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La iniciativa comienza en Llanos del Caudillo y se extenderá por la comarca con visitas guiadas, conferencias, teatro, catas y recreaciones históricas para divultar el patrimonio, la historia y las tradiciones de sus municipios.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (14/07/2026): Em guerra com o Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que vai proteger o Estreito de Ormuz e, como pagamento por ser o “guardião” da passagem, “seria reembolsado com uma taxa de 20 %” por toda a carga que passar pelas águas da rota marítima. A afirmação contradiz declarações de seus principais assessores, segundo as quais nenhum país pode cobrar pedágios pela passagem pelo estreito. O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, ironizou a ameaça, afirmando que o Irã cobraria uma tarifa menor: “20% é um valor excessivo. Nós seremos mais justos”. Há décadas, o estreito é considerado uma passagem livre, protegida pelo direito internacional. Economia: Às vésperas de anúncio, Brasil vê taxa de 25% como a mais provável Política: Moraes proíbe Flávio de visitar o pai por 90 dias após leitura de carta Internacional: Lula acusa EUA de ‘pirataria’ em caso de cobrança de pedágio Esportes: França enfrenta a Espanha no duelo do melhor ataque contra a melhor defesa desta CopaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Déjame hacerte una pregunta.¿Cuántas veces has buscado un contacto... justo cuando lo necesitabas?¿Cuántas veces has querido vender... sin haber construido primero una relación?¿Cuántas veces has querido que las oportunidades aparezcan... sin haber preparado el terreno?Y ahí está una de las grandes lecciones de los negocios.
Por agora os voos vão ser semanais, à segunda-feira, e vão Ligar Lisboa a Valência. Primeiro voo levou oito toneladas de medicamentos. Faltam operários da construção civil no Canadá.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estados Unidos retoma los ataques contra Irán y se dispara el precio del petróleo, inversión en telecomunicaciones cae 88% tras extinción del IFT y México y Suiza acuerdan fortalecer la relación bilateral de más de 4 mil millones de dólares, con Mónica Alfaro y Octavio Torres.00:00 Introducción01:22 Estados Unidos retoma los ataques contra Irán y se dispara el precio del petróleo07:33 Ken Salazar reitera que EU no participó en la captura de "El Mayo" Zambada11:10 Inversión en telecomunicaciones cae 87.7% tras extinción del IFT14:09 Sheinbaum y Guy Parmelin acuerdan fortalecer relación bilateral de 4,272 mdd16:05 Rafael Márquez es oficialmente el nuevo entrenador
SUMMARY DEL SHOW Futuros al alza este lunes con el NASDAQ liderando, retomando impulso tras el feriado del 4 de julio y un reporte de empleo más débil de lo esperado que redujo las probabilidades de un alza de tasas de la Fed en el corto plazo. SK Hynix confirma su IPO en el Nasdaq bajo el ticker $SKHY con inicio de trading el 10 de julio y una recaudación proyectada de $28 Billones, una de las mayores ofertas públicas de la historia. $TSLA expande su servicio de Robotaxi a Miami, su segundo mercado tras Austin, mientras $BTC rebota por encima de $63,000 desde mínimos de 21 meses impulsado por el alivio en expectativas de tasas.
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Todas as crianças de 4 anos vão receber mais uma dose de reforço da vacina contra a poliomielite. Com isso, o SUS volta a oferecer o esquema que era feito até 2024, mas agora exclusivamente com a vacina injetável. O novo esquema de vacinação passa a valer a partir do dia 3 de agosto. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O Podporco entra em campo logo após o jogo da Argentina na Copa para falar sobre o desempenho dos atletas alviverdes na Copa do Mundo e também falar as últimas do Verdão, que se reapresenta nesta semana na Academia de Futebol para iniciar a sua mini pré-temporada antes das competições retornarem!Deixa o seu like, ativa o sininho e se inscreve no canal!
Ecuador al borde de la eliminación tras empatar contra Curazao Fiesta Japonesa en Monterrey#grc
Messi iguala Klose e é o jogador com mais gols na história das Copas do Mundo. Inglaterra e Portugal estreiam na Copa do Mundo 2026 nesta quarta-feira. STF condena Eduardo Bolsonaro por coação na trama golpista: entenda o que acontece agora. STF retoma nesta quarta julgamento sobre responsabilização de big techs; relator vai propor regras gerais. Polícia investiga participação de brasileiros em mega-assalto a bancos no Paraguai após testemunhas ouvirem criminosos falando português. Enem 2026: prazo para pagar taxa de inscrição termina nesta quarta-feira; valor é de R$ 85.
