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Habemus podcast! CCXIV puntata di Anima Latina con il latinista ed enigmista Luca Desiata che presenta il suo nuovo canale YouTube "De lingua latina viva" - metodo naturale per apprendere la lingua di Cicerone dal latino vivo ovvero dalle locuzioni latine di uso corrente nella vita quotidiana - e don Davide Piras, dell'Ufficio Lettere Latine, che ricorda il passo di Leone Magno: "Agnosce, o Christiane, dignitatem tuam" - riconosci la tua dignità, perché il Natale rivela la grandezza e la responsabilità dell'uomo in Cristo. Ospiti: Don Davide Piras, scriptor dell'Ufficio Lettere Latine della Segreteria di Stato, sacerdote dell'Arcidiocesi di Cagliari Luca Desiata, manager latinista ed enigmista, autore del libro Para bellum. Le gesta degli imperatori romani come modello di leadership per il manager moderno, Luiss University Press, 2025. Gli ascoltatori possono inviare domande, curiosità o proposte di temi futuri con un messaggio WhatsApp al 335 124 3722. Conducono: Fabius Colagrande & Maria Milvia Morciano Puoi ascoltare tutti i podcast di Radio Vaticana - Vatican News cliccando qui: vaticannews.va/it/podcast.html
Abbiamo solo questa incarnazione, con queste condizioni uniche.Non rimandiamo passioni e crescita interiore.Coltiviamo gratitudine, compassione e presenza, così un giorno potremo dire:“Che grande vita ho vissuto.”Consulta la scheda del libro “Lo sguardo dell'anima"https://www.ilgiardinodeilibri.it/libri/__sguardo-anima-diego-giaimi-libro.php?pn=6774
Tu sei un'anima bella, la tua luce, la tua stella. Tutti, lo sono. Pochi, lo sanno. Lo percepisci, ma esserlo implica darti fiducia, dare, fiducia. Che la strada è in salita, ma come la affronti, lo decidi tu. E salire, vuol dire crescere, progredire, sfidarsi. Anima bella è anche una possibilità dell'essere, il manifestare tutto il tuo valore, percepirlo, usarlo per proteggerti quando hai bisogno di ritemprarti, e ripartire sempre nuovo. E così, proteggere la tua vita e chi ami. Piccola puntata del podcast dedicata al pensiero positivo che è vivere positivo, che è essere positivo. Nell'accezione di buono. Pensiero buono, vivere, buono, essere, buono. Il bene al centro della vita, tu al centro della visione che costruisci. Le vie del destino sono come i venti che spirano sul mare; / Mentre percorriamo la vita, / È l'assetto dell'anima / Che decide il suo obiettivo / Non l'armonia o il conflitto” (E. W. Wilcox)- Leggi la trascrizione dell'audio: https://annarosapacini.com/anima-bella/ - E da questa pagina puoi iscriverti liberamente al mio podcast Comunicare per essere®: https://annarosapacini.com/podcast/ una filosofia di evoluzione personale profonda, per una vita che ti corrisponda - Comunicazione valoriale, Relazioni, Professione, Benessere. Scrittura evolutiva®, grafologia evolutiva®, soluzioni e percorsi sempre e solo su misura. Per informazioni sul progetto, sui contenuti, sugli strumenti e sui percorsi attivabili scrivi a info@annarosapacini.com- Rinforza la tua motivazione e la tua visione interiore: seguimi su Meta-Facebook e sul tuo social preferito, cerca “Annarosa Pacini”➡️ E non dimenticare di iscriverti al mio canale YouTube https://www.youtube.com/@AnnarosaPacini
Habemus podcast! CCXIV puntata di Anima Latina con il professor Enrico Genovesi, che ci accompagna alle origini del presepe, dalle prime immagini paleocristiane alla svolta di san Francesco a Greccio, quando la Natività diventa esperienza viva - non scena da guardare, ma atto d'amore che rende visibile la povertà scelta di Dio - e don Davide Piras, dell'Ufficio Lettere Latine, che mostra come il latino della Chiesa sappia ancora dire il Natale al presente: Dio non si rivela nel prodigio lontano, ma proximo adit, si fa vicino, entra nel cuore delle nostre piccole storie quotidiane. Ospiti: Don Davide Piras, scriptor dell'Ufficio Lettere Latine della Segreteria di Stato, sacerdote dell'Arcidiocesi di Cagliari Prof. Enrico Genovesi, già docente di composizione architettonica presso la facoltà di Architettura dell'Università degli studi La "Sapianza". Consigliere nazionale e poi presidente della sede di Roma "Associazione Italiana Amici del Presepio" (AIAP). Attualmente è Direttore scientifico del Museo del Presepio di Greccio. Gli ascoltatori possono inviare domande, curiosità o proposte di temi futuri con un messaggio WhatsApp al 335 124 3722. Conducono: Fabius Colagrande & Maria Milvia Morciano Puoi ascoltare tutti i podcast di Radio Vaticana - Vatican News cliccando qui: vaticannews.va/it/podcast.html
Quando Avatar chegou aos cinemas em 2009, não foi apenas um sucesso de bilheteria, foi um divisor de águas na história do cinema. Entre os profissionais responsáveis por dar vida ao universo azul está Mel Quintas, uma brasileira que trabalhou por oito anos diretamente na construção dos efeitos visuais de Avatar 2 e Avatar 3. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O filme de James Cameron não apenas se tornou o mais lucrativo de todos os tempos – tendo alcançado quase US$ 3 bilhões em bilheteria –, mas também redefiniu os limites dos efeitos visuais e da tecnologia cinematográfica. Agora, com a estreia de Avatar: Fogo e Cinzas, o público volta a Pandora sabendo que, por trás de uma história, há também um espetáculo visual, criado por Cameron e, claro, com o apoio de toda uma equipe criativa que põe em prática as ideias do gênio. Para Mel, tudo começou em 2009, quando ela viu o primeiro filme da saga: “Eu falei, literalmente, ‘é nesse tipo de filme que eu quero trabalhar, nesse tipo de universo'. Eu queria viver naqueles mundos, poder criá-los e trazer entretenimento também para as pessoas”, revelou Mel em entrevista exclusiva à RFI, direto de Hollywood. Na época, ela tinha 18 anos, vivia em Santos e estava se formando no ensino médio. Mesmo ouvindo de professores que deveria “fazer um teste vocacional para seguir um sonho realista e se inscrever no vestibular no Brasil”, a jovem arrumou as malas e partiu para a faculdade de Animação em Orlando. Cidade que logo também ficou pequena para os planos dela, que queria chegar a Hollywood. “Eu sabia que era o lugar certo para estar se eu quisesse seguir nessa carreira. E, graças a Deus, deu tudo muito certo. Uma coisa foi levando à outra coisa. Tive muita sorte mesmo”, conta. Currículo impressionante da brasileira Em Hollywood, logo o primeiro filme em que Mel trabalhou, Invocação do Mal (2013), já foi sucesso de bilheteria, em seguida foi uma superprodução atrás da outra. “No início, eu trabalhei mais na parte de conversão dos filmes para 3D. Na época, era o grande boom. Todo mundo queria fazer todos os filmes em 3D. Eles filmavam em 2D e aí convertíamos para 3D. Trabalhei em Homem de Ferro 3, Guardiões da Galáxia, Star Trek, Star Wars, Planeta dos Macacos, X-Men”, enumera Mel. Mas a lista é bem mais longa. Em 13 anos em Hollywood, a santista já acumula impressionantes 40 filmes no currículo, entre eles alguns dos campeões de bilheteria da última década, e a jornada a Pandora, da qual ela participou nos últimos oito anos. “O mais importante é acreditar. Não deixe que digam para você ser mais realista. Para sair da realidade em que você está, primeiro você precisa acreditar que pode viver em outra”, afirma. Avatar e James Cameron Em Avatar, Mel integrou a equipe responsável por criar as sequências do filme. Na prática, isso significa participar da construção do longa desde a pré-produção. “No nosso caso, era um negócio bem abrangente, porque a gente tinha que fazer de tudo. Estávamos montando o filme, literalmente montando o escopo do filme para ele se tornar alguma coisa. Esse processo começa desde a pré-produção, que a gente chama de pré-visualização de algumas cenas do filme, imaginando como vai ser essa sequência de ação. Uma animação mais rápida, não uma renderização final. Isso inclui capturar os atores no set para ver se estava dando certo, montar as cenas e gravar com câmeras virtuais”, explica. As filmagens começaram em 2017, com regravações, ajustes e trabalho contínuo no departamento do qual Mel fez parte até julho de 2025. A brasileira trabalhou em grande parte das sequências do longa, que tem 3h17min de duração, e acompanhou de perto cada detalhe. Ela fez parte de uma equipe de cerca de 30 pessoas dentro da Lightstorm Entertainment, produtora de James Cameron. E estar nos projetos de Avatar 2 e 3 também significou conviver de perto com o cineasta, considerado um dos mais importantes e visionários da atualidade. “Ele é um gênio. Mais do que isso: ele explica tudo o que está fazendo. Ele gosta de ensinar”, diz Mel. “É uma aprendizagem que vale mais do que qualquer faculdade. Estar perto de uma pessoa assim é surreal. Foi como uma faculdade diária.” Do sonho adolescente ao Oscar O sonho que virou realidade já veio acompanhado de um Oscar. Avatar: O Caminho da Água (2022) venceu o prêmio de Melhores Efeitos Visuais. “No dia seguinte ao prêmio, eu fui dar parabéns ao meu supervisor, que foi quem recebeu o Oscar, e ele me disse: ‘Esse prêmio é de todos nós; não existe esse prêmio sem vocês'. Acho que a gente não recebe esse reconhecimento em todos os lugares; aqui tem muito disso”, diz a brasileira. E tudo indica que a equipe vai estar, de novo, na festa do Oscar em 15 de março de 2026. O filme que estreou nesta semana nos cinemas brasileiros acaba de aparecer na lista dos dez pré-selecionados para disputar - novamente - na categoria de Melhores Efeitos Visuais. “Eu estou feliz que faço parte de algo tão grandioso com uma história sobre família e que a gente pode celebrar juntos todos esses anos de trabalho. Sempre tem momentos altos e baixos, mais altos. Mas é bom poder ser recompensada de alguma forma. Não é nem sobre ganhar o prêmio, mas saber que a gente fez parte disso e chegamos lá”, conclui Mel Quintas.
