Podcasts about mapas

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Noticiero Caracol
Estos son los mapas de expansión territorial de los grupos armados en Colombia

Noticiero Caracol

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 2:22


Artes
Biblioteca Nacional de França mostra mapas portugueses como objectos de poder, imaginação e controlo

Artes

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 9:51


A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos.  Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América.  “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.

idearVlog

idearVlog

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 18:43 Transcription Available


macOS 27 Golden Gate ya está acá y en este video te muestro mis primeras impresiones reales usando la beta en un MacBook Pro M4 Pro.Este nuevo sistema marca una de las transformaciones visuales más importantes de los últimos años, con el nuevo diseño tipo Liquid Glass, iconos renovados, transparencias, efectos de vidrio, modo oscuro mejorado y una interfaz que se siente mucho más moderna.También probamos el rendimiento general del sistema, la apertura de aplicaciones, los cambios en Preview, Mapas, Safari, Clima y especialmente la nueva experiencia de Fotos con herramientas de inteligencia artificial como Clean Up, reencuadre inteligente y extensión de imagen.Además, hablamos de uno de los grandes temas pendientes: Siri AI y Apple Intelligence. Aunque macOS 27 promete integrar una IA más transversal en todo el sistema, por ahora sigue habiendo lista de espera y muchas funciones todavía no están disponibles para todos.

Cupertino
Tim Cook se va por la puerta grande con Siri AI

Cupertino

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 65:59


Por que la salida de Tim Cook coincide con la llegada de Apple Intelligence y los nuevos modelos fundacionales de la compañía, eso sí, dejando claro que la tecnología es prácticamente 100% Apple, y solo se apoya de forma puntual en servidores externos para tareas de razonamiento complejo. Explicamos cómo esta evolución técnica marca un antes y un después, especialmente con la introducción de Siri AI, un asistente que ahora cuenta con contexto personal, conciencia de lo que ocurre en la pantalla y una capacidad de interacción conversacional muy superior a la que conocíamos.Abordamos la gran problemática regulatoria que impedirá la llegada de estas nuevas funciones de inteligencia artificial a los iPhone y iPad en Europa. Comentamos cómo las normativas de la Ley de Mercados Digitales (DMA) y los roces con las autoridades europeas han forzado a Apple a pausar este lanzamiento, ante el temor de que la apertura obligatoria del sistema a inteligencias artificiales de terceros comprometa la seguridad estructural y la privacidad de los usuarios. Evaluamos las complejas implicaciones de esta situación, debatiendo sobre el difícil equilibrio entre cumplir con la competencia abierta que exige la ley y mantener el ecosistema cerrado y seguro que caracteriza a la marca.Finalmente, repasamos las novedades funcionales más destacadas de las nuevas versiones de los sistemas operativos, como las asombrosas herramientas de edición fotográfica y la espectacular vista isométrica en la aplicación de Mapas, ambas impulsadas por tecnología de splat gaussiano. Destacamos también la notable mejora de rendimiento y fluidez en el uso diario gracias a las optimizaciones internas del procesador, aunque observamos con cierta sorpresa cómo algunos dispositivos relativamente recientes de Apple Watch se han quedado sin soporte en esta actualización. Apple explica la nueva arquitectura de Siri: Google está dentro, pero no como muchos imaginaban Tim Cook se despide reparando la mayor promesa pendiente de Apple Tecnología La nueva Siri AI usa tecnología de Google, pero no es Gemini Creadores Apple escondió una lista enorme de mejoras y la hemos cazado: el iPhone con iOS 27 vuela Tim Sneath on X: "One of my personal favorite features announced at WWDC will I suspect be a sleeper hit: container machines, allowing your Mac to run a lightweight, persistent Linux environment with your home directory and repos automatically mounted: https://t.co/dOBdfOOVxC" / X container/docs/container-machine.md at main · apple/container No tech rule exemption for Apple, EU regulators say amid spat over Siri AI delay | Reuters (2) kitze · supermac.io

Dias Úteis
”A day (like any other)”, de Carla Bessa, traduzido por Elton Uliana, lido por Duane Ashurst (repost)

Dias Úteis

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 2:51


Episódio 351 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... A nossa parceria com os Mapas do Confinamento tem-nos trazido muitos novos textos, diferentes sotaques, nacionalidades... Mas algo que este colectivo tem tornado possível (e que hoje aqui reproduzimos) é também a tradução para diferentes Línguas. Hoje, o texto da Carla Bessa, traduzido por Elton Uliana, lido por Duane Ashurst. Descubra isto e muito mais em https://www.mapasdoconfinamento.com/. Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.

Noticentro
Teotihuacán tendrá ruta digital personalizada

Noticentro

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 1:31 Transcription Available


Afición mexicana es declarada “Pueblo Mágico” Código C5 supera 49 mil descargas en EdomexEspaña confirma más de cien casos de raro linfomaMás información en nuestro podcast#grc

TERRITORIO GROGNARD
82 Territorio Grognard. Ucrania ‘43 (Segunda Parte)

TERRITORIO GROGNARD

Play Episode Listen Later May 31, 2026 379:02


Qué mejor manera de celebrar el centésimo episodio de este canal (incluyendo los episodios de Al Fuego del Vivac), que continuar el ambicioso programa sobre Ucrania '43 que iniciamos el episodio anterior con la reseña de la película La Cruz de Hierro y la entrevista a NAC Wargames. En esta segunda parte contaremos con Agustí Barrio y con Juan Diego (autor del escenario de la Bofetada de Von Manstein que se incluye de forma exclusiva en la edición de NAC) para repasar y actualizar la serie de Mark Simonitch de operacionales de la Segunda Guerra Mundial y realizar el análisis del juego. Juan Diego continuará en la parte histórica, donde también contaremos con otro colaborador de lujo, Javier Veramendi de la editorial Desperta Ferro. Javier nos regalará una extensa y detallada exposición de todas las ofensivas que llevaron a cabo los soviéticos, desde el otoño de 1942 hasta otoño de 1943 y que certificaron el cambio definitivo en el frente del Este y el principio del fin de las aspiraciones de Hitler en Rusia y en el resto de la guerra. Un documento sonoro excepcional que hará las delicias de los aficionados a este frente. MAPAS. Javier Veramendi realizó unos mapas sobre las ofensivas rusas y el Contraataque de Von Manstein utilizando como base el mapa del juego, que podéis ver aquí, en la web de NAC Wargames dedicada al juego: https://edicionesmasqueoca.com/diarios/2026/06/04/ucrania-43-la-campana-tambien-se-escucha/ Partes: 00:00:00 Presentación. Sistema operacional de Simonitch. 00:43:00 Primera parte histórica. 01:52:00 Segunda parte histórica. 02:53:00 Tercera parte histórica. 03:49:00 Cuarta parte histórica. 04:36:00 Análisis del juego. 05:55:00 Conclusiones. Tal y como se indica al final del episodio, los audios de terceros se incluyen bajo los acuerdos de ivoox con la SGAE.

