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Articulações para o Senado ganham força após posicionamento de liderança governista; casal morre em acidente de moto na BR-222, em Caucaia; homem é preso por embriaguez ao volante em Crateús.
Vai passar a ser necessário, a quem queira fazer humor, ter licença de porte de piada. Emitida por Donald Trump, naturalmente. O presidente norte-americano não a concede ao humorista Jimmy Kimmel. Talvez tenha sido, uma piada, aliás, suspeitam Trump e a porta-voz da Casa Branca, a desencadear o desvario do homicida incompetente que viajou da Califórnia a Washington com a intenção, falhada, de matar gente da administração americana num jantar de gala. Enquanto isso, a guerra continua em modo de pausa. Mas com o estreito de Ormuz duplamente bloqueado não há paz para o preço dos combustíveis. À escala doméstica, o deputado socialista que virou as costas ao presidente da Assembleia da República conseguiu pôr na ordem do dia, apesar da atitude controversa, o tema da transparência na actividade política. E o coro da casa de pessoal do conselho de ministros, a cantar o hino nacional, deu solenidade ao anúncio de uma chuva de milhões, onde há de tudo menos calendário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Precisamos descobrir o Brasil! Escondido atrás das florestas, com a água dos rios no meio, o Brasil está dormindo, coitado. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Milton Teixeira fala sobre a história do Hino Nacional do Brasil, desde a primeira composição até chegar à forma atual.
Vários elementos importantes do regime iraniano foram mortos nos ataques dos EUA e Israel. Entretanto, o Estreito de Ormuz continua bloqueado pelo Irão e garantir o controlo total desta rota estratégica de petróleo vai permitir atenuar o aumento do preço dos combustíveis em todo o mundo. Trump já pediu ajuda aos aliados ocidentais, mas a Europa parece fazer-lhe frente pela primeira vez. No Jogos de Poder em podcast, Nuno Rogeiro analisa o agravamento das tensões no Médio Oriente, com a nova fase da operação militar de Israel e EUA contra o Irão, emitido na SIC a 17 de março.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Milton Teixeira fala sobre a criação do hino Nacional
Por Dilean Melo. | Salmo 34 | https://bbcst.net/G9430
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Joana Marques foi absolvida no processo que os Anjos levaram a tribunal no valor de mais de 1 milhão de euros. Em causa estava um vídeo publicado pela humorista nas redes sociais, que satirizava a interpretação do hino nacional por parte de Nelson e Sérgio Rosado. Na sentença, a juíza Francisca Preto afirma que “não há na publicação da Ré qualquer incentivo ao apedrejamento verbal” e adjetiva a crítica implícita ao post como “moderada”. Confirmou-se portanto que “não ficou provado que foi a publicação da Ré que deu origem à polémica que afetou a vida e o negócio” dos queixosos. Apesar da decisão a favor da liberdade de expressão, levantam-se algumas questões: Fez sentido sequer este caso chegar a tribunal? A sentença é esclarecedora para dissuadir futuras queixas semelhantes? Como alguns afirmam, esta decisão dá aos humoristas mais liberdade de expressão do que ao cidadão comum? No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho conversa com a advogada Leonor Caldeira, que tem trabalhado em vários processos relacionados com liberdade de expressão. A advogada considera que o processo “foi uma perda de tempo” e questiona, tendo em conta que o aconselhamento jurídico deve ter alertado os Anjos para a pouca probabilidade de sucesso, se o que os moveu foi a “vontade de intimidar a Joana Marques.” Explica ainda que mecanismos têm os tribunais para “cortar pela raíz processos que não têm pés nem cabeça” e sublinha que o discurso humorístico “tem mais amplitude para chegar a lugares de maior provocação, sátira e ironia.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Brasil foi o grande homenageado da tradicional queima de fogos da Torre Eiffel, espetáculo que marca o encerramento das comemorações do 14 de Julho, a festa nacional francesa. O verde e o azul tomaram conta dos céus de Paris e drones reproduziram imagens representando o samba e a Amazônia. Como acontece todos os anos, o encerramento da festa nacional aconteceu na Torre Eiffel. Diversos artistas se apresentaram em um concerto gratuito, em um palco montado no Campo de Marte. No programa, música clássica, ópera e samba. A música “Saudade fez um samba”, de João Gilberto, foi apresentada pela violoncelista brasileira Dom La Nena, junto à Orquestra Nacional da França. Já o sopranista Bruno de Sá interpretou a obra Bachianas Brasileiras nº 5, de Heitor Villa-Lobos. As referências ao Brasil continuaram ao longo de todo o show e no fim os artistas brasileiros se juntaram aos demais para cantar o Hino Nacional francês, a Marselhesa. Leia tambémSopranista brasileiro vai cantar em concerto do 14 de julho, um dos mais importantes da França Animais e sambistas Mas o ponto alto da noite foi, sem dúvida, a queima de fogos de artifício. Celebrando a amizade entre França e Brasil, o espetáculo, que durou 25 minutos, começou com a torre iluminada de verde e azul. Mais de mil drones foram responsáveis por formar frases e imagens, como figuras dançando samba, animais, corações e símbolos da França, incluindo a frase Liberté, Égalité, Fraternité (Liberdade, Igualdade e Fraternidade), além de uma homenagem aos dez anos da assinatura do Acordo de Paris, sempre acompanhados por música. Drones impactam o público O público compareceu em peso para prestigiar o espetáculo. Com algumas estações de metrô fechadas por questões de segurança nas imediações do Campo de Marte e do Trocadéro, uma multidão se aglomerou nos acessos mais próximos. Acompanhado da namorada, o francês Justin elogiou: “A encenação com os drones foi muito legal, com muita originalidade. E os fogos estavam lindos.” Já Solène, que é da Bretanha, falou sobre o encanto de ver o show de fogos ao vivo. “Foi a primeira vez que vi o espetáculo aqui em Paris e eu gostei muito! Já tinha visto pela TV, mas é verdade que, pessoalmente, é muito melhor.” Essa também foi a primeira vez que o francês Paul assistiu aos fogos ao vivo. “Foi excepcional! Acredito que seja o primeiro ano com os drones, e o espetáculo foi realmente fantástico”, disse. Festa nacional Mais cedo, também como parte da programação do 14 de Julho, foi realizado um desfile militar na Avenida Champs-Élysées, com a presença do presidente Emmanuel Macron.
