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Portugal is a fascinating country, but there is so much more to discover beyond Lisbon, Porto, and the Algarve.In this episode, I'm joined by Portugal travel expert Julie Fox of Julie Dawn Fox in Portugal, who has called Portugal home for nearly 20 years. Julie shares how she ended up moving from the UK to Portugal, why the country immediately felt like home, and what has kept her there ever since.Together we explore some of Portugal's lesser-known destination — from charming riverside towns and medieval villages to beautiful natural areas filled with walking trails and stunning scenery. Along the way, Julie introduces us to places such as Ponte de Lima, Buçaco National Forest, Marvão, Alcobaça, Monchique, Penha Garcia, and several coastal communities that offer a quieter and more authentic experience of Portugal.We also discuss Portugal's only national park — Peneda-Gerês National Park, scenic hiking trails (Julie is a keen hiker), and practical tips for travelers who want to venture beyond the country's biggest cities. Julie shares advice on the best time to visit, whether a rental car is worth it, and how to make the most of Portugal's incredible mix of history, culture, nature, and outdoor adventure.If you enjoy slower travel, spending time outdoors, discovering charming small towns, and getting beyond the usual stops, this episode will inspire you to explore a different side of fascinating Portugal.Want to chat more about Portugal?Send me an email at Lynne@WanderYourWay.com.In this episode:1:32: Introducing Julie Fox4:24: Julie's travel story10:21: Lisbon & Porto16:27: North Portugal: Ponte de Lima20:09: Peneda-Gerês National Park23:45: Central Portugal: Buçaco National Forest28:36: Eastern Border: Penha Garcia32:39: Central: Alcobaça38:09: Moving South: Alentejo Region49:10: Algarve Region: Monchique & Alvor57:12: Additional hiking1:02:21: Travel tips plus a few more spots1:13:13: Wrapping it upImportant links:Julie Dawn Fox in PortugalVisit PortugalWander Your WayWander Your Way AdventuresWander Your Way ResourcesVuori ★ Support this podcast ★
Os artistas conquistaram o júri da competição que reuniu trabalhos de 66 países, como Brasil, Moçambique, Dinamarca, Canadá, Chile e Austrália Fábia Belém, correspondente da RFI em Lisboa A sardinha está para os Santos Populares em Portugal assim como o milho para as festas juninas no Brasil. E, neste ano, há dois talentos luso-brasileiros ajudando a dar cara nova ao peixe: o carioca Eduardo Ferrão e Letícia Amaral de Araújo, natural de Belo Horizonte. Eles são dois dos cinco vencedores da 16ª edição do “Concurso Sardinhas” de Lisboa, que neste ano recebeu 3.128 desenhos, enviados por 1.762 autores de 66 países. O resultado surpreendeu Letícia e Eduardo. “Quando chegou o e-mail [com o resultado], eu até tive que conferir algumas vezes. Eu não sabia se era golpe ou coisa do tipo, né? Para ver se era sério mesmo. E eu fiquei super satisfeito, porque é um concurso que acho muito bonito”, conta o designer gráfico. A notícia, que chegou por meio de uma ligação telefônica, foi recebida por Letícia com surpresa e felicidade. Ela também explica que, por retratar na sardinha uma cena tipicamente portuguesa, havia o receio de cometer algum equívoco. No entanto, a aprovação do júri português afastou qualquer dúvida. “Achei que [o resultado] validou a minha ideia”, afirma a designer. O concurso foi criado em 2011 pela EGEAC, empresa pública que promove ações culturais em Lisboa. O objetivo dos organizadores é estimular a participação e a criação artística, desafiando amadores e profissionais das artes a criar novas roupagens para a sardinha. As propostas vencedoras são utilizadas como imagem da campanha visual das tradicionais festas dos santos populares, equivalentes às festas juninas no Brasil. 'Bolo de arroz' Para participar da competição, Eduardo Ferrão se inspirou no projeto “O Último Bolo de Arroz de Lisboa”, lançado por uma associação de moradores que busca proteger, valorizar e dar visibilidade a cafés e pastelarias que fazem parte da história dos bairros. Chamou a atenção do designer gráfico a notícia de que muitos desses estabelecimentos tradicionais estão fechando as portas devido ao aumento do preço dos aluguéis e das matérias-primas, além de estarem sendo substituídos por comércios voltados a turistas e moradores estrangeiros com alto poder aquisitivo. Quando leu sobre o assunto, ele não teve dúvidas. “Foi como uma revelação, sabe? E aí a ideia estava ali”, relembra. A “Bolo de Arroz”, assinada pelo luso-brasileiro, molda o famoso doce português no formato de sardinha. A ilustração destaca a textura fofa da massa, a icônica crosta de açúcar no topo e a base envolta na clássica cinta de papel vegetal. “Fico realmente esperando que [a minha ilustração] abra o apetite das pessoas, sabe? Assim que passarem por uma pastelaria, peçam um bolo de arroz”, pede o carioca, que espera que sua criação também possa ajudar a manter o bolo de arroz e sua receita tradicional nas pastelarias portuguesas. “O Telefone das Coscusvilheiras” Na sardinha, a que deu o nome de "O Telefone das Coscuvilheiras”, Letícia Amaral de Araújo recorreu ao bom humor ao fazer uma leitura de uma cena cotidiana: a coscuvilhice de quem fica à janela ou na sacada dos apartamentos a fofocar e até a monitorar a vida alheia. “Este exagero visual não busca realismo, mas sim evidenciar um comportamento social reconhecível: o prazer na conversa e na construção coletiva de histórias”, destaca a EGEAC na descrição oficial do projeto. A ilustração da mineira destaca duas varandas tradicionais com uma senhora em cada lado a estender roupa na espinha dorsal da sardinha, que ganha nova vida como um varal e um "telefone de lata” ao mesmo tempo. Uma cena que resgata os conhecidos telefones de copinho ou de barbante das brincadeiras infantis. “E essas duas senhoras estão a se comunicar por meio de um telefone de lata, que eu fiz essa analogia com o varal”, explica Letícia. Sardinhas de Lisboa Além das sardinhas “Bolo de Arroz” e “O Telefone das Coscuvilheiras”, também conquistaram o júri da competição as ilustrações portuguesas “Sardinha Guitarrista” e “Patrimônio Fragmentado” e a “Tomatazo”, do Uruguai. O autor de cada uma delas ganhou um prêmio em dinheiro no valor de 1.500 euros (quase R$ 9 mil na cotação atual). A maior recompensa para os vencedores, contudo, é ter as sardinhas exibidas nos ônibus e no metrô da capital, nos painéis publicitários e nas decorações dos arraiais. Eduardo Ferrão, que vive na cidade do Rio de Janeiro, pensa até em ir a Lisboa para não perder a festa. “Eu ainda estou considerando isso, se pego semana que vem um voo. Enfim, vamos ver. É um