O Supremo Tribunal Federal retoma hoje o julgamento dos recursos apresentados por plataformas digitais e entidades do setor de tecnologia contra a decisão que ampliou a responsabilização das big techs por conteúdos publicados por terceiros. A corte havia dado 60 dias para que o setor se adapte às novas regras. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
En este “programa 0”, el comunicador ha vuelto a conectar con los oyentes evocando el origen del espacio y su esencia: “escuchar esta música me eriza de nuevo los pelos porque nos lleva rumbo al mundo”.
Resumen de noticias de LA NACION de la tarde del 16 de junio de 2026
Diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás diz em entrevista que quem já tomou a vacina da dengue produzida pelo Butantan está protegido contra a doença e não deve se preocupar. Operação prende ex-estagiário do MP de SP, chefe de investigadores e ex-policial civil suspeitos de serem infiltrados do PCC. CCJ da Câmara retoma nesta terça discussão sobre PEC que reduz maioridade penal. Sem novas provas, PGR e PF devem negar proposta de delação de Daniel Vorcaro. Constrangimento na vistoria marca chegadas de delegações para a Copa do Mundo nos EUA.
Bom dia 247 - Lula retoma camisa amarela na Copa 8_6_26 by TV 247
En este resiliente episodio, retomamos el control del show de unas manos lagomorfas. Música: BLK RBBT- Playlist | GROOVE Kicks in... EASY Work La música utilizada en este episodio pertenece a sus respectivos autores y titulares de derechos.Se emplea únicamente con fines editoriales, culturales y de comentario, sin intención de lucro.
Israel e Irão retomaram, por algumas horas, os ataques directos pela primeira vez desde o frágil cessar-fogo assinado há dois meses. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, ambas as partes informaram que suspenderam as operações, depois de Donald Trump ter exortado as partes a fazerem-no. É que a retoma dos ataques pode comprometer as negociações entre Estados Unidos e o Irão e mostram “posições cada vez mais divergentes” entre os Estados Unidos e Israel, explica a investigadora Maria Ferreira. A nossa convidada de hoje não antevê o fim do conflito no Médio Oriente a curto prazo porque, para já, Israel e Irão não têm vantagens em negociar e apenas Donald Trump está a jogar “a sua própria sobrevivência política interna” e “não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel”. Esta segunda-feira, Israel confirmou ter atacado um complexo petroquímico e alvos militares no Irão, enquanto Teerão disse ter retaliado, atacando uma instalação petroquímica israelita e duas bases aéreas em Israel. As forças israelitas também anunciaram o lançamento pelos hutis de um míssil a partir do Iémen contra Israel, que foi interceptado. O fogo cruzado recomeçou na noite de domingo com um ataque iraniano contra território israelita, em retaliação ao bombardeamento de Israel ao Líbano horas antes. Estes ataques diminuem ainda mais a perspectiva de um possível acordo para pôr fim à guerra que começou a 28 de Fevereiro com ataques aéreos israelitas e americanos ao Irão. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, o exército iraniano disse ter terminado a vaga de ataques e ameaçou retomar se Israel continuar a bombardear o Líbano. Por seu lado, a Reuters avança que Israel também decidiu parar esta série de ataques contra o Irão. Um pouco antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, exortou o Irão e Israel a cessarem as ofensivas. Para falarmos sobre este tema, convidámos Maria Ferreira, investigadora portuguesa do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. RFI: O que representa esta retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão? Maria Ferreira, Investigadora: “Penso que representa o facto de os Estados Unidos e Israel, que desenvolveram em conjunto esta ofensiva, terem objectivos de política externa para o conflito completamente diferentes. Desde o primeiro dia de ofensiva que Israel disse explicitamente que a sua questão com o Irão era uma questão existencial, portanto, Israel compreende o Irão como uma ameaça existencial, enquanto para os Estados Unidos a questão seria relativa ao enriquecimento de urânio, à eventual posse de armas nucleares, que é algo que pode ser gerido através de uma negociação diplomática, tal como aconteceu durante a administração de Barack Obama. Para Israel, a questão não é o enriquecimento de urânio, não é a eventual posse de armas nucleares por parte do Irão. Israel representa o Irão como uma ameaça existencial e, portanto, uma ameaça existencial só é dirimida através da eliminação do regime iraniano. Mas essa eliminação do regime iraniano só pode acontecer através de uma incursão terrestre que é muito difícil de ser executada. Temos dois aliados com objectivos distintos numa guerra e o Irão está a tentar, através de uma