosos que entregaron lo mejor de su arte en función del rescate y difusión de la música popular cubana. Moraima Secada es, increíblemente, una de las voces femeninas cubanas más olvidadas. Los cuartetos D'Aida y Los Méme fueron claves para que, mediando los años 60, desarrollara su carrera en solitario. Hoy la recordamos con varios cortes del magnífico álbum 'La razón no valía', producido por Felipe Morfa y Mayra González para la etiqueta Bis Music en 2019. Moraima Secada en grabaciones únicas, tomadas de aquellos musicales de la televisión cubana de los años 60, regresa junto al gran Bobby Jiménez y los pianos de Samuel Téllez y Adolfo Guzmán. Sirvan estos sonidos para reverenciar el inmenso aporte de estos grandes a la cultura cubana. El centenario sonido de la orquesta de Felipe Valdés nos trae el danzón '20 de Mayo'. Inspirados en la fundación de la república (el 20 de Mayo de 1902) fue ésta una de tantas piezas que los músicos cubanos dedicaron al crucial acontecimiento patrio. Teníamos república y a pesar de su imperfección, este hecho nos distinguía en las Américas. A 122 años de distancia volvemos a la música popular para seguir desentrañado sus tesoros más queridos y celebrar, a nuestra manera, esa chispa de unidad, democracia y libertad tan necesaria, que aún hoy, a pesar de todo, anima a muchos cubanos dentro y fuera de la Isla. Tres registros históricos nos devuelven la grandeza de compositores como Arsenio Rodríguez. En el punto más álgido de la dictadura batistiana, instaurada con el golpe militar del 10 de marzo de 1952, Arsenio compuso el bolero lamento: 'Adórenla como Martí'. Registro que pertenece al único álbum que le produjo la etiqueta independiente 'Puchito' al tresero. Última grabación efectuada por el 'ciego maravilloso' en Cuba. Carlos Embale, voz altísima de la música popular cubana de todos los tiempos, regresa con el apoyo del Septeto Nacional de Ignacio Piñeiro. Cierran este breve segmento, dedicado a la fundación de la república cubana, las líneas de un viejo son montuno. Así nos trasladamos a los estudios de la Radio Cadena Suaritos en la calle 25 del Vedado habanero. Suaritos, bien reconocido por la radio audiencia de los años 40 y primeros 50, por sus originales grabaciones, contrató a Panchito Riset, el notable cultor del bolero soneado. Finalizando los años 40 quedó esta excelente versión del son de Felipe Neri Cabrera: 'En Guantánamo'. Buen recuerdo para el cantante santiaguero Fernando Álvarez. En enero de 1956, completó la cuarteta vocal del renovado Conjunto Casino junto a Roberto Espí, René del Mar y Orlando Reyes. Por esas mismas fechas, nuestra inmensa Celia Cruz, se presentaba en las alegres ondas de Radio Progreso con la banda de Ernesto Duarte. Así nos despedimos.
Hoy hemos conocido la elección del jurado para el 'Premio Princesa de Asturias de las Letras' 2024. Tras el premio a Murakami del año pasado, la galardonada este año ha sido la poeta y ensayista rumana Ana Blandiana (Timisoara, 1942). Figura desconocida para muchos, según la crítica su obra es una de las más destacables de la literatura europea de las últimas décadas, a pesar de que sufrió la censura durante la dictadura de Nicolae Ceaușescu hasta en tres ocasiones. Repasamos su obra y descubrimos su figura a través de nuestra colaboradora Inés Martín Rodrigo, que es miembro del jurado que ha elegido a Blandiana este año. Charlamos también con Viorica Patea, una de las traductoras de su obra al español y Paca Flores, directora de Editorial Periférica, que ofrece en su catálogo los textos de Ana Blandiana.Conocemos las novedades de la temporada 2024-2025 del 'Teatro de la Zarzuela', de la mano de su directora Isamay Benavente. Encaramos con Conxita Casanovas la recta final del 'Festival de Cine de Cannes', en el día que se clausura la Quincena de Realizadores y conocemos lo que no puede faltar en la agenda semanal, en torno al mundo de la pintura, la música y el teatro. Nos despedimos con Martín Llade, que nos trae el último álbum de la arpista Sara Águeda. Repertorio renacentista, cortesano y que desde hace poco, descubrimos que podrían haber interpretado muchas mujeres anónimas e invisibilizadas. El disco lleva el nombre de 'Ellas Renacen'.Escuchar audio
En este episodio, se habla de la escritura como un ejercicio permanente en la creación cinematográfica.Santiago Mitre es un director argentino reconocido inicialmente por su trabajo como guionista en películas de Pablo Trapero, como Leonera, Carancho y Elefante blanco, todas estrenadas en el Festival de Cannes. Con su ópera prima El estudiante obtuvo el Premio Especial del Jurado en Locarno y desde entonces ha desarrollado una exitosa filmografía como director, usando las estrategias del cine clásico para renovar las posibilidades narrativas de géneros como el thriller político. Recientemente, obtuvo un Globo de Oro y fue nominado a los Premios Oscar por su largometraje Argentina, 1985, también galardonado con el Premio FIPRESCI en el Festival de Venecia. Por otro lado, Alejandro Landes es un director nacido en Brasil que creció entre Ecuador y Colombia. Después de trabajar algunos años en la prensa y televisión de Estados Unidos, debutó como director en Sundance con el documental Cocalero, un registro de la campaña electoral de Evo Morales en Bolivia. En 2011 estrenó en la Quincena de Realizadores de Cannes Porfirio, una ficción inspirada en hechos reales que utiliza elementos documentales en su puesta en escena. Siete años después obtuvo el Premio Especial del Jurado del Festival de Sundance por Monos, una ambiciosa representación de la juventud y del conflicto armado en Colombia, que también fue seleccionada para ser parte del Panorama de la Berlinale.Santiago y Alejandro se reúnen aquí para hablar de los procesos de investigación que nutren sus guiones y su trabajo con actores naturales y profesionales. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Hoje falamos um pouco de filmes que foram rejeitados pelos seus realizadores.
