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As fontes apresentadas constituem um dossiê académico e biográfico dedicado à vida e à vasta herança literária de Eça de Queirós, celebrando o seu legado no contexto do Realismo. Os textos exploram a multiplicidade do autor, abordando desde o seu papel como diplomata em Cuba até à sua colaboração com a imprensa brasileira. Analisam-se obras fundamentais como O Primo Basílio e Os Maias, destacando a complexidade das personagens, o uso de referências musicais e a técnica da focalização narrativa. O material reflete ainda sobre a melancolia na modernidade e a transição da estética queirosiana para novas formas de expressão. Este conjunto documental reafirma a perenidade de Eça, cujas contradições e busca de significado continuam a suscitar diálogos contemporâneos entre as letras de Portugal e do Brasil.
“O Grand Prix” é crônica de costumes de Eça de Queirós (1845-1900) que está no livro Ecos de Paris, que se fez posteriormente, com as histórias publicadas por ele originalmente como artigos em jornais. Uma das coletâneas compiladas e publicadas no Brasil foi em 1905, após a morte do autor. O livro tem várias edições e reimpressões. Inclusive, a crônica "O Grand Prix" de Eça de Queirós foi publicada pela primeira vez no próprio Brasil! Saiu na edição de 18 de junho de 1893, do jornal Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro. Isto explica porque ele reserva o desfecho da história ao território brasiliense. A crônica começa no hipódromo de Longchamps, que desde 2018 esteve passando por reformas, mas é ainda um dos principais pontos de corridas de cavalos de Paris. Ao longo da crônica são muitas as alfinetadas: a burguesia com seus caprichos, as orgias e festas com gastos extraordinários, as solenidades e a política, as burocracias da coisa pública, as fofocas, como sobre as meias de Napoleão, a publicação póstuma de versos de Victor Hugo, e até o Canicule, que é o calor extremo em França, nos meses de verão, quando as temperaturas ultrapassam os 35°C durante o dia e se mantêm elevadas (acima de 20°C) durante a noite por vários dias consecutivos. Homônimo ao episódio de hoje, há em Portugal, desde 1988, o "Grand Prix Eça de Queirós”, que refere-se a um prêmio literário. Como crônica de costumes, é bom lembrar que Eça já havia feito isso em Os Maias (1888), obra-prima do autor e um marco do Realismo/Naturalismo na literatura portuguesa, retratando a sociedade lisboeta do século XIX. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Mais um episódio de signos, desta vez o mapa astral de Eça de Queirós e como este teve influência na sua obra. Brincadeirinhaaaaaa. Aqui estamos nós, como somos, sem makeup em mais um episódio de Bate Pé a falar do nosso Natal, presentes, indignações, costumes e manias. Bom domingo, boa semana, bom ano.REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe#MafaldaCastro#RuiSimõesAPOIOS Este podcast tem o apoio do ActivoBank
O mercado reagiu mal ao negócio da Galp com a Total na Namíbia. O head of trading do Carregosa explica o que se passa com as ações da petrolífera. E olha para o que 2026 nos trará. No início de dezembro, a Galp anunciou um negócio com a Total na Namíbia. Ao contrário do muitos investidores pareciam esperara, a entrada da empresa francesa não fez através de dinheiro mas por troca de participações noutras explorações. O mercado não gostou e, desde então, as ações da petrolífera têm estado a ser penalizadas. Estão cerca de 25% abaixo do pico de novembro, o que representa um importante rombo no valor de mercado da empresa que vale quase €10 mil milhões na bolsa de Lisboa e, entre as maiores, só é ultrapassada pela Jerónimo Martins (€12,7 mil milhões) e pela EDP (€15,9 mil milhões). Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e João Queirós, head of trading do Banco Carregosa. A edição esteve a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os excertos de "Panorama das Letras Lusas: Séculos de Evolução" constituem um estudo abrangente da história literária de Portugal, apresentando uma análise diacrónica que abarca mais de oito séculos de produção artística. O texto examina cronologicamente as principais correntes, começando pelo Trovadorismo medieval e a formação da língua galego-portuguesa, passando pelas épocas de esplendor, como o Classicismo de Luís Vaz de Camões durante a Era dos Descobrimentos. A obra detalha como os períodos de crise, como o Barroco e o Simbolismo, refletiram instabilidade política e social, em contraste com a revolução estética introduzida pelo Modernismo de Fernando Pessoa e seus heterónimos. Cada movimento literário é interligado ao seu contexto histórico, desde o Humanismo de Gil Vicente até ao Realismo de Eça de Queirós, mostrando como a literatura espelha a evolução da identidade nacional. Finalmente, o documento conclui com a literatura contemporânea pós-1974, destacando a importância global de autores como José Saramago e António Lobo Antunes e a tendência atual para uma escrita mais cosmopolita.