resiliência militar e civil notável, aproveitar as diferenças de objectivos que existem entre os Estados Unidos e Israel.” Donald Trump disse “Quem decide sou eu, não ele” em referência a Benjamin Netanyahu e já não esconde o desacordo, tendo-se mostrado muito insatisfeito com a ofensiva israelita no Líbano. Que leitura faz desta declaração de Trump em relação a Netanyahu? É só mais uma declaração ou tem peso? “Tem muito peso, sobretudo quando nós lemos estas declarações à luz da divulgação de um relatório recentemente da própria ‘intelligence' norte-americana que denuncia actividades de espionagem da 'intelligence' israelita sobre os próprios Estados Unidos. Portanto, a ‘intelligence' israelita estaria a tentar penetrar nos mecanismos de decisão norte-americanos, tentando averiguar quais serão os próximos passos da administração Trump para a questão no Irão. Estas actividades de ‘intelligence' subversivas não fazem parte de nenhum acordo de troca de informações, estamos a falar de actividades subversivas de captura de informação secreta que estariam, segundo este relatório, a preocupar seriamente o Pentágono. Isto denuncia uma cisão eventual, não só em relação aos objectivos que os dois Estados têm para o conflito, mas denuncia a existência de uma fractura entre as ‘intelligences' e os aparelhos militares dos dois Estados.” Esta fractura também é uma fractura política? Como é que esta cisão se pode materializar no terreno? “É profundamente política. Ainda ontem Donald Trump deu a entender que a linguagem da guerra no Médio Oriente é distinta da linguagem da guerra no Ocidente, quando argumentou que aquilo que nós, no Ocidente, entendemos por cessar-fogo é diferente do que Israel e Irão entendem por cessar-fogo. É claro que este argumento é uma tentativa de mascarar, no fundo, a incapacidade norte-americana de controlar o seu principal aliado no Médio Oriente, que é Israel, e mesmo de revitalizar aquela que era uma das grandes conquistas de anos e que são os acordos de Abraão. Note-se que Donald Trump admitiu que não tinha conhecimento sequer dos ataques a Beirute. Esta cisão vai ter consequências políticas porque, enquanto os Estados Unidos estão a tentar gerir o conflito através de vias diplomáticas - porque não têm mais opções militares para apresentar em relação à questão do Irão, já que puseram de lado a possibilidade de uma incursão militar terrestre - Israel persiste na sua tentativa de conquistar território. Quem conhece a geografia do Médio Oriente sabe a importância que o Líbano tem para a percepção da ameaça em Israel e, portanto, para o regime de Netanyahu o controlo dos 'proxies' do Irão é muito importante. Para o Irão, o controlo dos seus 'proxies', que são braços armados fora do seu próprio território, também é muito importante. Aquilo que nós temos aqui são três ‘players', dois dos quais estão em posições cada vez mais divergentes, o que está claramente a complicar a solução para o conflito. Solução essa que Donald Trump está a desejar que aconteça para a sua própria sobrevivência política interna. Nós sabemos aquilo que aconteceu na semana passada no Congresso, quando os próprios senadores republicanos já mostram grandes dissensões em relação à presença militar dos Estados Unidos no Irão.” Até que ponto é que a retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão vai afectar as negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão? Elas estão definitivamente comprometidas? “Eu penso que sim, porque enquanto os Estados Unidos não conseguirem retomar o seu controlo sobre as actividades de Israel - e isso não parece fácil, dado que neste momento existe até uma própria desconfiança sobre eventuais actividades subversivas de Israel em território norte- americano - enquanto isso não acontecer, nós não teremos condições para haver uma negociação séria porque não há vontade de Israel de encetar uma negociação com o Irão. E o Irão também ainda não está num ponto de tal fragilidade que precise necessariamente de entrar em negociações, quer com os Estados Unidos, quer com Israel porque o Irão percebeu que controla algo fundamental, que é a percepção da ameaça sobre o estreito de Ormuz e sobre a percepção da ameaça sobre o eventual desenvolvimento de uma crise económica com base no controlo do estreito de Ormuz. Isso dá-lhe uma vantagem estratégica e faz com que esta vontade negocial destas duas partes, Israel e Irão, seja praticamente inexistente. Nenhum deles tem, neste momento, interesse em negociar. Quem tem mais interesse em negociar? Quem está a entrar naquilo a que se chama um ‘break-even point' são os Estados Unidos. Mas os Estados Unidos não têm controlo sobre os objectivos estratégicos de Israel, nem em relação ao Irão, nem em relação aos 'proxies' do Irão. E neste sentido, neste jogo, nem Israel nem o Irão têm neste momento qualquer tipo