Se podría decir que es una mañana casi monográfica de fútbol; los personajes deportivos del programa han tomado el control del grabófono de Edgar Hita. Laura Martínez habla del cine de los Trueba a raíz de que Jonás Trueba, el pequeño de los Trueba, presentará en la Quincena de Realizadores de Cannes 'Volveréis', su última película. Luismi Pérez aclara qué cosas se pueden ver desde el espacio. Adriana Mourelos se va de feria con los guiris y se monta en el coche de Aída Nízar para desgranar 'Zorra'.
En este episodio, se habla del cine como un motivo para regresar y marcharse del lugar de origen. Elena López Riera es una directora española. Dirigió los cortometrajes Pueblo, Las vísceras y Los que desean, tres obras con un exitoso recorrido y el último de ellos premiado con el Pardino de Oro del Festival de Locarno. En 2022, su ópera prima El agua, se presentó en la Quincena de Realizadores de Cannes, Toronto y San Sebastián y fue nominada a dos premios Goya. En su filmografía, rodada enteramente en Orihuela, ha explorado la sensación de convertirse en extranjera, el deseo y la tradición oral de su pueblo natal, conjugando de forma sensible la realidad con la fantasía y el documental con la ficción. También ha trabajado como programadora para los festivales de Sevilla, Entrevues Belfort y Visions du Réel. Por otro lado, Eduardo “Teddy” Williams es un director argentino, cuyo singular reconocimiento comenzó con su primer cortometraje Pude ver un puma, estrenado en la Cinéfondation del Festival de Cannes. Tras dirigir varios otros cortometrajes, en 2016 estrenó su ópera prima El auge del humano en Locarno, donde obtuvo el Premio Cineastas del Presente. Siete años más tarde, volvió a la competencia oficial de este mismo festival con El auge del humano 3 y obtuvo el Premio Tabakalera de San Sebastián. En su filmografía, caracterizada por su innovación técnica y espontaneidad, se ha aproximado a la virtualidad, escenarios geográficamente distantes y el desenfado y el malestar de distintos jóvenes alrededor del mundo. Elena y Eduardo hablan aquí de la necesidad de reconocer otros esquemas de producción que hoy permiten la creación de un cine diverso. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La directora catalana explora en 'Creatura' la represión sexual y el deseo femenino en una película delicada y sugerente que ganó premio en la Quincena de Realizadores de Cannes
La directora catalana explora en 'Creatura' la represión sexual y el deseo femenino en una película delicada y sugerente que ganó premio en la Quincena de Realizadores de Cannes
En este episodio, se habla de la teatralidad como una posibilidad expresiva poco explorada en el cine latinoamericano.Ilse Salas es una actriz mexicana de cine, series y teatro, reconocida internacionalmente por su papel protagónico en Las niñas bien, de Alejandra Márquez Abella, película seleccionada en Toronto y premiada en Málaga. Su experiencia cinematográfica abarca producciones tanto industriales como independientes, en las que demuestra un interés por registros tan disímiles como la comedia romántica y el drama social. Ganadora de un Ariel y nominada en dos ocasiones a los Premios Platino, Salas ha trabajado con importantes directores de Latinoamérica como Abner Benaim, Lucía Puenzo y Alonso Ruizpalacios.Por otra parte, Guillermo Calderón es un dramaturgo chileno con un profundo compromiso político, y guionista de algunas de las más importantes películas de su país en la última década, como Ema, El club y Neruda, todas dirigidas por Pablo Larraín y estrenadas en Venecia, Berlín y la Quincena de Realizadores de Cannes. Interesado en los universos femeninos y crear protagonistas complejas, también ha colaborado en películas de Andrés Wood y Rodrigo Sepúlveda y recientemente debutó como director con Maquíllame otra vez, comedia rodada en Ciudad de México y estrenada en el Festival de Morelia. Tras colaborar en ese largometraje, Ilse y Guillermo se reúnen para hablar de un interés común: el goce de la estridencia. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
