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Convidado
“Entre guerras, clima e novas potências: O mundo em 2025”

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 18:59


O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos.  Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial?  A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 24/12/2025 | Bolsonaro chega no hospital

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 243:00


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (24): O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a prisão na manhã desta quarta-feira (24), por volta das 9h29, após permanecer detido na Superintendência da Polícia Federal desde o dia 22 de novembro. Em seguida, ele foi encaminhado para o Hospital DF Star, em Brasília, para ser internado. Reportagem: Janaína Camelo. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) falou com a imprensa sobre o estado de saúde do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que deve passar por uma cirurgia nesta quinta-feira (25). O Brasil deve abrir mais de 500 mil vagas de trabalho temporário até o final de 2025, impulsionado principalmente pelos setores de serviços e comércio. A estimativa aponta um crescimento de 7,5% em relação ao ano anterior e reflete o clima de maior confiança do mercado, associado à recuperação econômica e ao aumento sazonal do consumo. Reportagem: Júlia Firmino. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza policiais legislativos de assembleias estaduais e da Câmara Legislativa do Distrito Federal a portarem armas de fogo. O texto foi publicado nesta terça-feira (23) no Diário Oficial da União. Reportagem: Janaína Camelo. A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou nesta terça-feira (23) o rebaixamento da bandeira tarifária para o patamar verde em janeiro de 2026. Com a decisão, não haverá cobrança adicional na conta de energia elétrica no primeiro mês do próximo ano. Reportagem: Danúbia Braga. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira (23) que não telefonou ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para pressionar pela aquisição do Banco Master pelo BRB, o Banco de Brasília. Segundo Moraes, a primeira reunião entre ambos ocorreu em 14 de agosto, após ele ter sido sancionado pelo governo dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, em 30 de julho. Reportagem: Janaína Camelo. Cerca de 12 milhões de consumidores devem ir às compras de Natal na última hora, segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) nas 27 capitais do país. Os chamados “atrasadinhos” representam 10% das pessoas que pretendem presentear neste fim de ano. Entre os principais motivos apontados estão a expectativa por promoções, citada por 38% dos entrevistados, a espera pelo pagamento do salário ou da segunda parcela do 13º, mencionada por 25%, além de 19% que admitem falta de organização. Reportagem: Danúbia Braga. Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o caso do bilionário Jeffrey Epstein mencionam a existência de um “grande grupo brasileiro” em um depoimento prestado ao FBI. Os arquivos, tornados públicos após determinação do Congresso americano, reúnem dezenas de milhares de registros ligados às investigações de abusos sexuais e tráfico de mulheres e meninas atribuídos a Epstein, morto em 2019. Reportagem: Eliseu Caetano. O Japão estuda endurecer as regras para a concessão de cidadania, com a possibilidade de exigir que candidatos residam no país por pelo menos dez anos antes de solicitar a naturalização. Reportagem: Eliseu Caetano. A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou nesta terça-feira (23) uma nova lei que prevê penas de prisão de até 20 anos para quem promover ou financiar atos classificados como pirataria, bloqueios ou outras ações ilícitas internacionais. O projeto, batizado de “Lei para Garantir a Liberdade de Navegação e Comércio contra a Pirataria, Bloqueios e Outros Atos Ilícitos Internacionais”, foi votado e aprovado por unanimidade pelo Parlamento controlado pelo partido do presidente Nicolás Maduro. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Fernando Ulrich
O plano kamikaze do Japão impacta a economia mundial

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 12:18


O Japão voltou a acender todos os alertas da economia mundial. Com a curva de juros disparando, dívida pública recorde e risco real de reversão dos fluxos globais de capital, o país pode desencadear turbulências nos mercados — inclusive no câmbio e no Bitcoin, como vimos nos últimos dias. Neste vídeo, analisamos os novos sinais de estresse fiscal, o possível aperto do Banco do Japão e por que qualquer movimento japonês repercute imediatamente no mundo inteiro. Um panorama completo do elo mais frágil — e mais perigoso — da macro global.

Rádio Senado Entrevista
Embaixador do Japão fala sobre os 130 anos do Tratado de Amizade Brasil-Japão

Rádio Senado Entrevista

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 11:12


O Japão e o Brasil celebram 130 anos do tratado que oficializou relações diplomáticas entre os dois países, neste mês de novembro. Em entrevista aos repórteres Ivan Godoy e Ricardo Nakaoka, o embaixador do Japão Teiji Hayashi falou sobre como esse tratado permitiu a imigração japonesa para o Brasil, resultando em uma comunidade de 2,7 milhões de descendentes de japoneses, a maior população de origem nipônica fora do Japão. Acompanhe.

Leste Oeste de Nuno Rogeiro
“Se João Lourenço teve tempo para falar dos séculos de escravatura portuguesa, porque não teve tempo para falar da corrupção e da pobreza?”

Leste Oeste de Nuno Rogeiro

Play Episode Listen Later Nov 16, 2025 90:01


A tensão subiu entre o Japão e a China, após declarações da primeira-ministra japonesa sobre Taiwan. “O Japão continua a acreditar que as relações com a China se regem por relações diplomáticas com base no direito internacional, mas não sabemos se declarações destemperadas podem fazer descarrilar os comboios que querem andar à boa velocidade”, explica Nuno Rogeiro. Na Europa, o investimento na defesa continua a dar que falar. A Alemanha e outros países equacionam o regresso do serviço militar obrigatório. Na Ucrânia, após ataques intensos na capital, prevê-se mais um inverno complicado. Há também um escândalo de corrupção que abala o governo e pode minar a confiança internacional no apoio militar. Nas celebrações dos 50 anos de independência de Angola, o discurso do presidente João Lourenço, na presença de Marcelo Rebelo de Sousa, tem gerado polémica devido ao comentário sobre a escravatura. “Esqueceu-se de tocar num dos grandes problemas angolanos: a desigualdade social”, analisa o comentador. Estes e outros temas da atualidade internacional são analisado neste episódio do Leste/Oeste em podcast. O programa foi emitido na SIC Notícias a 16 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
De Portugal para o Japão: Conheça Lara Gonçalves, a algarvia que trocou Olhão por Tóquio

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 28:01


Lara Gonçalves é algarvia, tem 30 anos e, em junho deste ano, mudou-se para o Japão com Júpiter, o seu gato. Lara está a viver em Tóquio, na área de Shinjuku, a partir de onde nos fala hoje. Neste episódio, vagueamos pelo Japão, por isso, está garantido sushi, rámen e caril. À boleia de Lara Gonçalves, ficamos também a conhecer os desafios implíticos a um salto de fé desta envergadura. Aprender japonês, estabelecer relações genuínas longe de casa, lidar com a solidão, estímulos que não cabem nas 24h diárias, casas-de-banho inteligentes, e tanto mais.