de incentivo externo para bloquearem o conflito ou para pararem as hostilidades, enveredarem por um verdadeiro cessar-fogo e começarem a negociar. E se não há vontade de negociar, se não há propensão para a negociação, é difícil que haja um acordo negocial sério ou duradouro.” Como é que vê o envolvimento dos hutis do Iémen nesta nova escalada? “Como disse há pouco, os os 'proxies' do Irão são fundamentais no seu esforço de guerra no contexto do Médio Oriente. E, portanto, quer o Hamas, quer o Hezbollah, quer os hutis, são formas de o Irão perpetuar a guerra na sua geografia próxima e de enfrentar os seus inimigos através de braços armados. Também perante a relativa aliança dos Estados Unidos com os restantes países do mundo árabe, é uma forma de demonstrar que o Irão, no seu esforço de guerra, não está isolado perante a força da superpotência que são os Estados Unidos e da grande potência regional que é Israel. É preciso olharmos para a geografia do Médio Oriente, para a sua geografia política, quer para a sua geografia religiosa, quer para a sua geografia energética, e perceber que, se os Estados Unidos foram ao longo de décadas construindo uma rede de alianças muito com base em incentivos económicos com o Qatar, a Arábia Saudita, o Irão também ao longo dos últimos 50 anos, foi construindo um regime de alianças com forças subversivas, com actores erráticos que agora utiliza no seu esforço de guerra. Portanto, é compreensível que estas forças, ainda que esporadicamente, venham ao encontro das necessidades de guerra definidas pelo próprio regime iraniano.” Nesse sentido, como é que vê os próximos tempos? O que será necessário para restaurar um cessar-fogo credível? “Eu penso que países como a Jordânia, a Arábia Saudita têm neste quadro um papel fundamental porque são países cuja economia depende absolutamente daquilo a que se chama a paz comercial ou a paz pelo comércio, dos fluxos de energia regulares, os fluxos de pessoas, nomeadamente fluxos turísticos, do comércio. A estes países do Médio Oriente este conflito não é de todo interessante e têm aqui uma palavra fundamental. Eu penso que isso foi bem lido por Donald Trump quando, no seu primeiro mandato, desenvolveu a lógica que está por trás dos acordos de Abraão. Estes países têm um papel fundamental na estabilização do Médio Oriente e mais do que o Paquistão, que se assumiu já como um potencial mediador, é a estes países que os Estados Unidos devem recorrer no sentido de criar uma base política estratégica pacífica no Médio Oriente.” Isso demoraria algum tempo, mas tendo em conta que temos as eleições intercalares em Novembro nos Estados Unidos, a curto prazo vamos ter o fim do conflito? “Penso que não. A não ser que algo mudasse em Israel que levasse a uma mudança fundamental de orientação estratégica, mas isso não está a acontecer. Aliás, o regime de direita radical de Netanyahu está a agir como os regimes populistas de direita extremista normalmente agem, ou seja, com um grande potencial para a expansão geográfica, com uma grande propensão para a escalada de conflitos, uma total desvinculação de instituições internacionais e uma muito fraca necessidade de contribuírem para bens públicos globais. Estes quatro traços de política externa são em parte partilhados pelos Estados Unidos. Simplesmente nos Estados Unidos, neste momento, Donald Trump não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel, nomeadamente no que toca à propensão para a escalada do conflito com o Irão. E é isso que, a meu ver, está a complicar e a complexificar qualquer tipo de processo negocial em relação à guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irão.”
En diálogo con Mañanas Blu, el ministro de Trabajo, Antonio Sanguino, confirmó el desmonte de la iniciativa de la Asamblea Nacional Constituyente que venía impulsando el sector oficialista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tras un extenso período de incertidumbre y gestiones, el próximo 11 de junio se pondrá nuevamente en marcha la línea de faena del Frigorífico Pico, cuyas operaciones se encuentran centralizadas en la localidad de Trenel.La noticia fue confirmada por Dardo Loza en La Llave de la Mañana (FM Laser 98.5), el Secretario General del Sindicato de la Carne, quien calificó este logro como el resultado de "mucho trabajo y angustias", pero resaltó la importancia de la paciencia y la perseverancia gremial para alcanzar este objetivo.
Comissão retoma debate sobre PEC do fim da escala 6x1. PF faz nova operação contra fraude em aposentadorias e pensões em 3 estados e no DF. Homem suspeito de jogar ex em penhasco grava confissão do crime. Após 3 meses, STJ corta penduricalhos de ministro do tribunal afastado por denúncia de assédio sexual. Cinco das 7 pessoas presas em caverna no Laos são encontradas com vida. Seleção dá pontapé inicial para a Copa.