evento muito relevante para a cidade, e eu gostaria muito de fazer parte desse momento”, confessa. Letícia, que mora há seis anos em Lisboa, já teve a chance de ver o resultado de seu trabalho e testemunhar a reação das pessoas. “Foi muito interessante. Eu fiquei mais como espectadora, vendo as pessoas com a sardinha na mão, conversando nesse contexto popular das festas, e senti uma sensação de orgulho”, disse. Ícone pop O Concurso Sardinha celebra um dos mais populares símbolos da identidade do país. Alimento básico das comunidades pesqueiras e de quem vivia e trabalhava no campo, a sardinha se tornou uma das marcas da capital portuguesa, uma espécie de ícone pop, estampada em roupas, acessórios e peças de decoração. E é no pico do verão deste lado do atlântico, que ela chega ao ponto para ser consumida. O preparo é nas grelhas ao ar livre às portas das casas e tascas. Para a designer mineira Letícia, que assim como Eduardo, gosta de sardinha, a partir de agora, a iguaria vai ter “esse gostinho especial, essa memória afetiva que vai ficar pra sempre”.
Os artistas conquistaram o júri da competição que reuniu trabalhos de 66 países, como Brasil, Moçambique, Dinamarca, Canadá, Chile e Austrália Fábia Belém, correspondente da RFI em Lisboa A sardinha está para os Santos Populares em Portugal assim como o milho para as festas juninas no Brasil. E, neste ano, há dois talentos luso-brasileiros ajudando a dar cara nova ao peixe: o carioca Eduardo Ferrão e Letícia Amaral de Araújo, natural de Belo Horizonte. Eles são dois dos cinco vencedores da 16ª edição do “Concurso Sardinhas” de Lisboa, que neste ano recebeu 3.128 desenhos, enviados por 1.762 autores de 66 países. O resultado surpreendeu Letícia e Eduardo. “Quando chegou o e-mail [com o resultado], eu até tive que conferir algumas vezes. Eu não sabia se era golpe ou coisa do tipo, né? Para ver se era sério mesmo. E eu fiquei super satisfeito, porque é um concurso que acho muito bonito”, conta o designer gráfico. A notícia, que chegou por meio de uma ligação telefônica, foi recebida por Letícia com surpresa e felicidade. Ela também explica que, por retratar na sardinha uma cena tipicamente portuguesa, havia o receio de cometer algum equívoco. No entanto, a aprovação do júri português afastou qualquer dúvida. “Achei que [o resultado] validou a minha ideia”, afirma a designer. O concurso foi criado em 2011 pela EGEAC, empresa pública que promove ações culturais em Lisboa. O objetivo dos organizadores é estimular a participação e a criação artística, desafiando amadores e profissionais das artes a criar novas roupagens para a sardinha. As propostas vencedoras são utilizadas como imagem da campanha visual das tradicionais festas dos santos populares, equivalentes às festas juninas no Brasil. 'Bolo de arroz' Para participar da competição, Eduardo Ferrão se inspirou no projeto “O Último Bolo de Arroz de Lisboa”, lançado por uma associação de moradores que busca proteger, valorizar e dar visibilidade a cafés e pastelarias que fazem parte da história dos bairros. Chamou a atenção do designer gráfico a notícia de que muitos desses estabelecimentos tradicionais estão fechando as portas devido ao aumento do preço dos aluguéis e das matérias-primas, além de estarem sendo substituídos por comércios voltados a turistas e moradores estrangeiros com alto poder aquisitivo. Quando leu sobre o assunto, ele não teve dúvidas. “Foi como uma revelação, sabe? E aí a ideia estava ali”, relembra. A “Bolo de Arroz”, assinada pelo luso-brasileiro, molda o famoso doce português no formato de sardinha. A ilustração destaca a textura fofa da massa, a icônica crosta de açúcar no topo e a base envolta na clássica cinta de papel vegetal. “Fico realmente esperando que [a minha ilustração] abra o apetite das pessoas, sabe? Assim que passarem por uma pastelaria, peçam um bolo de arroz”, pede o carioca, que espera que sua criação também possa ajudar a manter o bolo de arroz e sua receita tradicional nas pastelarias portuguesas. “O Telefone das Coscusvilheiras” Na sardinha, a que deu o nome de "O Telefone das Coscuvilheiras”, Letícia Amaral de Araújo recorreu ao bom humor ao fazer uma leitura de uma cena cotidiana: a coscuvilhice de quem fica à janela ou na sacada dos apartamentos a fofocar e até a monitorar a vida alheia. “Este exagero visual não busca realismo, mas sim evidenciar um comportamento social reconhecível: o prazer na conversa e na construção coletiva de histórias”, destaca a EGEAC na descrição oficial do projeto. A ilustração da mineira destaca duas varandas tradicionais com uma senhora em cada lado a estender roupa na espinha dorsal da sardinha, que ganha nova vida como um varal e um "telefone de lata” ao mesmo tempo. Uma cena que resgata os conhecidos telefones de copinho ou de barbante das brincadeiras infantis. “E essas duas senhoras estão a se comunicar por meio de um telefone de lata, que eu fiz essa analogia com o varal”, explica Letícia. Sardinhas de Lisboa Além das sardinhas “Bolo de Arroz” e “O Telefone das Coscuvilheiras”, também conquistaram o júri da competição as ilustrações portuguesas “Sardinha Guitarrista” e “Patrimônio Fragmentado” e a “Tomatazo”, do Uruguai. O autor de cada uma delas ganhou um prêmio em dinheiro no valor de 1.500 euros (quase R$ 9 mil na cotação atual). A maior recompensa para os vencedores, contudo, é ter as sardinhas exibidas nos ônibus e no metrô da capital, nos painéis publicitários e nas decorações dos arraiais. Eduardo Ferrão, que vive na cidade do Rio de Janeiro, pensa até em ir a Lisboa para não perder a festa. “Eu ainda estou considerando isso, se pego semana que vem um voo. Enfim, vamos ver. É um evento muito relevante para a cidade, e eu gostaria muito de fazer parte desse momento”, confessa. Letícia, que mora há seis anos em Lisboa, já teve a chance de ver o resultado de seu trabalho e testemunhar a reação das pessoas. “Foi muito interessante. Eu fiquei mais como espectadora, vendo as pessoas com a sardinha na mão, conversando nesse contexto popular das festas, e senti uma sensação de orgulho”, disse. Ícone pop O Concurso Sardinha celebra um dos mais populares símbolos da identidade do país. Alimento básico das comunidades pesqueiras e de quem vivia e trabalhava no campo, a sardinha se tornou uma das marcas da capital portuguesa, uma espécie de ícone pop, estampada em roupas, acessórios e peças de decoração. E é no pico do verão deste lado do atlântico, que ela chega ao ponto para ser consumida. O preparo é nas grelhas ao ar livre às portas das casas e tascas. Para a designer mineira Letícia, que assim como Eduardo, gosta de sardinha, a partir de agora, a iguaria vai ter “esse gostinho especial, essa memória afetiva que vai ficar pra sempre”.