Esportes
Influenciado pelo Brasil no início, futebol do Japão se desenvolve mesmo sem estrelas do passado

Esportes

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 6:19


A primeira vitória do Japão contra o Brasil na história do futebol masculino é simbólica. Se atualmente o país do sol nascente é uma potência na Ásia e vai disputar a sua oitava Copa do Mundo consecutiva em 2026, essa evolução se deve muito à influência brasileira no início.  Tiago Leme, de Tóquio, para a RFI Há mais de 30 anos, Zico cruzou o mundo e teve papel fundamental para a popularização e a profissionalização do futebol no Japão. Depois, chegaram vários outros jogadores. E até hoje o Campeonato Japonês e a seleção nacional mostram organização e força, mesmo sem o investimento e as estrelas estrangeiras do passado jogando no país. Na última terça-feira, em amistoso em Tóquio, o Japão venceu o Brasil do técnico Carlo Ancelotti de virada, por 3 a 2. Com o estádio lotado e a paixão da torcida japonesa pelo futebol e também pela seleção brasileira, a festa com o resultado foi enorme. Essa boa relação entre os dois países começou especialmente em 1991, quando Zico foi contratado pelo Kashima Antlers, um clube até então amador ligado a uma fábrica. Em 1993, começou a primeira temporada da J-League, a nova liga profissional japonesa. O ex-flamenguista jogou no Kashima até 1994, mas depois sempre esteve ligado e ajudando no desenvolvimento do futebol, e inclusive foi treinador da seleção do Japão entre 2002 e 2006. Muitos jogadores brasileiros importantes atuaram no país asiático, nomes como Leonardo, Dunga, Bebeto, Jorginho, César Sampaio, Careca, Túlio, Washington, Emerson Sheik, Robson Ponte, entre outros, além de técnicos também. O torcedor brasileiro Mário Uemura, descendente de nipônicos e que mora no Japão há 40 anos, acompanhou de perto todo esse processo. "Uma influência muito grande foi o Zico, que começou lá no Kashima, que era amador. Depois que virou profissional e a J-League, virou Kashima Antlers. O Zico tem muita influência aqui, ele é considerado um rei", diz. "Depois tem o Tokyo Verdy, que foi um time muito forte também, que tinha muitos brasileiros. O Bismarck jogou no Tokyo Verdy também e muitos brasileiros ajudaram a desenvolver a J-League como está atualmente. Eles gostam até hoje do futebol brasileiro, é uma influência muito grande."  Outro torcedor brasileiro que também estava presente no amistoso de terça-feira, Hermes Suzuki, que vive no Japão há sete anos, falou sobre o impacto do Brasil no futebol japonês. "E não é só o Zico. O Rui Ramos também. Você tem o Kazu. É impressionante essa história", salienta. "Eu acompanho a J- League, o meu avô é de Kyoto, então eu acompanho o Kyoto Sanga. Quem era líder, agora ele caiu um pouquinho, é o Papagaio, o Rafael Elias, ele estava como artilheiro, mas agora caiu. Mas é um brasileiro que está no topo. Mas eles adoram o Brasil, é impressionante. Então, assim como o Pelé foi nos Estados Unidos, o Zico é pai do futebol aqui. É impressionante”, diz. Jogadores brasileiros Atualmente, o Campeonato Japonês não conta com tantos jogadores de destaque internacional, houve diminuição de investimento nos clubes. Mesmo assim, segue atraindo muitos jogadores menos conhecidos e que não tem mercado na Europa, por exemplo. Nesta temporada, a J-League conta com 100 atletas estrangeiros, de 28 países diferentes, sendo que 52 são brasileiros, a imensa maioria. Os três primeiros colocados da lista de artilheiros são do Brasil: Léo Ceará, do Kashima Antlers, Rafael Elias, do Kyoto Sanga, e Rafael Ratão, do Cerezo Osaka. O Japão vai disputar no ano que vem nos Estados Unidos, México e Canadá a oitava Copa do Mundo de sua história, todas depois que Zico começou a jogar no país. A primeira vez foi no Mundial de 1998, e depois o país se classificou para todas as edições. As melhores participações foram em 2002, 2010, 2018 e 2022, quando chegou às oitavas-de-final. No passado, a seleção japonesa teve nomes fortes como Nakata, Endo, Nakamura e Honda, além de Kazu, que atuou no Santos e outros times do Brasil na década de 80. Hoje o Japão é comandado pelo técnico Hajime Moriyasu. Os principais jogadores estão em equipes europeias, como Minamino, do Monaco, Kubo, da Real Sociedad, e Ueda, do Feyenoord, além de Nagatomo, que jogou na Inter de Milão e está no FC Tokyo. Hermes Suzuki contou um pouco também sobre como está o nível da seleção japonesa antes do Mundial de 2026. "Eu vou ser sincero, estive na Copa recente no Catar. O Japão ganhou da Espanha, ganhou da Alemanha, estou com a camiseta lá do jogo. Então, eles não são zebra não! Eles estão para jogar. Mas o futebol daqui se profissionalizou, e não só o masculino. Tem uma liga do futebol feminino também aqui, e eles vão formando as bases, então tem as crianças”, afirma o torcedor.  Depois de fazer história com a vitória inédita sobre o Brasil após 14 confrontos, o Japão sonha em superar novamente grandes potências do futebol na Copa de 2026, para impulsionar ainda mais o desenvolvimento do futebol no país.

Hinomaru Podcast
Hinomaru - 411-Histórico! Japão vence o Brasil pela 1ª vez

Hinomaru Podcast

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 67:10


O Japão escreve mais um capítulo da sua história!Pela primeira vez, a seleção japonesa venceu a seleção principal do Brasil — um feito histórico para o futebol nipônico.O áudio desta edição do Hinomaru Podcast foi retirado diretamente da nossa live realizada no dia 14 de outubro, por isso a qualidade está um pouco reduzida devido à captação.Siga o Hinomaru nas redes sociais e também no YouTube para participar ao vivo das próximas lives!Deixe seu recado para o Hinomaru abaixo do vídeo ou participe pelo nosso e-mail hinomarupodcast@gmail.com

Esporte em Discussão
VEXAME! Brasil leva VIRADA ABSURDA e PERDE para o Japão pela 1ª VEZ NA HISTÓRIA!

Esporte em Discussão

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 118:56


O Bate-Pronto de hoje debaterá a derrota da Seleção Brasileira para o Japão em amistoso. O Brasil abriu 2 a 0 no primeiro, mas falhou demais na segunda etapa e levou uma incrível virada, sendo derrotado por 3 a 2. O programa também atualizará as principais informações do futebol mundial.

Linha de Passe
Fabrício Bruno comete falhas, Brasil sofre virada e perde para o Japão pela primeira vez na história - Linha de Passe

Linha de Passe

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 53:42


O Linha de Passe repercute os destaques do amistoso entre Brasil e Japão. A seleção brasileira perdeu de virada para os donos da casa. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Seara Esporte Clube
DERROTA DA SELEÇÃO BRASILEIRA NO AMISTOSO CONTRA O JAPÃO

Seara Esporte Clube

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 61:27


SEARA ESPORTE CLUBE de hoje: destaque para o sorteio do torneio de futebol em Lagoa de Santo Antônio, Ararendá, que será dia 25; defesa apresentada pelo Atlético do Trapiá na Copa Metonzão; e a derrota da Seleção Brasileira no amistoso contra o Japão.