Nuestro insólito universo
Nuestro Insólito Universo ¦¦ Peare ray y los mapas

Nuestro insólito universo

Play Episode Listen Later May 30, 2026 4:41


Nuestro Insólito Universo ¦¦ Peare ray y los mapas , En los cinco minutos de duración que tiene este programa se narran historias asombrosas referentes a cualquier tema.La primera transmisión de este programa se realizó por la RadioNacional de Venezuela el 4 de agosto de 1969 y su éxito fue tal que, posteriormente, fue transmitido también por Radio Capital y, actualmente, se mantiene en la Radio Nacional (AM) y en los circuitos Éxitos y Onda, de Unión Radio (FM), lo cual le otorga una tribuna de red AM y FM que cubren todo el país, uno de los programas radiales más premiados y de mayor duración en la historia de la radio de Venezuela.

No es el fin del mundo
276. El conflicto en Colombia

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later May 28, 2026 138:07


#Publi (mención publicitaria). Durante más de medio siglo, Colombia fue escenario de uno de los conflictos armados más letales y complejos de la historia contemporánea, con más de 220.000 víctimas y ocho millones de desplazados. Un conflicto que parece una enrevesada tela de araña de capas superpuestas: guerrillas de izquierda como las FARC o el ELN, paramilitares de extrema derecha, cárteles del narcotráfico, el Estado colombiano y la omnipresente sombra de Estados Unidos. Todos ellos se alían o se enfrentan según las circunstancias, tejiendo décadas de violencia que han dejado fracturas sociales profundas, concentración de la tierra y una economía ilegal sustentada en gran parte por la cocaína. Tras el acuerdo de paz de 2016, Colombia sigue buscando consolidar la presencia del Estado en territorios históricamente abandonados y desmantelar las estructuras criminales que aún persisten. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos del conflicto en Colombia. Mapas y artículos mencionados: -Geopolítica de Colombia: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-geopolitica-colombia/ Libros recomendados: Colombia, una nación a pesar de sí misma, de David Bushnell Historia mínima de Colombia, de Jorge Orlando Melo Historia de la violencia en Colombia, de Jerónimo Ríos Los ejércitos, de Evelio Rosero A lomo de mula, de Alfredo Molano Sin tregua, de Germán Castro Caycedo Guerras recicladas, de María Teresa Ronderos El estado siempre llega tarde, de Julieta Lemaitre Ripoll Documental: No hubo tiempo para la tristeza (2013) Este episodio cuenta con una mención publicitaria de O2.

EL MIRADOR
EL MIRADOR T06C184 Merece un like, con Cris Alcázar. Plantas resistentes, mapas de diminutivos y el primer Ferrari eléctrico (26/05/2026)

EL MIRADOR

Play Episode Listen Later May 26, 2026 8:39


Entre las recomendaciones prácticas, destacan cuatro plantas ideales para sobrevivir al sol extremo (buganvilla, poligala, santolina y geranio zonal), pensadas para quienes, como la propia colaboradora, suelen ver cómo sus plantas se "achicharran" durante el verano. En un plano más curioso, se ha explorado un mapa de los diminutivos en España, que sitúa a Murcia y Aragón en la franja del "ico" e "ica", mientras que otras regiones utilizan el "ete", "illo" o "iño". La tecnología y el marketing también han tenido su espacio con el anuncio del Ferrari Luce, el primer modelo 100% eléctrico de la marca italiana, diseñado por un exjefe de Apple y presentado en un inusual color azul. Finalmente, se resaltó el hito comunicativo de la selección española de fútbol, que presentó su lista para el mundial de forma omnicanal a través de un vídeo inspirador protagonizado por el Rey y el seleccionador nacional.

Charlas desde Shadowlands
Level Up 185 Creación de mapas (1385)

Charlas desde Shadowlands

Play Episode Listen Later May 26, 2026 27:14


Level Up 185 Creación de mapas “A veces el rolero no quiere calentarse la cabeza con mapas súper detallados, y si eres de esas personas estás de enhorabuena, porque otros como tú llevan mucho tiempo ideando maneras de representar el dónde de sus partidas de otras formas. En este programa te traemos dos técnicas que funcionan genial juntas para representar localizaciones de una forma más abstracta: el pointcrawl y las listas de encuentros y eventos. ¡Todo sea porque la aventura no se detenga!” Jugar sin mapas: cómo el pointcrawl y las listas de encuentros mantienen viva la aventura Hay días en los que el rolero quiere desplegar un mapa enorme sobre la mesa, con sus montañas sombreadas, sus ríos serpenteantes y sus ciudades minuciosamente rotuladas. Y luego están todos los demás días: sesiones entre semana, partidas improvisadas, campañas que avanzan a trompicones o simplemente momentos en los que nadie quiere dedicar media tarde a dibujar un continente entero. Para esas ocasiones existe una alternativa elegante, práctica y sorprendentemente evocadora: representar el viaje y las localizaciones de forma abstracta. En este artículo vamos a hablar de dos herramientas que funcionan especialmente bien juntas: el pointcrawl y las listas de encuentros y eventos. Ambas permiten que la aventura fluya sin necesidad de mapas detallados, pero sin perder la sensación de exploración, descubrimiento y movimiento por el mundo de juego. ¿Qué es un pointcrawl? Imagina un mapa reducido a sus elementos esenciales: puntos y conexiones. Cada punto representa un lugar significativo —una aldea, un claro del bosque, una torre en ruinas, un cruce de caminos— y las líneas entre ellos indican cómo se puede viajar de uno a otro. No hay escalas exactas, no hay distancias precisas, no hay necesidad de dibujar cada colina. Solo lo que importa para la historia. El pointcrawl convierte el viaje en una red de decisiones. ¿Tomáis el sendero seguro pero largo, o el paso estrecho que promete atajos y peligros? ¿Os desviáis hacia esa cueva misteriosa o seguís hacia vuestro objetivo principal? Cada punto es una oportunidad narrativa, y cada conexión, una promesa de lo que podría ocurrir. Esta abstracción no solo ahorra tiempo: también libera la imaginación. El mundo deja de ser un mapa estático y se convierte en un conjunto de posibilidades que se despliegan a medida que los jugadores avanzan. Listas de encuentros y eventos: el motor del viaje Si el pointcrawl es el esqueleto, las listas de encuentros y eventos son la carne que lo recubre. No hablamos solo de combates aleatorios, sino de cualquier cosa que pueda ocurrir durante el trayecto: un mercader errante, un rastro inquietante, un cambio repentino en el clima, un rumor inesperado, un obstáculo natural, una visión profética. Estas listas permiten que cada desplazamiento tenga sabor propio. Incluso si los jugadores recorren el mismo camino varias veces, las experiencias pueden variar, dando la sensación de que el mundo está vivo y en movimiento. Además, las listas son increíblemente flexibles. Puedes prepararlas por localización, por clima, por estación del año, por facción o incluso por estado emocional del propio grupo. Son una herramienta perfecta para improvisar sin perder coherencia. La magia ocurre cuando se combinan El pointcrawl te dice dónde están las cosas. Las listas de encuentros te dicen qué ocurre mientras te mueves entre ellas. Juntas, crean una experiencia de exploración dinámica, ligera de preparar y rica en posibilidades. No necesitas mapas kilométricos para que tus jugadores sientan que están viajando. Solo necesitas puntos, caminos y un puñado de sorpresas bien escogidas. Lo demás lo hará la imaginación compartida en la mesa. Y, al final, eso es lo que buscamos: que la aventura avance, que el mundo respire y que cada decisión tenga peso sin exigir horas de preparación previa. El pointcrawl y las listas de encuentros son herramientas humildes, casi minimalistas, pero tremendamente poderosas. Te permiten improvisar sin perder coherencia, mantener el ritmo sin sacrificar la sensación de exploración y, sobre todo, centrarte en lo que realmente importa: las historias que nacen en la mesa. Call to action Si te apetece probar estas técnicas en tu próxima partida, empieza por algo pequeño: dibuja tres puntos, conéctalos con un par de rutas y prepara cinco encuentros que puedan aparecer en cualquier momento. Te sorprenderá lo rápido que cobra vida el escenario. ¿Te gustan estos consejos? tienes muchos y diferentes Técnicas, consejos y trucos para jugar a rol, el libro de Sirio Sesenra. Esperamos que os guste! Música de Uppbeat: License code: DSJHNLFTIRWBKXPO Música de Youtube

