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És una feina minuciosa, però agraïda perquè les obres de restauració del campanar estan responent a les previsions. Els especialistes confirmen que mai hi hagut un risc estructural, perquè les parets del campanar tenen un gruix considerable, però per la resta és evident que les cares que donen a mar són les que han patit més. Avui hem visitat el campanar i els arquitectes Jaume Trullà i Laura Martinez, acompanyats d'Aitana, tècnica de restauració, i en Marcos, cap d'obra, ens han explicat els detalls bàsics que cal conèixer. I una data: si tot va bé, la primera quinzena de juliol el campanar estarà acabat. Agraïm les facilitats donades per Trullà Arquitectura i Veta conservació per a la realització d'aquesta mòbil. L'entrada Si tot va bé, les obres del campanar estaran enllestides la primera quinzena de juliol. En parlem amb l’equip tècnic ha aparegut primer a Radio Maricel.
"Les Roches Rouges" do francês Bruno Dumont é produzido pela portuguesa Rosa Filmes, a obra rodada essencialmente no sudeste francês, perto de Cannes, aborda temas de uma infância neste cenário de escarpas vermelhas, junto ao Mar Mediterrâneo. A película estreia na Quinzena dos cineastas. O produtor Joaquim Sapinho comentou à RFIa obra e este certame, em curso até 23 de Maio. Temos o privilégio de acolher de novo o Joaquim Sapinho da Rosa Filmes. Boa tarde! Bem vindo a mais uma edição do Festival de Cinema de Cannes. Estamos juntos para falar, nomeadamente do filme "Les Roches Rouges" de Bruno Dumont, com quem já tinham colaborado no passado. E é a Rosa Films, então produtora principal por detrás desta obra. Exacto. Nós tínhamo-nos conhecido no "L'Empire" e éramos co-produtores e quando chegou a oportunidade de fazer este filme, lá estávamos nós a querer colaborar e a ajudar. Mas as dificuldades de produção do filme obrigaram nos a nós a passar a produtores principais, porque todas as dificuldades de dinheiro e também de coordenação.... O realizador queria filmar este verão que passou. E, pela primeira vez na história das relações cinematográficas dos dois países, fez-se um filme em França com uma equipa inteiramente portuguesa. É muito ao contrário, habitualmente ! É sempre ao contrário. Portanto, foi uma coisa absolutamente mágica. Quando nós tomamos conta da produção, ficou uma arquitectura com filmagem em França. Filmagem em Portugal é filmagem em Itália. Mas toda a produção é portuguesa e os outros "partners" italianos, franceses e espanhóis ficaram apenas a ajudar. Portanto, foi uma experiência única. Nós já tínhamos vivido esta experiência com o filme do Magalhães, que tinha rodagens em Portugal. No ano passado ! Com filmagens em Espanha e tinha filmagens nas Filipinas e também do lado espanhol. Tinha corrido tudo mal. Mandámos a equipa portuguesa depois nas Filipinas também correu mal. Mandámos também a equipa portuguesa. Portanto, aqui foi o mesmo. Foi só continuar esta estratégia, Se os outros não conseguem fazer, nós conseguimos. E então o filme é de facto rodado essencialmente no sul de França, na região onde nós nos encontramos um bocadinho, também em Itália, mas também em Portugal !? O filme também teve uma parte rodado em Portugal e é sempre este prazer de fazermos filmes cosmopolitas em que quer à produção quer às histórias, retratam esta Europa que nós amamos e não apenas a ideia de nacionalismos em que toda a gente está separada. Bruno Dumont que já teve também projectos cá em Cannes no passado, já teve prémios cá, por exemplo, com "La vie de Jésus", "L'Humanité". Agora é um filme