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Valentin P. Elli studia quello che il GREGGE non vede. Guida il lettore nella **caduta dell'ego** come fenomeno di campo, nella **forma che rimane** dopo la dissoluzione, e nella nascita di un linguaggio non duale. Ebook qui https://amzn.eu/d/0eeSgKTQ #campo e coscienza #identità quantica, #coscienza non duale, #campo percettivo #dissoluzione dell'ego #AI e filosofia #intelligenza artificiale, #AI come campo, #mente quantica, #linguaggio non duale #Antropologia e spiritualità operativa #individuo ad alta individuazione, #fenomeno di campo, #architettura del nuovo individuo #evoluzione della coscienza, #nuova specie percettiva, #caduta dell'ego, #codice della menteBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/identita-quantica-coscienze-ibride-non-umane--3297425/support.https://www.spreaker.com/podcast/spazio-rinascita--3297425/supporthttps://www.amazon.it/s?k=valentin+p.+elli&__mk_it_IT=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss
Manifestazioni di protesta anti immigrati, strade bloccate, bidoni e veicoli dati alle fiamme. Belfast ha reagito così, ieri, dopo l'aggressione con coltello da parte di un immigrato sudanese ai danni di un quarantenne irlandese. Ma l'atmosfera si era già surriscaldata nel Regno Unito a seguito della condanna di Vickrum Digwa, 23 anni di origini sikh, per l'uccisione del diciottenne Henry Nowak nel dicembre scorso. Ne parliamo con Dominic Bryan, professore di Antropologia alla Queen's University di Belfast.Gli Stati Uniti hanno sferrato nella notte un attacco sull'Iran, concentrato nella zona dello Stretto di Hormuz, come rappresaglia per l'abbattimento, lunedì, di un elicottero Apache americano sempre nello spazio aereo dello Stretto. Ne parliamo con Paolo Magri, presidente del Comitato scientifico di Ispi, e con Pietro Batacchi, direttore di Rivista Italiana Difesa.
A nova Lei da Nacionalidade, que acaba de entrar em vigor em Portugal repleta de alterações, mudou o destino de milhares de pessoas, entre elas, os descendentes de judeus sefarditas, agora impedidos de obter a cidadania portuguesa. Desde 2015, quem comprovasse a descendência dos antigos judeus ibéricos perseguidos podia se naturalizar no país sem os habituais requisitos de residência e domínio da língua. Mais de 400 mil processos de nacionalidade pela via da descendência sefardita ainda aguardam resposta do governo português. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa Há mais de 500 anos, Portugal expulsou milhares de judeus de seu território e obrigou os que ficaram a se converter ao catolicismo. Uma reparação histórica foi aprovada em 2015, mas as portas se fecharam agora com a nova Lei da Nacionalidade. Para a comunidade, o fim do regime especial de concessão da cidadania portuguesa pela ancestralidade sefardita inviabilizou bem mais do que um meio de adquirir a nacionalidade. A mudança impediu um retorno simbólico às raízes dos antepassados que viveram em Portugal antes da diáspora. A antropóloga Marina Pignatelli, professora de antropologia da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP) e pesquisadora do CRIA, Centro em Rede de Investigação em Antropologia, diz que “muitos requerentes ao fazerem a busca genealógica encontraram essas raízes judaicas e se encantaram com elas. Eles acabaram por desenvolver uma ligação forte com Portugal, com as terras onde os antepassados tinham origem”. Pignatelli tem uma impressão ambivalente sobre as mudanças na lei. “Por um lado a lei foi justa, devia continuar aberta, porque se é uma reparação histórica não deveria ter um limite temporário. Mas por outro lado, a lei foi toda mal feita desde o início, e os quesitos de como as pessoas deviam fazer o processo foram bastante arbitrários”, esclarece. “Então, isso permitiu que as comunidades judaicas em Portugal criassem critérios diferentes para as pessoas se habilitarem ao passaporte", aponta a antropóloga. "Essa duplicidade criou confusão, dúvidas sobre o processo e começaram a haver críticas em nível político ao governo português por estar 'vendendo' os passaportes. E isso nunca devia ter acontecido. Isso é um processo de reparação histórica que não devia ter a ver com política, nem com mercantilização”, conclui. A advogada Ana Pacheco Araújo, especialista em imigração e direito internacional afirma que as pessoas que foram afetadas pela extinção desta via sefardita vão sofrer consequências em muitas décadas. “Nós vamos ter famílias inteiras em que metade é portuguesa, metade não é. Ou que o pai é, e o filho não é; que o filho é, e o pai não é. Então, é necessário também algum tipo de legislação para resolver estas questões mal resolvidas pela Assembleia da República”, pondera. Pacheco Araújo chama a atenção para a forma abrupta da mudança do sistema. "Não se trata de término de direito por limitação da própria reparação ou que a reparação histórica já foi realizada. A limitação se dá pela ingerência estatal em não conseguir analisar os milhares de processos que estão sendo submetidos, em não criar regulamentação da lei, e com isso, a grande culpa foi jogada aos descendentes, e não na falta de estruturas mais rígidas de análise, o que é muito complicado porque o objetivo pelo qual a lei foi criada simplesmente foi esvaziado.” Quando o presidente português, António José Seguro, promulgou a nova Lei da Nacionalidade, no início do mês, ele pediu que os processos pendentes não fossem afetados. Com a publicação da lei e suas alterações no Diário da República, o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), órgão do Ministério da Justiça de Portugal, confirmou que o que irá definir a aplicação ou não das novas regras é a data de submissão do pedido de cidadania na plataforma online do IRN. Há cerca de 700 mil processos em curso no IRN, sendo a maioria de brasileiros. Mais da metade dos pedidos de nacionalidade portuguesa pendentes são de descendentes de judeus sefarditas. O empresário mineiro Sérgio Mendes conseguiu comprovar suas raízes judaicas ainda quando morava no Brasil. No ano passado, quando recebeu o título de residência, decidiu mudar para Portugal com a família; mas assim como milhares de pessoas, Sérgio está aguardando a cidadania portuguesa pela via sefardita. “No início, fiquei decepcionado com as mudanças da lei, mas mesmo assim vou continuar morando aqui em Portugal esperando o meu processo avançar”, conta. Jordania Benevides, presidente da Associação dos Descendentes de Judeus Sefarditas em Portugal, comenta que o fim da concessão da cidadania portuguesa provocou decepção na comunidade, que se mobiliza. "Nós protocolamos uma petição junto ao Parlamento e os descendentes não a estão assinando porque estão descrentes com a nova lei. Eles acreditam que não tem como retornar, e isso gera um sentimento de tristeza e uma grande decepção", relata. Origem Os judeus sefarditas são descendentes das antigas e tradicionais comunidades judaicas da região de Sefarad, na Península Ibérica. A presença deste povo na Ibéria – nome dado à região pelos romanos em homenagem ao rio Iberus, o Ebro – é anterior à formação dos reinos ibéricos cristãos como Portugal, que foi criado no século XII. A partir do final do século XV, essas comunidades judaicas começaram a ser perseguidas pela Inquisição espanhola e muitos de seus integrantes se refugiaram em Portugal. Na época, o rei D. Manuel I promulgou uma lei que garantia proteção dos judeus sefarditas. Porém, em 1496 o monarca determinou a expulsão de todos os que não se sujeitassem ao batismo católico. Foi quando muitas famílias hebraicas abandonaram o país e se estabeleceram em outras nações mais tolerantes, entre elas, o Brasil que acabava de ser colonizado. Com a conversão forçada, decretada por D. Manuel I, deixaram então de existir oficialmente judeus em Portugal. A denominação cristãos-novos escondia a origem judaica. Os judeus sefarditas de origem portuguesa e seus descendentes mantiveram não só a língua portuguesa mas também seus sobrenomes. Os sobrenomes dos judeus sefarditas mais frequentes no Brasil e que constavam nos arquivos da Inquisição são: Albuquerque, Almeira, Álvares, Azeredo, Barros, Bragança, Branco, Cardoso, Carneiro, Carvalho, Castelo Branco, Chaves, Coelho, Correia, Cruz, Cunha, Dantas, Espírito Santo, Ferreira, Fonseca, Henriques, Jesus, Leão, Lobo, Lopes, Macedo, Melo, Mendes, Menezes, Miranda, Monte, Moreno, Negro, Noronha, Oliveira, Pacheco, Paredes, Pereira, Pinheiro, Raposo, Rios, Rodrigues, Santarém, Santos, Serra, Silva, Silveira, Valle, Vasconcelos e Ximenes.