DESPIERTA TU CURIOSIDAD
Los mapas soviéticos que espiaron ciudades españolas en 1950

DESPIERTA TU CURIOSIDAD

Play Episode Listen Later May 25, 2026 8:25


En plena Guerra Fría, la Unión Soviética elaboró una vasta cartografía secreta de ciudades de todo el mundo, incluidas varias españolas. Estos mapas no eran simples planos urbanos, sino documentos estratégicos con un nivel de detalle sorprendente sobre carreteras, puentes, instalaciones ferroviarias, puertos, industrias y puntos sensibles. Su precisión sugiere una combinación de fuentes públicas, inteligencia militar y observación sistemática. Más que herramientas geográficas, formaban parte de una red de conocimiento pensada para anticipar escenarios de conflicto. Y descubre más historias curiosas en el canal National Geographic y en Disney +. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

História Pirata
História Pirata #161 - Mapas e História, com Andréa Doré

História Pirata

Play Episode Listen Later May 18, 2026 63:17


Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast! Neste episódio, Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Rafinha (@rafaverdasca) recebem a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Andréa Doré, para uma conversa sobre os mapas na/pela/através da história. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Episódio foi editado por: Marcos Sorrilha (@canaldosorrilha) Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro "História em Público", com Bruno Leal, download gratuito: livros.unb.br/index.php/portal/catalog/book/722 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Livro O Jacobinismo e a Revolução Francesa, LF Editorial, preço reduzido: lfeditorial.com.br/produto/o-jacob…nGfGLZOZQ5PaeLh Livro "As Origens dos Estados Unidos", por Marcos Sorrilha: www.amazon.com.br/origens-dos-Esta…o&s=books&sr=1-1

Podcast – Actualidad iPhone
Se acerca iOS 27

Podcast – Actualidad iPhone

Play Episode Listen Later May 14, 2026 50:42


Analizamos a fondo una de las semanas más intensas para el ecosistema Apple. Desde el lanzamiento de iOS 26.5, que por fin soluciona una deuda histórica con la privacidad en la mensajería RCS, hasta las filtraciones masivas de iOS 27 que prometen cambiar para siempre nuestra interacción con Siri y las apps nativas como Cámara y Safari. También ponemos el foco en la polémica decisión de Apple de eliminar el Mac mini de 256 GB en Europa, una maniobra que eleva el muro de entrada al ecosistema Mac. Además, exploramos el futuro de la computación espacial con las novedades de visionOS 27 y la noticia de que no veremos nuevo hardware de Vision Pro hasta 2028. Cerramos el episodio con el acuerdo histórico entre Apple e Intel y la multimillonaria multa que Cupertino deberá pagar por su gestión de la IA. En este episodio detallamos: - iOS 26.5: El nuevo cifrado RCS y los cambios en la publicidad de Mapas. - Adiós al Mac mini básico: Apple encarece el acceso al Mac en el mercado europeo. - Filtraciones de iOS 27: La nueva Siri y el rediseño de las apps del sistema. - Vision Pro: Novedades de visionOS 27 y hoja de ruta hasta 2028. - Estrategia y Legal: El primer iPhone plegable, el acuerdo de fabricación con Intel y la sanción por Apple Intelligence. ¿Qué opinas del nuevo precio de entrada al Mac mini? ¿Es 512 GB el estándar mínimo aceptable en 2026 o Apple está forzando demasiado el margen de beneficios? Te leemos en los comentarios. Además de las noticias y la opinión acerca de las novedades de la semana, también responderemos a las preguntas de nuestros oyentes. Tendremos durante toda la semana activo en Twitter el hashtag #podcastapple para que nos preguntéis lo que queráis, nos hagáis sugerencias o lo que se os pase por la cabeza. Dudas, tutoriales, opinión y review de aplicaciones, cualquier cosa tiene cabida en esta sección que ocupará la parte final de nuestro podcast y que queremos que nos ayudéis a hacer todas las semanas. Os recordamos que que si queréis formar parte de una de las comunidades más grandes de Apple en español, entréis a nuestra comunidad de Telegram (enlace) donde podréis opinar, preguntar dudas, comentar las noticias, etc. Y aquí no cobramos por entrar, ni te tratamos mejor si pagas. Os recomendamos que os suscribáis en iTunes en iVoox o en Spotify para que los episodios se descarguen de forma automática en cuanto estén disponibles. También puedes escucharlo en Cuonda, tú eliges.

No es el fin del mundo
272. El sionismo, la ideología más exitosa del siglo XX

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later May 14, 2026 137:32


#Publi (cuña publicitaria). El sionismo no fracasó como otras ideologías del siglo XX: se consolidó, construyó un Estado y opera hoy con una impunidad que pocas ideologías han logrado en la historia moderna. ¿Cómo logró Theodor Herzl convertir un movimiento marginal en el proyecto político más exitoso del siglo pasado? ¿Qué mitos construyó para legitimarse y cómo los trasladó a la práctica? Eduardo Saldaña y Jara Monter recorren junto a Fernando Arancón las tres grandes corrientes del sionismo, la Nakba como estrategia deliberada y no como efecto colateral, y las razones por las que, a diferencia del nazismo, el panarabismo o el comunismo soviético, el sionismo no ha quebrado sino que se ha radicalizado. Hoy, en "No es el fin del mundo", hablamos del sionismo: la ideología más exitosa del siglo XX. Mapas y artículos: El reparto mundial de la población judía: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/judios-mundo-israel-sionismo/ El Gran Israel: el irredentismo bíblico judío: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-gran-israel/ Libros: La limpieza étnica de Palestina - Ilán Pappé (Booket) Contra el olvido: una memoria fotográfica de Palestina antes de la Nakba, 1889-1948 - Sandra Barrilaro, Johnny Mansour, Bichara Khader, Teresa Aranguren Amezola (Del Oriente y del Mediterráneo) El laboratorio palestino — Antona Loewenstein (Capitán Swing) Israel. La tierra más disputada - Joan B. Culla y Adrià Fortet (Península) Este episodio cuenta con una mención publicitaria de BetterHelp, plataforma de psicología online: https://betterhelp.com/findelmundo

Charlas desde Shadowlands
Level Up 183 Creación de mapas con José Calmujo (1376)

