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Bom dia 247 - Lula retoma camisa amarela na Copa 8_6_26 by TV 247
En este resiliente episodio, retomamos el control del show de unas manos lagomorfas. Música: BLK RBBT- Playlist | GROOVE Kicks in... EASY Work La música utilizada en este episodio pertenece a sus respectivos autores y titulares de derechos.Se emplea únicamente con fines editoriales, culturales y de comentario, sin intención de lucro.
Israel e Irão retomaram, por algumas horas, os ataques directos pela primeira vez desde o frágil cessar-fogo assinado há dois meses. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, ambas as partes informaram que suspenderam as operações, depois de Donald Trump ter exortado as partes a fazerem-no. É que a retoma dos ataques pode comprometer as negociações entre Estados Unidos e o Irão e mostram “posições cada vez mais divergentes” entre os Estados Unidos e Israel, explica a investigadora Maria Ferreira. A nossa convidada de hoje não antevê o fim do conflito no Médio Oriente a curto prazo porque, para já, Israel e Irão não têm vantagens em negociar e apenas Donald Trump está a jogar “a sua própria sobrevivência política interna” e “não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel”. Esta segunda-feira, Israel confirmou ter atacado um complexo petroquímico e alvos militares no Irão, enquanto Teerão disse ter retaliado, atacando uma instalação petroquímica israelita e duas bases aéreas em Israel. As forças israelitas também anunciaram o lançamento pelos hutis de um míssil a partir do Iémen contra Israel, que foi interceptado. O fogo cruzado recomeçou na noite de domingo com um ataque iraniano contra território israelita, em retaliação ao bombardeamento de Israel ao Líbano horas antes. Estes ataques diminuem ainda mais a perspectiva de um possível acordo para pôr fim à guerra que começou a 28 de Fevereiro com ataques aéreos israelitas e americanos ao Irão. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, o exército iraniano disse ter terminado a vaga de ataques e ameaçou retomar se Israel continuar a bombardear o Líbano. Por seu lado, a Reuters avança que Israel também decidiu parar esta série de ataques contra o Irão. Um pouco antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, exortou o Irão e Israel a cessarem as ofensivas. Para falarmos sobre este tema, convidámos Maria Ferreira, investigadora portuguesa do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. RFI: O que representa esta retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão? Maria Ferreira, Investigadora: “Penso que representa o facto de os Estados Unidos e Israel, que desenvolveram em conjunto esta ofensiva, terem objectivos de política externa para o conflito completamente diferentes. Desde o primeiro dia de ofensiva que Israel disse explicitamente que a sua questão com o Irão era uma questão existencial, portanto, Israel compreende o Irão como uma ameaça existencial, enquanto para os Estados Unidos a questão seria relativa ao enriquecimento de urânio, à eventual posse de armas nucleares, que é algo que pode ser gerido através de uma negociação diplomática, tal como aconteceu durante a administração de Barack Obama. Para Israel, a questão não é o enriquecimento de urânio, não é a eventual posse de armas nucleares por parte do Irão. Israel representa o Irão como uma ameaça existencial e, portanto, uma ameaça existencial só é dirimida através da eliminação do regime iraniano. Mas essa eliminação do regime iraniano só pode acontecer através de uma incursão terrestre que é muito difícil de ser executada. Temos dois aliados com objectivos distintos numa guerra e o Irão está a tentar, através de uma resiliência militar e civil notável, aproveitar as diferenças de objectivos que existem entre os Estados Unidos e Israel.” Donald Trump disse “Quem decide sou eu, não ele” em referência a Benjamin Netanyahu e já não esconde o desacordo, tendo-se mostrado muito insatisfeito com a ofensiva israelita no Líbano. Que leitura faz desta declaração de Trump em relação a Netanyahu? É só mais uma declaração ou tem peso? “Tem muito peso, sobretudo quando nós lemos estas declarações à luz da divulgação de um relatório recentemente da própria ‘intelligence' norte-americana que denuncia actividades de espionagem da 'intelligence' israelita sobre os próprios Estados Unidos. Portanto, a ‘intelligence' israelita estaria a tentar penetrar nos mecanismos de decisão norte-americanos, tentando averiguar quais serão os próximos passos da administração Trump para a questão no Irão. Estas actividades de ‘intelligence' subversivas não fazem parte de nenhum acordo de troca de informações, estamos a falar de actividades subversivas de