Zapraszamy na pierwszy w historii odcinek podcastu Digitalks nagrany na żywo z udziałem publiczności. Rozmowa odbyła się na scenie warszawskiego Teatru 6.piętro w związku z nadchodzącą premierą spektaklu "Antropologia". Sztuka porusza temat nie tylko relacji człowieka z technologią, ale także relacji międzyludzkich w ogóle. Jak AI zmienia się sposób, w jaki kochamy, rozmawiamy, budujemy bliskość i rozumiemy samych siebie, kiedy coraz więcej interakcji odbywa się za pośrednictwem algorytmów? Posłuchajcie!Gościniami odcinka są Marta Niedźwiecka - psycholożka, autorka podcastu "O Zmierzchu", oraz Katarzyna Warnke - aktorka filmowa i teatralna, reżyserka spektaklu "Antropologia".
Este é nosso epísódio 247, nele ecebemos o professor Philippe Cupertino para uma conversa sobre os povos ciganos, identidade, racismo, resistencia e luta por justiça . Phillipe Cupertino Salloum e Silva é professor Adjunto de Teoria Geral do Processo e Direito Processual Civil, Coordenador do Curso de Graduação em Direito (2022-2026) e docente permanente do Mestrado em Direito da Universidade Federal de Jataí. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde integra o grupo de pesquisa “Luta por direitos e justiça e práticas estatais: uma perspectiva etnográfica”. Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba (2015). Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (2013). Atuação em coordenação e parceria com projetos de assessoria jurídica universitária popular, com foco em povos e comunidades tradicionais. Secretário de Articulação Política do Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais – IPDMS (2023-2025). Experiência com pesquisas empíricas com abordagem etnográfica intercalando Antropologia, Direitos Humanos e os estudos sobre as instituições jurídicas e o Estado. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #247 – Ciganos, com Phillipe Cupertino apareceu primeiro em filosofia pop.
Wielowiekowe tradycje rdzennych społeczności Ameryki Łacińskiej i nowe technologie. Czy te obszary rzeczywiście się wykluczają? A może ogranicza nas stereotypowe myślenie? Tamtejsza ludność wzięła sprawy w swoje ręce i przełamała schemat.
Andrea Staid"Abitare illegale"Vivere ai margini in OccidenteUtet Libriwww.utetlibri.itAbitare illegale non è solo un libro sulle occupazioni, sulle case vuote o sulle crepe del diritto alla proprietà. È un'indagine sociale e antropologica sul modo in cui gli esseri umani vivono lo spazio, le relazioni e l'appartenenza a una comunità quando le regole ufficiali falliscono.Muovendo tra esperienze di occupazione abitativa, pratiche informali, comunità autogestite e forme di resistenza quotidiana, Andrea Staid mostra come l'“illegalità” sia spesso una rispostanecessaria a un sistema che esclude, marginalizza e rende inaccessibile il diritto all'abitare. Senza giudizi morali o un facile romanticismo, Staid interroga le categorie stesse di legalità, proprietà e ordine urbano, mettendo in luce le contraddizioni profonde delle città contemporanee.Abitare, suggerisce, non coincide con il semplice possesso di uno spazio, ma è un processo relazionale: significa costruire legami, prendersi cura, trasformare luoghi anonimi in spazi vissuti.Questa nuova edizione arriva in un contesto segnato da crisi abitative sempre più acute, gentrificazione, turismo predatorio e crescente precarietà. Abitare illegale diventa così uno strumento critico indispensabile per comprendere il presente e per immaginare forme diverse di vita urbana, fondate sulla condivisione, sull'autonomia e su un'idea di giustizia che non coincide necessariamente con la legge.Un libro che parlando di case finisce per parlare soprattutto di persone e comunità, un'indagine che invita a ripensare radicalmente cosa significhi, oggi, abitare il mondo.Andrea Staid è docente di Antropologia culturale e visuale alla NABA di Milano e allo IED di Torino. Collabora con diverse testate giornalistiche, tra le quali “Il Tascabile” ed “Elle Decor”. Dirige per Meltemi la collana Biblioteca/Antropologia. Tra i suoi libri, tradotti in Grecia, Germania, Spagna, Portogallo, Cile e Cina, ricordiamo I dannati della metropoli (2014), Contro la gerarchia e il dominio (2018) e La casa vivente (2021). Per Utet ha pubblicato Essere natura. Uno sguardo antropologico per cambiare il nostro rapporto con l'ambiente (2022) e Dare forme al mondo. Per un design multinaturalista (2025).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Bolesne uprzedzenia lub wyobrażenia związane z folklorem – to najpowszechniejsze i najbardziej zakorzenione skojarzenia związane ze społecznością romską. Tylko że te uproszczenia realnie wpływają na życie ludzi, którzy zamiast swobodnie rozwijać się towarzysko czy zawodowo, permanentnie obawiają się niezręcznych pytań i oskarżeń. Pytanie nasuwa się samo: jacy w takim razie są przedstawiciele społeczności romskiej? Nie ma na to jednoznacznej odpowiedzi, podobnie jak w przypadku każdej innej grupy społecznej – zróżnicowanej, pełnej charakterów, osobowości i życiowych doświadczeń. Budowanie porozumienia i zrozumienia to cel Fundacji „W stronę Dialogu”, która działa na rzecz społeczności romskiej w Polsce. O związanych z tym wyzwaniach, także osobistych, opowiedziała w "Drogowskazach" jej prezeska, antropolożka dr Joanna Talewicz. Do wysłuchania rozmowy zaprasza Aleksandra Galant.