Charlas desde Shadowlands

Play Episode Listen Later May 12, 2026 43:11


Level Up 183 Creación de mapas con José Calmujo Hoy Nacho nos sigue hablando de como hacer aventuras, en todas ellas es necesario a veces tener un mapa preparado para que quien juega tenga una pequeña idea de donde se encuentra y cuanto tiempo necesita para poder llegar al lugar que quiere ir. Los mapas en los juegos de rol: más que dibujos, puertas a la aventura En los juegos de rol, un mapa nunca es solo un mapa. Es una promesa. Una invitación a explorar lo desconocido, a descubrir secretos, a tomar decisiones que cambiarán el rumbo de la historia. Desde los primeros dungeon crawls hasta las campañas más narrativas y abiertas, los mapas han sido una herramienta esencial para dar forma al mundo y orientar la experiencia de juego. Pero su función va mucho más allá de mostrar caminos: son un lenguaje visual que comunica tono, escala, peligro y posibilidades. El mapa como generador de imaginación Un buen mapa no pretende contarlo todo. Su fuerza reside en lo que sugiere. Un bosque marcado con sombras densas, una torre solitaria en mitad de un páramo, un río que serpentea hacia un símbolo desconocido… Cada trazo despierta preguntas que los jugadores querrán responder. En este sentido, el mapa es un motor narrativo: no solo describe el mundo, sino que lo activa. Un simple punto en el papel puede convertirse en una misión, un aliado inesperado o un misterio que acompañará a la campaña durante meses. Herramienta de orientación y coherencia En la práctica, los mapas ayudan a mantener la coherencia interna del mundo. Permiten que el grupo entienda distancias, rutas posibles, obstáculos naturales y la relación entre regiones. Esto evita contradicciones y facilita que las decisiones de los jugadores tengan consecuencias lógicas. Además, un mapa bien diseñado ayuda al director de juego a improvisar con seguridad. Si los jugadores deciden desviarse del camino previsto, el mapa ofrece un marco sólido para generar encuentros, describir paisajes o introducir nuevas tramas sin perder el rumbo. Tipos de mapas y su función en la mesa En un juego de rol podemos encontrar varios tipos de mapas, cada uno con su propósito: Mapas de mundo o campaña: muestran continentes, reinos y grandes regiones. Son ideales para aventuras de largo recorrido y para transmitir la escala épica del escenario. Mapas regionales: detallan zonas concretas, como valles, archipiélagos o rutas comerciales. Suelen ser los más usados durante la campaña. Mapas urbanos: calles, barrios, murallas, plazas. Perfectos para aventuras de investigación, política o intriga. Mapas tácticos o de combate: representan espacios reducidos con precisión. Se utilizan para encuentros estratégicos, mazmorras o escenas de acción. Mapas abstractos: esquemas conceptuales, diagramas o mapas mentales que no buscan precisión geográfica, sino claridad narrativa. Cada tipo aporta una capa distinta de información y atmósfera, y combinarlos en una campaña enriquece la experiencia. Estilo, estética y tono La estética del mapa comunica tanto como su contenido. Un mapa dibujado a mano transmite cercanía y aventura clásica; uno minimalista sugiere un mundo más moderno o misterioso; uno cargado de símbolos arcanos puede anticipar un tono oscuro o esotérico. El estilo debe acompañar al género: fantasía heroica, terror cósmico, ciencia ficción, espada y brujería… Cada uno pide un lenguaje visual propio. El mapa como herramienta colaborativa Finalmente, los mapas pueden ser también un espacio de creación compartida. Permitir que los jugadores añadan notas, rutas, descubrimientos o incluso lugares inventados fortalece su vínculo con el mundo y convierte el escenario en algo vivo, en constante evolución. Esperamos que os guste! Música de Uppbeat: License code: DSJHNLFTIRWBKXPO Música de Youtube

No es el fin del mundo
270. Tuaregs, los últimos dueños del Sáhara

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later May 7, 2026 107:12


Un pueblo nómada que sobrevivió a la colonización, las sequías y las tensiones del Sahel sigue siendo un actor clave en el corazón del Sáhara. Durante más de medio siglo, los tuaregs han resistido la marginalización que les impuso la descolonización: convertidos en minorías dentro de Estados que no reconocen su modo de vida, han protagonizado rebeliones en Mali y Níger que siempre terminaron en acuerdos incumplidos y nuevas escaladas. Su historia entrelaza las rutas caravaneras transaharianas, la Legión Islámica de Gadafi, la proclamación y derrumbe del Azawad en 2012 y la penetración del yihadismo en su territorio. Hace unas semanas, el Frente de Liberación del Azawad acaba de retomar Kidal en un conflicto que enfrenta a los tuaregs contra la junta militar maliense y sus aliados rusos. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de los tuaregs, los últimos dueños del Sáhara. Mapas y artículos: Mapa tuaregs: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-tuaregs/ Mali. Geografía, recursos y conflictos: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/geopolitica-mali/

Emílias Podcast
Mapas de resistência: Inteligência Artificial no combate ao feminicídio

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 44:42


Neste episódio, Rayane Pimentel, desenvolvedora de software, apresenta seu artigo “Mapas de resistência: Inteligência Artificial no combate ao feminicídio”, elaborado em co-autoria com Kalinka Castelo Branco e Isadora Ferrão.Rayane Pimentelhttps://www.linkedin.com/in/rayanepimentel/https://www.instagram.com/ray.pwd https://linktr.ee/ray.pwdWomen in Information Technology (WIT) 2025https://csbc.sbc.org.br/2025/witAnais WIT 2025https://sol.sbc.org.br/index.php/wit/issue/view/1533 Mapas de resistência: Inteligência Artificial no combate ao feminicídioRayane Pimentel, Kalinka Castelo Branco, Isadora Ferrãohttps://sol.sbc.org.br/index.php/wit/article/view/36047VESPAShttps://utfpr.curitiba.br/vespas/Indicações:Loiane Groner https://loiane.com  https://loiane.training As Veias Abertas da América Latina, de Eduardo Galeano https://pt.wikipedia.org/wiki/As_Veias_Abertas_da_Am%C3%A9rica_Latina Episódio 137Edição: João dos Anjos

Charlas desde Shadowlands
Level Up 181 Creación de mapas con Alberto Seijo (1369)