captura de informação secreta que estariam, segundo este relatório, a preocupar seriamente o Pentágono. Isto denuncia uma cisão eventual, não só em relação aos objectivos que os dois Estados têm para o conflito, mas denuncia a existência de uma fractura entre as ‘intelligences' e os aparelhos militares dos dois Estados.” Esta fractura também é uma fractura política? Como é que esta cisão se pode materializar no terreno? “É profundamente política. Ainda ontem Donald Trump deu a entender que a linguagem da guerra no Médio Oriente é distinta da linguagem da guerra no Ocidente, quando argumentou que aquilo que nós, no Ocidente, entendemos por cessar-fogo é diferente do que Israel e Irão entendem por cessar-fogo. É claro que este argumento é uma tentativa de mascarar, no fundo, a incapacidade norte-americana de controlar o seu principal aliado no Médio Oriente, que é Israel, e mesmo de revitalizar aquela que era uma das grandes conquistas de anos e que são os acordos de Abraão. Note-se que Donald Trump admitiu que não tinha conhecimento sequer dos ataques a Beirute. Esta cisão vai ter consequências políticas porque, enquanto os Estados Unidos estão a tentar gerir o conflito através de vias diplomáticas - porque não têm mais opções militares para apresentar em relação à questão do Irão, já que puseram de lado a possibilidade de uma incursão militar terrestre - Israel persiste na sua tentativa de conquistar território. Quem conhece a geografia do Médio Oriente sabe a importância que o Líbano tem para a percepção da ameaça em Israel e, portanto, para o regime de Netanyahu o controlo dos 'proxies' do Irão é muito importante. Para o Irão, o controlo dos seus 'proxies', que são braços armados fora do seu próprio território, também é muito importante. Aquilo que nós temos aqui são três ‘players', dois dos quais estão em posições cada vez mais divergentes, o que está claramente a complicar a solução para o conflito. Solução essa que Donald Trump está a desejar que aconteça para a sua própria sobrevivência política interna. Nós sabemos aquilo que aconteceu na semana passada no Congresso, quando os próprios senadores republicanos já mostram grandes dissensões em relação à presença militar dos Estados Unidos no Irão.” Até que ponto é que a retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão vai afectar as negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão? Elas estão definitivamente comprometidas? “Eu penso que sim, porque enquanto os Estados Unidos não conseguirem retomar o seu controlo sobre as actividades de Israel - e isso não parece fácil, dado que neste momento existe até uma própria desconfiança sobre eventuais actividades subversivas de Israel em território norte- americano - enquanto isso não acontecer, nós não teremos condições para haver uma negociação séria porque não há vontade de Israel de encetar uma negociação com o Irão. E o Irão também ainda não está num ponto de tal fragilidade que precise necessariamente de entrar em negociações, quer com os Estados Unidos, quer com Israel porque o Irão percebeu que controla algo fundamental, que é a percepção da ameaça sobre o estreito de Ormuz e sobre a percepção da ameaça sobre o eventual desenvolvimento de uma crise económica com base no controlo do estreito de Ormuz. Isso dá-lhe uma vantagem estratégica e faz com que esta vontade negocial destas duas partes, Israel e Irão, seja praticamente inexistente. Nenhum deles tem, neste momento, interesse em negociar. Quem tem mais interesse em negociar? Quem está a entrar naquilo a que se chama um ‘break-even point' são os Estados Unidos. Mas os Estados Unidos não têm controlo sobre os objectivos estratégicos de Israel, nem em relação ao Irão, nem em relação aos 'proxies' do Irão. E neste sentido, neste jogo, nem Israel nem o Irão têm neste momento qualquer tipo de incentivo externo para bloquearem o conflito ou para pararem as hostilidades, enveredarem por um verdadeiro cessar-fogo e começarem a negociar. E se não há vontade de negociar, se não há propensão para a negociação, é difícil que haja um acordo negocial sério ou duradouro.” Como é que vê o envolvimento dos hutis do Iémen nesta nova escalada? “Como disse há pouco, os os 'proxies' do Irão são fundamentais no seu esforço de guerra no contexto do Médio Oriente. E, portanto, quer o Hamas, quer o Hezbollah, quer os hutis, são formas de o Irão perpetuar a guerra na sua geografia próxima e de enfrentar os seus inimigos através de braços armados. Também perante a relativa aliança dos Estados Unidos com os restantes países do mundo árabe, é uma forma de demonstrar que o Irão, no seu esforço de guerra, não está isolado perante a força da superpotência que são os Estados Unidos e da grande potência