Os excertos de "Panorama das Letras Lusas: Séculos de Evolução" constituem um estudo abrangente da história literária de Portugal, apresentando uma análise diacrónica que abarca mais de oito séculos de produção artística. O texto examina cronologicamente as principais correntes, começando pelo Trovadorismo medieval e a formação da língua galego-portuguesa, passando pelas épocas de esplendor, como o Classicismo de Luís Vaz de Camões durante a Era dos Descobrimentos. A obra detalha como os períodos de crise, como o Barroco e o Simbolismo, refletiram instabilidade política e social, em contraste com a revolução estética introduzida pelo Modernismo de Fernando Pessoa e seus heterónimos. Cada movimento literário é interligado ao seu contexto histórico, desde o Humanismo de Gil Vicente até ao Realismo de Eça de Queirós, mostrando como a literatura espelha a evolução da identidade nacional. Finalmente, o documento conclui com a literatura contemporânea pós-1974, destacando a importância global de autores como José Saramago e António Lobo Antunes e a tendência atual para uma escrita mais cosmopolita.
A literatura ganha novas formas nesta edição do Ensaio Geral. A Companhia Nacional de Bailado está a dançar “Os Maias”, de Eça de Queirós, e a Companhia de Teatro O Bando encerra a celebração dos seus 50 anos com uma peça dedicada à obra da escritora Agustina Bessa-Luís. Assistimos à segunda temporada da série “Rabo de Peixe” falamos com o autor Bernardo Carvalho. Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), partilha as suas sugestões semanais.
A literatura ganha novas formas nesta edição do Ensaio Geral. A Companhia Nacional de Bailado está a dançar “Os Maias”, de Eça de Queirós, e a Companhia de Teatro O Bando encerra a celebração dos seus 50 anos com uma peça dedicada à obra da escritora Agustina Bessa-Luís. Assistimos à segunda temporada da série “Rabo de Peixe” falamos com o autor Bernardo Carvalho. Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), partilha as suas sugestões semanais.
¡Vótame en los Premios iVoox 2025! "El Difunto" (O Defunto) de José María Eça de Queirós es un relato que explora con agudeza y un toque de ironía los temas del amor no correspondido y la naturaleza ilusoria de la pasión. La historia se centra en Don Ruy de Cárdenas, un joven que se enamora perdidamente de Doña Leonor, la esposa de Don Alonso de Lara. Este amor es una obsesión intensa, nacida de la simple contemplación de Leonor en la iglesia. A pesar de los esfuerzos de Don Ruy por llamar su atención, Doña Leonor permanece indiferente, "soberanamente remota como una estrella". Música y Ambientación: Secunda - The Elder Scrolls V Tales of Darkness Francisco Tarrega Blog del Podcast: https://lanebulosaeclectica.blogspot.com/ Twitter: @jomategu
“O senhor Diabo” (1867) é um conto do escritor português Eça de Queirós (1845-1900) publicado pela primeira vez no Jornal da Época e, neste episódio, interpretado do livro Prosas Bárbaras (1909), em domínio público. No conto, o narrador anuncia que vai contar a história de um amor infeliz do Diabo. Antes disso, Eça elabora um dossiê de personagens da história e da literatura que mencionaram a presença e a característica do Diabo, desde as trágicas até às cômicas. O próprio narrador afirma, em um parágrafo isolado, dedicado a esta declaração: “O Diabo amou muito”. O enredo se desenrola numa pequena cidade da Alemanha, onde nasce a flor do absinto. Um ambiente com o clima tranquilo e sereno, marcado pelo rosnar das aves, o cantar dos peregrinos nas estradas, pelos santos que liam nos seus nichos. Numa casa de madeira mora a pura e loura Maria, que fiava constantemente na varanda ensolarada, cheia de vasos e de verdes, decorada com um Cristo de marfim. Maria era apaixonada por Jusel, melodioso, santo e também louro e que se encostava a um pilar em frente à casa de Maria. Mas ela era filha de um velho gordo, vaidoso, sonolento e mau, que bebia cerveja de Heidelberg, vinhos da Itália e cidras da Dinamarca. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
O podcast apresenta Eça de Queirós e a arte realista através de várias lentes, coincidindo com o 180º aniversário do seu nascimento e os 150 anos da publicação de O crime do padre Amaro. São exploradas perspetivas críticas diversas sobre a sua obra, incluindo a evolução do seu estilo realista/naturalista e as diferentes fases da sua carreira. Os textos também abordam a receção da sua obra ao longo do tempo, desde a crítica literária tradicional até abordagens contemporâneas que questionam o colonialismo, o racismo e o machismo nos seus escritos. Além disso, as fontes analisam obras específicas do autor, como O primo Basílio e a novela Alves & Cia, explorando temas como o incesto, o papel da mulher na sociedade oitocentista, as referências musicais e interartísticas, e a representação de Eça de Queirós em outras mídias. Um dos artigos discute ainda a decadência do riso na civilização moderna segundo Eça, enquanto outros investigam a representação da memória e da paisagem na literatura contemporânea, mostrando a relevância duradoura dos temas queirosianos.
