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Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Minuto TCE-GO
II Congresso Internacional: Democracia, Governança, Políticas Públicas

Minuto TCE-GO

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 1:34


LECCAST
#202 | A sofisticação dos crimes financeiros | Com Beatriz Gimenez e Paulo Vita

LECCAST

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026


Inscreva-se no Curso de Compliance Financeiro: https://link.lec.com.br/yZGt. Neste episódio especial do LECCAST, gravado diretamente do 13º Congresso Internacional de Compliance, Beatriz Gimenez e Paulo Vita debatem a evolução da Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo (PLD/FT), destacando como a área deixou de ser uma obrigação puramente burocrática para se tornar um pilar … Continue reading "#202 | A sofisticação dos crimes financeiros | Com Beatriz Gimenez e Paulo Vita"

A Incubadora
#081 - Episodio 81: Journal Club 56 - Atualização Reanimação Neonatal SBP

A Incubadora

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 58:31


Send us Fan MailAs Diretrizes 2026 do Programa Brasileiro de Reanimação Neonatal acabaram de ser publicadas — e neste episódio a gente vai trazer as novidades.Percorremos os dois documentos lançados pela SBP em 12 de junho de 2026: as diretrizes para recém-nascidos com 34 semanas ou mais e as diretrizes para prematuros com menos de 34 semanas. Discutimos o que mudou em relação a 2022, o que foi reforçado e o que é novidade estrutural — do briefing ao debriefing, do clampeamento tardio ao escalonamento de oxigênio por faixa gestacional, do CPAP na sala de parto à abordagem ética nos limites da viabilidade.E fazemos isso ao lado do NRP 9ª edição, as diretrizes americanas de 2025 da AHA e AAP — que você conheceu no episódio 66 — para entender onde Brasil e Estados Unidos convergem e onde, deliberadamente, divergem.Almeida MFB, Guinsburg R et al. Reanimação do RN ≥34 semanas: Diretrizes SBP 2026. DOI: 10.25060/PRN-SBP-2026-1  https://www.sbp.com.br/?acervo_download=1&post_id=62422&nonce=942dd601abGuinsburg R, Almeida MFB et al. Reanimação do RN

Edmundo Nesi
Congresso Internacional do Medo (Carlos Drummond de Andrade)

Edmundo Nesi

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 1:23


Neste poema ouviremos um Drummond implacável falando sobre o medo imposto. Um poema com mais de 70 anos, é assustador saber como isso ainda é aplicado.Beginning de Audionautix é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/Artista: http://audionautix.com/

Observatório Feminino
Observatório entrevista pastora que viralizou ao denunciar abuso sexual, pedofilia e violência doméstica dentro da igreja

Observatório Feminino

Play Episode Listen Later May 10, 2026 23:57


Um trecho de uma pregação feita pela pastora Helena Raquel durante o Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora, em Camboriú, Santa Catarina, viralizou nas redes sociais.A religiosa citou temas como violência doméstica, abuso sexual e pedofilia dentro da igreja. Ela criticou o silêncio e omissão dos líderes religiosos que cometem tais crimes. Somando mais de 1 milhão e 700 mil seguidores no Instagram e quase 600 mil inscritos no YouTube, Helena Raquel é líder da Assembleia de Deus Vida na Palavra, juntamente com o marido, Eleomar Dionel, no Rio de Janeiro. Este vídeo já teve mais de 1 milhão de visualizações nas redes sociais. Em entrevista exclusiva ao Observatório Feminino, a pastora Helena Raquel falou sobre a repercussão do discurso e a importância de abordar de forma direta, temas como abuso sexual, pedofilia e violência doméstica dentro da igreja.

LECCAST
#197 | A ilusão da maturidade em Compliance | Com Eric Greghy

LECCAST

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026


Garanta sua vaga no 13º Congresso Internacional de Compliance: https://link.lec.com.br/vCeD. Neste episódio do LECCAST, Matheus Cunha recebe Eric Greghy, Compliance & AML Strategy Leader na CIAL, para um bate-papo imperdível sobre a ilusão da maturidade em compliance e o uso estratégico de dados e tecnologia na gestão de riscos de terceiros.

LECCAST
#196 | Compliance Ops: Inovação e Tecnologia em Compliance | Com Maurício Fiss e Cyro Diehl

LECCAST

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026


Garanta sua vaga no 13º Congresso Internacional de Compliance: https://link.lec.com.br/uId_. Neste episódio do LECCAST, Matheus Cunha recebe Maurício Fiss e Cyro Diehl, Co-Fundadores da Be.Aliant, para um bate-papo imperdível sobre a transição do compliance reativo e manual para uma gestão estratégica, integrada e tecnológica.

FEBRABAN News
Febraban Podcast - T2026 EP06 - Mudanças climáticas e risco sistêmico: aprendizados do Rio Grande do Sul

FEBRABAN News

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 15:04


As enchentes no Rio Grande do Sul escancararam uma nova realidade: eventos climáticos extremos estão se tornando mais frequentes, intensos e imprevisíveis. E seus impactos vão muito além dos danos materiais, conforme debatido na 15ª edição do Congresso Internacional de Gestão de Riscos (G-Risc). O desastre colocou à prova cidades, governos e instituições, revelando fragilidades, mas também importantes aprendizados sobre resiliência, gestão de riscos e resposta em cenários de crise.​No novo episódio do Febraban Podcast, discutimos o risco climático como risco sistêmico e as lições trazidas pelas enchentes que atingiram quase a totalidade dos municípios gaúchos. Reunimos relatos de quem esteve no centro da tomada de decisão, analisamos como o sistema financeiro reagiu a uma situação limite, quais estratégias funcionaram e o que precisa evoluir diante de um cenário de mudanças climáticas cada vez mais desafiador.​Neste episódio, você vai saber também:​Os impactos dos riscos climáticos sobre o sistema financeiro, a economia e a sociedade;​A importância da resiliência institucional e da coordenação entre bancos e autoridades;​O papel do Banco Central na gestão do risco social, ambiental e climático;​Como o crédito e o sistema financeiro podem apoiar a adaptação climática e a reconstrução;​Lições práticas para antecipar riscos e reduzir vulnerabilidades no futuro;​Com Irany de Oliveira Sant'Anna Júnior (Banrisul), Alan Guedes (Banco do Brasil) e Fernando Lunardi (Banco Central), sob condução de Mona Dorf, diretora-adjunta de Conteúdo Digital da Febraban.FICHA TÉCNICA: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf ​Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino ​Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella ​Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Patrícia Travassos e Clovis Travassos ​Edição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda ​Videomaker backstage: Kris Arruda ​Gravação: Supernova Cinematográfica

Olho Vivo
UNIDEAU lança o Med Experience, congresso internacional de medicina em Getúlio Vargas

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 15:59


O Centro Universitário Ideau (UNIDEAU), em Getúlio Vargas, realizou nesta terça-feira, 24 de março, o lançamento oficial do Med Experience. O evento está programado para os dias 10 e 11 de setembro e terá como tema central "Entre algoritmos e vida: presente e futuro da medicina". A iniciativa busca discutir a integração de Inteligência Artificial (IA), inovação e tecnologia no sistema de saúde regional.