Katherine Soares, Presidente da PALCUS, apresenta-nos as iniciativas, dificuldades e desafios da organização. A jornalista Celina Faria apresenta-nos o Sport Marítimo de Caracas. Edição Paula MachadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um visita à história e que espreita o futuro, promovida pela organização luso-americana PALCUS. Presidente e primeiro-ministro portugueses vão estar no Luxemburgo a 6 e 7 de junho, para celebrarem o Dia de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio d'“A Essência”, conversamos com António Maçanita sobre criação, memória e Enxarrama, o vinho que recria uma história antiga do Alentejo. Há ainda uma prova diferente com Manuel Moreira, à volta das águas minerais naturais Luso e Castello, e sugestões para a garrafeira, com Nuno Pires.
Depois de quatro anos a crescer, o ano passado baixou a emigração para a Alemanha. Luso-canadiana distribui bolsas solidárias há 10 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carla Barreto, presidente da câmara de Thetford, é agora candidata às eleições regionais em Norfolk. Está a ser criada a Federação das Associações Luso-brasileiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Londres o Restaurante Lisboeta agora é o Luso, que pretende marcar um novo capítulo na gastronomia com menu super sofisticado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luso-franceses eleitos nas municipais em França poderão ser tantos como há seis anos. A segunda volta das eleições foi ontem. Dirigente do PS português encontrou-se com governante venezuelano em Caracas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Muitos luso-franceses conseguiram a eleição, logo na primeira volta das autárquicas em França. Amanhã ergue-se uma Ponte Farmacêutica Portugal-Boston, um encontro on-line.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma associação de Mulheres Empreendedoras de várias áreas para fazer a diferença. Luso-canadiana lança livro para inspirar os mais jovens.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Manifestações contra o Dia da Austrália ocorrem nas cinco capitais do país, e há também manifestações contra imigração. Astronauta Katherine Bennel-Pegg, de 41 anos, foi eleita a Australiana do Ano de 2026; suspeito de ter cometido o triplo homicídio em Lake Cargelligo foi visto em Mount Hope (NSW), segundo a polícia. Luso-venezuelana presa por conspiração contra Maduro é libertada em Caracas. Após um ano, Brasil bloqueou mais de 25 mil sites de apostas ilegais.
A Associação Internacional dos Luso-descendentes, em parceria com a editora Leya, promoveu mais uma edição do concurso literário para jovens “As minhas férias” e o destino foi este ano Moçambique. Concorreram quase 150 jovens que aprendem português, com muitos textos a chegarem do Brasil, Macau, Angola, Reino Unidos, Luxemburgo e de França. No fim de semenaa passado decorreu em Paris, na Casa de Portugal, a entrega dos diplomas em duas categorias, já que concorreram jovens dos 8 aos 18 anos. Os jovens falaram nos seus textos sobre a herança colonial em Moçambique, mas também da preocupação com a preservação da natureza no país e das condições de vida dos moçambicanos que deixam ainda muito a desejar após 50 anos de independência. Sara Novais Nogueira, que em França está a levar a cabo o projecto Literanto, que visa promover a literatura e a língua portuguesa junto dos mais jovens, integra a Associação Internacional dos Luso-descendentes e foi júri deste concurso. "Uma forte componente também foi a questão ambiental. E essa preocupação com o preservar o ambiente. E também a questão da desigualdade social foi patente em vários textos com essa preocupação do facto de eles verem também um país tão rico em certas coisas, mas tão pobre noutras essenciais. E acho que isso também nos tocou de certa forma e levou a que nós também fôssemos tocados por essa sensibilidade que eles mostraram ter", explicou a organizadora. Esta foi a quarta edição deste concurso, que no ano passado teve Angola como inspiração para as histórias dos jovens lusófonos. A ideia, como nas edições anteriores, é fazer os jovens falantes de português viajar na sua imaginação - já que na maioria dos casos os participantes nunca foram fisicamente a Moçambique - e leva-los a estudar e descobrir este país que pertence à lusofonia "Puderam fazer uma viagem que não foi física, mas foi uma viagem histórica, uma viagem de memória e, sobretudo, de imaginação. Eles puderam então conhecer um bocadinho desta cultura. Surpreendeu-nos a qualidade dos textos que, de facto, têm vindo a ser muito superior de ano para ano. Nós vemos cada vez mais os textos com mais qualidade. Eu penso que também alguns dos alunos acabam por participar mais do que uma vez. E surpreendeu-me a capacidade deles de fazerem esta viagem imaginária e poderem conhecer de facto a história, a cultura e trazerem-nos também a nós nessa viagem. Foi muito difícil escolher os vencedores porque a qualidade era imensa e mostra -os, acima de tudo, que esta nova geração que fala português, são uma geração multilíngue, uma geração pluricultural e que se engaja realmente nesta cultura portuguesa", concluiu Sara Novais Nogueira.
