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Um panorama direto sobre como a New Left americana e as mudanças econômicas trazidas pela China reconfiguraram a direita nos EUA — do legado Reagan–Friedman ao MAGA/America First. O vídeo aborda: a virada cultural nas universidades, o debate “woke” x valores tradicionais, imigração, desindustrialização, tarifas, e o novo arranjo do Partido Republicano sob Donald Trump. Também compara EUA e Europa, discute os impactos do ingresso da China na OMC, o papel do bipartidarismo e por que a política americana “mudou de eixo” desde o pós-Guerra Fria. __________ Precisa de ajuda para assinar? Fale com nossa equipe comercial: https://sitebp.la/yt-equipe-de-vendas Já é assinante e gostaria de fazer o upgrade? Aperte aqui: https://sitebp.la/yt-equipe-upgrade
Este viernes compartimos El Primer Café junto a Nicolas Eyzaguirre, Ignacio Walker, Max Pavez y Alejandra Sepulveda. El exministro recordó en El Primer Café de Cooperativa que el Partido Republicano desechó la propuesta de la Comisión Experta en el segundo proceso constitucional. Conduce Cecilia Rovaretti.
El Departamento de Justicia de Estados Unidos tiene 30 días para divulgar los documentos del caso del pederasta Jeffrey Epstein, después de que Donald Trump ordenara al Partido Republicano apoyar la ley que obliga a su desclasificación. La decisión abre una etapa de gran incertidumbre política y judicial ¿Habrá justicia para las víctimas? El tema de El Debate de France 24.
Trump recibe el proyecto de ley para publicar los archivos del caso Epstein; este miércoles se llevará a cabo una audiencia judicial en caso de supuesto desacato en la expulsión de cientos de inmigrantes a El Salvador y un juez federal bloquea el mapa electoral favorable al Partido Republicano en Texas, entre otras noticias. Más información en UnivisionNoticias.com.
Buenos días. No perdieron tiempo. El domingo José Antonio Kast se impuso al resto de las candidaturas de derecha y ayer martes sus equipos ya estaban coordinándose con representantes del sector. Así fue como ocurrió en un café en Las Condes donde el presidente del Partido Republicano se reunió con sus pares de Chile Vamos. Quiénes serán los enlaces de cada colectividad y los coordinadores territoriales fueron algunos de los temas tratados, En paralelo, en el comando de Kast, un grupo de destacados economistas que hasta el domingo apoyaban a Evelyn Matthei, se reunieron con el encargado económico del republicano, Jorge Quiroz, para “socializar los grandes ejes del programa económico, y recoger algunos comentarios sobre aquello”, según contó a El Líbero el economista Klaus Schmidt-Hebbel quien, además, subrayó: “Hay 100% de consenso en temas fundamentales”. Hoy será el turno de los representantes del equipo económico de Johannes Kaiser.
La saga del caso Epstein ha expuesto las fracturas dentro del Partido Republicano y el poder de la base del movimiento MAGA.
Chile va a balotaje el próximo 14 de diciembre y las proyecciones le dan grandes posibilidades de triunfo al ultraconservador del Partido Republicano, José Antonio Kast, que obtuvo el 23.9% de los votos en la primera ronda este domingo. Todo indica que pese a haber alcanzado 3 puntos más que Kast, Jeannette Jara la única candidata de la izquierda oficialista, no podrá remontar lo necesario para la segunda ronda, pues necesitaba de un piso de al menos 30 o más puntos porcentajes para tener alguna opción y tiene muy poco espacio para revertir el juego. Por el contrario, Kast recibió ya los apoyos de la derecha tradicional que comandó Evelyn Matthei (12.46%) y del libertario radical Johnannes Kaiser (13.9%). ¿Cuáles son las claves de la jornada electoral que vive Chile? ¿Es este el fin de un ciclo político con una nueva extrema derecha al mando? ¿Qué sucederá con las conquistas de corte social? ¿La radicalización apunta a políticas de mano dura en seguridad, migración y medidas economicistas? ¿Qué dice esta elección en términos de la configuración del mapa político de América Latina? Conversamos con el politólogo Jesús Guzmán y el periodista chileno costarricense Juan Pablo Ferrari.
A recente divulgação de vários emails do caso Epstein trouxe a público novas referências a Donald Trump e abriu uma guerra dentro do próprio Partido Republicano, em que parte da sua base acusa o Presidente de tentar travar a divulgação dos ficheiros. A Câmara dos Representantes dos EUA prepara-se para votar uma lei para a divulgação pública de milhares de documentos e o Presidente dos Estados Unidos, depois de chamar traidores aos republicanos que alinharam com os democratas, diz agora a todos para votarem favoravelmente a lei. Para fazer a análise deste caso e do quanto ele está a condicionar a acção política do Presidente dos Estados Unidos, conversamos com o comentador da SIC João Maria Jonet. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este martes se enfrentaron la secretaria general del Partido Republicano, Ruth Hurtado, y el presidente del Partido Comunista, Lautaro Carmona, representantes de las colectividades a las que pertenecen los dos candidatos. En su participación en El Primer Café de Cooperativa, la secretaria general del partido de Kast acusó a la candidata de querer profundizar lo que hizo “un gobierno fracasado”, el presidente del PC dijo que no se pueden negar avances. Conduce Cecilia Rovaretti.
En el "Política Podcast", los conductores Rocío Gambra y Pablo Hübner analizaron los resultados de las elecciones parlamentarias y presidenciales. Destacaron el sorpresivo tercer lugar de Franco Parisi, la reconfiguración de fuerzas en el Congreso con pérdidas para la centroizquierda y Chile Vamos, y el ascenso del Partido Republicano y el Partido de la Gente.
O Chile vai polarizado para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 14 de dezembro. A candidata Jeannette Jara, do Partido Comunista, vai enfrentar o ultradireitista José Antonio Kast, do Partido Republicano. As diferentes forças da direita que se apresentaram nas urnas conseguiram, juntas, um apoio majoritário no primeiro turno, realizado ontem. Com mais de 80% das urnas apuradas, a candidata do governo, apoiada pelo presidente Gabriel Boric, se impunha com 26,7% dos votos, seguida de perto por Kast, com 24,1%. Em terceiro lugar, estava o populista Franco Parisi, do Partido de La Gente, com 19,4%, à frente do libertário Johannes Kaiser, com 13,9%, e de Evelyn Matthei, de centro-direita, com 12,7% dos votos. Kaiser e Matthei declararam apoio a Kast após a divulgação dos resultados parciais. Em entrevista à Rádio Eldorado, Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM São Paulo, disse que “tudo indica que Kust deve ganhar mais apoio”. Ele não descartou, no entanto, a possibilidade de uma reviravolta para conter o avanço da extrema-direita. Na entrevista, Uebel também foi questionado sobre o anúncio feito na semana passada pelo secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, de uma operação militar na América do Sul, denominada “Lança do Sul”, com o objetivo de combater o que chamou de “narcoterroristas”, tendo como alvo principal a Venezuela. Para Uebel, ainda não está claro se a intenção americana é derrubar o governo de Nicolás Maduro. “Quem faz mudança de regime não anuncia, executa”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O fim do shutdown caiu sobre Washington como aquele momento em que as luzes da festa acendem antes da hora. Todo mundo tenta organizar o próprio discurso, improvisar uma narrativa de vitória e mostrar alguma musculatura política, mas o clima geral é de ressaca institucional. A máquina pública voltou a funcionar, mas algo ficou desalinhado nos bastidores. Democratas e republicanos circulam pelos corredores com aquela segurança performática típica do jogo político, enquanto, internamente, fazem as contas sobre o que realmente ganharam ou deixaram escapar. Thiago de Aragão, analista político Nenhum dos lados sai exatamente derrotado, mas ambos carregam uma sensação incômoda de que o processo expôs fragilidades que eles prefeririam manter fora do alcance do público. Os republicanos foram rápidos em se declarar vitoriosos. A reabertura do governo sem conceder a principal exigência democrata virou manchete conveniente e ajudou a reforçar o discurso de rigor fiscal que a base conservadora quer ouvir. A narrativa é limpa, direta e eficiente. Só que a política raramente se resume ao texto final da lei. O país sentiu, de forma concreta, o impacto da paralisação. Voos atrasados, serviços