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"Les Roches Rouges" do francês Bruno Dumont é produzido pela portuguesa Rosa Filmes, a obra rodada essencialmente no sudeste francês, perto de Cannes, aborda temas de uma infância neste cenário de escarpas vermelhas, junto ao Mar Mediterrâneo. A película estreia na Quinzena dos cineastas. O produtor Joaquim Sapinho comentou à RFIa obra e este certame, em curso até 23 de Maio. Temos o privilégio de acolher de novo o Joaquim Sapinho da Rosa Filmes. Boa tarde! Bem vindo a mais uma edição do Festival de Cinema de Cannes. Estamos juntos para falar, nomeadamente do filme "Les Roches Rouges" de Bruno Dumont, com quem já tinham colaborado no passado. E é a Rosa Films, então produtora principal por detrás desta obra. Exacto. Nós tínhamo-nos conhecido no "L'Empire" e éramos co-produtores e quando chegou a oportunidade de fazer este filme, lá estávamos nós a querer colaborar e a ajudar. Mas as dificuldades de produção do filme obrigaram nos a nós a passar a produtores principais, porque todas as dificuldades de dinheiro e também de coordenação.... O realizador queria filmar este verão que passou. E, pela primeira vez na história das relações cinematográficas dos dois países, fez-se um filme em França com uma equipa inteiramente portuguesa. É muito ao contrário, habitualmente ! É sempre ao contrário. Portanto, foi uma coisa absolutamente mágica. Quando nós tomamos conta da produção, ficou uma arquitectura com filmagem em França. Filmagem em Portugal é filmagem em Itália. Mas toda a produção é portuguesa e os outros "partners" italianos, franceses e espanhóis ficaram apenas a ajudar. Portanto, foi uma experiência única. Nós já tínhamos vivido esta experiência com o filme do Magalhães, que tinha rodagens em Portugal. No ano passado ! Com filmagens em Espanha e tinha filmagens nas Filipinas e também do lado espanhol. Tinha corrido tudo mal. Mandámos a equipa portuguesa depois nas Filipinas também correu mal. Mandámos também a equipa portuguesa. Portanto, aqui foi o mesmo. Foi só continuar esta estratégia, Se os outros não conseguem fazer, nós conseguimos. E então o filme é de facto rodado essencialmente no sul de França, na região onde nós nos encontramos um bocadinho, também em Itália, mas também em Portugal !? O filme também teve uma parte rodado em Portugal e é sempre este prazer de fazermos filmes cosmopolitas em que quer à produção quer às histórias, retratam esta Europa que nós amamos e não apenas a ideia de nacionalismos em que toda a gente está separada. Bruno Dumont que já teve também projectos cá em Cannes no passado, já teve prémios cá, por exemplo, com "La vie de Jésus", "L'Humanité". Agora é um filme muito sobre a infância ou sobre uma parte do litoral do sul de França, onde a fotografia tem um papel absolutamente descomunal ! Eu acho que é só olhar à volta no sítio onde estamos a fazer esta conversa aqui em Cannes e ver este mar esmeralda. O que é que há de tão especial em Saint Raphaël ? É que para lá do mar esmeralda há umas rochas vermelhas. O filme em português chama se "Escarpas Vermelhas". Encontramos um título muito bonito em francês "Les Roches Rouges". Porque, digamos, é este espaço mágico, esta jóia que é a cor azul. Mas do lado da infância. Ou seja, é um filme sobre crescer, sobre como é que se cresce. Sobre as violências de crescer e sobre os amores também. É um filme... Sobre o bem e o mal? O bem e o mal., mas é um rapaz e uma rapariga que estão apaixonados. Fazem uma escapadela para Itália no comboio, mas têm só cinco anos. Portanto, o que é fascinante aqui é que nós somos humanos, logo a partir do momento em que nascemos e começamos a crescer apaixonados e a viver riscos. Portanto, é um filme, como direi? A dizer que a vida é apaixonante e que vale a pena correr riscos. E não lhe parece que eles eram, de facto, todos bastante precoces ? Teriam cerca de cinco anos. Efectivamente viajam juntos. Ele, de forma muito fácil, acaba por passar por cima do portão para ir ter com a namorada. Ele está muito determinado, não é o rapaz? O Géo está determinado ! Ele está determinado. E o que é bonito é que porque é que o filme também é "Les Roches Rouges" ? Não é apenas uma questão plástica. É porque essas rochas são umas rochas em que em França se faz uns saltos muito arriscados. E ele está sempre a demonstrar o seu valor saltando dessas rochas vermelhas. Saltos para mergulho ! Para mergulhar e, portanto, é um filme que defende a ideia de viver como uma ideia apaixonada. É uma ideia em que não podemos, digamos, estar esmagados pelo medo para viver, mas de que é possível viver com intensidade. E aqui o americano Carlos Alfonso Coral deve ter tido um papel preponderante em relação à questão da imagem, de captar este litoral e estas escarpas vermelhas? Ele é um director muito sensível, muito poético, tem trabalhado essencialmente com o Roberto Minervino, que tem tido também os filmes aqui em Cannes. Mas e vive neste momento em Los Angeles. Ele é do México e, claro, ficou. Nunca tinha estado aqui na Côte d'Azur. E estas cores e esta dramaticidade do filme, evidentemente, permitiram-lhe a ele também responder, dando estas cores e essa dramaticidade ao cinema. Que sabor tem, então, esta estréia aqui na Quinzena dos Cineastas com este filme ? A Rosa Filmes, desde 2016 