Falando de História
Miscelânea Histórica #107

Falando de História

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 19:17


Esta semana falamos do Livro dos Conselhos do rei D. Duarte e de Cixi, imperatriz da China entre 1861-1908.Sugestões da semana1. Valentim Alexandre - Um Luto Português. Goa na Crise Final do Império. Temas e Debates, 2026.2. Congresso Internacional de História Militar: a Guerra Ibérica em contextos meridionais (sécs. IV-XVI), AIHM / Câmara Municipal de Silves, 19-21 de Março de 2026----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, João Cancela, João Carreiro, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0.Edição de Marco António.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Polícia Penal de SP estreia em Congresso Internacional de Operações Policiais

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 2:45


Evento será realizado no São Paulo Expo e tem entrada gratuita para profissionais da segurança pública.

Governo do Estado de São Paulo
Sonora: II Congresso Internacional de Resiliência Climática reforça protagonismo da Defesa Civil frente aos desafios das mudanças climáticas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 1:19


Sonora: II Congresso Internacional de Resiliência Climática reforça protagonismo da Defesa Civil frente aos desafios das mudanças climáticas by Governo do Estado de São Paulo

Fim de Tarde Eldorado
PF: tudo sobre o San Sebastian Gastronomika

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 17:18


Patrícia Ferraz conta detalhes do Congresso Internacional de Gastronomia, o Gastronomika, que ocorreu no início de outubro em San Sebastián, na Espanha.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Acesso à informação pode contribuir para a segurança alimentar em territórios em desenvolvimento

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 5:42


Esta é a hipótese de uma rede de pesquisadores formada entre Brasil e África. O grupo participou na UFRJ do Congresso Internacional de Enfrentamento à Fome e à Desinformação. Nossa reportagem ouviu o diretor geral da Escola Superior de Jornalismo de Maputo, em Moçambique, Alexandre Dinis Zavale, e os professores da UFRJ Marialva Barbosa e Muniz Sodré.Reportagem: João Pedro Mendes e Letícia VieiraEdição: Thiago Kropf

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Segunda-feira, 29 de setembro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 8:13


Optus tem nova falha no serviço triplo zero no fim de semana. Sydney sedia o 76º Congresso Internacional de Astronáutica esta semana. No Brasil, STF forma maioria para manter presos os investigados de fraude no INSS. Em Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa tira o peso da política nacional nas eleições autárquicas de 12 de outubro.

Repórter Unicamp
IA melhora imagens de tomografia bucais

Repórter Unicamp

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 1:24


Uma pesquisa da Unicamp utilizou a inteligência artificial (IA) para aprimorar a qualidade das imagens de tomografias em pacientes com implantes dentários. Os experimentos demonstraram que o modelo de IA melhorou a qualidade das imagens em 100% dos testes. O aprimoramento das imagens é crucial para verificar de forma mais detalhada estruturas da boca e dos dentes. Muitos pacientes possuem implantes com metais em sua composição. A interação desses metais com o feixe de raio x prejudica as imagens de tomografia. A tecnologia foi desenvolvida pelo cirurgião dentista Matheus Lima Oliveira, professor de radiologia odontológica da Faculdade de Odontologia de Piracicaba. O trabalhou conquistou o prêmio na categoria Inteligência Artificial e Avanços Tecnológicos no Congresso Internacional de Radiologia, realizado recentemente em Londres, no Reino Unido.Reportagem: Felipe MateusEdição: Octávio SilvaProdução: Silvio Anunciação

Pr Klaus Piragine
Evidências ‪Arqueológicas da Bíblia com Ariel Horovitz - #243

Pr Klaus Piragine

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 63:13


Podcast de Liderança | Pr. Klaus Piragine - Evidências  Arqueológicas da Bíblia com Ariel Horovitz de JerusalémHoje o Pr. Klaus teve uma conversa fascinante com o Dr. Ariel Horovitz, diretamente de Jerusalém, enquanto ele desvenda os mistérios e a relevância da arqueologia bíblica para a nossa fé.Ele explica como a ciência e a história comprovam a veracidade de personagens e eventos bíblicos, como a existência de Jesus e do Rei Davi, desmistificando teorias modernas que os chamam de "lendas".Dr. Ariel compartilha a missão da Moriá International Center de democratizar o conhecimento, trazendo para o Brasil cursos e conteúdos riquíssimos que nos ajudam a entender a Bíblia não apenas como um livro sagrado, mas como um guia prático para a vida. Ele nos leva a uma jornada, explicando a importância de se conectar com o contexto histórico para uma compreensão mais profunda das Escrituras.Prepare-se para ver a Bíblia de uma forma totalmente nova, com a ciência e a fé andando lado a lado!Ficou curioso para saber mais sobre o tema “De Davi a Jesus: A evidência arqueológica”?Você é nosso convidado para o 8º Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica!O renomado Congresso retorna ao formato presencial em uma edição histórica, aqui em São Paulo.De 4 a 6 de setembro | no espaço da Igreja Evangélica KyriosInscrições abertas: https://congressoarqueologia.com/kryos-8ciabSe este vídeo falou com você, curta, comente e compartilhe com outros líderes.Vamos juntos tirar a Igreja da obscuridade e levá-la de volta à luz!SIGA o Pastor Klaus nas redes sociais!Se inscreva: https://www.youtube.com/c/KlausPiragineFacebook: https://www.facebook.com/k.piragine/Instagram: https://www.instagram.com/klauspiragine?igsh=anlvYnEzY2lvYWRjPodcast Spotify: https://podcasters.spotify.com/pod/show/klaus-piraginePodcast SoundCloud: https://soundcloud.com/klaus-piragine-lideranca

Jornal da USP
Universo das Emissoras Públicas: Organizações se adaptam às transformações digitais e atuam nas redes sociais

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 27, 2025 56:46


O 1º Congresso Internacional de Emissoras Públicas, sediado pela USP, promoveu debates sobre a atuação das instituições públicas no ecossistema midiático, o formato de financiamento e os caminhos de diálogo com a sociedade

Minuto TCE-GO
Revista Científica do Congresso Internacional dos TCs

Minuto TCE-GO

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025 1:31


O Anota Aí é um quadro da Rádio TCE com informações sobre novidades nos TCs. Atricon lança chamada para artigos e pôsteres científicos do IV Congresso Internacional dos TCs.Edição de som: Israel Borsatto - Rádio TCE-GOReportagem: Isabella Pesce - Rádio Justiça

LECCAST
#163 | Empresa Pró-Ética | Com Natália Couri Katzer

LECCAST

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025


Marcio El Kalay recebe Natália Couri Katzer, Gerente de Avaliação e Due Diligence de Terceiros na Eletrobras, para um bate-papo imperdível sobre suas vivências com o Pró-Ética. 12º Congresso Internacional de Compliance: https://bit.ly/43AZbDy