essenciais interrompidos, pagamentos represados, filas, irritação generalizada. A memória coletiva costuma transformar esse tipo de frustração em cobrança. Ao assumirem o protagonismo no desfecho do impasse, os republicanos também assumiram a responsabilidade por fazer a engrenagem voltar a girar com ritmo. Se nas próximas semanas o governo parecer lento, desorganizado ou intermitente, a suposta vitória pode se dissolver em desgaste. Democratas deixaram escapar o timing Do lado democrata, o cenário é quase um espelho invertido. Eles conseguiram manter a discussão sobre saúde no centro da arena, exatamente onde queriam. A retomada imediata de programas sociais reforça a narrativa de que defendem políticas públicas que tocam a vida real das pessoas. Isso tem valor político tangível. Mas internamente o sentimento é de que o partido deixou escapar o timing. Muitos democratas avaliam que poderiam ter mantido a pressão por mais tempo para extrair concessões adicionais em subsídios e políticas de acesso à saúde. O tema continua vivo, mas aquele instante perfeito, raro e precioso em negociações dessa natureza, evaporou. E perder o instante certo, na política americana, costuma custar tão caro quanto perder a própria votação. Por trás dessa disputa de versões está um elemento estrutural que nenhum dos partidos gosta de encarar de frente. A engrenagem orçamentária virou uma sequência permanente de soluções temporárias, gambiarras legislativas e improvisações de última hora. As “resoluções contínuas”, que deveriam ser medidas excepcionais, se transformaram no modus operandi. A cada ciclo, a confiança no processo se desgasta um pouco mais. A economia sente. O setor público sente. A imagem internacional sente. E tudo isso decorre de um modelo que opera mais pelo medo do colapso do que pela capacidade de governar com previsibilidade. "Commodity tempo" Nesse contexto, o que o shutdown realmente ofereceu foi uma commodity curiosa: tempo. Não o tempo produtivo, que permite planejar, negociar e avançar. Mas um tempo artificial, comprado às pressas, que apenas empurra adiante a mesma crise de sempre. É a sensação de que o país vive uma coreografia repetida, onde cada partido dança como se controlasse o ritmo, embora ambos saibam que a música está fora de compasso há anos. Agora, com o governo religando suas funções e o próximo prazo já sinalizando no calendário, democratas e republicanos retomam a arena como se estivessem começando algo novo, quando, na verdade estão prolongando o mesmo impasse. Carregam declarações afiadas, vitórias parciais, promessas de reorganização e um cansaço disfarçado que ninguém admite publicamente. A verdadeira métrica de sucesso não está no ato de reabrir o governo, mas no que serão capazes de entregar até o início do próximo ciclo orçamentário. Se conseguirem estabilizar serviços, avançar em saúde e aprovar o restante do orçamento sem mergulhar o país em outra turbulência, poderão vender a narrativa de que o custo da paralisação valeu a pena. Caso contrário, o episódio será lembrado como mais um capítulo de um sistema que opera no limite da improvisação. Washington, no fim das contas, volta ao modo de sempre: funcional por fora, tenso por dentro, tentando passar ao mundo a impressão de que tudo está sob controle. Mas, dessa vez, com a sensação, cada vez mais difícil de esconder, de que o relógio institucional está avançando mais rápido do que a capacidade política de acompanhá-lo.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (13/11/2025): O Tribunal de Contas da União (TCU) vai criar uma força-tarefa para fiscalizar as estatais federais. A iniciativa foi anunciada após relatório do Tesouro Nacional, ter apontado que nove estatais, em um conjunto de 27 empresas públicas, têm hoje trajetória de “deterioração de resultados”, com riscos “consideráveis” para as contas públicas. Entre essas companhias, estão os Correios, a Casa da Moeda e a Infraero . O presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, disse que os técnicos da Corte não vão se ater apenas aos aspectos financeiros e vão avaliar também outros fatores que pesam nas dificuldades fiscais das estatais, como a governança, a operação e a qualidade da gestão. E mais: Economia: EUA sinalizam que, além do café, podem baixar as tarifas de frutas Internacional: E-mails ligam Trump a escândalo sexual Metrópole: Oposição a Trump nos EUA ocupa espaço aberto por sua ausência na COP Política: PF diz que ‘ex-nora’ de Lula atuou por repasses do MEC para empresa suspeitaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Chile lleva tres meses sumido en campaña electoral de cara a las presidenciales del próximo domingo 16 de noviembre. Ese día se celebrará la primera vuelta, pero todo indica que habrá balotaje porque ninguno de los favoritos consigue superar el 30% de intención de voto en las encuestas. La segunda vuelta, de ser necesaria, está prevista para el 14 de diciembre. Estas elecciones ponen fin al mandato de Gabriel Boric, que en 2021 ganó en segunda vuelta a José Antonio Kast por 10 puntos de diferencia. Aquellos comicios parecían cerrar el ciclo que se abrió con el estallido social de 2019, pero no fue así. Los ecos de aquellas protestas que paralizaron el país durante meses duraron hasta el rechazo del plebiscito constitucional hace dos años, cuando Boric se encontraba ya a mitad de mandato. Eso fue lo que marcó el final de este periodo tan convulso en la historia reciente de Chile. La popularidad de Boric es relativamente baja, pero un tercio de los chilenos aprueban de forma muy entusiasta su gestión. La Constitución de 1980 le impide la reelección inmediata, por lo que busca continuidad en Jeannette Jara, una candidata que hasta abril fue su ministra de trabajo. En Chile el voto es obligatorio desde hace tres años, lo que anticipa una alta participación. La campaña dio comienzo en agosto, ha sido muy intensa y el panorama político se presenta realmente fragmentado. Hay ocho candidatos y cuatro grandes temas de debate: la inseguridad, los problemas económicos, la inmigración y las reformas del gobierno Boric. La inseguridad lidera con mucho las preocupaciones de los chilenos. En torno al 80% considera que el país es inseguro y solo el 39% se siente tranquilo caminando de noche por la calle. Aunque Chile sigue siendo más seguro que la mayor parte de países de Sudamérica, el crimen organizado ha crecido en los últimos años. Todos los candidatos proponen mano dura (cárceles, policía y leyes más duras), un terreno claramente favorable a la derecha. En economía, la inflación del 4% y el desempleo del 8% es también motivo de preocupación junto a las listas de espera hospitalarias, la vivienda y la corrupción, pero el eje central del debate es la delincuencia. Jeannette Jara representa al oficialismo. Lidera las encuestas con un 25-30% de esperanza de voto y ha prometido acabar con el secreto bancario y un ingreso mínimo de 750.000 pesos (unos 700 euros) para familias vulnerables. Tras ella hay otros tres candidatos que podrían pasar a segunda vuelta: Evelyn Matthei, alcaldesa de Providencia y exministra de Sebastián Piñera, de centro derecha, José Antonio Kast, líder del Partido Republicano, de derecha conservadora y el nacional libertario Johannes Kaiser, diputado y hermano del Axel Kaiser, que se estrena como candidato con una receta que recuerda mucho a Javier Milei y a la derecha identitaria europea. A la primera vuelta la izquierda llega formando un bloque tras la candidatura de Jeannette Jara. La derecha, por el contrario, está dividida entre Matthei, Kast y Kaiser. Las encuestas apuntan a una segunda vuelta prácticamente segura. Lo más probable es que Jara pase sin problema. La pregunta es saber si Kast o Kaiser competirán con ella. El 14 de diciembre saldremos de dudas, pero sólo después una campaña que se promete muy caliente tras la criba del domingo. En La ContraRéplica 0:00 Introducción 4:00 Chile: Jara, Kast o Kaiser 34:51 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 36:50 El peronismo y el PSOE 44:22 México y Perú rompen relaciones · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #chile #kast Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Tras más de 40 días de parálisis del Gobierno federal, legisladores demócratas y republicanos se acercan a un acuerdo temporal que permitiría reabrir los servicios públicos en Estados Unidos, pagar salarios atrasados y evitar más despidos, mientras continúa el pulso político por el presupuesto y la financiación del sistema de salud.