Por Dentro do Jogo
Técnico muda a Seleção para amistoso com o Japão

Por Dentro do Jogo

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 3:18


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Esportes
Depois da Coreia do Sul, Brasil pega o Japão para confirmar evolução e acirra disputa por vagas no elenco

Esportes

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 4:26


A goleada de 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, na sexta-feira (10) em Seul, deu indícios de que a seleção brasileira está evoluindo sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti. Com uma formação de quatro atacantes, a equipe teve boa atuação e, faltando oito meses para o início da Copa do Mundo de 2026, acirra a disputa por vagas entre os 26 convocados para a competição. Tiago Leme, de Seul, para a RFI Para confirmar essa evolução, a seleção faz outro amistoso na Ásia nesta terça-feira (14), contra o Japão, em Tóquio, às 7h30 (horário de Brasília). Vinicius Júnior, Rodrygo, Estevão e Matheus Cunha foram escalados na frente e tiveram boa atuação diante dos sul-coreanos. O setor ofensivo ainda tem peças importantes que estão nesta convocação para as duas partidas na Ásia e começaram na reserva, como Richarlison e Gabriel Martinelli. Ausente agora por lesão, Raphinha também é um nome forte, que foi titular várias vezes recentemente. O ataque ainda pode contar com Neymar, que apesar de estar longe da seleção há dois anos por causa de contusões, é um atleta sempre cogitado, mas vem perdendo espaço. Rodrygo, que voltou à seleção agora nestes amistosos na Ásia depois de ficar fora nas duas últimas convocações, falou sobre a concorrência para estar no Mundial. “É normal, a seleção brasileira tem muitos jogadores de qualidade, tem muita gente que não entrou no jogo hoje, tem muita gente que não foi convocada. Então, é normal, a seleção brasileira tem sempre muitos grandes jogadores”, pondera Rodrygo. O jogador do Real Madrid também falou sobre o recado que a seleção brasileira mostra ao mundo após uma vitória convincente, depois de um ciclo complicado para a Copa, com troca de treinadores e resultados ruins. “Eu acho que o Brasil sempre está aí, independente da fase que vive, a gente sabe que não é o nosso melhor momento. Mas a gente está todo o tempo tentando recuperar isso, tentando trazer de volta esse temor que todo mundo tem do Brasil. Acho que, passo a passo, a gente está num bom caminho, é seguir tentando encontrar nossa melhor versão como foi hoje, que vai dar tudo certo”, completou Rodrygo. Vinícius Júnior chegou a ser criticado por não render na seleção o mesmo que rendia no Real Madrid. Agora com o seu antigo treinador no clube espanhol no comando da equipe nacional, mesmo em pouco tempo, os números mostram sua boa fase. Em três jogos com Ancelotti no Brasil, o camisa sete fez dois gols e deu uma assistência, se mostrando muito mais participativo em campo. Após a vitória em Seul, Vini Júnior elogiou Ancelotti e destacou a boa relação entre eles. “Ele sempre foi o melhor treinador que já tive. Foi o treinador que me deu mais confiança, com quem joguei melhor. Ele chegou aqui na seleção, já consegui fazer três jogos. É clara a evolução que tenho junto a ele e junto à equipe. A gente quer seguir dessa maneira para poder fazer uma excelente Copa do Mundo”, disse. Para enfrentar o Japão na terça, a seleção brasileira pode ter algumas mudanças entre os 11 que começam jogando contra a Coreia. Por enquanto, a única alteração certa, já confirmada por Ancelotti, é a entrada do goleiro Hugo Souza no lugar de Bento. Mas ele deve dar chances e fazer testes em outras posições também.  O Brasil vai fazer um único treino em Tóquio nesta segunda-feira (13), quando o treinador pode dar pistas sobre a escalação.  Faltando oito meses para a Copa no ano que vem, que começa dia 11 de junho e será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, Carlo Ancelotti sabe que ainda tem um caminho difícil pela frente, mas o amistoso na Coreia do Sul deixou um sinal positivo. “Muito feliz pelo jogo de hoje. Foi uma partida completa em todos os aspectos. Hoje se inicia a nossa trajetória para a Copa do Mundo. Começamos bem, porque a equipe jogou muito bem. Eu gostei do jogo, obviamente, porque o time mostrou muitas qualidades”, avalia Ancelotti.

A Música do Dia
Há 80 anos, em 14 de agosto de 1945, o Japão se rendeu aos Estados Unidos e encerrou a Segunda Guerra Mundial

A Música do Dia

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025


O Mundo Agora
Com tarifas dos EUA, Brasil acelera diversificação e pode reforçar posição no comércio global

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Aug 11, 2025 3:44


O aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros reacendeu um debate que já vinha ganhando espaço no comércio exterior do país: a necessidade de diversificar mercados. A medida, que encarece significativamente a entrada de bens brasileiros no mercado americano, força produtores e exportadores a buscarem novos destinos para manter o fluxo de vendas e proteger suas margens. Thiago de Aragão, analista político Entre as alternativas mais promissoras estão os países árabes, que vêm ampliando o interesse pelo agronegócio brasileiro como forma de substituir parte das importações provenientes dos EUA. O potencial desse mercado é expressivo, tanto pela demanda por proteína animal e grãos quanto pela disposição em firmar contratos de longo prazo. A China continua sendo um pilar central da pauta exportadora do Brasil. Já consolidado como principal comprador de commodities brasileiras, o país asiático tem ampliado sua presença especialmente nos segmentos de carne, soja e açúcar. A relação comercial com Pequim, fortalecida por anos de trocas consistentes, ganha ainda mais relevância em um cenário de disputas comerciais globais, no qual o Brasil se apresenta como um fornecedor confiável e competitivo. Acordo UE-Mercosul No horizonte próximo, a União Europeia desponta como outra possibilidade estratégica. O acordo Mercosul-UE, se ratificado, trará reduções significativas de tarifas sobre produtos agrícolas como carnes, sucos e café, abrindo espaço para maior penetração no mercado europeu. Para o setor agroindustrial brasileiro, isso significaria acesso facilitado a um público de alto poder aquisitivo e exigente em qualidade. O Japão também começa a entrar no radar com mais força. Negociações recentes indicam uma abertura gradual para a carne brasileira, inicialmente restrita a alguns estados, mas com possibilidade de ampliação. Trata-se de um mercado de alto valor agregado e com potencial de crescimento à medida que barreiras sanitárias e logísticas forem superadas. Mesmo com o peso das tarifas, o mercado americano não desaparece do mapa. Pelo contrário, ainda abriga oportunidades específicas. O Brasil registrou exportações recordes de carne fresca para os Estados Unidos recentemente, demonstrando que, com planejamento e ações pontuais, é possível manter uma participação relevante mesmo diante de custos mais altos. A combinação desses movimentos revela um Brasil mais atento à necessidade de construir uma rede de compradores diversificada. A crise tarifária nos Estados Unidos, em vez de representar apenas um obstáculo, pode se tornar um catalisador para que o país consolide sua presença em diferentes regiões, equilibre riscos e fortaleça sua posição no comércio global.