This episode features Laura Kihlström's presentation at the Finnish Anthropological Society's annual meeting on March 24th, 2026. Laura discusses the relation between the objectives of the ongoing healthcare reform in Finland and the lived experiences of people using healthcare services, and presents preliminary analysis of the ethnographic research conducted in three primary healthcare centres. Laura Kihlström is an anthropologist and a research manager at the Finnish Institute for Heath and Welfare.
Coronel Giovane Paim Moresco participou do programa Assunto Nosso para falar sobre sociologia e antropologia.
Coronel Giovane Paim Moresco participou do programa Assunto Nosso para falar sobre sociologia e antropologia.
Queeriä ja kinkyä aineistoa on vasta alettu mieltämään kulttuurihistoriana, jota tallentaa museoihin ja arkistoihin. Marginalisoitujen identiteettiryhmien historian luokittelu kulttuuriperinnöksi ei ole ongelmatonta, mutta se voi olla yhteiskunnallisesti tärkeää.
Si torna a parlare di manosfera, ma questa votla con un taglio ancora più interno. Assieme al professore Manolo Farci, affronteremo il tema analizzando il documentario "inside the manosphere" e ragionando sulle teorie antisessiste, tutte italiane che stanno prendendo piede oggi in Italia.Manolo FarciLibro - "Quello che resta degli uomini"Antropoché?IGSitoSe volete supportare il podcast potete donare un caffè simbolico alla pagina ko-fi
El 87% de les dones espanyoles han hagut de fer sacrificis a la seva vida laboral per ser mares, segons l'associaci
Informacje o podkaście, odcinkach i autorach: https://teologiazkatowic.pl W tym podkaście komentujemy dokument Międzynarodowej Komisji Teologicznej pt. „Quo vadis humanitas? Przemyślenie chrześcijańskiej antropologii wobec pojawiających się scenariuszy przyszłości człowieka-człowieczeństwa”. Punktem wyjścia dokumentu są obecne w obiegu intelektualnym i kulturowym koncepcje trans- i post-humanizmu jako możliwych perspektyw ludzkiej przyszłości. Wokół tych perspektyw rozwijają się różnorodne idee dotyczące szeroko rozumianej antropologii. Autorzy dokumentu poddają te idee rozeznaniu w świetle wiary i tak rozeznane porządkują wokół czterech kategorii wiodących: rozwój, powołanie, tożsamość, dramatyczność. Te kategorie – tworzące zarys chrześcijańskiej antropologii - są omawiane w kolejnych rozdziałach dokumentu. Nasza rozmowa ma charakter wprowadzający, jest przedstawieniem zamysłu i struktury dokumentu, i zachętą do jego lektury. Link: https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/cti_documents/rc_cti_doc_20260304_quo-vadis-humanits_en.html
Silvia Semenzin è un'importante sociologa digitale che contribuisce da anni a raccontare di come lo spazio digitale sia sempre stato uno dei tanti luoghi ostili al femminile. Ne aveva parlato in precedenza nel suo libro "Donne tutte puttane" e recentemente è tornata da noi per parlare della sua ultima fatica "Internet non è un posto per femmine".Silvia SemenzinIGSitoLibro: "Internet non è un posto per femmine"Antropoché?IGSitoSe volete supportare il podcast potete donare un caffè simbolico alla pagina ko-fi
Seksuaali- ja sukupuolivähemmistöt, kuten naisten itsemääräämisoikeuskin, pyritään ylikansallisen anti-gender-liikkeen piirissä leimaamaan vaarallisiksi ja hävittämään. Toisaalta esimerkiksi Libanonissa queer-liikkeiden parissa kritisoidaan yhä enenevissä määrin länsimaisia liberaaleja arvoja ja niihin kiinnittyneitä ylikansallisia LGBTQ-järjestöjä. Monet ruohonjuuritason queer-liikkeet kehittävätkin vastarinnan muotoja, joiden keskiössä on kansainvälisestä avustuspolitiikasta irrottautuminen ja paikallisyhteisöjen järjestäytyminen niiden omista tarpeista käsin.