regional que é Israel. É preciso olharmos para a geografia do Médio Oriente, para a sua geografia política, quer para a sua geografia religiosa, quer para a sua geografia energética, e perceber que, se os Estados Unidos foram ao longo de décadas construindo uma rede de alianças muito com base em incentivos económicos com o Qatar, a Arábia Saudita, o Irão também ao longo dos últimos 50 anos, foi construindo um regime de alianças com forças subversivas, com actores erráticos que agora utiliza no seu esforço de guerra. Portanto, é compreensível que estas forças, ainda que esporadicamente, venham ao encontro das necessidades de guerra definidas pelo próprio regime iraniano.” Nesse sentido, como é que vê os próximos tempos? O que será necessário para restaurar um cessar-fogo credível? “Eu penso que países como a Jordânia, a Arábia Saudita têm neste quadro um papel fundamental porque são países cuja economia depende absolutamente daquilo a que se chama a paz comercial ou a paz pelo comércio, dos fluxos de energia regulares, os fluxos de pessoas, nomeadamente fluxos turísticos, do comércio. A estes países do Médio Oriente este conflito não é de todo interessante e têm aqui uma palavra fundamental. Eu penso que isso foi bem lido por Donald Trump quando, no seu primeiro mandato, desenvolveu a lógica que está por trás dos acordos de Abraão. Estes países têm um papel fundamental na estabilização do Médio Oriente e mais do que o Paquistão, que se assumiu já como um potencial mediador, é a estes países que os Estados Unidos devem recorrer no sentido de criar uma base política estratégica pacífica no Médio Oriente.” Isso demoraria algum tempo, mas tendo em conta que temos as eleições intercalares em Novembro nos Estados Unidos, a curto prazo vamos ter o fim do conflito? “Penso que não. A não ser que algo mudasse em Israel que levasse a uma mudança fundamental de orientação estratégica, mas isso não está a acontecer. Aliás, o regime de direita radical de Netanyahu está a agir como os regimes populistas de direita extremista normalmente agem, ou seja, com um grande potencial para a expansão geográfica, com uma grande propensão para a escalada de conflitos, uma total desvinculação de instituições internacionais e uma muito fraca necessidade de contribuírem para bens públicos globais. Estes quatro traços de política externa são em parte partilhados pelos Estados Unidos. Simplesmente nos Estados Unidos, neste momento, Donald Trump não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel, nomeadamente no que toca à propensão para a escalada do conflito com o Irão. E é isso que, a meu ver, está a complicar e a complexificar qualquer tipo de processo negocial em relação à guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irão.”
Tras un extenso período de incertidumbre y gestiones, el próximo 11 de junio se pondrá nuevamente en marcha la línea de faena del Frigorífico Pico, cuyas operaciones se encuentran centralizadas en la localidad de Trenel.La noticia fue confirmada por Dardo Loza en La Llave de la Mañana (FM Laser 98.5), el Secretario General del Sindicato de la Carne, quien calificó este logro como el resultado de "mucho trabajo y angustias", pero resaltó la importancia de la paciencia y la perseverancia gremial para alcanzar este objetivo.
A retoma do projecto de gás natural liderado pela empresa francesa TotalEnergies, em Cabo Delgado, Moçambique, continua a ser apresentada como sinal de estabilização da província devastada pela violência armada. Todavia, para Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong Justiça Ambiental, a realidade no terreno está longe dessa narrativa. “Não me parece, porque se assim fosse, não haveria necessidade de termos escolta militar no percurso entre Pemba e Palma”, garante Kete Fumo acaba de regressar de Cabo Delgado. “Não teríamos os reports (relatórios) de ataques ao longo da via”, acrescenta. Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental, que falou em Paris nas instalações da parceira francesa CCFD-Terre Solidaire, recorda o ataque de 21 de Fevereiro ocorrido na estrada entre Pemba e Palma, sublinhando que continuam a existir incidentes em distritos como Macomia: “Dizermos que a segurança está restabelecida não corresponde à realidade, porque continuamos a registar o aumento do número de mortos”. Segundo Kete Fumo, a sensação de segurança promovida pelas autoridades e pelas empresas concentra-se sobretudo em torno das infra-estruturas dos projectos de gás. A presença militar ruandesa no terreno “está mais à volta do projecto [da TotalEnergies], protegendo mais as infra-estruturas do projecto e as pessoas que lá trabalham”, explica. Nas comunidades, acrescenta, permanece sobretudo a presença