LECCAST
#162 | Inteligência emocional da teoria à prática | Com Juliana Zellauy

LECCAST

Play Episode Listen Later May 28, 2025


Marcio El Kalay recebe Juliana Zellauy, escritora best-seller da Amazon, Especialista em Neurociências e Comportamento e Gestora Ambiental, para uma conversa sobre inteligência emocional e como transformar a teoria em prática no dia a dia. 12º Congresso Internacional de Compliance: https://bit.ly/4dIAaey

Notícia no Seu Tempo
Festival Apas Show - o maior evento de alimentos e bebidas das Américas

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later May 12, 2025 19:22


Carlos Correia, diretor geral da APAS, será o convidado especial deste podcast. Com quase 30 anos de experiência no setor e uma vasta bagagem no mercado supermercadista, ele compartilha todos os detalhes sobre o Festival Apas Show 2025, que promete ser um evento imperdível para o setor. Carlos aborda as principais novidades da edição deste ano, os grandes nomes que estarão presentes no Congresso Internacional de Supermercados e as tendências que vão moldar o futuro do varejo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da USP
Universo das Emissoras Públicas: Congresso internacional na USP discutirá papel das emissoras públicas

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Mar 28, 2025 26:24


Para o vice-presidente da Fundação Padre Anchieta e conferencista no evento, o congresso vai trazer ao Brasil a discussão sobre a relevância de televisões e rádios públicas no mundo

Capital Projects Podcast
Episódio #179 – Desafios e Tendências no Direito da Construção

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Nov 21, 2024 77:35


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse nono e último episódio da série, eu converso sobre os atuais desafios e tendências no Direito da Construção com Victor Madeira e Marcelo Botelho de Mesquita. Victor é advogado, árbitro e membro de dispute board, com experiência no setor da construção e infraestrutura e especializado na elaboração e negociação de contratos de construção, financiamentos e em arbitragens e litígios complexos envolvendo o setor. No momento da gravação da nossa série, era o Presidente do IBDiC. Marcelo é Vice-presidente da CMAA-ACIF, Fellow do Chartered Institute of Arbitrators, Mestre em Direito pela UFSC e advogado com ampla experiência em contratos de engenharia e construção no setor de infraestrutura. Era Vice-Presidente do IBDiC durante a gravação da nossa série, sendo eleito Presidente para o novo mandato da Diretoria iniciado no final de outubro. Vamos falar sobre como o Congresso do IBDiC, as tendências do setor, contratos colaborativos e muito mais? Dê um play e vamos juntos! Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)! Quer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #VictorMadeira #MarceloMesquita

Capital Projects Podcast
Episódio #178 – Construindo Confiança: o poder dos Contratos Colaborativos em Projetos de Capital

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Nov 13, 2024 47:53


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse oitavo e penúltimo episódio da série, eu converso sobre arranjos colaborativos em Contratos de Construção com Rafael Monteiro. Rafael é sócio da prática de Infraestrutura & Projetos de Capital da Deloitte e Mestre em engenharia com foco em contratos internacionais de construção pela Universidade de Stuttgart. Liderou projetos no Brasil, Peru, México e Moçambique e dedica-se ao desenvolvimento de relações colaborativas entre investidores e construtores. É também membro da DRBF, AACE e SCL, e ganhador do Prêmio IBDiC 2023. Vamos falar sobre como podemos ter abordagens mais colaborativas entre Contratantes e Contratadas? Dê um play e vamos juntos! Para saber mais sobre os próximos eventos apoiados pelo Capital Projects Podcast, acesse: - 16° Congresso de Gestão, Projetos e Liderança do PMI MG, que vai acontecer em Belo Horizonte nos dias 22 e 23 de novembro: www.pmimg.org.br - 22° Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos do PMI SP, que vai acontecer nos dias 26 e 27 de novembro em São Paulo: www.pmisp.org.br (eu estarei lá!) - 23° Encontro de Gerenciamento de Projetos do PMI DF, que vai acontecer em Brasília de 26 a 28 de novembro: https://pmidf.org/egp/ Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)! Quer entrar no para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #ContratosColaborativos #IPD #IntegratedProjectDelivery #RafaelMonteiro

Capital Projects Podcast
Episódio #177 – Limitação de Responsabilidades em Contratos de Construção

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Nov 6, 2024 39:54


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse sétimo episódio da série, eu converso sobre Limitação de Responsabilidades em Contratos de Construção com Leonardo Toledo. Leonardo é ex-presidente do IBDiC, Mestre e Doutor em Direito pela USP, Professor do programa de mestrado profissional da FGV Direito SP. Também é sócio de Toledo Marchetti Advogados, é árbitro com grande experiência em Projetos de Infraestrutura, tanto no desenvolvimento de projetos quanto na discussão de litígios complexos de construção. Vamos falar sobre limitação de responsabilidades e matriz de riscos em projetos de construção? Dê um play e vamos juntos! Para saber mais sobre os próximos eventos apoiados pelo Capital Projects Podcast, acesse: - 16° Congresso de Gestão, Projetos e Liderança do PMI MG, que vai acontecer em Belo Horizonte nos dias 22 e 23 de novembro: www.pmimg.org.br - 22° Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos do PMI SP, que vai acontecer nos dias 26 e 27 de novembro em São Paulo: www.pmisp.org.br (eu estarei lá!) - 23° Encontro de Gerenciamento de Projetos do PMI DF, que vai acontecer em Brasília de 26 a 28 de novembro: https://pmidf.org/egp/   Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)!   Quer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN   #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #Contratos #Responsabilidades #LeonardoToledo

Capital Projects Podcast
Episódio #176 – Dispute Boards – Como funcionam?

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Oct 30, 2024 41:20


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse sexto episódio da série, eu converso sobre Dispute Boards com um grande especialista sobre o tema: Ricardo Medina Salla. Ricardo é Diretor do Instituto Brasileiro de Direito da Construção – IBDiC, Sócio líder da área de construção e infraestrutura de FLH Advogados, bacharel, mestre e doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. É idealizador da Lei Paulistana 16.873/2018 e do Projeto de Lei Federal 2421/2021 que versam sobre o uso de Dispute Boards pela Administração Pública. Vamos conhecer mais sobre esse mecanismo de prevenção e solução de disputas? Dê um play e vamos juntos! Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (⁠https://www.deloitte.com/br/pt.html⁠) e do IBDiC (⁠https://ibdic.org.br/⁠)! Para saber mais sobre os próximos eventos apoiados pelo Capital Projects Podcast, acesse: - 19° Seminário Capixaba de Gestão de Projetos, que vai acontecer de 06 a 08 de novembro em Vitória-ES: ⁠www.pmies.org.br⁠ - 16° Congresso de Gestão, Projetos e Liderança do PMI MG, que vai acontecer em Belo Horizonte nos dias 22 e 23 de novembro: ⁠www.pmimg.org.br⁠ - 22° Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos do PMI SP, que vai acontecer nos dias 26 e 27 de novembro em São Paulo: ⁠www.pmisp.org.br⁠ (eu estarei lá!) - 23° Encontro de Gerenciamento de Projetos do PMI DF, que vai acontecer em Brasília de 26 a 28 de novembro: ⁠https://pmidf.org/egp/⁠ - XII Encontro Internacional AACE 2024, em BH, dias 13 e 14 de novembro: ⁠https://encontro.brasil-aacei.org/⁠ (eu estarei lá!)   Quer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #Contratos #DisputeBoard #RicardoMedinaSalla