muito sobre a infância ou sobre uma parte do litoral do sul de França, onde a fotografia tem um papel absolutamente descomunal ! Eu acho que é só olhar à volta no sítio onde estamos a fazer esta conversa aqui em Cannes e ver este mar esmeralda. O que é que há de tão especial em Saint Raphaël ? É que para lá do mar esmeralda há umas rochas vermelhas. O filme em português chama se "Escarpas Vermelhas". Encontramos um título muito bonito em francês "Les Roches Rouges". Porque, digamos, é este espaço mágico, esta jóia que é a cor azul. Mas do lado da infância. Ou seja, é um filme sobre crescer, sobre como é que se cresce. Sobre as violências de crescer e sobre os amores também. É um filme... Sobre o bem e o mal? O bem e o mal., mas é um rapaz e uma rapariga que estão apaixonados. Fazem uma escapadela para Itália no comboio, mas têm só cinco anos. Portanto, o que é fascinante aqui é que nós somos humanos, logo a partir do momento em que nascemos e começamos a crescer apaixonados e a viver riscos. Portanto, é um filme, como direi? A dizer que a vida é apaixonante e que vale a pena correr riscos. E não lhe parece que eles eram, de facto, todos bastante precoces ? Teriam cerca de cinco anos. Efectivamente viajam juntos. Ele, de forma muito fácil, acaba por passar por cima do portão para ir ter com a namorada. Ele está muito determinado, não é o rapaz? O Géo está determinado ! Ele está determinado. E o que é bonito é que porque é que o filme também é "Les Roches Rouges" ? Não é apenas uma questão plástica. É porque essas rochas são umas rochas em que em França se faz uns saltos muito arriscados. E ele está sempre a demonstrar o seu valor saltando dessas rochas vermelhas. Saltos para mergulho ! Para mergulhar e, portanto, é um filme que defende a ideia de viver como uma ideia apaixonada. É uma ideia em que não podemos, digamos, estar esmagados pelo medo para viver, mas de que é possível viver com intensidade. E aqui o americano Carlos Alfonso Coral deve ter tido um papel preponderante em relação à questão da imagem, de captar este litoral e estas escarpas vermelhas? Ele é um director muito sensível, muito poético, tem trabalhado essencialmente com o Roberto Minervino, que tem tido também os filmes aqui em Cannes. Mas e vive neste momento em Los Angeles. Ele é do México e, claro, ficou. Nunca tinha estado aqui na Côte d'Azur. E estas cores e esta dramaticidade do filme, evidentemente, permitiram-lhe a ele também responder, dando estas cores e essa dramaticidade ao cinema. Que sabor tem, então, esta estréia aqui na Quinzena dos Cineastas com este filme ? A Rosa Filmes, desde 2016 tem sempre um filme seleccionado em Cannes. Nem sei se haverá outra produtora no mundo ? Desde 2016, portanto vamos para 11 anos, não é? Todos os anos sempre um filme, e já tivemos vários filmes em que éramos nós os produtores principais, mas estes dois últimos também, quer com o Magalhães, com o Gael Garcia Bernal, realizado pelo Lav Diaz, quer agora com este filme do Bruno Dumont isto se repete. Portanto, não há outra palavra. É um prazer ! Eu acho que Cannes é um festival em que a paixão pelo cinema se sobrepõe a tudo, a todas as outras questões. E toda a gente se sente atraída por isto e, portanto, é o sítio certo para mostrar os filmes que nós fazemos. E a nossa imagem de marca também está ligada a Cannes. Então e esta septuagésima nona edição do Festival interessa-o ? Se sim, que mais lhe interessa aqui neste certame? Eu acho que há um realizador francês extraordinário. Eu acho que é o grande jovem realizador francês que é o Arthur Harari e é a sua