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Quando Avatar chegou aos cinemas em 2009, não foi apenas um sucesso de bilheteria, foi um divisor de águas na história do cinema. Entre os profissionais responsáveis por dar vida ao universo azul está Mel Quintas, uma brasileira que trabalhou por oito anos diretamente na construção dos efeitos visuais de Avatar 2 e Avatar 3. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O filme de James Cameron não apenas se tornou o mais lucrativo de todos os tempos – tendo alcançado quase US$ 3 bilhões em bilheteria –, mas também redefiniu os limites dos efeitos visuais e da tecnologia cinematográfica. Agora, com a estreia de Avatar: Fogo e Cinzas, o público volta a Pandora sabendo que, por trás de uma história, há também um espetáculo visual, criado por Cameron e, claro, com o apoio de toda uma equipe criativa que põe em prática as ideias do gênio. Para Mel, tudo começou em 2009, quando ela viu o primeiro filme da saga: “Eu falei, literalmente, ‘é nesse tipo de filme que eu quero trabalhar, nesse tipo de universo'. Eu queria viver naqueles mundos, poder criá-los e trazer entretenimento também para as pessoas”, revelou Mel em entrevista exclusiva à RFI, direto de Hollywood. Na época, ela tinha 18 anos, vivia em Santos e estava se formando no ensino médio. Mesmo ouvindo de professores que deveria “fazer um teste vocacional para seguir um sonho realista e se inscrever no vestibular no Brasil”, a jovem arrumou as malas e partiu para a faculdade de Animação em Orlando. Cidade que logo também ficou pequena para os planos dela, que queria chegar a Hollywood. “Eu sabia que era o lugar certo para estar se eu quisesse seguir nessa carreira. E, graças a Deus, deu tudo muito certo. Uma coisa foi levando à outra coisa. Tive muita sorte mesmo”, conta. Currículo impressionante da brasileira Em Hollywood, logo o primeiro filme em que Mel trabalhou, Invocação do Mal (2013), já foi sucesso de bilheteria, em seguida foi uma superprodução atrás da outra. “No início, eu trabalhei mais na parte de conversão dos filmes para 3D. Na época, era o grande boom. Todo mundo queria fazer todos os filmes em 3D. Eles filmavam em 2D e aí convertíamos para 3D. Trabalhei em Homem de Ferro 3, Guardiões da Galáxia, Star Trek, Star Wars, Planeta dos Macacos, X-Men”, enumera Mel. Mas a lista é bem mais longa. Em 13 anos em Hollywood, a santista já acumula impressionantes 40 filmes no currículo, entre eles alguns dos campeões de bilheteria da última década, e a jornada a Pandora, da qual ela participou nos últimos oito anos. “O mais importante é acreditar. Não deixe que digam para você ser mais realista. Para sair da realidade em que você está, primeiro você precisa acreditar que pode viver em outra”, afirma. Avatar e James Cameron Em Avatar, Mel integrou a equipe responsável por criar as sequências do filme. Na prática, isso significa participar da construção do longa desde a pré-produção. “No nosso caso, era um negócio bem abrangente, porque a gente tinha que fazer de tudo. Estávamos montando o filme, literalmente montando o escopo do filme para ele se tornar alguma coisa. Esse processo começa desde a pré-produção, que a gente chama de pré-visualização de algumas cenas do filme, imaginando como vai ser essa sequência de ação. Uma animação mais rápida, não uma renderização final. Isso inclui capturar os atores no set para ver se estava dando certo, montar as cenas e gravar com câmeras virtuais”, explica. As filmagens começaram em 2017, com regravações, ajustes e trabalho contínuo no departamento do qual Mel fez parte até julho de 2025. A brasileira trabalhou em grande parte das sequências do longa, que tem 3h17min de duração, e acompanhou de perto cada detalhe. Ela fez parte de uma equipe de cerca de 30 pessoas dentro da Lightstorm Entertainment, produtora de James Cameron. E estar nos projetos de Avatar 2 e 3 também significou conviver de perto com o cineasta, considerado um dos mais importantes e visionários da atualidade. “Ele é um gênio. Mais do que isso: ele explica tudo o que está fazendo. Ele gosta de ensinar”, diz Mel. “É uma aprendizagem que vale mais do que qualquer faculdade. Estar perto de uma pessoa assim é surreal. Foi como uma faculdade diária.” Do sonho adolescente ao Oscar O sonho que virou realidade já veio acompanhado de um Oscar. Avatar: O Caminho da Água (2022) venceu o prêmio de Melhores Efeitos Visuais. “No dia seguinte ao prêmio, eu fui dar parabéns ao meu supervisor, que foi quem recebeu o Oscar, e ele me disse: ‘Esse prêmio é de todos nós; não existe esse prêmio sem vocês'. Acho que a gente não recebe esse reconhecimento em todos os lugares; aqui tem muito disso”, diz a brasileira. E tudo indica que a equipe vai estar, de novo, na festa do Oscar em 15 de março de 2026. O filme que estreou nesta semana nos cinemas brasileiros acaba de aparecer na lista dos dez pré-selecionados para disputar - novamente - na categoria de Melhores Efeitos Visuais. “Eu estou feliz que faço parte de algo tão grandioso com uma história sobre família e que a gente pode celebrar juntos todos esses anos de trabalho. Sempre tem momentos altos e baixos, mais altos. Mas é bom poder ser recompensada de alguma forma. Não é nem sobre ganhar o prêmio, mas saber que a gente fez parte disso e chegamos lá”, conclui Mel Quintas.