Capital Projects Podcast
Episódio #175 – Resolução dos Contratos de Construção

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Oct 23, 2024 44:06


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse quinto episódio da série, eu converso sobre Resolução Contratual com dois grandes especialistas: Renata Steiner e Jorge Cesa Ferreira da Silva. Renata é professora de Direito Privado na Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (FGV-SP) e na FGV Law. Doutora em Direito Civil pela Universidade de São Paulo, mestre em Direito das Relações Sociais pela Universidade Federal do Paraná e fundadora da AGIRE | Direito Privado em Ação. É também Conselheira da ARBITAC, árbitra independente (FCIARb) e parecerista em São Paulo. Jorge é sócio-fundador do Souto Correa Advogados. Advogado, parecerista e árbitro, Doutor em Direito Civil pela Universidade de São Paulo e visiting scholar na Universidade de Edimburgo (2009). Autor de livros, artigos e traduções publicados no Brasil, Europa e Estados Unidos, especialmente no campo contratual. Vamos entender as diferentes formas de extinção de um contrato de construção, seus riscos e consequências? Dê um play e vamos juntos! Para saber mais sobre os próximos eventos apoiados pelo Capital Projects Podcast, acesse: - 19° Seminário Capixaba de Gestão de Projetos, que vai acontecer de 06 a 08 de novembro em Vitória-ES: www.pmies.org.br - 16° Congresso de Gestão, Projetos e Liderança do PMI MG, que vai acontecer em Belo Horizonte nos dias 22 e 23 de novembro: www.pmimg.org.br - 22° Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos do PMI SP, que vai acontecer nos dias 26 e 27 de novembro em São Paulo: www.pmisp.org.br (eu estarei lá!) - 23° Encontro de Gerenciamento de Projetos do PMI DF, que vai acontecer em Brasília de 26 a 28 de novembro: https://pmidf.org/egp/ - XII Encontro Internacional AACE 2024, em BH, dias 13 e 14 de novembro: https://encontro.brasil-aacei.org/   Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)!   Quer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN   #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #Contratos #Resolução #RenataSteiner #JorgeCesaFerreira

Notícias Agrícolas - Podcasts
Com impactos climáticos na produtividade nacional e desafios internacionais, setor do trigo é debatido em Congresso Internacional da Abitrigo

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 22, 2024 10:00


Capital Projects Podcast
Episódio #174 – Improdutividade na Construção

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Oct 16, 2024 34:02


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse quarto episódio da série, eu converso com Adriana Sarra. Adriana é Professora Doutora de Direito do Comércio Internacional na Faculdade de Direito da USP, sócia de Toledo Marchetti Advogados e Diretora do IBDiC. É também Coordenadora da Liderança Setorial de Arbitragem e Mediação do InfraWomen Brazil e Coordenadora do Grupo de Estudos de Arbitragem e Direito da Construção do CBAr. Quer entender um pouco mais sobre questões de improdutividade nas obras e como tratar as responsabilidades nesses casos? Dê um play e vamos juntos! Para saber mais sobre os próximos eventos apoiados pelo Capital Projects Podcast, acesse: - 6° Congresso Catarinense de Gestão, Projetos e Liderança, que vai acontecer em Blumenau-SC dias 21 e 22 de outubro: https://pmisc.org.br/   - 22° Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos do PMI SP, que vai acontecer nos dias 26 e 27 de novembro em São Paulo: www.pmisp.org.br (eu estarei lá!) - 23° Encontro de Gerenciamento de Projetos do PMI DF, que vai acontecer em Brasília de 26 a 28 de novembro: https://pmidf.org/egp/ - XII Encontro Internacional AACE 2024, em BH, dias 13 e 14 de novembro: https://encontro.brasil-aacei.org/   Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)!   Quer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN   #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #Contratos #Infraestrutura #AdrianaSarra #Improdutividade

Capital Projects Podcast
Episódio #173 – Gestão de Crises e Mudanças Climáticas em Contratos de Infraestrutura

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Oct 9, 2024 32:52


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse terceiro episódio da série, eu converso com Fernando Marcondes. Fernando é advogado atuante no mercado de Construção e Infraestrutura há mais de 30 anos, fundador e ex-presidente do IBDiC, árbitro e membro de Dispute Boards, e sócio da MAMG Advogados. Vamos entender como as mudanças climáticas colocam mais pressão sobre os contratos de infraestrutura? Dê um play e vamos juntos! Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)!   Quer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN Para saber mais sobre os próximos eventos apoiados pelo Capital Projects Podcast, acesse:  - Summit PMI PR 2024, que vai acontecer em Curitiba-PR dia 19 de outubro (eu estarei lá!): https://pmipr.org.br/summit/ - 6° Congresso Catarinense de Gestão, Projetos e Liderança, que vai acontecer em Blumenau-SC dias 21 e 22 de outubro: https://pmisc.org.br/     - 23° Encontro de Gerenciamento de Projetos do PMI DF, que vai acontecer em Brasília de 26 a 28 de novembro: https://pmidf.org/egp/ - XII Encontro Internacional AACE 2024, em BH, dias 13 e 14 de novembro: https://encontro.brasil-aacei.org/ #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #Contratos #Infraestrutura #MudançasClimáticas #FernandoMarcondes

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#646 - MOMENTOS DO CIMP - Congresso Internacional das Mulheres Policiais - 2024 LÚCIA HELENA GALVÃO

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Oct 8, 2024 48:40


repost @Movimento das Mulheres Policiais do Brasil MMUP MOMENTOS DO CIMP 2024 LÚCIA HELENA GALVÃO (youtube.com) Congresso Internacional das Mulheres Policiais, onde vozes diversas se uniram em prol da segurança e da igualdade.