terceira longa metragem. Também ganhou o Oscar de melhor Argumento no ano passado. Está em competição nas longas metragens, na selecção principal ! Sim, na selecção principal, nas longas metragens. E é esse filme de que foi argumentista ganhou também a Palma de Ouro há dois anos. Eu acho que o grande realizador francês agora da Nova geração é este filme. Será o filme mais entusiasmante para ver. Muitos filmes franceses, precisamente na competição, Se calhar mais do que é habitual, portanto, também se calhar provar a boa forma do cinema hexagonal, neste momento, o que é que acha ? Muitos filmes franceses e também muitos actores e actrizes franceses nos filmes estrangeiros. Exactamente. Até em filmes estrangeiros, japoneses, austríacos ! Portanto, é uma grande... Eu acho que a França é o centro do cinema europeu e pouco a pouco está a tornar-se também o centro do cinema, porque a gente vê que os Óscares estão a copiar o modelo. Este modelo europeu de Cannes e portanto temos todos que nos adaptar uns aos outros. Mas dá me a impressão que este nosso modelo do cinema europeu que tem como centro a França e Cannes, é o que está mais vivo neste momento. E finalmente, o cinema português. No meio desta dinâmica toda, como é que o vê nesta altura? Eu bem sei que é sempre complicado. É sempre a mesma dificuldade de acesso a financiamentos. No entanto, surgem sempre propostas que vão singrando internacionalmente, não é? Dou-lhe o meu exemplo vou filmar este ano em África. Fazer um filme sobre Angola. Eu acho que vai ser o primeiro filme em que um português vai fazer o ponto de vista do outro ponto de vista dos movimentos de independência e não um filme nostálgico sobre "Ah, que pena, Portugal perdeu África". Há uns filmes que são mais engraçados a falar desse assunto, outros mais dramáticos, outros mais melancólicos. Eu não estou interessado nisso. Estou interessado é o "como é que foi este conflito e qual é o ponto de vista do outro" ? E, portanto, vou fazer um filme pela primeira vez sobre como é que os movimentos de independência se confrontavam connosco. Mas o meu ponto de vista ainda é mais complexo. Esse confronto connosco era de portugueses com portugueses. Toda a gente tinha o mesmo bilhete de identidade. Portanto, tentar ter um ponto de vista que ajude a que Portugal possa viver com o seu passado, de outra maneira. E vão rodar também na África Equatorial, nomeadamente. A dinâmica do cinema português está em cada filme que é feito. E de quem é o argumento ? É meu. É uma história extraordinária que eu descobri, já ando a preparar o filme há cerca de dez anos, porque descubro um dia um folheto em francês sobre cinco mulheres que tinham sido presas. Não pelos portugueses lá em Angola, mas sim pela UPA, que era um movimento rival que depois se transformou no FNLA. E essas mulheres são presas e depois são mortas. Portanto, é uma tragédia enorme. E, portanto, é a primeira vez que acontece. Cinco mulheres entram na guerrilha e entram. Vêm do Congo, no quadro do MPLA, entram em Angola e depois vão ser atacadas pela UPA e vão ser mortas. E portanto é contar esta tragédia do que é que estava a acontecer de complexo dentro dos movimentos de libertação. Quando eu descobri estas mulheres, a lider chama-se Deolinda Rodrigues. Ela é actualmente o símbolo da mulher angolana. Há um dia feriado que é o dia em que ela foi morta, esta Deolinda Rodrigues. E eu, desde que conheci esta personagem, esta pessoa, este fantasma, tomou posse de mim e passei a viver obcecado com esta história. E, portanto, filmá-la. E também libertar me deste fantasma.