A retoma do projecto de gás natural liderado pela empresa francesa TotalEnergies, em Cabo Delgado, Moçambique, continua a ser apresentada como sinal de estabilização da província devastada pela violência armada. Todavia, para Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong Justiça Ambiental, a realidade no terreno está longe dessa narrativa. “Não me parece, porque se assim fosse, não haveria necessidade de termos escolta militar no percurso entre Pemba e Palma”, garante Kete Fumo acaba de regressar de Cabo Delgado. “Não teríamos os reports (relatórios) de ataques ao longo da via”, acrescenta. Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental, que falou em Paris nas instalações da parceira francesa CCFD-Terre Solidaire, recorda o ataque de 21 de Fevereiro ocorrido na estrada entre Pemba e Palma, sublinhando que continuam a existir incidentes em distritos como Macomia: “Dizermos que a segurança está restabelecida não corresponde à realidade, porque continuamos a registar o aumento do número de mortos”. Segundo Kete Fumo, a sensação de segurança promovida pelas autoridades e pelas empresas concentra-se sobretudo em torno das infra-estruturas dos projectos de gás. A presença militar ruandesa no terreno “está mais à volta do projecto [da TotalEnergies], protegendo mais as infra-estruturas do projecto e as pessoas que lá trabalham”, explica. Nas comunidades, acrescenta, permanece sobretudo a presença das forças moçambicanas e dos postos de controlo militares. No terreno, as consequências sociais dos megaprojectos continuam a marcar profundamente a vida das populações reassentadas. Kete Fumo refere o caso das 643 famílias deslocadas para a vila de Catunda, muitas das quais continuam sem acesso adequado a terras agrícolas ou ao mar. “Estas famílias nem todas receberam terra de substituição para as suas machambas, para a produção da sua comida, e o acesso ao mar continua a ser bastante deficitário”. Além disso, as áreas atribuídas estão fortemente militarizadas: “Eles não sentem uma verdadeira liberdade de desenvolver as suas actividades naquela área.” A situação agrava-se, segundo a activista, pela ausência de compensações claras e pela insegurança em torno da posse das casas entregues às famílias reassentadas. “Isto mostra a falta de confiança que as comunidades têm com o próprio projecto”, afirma. “Elas dizem: ‘Será que esta casa é mesmo nossa?'” Kete Fumo relata ainda conflitos relacionados com as parcelas para agricultura de subsistência atribuídas às famílias deslocadas. Em alguns casos, os antigos proprietários recusam-se a permitir o uso das terras por alegarem nunca ter recebido compensações adequadas. Também a nível ambiental os impactos já são visíveis, sustenta a coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental. “O que nós podemos ver é o alto nível de destruição de zonas de floresta”, diz, referindo a abertura de estradas, novas áreas agrícolas e infra-estruturas ligadas aos projectos de gás. No mar, aponta para o aumento da circulação de navios e para os riscos associados à descarga de águas de lastro e a eventuais derrames de combustível. “As comunidades já têm reclamado do desaparecimento de algumas espécies locais que costumavam ter acesso e que diminuíram bastante.” Kete Fumo alerta ainda para os impactos climáticos cumulativos dos vários projectos previstos para a região: “O estudo de impacto ambiental que foi realizado não considera os impactos cumulativos de cada um dos projectos”, critica. “Ao combinarmos os impactos de cada um destes projectos, é só imaginar o nível de emissões que vamos ter num país que é extremamente vulnerável.” De regresso de Cabo Delgado, Kete Fumo dá conta do sentimento de abandono das comunidades e diz ter encontrado uma população sem expectativas: “Há uma falta de esperança total (...) As pessoas perderam a esperança de que alguma coisa possa ser feita”. Segundo explica, muitas famílias viram desaparecer os meios de subsistência sem que as promessas iniciais fossem cumpridas: “Antes tinha uma machamba para produzir a sua comidinha, tinha o mar para tirar o peixe, mas agora não tem nem isso.” E acrescenta que a sensação de injustiça aumenta à medida que os trabalhos avançam: “As pessoas vêem que as actividades da Total avançam a cada dia, sendo que as suas vidas ficaram paradas no mesmo ponto ou pior.” Para a coordenadora da campanha “Say No To Gas”, tanto as empresas como o Estado moçambicano têm responsabilidades no processo: “Eles trabalham em parceria”. Apesar das denúncias feitas por organizações da sociedade civil às autoridades locais e nacionais, Kete Fumo diz não ver respostas concretas: “As próprias comunidades sentem que o governo está mais a proteger o projecto do que os interesses das comunidades. (...) Daí esta falta de confiança e de esperança sobre algum tipo de desenvolvimento que as possa beneficiar”.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A justiça do Rio de Janeiro retoma o julgamento pela morte do menino Henry Borel. A sessão está marcada para às 9h desta segunda (25) e contará com a presença da mãe de Henry, Monique Medeiros, e do padrasto Jairo Souza Santos Júnior. O julgamento foi adiado em março após a defesa de Jairinho abandonar o plenário. Ele responde por homicídio qualificado e Monique é acusada de omissão. Segundo o Ministério Público, as agressões praticadas por Jairinho resultaram na morte do menino em março de 2021. E ainda: FGTS pode ser usado para pagamento de dívidas a partir desta segunda (25).
