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Acompanhe esta transmissão ao vivo com o professor Paulo Tarcísio para uma profunda contextualização da trilogia fundamental de Platão: Apologia de Sócrates, Críton e Fédon.Nesta aula, vamos investigar os eventos que giram em torno da acusação, da defesa, da prisão e da execução de Sócrates, e entender por que, historicamente, as verdadeiras escolas de filosofia sempre enfrentaram perseguições.Nesta live você vai aprender:• A diferença crucial entre a Sabedoria Real (Conhecimento) e a mera Opinião (Doxa).• O verdadeiro significado da célebre frase "Só sei que nada sei".• Análises e chaves de vida interna contidas na obra Fédon.• Como o "cancelamento" histórico de Sócrates se conecta com os desafios de buscar a verdade nos dias de hoje.Inscreva-se no canal, ative as notificações e prepare-se para olhar a filosofia clássica por trás dos mitos.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Justiça do Rio de Janeiro retomou o julgamento do ex-vereador Jairinho e de Monique Medeiros, pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, em 2021. O padrasto e a mãe são acusados por homicídio, tortura e omissão. 27 testemunhas serão ouvidas, além dos dois acusados. Jairinho e Monique negam os crimes. Não foi permitida a entrada da imprensa para fazer imagens. E ainda: FGTS pode ser usado a partir desta segunda (25) para quitar dívidas.
Após a morte de Rebecca Zahau ser oficialmente considerada um suicídio, o caso parecia encerrado. Mas para a família dela, aquilo estava longe de fazer sentido. Neste 2º episódio, mergulhamos nas consequências da investigação, no processo movido contra Adam Shacknai, e nas teorias que transformaram o caso em um dos mistérios mais controversos da internet. ❤ Torne-se um apoiador pelo Apoia.se ou pela Orelo❤ Segue a gente no Instagram e no Youtube agora com vídeos dos casos Pesquisa e roteiro: Marcela Souza Edição: Alexandre LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O julgamento dos réus acusados de matar o menino Henry Borel foi adiado após uma manobra da defesa de Jairinho. Os advogados do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, deixaram o tribunal depois de terem o pedido de adiamento do processo negado pela juíza. E ainda: PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar para Bolsonaro por motivos de saúde.
Ministério PermancecerInstituto Jesus Cristo
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, foi questionado nesta quarta-feira, 18, se sua empresa projetou intencionalmente as plataformas para viciar os usuários. Ele depõe no tribunal em Los Angeles em um julgamento considerado histórico sobre o vício de crianças e adolescentes em redes sociais. É a primeira vez que Zuckerberg responde na Justiça sobre as acusações. Renata Cafardo analisa o assunto em conversa com Leandro Cacossi e Andrea Machado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1976, uma degustação às cegas em Paris mudou para sempre a hierarquia do vinho mundial.No histórico Julgamento de Paris, vinhos da Califórnia derrotaram grandes rótulos franceses, algo considerado impensável até então.Mas o que realmente aconteceu naquela sala?Foi apenas uma surpresa… ou o início de uma nova ordem no mundo do vinho?Neste vídeo, você vai entender:O contexto histórico da França como referência absolutaA ascensão silenciosa dos vinhos americanosComo funcionou a degustação às cegasAs consequências económicas e culturais do resultadoPor que 1976 ainda ecoa no mercado global de vinhos
Convidada: Carolina Rossini, especialista em Direito da Tecnologia, professora na Escola de Direito na Universidade de Boston e diretora de Programas de Tecnologia de Interesse Público na Universidade de Massachusetts. Duas das maiores empresas de tecnologia do mundo foram colocadas no banco dos réus pela Justiça da Califórnia, nos Estados Unidos. Meta, dona do Instagram, e Alphabet, controladora do YouTube, são acusadas de, conscientemente, programar os algoritmos de suas plataformas para viciar os usuários, principalmente crianças e adolescentes. TikTok e Snapchat foram incluídos inicialmente no processo, mas fecharam acordo com a acusação. Quem levou o caso à Justiça é uma jovem de 20 anos, identificada pelas iniciais K. G. M. Segundo