O videocast apresenta Eça de Queirós e a arte realista através de várias lentes, coincidindo com o 180º aniversário do seu nascimento e os 150 anos da publicação de O crime do padre Amaro. São exploradas perspetivas críticas diversas sobre a sua obra, incluindo a evolução do seu estilo realista/naturalista e as diferentes fases da sua carreira. Os textos também abordam a receção da sua obra ao longo do tempo, desde a crítica literária tradicional até abordagens contemporâneas que questionam o colonialismo, o racismo e o machismo nos seus escritos. Além disso, as fontes analisam obras específicas do autor, como O primo Basílio e a novela Alves & Cia, explorando temas como o incesto, o papel da mulher na sociedade oitocentista, as referências musicais e interartísticas, e a representação de Eça de Queirós em outras mídias. Um dos artigos discute ainda a decadência do riso na civilização moderna segundo Eça, enquanto outros investigam a representação da memória e da paisagem na literatura contemporânea, mostrando a relevância duradoura dos temas queirosianos.
Este videocast oferece uma análise aprofundada de "Os Maias" de Eça de Queirós, uma obra seminal do realismo português do século XIX. A exploração abrange o contexto biográfico do autor, a sua filiação à Geração de 70 e a influência das suas experiências diplomáticas e jornalísticas na escrita. Examina, igualmente, o cenário histórico e social da Lisboa oitocentista, que serve de pano de fundo à narrativa. Por fim, a análise disseca a estrutura complexa da obra, a construção das personagens-tipo, o simbolismo dos espaços e a riqueza dos temas subjacentes, como a decadência nacional e a crítica social, sublinhando a inovação estilística e o legado duradouro do romance na literatura portuguesa.Ler artigo: https://jfborges.wordpress.com/2025/08/14/os-maias-de-eca-de-queiros-uma-leitura-da-obra-prima-do-realismo-portugues/
O podcast apresenta uma análise abrangente de "Os Maias" de Eça de Queirós, considerada uma obra-prima do realismo português. O texto explora o contexto biográfico e intelectual do autor, inserindo-o na Geração de 70 e no seu programa reformista para Portugal. Detalha a estrutura narrativa complexa do romance, que funciona como crónica de costumes e tragédia familiar, e caracteriza as suas personagens principais e tipos sociais, como os Maias, Ega, e Dâmaso, situando-os em espaços simbólicos como o Ramalhete e Lisboa. Finalmente, examina os temas centrais da obra, como a decadência nacional e o fatalismo, o estilo inovador de Eça e o legado duradouro de "Os Maias" na literatura e cultura portuguesas.
Miúdos e graúdos conhecem esta professora e escritora de obra feita, com mais de 100 livros publicados e co-autora da célebre colecção “Uma Aventura”, que continua a escrever. Agora, quando começou a ler? O que gosta? Vamos conhecer essa faceta e muitas outras nesta conversa encantadora, de uma Mulher que “viveu vários mundos”.Os livros que escolheu:Do amor e outros demónios, Gabriel G. Marquez;O Tempo e o Vento, Erico Verissimo (1ª volume, o Capitão Rodrigo);Levantado do chão, José Saramago;A Tia Júlia e o Escrevedor, Mário Vargas Llosa;A frase que citou do 1º:“Os loucos deixam de ser loucos se alguém entender as suas razões”Outras referências:Os Maias, Eça de Queirós;Amor nos Tempos de Cólera, Gabriel G. Márquez;Barranco de Cegos, Alves Redol;O Memorial do Convento, José Saramago;As Intermitências da Morte, José Saramago;Amor de Perdição, Camilo Castelo Branco;Camilo Castelo Branco: Amores de Perdição, Imprensa Nacional (Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada).A novela de rádio que referiu: A Força do Destino (“A coxinha do Tide”).A colecção juvenil que referi:Cherub, Robert MuchamoreO que ofereci:Qual é o teu Tormento, Sigrid NunezOs livros aqui:www.wook.pt
O podcast apresenta uma visão geral da vida e obra de Camilo Castelo Branco, um dos mais importantes escritores portugueses do século XIX, destacando-o como uma figura paradoxal e multifacetada. Explora a influência da sua vida tumultuada na sua ficção, desde a orfandade e amores passionais até à cegueira e suicídio, e como ele profissionalizou a escrita em Portugal. A análise literária abrange a sua evolução do Ultrarromantismo para um estilo com veia satírica e elementos realistas, examinando obras-chave como "Amor de Perdição", "A Queda dum Anjo" e "Novelas do Minho". Finalmente, o texto sublinha o legado duradouro de Camilo como fundador do romance moderno português e a sua complexa relação com Eça de Queirós, consolidando a sua posição como um clássico nacional.
