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O que sobrou, 81 anos depois, da Grande Guerra Patriótica para a Rússia, do desembarque da Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo para o Brasil e do legado de Yalta para a ordem internacional contemporânea? Neste episódio em parceria com o Observatório Rússia e América Latina, Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Mariana da Gama Janot (INCT-Ineu) e Valdir da Silva Bezerra (@o_russianista), mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estatal de São Petersburgo e organizador, com Boris Zabolotsky, do livro 80 Anos da Vitória na Grande Guerra Patriótica (Blucher, 2025). A conversa atravessa a contribuição massiva (e hoje contestada) da União Soviética para a derrota do nazifascismo, a entrada do Brasil no conflito a partir das contradições do Estado Novo e o modo como a memória da guerra foi mobilizada, na era Putin, para preencher o vácuo de identidade aberto pelo colapso soviético. No bloco de notícias, Giovana Dias Branco e Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento, pesquisadores do Ruslat, repercutem o mês de abril: a reaproximação Rússia-Cuba em meio à crise energética da ilha, a suspensão temporária das exportações de fertilizantes russos e seu impacto sobre o agronegócio brasileiro, o relatório sobre o treinamento de mais de mil criadores de conteúdo latino-americanos com participação da RT em espanhol, e a Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0), projeto bipartidário que tenta requalificar o Grupo Wagner e seus sucessores como organizações terroristas no contexto da intervenção dos EUA na Venezuela. No último bloco, Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat) conversa com Boris Zabolotsky (Unifacs) sobre a insegurança ontológica da Rússia no pós-Guerra Fria e indica três filmes incontornáveis para pensar a guerra sem glorificá-la. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches (PUC Minas / Ruslat), Valdir da Silva Bezerra (Ruslat), Mariana da Gama Janot (Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas), Giovana Dias Branco (Ruslat), Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento (Ruslat), Laura Schneider de Lima (Ruslat) e Boris Zabolotsky (Universidade Salvador – Unifacs / Ruslat). Capa do episódio: “Raising a flag over the Reichstag”, Yevgeny Khaldei, 2 de maio de 1945. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio BEZERRA, Valdir da Silva; ZABOLOTSKY, Boris (orgs.). 80 anos da vitória na Grande Guerra Patriótica: memória, reconstrução e perspectivas. São Paulo: Blucher, 2025. Disponível em: https://www.blucher.com.br/bezerra-zabolotsky-os-80-anos-da-vitoria-na-grande-guerra-patriotica-memoria-reconstrucao-e-perspectivas. FERRAZ, Francisco César Alves. A guerra que não acabou: a reintegração social dos veteranos da Força Expedicionária Brasileira (1945-2000). 2003. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001295507. VAÏSSE, Maurice. As relações internacionais desde 1945. Lisboa: Edições 70. Disponível em: https://www.estantevirtual.com.br/livro/as-relacoes-internacionais-desde-1945-HLQ-9833-000-BK. ESTADOS UNIDOS. Congresso. Câmara dos Representantes. Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0). Projeto de lei bipartidário, 2026. Disponível em: https://joewilson.house.gov/sites/evo-subsites/joewilson.house.gov/files/evo-media-document/wilssc_082_xml-20.pdf. KLIMOV, Elem (dir.). Vá e veja [Idi i smotri]. URSS: Mosfilm; Belarusfilm, 1985. 142 min. ROMM, Mikhail (dir.). O fascismo cotidiano [Obyknovennyy fashizm]. URSS: Mosfilm, 1965. 130 min. Documentário. BALAGOV, Kantemir (dir.). Uma mulher alta [Dylda]. Rússia: Non-Stop Production, 2019. 137 min. ASSAYAS, Olivier (dir.). O mago do Kremlin [The Wizard of the Kremlin]. França/Reino Unido, 2025. Mencionado em entrevista. Capítulos 00:00 — Abertura: 81 anos do fim da Segunda Guerra Mundial 00:04 — Valdir Bezerra: a Grande Guerra Patriótica e o legado soviético contestado 00:10 — Mariana Janot: Estado Novo, FEB e a memória disputada da participação brasileira 00:18 — Era Putin: memória, identidade nacional e renascimento militar 00:24 — O Brasil hoje: defesa, paz e o legado contra o fascismo 00:31 — Boletim Ruslat: Cuba, fertilizantes e a guerra informacional 00:37 — Leonardo Nascimento: Grupo Wagner, Venezuela e a geoeconomia do petróleo 00:44 — Boris Zabolotsky: insegurança ontológica, América Latina e três filmes contra a glorificação The post 81 anos depois: Rússia, Brasil e a memória da Segunda Guerra appeared first on Chutando a Escada.
Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.Mergulhe mais fundoBarbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)Episódios relacionados#70: Os generais e o cerco a Brasília#109: General bom, general mau#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioIsalete LealPedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.Mario PereiraGuia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves FerrazDoutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005).Cristina FeresMestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023).Piero LeirnerAntropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Los Mon Amis están de regreso para hablar de los comentarios recibidos por el epiosodio de la película de Superman y tambien para hablar con spoilers de la historia de Expedicion 33. No olvides dejar tus comentarios y/o saludos para leerlos en el siguiente podcast Web: losnonoscomunes.com Patreon.com/losnonoscomunes Twitter: @losnonoscomunes Facebook: losnonoscomunes Instagram: losnonoscomunes Youtube: losnonoscomunes TikTok: losnonoscomunes E-mail: losnonoscomunes@gmail.com Discord: https://discordapp.com/invite/YCSkAt8
Fala cambada de Expedicionários!! O COFFCAST TÁ DE VOLTA!! Hoje o nosso timaço de pro-players (e o Davi) estão reunidos para falar sobre um dos melhores games (e de RPG) de 2025, "CLAIR OBSCUR - EXPEDITION 33".CONHEÇA O PROJETO DO ANDERSONMas, contudo, porém, entretanto, todavia, o que está esperando? Escute o CoffCast 192 e também assine o nosso feed!!!E se caso você queira enviar algum email para a gente é só mandar para: coffcast@gmail.comCoffCasters: Davi Cardoso (Sr. Dharma), Anderson Carlos, Harrysson Renato e Jackson Vasconcelos.LINK DO CAST NO ANCHOR – https://anchor.fm/asociedadedepodcastsLINK DO SPOTIFY – https://open.spotify.com/show/6UjBjDjRJc5IAgdIyZQ9YlEdição: Davi CardosoArte: Davi Cardoso
Milton Teixeira fala sobre os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira, que no dia 2 de julho de 1944 partiram do Rio rumo à Itália para enfrentar os horrores do nazismo.
En 1735, una expedición francesa ponía rumbo a América con el fin de determinar la mayor anchura del globo terráqueo en el Ecuador y comprobar si la Tierra era perfectamente esférica o, sí, por el contrario, era achatada por los polos. Pero los continuos enfrentamientos entre la tripulación hicieron que algunos miembros de la expedición tomaran la iniciativa de separarse e iniciar la aventura por separado. Este fue el caso de Charles-Marie de la Condamine que, tras adentrarse en la selva y en su particular expedición, descubrió el caucho y, fruto de la casualidad, dio con la cura para la malaria...
A História Militar do Brasil orgulha-se da participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial. Neste segundo episódio, os acontecimentos do bimestre ( setembro / outubro de 1944) foram colocados em destaque em entrevista com o estudioso do tema, General de Divisão Veterano Edson Skora Rosty. Vale a pena conferir!
A Engenharia na Força Expedicionária Brasileira. Neste episódio, o Coronel Berguenmayer fala sobre os desafios do preparo, dos embarques, das capacitações, das operações antes, durante e depois da Guerra na Itália. Ouça e aprenda sobre esse capítulo da Historia Militar brasileira!
En este episodio Shadi nos cuenta cómo es criarse en España siendo hijo de padres inmigrantes y cómo la creatividad te ayuda a crear la estructura necesaria para vivir como quieras. Shadi usó todo su conomiento como filmaker para ayudar a emprendedores a escalar sus marcas. Shadi es emprendedor, experto en estrategia de contenidos, venta y lanzamientos para marcas personales. Founder de Lagrate Agency & Expedicion de Marca. Encuentras a Shadi: https://www.instagram.com/shadilagrate/?hl=es
Este é o primeiro de uma série de episódios comemorativos dos oitenta anos da FEB. A Força Expedicionária Brasileira (FEB) completa 80 anos e é um dos capítulos mais importantes da história do Exército Brasileiro. Essa epopeia revelou muitos herois que serão reverenciados em 2024 e em 2025, conforme vamos descobrir numa série de podcasts sobre essa temática.