SOMMA Insight
Exterior calmo, em dia de noticiário envolvendo o Japão e o ouro. No Brasil, destaque para a fala de Diogo Guillen

SOMMA Insight

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 14:35


Exterior calmo, em dia de noticiário envolvendo o Japão e o ouro. No Brasil, destaque para a fala de Diogo Guillen.

Convidado
80 anos de Hiroshima: O apelo por estabilidade global

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 6, 2025 9:04


O mundo assinala nesta quarta-feira, 6 de Agosto, os 80 anos do bombardeamento nuclear norte-americano sobre a cidade de Hiroshima que precipitou a rendição do Japão e o fim da guerra no Pacífico. Um acontecimento trágico - com mais de 100 mil mortos e impactos duradouros na saúde e no ambiente - que mudou para sempre a História. Num contexto de apelos ao abandono das armas nucleares e das guerras na Ucrânia e no Médio Oriente, António Sá Fonseca, especialista em Física Nuclear, denuncia o "abuso perpetrado pelos países que possuem armamento nuclear" e alerta para a necessidade de se estabelecer uma “ordem mundial mais estável”.   Em 6 de Agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram uma bomba atómica sobre a cidade de Hiroshima, matando cerca de 140 mil pessoas. Três dias depois, uma bomba idêntica atingiu Nagasaki e matou mais 74 mil. Oitenta anos depois, que memória resta desta tragédia nuclear? É uma memória trágica. Quem visita o museu de Hiroshima percebe que foi uma tragédia imensa. Corpos derretidos, queimados, uma área enorme dizimada pela explosão da bomba nuclear. Essa realidade está bem patente no museu. Acho que é uma visita que todos os líderes mundiais deviam fazer, para terem noção do sofrimento e da desgraça que esse acontecimento representou. É uma bomba que atinge todos. Atinge os socorristas, os médicos, a população, os militares... É algo indiscriminado que paralisa completamente uma cidade, num raio que depende agora da potência da bomba. Pode ir dos cinco quilómetros aos 20, ou mesmo 50, conforme a potência. Hoje em dia, é algo perfeitamente devastador. Um acontecimento trágico que mudou para sempre a face do mundo. Este episódio acabou por determinar as futuras relações internacionais? Sim, para o bem e para o mal. As bombas nucleares são dissuasoras. De certa maneira, quem as possui consegue dissuadir os seus opositores de atacar, porque sabe que pode responder com armamento nuclear. Por outro lado, cria uma certa dose de impunidade para quem as tem. Isso está bem patente na guerra entre a Ucrânia e a Rússia, ou mesmo nas tensões entre Israel e Teerão. Na realidade, o Irão sabe que só será respeitado se tiver armas nucleares, e Israel não quer que o Irão as tenha - quando, na verdade, Israel já possui várias. Isto torna o mundo aparentemente instável e, de certa forma, perigoso. Oitenta anos depois do bombardeamento nuclear de Hiroshima e Nagasaki, o mundo parece fazer tábua rasa deste acontecimento, com vários países a modernizarem o seu armamento nuclear. A guerra da Rússia contra a Ucrânia contribuiu também para esta escalada? Acho que sim. Quem tem armas nucleares acha que tem poucas. A China, por exemplo, resolveu aumentar o seu arsenal. A Coreia do Norte fez o mesmo, porque sente necessidade de proteger o seu regime. E os países que não têm perguntam-se se também não deviam ter. Durante a governação de Biden, notou-se algum receio em escalar o apoio à Ucrânia, justamente por medo de que a Rússia pudesse usar armas nucleares e desencadear uma catástrofe global. Ainda recentemente se voltou a falar dessa escalada com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o antigo chefe de Estado russo, Dmitri Medvedev... Entre Donald Trump e Dmitri Medvedev, trata-se de golpes de teatro - e nem sempre se percebe bem onde começa o teatro e onde acaba. Mas sim, o mundo está cada vez mais complicado. Há ainda as tensões no Indo-Pacífico - Taiwan, Mar do Sul da China - que colocam os Estados Unidos e a China em rota de colisão. O risco de um conflito nuclear é hoje uma realidade? Eu não gostaria de pensar nisso, porque essa possibilidade representa o fim da humanidade. Se, por acaso, os Estados Unidos, a China ou a Rússia começarem a lançar bombas nucleares, a civilização poderá ficar altamente comprometida. Depois de se lançarem várias bombas nucleares, gera-se um inverno nuclear -durante meses, ou até anos, a Terra deixa de receber luz solar, porque uma nuvem de poeira bloqueia o Sol. Isso impossibilita a produção de alimentos e o cultivo da terra. Há ainda a questão radioactiva, que afecta as populações que forem alvo dos ataques. É urgente estabelecer-se um novo acordo para eliminar totalmente as armas nucleares ou, pelo menos, criar uma ordem mundial mais estável. Porém, vejo uma certa instabilidade, com países a abusarem do facto de possuírem armamento nuclear, acreditando que não podem ser atacados. Há aqui uma guerra de medo e de contenção. Estas ambições desafiam também o regime da não-proliferação de armas nucleares? Sim, o regime de não-proliferação pode ficar cada vez mais comprometido. O Paquistão, por exemplo, foi em tempos acusado de ajudar a Coreia do Norte a desenvolver armas nucleares. Esta regra da não-proliferação pode ser contestada por alguns países. O Irão, desde sempre, defende o seu direito a possuir a bomba nuclear. Apesar de as autoridades iranianas negarem, sabe-se que tinham um programa que poderia conduzir à construção de uma arma. Há também o equilíbrio nuclear entre a Índia e o Paquistão, que continua frágil, especialmente com os episódios de violência na Caxemira. Como se define o direito a possuir armamento nuclear? Porque é que uns países podem tê-lo e outros não? É uma situação instável. Quem tem a bomba nuclear não quer que outros tenham. Mas como impedir o uso do nuclear para fins pacíficos - por exemplo, na medicina ou na produção de energia? Quem tem centrais nucleares precisa de combustível. Esse combustível é enriquecido a 3 ou 4%. Já para armamento nuclear, é necessário enriquecê-lo acima dos 90%. O processo exige uma estrutura tecnológica complexa, com centrifugadoras para atingir concentrações elevadas de urânio-235 e, eventualmente, alcançar a "críticalidade" necessária para produzir uma bomba. Mas essa é uma decisão que deveria ser tomada ao nível das Nações Unidas - embora, depois, possa ser quebrada por acordos bilaterais, secretos ou oficiosos. No mundo em que vivemos, não sei como se atinge um novo equilíbrio. Seria preciso muito bom senso, uma nova ordem na Rússia, eventualmente no Irão e também nos Estados Unidos. Com a emergência de eliminar os combustíveis fósseis, alguns países estão a retomar os planos para investir em energia nuclear - como a França, a Dinamarca e até o Japão. Os acidentes de Chernobyl (1986) e Fukushima (2011) mostraram os riscos. Os países estão conscientes desses perigos ou a energia nuclear é, de facto, uma opção viável? É uma opção viável para países grandes, com elevadas necessidades energéticas e que querem descarbonizar. No Japão, seria complicado apostar apenas em energia eólica ou solar, por causa da geografia e das convicções ambientalistas - o país tem uma grande ligação à natureza. Assim, as centrais nucleares surgem como uma hipótese. O Japão está, de facto, a reabrir algumas que foram encerradas após Fukushima. As autoridades estão a rever todos os sistemas e protocolos de segurança, tal como se fez na Europa e na América, com os chamados testes de stress a eventos externos súbitos. O objectivo é aumentar a segurança e a robustez das centrais. Mas ainda recentemente vimos um sismo, com alerta de tsunami, a ameaçar novamente o Japão. Sim, mas hoje em dia as centrais nucleares têm suficiente robustez para resistirem a certos fenómenos. Construíram-se muros mais altos, para que os sistemas de arrefecimento não fiquem vulneráveis a inundações -que foi, precisamente, o que causou o desastre de Fukushima. Na altura, a barreira construída era demasiado baixa, por razões financeiras, e mesmo assim a central recebeu autorização para funcionar. O problema não foi provocado pelas ondas em si, mas a falha no sistema de arrefecimento. Foi, claramente, uma falha do órgão regulador japonês. Hoje, as centrais são mais robustas, e as futuras ainda mais - com sistemas que impedem o sobreaquecimento, ou que desligam automaticamente, garantindo segurança mesmo em caso de falhas.