“If you don't forage for Za'atar, how are you going to feel connected to the land? How are you going to understand what your ancestors have been doing for thousands of years here?” - Aya Gazawi FaourIn For The Wild's series in collaboration with Olive Odyssey, we hear from Aya Gazawi Faour, their co-founder, who shares about plants indigenous to the Palestinian landscape and their deep ties to culture, resistance, and enduring lifeways. In this episode, Aya shares about the herb Za'atar and its role in Palestinian kitchens. Aya details the ban placed on foraging Za'atar by Israel and its selective enforcement against Palestinians. Despite encroachments on their land and these restrictive practices, Aya emphasizes connection to the land down to the very flavor of Palestinian food and the scent of Palestinian kitchens. Colonizing forces try to separate people and the land, but as Aya speaks, it is clear that this separation is neither sustainable nor wholly possible. Let this conversation be an invitation to look more closely at the lands and living beings of Palestine. If Aya's stories moved you, take the next step: learn from the farmers and stewards keeping these lifeways alive. Explore the work of Palestinian growers, deepen your understanding of their traditions, and support their harvests through Olive Odyssey. Every gesture of connection helps nourish a culture, a landscape, and a people rooted in resilience.Olive Odyssey brings together farmers from across Palestine with a shared purpose: to tell the story of the Palestinian people through olive oil. Their mission is simple yet powerful — each bottle reflects a deep connection to the land and a commitment to sustainable, community-centered practices. To learn more about the farmers, their methods, and to source olive oil, za'atar, recipes, and more, visit https://oliveodyssey.com.Plants Are Political is based on Olive Odyssey's series by the same name.CreditsMusic for this episode is “Rosa” and “Anima” composed by Doe Paoro from her album “Living Through Collapse.” For The Wild is created by Ayana Young, Erica, Ekrem, Julia Jackson, and Victoria Pham. Learn more at https://www.forthewild.worldSupport the show
ゲスト : Trooper Saluteこのトークは2025/12/9の心斎橋ANIMAで公開収録されたものです!
Habemus podcast! CCXIII puntata di Anima Latina, con il sovrintendente capitolino Claudio Parisi Presicce che ci accompagna a scoprire la mostra in corso ai Musei Capitolini – Villa Caffarelli "La Grecia a Roma", mostrando come l'Urbe abbia assorbito e trasformato l'eredità greca, e padre Antonio Salvi (Ufficio Lettere Latine), che ricorda il motto delle meridiane sine sole sileo – “senza sole taccio”. Gli ascoltatori possono inviare domande, curiosità o proposte di temi futuri con un messaggio WhatsApp al 335 124 3722. Ospiti: Padre Antonio Salvi OFM Cap, scriptor Ufficio Lettere latine della Segreteria di Stato, di cui è stato coordinatore. Studioso di epigrafia medioevale. Claudio Parisi Presicce, Sovrintendente Capitolino ai Beni Culturali e Direttore dei Musei Capitolini, ha diretto scavi e restauri a Selinunte, a Cirene e a Roma – dal Campidoglio ai Fori Imperiali, fino al Mausoleo di Augusto – e ha firmato numerosi studi dedicati all'architettura antica e alla scultura greca e romana. Conducono: Fabius Colagrande & Maria Milvia Morciano Puoi ascoltare tutti i podcast di Radio Vaticana - Vatican News cliccando qui: vaticannews.va/it/podcast.html
Pastor John Pérez, nos comparte: SIRVE A TODA PERSONA -Sabiduría Relacional (PT8)Sabiduría Relacional: está diseñada para enseñarte cómo mejorar tu capacidad para desarrollar relaciones auténticas, agradables, productivas y duraderas. Los principios que aprenderás tienen el potencial de impactar cada área de tu vida, incluyendo tu adoración, la intimidad en el matrimonio, la crianza y amistades, así como tu desempeño en el trabajo y tu avance profesional. Todos hemos desarrollado actitudes y hábitos que socavan nuestras relaciones, y se necesita mucha determinación y esfuerzo para cambiar algunas de las maneras en que vemos e interactuamos con los demás.¡La buena noticia es que podemos cambiar!¡Vive Hoy! y Escucha Ya!- EXPERIENCIA - TRANSFORMACIÓN – EMPODERAMIENTO https://www.facebook.com/775elcordero
¿Quién iba a pensar que las finanzas iban a rivalizar con las tramas de Hollywood? Paramount ofrece ahora 108 mil millones de dólares por Warner Bros Discovery. En efectivo, quiere todo el negocio y ponen el dinero los saudíes y el yerno de Trump Jared Kushner. La oferta de Netflix era por estudios y streaming y se pagaba en efectivo y acciones. La película puede que nada más esté comenzando. Con la OPA hostil, el título de WBD se dispara un 6% y se acerca al precio ofrecido por PSKY. La acción de Netflix pierde cerca del 5%. Anima esta operación la jornada en Wall Street, muy centrado en decisión sobre tipos de interés de esta semana de la Fed. Analizamos el mercado con Marc Ribes, de Blackbird. Y tenemos Consultorio de Bolsa, con Juan Carlos Costa, de Marketsbets.
Ep. 815 - ESCLUSIVA MN - Falci, autore libro 'A corto Muso': "Allegri è riuscito a ridare anima al Milan. Contro di lui c'è stata malafede"
TEMPO DE REFLETIR 01599 – 30 de novembro de 2025 Salmo 23:4 – Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo; o Teu bordão e o Teu cajado me consolam. Onde está Deus quando os inocentes sofrem? Como podemos entender as vicissitudes e os problemas da vida? A Bíblia apresenta um quadro animador sobre Deus, o qual nos dá coragem nos momentos de crise; esperança nos momentos de desespero e paz nos momentos de tristeza. O mundo é o campo de batalha entre um ódio intenso e um indescritível amor. E um Deus sábio nem sempre intervém para impedir os resultados do mal. Ele ainda não erradicou todo o sofrimento. Deus valoriza a liberdade, permitindo que homens e mulheres façam escolhas, mesmo com o risco de errarem. Ele tinha a opção de remover totalmente nossa liberdade de escolha. Mas então nos tornaríamos meros robôs. Deus permite que o mal siga seu curso, mas Ele sempre está presente em meio ao sofrimento humano. Ele chora com os que choram e sofre com os que sofrem. Sustenta, fortalece e dá apoio. Anima o quebrantado de coração e abraça o ferido. Salmo 23:4 declara: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo”. Salmo 46:1 acrescenta: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”. Em meio à nossa dor e tristeza, Deus sempre está presente. Além das lágrimas, dos pesares e das tristezas, podemos ouvi-Lo dizendo: “Sararei o seu coração quebrantado e pensarei suas feridas. Estou com você em seus momentos de maior necessidade” (Sl 147:3). Alegre-se! Deus está aqui. Ele não prometeu que Seus filhos jamais sofreriam, mas prometeu estar com eles em qualquer circunstância. Existe algo maior do que a ausência de dor. É a presença de Deus em meio à dor. Aceite a promessa: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). E ore comigo agora: Obrigado, Pai, por Tua presença constante que nos garante segurança e certeza de que não estamos sozinhos. Que permaneçamos ao Teu lado, Senhor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
In questo episodio di PM Confidential – Sesso, Anima & Rock'n'Roll con Manuele Paradiso, affrontiamo uno dei temi più gettonati (e più fraintesi) di sempre: quanto bisognerebbe aspettare prima di fare sesso quando conosciamo qualcuno? Siamo cresciuti con regole non dette: “Aspetta tre appuntamenti”, “Non farlo subito”, “Se aspetti troppo perdi interesse”. Ma hanno senso davvero nel 2025? cosa cambia tra sesso subito e sesso dopo aver costruito intimità ● la differenza tra impulso, attrazione e consapevolezza ● perché il timing può influenzare la relazione… o non influenzarla affatto Parliamo di psicologia, chimica, desiderio, ansia da prestazione e delle regole non scritte del dating moderno. Spoiler: forse non è questione di giorni, ma di connessione.
In this episode we talk about Scathach, the mythical Irish warrior woman who would train men able to reach her island in the art of war. Her most famous pupil was the legendary Cú Chulainn, and much of her story is connected to her encounter with him. She gives Cú Chulainn a weapon that she created herself, the Gáe Bulg, but never teaches him how to use it. We look at Scathach, as well as her daughter and sister, and the drama that unfolds when Cú Chulainn arrives. We also discuss what this might say about the art of war, and the negotiation of the Anima.
Eva Soriano dice que no tiene vida social, lo suyo es huida social. La presentadora de Cuerpos especiales reconoce que llena su agenda de planes para evitar quedarse en casa y pensar sobre su vida. Por eso, en su sección Eva le grita a una nube, se grita a sí misma para pensarse más porque "no hace nada también es hacer algo".