tem sempre um filme seleccionado em Cannes. Nem sei se haverá outra produtora no mundo ? Desde 2016, portanto vamos para 11 anos, não é? Todos os anos sempre um filme, e já tivemos vários filmes em que éramos nós os produtores principais, mas estes dois últimos também, quer com o Magalhães, com o Gael Garcia Bernal, realizado pelo Lav Diaz, quer agora com este filme do Bruno Dumont isto se repete. Portanto, não há outra palavra. É um prazer ! Eu acho que Cannes é um festival em que a paixão pelo cinema se sobrepõe a tudo, a todas as outras questões. E toda a gente se sente atraída por isto e, portanto, é o sítio certo para mostrar os filmes que nós fazemos. E a nossa imagem de marca também está ligada a Cannes. Então e esta septuagésima nona edição do Festival interessa-o ? Se sim, que mais lhe interessa aqui neste certame? Eu acho que há um realizador francês extraordinário. Eu acho que é o grande jovem realizador francês que é o Arthur Harari e é a sua terceira longa metragem. Também ganhou o Oscar de melhor Argumento no ano passado. Está em competição nas longas metragens, na selecção principal ! Sim, na selecção principal, nas longas metragens. E é esse filme de que foi argumentista ganhou também a Palma de Ouro há dois anos. Eu acho que o grande realizador francês agora da Nova geração é este filme. Será o filme mais entusiasmante para ver. Muitos filmes franceses, precisamente na competição, Se calhar mais do que é habitual, portanto, também se calhar provar a boa forma do cinema hexagonal, neste momento, o que é que acha ? Muitos filmes franceses e também muitos actores e actrizes franceses nos filmes estrangeiros. Exactamente. Até em filmes estrangeiros, japoneses, austríacos ! Portanto, é uma grande... Eu acho que a França é o centro do cinema europeu e pouco a pouco está a tornar-se também o centro do cinema, porque a gente vê que os Óscares estão a copiar o modelo. Este modelo europeu de Cannes e portanto temos todos que nos adaptar uns aos outros. Mas dá me a impressão que este nosso modelo do cinema europeu que tem como centro a França e Cannes, é o que está mais vivo neste momento. E finalmente, o cinema português. No meio desta dinâmica toda, como é que o vê nesta altura? Eu bem sei que é sempre complicado. É sempre a mesma dificuldade de acesso a financiamentos. No entanto, surgem sempre propostas que vão singrando internacionalmente, não é? Dou-lhe o meu exemplo vou filmar este ano em África. Fazer um filme sobre Angola. Eu acho que vai ser o primeiro filme em que um português vai fazer o ponto de vista do outro ponto de vista dos movimentos de independência e não um filme nostálgico sobre "Ah, que pena, Portugal perdeu África". Há uns filmes que são mais engraçados a falar desse assunto, outros mais dramáticos, outros mais melancólicos. Eu não estou interessado nisso. Estou interessado é o "como é que foi este conflito e qual é o ponto de vista do outro" ? E, portanto, vou fazer um filme pela primeira vez sobre como é que os movimentos de independência se confrontavam connosco. Mas o meu ponto de vista ainda é mais complexo. Esse confronto connosco era de portugueses com portugueses. Toda a gente tinha o mesmo bilhete de identidade. Portanto, tentar ter um ponto de vista que ajude a que Portugal possa viver com o seu passado, de outra maneira. E vão rodar também na África Equatorial, nomeadamente. A dinâmica do cinema português está em cada filme que é feito. E de quem é o argumento ? É meu. É uma história extraordinária que eu descobri, já ando a preparar o filme há cerca de dez anos, porque descubro um dia um folheto em francês sobre cinco mulheres que tinham sido presas. Não pelos portugueses lá em Angola, mas sim pela UPA, que era um movimento rival que depois se transformou no FNLA. E essas mulheres são presas e depois são mortas. Portanto, é uma tragédia enorme. E, portanto, é a primeira vez que acontece. Cinco mulheres entram na guerrilha e entram. Vêm do Congo, no quadro do MPLA, entram em Angola e depois vão ser atacadas pela UPA e vão ser mortas. E portanto é contar esta tragédia do que é que estava a acontecer de complexo dentro dos movimentos de libertação. Quando eu descobri estas mulheres, a lider chama-se Deolinda Rodrigues. Ela é actualmente o símbolo da mulher angolana. Há um dia feriado que é o dia em que ela foi morta, esta Deolinda Rodrigues. E eu, desde que conheci esta personagem, esta pessoa, este fantasma, tomou posse de mim e passei a viver obcecado com esta história. E, portanto, filmá-la. E também libertar me deste fantasma.