Programa 2024 07 05 Temporada 11 Episodio 26 Suscribite a nuestro canal en YouTube y dale a la campanita Spotify - Apple Podcast - Google Podcast Cafecito o Patreon - para ayudarnos a continuar Invitados Alfredo Barragan de la expedición Atlantis 40 años KonTiki inspira a nuestros aventureros Jorge lriberri, Daniel Sánchez Magariños (vuelta al mundo en solitario sin escalas), Oscar Giaccaglia y Félix Arrieta. Desde Tenerife hasta La Guaira - Cuatro años de preparación “Que el hombre sepa que el hombre puede”
Efeitos Sonoros e Trilha Sonora: Battle-175695, workman-on-roof-hammering-30480, dark-short-intro-138018, amb_ext_construction_001-51894, bus-arrival-71991, distant-ambulance-siren-6108, crowd-cheer-ii-6263, highway-traffic-cars-and-street-sounds-8029, machine-people-working-31337, natural-thunder-113219, rain-and-thunder-16705, 2-horse-carriage-41976, rain-and-thunder-nature-sounds-7803, tractor_drive_05-66692, tractor-engine-27641 disponíveis gratuitamente em https://pixabay.com/pt/ Áudios do Presidente da República (1955-1960) Juscelino Kubitschek disponível em https://youtu.be/SZzWm4ckpos e de Amaral Neto na construção e inauguração de Brasília disponível em https://youtu.be/N5HWfdZMFRc Toques de clarim sentido e ombro arma, Cavalaria Ligeirade Franz Von Suppé, Cerimonial Avançar Bandeira, Canção do Expedicionário de Guilherme de Almeida, Hino à Bandeira de Olavo Bilac, Brasília Capital da Esperança... . Pequisa, Produção, Gravação e Edição: Cabo Dragão Veterano Professor Airton Antônio de Jesus. Fonte: Aquino Filho, Alcides Tomaz de, 1942 – Dragões da Independência: tradição e história / Alcides Tomaz de Aquino Filho. Edição revista e ampliada _ Brasília: Ed. Do Autor, 2006, 285 p. Contato: profe.airton@gmail.com --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/airton-antonio-de-jesus6/message
Para lembrar os 79 anos da tomada de Monte Castelo pela Força Expedicionária Brasileira trouxemos uma entrevista sobre o assunto com o pesquisador de história militar e da aviação, Paulo Fernando Kasseb que também descreve a trajetória do aviador Edu Chaves.
Na coluna desta sexta-feira (09), o professor Milton Teixeira fala sobre a ida de um Escalão a FEB, Força Expedicionária Brasileira, no 9 de fevereiro de 1945.
Entre 1804 y 1806, un grupo de soldados y exploradores estadounidenses viajó desde el río Mississippi hasta la costa del Pacífico y de regreso. Los líderes de esta expedición, o viaje, fueron Meriwether Lewis y William Clark. En 1803, Estados Unidos había comprado a Francia un enorme territorio al oeste del río Mississippi llamado el Territorio de Luisiana. El presidente Thomas Jefferson envió al capitán Meriwether Lewis para averiguar qué había allí. Lewis eligió al teniente William Clark para compartir el liderazgo. Lewis y Clark eligieron a hombres que sabían cómo vivir en la naturaleza para que los acompañaran.
Mayse Quintiliano, assessora da Secretaria de Educação de Propriá (SE), fala da importância da Expedição Científica para a cidade
O professor Diego Tononé fala da importância da construção da escola indígena
O grupo Comendador Peixoto tem 84 anos e é do município de Pão de Açucar
Uma conversa com o veterano capitão Elmo Diniz e o pesquisador Júlio César Guedes sobre as histórias da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial.
Moradores da rua do Expedicionário no bairro Arizona, entraram em contato com a emissora para reclamar de diversos buracos na rua e pedir que providências sejam tomadas pelas autoridades. Nesta terça-feira (21), a repórter Liziane Pandini foi até o local conferir a situação da via e pode constatar a grande quantidade de buracos. Ouça abaixo a íntegra da entrevista:
ENTREVISTA: diretor de museus de Caxias, Itamar Ferretto Comarú. Vai falar dos 80 anos da Força Expedicionária do Brasil (FEB) e do museu de Caxias, que é um dos únicos do país dedicado ao tema.