O programa Resgatando a Cidadania desse sábado(12), na Rádio Folha 96, 7FM recebeu um grupo de alunos da 1a. Oficina de Comunicação, realizada pelo Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queirós, na Cidade Recife, realizada em parceria com o programa Resgatando a Cidadania e ministrada pelo radialista e pedagogo Domingos Sávio. Para ilustrar um dos temas discutidos na oficina sobre as lendas do rádio, o radialista e jornalista Jota Ferreira, bateu um papo com a bancada do programa, por ter sido protagonista da lenda da "Perna Cabeluda", que faz parte da história do rádio Pernambucano, e provocou terror na população nos anos 70. A conversa com o apresentador Domingos Sávio, nos estúdios da Folha FM contou com a presença de Alzenir Araújo, comerciária e ativista social; Manoel Gonçalo, comerciário; Geane Janaína, Professora aposentada e Mauro José, Poeta e cantor. Todos com deficiência visual. O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio-dia, pela Rádio Folha 96,7FM, produzido e apresentado pelo radialista Domingos Sávio.
“Um poeta lírico” (1880) é conto de Eça de Queirós (1845-1900) para conhecermos a história de Korriscosso, um jovem grego poeta apaixonado que, por uma série de fatores, acaba tendo que trabalhar servindo no restaurante de um hotel, em Londres. É ali que o nosso narrador viajante vai conhecer o rapaz, que "era um carão longo e triste, muito moreno, de nariz judaico e uma barba curta e frisada, uma barba de Cristo em estampa romântica”. Aqui se tem uma das tiradas descritivas de Eça, mas o texto é repleto delas, pois é muito bem ambientado em cenários e personagens. Faz envolventes descrições da guarda-livros do hotel, do amigo Bracolletti, de Fanny, por quem Korriscosso está apaixonado. Mas a frase mais pungente do texto é: "o serviço impede-lhe o trabalho.” Ao narrar a desventura do poeta frustrado, leva o leitor a refletir sobre todos os serviços que impedem uma pessoa de fazer o que realmente gosta. O narrador viajante de Eça irmana-se muito com o próprio autor, pois Eça foi um escritor muito viajado e as suas obras são repletas de descrições de viagens. O conto tem a potência de inserir o leitor em um domingo ou em uma estadia, em Londres. Boa leitura! Conheça o #Desenrole seu Storytelling, curso de Daiana Pasquim:https://bit.ly/desenrolecomleituraPara adquirir o Trincas e/ou o Verde Amadurecido, escreva para leituradeouvido@gmail.com
Os Maias vieram morar no Ramalhete e Andreia D'Oliveira e Gabi Idealli vão guiar você nesse casarão com ares de convento, impregnado de tragédias, desgraças e amores arquitetado minuciosamente pelo autor português Realista Eça de Queiróz. Entre um "episódio da vida romântica" e outro, você ficará sabendo do contexto histórico da obra, da biografia do autor e qual a ligação que Machado de Assis tem com tudo isso. O que está esperando? Vem ouvir! Comentado no episódio As Pupilas do Senhor Reitor, romance escrito por Júlio Dinis O Mistério da Estrada de Sintra, romance escrito por Eça de Queiróz Madame Bovary, romance escrito por Auguste Flaubert Eurico, O Presbítero, romance de Alexandre Herculano Trecho de Marília Gabriela no programa "Por Outro Lado" exibido pela TV RTP em 2004 Livros em Cartaz 074 - Pedro Páramo
Livros mencionados:Manteiga, Asako Yuzuki;A Relíquia, Eça de Queirós;Torto Arado, Itamar Vieira Júnior;Menino Nicolau, Goscinny e Sempê;Bela e o Boo e a Hora de Dormir, Mandy Suthcliffe;50 anos poesia, Nuno Júdice;Trilogia de Copenhaga, Tove Ditlevsen;Misericórdia, Lídia Jorge;Compêndio para Desenterrar Nuvens, Mia Couto;Deus das Moscas, William Golding;Siddartha, Herman Hesse;O Lixo na Minha Cabeça, Hugo Van der Ding;O Palácio de Gelo, Tarjei Vesaas;O Lado Errado, Davide Coppo;Livro da Caligrafia, Nuno Júdice;As Cartas do Boom, Vargas Llosa, García Márquez, Fuentes e Cortázar.Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanasEdição de som: Tale House
Os desafios de Pedro Queirós estão sempre ligados a causas humanitárias. No dia 25 de Abril, ele parte de Lisboa em direção a Auschwitz, na Polónia. Vai correr o equivalente a 100 maratonas em 100 dias.