das forças moçambicanas e dos postos de controlo militares. No terreno, as consequências sociais dos megaprojectos continuam a marcar profundamente a vida das populações reassentadas. Kete Fumo refere o caso das 643 famílias deslocadas para a vila de Catunda, muitas das quais continuam sem acesso adequado a terras agrícolas ou ao mar. “Estas famílias nem todas receberam terra de substituição para as suas machambas, para a produção da sua comida, e o acesso ao mar continua a ser bastante deficitário”. Além disso, as áreas atribuídas estão fortemente militarizadas: “Eles não sentem uma verdadeira liberdade de desenvolver as suas actividades naquela área.” A situação agrava-se, segundo a activista, pela ausência de compensações claras e pela insegurança em torno da posse das casas entregues às famílias reassentadas. “Isto mostra a falta de confiança que as comunidades têm com o próprio projecto”, afirma. “Elas dizem: ‘Será que esta casa é mesmo nossa?'” Kete Fumo relata ainda conflitos relacionados com as parcelas para agricultura de subsistência atribuídas às famílias deslocadas. Em alguns casos, os antigos proprietários recusam-se a permitir o uso das terras por alegarem nunca ter recebido compensações adequadas. Também a nível ambiental os impactos já são visíveis, sustenta a coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental. “O que nós podemos ver é o alto nível de destruição de zonas de floresta”, diz, referindo a abertura de estradas, novas áreas agrícolas e infra-estruturas ligadas aos projectos de gás. No mar, aponta para o aumento da circulação de navios e para os riscos associados à descarga de águas de lastro e a eventuais derrames de combustível. “As comunidades já têm reclamado do desaparecimento de algumas espécies locais que costumavam ter acesso e que diminuíram bastante.” Kete Fumo alerta ainda para os impactos climáticos cumulativos dos vários projectos previstos para a região: “O estudo de impacto ambiental que foi realizado não considera os impactos cumulativos de cada um dos projectos”, critica. “Ao combinarmos os impactos de cada um destes projectos, é só imaginar o nível de emissões que vamos ter num país que é extremamente vulnerável.” De regresso de Cabo Delgado, Kete Fumo dá conta do sentimento de abandono das comunidades e diz ter encontrado uma população sem expectativas: “Há uma falta de esperança total (...) As pessoas perderam a esperança de que alguma coisa possa ser feita”. Segundo explica, muitas famílias viram desaparecer os meios de subsistência sem que as promessas iniciais fossem cumpridas: “Antes tinha uma machamba para produzir a sua comidinha, tinha o mar para tirar o peixe, mas agora não tem nem isso.” E acrescenta que a sensação de injustiça aumenta à medida que os trabalhos avançam: “As pessoas vêem que as actividades da Total avançam a cada dia, sendo que as suas vidas ficaram paradas no mesmo ponto ou pior.” Para a coordenadora da campanha “Say No To Gas”, tanto as empresas como o Estado moçambicano têm responsabilidades no processo: “Eles trabalham em parceria”. Apesar das denúncias feitas por organizações da sociedade civil às autoridades locais e nacionais, Kete Fumo diz não ver respostas concretas: “As próprias comunidades sentem que o governo está mais a proteger o projecto do que os interesses das comunidades. (...) Daí esta falta de confiança e de esperança sobre algum tipo de desenvolvimento que as possa beneficiar”.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A justiça do Rio de Janeiro retoma o julgamento pela morte do menino Henry Borel. A sessão está marcada para às 9h desta segunda (25) e contará com a presença da mãe de Henry, Monique Medeiros, e do padrasto Jairo Souza Santos Júnior. O julgamento foi adiado em março após a defesa de Jairinho abandonar o plenário. Ele responde por homicídio qualificado e Monique é acusada de omissão. Segundo o Ministério Público, as agressões praticadas por Jairinho resultaram na morte do menino em março de 2021. E ainda: FGTS pode ser usado para pagamento de dívidas a partir desta segunda (25).
O Governo anunciou esta semana um novo programa que vai dar descontos às pessoas que entreguem os seus aparelhos eletrónicos e elétricos velhos quando vão comprar um novo. Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O impasse entre EUA e Irã não dá sinais de trégua, com Trump afirmando que "o tempo está se esgotando".
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A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) retoma o calendário de vencimentos do IPVA 2026 de acordo com o final de placa dos veículos. Em maio, os proprietários que optaram pelo parcelamento do tributo devem realizar o pagamento da quinta e última parcela.