a ação, ela criou uma conta no YouTube aos 8 anos e abriu perfil no Instagram aos 9 – rede social onde, afirma, chegou a passar mais de 16 horas conectada em um único dia. Já adulta, ela foi diagnosticada com problemas graves de saúde mental. A tese da acusação compara o funcionamento das plataformas ao da indústria do tabaco e descreve o scroll infinito como uma espécie de “cassino digital”. As empresas negam. O caso é o primeiro desse tipo a ser analisado por um júri popular nos Estados Unidos. Para explicar o que está em jogo neste tribunal, Natuza Nery entrevista a especialista em Direito da Tecnologia Carolina Rossini. Professora na Escola de Direito na Universidade de Boston e diretora de Programas de Tecnologia de Interesse Público na Universidade de Massachusetts, ambas nos EUA, ela responde sobre o que se sabe a respeito do funcionamento dos algoritmos e se há relação entre isso e a dependência de redes sociais. Ela avalia ainda como resultado do julgamento pode influenciar outras ações, dentro e fora dos Estados Unidos.
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
Depois da revelação que Egg é um Targaryen, Dunk tem muitos problemas para resolver: começando pelo JULGAMENTO DOS SETEAumenta o volume para saber todos detalhes do episódio 4 de O CAVALEIRO DOS SETE REINOS✅ Faça parte do CLUBE NERDVERSO: https://linktr.ee/clubenerdverso
Chegamos na reta final da temporada! O quarto episódio de O Cavaleiro dos Sete Reinos tem aquele clima clássico de preparação pra batalha, bem na vibe de Game of Thrones. Dunk (Peter Claffey) passa a noite inteira encarando o peso do seu julgamento, já Egg (Dexter Sol Ansell) mostra o quanto está disposto a desafiar a própria família pra continuar ao lado do Dunk. O episódio aprofunda ainda mais o drama dos Targaryen, com Maekar, Aerion, Daeron e Baelor ganhando destaque.Se inscreve no canal pra não perder o próximo vídeo e o grande finale!
No dia 13 de janeiro começou um dos mais esperados julgamentos nos EUA: Commonwealth x Brendan Banfield. Acusado de ter planejado meticulosamente o assassinato da esposa através de catfishing, Brendan foi levado ao tribunal do júri onde foi confrontado pelo depoimento da principal testemunha de acusação - sua cúmplice - Juliana Peres Magalhães.Neste episódio, o Café Crime e Chocolate conta em detalhes como foi o processo de justiça pelas mortes de Christine Banfield e Joseph Ryan destacando as principais reviravoltas em tribunal.Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fontes principais: Arquivos obtidos diretamente na corte de Fairfax | Visita às audiências | Acompanhamento via Court TV | | WUSA9 Fotos sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X
Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts. LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner. “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa. MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes: Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha? GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos. [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI: O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha. [Efeito de som do mar] Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil. LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras. [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn. MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ] LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45. Ugo Giorgetti Como ele era? Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA: Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades como os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista. [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação. MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema. O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti. Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô! MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro. Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira. Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá. MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra. No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo] LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.
Qual parte mais te marcou?