Chiara Giaccardi e Mauro Magatti sono gli autori di “Generare libertà. Accrescere la vita senza distruggere il mondo” pubblicato da il Mulino. Chiara Giaccardi insegna Sociologia e Antropologia dei media all'Università Cattolica di Milano. Mauro Magatti insegna Sociologia all'Università Cattolica di Milano. La nostra è un'epoca di crisi ambientale, culturale, sociale. Dalla caduta del Muro di Berlino in poi abbiamo desiderato sempre di più e rimosso ogni limite. Questa crescita illimitata però ha già portato gravi conseguenze e, se non si inverte la rotta, potrebbe andare ancora peggio. In questo contesto la libertà è intesa come quel costruire insieme che mette al centro la relazione. Gli autori del libro identificano il principio generativo come quel principio che interpella il vivente umano nella sua libertà, e ciò implica un modo diverso di mettere in gioco il desiderio, un'intelligenza più evoluta e una nuova etica della libertà che aspira a far circolare la libertà su altri. Periscritto è un podcast originale di Marzia Tomasin e prodotto da Atelier Cultura. www.ateliercultura.itLe musiche originali sono di Remo Anzovino. Sound design di Rossella Pivanti. Partner culturale: Palazzetti www.palazzetti.itCopyright © 2016 Marzia TomasinPeriscritto è un podcast originale di Marzia Tomasin e prodotto da Atelier Cultura. www.ateliercultura.itLe musiche originali sono di Remo Anzovino.Sound design di Rossella Pivanti. Partner culturale: Palazzetti www.palazzetti.it Copyright © 2016 Marzia Tomasin
Fabrizio Guarducci, Monica Milandri"Più in là del silenzio"Edizioni Le Letterewww.lelettere.itPreparava la colazione per tutti e due. Appoggiava il giornale più vicino a lui. Lasciava la porta del bagno socchiusa perché sapeva che lui si sarebbe lavato le mani prima di colazione. E ogni volta che lui capiva – ogni volta che accoglieva la colazione con un sorriso o si sedeva senza chiedere qualcos'altro – lei sentiva un piccolo barrito dentro, come se stessero imparando un linguaggio muto fatto di sintonia. All'inizio aveva pensato: “Ci stiamo adattando”. Poi, con più coraggio: “Ci stiamo ascoltando”. Ora sapeva che era qualcosa di più profondo. “Ci stiamo riscrivendo”. Era una scrittura lenta, fatta non di lettere, ma di gesti. Di abitudini che si modellavano piano sull'altro, non per dovere, ma per delicatezza. Come quando cammini accanto a qualcuno e, senza rendertene conto, adegui il passo. Non ti chiedi se sei tu o lui a cambiare. Lo fate entrambi, naturalmente.Fabrizio Guarducci si è formato nella concezione sociale e umana di Giorgio La Pira. Dopo aver vissuto il movimento Undeground alla fine degli Sessanta negli Stati Uniti e aver conosciuto Guy Debord in Francia, ha aderito convintamente al Situazionismo. Ha fondato il Dipartimento di Antropologia culturale dell'Istituto Internazionale Lorenzo de' Medici di Firenze. Ha insegnato mistica, estetica e tanatologia, dedicandosi interamente alla ricerca dei linguaggi come strumenti per migliorare l'interiorità dell'individuo e per trasformare in positivo la realtà che ci circonda. Inoltre, è autore cinematografico: Paradigma Italiano (premiato PhilaFilm, 1993), Two days (2003) e Il mio viaggio in Italia (vincitore del Golden Eagle, 2005). Come autore, produttore e regista ha realizzato i film Mare di grano (2018), Una sconosciuta (2021), Anemos (2023) e La patria delle emozioni (2025). Ha pubblicato i saggi La parola ritrovata (2013), Theoria. Il divino oltre il dogma (2020) e i romanzi Il quinto volto (2016), La parola perduta (2019), La sconosciuta (2020), Duetto (2021), Amor (2022), Il villaggio dei cani che cantano (2022), La patria delle emozioni (2023), Eclissi (2023, selezione premio Strega 2024) e Il richiamo del sentimento (2025).Monica Milandri è appassionata di arte e musica classica; vive e lavora a Firenze.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
In the third and final episode of the On hope & activism podcast series, anthropology students Hannah Anderson, Ida Eustergerling, and Anna Haglund interview Yevheniia Kuznetsova, a young Ukrainian refugee activist in Finland.
Informacje o podkaście, odcinkach i autorach: https://teologiazkatowic.pl To nie jest nasze pierwsza rozmowa o AI. Tym razem komentujemy opublikowane 26.01.2026 roku Orędzie Leona XIV na LX Światowy Dzień Środków Społecznego Przekazu. W pierwszej części Leon XIV kładzie mocne fundamenty antropologiczne. Przedstawia twarz i głos ludzki jako świadectwa naszej osobowej niepowtarzalności, które wskazują, że człowiek jest stworzony na obraz Boga. Dlatego ludzka twarz i głos wymagają szczególnej ochrony zwłaszcza teraz, gdy narzędzia AI coraz doskonałej twarz i głos ludzki symulują. Jest to motyw przewodni całego dokumentu. W kolejnych punktach Orędzia Leon XIV wzywa do współpracy w takim wdrażaniu narzędzi AI, aby pomagały nam lepiej żyć, wspierały naszą kreatywność, a nie niszczyły ludzkich więzi, psychiki, dostępu do rzetelnej informacji, życia społecznego. Współpraca jest niezbędna, gdyż sprawa dotyczy nas wszystkich, a więc każdy jest odpowiedzialny: firmy tworzące narzędzia AI, prawodawcy, przywódcy religijni, zarządzający mediami, wychowawcy, użytkownicy AI, czyli obecnie praktycznie wszyscy ludzie. Zachęcamy do lektury Orędzia Leona XIV: https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pl/messages/communications/documents/20260124-messaggio-comunicazioni-sociali.html Informacje o europejskiej legislacji w zakresie AI: https://artificialintelligenceact.eu/
Il miele è uno degli alimenti più antichi della storia dell'uomo, presente nelle culture di ogni tempo come nutrimento, riserva di energia e rimedio naturale. Un prodotto semplice solo in apparenza, che racchiude il lavoro prezioso delle api e un delicato equilibrio tra ambiente, tradizione e sapere. Oggi il miele non racconta soltanto il passato, ma ci parla anche del futuro della biodiversità e del nostro rapporto con la natura. Ne parliamo a Obiettivo Salute risveglio con la professoressa Marta Villa, docente di Antropologia culturale dei domini collettivi e dei territori di vita presso l'Università degli Studi di Trento, per approfondire il valore culturale, ambientale e scientifico di questo alimento millenario.