Na quarta sessão da audiência do julgamento Anjos vs. Joana Marques, Tatanka testemunhou e Joana Marques prestou declarações. O dia terminou com as alegações finais e é expectável que a sentença seja anunciada após o regresso das férias judiciais, em setembro. No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho revela o que aconteceu dentro da sala de audiência, no Palácio da Justiça, recorda um processo relativo ao programa “Altos e Baixos”, de Joana Marques e Daniel Leitão e defende que é “irresponsável” a ré não aproveitar o material humorístico do julgamento. O advogado Afonso Pimenta, que tem assistido às sessões, junta-se à conversa para ajudar a explicar o que esteve em causa e quais podem ser os próximos passos após uma sentença.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ainda não há decisão no apelidado julgamento do ano. Os Anjos acusam a humorista Joana Marques de “adulterar, truncar e manipular” um vídeo, publicado no Instagram em 2022, em que interpretam o hino nacional numa versão pop. Em tribunal, os cantores exigem uma indemnização de 1 milhão e 118 mil euros. O vídeo em causa cola parte da atuação dos Anjos a excertos do programa Ídolos, onde Joana Marques era jurada. No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho relata a experiência de assistir ao vivo ao terceiro dia do julgamento, com depoimentos de Ricardo Araújo Pereira e Fernando Alvim. A quarta sessão da audiência de julgamento está marcada para dia 11 de julho, com o depoimento previsto do cantor Tatanka e de Joana Marques. O jornalista da SIC Pedro Rebelo Pereira tem escrito para o Expresso sobre o tema e junta-se à conversa para entendermos o impacto mediático do julgamento e o que tem acontecido em Portugal nos casos em que o humor vai a tribunal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na coluna desta sexta-feira (4), o professor Milton Teixeira fala sobre a origem do Hino Nacional.
Analisar o hino é pensar como nossa história é profundamente monarquista e europeia. Apresentação: Lilia Schwarcz Direção: Newman Costa Edição: Amanha Hatzyrah Roteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia Schwarcz Redes: Tainah Medeiros Realização: Baioque Conteúdo
Milton Teixeira fala sobre a origem do Hino Nacional composto em 1831 por Francisco Manuel da Silva, após a abdicação de Dom Pedro I. A melodia surgiu em meio à crise do Império e só se firmou como símbolo oficial no final do século XIX.
De quando em quando estamos revisitando alguns episódios marcantes do Café Com Leite, e desta vez é um dos nossos preferidos: Bárbara e Babica explicam o Hino Nacional Brasileiro, verso por verso, mostrando toda a beleza de uma canção que a todos emociona. Aqui não foi diferente. Uma homenagem ao Brasil Nação, que é formado por todos nós. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Patriotismo é importante, mas sem patriotada. Apresentação: Lilia Schwarcz Direção: Newman Costa Edição: Amanha Hatzyrah Roteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia Schwarcz Redes: Tainah Medeiros Realização: Baioque Conteúdo
Neste episódio falamos sobre a suspensão do Twitter no Brasil e a disputa entre Xandão e Kiko do Foguete, a polêmica da linguagem neutra no hino nacional durante evento do Boulos, o novo avanço dos ataques do Congresso ao STF, as novas do Lamaçal e os vídeos da Tabata Amaral, a indicação de Lula para o Banco Central, o resultado das queimadas em SP e muito mais. # APOIE o nosso trabalho através do APOIA.SE ou Chave PIX (podcastmid@gmail.com)# COMPRE a estampa "Tem que Dilapidar as Fortunas": bit.ly/estampamidcast# CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap# GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo PARTICIPANTES:------------------Anna Raissa - https://twitter.com/annarraissaRodrigo Hipólito - https://twitter.com/lhamanalamaThais Kisuki - https://twitter.com/thaiskisukiVictor Sousa - https://twitter.com/erro500 COMENTADO NO EPISÓDIO------------------BLOCO 1:Atualização de notícias passadasO avanço do ataque do Congresso ao STF | [2]Novo indicado para o Banco CentralNinguém segura a mão do BrazãoAs novas da Eleição em SPHino nacional com linguagem neutra em evento do BoulosBoulos apaga vídeo26/08: O NOVO VÍDEO DA SANDY AMARALNova pesquisa QuaestO absurdo criminoso do Marçal contra o BoulosAdendo: Juiz negou pedido de suspensão de MarçalAdendo: Ninguém quer a JoiceIndicação: texto do Celso Rocha de BarrosBLOCO 2:Atualização de notícias passadasA origem das queimadas em SPTarcísio descarta ação articuladaUm novo Dia do Fogo?Quatro suspeitos presosDino manda governo ampliar combate ao fogo na AmazôniaLula e Petro voltam a cobrar as atasA Novela da Reforma TributáriaSTF intima Kiko do Foguete pelo Twitter… advogada já tinha sido em 18/8STF bloqueia contas da StarlinkTWITTER SUSPENSO NO BRASILRecordar: Na Índia, Musk cumpriu centenas de ordensAdendo: A entrevista censurada pelo XandãoPot-Pourri Rápido de NotíciasMinistério aprova R$ 800 milhões para o setor audiovisualAs novas regras para o alistamento militar feminino