Um dia determinante no processo de Nuremberga. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Em janeiro de 2007 a jovem Solange Grabenheimer foi encontrada morta no apartamento que dividia com sua melhor amiga. A suspeita imediatamente recaiu sobre Lucila Frend, sua companheira de quarto, que além de enfrentar um longo julgamento, ainda teve que lidar com a mídia sensacionalista que já havia decidido que ela era culpada. Quem matou Solange e o que aconteceu com Lucila desde então? ❤ Torne-se um apoiador pelo Apoia.se ou pela Orelo❤ Segue a gente no Instagram Pesquisa e roteiro: Marcela Souza Edição: Alexandre LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Delille renunciou ao mandato de advogado de José Sócrates na Operação Marquês. Justifica a decisão com razões deontológicas. Foi nomeado um defensor oficioso. Luís Rosa é o convidado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começou semana passada o julgamento do caso Felipe Massa contra a FIA, onde o brasileiro pede reparação pelo caso do Singapuragate de 2008. Vamos comentar tudo sobre isso.E também é semana do GP BRASIL em Interlagos e o campeonato chega pegando fogo!Contando histórias da Fórmula 1 do passado e analisando a Fórmula 1 do presente.Acesse nosso site e visite nossa loja virtual.www.botequimgp.com.brSiga @botequimgp em todas as redes sociais.Contato: botequimgp@gmail.comWhatsapp: 47 99245 3613
⚖️ Tudo sobre o julgamento de Bolsonaro - Marco Aurélio de Carvalho - programa 20 Minutos ⚖️Acompanhe conosco os principais momentos do desenrolar de um dos processos mais importantes da recente política brasileira.Para trazer profundidade jurídica e análise política qualificada, temos a participação especial do Professor Marco Aurélio de Carvalho, especialista em direito eleitoral e político, que vai comentar ao vivo cada etapa do julgamento, explicar os nuances legais e os possíveis desdobramentos.
No Direito Simples Assim a equipe do podcast e o advogado e professor da UFMG Alexandre Bahia conversam sobre o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) da tentativa de golpe de Estado.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (11): O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus no Supremo Tribunal Federal ganhou um capítulo decisivo com o voto do ministro Luiz Fux. Em uma manifestação de quase 14 horas, Fux absolveu Bolsonaro e cinco aliados de todas as acusações apresentadas pela PGR, enquanto Mauro Cid e Braga Netto foram condenados pelo crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Fux também destacou que o Supremo tem “incompetência absoluta” para julgar o caso da suposta trama golpista, já que nenhum dos réus possui prerrogativa de foro. Apesar dessa posição, o ministro apresentou seu voto de mérito, absolvendo Bolsonaro e cinco aliados, mas condenando Mauro Cid e Braga Netto apenas pela tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Veja essas e outras notícias nessa edição do Morning Show.
O Supremo Tribunal Federal (STF) avança para a conclusão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus acusados de tentativa de golpe de Estado. Nesta quinta-feira (11), os ministros Carmen Lúcia e Cristiano Zanin finalizama fase de votações. Na sessão anterior, o ministro Luiz Fux absolveu Bolsonaro por entender que a Procuradoria-Geral da República não apresentou provas concretas. Cinco réus também foram absolvidos, enquanto dois foram condenados por tentativa de abolição violenta do Estado.Veja também: Lula sanciona lei para reduzir fila de benefícios do INSS.
No 3 em 1 desta terça-feira (09), o destaque foi a continuidade do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus pelos atos de 8 de Janeiro. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou o voto do relator Alexandre de Moraes e também se posicionou pela condenação. Com a decisão, o placar do julgamento está em 2 a 0 pela condenação. Os comentaristas do 3 em 1 analisaram as repercussões do caso e discutiram o impacto político e jurídico do processo para Bolsonaro e seus aliados. Tudo isso e muito mais no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Supremo Tribunal Federal (STF) prossegue com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus acusados de tentativa de golpe. Nesta quarta-feira (10), o ministro Luiz Fux deve apresentar seu voto às 9h. Ele já indicou divergências com o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.Veja também: Candidatos em lista de espera do CNU tem até 18 de setembro para manifestar interesse por vagas.