Charlas desde Shadowlands

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 52:05


Level Up 181 Creación de mapas con Alberto Seijo Hoy Nacho nos sigue hablando de como hacer nuestras aventuras, os veremos como preparar los mapas y que tenemos que hacer con ellos. Para ello nos acompaña Alberto Seijo. Cómo hacer un mapa para jugar a rol Un buen mapa no es solo un dibujo: es una herramienta narrativa que guía la aventura, inspira a los jugadores y ayuda al director de juego a mantener la coherencia del mundo. No hace falta ser ilustrador; basta con tener claro qué debe comunicar el mapa y cómo convertir ideas en territorio jugable. 1. Define la función del mapa Antes de dibujar, decide para qué servirá: ¿Es un mapa regional para viajes y rutas? ¿Un mapa local de una ciudad, bosque o valle? ¿Un mapa táctico para combates y exploración? ¿Un mapa conceptual que solo muestra relaciones, no distancias reales? La función determina el nivel de detalle, la escala y el estilo. 2. Elige la escala y los elementos clave Piensa en qué debe aparecer sí o sí para que la partida funcione: Pueblos, ciudades, fortalezas Ríos, montañas, bosques, desiertos Rutas, pasos, puertos, portales Zonas peligrosas o misteriosas Límites políticos o territoriales La escala define cuánto detalle puedes incluir sin saturar. 3. Boceto inicial: formas antes que detalles Empieza con un boceto rápido: Traza formas generales (costas, cordilleras, masas boscosas). Marca puntos de interés con símbolos simples. No busques precisión: busca coherencia geográfica. Un truco útil: dibuja primero los accidentes naturales, luego las estructuras humanas. 4. Coherencia geográfica básica No hace falta ser geólogo, pero sí conviene respetar algunas reglas: Las montañas suelen generar ríos. Los ríos fluyen hacia mares o lagos. Las ciudades crecen cerca de agua, rutas o recursos. Los desiertos y bosques responden al clima y la orografía. La coherencia hace que el mundo se sienta vivo y creíble. 5. Estilo visual: simple, claro y evocador Elige un estilo acorde a tu juego: Clásico de fantasía: montañas triangulares, bosques con iconos repetidos. Minimalista: líneas limpias, símbolos geométricos. Antiguo: pergamino, tintas, rotulación manual. Moderno: colores planos, capas digitales. Lo importante es que el mapa sea legible en mesa. 6. Añade orientación, escala y leyenda Tres elementos que convierten un dibujo en un mapa: Rosa de los vientos Escala aproximada Leyenda de símbolos No hace falta precisión matemática: basta con que el grupo entienda proporciones y distancias. 7. Revisión final: ¿sirve para jugar? Hazte estas preguntas: ¿Los jugadores pueden orientarse fácilmente? ¿El mapa inspira aventuras? ¿Hay espacio para lo desconocido? ¿El GM puede improvisar a partir de él? Un buen mapa no lo muestra todo: deja huecos para la imaginación. 8. Herramientas recomendadas (para cualquier nivel) A mano: lápiz, rotuladores, papel cuadriculado o en blanco. Digital sencillo: Inkarnate, Wonderdraft, Dungeon Scrawl. Digital avanzado: Krita, Photoshop, Procreate. Esperamos que os guste! Música de Uppbeat: License code: DSJHNLFTIRWBKXPO Música de Youtube

Estás Interfiriendo con mi Zen. You are messing with my Zen.

Foto ganadora World Press Photo 2026, Artemis 2, mstdn ca, Antimateria, Videos Extraños, Crossing the Floor, Politica Colombiana Folclórica, Nudifier App, Encuentros cercanos en los cielos Bogotanos, Resistencia Eléctrica de una Vaca, Precios y Mapas.

Podcast – Actualidad iPhone
Una nueva Apple con John Ternus

Podcast – Actualidad iPhone

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 85:21


En el programa de hoy analizamos el cambio más importante en la cúpula de Cupertino en 15 años: John Ternus se prepara para ser el nuevo CEO de Apple tras la salida de Tim Cook. Analizamos su perfil, el legado de continuidad y hacia dónde llevará a la compañía en esta nueva etapa. Además, repasamos toda la actualidad del ecosistema Apple: - iOS 26.5 Beta 3: Ya disponible con novedades importantes en Mapas y ajustes específicos para cumplir con las normativas de la Unión Europea. - WhatsApp Plus llega a Europa: Todo sobre la nueva suscripción de pago y lo que implica para los usuarios. - WWDC 2026: Apple empieza a mostrar pistas del nuevo diseño de Siri que veremos en iOS 27. - iOS 27 y personalización: Apple prueba nuevas funciones para el iPhone, aunque también se confirma la lista de los cuatro modelos que dejarán de ser compatibles. - Proyecto N50: Se filtran los detalles de las gafas inteligentes de Apple, que llegarán con cuatro diseños distintos. - Rumores del iPhone 18: La llegada de la cámara de 200 MP, el nuevo color "Dark Cherry" para el modelo Pro y la estrategia de Apple para no subir precios recortando algunas prestaciones. - Recta final de año: Apple prepara una avalancha de nuevos productos para cerrar el 2026 por todo lo alto. ¿Qué esperas de la Apple de John Ternus? ¿Crees que veremos una revolución en el diseño con el nuevo CEO? ¡Déjanos tu opinión en los comentarios! Además de las noticias y la opinión acerca de las novedades de la semana, también responderemos a las preguntas de nuestros oyentes. Tendremos durante toda la semana activo en Twitter el hashtag #podcastapple para que nos preguntéis lo que queráis, nos hagáis sugerencias o lo que se os pase por la cabeza. Dudas, tutoriales, opinión y review de aplicaciones, cualquier cosa tiene cabida en esta sección que ocupará la parte final de nuestro podcast y que queremos que nos ayudéis a hacer todas las semanas. Os recordamos que que si queréis formar parte de una de las comunidades más grandes de Apple en español, entréis a nuestra comunidad de Telegram (enlace) donde podréis opinar, preguntar dudas, comentar las noticias, etc. Y aquí no cobramos por entrar, ni te tratamos mejor si pagas. Os recomendamos que os suscribáis en iTunes en iVoox o en Spotify para que los episodios se descarguen de forma automática en cuanto estén disponibles. También puedes escucharlo en Cuonda, tú eliges.

HISTORIAS DE TERROR ANTES DE DORMIR
Trabajé en un Supermercado que No Aparece en los Mapas | Creepy Stories | Reddit | TERROR

HISTORIAS DE TERROR ANTES DE DORMIR

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 23:30


Un hombre buscaba un empleo nocturno para salvar a su hija, pero terminó en un supermercado que no figura en los mapas. Entre pasillos liminales, reglas de supervivencia y el aterrador "Código Negro", descubrió que en esa tienda el producto más valioso es la vida misma.No rompas las reglas. No bajes al sótano. Y sobre todo... nunca aceptes una bolsa de plástico.¡Conéctate conmigo!YouTube (Suscríbete)Instagram (Sígueme)Contacto (Negocios e historias) Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

News On Apple - O podcast da maçã
News On Apple #219 - WWDC 2026 será centrada em IA e evolução de plataformas, Apple Business, nova Siri no iOS 27 e mais!

News On Apple - O podcast da maçã

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 51:29


News On Apple #219 - Apple confirma WWDC 2026 e prepara evento centrado em IA e evolução de plataformas; Apple libera anúncios no app Mapas e revela o Business, rival do app Google Workspace; Mark Gurman: Siri no iOS 27 terá aplicativo e nova aparência; entre outros assuntos, sempre com muitas dicas e um bate papo descontraído com as curiosidades do mundo Apple. Apresentação: Rafael de Angeli (@rafangeli), Pedro Celli (@pcelli), Marcelo Dada (@marcelodada88) e Fernando Cunha JR (@cunhajrfernando). Edição/mixagem: Marcelo Dada (@marcelodada88) e Pedro Celli (@pcelli). Oferecimento/Parceiro: Grupo “Apple Brasil iPhone, watch, macbook, ipad” no Facebook (com mais de 188k membros). Saiba todos os rumores e novidades do mundo Apple em www.newsonapple.com

GENIAL
¿Cuál era ese misterioso mar en los antiguos mapas americanos?