Integrantes da oposição protocolaram nesta terça-feira, 27, moções de repúdio ao presidente Lula (PT) após ele participar de um comício no qual o hino nacional foi entoado em “linguagem neutra”. Durante comício no final de semana do candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL), a cantora Yurungai – que se classifica como uma intérprete da música popular brasileira a partir de influências africanas – resolveu declamar “des filhes” no verso “dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada, Brasil”.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília. https://bit.ly/meiodiaoa Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O candidato do PSOL à prefeitura do São Paulo, Guilherme Boulos, tentou minimizar na quarta-feira, 28, o episódio do Hino Nacional cantado em linguagem neutra durante um comício dele, com a presença de Lula. Em sabatina na GloboNews, Boulos responsabilizou a produtora contratada por sua campanha pelo ocorrido, o qual classificou como "factoide" criado pela "extrema-direita".Felipe Moura Brasil e Carlos Graieb comentam:Você também pode assistir ao Papo Antagonista na BM&C, nos canais de TV 579 da Vivo, ou 563 da Claro, além do SKY+. Que tal presentear seu pai com a assinatura de O Antagonista+Crusoé? 10% desc. no combo anual. https://bit.ly/papoantagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Os destaques dessa quinta-feira (29) no Morning Show: Ousadia dos detentos em Contagem, Minas Gerais: presos fogem de viatura em rodovia. Acusação de Marçal contra Boulos sobre uso de drogas seria baseada em homônimo. Polêmica sobre ‘filhes' em Hino Nacional. Guilherme Boulos dispensa produtora após linguagem neutra. Jovem é salvo por irmã durante incêndio. A criadora de conteúdo Norraina Dourado, de 26 anos, concedeu entrevista ao Morning Show e relatou os momentos de pânico para salvar o irmão no meio de incêndio em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Idoso é encontrado morto em geladeira. Suspeitos pesquisaram sobre vítima na internet antes do crime. Corrida à prefeitura de São Paulo: Nunes diz ter se dedicado em finanças públicas. Google e X recorrem sobre suspensão de contas de Pablo Marçal. Tabata e Datena se reaproximam contra Marçal. Sem citar nomes, Venezuela manda ‘indireta'. Maduro diz que não ‘se meteu' em eleição do Brasil. Jogos Paralímpicos Paris-2024: Brasil vence no vôlei sentado e empata no golbol. PF prende 14 pessoas em operação contra Fintechs. Quadrilha movimentou R$ 7,5 milhões em Campinas. Mulher que fez sexo com 300 pessoas em um ano reclama de imposto sobre conteúdo adulto. Henri Castelli é barrado em restaurante na Bahia por usar regata. Procedimentos estéticos deixam famosas parecidas e redes sociais ajudam na singularidade. Ex-BBB Juliette diz que todo mundo parece primo de tantos procedimentos; Guilherme Batilani explica. Morning teve acesso a uma entrevista exclusiva com elenco da 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis'. Você sabe o que significa ‘Mentecapto'? Essas e outras notícias você confere nessa edição do Morning Show, a revista radiofônica da Jovem Pan.
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O programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de proibir que Filipe Martins, ex-assessor especial de Jair Bolsonaro, conceda entrevista à Folha de S. Paulo. A informação foi divulgada pelo jornal na noite desta terça-feira, 27.De acordo com o veículo, a entrevista violaria uma das medidas cautelares impostas por Moraes para a soltura de Martins no início do mês. Ele foi preso na operação Tempus Veritatis - investigação sobre suposta tentativa de golpe de Estado - e, ao ser solto, não poderia se comunicar com outros investigados pelo STF, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro.Martins, além de usar a tornozeleira eletrônica, está proibido de usar redes sociais sob pena de multa de R$ 20 mil por publicação. Moraes ainda cancelou o passaporte de Martins e determinou que ele se apresente semanalmente à Justiça.O colunista discute porque o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), candidato à Prefeitura de São Paulo, apagou o vídeo em que aparecia com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto o Hino Nacional era cantado em linguagem neutra. A gravação era de um comício do psolista no último sábado, 24, em que a intérprete cantou “verás que es filhes teus não fogem à luta”, em vez de “os filhos”, conforme a versão tradicional. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um comício de Guilherme Boulos com Lula teve um trecho do Hino Nacional cantado em linguagem neutra.Após críticas, a equipe do candidato do PSOL apagou o vídeo com esse trecho do evento, que ocorreu no último sábado, 24, no Campo Limpo, na Zona Sul da capital. Felipe Moura Brasil e Carlos Graieb comentam:Você também pode assistir ao Papo Antagonista na BM&C, nos canais de TV 579 da Vivo, ou 563 da Claro, além do SKY+. Que tal presentear seu pai com a assinatura de O Antagonista+Crusoé? 10% desc. no combo anual. https://bit.ly/papoantagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O deputado Paulo Bilynskyj denunciou Guilherme Boulos por usar linguagem neutra no Hino Nacional durante seu comício com Lula.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília. https://bit.ly/meiodiaoa Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Santos foi até Florianópolis e venceu o Avaí, na Ressacasa, por 2 a 0. O resultado mantém o Peixe com 100% de aproveitamento e entre os líderes da Série B do Campeonato Brasileiro. Neste episódio, Bruno Gutierrez, Isabel Nascimento e Yago Rudá analisam a partida e os principais destaques da equipe de Fábio Carille. Além disso, o podcast comenta a evolução do lateral-direito JP Chermont e os problemas que fizeram o Peixe entrar em campo durante a execução do Hino Nacional do Brasil. Dá o play!
