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Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
E se a correção de vulnerabilidades deixasse de ser um ticket esquecido no backlog e virasse um pull request pronto para revisar? Neste episódio do DevSecOps Podcast, falamos sobre Auto Remediation, a próxima grande virada em Application Security. Discutimos como a automação pode ajudar times a sair do ciclo infinito de findings, planilhas, prioridades falsas e “isso fica para depois”, trazendo correções sugeridas, contexto técnico e ações diretamente para o fluxo dos desenvolvedores. Mas calma: não é apertar um botão mágico e deixar a IA sair commitando como estagiário em sexta-feira à tarde. Falamos também sobre os riscos reais: correções inseguras, mudanças sem contexto, quebra de aplicação, falsa sensação de segurança, dependência excessiva de IA e a necessidade de revisão humana. Um episódio para quem está cansado de apenas encontrar vulnerabilidades e quer começar a discutir o que realmente importa: corrigir com velocidade, contexto e responsabilidade.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/devsecops-podcast--4179006/support.Apoio: Nova8, Snyk, Conviso, Gold Security, Digitalwolk e PurpleBird Security.
Menos de dois anos depois da última ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño, que contribuiu para as enchentes históricas no Rio Grande do Sul de 2024 e as secas inéditas na Amazônia, o Brasil progrediu no combate a desastres, mas não aprendeu as lições para avançar na resiliência climática. Os impactos de mais um El Niño devem começar a aparecer no país no segundo semestre, estendendo-se até 2027. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.” Uma das interpretações dos modelos climáticos aponta para um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño "super forte". A grande preocupação agora é se 2026 vai bater novamente os recordes globais de altas temperaturas, como tem ocorrido desde 2023. Os efeitos do fenômeno, que se repete no planeta há milhares de anos, são potencializados pelas mudanças do clima. Foi assim que, em 2024, o ano mais quente registrado na história até o momento, a ocorrência do El Niño impulsionou catástrofes climáticas ao redor do mundo. 'El Niño Godzilla' Mas apesar das perspectivas preocupantes, o coordenador do Cemaden rejeita os discursos alarmantes sobre o tema que, segundo ele, contribuem para desacreditar a ciência. “Você escuta na internet os influencers e qualquer pessoa falando sobre ‘El Niño Godzilla', ‘Super El Niño', fazem shows com nuvens caindo e o capeta aparecendo. Nós, cientistas, tentamos participar em todo tipo de debate possível, para convencer a população de que realmente é um fenômeno, mas que não é o fim do mundo”, afirma. Segundo ele, o discurso alarmista sobre o tema pode gerar o efeito contrário do desejado: o de imobilismo dos gestores. “Depende de nosso papel, como seres humanos, para poder enfrentar. Uma das coisas importantes é a percepção de risco de desastre. Não adianta ter os melhores modelos, os melhores supercomputadores, se as pessoas ainda não entendem a mensagem final”, argumenta Marengo. A memória dos recentes desastres no Brasil aumentou a tomada de consciência de governantes, comunidades e populações, principalmente nos estados mais afetados há dois anos. O Rio Grande do Sul acelera a conclusão de obras para combater novas enchentes, e a vizinha Santa Catarina está em alerta climático. Uma série de medidas para enfrentar incêndios florestais estão previstas pelos governos federal e estaduais no centro e norte do país, mas também no Sudeste, onde o maior problema tende a ser as altas temperaturas. Vulnerabilidade continua Entretanto, de forma geral pelo país, Marengo constata que pouco foi feito contra a vulnerabilidade das populações, que determina qual será a proporção de uma tragédia. É também o que afirma a professora de Urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Membro do IPCC, ela coordenou um capítulo do último relatório do painel da ONU sobre as cidades. “Não adianta eu só focar num problema de drenagem para diminuir o impacto de chuvas intensas se eu não resolver o fato de que as pessoas moram em situações precárias”, ressalta Lemos. “Eu vou atuar sobre aquele alagamento específico naquele lugar, mas outras situações iguais vão se reproduzir pelo território todo, porque as pessoas continuam vulneráveis: continuam tendo que morar em áreas de risco, de maneira informal, sem acesso à tecnologia, à informação”, acrescenta. É por isso que, apesar de avanços importantes, como a adoção do Plano Clima de Mitigação e Adaptação, o Brasil “não aprendeu as lições” da última passagem do El Niño, avalia a especialista. A professora não vê ações transformativas à altura dos desafios, ou seja, que ajudem a diminuir a exposição das pessoas aos riscos climáticos. Maria Fernanda Lemos menciona a redução da precariedade e das desigualdades como um pilar fundamental da adaptação, assim como a educação ambiental e a inclusão das populações na tomada de decisões. “O que há de pior é que a gente continua fazendo cidade, infraestrutura, habitação e saneamento da mesma forma que a gente sempre fez, que não é resiliente, não é adaptado ao clima. E aí só gera mais vulnerabilidade ainda para esses ambientes, que já são muito ameaçados”, lamenta. “Não tem uma visão abrangente do problema. Só no longo prazo é possível fazer uma adaptação que vai ter resultados de fato concretos”, aponta. Para ouvir a entrevista completa, clique no podcast, acima.