Capital Projects Podcast
Episódio #172 – Customização de Arbitragens na Construção e Arbitragem de Megaprojetos

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Oct 2, 2024 43:20


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse segundo episódio da série, eu converso com dois convidados: Cristina Mastrobuono – Árbitra em disputas relacionadas a contratos de infraestrutura. É advogada formada pela USP, com LLM pela University of Chicago. É certificada como Fellow e presidente do CIArb Brazil Branch. Foi Procuradora do Estado de São Paulo com intensa atuação em projetos de concessão e PPPs, e Rodrigo Garcia da Fonseca - Advogado com mais de 30 anos de atuação em resolução de disputas, sócio de Fonseca e Salles Lima Advogados, Presidente do CAM-CCBC e Secretário-Geral da Comissão de Arbitragem da OAB-RJ. Vamos entender melhor como funciona a arbitragem em grandes projetos? Dê um play e vamos juntos! Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)! Para saber mais sobre os próximos eventos apoiados pelo Capital Projects Podcast, acesse: - Summit PMI PR 2024, que vai acontecer em Curitiba-PR dia 19 de outubro (eu estarei lá!): https://pmipr.org.br/summit/ - XII Encontro Internacional AACE 2024, em BH, dias 13 e 14 de novembro: https://encontro.brasil-aacei.org/ Quer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #PrevençãodePleitos #Pleitos #Contratos #Arbitragem

Capital Projects Podcast
Episódio #171 – Prevenção e Gestão de Pleitos na Construção

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Sep 14, 2024 54:29


Direto do Congresso Internacional do IBDiC, o Instituto Brasileiro de Direito da Construção, o Capital Projects Podcast traz mais uma série especial! Onde a Engenharia e o Direito se encontram, vocês terão aqui muitas discussões sobre temas ligados à gestão contratual e resolução de disputas! Nesse primeiro episódio da série, eu converso com três convidados: Carolina Parada, Carolina Badra e Marcos Soares – todos gerentes na Deloitte e especialistas em Gestão de Contratos, Prevenção e Gestão de Pleitos! Vamos entender como melhorar nossos contratos e evitar disputas entre Contratantes e Contratadas? Dê um play e vamos juntos! Essa série só foi possível graças ao apoio especial da Deloitte (https://www.deloitte.com/br/pt.html) e do IBDiC (https://ibdic.org.br/)!   E ATENÇÃO: nova turma do Curso GPI/FEL, o curso de Gestão de Projetos Industriais com a Metodologia FEL, abrindo em setembro! Para saber mais, acesse o grupo VIP: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN   #CapitalProjectsPodcast #GestãodeProjetos #CapitalProjects #AndreChoma #Construção #Engenharia #ProjectManagement #PMI #ProjectManagementInstitute #FEL #Frontendloading #MetodologiaFEL #Deloitte #IBDiC #GestãodeContratos #PrevençãodePleitos #Pleitos #Contratos

Saúde Digital
#Giro SD - Congresso Educação Médica (CIIPES 2024)

Saúde Digital

Play Episode Listen Later Aug 29, 2024 39:46


BÔNUS: GIRO SD - CONGRESSO EDUCAÇÃO MÉDICA (CIIPES) 2024. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé foi ao Congresso Internacional de Inovação e Pesquisa em Educação na Saúde, organizado pelo CEDEM-FMUSP) em parceria com a Weill Cornell Medicine Qatar. O Giro foi em busca da percepção dos palestrantes, professores e participantes e trouxe um highlight do evento e, sem dúvida, o foco foi a presença e o impacto da IA Generativa na educação médica no Brasil e no mundo. Participe das nossas comunidades médicas! Para web, acesse AQUI.  Baixe nosso app: Android ou IOS Comunidade On-line Saúde Digital Podcast Conheça a SD Escola de Negócios Médicos e otimize  a gestão de sua carreira. ACESSE! Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Ecossistema! ACESSE AQUI!   Episódios Anteriores - Acesse! SD268 - Conexão em saúde: device para apoio à Telemedicina SD267 - Magie: Transformando Finanças com IA no WhatsApp SD266 - Entenda a Regulação de Software Médico e as Soluções Jurídicas Music by Telolahy Jean Berthino from Pixabay

Rádiofobia Podcast Network
Pod Notícias 018 - O crescimento consistente do mercado de podcasts