“Os marinheiros cantaram o Hino Nacional, e a gente em posição de sentido, mesmo tendo sido destacados para reprimir aquela assembleia. Em determinado momento, eles começaram a fazer o chamamento para que nós aderíssemos ao movimento, que não fizéssemos qualquer tipo de agressão contra os marinheiros, porque estávamos todos nós no mesmo barco. Nós então começamos a pegar nossas metralhadoras, colocá-las no chão e pulamos o muro e passamos a apoiar a manifestação.” Assim Paulo Coutinho relata ao TUTAMÉIA o momento em que ele e outros fuzileiros navais, convocados para debelar a manifestação da Associação dos Marinheiros em 25 de março de 1964, decidiram enfrentar as ordens do comando da Marinha. “O pensamento meu é que, sendo camponês e tendo assistido, uma semana antes, no dia 13 de março, o comício das reformas na Central do Brasil, nós estávamos francamente apoiando o programa do presidente da República, que é o comandante supremo das Forças Armadas. E eu, como filho de camponês lá do Nordeste seco da Bahia, não podia deixar de estar firme e forte com o presidente da República.” Por causa daquela atitude, o então jovem de 18 anos foi preso depois do golpe e tratado com extrema violência pela Marinha, que chegou a jogar dezenas de prisioneiros no porão de um navio adernado. Solto demais de quase dez meses de cadeia, voltou ao estado natal e voltou a atuar no PC, lá dirigido por Carlos Marighella. Com ele, Coutinho mais tarde se integrou à ALN. Hoje, segue na luta pela democracia: “Não devemos economizar recursos e forças para continuar lutando pela soberania nacional e na afirmação do Brasil como um gigante que tem autonomia, apoiando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nessa postura de recuperar, resgatar a importância do Brasil, sem receio de que possamos ter retrocessos.” O depoimento integra uma série de entrevistas sobre o golpe militar de 1964, que está completando sessenta anos. Com o mote “O que eu vi no dia do golpe”, TUTAMÉIA publica neste mês de março mais de duas dezenas de vídeos com personagens que vivenciaram aquele momento, como Almino Affonso, João Vicente Goulart, Anita Prestes, Frei Betto, Roberto Requião, Djalma Bom, Luiz Felipe de Alencastro, Ladislau Dowbor, José Genoíno, Roberto Amaral, Guilherme Estrella, Sérgio Ferro e Rose Nogueira. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena. Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Na coluna Sem Papas na Língua desta quinta-feira (7), o professor Deonísio da Silva explica a as palavras que compõem as palavras do Hino Nacional Brasileiro.
Por Miqueas Liborio de Jesus Confesso que o tema “independência do Brasil” me causa certa inquietação, posto que toda revolução, especialmente aquela que resulta na emancipação de uma nação, representa movimento transformador que irradia sobre todas as pessoas e forja, no subconsciente social, o senso patriótico, que se transmite de geração a geração. O patriotismo conduz à unicidade de um povo. Exprime o sentimento de amor e devoção à Pátria e seus símbolos (como a Bandeira, o Hino Nacional, o Hino da Independência, etc.), os quais representam as lutas de outrora e ressaltam a superação de uma nação. Neles está encarnada a própria história, ao mesmo tempo que exaltam os sacrifícios dos antepassados, despertando nas futuras gerações o altruísmo, o desejo de defender os interesses comuns e, principalmente, a vontade de manter uma integração social. Sobre o tema, o advogado e cientista político Glauco Requião escreveu: O patriotismo, ao contrário, é uma virtude que vai muito além do simples respeito às tradições culturais do país ou de reações emotivas orgulhosas diante dos símbolos nacionais, trata-se de um sentimento que se encontra com inúmeras outras virtudes como a gratidão, a humildade e o altruísmo. No mesmo viés, o jurista arremata: A pátria assegura ao indivíduo as condições indispensáveis para seu desenvolvimento intelectual, moral, social e econômico, portanto, a pessoa necessita reconhecer o que sua pátria lhe deu e o que lhe dá, para, a seguir, atuar justamente com ela. Nos dias contemporâneos, os grandes vultos e fatos marcantes da história estão, na maioria das pessoas, adormecidos e não reproduzem ecos. Mesmo entre os maçons, infelizmente, o dia 07 de setembro não representa qualquer relevante simbolismo cívico/social. É dizer: não passa de um singelo feriado sem significado maior. É neste ponto que o título deste arrazoado vem à tona: independência do Brasil, maçonaria e patriotismo: onde está o problema? É quase impossível compreender plenamente o processo de Independência do Brasil sem estudar o papel da maçonaria em seu advento. Desta simbiose, depreende-se o entendimento de inúmeros fatos atuais e seus efeitos. É inconteste que a Ordem Maçônica muito contribuiu à emancipação político-social do Brasil. A influência decisiva da Maçonaria na Independência é um assunto pouco comentado fora dos círculos maçônicos, e, apesar do amplo acervo documental existente a respeito, é difícil deparar, dentre os leigos, com alguém que efetivamente conheça do assunto. Em todo o mundo, as sociedades maçônicas sempre se organizaram no escopo de lutar e combater a tirania. Laurentino Gomes, em sua obra “1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado”, afirma: Em 1717, ano oficial do nascimento da maçonaria, as quatro Lojas de Londres se unificaram numa única Grande Loja. […]. A esta altura, porém, os maçons não guardavam apenas segredos profissionais. Tinham uma agenda política. Empenhados em combater a tirania dos reis absolutos, lutavam contra a escravidão e por leis que assegurassem direito de defesa, liberdade de pensamento e de culto, participação no poder e ampliação das oportunidades para todos. Isso os colocava em confronto com a nobreza que até então comandavam os destinos do povo. A maçonaria estaria por trás de virtualmente todas as grandes transformações ocorridas nos dois séculos seguintes. A história exalta inúmeros eventos com evidente atuação maçônica. Dentre eles, se releva a Revolução Francesa, contexto no qual foi cunhado o lema “liberdade, igualdade e fraternidade”, presente na franco-maçonaria. Contudo, é a independência norte americana que mais evidencia a presença da ordem, posto que dos 56 homens que assinaram a declaração de independência, cinquenta eram obreiros. Ora, inclusive os símbolos