Viaje na CBN - Edson Ruy
Mangá que "prevê" terremoto provoca onda de cancelamentos de viagens ao Japão

Viaje na CBN - Edson Ruy

Play Episode Listen Later May 29, 2025 5:33


O Japão vem sofrendo com um cancelamento em massa de reservas feitas por turistas de todo o mundo, especialmente do leste asiático, para o mês de julho, por conta da 'previsão' de um mangá que um megaterremoto atingiria o país neste mês. O 'culpado' é o quadrinho 'The Future I Saw', criado por Ryo Tatsuki e lançado pela primeira vez em 1999. A história do temor começou porque, dentro da primeira versão da HQ, ele fala um 'grande desastre' em março de 2011. Naquele mês e ano, o país sofreu com tsunami e terremotos que mataram mais de 18 mil pessoas. Uma nova previsão agora inclui o risco para o mês de julho deste ano. Nesta edição do "Viaje na CBN", o comentarista Edson Ruy fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!

Fernando Ulrich
Por que o Japão importa tanto para a economia global

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later May 23, 2025 16:43


A economia japonesa pode estar uma encruzilhada. A alta taxa de juros pode estar encurralando o Banco do Japão e os efeitos desse movimento pode causar um efeito dominó em toda a economia global, afetando inclusive a taxa de câmbio do dólar e de muitas outras moedas.

radinho de pilha
especial: o que o Japão nos ensinou?

radinho de pilha

Play Episode Listen Later Apr 28, 2025 40:08


via ChatGPT: Transcendence x Immanence https://chatgpt.com/share/680dffb1-fd08-8006-908a-a61a5a6c6c2e minhas fotos do Japão:  http://bit.ly/tokyoekyoto canal do radinho no whatsapp! canal do radinho no telegram:   http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55:  https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima  para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no ... Read more The post especial: o que o Japão nos ensinou? appeared first on radinho de pilha.

TSF - Mapa Mundo - Podcast
Expo Osaka, o Japão no Mapa Mundo

TSF - Mapa Mundo - Podcast

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025


Edição de 10 Abril 2025

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Avocado paulista começa a ser exportado para o Japão e Chile - 04.05.2025

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Apr 5, 2025 1:28


A produção paulista de avocado, o abacate da variedade Hass, tem atraído interesse no mercado internacional. Maior produtor nacional da fruta, sendo responsável por mais de 40% da produção brasileira, São Paulo está iniciando a exportação do avocado para Chile e Japão após missões estrangeiras visitarem o estado, desde 2023, para validarem os requisitos fitossanitários para a importação.

Actualidade - Renascença V+ - Videocast
Como reagiram a China, a UE, o Japão e o Reino Unido às tarifas de Trump?

Actualidade - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Apr 3, 2025 1:35


Como reagiram a China, a UE, o Japão e o Reino Unido às tarifas de Trump?756866e2-7b10-f0

Painel Alvorada
Painel Alvorada - Resumo das notícias 25/03 - Noite

Painel Alvorada

Play Episode Listen Later Mar 26, 2025 2:51


Petroleiros de todo o país vão paralisar as atividades por 24 horas nesta quarta-feira; O Japão deve enviar nos próximos meses um grupo de especialistas para avaliar as condições sanitárias da indústria pecuária do Brasil; O cineasta palestino Hamdan Ballal, vencedor do Oscar 2025 pelo documentário "Sem Chão", foi liberado hoje depois de ter passado a noite preso numa base das Forças de Defesa de Israel. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Direto da Redação
Lula embarca para o Japão e o Vietnã

Direto da Redação

Play Episode Listen Later Mar 22, 2025 2:48


Por Falar em Correr
Por Falar em Tênis 102 - Os tênis da viagem para o Japão e o Cupom da Keep Running na rifa do PFC

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Mar 6, 2025 30:41


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ falam sobre tudo que envolve o mundo dos tênis e também de outros acessórios relacionados à corrida.⁠⁠RIFA DO PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tem análise, reviews, dicas, palpites, questionamentos, opinião, informação, mercado, números, valores, dúvidas, respostas e muito mais. Participe enviando a sua pergunta. Escute, informe-se e divirta-se.-Os tênis da viagem para o Japão e o Cupom da Keep Running na rifa do PFC.-Cupom de Desconto:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠KEEP RUNNING BRASIL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFCEste programa tem o apoio e parceria da Keep Running Brasilhttps://www.instagram.com/keeprunningbrasil/https://www.youtube.com/@KeepRunningBrasilhttps://www.facebook.com/keeprunningbrasilhttps://www.linkedin.com/company/keep-running-brasil/https://www.instagram.com/keepers.run/-⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE⁠⁠

RELOADING - Atualize-se, gamer!
Reloading #491 – O Japão é da Nintendo

RELOADING - Atualize-se, gamer!