Rádiofobia Podcast Network

Play Episode Listen Later Jun 17, 2024 21:39


Olá, eu sou Leo Lopes e está no ar o POD NOTÍCIAS, a sua dose semanal de informação sobre o mercado de podcasts no Brasil e no mundo! Hoje é segunda-feira, dia 17 de junho de 2024 e esta é a nossa décima oitava edição! Você tem uma marca, um produto ou um serviço e quer atingir um público qualificado que se interessa pelo podcast aqui no Brasil? Então que tal anunciar com a gente aqui no Pod Notícias? Manda um e-mail pra gente no contato@podnoticias.com.br, que nós vamos ter o maior prazer em conversar com você. E também, caso você quiser colaborar com a gente com texto, sugestão de pauta ou qualquer notícia relevante também é muito bem-vindo, e pode fazer isso através do mesmo e-mail. 1 - A gente abre esta edição do Pod Notícias trazendo alguns dados que comprovam que a indústria do podcast continua tendo um crescimento consistente. Em 2023, o mercado global de podcast atingiu a marca histórica de 4 bilhões de dólares movimentados, e as projeções apontam que esse número vai crescer pra 6 bilhões e 56 milhões até 2031. Esses números, se confirmados, vão representar uma taxa de crescimento anual composta de 7,3% - o que não é nada mal, especialmente considerando que a taxa de outras mídias (como algumas redes sociais, por exemplo) têm diminuído nos últimos anos. Existem alguns pontos chave que impulsionam esse crescimento e os mais importantes são os avanços tecnológicos, a demanda do consumidor, a expansão do podcasting pra cada vez mais temas e nichos, e a sustentabilidade da mídia. Além disso, existem algumas tendências que vão guiar a indústria do podcast nos próximos anos: o uso de inteligência artificial, a customização para atender necessidades específicas e, é claro, ainda mais preocupação com o uso consciente dos recursos naturais. Quer saber mais sobre como o nosso mercado pode se comportar nos próximos anos? Então acessa a nossa página do LinkedIn e confere a matéria completa, que além dessas informações que eu acabei de te falar, também fala das oportunidades que as empresas têm de investir em pesquisa, desenvolvimento e expansão de mercado nesse momento que é tão propício pra isso. Link 2 - Um estudo recente da Signal Hill Insights, patrocinado por várias empresas, mostrou que nos Estados Unidos os ouvintes têm uma tolerância maior para anúncios em podcasts do que em outros meios, desde que as suas expectativas sejam respeitadas. Mas que expectativas são essas? Bom, primeiramente, o ouvinte espera que um episódio de podcast tenha de 2-3 anúncios no máximo. A média nacional americana é de 2 anúncios, o que está dentro do esperado. 46% dos entrevistados disseram que pulam os anúncios "sempre" ou "com frequência", mas esse número cai quando se refere a episódios inéditos. 28% dos ouvintes declararam que escutam todos os anúncios de todos os episódios - e essa é a maior retenção de atenção entre os canais de mídia abordados na pesquisa. Quando se fala sobre os motivos que levam os ouvintes a pular os anúncios, eles justificam com falta de relevância, falta de interesse no produto, ou quando os anúncios são repetidos. Enfim, o ouvinte de podcast aceita ouvir anúncios porque tem expectativas sobre isso. Segundo o Tom Webster, da Sounds Profitable, embora as pessoas pulem anúncios em qualquer tipo de publicidade, os podcasts têm uma boa chance de diminuir esse comportamento se respeitarem o que os ouvintes esperam. E, se for pra fazer propaganda no pé do ouvido do seu público, o mínimo que você pode fazer é considerar as preferências dele, não é? Link 3 - Estão abertas as inscrições para o Prêmio MPB - Melhores Podcasts do Brasil 2024. A premiação surgiu esse ano e tem como objetivo, nas palavras dos organizadores, "educar o mercado" sobre as possibilidades do podcast brasileiro, além de incentivar novos talentos que criam conteúdos em áudio e vídeo digital. Qualquer podcast brasileiro em língua portuguesa pode se inscrever no prêmio, seja como podcast ou como videocast, já que existe a distinção dos dois tipos de programa - pelo menos isso, né. Por enquanto são 30 categorias disponíveis e as inscrições continuam abertas no site oficial do Prêmio MPB até o dia 5 de julho. O engraçado é que os organizadores parecem não conhecer a história do podcast no Brasil, já que eles estão divulgando o prêmio como "uma ação pioneira no podcast brasileiro", sendo que não é! Desde 2007 já houveram várias premiações exclusivas para podcasts aqui, organizadas por pessoas que, essas sim, foram pioneiras, como o Eddie Silva, o Maestro Billy e outros da primeira e segunda onda do podcast desde 2004, 2005... Vamos torcer para que esses auto proclamados pioneiros façam um trabalho sério, como o podcast brasileiro merece, e essa iniciativa não vire apenas um belo engodo pra ganhar dinheiro dos patrocinadores e no final não prestar nenhum serviço relevante pra nossa mídia. Link AINDA EM NOTÍCIAS DA SEMANA: 4 - O aplicativo de podcast Castro lançou a atualização Castro 5.1, introduzindo um novo widget interativo com vários tamanhos diferentes, pra oferecer mais personalização pros usuários na tela inicial. Além disso, foram feitas correções de falhas para melhorar a estabilidade, ajustes na interface de notificação para uma experiência mais fluida, aprimoramentos nos temas claro & escuro, correção de problemas de backup e melhorias na integração com outros serviços. O comunicado da nova versão do Castro Podcasts foi feito via X, o antigo Twitter - atual Xuitter, onde o perfil da empresa esteve respondendo todas as dúvidas e comentários dos usuários sobre a nova versão. As atualizações já estão disponíveis em todas as lojas de aplicativos. Link 5 - Segundo o portal Dao, a publicidade em podcasts está crescendo na China. Por lá, as marcas estão adotando várias estratégias, como criar podcasts corporativos, investir em anúncios de áudio e patrocinar programas populares - tudo isso pra impulsionar a "economia do som" e criar valor de mercado. O marketing em áudio têm sido considerado pelas marcas como um método eficaz pra se promover, com maior engajamento e custo por ouvinte mais baixo em comparação com outras mídias populares na China, incluindo as redes sociais WeChat e BiliBili. Os podcasts são muito consumidos pelo público jovem das grandes cidades, que é uma fatia que as marcas querem alcançar. Com isso em mente, grifes como Louis Vuitton e GIADA já lançaram seus próprios podcasts por lá, enquanto marcas esportivas como Patagonia e Nike preferiram criar parceria com influencers famosos da podosfera chinesa. E parece que o mercado de lá entendeu bem a publicidade do podcast, viu? Porque a tendência que as marcas estão buscando é de fortalecer a seu nome a longo prazo, mais pela reputação do que pelo retorno financeiro imediato. Sem se preocupar com as vendas em primeira instância, as empresas tem atingido mais compradores de forma orgânica. O que não é um pouco irônico? Na verdade, não, porque é a China - um mercado que sabe o que faz. Vamos ver o que vai acontecer no futuro. Link 6 - E o CEO da Amplifi Media, Steve Goldstein, publicou na semana passada um artigo que discute a atração das audiências mais jovens pelo podcasting, em contraste com o público mais velh0 das mídias tradicionais. Segundo várias pesquisas feitas ao longo do último ano, a idade média dos ouvintes de podcast é de 34 anos, muito abaixo da idade média dos telespectadores de TV, que chega a 64 anos nos Estados Unidos. Essa diferença deixa claro o quanto os jovens preferem plataformas digitais e de streaming, enquanto as mídias tradicionais não conseguem ter apelo suficiente pra atrair essa audiência. É uma dinâmica interessante, com certeza, e que coloca o podcast como um meio de comunicação essencial pras novas gerações. Não é novidade que os anunciantes já estão entendendo que a publicidade nos podcasts é percebida pelo ouvinte de forma mais pessoal e intrusiva, mas esse recorte por idade pode trazer novas oportunidades pra alcançar audiências jovens de forma mais proposital e direta, então vale a leitura. Link E MAIS: 7 - O Spotify agora aceita upload de vídeos para podcasts que não são hospedados diretamente na sua plataforma. O recurso, que começou a ser testado em junho do ano passado, já está disponível para a maioria dos usuários. Os criadores de conteúdo podem acessar o Spotify for Podcasters para substituir episódios de áudio