maçônicos estão internalizados na arquitetura da capital americana, assim como na nota de dólar. Laurentino Gomes relata que, no começo do século XIX, “a maçonaria era uma organização altamente subversiva, comparável ao que seria a Internacional Comunista no século XX.” Observa, no mesmo escopo que: Nas suas reuniões, conspirava-se pela implantação das novas doutrinas políticas que estavam transformando o mundo. Cabia aos seus agentes propagar essas novidades nas ‘zonas quentes' do planeta. A mais quente de todas era, obviamente, a América que, depois de três séculos de colonização, começava a se libertar de suas antigas metrópoles e a testar essas novas ideias políticas implantando regimes até então praticamente desconhecidos, como a república. No Brasil não poderia ser diferente. Larentino Gomes relata que as primeiras Lojas Maçônicas brasileiras surgiram em meados do período colonial, pontuando vagas referências, sem a devida comprovação da presença de maçons na inconfidência mineira de 1789 e na conjuração baiana (também denominada por revolta dos alfaiates, datada de 1798), dentre outros movimentos. Na corte do Rei Dom João VI, ademais, existiam lojas maçônicas em funcionamento, duas delas fundadas em 1815, uma delas denominada São João de Bragança, uma suposta homenagem velada ao Rei, suspeito de conhecer e tolerar as atividades maçônicas nas dependências do palácio. O século XIX foi um período de grandes transformações. Laurentino afirma que o País de hoje deve sua existência à capacidade de vencer obstáculos, os quais pareciam insuperáveis em 1822. O autor sustenta que o Brasil: […] conseguiu se separar de Portugal sem romper a ordem social vigente. Viciada no tráfico negreiro durante os mais de três séculos da colonização, a economia brasileira dependia por completo da mão de obra cativa, de tal modo que a abolição da escravatura na Independência revelou-se impraticável. Defendida por homens poderosos como Bonifácio e o próprio D. Pedro I, só viria acontecer 66 anos mais tarde, […]. A emancipação brasileira possuía todos os ingredientes ensejadores de um fracasso. O extrato social da época acenava para um futuro incerto e prenunciava um banho de sangue. Sobre isto, escreveu Laurentino: De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros foros, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre carente de tudo, que vivia à margem de qualquer oportunidade em uma economia agrária e rudimentar, dominada pelo latifúndio e pelo tráfico negreiro. O medo de uma rebelião dos cativos assombrava a minoria branca. O analfabetismo era geral. De cada dez pessoas, só uma sabia ler e escrever. Os ricos eram poucos e, com raras exceções, ignorantes. O isolamento e a rivalidade entre as províncias prenunciavam uma guerra civil, que poderia resultar na divisão do território nacional, a exemplo do que já ocorria nas vizinhas colônias espanholas. Não bastasse o exposto, o contexto fático ora explicitado era passível de gravames, consoante o que dispõe o Autor: Para piorar a situação, ao voltar a Portugal, em 1821 – depois de 13 anos de permanência no Rio de Janeiro -, o rei Dom João VI havia raspado os cofres nacionais. O novo país nascia falido. Faltavam dinheiro, soldados, navios, armas e munição para sustentar a guerra contra os portugueses, que se prenunciava longa e sangrenta. As perspectivas de fracasso, portanto, pareciam bem maiores do que as de sucesso. A independência brasileira foi arquitetada pelos portugueses, justamente aqueles que mais tinham a perder com a autonomia da colônia, decorrente da fuga da coroa portuguesa, nos idos 1808, para o Rio de Janeiro, fato que culminou numa profunda e acelerada transformação contextual no curso dos anos em que a corte permaneceu nas terras brasileiras. Curioso observar, nas palavras de Laurentino, que “ao contrário do que se imagina porem, a ruptura resultou menos da vontade dos brasileiros do que das divergências entre os próprios portugueses”. No cenário caótico narrado, notavelmente se fez fundamental o papel da maçonaria à consolidação da independência pátria. Contudo, enganam-se aqueles que acreditam que os maçons atuaram de forma unânime e homogênea. Acerca disto, corrobora Laurentino Gomes: Em 1822, a maçonaria brasileira estava dividida em duas grandes facções. Ambas eram favoráveis a independência, mas uma delas, liderada por Joaquim Gonçalves Ledo, defendia ideias republicanas. A outra, de José Bonifácio de Andrada e Silva, acreditava que a solução era manter D. Pedro como imperador em regime de monarquia constitucional. Esses dois grupos disputaram o poder de forma passional, envolvendo prisões, perseguições, exílios e expurgos, […]. Pedro, por curiosidade ou interesse, participava ativamente das duas vertentes mencionadas. Nas aludidas lojas, foram estudadas, discutidas e aprovadas inúmeras decisões importantes, como o manifesto que resultou no “Dia do Fico” (09 de janeiro de 1822), a convocação da constituinte, os detalhes da aclamação de D. Pedro como “defensor Perpétuo do Brasil” e, finalmente, como imperador (12 de outubro). É inegável a imensa e expressiva contribuição da maçonaria para o movimento da independência, especialmente por inexistirem, à época, partidos políticos organizados. Foi ela que, na qualidade de sociedade tratada por secreta, conduziu as sementes emancipatórias aos longínquos rincões brasileiros. E, assim, a história registrou que a independência brasileira foi proclamada por um grão-mestre maçom, D. Pedro I, cuja ascensão na maçonaria foi meteórica. Registros oficiais apontam que sua iniciação se deu na Loja Comércio e Arte, no dia 02 de agosto de 1822, com o nome de Guatimozim – em homenagem ao último imperador asteca –, que teria sido promovido ao grau de mestre três dias mais tarde e elevado ao posto máximo da organização, o de grão mestre, dois meses depois, conforme relata Laurentino, o qual destaca, sobre o exercício de tal incumbência por D. Pedro, que ele: Exerceu a função de poder apenas 17 dias. Em 21 de outubro (uma semana após a aclamação como imperador), mandou fechar e investigar as lojas que havia ajudado a proclamar a Independência. Quatro dias mais tarde, sem que as investigações sequer tivessem começado, determinou a reabertura dos trabalhos “com seu antigo vigor”. Há quem sustente o comportamento errático e contraditório do Grão-mestre Imperador em relação à