Muito além da coleta de dados, a expedição coleciona histórias e práticas de pessoas que são apaixonadas pelo que fazem: a pecuária. A equipe de pesquisadores da Scot Consultoria, percorre o Brasil para a coleta de informações em cada uma das propriedades visitadas, com o objetivo de desenhar o cenário da produção pecuária intensiva e propagar o desenvolvimento da pecuária nacional.
La empresa Ocean Gate, conocida como la "puerta hacia el océano", abrió sus puertas para permitir que estas cinco personas documentaran los restos del Titanic. Sin embargo, la esperanza se desvaneció cuando los restos del submarino fueron encontrados a 500 metros de la famosa embarcación. La Guardia Costera declaró a los pasajeros del sumergible como fallecidos, atribuyendo el incidente a una implosión catastrófica en la cabina del "Titan".¿No quieres perderte de nada? Suscríbete
Os pracinhas que cruzaram o Atlântico pra libertar a Itália do terceiro Reich! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a Força Expedicionária Brasileira, a FEB. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares, Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre). Edição: Victor Portugal. REFERÊNCIAS USADAS - NETO, Ricardo Bonalume. A Nossa Segunda Guerra: os brasileiros em combate (1942-1945). Editora Contexto, 2021 - MAXIMIANO, Cesar Campiani. Barbudos, sujos e fatigados: soldados brasileiros na Segunda Guerra Mundial. Editora Grua, 2021 - BARONE, João. 1942: O Brasil e sua guerra quase desconhecida. Editora Harper Collins, 2018 - Força Expedicionária Brasileira | Verbete FGV CPDOC - A FEB e a Segunda Guerra Mundial | Canal Nerdologia (@filipefigueiredoxv)
A 70 años del primer ascenso exitoso a la cumbre del Monte Everest, Arturo Xicoténcatl, nos hace viajar en el tiempo para recordar la hazaña de la expedición británica coronada por el esfuerzo de Sir Edmund Hillary el nepalí Tenzing Norgay.
Buenas muchachada hoy os comento una serie de tips…
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Ouça em podcast a história da Força Expedicionária Brasileira que glorificou o Brasil nos campos de batalha italianos, durante a II Guerra Mundial.
POLÍTICA: Entre atendimentos, reuniões, ofícios e visitas, o vereador e presidente da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, Marcos Furlan (PODE), encerra o mês de abril com 386 ações. Entrevistado especial do Radar Noticioso, ele faz um balanço da sua atuação e dos trabalhos realizados no Legislativo. Entre os assuntos, ele traz em destaque a reinauguração do Centro e Memória dos Expedicionários Mogianos e a prestação de contas da Secretaria Municipal de Cultura. O parlamentar analisa os principais desafios e demandas do município na Saúde, Segurança, Educação e Prestação de Serviços, entre outras prioridades.
O colunista Milton Teixeira volta em 1945 e relembra que a Força Expedicionária Brasileira venceu a Batalha de Monte Castello.
2001, islas del Tigre y el mayor director de cine condicionado del país. ¿Dónde quedó el reality más insólito de la historia?
Durante siglos, los navegan tes intentaron encontrar un paso por los mares del ártico que conectara el Atlántico con el Pacífico, una ruta que conectara Europa con Asia. En ese intento desaparecieron muchas expediciones, hasta que el noruego Roald Amundsen logró el cruce. Sin embargo, pudo no ser el primero. Arturo Xicontecatl nos guía en esta aventura por la historia y el tiempo.
Nuestro viaje nos lleva hasta las Islas Molucas, en el Pacífico sur, ese destino con el que soñó Fernando Magallanes y que llevó a su expedición a circunnavegar la Tierra. Pero también viajaremos hasta la Antártida, siguiendo las huellas de la película "Amundsen", sobre la vida del gran explorador polar noruego.
Se han cumplido 500 años de la "Expedición Magallanes", una de las hazañas más grandes en la historia de la exploración. La circunnavegación de la Tierra fue una travesía brutal que le costó al vida al visionario que la concibió: Fernando de Magallanes. La Expedición Rosique celebra también este quinto centenario siendo guiados por la voz y la pluma de Arturo Xicotencatl y siguiendo las huellas de la serie de televisión "Sin Límites", que retrata este esfuerzo descomunal.