Buenos días. Un trap (ojo, no rap, no confundir) es hoy el centro de la polémica. La pieza musical lanzada por la candidatura de Evelyn Matthei -con cierta estética octubrista y dudosas rimas- contiene críticas al gobierno, a Jeannette Jara y a José Antonio Kast. El abanderado del Partido Republicano trató de no enganchar con los dardos que le lanzan en la canción, pero fue claro: “Creo que se hace daño ella misma y le hace un daño a una posibilidad real de que es derrotar en primera vuelta a la candidata de la izquierda del Partido Comunista de la continuidad”. También salieron a responder desde La Moneda. “Lo único que da cuenta es de la degradación del debate y de la pobreza de las ideas”, dijo la ministra Camila Vallejo. Si bien hay quienes dicen que se debe arriesgar todo a 10 días de las elecciones, el generar divisiones en el sector que podría llegar al poder en marzo poco ayudaría a ese cometido polémicas como esta.
Las elecciones locales en EE.UU. marcaron un giro tras la victoria del demócrata Zohran Mamdani, socialista y musulmán, quien será el nuevo alcalde de Nueva York y se declara como un contrapeso a Donald Trump. El partido del presidente también sufrió derrotas en Virginia y Nueva Jersey. ¿Marcan estos resultados un cambio de rumbo en el panorama político? Lo analizamos en El Debate.
Los fondos del gobierno federal están bloqueados debido al desacuerdo entre republicanos y demócratas ("shutdown"). En consecuencia, varias agencias han cerrado y hay amenazas de recortes a diversos programas, entre ellos, el de ayuda alimentaria a los más pobres (SNAP) cuyos fondos de funcionamiento podrían reducirse a la mitad, advirtió Trump. Entrevista con Juan Alegría, de Common Pantry, centro de ayuda en Chicago. Cerca de 42 millones de estadounidenses se benefician del Programa de Asistencia Nutricional Suplementaria, conocido por sus siglas en inglés como SNAP. La administración de Trump anunció que sus beneficiarios recibirán pagos parciales a partir de este mes de noviembre, aunque la justicia le exige brindar la ayuda completa. A Juan Alegría, de la asociación Common Pantry (“Despensa Común”), no lo sorprendió la decisión de Trump. "Nosotros ya sabíamos que, de una u otra forma, este gobierno iba a tratar de victimizar a la gente más vulnerable, más pobre, más necesitada. En este programa de alimentación hay un fondo preparado específicamente para situaciones como las que estamos enfrentando. Es un fondo al que se puede acceder inmediatamente. Pero ellos han estado diciendo que no existe, que no podían y, sobre todo, que lo que está pasando es por culpa de los demócratas. Pero los demócratas no tienen ningún poder en este momento". Hakeem Jeffries, líder de la minoría demócrata en la Cámara de Diputados, acusó a Trump y a su partido de "instrumentalizar el hambre". Esta es una situación paradójica, pues los más afectados son, sobre todo, los estadounidenses que votaron por Trump hace un año, sostiene Juan Alegría. Los estados republicano del sur son los más afectados "Esta situación está afectando a los votantes republicanos casi en una forma mayor que a los votantes demócratas, porque los estados del sur son los más necesitados. Estados demócratas como, por ejemplo, California, Nueva York e incluso Illinois, proveen más fondos al gobierno federal de los que reciben en servicios". La administración Trump aseguró que el SNAP tendrá que hacer cálculos para cada estado, pues de los 8.000 millones de dólares solo dispondrá de 5.000 millones. En la asociación de Juan Alegría ya se están preparando para trabajar con menos recursos. "Probablemente un 25% de los fondos públicos, especialmente a nivel federal, se van a agotar al mismo tiempo. La demanda de estos servicios va a aumentar. Ahora vamos a tener que comenzar a restringir un poco para poder abarcar el nivel de demanda que se espera en este tipo de situaciones", concluye Alegría.
Al cumplirse un año de la segunda victoria presidencial de Donald Trump, Estados Unidos enfrenta un nuevo récord histórico: el cierre gubernamental más prolongado de su historia. Esta emisión de El Debate analiza quién tiene la responsabilidad de esta situación: ¿demócratas o republicanos?. Además, aborda qué impacto podrían tener las elecciones locales de este 4 de noviembre.
Los fondos del gobierno federal están bloqueados debido al desacuerdo entre republicanos y demócratas ("shutdown"). En consecuencia, varias agencias han cerrado y hay amenazas de recortes a diversos programas, entre ellos, el de ayuda alimentaria a los más pobres (SNAP) cuyos fondos de funcionamiento podrían reducirse a la mitad, advirtió Trump. Entrevista con Juan Alegría, de Common Pantry, centro de ayuda en Chicago. Cerca de 42 millones de estadounidenses se benefician del Programa de Asistencia Nutricional Suplementaria, conocido por sus siglas en inglés como SNAP. La administración de Trump anunció que sus beneficiarios recibirán pagos parciales a partir de este mes de noviembre, aunque la justicia le exige brindar la ayuda completa. A Juan Alegría, de la asociación Common Pantry (“Despensa Común”), no lo sorprendió la decisión de Trump. "Nosotros ya sabíamos que, de una u otra forma, este gobierno iba a tratar de victimizar a la gente más vulnerable, más pobre, más necesitada. En este programa de alimentación hay un fondo preparado específicamente para situaciones como las que estamos enfrentando. Es un fondo al que se puede acceder inmediatamente. Pero ellos han estado diciendo que no existe, que no podían y, sobre todo, que lo que está pasando es por culpa de los demócratas. Pero los demócratas no tienen ningún poder en este momento". Hakeem Jeffries, líder de la minoría demócrata en la Cámara de Diputados, acusó a Trump y a su partido de "instrumentalizar el hambre". Esta es una situación paradójica, pues los más afectados son, sobre todo, los estadounidenses que votaron por Trump hace un año, sostiene Juan Alegría. Los estados republicano del sur son los más afectados "Esta situación está afectando a los votantes republicanos casi en una forma mayor que a los votantes demócratas, porque los estados del sur son los más necesitados. Estados demócratas como, por ejemplo, California, Nueva York e incluso Illinois, proveen más fondos al gobierno federal de los que reciben en servicios". La administración Trump aseguró que el SNAP tendrá que hacer cálculos para cada estado, pues de los 8.000 millones de dólares solo dispondrá de 5.000 millones. En la asociación de Juan Alegría ya se están preparando para trabajar con menos recursos. "Probablemente un 25% de los fondos públicos, especialmente a nivel federal, se van a agotar al mismo tiempo. La demanda de estos servicios va a aumentar. Ahora vamos a tener que comenzar a restringir un poco para poder abarcar el nivel de demanda que se espera en este tipo de situaciones", concluye Alegría.
Este 4 de noviembre, el cierre del Gobierno estadounidense, el llamado “shutdown”, cumple 35 días, igualando el más largo de la historia que tuvo lugar en 2019 durante el primer mandato de Donald Trump. Republicanos y Demócratas no logran un acuerdo para extender el presupuesto gubernamental y las agencias públicas ya se ven afectadas. La ayuda alimentaria, que beneficia a 42 millones de estadounidenses, se reducirá a la mitad por falta de fondos. Son 35 días de cierre de Gobierno, igualando un récord que se va a batir. El presupuesto del Ejecutivo ha expirado y Republicanos y Demócratas no logran un acuerdo en el Capitolio para aprobar una extensión que permita la financiación de las operaciones gubernamentales. Numerosas agencias han detenido total o parcialmente sus operaciones y miles de trabajadores públicos han sido suspendidos temporalmente de su empleo o deben trabajar gratis. Los demócratas “quieren que este conflicto político persista” Los republicanos tienen la mayoría absoluta en la Cámara de Representantes y todo depende del Senado, donde el partido de Donald Trump cuenta con 53 escaños y necesita siete apoyos, de demócratas o independientes, para aprobar un mayor techo de gasto. Andrés Guilarte es republicano y vicepresidente de Investigación de Opinión de EyesOver US. Cree que los demócratas no mueven ficha porque pueden sacar rédito político: “El votante promedio asume que bueno, si los que están en el poder son los republicanos, hay una leve mayoría que piensa que aquí se tiene que culpar a los republicanos. Pero hay unas elecciones muy importantes en Virginia para el gobernador, en New Jersey para gobernador, y en Nueva York hay elecciones para el alcalde, y creemos que una de las razones por las cuales los demócratas no quieren terminar de abrir el Gobierno, es porque quieren que este conflicto político persista, para ver si eso tiene algún tipo de rédito positivo para ellos. Porque esas tres elecciones están usando esos argumentos también, de que tienen que votar por nosotros porque los republicanos no quieren abrir el Gobierno”. Los republicanos “le están fallando al pueblo americano” La situación podría resumirse así: los republicanos quieren acordar primero la ampliación de presupuesto y luego negociar las demandas demócratas, principalmente en sanidad, y los demócratas quieren llegar primero a un acuerdo sobre sus demandas y después ampliar el presupuesto. Annabel Guillén-Casañas es estratega política demócrata. Piensa que el inmovilismo en el Capitolio viene de que los republicanos no se atreven a negociar sin el visto bueno de Trump. Es momento de poner la política a un lado, y que el Congreso asuma su responsabilidad. Ahora mismo, en la Cámara de Representantes lo que tenemos son sellos de goma. Lo que diga el presidente Trump es lo que el speaker Johnson va a hacer. La responsabilidad mayor está entonces en este momento en el Partido Republicano. Al final del día le están fallando al pueblo americano. Son nuestros congresistas y esos senadores que tienen el poder de ir por encima del presidente y no lo hacen. De momento, se considera que la actual parálisis del Gobierno ha costado al país más de 14.000 millones de dólares.