maçonaria, realçando dúvidas sobre a forma da atuação uníssona dos maçons nas decisões que culminaram na independência brasileira. Para outros, o Imperador teria traído seu juramento ao determinar o fechamento das lojas e proibir seus trabalhos, cujo feito teria, supostamente, culminado em sua abdicação no ano de 1831, como ato de vingança. Embora a história convencional pouco relate sobre a atuação da maçonaria no movimento da independência, é certo que ela usou de diferentes grupos de pressão e por eles foi usada, tratando-se de “um elemento poderoso no jogo de pressões que se estabeleceu no momento em que o Brasil dava seus primeiros passos como nação independente”. Não obstante a importância da maçonaria para o movimento emancipatório de 1822, é imperioso destacar que o triunfo da independência se deu mais em decorrência das fragilidades do que pelas virtudes brasileiras, conforme observa Laurentino. Segundo o autor: Os riscos do processo de ruptura com Portugal eram tantos que a pequena elite brasileira, constituída por traficantes de escravos, fazendeiros, senhores de engenho, pecuaristas, charqueadores, comerciantes, padres, advogados, se congregou em torno do Imperador Pedro I como forma de evitar o caos de uma guerra civil ou étnica que, em alguns momentos, parecia inevitável. Conseguiu, dessa forma, preservar os interesses e viabilizar um projeto único de país no continente americano. Cercado de repúblicas por todos os lados, o Brasil se manteve como monarquia por mais de meio século – “uma flor exótica na América”[…]. Esta pequena passagem ilustra o Brasil do século XIX, dominado por oligarquias concentradas e assentadas na cúpula da república. Laurentino explica que: Como resultado, o país foi edificado de cima para baixo. Coube à pequena elite imperial, bem-preparada em Coimbra e em outros centros europeus de formação, conduzir o processo de construção nacional, de modo a evitar que a ampliação da participação para o restante da sociedade resultante do caos e rupturas traumáticas. Alternativas democráticas, republicanas e federativas, defendidas em 1822 por homens como Joaquim Gonçalves Ledo, Cipriano Barata e frei Joaquim do Amor Divino Caneca, líder e mártir da Confederação do Equador, foram reprimidas e adiadas de forma sistemática. Impregnada dos princípios maçônicos, especialmente dos ideários concernentes ao lema “liberdade, fraternidade e igualdade”, pode-se dizer que a independência do Brasil afetou circunstancialmente o povo brasileiro. Embora D. Pedro I e outros Obreiros tivessem ideias e projetos que ainda hoje seriam dotados de sentido e coerência, os mesmo não foram levados a termo. Mormente à observação supra, Laurentino escreveu: Convicções e projetos grandiosos, que ainda hoje fariam sentido na construção do país, deixaram de se realizar em 1822 por força das circunstâncias. José Bonifácio de Andrade e Silva, um homem sábio e experiente, defendia o fim do tráfico negreiro e a abolição da escravatura, reforma agrária pela distribuição das terras improdutivas e o estímulo à agricultura familiar, tolerância política e religiosa, educação para todos, proteção das florestas e tratamento respeitoso aos índios. […]. O próprio imperador Pedro I tinha ideias avançadas a respeito da forma de organizar e governar a sociedade brasileira. A constituição que outorgou em 1824 era uma das mais inovadoras da época, embora tivesse nascida de um ato autoritário – a dissolução da assembleia constituinte no ano anterior. Ora, a história mostra que importantes ideias não saíram do papel e isto contribuiu para forjar uma sociedade absolutamente desigual, originando legiões de brasileiros marginais, socialmente falando. Mesmo havendo uma forte presença maçônica no movimento que culminou no nascimento do novo país, percebe-se que os rumos traçados e tomados foram outros. Passados mais de dois séculos da independência, é inegável que, nas terras brasileiras, floresceram belas sementes sociais, das quais brotou um povo belo, gentil, cortês, hospitaleiro e trabalhador. Todavia, as entranhas sociais se acham impregnadas de vícios quase intransponíveis, ao ponto do homem desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto, aqui parafraseando o imortal Rui Barbosa, maçom ativo e presente no período da proclamação da república. A passividade do povo brasileiro é tamanha que assusta, na medida em que assiste a tudo sem manifestar ânimo para se rebelar contra os males que afetam estruturalmente a nação. Analogamente, há de se equiparar os males de hoje àqueles descritos por Joaquim Gonçalves Ledo na carta ao hesitante príncipe D. Pedro, exortando-o a tomar uma decisão: […] Sim, o Brasil podia dizer a Portugal: “Desde que o sol --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/malhete-podcast/message
Black Mirror é um marco das séries de ficção científica com sua distopia eletrônica radical. Ouça aqui a trilha do ep. San Junipero enquanto eu listo meus episódios preferidos, de Hino Nacional a Joan É Péssima.
Black Mirror 1x01: Hino Nacional | Análise
Uma mistura de retrospectiva com lamentação pelos guerreirinhos que tentaram aplicar um golpe contra a democracia e entraram para a História com excelentes fofocas que ficarão para a eternidade. Tem ainda denúncia e Leila ajudando o Glau a compreender o Hino Nacional. E você pode se tornar um fofoqueiro apoiador pra este projeto continuar acontecendo! Ajude a gente pelo Picpay.me/hojetem ou Patreon.com/hojetem
Os recordes do Governo e a polémica do hino.
O Maestro João Maurício Galindo nos explica sobre, qual a o motivo da escolha do nome "Arpeggione" da sonata de Schubert, se realmente existiu um Hino Nacional antes deste que conhecemos e escutamos hoje em dia, também responde a dúvida de um ouvinte se o Maxixe é originado do Chorinho ou o contrário, explica o que é uma Tuba Wagneriana, e por último nos ensina o que é a palheta dos instrumentos de metais. Descubra as respostas no resumo do "Pergunte ao maestro" desta semana.
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Aproveitando este momento único de mobilização nacional, que emenda talvez a eleição mais importante de nossa história com uma copa do mundo, decidimos fazer um episódio especial do Café Com Leite, explicando para a garotada a letra do nosso Hino Nacional. Para ampliar o alcance desse episódio, vamos reproduzi-lo aqui no Café Brasil.