Waarom dit tijdperk móét instorten volgens Drs. Karen Hamaker-Zondag | The Trueman Show #252 Jaaa, daar is ze weer! Deze week in The Trueman Show: Karen Hamaker-Zondag. Karen heeft natuurlijk voor de meesten van jullie geen introductie meer nodig. Ze is een vertrouwd gezicht, een vriendin van de show en iemand die de chaos van deze tijd als geen ander kan duiden. We vonden het hoog tijd voor een update, dus in dit gesprek neemt ze ons mee van de oudste moedergodinnenculturen tot de moderne machtsstructuren die nu voor onze ogen instorten. Volgens haar leven we niet zomaar in onrustige tijden, maar midden in een eindtijd. We hebben het over de eeuwenlange onderdrukking van yin-waarden, over schaduwwerk, over mannen en vrouwen die hun kracht terugvinden, maar ook over wat er nu geopolitiek en spiritueel onder onze voeten verschuift. En vooral: wat jij zelf te doen hebt in deze overgangstijd. In deze podcast: Van moedergodinnen tot moderne macht Het oude systeem dat instort, en waarom dat hoopvol is Animus & Anima: onze mannelijke en vrouwelijke kracht Projectie, polarisatie & schaduwwerk EU, NAVO en oude structuren naderen hun einde De nieuwe tijd: lokaal, menselijk, natuurrecht Innerlijk werk als sleutel tot vrijheid Word Member en bekijk Uncensored op That's The Spirit: https://thatsthespirit.nu/in Volg ons op: Instagram: / thetruemanshowpodcast Facebook: / thetruemanshowpodcast Telegram: https://t.me/s/jornluka?before=217 X: / TruemanshowNL Wekelijks op de hoogte blijven van alle afleveringen, updates, boekentips en de blogs van onze gasten? Schrijf je in voor de nieuwsbrief: https://thetruemanshow.com/nieuwsbrief/ Samenwerken met de Trueman Show? Stuur een mail naar partners@thetruemanshow.com Deze podcast wordt mede mogelijk gemaakt door de volgende sponsoren: MINDFUL DEALS WEKEN; 17 NOVEMBER -17 DECEMBER Het zijn weer mindful deals weken bij That's The Spirit! Van 17 november tot 17 december krijg je korting op heel veel verschillende producten in de webshop, neem een kijkje op https://shop.thatsthespirit.nu/ AMARAPURE Geef jezelf meer energie en een betere nachtrust met de Roodlicht-Lamp van Amarapure. Bestel via https://amarapure.nl en ontvang 10% korting met code TMS. MODERN NATIVE Geef je lijf wat het écht nodig heeft met de natuurlijke orgaansupplementen van Modern Native. Gebruik code TMS voor 10% korting: https://modernnative.nl/orgaanmix AQUALINE FILTER Nederlands kraanwater is van goede kwaliteit, maar bevat nog steeds onzuiverheden zoals chloor, zware metalen en microplastics. De Aqualine waterfilter verwijdert deze schadelijke stoffen en verrijkt het water met essentiële mineralen. Van 22 tot en met 30 november is de Aqualine filter met korting verkrijgbaar in onze webshop: https://shop.thatsthespirit.nu/collections/waterfilters WOLF OF WASHINGTON Handel mee met politici en profiteer van hun (voor)kennis van de aandelenmarkt. Leden van The Trueman Show krijgen 10% korting via de link https://wolfofwashington.nl/trueman met code TMS *Dit betreft een commerciële samenwerking, The Trueman Show ontvangt commissie bij aanmelding via de affiliate link”
Regionalni program: Aktuelno u 18 - Radio Slobodna Evropa / Radio Liberty
Počeo je sudski proces za tragediju u diskoteci "Pulse", koja se dogodila prije osam mjeseci u Kočanima. Vlada Kosova nije izabrana ni iz drugog pokušaja, otvara se put za raspisivanje vanrednih parlamentarnih izbora. Ruski vlasnici spremni da prodaju svoj većinski udio u Naftnoj indistriji Srbije.
In questo episodio di PM Confidential – Sesso, Anima e Rock'n'Roll, Paola Maugeri e Manuele Paradiso esplorano la sessualità consapevole come specchio del nostro modo di stare nel mondo. Perché come siamo a letto rivela chi siamo nella vita: il modo in cui comunichiamo, ci abbandoniamo, ascoltiamo, ci lasciamo attraversare dal piacere o dal controllo. Un dialogo sincero, ironico e profondo su: il coraggio di guardarsi nudi dentro, non solo fuori; come risvegliare la propria energia erotica senza performance; cosa fare se l'altro non vuole (ancora) condividere un percorso di consapevolezza; e come il sesso può diventare un atto spirituale, non solo fisico, se ci si incontra con presenza. Un episodio per chi desidera trasformare il piacere in linguaggio dell'anima. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
OpenAI se enfrenta a varias demandas por gente que se quitó la vida tras mantener conversaciones donde ChatGPT alentó al suicidio de una u otra forma. El problema no es tanto técnico como del modelo de negocio: los chatbots optimizan el engagement, no necesariamente el bienestar. Un millón de usuarios semanales hablan de suicidio con una máquina entrenada para validar, no para salvar.Loop Infinito, podcast de Xataka, de lunes a viernes a las 7.00 h (hora española peninsular). Presentado por Javier Lacort. Editado por Alberto de la Torre.Contacto:
Rest In Peace, Soror.... LVXFull Podcast: https://youtube.com/live/aPS5rHpcNPE?feature=shareSupport this podcast at — https://redcircle.com/magick-without-fears-frater-r-c-hermetic-podcast/exclusive-contentAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
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¡Hola, Foseros! Regresamos a esa galaxia muy, muy lejana… pero esta vez viajamos a través del arte, el mito y la emoción pura. Porque Star Wars: Visions Volumen 3 no es solo una serie de animación: es un tapiz galáctico donde cada estudio deja su huella y su interpretación de la Fuerza. Un homenaje a la creatividad, a la diversidad visual y a la conexión entre el alma japonesa y el espíritu rebelde de Star Wars. Este volumen reúne a algunos de los estudios más prestigiosos del Japón, auténticos maestros del anime como Trigger, Production I.G, Kinema Citrus, Polygon Pictures, Kamikaze Douga, WIT Studio, Anima y David Production, entre otros. Cada uno aporta su estilo, su ritmo y su corazón para reimaginar la galaxia de una manera única. En este programa exploramos los cortos que componen esta temporada, analizando sus alegorías, sus resonancias espirituales y sus ecos visuales. Reflexionamos sobre qué episodios nos trasladan al Japón feudal, cuáles expanden la mitología galáctica y cuáles nos muestran nuevas formas de ver la Fuerza. Para este viaje hemos contratado a tres samuráis sin amo, más conocidos como ronin, dispuestos a cruzar el umbral entre mito y galaxia: Chema Mansilla, desde 3DJuegos, con su visión crítica sobre la animación y el arte galáctico. Ferran, nuestro arqueólogo fosero, desenterrando símbolos y leyendas entre oriente y occidente. Y el gran Kico, de Cine y Cómics (https://www.tiktok.com/@cineycomics), que regresa tras nuestro especial de la San Diego Comic Con Málaga con su mirada cinéfila y su energía tiktokera. También contamos con la aparición estelar de un audio exclusivo del artista Renato Roldán, quien ha trabajado —entre otros— para Lucasfilm. Su visión artística nos recuerda que Star Wars también vive en el lienzo, en el color y en la emoción. Montado y editado en la noche de Halloween por Paco Villa, con ese toque fosero entre lo épico y lo íntimo. A los mandos de la nave: Paco Villa y Josemi, surcando las galaxias más lejanas en este viaje donde la Fuerza no se combate… se imagina, se sueña y se crea. ¿Te atreves a ver Visions desde el lado salvaje de la Fuerza fosera? ¡Que la Fuerza os acompañe… siempre! ¡Dale, Pacoto!
O deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, afirmou ao Meio-Dia em Brasília, aqui de O Antagonista, que o pedido do ministro Luiz Fux de transferência da Primeira para aSegunda Turma do STF foi uma "grande estratégia".A solicitação de Fux foi acatada pelo presidente do Supremo, Luiz Edson Fachin. Atualmente, a Segunda Turma é composta pelos ministros Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli.Fux pediu para deixar a Primeira Turma do STF e ser realocado para a Segunda Turma no lugar que seria ocupado por Luís Roberto Barroso, que antecipou sua aposentadoria. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Dennys Xavier comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Sessão de terapia para depressão benfiquista.