O programa Meio-Dia em Brasília desta terça-feira, 9, fala sobre a retomada do julgamento de Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) e sobre a expectativa do voto do ministro Luiz Fux, que deve ser proferido nesta quarta-feira.Além disso, o jornal também aborda os desdobramentos da CPMI do INSS e fala sobre a mais nova discussão entre base e oposição durante as investigações sobre o roubo dos aposentados.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira (9) o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus envolvidos na tentativa de golpe de Estado. A sessão começa às 9h com o voto do ministro relator Alexandre de Moraes, que deve contestar os argumentos da defesa. Durante a tarde, o ministro Flávio Dino dará seu voto. São necessários três dos cinco votos para definir o destino dos réus, com a discussão sobre as penas prevista para sexta-feira.Veja também: Correios fazem mutirão para renegociação de dívidas.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Vai ser retomado na manhã desta terça-feira (9), o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus no Supremo Tribunal Federal. Esta semana serão quatro dias de sessão, com previsão de o julgamento terminar na sexta-feira (12). Somente na quarta-feira a sessão será apenas pela manhã. Nos outros dias haverá encontros de manhã e à tarde. E ainda: Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, consegue renovar visto americano.
Convidados: Marina Dias, repórter do The Washington Post em Brasília, e Marcelo Lins, comentarista e apresentador do GloboNews Internacional. “Lição de democracia”, “algo que os EUA não conseguiram fazer”, “o julgamento mais importante”. Estes são alguns dos termos usados pela imprensa internacional para definir o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus por tentativa de golpe – um evento que faz os olhos de vários países se voltarem ao Brasil, como explicam em conversa com Natuza Nery os jornalistas Marina Dias e Marcelo Lins. Repórter do jornal The Washington Post em Brasília, Marina Dias compara o momento histórico brasileiro com o dos EUA, onde Donald Trump não foi responsabilizado por ter instigado os atos de 6 de janeiro de 2021. Na ocasião, apoiadores de Trump invadiram o Congresso americano para evitar a certificação de Joe Biden como presidente. Marina fala também sobre os desafios de explicar ao mundo a situação e as particularidades da política brasileira. E conta os bastidores da entrevista que fez com o ministro Alexandre de Moraes. Depois, Natuza conversa com Marcelo Lins, comentarista da GloboNews e apresentador do GloboNews Internacional. Lins analisa as lições que o Judiciário brasileiro dá ao mundo democrático ao julgar um ex-presidente e militares de alta patente acusados de tramar um golpe de Estado. "Não adianta fingir que o que aconteceu não aconteceu. Uma tentativa clara de ruptura com a ideia de executar lideranças políticas importantes, tudo não pode passar impune”, diz.
Jorge Natan recebe Emanuelle Ribeiro e Arthur Muhlenberg para debate sobre a punição ao atacante e análise do desempenho de jogadores nas seleções nacionais. Dá o play!
O debate eleitoral esquentou bem antes do tempo com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Apesar de o principal adversário estar inelegível, o presidente Lula segue com a popularidade patinando. Convidado desta edição, Rafael Cortez, cientista político e sócio da Tendências Consultoria, revela como os cenários para a corrida eleitoral afetam a bolsa e o dólar. Entre os Touros e Ursos da edição, a derrota de Javier Milei, a alta da Cosan e o título de Carlos Alcaraz no US Open.#Bolsonaro #JulgamentodeBolsonaro #Lula #Tarcísio #Eleições2026 #Anistia #TouroseUrsos #SeuDinheiro #Política
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Donald Trump afirma que a cúpula do G20 em 2026 será em resort em Miami. Putin afirma que tropas ocidentais na Ucrânia serão consideradas alvos legítimos da Rússia. Preço da cesta básica cai no mês de agosto em 24 capitais brasileiras. E ainda: Pesquisa encomendada pela RECORD aponta intenções de voto para governo do Paraná em 2026.
Começou o julgamento pelo STF de Jair Bolsonaro e outros sete desgraçados pela tentativa de golpe. O caráter histórico do episódio, as limitações da justiça burguesa, as estratégias dos advogados no tribunal e da claque fascista nas redes e no Congresso. E, claro, a normalização do fascismo brasileiro pela grande mídia, cada vez mais disposta a abraçar Tarcísio de Freitas para 2026.