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Esta segunda-feira, 01 de Junho, assinala-se o Dia da Criança, um dia que deveria ser de celebração, mas, em muitos locais do mundo, milhões de crianças continuam privadas de diretos básicos. Por exemplo, em vários países africanos, o acesso à educação ou aos cuidados básicos continua a ser um desafio diário agravado pela pobreza, conflitos armados ou falta de infraestruturas. Dados recentes divulgados pela UNICEF dão conta de que na África Oriental e Austral, mais de 47 milhões de crianças e adolescentes não vão à escola. Moçambique, por exemplo, é um país que enfrenta várias dificuldades do ponto de vista social e económico, mas Victor Maulana, director da associação "Amigos da Criança Boa Esperança", considera que a situação da criança em 2026 apresenta uma tendência de melhoria. RFI: Como descreve a situação das crianças moçambicanas em 2026? Victor Maulana: Tende a melhorar, mas esta melhoria carece de um acompanhamento de quem de direito. Estamos a falar dos nossos dirigentes para que as coisas se mantenham como estão a decorrer. RFI: De que tipo de melhorias é que o Victor fala concretamente? Victor Maulana: Por exemplo, nós tinhamos problemas no acesso à educação no que diz respeito às crianças, mas o governo tende a expandir a rede escolar. Neste caso, estamos a falar do direito à educação. Estamos a falar, por exemplo, também da expansão da rede sanitária, da questão da saúde e infraestruturas. Há muitas organizações da sociedade civil que também têm operado nas comunidades, nos distritos, e isso faz com que os direitos da criança também sejam mais divulgados e as comunidades estejam mais informadas a respeito dos direitos da criança. RFI: No que diz respeito à educação, tem noção do número de pessoas que são excluídas do ensino porque são obrigadas a trabalho infantil ou, por exemplo, a casamentos forçados? Victor Maulana: Falamos de crianças, mas também de adolescentes e jovens. Eles têm praticado trabalho infantil, isso devido à falta de protecção. RFI: Há uma estimativa em relação a isso? Victor Maulana: Não posso dizer exatamente quantas crianças estão a ser sujeitas a trabalho infantil, ou seja, que estão a ser obrigadas a prostituição infantil. Fizemos esse estudo há cinco anos e fizemos propostas ao governo, que não deram certo. Isso serviria para minimizar a situação relacionada com as práticas de trabalho infantil das crianças. RFI: A sua associação está em contacto directo com as crianças no terreno. O que é que mais falta a estas crianças que acompanham diariamente? Victor Maulana: Eu estou a voltar agora do campo. Estive nos distritos mais recônditos do país. Estou a falar do distrito de Mecula ou até do distrito de Nipepe, Maúa ou Metarica, onde a vulnerabilidade das crianças é o prato do dia-a-dia. Vulnerabilidade em tudo: na questão da educação e saúde, mas também na questão do registo de nascimentos. Eu desta vez que estive lá, tive que ajudar uma família a registar os seus filhos na Conservatória do Distrito de Maúa. RFI: Recorda-se de alguma criança cuja história o tenha marcado? Há alguma história de superação que represente a esperança que vê nas crianças moçambicanas? Victor Maulana: Moçambique é um país muito vasto. Eu falo directamente da província do Niassa. É a província mais extensa e menos vivida. Falar de esperança das crianças pode até tornar-se num mito, ao nível da nossa província. Como eu dizia, o país é vasto e pode ser que sim, que doutro lado do país, haja sonhos, haja esperança. Ainda assim, o ano de 2026, está a ser marcado por muitos desafios, muitos mesmo. Os sonhos tornam-se em incertezas. RFI: Quais são os principais desafios que aponta hoje em dia em Moçambique em relação às crianças? Victor Maulana: A criança, de modo geral, gosta de viver num ambiente harmonioso, num ambiente de paz, solidariedade, carinho e amor. Como é que estas crianças se vão sentir, sabendo que, do outro lado do país, há outras crianças que estão a ficar sem pais, outras crianças que não têm comida... No mesmo país, do outro lado, está a viver-se tranquilamente. As crianças estão a brincar no baloiço. Há discriminação aqui. Uma parte do nosso país vive sem paz. Uma parte do nosso país vive com terror. Numa parte do nosso país, a educação é de qualidade. As condições são melhores. Então, são vários os desafios que o nosso país enfrenta. RFI: Falou sobre a falta de paz, sobre o terrorismo. Nós temos vindo a assistir a uma situação extremamente grave em Cabo Delgado, no extremo norte de Moçambique, com a sucessivos ataques terroristas. Que informações é que há no país sobre as crianças soldado, as crianças que são recrutadas no meio deste conflito armado? Victor Maulana: Houve um momento em que estavam a ser recrutadas crianças, mas depois disso passou. Um grupo de crianças já tinha sido recrutado, mas depois já tinham sido resgatado. No presente ano, não tivemos a informação de que foram recrutadas crianças, pelos terroristas, para o serviço militar. RFI: Na sua óptica, que tipo de medidas é que deveriam ser tomadas em Moçambique para melhorar, de forma geral, a vida das crianças? Victor Maulana: Na minha opinião, na qualidade de um ativista social, considero que Moçambique é um país que tem muitas leis bonitas e o grave problema que o nosso país enfrenta é na implementação dessas mesmas leis. Dificilmente as leis são colocadas em prática. Então, a primeira medida seria o cumprimento das leis existentes em Moçambique. Moçambique não usa leis. Moçambique usa as pessoas que tiram ideias na hora e não leis. A Constituição da República de Moçambique não funciona. A democracia no nosso país não funciona. A justiça no nosso país não funciona. Queremos medidas concretas, que cumpram com as leis que foram aprovadas pela Assembleia da República. Quando a vida da população moçambicana melhorar, estaremos a criar um ambiente saudável, harmonioso, de justiça e paz, onde as crianças podem viver tranquilamente. RFI: O intuito da nossa conversa, Victor, é precisamente pelo facto de hoje se assinalar o Dia da Criança. Aquilo que lhe pergunto, em último lugar, é se este é um dia de celebração ou se é essencialmente também um dia que deve ser um dia de reflexão? Victor Maulana: Hoje é dia de festa, não é o dia de reflexão. Essa reflexão deve ser feita todos os dias, no sentido de colocarmos as nossas crianças num ambiente harmonioso, saudável e de justiça. Não podemos refletir só no dia 1 de junho. O dia 1 de junho é celebração. Estamos a celebrar em memória daquelas crianças que foram maltratadas e mortas por vários fatores, pela incompetência de algumas pessoas. Nós, como pais e encarregados de educação, como tios, como familiares, só podemos hoje celebrar a reflexão e do dia-a-dia e pensar no que é que podemos fazer para que as crianças vivam seguras, em paz e com amor todos os dias.