Sheinbaum impulsa justicia para pueblos indígenas y afrodescendientesMéxico alcanza máximo histórico de empleo formal en abril Péter Magyar asume como primer ministro de Hungría Más información en nuestro Podcast#grc
Jaime Solari, ingeniero civil en minas y asesor ambiental del empresario neerlandés Bernard Keiser, comentó en Una Nueva Mañana el contexto histórico del tesoro que estaría en el Archipiélago Juan Fernández. La búsqueda se retomará a fin de año, tras la autorización de la Corte Suprema. Conducen Cecilia Rovaretti y Sebastián Esnaola.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Congresso derrubou o veto do presidente Lula ao projeto que reduz penas para condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. O projeto de lei pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. A derrubada foi aprovada tanto na Câmara, quanto no Senado. Entre os deputados, foram 318 votos favoráveis e 144 contrários. Depois, entre os senadores, foram 49 votos a favor e 24 contra. E ainda: Desemprego sobe no primeiro trimestre, mas é o menor já registrado no período.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornou a Brasília na tarde deste domingo, após passar por dois procedimentos médicos em São Paulo na última sexta-feira. Ele retirou uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo e fez uma infiltração no punho para tratar uma tendinite no polegar da mão direita. O presidente cumpriu repouso ao longo do fim de semana e retoma os compromissos nesta segunda.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Após um período conturbado na condução da política externa durante o governo de Jair Bolsonaro, especialistas e lideranças petistas avaliam a retomada do protagonismo do país, resultado da coragem, da capacidade diplomática e do diálogo do presidente brasileiro em temas de relevância mundial. Sonoras:
Buenos días, familia GoJuanca.Hoy quiero empezar con algo que escucho todo el tiempo:
O projeto Ciência e Turismo, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina e a Associação Acolhida na Colônia, retoma suas atividades em Lauro Müller nos dias 23, 24 e 25 de abril. A iniciativa, que já recebe há algum tempo grupos de estudantes e professores da universidade, tem como foco principal os estudos e a valorização da Coluna White, importante patrimônio natural da região. Após um período de recesso, o projeto retorna com uma programação que inclui oficinas e um seminário aberto à comunidade, abordando temas ligados à pesquisa científica e ao potencial turístico local. A proposta é integrar conhecimento acadêmico com o desenvolvimento regional, ampliando a visibilidade de um dos principais atrativos naturais do município. A presença dos estudantes e professores da UFSC fortalece o caráter científico da iniciativa, ao mesmo tempo em que contribui para impulsionar o turismo sustentável na região. A Coluna White tem sido objeto de estudos que buscam compreender melhor sua formação e relevância, além de explorar formas de inseri-la de maneira mais estruturada no roteiro turístico local. A coordenadora geral da associação, Suzi Viero, e o coordenador técnico, Luciano Philippi, participaram de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (20) para detalhar as ações do projeto e reforçar o convite à população. A intenção é ampliar a participação de entidades, moradores e interessados, fortalecendo a iniciativa por meio da divulgação e do engajamento comunitário. Segundo os organizadores, quanto maior o envolvimento da comunidade, maior será o alcance do projeto, que busca consolidar Lauro Müller como um polo de integração entre ciência e turismo.
* Pese a tregua, Israel sigue con bombardeos * Pemex retoma el fracking para sacar gas natural* Fiscalía culpa sólo a tripulación por accidente del tren interocéanico
Entenda os 3 principais pontos de divergência para um cessar-fogo entre EUA e Irã. Congresso argentino aprova Lei de Geleiras e amplia incentivo à mineração. STF volta a julgar ações sobre eleições no Rio nesta quinta. Soldado do Exército mata colega em condomínio de oficiais na região do Ibirapuera, Zona Sul de SP. Abacatudo, Moranguete... 'Novelas de frutas' viralizam e divertem, mas acendem alerta de psicólogos.
O Supremo Tribunal Federal retoma hoje o julgamento que vai definir se as eleições para o chamado mandato-tampão de governador e vice do Rio de Janeiro serão realizadas de forma direta, pelo voto popular, ou indireta, pelos deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. A ação conta com uma divergência dos ministros Luiz Fux e Cristiano Zanin. A sessão será retomada com o parecer de Flávio Dino. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Após era do "negacionismo", termo usado para designar pessoas que não acreditam em informações científicas comprovadas, Ministério da Saúde retoma campanha de vacinação no país. See omnystudio.com/listener for privacy information.
En el capítulo 1.085 de este viernes, 3 de abril, @franaldaya trae una entrevista con Javier Salinas, economista jefe del área de research de LarrainVial, el banco de inversión chileno con más de 90 años que vuelve a abrir un área de research enfocado en Argentina. Por qué retoman la cobertura por primera vez desde Macri, qué paralelos ven con el México de los ‘90 y el Chile pre-1997, dónde están las oportunidades de inversión y cómo leen el impacto del conflicto en Irán.