Passando a Limpo: Nesta quarta-feira (3), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Diretor-Superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel. O Advogado, ex-juiz e idealizador da Ficha Limpa, Marlon Reis, conversa sobre a aprovação do projeto que afrouxa Lei da Ficha Limpa. O programa também conta a participação do correspondente em Portugal, Antônio Martins.
O Papo Antagonista desta segunda-feira, 1, comenta a expectativa para o julgamento de Jair Bolsonaro no caso da trama golpista.O programa também analisa a decisão da Segunda Turma do STF que confirmou a anulação de atos da Lava Jato contra o ex-ministro Paulo Bernardo. Além disso, a CPMI do INSS está na pauta.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Passando a Limpo: Nesta segunda-feira (1), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a advogada criminalista e doutora em processo penal, Carol Amorim, sobre a expectativa para o início do julgamento de Bolsonaro. A Professora de Relações Internacionais na Instituto Maua de Tecnologia (IMT), Flávia Loss de Araújo, explica a Lei da Reciprocidade. E o Advogado Previdenciário, João Varella, conversa sobre o ressarcimento de descontos indevidos do INSS - processo que tem data limite até está segunda-feira.
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O Cafezinho 690 – O Julgamento de Bolsonaro mergulha além da pirotecnia política para revelar o verdadeiro palco: a batalha ancestral entre a torre — símbolo do poder centralizado, da hierarquia e da caneta — e a praça, espaço barulhento da opinião pública conectada. No embate entre Bolsonaro e Moraes, o que está em jogo não é apenas um julgamento, mas a legitimidade das instituições diante de uma sociedade que já não pede permissão para falar. Sabe o que é estranho?Você escolhe o banco, o plano de saúde, a internet… mas nunca escolheu de onde vem a energia que usa todo dia.Sempre achou normal não ter escolha, não é? A conta de luz chega, a gente paga — e pronto. Não sabe de onde vem a energia, não entende a tarifa, só aceita. Como se fosse lei da natureza.Mas não é.Com a abertura do Mercado Livre de Energia, você agora pode escolher de quem comprar sua energia. Pode negociar preço, escolher fontes 100% renováveis, e economizar 15% (até 30% no caso de empresas!) — sem trocar nada em casa, sem investir um centavo. Sabe como? Com a iGreen Energy, que pega você pela mão e cuida de tudo: parte técnica, burocracia, integração. Você continua recebendo energia normalmente, com duas faturas: uma da distribuidora, outra da iGreen — só que essa vem com economia garantida. Aqui pra mim, em São Paulo, a redução é de no mínimo 10% garantida em contrato! É simples, digital, e faz diferença pro seu bolso… e pro planeta.E você ainda faz parte de um clube de descontos em mais de 60 mil lojas pelo Brasil.Sabe o que isso significa?Que agora a decisão é sua.Acesse conexaogreen.comE escolha a energia que faz sentido. ----------------------------------------------- .... MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
Bom dia 247_ STF marca o julgamento de Bolsonaro _16_8_25_ by TV 247
"Não me escapa o ridículo de ser o comentador oficial deste assunto, mas prefiro isto a estar calado". Na Edição da Noite da SIC Notícias desta terça-feira, Ricardo Araújo Pereira relata a Rodrigo Pratas a experiência como testemunha no julgamento de Joana Marques em tribunal, processada por uma piada sobre a prestação de Nelson e Sérgio Rosado, dupla conhecida como Anjos, a cantar o hino de Portugal. "O humor não pode ser julgado como se fosse um crime", refere o "comentador oficial", relembrando que "as pessoas ofendem-se com várias coisas. Às vezes, até factos e verdades. Isso não significa que a gente vá proibir factos e verdades". E confessa: "não me senti réu, mas, num certo sentido, senti-me: se a Joana for condenada, eu também sofro. Em primeiro lugar, também sofro. Sofrem todos os que têm a mesma profissão da Joana. E, em segundo lugar, sofre qualquer cidadão".See omnystudio.com/listener for privacy information.