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
O Estado brasileiro é laico no papel, mas será que continua sendo na prática quando o poder público escolhe quais crenças ganham palco, som e holofotes? A polêmica do Réveillon do Rio de Janeiro no último dia 31/12 expõe uma velha tensão entre fé, poder e desigualdade religiosa.Neste episódio do Papo no Auge!, a laicidade sai do discurso e entra em debate. E para debater com a gente, convidamos a Professora Doutora Joana Bahia, docente titular de sociologia e antropologia do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais do Instituto de Ciências Sociais e do Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Convido você a ouvir mais um grande episódio do Papo no Auge!Se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast.Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente.Nos apoie via plataforma Catarse de financiamento coletivo.Link para o Catarse: https://www.catarse.me/vamosproauge
Cosa hanno in comune Heidi, la rotta migratoria della Val di Susa e le strategie economiche del futuro? In questa registrazione dell'incontro per il World Anthropology Day 2026, esploriamo il concetto di "Metro-Montagna": un approccio innovativo che ricuce il legame tra città e "terre alte".In questo video:L'Antropologia Pop: Luca Ciurleo (Fondazione UniversiCà) ci guida attraverso il "gioco di specchi" tra città e montagna usando come lente d'ingrandimento gli anime e la cultura pop. Confini e Solidarietà: Alessia Chiarella e Letizia Nada (Central European University) analizzano il paradosso tra la "montagna dello svago" turistico e la montagna come ostacolo per chi percorre la rotta alpina verso la Francia. Genere e Cura: Caterina Agus (CREA) svela le invisibili disparità di genere nel vivere la montagna, dove la prossimità non è un dato naturale, ma un prodotto sociale basato sul lavoro di cura. Sviluppo Locale: Samuel Piana (Landexplorer) ribalta i paradigmi economici, parlando di "periferie competitive" e progetti concreti per trattenere i giovani e le competenze sul territorio.L'incontro si chiude con le riflessioni dell'antropologo Massimo Centini, per riscoprire un contatto reale e profondo con la dimensione montana e per evitare, come di ricorda Nuto Revelli, che "Tra qualche tempo ci saranno i parchi con dentro gli animali e ci saranno anche i contadini"link alle slide della presentazione: https://www.slideshare.net/slideshow/metro-montagna-un-approccio-nuovo-tra-antropologia-alpina-e-urbana/286145923#metromontagna #marketingterritoriale #sviluppolocale #antropologia #economia #migrazioni #rottemigratorie
"Pillion" è un film che nonostante venga venduto come una "Dom-com", ovvero una commedia romantica, è qualcosa di un po' più profondo. Nulla togliere alle commedie, anzi, sarebbe stata comunque una scelta interessante per raccontare una storia d'amore basato sui ruoli di servo e padrone, ma qui ci troviamo davanti ad un racconto di formazione, profondo e consapevole che vale la pena di essere recuperato.Noi però, su Antropoché siamo qui anche per una riflessione più antropologica che ci porta a parlare di sesso e corpo e ci sono un po' di considerazioni interessanti che questo film ci porta a fare.Antropoché?IGSitoSe volete supportare il podcast potete donare un caffè simbolico alla pagina ko-fi
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Antropóloga, Mestra e Doutora, com Pós-Doutorados pela Unicamp, USP e Columbia University (NY-EUA), Coordenadora de Projeto Jovem Pesquisador da FAPESP, Carolina Pareiras.Só vem!>> OUÇA (88min 23s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Carolina Parreiras Silva possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2005), Mestrado (2008) em Antropologia Social e Doutorado em Ciências Sociais (2015), todos pela mesma universidade.Como parte do doutorado, foi uma das participantes do Summer Doctoral Programme, promovido anualmente pelo Oxford Internet Institute da Universidade de Oxford (Inglaterra).Tem experiência docente e de pesquisa na área de Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, Gênero, Sexualidade e estudos de internet, contando com vários artigos e papers publicados em periódicos e livros nacionais e internacionais.De 2013 a 2016, atuou como gestora e consultora para projetos sociais em organização do terceiro setor.Foi pesquisadora de pós-doutorado (bolsista Fapesp) do Departamento de Antropologia, da Universidade de São Paulo - USP (2016 - 2020) e professora colaborado do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Unicamp (2017 - 2020).Foi Visiting Scholar no Institute of Latin American Studies (ILAS) da Columbia University in the City of New York (2019 - 2020).Foi pesquisadora de pós-doutorado do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Unicamp (2021 - 2022).É coordenadora do Comitê Antropologia Digital Divulgação Científica da Associação Brasileira de Antropologia e também da Anpocs Pública.É também coordenadora de projeto Jovem Pesquisador da Fapesp no Departamento de Antropologia da USP e também do LETEC - Laboratório Etnográfico de Estudos Tecnológicos e Digitais.Finalmente, é pesquisadora colaboradora do departamento de Antropologia da USP e do PPGAS - USP, onde atua como orientadora de mestrado.Lattes: http://lattes.cnpq.br/9058475337040782*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Katja Hrobat Virloget"Esodo. Il silenzio di chi resta"Traduzione Lucia Gaja ScuteriBottega Errante Edizioniwww.bottegaerranteedizioni.itIo avevo chiesto a casa, avevo fatto delle domande, me lo ricordo, nel '54, '55, perché in prima elementare eravamo in quarantatré, ma ogni giorno mancava qualcuno. E io tornavo a casa e dicevo: “Mamma, non c'è questo e questo, non c'è Vinicio, non c'è Lucio, non c'è più Maria, ma dove sono andati?”. “Ah, sì” mi diceva “vedrai che torneranno”. Ma io ero piccola, vivevamo molto isolati… Guardi, ora le dirò una cosa: io l'esodo l'ho scoperto soltanto quando ho letto i libri di Tomizza. E questo all'Università di Belgrado! Non se ne parlava, ecco.Un'antropologa e ricercatrice indaga le memorie dei rimasti dopo l'esodo: uomini e donne che nei turbolenti anni del secondo dopoguerra non hanno lasciato l'Istria assieme a gran parte della comunità italiana per raggiungere l'Italia; persone che sono rimaste in Jugoslavia e da maggioranza sono diventate minoranza. Voci scomode sia per chi vorrebbe raccontare l'esodo solo come migrazione di vittime sia per chi invece lo intende solo come opzione di scelta. Voci ridotte al silenzio per decenni che finalmente raccontano la propria storia.Nel complesso mosaico di ciò che è stato l'esodo giuliano-dalmata, si inserisce ora un tassello mancante: il racconto dei destini delle persone comuni che rimasero, che si adattarono, che ricostruirono una società assieme a coloro che arrivarono dall'interno della Jugoslavia a colonizzare il “selvaggio West” istriano.Un racconto composto da testimonianze toccanti, raccolte in dieci anni con rigoroso metodo antropologico nell'area litoranea slovena e con un obiettivo principale: abbandonare gli stereotipi e lasciare finalmente parlare il silenzio.Katja Hrobat Virloget (Koper/Capodistria, 1976) Professoressa ordinaria e direttrice del dipartimento di Antropologia e Studi culturali della facoltà di Studi umanistici dell'Università del Litorale di Koper/Capodistria. Nelle sue ricerche, spesso di carattere interdisciplinare, si occupa di migrazioni e movimenti della popolazione, memoria, identità, patrimonio, folklore e mitologia.Lucia Gaja Scuteri (Lubiana, 1985) Traduttrice freelance e mediatrice culturale. Dopo la laurea in Lingua e letteratura slovena presso l'Università degli Studi di Napoli “L'Orientale”, consegue il dottorato in Storia contemporanea e Linguistica slovena presso l'Università del Litorale di Koper/Capodistria. Si occupa di promozione della letteratura slovena in Italia e all'estero. Per Bottega Errante Edizioni ha tradotto Bestiario di confine di Primož Sturman. Vive tra Napoli, Slovenia e Irlanda.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Podcast discute como museus brasileiros estão criando formas novas de curadoria de arte indígena. E mais: contaminação; cetáceos; picadas