Até o próximo dia 23 de maio, as atenções dos cinéfilos do mundo todo se voltam para o Festival de Cinema de Cannes. A participação do Brasil neste ano é bem mais discreta do que em anos anteriores. Nenhum longa brasileiro foi selecionado, mas o curta Laser-Gato, de Lucas Acher, representa o país na mostra La Cinef. Adriana Brandão, enviada especial a Cannes O Brasil está presente neste ano no Festival de Cannes em quatro coproduções de longas-metragens. Paper Tiger, do veterano diretor americano James Gray, é produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, um dos latino-americanos mais influentes de Hollywood. O thriller, estrelado por Adam Driver e Scarlett Johansson, concorre à Palma de Ouro. Na seleção Um Certo Olhar, voltada ao cinema emergente, o nepalês Elefantes na Névoa também é coproduzido pelo Brasil, assim como Seis Meses no Prédio Rosa e Azul, do diretor mexicano Bruno Santamaría Razo, que integra a mostra paralela Semana da Crítica. O ator Selton Mello estará nas telas de Cannes como protagonista de La Perra. O longa da chilena Dominga Sotomayor estreia na seleção paralela Quinzena dos Cineastas. O paulistano Lucas Acher é o único cineasta do país selecionado. O curta-metragem Laser-Gato será exibido na mostra La Cinef, dedicada a filmes de escolas de cinema. Cinema do Brasil Como todos os anos, o Brasil marca presença no importante Mercado do Filme do Festival. Depois de ser o país convidado de honra no ano passado, mais de 200 profissionais, entre produtores e cineastas, além de várias instituições públicas e privadas, voltam a Cannes em busca de parcerias de produção e distribuição. A participação brasileira é organizada pelo Cinema do Brasil, programa de internacionalização do setor em parceria com a Apex, com apoio da Spcine e da RioFilme. A novidade deste ano é a “Matinée Brésil”, uma manhã inteira de debates e encontros, na segunda-feira (18), dedicada a mostrar como o país está se posicionando em relação ao cinema e ao audiovisual. “O que a gente está tentando consolidar é manter constante esse bom momento do cinema nacional que alcançamos, para poder aproveitá-lo por um longo período, evitando aqueles ciclos viciosos que existem no Brasil, com rupturas nas políticas públicas e na promoção do que se faz no país, dos nossos filmes e das nossas séries”, afirma Leonardo Edde, diretor-presidente da RioFilme. Ele avalia que, apesar da presença discreta do Brasil nas seleções competitivas de Cannes, o cinema brasileiro vive um bom momento. “Este ano tivemos uma participação pequena aqui em Cannes, ao contrário do ano passado, quando houve grande presença. Mas isso também se deve às quebras de ciclos nas políticas públicas. Muitas vezes, sentimos os efeitos disso apenas anos depois. Estamos vivendo momentos de glória por um lado, mas ainda enfrentamos os resquícios da crise da última gestão federal.” Leonardo Edde reforça que a participação no Mercado do Filme de Cannes, considerado o centro da produção cinematográfica mundial, “visa manter o cinema nacional no cenário global”. Elogios e críticas Apesar de elogiarem a política pública de cinema desde a criação da Ancine, que permitiu sucessos mundiais como Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto, alguns produtores presentes em Cannes reclamam da má distribuição de verbas no setor. A veterana Sara Silveira frequenta o Mercado do Filme de Cannes há mais de 20 anos. Nesta edição, participa com três filmes e um projeto. Ela pede mais apoio ao cinema autoral brasileiro. “Estou com 76 anos, sou uma produtora brasileira extremamente ativa, tenho muita vitalidade e tenho encontrado dificuldades para captar recursos para o meu cinema de porte médio, que é o cinema básico brasileiro, que faz história e diz o que precisa ser dito. Nosso cinema precisa ser reconhecido. É esse cinema de autor que forma a base”, salienta. Sara Silveira defende mais “dividendos, força e coragem” para esse tipo de cinema: “Para que possamos realizá-lo e trazer o Brasil para essas telas (de Cannes), é preciso que esse dinheiro, que é do próprio setor, seja revertido e volte para nós, sendo melhor gerido e distribuído.” Emocionada, ela também pede maior inclusão. “Há jovens, pessoas de meia-idade e também há o etarismo — eu sou etária. Quero que reconheçam a minha força. Quero ter energia, modernidade e a liberdade de fazer cinema em todas as idades, com todos os gêneros. Isso é fundamental para mim: inclusão. Contem comigo. Sou uma militante da arte e do cinema brasileiro”, afirma. Para o produtor Lucas Pelegrino, o grande problema é a imprevisibilidade dos editais. “A principal reclamação é que fazemos reuniões, fechamos acordos, o parceiro capta a parte dele, e nós, no Brasil, ficamos sem recursos porque não sabemos quando os editais serão abertos, o que nos impede de nos posicionar adequadamente. Foi o que aconteceu comigo: no ano passado tivemos reuniões, mas os editais que esperávamos não foram lançados”, conta. Segundo o jovem produtor de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, essa indefinição enfraquece os brasileiros. “Perdemos credibilidade na hora de negociar projetos. É mais uma questão de organização de prazos do que de dinheiro. Existe um volume considerável de recursos, especialmente no fundo setorial, além da Lei Aldir Blanc e do ProAC em São Paulo. São mecanismos incríveis, mas falta previsibilidade, e isso pesa mais”, reforça. Lucas Pelegrino produz principalmente filmes de gênero, como fantasia e terror. Ele busca recursos em Cannes para internacionalizar o projeto A Usina Atrás do Morro, baseado na obra do autor brasileiro de realismo mágico José J. Veiga. O Mercado do Filme termina no dia 20 de maio, três dias antes do 79º Festival Internacional de Cinema de Cannes.