por vídeos, seguindo um processo simples de upload. Porém, é importante a gente ressaltar aqui que pra quem fizer isso o Spotify não vai redirecionar mais pro RSS original, o que afeta tanto a reprodução pra quem prefere consumir só em áudio, como também a contagem de plays. Além disso, os vídeos enviados só vão ficar acessíveis nos aplicativos Spotify e no web player da plataforma, e não vão ser distribuídos via RSS como é feito pelo YouTube. Tem que ver se é uma mudança que vale a pena fazer. E ainda na semana passada, o Spotify corrigiu um bug que estava deixando as playlists dos usuários invisíveis. A empresa jurou de pé junto que o bug não comprometeu a segurança dos usuários, mas eu não coloco a mão no fogo pelo Spotify... Pelo menos o problema foi resolvido rápido. Link / Link 8 - O Podbean lançou um Estúdio de Gravação Móvel com Inteligência Artificial, permitindo que os criadores de conteúdo gravem, editem e otimizem seus episódios já dentro do aplicativo. Através da IA, os podcasters agora podem gerar automaticamente títulos e descrições para seus episódios, remover silêncios prolongados, reduzir ruídos de fundo e nivelar o áudio, garantindo uma qualidade que pareça mais limpa e profissional. A experiência do usuário também foi otimizada: com recursos como marcadores de capítulos e transcrições geradas automaticamente, os podcasts hospedados no Podbean agora podem ser recomendados e descobertos com mais facilidade. O CEO do Podbean, David Xu, espera que a nova ferramenta facilite a vida dos produtores de podcast, pra que eles gerem mais conteúdo de qualidade e elevem o padrão da indústria do podcast. Um objetivo ambicioso, hein? Link 9 - E por falar em inteligências artificiais e conteúdo de qualidade, nas dicas de produção dessa semana a nossa equipe reuniu uma lista de prompts úteis para os podcasters usarem no ChatGPT. Tem prompt pra encontrar convidados em potencial, pra IA escrever roteiros, criar propostas pra patrocinadores, fazer post de mídias sociais... Enfim, são várias as situações em que você pode contar com a ajudinha de um robô, e nós vamos te ensinar como aproveitar dessa ferramenta da forma certa; sem plágio, com responsabilidade e ainda podendo dar aquele toque humano que faz toda a diferença no processo criativo do seu programa. Então não deixa de conferir esse material lá no nosso LinkedIn, pra você aproveitar o poder do ChatGPT ao máximo e aumentar a qualidade do seu podcast, diminuindo os seus esforços e ganhando tempo. Link HOJE NO GIRO SOBRE PESSOAS QUE FAZEM A MÍDIA: 10 - O podcast "Desenrola! - Programa educativo sobre gêneros e sexualidades", produzido pelo professor Augusto Correia como dissertação de mestrado na Universidade Estadual Do Sudoeste Da Bahia, recebeu um Prêmio Suraya Darido durante o 2º Congresso Internacional de Educação Física Escolar em São Paulo. O programa, que discute gêneros e sexualidades entre professores de Educação Física, surgiu da necessidade de abordar essas temáticas dentro das escolas, bem como prevenir e combater todos os tipos de homofobia. O prêmio foi uma grande surpresa pro professor Augusto, mas com certeza foi um reconhecimento merecido! Principalmente agora, no mês do orgulho, é muito importante que as pessoas tenham projetos pra combater a homofobia, dentro e fora da podosfera. Todos os 6 episódios do podcast Desenrola! estão disponíveis no Spotify. Link 11 - O podcast Modus Operandi, apresentado por Carol Moreira e Mabê Bonafé, agora faz parte da Wondery, como um original da Amazon. O programa, que é um dos mais populares de true crime do Brasil, agora vai contar com o apoio da produtora na criação de novos vídeos, spin-offs e episódios extras do podcast. Essa integração faz parte da estratégia da Wondery de se firmar como líder do gênero true crime aqui no Brasil. Vale lembrar que o programa Caso Bizarro, um spin-off do Modus Operandi, já é um podcast da Wondery desde 2023. Se a estratégia de acolher podcasts populares continuar, é bem capaz da Wondery conseguir esse objetivo de se firmar como líder do tema. Vamos ver. Link 12 - E na nossa Caixa de perguntas do Instagram na semana passada, a gente perguntou como você lida com feedbacks e críticas ao seu podcast, e como sempre, a gente recebeu todo tipo de resposta. Se você quiser saber quais foram algumas delas, a gente fez uma compilação de respostas lá no nosso feed, onde também ensinamos 5 dicas pra usar as críticas ao seu favor. Então se você é do time que não sabe como reagir a uma crítica ou um feedback, não deixa de conferir esse conteúdo, que é bem didático e sem segredo nenhum. E na caixinha de perguntas desta semana, vamos dar o espaço pra que você, ouvinte do Pod Notícias que também produz podcast, deixe a indicação do SEU programa! Todos os podcasts que forem citados na nossa interação do Instagram terão seus nomes lidos no próximo episódio, como nossas recomendações nacionais da semana, então corre porque a caixinha some depois de 24h. E, é claro, não deixa de seguir a gente em @pod.noticias. Instagram do Pod Notícias SOBRE LANÇAMENTOS: 13 - Na última quinta-feira, o movimento editorial "Um Só Planeta" lançou a série de podcasts Entre no Clima, que fala sobre a urgência da adaptação das cidades às mudanças climáticas. A temporada, com sete episódios, fala sobre temas como prevenção de enchentes, aumento das temperaturas e risco de escassez de água, trazendo especialistas pra analisar a situação climática no Brasil. O primeiro episódio contou com a participação da Inamara Melo, coordenadora de adaptação climática da Secretaria Nacional de Mudança do Clima. Os episódios vão ser lançados toda semana no site do Um Só Planeta e também no Spotify. Um assunto que nesse momento é essencial e que com certeza vale o play de todo mundo, então não deixa de conferir. Link 14 - E a Podster lançou o podcast de ciência "Wild Science" em duas versões: uma pra adultos, e uma pra crianças. O podcast simplifica conceitos complicados da ciência, deixando a divulgação científica fácil de ser entendida por ouvintes de todas as idades. O jornalista e apresentador Etienne Terblanche fala de temas como as pesquisas científicas mais recentes sobre genética, ecossistemas, biologia marinha, evolução humana e até sonhos - aqueles que você sonha enquanto dorme, esses mesmos. A primeira temporada do Wild Science já está disponível no app da Podster - em inglês e francês, por enquanto. Link RECOMENDAÇÃO NACIONAL: 15 - E na nossa recomendação nacional dessa semana, eu vou cometer uma indulgência e indicar um podcast aqui da casa: o Acepipes e Birinaites, apresentado e produzido por mim e publicado pela Rádiofobia Podcast Network! O Acepipes e Birinaites é um podcast semanal, totalmente despretensioso, onde que eu recebo meus amigos pra falarem a respeito dos seus acepipes ou birinaites preferidos, ou seja, dos seus aperitivos e drinks. E, é claro, esse é um verdadeiro papo de boteco! O episódio mais recente, inclusive, foi ao ar na sexta-feira passada e tá imperdível. Eu bati um papo com o meu amigo hamburgueiro e humildão Fernando Russell (conhecido como Tucano, você sabe quem é o Tucano), e a gente falou sobre aquela porçãozinha de calabresa acebolada que é o acepipe preferido do Tucano e deixa qualquer um com água na boca. Então não deixa de conferir o programa, ele tá disponível em todas as principais plataformas de áudio, tem sido uma delícia produzir desde a primeira semana de janeiro e tem episódios novos publicados toda sexta-feira às 10 da manhã. Link E assim a gente fecha esta décima oitava edição do Pod Notícias. Acesse podnoticias.com.br para ter acesso à transcrição e os links das fontes de todas as notícias deste episódio! Acompanhe o Pod Notícias diariamente:- Page do Linkedin- Instagram- Canal público do Telegram Ouça o Pod Notícias nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Deezer- Amazon Music- PocketCasts O Pod Notícias é uma produção original da Rádiofobia Podcast e Multimídia e publicado pela Rádiofobia Podcast Network, e conta com as colaborações de:- Camila Nogueira - arte- Eduardo Sierra - edição- Lana Távora - pesquisa, pauta e redação final- Leo Lopes - direção geral e apresentação- Thiago Miro - pesquisa Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço no Pod Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ciência e Futebol
Importância do exame médico desportivo para o futebolista, por José Pedro Marques