Podcast analisa as primeiras evidências de que a vacinação contra o HPV está reduzindo a incidência de tumores de colo do útero no Brasil. E mais: apito; jumentos; astrobiologia
A disciplina faz parte do programa de pós-graduação da FFLCH e pretende suscitar novas investigações sobre o tema
In questa nuova puntata torniamo a prarlare del solito grande dilemma: è cultura o è natura? In antropologia questo quesito ce lo poniamo costantemente e anche qui sul podcast abbiamo già affrotato il tema, ma mai parlando direttamente con le scienza naturali. Bene, finalmente oggi abbiamo trovato qualcuno con cui affrontare questa conversazione.Michele PozziIGAntropoché?IGSitoSe volete supportare il podcast potete donare un caffè simbolico alla pagina ko-fi
Mauro Francesco Minervino"Le strade, la vita"Storie, luoghi, antropologieScholéwww.morcelliana.netLa strada, spazio fondativo dell'esperienza umana e luogo materiale e simbolico, è analizzata in queste pagine come un grande dispositivo di relazione e di spaesamento, intrecciando diverse prospettive. Innanzitutto la storia: dalle vie dell'antichità alle autostrade della modernità, dai cammini dei pellegrini alle rotte digitali. Poi, il confronto con autori come Jack Kerouac, Jorge Luis Borges, Elsa Morante, Pier Vittorio Tondelli, James G. Ballard, Albert Camus, Italo Calvino e con capolavori del cinema come La strada di Federico Fellini e Il sorpasso di Dino Risi permette di comprendere le trasformazioni e le tensioni legate alla mobilità nella contemporaneità.Infine, seguendo la traccia del pensiero di Marc Augé e degli studi dedicati alla strada in ambito etnografico e antropologico, questo libro – anche grazie alla originale impostazione che abbina il rigore scientifico del saggio all'attenzione al racconto e al dettaglio narrativo – propone una rilettura critica e inedita della strada nell'epoca della postmodernità e delle sue complesse implicazioni culturali, esistenziali e sociali.«Con sempre maggiore invadenza materiale e discorsiva, con altrettanta crescente ridondanza tecnologica e digitale, la presenza della strada si impone oggi inarrestabilmente nelle nostre esistenze individuali e collettive. E ciò accade ben oltre le pretese di dominio, separazione e controllo imposte artificialmente da muri e confini, reali o immaginari».Mauro Francesco Minervino è professore di Antropologia Culturale, Etnologia, Sociologia dei Nuovi Media presso le Accademie di Belle Arti di Catanzaro e Bari. Tra le sue pubblicazioni: In fondo a Sud (Philobiblon, 2005, con prefazione di Marc Augé); Statale 18 (Fandango, 2010); Stradario di uno spaesato (Melville, 2016). Ha tradotto e curato il volume di George Gissing, Verso il Mar Ionio. Il Sud di un vittoriano (Exòrma, 2023). Nel 2014 gli è stato conferito il Premio Internazionale di Filosofia Karl-Otto Apel. È autore di programmi RAI e collaboratore ed editorialista del «Corriere della Sera».Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Franco La Cecla"Somigliare agli autentici"Virgilio, mimesi e danzaEdizioni Cronopiowww.shopcronopio.itCosa significa somigliare? Uno dei più antichi fenomeni umani. Un antropologo, Franco La Cecla, tirato dentro la danza da Virgilio Sieni, scopre che danzare è una pratica che mira a modellare il proprio corpo e quello di altri. Nel modo con cui Virgilio lo fa c'è una peculiarità, un indurre il corpo altrui a tirar fuori gemellarità, imitando a volte corpi dipinti, a volte paralleli. L'antropologia qui, risvegliata dalla danza, si chiede cosa sia un corpo paterno, cosa sia danzare in piazza, a occhi chiusi, coi giardinieri pariah dei giardini Moghul a Delhi e cosa siano gesti antichi come stringere i polsi, far ruotare la testa altrui, modellare i corpi accanto (cosa che gli umani hanno sempre fatto inventando parentele). Franco La Cecla insegna Antropologia della moda allo iulm di Milano e Antropologia del Mediterraneo al made di Siracusa. Tra le sue opere più recenti Compassione. Un'antropologia politica (Castelvecchi, 2025), L'ottimismo del drago. Viaggio in Vietnam (Treccani, 2025), Lo stretto indispensabile (con Piero Zanini, tci, 2025).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Podcast discute as razões do aumento da criminalidade na Amazônia legal e em cidades médias do país. E mais: cetáceos; bem-estar; Brasil Colônia
Stella BrugnettaIGSitoPer informazioni utili: https://www.infotrans.it/it-schede-3-mappa_servizi_transgender dove puoi fare ricerca in base a regione e necessità.Per cercare terapeuti privati è utile scrivere nella ricerca che siano “esperti in disforia di genere” (a volte però non sono davvero preparati) un buon filtro è sicuramente se il professionist è iscritto all' ONIG o alla SIGIShttps://www.onig.ithttps://www.sigis.info/aderire-alla-sigis/modulo-profilazione/Antropoché?IGSitoSe volete supportare il podcast potete donare un caffè simbolico alla pagina ko-fi
Andrea Taddei"Festival del Classico"Circolo dei Lettori, Torinowww.circololettori.itwww.festivaldelclassico.itPratiche del dono in OmeroVenerdì 12 dicembre 2025 | ore 16:00il Circolo dei lettori, via Bogino, Torinocon Andrea Taddei // Università di PisaNelle società di cui l'epos omerico è testimonianza, il dono è una pratica di scambio che assume aspetti e significati diversi. Nell'Iliade e nell'Odissea si raccontano modi e forme con cui individui e gruppi entrano in rapporto tra di loro (o questo rapporto lo mettono in crisi) attraverso lo scambio di oggetti, di prestazioni, di forme di assistenza reciproca finalizzate a stabilire gerarchie, fondare e consolidare alleanze.Andrea Taddei è professore associato di Lingua e letteratura greca all'Università di Pisa, dove insegna Lingua e letteratura greca, Antropologia del Mondo Antico e Didattica del greco. Si occupa degli intrecci tra religione, diritto e letteratura greca, con particolare riferimento al teatro tragico e agli oratori attici. È segretario scientifico del Laboratorio di Antropologia del mondo antico e Presidente del Corso di Laurea Magistrale in Filologia e Storia dell'Antichità. Tra le sue pubblicazioni: Hierà kai hosia. Antropologia storica e letteratura greca. Studi per Riccardo Di Donato (Pisa 2020); Heortè. Azioni sacre sulla scena tragica euripidea (Pisa 2020).Prenota qui il tuo posto:https://www.festivaldelclassico.it/info-e-contatti/Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Esta semana, na estante, temos, em verso, um dos primeiros livros de Umberto Eco: “Filósofos em Liberdade”; “Histórias da PIDE”, de José Pedro Castanheira; a reedição de um clássico da antropologia portuguesa: “Ricos e Pobres no Alentejo (Uma sociedade rural portuguesa)”, de José Cutileiro; e a reunião dos cadernos ilustrados do Nobel da literatura Orhan Pamuk em “Memória de Montanhas Distantes”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Silvano Petrosino"Tutto, subito, sempre. La tentazione magica della società del pieno"Torino Spiritualitàwww.torinospiritualita.orgwww.circololettori.itTutto, subito, sempre. La tentazione magica della società del pienodomenica 19 ottobre 2025 h 17 | Museo Nazionale del Risorgimento Italiano, aula della Cameracon Silvano Petrosino, filosofoLa nostra società, quella del cosiddetto “primo mondo”, vive