O Hino Nacional Brasileiro é um dos mais belos hinos do mundo. Mas você sabe o que é e para que serve um hino? O programa de hoje é mais do que especial, onde Bárbara e Babica explicam a letra de nosso hino e contam algumas curiosidades.Emocione-se conosco!
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O que vem na cabeça quando você lê "Independência do Brasil"? Pode ser que você se lembre do Hino Nacional, com versos sobre o brado retumbante de um povo heroico que foi ouvido às margens do rio Ipiranga, ou na própria bandeira do Brasil. Mas é muito provável que você também pense em "Independência ou morte!", quadro que Pedro Américo pintou em 1888 e que aparece em tudo quanto é livro didático de História. O grito do Ipiranga, aparece como um ato heroico nessa tela, que está no Salão Nobre do Museu do Ipiranga, em São Paulo. Dom Pedro 1º é um homem jovem com uma espada em punho e que, de cima do cavalo, num monte, dá o tal do grito de liberdade do país. Mas para dar essa cara de herói para o príncipe, Pedro Américo desviou, e muito, do fato real. Em 2022, com o 7 de setembro se aproximando, a figura do imperador voltou a aparecer nas notícias com a chegada do coração de dom Pedro como parte das comemorações dos 200 anos da data promovidas pelo governo Bolsonaro. O Expresso Ilustrada entrevista a historiadora Lilia Schwarcz, que acaba de lançar o livro "O Sequestro da Independência: Uma História da Construção do Mito do Sete de Setembro" em parceria com Lúcia Klück Stumpf e Carlos Lima Junior. Schwarcz conta como a iconografia e a mitologia do sete de setembro foram construídas e explica por que essas obras que ganharam o status de documento não necessariamente são um retrato fiel do que aconteceu. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A filósofa, escritora e agora artista plástica Marcia Tiburi apresenta na França a sua primeira exposição individual, que fica em cartaz na prefeitura do 10º distrito de Paris até o dia 30 de outubro. "Terradorada" é o olhar de Marcia Tiburi sobre o Brasil 200 anos após a sua Independência e sobre a sua trajetória de exilada. Por Paloma Varón, da RFI Fora do Brasil desde 2018, quando começou a ter que andar com seguranças por receber ameaças de morte, Marcia Tiburi explica que "Terradorada" é um trocadilho: é a terra adorada do Hino Nacional e a terra dourada. "Enquanto eu fazia uma pesquisa sobre a colonização, e de cuja pesquisa surgiu o livro ‘Complexo de vira-lata: análise da humilhação brasileira', eu também ia trabalhando com essa produção visual. Então surgiu um livro teórico e uma exposição visual como desdobramento de um mesmo projeto", conta Tiburi, ex-candidata ao governo do Rio de Janeiro pelo PT (Partido dos Trabalhadores), em 2018. A artista começou a desenvolver este trabalho ainda no Brasil, mas ele ganhou corpo a partir do seu exílio, após as eleições daquele ano. "A exposição é organizada a partir desse percurso da minha vida de exilada e, ao mesmo tempo, das relações pictóricas e imagéticas entre os signos que surgem no processo. Aqui tem esse trabalho com a escrita, com o desenho, com o texto, com todos esses signos. São os assuntos do meu repertório filosófico que começam a aparecer em forma simbólica, pictórica", ressalta, à RFI. Lado artístico sempre existiu Marcia, que é mais conhecida no Brasil como escritora e filósofa, conta que sempre foi desenhista e ilustradora – apenas não colocava o foco nas artes, como agora. Ela é formada em filosofia e em artes plásticas. "Eu sempre desenhei, minha vida toda. Uma das obras que está exposta aqui é uma vitrine que traz os meus cadernos com desenhos. Eu sempre escrevi e desenhei ao mesmo tempo. Inclusive alguns dos romances que eu publiquei trazem minhas ilustrações", relembra, lembrando ainda que ilustrou três livros infantis. Exílio e Salman Rushdie "Quando eu saí do Brasil, como eu fiquei muito só, com muito tempo, eu voltei a desenhar com a maior naturalidade. Não era nada estranho", diz. Antes de vir morar na França, a escritora e artista plástica passou um tempo nos Estados Unidos, a convite de uma fundação criada para receber escritores perseguidos e ameaçados de morte, vindos de vários países do mundo. O mecenas Henry Reese criou a City of Asylum (Cidade do Asilo, em tradução livre) inspirado em Salman Rushdie, quando o escritor britânico recebeu uma sentença de morte do aiataloá Khomeini, em 1989, após a publicação do livro "Versos Satânicos", lançado um ano antes. Reese estava com Rushdie quando ele foi esfaqueado, no estado de Nova York, no dia 12 de agosto, e também levou uma facada, menos grave que as do escritor britânico. "Eu recebi milhares de ameaças de morte e fui alvo de uma campanha de difamação que começou no início de 2018 e eu suportei durante todo o ano de 2018, até porque não queríamos dar a eles mais espaço. Era isso o que eles buscavam, com a criação de polêmicas no cotidiano", assinala Tiburi. "Mas, no final de 2018, eu aceitei o convite do Henry Reese, que já vinha me convidando desde que soube que os meus lançamentos de livro estavam sendo invadidos pelo Movimento Brasil Livre (MBL)", relata. Marcia diz que, mesmo após contar com seguranças para si, começou a temer pela vida das pessoas que iam aos seus lançamentos de livros no Brasil. "Os ataques em relação a mim foram naturalizados, então eu sou usada como uma espécie de ‘token' pela extrema direita para produzir polêmica e engajamento de ódio. Muitos candidatos me usam para isso. Bolsonaro já me usou para isso, os filhos de Bolsonaro e vários outros candidatos de extrema direita", denuncia Marcia, que vai lançar um livro com o também exilado Jean Wyllys sobre o assunto. Diálogos A curadora da exposição, Samantha Barroero, destaca o papel da mostra de dar voz aos exilados e refugiados, num contexto de ascensão da extrema direita no Brasil, na França e em vários países do mundo. "Quando eu vi o