Vereador Antonio GomesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Aquest dilluns, ha començat la quinzena edició del torneig internacional d'handbol “Lloret Cup”, que reuneix 2.000 persones a la vila entre esportistes i acompanyants. Una competició de base que té clubs representants de diverses nacionalitats com Espanya, Suècia, Noruega, Polònia, Lituània i Letònia. Tot i que els partits es disputen amb normalitat, el fort vent de diumenge va obligar a suspendre l'acte d'inauguració, que es va fer ahir a la nit. A més, alguns equips van tenir problemes per arribar, a causa de la vaga a l'aeroport del Prat. Però, malgrat aquests inconvenients, tots els equips han pogut arribar bé de temps a les seves seus. Ho ha explicat l'organitzadora de l'esdeveniment, Clàudia Peña, que assegura que la quinzena edició de la Lloret Cup serà tot un èxit. “Amb una mica de retard amb la vaga de l’aeroport i l’alerta pel vent, però tothom està content, hem arrencat i aquesta quinzena edició serà un èxit”Clàudia Peña L'epicentre del torneig és Lloret de Mar, on s'allotgen els participants, però també es disputen partits a altres municipis com Anglès, Palafrugell, Calonge i Sant Antoni, Sarrià de Ter i Vilablareix. Hi participen 120 equips i l'organització calcula que l'impacte de l'esdeveniment serà d'un milió d'euros, tenint en compte que les estades dels equips seran de gairebé una setmana. Aquesta quinzena edició té dues presències destacades. Una d'elles és Viran Morros, que fa d'ambaixador del torneig. Es tracta d'un exjugador professional, retirat el 2024, que va militar en equips de primer nivell com Ciudad Real, Barça, PSG o Füsche Berlin, amb els que va guanyar un bon grapat de títols nacionals i internacionals. L'altre nom destacat és el de padrina Martina Capdevila, que la temporada passada va ser la màxima golejadora de la lliga espanyola femenina, amb 187 gols, i va ser escollida la millor central del campionat. La quinzena edició de la Lloret Cup va començar ahir i s'allarga fins al pròxim diumenge, 2 d'abril.
Drª Maria Luisa FarinhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Licério Müller, administrador da Móveis Luciane, participou do Direto ao Ponto. No Dia Mundial do Sono, 13 de março, o empreendedor falou sobre a "Quinzena do Sono", com ofertas em colchões na loja em Santa Cruz do Sul até o fim de março.
Licério Müller, administrador da Móveis Luciane, participou do Direto ao Ponto. No Dia Mundial do Sono, 13 de março, o empreendedor falou sobre a "Quinzena do Sono", com ofertas em colchões na loja em Santa Cruz do Sul até o fim de março.