En este episodio de The Milk Check en Español, Diego, Yara y Miguel analizan uno de los mercados lácteos más inciertos de los últimos años. El equipo conversa sobre la limitada disponibilidad de leche en algunas regiones de Estados Unidos, la fuerte demanda de leche ultrafiltrada, el sólido mercado de exportación de quesos y por qué el mercado de leche descremada en polvo sigue desconectado de los fundamentos tradicionales. También hablan sobre el incremento en los costos de flete, la creciente necesidad de SMP en México, el cambio en el comportamiento de compra de los clientes al construir inventarios de seguridad y cómo las tensiones geopolíticas, negociaciones comerciales y la volatilidad global están impactando los mercados lácteos alrededor del mundo. Desde NFDM y quesos hasta fletes, futuros y comercio internacional, este episodio cubre los factores más importantes que están definiendo el mercado lácteo actual. ¿Tienes preguntas? Nos encantaría escucharlas. Envíalas abajo y podríamos responderlas en el pódcast. Pregúntale a The Milk Check Diego Carvallo: Buenas tardes a todos nuestros queridos clientes y, proveedores. Los saludamos desde la ciudad de San Luis, donde estamos Miguel, yo, y Yara esta semana reuniéndonos con el equipo para reuniones de estrategia y análisis de mercado. Y bueno, bienvenidos al pódcast de esta semana. Estamos a mediados del mes de mayo con muchísima incertidumbre, muchísimas, eh, comentarios y preguntas sobre el mercado. Yara Morales: Sí, saludos a todos. Miguel Aragón: Así es, sí nos estamos reuniendo aquí en nuestra reunión trimestral, viendo, tratando de, ver la bola de cristal, pero no, no, no, no, está, está- no aparece, no aparece. Yara Morales: Sí, yo creo que las mismas preguntas que nosotros tenemos las tienen todos los clientes y los proveedores también. La verdad, es una incertidumbre todo lo que está pasando con el mercado. Es un año de verdad muy a-atípico, muy diferente a todos los años. O sea, ya, ya muchos clientes hasta nos dicen: «Pues ya no me sirven las referencias que tenemos de todos los estadísticas que teníamos anteriormente». La verdad, ya no, no. Ha sido un año muy difícil para todos. Así es. Diego Carvallo: Si quieren, podemos comenzar hablando un poquito de, de la parte de fluidos y después pasar a, a los productos. Eh, así entendemos un poquito cómo, cómo se sienten los fundamentos. Em, bueno, hemos tenido varias reuniones con el equipo de fluidos y, eh, a pesar de que el número de producción de, de leche de Estados Unidos sigue estando bastante bien, eh, seguimos teniendo un crecimiento bastante sano en la producción de leche, em, estamos viendo, eh, que para el medio del spring flush, que estamos actualmente, no pareciera haber sobrantes de leche, eh, a descuentos tan significativos como lo que había en los años anteriores. Y, eh, eh, la verdad es que ha creado algo de, eh, dudas, algo de preocupación, sobre todo para el equipo de fluidos, porque en estos momentos usualmente estamos viendo la, las cargas de leche descontadas a, a unos descuentos muy importantes y este año no ha sido el caso. Entonces, eh, hay mucha discusión y mucha, eh, como conversaciones sobre la demanda, sobre todo la demanda de lo que son, eh, las cargas ultrafiltradas, que está muy, muy fuerte esa demanda y pareciera que las plantas todavía tienen más capacidad para absorber leche. Em, por el otro lado, la parte de la crema sí está bastante larga, hay bastante producto disponible, pero lo que es la ultrafiltrada y la leche líquida, pareciera que con toda la capacidad nueva que agregamos este año, em… Hay suficiente planta para absorber ese crecimiento. Miguel Aragón: Así es, así es. Eh, un comentario importante que nos hacían los-nuestros compañeros es el de que en estos tiempos las– usualmente las cargas se compran o se mueven a descuento y este año no, se están moviendo a la par, lo cual está causando una incertidumbre bastante alta en el mercado. Diego Carvallo: Si, si ese es el caso ahora en el pleno flush, pues el mercado debería sentirse muy ajustado una vez salgamos del flush. Exacto. Y entremos en periodos de baja producción. Miguel Aragón: Exactamente. Eso lo, lo estamos empezando a ver en, en, en el mercado de futuros, eh, por lo pronto en el lado de lo queso. No sabemos qué tanto se ajuste, pero nos da algo de, de, de pausa ahí de- Sí. Yara Morales: Porque si siguen, este, mandando la leche para la clase uno, que es para toda la leche fortificada, para lo que es el, el, el yogur griego y, y lo que es el cottage, pues la verdad es que mucha leche se va a ir para allá. Eh, va a estar todavía muy escasa. Clase uno y clase tres. Diego Carvallo: Clase tres. Mhm. Exactamente. Clase uno y clase tres. Es importante aclarar también que e-e-ese panorama que estábamos describiendo es sobre todo lo que es, eh, al este de las montañas, de los Rockies. Todo lo que es California y la costa oeste, sí tengo entendido que hay bastante leche. Hay bastante leche. Que la leche sigue bien larga. Sí, así es. De hecho, uno, ayer coment– eh, estaba en plática con un-uno de nuestros proveedores y nos decían que tienen suficiente leche para las plantas de queso, en, por lo menos en California. Eh, y lo que comentabas, Diego, definitivamente esto se está viendo para el lado este y para el, el, de hecho, plantas en el centro del suroes– en el sureste. Sí, sí. El caso de la costa este ha estado muy ajustado de hace muchos años. Bueno, este año, eh, ese nivel, ese tightness, esa falta de leche, se ve aún más, eh, pronunciada. Em, bueno, con eso podemos entonces hacer como un, un cambio y empezar a hablar un poquito más de los, de los subproductos. Eh, Miguel, ¿quieres hablar un poquito de la parte de quesos antes de entrar en, en los polvos? Sí, sí. De hecho, ah, es, el– aunque el mercado doméstico sigue teniendo suficiente producto para la demanda que tenemos, el mercado de exportación es completamente otro tema. Eh, más que u– esta semana estamos viendo algo de movimiento en los mercados de Asia y, este, y Oceanía, con la, una demanda que se