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Orleans, comemorou no último dia 22, os seus 40 anos de fundação. Uma trajetória marcada por muitas lutas e também muitas conquistas. A mais recente, foi ter recebido através de um termo de doação, um terreno medindo 364,63m². A doação do terreno localizado na rua Expedicionário Venceslau Spancerski, 581, no bairro Barro Vermelho, em Orleans, atende a Lei 3.056 de 15 de fevereiro de 2022, e visa a expansão de novas áreas da entidade. Durante entrevista ao Cruz de Malta Notícias 2ª edição desta terça-feira, dia 23, a diretora do Centro de Atendimento da APAE Orleans, Fabiana Martins Hoffmann, explicou que entre as melhorias que a nova área vai proporcionar estão: novas salas de aula, banheiros acessíveis, sala multissensorial, sala de música com isolamento acústico, sala para academia e ginástica, sala psicomotricidade, sala para o clube de mães e sala de órtese, garantindo assim, maior acessibilidade, bem-estar, conforto e qualidade dos atendimentos prestados. Ouça abaixo a entrevista completa:
A rápida mobilização e o pronto emprego da Marinha do Brasil no apoio à Defesa Civil de Petrópolis, chamaram a atenção da sociedade brasileira. Menos de 15 horas depois das fortes chuvas, militares da MB já estavam na Cidade Imperial. No dia seguinte, foi ativado um Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, com cerca de 300 militares. Na sequência, veio a montagem e a operação do Hospital de Campanha em tempo recorde. Neste episódio do A Todo Pano, entrevistamos o Comandante-Geral do CFN, Almirante de Esquadra Fuzileiro Naval Jorge Armando Nery Soares, para falar sobre o caráter expedicionário do Corpo de Fuzileiros Navais. Inscreva-se em nossos canais e não perca nenhum lançamento!
Nel venticinquesimo episodio della terza stagione di Vitamina L siamo in compagnia di Marisa Piccioli, che ci parlerà del suo libro "Il cobra fuma la pipa".Giovani spediti in Italia, a migliaia di chilometri da casa, a combattere i nazifascisti. È la storia della Força Expedicionária Brasileira, che negli anni più crudi del secondo conflitto mondiale giunse anche sulle montagne del pistoiese. E fianco a fianco con i ragazzi toscani, i soldati venuti dal Sud America vissero vicende di guerra, di tradimento, di amicizia.Marisa, oltre a parlarci del suo libro, risponderà ad alcune domande tratte dal Questionario di Proust.Giovane Holden Edizioni | www.giovaneholden.itSinossi "Il cobra fuma la pipa":Tra le infinite storie della Seconda guerra mondiale, poche sono avvincenti come quelle del contingente brasiliano in Italia, la cosiddetta FEB. Nel 1944, migliaia di giovani soldati attraversarono l'Atlantico senza neppure sapere con precisione quale sarebbe stata la loro destinazione. Del resto, si diceva in maniera proverbiale, era più facile vedere un cobra fumare la pipa che dei militari brasiliani combattere in Europa.E invece, la divisione del generale Mascarenhas de Morais arrivò in Italia, e sebbene priva di un addestramento adeguato, seppe farsi molto onore sconfiggendo i nazisti sui campi di battaglia della Linea Gotica e contribuendo così alla Liberazione di importanti territori della Toscana.La loro storia incredibile si intrecciò proprio con quella della città di Pistoia, che di per sé visse una vicenda bellica particolare. Liberata già nel 1944, sul suo vasto territorio montuoso continuarono a muoversi diverse fazioni, nel sanguinoso quadro di guerra civile che attanagliò l'Italia.È questa la particolarissima cornice che racchiude le pagine di questo romanzo incalzante e vorticoso. In un inverno in cui ancora infuria spietato il conflitto, ogni cosa appare fragile, confusa, pericolosa. In un caos spesso fatale, amici e nemici si mescolano, fratelli e avversari condividono le stesse strade. Ogni passo nasconde un'insidia, e la vita di un individuo è sempre appesa a un filo sottile. Ragazzi italiani e soldati brasiliani mescolano i loro destini in una storia di amicizia, di tradimento e di speranza per un domani migliore.