Este 4 de noviembre, el cierre del Gobierno estadounidense, el llamado “shutdown”, cumple 35 días, igualando el más largo de la historia que tuvo lugar en 2019 durante el primer mandato de Donald Trump. Republicanos y Demócratas no logran un acuerdo para extender el presupuesto gubernamental y las agencias públicas ya se ven afectadas. La ayuda alimentaria, que beneficia a 42 millones de estadounidenses, se reducirá a la mitad por falta de fondos. Son 35 días de cierre de Gobierno, igualando un récord que se va a batir. El presupuesto del Ejecutivo ha expirado y Republicanos y Demócratas no logran un acuerdo en el Capitolio para aprobar una extensión que permita la financiación de las operaciones gubernamentales. Numerosas agencias han detenido total o parcialmente sus operaciones y miles de trabajadores públicos han sido suspendidos temporalmente de su empleo o deben trabajar gratis. Los demócratas “quieren que este conflicto político persista” Los republicanos tienen la mayoría absoluta en la Cámara de Representantes y todo depende del Senado, donde el partido de Donald Trump cuenta con 53 escaños y necesita siete apoyos, de demócratas o independientes, para aprobar un mayor techo de gasto. Andrés Guilarte es republicano y vicepresidente de Investigación de Opinión de EyesOver US. Cree que los demócratas no mueven ficha porque pueden sacar rédito político: “El votante promedio asume que bueno, si los que están en el poder son los republicanos, hay una leve mayoría que piensa que aquí se tiene que culpar a los republicanos. Pero hay unas elecciones muy importantes en Virginia para el gobernador, en New Jersey para gobernador, y en Nueva York hay elecciones para el alcalde, y creemos que una de las razones por las cuales los demócratas no quieren terminar de abrir el Gobierno, es porque quieren que este conflicto político persista, para ver si eso tiene algún tipo de rédito positivo para ellos. Porque esas tres elecciones están usando esos argumentos también, de que tienen que votar por nosotros porque los republicanos no quieren abrir el Gobierno”. Los republicanos “le están fallando al pueblo americano” La situación podría resumirse así: los republicanos quieren acordar primero la ampliación de presupuesto y luego negociar las demandas demócratas, principalmente en sanidad, y los demócratas quieren llegar primero a un acuerdo sobre sus demandas y después ampliar el presupuesto. Annabel Guillén-Casañas es estratega política demócrata. Piensa que el inmovilismo en el Capitolio viene de que los republicanos no se atreven a negociar sin el visto bueno de Trump. Es momento de poner la política a un lado, y que el Congreso asuma su responsabilidad. Ahora mismo, en la Cámara de Representantes lo que tenemos son sellos de goma. Lo que diga el presidente Trump es lo que el speaker Johnson va a hacer. La responsabilidad mayor está entonces en este momento en el Partido Republicano. Al final del día le están fallando al pueblo americano. Son nuestros congresistas y esos senadores que tienen el poder de ir por encima del presidente y no lo hacen. De momento, se considera que la actual parálisis del Gobierno ha costado al país más de 14.000 millones de dólares.
Em outubro de 2025, o ex-presidente Donald Trump anunciou um plano para aumentar substancialmente a importação de carne da Argentina, com o objetivo de reduzir os preços da carne bovina nos Estados Unidos. A medida, além de econômica, tinha também uma faceta diplomática ao favorecer um país aliado em dificuldades econômicas. No entanto, para muitos pecuaristas americanos, o gesto soou como uma traição à agenda de “América Primeiro” e provocou uma onda de indignação no setor agropecuário. Thiago de Aragão, cientista político, de Washington, A propalada estratégia consistia em ampliar a cota tarifária para a carne argentina para cerca de 80 000 toneladas por ano, algo em torno de quatro vezes o nível anterior, de modo a permitir que mais carne entrasse nos EUA com tarifas reduzidas. A justificativa apresentada era clara: os preços da carne bovina estavam em níveis recordes, em parte em razão da redução do rebanho nacional e dos custos elevados de produção, e a importação serviria como alívio rápido para o consumidor. Além disso, an Argentina, fragilizada economicamente, era vista por Trump como um parceiro que merecia apoio externo, uma combinação de política doméstica e diplomacia externa.O anúncio gerou reação imediata entre os pecuaristas e suas associações de representação. A National Cattlemen's Beef Association (NCBA) declarou que ampliar o acesso da carne argentina ao mercado americano “cria caos em momento crítico para os produtores” e “não reduz os preços no supermercado”. utro grupo relevante, a U.S. Cattlemen's Association (USCA), alertou que a medida “enfraquece a base da nossa indústria”. O mercado também reagiu: os contratos futuros de gado apresentaram queda acentuada logo após os anúncios, sinalizando apreensão sobre o impacto da política no valor do animal antes do abate. Além da dimensão econômica, a insatisfação alcançou o campo político, com parlamentares de estados pecuaristas, tradicionalmente aliados de Trump, questionando a consistência da iniciativa com o discurso “América Primeiro”. Ceticismo com a estratégia Do ponto de vista econômico, embora a ideia pareça simples, mais importações para “fornecer mais oferta” e reduzir preços, os analistas são céticos quanto à sua eficácia. A Argentina é responsável por cerca de 2% das importações de carne bovina dos Estados Unidos. Por isso, mesmo que suas exportações aumentem significativamente, é pouco provável que isso tenha um impacto relevante nos preços do bife ou do lombo premium no mercado americano. No entanto, importações adicionais podem pressionar o mercado de carne moída, já que muitos cortes importados são magros e destinados à mistura. Para os pecuaristas, o risco é duplo: além de pressão sobre o preço recebido pelo gado, há desalento para reinvestir e recompor um rebanho que ficou comprimido durante anos. Politicamente, a iniciativa revela fissuras na base rural do Partido Republicano e lança dúvidas sobre a fidelidade de certas políticas do Estado à defesa dos produtores domésticos. O risco para Trump é perder credibilidade entre aqueles que, até então, lhe davam suporte incondicional. Controvérsia A controvérsia envolvendo a carne argentina expõe de forma clara a tensão entre manter os preços baixos para o consumidor, defender a produção doméstica e conduzir política externa de forma estratégica. Não há vilões claros: consumidores buscam alívio, produtores querem renda justa, governo tenta mostrar ação. Mas a elegância da boa política está justamente em conciliar essas demandas. Aqui, o que se vê é uma tentativa de atalho que pode sair caro, um gesto de curto prazo que desvia prioridades estruturais e compromete suporte num setor sensível. O episódio serve de lembrete de que segurança alimentar e prosperidade rural caminham lado a lado: negligenciar um em favor do outro é convite à frustração e à instabilidade.