Play Episode Listen Later Jan 17, 2025 57:17


Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Rodrigo Cunha falam sobre os números de vendas de jogos no Japão, que colocam o Nintendo Switch como o console com os jogos mais vendidos do ano; a mais recente especulação baseada em registros de marca com Ecco: The Dolphin pela SEGA; rumores de Halo, Gears of War e Microsoft Flight Simulator chegando ao Playstation em 2025; e mais.Quer conferir como é a gravação do programa? Então aparece lá na live! Todas as quartas-feiras, a partir das 18h30, no nosso canal do YouTube! Duração: 57 min Comentados: COMPRE O MARS 2120, METROIDVANIA BRASILEIRO: PC (STEAM) PLAYSTATION 4, PLAYSTATION 5 XBOX ONE, XBOX SERIES S|X NINTENDO SWITCH Vídeos: Street Fighter 6 - Mai Gameplay Trailer The Blood of Dawnwalker — Cinematic Trailer & Gameplay Teaser UNTIL DAWN – Film First Look Enemies, Movement, and a Demo on Real Hardware [SM64 GBA]

Hora do Texugo
Hora do Texugo 239 - Nascidos Pro Underground ft Amauri Silva

Hora do Texugo

Play Episode Listen Later Jan 8, 2025 136:55


O cara mais underground que eu conheço é o diabo! Seja na música, na comédia ou na vida, tem gente e que nasceu pra ser underground e hoje nós vamos investigar esse fenômeno in loco. E pra isso trouxemos um convidado especial que é comediante, músico mas sobretudo underground, o sommelier de banheiros Amauri Silva A conversa foi joia cheio de histórias e aleatoriedades daquele jeito que o Brasil conhece e aprendeu a amar! Tem uma história boa que merece ser contada também??? Então manda ela pra gente, capricha nos detalhes que a gente garante seu anonimato... Manda pra gente no e-mail: ouvinte@horadotexugo.com Quer dar seu palpite nesse episódio com outros ouvintes?? Pois entra agora no nosso grupo de Telegram que estamos todos lá apavorando a sociedade. Entra também lá no nosso Instagram, por que não?? Nesse episódio: Pergunte aos profissionais; Sucesso nos interiores; Latino para sempre! Ska de careca; A origem do moicano; Comissão universitária da ONU; Dublin vs. Campo Largo; Enquadro na ilegalidade; Duas chances na estrada; Ativando o modo caiçara; Primeiro salvamento da temporada; Milhões sem uma vaguinha; Chupeta com fio de luz; Inimigos do inglês; Em qual empresa eu trabalho mesmo? Piorado pelo exterior; Goianos vs. Paulistas; Falta um Chorão irlandês; Home office de salva vidas; Acabou a forunfada na praia; Afogamento high tech; Afogamento high tech; Sommelier de xvideos; Gemidão dos afogados; Beto carreiro melhor parque do mundo? Neto gente fina! A filha de Beto Carreiro; Empréstimo de velho; 1 milhão de horas de internet grátis; O Japão vale a pena? O que fazer com meu lixo eletrônico? Como a beiçola está no duolingo? Emanuelle meio dia; Saad assiste Band? A entrevista de Boechat e Jô Soares; Por que o Amin Khader é famoso? As broncas pontuais de Fausto; Cadê o japinha? Making off do meu filho; ...e muito mas muito mais!!! Host: Scheid, o CEO. Convidado: Amauri Silva. Bancada: Punk Willians, Roqueiro Caio, Meu Irmão Michell, Tanaka e General Maciel.

+81 - Código de Área do Japão (plus81)
“Psychobilly no Japão” #106 (30/11/2024)

+81 - Código de Área do Japão (plus81)

Play Episode Listen Later Nov 29, 2024 52:12


O Japão é um grandes celeiros do Psychobilly no mundo! MJ selecionou as principais bandas dos anos 80 e 90 do gênero que mistura o rockabilly dos anos 50 com o punk rock! PLAYLIST #106 1-) Hirao Massaaki 2-) Yamashiya Keijiro 3-) Mickey Curtis 4-) The Falcons 5-) The Stomps 6-) Billy The Caps 7-) TOK?O $KUNX 8-) Mad Mongols 9-) Battle do Ninjamanz 10-) Spike 11-) The Cracks  

Flow Games
O JAPÃO DOMINOU o MUNDO dos GAMES esse ano — #Flowtaku #27

Flow Games

Play Episode Listen Later Nov 5, 2024 146:23


Muitos diziam que 2024 seria um ano sem grandes novidades para o mundo dos games — afinal de contas, o lançamento aguardadíssimo de GTA 6 ficou para 2025 mesmo. Isso pode ser verdade do lado ocidental, mas o mercado asiático botou vários títulos ótimos esse ano. Os japoneses nos ofereceram Final Fantasy VII Rebirth, passando pelo gigantesco Like a Dragon: Infinite Wealth, os combates intensos de Rise of the Ronin e mais para o final do ano com Metaphor ReFantazio. A Coreia do Sul não ficou atrás e botou Stellar Blade no páreo, assim como a China nos trouxe Black Myth Wukong. O Flowtaku de hoje vai falar um pouco mais sobre como os jogos no mercado asiático se mantiveram tão aquecidos em 2024. Vem com a gente que vai ser uma resenha de respeito!

Diversilingua
80. Uma triste realidade sobre o JAPÃO - Como é ser mestiço no Japão?

Diversilingua

Play Episode Listen Later Oct 24, 2024 55:09


Uma triste realidade sobre o Japão. Como os mestiços são tratados no país? Existe respeito para quem é diferente no Japão? É possível se sentir japonês mesmo sendo mestiço e fora do padrão da fisionomia tradicional asiática? Neste episódio também abordamos aspectos demográficos do Japão e sobre como alguns termos para referenciar pessoas mestiças surgiram. Alguns dos termos abordados no episódio: hafu, daburu. Este episódio foi baseado no seguinte artigo da CNN: https://edition.cnn.com/2020/09/22/asia/japan-mixed-roots-hafu-dst-hnk-intl/index.html Vídeos que fizeram parte do React: - https://youtu.be/AIvASePK45E - https://youtu.be/ED_f6gvYoxg - https://youtu.be/o4h5YI_A9rI Canais dos vídeos relacionados: -  @OrientalPearl  -  @jesseogn 

Professor HOC
O JAPÃO ESTÁ SE ARMANDO | Professor HOC

Professor HOC

Play Episode Listen Later Sep 1, 2024 13:08


Vamos ver o processo de rearmamento do Japão e suas implicações para o cenário geopolítico atual. O país, que por décadas se concentrou no desenvolvimento econômico e manteve uma postura pacifista, agora enfrenta novos desafios de segurança que o levam a reconsiderar sua estratégia militar. Com o aumento significativo no orçamento de defesa e a aquisição de armas de longo alcance, o Japão busca fortalecer sua posição no Indo-Pacífico em resposta ao crescente poderio da China e à instabilidade global. Esta transição, no entanto, não vem sem desafios, tanto econômicos quanto sociais, que são abordados com profundidade neste conteúdo.