Aunque los precios del petróleo se mantienen por debajo de su máximo histórico de casi 120 dólares por barril, este jueves 2 de abril suben dramáticamente después del discurso de Donald Trump la noche del miércoles en el que no dejó claro cuándo podría reabrirse el estrecho de Ormuz.
O alcalde de Pontedeume, Bernardo Fernández Piñeiro, avanzou no pleno de marzo a posta en marcha dun coworking especializado en turismo en colaboración coa Deputación da Coruña, que financiará o 80% do proxecto nas antigas lonxas de Rajoy. Ademais, o Concello traballa na renovación da Praza do Conde para resolver os problemas do pavimento actual. Tamén anunciou a reanudación das obras da ponte de pedra tras a Semana Santa, sen afección ao tráfico. O rexedor destacou o atractivo destas datas e confirmou a rodaxe dunha película de Vaca Films en abril, xunto con novas iniciativas sociais e culturais.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Em um discurso transmitido pela televisão, o porta-voz do Exército do Irã rejeitou a proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo. Após a declaração, o país persa voltou a fazer ataques no Oriente Médio. Novas explosões foram registradas no Kuwait, na Arábia Saudita e em Israel, onde nove pessoas ficaram feridas. As forças iranianas também afirmaram ter atacado um porta-aviões americano, mas os Estados Unidos não confirmaram a informação. E ainda: MP recorre contra liberdade de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel.
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Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos tomaram medidas para entrar no conflito.
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Mísseis atingem Tel Aviv um dia após Trump citar negociação com Irã; regime nega conversa. TSE retoma julgamento de Cláudio Castro após renúncia; Corte pode torná-lo inelegível. Prazo para Lula sancionar PL Antifacção termina nesta terça; entidades pressionam por veto. Mendonça determina prorrogação da CPMI do INSS e dá 48 horas para Alcolumbre oficializar decisão. Gerson Brenner, ator de 'Rainha da Sucata', morre aos 66 anos.
O Tribunal Superior Eleitoral retoma hoje o julgamento que pode tornar o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro do PL inelegível por até oito anos. A sessão acontece um dia depois dele anunciar a renúncia ao cargo.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos tomaram medidas para entrar no conflito.
NotiMundo Estelar - Darío Dávalos, Refinería de Esmeraldas retoma operaciones by FM Mundo 98.1
O Brasil está de volta ao centro das decisões químicas globais. A importância estratégica do retorno do País à União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac), agora representado oficialmente pelo Conselho Federal de Química (CFQ), é tema do podcast produzido pelo Estadão Blue Studio, em parceria com o CFQ. No episódio, o jornalista Eduardo Geraque recebe Weverton Borges, gerente executivo da entidade, e falam sobre como essa reconexão internacional impacta diretamente a vida de profissionais, estudantes e a indústria brasileira. Como isso possibilita o Brasil a participar da definição das normas científicas mundiais e como essa parceria fortalece a inovação, a credibilidade e o futuro da química nacional na Agenda 2030. Ouça! See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Fórum Onze e Meia de hoje: Lava Jato 2.0 Globo retoma golpismoParticipam do programa de hoje: Felipe Pena e José GenoinoApresentação de Dri Delorenzo e Renato RovaiBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
El ministro de Gobierno de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, y otras autoridades de Estado inauguraron el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El presidente Rodrigo Paz se apresta a firmar un acuerdo con la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada en 2008 por el presidente socialista de entonces, Evo Morales. "No venimos a generar violencia" aseguró el ministro el interior de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, al inaugurar el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el marco de su lucha contra el narcotráfico en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El ministro expresó su deseo de “sentarse con la dirigencia de los cocaleros y trabajar de manera conjunta". Eso espera la dirigencia de las seis Federaciones de cocaleros de la región, precisó a medios locales el líder del Chapare Aquilardo Cari Cari. “No nos oponemos, siempre y cuando haya una concertación con las organizaciones del trópico de Cochabamba como indica la ley 906. Nosotros siempre hemos cooperado con la política de la racionalización de la hoja de coca”. Aquilardo espera que no se genere un conflicto entre el gobierno y la región porque la racionalización de la hoja implica la intervención en tierras de particulares. “Y ahí es importante la intervención del dirigente” para llegar a acuerdos, previno. Apoyo de la DEA Con picas, palas y