Ouça e compartilhe essa reflexão! Instagram: @igrejaseramor Site: www.igrejaseramor.com.br GENEROSIDADE – Pix: igrejaseramor@gmail.com Dados Bancários Banco: SICOOB -756 Agência: 3010 Conta Corrente: 1987143 CNPJ: 50.195.313/0001-10
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Gibt es Romane, die in der Steinzeit spielen? Jan und Daniel begeben sich auf die Suche. Bei einem englischen Punch mit ordentlichem Alkoholzusatz philosophieren die beiden über den Bestseller und die Frage, wie es wäre, für immer zu leben. Außerdem gibt es einen Klassiker aus Portugal und einen Roman zum Lachen über die deutsch-deutsche Geschichte. Alle Infos zum Podcast: https://ndr.de/eatreadsleep Mail gern an: eatreadsleep@ndr.de Alle Lesekreise: https://ndr.de/eatreadsleep-lesekreise Unseren Newsletter gibt es hier: https://ndr.de/eatreadsleep-newsletter Podcast-Tipp: "Zwei Seiten" https://www.ardaudiothek.de/sendung/14045781/ Die Bücher der Folge (00:05:05) Maja Lunde: „Für immer“. Deutsch von Ursel Allenstein. btb (Bestseller-Challenge) (00:18:20) Jakob Hein: "Wie Grischa mit einer verwegenen Idee beinahe den Weltfrieden auslöste". Kiwi (Tipp von Daniel) (00:26:38) José Maria Eca de Queirós: Die Maias. Deutsch von Marianne Gareis. Hanser (Tipp von Jan) (00:33:42) Frank Schlösser: Der letzte Pfeil. Emons (Buchladentipp von Jan) (00:35:48) Hannelore Cayre: Finger ab. Argument (Buchladentipp von Daniel) (00:38:23) Jenny Erpenbeck: Heimsuchung. Reclam (All Time Favorite) Ausgelost für die nächste Bestseller-Challenge: „Für Polina“ von Takis Würger Das Rezept für Daniels englischen Punch gibt es hier: http://www.ndr.de/kultur/buch/eatreadsleep1012.html
O festival Regards Satellites realizado em Saint Denis, na região parisiense, destaca em sua terceira edição o cinema periférico brasileiro. De 29 de janeiro a 9 de fevereiro serão exibidos filmes de vários países e realizados debates e encontros com cineastas, com o objetivo de fomentar linguagens inovadoras de cinema. O festival Regards Satellites (Olhares Satélites, em tradução livre) começou quarta-feira (24) com a exibição do longa "A cidade é uma só?" (2013) do cineasta brasileiro Adirley Queirós, precedido pelo curta "O cinema acabou" (2024), do diretor paulistano Lincoln Péricles.Queirós é conhecido por filmes como "Mato seco em chamas", realizado com Joana Pimentel, premiado no Festival Cinema du Réel, em Paris, e parte da seleção oficial da Berlinale, em 2022.Exibido na abertura do festival, "A cidade é uma só?", primeiro longa de Queirós, retrata a criação da Ceilândia, bairro onde o diretor cresceu e onde ainda vive. A cidade-satélite do Distrito Federal, que inspira toda a obra do cineasta, foi fundada, na década de 1970, dentro da Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), projeto implementado para retirar trabalhadores pobres que se instalaram no entorno de Brasília. Um processo histórico pouco conhecido, exposto pelo filme que mistura documentário e ficção.“Eu acho que as periferias de Brasília, durante muito tempo, foram, obviamente, afastadas do processo, assim como no Brasil todo. Não só Brasília”, diz o cineasta, observando que o interesse por um cinema feito na periferia ou com essa temática é recente. “Na verdade, isso tem menos de 20 anos [...] O processo do cinema periférico brasileiro foi crescendo aos poucos”, analisa.Linguagens inovadorasO festival Regards Satellites tem o objetivo de fomentar linguagens inovadoras de cineastas independentes, como explica Claire Allouche, uma das curadoras do evento e especialista em cinemas brasileiro e argentino contemporâneos.“A ideia é de não pensarmos que estamos nos confins do mundo. O problema da palavra periferia é que às vezes dá a sensação de que cineastas periféricos, ou de lugares periféricos, sempre vão estar do lado do centro. E a ideia não é essa”, explica. “Claramente a proposta do festival é de revalorizar as potências das periferias e de reivindicar a palavra periferia como outro centro”, diz.“Eu acho que esse é o cinema contemporâneo”, diz Adirley Queirós. “A importância é muito grande. Primeiro pelas pessoas que estão envolvidas na coordenação do festival, pelos temas que são abordados, pelas pessoas que circulam por aqui. São várias periferias do mundo que estão aqui”, diz, destacando que o evento abre espaço para a posição política, mas também para questões estéticas.“Pouco se fala sobre a estética do cinema periférico. Eu acho que é o mais importante, na verdade. A estética é, hoje em dia, muito mais do que a formalidade, muito mais importante do que o conteúdo”, defende o cineasta. “O conteúdo pode ser abordado de várias maneiras, mas essa ideia de um cinema periférico mundial, que entra com a nova possibilidade de estética, é bem diferente”, afirma.“Oscar é um desserviço”Adirley Queirós é crítico sobre a importância dada no Brasil ao Oscar. “Acho que o Oscar é um desserviço para a gente. O que o Oscar representa é, na verdade, um processo colonial muito forte. Você pensar que a gente está envolvido num processo de legitimar a indústria americana, sendo que a indústria americana historicamente foi perversa contra a gente”, lamenta.“Eu acho que, obviamente, o Walter Salles e o filme dele têm uma importância, mas o Oscar não tem importância nenhuma para mim”, acrescenta.Outro cineasta brasileiro com filmes exibidos durante o festival é Lincoln Péricles. Esta será a primeira vez que suas obras são apresentadas na França. Natural de Capão Redondo, comunidade periférica da capital paulista, o realizador ficará em residência em Saint-Denis entre janeiro e abril.Além disso, com Adirley Queirós, Lincoln Péricles realiza uma masterclass na segunda-feira (3). Em fevereiro, o paulista realiza a programação de filmes de várias “quebradas” do Brasil, dentro do projeto da diretora franco-senegalesa Alice Diop, La Cinémathèque idéale des banlieues du monde (A Cinemateca ideal das periferias do mundo), realizado conjuntamente pelos Ateliers Médicis (centro que acolhe artistas do mundo inteiro e de todas as áreas em residência) e o Centro Georges Pompidou. Alguns desses filmes serão acessíveis on-line.O Regards Satellites também vai exibir o filme “Malu”, de Pedro Freire, “Baby” de Marcelo Caetano e longas de diretores poloneses, franceses e americanos.