O clima mudou! Depois de um período de seca em outubro e novembro, a primeira quinzena de dezembro trouxe um alívio significativo com o retorno das chuvas às principais regiões produtoras do Brasil. Mas o que esperar da segunda metade do mês e como os produtores devem ficar em alerta devido às mudanças climáticas e períodos de chuva pelo país? Assista pelos tópicos:0:45 - Resumo da primeira quinzena1:00 - Corredores de umidade na área central2:03 - Previsões de chuva pelo país3:27 - La Niña perde força4:16 - Atenção ao clima e à pressão de doenças✅ Conheça nossas soluções:https://ihara.com.br/produtos/#IHARA #Agricultura #Agronegócio #BoletimDoClima #PrevisãoDoTempo #BoletimMeteorológico #Agro #Chuva #Soja #MilhoBem-vindo(a) ao canal da IHARA!Desde 1965, a IHARA trabalha ao lado do agricultor. Com mais de 80 produtos no portfólio para atender mais de 100 culturas diferentes, temos como propósito solucionar o dia a dia do agricultor no campo e contribuir com o progresso da agricultura brasileira. Aqui no canal, você vai encontrar muitos conteúdos de qualidade, produzidos em parceria com grandes especialistas do mercado, para ajudar você em seus desafios.Tags: IHARA, Agricultura, Agronegócio, Boletim do clima, Previsão do tempo, Boletim meteorológico, Agro, Chuva, Safra 2025/26
: Altas mais consistentes da arroba ficam para 2026, projeta Cepea
Confira o Fechamento de Mercado desta terça- feira (02)
No quadro RELAÇÃO DE TROCA, um balanço de 2025 mostra que o custo da dieta foi ruim para o leite, mas interessante para pecuária de corte. No HORA DO HARAS, Hermano Henning trouxe a história da égua que aos 25 anos vai ter que passar por prova de vida.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 15/11 a 28/11.☕ Café Código FontePrograme sua xícara para o sabor certo!http://cafe.codigofonte.com.br
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We're joined by Frank Lantz (Q-UP) and Mare Sheppard + Raigan Burns of Metanet (N++) for the first episode of All Systems Brough, a year-long exploration of the work of Michael Brough. We share our thoughts on why Michael's oeuvre demands a deep dive, add some historical context, and share the plan for the year ahead. We also introduce a (final?) rebrand to the podcast! Next episode: 868-HACK (it's also recommended that you start playing Vesper.5 now to prepare for later) (Tentative) Episode/play order: 868-HACK Vertex Dispenser Zaga-33 Vesper.5 Corrypt Kompendium (plus digital archiving of O) BECOME A GREAT ARTIST IN JUST 10 SECONDS Helix (plus SMESPORT) Imbroglio Cinco Paus P1 Select (plus Quinzena maybe?) & Broughlike Game Jam Games 868-BACK (caveat: still in development) Audio edited by Dylan Shumway Discussed in this episode: Michael Brough's Website https://www.smestorp.com/ Michael O'Blivion's Youtube Channel https://www.youtube.com/@michael_oblivion Flock https://annapurnainteractive.com/en/games/flock Wilmot's Warehouse Boardgame https://www.cmyk.games/products/wilmot Q-UP https://store.steampowered.com/app/3730790/QUP/ Donkeyspace (Frank's Substack) https://franklantz.substack.com/ The Beauty of Games https://mitpress.mit.edu/9780262552950/the-beauty-of-games/ Metanet Software https://www.metanetsoftware.com/about-us N++ https://nplusplus.org/ PRACTICE 2015: Mare Sheppard https://www.youtube.com/watch?v=WBCDeMl4VwY FTL https://subsetgames.com/ftl.html Sylvie's Games https://sylvie.website/ A wild start, 41 points with no artifacts! (Cinco Paus LP ep 1) by vivafringe https://www.youtube.com/watch?v=s-8xXBwAdG4 Droqen's website https://www.droqen.com/ Raigan's bluesky (will give away free copies of Cinco Paus on Christmas!) https://bsky.app/profile/raiganburns.bsky.social Q-UP OST https://kariomart.bandcamp.com/album/q-up-ost 868-HACK (Steam) https://store.steampowered.com/app/274700/868HACK/ Vesper.5 https://mightyvision.blogspot.com/2012/08/vesper5.html https://www.youtube.com/@thesecretlivesofgames http://discord.gg/tslog https://www.patreon.com/tslog
Desallotgen la quinzena de persones que encara ocupaven l'antiga caserna
A expectativa é que o demanda de carne no mercado interno cresça com o final do ano, enquanto 2026 deve registrar bom desempenho com a Copa do Mundo e o ano eleitoral.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 27/09 a 10/10.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 27/09 a 10/10.