Quando a guerra acabou na Itália, logo a Força Expedicionária Brasileira foi desmobilizada e trazida de volta ao Brasil. No Brasil, os ex-combatentes esperavam receber não apenas reconhecimento, mas oportunidades de trabalho, capacitação, pensões, condecorações e um ambiente de respeito ao que fizeram - levando em conta que a vasta maioria foi forçada a ir pra guerra. No entanto, a despeito de algum louvor em recepções iniciais, os anos que viriam a seguir trariam aos febianos abandono, dificuldades financeiras e legais, disputas políticas e todo tipo de privação. Convidamos o Prof. Francisco Ferraz para conversar tanto sobre a ida dos soldados à guerra quanto sobre todas as atribulações relacionadas a volta deles ao Brasil.
No dia 9 de fevereiro de 1945 ocorria um fato muito importante para a história militar do Brasil: O 5º Escalão da Força Expedicionária Brasileira partia para a Itália.
Milton Teixeira relembra a história de inauguração da Força Expedicionária Brasileira.
Nesse episódio, os historiadores Sérgio Amaral e Vinícius Oriques recebem o também historiador Márcio Ferman para falarem sobre a segunda e última parte do conflito. É debatido o conflito Alemanha versus União Soviética em Stalingrado, Japão versus Estados Unidos no pacífico, participação da FEB (Força Expedicionária Brasileira), o holocausto e a queda do eixo na Europa e no pacífico com as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. Tem ainda alguns fatos e curiosidades importantes sobre o tema. Então, vem com a gente que tem história e muito mais nessa conversa que tá show! Lembrando que você pode seguir o podcast nas redes sociais, os links e muito mais de história você vê no nosso site www.historiaesociedade.com. E também contribuir com o nosso podcast em apoia.se/historiasociedade. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/historiaesociedade/message Support this podcast: https://anchor.fm/historiaesociedade/support
“Cuidando da vida, preservando a floresta” é o lema dos Expedicionários da Saúde, a organização não-governamental que desde a primeira década dos anos 2000 leva atendimento médico para as comunidades indígenas na Amazônia. Nas palavras de Ricardo Affonso Ferreira, um dos idealizadores dos Expedicionários, logo nas primeiras incursões, os médicos voluntários perceberam a necessidade de cirurgias razoavelmente simples, como as de hérnia e de catarata, que são capazes de mudar várias vidas. O trabalho dos Expedicionários só fez crescer desde então e, neste episódio do Podcast Rio Bravo, Ricardo Affonso Ferreira fala conosco sobre os desafios dessa iniciativa, da importância de cuidar da comunidade indígena sem ferir as sensibilidades e do grande aprendizado que ele e sua equipe tem experimentado ao longo desses anos.
Depois de um ano turbulento, cheio de dúvidas relacionadas ao novo coronavírus, sua letalidade e estratégias de prevenção, o Brasil começa enfim a literalmente respirar com um pouco mais de alívio, alívio este que vem da disponibilização de vacinas para as populações de risco e, mais recentemente, para os adultos brasileiros. Com isso, começamos a voltar nossas preocupações para as crianças. Devemos vacinar os menores de 18 anos? Essa estratégia é segura? É em busca de um pouco de sobriedade e sensatez que este episódio do Slowcast traz a médica pediatra e endocrinologista pediátrica Priscila Gonçalves Ng, dos Expedicionários da Saúde em Campinas, pra conversar com a médica Ana Coradazzi sobre as dúvidas que têm pairado no ar a esse respeito. Um papo sensato e direto sobre as dúvidas que não deveríamos ter. Vem pra conversa! ---------------------------------------- O Slowcast é uma produção do Movimento Slow Medicine Brasil. Apresentação e produção: Ana Coradazzi Edição e vinheta da abertura: Ana Maio Identidade visual: Ana Coradazzi Convidada deste episódio: Priscila Gonçalves Ng Vinheta de abertura: cortesia da Allstars Music School de São Carlos/SP ---------------------------------------- Onde estamos: Site: www.slowmedicine.com.br Facebook: Slow Medicine Brasil Instagram: @slowmedicinebrasil YouTube: Slow Medicine Brasil Twitter: @slowmed3BR
As histórias da caserna, como chamamos a vida militar, começam ao ingressar no Exército e fazem parte da memória da Instituição. Ouça o relato emocionado do General Gilberto Arantes Barbosa sobre a Turma Força Expedicionária Brasileira, oficiais formados em 1970, pela Academia Militar das Agulhas Negras - AMAN. Podemos dizer que foi um ingresso diferente dos demais. Confira!