El 2024 fue marcado por una profunda desestabilización de los derechos de las mujeres. Las Naciones Unidas estiman que un país de cuatro ha registrado un retroceso neto del derecho de las mujeres, sin contar las que viven en un territorio marcado por la guerra. En este contexto, la diplomacia feminista intenta subsanar las inmensas grietas. A pesar de la urgencia, pocos países comparten esta visión. En Latinoamérica, solo México, Colombia y Chile han incluido en su diplomacia la perspectiva de género. En un momento en que el multilateralismo y los derechos de las mujeres retroceden, Gloria de la Fuente, viceministra de Relaciones exteriores de Chile, aboga por una diplomacia feminista para "enfrentar las amenazas". Fue en 1995 con la declaración de Beijing y una resolución del Consejo de seguridad de la ONU establecieron las bases de un compromiso colectivo de garantizar los derechos de las mujeres y eliminar todo tipo de violencia. Así se cimentó la diplomacia feminista con el objetivo de poner en el foco de las relaciones internacionales la perspectiva de género. Treinta años después, se celebra en París la cuarta Conferencia ministerial de diplomacias feministas organizada por el Ministerio de Relaciones Exteriores francés. Es en este marco que la viceministra de Relaciones Exteriores, Gloria de la Fuente, expone la visión de Chile en materia de diplomacia feminista. Si bien la apelación data solamente del mandato Boric, de la Fuente, asegura que su "país viene comprometido desde los años 50 en avanzar en una agenda multilateral, sobre todo, pero también a nivel nacional sobre igualdad de género. Ha habido momentos de la humanidad, momentos de la agenda multilateral, donde ha habido un salto. El problema es que esos saltos, así como la democracia, no es un régimen que esté garantizado, los saltos en materia de igualdad de género tampoco están garantizados." ¿Qué cambia para las mujeres la diplomacia feminista? Para Chile, promover una agenda internacional feminista es tener una mirada transversal que toca la agenda bilateral, la multilateral, la cooperación, el comercio internacional: "Nosotros somos uno de los primeros países que ha incorporado capítulos de género en los acuerdos comerciales. Esto ha significado en datos muy concretos que las personas o las mujeres hoy en día tienen la posibilidad de acceder a mercados internacionales con sus productos generando bienestar y desarrollo para la comunidad en su conjunto". Esta visión incluye también el ámbito consular "en la atención de nuestros connacionales en el exterior". En tiempos de desmantelamiento del multilateralismo y de ataque constante a los esfuerzos diplomáticos, el mensaje de una Conferencia sobre diplomacia feminista puede parecer inaudible. Gloria de la Fuente discrepa: "Es más necesario que nunca empujar este tipo de conferencias, no solo para ver lo que hemos avanzado, porque yo creo que efectivamente hemos tenido avances importantes en nuestros países, quienes nos hemos comprometido con esta manera de mirar la política exterior, sino que sobre todo para entender que tenemos amenazas. Esas amenazas no solamente amenazan la vida de las mujeres o los derechos conquistados, sino que en muchos casos el futuro del desarrollo. En eso no solamente están afectadas las mujeres y las niñas, la sociedad en su conjunto se ve afectada." El balance de la presidencia feminista de Gabriel Boric A diplomacia feminista, presidencia feminista. Así lo declaró Gabriel Boric al asumir en el 2022. Ahora está por concluirse su mandato, los chilenos van a las urnas el próximo 16 de noviembre. Uno de los grandes proyectos de este mandato era ampliar el aborto hasta las 14 semanas de gestación sin necesidad de que esté en una de las tres causales por las cuales el aborto es permitido en Chile desde el 2017. Por ahora no se ha podido concretar: "Se requiere para aprobar ciertas iniciativas, grandes mayorías. Nosotros no tenemos hoy en día la mayoría que se requiere en el Congreso para avanzar en esta iniciativa. Ahora creo que sí ha sido muy importante reconocer que ha habido un avance importante. Nos demoramos muchos años en discutir el aborto en tres causales. Hoy en día estamos ampliando la discusión hacia un aborto en el Fondo libre en todas sus circunstancias. "[Es necesario] una política pública que le brinda a las mujeres que tienen que en el fondo tienen que optar por un aborto, por distintas circunstancias en su propia vida, que tengan las condiciones de que este sea de manera segura y realizada de manera segura y en igualdad de condiciones", explica Gloria de la Fuente. En las próximas elecciones chilenas se enfrentan la candidata del oficialismo y la Democracia Cristiana, Jeannette Jara, y el abanderado del Partido Republicano, José Antonio Kast, de extrema derecha. Si bien Jeannette Jara lidera las encuestas, en un eventual balotaje no llegaría a la presidencia. Pero si las urnas desmienten las encuestas, Jeannette Jara seguiría los pasos de Michelle Bachelet, presidenta del país en dos ocasiones. Dirigió ONU Mujeres, fue alta comisionada de la ONU para los derechos humanos y es ahora candidata a la sucesión de António Guterres. ¿Michelle Bachelet primera mujer Secretaria general de la ONU ? Gloria de la Fuente cree en la candidatura de Bachelet porque además de su experiencia "tiene una visión muy clara conociendo el sistema de Naciones Unidas desde dentro, pero también teniendo un compromiso muy férreo con los derechos humanos, con la sustentabilidad. Además, entendiendo que el multilateralismo hoy en día requiere justamente una mirada sobre la necesidad interna de Naciones Unidas de generar sin lugar a dudas, algunos ajustes en este sistema multilateral que ya lleva 80 años." El mandato de Guterres va hasta finales del 2026 cuando se sabrá si Bachelet agregará una nueva línea a su curriculum. Pero mucho antes se dará a conocer el nombre de la o del sucesor de Gabriel Boric. Según las encuestas, seis años tras el estallido social y tras esta presidencia, los chilenos no tienen la intención de reanudar con un proyecto de izquierdas. Si bien Gloria de la Fuente tiene un deber de reserva dice confiar en el proceso electoral y "en que la democracia en nuestro país, la sabiduría del pueblo chileno, de la ciudadanía en Chile, hará lo propio para poder tener un proyecto de futuro que finalmente donde finalmente quepan todas las personas en Chile." #EscalaenParís también está en redes sociales Un programa coordinado por Julia Courtois, realizado por Souheil Khedir y Jérémie Boucher
El 2024 fue marcado por una profunda desestabilización de los derechos de las mujeres. Las Naciones Unidas estiman que un país de cuatro ha registrado un retroceso neto del derecho de las mujeres, sin contar las que viven en un territorio marcado por la guerra. En este contexto, la diplomacia feminista intenta subsanar las inmensas grietas. A pesar de la urgencia, pocos países comparten esta visión. En Latinoamérica, solo México, Colombia y Chile han incluido en su diplomacia la perspectiva de género. En un momento en que el multilateralismo y los derechos de las mujeres retroceden, Gloria de la Fuente, viceministra de Relaciones exteriores de Chile, aboga por una diplomacia feminista para "enfrentar las amenazas". Fue en 1995 con la declaración de Beijing y una resolución del Consejo de seguridad de la ONU establecieron las bases de un compromiso colectivo de garantizar los derechos de las mujeres y eliminar todo tipo de violencia. Así se cimentó la diplomacia feminista con el objetivo de poner en el foco de las relaciones internacionales la perspectiva de género. Treinta años después, se celebra en París la cuarta Conferencia ministerial de diplomacias feministas organizada por el Ministerio de Relaciones Exteriores francés. Es en este marco que la viceministra de Relaciones Exteriores, Gloria de la Fuente, expone la visión de Chile en materia de diplomacia feminista. Si bien la apelación data solamente del mandato Boric, de la Fuente, asegura que su "país viene comprometido desde los años 50 en avanzar en una agenda multilateral, sobre todo, pero también a nivel nacional sobre igualdad de género. Ha habido momentos de la humanidad, momentos de la agenda multilateral, donde ha habido un salto. El problema es que esos saltos, así como la democracia, no es un régimen que esté garantizado, los saltos en materia de igualdad de género tampoco están garantizados." ¿Qué cambia para las mujeres la diplomacia feminista? Para Chile, promover una agenda internacional feminista es tener una mirada transversal que toca la agenda bilateral, la multilateral, la cooperación, el comercio internacional: "Nosotros somos uno de los primeros países que ha incorporado capítulos de género en los acuerdos comerciales. Esto ha significado en datos muy concretos que las personas o las mujeres hoy en día tienen la posibilidad de acceder a mercados internacionales con sus productos generando bienestar y desarrollo para la comunidad en su conjunto". Esta visión incluye también el ámbito consular "en la atención de nuestros connacionales en el exterior". En tiempos de