immersa nel consumismo e nella tecnologia. Due fattori che hanno cambiato profondamente il nostro modo di guardare la realtà: tutto ci appare immediato, sempre disponibile, a portata di mano. Internet e il supermercato sono i luoghi simbolo di questa illusione del “tutto-subito-sempre”, che si impone come una verità indiscutibile. Eppure, dietro questa mentalità si nasconde qualcosa di spiazzante: una sorta di tentazione magica, una ammaliante chimera di pienezza. Ma come mai una società che ama definirsi razionalista e iper-tecnologica conserva un legame così forte con l'immaginario magico?Silvano Petrosino, filosofo, è professore di Filosofia della comunicazione e Antropologia religiosa e media all'Università Cattolica di Milano. Oggetto principale dei suoi studi sono il rapporto tra razionalità e moralità, l'analisi della struttura dell'esperienza e il rapporto tra la parola e l'immagine. Attraverso le sue traduzioni e monografie, ha introdotto in Italia il pensiero di Lévinas e Derrida. Tra le pubblicazioni più recenti, tutte per l'editrice Vita e Pensiero: Dove abita l'infinito (2020), Piccola metafisica della luce (2021), Le fiabe non raccontano favole (2023) Letture. La verità della finzione (2024), Potere e religione (2025).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Donatella Puliga"Natura abhorret a vacuo?"Un percorso tra il pensiero classico e le beatitudini evangelicheTorino Spiritualitàwww.torinospiritualita.orgwww.circololettori.itNatura abhorret a vacuo? Un percorso tra il pensiero classico e le beatitudini evangelichegiovedì 16 ottobre 2025 ore 11.30 | Torino, il Circolo dei lettori, sala giocoVuoto e ricerche: meditando a partire da una pagina biblicacon Donatella Puliga, classicista e Guido Bertagna sj, sacerdotea cura di CIS – Centro Ignaziano di SpiritualitàA partire dai primi filosofi della Natura, passando per gli atomisti per giungere ad Aristotele, fu sempre vivo il dibattito tra sostenitori e negazionisti dell'idea del vuoto. La pagina delle beatitudini evangeliche sembra ribaltare in certo modo entrambe le prospettive, conferendo al vuoto lo statuto privilegiato di condizione per accedere al Regno.Donatella Puliga, classicista, ha insegnato Civiltà greca e latina e Antropologia del mondo antico all'Università di Siena. Studiosa del mito, è interessata alle sue permanenze nella società contemporanea. Collabora con La Lettura, supplemento culturale del «Corriere della Sera» e con il Santuario di Sant'Antonio di Boves (CN).Guido Bertagna sj, sacerdote gesuita dal 1996, ha lavorato a Milano San Fedele come responsabile pastorale e culturale, collaborando anche con il carcere di San Vittore. Inviato al Centro Giovanile Antonianum di Padova, è impegnato nella formazione e nella promozione della Giustizia riparativa. Dal 2020 prosegue queste attività a Torino, dove insegna alla Facoltà Teologica e promuove l'attività del Centro Teologico.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Veja também em youtube.com/@45_graus Patrícia Fernandes é doutorada em Filosofia Social e Política pela Universidade do Minho em 2017, onde é actualmente Professora Auxiliar Convidada. Os seus principais interesses de investigação têm sido Teorias da Democracia, Políticas de Identidade, teorias críticas, História das Ideias Políticas. Tem tomado posição nestes temas nos últimos anos, sobretudo em artigos de opinião no jornal Observador, onde é muito crítica das ideias e das mudanças sociais propostas por esta nova visão política. Miguel Vale de Almeida é professor catedrático de Antropologia no ISCTE. Tem pesquisado questões de género e sexualidade, etnicidade, «raça» e pós-colonialismo, com vários livros publicados em Portugal e no estrangeiro. Além de cronista e escritor, tem sido ativista dos direitos LGBT e foi eleito Deputado à Assembleia da República em 2009, tendo estado envolvido na aprovação do casamento igualitário. _______________ Índice: (3:16) Redes sociais | Antonio Gramsci | Dificuldade do compromisso nestes temas (19:36) Devemos implementar quotas de género ou raciais? (30:02) Direita populista radical (33:54) O aumento da imigração em Portugal (44:02) O que é “ideologia de género”? Construtivismo social Livros recomendados pela Patrícia: White Fragility, de Robin DiAngelo | De Esquerda, Agora e Sempre, de Mark Lilla | Teorias Cínicas de Helen Pluckrose e James Lindsay | A Religião Woke de Jean-François Braunstein | Livro: A Mente Justa de Jonathan Haidt | A Geração Ansiosa de Jonathan Haidt | A Infantilização da Mente Moderna, de Greg Lukianoff e Jonathan Haidt | Memórias da Plantação de Grada KilombaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Patrícia Fernandes é doutorada em Filosofia Social e Política pela Universidade do Minho em 2017, onde é actualmente Professora Auxiliar Convidada. Os seus principais interesses de investigação têm sido Teorias da Democracia, Políticas de Identidade, teorias críticas, História das Ideias Políticas. Tem tomado posição nestes temas nos últimos anos, sobretudo em artigos de opinião no jornal Observador, onde é muito crítica das ideias e das mudanças sociais propostas por esta nova visão política. Miguel Vale de Almeida é professor catedrático de Antropologia no ISCTE. Tem pesquisado questões de género e sexualidade, etnicidade, «raça» e pós-colonialismo, com vários livros publicados em Portugal e no estrangeiro. Além de cronista e escritor, tem sido ativista dos direitos LGBT e foi eleito Deputado à Assembleia da República em 2009, tendo estado envolvido na aprovação do casamento igualitário. _______________ Índice: (0:00) Introdução (6:42) Quais são as principais ideias desta nova visão de justiça social? E como compara com a esquerda clássica? | Política identitária | Autoridade epistémica | A importância do compromisso. (40:39) Interseccionalidade (44:46) Há uma ideologia “woke”? Cultura e linguagem (1:04:20) A visão conservadora também não é importante? See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é Coisa de rico? Michel Alcoforado, antropólogo e autor do livro homônimo, mergulha nas camadas mais profundas da elite brasileira para revelar como riqueza não é apenas sobre dinheiro, mas sobre códigos culturais, símbolos e narrativas que moldam nossa sociedade. Nesta conversa, falamos sobre carreira e os códigos da riqueza, ostentação, consumo, poder de quem ascende financeiramente. Mais do que entender os ricos, esse episódio é um convite para refletir sobre carreira, posicionamento e a forma como construímos a nossa própria prosperidade.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1Thaís vesteJaqueta – AnimaleCalça – NVSapatos – FerragamoStyling – André Puertas Beleza – Cris DalléLink do Michel:Insta - https://www.instagram.com/michelalcoforado/Livro - https://amzn.to/475CPxrMala de viagem:Lost in translation - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-47395/Coisa de Rico - https://amzn.to/475CPxrEquipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Michel Alcoforado é o convidado do Provoca. Michel é um doutor em Antropologia, escritor, empreendedor, colunista e apresentador do podcast “É Tudo Culpa da Cultura”.O antropólogo conta que, desde pequeno, era tomado por uma constante sensação de inadequação, que vinha de diversos vieses. Nascido em uma família de classe média alta, ambos os pais funcionários da Petrobrás, num país marcado pelo racismo, ele e o irmão eram os únicos negros da escola, o que lhe dava um sentimento de não pertencimento àquele lugar. Ele também é host do podcast “É Tudo Culpa Da Cultura” – um dos podcasts mais ouvidos do Brasil. O podcast estreou em 2023 e apresentou o formato: “um antropólogo conversa com outros antropólogos para não antropólogos”.