Resumo do episódio:Era o ano de 1945, o comando Aliado tinha organizado um plano para uma investida na Campanha da Itália, que foi chamada de Ofensiva da Primavera, para eliminar definitivamente as forças do Eixo na Campanha da Itália.O general Mascarenhas de Moraes discutiu no quartel general do IV Corpo do Exército dos Estados Unidos o papel da FEB naquela Ofensiva.Então a FEB recebeu a incumbência da tomada de Montese. Mas esta não foi a última operação da FEB na Guerra. Chegamos com a última parte da trilogia sobre o Brasil na Segunda Guerra Mundial, e neste episódio narramos a sangrenta Batalha de Montese e a Rendição Alemã em Fornovo di Taro. Trilha Sonora:* The Big Decision – Audionautix* Dark Ages – MaxKoMusicDisponível em: https://www.free-stock-music.comhttps://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en_US* The Impossible – SavfkDisponível em: www.free-stock-music.comhttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0/* The New Order - Aaron Kenny* Eyes of Glory - Aakash Gandhi* A paz: Cortejo para Coro e Orquestra (Série Alma brasileira) - Francisco Braga* To The Crows by Arthur VynckeDisponível em: https://www.free-stock-music.comhttps://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en_US* Beautiful Village – David Fesliyan Referência Bibliográfica. Episódio #27:A Campanha da Itália: Tomada de Collecchio - Fornovo di Taro: Disponível em: http://www.badmqgex.eb.mil.br/A Conquista de Montese – Disponível em: https://www.eb.mil.br/BARONE, João. O Brasil e sua guerra quase desconhecida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.Batalha de Montese – Disponível em: https://www.portalsaofrancisco.com.br/BONALUME NETO, Ricardo. A Nossa Segunda Guerra: Os brasileiros em combate 1942 – 1945. São Paulo: Contexto, 2021.MOTTA, Aricildes de Moraes (Coord.). História Oral do Exército na Segunda Guerra Mundial (Tomo 1). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 2001.MOTTA, Aricildes de Moraes (Coord.). História Oral do Exército na Segunda Guerra Mundial (Tomo 4). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 2001.MOTTA, Aricildes de Moraes (Coord.). História Oral do Exército na Segunda Guerra Mundial (Tomo 8). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 2001.MOTTA, Aricildes de Moraes (Coord.). História Oral do Exército na Segunda Guerra Mundial (Tomo 2). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 2001.Rendição da 148ª DI à Força Expedicionária Brasileira: Disponível em: https://www.eb.mil.br/Rendição da 148ª Divisão de Infantaria alemã à FEB: Disponível em: https://www.defesanet.com.br/Revista Grandes Guerras. O Brasil em Armas. Edição 13. São Paulo: Editora Abril, 2006.Revista Nossa História. O Brasil Foi a Guerra. Número 15. Rio de Janeiro: Editora Vera Cruz, 2005.WAACK, William. As duas faces da glória: a FEB vista pelos seus aliados e inimigos. São Paulo: Planeta, 2015. Pesquisa, redação, transcrição/narração e edição do episódio:Cleber Roberto Silva de Carvalho Foto para arte da capa do episódio: Soldados brasileiros em Montese - Wikimedia Commons. OBRIGADO APOIADORES! Adma Karycelle Rocha; Alessandra Fonseca; Arley Barros; Ayla Alves Chanthe; Bruno Gouvea de Queiroz; Bruno Santos de Araújo; Carmino Jorge Limongi; Carolina Yeh; Charles Guilherme Rodrigues; Clessio Cunha Mendes; Daniel Carmona; Edson Luiz; Elisangela Rocha; Emerson de Oliveira Brito; Eugenia fernanda cabral dos Santos; Frederico Jannuzzi; Flávio José dos Santos; Genideth Pereira Lavor; Graça Viviane Pereira; Henriqueta C H N de Magalhaes; Hítalo Andrade da Silva; Iza Luciene Mendes Regis; Jamille Padoin; Jefferson Aleff Oliveira; Joseane Pires; Josivaldo Duarte da Cunha; João Vitor Milward; Juliana Duarte; Juliana Fick; Ladison Costa das Dores; Luciana Correa de Oliveira; Marcelo Raulino Silva; Maria Mylena Farias Martins; Maria Valdeles Rodrigues Albuquerque; Milene Fiorenza; Márcia Aparecida Masciano Matos; Nude Naudo Lima Barbosa; Rafael Lucas Barros Botelho; Reinaldo Coelho; Romário Chaves Oliveira; Ronie Von Barros Da Cunha Junior; Sibeli de Oliveira Schneider; Suzana Cardoso; Taís Melero; Verônica Cruz Hertel.