machetes, soldados bolivianos han empezado a erradicar los plantones de hoja de coca sembrados en zonas no autorizadas, mientras el nuevo gobierno de Rodrigo Paz se aproxima a firmar un acuerdo para el retorno al país andino de la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada hace 17 años por el presidente socialista Evo Morales. ADEPCOCA, organización que representa y defiende a los productores de hoja de coca de los Yungas de La Paz, territorio originario y ancestral de su cultivo, respalda la presencia de los agentes de la DEA para luchar contra el narcotráfico. El presidente de ADEPCOCA, Daynor Choque, explicó que la hoja de coca está permitida en dos departamentos (La Paz y Cochabamba), pero en Bolivia los cultivos existen "en cinco departamentos, lo que hace notar que no hay políticas de lucha contra el narcotráfico y mucho menos de políticas de racionalización y erradicación de cultivos ilegales”. Choque calcula que en el país andino hay 31 000 hectáreas de coca, 9 000 más de lo que estipula la ley y cuyos cosechas serían utilizadas para la producción de la pasta base de la cocaína. “Estamos en contra de lo ilícito y vamos a apoyar ese tipo de políticas”. Las Federaciones del Trópico de Cochabamba, bastión de Evo Morales -sobre quien pesa orden de captura por trata de personas a raíz de una relación con una menor de edad- temen que la presencia de la DEA en Bolivia sirva para que se le sumen cargos por narcotráfico y sea arrestado y extraditado a Estados Unidos, como ocurrió en Venezuela con Nicolás Maduro. Los dirigentes iniciaron vigilias en las carreteras ante denuncias sobre un presunto «Plan Z» gubernamental cuyo objetivo sería perseguir a sus líderes y debilitar la fuerza política del expresidente de Morales.
El ministro de Gobierno de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, y otras autoridades de Estado inauguraron el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El presidente Rodrigo Paz se apresta a firmar un acuerdo con la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada en 2008 por el presidente socialista de entonces, Evo Morales. "No venimos a generar violencia" aseguró el ministro el interior de Bolivia, Marco Antonio Oviedo, al inaugurar el jueves las tareas de racionalización y erradicación de cultivos de coca en el marco de su lucha contra el narcotráfico en el Trópico de Cochabamba donde, según la ONU, el 94% de la coca comercializada no pasa por mercados legales. El ministro expresó su deseo de “sentarse con la dirigencia de los cocaleros y trabajar de manera conjunta". Eso espera la dirigencia de las seis Federaciones de cocaleros de la región, precisó a medios locales el líder del Chapare Aquilardo Cari Cari. “No nos oponemos, siempre y cuando haya una concertación con las organizaciones del trópico de Cochabamba como indica la ley 906. Nosotros siempre hemos cooperado con la política de la racionalización de la hoja de coca”. Aquilardo espera que no se genere un conflicto entre el gobierno y la región porque la racionalización de la hoja implica la intervención en tierras de particulares. “Y ahí es importante la intervención del dirigente” para llegar a acuerdos, previno. Apoyo de la DEA Con picas, palas y machetes, soldados bolivianos han empezado a erradicar los plantones de hoja de coca sembrados en zonas no autorizadas, mientras el nuevo gobierno de Rodrigo Paz se aproxima a firmar un acuerdo para el retorno al país andino de la Agencia antinarcóticos estadounidense, la DEA, expulsada hace 17 años por el presidente socialista Evo Morales. ADEPCOCA, organización que representa y defiende a los productores de hoja de coca de los Yungas de La Paz, territorio originario y ancestral de su cultivo, respalda la presencia de los agentes de la DEA para luchar contra el narcotráfico. El presidente de ADEPCOCA, Daynor Choque, explicó que la hoja de coca está permitida en dos departamentos (La Paz y Cochabamba), pero en Bolivia los cultivos existen "en cinco departamentos, lo que hace notar que no hay políticas de lucha contra el narcotráfico y mucho menos de políticas de racionalización y erradicación de cultivos ilegales”. Choque calcula que en el país andino hay 31 000 hectáreas de coca, 9 000 más de lo que estipula la ley y cuyos cosechas serían utilizadas para la producción de la pasta base de la cocaína. “Estamos en contra de lo ilícito y vamos a apoyar ese tipo de políticas”. Las Federaciones del Trópico de Cochabamba, bastión de Evo Morales -sobre quien pesa orden de captura por trata de personas a raíz de una relación con una menor de edad- temen que la presencia de la DEA en Bolivia sirva para que se le sumen cargos por narcotráfico y sea arrestado y extraditado a Estados Unidos, como ocurrió en Venezuela con Nicolás Maduro. Los dirigentes iniciaron vigilias en las carreteras ante denuncias sobre un presunto «Plan Z» gubernamental cuyo objetivo sería perseguir a sus líderes y debilitar la fuerza política del expresidente de Morales.