trabalho de Marcia, me pareceu que era muito importante para nós, aqui na França, ouvir esta voz e mostrar o trabalho de uma artista polivalente, ao mesmo tempo escritora, filósofa. Uma das primeiras coisas que me chamou a atenção foi a necessidade de falar de um país em perda e limitação de democracia", analisa. "E por isso [por esse viés político], eu quis que a exposição fosse na prefeitura de Paris. Eu insisti para que este trabalho não fosse mostrado numa galeria de arte, mas num lugar onde a gente vota, a gente vem retirar certidões de nascimento, casamento etc., um lugar que representa a vida pública. Para mim, a arte é para o povo e aqui estamos em coerência com isso", afirma Barroero. "O trabalho de Marcia é ancorado no diálogo", resume a curadora, sobre os diálogos entre arte, escritura e política, entre Brasil e França, presentes na exposição. Marcia prefere chamar as suas obras, nas quais ela usa suportes como tela, papel, tecidos e bordados, de "reflexões pictóricas". "São produções ou proposições reflexivas na forma de pinturas. A pintura e as artes como um tudo são isso. As obras de arte nos colocam perguntas, assim como a filosofia. As obras de arte, textos filosóficos e aulas de filosofia têm isso em comum: todos estão sempre nos colocando perguntas", comenta. "E, ao mesmo tempo, estão nos convidando para a reflexão através de um impacto visual, de um maravilhamento diante desse mistério que é a obra de arte que se coloca diante de nós", avalia. A exposição, que já está em cartaz, será inaugurada oficialmente no dia 7 de setembro, com o debate “Brasil, que independência!”. No mesmo dia, Marcia vai autografar o seu primeiro romance traduzido para o francês, intitulado “Sous mes pieds, mon corps”, que no Brasil se chama “Sob os pés, meu corpo inteiro” (Record, 2018). Na França, ele será publicado pela Nossa Éditions.
O lançamento da candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, no próximo domingo, contará com a participação da dupla Mateus e Cristiano. Eles tocarão o jingle da campanha, “Capitão do povo”, e o Hino Nacional. A música foi uma encomenda do núcleo publicitário bolsonarista, comandado por Duda Lima. Apenas Jair Bolsonaro deve falar no evento. A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, não deve discursar. A dupla Mateus e Cristiano captou, em 2020, R$ 199 mil via Lei Rouanet, para a gravação de um DVD ao vivo. Na época, a Secretaria Especial de Cultura já era comandada por Mário Frias. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Dia 20 de janeiro de 1890 era oficializado o hino nacional, de autoria do compositor Francisco Manuel Da Silva.
Confira os destaques do caderno Na Quarentena desta terça-feira (16/06/20)See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça as principais notícias desta segunda-feira (18/05/20) no caderno Política do EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do caderno Política do Estadão deste sábado (07/09/19)See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do 3 em 1: O RECUO DO MEC! Após a repercussão negativa, ministro da Educação admite ter errado ao pedir que escolas filmes crianças cantando Hino Nacional. De tarde, o MEC mandou uma nova carta, sem slogan, mas ainda com pedido de filmagem; AVALIAÇÃO DO GOVERNO! Pesquisa aponta que governo de Jair Bolsonaro é aprovado por 39% dos brasileiros; DE OLHO NA VENEZUELA: Itamaraty prepara plano de retirada de brasileiros que estão no país, após agravamento da crise...
O Eldorado Expresso desta terça-feira, 26, destaca o novo recuo do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez. Ele determinou que sua pasta retire de um e-mail enviado a todas as escolas do País o trecho em que pede que crianças sejam gravadas em vídeo após serem perfiladas para cantar o Hino Nacional. O ministro também disse que "percebeu o erro" de inserir o slogan da campanha de Jair Bolsonaro, "Brasil acima de tudo. Deus acima de todos", ao final do e-mail. Os apresentadores Haisem Abaki e Carolina Ercolin ainda falam sobre a primeira pesquisa de aprovação do presidente Jair Bolsonaro; as críticas feitas pelo ex-jogador Cafú, capitão da seleção brasileira no pentacampeonato mundial , ao time comandado pelo técnico Tite; entre outros assuntos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste podcast: Aprenda o que é um cônjuge virago, descubra quando usar os "porquês" e até cantar o Hino Nacional corretamente. Tudo isso na melhor aula nerd de língua portuguesa. ARTE DA VITRINE: André Carvalho Adriano Paciello Facebook: https://www.facebook.com/gramaticacomhumor/ Canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/GrupoNovaConcursos Os Últimos Dias de Diluvio da Serra Conheça o livro: https://goo.gl/Z3gevH Nerdtech Nerdtech 17 - Aprendizado Online: Playlist completa Nerdtech: https://goo.gl/18WWFs Toda a PRIMEIRA sexta-feira do mês você vai ter um Nerdcast extra sobre tecnologia. Acesse: http://www.alura.com.br/promocao/nerd Devil In Disguise Acesse: https://goo.gl/X4skC4 Nerdcast Stories Assista: BARANGA VIDROS E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br
Neste podcast: Aprenda o que é um cônjuge virago, descubra quando usar os "porquês" e até cantar o Hino Nacional corretamente. Tudo isso na melhor aula nerd de língua portuguesa. ARTE DA VITRINE: André Carvalho Adriano Paciello Facebook: https://www.facebook.com/gramaticacomhumor/ Canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/GrupoNovaConcursos Os Últimos Dias de Diluvio da Serra Conheça o livro: https://goo.gl/Z3gevH Nerdtech Nerdtech 17 - Aprendizado Online: Playlist completa Nerdtech: https://goo.gl/18WWFs Toda a PRIMEIRA sexta-feira do mês você vai ter um Nerdcast extra sobre tecnologia. Acesse: http://www.alura.com.br/promocao/nerd Devil In Disguise Acesse: https://goo.gl/X4skC4 Nerdcast Stories Assista: BARANGA VIDROS E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br