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Como era a política de saúde brasileira antes do SUS. O Sistema Único de Saúde, apesar de todas as falhas, foi um grande avanço na história da promoção da saúde pública do no país. Para entender melhor como se deu esse processo, vale a pena virarmos nossos olhos para um passado marcado por muita dor, falta de eficiência, exclusão, mas não muito distante de 2019. Ao longo da história, a saúde sempre foi um problema no Brasil e, especialmente a população mais pobre, sofreu com diversas epidemias e dificuldade de acesso a serviços de saúde e remédios. Em 1942, por exemplo, ao examinar homens que seriam recrutados pela Força Expedicionária Brasileira, os médicos constataram que grande parte desses homens estava com a saúde comprometida. Mesmo com a criação do Ministério da Saúde, em 1953, a situação não melhorou, havia falta de material, equipamento, pessoal qualificado e, principalmente, ausência de políticas de saúde. Nesse cenário, a expectativa de vida do brasileiro era extremamente baixa, não passando de 50 anos. Durante o regime militar, a situação se torna ainda mais grave, pois há uma redução da verba destinada à saúde e o Ministério da Saúde ficou limitado a promover campanhas de vacinação. Desse modo, doenças como dengue, meningite e malária se intensificaram e, devido à desnutrição, falta de saneamento básico e ao avanço dos casos de difteria, coqueluche, sarampo, tétano, poliomielite e doenças diarreicas, a mortalidade infantil atingiu índices alarmantes na década de 70, atingindo 1.417.500 crianças. Em 1966, foi criado o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). Vinculado ao Ministério do Trabalho, esse órgão buscava ações para o tratamento individual dos doentes, ficando a cargo do Ministério da Saúde a elaboração e execução de programas sanitários e a assistência da população em situações de epidemias. Em 1977, foi criado o Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social), o qual visava oferecer serviços de saúde aos trabalhadores que tivessem carteira assinada. Esses trabalhadores sofriam um desconto salarial e o governo e as empresas ajudavam a financiar os serviços prestados. Esse órgão nasceu justamente da pressão das grandes empresas para que os funcionários não perdessem dias de trabalho por causa de problemas de saúde, reforçando, mais uma vez, que a saúde não era tratada como um direito, mas como um problema individual. Ao restante da população ficava o encargo de pagar consultas, exames e cirurgias ou contar com a caridade de hospitais filantrópicos. Tanto o INPS quanto o Inamps priorizavam o estabelecimento de convênios com o setor privado, assim, o investimento em serviços próprios era negligenciado. O atendimento ambulatorial restringia-se à psiquiatria, mas, mesmo assim, os hospitais psiquiátricos privados tinham plena liberdade de fazer internações nas condições que lhe conviessem. Diante disso, havia inúmeros casos de pessoas internadas sem possuir qualquer transtorno mental, além de aberrações como o que aconteceu no hospital de Barbacena. Marcado por desvios de verba e por fraudes de prestadores privados, no final dos anos 80, o Inamps entra em declínio, sendo extinto em 1993. Com a Constituição de 1988 e a criação do SUS, a saúde passa a ser assegurada como um direito de todo cidadão e dever do Estado. Desse modo, as políticas começam a caminhar para a implantação de um serviço de saúde pública integral e universal, que deixe de olhar para a saúde como um problema individual e passe a enxergá-la como um bem público. --- Support this podcast: https://anchor.fm/iconocast/support
Un viaje real hacia el interior del Círculo Polar