Querétaro normaliza horarios escolares tras temporada invernal Economía mexicana crece 0.3% en enero: INEGIAlemania pide a sus ciudadanos salir de IránMás información en nuestro podcast
Secretário-geral da ONU espera que diálogo contribua para reduzir tensões regionais após semanas de crise em torno do programa nuclear iraniano; recomendação é que todas as preocupações sejam abordadas através de diálogo pacífico.
OMS realiza campanhas preventivas na retoma da distribuição de vacinas depois de mais de três anos de pausa; produção anual global de imunizantes duplicou de 35 milhões de doses em 2022 para quase 70 milhões em 2025.
INSS retoma atendimento nas agências e serviços digitais nesta segunda (2). Polícia descobre plano para realização de protestos violentos em São Paulo. Governo de São Paulo inicia projeto-piloto de vacinação contra a chikungunya.
No 3 em 1 desta segunda-feira (26), o destaque foi a retomada, pela Polícia Federal, dos depoimentos do inquérito que apura suspeitas de irregularidades em operações financeiras e na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB. Ao todo, oito investigados devem ser ouvidos nesta nova fase da apuração. Ainda no campo institucional, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump conversaram por telefone por cerca de 50 minutos. Segundo o Palácio do Planalto, o diálogo tratou do combate ao crime organizado, além de temas como Venezuela, cooperação internacional e a relação econômica entre os dois países. No cenário internacional, os Estados Unidos ameaçaram usar força militar contra países vizinhos que não cooperarem no combate ao narcotráfico. O governo Trump também busca conter a influência da China e da Rússia no hemisfério ocidental, incluindo a região da Groenlândia. Reportagem de Eliseu Caetano. Na América Latina, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o país pretende encerrar a influência dos Estados Unidos sobre a política interna venezuelana. A declaração reforça o discurso de confronto do governo Maduro com Washington. No cenário político nacional, o PT considera o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como o “plano A” para a disputa pelo governo de São Paulo em 2026. A sigla avalia que a candidatura é estratégica para fortalecer o palanque do presidente Lula no maior colégio eleitoral do país. Reportagem de André Anelli. No Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou que há resistências internas à aprovação de um código de conduta para os ministros. Segundo ele, o tema enfrenta objeções especialmente por ocorrer em ano eleitoral, apesar das críticas recentes à atuação de integrantes do STF. Reportagem de André Anelli. Após manifestações públicas em apoio a aliados do bolsonarismo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), intensificou o corpo a corpo no estado. A movimentação tem como objetivo consolidar o projeto de reeleição em 2026. Reportagem de Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
167. Retoma tu energia y alinealo a tus prioridades Únete a este EVENTO feb 2/2/ 2026https://www.berenicezamora.com/eventoreset/Trabajar en mentoría privada con Berenice Zamora aplica en el siguiente enlace. Si te interesa mentoría privada con Berenice Zamora, aplica AQUÍ Instagram @berenice.zamorahemail. berenicementora@gmail.com#coachdenegocios #abundancia #negociosyabundancia #negociosabundantes #digitalnomad
Venezuela anuncia libertação de presos políticos após queda de Maduro. Tecnologia lidera ranking de profissões que mais crescem no Brasil. Morre Conrado Corsalette, cofundador do ‘Nexo Jornal’, aos 47 anos. Parceria entre Brasil e França quer reduzir taxas de cesarianas sem indicação. Google amplia uso de IA no Gmail e libera recursos antes restritos a assinantes. E Bruno Mars anuncia data de lançamento do novo álbum. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Summary del Show: • Los futuros de EE.UU. suben con el optimismo de nuevos recortes de tasas tras datos de inflación y consumo más suaves. • Foxconn $AAPL $NVDA invertirá $569M en IA en Wisconsin, creando más de 1,300 empleos. • Uber $UBER y WeRide $WRD inician servicio comercial de robotaxis en Abu Dhabi, el primero en Medio Oriente. • Trump anuncia acuerdo histórico para reducir 71% el costo de 15 fármacos bajo Medicare, incluyendo Ozempic y Wegovy.
Integrantes da Primeira Turma analisam o caso envolvendo propagação de notícias falsas antes das eleições de 2022.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Daniel Muñoz comenta la última hora de los incendios y la reaparición de Sánchez antes de volver a irse de vacaciones.