A Piccoli Sorsi - Commento alla Parola del giorno delle Apostole della Vita Interiore
- Premi il tasto PLAY per ascoltare la catechesi del giorno e condividi con altri se vuoi -+ Dal Vangelo secondo Luca +In quel tempo, uno della folla disse a Gesù: «Maestro, di' a mio fratello che divida con me l'eredità». Ma egli rispose: «O uomo, chi mi ha costituito giudice o mediatore sopra di voi?».E disse loro: «Fate attenzione e tenetevi lontani da ogni cupidigia perché, anche se uno è nell'abbondanza, la sua vita non dipende da ciò che egli possiede».Poi disse loro una parabola: «La campagna di un uomo ricco aveva dato un raccolto abbondante. Egli ragionava tra sé: "Che farò, poiché non ho dove mettere i miei raccolti? Farò così - disse –: demolirò i miei magazzini e ne costruirò altri più grandi e vi raccoglierò tutto il grano e i miei beni. Poi dirò a me stesso: Anima mia, hai a disposizione molti beni, per molti anni; ripòsati, mangia, bevi e divèrtiti!". Ma Dio gli disse: "Stolto, questa notte stessa ti sarà richiesta la tua vita. E quello che hai preparato, di chi sarà?". Così è di chi accumula tesori per sé e non si arricchisce presso Dio».Parola del Signore.
In dieser Folge wird's ehrlich: Wir sind gerade mitten im Urlaub – theoretisch entspannt, praktisch mitten im Familienwahnsinn. Zwischen plötzlichen Wetterumschwüngen, klebrigen Kinderhänden und der Frage, wer eigentlich heute Abend kocht (Spoiler: keiner von uns will's sein), reden wir über die mentale Last, die Mütter einfach nonstop tragen.Wir erzählen, warum "Work-Life-Balance" oft nur ein schöner Mythos ist, wie man sich in Partnerschaften nicht über To-do-Listen verliert – und warum Ovulationstests plötzlich das neue Partythema sind (ja, wirklich).Außerdem gibt's ehrliche Ibiza-Vibes: weniger Clubs, mehr Kinderdisco – und ein bisschen Sehnsucht nach dem alten Ich, das mal durchgetanzt hat. Aber soviel darf gesagt sein - Anima war krass!Eine Folge über das echte Leben zwischen Sonnencreme, Selbstfindung und dem Versuch, einfach mal kurz nix zu müssen.
Réconciliation et ressentiment Episode 5 : Anaïs fait la paix avec sa famille et son histoire. Elle se demande maintenant si une paix sociale est possible pour les Français d'origine algérienne, car après toutes ses découvertes, elle a du mal à apaiser sa colère et son ressentiment envers la France et son passé colonial.Ramener la guerre à la maisonPassionnée de boxe et de tir, jusqu'à maintenant, Anaïs n'avait aucun problème avec sa façon de se défendre, même si cela devait impliquer une certaine violence. Ce n'est qu'après avoir quitté la France pour le Canada, et être devenue mère, qu'elle a commencé à se poser des questions : le jour où, pour ne pas frapper son fils de quatre ans, elle l'effraie en cognant sur un mur, elle se souvient de la peur que lui inspiraient les accès de colère de sa propre mère. D'abord réticente à l'idée de participer à l'enquête de sa fille, cette dernière finit par accepter de poser sa voix et d'ouvrir les portes de son passé dans le cadre d'une médiation. Anaïs apprend alors que son grand-père, lorsqu'il était ivre, avait des épisodes violents durant lesquels il battait sa femme et, parfois ses enfants. Elle découvre également qu'il faisait partie des “groupes de choc” mis sur pied en métropole par le FLN pour encadrer et surveiller l'immigration algérienne et commettre des attentats contre le gouvernement français.Au Canada, Anais a découvert la notion de traumatisme intergénérationnel liée à la colonisation qu'ont subi les peuples autochtones. La Jeune femme s'interroge alors : sa violence prendrait-elle source dans un traumatisme intergénérationnel en lien avec la Guerre d'Algérie ? De révélation en explication, avec l'aide d'une psychiatre, d'une psychothérapeute autochtone mohawk et d'un historien, son récit familial intime sonde jusqu'en Kabylie les souvenirs enfouis et contradictoires des siens, pour se heurter à un passé insoupçonné, enraciné dans la violence de l'Histoire, principalement coloniale.Avec :Fatma Bouvet de la Maisonneuve (psychiatre), Marc André (historien), Suzy Goodleaf (psychologue)Bibliographie :- Les damnés de la terre, Frantz Fanon, Librairie François Maspero, 1961 ;- Anima, Wajdi Mouawad, Babel, 2012 ;- Peau Rouge, Masques blancs, Glen Sean Coulthard, LUX Éditions, 2018Mentions :- L'Art de perdre, Alice Zeniter, Flammarion, 2017 ;- Les groupes de choc du FLN. Particularités de la guerre d'indépendance algérienne en métropole de Marc André, dans la Revue historique, Éditions Presses Universitaires de France, 2014 ;- Rapport sur les questions mémorielles portant sur la colonisation et la guerre d'Algérie, Benjamin Stora, 2021 ;- Je me suis fait la guerre, ou comment être un "bon arabe », Une Expérience signée Stéphane Mercurio, réalisée par Nathalie Battus, France Culture, 2021 ;Pour aller plus loin- Petite maman de Céline Sciamma, 2021 ;- Portrait du colonisé. Portrait du colonisateur, Albert Memmi, Corréa 1957 ;- À bras-le-coeur, Mehdi Charef, Mercure de France, 2006 ;- Un rêve, deux rives, Nadia Henni-Moulaï, Slatkine & Cie, 2021 ;- Une enfance française, Farida Khelfa, Albin Michel, 2024 ; - Histoire de l'Algérie à la période coloniale sous la direction de Abderrahmane Bouchène, Jean-Pierre Peyroulou, Ouanassa Siari Tengour, Sylvie Thénault, La Découverte, 2014 ;- Femmes dévoilées : des Algériennes en France à l'heure de la décolonisation, Marc André, ENS Éditions, 2016 ;- Le vent en parle encore, Michel Jean, Stanké 2015 ;- Traumatisme historique et guérison autochtone, Cynthia C. Wesley-Esquimaux, Ph.D. Magdalena Smolewski, Ph.D. Fondation autochtone de guérison, 2004 ;- Retisser nos liens : Comprendre les traumatismes vécus dans les pensionnats indiens par les Autochtones, Deborah Chansonneuve. Fondation autochtone de guérison, 2005.Remerciements :Ma famille, qui a accepté de s'ouvrir et de participer à ce documentaire malgré la pudeur et le poids des douleurs.Un merci tout particulier à ma mère : je ne crois pas qu'il y ait de plus grande preuve d'amour que celle d'avoir accepté ce dialogue.Merci aux expert·es qui ont apporté leur sensibilité, leur savoir et leur intelligence à ce projet.La direction des archives de la Préfecture de Police.Les femmes de ma vie, qui m'ont écoutée, soutenue et supportée (dans tous les sens du terme).Mon fils, dans l'espoir que tu ne manques jamais de mots.Mon père.Ma psy. Réalisation, mixage et musiques originales Samuel Hirsch Enregistrements studio Samuel Hirsch et Christian St-Germain Prises de sons extérieures au Canada Éric Tessier et Maxime Branchaud Illustration Pierre Place Production ARTE Radio
Perceptions et trous de mémoire Episode 2 : Dans la famille, les descriptions du grand-père d'Anaïs changent d'une personne à l'autre. Qui dit vrai ? Anaïs découvre qu'il faisait partie d'un « groupe » qui terrorisait sa grand-mère. Elle n'est pas au bout de ses surprises lorsqu'elle apprend par sa mère qu'il aurait tué une femme.Ramener la guerre à la maisonPassionnée de boxe et de tir, jusqu'à maintenant, Anaïs n'avait aucun problème avec sa façon de se défendre, même si cela devait impliquer une certaine violence. Ce n'est qu'après avoir quitté la France pour le Canada, et être devenue mère, qu'elle a commencé à se poser des questions : le jour où, pour ne pas frapper son fils de quatre ans, elle l'effraie en cognant sur un mur, elle se souvient de la peur que lui inspiraient les accès de colère de sa propre mère. D'abord réticente à l'idée de participer à l'enquête de sa fille, cette dernière finit par accepter de poser sa voix et d'ouvrir les portes de son passé dans le cadre d'une médiation. Anaïs apprend alors que son grand-père, lorsqu'il était ivre, avait des épisodes violents durant lesquels il battait sa femme et, parfois ses enfants. Elle découvre également qu'il faisait partie des “groupes de choc” mis sur pied en métropole par le FLN pour encadrer et surveiller l'immigration algérienne et commettre des attentats contre le gouvernement français.Au Canada, Anais a découvert la notion de traumatisme intergénérationnel