está incrementando. Miguel Aragón: Ojo, cuando eso es, esos mercados se llevan bastante producto. Habían estado algo dormidos, eh, las últimas Seis semanas, ocho semanas. Pero estamos viendo que ahora al parecer la están ya buscando producto otra vez. Eso tal vez nos va a poner algo de, de restricciones de producto para México, Centroamérica, Suramérica, porque al parecer lo pagan mejor, eh- Estados Unidos es el país más competitivo en este momento para lo que son quesos, ¿no? Sigue siendo el más competitivo. Así es, así es. Aunque hay algo de, de sobre todo mozzarella, de, de, de– hubo algo de producción en Europa, pero no, seguimos siendo los más competitivos, Diego Carvallo: sobre todo en los cheddar. Ya, ya, ya. Okey, interesante. ¿Y si están viendo, eh, en lo que va de año un aumento en todo lo que son exportaciones a esas regiones? Sí, todo, Miguel Aragón: sí, los, los mercados a los que hemos exportado siguen creciendo, sigue creciendo la demanda. Eh, aún no podemos ver, eh, cómo, se desparrama la demanda o cómo, cómo se– cuándo es más demanda y menos demanda, porque ha sig– ha seguido creciendo constantemente. ¿Y Diego Carvallo: cuál es, eh, tu outlook para el resto del año? ¿Estás– tú sientes que el mercado ha conseguido un soporte bastante claro y que la demanda puede mantener los precios actuales o, o sientes más bien que en algún momento podemos volver a caer? No, la, creo que Miguel Aragón: estamos en un, en un, tenemos un piso. Ya. Y aunque hemos creído que vamos a estar en un rango, al contrario, creemos que tal vez, eh, el mercado empiece a tratar de, de, de, de subir un poco, de apuntar para arriba- De romper esa resistencia. De romper esa resistencia hacia arriba. Pero, ah, todo depende cómo, cómo siga la demanda doméstica, porque eso es lo que nos va, nos va a marcar Diego Carvallo: la pauta. ¿Y el tema de la guerra en Irán está afectando en algo la demanda de los clientes de ustedes en el sureste asiático? Miguel Aragón: Definitivamente, definitivamente. De hecho, tuvimos algo de cargas nosotros que, que anduvieron dando vueltas. Hasta en la India teníamos cargas que, que iban a, a Arabia Saudita, eh, y nos, nos afecta a nosotros, pero está afectando a todos los productores también. Eh, y es un mercado por varias cosas. U-una, porque no podemos entrar, pero otra, la más importante, es porque las aseguradoras no nos están asegurando las cargas que van para ese mercado. Nadie las asegura y si no las aseguran El mercado claro no puede, no puede tomarlo, no puede tomar ese producto Es demasiado riesgo. Ya, Diego Carvallo: ya, ya. Miguel Aragón: Imagínate Yara Morales: el transporte, cómo se está incrementando también Diego Carvallo: con todo eso. Eso es lo siguiente, eso es lo siguiente. Es un tema que vamos a hablar también, que está afectando sobre todo a los productos más económicos, porque representan un porcentaje más alto del, del costo del producto. Sé que ahorita todo el mundo quiere hablar mucho de nonfat, así que si quieren pasamos un poquito a hablar ese tema- Nos dedicamos al nonfat. Que es el más complicado en este momento. Eh, mira, en pocas palabras, yo diría, en este momento estamos viendo un mercado que está de cierta manera desconectado entre lo que es lo, lo que estamos viendo en los fundamentos con lo que estamos viendo en la realidad del mercado físico. Los fundamentos, eh, apuntan y todos los reportes del USDA apuntan a que hay un crecimiento en la producción de nonfat, hay un crecimiento en la producción de SMP y hay inventarios relativamente sanos. Sin embargo, lo que estamos viendo en el mercado spot, en el mercado actual, es algo bastante distinto. Y puede ser por algunos factores como los de los recalls que tuvimos, eh, ¿cómo se dice un recall en español? La- Reclamos. Un reclamo de producción que tuvimos durante los últimos meses que ajustaron el mercado, pero la realidad es que el mercado spot, el mercado físico actualmente sigue estando sumamente ajustado. Hay muy poco producto, la mayoría de las plantas siguen completamente sobrevendidas. Eh, los traders y revendedores tienen muy poco inventario en mano. Y también vemos ese mismo patrón desde el punto de vista de los clientes. La mayoría de los clientes siguen todavía bastante cortos de producto y necesitan may-mayor, mayor volumen para saciar sus inventarios de seguridad y su producción. Entonces, eh, yo diría, en el corto plazo todavía vemos un mercado bastante bien sostenido, pero creemos que una vez pase el spring flush, después de estos dos próximos dos meses, deberíamos ver una mejor correlación entre lo que es el mercado físico o el CME Cash y el mercado de futuros. Y creemos que principalmente el CME Cash debería hacer gran parte de ese trabajo para llegar a un nivel más cercano a donde están los futuros. Es decir, creemos que debería haber cierta, eh, corrección y consolidación en un nivel posiblemente cercano a, a los cuatro mil quinientos, cuatro mil seiscientos, para de ahí poder buscar, eh, opciones de moverse para más arriba o mantenerse firme el resto del año. Sí somos, eh, creyentes de que el resto del año el polo va a seguir bastante ajustado, pero no creemos que nos podamos mantener en los precios que estamos actualmente, que son dos dólares treinta por libra, que es un precio en el que ya empezamos a