desmantelamiento del multilateralismo y de ataque constante a los esfuerzos diplomáticos, el mensaje de una Conferencia sobre diplomacia feminista puede parecer inaudible. Gloria de la Fuente discrepa: "Es más necesario que nunca empujar este tipo de conferencias, no solo para ver lo que hemos avanzado, porque yo creo que efectivamente hemos tenido avances importantes en nuestros países, quienes nos hemos comprometido con esta manera de mirar la política exterior, sino que sobre todo para entender que tenemos amenazas. Esas amenazas no solamente amenazan la vida de las mujeres o los derechos conquistados, sino que en muchos casos el futuro del desarrollo. En eso no solamente están afectadas las mujeres y las niñas, la sociedad en su conjunto se ve afectada." El balance de la presidencia feminista de Gabriel Boric A diplomacia feminista, presidencia feminista. Así lo declaró Gabriel Boric al asumir en el 2022. Ahora está por concluirse su mandato, los chilenos van a las urnas el próximo 16 de noviembre. Uno de los grandes proyectos de este mandato era ampliar el aborto hasta las 14 semanas de gestación sin necesidad de que esté en una de las tres causales por las cuales el aborto es permitido en Chile desde el 2017. Por ahora no se ha podido concretar: "Se requiere para aprobar ciertas iniciativas, grandes mayorías. Nosotros no tenemos hoy en día la mayoría que se requiere en el Congreso para avanzar en esta iniciativa. Ahora creo que sí ha sido muy importante reconocer que ha habido un avance importante. Nos demoramos muchos años en discutir el aborto en tres causales. Hoy en día estamos ampliando la discusión hacia un aborto en el Fondo libre en todas sus circunstancias. "[Es necesario] una política pública que le brinda a las mujeres que tienen que en el fondo tienen que optar por un aborto, por distintas circunstancias en su propia vida, que tengan las condiciones de que este sea de manera segura y realizada de manera segura y en igualdad de condiciones", explica Gloria de la Fuente. En las próximas elecciones chilenas se enfrentan la candidata del oficialismo y la Democracia Cristiana, Jeannette Jara, y el abanderado del Partido Republicano, José Antonio Kast, de extrema derecha. Si bien Jeannette Jara lidera las encuestas, en un eventual balotaje no llegaría a la presidencia. Pero si las urnas desmienten las encuestas, Jeannette Jara seguiría los pasos de Michelle Bachelet, presidenta del país en dos ocasiones. Dirigió ONU Mujeres, fue alta comisionada de la ONU para los derechos humanos y es ahora candidata a la sucesión de António Guterres. ¿Michelle Bachelet primera mujer Secretaria general de la ONU ? Gloria de la Fuente cree en la candidatura de Bachelet porque además de su experiencia "tiene una visión muy clara conociendo el sistema de Naciones Unidas desde dentro, pero también teniendo un compromiso muy férreo con los derechos humanos, con la sustentabilidad. Además, entendiendo que el multilateralismo hoy en día requiere justamente una mirada sobre la necesidad interna de Naciones Unidas de generar sin lugar a dudas, algunos ajustes en este sistema multilateral que ya lleva 80 años." El mandato de Guterres va hasta finales del 2026 cuando se sabrá si Bachelet agregará una nueva línea a su curriculum. Pero mucho antes se dará a conocer el nombre de la o del sucesor de Gabriel Boric. Según las encuestas, seis años tras el estallido social y tras esta presidencia, los chilenos no tienen la intención de reanudar con un proyecto de izquierdas. Si bien Gloria de la Fuente tiene un deber de reserva dice confiar en el proceso electoral y "en que la democracia en nuestro país, la sabiduría del pueblo chileno, de la ciudadanía en Chile, hará lo propio para poder tener un proyecto de futuro que finalmente donde finalmente quepan todas las personas en Chile." #EscalaenParís también está en redes sociales Un programa coordinado por Julia Courtois, realizado por Souheil Khedir y Jérémie Boucher
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversan con Allan Álvarez e Isabel Plá sobre qué tanto se puede extender el conflicto entre Chile Vamos y el Partido Republicano.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (26/09/2025): Investigação do Ministério Público de SP e da Receita Federal aponta que postos de combustíveis e uma rede de hotéis e motéis com unidades em diversas cidades do Estado foram usados para lavar dinheiro do PCC. Mais de 60 motéis foram identificados, a maioria em nome de “laranjas”, com movimentação de R$ 450 milhões entre 2020 e 2024. Foram distribuídos R$ 45 milhões em lucros e dividendos. O esquema ainda envolvia os restaurantes dos motéis, que tinham CNPJs próprios. Um dos envolvidos distribuiu R$ 1,7 milhão em lucros após registrar receita de R$ 6,8 milhões entre 2022 e 2023. A investigação apontou também que a facção opera com contadores próprios. Um dos investigados possui procuração de mais de 200 empresas do ramo de postos de combustíveis. E mais: Economia: IPCA-15 sobe 0,48% em setembro; BC vê inflação na meta só em 2028 Política: Estados copiam modelo de ‘emenda Pix’ e escapam de controle do STF Internacional: Trump pressiona por investigação da fundação do bilionário George Soros Cultura: Terror chinês chega ao BrasilSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Cada año, en el centro de Santiago de Chile, se rinde homenaje al cantautor Víctor Jara, asesinado en septiembre de 1973 tras el golpe militar de Pinochet. Víctor Jara fue torturado durante días y finalmente asesinado en el Estadio Chile, que hoy lleva su nombre. Se convirtió en un ícono político y un referente fundamental de la música chilena, donde es conocido como el “poeta de la revolución”. Víctor Jara (1932–1973) fue un destacado músico, cantautor, profesor, escritor y director de teatro chileno. Su música lo convirtió en una figura emblemática del gobierno de Salvador Allende. Tras el golpe de Estado del 11 de septiembre de 1973, Jara fue detenido, torturado y ejecutado por las fuerzas militares del régimen de Augusto Pinochet. Su muerte lo consolidó como un símbolo de la lucha por los derechos humanos en Chile. Un legado musical fundamental en Chile Amanda Jara, hija de Víctor Jara, ha dedicado su vida a preservar y difundir el legado artístico y político de su padre. A través de la Fundación Víctor Jara, organiza talleres, conciertos y actividades culturales que buscan mantener viva su memoria y promover la reflexión sobre los derechos humanos. Amanda destaca en una entrevista a RFI que su padre era "ante todo un creador y un artista", y explica que "es gracias al arte que se organizan las luchas". Música, memoria y política electoral Las elecciones presidenciales en Chile están programadas para el 16 de noviembre de 2025. Los principales candidatos son José Antonio Kast, del Partido Republicano, y Jeannette Jara, del Partido Comunista. Ambos representan los extremos del espectro político y han protagonizado debates marcados por tensas confrontaciones. En este contexto de polarización y tensión política, el legado de Víctor Jara cobra especial relevancia. Su música y su mensaje siguen siendo una fuente de inspiración para quienes luchan por la justicia, la memoria y los derechos humanos en Chile. Como señala Amanda Jara, "nunca deja de sorprenderme la cantidad de personas que siguen cantando las canciones de mi padre". Un legado que sigue vivo en el corazón del pueblo chileno.
Al activista de derecha Charlie Kirk lo mataron el 10 de septiembre, un asesinato que avivó la división política en Estados Unidos. El activista conservador murió de un tiro en su cuello mientras debatía frente a más de 3.000 personas en una universidad de Utah. Donald Trump culpó a lo que llamó "la izquierda radical" y varias figuras de extrema derecha que participaron en la toma del Capitolio en 2021 claman venganza y llaman a una guerra civil.
En el RatPack de Mesa Central, Iván Valenzuela junto a las editoras Angélica Bulnes y Paula Valenzuela abordaron el panorama electoral de Argentina luego del triunfo del peronismo en las legislativas de Buenos Aires. Además comentan las difíciles semanas que ha vivido el Partido Republicano y la candidatura de José Antonio Kast.
La redistribución de distritos ha sido una herramienta valiosa para la representación de las comunidades, sin embargo, ahora los republicanos están impulsando nuevos mapas respaldados por el presidente Donald Trump para sumar al Partido Republicano hasta cinco escaños en la Cámara de Representantes, dejando a un lado el valor del voto y la distribución representativa que da voz a los ciudadanos. Más información, el reporte completo en: peninsula360press.com
Cuatro economistas reunidos en El Primer Café de Cooperativa coincidieron en cuestionar la propuesta de José Antonio Kast, candidato presidencial del Partido Republicano y el Partido Social Cristiano, quien afirma que en los primeros 18 meses de su eventual gobierno recortará 6.000 millones de dólares de gasto público. Claudio Agostini, de la Universidad Adolfo Ibáñez, afirmó en Cooperativa que “Yo soy escéptico. No me parece factible”. Conduce Cecilia Rovaretti.