Chuvas mais volumosas devem chegar somente no final do mês nos estados do Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e São Paulo
Volta das chuvas ajudou pomares de laranja, mas ainda são insuficientes para evitar perdas
Alguns produtores que receberam chuvas podem iniciar um pouco mais cedo
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 13/09 a 26/09.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 13/09 a 26/09.
Quinzena edició de “Des de La Plaça del Blat” amb especial atenció a la visita de la Colla Joves a Londres i les properes previsions de la Colla Vella dels Xiquets de Valls. A més, parlem de la Diada de Santa Tecla a que s'ha celebrat aquest migdia a la Plaça de la Font de […]
O quadro MANEJO EFICIENTE destaca o projeto Confina Brasil da Scot Consultoria que finalizou na última sexta-feira pela região Sul do Brasil. No quadro NA PONTA DO LÁPIS, o ICAP ( Índice de Custo de Alimentação ) para o confinamento em Agosto mostra resultados positivos, mas aquém das expectativas.
HN Agro também trouxe um levantamento de produção de carne e abate de animais no primeiro semestre de 2025 a partir dos dados do IBGE
A crónica filmada da luta de uma aldeia portuguesa foi exibida em Paris na véspera de um dia de protestos em toda a França. O filme “A Savana e a Montanha”, que em França adoptou o título “Covas do Barroso - chronique d'une lutte collective”, do realizador Paulo Carneiro, foi apresentado, esta terça-feira, no festival “Traversons vers le Brésil”, que decorre até 20 de Setembro. Entre western e fábula, o filme “A Savana e a Montanha” conta a história dos habitantes de uma aldeia no norte de Portugal que se insurgem contra a ameaça da implementação de um projecto internacional de exploração de lítio. Qual o peso de uns quantos agricultores frente um Golias apoiado pelo Governo? A questão ficou no ar, no teatro Traversière, em Paris, horas antes de mais uma mega mobilização social em França. A RFI foi perguntar a Paulo Carneiro como anda a resistência em Covas do Barroso e que outras lutas está a preparar na capital francesa, pouco mais de um ano depois de ter estado na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cinema de Cannes. O cineasta revelou-nos que foi seleccionado para uma residência artística na Cité Internationale des Arts e que está a desenvolver o guião do seu próximo trabalho. Será o seu quinto filme e vai contar a história de uma líder sindical num supermercado do bairro da Pontinha - onde ele cresceu - e o aproveitamento político e mediático que é feito em torno da sua luta. “A Savana e a Montanha” é um dos filmes exibidos no evento “Traversons vers le Brésil”, que arrancou esta segunda-feira. No primeiro dia, houve concerto da portuguesa Silly e esta quarta-feira sobe ao palco a cantora cabo-verdiana Lucibela. Também hoje é exibido o filme “Hanami”, de Denise Fernandes, rodado na ilha do Fogo. A 18 de Setembro há, ainda, concerto do grupo brasileiro Devotos e, no dia seguinte, é projectado o filme “O Som ao Redor” do realizador brasileiro Kleber Mendonça Filho. O programa termina a 20 de Setembro com Roda de Samba.