ver que la demanda se frena un poco Okey. Em, todo lo que son MPC, eh, MPC setenta y MPC ochenta han seguido mucho ese patrón en el que el mercado está muy ajustado, no hay suficiente producto y hay mucha demanda que ha venido de sports nutrition, de otras aplicaciones a buscar, eh, sustitutos en el mercado del MPC. Em, Yarita, cuéntanos un poquito cómo has visto tú la demanda, cómo has visto a tus clientes en México, eh, ¿cuál es la expectativa de mercado desde el punto de vista del cliente mexicano? Yara Morales: Bueno, la, la verdad es que con toda la escasez que hubo en los primeros meses y que no podíamos surtirles la leche, porque todos los proveedores nos agarraron sin inventario y a México lo agarraron sin inventario. Afortunadamente, ya a partir de marzo, abril, ya empezaron a recibir producto. Entonces, ahorita los clientes en México tengo entendido que ya tienen un poquito más de inventario. Aparte, pues están cerrando contratos, eh, se está comprando SMP de, de Europa, los que tienen cupo y el producto va a empezar a llegar ya en mayo y son precios más competitivos. Los precios tan altos, los, eh, clientes finales, pues obviamente tienen una resistencia ya a pagar estos precios tan altos y empezaron a utilizar la leche fresca, que había bastante, ¿verdad? Este, podían encontrar hasta de cuatro pesos por litro. Ahorita ya no hay, se está escaseando. Todo el norte de México, ya la leche fresca está escaseando demasiado. Ahorita hay un poco más en el centro, que es donde también hay bastante producción de leche fresca, pero va a llegar el momento, como ya a finales de junio, julio, que empieza a escasear la leche fresca. Entonces, definitivamente va a haber una necesidad de leche descremada. Aparte de las formulaciones, pues ya las tienen con la leche descremada. Y la verdad es que todavía sigue habiendo, este, demanda. Ya no igual como en un principio que estaba todo mundo desesperado tratando de conseguir y recibir algo, pero de cualquier manera sigue la demanda, sigue todavía los clientes tratando de conseguir producto. Diego Carvallo: Y es difícil que no vengan a comprar a Estados Unidos. Por eso, por eso yo soy de la creencia que el mercado se va a mantener bastante firme por el resto del año, porque las importaciones de Europa sabemos que va a ser un volumen limitado, menos de diez mil toneladas, posiblemente para todo el año. Eh, si hay poca leche bronca en México, no van a tener otra opción que o, o consumir menos o, o venir a comprar a Estados Unidos, en pocas palabras. Entonces, eh, sí, yo creo que eso debería dar soporte. Debería marcar al menos un piso en los precios de, del nonfat. Quería Miguel Aragón: a-adherir un poco una reseña. En el– ahora que estuvimos en Chicago atendiendo el ADPI, estuvimos juntas con algunos, ah, productores de, de, de comida aquí en Estados Unidos y nos comentaban algo que tal, tal vez quisiera ver ustedes qué opinan. Eh, muchos Yo era de la creencia que nada más en México compraban al día, por decirlo así, y, y no había contratos largos. Resulta que en Estados Unidos era la misma situación y con varias de las empresas que nos juntamos nos dijeron: es que ahora estamos tratando de decidir si contratamos toda la segunda mitad del año, eh, a estos precios o nos esperamos. Es la gran cuestión ahí con las empresas que estuvimos platicando dentro de Estados Unidos. Y eso era nonfat Diego Carvallo: también o queso también. Nonfat. Ajá. Principalmente. Nosotros hemos visto exactamente ese mismo patrón. Los clientes en Estados Unidos tenían inventario al día, tenían una carga de, que tenían que utilizar esta semana y a la semana siguiente les llegaba otra carga y no tenían inventario. Ahora la tendencia es comenzar a construir inventario de seguridad, proteger para al menos dos o tres meses para protegerse de que una carga esté demorada o que no haya producto. Así es, exactamente. Miguel Aragón: Creo que Diego Carvallo: es una reseña muy Miguel Aragón: interesante Diego Carvallo: que, no la había Miguel Aragón: visto yo Diego Carvallo: y se ve ahora. Y eso resulta en demanda adicional, porque eso a la final, cuando todos los clientes de Estados Unidos, muchos, tratan de crear inventario de seguridad a la misma vez, cuando el mercado está muy ajustado, crea un crecimiento en la demanda que no es artif– no es orgánico, pero sí crea una subida en la Miguel Aragón: demanda. Así es. Y creo que alarga esta, esta cuestión que estamos viendo ahora. Está ajustado. Sí, Yara Morales: y lo hemos estado viendo con los clientes de México, los queseros, los que tienen plantas de queso, que han querido cuando menos tener la seguridad de que van a tener el producto, por eso pagan los precios. Entonces, han estado comprando con precios hasta meses adelantados. Y es, y era algo que no se veía. ¿Por qué? Pues porque estamos tan cerca que pueden llevarse el producto, pues en una semana o dos semanas y ya tienen la leche. Pero ahorita con esta escasez, pues la verdad que prefieren cerrar contratos largos, aunque sean meses más adelantados. Diego Carvallo: Correcto, correcto. Un punto también importante mencionar es el costo, cómo está afectando el mercado los altos costos de combustible y de flete, sobre todo para productos económicos. Hace poco estuvimos cotizando algunas cargas de permeato a