O Governo anunciou esta semana um novo programa que vai dar descontos às pessoas que entreguem os seus aparelhos eletrónicos e elétricos velhos quando vão comprar um novo. Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O impasse entre EUA e Irã não dá sinais de trégua, com Trump afirmando que "o tempo está se esgotando".
O impasse entre EUA e Irã não dá sinais de trégua, com Trump afirmando que "o tempo está se esgotando".
A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) retoma o calendário de vencimentos do IPVA 2026 de acordo com o final de placa dos veículos. Em maio, os proprietários que optaram pelo parcelamento do tributo devem realizar o pagamento da quinta e última parcela.
Sheinbaum impulsa justicia para pueblos indígenas y afrodescendientesMéxico alcanza máximo histórico de empleo formal en abril Péter Magyar asume como primer ministro de Hungría Más información en nuestro Podcast#grc
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Congresso derrubou o veto do presidente Lula ao projeto que reduz penas para condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. O projeto de lei pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. A derrubada foi aprovada tanto na Câmara, quanto no Senado. Entre os deputados, foram 318 votos favoráveis e 144 contrários. Depois, entre os senadores, foram 49 votos a favor e 24 contra. E ainda: Desemprego sobe no primeiro trimestre, mas é o menor já registrado no período.
Após um período conturbado na condução da política externa durante o governo de Jair Bolsonaro, especialistas e lideranças petistas avaliam a retomada do protagonismo do país, resultado da coragem, da capacidade diplomática e do diálogo do presidente brasileiro em temas de relevância mundial. Sonoras:
Buenos días, familia GoJuanca.Hoy quiero empezar con algo que escucho todo el tiempo:
* Pese a tregua, Israel sigue con bombardeos * Pemex retoma el fracking para sacar gas natural* Fiscalía culpa sólo a tripulación por accidente del tren interocéanico
Entenda os 3 principais pontos de divergência para um cessar-fogo entre EUA e Irã. Congresso argentino aprova Lei de Geleiras e amplia incentivo à mineração. STF volta a julgar ações sobre eleições no Rio nesta quinta. Soldado do Exército mata colega em condomínio de oficiais na região do Ibirapuera, Zona Sul de SP. Abacatudo, Moranguete... 'Novelas de frutas' viralizam e divertem, mas acendem alerta de psicólogos.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Em um discurso transmitido pela televisão, o porta-voz do Exército do Irã rejeitou a proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo. Após a declaração, o país persa voltou a fazer ataques no Oriente Médio. Novas explosões foram registradas no Kuwait, na Arábia Saudita e em Israel, onde nove pessoas ficaram feridas. As forças iranianas também afirmaram ter atacado um porta-aviões americano, mas os Estados Unidos não confirmaram a informação. E ainda: MP recorre contra liberdade de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel.
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Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos tomaram medidas para entrar no conflito.
Mísseis atingem Tel Aviv um dia após Trump citar negociação com Irã; regime nega conversa. TSE retoma julgamento de Cláudio Castro após renúncia; Corte pode torná-lo inelegível. Prazo para Lula sancionar PL Antifacção termina nesta terça; entidades pressionam por veto. Mendonça determina prorrogação da CPMI do INSS e dá 48 horas para Alcolumbre oficializar decisão. Gerson Brenner, ator de 'Rainha da Sucata', morre aos 66 anos.