Tem um filme em que um pai tenta encontrar a filha desaparecida olhando o computador dela. E descobre, tarde demais, que havia uma vida inteira ali que ele nunca viu. Neste episódio, partimos dessa cena para encarar uma realidade desconfortável: nossos filhos não estão sozinhos na internet, mesmo quando parecem estar seguros em casa. Vamos falar de risco, silêncio, manipulação e de um dilema que incomoda: até onde vai a privacidade e onde começa a responsabilidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais de 100 dias depois da tempestade “Kristin”, continuam as obras no terreno para recuperar a rede elétrica em Leiria. Há linhas destruídas, postes danificados e até cabos provisórios estendidos pelo chão para garantir o fornecimento de energia à população. Mas, afinal, o que é que esta tempestade revelou sobre a capacidade da rede elétrica portuguesa para resistir a fenómenos extremos? A análise deste tema é da jornalista da secção de Economia do Expresso Bárbara SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Filipa Pinto esteve em destaque no programa Alta Definição, numa conversa em que a atriz revelou, com transparência, o percurso de saúde mental que a acompanhou desde a adolescência. A intérprete, conhecida pelo papel da antagonista Sandra na novela Páginas da Vida, descreveu com detalhe o impacto do seu primeiro desgosto amoroso aos 15 anos, episódio que despoletou um processo de autoconhecimento e a levou a procurar apoio psicológico pela primeira vez. Mais tarde, aos 24 anos, viria a ser diagnosticada com perturbação obsessivo-compulsiva, diagnóstico que, paradoxalmente, trouxe consigo um sentimento de alívio. “Ter o diagnóstico final, para mim, foi um grande alívio, porque foi um ‘ok, isto acontece, isto existe, aquilo que eu sinto tem uma associação, tem uma justificação, há sintomas, não sou única, não estou sozinha, há um tratamento, portanto há solução’”, afirmou a atriz, sublinhando a importância de nomear aquilo que se sente como primeiro passo para a recuperação. Ao longo da conversa, a atriz abordou também a resistência inicial à medicação e o caminho que percorreu até a aceitar como parte integrante do seu tratamento, reconhecendo que essa decisão lhe permitiu tornar-se uma versão mais funcional e presente de si mesma. A atriz defendeu com convicção a necessidade de quebrar o estigma em torno da saúde mental. “Eu nunca recusei ajuda; pelo contrário, sempre procurei. Primeiro aos meus amigos, depois à família, depois, se eu precisasse de ajuda psicológica ou mesmo psiquiátrica, eu avançava. Eu só não queria estar sozinha”, confidenciou. Num momento de rara serenidade, Filipa Pinto encerrou a entrevista com uma mensagem dirigida à versão mais frágil de si própria: a certeza de que “o mal não dura para sempre” e de que existe “uma luz ao fundo do túnel”. Ouça aqui a entrevista no Alta Definição em podcast. Este programa foi emitido na SIC a 2 de maio. A sinopse deste episódio foi gerada com o apoio de inteligência artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa a partir deste link.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pacote Python com milhões de usuários foi infectado por falha no GitHub. Vulnerabilidade no Linux permitia controle total a qualquer usuário. IA Claude apagou toda a base de dados de uma empresa em 9 segundos; entenda. Servidor de Ragnarok Online Brasil será desativado após mais de 20 anos. Google fecha acordo com o Pentágono para uso de IA em projetos confidenciais dos EUA. Claude agora controla apps da Adobe, Blender e outras ferramentas criativas e mais!
Boas notícias, ser intencional, cansaço, medos e vulnerabilidade. Abri o coração nestes 40 minutos. Espero que gostem e que cuidem de vocês
Quantas vezes já foi influenciado por um livro, por um filme ou pela letra de uma canção? Este é um podcast sobre saúde e, por isso mesmo, também sobre arte. Para perceber porquê, Margarida Graça Santos convida Sofia de Carvalho, médica e artista, autora de No Meu Corpo Moram Pássaros Cor de Vento e Muitas Outras Coisas, livro que é um exemplo claro de como cultura e saúde se cruzam mais vezes do que imaginamos. Nesta 'Consulta Aberta', não se prescrevem medicamentos, não se fazem diagnósticos nem se avaliam sintomas. Mas fazemos algo igualmente essencial para a saúde: falar de arte. Junta-se a nós para uma consulta especial? See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da Promotoria de Justiça Especializada da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência, vem adotando providências para assegurar a proteção de uma pessoa idosa em situação de vulnerabilidade, associada à acumulação de objetos em residência.
No episódio da semana, o deputado Ivan Naatz (PL) explica os principais pontos do projeto de lei que prevê a atuação de jovens advogados para ampliação do atendimento jurídico gratuito a pessoas em situação de vulnerabilidade econômica em Santa Catarina.