México y a diferentes partes de Asia, y el costo del flete ha subido muchísimo. Eh, es algo que también está afectando a muchos clientes y viene dado a raíz del conflicto en Asia. Eh, ¿cómo está afectando eso a, a su, a la demanda de queso? Miguel Aragón: Definitivamente nos está afectando porque en, en, como saben, manejamos, eh, tres líneas de queso nosotros. Manejamos el queso de primera, eh, que tal vez es el que no, no refleja tanto, eh, el, el incremento en flete, pero lo refleja, pero lo puede absorber un poco más. Pero en el producto, ah, grado B que decimos nosotros, que se supone que era un poco más barato, eh, sí le afecta porque es un producto más barato. Y ahora el producto, eh, que manejamos para reproceso, que es el producto barato, es el producto para extender la proteína en el queso, eh, para hacer más queso, sobre todo queso análogo, ahí sí se sintió fuerte el i-el impacto del flete, porque a veces son– o sea, ha subido cuatro o cinco centavos por libra de diferentes lugares. Depende de, depende de la geografía de Estados Unidos, de donde estemos mandando el queso y es donde más nos ha afectado. Totalmente. En el Diego Carvallo: producto más barato. Igual que- Y, y no solo es en fletes marítimos, sino en fletes terrestres. La parte del transporte en camión en Estados Unidos ha subido mucho. Nosotros solíamos pagar cuatro o cinco centavos para mover una carga de California a El Paso. Hoy en día ese precio está cercano a los seis, o sea, ha subido un cerca de un 20 % En, en la– cuando movemos Miguel Aragón: produ– movemos queso de, de, de Washington a, a El Paso, estábamos pagando trece centavos la libra. Hoy día diecisiete centavos, a veces dieciocho centavos. Y de-dependiendo también si, si se empieza a mover algo como de, digamos, de, del sur, de, de, del suroeste, cuando empieza a moverse mucho melón o cosas así, o cuando viene la temporada de árboles de Navidad, depende de la temporada, esto va, va a incrementarse aún más. Sí. Yara Morales: Igual que el refrigerado. El refrigerado se estaban pagando doce centavos y ahorita ya están cerca de dieciocho centavos. Entonces sí ha Miguel Aragón: subido bastante. Sí, sí, sí, nos está afectando en el queso, en la, en el movimiento del queso y en el movimiento de la mantequilla, definitivamente. Yara Morales: También. El Diego Carvallo: último tema que nos ha preguntado mucho la gente. Cuéntenos un poquito sobre el tratado de libre comercio y qué expectativas hay ahora que se vuelve a negociar entre Estados Unidos y México Bueno, Yara, tú ya has escuchado porque- La verdad, Yara Morales: hay mucha incertidumbre, hay muchas preguntas. Eh, ahora en junio que viene la revisión, pues, mmm, son varios, varios factores, ¿no? Se viene el, la revisión del Tratado de Libre Comercio y se viene el Mundial de fútbol en los tres países. Entonces todo el mundo anda como que muy alterado con todo eso, porque no saben, no sabemos qué es lo que vaya a pasar, no sabemos cómo se vaya a, a mover ese Tratado de Libre Comercio, si se va a renegociar, qué porcentajes pudieran darse o si vamos a quedar en cero, que es lo que todo mundo pretende, porque pues es la economía de México. La economía de México realmente necesita ese Tratado de Libre Comercio. Y, este, y yo creo que todos, porque para todos es un beneficio, ¿no? Inclusive para Estados Unidos. Entonces hay mucha incertidumbre, ¿no? La verdad, mmm, yo pregunto y ando investigando y todos mis clientes pues no saben qué es lo que vaya a pasar. Miguel Aragón: Así es. Y nos está… esta incertidumbre nos afecta día a día, eh, sobre todo con México por la cuestión del tipo de cambio, porque sale un encabezado y se dispara el dólar, eh, sale otro encabezado y se fortalece el peso. Es cuestión de todos los días, todos los días, este, y las, la cuestión política nos, nos, sí nos está afectando bastante. No, Diego Carvallo: no hay certidumbre. Miguel Aragón: Claro. Eh, pero una cosa superimportante que, que, que creo que está, eh, afectando algo lo del tratado y muchas otras cosas es que se nos vienen las elecciones primarias en, en, aquí en noviembre- Estados Unidos. Estados Unidos. Y a eso tú sabes que- Es muy importante. Es muy importante, porque hay que mover el, el, el, el, el, el, lo que piensa el público. Claro, hay que ganar los votos. Y hay que ganar los votos y aquí vamos a ver si se va a hacer cosas para, para tratar de tener algún efecto sobre eso. Y muchas veces no tiene nada que ver con México, Diego Carvallo: obviamente, también las de Irán, pero el mercado, básicamente, yo creo que va a mantener mucha volatilidad, va, va a haber mucha incertidumbre y, eh, las, las monedas van a tener, obviamente, como resultado una variación bastante violenta. Los bancos nos afectan. Exactamente. Yara Morales: Sí. ¿ Diego Carvallo: Qué otro punto importante? Definitivo, Yara Morales: definitivo. Ay, pues yo creo que todo esto es bien interesante. Vamos a ver qué sucede. Este, no sé qué otra cosa podemos Diego Carvallo: manejar. Voy a estar, yo voy a estar en Antad la próxima semana. Eh, lastimosamente, esta vez no me van a poder acompañar Yara y Miguel Pero yo voy a estar en Antalas, así que con mucho gusto, eh, me, me encantaría conocer y encontrarme con algunos de nuestros clientes estando allá. Así que no duden en, en contactarnos. Así es, así es. Desafortunadamente, Miguel Aragón: yo Diego Carvallo: no Miguel Aragón: voy. Sí. Ah, pero yo voy a estar en, en, en Alimentec, en Bogotá, creo que es. Entonces, si alguien nos está viendo en Colombia o que vaya a estar en Alimentec, por ahí estamos. Excelente, excelente. Que Yara Morales: por cierto también va a haber elecciones en Colombia. Miguel Aragón: También. Así es. Sí, Yara Morales: también va a haber elecciones en Colombia. Hay que ver cómo, cómo se- Más volatilidad. Se ve todo. Más volatilidad todavía. Más Diego Carvallo: gasolina al fuego, sí. Bueno, mil gracias a todos. Gracias, Miguel y Yara. Gracias. Gracias, gusto en Yara Morales: saludarlos a todos. Bye