En este episodio, se habla de las licencias que el cine y el teatro independientes brindan para la creación desde distintos roles. Laura Paredes es una actriz argentina, reconocida en la escena teatral por ser parte de Piel de Lava, uno de los grupos más destacados dentro y fuera de su país por un fuerte carácter experimental. Paredes ha trabajado en cine con directores argentinos como Martín Rejtman, Santiago Mitre y Matías Piñeiro. Ha protagonizado los dos largometrajes de Laura Citarella: Ostende y Trenque Lauquen, este último estrenado en la más reciente edición del Festival de Venecia. Con Piel de Lava filmó la película de 14 horas dirigida por Mariano Llinás, La Flor, un ambicioso proyecto estrenado en la Competencia Internacional de Locarno que combina distintos géneros y estilos cinematográficos. Por otro lado, Manuela Martelli es una actriz y directora chilena cuya carrera comenzó con destacadas interpretaciones en películas de su país dirigidas por Andrés Wood y Gonzalo Justiniano. Desde entonces, ha participado en películas de importantes directores latinoamericanos como Sebastián Lelio, Martín Rejtman y Alicia Scherson, así como en proyectos en Italia, España y Bélgica. Tras debutar en 2015 en la dirección con el cortometraje Marea de tierra, seleccionado en la Quincena de Realizadores de Cannes, en 2022 regresó a esta misma sección con su largometraje 1976, un aplaudido thriller de época protagonizado por Aline Kuppenheim. A partir de sus más recientes experiencias, Laura y Manuela comparten algunas ideas sobre la actuación y la provechosa relación que se ha establecido entre el cine y el teatro. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Lo que está cambiando el podcasting y el marketing digital: -En España los oyentes de pódcast siguen inclinándose por contenidos procedentes de la radio tradicional. -Carolina Iglesias de ‘Estirando el chicle' estrena su nuevo pódcast con video ‘El CaroLate'. -El Festival Jóvenes Realizadores de Granada se extiende a la industria del podcasting. -¿Hay problemas en la industria del podcasting? -¿Solo los suscriptores Premium de YouTube pueden ver videos con calidad 4K? -CoHost revela qué formatos de pódcast de marca se conectan mejor con los oyentes. Nuevos pódcast Cautivos. Pódcast recomendado Perretes | Las razas de perros. ¿Sabes cuál es la raza del perro con el que compartes tu estilo de vida y carácter? Las distintas razas no son solo una cuestión estética. Todas tienen una funcionalidad y un carácter que determina sus necesidades físicas y emocionales. También de la misma manera se relacionan con su adaptación social y comportamiento. En Perretes, te contarán su historia, carácter, cuidados y, por supuesto, esas anécdotas tan divertidas que te sacarán más de una sonrisa.
'El agua', la ópera prima de Elena López Riera compite en la Quincena de Realizadores del Festival de Cannes, sección donde ya había presentado algunos de sus cortometrajes. La directora ha rodado en Orihuela esta historia realista y mitológica sobre la relación con el agua, la gota fría y el machismo
La directora, nacida en Suecia y criada en Costa Rica, propone en 'Clara Sola' un viaje sensorial y místico por la liberación sexual en comunión con la naturaleza. La cinta se presentó el pasado año en la Quincena de Realizadores del Festival de Cannes y fue la elegida por Costa Rica para competir en los Óscar. Un estimulante debut para seguir de cerca el trabajo de Nathalie Álvarez Mesén
¿Qué se necesita tener para pasar de ser un soñador a un gran realizador? Estos son los 10 atributos que necesitas. La entrada #159| 10 atributos clave de los grandes realizadores. Parte 3 se publicó primero en Maxwell Leadership Podcast por Juan Vereecken.
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¿Qué se necesita tener para pasar de ser un soñador a un gran realizador? Estos son los 10 atributos que necesitas. La entrada #158| 10 atributos clave de los grandes realizadores. Parte 2 se publicó primero en Maxwell Leadership Podcast por Juan Vereecken.
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¿Qué se necesita tener para pasar de ser un soñador a un gran realizador? Estos son los 10 atributos que necesitas. La entrada #157| 10 atributos clave de los grandes realizadores. Parte 1 se publicó primero en Maxwell Leadership Podcast por Juan Vereecken.
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