GENIAL

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 12:57


No es el fin del mundo
265. La geopolítica del petróleo

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 92:11


Durante más de un siglo, el petróleo ha movido el mundo: ha encendido economías, desatado guerras y redefinido el concepto mismo de poder geopolítico. Desde los primeros pozos del siglo XIX hasta el cierre del estrecho de Ormuz, el oro negro ha sido el recurso que más riqueza ha generado en la historia de la humanidad, pero también el que más conflictos, golpes de Estado y crisis económicas ha provocado. ¿Cómo funciona realmente el mercado del petróleo? ¿Qué hay detrás de cada subida o bajada del precio del barril? ¿Y qué ocurrirá cuando llegue el pico del petróleo y las petromonarquías del Golfo se queden sin su principal fuente de ingresos? Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de la geopolítica del petróleo. Mapas y gráficos: Países con mayores reservas probadas de petróleo Mayores productores de petróleo del mundo Rutas comerciales del petróleo y principales chokepoints Evolución histórica del precio del barril de petróleo Mix energético global Hazte Mecenas este mes de abril y recibe el nuevo Atlas de EOM. El equipo también estará en Sant Jordi en Barcelona el 23 de abril para firmar ejemplares en persona.

No es el fin del mundo
264. El conflicto de Irlanda del Norte

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 110:59


La isla de Irlanda ha estado marcada por un conflicto que va más allá de lo político, dejando un proceso de paz admirado por muchos pero con heridas aún sin cicatrizar. Irlanda del Norte ha sido el escenario de uno de los conflictos más sangrientos de Europa tras la Segunda Guerra Mundial. Una disputa identitaria entre nacionalistas irlandeses y unionistas británicos que durante décadas desencadenó una violencia sectaria sin precedentes, conocida como The Troubles. En este episodio, explicamos los orígenes de este conflicto, el papel del IRA y los paramilitares unionistas, y cómo se llegó al histórico Acuerdo de Viernes Santo de 1998. También analizamos cómo el brexit reabrió viejas heridas y qué nos dicen los cambios demográficos sobre el futuro de la región: ¿veremos la reunificación de Irlanda? Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos del conflicto de Irlanda del Norte. Mapas y artículos: Mapa de Gran Bretaña, Irlanda y Reino Unido: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/diferencia-entre-gran-bretana-reino-unido-e-islas-britanicas/ Libros y películas recomendados: No digas nada - Patrick Radden Keefe (Reservoir Books) Derry girls (2018-2022) En el nombre del padre (1993) Belfast (2021) Este episodio cuenta con una mención publicitaria de O2. ¡Síguenos en nuestro canal de Real Politik FC!: https://open.spotify.com/show/3DhxsC4Q44iOnOMWbauxTT

idearVlog

idearVlog

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 13:33 Transcription Available


¿Qué está pasando realmente con Apple? En este nuevo APPLEaks te traigo un episodio cargadísimo de noticias, cambios estratégicos, polémicas y señales que podrían anticipar una nueva etapa para la compañía.Hoy analizamos desde lo más insólito —como el empleado de Apple que terminó convertido en meme— hasta decisiones que pueden marcar un antes y un después en la historia de la empresa. Porque sí: Apple quiere meter publicidad en Mapas, se mete de lleno en TikTok, aparecen nuevas dudas sobre privacidad, crecen los rumores por productos vintage para el 50 aniversario, y además se empieza a perfilar una transformación profunda en la estrategia de hardware, cámaras, producción y lanzamientos.También hablamos de la posible muerte real del Mac Pro, del rediseño que podría recibir el Apple Watch Ultra, del cambio de enfoque del iPhone hacia una identidad cada vez más cercana a una cámara profesional, y del problema enorme que Apple tendría con los tiempos de producción del iPhone plegable y de los próximos modelos Pro.

Voces del Misterio
Voces del Misterio: Mapas imposibles: los documentos históricos que no encajan con la Historia, con Jesús Callejo

Voces del Misterio

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 120:00


"Voces del Misterio" en el que todo un experto y magnífico divulgador como JESÚS CALLEJO nos habla del misterio de los mapas del mundo, los mapas imposibles que describían perfiles y costas no descubiertas en el momento de su representación. Un tema apasionante con mapas imposibles. Voces del Misterio: Mapas imposibles: los documentos históricos que no encajan con la Historia, con Jesús Callejo.

Nuestro insólito universo
Nuestro Insólito Universo ¦¦ Mapas piri reis

Nuestro insólito universo

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 5:37


Nuestro Insólito Universo ¦¦ Mapas piri reis , En los cinco minutos de duración que tiene este programa se narran historias asombrosas referentes a cualquier tema.La primera transmisión de este programa se realizó por la RadioNacional de Venezuela el 4 de agosto de 1969 y su éxito fue tal que, posteriormente, fue transmitido también por Radio Capital y, actualmente, se mantiene en la Radio Nacional (AM) y en los circuitos Éxitos y Onda, de Unión Radio (FM), lo cual le otorga una tribuna de red AM y FM que cubren todo el país, uno de los programas radiales más premiados y de mayor duración en la historia de la radio de Venezuela.

No es el fin del mundo
259. Myanmar, la gran guerra del Sudeste asiático

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 108:25


Myanmar lleva cinco años en guerra civil, con más de 80.000 muertos, y el mundo apenas ha prestado atención a uno de los conflictos más brutales de nuestro tiempo. Detrás de este silencio mediático se esconde una complejidad enorme: décadas de dictadura militar, un mosaico de 135 etnias, una líder Nobel de la Paz convertida en símbolo y en sombra a la vez, y los intereses geopolíticos de grandes potencias como China y Estados Unidos. Recorremos la historia del país desde sus orígenes, el colonialismo británico y la figura del padre de la nación hasta el presente de una guerra estancada sin final a la vista. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de Myanmar, la gran guerra del Sudeste asiático. Mapas y artículos: Birmania/Myanmar: Geografía, conflictos y dinámicas: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/geopolitica-myanmar-birmania/ El collar de perlas chino: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/china-y-su-collar-de-perlas/ Este episodio cuenta con una mención publicitaria de Allianz Hogar.

No es el fin del mundo
254. España en el nuevo mapa industrial europeo

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 89:36


Europa urge reindustrializarse, pero ¿sabe España cuál es su lugar en ese nuevo mapa industrial? Durante décadas, España llegó tarde a la revolución industrial, atravesó una dolorosa reconversión y apostó por el turismo y los servicios como motor económico. Hoy, con Europa compitiendo contra China y Estados Unidos por liderar las industrias del futuro, toca preguntarse qué papel puede jugar nuestro país en esta nueva carrera: cuáles son nuestras fortalezas y qué oportunidades no debemos dejar escapar. Analizamos el pasado, el presente y el futuro industrial de España, y preguntamos al ministro de Industria y Turismo, Jordi Hereu, sobre los planes del Gobierno para afrontar este reto. Mapas y artículos: El peso de la industria en España: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-peso-industria-espana/ Este episodio cuenta con el patrocinio del Congreso Nacional de Industria.