O Festival de cinema de Cannes decorre até dia 23 no sul de França. Em competição nas curtas metragens da selecção oficial está o filme português "Algumas coisas que acontecem ao lado de um rio". Uma obra de Daniel Soares, realizador que já tinha sido distinguido em 2024 com uma menção especial para a outra curta com "Mau por um momento". Desta feita Daniel Soares põe em cena um corpo que flutua no rio, perante a impassividade das pessoas, distraídas com os seus afazeres. O cineasta começa por se declarar supreso com o facto de ter sido seleccionado uma segunda vez para a mais prestigiosa das mostras deste certame. Para já, ficámos muito surpreendidos. Matematicamente falando, é muito complicado ter um filme seleccionado. Há dois anos acho que eram 4 700 filmes ou o quê que foram submetidos ! E os escolhidos este ano acho que são 3000 e tal e 10 escolhidos ! Então ou seja matematicamente é muito complicado e consegui-lo uma segunda vez é muito difícil. Então não estava com muita expectativa em relação a isso, voltar a ser seleccionado. Portanto, se calhar desta vez foi... A primeira vez é claro que é muito especial, mas da segunda vez já é "Espera aí ser selecionado uma vez, dá-te aquela sensação de "ok, consegui enganá-los, enganaram-se, sei lá !" E a segunda vez... pronto, se calhar há aqui qualquer coisa em que eu posso confiar mais na minha intuição quando escrevo especialmente. Porém, se teve essa sensação de ter enganado alguém, acabou por sair de lá com uma distinção. Eles acabaram por lhe enviar uma mensagem, algo contrária de alguma fé, pelo menos no seu cinema. Então, mas agora que está seleccionado uma segunda vez, já teve a curiosidade de ver com quem é que vai estar a competir aqui nesta seleção das curtas metragens da competição oficial? Sim, desta vez. Pessoalmente, eu não conheço ninguém. Da última vez eu conhecia. Tinha um amigo que tinha sido seleccionado, desta vez pessoalmente, não conheço ninguém, mas já vi o filme do realizador do Vietname, uma longa metragem de que eu gostei muito na altura. Lembro-me de ver e vai estar com uma curta. "O sonho é um caracol", não é? Exacto. "Le rêve est un escargot", na tradução francesa do título original vietnamita. Ao fim e ao cabo Cannes, agora já conhece. Já podemos fazer um rescaldo. Como foi para si? Gostou de lá ter ido? Está entusiasmado por voltar? O que é que pretende fazer nesta edição? Sim, estou entusiasmado. Gostei muito da primeira experiência. Se calhar agora, se puder, gostaria de ver mais filmes do que da última vez. Da última vez não consegui ver muitos filmes, mas isso talvez será assim uma coisa que eu tentarei fazer. É assim, há muitas reuniões também, não é que, que acontecem? Pois claro. Há todo um espectáculo que se calhar não é muito a minha cena, mas ao mesmo tempo é importante para dar visibilidade ao filme e aos próximos filmes e construir dessa forma, sei lá, um percurso que me permita continuar a fazer filmes, o que é sempre difícil. Por tudo isso. Pois é, isso é um lugar onde durante duas semanas o pessoal se encontra e celebra o cinema como em nenhum outro lugar, acaba por ser muito especial. Vamos falar do seu filme "Algumas coisas que acontecem ao lado de um rio". Se calhar, antes de entrarmos na história, no argumento, falemos um pouco do elenco. Você foi buscar, por exemplo, valores consagrados do cinema português. Penso em Teresa Madruga, que já colaborou com pessoas como Manoel de Oliveira, Miguel Gomes, que são consagrados em Cannes. E depois há valores menos conhecidos. Por exemplo, os dois rapazes que dão corpo ao grupo de imigrantes e de estafetas que vão tomar banho no rio. Como é que foi pegar neste leque heterogéneo de pessoas para filmar esta obra? Isto é um filme de elenco. E a ideia foi sempre essa. Foi misturar actores incríveis, como a Teresa, como o João Vicente e misturá-los com pessoas menos conhecidas. Para mim, estes dois estafetas não faria qualquer sentido que fossem actores profissionais, caras conhecidas, não é? Acho que isso muitas vezes te tira de um filme, de uma experiência ou te lembra que estás a ver um filme. Então a ideia foi essa, foi misturar e encontrar as pessoas que fossem as mais indicadas para aqueles papéis. E às vezes são, como no caso da Teresa, actrizes com uma grande história e outras vezes são pessoas que nunca estiveram à frente de uma câmara. E eu gosto desse... É o caso do Dilip, é o caso do Amarjeet ? É o caso deles. Como é que os conheceu? Como é que chegou até eles? Fizemos um casting de rua. Encontrámo-los em grupos de estafetas, onde eles se encontram muitas vezes em Lisboa há vários pontos