Domingo, 4 de janeiro, é dia de falar de Luis Guilherme, que já está em Portugal para ser reforço do Sporting. Lá por fora, o destaque vai para Tiago Gabriel, do Lecce, que está na mira do Barcelona
Domingo, 4 de janeiro, é dia de falar de Luis Guilherme, que já está em Portugal para ser reforço do Sporting. Lá por fora, o destaque vai para Tiago Gabriel, do Lecce, que está na mira do Barcelona
Ataque com suspeito português pode "colocar na mira luso-americanos nos EUA"e374560e-fbdc-
É um concurso para dar a conhecer talentos de portugueses e lusodescendentes na América do norte. PSD quer menos impostos para emigrantes reformados que voltem para Portugal. Edição Isabel Gaspar Dias
Investigação sobre lusodescendentes nos EUA revela que têm mais estudos, melhores salários e vivem dispersos em vários Estados. Na Suíça, amanhã há magusto no Centro Português de Martigny. Edição Isabel Gaspar Dias
O luso-belga Joseph Figueira Martin foi condenado a 4 de Novembro de 2025 pela justiça da República centro-africana a 10 anos de trabalhos forçados e ao pagamento de 50 milhões de francos CFA num caso de suposto atentado contra a segurança interna e organização criminosa. E isto após ter sido raptado em Maio do ano passado no leste da RCA por supostas milícias russas Wagner, numa área onde actuavam grupos rebeldes, e posteriormente ter sido encarcerado. A defesa apresentou recurso da sentença deste antropólogo luso-belga, que na altura trabalhava para a ong americana Family Health International 360. A família insurge-se contra esta decisão do Tribunal de Bangui de 4 de Novembro: Georges Martin é irmão de Joseph Figueira Martin, ele denuncia um julgamento que considera injusto, denunciando supostas provas forjadas e a tortura que o irmão teria sofrido. Eu gostaria de, num primeiro momento, expressar a mais profunda indignação da família inteira em relação à sentença de dez anos de trabalhos forçados. O Joseph está sendo acusado de conspiração criminosa e de tentativa de desestabilização do governo centro-africano, enquanto as suas interações com grupos armados apoiaram indiretamente as acções da ONU e da sua missão de paz. Então, todos os esforços do Joseph foram no sentido de promoção da paz na República Centro-Africana e a condenação dele é inteiramente injusta. Conseguiu falar com ele? Como é que ele está? Como é que ele se sente, depois do choque da condenação? Infelizmente, ainda não pudemos, não foi possível conversar diretamente com ele. Conseguimos novamente mensagens através das autoridades presentes na República Centro-Africana, que são os cônsules honorários de Portugal e esperamos que seja possível libertar ele o mais rapidamente possível. E as autoridades da Bélgica, de Portugal, da União Europeia: estão cientes do que está a acontecer ? Acredita que eles vão poder agir? Sim, sim. A família tem estado em contato constante com as autoridades da Bélgica e esperamos que eles, em conjunto com o Parlamento Europeu e com o Conselho Europeu, consigam elaborar uma intervenção urgente para que o Joseph seja libertado. Em relação a Portugal, infelizmente não tivemos apoio nenhum por parte das autoridades portuguesas e esperamos que eles se envolvam também em libertar um cidadão português que está preso injustamente na República Centro-Africana. Gostaria também de destacar que o julgamento é completamente injusto e ele está repleto de falhas processuais. As provas usadas contra o meu irmão foram obtidas sob a ameaça de armas de calibre militar apontadas para o seu rosto. E todas essas supostas provas deveriam ser consideradas inadmissíveis em juízo, porque elas violam os princípios da justiça. Então o Joseph tem sido uma vítima de um processo inteiramente injusto e esperamos que todos os esforços possam ser redobrados por parte dos governos da Bélgica, de Portugal e da Comissão Europeia para que uma solução seja encontrada da maneira mais rápida possível. Tentei contactar o Ministério Português dos Negócios Estrangeiros. Disseram-nos que não seria possível conseguir uma reacção do ministro. A família também não entende a postura de Portugal no sentido. Fizemos diversas tentativas de contacto com eles para poder entender o que eles estariam fazendo para ajudar o Joseph a voltar para casa e até ao momento não obtivemos resposta. Então também gostaríamos de entender de que maneira Portugal se posiciona para com que um cidadão português seja libertado. Porque ele, antes de ir para a República Centro-Africana, ele morava em Tavira, no Algarve, é isso ? Exactamente. Ele mora em Portugal há alguns anos já. E a família, a maior parte da família, mora em Portugal também, então não entendemos a ausência de Portugal nesse caso. De realçar que em Julho passado o Parlamento Europeu aprovou uma resolução denunciando "a detenção arbitrária e a tortura de Joseph Figueira Martin» e apelado a sanções contra os responsáveis de tais actos contra este trabalhador humanitário. Num comunicado emitido a 6 de Junho a ONG Protect Humanitarians « condena esta sentença e apela à libertação incondicional" de Joseph Figueira Martin. Trata-se de um antropólogo luso-belga, especialista em transumância, que estava em Maio de 2024 no sudeste da RCA, região palco de rebeliões armadas. Ele tinha sido acusado de uma série de crimes, incluindo espionagem, a pena máxima que ele se arriscava a cumprir era prisão perpétua.