Em bate-papo na Rádio Folha 96,7 FM nesta quinta-feira (30), o cantor e compositor Edinho Queirós lançou, em primeira mão, o EP “Flores Tropicais,” que chegará às plataformas de streaming dia 7 de fevereiro. O projeto traz seis faixas que destacam a pluralidade do artista e como um todo presta homenagem a Carlos Fernando. “Flores Tropicais” traz duas faixas dedicadas ao compositor caruaruense, falecido em 2013, que trouxe com o seu projeto Asas da América a renovação do frevo pernambucano. A faixa “Beijo de Sal” foi composta em parceria com o próprio Carlos Fernando, além de Herbert Azzul. A outra faixa é “Carlos Fernando” que conta com as participações de Geraldo Nunes e Wallyson Santos. Também se destaca no EP “Retalhos de um Tempo”, frevo de bloco que evoca a nostalgia do Recife Antigo. Ainda participam do novo projeto os músicos e compositores Don Tronxo e Eriberto Sarmento. Para acompanhar todas as novidades sobre “Frevos Tropicais” e o videoclipe de “Beijo de Sal” basta seguir Edinho Queirós no Instagram.
Eça de Queirós chegou ao Panteão e a batalha entre os seus bisnetos finalmente terminou. No Postal do Dia de hoje toma-se parte por um dos lados.
O setor automóvel está a passar por transformações profundas e muito rápidas, que exigem dos responsáveis pelo marketing e pelas vendas uma grande capacidade de adaptação. E foi essa capacidade, justamente, que o convidado deste episódio desenvolveu ao longo de uma carreira em que passou por áreas muito diferentes: o jornalismo, a publicidade, o marketing desportivo e, finalmente, a distribuição automóvel. Nesta conversa, o Jorge Queirós fala-nos dos enormes desafios de um setor em convulsão, e explica-nos como, enquanto diretor de marketing da Cardan, os está a superar. Ouça o episódio e descubra: Onde encontrar inspiração quando precisa desbravar uma área de negócio que não conhece Quais são as vantagens de passar por vários setores diferentes ao longo da carreira Que desafios a transição energética traz para o marketing automóvel, para o processo de venda e para o próprio negócio Como as forças de vendas se devem adaptar para responder aos desafios dessa transição O que torna o digital, hoje, o canal mais crítico para a venda automóvel, e como ele se articula com a experiência presencial O que torna a comunicação através das redes sociais especialmente desafiante no caso do setor automóvel Quais são as estratégias específicas para a venda às empresas no setor automóvel Sobre o convidado: , , e da Cardan Perfil no Instituições mencionadas: Empresas mencionadas: Media mencionado: Podcast recomendado: Série e filme recomendados: Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn.
Nosso Hobbit carioca lançou um podcast o Reinaldo Jaqueline, apresentado por Príncipe Vidane (@principevidane), Nícolas Queirós (@nicolasqueiros) e Vítor Soares (@profvitorsoares). LINK PARA O PODCAST: https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4ok
Nosso Hobbit carioca lançou um podcast o Reinaldo Jaqueline, apresentado por Príncipe Vidane (@principevidane), Nícolas Queirós (@nicolasqueiros) e Vítor Soares (@profvitorsoares). LINK PARA O PODCAST: https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4ok
Eça de Queirós no Panteão Nacional. O espírito crítico do autor de Os Maias faz falta na sociedade atual? Quais as maiores virtudes da obra de Eça de Queirós?