liée à la colonisation qu'ont subi les peuples autochtones. La Jeune femme s'interroge alors : sa violence prendrait-elle source dans un traumatisme intergénérationnel en lien avec la Guerre d'Algérie ? De révélation en explication, avec l'aide d'une psychiatre, d'une psychothérapeute autochtone mohawk et d'un historien, son récit familial intime sonde jusqu'en Kabylie les souvenirs enfouis et contradictoires des siens, pour se heurter à un passé insoupçonné, enraciné dans la violence de l'Histoire, principalement coloniale.Avec : Fatma Bouvet de la Maisonneuve (psychiatre), Marc André (historien), Suzy Goodleaf (psychologue)Bibliographie :- Les damnés de la terre, Frantz Fanon, Librairie François Maspero, 1961 ;- Anima, Wajdi Mouawad, Babel, 2012 ;- Peau Rouge, Masques blancs, Glen Sean Coulthard, LUX Éditions, 2018Mentions :- L'Art de perdre, Alice Zeniter, Flammarion, 2017 ;- Les groupes de choc du FLN. Particularités de la guerre d'indépendance algérienne en métropole de Marc André, dans la Revue historique, Éditions Presses Universitaires de France, 2014 ;- Rapport sur les questions mémorielles portant sur la colonisation et la guerre d'Algérie, Benjamin Stora, 2021 ;- Je me suis fait la guerre, ou comment être un "bon arabe, Une Expérience signée Stéphane Mercurio, réalisée par Nathalie Battus, France Culture, 2021 ;Pour aller plus loin :- Petite maman de Céline Sciamma, 2021 ;- Portrait du colonisé. Portrait du colonisateur, Albert Memmi, Corréa 1957 ;- À bras-le-coeur, Mehdi Charef, Mercure de France, 2006 ;- Un rêve, deux rives, Nadia Henni-Moulaï, Slatkine & Cie, 2021 ;- Une enfance française, Farida Khelfa, Albin Michel, 2024 ; - Histoire de l'Algérie à la période coloniale sous la direction de Abderrahmane Bouchène, Jean-Pierre Peyroulou, Ouanassa Siari Tengour, Sylvie Thénault, La Découverte, 2014 ;- Femmes dévoilées : des Algériennes en France à l'heure de la décolonisation, Marc André, ENS Éditions, 2016 ;- Le vent en parle encore, Michel Jean, Stanké 2015 ;- Traumatisme historique et guérison autochtone, Cynthia C. Wesley-Esquimaux, Ph.D. Magdalena Smolewski, Ph.D. Fondation autochtone de guérison, 2004 ;- Retisser nos liens : Comprendre les traumatismes vécus dans les pensionnats indiens par les Autochtones, Deborah Chansonneuve. Fondation autochtone de guérison, 2005.Remerciements : Ma famille, qui a accepté de s'ouvrir et de participer à ce documentaire malgré la pudeur et le poids des douleurs.Un merci tout particulier à ma mère : je ne crois pas qu'il y ait de plus grande preuve d'amour que celle d'avoir accepté ce dialogue.Merci aux expert·es qui ont apporté leur sensibilité, leur savoir et leur intelligence à ce projet.La direction des archives de la Préfecture de Police.Les femmes de ma vie, qui m'ont écoutée, soutenue et supportée (dans tous les sens du terme).Mon fils, dans l'espoir que tu ne manques jamais de mots.Mon père.Ma psy. Réalisation, mixage et musiques originales Samuel Hirsch Enregistrements studio Samuel Hirsch et Christian St-Germain Prises de sons extérieures au Canada Éric Tessier et Maxime Branchaud Illustration Pierre Place Production ARTE Radio
Direction l'Algérie Episode 3 : L'enquête d'Anaïs se poursuit en Algérie. Elle avait beaucoup imaginé le pays mais elle n'y était jamais allée. Parmi les récits sombres qu'elle entend, Anaïs découvre aussi le courage de son grand-père à travers un autre crime.Ramener la guerre à la maisonPassionnée de boxe et de tir, jusqu'à maintenant, Anaïs n'avait aucun problème avec sa façon de se défendre, même si cela devait impliquer une certaine violence. Ce n'est qu'après avoir quitté la France pour le Canada, et être devenue mère, qu'elle a commencé à se poser des questions : le jour où, pour ne pas frapper son fils de quatre ans, elle l'effraie en cognant sur un mur, elle se souvient de la peur que lui inspiraient les accès de colère de sa propre mère. D'abord réticente à l'idée de participer à l'enquête de sa fille, cette dernière finit par accepter de poser sa voix et d'ouvrir les portes de son passé dans le cadre d'une médiation. Anaïs apprend alors que son grand-père, lorsqu'il était ivre, avait des épisodes violents durant lesquels il battait sa femme et, parfois ses enfants. Elle découvre également qu'il faisait partie des “groupes de choc” mis sur pied en métropole par le FLN pour encadrer et surveiller l'immigration algérienne et commettre des attentats contre le gouvernement français.Au Canada, Anais a découvert la notion de traumatisme intergénérationnel liée à la colonisation qu'ont subi les peuples autochtones. La Jeune femme s'interroge alors : sa violence prendrait-elle source dans un traumatisme intergénérationnel en lien avec la Guerre d'Algérie ? De révélation en explication, avec l'aide d'une psychiatre, d'une psychothérapeute autochtone mohawk et d'un historien, son récit familial intime sonde jusqu'en Kabylie les souvenirs enfouis et contradictoires des siens, pour se heurter à un passé insoupçonné, enraciné dans la violence de l'Histoire, principalement coloniale.Avec : Fatma Bouvet de la Maisonneuve (psychiatre), Marc André (historien), Suzy Goodleaf (psychologue)Bibliographie :- Les damnés de la terre, Frantz Fanon, Librairie François Maspero, 1961 ;- Anima, Wajdi Mouawad, Babel, 2012 ;- Peau Rouge, Masques blancs, Glen Sean Coulthard, LUX Éditions, 2018Mentions :- L'Art de perdre, Alice Zeniter, Flammarion, 2017 ;- Les groupes de choc du FLN. Particularités de la guerre d'indépendance algérienne en métropole de Marc André, dans la Revue historique, Éditions Presses Universitaires de France, 2014 ;- Rapport sur les questions mémorielles portant sur la colonisation et la guerre d'Algérie, Benjamin Stora, 2021 ;- Je me suis fait la guerre, ou comment être un "bon arabe », Une Expérience signée Stéphane Mercurio, réalisée par Nathalie Battus, France Culture, 2021 ;Pour aller plus loin :- Petite maman de Céline Sciamma, 2021 ;- Portrait du colonisé. Portrait du colonisateur, Albert Memmi, Corréa 1957 ;- À bras-le-coeur, Mehdi Charef, Mercure de France, 2006 ;- Un rêve, deux rives, Nadia Henni-Moulaï, Slatkine & Cie, 2021 ;- Une enfance française, Farida Khelfa, Albin Michel, 2024 ; - Histoire de l'Algérie à la période coloniale sous la direction de Abderrahmane Bouchène, Jean-Pierre Peyroulou, Ouanassa Siari Tengour, Sylvie Thénault, La Découverte, 2014 ;- Femmes dévoilées : des Algériennes en France à l'heure de la décolonisation, Marc André, ENS Éditions, 2016 ;- Le vent en parle encore, Michel Jean, Stanké 2015 ;- Traumatisme historique et guérison autochtone, Cynthia C. Wesley-Esquimaux, Ph.D. Magdalena Smolewski, Ph.D. Fondation autochtone de guérison, 2004 ;- Retisser nos liens : Comprendre les traumatismes vécus dans les pensionnats indiens par les Autochtones, Deborah Chansonneuve. Fondation autochtone de guérison, 2005.Remerciements : Ma famille, qui a accepté de s'ouvrir et de participer à ce documentaire malgré la pudeur et le poids des douleurs.Un merci tout particulier à ma mère : je ne crois pas qu'il y ait de plus grande preuve d'amour que celle d'avoir accepté ce dialogue.Merci aux expert·es qui ont apporté leur sensibilité, leur savoir et leur intelligence à ce projet.La direction des archives de la Préfecture de Police.Les femmes de ma vie, qui m'ont écoutée, soutenue et supportée (dans tous les sens du terme).Mon fils, dans l'espoir que tu ne manques jamais de mots.Mon père.Ma psy. Réalisation, mixage et musiques originales Samuel Hirsch Enregistrements studio Samuel Hirsch et Christian St-Germain Prises de sons extérieures au Canada Éric Tessier et Maxime Branchaud Illustration Pierre Place Production ARTE Radio