Referências do EpisódioCracks in the Bedrock: Escaping the AWS AgentCore SandboxSOHO router compromise leads to DNS hijacking and adversary-in-the-middle attacksIranian-Affiliated Cyber Actors Exploit Programmable Logic Controllers Across US Critical InfrastructureClaude Code Packaging Error Remains a Lure in an Active Campaign: What Defenders Should DoRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Aos 31 anos, Mafalda Castro senta-se no estúdio que considera casa para um regresso às origens e uma viagem íntima pelas memórias, perdas, conquistas e fragilidades que a moldaram. “Ainda há muito da Mafalda miúda em mim”, confessa, entre sorrisos e recordações onde o baloiço do jardim e os domingos de família ganham ecos de eternidade. No olhar, traz a mãe – “era só mãe e pai, não havia espaço para fragilidades”, admite ao relembrar o impacto do diagnóstico de esclerose múltipla – e no colo cabe agora o filho, Manel: “A maternidade mudou tudo. A vida deixou de girar à minha volta para eu girar à volta dele, e isso fez-me ainda mais feliz”. Radialista, apresentadora, influenciadora, Mafalda revisita o engenho e a inocência, o nervo destemido de quem se apresentou à rádio de olhos postos nos ídolos e a vontade obstinada de “provar todos os dias que a autenticidade é o que fica”. Recusa fórmulas feitas ou rótulos: “Prefiro falhar sendo eu do que acertar sendo outra pessoa”. Nesta conversa sem rede, Mafalda revela a urgência de viver o presente e repete o conselho para si própria e para quem lê: “Não esperes que adivinhem o que queres. Passa tempo com as pessoas que amas”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Referências do EpisódioOracle Security Alert Advisory - CVE-2026-21992Trivy Compromised: Everything You Need to Know about the Latest Supply Chain AttackTeamPCP deploys CanisterWorm on NPM following Trivy compromiseUnauthenticated Remote Code Execution in Langflow via Public Flow Build EndpointCVE-2026–33017: How I Found an Unauthenticated RCE in Langflow by Reading the Code They Already FixedCVE-2026-33017: How attackers compromised Langflow AI pipelines in 20 hoursRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Vivemos em uma época em que sentir virou problema. Tristeza, medo, tédio e dúvida passaram a ser tratados como defeitos ou doenças que precisam ser corrigidas rapidamente. Neste episódio, vamos questionar essa lógica. A partir de histórias, músicas, filmes e ideias da filosofia, da religião e da cultura pop, falamos sobre vulnerabilidade não como fraqueza, mas como parte essencial de ser humano. Não é um convite para eliminar a dor, mas para atravessá-la com dignidade, consciência e coragem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O fluxo migratório de brasileiros em Portugal está passando por mudanças significativas. Dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) indicam que em 2025 foram 231 pedidos de retorno ao país entre janeiro e outubro, bem acima dos 149 pedidos de todo o ano anterior. Este aumento, segundo a OIM, reforça o papel do maior consulado brasileiro da Europa em meio a relatos de vulnerabilidade, violência e discriminação em Portugal. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa Os dados dos dois últimos meses do ano ainda estão sendo consolidados. Mas o aumento já identificado revela uma combinação de fatores econômicos, sociais e emocionais que têm levado parte da comunidade brasileira a reavaliar a permanência no exterior. No centro desse cenário está Portugal, que abriga hoje cerca de 800 mil brasileiros, a maior comunidade brasileira fora do país. Somente em Lisboa vivem aproximadamente 400 mil brasileiros, número que transformou o Consulado-Geral do Brasil na capital portuguesa na maior unidade consular da Europa em volume de atendimentos. Segundo o cônsul-geral Alessandro Candeas, o consulado de Lisboa “abriga hoje a maior comunidade brasileira fora do continente americano. São mais de meio milhão de pessoas vivendo, trabalhando e construindo novas histórias em Portugal”, afirma. Ao longo de 2025, o consulado analisou 85.677 requerimentos de serviços por meio do sistema e-consular. Desse total, 15.826 foram pedidos de passaporte e autorizações de retorno ao Brasil — um dado que dialoga diretamente com o aumento apontado pela OIM. Outros 13.642 atendimentos envolveram atos notariais, como registros de nascimento, procurações e reconhecimentos de assinatura. O setor de Assistência a Brasileiros realizou 2.745 atendimentos, incluindo orientação jurídica e psicológica, além de milhares de respostas a e-mails e consultas presenciais. A “caixa de ressonância” da comunidade brasileira De acordo com Alessandro Candeas, o consulado funciona como uma espécie de termômetro social da comunidade brasileira em Portugal: “Identificamos, muito claramente, que cresceu o número de brasileiros que buscam o consulado e dizem que querem voltar ao Brasil”. Ele destaca que o papel do brasileiro em Portugal é frequentemente retratado de forma negativa no debate público, o que não condiz com a realidade econômica e social. “O papel do imigrante brasileiro em Portugal é muito estereotipado e muito injusto. O brasileiro é um imigrante produtivo”, ressalta. Segundo o cônsul-geral, os brasileiros exercem funções essenciais no mercado de trabalho português, pagam impostos e contribuem de forma significativa para a previdência social do país. “A mão de obra necessária para o mercado português não compete com nenhum emprego ocupado por cidadão português. Muitos brasileiros ocupam posições que estão vazias porque a mão de obra portuguesa está em outros países”, explica Candeas. Vulnerabilidade, violência e saúde mental Outro dado que chama a atenção nos registros consulares é o crescimento dos atendimentos psicológicos, especialmente relacionados a vulnerabilidade social e violência. Casos de sofrimento emocional, conflitos familiares e violência de gênero têm sido cada vez mais relatados por brasileiros que procuram ajuda institucional. Para Candeas, esse aumento reflete não apenas dificuldades individuais, mas também o impacto do isolamento, da pressão econômica e das experiências de discriminação vividas por parte da comunidade. Leia tambémAumento da demanda por apoio psicológico entre migrantes gera novas frentes em saúde mental Racismo, xenofobia e bullying contra brasileiros Os temas da xenofobia e do racismo entraram oficialmente na agenda diplomática entre Brasil e Portugal. Segundo o cônsul-geral, trata-se de uma estratégia ampla, que envolve diferentes frentes do poder público e da sociedade civil. “É preciso trabalhar em políticas públicas comparadas, legislação, judiciário e sociedade civil. Não adianta você ter uma legislação robusta se o judiciário não faz sua parte”, afirma. Entre as iniciativas previstas está o programa “Amigos do Brasil”, voltado para escolas portuguesas, com foco em crianças e adolescentes — especialmente filhos de brasileiros que enfrentam episódios de bullying. Leia tambémFamília de menino brasileiro mutilado em escola de Portugal inicia acompanhamento psicológico “Há criancinhas que chegam chorando em casa. ‘Você não fala português'. Como assim? Eu falo português”, relata o embaixador. O programa prevê concursos de redação, vídeos e músicas, além de parcerias público-privadas que podem resultar em intercâmbios e viagens ao Brasil. “A ideia é transformar o problema em algo positivo”, resume Candeas. Entre o aumento do retorno ao Brasil, a sobrecarga dos serviços consulares e a criação de políticas de enfrentamento à discriminação, Lisboa se consolida como um dos principais centros da experiência migratória brasileira no mundo. Um retrato complexo, marcado por trabalho, integração, desafios sociais — e pela busca por reconhecimento e pertencimento.