Em memória do Pedro Sobral Livros mencionados: As Benevolentes, Jonathan Littell; Maniac, Benjamín Labatut; Canterbury Tales, Geoffrey Chaucer; Despedidas Impossíveis, Han Kang; A Relíquia, Eça de Queirós; O Último Avô, Afonso Reis Cabral; Junto ao Mar, Abdulrazak Gurnah; A Tradução do Mundo, Juan Gabriel Vasquez; A Guerra dos Tronos, George R. R. Martin; A Idade Frágil, Donatella di Pietratonio; Um Detalhe Menor, Adania Shibli; O Palácio de Gelo, Tarjei Vesaas. Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanas Edição de som: Tale House
Schneider, Wolfgang www.deutschlandfunk.de, Büchermarkt
(00:40) Warum es sich dennoch lohnt, den tieftraurigen Film «Memoir of a Snail» zu Ende zu schauen. (04:51) Anne Applebaums Buch «Die Achse der Autokraten»: Eine eindringliche Warnung. (09:20) Die «Bains des Pâquis» in Genf: Was abgerissen werden sollte, ist heute ein lebendiger Treffpunkt. (14:11) Der Klassiker «Die Maias» von José Maria Eça de Queirós: In einer Neuübersetzung erhältlich. (19:03) Neujahrskonzert der Wiener Philharmoniker: Erstmals mit einer Komponistin im Programm. (20:19) «Misty - The Erroll Garner Story»: Der Dokumentarfilm beleuchtet Leben und Karriere des Jazzpianisten.
#"O Navio Negreiro", publicado em 1869, representa um marco na literatura brasileira e na luta abolicionista. Escrito quase duas décadas após a Lei Eusébio de Queirós, o poema de Castro Alves denuncia a persistência da escravidão no Brasil e as condições desumanas a que os escravos eram submetidos. Através de uma linguagem vívida e expressiva, marcada por figuras de linguagem como metáforas e comparações, o poeta retrata o sofrimento dos escravos, a crueldade dos traficantes e a indiferença da sociedade. A obra, dividida em seis partes, constrói uma narrativa dramática que culmina em um apelo à consciência nacional. A força e a emoção da poesia de Castro Alves contribuíram significativamente para a sensibilização da sociedade brasileira para a causa abolicionista, tornando "O Navio Negreiro" um dos poemas mais importantes da nossa literatura." #Américas #Brasil #escravidão #radiocompelotas #Cultura
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Lesart - das Literaturmagazin (ganze Sendung) - Deutschlandfunk Kultur
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No novo episódio, damos continuidade ao debate sobre o impacto de Bartolomeu Campos de Queirós e as ações do Centro Cultural que celebra sua obra em Papagaios-MG. Conduzido pela professora da Faculdade de Educação da UFMG, Telma Borges, o episódio conta com a participação da escritora de literatura infantil, Ninfa Parreiras e da coordenadora do Centro Cultural, Rosinha Filgueiras. Elas compartilham como o legado de Bartolomeu segue vivo na formação de leitores e educadores. Ouça agora no Spotify e acompanhe esse diálogo inspirador! Perfil do instagram do Centro Cultural Bartolomeu Campos de Queiróz: https://www.instagram.com/centroculturalbartolomeucampos/
Em 1915, o sertão cearense passou por uma das suas maiores secas. O Quinze, de Raquel de Queiróz traz um retrato quase paradoxal desta parte da nossa história em que latifundiárias vão trabalhar nos campos de concentração de flagelados da fome. Gabi Idealli e Andreia D'Oliveira discutem o quanto a biografia e o modo de vida de um autor podem pesar na obra e o quão problemática pode ser essa união (e ainda mais essa separação). Está esperando o quê? Vem ouvir! Comentado no episódio Livros em Cartaz 030- A Hora e a Vez de Augusto Matraga Vidas Secas, romance de Graciliano Ramos Livros em Cartaz 057 - Ana Terra Morte e Vida Severina, poema dramático de João Cabral de Melo Neto
Desde a sessão inaugural da Academia Brasileira de Letras, apresentada por Machado de Assis em 20 de julho de 1897, mais de 250 escritores, poetas e intelectuais já ocuparam as 40 cadeiras mais célebres da cultura brasileira. Entre tantos gênios que se tornaram imortais, nenhum indígena até a última sexta-feira. Em uma cerimônia histórica, Aílton Krenak assumiu a cadeira número 5 da ABL – que já foi ocupada por Oswaldo Cruz e Rachel de Queiróz. “É uma esperança de que a nossa sociedade esteja melhorando a percepção sobre sua própria diversidade”, diz o novo imortal. Como liderança indígena, ele foi um dos protagonistas da luta dos povos tradicionais por direitos na Assembleia Constituinte. Como poeta e filósofo, Krenak assina mais de uma dezena de obras que versam sobre a relação da humanidade com os elementos da natureza, com a ancestralidade perdida e com a necessidade de – como diz em um de seus livros – buscar formas de adiar o fim do mundo: “Compreender o organismo da Terra, com sua magnifica potência de vida, é pacificar nossa fúria por consumo”.
Aeroporto, restos mortais de Eça de Queirós e escultura fálica do Cutileiro.