Tres semanas después de que Donald Trump ordenara el despliegue de la Guardia Nacional en Washington para combatir la delincuencia, nuestro corresponsal en la capital recogió las opiniones de habitantes sobre la presencia de militares armados en las calles, así como de vehículos blindados ligeros y MRAPs. El despliegue de 2.200 soldados de la Guardia Nacional en Washington comenzó el 11 de agosto. Unos días después, la unidad asignada a la ciudad empezó a portar armas. Actualmente, efectivos no solo de la capital, sino también de Virginia Occidental, Carolina del Sur, Ohio, Misisipi, Luisiana y Tennessee —estados gobernados por republicanos— refuerzan la operación. El mandatario republicano los desplegó para lo que él describe como "una ofensiva contra la delincuencia en la capital", dirigida por demócratas. Frente a la Casa Blanca, donde turistas se toman fotos, miembros de la Guardia Nacional caminan en fila con pistolas y rifles. A pocas cuadras, en el Mall Nacional, se observan vehículos blindados, como Humvees y vehículos militares de transporte tipo MRAPs. Arthur Estupiñán, ciudadano latino de Washington, ve con buenos ojos esta presencia militar. "El despliegue de la Guardia Nacional y los agentes del ICE [Servicio de Inmigración y Control de Aduanas de Estados Unidos] ha sido sumamente exitoso. En los últimos 7 a 9 días, no ha ocurrido ningún asesinato. Es una victoria para el presidente Trump. Esto va a traducirse en un crecimiento económico extraordinario porque ya las personas no tienen miedo pues ven que las ciudades son seguras". Un despliegue que cuesta más de 1 millón de dólares diarios Desde que Trump decretó el estado de emergencia por inseguridad el 11 de agosto, cerca de 2.200 miembros de la Guardia Nacional y 500 agentes federales de ICE, FBI y la DEA han patrullado barrios, realizado redadas migratorias e instalado retenes militares y de tránsito para detener a supuestos criminales. Según investigaciones de organismos privados, este despliegue cuesta más de un millón de dólares diarios. Para un latinoamericano que prefirió guardar el anonimato por seguridad, y que trabaja en una empresa de mudanza, la sociedad vive bajo temor: "Todos están asustados de venir a [Washington] D.C. Trabajo para una empresa en la que todos son latinos, todos tienen miedo y nadie quiere venir a trabajar a DC. Nadie quiere arriesgarse. Mi mujer ni siquiera se arriesgó a traerme hoy al trabajo. Todo esto es una mentira porque nunca hubo el gran crimen que Trump dice que había antes". Unas 1.200 personas han sido arrestadas desde que comenzaron las operaciones, según cifras del Departamento de Justicia. Sin embargo, oficiales del gobierno citados por The Wall Street Journal aseguran que la mitad de las detenciones corresponden a migrantes indocumentados en colegios de mayoría hispana, iglesias latinas, restaurantes y retenes improvisados. Don Folden, quien pone música frente a la Casa Blanca, no parece impresionado por la operación: "He estado en DC desde hace 50 años y tuvimos varios años entre los 80 y 90 en donde fuimos la capital mundial de los homicidios. Lo que [la administración Trump] está haciendo ahora no tiene nada que ver con la seguridad. Yo diría en cambio que es una distracción. Fíjese, cuando llegué esta mañana, vi a la Guardia Nacional recogiendo basura del parque". Según la Policía Metropolitana de Washington, que hoy está bajo control federal, los crímenes violentos se redujeron 23% en comparación con las dos semanas previas al decreto de emergencia. Sin embargo, expertos advierten que la baja puede responder a un efecto de choque, a la inactividad de la ciudad durante agosto y a que la tendencia ya era descendente antes de la militarización.
En entrevista con El Diario de Cooperativa, el ministro del Interior, Álvaro Elizalde, calificó este lunes como "preocupante" la propuesta previsional del candidato presidencial del Partido Republicano, José Antonio Kast, denominada "Chao préstamo al Estado", mientras que desestimó las acusaciones de intervencionismo electoral y defendió el derecho del Gobierno a la libertad de expresión, argumentando que su labor es "precisar los hechos" y desmentir las críticas "infundadas" sobre la reforma de pensiones. Conduce Verónica Franco y Rodrigo Vergara.
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversan con Ximena Jara y Hernán Larraín sobre la propuesta de “Chao Préstamo” de José Antonio Kast a la reforma de pensiones y los últimos descuelgues de la campaña de Evelyn Matthei para apoyar la candidatura del Partido Republicano.
Germán Codina, exmilitante de Renovación Nacional y nuevo miembro del comando de José Antonio Kast, aseguró que el candidato presidencial del Partido Republicano "no es el mismo de hace cuatro años". En conversación con El Diario de Cooperativa indicó que "lo tratan de estigmatizar por todos lados, pero de hecho, mi inclusión en el comando te demuestra claramente la apertura a entender que hay una diversidad al interior de la derecha. Yo provengo de una derecha más social, más liberal, y sin embargo, me ha recibido con los brazos abiertos, a aportar con mis ideas, y eso lo considero tremendamente valioso". Conduce Verónica Franco y Rodrigo Vergara.
En Página 13, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversaron con los columnistas Josefina Araos y Cristián Valdivieso sobre las evaluaciones a la gestión de Mario Marcel en el Ministerio de Hacienda y el buen momento del candidato presidencial del Partido Republicano, José Antonio Kast.
Ya sabemos con mucho más detalle en qué consiste el acuerdo arancelario alcanzado hace unas semanas entre EEUU y la UE, ese 15% que muchos criticaron, especialmente desde Francia, pero que otros estados miembros defendieron por ser la única forma de evitar una guerra comercial en toda regla que perjudicaría mucho más a la economía europea.Vamos a estar en Estados Unidos, porque el congreso de Texas ha aprobado un nuevo mapa de distritos electorales que da ventaja al Partido Republicano. Analizaremos esto. También la situación en Ucrania y ese acuerdo de alto el fuego con Rusia que no llega.Además, las autoridades italianas han detenido a un ciudadano ucraniano al que se considera uno de los responsables del atentado contra el gasoducto Nordstream. Estaremos allí.También en Myanmar, que ya tiene fecha para sus próximas elecciones y en Perú para analizar en una entrevista cómo está afectando en el país la polémica ley de amnistía para condenados en el conflicto interno que dejó más de 70.000 muertos.Escuchar audio
1. Huracán Erin dejalluvia y miles de clientes sin electricidad2. Guardia Costera reabrelos puertos en Puerto Rico y las Islas Vírgenes tras paso del huracán Erin3. Y mientras estaba la emergencia por la lluvia,siguen bombeando excremento y combustible a las playas del Condado e IslaVerde. Converso con el operado de las bombas del condado que nuevamente hace ladenuncia EN BLANCO Y NEGRO CON SANDRA4. Líderes europeos acompañarán hoy a Zelensky a sureunión a la Casa Blanca 5. Parece una guerra civil. Estados liderados porel Partido Republicano enviarán cientos de efectivos adicionales de la GuardiaNacional a Washington D. C.6. Hamás rechaza el plan israelí de reubicación enGaza7. Crueldad. EE. UU. suspende visasmédico-humanitarias para gazatíes tras publicaciones de extrema derecha decirque representaban una amenaza para el país8. Japón dará luz verde a la primera stablecoinbasada en yenes9. Bolivia: incidentesmarcan la votación de Andrónico Rodríguez, heredero político de Evo Morales Este es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián5. X61 – 610 AM en Patillas6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste7. WPAB 550 AM - Ponce8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentario Una vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcotto También nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTok BLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.com SUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcotto OTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
Bernie Moreno, senador de Estados Unidos del Partido Republicano, habló en La W sobre su visita a Colombia y la reunión que tendrá con el presidente Gustavo Petro.
Donald Trump cumplió su amenaza de militarizar territorios bajo control demócrata. El mandatario asumió el control de la Policía de Washington D. C. y anunció el despliegue de la Guardia Nacional con el fin de "restablecer el orden público" en la capital. Pero, los demócratas alegan que su justificación es falsa pues la tasa de delitos violentos es la más baja en 30 años.