Recebemos novamente nosso amigo Jeff Nascimento para comentar as notícias sobre a Corte Internacional de Justiça, incluindo a adesão brasileira ao caso da África do Sul contra Israel por genocídio.Trump repetiu o meme do TACO com as tarifas contra o Brasil? Abordamos esta e outras notícias da nossa quebrada latino-americana.Finalmente, comentamos o acordo entre os EUA e a União Europeia, além de darmos mais uma volta pela bacia do Pacífico.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A primeira quinzena de julho foi a mais fria na capital paulista nos últimos 10 anos. Sete dos primeiros 15 dias registraram temperaturas mínimas abaixo de 15 graus. Em seis dias, as tardes não ultrapassaram os 20 graus. Uma nova massa de ar frio deve reduzir ainda mais as temperaturas neste fim de semana. E ainda: Fogo destrói palco principal de um dos maiores eventos de música eletrônica do mundo.
Parlem d'Òpera 612: "Comiat quinzena temporada"
Mesmo com a alta disponibilidade de mercadoria, a soja abriu a terceira semana de junho em alta. Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, explica que o movimento aconteceu impactado pelo conflito entre Irã e Israel. As tensões no Oriente Médio fizeram o preço do petróleo subir. Com isso, as commodities tendem a acompanhar o mesmo ritmo e se valorizarem.
L'únic que es pot aconseguir, amb una sentència ferma d'enderroc sobre la taula, és una moratòria per a que s'executi l'enderroc passada la temporada d'estiu, però poques esperances hi ha que es tingui en compte aquesta demanda. El passat 8 de maig el govern municipal fou informat de la demolició immediata de les instal·lacions del Club i de la piscina Maria Teresa. Aleshores, el govern demanà que, com a mínim, es deixés un marge de maniobra, i el marge de maniobra assenyala una nova data a partir del dilluns, 2 de juny. En conseqüència, si res no canvia, durant els primers dies de juny s'enderrocarà el Club de Mar i la piscina. Ningú no sap què passarà a partir d'aleshores, perquè tampoc el Ministeri ha donat a conèixer quin projecte té per a la zona. El que si s'ha anunciat és que, amb tota probabilitat, Kansas i Pic-Nic seran els següents equipaments que patiran l'enderroc. L'alcaldessa n'ha explicat els detalls. L'entrada Si res no ho impedeix, el Club de Mar i la piscina Maria Teresa seran enderrocats la primera quinzena de juny en compliment d’una sentència judicial. L’alcaldessa ho explica. ha aparegut primer a Radio Maricel.
Demanda firme de exportação e um bom consumo interno têm evitado pressões maiores sobre arroba até o momento
Confira o Fechamento de Mercado desta terça-feira (06)
Confira o Fechamento do Mercado desta terça-feira (14)
De acordo com especialista, primeira quinzena do ano foi de boas vendas no varejo, ainda que sazonalmente seja um período de demanda arrefecida
Oferta restrita de carne e demanda um pouco melhor no mercado interno devem ajudar com valores
Acumulado de dezembro tem excesso de precipitações nos estados do Sul, mas chuvas abaixo da média no restante do país
Ciclone extra tropical na Argentina e Uruguai deve levar chuvas para o Sul do RS e promover ventos fortes em todo o estado
Mercado segue frio com produtor esperando melhores preços de venda
Matopiba tem início das chuvas plantadeiras previstas para o final de outubro e início de novembro
Diferencial do boi china está de volta com estados como PA e MT pagando ágio de R$15 a R$20 por arroba
Produtor rural local relata que não chove há 150 dias no Município, mas que chuvas irregulares devem começar a animar os produtores no dia 4 de outubro
No Centro-Oeste e Sudeste o plantio começaria em outubro, mas com atenção para irregularidade na distribuição das chuvas
Terceiro trimestre já vem com chuvas pelo país, mas começam de forma irregular, diz meteorologista
Segundo meteorologista, precipitações mais substanciais só devem vir em outubro, o que pode atrasar as primeiras áreas liberadas para semear a soja
Atuação de dois sistemas devem promover o rompimento do bloqueio atmosférico entre o final de julho e início de agosto
Uma altura de intensa movimentação política no mundo ocidental.
L'Ajuntament trasllada una quinzena d'ànecs del Parc Catalunya