Japan House SP
07 // Design high-tech: vending machines, walkman e robôs amigáveis

Japan House SP

Play Episode Listen Later Jul 30, 2024 41:02


O Japão torna-se referência mundial na área de tecnologia, e utiliza-se desse desenvolvimento para criar soluções que facilitem a vida da população.

Taverna do Lugar Nenhum
Yoshihiro Tatsumi e o Drama do Autor

Taverna do Lugar Nenhum

Play Episode Listen Later Jul 12, 2024 29:26


Yoshihiro Tatsumi, através de seu alter ego Hiroshi Katsumi, narra sua vida como escritor de mangá em Osaka nos anos 50 e seus desafios para conciliar estudos, trabalho, puberdade, família, vocação artística e negócios em um país que tentava se recuperar dos destroços da guerra, enquanto também buscava reconciliar identidade, orgulho, prosperidade econômica, tradição e modernidade. O Japão estava “à deriva”, assim como Hiroshi, e Hiroshi estava “à deriva”, como qualquer pessoa. O leitor deste mangá, ao terminar a leitura e olhar ao seu redor, sentirá a mesma náusea de um barco à deriva no meio do oceano, sendo levado pelas ondas em direção a um destino incerto. O mais importante desta obra é mostrar as coisas como são, sem tentar transmitir uma “mensagem” ou oferecer algum ensinamento. Um dos piores males do mundo moderno é ter destruído o senso de hierarquia e nivelado o homem comum ao sacerdote. Quase todo mundo tem um bom conselho para qualquer situação. O homem comum perdeu a capacidade de ser sincero, de assumir não saber lidar com as coisas e de se sentir à deriva.

Japan House SP
02 // Mingei: o artesanato feito pelo povo, para o povo

Japan House SP

Play Episode Listen Later Jun 25, 2024 42:28


O Japão demonstra sua reverência à tradição ao valorizar a criação popular como digna de museus e representativa do design em alto nível.

radinho de pilha
Van Gogh amava… o Japão! a história do terno, a bizarra história da “postura ereta”

radinho de pilha

Play Episode Listen Later Jun 12, 2024


The Suit, Savile Row, and Smartly Dressed Men https://pca.st/p7g66egpHow Did Japanese Prints Inspire Vincent van Gogh? https://www.thecollector.com/japanese-prints-inspire-vincent-van-gogh/The politics of the body https://www.bbc.co.uk/sounds/play/m002020zcanal do radinho no whatsapp! https://whatsapp.com/channel/0029VaDRCiu9xVJl8belu51Zmeu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajrmeu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.socialmeu perfil no t2: https://t2.social/renedepaulameu perfil no Post: https://post.news/renedepaulameu canal no Koo https://www.kooapp.com/profile/renedepaulameu mastodon: rené de paula jr (@renedepaula@c.im) https://c.im/@renedepaulameu “twitter” ... Read more

Ideias Radicais
(YT) O Japão destruiu o Bitcoin e causou a queda?

Ideias Radicais

Play Episode Listen Later Mar 20, 2024


O Bitcoin caiu e isso tem uma interessante ligação com o banco central japonês. Não, essa queda no bitcoin não aconteceu só por causa da grande venda na exchange Bitmex. Certamente isso agravou a situação, mas não é tudo. A política de Yield Curve Control do BoJ gera forte expansão monetária. Cessar isso, como anunciaram recentemente, reduz a força de desvalorização da moeda e reduz valores nominais nos mercados. E sabendo disso, muitos investidores vendem posições com essas notícias. Além disso, o Federal Reserve pode manter taxas mais altas por mais tempo nos EUA. Somando os dois fatores, e adicionando gasolina de um vendedor na BitMex, e temos uma situação. Quer relatórios sobre quando comprar ou vender Bitcoin e uma plataforma de educação junto com isso? https://bit.ly/RelatoriosRadicais Cansou de estar sozinho como Libertário? https://www.catarse.me/apoiadoresradicais Quer fugir do Brasil? Nos contate: https://www.settee.io/ https://youtube.com/c/Setteeio Nos acompanhe no Telegram: https://t.me/ideiasradicais 00:00 - Introdução 01:56 - Por que a queda está acontecendo? 03:01 - A economia do Japão e seu Banco Central 09:42 - Como bancos centrais inflam mercados 17:53 - Mas e o Brasil? 20:09 - A queda do Bitcoin 20:53 - Fundos de pensão japonês em Bitcoin 22:42 - Conclusão

Stock Pickers
MSCI BRAZIL: Quais empresas vão se beneficiar? (15/02/2024)

Stock Pickers

Play Episode Listen Later Feb 15, 2024 8:05


Henrique Esteter comenta quais as empresas vão se beneficiar sendo incluídas no MSCI Brazil. O Japão entra em recessão e perde o posto de 3ª maior economia do mundo para a Alemanha. Inflação na Argentina desacelera em janeiro, mas acumula 254% em 12 meses. O Banco Central divulga o Boletim Focus desta semana. Presidente da Petrobras retoma negociação para a venda da Braskem. E ainda, Nvidia se torna a 3ª empresa mais valiosa dos EUA.

Rádio Gaúcha
Mais protestos por falta de luz em Porto Alegre, Japão se torna o 5º país a pousar na Lua e mais

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Jan 19, 2024 4:18


Moradores de Porto Alegre voltaram a protestar em diferentes regiões devido à falta de luz na Capital. O Japão se tornou o quinto país a pousar na Lua. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que a desoneração da folha de pagamentos será prorrogada até 2027 e que a medida provisória que retoma impostos sobre salários será revogada. Duas fontes históricas e um espelho d'água serão restaurados pela prefeitura no centro Porto Alegre. Museus, exposições e peças de teatro gratuitas estão em cartaz em Porto Alegre nos finais de semana de janeiro e fevereiro.

JORNAL DA RECORD
03/01/2024 | Edição Exclusiva: Começam a valer novas regras que limitam juros do cartão de crédito

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jan 3, 2024 4:42


O Japão voltou a registrar um tremor de terra dois dias depois do forte terremoto que causou dezenas de mortes no país. Nesta quarta-feira (3) foi registrado um novo abalo, de magnitude 5,5 - na escala Richter que vai até 10. Veja também: Banco Central começa ano com R4 7,5 bilhões esquecidos para serem devolvidos.

JORNAL DA RECORD
01/01/2024 | 2ª Edição: Japão reduz alerta de tsunami após fortes terremotos atingirem o país

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jan 1, 2024 3:56


O Japão confirmou quatro mortes em consequência dos terremotos que atingiram o país. Na tarde desta segunda-feira (1º), o serviço de emergência reduziu o risco de tsunami para o menor nível. Autoridades estavam em alerta depois que fortes tremores atingiram a região de Ishikawa, a cerca de 500 quilômetros da capital Tóquio. Veja também nesta edição do Boletim JR 24 Horas: Confira como está o retorno de quem foi passar o Réveillon na Baixada Santista.