O eurodeputado socialista português Francisco Assis foi o autor de uma resolução do Parlamento Europeu condenando a RCA pela violação dos direitos humanos em relação a Joseph Figueira Martin, sequestrado no ano passado, no leste da República Centro-africana. Este antropólogo tendo sido condenado nesta terça-feira por um tribunal de Bangui a 10 anos de trabalhos forçados e ao pagamento de 50 milhões de francos cfa por preparar uma quadrilha e atentar contra a segurança interna. O eurodeputado socialista português Francisco Assis começa por reagir à sentença proferida contra o luso-belga, Joseph Figueira Martin. Em primeiro lugar, queria salientar o seguinte: Ele esteve muito tempo à espera deste julgamento. Finalmente, o julgamento ocorreu... em condições extremamente precárias, pela informação de que disponho e a defesa já anunciou que vai recorrer, porquanto as acusações que foram formuladas não foram provadas. E a sentença, na óptica da defesa, é profundamente injusta e desprovida de fundamento legal minimamente válido. Para além disso, julgo que tem de prosseguir a acção diplomática, quer da União Europeia, quer dos governos de Portugal e da Bélgica, porque nós estamos perante uma situação que atenta contra os direitos humanos. Falar de trabalhos forçados é algo de absolutamente inconcebível no contexto epocal em que nos encontramos. Portanto, eu julgo que, para além da questão do ponto de vista estritamente judicial, em que o advogado de defesa já manifestou a intenção de imediatamente recorrer desta decisão, que é profundamente, na óptica dele e na minha óptica, que acompanhei o processo profundamente injusta. Para além disso, deve haver uma ação diplomática, tendo em vista até encontrar também uma solução nesse plano. Parece me fundamental que o Joseph Figueira possa sair o mais rapidamente possível da República Centro-Africana e possa vir para um país europeu. Tem algum contacto com a ONG norte americana para a qual ele trabalhava para poder apurar também algo do que lhe foi acontecendo: ele ter sido sequestrado no leste da RCA pelas Wagner, depois ser entregue às autoridades da RCA? E os contactos que tem mantido tem sido com a família. É através da família têm sido prestadas todas as informações sobre a actividade que ele desenvolvia sobre a ONG a que ele estava associado. Tudo o que foi o seu percurso de vida. Estamos a falar de um antropólogo que se dedica fundamentalmente ao estudo do fenómeno da transumância, que fez vários estudos neste domínio e que naquele momento estava até a desenvolver um trabalho de natureza humanitária naquela região e que foi apanhado no meio de um conflito gravíssimo entre as forças rebeldes o Estado da República Centro-Africana e o Grupo Wagner. Como sabemos, é um grupo russo, de mercenários russos que tem operado agora com outra designação. Tem operado, opera já há uns anos naquela região de África. Ele é vítima de tudo isto. É uma vítima de um processo bastante político, bastante complexo. E é como vítima que tem que ser visto. E nós temos, creio eu, nós quer a nível da União Europeia, quer a nível de Portugal e da Bélgica... temos absoluta obrigação de fazer tudo quanto estiver ao nosso alcance para o retirar o mais depressa possível das prisões da República Centro-Africana. E, portanto, naquela área onde ele se encontrava quando ele acabou por ser sequestrado, poderia haver conflitos étnicos entre comunidades locais, é isso que se presume ? É uma zona de conflito. Nós estamos a falar de uma zona de grandes conflitos e conflitos complicados, porque são conflitos entre movimentos jihadistas, o Estado, o grupo Wagner. Agora com outra designação também envolvido. Portanto, eu tenho consciência que o problema é complexo e que ele foi... E ele, que estava a desenvolver um trabalho humanitário, foi apanhado no meio daqueles conflitos. Agora, o que eu não tenho dúvidas nenhumas é que as acusações que impendem sobre ele são destituídas de fundamento. Porque acompanhei o caso, falei com as pessoas, sei qual é o trabalho que ele desenvolveu, percebi qual é a natureza da sua personalidade. É alguém que estava estritamente a desenvolver um trabalho humanitário. Eu julgo que no final deste processo, o que tem que prevalecer é a preocupação dos Estados de Portugal e da Bélgica, porque tem a dupla nacionalidade. E da União Europeia, porque ele é um europeu. Temos que fazer tudo, tudo o que estiver ao nosso alcance para que ele possa sair da República Centro-Africana o mais depressa possível. Eu acredito que isso possa vir a suceder. O advogado de defesa Nicolas Tiangaye contestava a validade das provas que foram apresentadas para justificar a acusação. Falava-se, por exemplo, de um par de óculos que era suposto serem de José Figueira e que ele nem sequer reconhece. Portanto, elementos de provas que a defesa diz terem sido orquestrados, por exemplo, blocos de notas, dois telemóveis com imagens tidas como sensíveis, Uma "maquinação" diz a defesa, não é ? Sim. E eu estou absolutamente certo que assim foi. Isto tudo num contexto de uma guerra que está a ser travada naquela zona, de um confronto que é um confronto muito complexo e que evidentemente gera situações desta natureza. Lamentavelmente, agora aqui a questão fundamental para mim: esta não tenho dúvidas nenhumas que o Joseph Figueira é vítima no meio deste processo todo. foi injustamente condenado. Está há muito tempo já preso em condições indignas de uma prisão na República Centro-Africana. E nós temos obrigação absoluta de desenvolver, sobretudo a partir de agora, todo um trabalho diplomático, tendo em vista permitir a sua saída da República Centro-Africana. E estou convencido que isso é possível. O senhor eurodeputado Francisco Assis foi autor da resolução do Parlamento Europeu que condenou a RCA por violação dos direitos humanos em relação a Joseph Figueira Martin. Porquê esta iniciativa? Precisamente porque tinha consciência do que se estava a passar. Tinha sido alertado para esta situação. Estudei-a e falei com várias pessoas. Apercebi-me da natureza do problema. Entendi que estávamos perante um atropelo claro aos direitos humanos de uma pessoa em concreto. Tê-lo-ia feito se fosse de outro país. Tenho feito, aliás, imensas propostas em relação a cidadãos dos mais diversos pontos do mundo. Mas tinha uma responsabilidade, neste caso, acrescida pela circunstância de estarmos a falar de um cidadão português e portanto, acho até estranho, muito estranho, que em Portugal ninguém se mobilize. As pessoas estão sempre disponíveis para se mobilizarem para determinadas causas, e bem. Mas depois, neste caso concreto, por razões que eu não descortino, praticamente ninguém fala no assunto. O que eu acho absolutamente lamentável. E espero que a partir de agora se inicie uma campanha para que ele rapidamente saia da República Centro-Africana. Que leitura é que se pode fazer do facto de que o embaixador belga é o representante da União Europeia estiveram presentes durante o julgamento. O embaixador português na RDC não esteve apenas. O cônsul de Portugal em Kinshasa se deslocou no início da audiência. Que olhar é que tem sobre efectivamente o acompanhamento que a diplomacia portuguesa está a dar a este caso ? Ainda não compreendi a razão de ser da falta de acompanhamento por parte da diplomacia portuguesa. Tenho constatado isso. É um facto objectivo e o apoio da diplomacia belga tem sido bastante maior do que da parte da diplomacia portuguesa. Mas é um assunto que ainda procurei esclarecer. Acha que neste momento, de facto, a República Centro-Africana é uma área para se desaconselhar a qualquer cidadão europeu? À luz do que está a acontecer e nomeadamente também em relação ao caso do sequestro e do encarceramento do Joseph Figueira Martin ? Todas as zonas de conflito... e há uma parte da República Centro Africana que está a ser... E não estou com isto, a atacar as autoridades da República Centro-Africana porque também estão a confrontados com um conflito grave. A verdade é que todas as zonas de conflito são zonas desaconselháveis. É, aliás, uma zona toda de África que é hoje dominada por conflitos graves. E, portanto, o risco de ocorrer a qualquer pessoa algo de idêntico ao que ocorreu ao Joseph Figueira é real. E nessa perspectiva, evidentemente teremos. As pessoas devem ponderar seriamente para onde se deslocam.