O fluxo migratório de brasileiros em Portugal está passando por mudanças significativas. Dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) indicam que em 2025 foram 231 pedidos de retorno ao país entre janeiro e outubro, bem acima dos 149 pedidos de todo o ano anterior. Este aumento, segundo a OIM, reforça o papel do maior consulado brasileiro da Europa em meio a relatos de vulnerabilidade, violência e discriminação em Portugal. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa Os dados dos dois últimos meses do ano ainda estão sendo consolidados. Mas o aumento já identificado revela uma combinação de fatores econômicos, sociais e emocionais que têm levado parte da comunidade brasileira a reavaliar a permanência no exterior. No centro desse cenário está Portugal, que abriga hoje cerca de 800 mil brasileiros, a maior comunidade brasileira fora do país. Somente em Lisboa vivem aproximadamente 400 mil brasileiros, número que transformou o Consulado-Geral do Brasil na capital portuguesa na maior unidade consular da Europa em volume de atendimentos. Segundo o cônsul-geral Alessandro Candeas, o consulado de Lisboa “abriga hoje a maior comunidade brasileira fora do continente americano. São mais de meio milhão de pessoas vivendo, trabalhando e construindo novas histórias em Portugal”, afirma. Ao longo de 2025, o consulado analisou 85.677 requerimentos de serviços por meio do sistema e-consular. Desse total, 15.826 foram pedidos de passaporte e autorizações de retorno ao Brasil — um dado que dialoga diretamente com o aumento apontado pela OIM. Outros 13.642 atendimentos envolveram atos notariais, como registros de nascimento, procurações e reconhecimentos de assinatura. O setor de Assistência a Brasileiros realizou 2.745 atendimentos, incluindo orientação jurídica e psicológica, além de milhares de respostas a e-mails e consultas presenciais. A “caixa de ressonância” da comunidade brasileira De acordo com Alessandro Candeas, o consulado funciona como uma espécie de termômetro social da comunidade brasileira em Portugal: “Identificamos, muito claramente, que cresceu o número de brasileiros que buscam o consulado e dizem que querem voltar ao Brasil”. Ele destaca que o papel do brasileiro em Portugal é frequentemente retratado de forma negativa no debate público, o que não condiz com a realidade econômica e social. “O papel do imigrante brasileiro em Portugal é muito estereotipado e muito injusto. O brasileiro é um imigrante produtivo”, ressalta. Segundo o cônsul-geral, os brasileiros exercem funções essenciais no mercado de trabalho português, pagam impostos e contribuem de forma significativa para a previdência social do país. “A mão de obra necessária para o mercado português não compete com nenhum emprego ocupado por cidadão português. Muitos brasileiros ocupam posições que estão vazias porque a mão de obra portuguesa está em outros países”, explica Candeas. Vulnerabilidade, violência e saúde mental Outro dado que chama a atenção nos registros consulares é o crescimento dos atendimentos psicológicos, especialmente relacionados a vulnerabilidade social e violência. Casos de sofrimento emocional, conflitos familiares e violência de gênero têm sido cada vez mais relatados por brasileiros que procuram ajuda institucional. Para Candeas, esse aumento reflete não apenas dificuldades individuais, mas também o impacto do isolamento, da pressão econômica e das experiências de discriminação vividas por parte da comunidade. Leia tambémAumento da demanda por apoio psicológico entre migrantes gera novas frentes em saúde mental Racismo, xenofobia e bullying contra brasileiros Os temas da xenofobia e do racismo entraram oficialmente na agenda diplomática entre Brasil e Portugal. Segundo o cônsul-geral, trata-se de uma estratégia ampla, que envolve diferentes frentes do poder público e da sociedade civil. “É preciso trabalhar em políticas públicas comparadas, legislação, judiciário e sociedade civil. Não adianta você ter uma legislação robusta se o judiciário não faz sua parte”, afirma. Entre as iniciativas previstas está o programa “Amigos do Brasil”, voltado para escolas portuguesas, com foco em crianças e adolescentes — especialmente filhos de brasileiros que enfrentam episódios de bullying. Leia tambémFamília de menino brasileiro mutilado em escola de Portugal inicia acompanhamento psicológico “Há criancinhas que chegam chorando em casa. ‘Você não fala português'. Como assim? Eu falo português”, relata o embaixador. O programa prevê concursos de redação, vídeos e músicas, além de parcerias público-privadas que podem resultar em intercâmbios e viagens ao Brasil. “A ideia é transformar o problema em algo positivo”, resume Candeas. Entre o aumento do retorno ao Brasil, a sobrecarga dos serviços consulares e a criação de políticas de enfrentamento à discriminação, Lisboa se consolida como um dos principais centros da experiência migratória brasileira no mundo. Um retrato complexo, marcado por trabalho, integração, desafios sociais — e pela busca por reconhecimento e pertencimento.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 17/01 a 23/01.☕ Café Código FontePrograme sua xícara para o sabor certo!https://cafe.codigofonte.com.br
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“A preparação para este episódio foi das mais difíceis”, admite a médica de família Margarida Graça Santos na abertura do podcast 'Consulta Aberta' desta semana. Num podcast pensado para promover saúde, será relevante falar sobre a morte? E porque nos deixa tão desconfortáveis este tema que, na realidade, é das poucas coisas que sabemos que vai acontecer a 100% das pessoas? Para descomplicar este assunto e torná-lo um pouco menos pesado, Margarida Graça Santos convidou a amiga que a fez perceber que pensar sobre a morte é tão pertinente quanto pensar sobre a vida, Marta D'Orey. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Guiné-Bissau: Consórcio da Casa dos Direitos denuncia invasão e agressão da Polícia durante vigília. Moçambique: Ex-líder militar expõe fragilidades do Exército ignorando os esforços por secretismo. Terá sido inocente? Angola: Em Cabinda, distância encarece ainda mais a cesta básica na quadra festiva e a população se queixa.