Las recientes declaraciones del candidato presidencial del Partido Republicano, José Antonio Kast, en las que relativizó la importancia del Congreso Nacional para gobernar, han generado una ola de críticas transversales en el espectro político. Desde sus potenciales aliados en Chile Vamos hasta Unidad por Chile coinciden en calificar los dichos como "desafortunados" y peligrosos para la institucionalidad del país, según dijeron en El Primer Café de Cooperativa. Conduce Cecilia Rovaretti.
Continúa en Texas, Estados Unidos, la pugna entre republicanos y demócratas sobre los mapas propuestos para la Cámara de Representantes, que podrían otorgar a los republicanos cinco escaños más. Unos 50 legisladores demócratas siguen fuera de Texas para demorar la votación por este cambio, a pesar de las amenazas de ser arrestados. Hace nueve días que los legisladores demócratas de Texas abandonaron ese estado para bloquear una redistribución de distritos electorales que favorece a los republicanos. “Sabemos que perdemos no solamente sillas hacen Congreso que ya tenemos representado por personas de color y mayoría latino, pero vamos a perder más voces para las personas que no están de acuerdo con la agenda del presidente Trump”, asegura Ramón Romero, miembro de la Cámara de Representantes de Texas y uno de los demócratas que se refugió en el estado de Illinois a la espera de que concluya el periodo legislativo especial. “La única oportunidad que tenemos es de salirnos del estado, parar esta propuesta ahorita e iniciar la plática por todo el país, de que si Texas lo puede hacer en media década, y si tienen la oportunidad como tiene Texas, tienen que pensarlo en serio y hacerlo”, manda como mensaje el legislador Romero. Leer tambiénAlejarse de Texas, la estrategia demócrata contra la maniobra electoral republicana Este movimiento, controvertido pero legal, es una manipulación partidaria del mapa electoral que se ejerce desde hace tiempo por ambos lados en la política estadounidense y que, en este caso, intenta evitar que los republicanos pierdan el control de la Cámara de Representantes en las elecciones intermedias del próximo año, donde el partido opositor generalmente tiene más éxito. Ante tal movimiento el estado de California, con dominio demócrata, amenazó con trazar el mismo plan de los republicanos en Texas. “En California la propuesta todavía es que no lo van a hacer si Texas no lo hace. Si Texas lo hace, ellos van a actuar. Y además de eso, todavía va a haber la oportunidad para que el ciudadano que tiene el derecho a votar en California, decida si esto es algo que tenemos que hacer”, dice Ramón Romero, recordando que la diferencia es que en California los electores pueden “decir sí o no” al cambio de mapas. Tras la fuga masiva el Gobierno de Texas emitió órdenes de arresto contra los legisladores demócratas, pero estas no tienen validez fuera del estado. Recientemente el senador republicano John Cornyn, pedía la colaboración del FBI para localizar a todos los legisladores que salieron de Texas, entre los que se encuentra Ramon Romero. “No, la verdad es que no tenemos temor. Aquí en este país hay separación de poderes entre el estado y federales. No tenemos una policía federal que se puede ir de estado a estado. Simplemente pueden coordinar con el estado si el estado los invita. Así es que simplemente es política”, recuerda Romero. Escuche la entrevista completa de RFI a Ramón Romero: La iniciativa del rediseño plebiscitario promovida por el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, es inusual ya que se da fuera del plazo usual de reconfiguración electoral, cada 10 años, conforme a la información de población que entregue el censo.
Texas está impulsando una jugada política que le podría dar cinco escaños más a los republicanos en la Cámara de Representantes de Estados Unidos. El Congreso del estado discute una redistribución de los 38 distritos electorales de Texas. Esos límites podrían afectar los resultados de las elecciones y desequilibrar aún más la balanza de poder a favor de los conservadores.
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela conversa con Daniel Mansuy y Patricio Fernández sobre cómo queda la candidatura presidencial de Evelyn Matthei tras desistir de una denuncia por ataques en redes sociales, apuntando al Partido Republicano.
Sobre la retirada de hacer una acción judicial contra José Antonio Kast debido a las denostaciones de cuentas vinculadas al Partido Republicano y la necesidad de Chile de seguir los movimientos de Trump después de la cancelación de los impuestos al cobre, Iván Valenzuela conversó con Paula Comandari y Marily Lüders, en una nueva edición de Rat Pack de Mesa Central
Sobre la acusación de la candidata presidencial de Chile Vamos, Evelyn Matthei, de una campaña de desinformación por parte del Partido Republicano, Mónica Pérez y Ramón Ulloa conversaron con nuestro columnista Ascanio Cavallo, en una nueva edición de Conexión.
Nesta quarta-feira (23), o jornal The Wall Street Journal revelou que Donald Trump foi avisado pelo próprio governo que seu nome aparece em arquivos de Jeffrey Epstein. A Casa Branca acusa o jornal de “fake news”. Também na quarta-feira, a justiça dos EUA recusou um pedido de Trump para divulgar os depoimentos do caso envolvendo o bilionário. Em 2019, Epstein foi encontrado morto na cadeia, 39 dias depois de ser preso por comandar uma rede de tráfico sexual que abusava de menores. No início deste mês, o governo reafirmou que Epstein havia se suicidado e afirmou que não há nenhuma “lista de clientes” do empresário, que tinha uma relação estreita com políticos e famosos. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Candice Carvalho e com Marcelo Lins. Direto de Nova York, a correspondente da Globo relembra quem foi Epstein e por que o caso dele se tornou um tormento para a Casa Branca. Candice explica como a suposta “lista de Epstein” foi usada por Trump durante a campanha e mobilizou sua base eleitoral. E como Trump mudou de ideia sobre a existência da lista. Comentarista e apresentador do GloboNews Internacional, Marcelo Lins analisa como esta história se tornou fonte de discórdia dentro da base trumpista e do Partido Republicano. E avalia qual o potencial de dano para o presidente dos EUA. Lins conclui que, após morrer, Epstein se tornou ainda mais influente: “o fantasma de Epstein parece ser maior do que o homem Jeffrey Epstein jamais foi em vida”.
El Profesor Ángel Rosa analiza las discretas visitas del excandidato a la gobernación de Puerto Rico, Juan Dalmau, al Congreso. Las gestiones has sido en compañía del excongresista demócrata Luis Gutiérrez. Incluso visitaron a importantes aliados de la estadidad en el Partido Republicano, como Mario Diaz-Balart. Y al influyente republicano de California, Tom McClintock. Escucha al mejor analista de temas puertorriqueños analizar los vientos de cambio que soplan para su isla.
O convidado do programa Pânico dessa terça-feira (15) é Mauricio Galante .Ex-militar da Marinha no Brasil, há pouco mais de duas décadas, Mauricio Galante decidiu mudar de vida e de país. Com apenas US$ 100 no bolso ao desembarcar nos Estados Unidos, Maurício chegou a viver por meses, durante o inverno, em uma barraca no gramado de um aeroporto, e fez todos os tipos de trabalho para fazer sua obstinada visão se tornar uma realidade.Depois de muitos desafios em solo americano e muito trabalho, Galante comprou uma escola de paraquedismo. Os anos se passaram e ele comprou uma escola de golfe no Texas. Sua trajetória de superação como imigrante foi contada em um livro, lançado no Brasil e nos Estados Unidos, em 2023 – “E se meu paraquedas não abrir?”. O livro teve um grande alcance em meio à comunidade brasileira no exterior, fazendo com que, no mesmo ano do lançamento, Galante recebesse duas importantes premiações: uma em Londres (Inglaterra) e outra em Nova York (EUA).Sempre muito antenado com a política no Brasil e nos Estados Unidos, no início de 2024, Galante, que já havia se tornado um “cidadão americano”, decidiu entrar na política dos Estados Unidos, candidatando-se ao cargo de City Council (que equivale ao cargo de vereador no Brasil) pelo Partido Republicano, na cidade de Arlington (Texas), onde reside com sua esposa e os dois filhos do casal.O empresário brasileiro foi eleito e tornou-se o primeiro brasileiro a ocupar esse cargo no Texas, trabalhando arduamente para o progresso social, juntamente com os demais representantes do Partido Republicano americano.Galante tem acompanhado atentamente os bastidores de uma das disputas presidenciais americanas mais acirradas das últimas décadas: Donald Trump x Kamala Harris.Redes Sociais: Instagram: https://www.instagram.com/mauriciogalante.us/Site: https://mauriciogalante.us