Começamos o nosso programa na região histórica de Bucelas, berço da magnífica casta Arinto, onde visitamos as Caves Velhas. De Lisboa vamos para norte, e paramos no Mário Luso, o restaurante dos Carvalhos, Vila Nova de Gaia, que tem uma invejável história de 83 anos.
Lurdes da Silva é vice-presidente do município de Montfermeil e volta a candidatar-se nas próximas eleições. Conhecemos em Paris o Portugal Comedy Club. Edição Isabel Gaspar Dias
Anunciou o afastamento dos palcos em 2020, mas regressa agora, pela porta grande, ao Coliseu de Lisboa. Raquel Tavares estreia-se no Posto Emissor para anunciar um novo álbum, mas também para falar sobre aquilo que a levou a afastar-se, das experiências na televisão e da forma como a sua Alfama se transformou com o turismo. No 254º episódio do podcast da BLITZ, despedimo-nos de D’Angelo, falamos do regresso dos Cure a Portugal e do novo álbum de CarminhoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Avança o Centro de Dia/Residência da Sociedade Luso-canadiana de Caridade, obra há muito esperada, para acolher pessoas com deficiência. Sai mais uma Colectânea de Poesia Lusófona. Edição Isabel Gaspar Dias
Hermano Sanches Ruivo foi condenado, com pena suspensa, por conflito de interesses e abuso de confiança. Associações portuguesas de Manitoba participam no festival Floklorama, Canadá. Edição Isabel Gaspar Dias
No episódio de hoje, Isabela Lapa fala sobre o novo cardápio do restaurante Macaréu, do renomado chef, Leo Paixão. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luso-brasileiro assume cargo no Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais e prepara parcerias com Portugal. Tuna portuguesa alojada na «Cabana do Compadre Toni», Alemanha. Edição Isabel Gaspar Dias
A criação de uma Associação das Comunidades Luso-Asiáticas foi a principal decisão saída da 4ª Conferência dessas comunidades que decorreu em Dili e reuniu representantes de oito países. Edição Paula Machado.
Nascido em Portugal, João Martins Pereira vai ser eleito sábado, em França, presidente dos Jovens Socialistas Europeus. Espreitamos livro "Portugueses na Austrália - Cidadãos do Mundo". Edição Susana Barros
Marília dos Santos recebeu prémio em Toronto por trabalho com vítimas de violência doméstica. Novo protocolo prevê promoção das termas de Portugal junto das comunidades. Edição Susana Barros
Edição de 07 de Junho 2025
En 2012, l'angolais Mob Dedaldino et les portugais Igor Domingues et Marco Castro ont inventé un son : le « rockuduro » ou le mariage du rock et du kuduro, une niche électronique née dans les années 90, en Angola. Treize ans et six albums plus tard, leur énergie est toujours aussi libératrice et percutante. Rencontre. En 2012, au Portugal, ils ont inventé un son : le « rockuduro » ou le mariage du rock et du kuduro, une niche électronique née dans les 90, en Angola, au sud-ouest de l'Afrique, et qui s'est vite propagée dans les autres pays lusophones et au-delà.Treize ans plus tard, les prestations scéniques de Throes ans the Shine sont toujours aussi débridées, mais leur musique a évolué : la production électronique est devenue plus marquée, leur univers parfois plus contemplatif et plus pop.Pour comprendre l'évolution de leur vision musicale, j'ai proposé aux membres de Throes + The Shine de remonter le fil de leur discographie, riche de six albums.Le dernier a pour titre Kalunga. En kimbundu, une langue d'Angola, ce mot possède plusieurs significations : il peut être utilisé pour souhaiter du bien à quelqu'un mais aussi pour désigner la mer.C'est précisément au bord de l'océan que nous nous retrouvons, au large de la côte nord-ouest de l'Afrique.