NotiMundo Estelar - Darío Dávalos, Refinería de Esmeraldas retoma operaciones by FM Mundo 98.1
O Brasil está de volta ao centro das decisões químicas globais. A importância estratégica do retorno do País à União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac), agora representado oficialmente pelo Conselho Federal de Química (CFQ), é tema do podcast produzido pelo Estadão Blue Studio, em parceria com o CFQ. No episódio, o jornalista Eduardo Geraque recebe Weverton Borges, gerente executivo da entidade, e falam sobre como essa reconexão internacional impacta diretamente a vida de profissionais, estudantes e a indústria brasileira. Como isso possibilita o Brasil a participar da definição das normas científicas mundiais e como essa parceria fortalece a inovação, a credibilidade e o futuro da química nacional na Agenda 2030. Ouça! See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Fórum Onze e Meia de hoje: Lava Jato 2.0 Globo retoma golpismoParticipam do programa de hoje: Felipe Pena e José GenoinoApresentação de Dri Delorenzo e Renato RovaiBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
El ministro de Gobierno de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, y otras autoridades de Estado inauguraron el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El presidente Rodrigo Paz se apresta a firmar un acuerdo con la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada en 2008 por el presidente socialista de entonces, Evo Morales. "No venimos a generar violencia" aseguró el ministro el interior de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, al inaugurar el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el marco de su lucha contra el narcotráfico en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El ministro expresó su deseo de “sentarse con la dirigencia de los cocaleros y trabajar de manera conjunta". Eso espera la dirigencia de las seis Federaciones de cocaleros de la región, precisó a medios locales el líder del Chapare Aquilardo Cari Cari. “No nos oponemos, siempre y cuando haya una concertación con las organizaciones del trópico de Cochabamba como indica la ley 906. Nosotros siempre hemos cooperado con la política de la racionalización de la hoja de coca”. Aquilardo espera que no se genere un conflicto entre el gobierno y la región porque la racionalización de la hoja implica la intervención en tierras de particulares. “Y ahí es importante la intervención del dirigente” para llegar a acuerdos, previno. Apoyo de la DEA Con picas, palas y machetes, soldados bolivianos han empezado a erradicar los plantones de hoja de coca sembrados en zonas no autorizadas, mientras el nuevo gobierno de Rodrigo Paz se aproxima a firmar un acuerdo para el retorno al país andino de la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada hace 17 años por el presidente socialista Evo Morales. ADEPCOCA, organización que representa y defiende a los productores de hoja de coca de los Yungas de La Paz, territorio originario y ancestral de su cultivo, respalda la presencia de los agentes de la DEA para luchar contra el narcotráfico. El presidente de ADEPCOCA, Daynor Choque, explicó que la hoja de coca está permitida en dos departamentos (La Paz y Cochabamba), pero en Bolivia los cultivos existen "en cinco departamentos, lo que hace notar que no hay políticas de lucha contra el narcotráfico y mucho menos de políticas de racionalización y erradicación de cultivos ilegales”. Choque calcula que en el país andino hay 31 000 hectáreas de coca, 9 000 más de lo que estipula la ley y cuyos cosechas serían utilizadas para la producción de la pasta base de la cocaína. “Estamos en contra de lo ilícito y vamos a apoyar ese tipo de políticas”. Las Federaciones del Trópico de Cochabamba, bastión de Evo Morales -sobre quien pesa orden de captura por trata de personas a raíz de una relación con una menor de edad- temen que la presencia de la DEA en Bolivia sirva para que se le sumen cargos por narcotráfico y sea arrestado y extraditado a Estados Unidos, como ocurrió en Venezuela con Nicolás Maduro. Los dirigentes iniciaron vigilias en las carreteras ante denuncias sobre un presunto «Plan Z» gubernamental cuyo objetivo sería perseguir a sus líderes y debilitar la fuerza política del expresidente de Morales.