E se a pessoa que cuidava das dr0gas, limpava o s4ngue, apagava os rastros e sabia cada passo de Sean “Diddy” Combs finalmente resolvesse falar? Foi isso que marcou a segunda semana do julgamento mais aguardado dos últimos anos. Além do depoimento crucial do ex-assistente pessoal de Diddy, o tribunal federal de Manhattan recebeu outras testemunhas centrais para a exposição da estrutura profissional de abuso e controle montada pelo músico. Assista a este IC News e confira as revelações que vieram à tona nesta última semana – e que podem, de uma vez por todas, derrubar a empresa criminosa de Diddy.#PDiddy #DiddyTrial #InvestigaçãoCriminalAssista aos demais programas do Investigação Criminal:https://www.youtube.com/@ICInvestigacaoCriminal
Um dos homens mais poderosos da música mundial está no centro de um julgamento que pode abalar Hollywood, a política e a cultura pop. Sean “Diddy” Combs é acusado de comandar uma rede de tráfico sexual, abuso, extorsão e chantagem por mais de 20 anos. Neste especial investigativo, o IC News revela documentos exclusivos, depoimentos de vítimas, bastidores de festas sombrias e os arquivos secretos que podem derrubar um império — e expor quem sempre esteve ao lado dele. Prepare-se para a série mais impactante do jornalismo investigativo na era digital.#CasoDiddy #PDiddy #DiddyTrial #InvestigaçãoCriminalAssista aos demais programas do Investigação Criminal:https://www.youtube.com/@ICInvestigacaoCriminal
O Lado B recebe o renomado jurista Lenio Streck, professor, procurador de Justiça aposentado, advogado e parecerista. Uma análise política e jurídica sobre o julgamento da tentativa de golpe de Jair Bolsonaro, o papel do STF na defesa à Constituição, a participação da mídia e a linha do tempo de um permanente golpe na democracia brasileira, da Lava Jato até o “8 de Janeiro”.
Está no ar mais um Comentário Bíblico Vida, uma parceria Bibotalk e Editora Vida. Neste episódio, continuamos a jornada pelo evangelho de Marcos. Às vésperas da Páscoa, Bibo e Luiz percorrem os textos sobre o Julgamento de Jesus. Regado de inconsitências jurídicas e religiosas, esse julgamento nos revela como as autoridades judaicas da época estavam […] O conteúdo de O julgamento de Jesus – Comentário Bíblico Vida 004 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
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O Supremo retoma nesta quinta-feira (3) a chamada ‘ADPF das Favelas', ação que está na Corte desde 2019 e visa reduzir a letalidade em operações policiais no Rio de Janeiro. Proposta após a morte da menina Agatha Félix, de 8 anos, em setembro de 2019, a ação questiona se moradores de comunidades do Rio de Janeiro têm direitos constitucionais desrespeitados em operações policiais. O texto da ação em análise no Supremo é alvo de críticas da polícia e de autoridades do Estado do Rio de Janeiro. Neste episódio, Natuza Nery ouve Daniel Sarmento, um dos autores da ação em julgamento no STF, e Ronaldo Oliveira, delegado aposentado da Polícia Civil do RJ. Daniel explica como a ADPF nasceu e seus objetivos. Ele detalha quais medidas práticas a ação propõe e como funcionaria, na prática, a proposta para que escolas sejam avisadas sobre operações policiais. Ronaldo, que atuava como delegado quando a ADPF começou a ser discutida, relata como regras determinadas pelo STF durante a pandemia mudaram a rotina policial no Rio de Janeiro. O delegado aposentado avalia ainda se a ADPF aumenta a insegurança jurídica de policiais e agentes de segurança da ativa.