No es el fin del mundo
253. La crisis de la vivienda en España, un problema global

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 145:10


Buscar una vivienda en España se ha convertido en una de las experiencias más frustrantes del presente: los precios no paran de subir y los sueldos no siguen el ritmo. El acceso a la vivienda es hoy una de las mayores preocupaciones de los españoles, pero este problema no es exclusivo de nuestro país: afecta a toda Europa y tiene causas que van mucho más allá del simple desajuste entre oferta y demanda. En este episodio analizamos por qué nos hemos metido en esta crisis: desde las políticas del franquismo y la burbuja inmobiliaria, pasando por el boom del turismo y los pisos turísticos, la irrupción de los fondos de inversión, los profundos cambios demográficos que están transformando nuestras sociedades o el encarecimiento de la construcción. Entender la complejidad de este problema es el primer paso para saber qué soluciones son posibles, y cuáles no. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de la crisis de la vivienda en España: un problema global. Un episodio hecho en el marco de la beca GenEU. Mapas y artículos: Ratio precio de la vivienda e ingresos de la población en Europa: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/fin-vivienda-asequible-europa-precios-salarios/ Viviendas por habitante en la UE: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/viviendas-habitante-ue/ Vivienda en propiedad y de alquiler en la UE: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/personas-vivienda-alquiler-propiedad-union-europea/ Cómo Franco convirtió a España en un país de propietarios: https://elordenmundial.com/franco-espana-propietarios-vivienda-alquileres-economia/ Vivienda libre vs. protegida en España: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/ladrillazo-vivienda-protegida-evolucion-construccion-espana/ Noches reservadas en alquileres vacacionales en la UE: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-alquiler-turistico-ue/ La era de la "heredocracia": https://elordenmundial.com/heredocracia-herencias-desigualdad-economias-desarrolladas-espana/ Libros recomendados: El problema de la vivienda - Javier Burón (Arpa) La España de las piscinas - Jorge Dioni (Arpa) Tres millones de viviendas - Jorge Galindo (Debate)

No es el fin del mundo
252. La historia de los mapas

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 76:36


Los mapas no solo representan la realidad geográfica: también la construyen, reflejan equilibrios de poder y proyectan visiones del mundo que condicionan cómo entendemos nuestro entorno. Desde las primeras representaciones en cuevas prehistóricas hasta los mapas digitales de Google, la cartografía ha evolucionado como una herramienta científica, pero también política e ideológica. En este episodio recorremos la historia de los mapas: cómo los griegos sentaron las bases de la cartografía moderna, cómo la Edad Media los convirtió en expresiones religiosas, cómo la Era de los Descubrimientos los transformó en instrumentos de dominación colonial y cómo el siglo XX los digitalizó bajo hegemonía estadounidense. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de cómo se han hecho los mapas. Artículos recomendados: Cómo Google Maps engaña: mapas del mundo y distorsión: https://elordenmundial.com/google-maps-engana-mapas-mundo-distorsion/ Este capítulo se ha hecho en colaboración con Navantia.

No es el fin del mundo
250. La geopolítica del oro

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 78:41


El precio del oro ha alcanzado máximos históricos, reflejando la creciente incertidumbre geopolítica mundial. Ante las tensiones políticas, la guerra arancelaria de Trump, el cierre del Gobierno estadounidense y la pérdida de confianza en el dólar, el oro resurge como activo refugio. Por primera vez desde 1996, los bancos centrales acumulan más oro que bonos del Tesoro estadounidenses. Mientras China expande su influencia en la exploración, producción y mercado del oro, Estados Unidos ve cómo su hegemonía financiera se debilita progresivamente. El metal precioso se ha convertido en un verdadero sismógrafo que mide los cambios en el orden internacional. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos del oro: el medidor geopolítico. Mapas y artículos: El oro en máximos históricos, la nueva fiebre dorada que invade la economía internacional: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/oro-maximo-historicos-nueva-fiebre-economia-internacional/

Histeriadores
Episodio 224 - Songlines: Mapas que Aparecen al Cantar

Histeriadores

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 42:18


Si hoy te quitan el GPS, probablemente no llegas ni a la tienda de la esquina. Estamos acostumbramos a que una voz robótica nos diga “en doscientos metros gire a la izquierda”, y si falla el internet, entramos en pánico. Ahora imagina lo contrario: cruzar un continente entero sin mapas, sin carreteras, sin brújula, sin señal… pero que la guía sea gente cantando. Bienvenidos a Australia y a una de las tradiciones más antiguas y fascinantes de la historia humana: las Songlines donde el canto de la gente se transformaba en un mapa para recorrer el continente.

Astillero Informa con Julio Astillero
Patricio y su estuche de monerías | Trump dibuja los nuevos mapas

Astillero Informa con Julio Astillero

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 13:00


Enlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Más de uno
Qué sabemos de los mapas

Más de uno

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 31:00


Con la creciente tensión geopolítica debido a los ánimos imperialistas de Donald Trump los mapas han vuelto a estar de moda. Aprovechando esa excusa en Más de uno hemos querido descubrir cómo es el mundo detrás de estos trozos de papel que describen el mundo. Hemos contado con la ayuda de Juan Pimentel, investigador científico en el Departamento de Historia de la Ciencia del CSIC y Marcos Fco. Pavo López Jefe de Área Coordinación Técnica Instituto Geográfico Nacional.

Daily Easy Spanish
Mapas coloniales y un templo antiguo: la historia detrás del sangriento conflicto entre Tailandia y Camboya

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Dec 14, 2025 22:26


Los enfrentamientos entre Tailandia y Camboya han vuelto a estallar a lo largo de una frontera que ambos países llevan disputándose desde hace más de un siglo.

Radio Praga - Español
El reloj astronómico de Praga tiene una copia digital | Colección de mapas de Moravia

Radio Praga - Español

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 28:26


¿Quieres entender el reloj astronómico de Praga? Ahora puedes, gracias a su “gemelo digital”. Gran colección de antiguos mapas de Moravia de Jan Amos Komenský en el Museo de Přerov. 

Daily Easy Spanish
Los mapas que muestran las islas caribeñas que están ayudando a EE.UU. en sus operaciones militares contra Venezuela

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 46:46


Hasta 7 naciones o territorios en el Caribe están dando apoyo logístico al ejército estadounidense en su despliegue militar.

A hombros de gigantes
A hombros de gigantes - Los mapas de genes humanos están sesgados hacia poblaciones europeas - 07/12/2025

A hombros de gigantes

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 50:21


La inmensa mayoría de los datos empleados en la elaboración del genoma humano y de todos los mapas relacionados hasta el momento proceden de personas de ascendencia europea. Este sesgo deja fuera variantes genéticas comunes en otras poblaciones, lo que socava la precisión y la equidad en la investigación genética y lleva a diagnósticos fallidos o tratamientos ineficaces en grupos que no estén representados. Hemos entrevistado a Pau Clavel-Revelles, investigador del Barcelona Supercomputing Center y el Centro de Regulación Genómica, coautor de un estudio que revela y cuantifica por primera vez esa falta de diversidad global en los mapas génicos de referencia.Con María González Dionis hemos recorrido la historia del virus del SIDA (VIH). La pandemia comenzó oficialmente en junio de 1981 con el primer grupo de casos detectado en EE.UU. pero el virus estuvo circulando durante décadas, desde África a América, sin ser detectado. Jesús Puerta nos ha hablado de la enigmática energía oscura y de una posible explicación para esa fuerza invisible que expande el universo: la presión negativa, una especie de anti-gravedad cósmica. Para llevar una vida sana hay que mantener una alimentación equilibrada y ciertos hábitos como hacer ejercicio. Pero como nos ha contado José Luis Trejo, cuidado con los excesos. Un ejercicio intenso, como una maratón, puede ser perjudicial para el cerebro. Adeline Marcos nos ha informado de un interesante proyecto europeo que pretende crear dispositivos electrónicos totalmente transitorios y biodegradables, es decir, diseñados para desaparecer al cabo de un tiempo al estar fabricados con materiales orgánicos. Con testimonios de Xavier Vilajosana, catedrático e investigador del grupo de Redes Inalámbricas de la UOC y coordinador del proyecto.Escuchar audio