Kabylie - Alger Episode 4 : Anaïs descend brutalement de son petit nuage décolonial en apprenant l'identité de la personne tuée. Son enquête se termine à Alger lors d'une scène choquante, lorsqu'un ami de la famille lui braque une arme au visage. Aurait-elle posé les mauvaises questions à la mauvaise personne ?Ramener la guerre à la maisonPassionnée de boxe et de tir, jusqu'à maintenant, Anaïs n'avait aucun problème avec sa façon de se défendre, même si cela devait impliquer une certaine violence. Ce n'est qu'après avoir quitté la France pour le Canada, et être devenue mère, qu'elle a commencé à se poser des questions : le jour où, pour ne pas frapper son fils de quatre ans, elle l'effraie en cognant sur un mur, elle se souvient de la peur que lui inspiraient les accès de colère de sa propre mère. D'abord réticente à l'idée de participer à l'enquête de sa fille, cette dernière finit par accepter de poser sa voix et d'ouvrir les portes de son passé dans le cadre d'une médiation. Anaïs apprend alors que son grand-père, lorsqu'il était ivre, avait des épisodes violents durant lesquels il battait sa femme et, parfois ses enfants. Elle découvre également qu'il faisait partie des “groupes de choc” mis sur pied en métropole par le FLN pour encadrer et surveiller l'immigration algérienne et commettre des attentats contre le gouvernement français.Au Canada, Anais a découvert la notion de traumatisme intergénérationnel liée à la colonisation qu'ont subi les peuples autochtones. La Jeune femme s'interroge alors : sa violence prendrait-elle source dans un traumatisme intergénérationnel en lien avec la Guerre d'Algérie ? De révélation en explication, avec l'aide d'une psychiatre, d'une psychothérapeute autochtone mohawk et d'un historien, son récit familial intime sonde jusqu'en Kabylie les souvenirs enfouis et contradictoires des siens, pour se heurter à un passé insoupçonné, enraciné dans la violence de l'Histoire, principalement coloniale.Avec : Fatma Bouvet de la Maisonneuve (psychiatre), Marc André (historien), Suzy Goodleaf (psychologue)Bibliographie :- Les damnés de la terre, Frantz Fanon, Librairie François Maspero, 1961 ;- Anima, Wajdi Mouawad, Babel, 2012 ;- Peau Rouge, Masques blancs, Glen Sean Coulthard, LUX Éditions, 2018Mentions :- L'Art de perdre, Alice Zeniter, Flammarion, 2017 ;- Les groupes de choc du FLN. Particularités de la guerre d'indépendance algérienne en métropole de Marc André, dans la Revue historique, Éditions Presses Universitaires de France, 2014 ;- Rapport sur les questions mémorielles portant sur la colonisation et la guerre d'Algérie, Benjamin Stora, 2021 ;- Je me suis fait la guerre, ou comment être un "bon arabe », Une Expérience signée Stéphane Mercurio, réalisée par Nathalie Battus, France Culture, 2021 ;Pour aller plus loin :- Petite maman de Céline Sciamma, 2021 ;- Portrait du colonisé. Portrait du colonisateur, Albert Memmi, Corréa 1957 ;- À bras-le-coeur, Mehdi Charef, Mercure de France, 2006 ;- Un rêve, deux rives, Nadia Henni-Moulaï, Slatkine & Cie, 2021 ;- Une enfance française, Farida Khelfa, Albin Michel, 2024 ; - Histoire de l'Algérie à la période coloniale sous la direction de Abderrahmane Bouchène, Jean-Pierre Peyroulou, Ouanassa Siari Tengour, Sylvie Thénault, La Découverte, 2014 ;- Femmes dévoilées : des Algériennes en France à l'heure de la décolonisation, Marc André, ENS Éditions, 2016 ;- Le vent en parle encore, Michel Jean, Stanké 2015 ;- Traumatisme historique et guérison autochtone, Cynthia C. Wesley-Esquimaux, Ph.D. Magdalena Smolewski, Ph.D. Fondation autochtone de guérison, 2004 ;- Retisser nos liens : Comprendre les traumatismes vécus dans les pensionnats indiens par les Autochtones, Deborah Chansonneuve. Fondation autochtone de guérison, 2005.Remerciements : Ma famille, qui a accepté de s'ouvrir et de participer à ce documentaire malgré la pudeur et le poids des douleurs.Un merci tout particulier à ma mère : je ne crois pas qu'il y ait de plus grande preuve d'amour que celle d'avoir accepté ce dialogue.Merci aux expert·es qui ont apporté leur sensibilité, leur savoir et leur intelligence à ce projet.La direction des archives de la Préfecture de Police.Les femmes de ma vie, qui m'ont écoutée, soutenue et supportée (dans tous les sens du terme).Mon fils, dans l'espoir que tu ne manques jamais de mots.Mon père.Ma psy. Réalisation, mixage et musiques originales Samuel Hirsch Enregistrements studio Samuel Hirsch et Christian St-Germain Prises de sons extérieures au Canada Éric Tessier et Maxime Branchaud Illustration Pierre Place Production ARTE Radio
A beginner's guide to supernatural powers. Sigmund Freud, Carl Jung and therapy.Repression and Fate.Why do people think Jordan Peterson is crazy now?Niels Bohr and his horseshow, people arguing about the Pope.Inventions of the industrial revolution replacing jobs previously done by slaves.The psychic realm has changed, the old cosmology and rituals no longer cut it.Multiple personalities manifesting into physical ailments.Pacebos and Nocebos. The Anima and the Animus.We live in a society.The world is a fractal, a sea of cosmic goo and maybe you're not doing it right.Demonic and spirit possession.Jumba the ebony black elephant demon.How do we sugarcoat this pill? You have to be a lunatic to accomplish anything these days.Shiny Ribs swamp funk music.More Linkswww.MAPSOC.orgFollow Sumo on TwitterAlternate Current RadioSupport the Show!Subscribe to the Podcast on GumroadSubscribe to the Podcast on PatreonBuy Us a Tibetan Herbal TeaSumo's SubstacksHoly is He Who WrestlesModern Pulp
Predicación del jueves 2 de octubre de 2025 - 7:00 p.m.
Durante a Assembleia-Geral da ONU, o presidente dos EUA, Donald Trump, fez um aceno a Lula que animou senadores brasileiros.Apesar da comemoração, parlamentares ressaltaram a necessidade de cautela diante do tarifaço imposto pelos EUA e defenderam que o Brasil busque diálogo para evitar novos conflitos diplomáticos.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Mariana Carneiro, repórter do Estadão em Brasília, repercute Política e Economia internas às 2ªs, 4ªs e 6ªs, 8h30, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ever wonder what those dreams playing out in your head every night while you're sleeping are telling you? Are dreams merely daily figments of your imagination or, according to Sigmund Freud, windows into desire? Join Paul on a deep exploration and decoding of what dreams may be telling you — if you're listening and paying attention — with Pablo Echeverria, Nicki Wolfe and Asa Tolan-Powell this week on Spirit Gym.Learn more about Nicki and Asa on Instagram. Check out Pablo on his website and LinkedIn.If you want to better understand your dreams, consider taking Paul's Dream Interpretation workshop, a four-week, all-online course starting Oct. 31.Timestamps7:00 The different kinds of dreams.24:28 “What most people don't realize is that we're living a dream…”32:23 Anima and Animus in Jungian psychology.41:21 “The ego is the conscious perception of ourselves that we think is who we are, but that is often dangerously misleading.”49:44 “I've always known that I'm here to do great things, but I don't have the energy to do them.”58:40 Pablo's wet card.1:13:00 Could dreams be communicating different things to you?1:24:23 When you dream, do you feel more conscious and awake than you are right now?1:28:54 Nicki's dark night of the soul (her wilderness season) gave her purpose and a beautiful way to live.1:43:17 “Letting go of rigidity was a huge part of the lessons I was learning.”1:47:08 “A soul would rather die than live another soul's story/myth.”2:00:40 How the number 22323 played a big part in Nicki's life.2:06:52 Paul's vision for Nicki.2:15:28 Asa's type 1 diabetes is a third chakra challenge (Who am I?).2:25:52 A cruise ship.2:37:34 White snakes in dreams can represent positive, transformative symbols.2:48:23 Magical guides.2:56:59 Let's do it!ResourcesDear Lover: A Woman's Guide to Men, Sex and Love's Deepest Bliss by David DeidaPaul's Living 4D conversation with Mimi Lindquist and Chase RameyMusic Credit: Meet Your Heroes (444Hz), Composed, mixed, mastered and produced by Michael RB Schwartz of Brave Bear MusicThanks to our awesome sponsors:PaleovalleyBIOptimizers US and BIOptimizers UK PAUL15Organifi CHEK20Wild PasturesKorrect SPIRITGYMPique LifeCHEK Institute/CHEK AcademyPaul's Dream Interpretation workshop We may earn commissions from qualifying purchases using affiliate links.