A vergonha por chorar não é um traço de personalidade, é o resultado de um conjunto de ideias normativas sobre o que significa ser homem. E não é mera questão de lágrimas, o que está em jogo no chorar é a vulnerabilidade, ser colado à ideia de alguém que amolece frente aos sentimentos e, portanto, é fraco. No programa desta semana, conversamos sobre o choro como força que pode irromper o corpo organizado, e promover novos vínculos consigo e com os outros.ParticipantesMatheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Giulia Costa cresceu diante das câmeras, mas foi atrás do próprio roteiro. Atriz, cineasta, apresentadora e criadora do podcast “Pé no Sofá”, ela construiu uma carreira marcada pela vulnerabilidade — não como fraqueza, mas como força. Neste episódio, a gente fala sobre autenticidade, hate na internet, exposição, transtornos alimentares, saúde mental, criação artística, bastidores do cinema, equilíbrio entre emoção e razão, e sobre a coragem de existir fora dos moldes. Uma conversa profunda, sensível e necessária sobre sentir, criar e ser quem se é — mesmo quando o mundo insiste em dizer o contrário.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1Thaís vesteBlusa – AnselmiCalça – Maison AlaïaSapatos – CarranoStyling - André PuertasBeleza – Cris DalleLink da Giulia:Insta - https://www.instagram.com/giuliacosta/Mala de viagem:Prateleira do amor - https://amzn.to/4pd7yPlSeaspiracy - https://www.netflix.com/br/title/81014008Cowspiracy - https://www.netflix.com/br/title/80033772Forest Gump - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-10568/A vida é bela - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-64439/Equipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
A atriz Mariana Cardoso, que interpreta Matilde na telenovela “Vitória”, é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Recorda a participação no programa “The Voice Kids”, em 2014, e reflete sobre a importância da música na melhor compreensão dos seus sentimentos. Mariana Cardoso relata abertamente as questões de saúde mental que teve de superar e a alopecia areata, uma doença dermatológica que levou à queda de partes do cabelo ainda jovem. “Para a autoestima de uma adolescente, o cabelo é uma parte super importante”, confessa, explicando que escondia parte dos problemas da mãe, fingindo “sempre estar tudo bem.” Ao crescer com uma personalidade perfeccionista teve de encontrar formas de valorizar as “coisas incríveis” que foi alcançando. Hoje diz que se sente feliz: “agora já não sobrevivo, agora vivo.” Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 15 de novembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Hoyos, business advisor, coach executivo global sênior, membro da Forbes Coaches Council, CEO/Founder do Elite Leader Institute, bestseller internacional, autor de 7 livros, e host do Podcast Líder de Elite, conversou com Aline Swalf sobre Segurança Psicológica, Saúde Mental e Alta Performance.Neste episódio, Aline Swalf, psicóloga e especialista em desenvolvimento de pessoas e organizações, revela por que a segurança psicológica é o alicerce invisível que sustenta equipes de alta performance. Ela explora a diferença entre inteligência emocional e agilidade emocional, aborda a epidemia de saúde mental no contexto corporativo, e oferece estratégias práticas para líderes criarem espaços genuinamente seguros. Uma conversa essencial para líderes que buscam construir organizações onde as pessoas prosperam.Pontos Chave: Segurança Psicológica e Alta Performance, Inteligência Emocional vs. Agilidade Emocional, Saúde Mental Corporativa, Sinais de Falta de Segurança, O Papel do Líder, Vulnerabilidade como Força.Aline Swalf é psicóloga com 25 anos de carreira em desenvolvimento de pessoas e organizações, focando em transformação cultural, segurança psicológica e lideranças humanizadas.https://www.instagram.com/alineswalf/https://www.linkedin.com/in/alineswalf/Siga o Podcast Líder de Elite para mais conversas transformadoras.#segurançapsicológica #altaperformance #burnout
This episode is part Carioca Connection Classics — a curated collection of our favorite moments from the past ten seasons. You can get all the free worksheets at https://cariocaconnection.com/cc-classicsIn this episode of Carioca Connection, Alexia and Foster reflect on their favorite episodes as they prepare to take a short break. With a blend of nostalgia and excitement, they delve into episodes that focus on Brazilian Portuguese grammar and pronunciation, as well as moments from their personal journey. From the verb “ficar” to the pronunciation of “LH” and “vogais nasais,” they guide you through essential language lessons, all while sharing insights from their travels and life changes. Tune in for a mix of learning and heartfelt storytelling that will enhance your understanding of real-life Brazilian Portuguese.E agora em português…
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Israel e Hamas avançam em acordo de paz desenhado por Trump. Governo regulamenta botijão de gás gratuito para famílias de baixa renda. Alexandre Frota tem mandato cassado após condenação judicial. Inflação dos alimentos tem quarta queda mensal seguida em setembro. Sean ‘Diddy’ é condenado a quatro anos e dois meses de prisão. E a novela Vale Tudo é destaque do jornal britânico The Guardian. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio de hoje do Check-up Semanal, nossa editora-médica, Ester Ribeiro, traz os principais destaques do mês da área de carreira abordados no Portal Afya.Neste episódio teremos destaques apresentados no Afya Summit de 2025! Confira os temas que serão abordados nesse podcast: Como construir relações mais humanas em ambientes de alta pressão; Como o médico precisa se preparar para se tornar vanguardista; Quais as implicações éticas da manipulação cerebral em pesquisa e terapia; Quanto ganha um pediatra no Brasil?; Vulnerabilidade dos pacientes e atendimento na emergência.Leia na íntegra os artigos mencionados hoje:
Você já parou para pensar como olha para a sua própria história?No episódio de hoje, mergulho em um dos temas mais profundos que atravessam a vida de tantas mulheres: identidade, marca pessoal e a forma como reagimos ao que nos aconteceu.Falo sobre como confundimos vulnerabilidade com fragilidade quando, na verdade, vulnerabilidade é coragem. Coragem de se mostrar, de atualizar sua identidade, de ressignificar sua narrativa. E aqui vai uma provocação: será que o problema não é você, mas o olhar enviesado com o qual tem se enxergado?Trago reflexões práticas sobre:✨ Como construir uma marca pessoal com autenticidade e congruência.✨ O papel da vulnerabilidade como ponte de conexão e humanidade.✨ A importância do olhar bondoso e curioso sobre si mesma.✨ Por que mágoa é “má-água” e emoção parada adoece.✨ O exercício prático para clarear quem você é hoje e o que faz seus olhos brilharem.Se você sente que está em transição, que precisa recalcular sua rota ou reencontrar o valor da sua própria história, esse episódio é para você.Mais do que sobre presença digital, falamos sobre presença na vida. Sobre assumir a autoria da sua narrativa e reagir ao passado com consciência, para construir um futuro em que você se reconhece, se orgulha e se ama.Este podcast é para mulheres que querem atualizar sua identidade, se libertar das mágoas e se reconectar com a força da própria história.Ouça agora e compartilhe com alguém que precisa se lembrar de que ser protagonista é reagir com coragem e verdade e não se esconder atrás da crítica ou da repetição.Faça parte da minha Mentoria Dharma → https://pt.surveymonkey.com/r/YSPXFYS ⚡️
“A maior parte das pessoas acha que eu sou maluca”, confessa entre risos Inês Aires Pereira logo no arranque deste episódio de Alta Definição. Conhecida pela autenticidade e pela boa disposição que a caracterizam, a atriz admite a Daniel Oliveira que, por vezes, sente-se “um bocadinho palhaça”, algo que, apesar de divertir os outros, a irrita. Depois desta introdução, que reforça traços já familiares da sua personalidade, a conversa ganha contornos mais íntimos. Sem filtros nem receios, Inês abre o coração e recorda alguns dos momentos mais difíceis da sua vida. Entre humor e emoção, partilha a experiência da depressão que enfrentou após dar vida a uma personagem constantemente triste. “Achava que não tinha o direito de ter uma depressão. Pensava: ‘Tens tudo, um homem, dois filhos, casa, dinheiro, saúde’. Pedi ao David que me internasse”, relembra, entre lágrimas e gargalhadas. Reconhece que, apesar do preconceito em torno dos antidepressivos - “não tomes isso, é perigoso”, chegaram a dizer-lhe - , foi precisamente a medicação que mais a ajudou a recuperar. Por isso, deixa um apelo direto: é urgente quebrar os estigmas e a vergonha associados a este tema. “O que não pode ser é a pessoa viver com aquela tristeza.” Mais recentemente, Inês integrou a nova série da RTP, 'FELP', dos mesmos criadores da novela satírica Pôr do Sol, e admite estar a atravessar “uma boa fase”. Ainda assim, revela que da infância, da qual guarda poucas memórias, lembra-se de sentir falta de colo. Hoje, porém, encontra equilíbrio naquilo a que chama “a fase sanduíche”: “Estou a cuidar dos meus filhos, já estou a cuidar dos meus pais e, ao mesmo tempo, estou a cuidar de mim.” O programa foi emitido a 13 de setembro na SIC e pode ser ouvido aqui. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pesquisa relaciona experiências traumáticas, consumo de cannabis e predisposição genética ao surgimento da doença
A crise climática agrava a desigualdade de gênero, sobrecarregando mais as mulheres
Grupos reflexivos são espaços de transformação coletiva, onde homens se reúnem para refletir sobre masculinidades, corresponsabilidade e equidade de gênero.Mais do que rodas de conversa, são encontros que provocam desconfortos, inspiram vulnerabilidades e revelam novas formas de estar no mundo.Neste episódio, mergulhamos na história e na potência desses grupos no Brasil — sua origem ligada ao movimento feminista, sua eficácia na redução da reincidência de violências e, sobretudo, o impacto das experiências pessoais compartilhadas.Um convite para compreender como a transformação individual se conecta ao coletivo na construção de uma sociedade mais justa.Esse episódio é uma realização do MEMOH:- Roteiro e curadoria de conteúdo: Pedro de Figueiredo, Abel Oliveira, Lucas Fontaine e Lincoln Frutuoso- Edição : Reginaldo Cursino- Produção: Camila BorgesLinks e indicações bibliográficas: - Livro: Feminismo no Brasil: Memórias de quem fez acontecer por Branca Moreira Alves , Jacqueline Pitanguy - post PDH (Andrio Robert) sobre dores dos homens serem legítimas - definição do que é um grupo reflexivo (pág. 32 - metodologia Noos)- DOC O Silêncio dos Homens (IPDH): https://www.youtube.com/playlist?list=PLV8siqRMVJ2aIgHcbaNPimU8Z8omJDpGN