Random Topic
DRAKANTOS | Nuevo movimiento, pvp, mapas y mucho más

Random Topic

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 9:24


┃ Patreon https://www.patreon.com/randomtopicgames ┃ Twitch https://www.twitch.tv/randomtopicgames/ Hoy os traemos DRAKANTOS el nuevo MMORPG F2P en Español con toda la nueva información que hay al respecto, con rediseño de combate pvp y monetización. El juego es todo lo que esperábamos un MMO estilo pixelart con una clara inspiración en los JRPg de los 90. El juego tiene todo lo que podemos esperar de este tipo de juegos pero a su manera, algo que lo convierte en una joya rara, que puede que muchos no lleguen a apreciar, pero que los que sí lo hagan, pueden tener MMORPG para largo. #VIDEOJUEGOS #mmorpg2025 #mmo #mmorpg #drakantos #freetoplay Otros enlaces de Random Topic ➡ El podcast: https://www.ivoox.com/podcast-random-topic_sq_f1127687_1.html ➡ Twitter: https://twitter.com/RandomTopicPod ➡ Instagram: http://instagram.com/RandomTopic

Diseño y Diáspora
672. Género, movilidad y urbanismo (Argentina). Una charla con Natalia Paola Czytajlo

Diseño y Diáspora

Play Episode Listen Later Nov 16, 2025 46:08


Natalia Paola Czytajlo  es una arquitecta y doctora en ciencias sociales argentina. Ella enseña en la Universidad de Tucumán. Hablamos de desigualdades de género, de trabajo con comunidades, y de un servicio de mapas para entender zonas de vulnerabilidad. Esta entrevista es parte de las listas: Diseño feminista, Diseño con perspectiva de género, Argentina y diseño, Mapas y diseño, Laboratorios de innovación, Arquitectura para el cambio, Transporte, Seguridad y diseño y Ciudad y diseño. Ella nos recomienda: Conocer la obra de Ana Falú y Jane JacobsRed mujer y habitadMuerte y vida de las grandes ciudades de Jane Jacobs

Diseño y Diáspora
668. Diseñadores sin fronteras (Argentina). Una charla con Manu Rapoport, Marcelo Federico y Gabriela Salamida

Diseño y Diáspora

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 51:26


Manu Rapoport, Marcelo Federico y Gabriela Salamida trabajan para Diseñadores sin fronteras. Manu y Marcelo son diseñadores industriales, y Gabriela es licenciada en comunicación. En esta entrevista nos cuentan porque fundaron Diseñadores sin fronteras y qué hacen.  Hablamos de diseñar mobiliario para una plaza, de desarrollo regional y de diseñar para la emergencia. Y de esta manera de trabajar en diseño prestando un servicio a poblaciones vulnerables a través de diseñar desde sus necesidades. Ellos nos recomiendan: Periodistan de Fernando DuclosLas venas abiertas de América Latina de Eduardo GaleanoSur Oculto- banda de música de Córdoba, Argentina. Esta entrevista es parte de las listas: Argentina y diseño, Mapas y diseño, Diseño industrial, Cooperativas y colectivos de diseño, Espacios habitables, Ciudad y diseño, Territorio y diseño y Seguridad y diseño. En esta última lista pusimos varios otros episodios que tienen que ver con respuestas a emergencias climáticas, como incendios, terremotos o nevadas.

No es el fin del mundo
230. El litio, el recurso del futuro

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 62:26


El litio es el elemento químico que mejor almacena energía de toda la tabla periódica y, por ello, se ha convertido en el gran recurso estratégico del siglo XXI. Desde los smartphones hasta los coches eléctricos, las baterías de litio son esenciales para la tecnología actual y la descarbonización del futuro. Pero su extracción genera tensiones geopolíticas y dilemas medioambientales: ¿quién controla las reservas? ¿Puede China dominar toda la cadena de suministro? ¿Cómo equilibrar la transición energética con el impacto ecológico de su producción? Este episodio explora la historia del litio, el "triángulo del litio" en América Latina, el papel de Australia y China, y los retos que enfrenta una industria clave para nuestro presente y futuro. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos del litio, el recurso del futuro. Mapas proyectados: Triángulo del litio: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/triangulo-litio-salar-futuro-energetico-planeta/ Libros recomendados: Material World - Ed Conway (Ediciones Península) Este episodio cuenta con una mención publicitaria de Cruz Roja.

No es el fin del mundo
228. La dimensión internacional de ETA

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 118:59


ETA fue la organización terrorista que ha definido la historia reciente de España. Entre 1959 y 2011, dejó al menos 853 víctimas mortales y miles de heridos y desplazados. Pero detrás de los asesinatos y las bombas, se escondía un entramado internacional que conectó a la organización terrorista con gobiernos y grupos de todo el mundo. Durante más de medio siglo, ETA estableció vínculos con grupos armados y países en Europa, América Latina y África. En este episodio, Fernando Arancón, Alba Leiva y David Gómez analizan cómo el terrorismo etarra atravesó fronteras, su evolución ideológica entre el nacionalismo vasco y el socialismo, y por qué su legado sigue polarizando el debate político español. Mapas proyectados: Mapa de Euskal Herria Mapa de los ataques terroristas en Europa desde 1970: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-ataques-terroristas-europa-desde-1970/ Este episodio cuenta con una mención publicitaria de La historia es ayer.

Diseño y Diáspora
664. Un laboratorio de justicia (México). Una charla con Roberto Razo

Diseño y Diáspora

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 45:47


Roberto Razo es diseñador y profesor de diseño en la Universidad Americana de Puebla, en México.  Él nos va a contar cómo surge y qué hace el Laboratorio de Arquitectura Forense. Hablamos de violencia, desapariciones,  derechos humanos, juegos, cartografía participativa y más. Laboratorio de Arquitectura Forense en Ibero Puebla -Trabajos de alumnos diseñando y generen experiencias interactivas de impacto social, alineadas a conceptos de juegos para el cambio / educativos / seriosEsta entrevista es parte de las listas: Infografía y visualización de datos, Mapas y diseño, Investigación en diseño, Educación en diseño, México y diseño, Diseño UX y Juegos y diseño, Laboratorios de innovación. Recomienda: No hay vuelta atrás de Melinda Gates

Enigmas sin resolver
El Mapa de Piri Reis

Enigmas sin resolver

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 24:52


A comienzos del siglo XVI, el almirante otomano Piri Reis trazó un mapa que parece desafiar la historia conocida: costas detalladas de América del Sur y, según algunos, la silueta de la Antártida… tres siglos antes de su “descubrimiento”. Redescubierto en 1929 en el Palacio de Topkapi, este pergamino ha alimentado teorías sobre civilizaciones perdidas y conocimientos secretos. ¿Es el Mapa de Piri Reis una simple mezcla de cartas antiguas o la prueba de un pasado que no queremos ver?