Dal prossimo 15 settembre, con il pagamento del corrispettivo dell’opas, Mediobanca diventerà controllata del Monte dei Paschi. Durante il periodo di adesione sono state consegnate 506,6 milioni di azioni, pari al 62,29% del capitale, e tra il 16 e il 22 settembre Siena potrebbe superare la soglia del 66,7% necessaria per il delisting e la fusione. Questo permetterebbe di accelerare le sinergie promesse da 700 milioni e sfruttare 2,9 miliardi di crediti fiscali in sei anni. Delfin e Caltagirone hanno aderito con il loro 30%, mentre il ritocco cash di 0,9 euro ha convinto casse di previdenza, Benetton, Amundi, Anima, Tages, Unicredit e grandi fondi come Vanguard, Fidelity e Blackrock. Anche alcune famiglie pattiste, come Tortora e Doris, hanno deciso di partecipare. Ora il consiglio del 18 settembre prenderà atto del cambio di controllo, e l’uscita di Nagel e del cda è attesa per l’assemblea del 28 ottobre. Si lavora a una lista di maggioranza Mps, con i nomi di Palermo e Morelli per la carica di ceo e di Grilli e De Vecchi per la presidenza. La nuova stagione segna la fine dell’autonomia storica di Mediobanca e apre scenari anche su Generali, dove Mps erediterà il 13,1% del Leone da Piazzetta Cuccia, in sinergia con Delfin e Caltagirone. Per Donnet e il cda di Generali si prospettano mesi difficili, con lo stop al progetto di fusione con Natixis. Intanto De Agostini ha completato la cessione delle sue quote, segno dei tempi nuovi. Ne parliamo con Luca Davi, Il Sole 24Ore.Le prospettive del Pnrr a un anno dalla scadenzaA un anno dalla scadenza del Pnrr, le difficoltà nell’attuazione emergono in tutta l’Unione europea, ma l’Italia resta tra i paesi più avanti. La Francia guida con l’82% delle scadenze già completate, seguita da Danimarca (57%), Germania (54%) ed Estonia (49%), mentre Italia e Lussemburgo si attestano al 43%. Considerando i traguardi del secondo semestre 2024, l’Italia salirebbe al 54%. Finora Roma ha ricevuto 122 miliardi su 194,4 complessivi, pari al 62,7%, e la Commissione ha dato il via libera alla settima rata da 18,3 miliardi, mentre è stata presentata la richiesta per l’ottava da 12,8 miliardi. L’Italia è quindi tra i paesi con la quota più alta di risorse già incassate, anche se il ministro con delega al Pnrr Tommaso Foti, ha annunciato per l’autunno una nuova revisione del piano. Interviene Carlo Altomonte, Associate Dean e Direttore PNRR Lab, SDA Bocconi, e membro CD Fondazione M&M.Rapporto Coop, 'italiani al risparmio, è l'era del deconsumismo'Secondo il Rapporto Coop 2025, il risparmio è il driver primario per il 42% degli italiani, segno che la società dei consumi lascia spazio al deconsumismo. La spesa delle famiglie cresce solo dello 0,5% rispetto a cinque anni fa, ma oltre la metà è assorbita da spese obbligate come abitazione, utenze, trasporti e cibo. I consumatori acquistano solo l’indispensabile, si orientano sul second hand, preferiscono riparare anziché sostituire e, quando spendono in tecnologia, cercano utilità più che gratificazione. Crescono le vendite di piccoli e grandi elettrodomestici, mentre calano gli acquisti di smartphone. Nei primi sei mesi del 2025 si registra una ripresa nei carrelli della spesa, con vendite in crescita del 3,8% a valore e del 2% a volume, trainate da frutta e verdura. Al contrario cala la spesa nella ristorazione fuori casa (-2,2%), con un terzo degli italiani che intende ridurla ulteriormente. La ricerca di convenienza resta alta: i discount crescono dell’1,8%, meno dei supermercati che segnano +2,7% grazie a promozioni e prodotti a marchio del distributore, oggi percepiti come equilibrio tra qualità e risparmio. Il commento è di Albino Russo, direttore generale Ancc-Coop (Associazione Nazionale Cooperative Consumatori), e curatore del Rapporto.Infermieri, fuga dalla laurea, ci sono più posti che candidatiGli infermieri restano l’emergenza numero uno della sanità italiana, con una carenza stimata di almeno 70mila unità. Per la prima volta però, al test di ammissione alla laurea triennale ci sono stati meno candidati rispetto ai posti disponibili: 19.298 domande contro 20.699 posti, con immatricolazioni effettive destinate a essere inferiori. Nei 41 atenei pubblici le domande sono scese da 19.421 a 17.215 su 18.918 posti, segnando un calo dell’11% in un anno, con punte oltre il 30% a Roma. Una parziale compensazione potrebbe arrivare dai corsi di Medicina: dopo la riforma del test di ingresso gli iscritti sono scesi a 54mila, ma il 20% ha indicato Infermieristica come alternativa nel caso di esclusione. Potrebbe quindi esserci un recupero, ma intanto la carenza di infermieri mette a rischio ospedali e avvio della sanità territoriale con le Case di comunità. Facciamo il punto con Marzio Bartoloni, Il Sole 24 Ore.
On the show this time, it’s motorik psych-rock from a Japanese beach, with maya ongaku. They hail from the island of Enoshima, famed for a shrine to Buddhist deity Benzaiten. They play long-form psych rock, sometimes meditative, sometimes folky, sometimes jazzy. Their debut Approach to Anima features quiet singing, fingerstyle guitars, ambient recordings of bird calls, acoustic percussion, flute and saxophone, and spoken word. Their latest EP Electronic Phantoms leans more towards drum machines for the rhythm samples, and rich synth-tronica to balance the guitars. Both are available on Guruguru Brain. Recorded April 8, 2025 Anoyo Drive Melting Iyo no Hito Watch the full Live on KEXP session on YouTube.Support the show: https://www.kexp.org/donateSee omnystudio.com/listener for privacy information.
On the show this time, it’s motorik psych-rock from a Japanese beach, with maya ongaku. They hail from the island of Enoshima, famed for a shrine to Buddhist deity Benzaiten. They play long-form psych rock, sometimes meditative, sometimes folky, sometimes jazzy. Their debut Approach to Anima features quiet singing, fingerstyle guitars, ambient recordings of bird calls, acoustic percussion, flute and saxophone, and spoken word. Their latest EP Electronic Phantoms leans more towards drum machines for the rhythm samples, and rich synth-tronica to balance the guitars. Both are available on Guruguru Brain. Recorded April 8, 2025 Anoyo Drive Melting Iyo no Hito Watch the full Live on KEXP session on YouTube.Support the show: https://www.kexp.org/donateSee omnystudio.com/listener for privacy information.
If you keep attracting the wrong polarity in your relationships—feminine men or masculine women—there's a reason for it. In this video, we dive deep into Jung's anima and animus, family patterns, and how to heal the root imbalance. Learn how coming back to your center is the key to true attraction and connection. Have you joined the High Vibe Tribe yet? its my new free community! I go live and do free workshops and meditations in there, join here! https://www.skool.com/highvibetribe/about