El ministro de Gobierno de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, y otras autoridades de Estado inauguraron el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El presidente Rodrigo Paz se apresta a firmar un acuerdo con la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada en 2008 por el presidente socialista de entonces, Evo Morales. "No venimos a generar violencia" aseguró el ministro el interior de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, al inaugurar el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el marco de su lucha contra el narcotráfico en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El ministro expresó su deseo de “sentarse con la dirigencia de los cocaleros y trabajar de manera conjunta". Eso espera la dirigencia de las seis Federaciones de cocaleros de la región, precisó a medios locales el líder del Chapare Aquilardo Cari Cari. “No nos oponemos, siempre y cuando haya una concertación con las organizaciones del trópico de Cochabamba como indica la ley 906. Nosotros siempre hemos cooperado con la política de la racionalización de la hoja de coca”. Aquilardo espera que no se genere un conflicto entre el gobierno y la región porque la racionalización de la hoja implica la intervención en tierras de particulares. “Y ahí es importante la intervención del dirigente” para llegar a acuerdos, previno. Apoyo de la DEA Con picas, palas y machetes, soldados bolivianos han empezado a erradicar los plantones de hoja de coca sembrados en zonas no autorizadas, mientras el nuevo gobierno de Rodrigo Paz se aproxima a firmar un acuerdo para el retorno al país andino de la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada hace 17 años por el presidente socialista Evo Morales. ADEPCOCA, organización que representa y defiende a los productores de hoja de coca de los Yungas de La Paz, territorio originario y ancestral de su cultivo, respalda la presencia de los agentes de la DEA para luchar contra el narcotráfico. El presidente de ADEPCOCA, Daynor Choque, explicó que la hoja de coca está permitida en dos departamentos (La Paz y Cochabamba), pero en Bolivia los cultivos existen "en cinco departamentos, lo que hace notar que no hay políticas de lucha contra el narcotráfico y mucho menos de políticas de racionalización y erradicación de cultivos ilegales”. Choque calcula que en el país andino hay 31 000 hectáreas de coca, 9 000 más de lo que estipula la ley y cuyos cosechas serían utilizadas para la producción de la pasta base de la cocaína. “Estamos en contra de lo ilícito y vamos a apoyar ese tipo de políticas”. Las Federaciones del Trópico de Cochabamba, bastión de Evo Morales -sobre quien pesa orden de captura por trata de personas a raíz de una relación con una menor de edad- temen que la presencia de la DEA en Bolivia sirva para que se le sumen cargos por narcotráfico y sea arrestado y extraditado a Estados Unidos, como ocurrió en Venezuela con Nicolás Maduro. Los dirigentes iniciaron vigilias en las carreteras ante denuncias sobre un presunto «Plan Z» gubernamental cuyo objetivo sería perseguir a sus líderes y debilitar la fuerza política del expresidente de Morales.
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Secretário-geral da ONU espera que diálogo contribua para reduzir tensões regionais após semanas de crise em torno do programa nuclear iraniano; recomendação é que todas as preocupações sejam abordadas através de diálogo pacífico.
OMS realiza campanhas preventivas na retoma da distribuição de vacinas depois de mais de três anos de pausa; produção anual global de imunizantes duplicou de 35 milhões de doses em 2022 para quase 70 milhões em 2025.
No 3 em 1 desta segunda-feira (26), o destaque foi a retomada, pela Polícia Federal, dos depoimentos do inquérito que apura suspeitas de irregularidades em operações financeiras e na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB. Ao todo, oito investigados devem ser ouvidos nesta nova fase da apuração. Ainda no campo institucional, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump conversaram por telefone por cerca de 50 minutos. Segundo o Palácio do Planalto, o diálogo tratou do combate ao crime organizado, além de temas como Venezuela, cooperação internacional e a relação econômica entre os dois países. No cenário internacional, os Estados Unidos ameaçaram usar força militar contra países vizinhos que não cooperarem no combate ao narcotráfico. O governo Trump também busca conter a influência da China e da Rússia no hemisfério ocidental, incluindo a região da Groenlândia. Reportagem de Eliseu Caetano. Na América Latina, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o país pretende encerrar a influência dos Estados Unidos sobre a política interna venezuelana. A declaração reforça o discurso de confronto do governo Maduro com Washington. No cenário político nacional, o PT considera o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como o “plano A” para a disputa pelo governo de São Paulo em 2026. A sigla avalia que a candidatura é estratégica para fortalecer o palanque do presidente Lula no maior colégio eleitoral do país. Reportagem de André Anelli. No Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou que há resistências internas à aprovação de um código de conduta para os ministros. Segundo ele, o tema enfrenta objeções especialmente por ocorrer em ano eleitoral, apesar das críticas recentes à atuação de integrantes do STF. Reportagem de André Anelli. Após manifestações públicas em apoio a aliados do bolsonarismo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), intensificou o corpo a corpo no estado. A movimentação tem como objetivo consolidar o projeto de reeleição em 2026. Reportagem de Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
167. Retoma tu energia y alinealo a tus prioridades Únete a este EVENTO feb 2/2/ 2026https://www.berenicezamora.com/eventoreset/Trabajar en mentoría privada con Berenice Zamora aplica en el siguiente enlace. Si te interesa mentoría privada con Berenice Zamora, aplica AQUÍ Instagram @berenice.zamorahemail. berenicementora@gmail.com#coachdenegocios #abundancia #negociosyabundancia #negociosabundantes #digitalnomad