Perché gli esseri umani viaggiano? Perché viaggiamo noi? E perché ne siamo affascinati? Con Marco Aime, docente di Antropologia culturale all'università di Genova. Le puntate della serie estiva 2025 sul viaggio:– Il giro del mondo a piedi, con Pieroad I consigli di Marco Aime:– I libri di Ryszard Kapuściński– “Kon-Tiki” di Thor Heyerdahl– La musica di Ali Farka Touré Sul Post:– Il podcast del Post “Viaggio a Tokyo”, con Matteo Bordone e Flavio Parisi– Consigli di viaggio da uno che di viaggi e consigli ne sa– Cosa fanno oggi le agenzie di viaggi– Pianificare le vacanze con ChatGPT Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hoje temos Mércio Gomes, antropólogo pioneiro ao estudar a sobrevivência e o crescimento dos povos indígenas no Brasil. Doutor pela Universidade da Flórida e professor da UFF, Mércio, além de professor e administrador público, foi presidente da Funai. Autor de obras como Os Índios e o Brasil e A Vision from theSouth, Mercio está lançando seu novo livro Brasil Insurgente – Primeira Revolução do Povão, um estudo profundo sobre o Brasil, sua história e cultura e as transformações pelas quais passou nos últimos anos. Uma conversa sobre o Brasil e seu futuro. Que continua incerto. ..................................................................................................................................
Hoje temos Mércio Gomes, antropólogo pioneiro ao estudar a sobrevivência e o crescimento dos povos indígenas no Brasil. Doutor pela Universidade da Flórida e professor da UFF, Mércio, além de professor e administrador público, foi presidente da Funai. Autor de obras como Os Índios e o Brasil e A Vision from theSouth, Mercio está lançando seu novo livro Brasil Insurgente – Primeira Revolução do Povão, um estudo profundo sobre o Brasil, sua história e cultura e as transformações pelas quais passou nos últimos anos. Uma conversa sobre o Brasil e seu futuro. Que continua incerto. ..................................................................................................................................
There's this weird circular structure near the pyramids that nobody really paid attention to for years—until recently. It looks like some kind of ancient bathtub, totally sealed and preserved. What's wild is that it hadn't been officially recorded or recognized as something important before. Historians are kind of stumped because they don't know exactly what it was used for. There are a bunch of theories, but nothing solid—it's all just educated guesses for now. It's one of those “wait… how did we miss this?” moments in archaeology! Credit: ojosdelostigres / Reddit sheizdza / Reddit TN_Egyptologist / Reddit Lloydwrites / Reddit MrLectromag / Reddit CC0 1.0 https://creativecommons.org/publicdom... Giza complex: by Drummyfish, https://commons.wikimedia.org/wiki/Fi... Schiaparelli's excavations: by Museo di Antropologia ed Etnografia, https://archiviofotografico.museoegiz..., https://commons.wikimedia.org/wiki/Fi... Temple of Hathor: by Museo di Antropologia ed Etnografia, https://archiviofotografico.museoegiz..., https://commons.wikimedia.org/wiki/Fi... Animation is created by Bright Side. ---------------------------------------------------------------------------------------- Music from TheSoul Sound: https://thesoul-sound.com/ Check our Bright Side podcast on Spotify and leave a positive review! https://open.spotify.com/show/0hUkPxD... Subscribe to Bright Side: https://goo.gl/rQTJZz ---------------------------------------------------------------------------------------- Our Social Media: Facebook: / brightside Instagram: / brightside.official TikTok: https://www.tiktok.com/@brightside.of... Telegram: https://t.me/bright_side_official Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
ANGELA'S SYMPOSIUM 📖 Academic Study on Witchcraft, Paganism, esotericism, magick and the Occult
In this special episode—presented for the first time in Italian with (ala, literal and not always accurate) English subtitles—Dr Angela Puca is joined by Emanuele Viotti, founder of Ad Maiora Vertite, for a discussion on the religion of ancient Rome.Emanuele Viotti is a respected educator and independent scholar in the field of Roman traditional religion. Since founding Ad Maiora Vertite in 2012, he has authored and curated numerous publications—often in collaboration with academics—on Roman religiosity. Viotti lectures on Roman religion at the Centro Nazionale di Studi Classici GrecoLatinoVivo, where his courses are recognised by Italy's Ministry of Education. He has presented at academic conferences, contributes to the rediscovery of Italian heritage through historically themed guided tours, and was awarded the Rimini–Europa in the World international culture prize in 2023 for his work on Roman tradition and historical outreach.Topics explored include:– The distinction between orthopraxy and orthodoxy in Roman religiosity– The numinous and the function of sacra privata vs. sacra publica– Ritual precision, priesthoods, and everyday cultic practice– The transmission of religious knowledge in domestic and civic spaces– Local religious variation across the Roman world– Misconceptions surrounding figures like Diana and “Lucifer”– The challenges and potentials of reconstructing Roman religion todayThis episode also critically examines how Roman religion functioned as a pragmatic, ritual-based system without imposed theological dogma, contrasting sharply with post-Nicene Christianity. Emanuele Viotti offers rare insights into original Latin sources, epigraphic evidence, and the ritual economy of the Roman world, while discussing how Roman traditionalism is interpreted and lived in contemporary contexts.CONNECT & SUPPORT