À Praia, la capitale de l'archipel du Cap vert, le trio s'apprête à faire le show à la 11ᵉ édition l'Atlantic Music Expo : un évènement qui, pendant trois jours et trois nuits, fait chavirer la capitale à coup de rencontres entre professionnels du monde entier, showcases et soirées de concerts gratuits et en plein air…Pour suivre Throes + ShineYouTube / Instagram/ FacebookTitres diffusésExtraits de l'EP Na Via (Throes + Shine & Ao Sul di Mundo – 2025) : "Sal" feat. Cachupa Psicadelica ; "Chapa" ; "Baza La" ; "Kikongo"Extraits de l'album Kalunga (Throes + Shine – 2024) : "Drena", "Tá Queimar"Extraits de l'album Aqui (Throes + Shine – 2022) : "Banzelo" ; "Aqui" ; "Chibatada" feat ChullageExtraits de l'album Enza (Throes + Shine – 2019) : "Balança" ; "Dikolombolo"Extraits de l'album Wanga (Throes + Shine – 2016) : "Guerreros" feat Los Yegros ; "Skake The Floor"Extraits de l'album Mambos De outros Tipos (Throes + Shine – 2014) : "Dombolo"Extraits de l'album Rockuduro (Throes + Shine – 2012) : "Adrenalina" ; "Batida"Journaliste : Hortense VolleRéalisation : Benjamin SarraliéMixage 3D en Dolby ATMOS pour une écoute immersive au casque : Jérémie BessetResponsable d'unité de production FMM – RFI Labo : Xavier Gibert
Oggi, 26 maggio 2025, è l'ultimo giorno per impedire a Meta (Facebook e Instagram) di utilizzare i vostri dati pubblici per allenare la propria intelligenza artificiale. Davvero, stavolta non è una bufala.Meta utilizzerà i contenuti pubblici degli utenti Facebook e Instagram per addestrare i suoi modelli AI a partire dal 27 maggio, quindi se desiderate evitare che i vostri contenuti pubblici diventino materiale di training per l'AI di Meta, dovete compilare appositi form OGGI. E poi? E poi è tutto più complesso...Già, perché una volta utilizzati i dati per addestrare un'intelligenza artificiale, la possibilità tecnica e pratica di rimuovere successivamente il proprio materiale dall'addestramento è molto limitata, se non impossibile.Questa iniziativa di Meta ha sollevato critiche relative alla privacy e al rispetto del GDPR europeo: l'attivista Maximilian Schrems e la sua associazione (NOYB) hanno sottolineato alcuni punti controversi, come il fatto che gli utenti debbano opporsi esplicitamente anziché dare un consenso preventivo, e che il diniego dato in passato non sia valido nel presente caso.Considerate giusto dover esplicitamente negare l'uso dei vostri dati, oppure ritenete che sarebbe più corretto un consenso preventivo? Ditemi cosa ne pensate nei commenti e non dimenticate di condividere questo video con chi OGGI ha la sua ultima possibilità...Link per Facebook: https://www.facebook.com/help/contact/6359191084165019Link per Instagram: https://help.instagram.com/contact/233964459562201~~~~~ INGAGGI E SPONSORSHIP ~~~~~ Per contatti commerciali: sales@matteoflora.comPer consulenze legali: info@42LawFirm.it~~~~~ SOSTIENI IL CANALE! ~~~~~Con la Membership PRO puoi supportare il Canale » https://link.mgpf.it/proSe vuoi qui la mia attrezzatura » https://mgpf.it/attrezzatura~~~~~ SEGUIMI ANCHE ONLINE CON LE NOTIFICHE! ~~~~~» CANALE WHATSAPP » https://link.mgpf.it/wa» CANALE TELEGRAM » https://mgpf.it/tg» CORSO (Gratis) IN FUTURO » https://mgpf.it/nl» NEWSLETTER » https://mgpf.it/nl~~~~~ CIAO INTERNET E MATTEO FLORA ~~~~~ Questo è “Ciao Internet!” la prima e più seguita trasmissione di TECH POLICY in lingua italiana, online su YouTube e in Podcast.Io sono MATTEO FLORA e sono:» Professore in Fondamenti di Sicurezza delle AI e delle SuperIntelligenze (ESE)» Professore ac in Corporate Reputation e Crisis Management (Pavia).Sono un Imprenditore Seriale del digitale e ho fondato:» The Fool » https://thefool.it - La società italiana leader di Customer Insight» The Magician » https://themagician.agency - Atelier di Advocacy e Gestione della Crisi» 42 Law Firm » https://42lf.it - Lo Studio Legale per la Trasformazione Digitale » ...e tante altre qui: https://matteoflora.com/#aziendeSono Future Leader (IVLP) del Dipartimento di Stato USA sotto Amministrazione Obama nel programma “Combating Cybercrime (2012)”.Sono Presidente di PermessoNegato, l'associazione italiana che si occupa di Pornografia Non- Consensuale e Revenge Porn.Conduco in TV “Intelligenze Artificiali” su Mediaset/TgCom.
Alexandra Mendes, deputada federal luso-canadiana diz que o Canadá precisa dos imigrantes. Sindicalistas Hernâni Gomes, no Luxemburgo e Angela Tavares, na Suiça falam dos trabalhadores portugueses. Edição Paula Machado.
Alexandra Mendes, natural de Lisboa, foi reeleita deputada federal nas legislativas canadianas. Nos EUA, o Grémio Lusitano festeja 25 de Abril, no Luxemburgo sindicalistas preparam 1º de maio. Edição Paula Machado.