Neste episódio do Juliana Goes Podcast, recebo duas mulheres que não apenas chegaram ao topo, mas escolheram transformar o caminho em legado. Kamila Fonseca, executiva de marketing que reposiciona marcas icônicas para falar com a mulher real, aquela que já não aguenta manuais prontos sobre como cuidar de si. Tati Biasetton, diretora de marketing da BMW Brasil, à frente da estratégia de uma das marcas mais desejadas do mundo, num mercado historicamente masculino.Falamos sobre o que ninguém vê no LinkedIn ou nas redes sociais: os bastidores de quem decide abrir mão de algo importante para conquistar outro sonho; o preço invisível das escolhas que moldam a vida; e a coragem necessária para vestir (ou tirar) a armadura e se manter de pé em ambientes de alta pressão.Você vai ouvir sobre coragem emocional, liderança que começa dentro para depois brilhar fora, e a importância de saber dizer “não” sem culpa. Falamos sobre pratinhos que caem, de limites que salvam, e da força de escrever a própria narrativa mesmo sob julgamento.Este não é um papo para te romantizar a jornada, mas para te lembrar que protagonismo é escolha consciente: é decidir onde colocar seu tempo, sua energia e seu amor.Se você já sentiu a culpa de não estar em todos os lugares ao mesmo tempo…Se já se questionou sobre o que vale a pena sustentar…Ou se quer liderar com mais presença e menos autoexigência destrutiva…Este episódio vai te desafiar a se olhar de outro jeito e talvez mudar a forma como conduz sua vida.▶ Aperte o play e venha com a gente nessa conversa real, madura e transformadora.Aproveita meu cupom JUGOES para 10% de desconto no site da Ūste → https://bit.ly/uste_jugoesAcompanhe o trabalho da Kamila Fonseca → https://www.linkedin.com/in/kamila-fonseca-83717928/Acompanhe o trabalho da Tatiana Biasetton → https://www.linkedin.com/in/tatiana-biasetton-aa556389/Faça parte da minha Mentoria Dharma → https://bit.ly/mentoriadharma_spotify ⚡️contém publicidade
Aos 51 anos, o músico Rui Bandeira partilha a sua história de vida numa conversa intimista conduzida por Daniel Oliveira. Aborda temas como a infância marcada pelo divórcio dos pais, o papel fundamental dos avós, a descoberta da fé e o impacto da música no seu percurso. Fala ainda sobre desafios profissionais, a importância da família, a reinvenção durante a pandemia e o valor do reconhecimento do público. Um testemunho de resiliência, superação e autenticidade, onde Rui revela o lado mais humano por detrás do artista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em tempos de vulnerabilidade - 15.06.2025 - Is 6.13 - Culto Noturno by Igreja Presbiteriana de Anápolis | IPA
Neste episódio, mostramos como o empreendedorismo pode ser uma forma de pessoas em situação de vulnerabilidade econômica saírem dos programas sociais de maneira segura. Políticas públicas e ferramentas de incentivo ampliadas voltadas para o pequeno negócio também podem ser o “ensinar a pescar” após “dar o peixe”, como dizem por aí.
No Alta Definição em podcast, Fábia Rebordão partilha as suas experiências com a maternidade, a carreira como cantora e as lutas pessoais como o transtorno obsessivo-compulsivo. Entrevistada por Daniel Oliveira, a fadista revela que a falta de afeto na infância afetou as suas relações familiares, principalmente com a filha, Maria Inês. O Alta Definição foi emitido na SIC a 3 de maio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Confira mais um episódio do PFC Debate. Falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar. SEJA MEMBRO DO CANAL!!! A busca pelo sub 20; Sucessos; Fracassos; Delírio; Momento fofo; Vulnerabilidade; Como foi 2024; Rumo a 2025. Tem isso e muito mais no cardápio variado com tudo que o PFC Debate sempre oferece. Escute, informe-se e divirta-se. Lista de casamento Enio e Andressa Compre o livro da Camila Siga quem faz o PFC Debate: Enio, Gigi, Marcos, Camila, Duda, Ana e Thainara. SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE Use nossos cupons de desconto: KEEP RUNNING BRASIL - PFC FOCO RADICAL - PFC10 CARAMELO - PFC10 CLUBE DE AUTORES - PFC10
Enquanto o Foster está voltando para Portugal depois de perder um familiar, vamos escutar alguns dos nossos episódios favoritos sobre saúde mental em comemoração ao Dia Mundial da Saúde Mental. Já já vamos estar de volta com episódios novos!In this episode of Carioca Connection, Alexia & Foster wrap up their mini-series mental health using real-life Brazilian Portuguese. They discuss their personal experiences and share valuable insights on how to navigate emotions and mental well-being in Brazilian Portuguese.From essential vocabulary like “vulnerabilidade” and “elefante branco” to practical expressions for asking for help and supporting others, this episode is rich with language tips that cater to intermediate and advanced learners.Join them for an authentic and engaging conversation about mental health, while enhancing your Brazilian Portuguese skills along the way.E agora em português…Neste episódio do Carioca Connection, Alexia e Foster abordam o tema muitas vezes não falado da saúde mental. Eles compartilham suas experiências pessoais e oferecem valiosas percepções sobre como lidar com emoções e bem-estar mental em português brasileiro.De vocabulário essencial como “vulnerabilidade” e “elefante branco” a expressões práticas para pedir ajuda e apoiar os outros, este episódio está repleto de dicas de linguagem que atendem a estudantes de nível intermediário e avançado.Participe dessa conversa autêntica e envolvente sobre saúde mental, enquanto aprimora suas habilidades no português brasileiro. Want to improve your Brazilian Portuguese with us? We have big plans for Carioca Connection coming right around the corner! Visit our website to learn more about our brand-new offerings: https://cariocaconnection.com