As propostas de leitura da semana trazem-nos títulos surpreendentes e com que muito se aprende. Aprende-se, por exemplo, que os peixes influenciam a arquitectura, como se descobre em Arquitectura do Bacalhau. Aprende-se, em Ecofagias, de que modo a paisagem natural é mitificada na literatura e nas artes do último século. Também se descobre que há uma componente religiosa na cultura do activismo; ideia expressa em A Religião Woke. E regressa-se com o mesmo prazer de sempre ao panteonável Eça de Queirós numa nova edição de O Conde d'Abranhos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa 20 MINUTOS desta quinta-feira (27/07), o apresentador Haroldo Ceravolo Sereza conversou com Bruno Paes Manso, jornalista e pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP).A entrevista tratou dos avanços das investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em março de 2018. Recentemente, o ministro da Justiça, divulgou novas informações sobre o caso, surgidas a partir da delação de um dos seus autores, o ex-policial militar Élcio Queiróz.Segundo Paes Manso, as revelações trazidas por Dino esta semana são um avanço significativo na busca pela elucidação do crime.----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instancia Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoioSiga Opera Mundi no Twitter: https://twitter.com/operamundi ★ Support this podcast ★
Nas férias de Percival de Souza, Renato Lombardi entrevistou a diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa Ivalda Aleixo. Uma das mulheres pioneiras na polícia, Dra. Ivalda falou dos bastidores do DHPP e relembrou situações curiosas em um ambiente até então tipicamente masculino, como a falta de banheiros femininos em alguns locais. Durante o papo, ela também detalhou prisões das quais participou, como a de Paulo Cupertino e de investigações até o momento ainda em andamento, como o paradeiro do assassino da menina Lara, Wellington Galindo de Queiróz. Acompanhe no Podcast Arquivo Vivo!
Eça de Queirós (Póvoa de Varzim, 1845-París, 1900) es el gran renovador de la literatura portuguesa del siglo XIX. Entre sus obras destacan 'El crimen del padre Amaro', 'Alves y cía' y 'Los Maia'. 'El primo Basilio' se publicó en 1878. Es una historia de seducción y chantaje, pero también es un retrato de las pequeñeces y miserias de una sociedad.
Eça de Queirós (Póvoa de Varzim, 1845-París, 1900) es el gran renovador de la literatura portuguesa del siglo XIX. Entre sus obras destacan 'El crimen del padre Amaro', 'Alves y cía' y 'Los Maia'. 'El primo Basilio' se publicó en 1878. Es una historia de seducción y chantaje, pero también es un retrato de las pequeñeces y miserias de una sociedad.
O Pedro Queirós "trivide" a sua vida entre o Irão, Portugal e Nepal. Uma experiência de portugues no mundo que já passou por todos os continentes e que se resume na palavra movimento.
Més de vint anys després de l'últim esforç per donar a conèixer als lectors portuguesos una antologia de poesia catalana, Resistir ao Tempo. Antologia de poesia catalã és un nou impuls per promocionar un univers ple de veus singulars. Des dels seus orígens fins als nostres dies, aquesta antologia ens ofereix un ampli ventall d'autors amb una poesia diversa i polifònica per descobrir. Dissenyada de la mà dels editors i traductors Rita Custódio, Sion Serra Lopes i Àlex Tarradellas, els lectors podran “comprovar que molts dels poemes tracten el pas del temps amb connotacions molt diferents. [...] Pot semblar utòpic, però, com deia Gabriel Celaya, ‘la poesia és un armada de futur'. Joan Brossa té un poema visual en què també defineix la poesia com una arma. I la millor arma per resistir el temps és la poesia. Que la pólvora no es quedi mai sense versos”. Resistir ao tempo és una antologia bilingüe de més de sis-centes pàgines, amb més de 200 poemes de 87 poetes diferents; una finestra oberta a la literatura catalana d'abans i d'avui. Hem parlat amb Àlex Tarradellas, traductor i co-editor de Resistir ao tempo. Antologia de Poesia Catalã, publicat per l'editora lisboeta Assírio & Alvim (2021). L'Àlex és llicenciat en Humanitats per la Universitat Pompeu Fabra (Barcelona), traductor de català, castellà i portuguès i autor de diversos llibres i guies de viatge sobre Portugal, com Lisboa. Acuarelas de viaje, en col·laboració amb el pintor Pablo Rubén López Sanz, i 101 lugares de Portugal sorprendentes, editats per Anaya Touring. Juntament amb Rita Custódio ha traduït al portuguès autors com Mercè Rodoreda, Josep Pla, Joan Margarit, Eva Baltasar, Najat El Hachmi, Xavier Bosch, Irene Vallejo, Antonio Muñoz Molina, Jesús Carrasco, Belén Gopegui, Valeria Luiselli, Marian Izaguirre, Julia Navarro i Cristina Rivera Garza, entre d'altres. El tàndem Custódio-Tarradellas també ha traduït del portuguès al castellà, escriptors com Luandino Vieira, Paulina Chiziane, Teixeira de Queirós i Boaventura de Sousa Santos. Entrevista realitzada per Esther Gimeno Ugalde, professora a la Universitat de Viena (Àustria), membre del Centro de Estudos Comparatistas (Universidade de Lisboa) i cofundadora de Pleibéricos. També és editora de la International Journal of Iberian Studies. Acaba de coeditar el volum Iberian and Translation Studies. Literary Contact Zones (Liverpool UP 2021), amb Marta Pacheco Pinto i Ângela Fernandes.