Travis Bowman is a seventh-generation descendant of one of America's most remarkable yet overlooked Revolutionary War heroes: Peter Francisco, known as "The Virginia Giant." Recalling stories of his famous ancestor, Bowman shares the incredible tale of Francisco's life: from his mysterious beginnings in the Azores Islands, to his kidnapping by pirates and arrival on Virginia's shores, to becoming a 6'6" towering figure in America's fight for independence. Learn how Francisco, taken in by Patrick Henry's uncle, grew to become such a formidable warrior that George Washington himself had a special six-foot broadsword forged for him. Bowman, author of the historical novel "LUSO," discusses Francisco's legendary feats, including the famous Battle of Guilford Courthouse, where his prowess in combat is commemorated by a monument to this day. Discover how Francisco's legacy lives on through seven monuments, state holidays, and even a 1976 bicentennial stamp. With America's 250th anniversary on the horizon in 2026, Bowman shares plans for a nine-episode miniseries based on his novel that aims to bring this Revolutionary War story to the screen. Keep Up With The Daily Signal Sign up for our email newsletters: https://www.dailysignal.com/email Subscribe to our other shows: The Tony Kinnett Cast: https://www.dailysignal.com/the-tony-kinnett-cast Problematic Women: https://www.dailysignal.com/problematic-women The Signal Sitdown: https://www.dailysignal.com/the-signal-sitdown Follow The Daily Signal: X: https://x.com/DailySignal Instagram: https://www.instagram.com/thedailysignal/ Facebook: https://www.facebook.com/TheDailySignalNews/ Truth Social: https://truthsocial.com/@DailySignal YouTube: https://www.youtube.com/user/DailySignal Rumble: https://rumble.com/c/TheDailySignal Thanks for making The Daily Signal Podcast your trusted source for the day's top news. Subscribe on your favorite podcast platform and never miss an episode. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tigran Hamasyan is considered one of the most remarkable and distinctive jazz-meets-rock pianists/composers of his generation. A piano virtuoso with groove power, Hamasyan seamlessly fuses potent jazz improvisation and progressive rock with the rich folkloric music of his native Armenia. Born in Gyumri, Armenia, in 1987, his musical journey began in his childhood home, where he was exposed to a diverse array of musical influences leading to him playing piano at the age of three, performing in festivals and competitions by the time he was eleven, and winning the Montreux Jazz Festival's piano competition in 2003. He released his debut album, World Passion, in 2004 at the age of seventeen. The following year, he won the prestigious Thelonious Monk International Jazz Piano Competition. Additional albums include New Era; Red Hail; A Fable, for which he was awarded a Victoires de la Musique (the equivalent of a Grammy Award in France); Shadow Theater; and Luys i Luso which featured the Yerevan State Chamber Choir focusing on Armenian sacred music stretching stylistically from the 5th century to the 20th century. His Nonesuch debut, Mockroot (2015), won the Echo Jazz Award for International Piano Instrumentalist of the Year; subsequent records for the label include An Ancient Observer (2017) the companion EP, For Gymuri (2018), Revisiting the Film (2021) and most recently StandArt (2022). Hamasyan was awarded the Deutscher Jazzpreis international category in Piano/Keyboards in 2021. Hamasyan has released records on France's Plus Loins, Universal France, Nonesuch and ECM. Hamasyan's new conceptual album “The Bird of a Thousand Voices” was released in August 2024 on Naïve/Believe – his debut with the label. Tigran composed, scored, and arranged the much-anticipated project blending its traditional folk footprints with rock influences. The first single from the album “The Kingdom” can also be experienced as an interactive game at www.bird1000.com. The recently released double album is inspired by an ancient Armenian tale in which a hero travels into unseen realms to find and bring back a mythical bird – whose thousand different songs will awaken people again and bring harmony to the world. The transmedia music theater piece ‘The Bird of a Thousand Voices', an intriguing immersive light installation with shadow play, digitally programmed voices, live music, and an Armenian-English libretto, premiered at the Holland Festival in June 2024. In addition to awards and critical acclaim, Hamasyan has built a dedicated following worldwide, as well as praise from Herbie Hancock, Brad Mehldau and the late Chick Corea. “With startling combinations of jazz, minimalist, electronic, folk and songwriterly elements…Hamasyan and his collaborators travel musical expanses marked with heavy grooves, ethereal voices, pristine piano playing and ancient melodies. You'll hear nothing else like this” (NPR)
06 04-07-24 LHDW Euro 2024: Portugal con tres jugadores menos ¿alguna opción contra Francia? Críticas al entrenador luso.
A juíza de instrução considerou que Marcelo Rebelo de Sousa não teve um comportamento “neutro” no caso das gémeas luso-brasileiras e, por isso, defendeu que o Presidente da República deveria ter sido investigado. A mãe das gémeas tratadas com o medicamento Zolgensma é ouvida hoje na comissão parlamentar de inquérito. Neste episódio, conversamos com os jornalistas Rui Gustavo e Hugo Franco.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Inspecção-Geral da Saúde deu a conhecer o relatório onde é admitido que o Governo, o Hospital de Santa Maria e o Infarmed agiram de forma irregular e beneficiaram as gémeas luso-brasileiras no acesso à terapêutica com o medicamento Zolgensma, com custo por doente na ordem dos dois milhões de euros. No mesmo relatório é dito que o Palácio de Belém procurou condicionar a investigação. O Chega anunciou que vai pedir a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Neste episódio, conversamos com Rita Ferreira, editora de Sociedade do jornal Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
tratativas da Agergs com a Aneel para renovação do convênio
Presidente Da Agergs, Luciana Luso De Carvalho - 22/01/2024 by Rádio Gaúcha
Presidente da Agergs, Luciana Luso de Carvalho - 05/01/2024 by Rádio Gaúcha
Today we are joined by Joann Malta-Weingard and Gary Resendes from the Luso-American Education Foundation (LAEF) Cultural Youth Summer Camp. The first Youth Cultural Summer Camp was held in 1998 at UC Santa Cruz. Since that time, summer camps have been held at 13 different University of California colleges, California State colleges and private colleges and universities. Hundreds of students, ages 12 to 17, have attended summer camp since 1998. Students learn about academic offerings, course selections, student housing, residential life, financial aid, scholarships, college applications and enrollment procedures. They also learn about Portugal, Portuguese language, culture, literature, arts, history, music, dance, and Portuguese food. All while living in a college dorm on campus. For more information visit https://luso-american.org/education/ or contact education@luso-american.org
Revisão tarifária da Agergs
We discuss parts of the culture that we'd love to embrace (e.g., minimalism) as well as parts that we'd like to kick to the curb (e.g., the fear of impending doom that lives rent-free in our heads). And we have some hard-hitting revelations about guilt and judgment in our It's Called Mental Health segment. We are joined by guest Devin Meireles, Luso-descendant from Toronto, Canada and author of The Portuguese Immigrant: Atlantic Heritage Story. Follow Devin: Instagram: @lusoloonie Follow us: Instagram: @_itscalledculture Twitter: @folkandfad TikTok: @melanncoley and @itscalledculture --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app --- Send in a voice message: https://anchor.fm/folkandfad/message Support this podcast: https://anchor.fm/folkandfad/support