História em Meia Hora
Japão depois da Segunda Guerra

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Oct 4, 2023 34:28


O Japão hoje é parece ser um outro país se for comparado com o que ele foi no século passado. Mas e se eu te disser que além de um planejamento econômico e social pra isso, eles também usaram mangás e animes? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre como foi o Japão depois da Segunda Guerra. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS - AQUINO, Rubim Santo Leão de. História das sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2009. - BOULOS, Alfredo Boulos Júnior. História: Sociedade e Cidadania – Volume Único, Ensino Médio. – São Paulo: FTD, 2011. - KNOE, Tadateru. COMITÊ INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA. Hiroshima & Nagasaki – 70 anos depois, sobreviventes e suas famílias ainda estão gravemente feridos. 2015 - JAPÃO EM FOCO. Hiroshima antes e depois da bomba atômica. 2015.

Guerras Comerciais
Toyota vs Honda | Saindo dos Escombros 1 | 1

Guerras Comerciais

Play Episode Listen Later Jul 18, 2023 38:09


É 1945. O Japão está em ruínas após a Segunda Guerra Mundial. A população passa fome, as cidades estão reduzidas a escombros e a nação está devastada. Mas dos destroços deixados pela guerra, dois gigantes do motor estão prestes a se erguer. O primeiro é a Toyota, idealizada porKiichiro Toyoda, filho sonhador de um rico industrial que queriacriar a resposta do Japão à Ford. Mas ooutrooponente deve percorrer um caminho mais difícil. Seu fundador, Soichiro Honda, é um menino pobre do campo e seu único recurso é a própria engenhosidade. Então ele começa sobre duas –e não quatro –rodas.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.

Podcast 45 Minutos
ÁLBUM DA COPA 2022 – DIA #08

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Nov 28, 2022 168:33


Está no ar nosso Álbum da Copa 2022! Nosso programa vem para analisar os jogos do dia. Abrindo a pauta com as duas decepções. O Japão, que deixa escapar a chance de classificação antecipada ao perder para a Costa Rica, e a Bélgica que perde para o Marrocos. Seguindo pelo empate entre Alemanha e Espanha, […]

Ideias Radicais
(YT) Japão: Imprima dinheiro, faça déficits, destrua a moeda

Ideias Radicais

Play Episode Listen Later Nov 6, 2022


Por que não só imprimiir dinheiro e pagar tudo? O Japão na prática tem feito isso nos últimos anos. Usa seu Banco Central para artificialmente financiar a dívida, enquanto roda déficits massivos. Resultou em 3 décadas de estagnação econômica, uma dívida impagável, uma sinuca de bico que os força a destruir a moeda para salvar a dívida, e agora uma escalada de inflação. Se um país industrializado, sério, com bons níveis de educação e forte comércio exterior não consegue executar essa política de ignorar as leis básicas da economia, não é o Brasil que vai. Sugestão de leitura: https://www.amazon.com.br/Padr%C3%A3o-Bitcoin-alternativa-descentralizada-central/dp/9949745721 Caso sejamos censurados, acompanhe aqui: https://odysee.com/@ideiasradicais Quer ir para a LibertyCon com 20% de desconto? https://www.sympla.com.br/libertycon-brasil-2022__1703798?d=IR20 Quer fugir do Brasil? Nos contate: https://www.settee.io/ https://youtube.com/c/Setteeio Quer refinanciar suas dívidas? É mais fácil do que você imagina: https://bit.ly/RefinanciarRadical Nos acompanhe no Telegram: https://t.me/ideiasradicais Quer comprar Bitcoin no melhor preço do mercado? Bitpreço! http://bit.ly/BitprecoRadical Apoie o Ideias Radicais: https://www.catarse.me/projects/152640/

Conexão Geo
Conexão Geo 204 - COREIA DO NORTE VOLTA A LANÇAR MÍSSIL SOBRE O JAPÃO

Conexão Geo

Play Episode Listen Later Oct 7, 2022 15:45


Pauta:1) Atualizações da guerra na ucrânia;2) 5 anos depois, coreia do norte volta a lançar míssil sobre o japão;  3) Estamos de Olho:A visita de Blinken a América do Sul; O corte de petróleo da OPEP+; as acusações do Irã sobre a culpa do Ocidente nos protestos no país; e a reunião da Comunidade Política Europeia.4) Boa notícia 

Eu tava lá
CRUZEI O JAPÃO INTEIRO DE BIKE - Eu Tava Lá #230

Eu tava lá

Play Episode Listen Later Aug 29, 2022 59:29


O Hiro já tinha participado do Eu Tava Lá em 2019 e desde então muita gente pede pra eu chamar ele de novo! Acontece que da primeira participação pra cá muita coisa aconteceu, entre elas: O Hiro decidiu pegar uma bicicleta e atravessar o Japão inteiro! De norte a sul! Ouve esse episódio pra escutar essas e outras histórias doidas...

Rádiofobia Podcast Network
Curso de Podcast #001 - Como o podcast mudou a minha vida

Rádiofobia Podcast Network

Play Episode Listen Later Jul 5, 2022 173:40


Saudações, ouvinte entusiasta do podcast! Está no ar o Curso de Podcast, o seu podcast sobre produção de podcasts apresentado por Leo Lopes! Neste primeiro episódio, Leo Lopes recebe os amigos Caio Corraini e Adriana "Cafeína" Sanchez (Maremoto), Gabriel Tuller (Cosmódromo), Alexandre Gomes (Sr. A), Thiago Miro e Jef Barbosa (Rádiofobia Podcast e Multimídia) pra uma conversa sobre como o podcast mudou as suas vidas! Não se esqueça que você sempre pode interagir conosco nas redes sociais e principalmente deixar seu feedback aqui embaixo, na sessão de comentários do post, compartilhando conosco e com todos os ouvintes do Curso de Podcast as suas próprias reflexões a respeito do podcast! Mande também sua dúvida, pergunta ou sugestão tema e convidado, para que possamos continuar produzindo um conteúdo que ajude você a arregaçar as mangas e fazer o seu próprio podcast! Este programa foi patrocinado por Alura Cursos de Tecnologia: - Já são mais de1350 cursos online! - Acesse: http://www.alura.com.br/promocao/cursodepodcast - Inscreva-se no Curso de PRODUÇÃO de Podcast com Leo Lopes na Alura! - Inscreva-se no Curso de EDIÇÃO de Podcast com Leo Lopes na Alura! Links citados no programa: - No Japão Podcast - Ep. 72 - O Japão, pela visão de Leo Lopes - Você Também Pod!cast E32 - A jornada do menino Leo - Para ajudar o jovem Patrick Sakamoto em seu tratamento, acesse o site https://www.cadaajudaimporta.com Créditos do episódio: - Produção geral, apresentação, captação e edição: Leo Lopes - Arte e Identidade Visual: Gui Dellacolletta