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Apr 27, 2024 16:59


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. A formação de jogadores e treinadores em Portugal é o tema da conversa entre a jornalista Patrícia Tadeia e José Pedro Marques, presidente do Colégio de Medicina Desportiva da Ordem dos Médicos.

Ciência e Futebol
Formação de jogadores e treinadores, por Pedro Fatela

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Apr 23, 2024 13:28


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. A formação de jogadores e treinadores em Portugal é o tema da conversa entre a jornalista Patrícia Tadeia e Pedro Fatela, treinador e professor na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.

Ciência e Futebol
A luta antidopagem no Desporto em Portugal, com António Júlio Nunes

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Apr 10, 2024 20:26


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. A luta antidopagem no Desporto em Portugal é o tema da conversa entre a jornalista Patrícia Tadeia e António Júlio Nunes, diretor executivo da Autoridade Antidopagem de Portugal.

Ciência e Futebol
Exigências dos congestionados calendários competitivos, com Óscar Tojo

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Mar 29, 2024 20:18


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. As exigências dos congestionados calendários competitivos é o mote da conversa entre a jornalista Patrícia Tadeia e o treinador e fisiologista Óscar Tojo, que integra, atualmente, a equipa técnica dos Tigres (México).

Ciência e Futebol
Exercício e estratégias para sustentar o esforço no calor, com Maria Roriz

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Mar 19, 2024 22:36


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. Exercício no calor e estratégias para sustentar o esforço no calor é o tema da conversa entre a jornalista Patrícia Tadeia e Maria Roriz, coordenadora do projeto Dragon Force, do FC Porto, e docente nas universidades do Porto e de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Ciência e Futebol
Desenvolvimento do Walking Football na Madeira, com Élvio Rúbio Gouveia

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Mar 11, 2024 23:01


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. O desenvolvimento de projetos de Walking Football na Madeira é o tema da conversa com Élvio Rúbio Gouveia, vice-presidente do Instituto de Tecnologias Interativas do Laboratório de Robótica e Sistemas de Engenharia, também coordenador científico do departamento de Educação Física e Desporto da Universidade da Madeira.

Ciência e Futebol
A variação da performance dos jogadores ao longo da época, com João Renato Silva

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Feb 29, 2024 23:55


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. A variação de performance dos jogadores ao longo da época desportiva é o tema desta entrevista ao treinador João Renato Silva.

Ciência e Futebol
Desenvolvimento das qualidades físicas nos jovens futebolistas, com Francisco Tavares

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Feb 23, 2024 25:13


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol", que decorre entre 3 e 4 de maio. A importância do desenvolvimento das qualidades físicas nos jovens futebolistas é o tema da entrevista a Francisco Tavares, coordenador da Unidade de Performance Física do Sporting CP.

Ciência e Futebol
Exigência competitiva do futsal de elite, com João Nuno Ribeiro

Ciência e Futebol

Play Episode Listen Later Feb 13, 2024 22:21


Episódio com foco no Congresso Internacional da Portugal Football School, subordinado à temática "A Ciência aplicada ao futebol". A exigência competitiva do futsal de elite: entrevista a João Nuno Ribeiro, treinador de futsal na Associação Desportiva do Fundão, investigador e professor na Universidade da Beira Interior.

PLANETA: O Podcast do Líder com Carlos Hoyos
#147 - O Perfil Comportamental Da Liderança Com Rafael Benega

PLANETA: O Podcast do Líder com Carlos Hoyos

Play Episode Listen Later Jan 12, 2024 43:30


Descubra os segredos da liderança transformadora com Rafael Benega. Mergulhe nas nuances do comportamento humano, entenda a evolução dos estilos de liderança e aprenda como a autoconsciência e a adaptação são fundamentais para se destacar no mundo corporativo atual. Este episódio é um guia valioso para líderes e aspirantes a líderes que buscam excelência e crescimento pessoal e profissional. Assista agora e inspire-se para levar sua liderança a um novo patamar! Um pouco da formação e experiência de Rafael Benega: • Psicanálise Clinica (IBCP) • Morfopsicologia (Dr. Julian Gabarre ). • Magia da Excelência Walt Disney Word (Orlando – EUA). • Analista de Perfil Comportamental ADV - DISC (IMX - INNERMETRIX). • F-MGI Neuro FACS Certified Coderse F-MGI Facial Inteligence Certified (THE SCHOOL OF FACE Portugal). • Coordenador do Congresso Internacional de Visagismo de 2016 à 2019 promovido pela Beauty Fair Internacional. https://www.instagram.com/rafaelbenega/ https://www.linkedin.com/in/rafael-benega-a56668101/

Debate da Super Manhã
19º Congresso Internacional de Tecnologia na Educação (CITE)

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Sep 19, 2023 52:45


Debate da Super Manhã: Debater o atual cenário da educação, de forma a estimular professores, gestores e demais profissionais da área, com propostas e práticas inclusivas através da tecnologia. Esse é objetivo do 19º Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, promovido pelo Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco, com apoio do Sebrae-PE e do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. O evento tem início nesta quarta-feira (20), nas unidades do Senac do Recife, Caruaru, no Agreste do Estado, em Petrolina, no Sertão Pernambucano, e também na modalidade online. No debate desta terça-feira (19), o comunicador Tony Araujo conversa com os nossos convidados para saber detalhes desse encontro e os avanços tecnológicos na educação. Participam a gerente regional de Processos Educacionais do Senac Pernambuco, Guiomar Albuquerque, a gerente de Desenvolvimento Educacional do Senac Pernambuco, Betânia Paiva, e o coordenador de Avaliação Institucional e Presidente da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do Senac Pernambuco, Luiz Costa.

Rádio Gaúcha
Gustavo Arns, idealizador do Congresso Internacional de Felicidade - 01/06/2023

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Jun 1, 2023 19:40


Gustavo Arns, idealizador do Congresso Internacional de Felicidade, fundador do Centro de Estudos da Felicidade e presidente da Escola Brasileira de Ciências Holísticas

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#538 - Angatu - V Congresso Internacional de Felicidade, Lúcia Helena Galvão

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Dec 21, 2022 54:11


Repost @angatu https://www.youtube.com/watch?v=nD8vmX_A2bc Lúcia Helena Galvão - Filosofia e felicidade - V Congresso Internacional de Felicidade - Curitiba Novembro/2022 Lúcia Helena Galvão é professora de filosofia, escritora e palestrante. Se gosta do nosso canal e quer contribuir para que a gente continue fazendo mais conteúdos como este, considere nos apoiar entrando em https://apoia.se/angatu A partir de 9 reais você pode fazer parte dessa comunidade e nos ajudar a criar cada vez mais conteúdo e seguimos firmes trabalhando juntos para construir mais felicidade no Brasil, cada um fazendo sua pequena parte. Nos acompanhe também nas redes sociais. Instagram Gustavo Arns: https://www.instagram.com/gustavo_arns/ Instagram Congresso de Felicidade: https://www.instagram.com/congressode... Instagram Escola de Ciências Holísticas: https://www.instagram.com/cienciashol... Nos apoie através do https://apoia.se/angatuMostrar menos Encontre nosso conteúdo: Apple Podcasts, Google Podcasts, Spotify, CastBox, Deezer, iHeart, JioSaavn, Listen Notes, Podcast Addict, Podchaser, RadioPublic Sugestões, colaborações, observações pelo whatsapp 61 9 8361 57 53 - Voluntários Membros da Nova Acrópole Asa Sul #novaacropole #filosofia #cultura #voluntariado #newacropolis #nuevaacropole #volunteer #culture #philosophy  #palestrasfilosoficas #filosofiaaplicada #podcast #podcastnovaacropole #angatu #felicidade #congresso #congressointernacionalfelicidade  #filosofiaamaneiraclassica  #autoconhecimento #sentidodevida #vidainterior #consciencia #luciahelenagalvao #professoraluciahelena #acropoleplay #palestrafilosoficanovaacropole