onde eles se encontram, se juntam e aí foi sobretudo a Romina e o Tomás que lideraram esse processo. E foi assim que fomos encontrando essas várias pessoas. Alguns deles estavam interessados em fazer parte de um filme, outras nem tanto. Então, aí já houve assim uma primeira filtragem e depois foram chamados. Fizemos casting. Eu acho que com os dois escolhidos, O Dilip e o Armajeet fizemos três vezes casting para ter a certeza. E eu acho que eles saíram super bem. Tinha algum receio, sim, mas. Mas não correu tudo muito bem. Já nos filmes anteriores você tinha filmes que podiam passar ou pelo menos ser interpretados como um retrato de alguma denúncia, de algum cinismo da nossa sociedade. Fosse, por exemplo, em relação à especulação imobiliária em torno da capital portuguesa. Aqui, nomeadamente, as pessoas estão demasiado preocupadas e não vêem sequer um cadáver que, de facto, está a flutuar no rio. É um pouco isso ? Você pretendia, de facto, pôr o dedo na ferida, não é? Em relação à forma como a nossa sociedade vive, como está estruturada ? É assim, eu não acho que é cinismo. Eu acho que é, pelo contrário, se calhar. Ou seja, se calhar a ideia inicial tenha algo irónico, não é, isso sim. Agora o cinismo, acho que não. Porque se fosse cinismo, se calhar não faria um filme. Eu acho que é mais um olhar humano, só que pronto... Os personagens no filme estão assim, todos em piloto automático. Todos nas suas bolhas, sem com os seus problemas do dia a dia, sem conseguirem ver o corpo. Só que para mim era super importante de mostrar todas as classes sociais, mostrar todas as idades. Não acho que seja cinismo, porque eu acabei de encontrar um pouco de mim em todos esses personagens. Ou seja, não é de cima para baixo. Pelo contrário, eu estou aí também. Ou seja, eu também sofro desses problemas contemporâneos. A dependência em relação aos ecrãs, às redes sociais, por exemplo. Por exemplo. Sim, sobretudo isso. Mas não só. Muitas vezes, esta questão de não conseguir estar presente no momento e muitas vezes. Ou seja, de estar com as minhas filhas e estar preocupado com outras coisas e não conseguir estar ali, não é? Ou seja, fisicamente sim, mas com a cabeça sempre a pensar no futuro, já ou no passado. Também esta ideia da fragmentação de como consumimos filmes ou conteúdos, tudo cada vez mais rápido, o YouTube, Instagram, TikTok, tudo cada vez mais acelerado. E como muitas vezes os telefones já são donos de nós, do nosso foco, da nossa atenção. Esta era do "Short attention span" [Atenção de curta duração], esta coisa que é muito violenta, que aos poucos nos foi conquistando e que agora chegamos a um ponto que é para aí onde é que vamos a partir daqui, não é? Então não é um cinismo, porque existe uma esperança para mim neste filme. A esperança são as crianças ? E do amor pela vida. Não é que as crianças seja isso. É uma leitura do filme, que é esta coisa das crianças serem a solução ou, para um futuro melhor. Eles vão fazer melhor do que nós. Não sei o quê. Só que muitas vezes esquecemos que as gerações anteriores fizeram isso connosco, não é? Então, nós somos a geração do futuro, da esperança, da geração anterior. Então, acho que é muito fácil falar isso, achar que a próxima geração. Mas como ? Se nos vêem a viver desta forma, como é que eles vão de repente dar uma volta de 180 graus ? Eu acho que é mais na nossa geração ainda. Nós é que temos que encontrar uma forma de lidar com isso, de viver de uma forma diferente. Talvez seja quase uma ideia utópica, ou seja. Mas talvez não também, porque também não é assim tão utópico, não é? De tentar sair desse mundo digital e viver no mundo real. E finalmente, que cinéfilo é o Daniel Soares? Mais que não seja em relação à sua trajectória que passa por Portugal, mas também, e em larga escala, pela Alemanha. Que tipo de filmes é que retém a sua atenção e que foram construindo o responsável de cinema que hoje é e que deve ter sido? Um cinéfilo de longa data, presumo ? Por acaso, não por acaso, nunca cresci muito com cinema. Nunca tive ninguém que me mostrou filmes. Comecei a ver cinema, sei lá, uns sete ou oito anos atrás. Na verdade, até porque os filmes que eu via quando era criança não me revia neles. Sempre achei muito ter esta noção de estar a ver um filme e pronto. Mas sei lá, os primeiros filmes que eu comecei a ver que na verdade não têm muito a ver com os meus filmes que eu faço hoje em dia, mas foram os filmes do Kiarostami, que era o cinema que se calhar se aproxima um pouco mais... Abbas Kiarostami do Irão. Sim, mas por exemplo, o Michelangelo Franmartino. Eu lembro-me de ver o "Quatro volte" e achar que, sei lá. Primeiro ficaste super inspirado e ao mesmo tempo sentir que isto seria um tipo de filme que eu conseguisse fazer, mesmo sendo super complicado, obviamente. Eu lembro também Lisandro Alonso, primeiros filmes. Lembro me também do "Toni Erdmann", da Maren Ade. E aí já se aproxima, de certa forma, daquilo que eu faço, no sentido de já ser mais contemporâneo. Ter já esta comédia negra, se quiser falar assim, dessa forma. Ou seja, aí já se vai aproximando, se calhar, daquilo que eu tentaria fazer. Ou os filmes do [Michael] Haneke. Aí sim, também já. Se calhar já entra um bocado essa parte. Mais como estava a dizer, cínica, não é? Mas eu acho que apesar de tudo mesmo o Haneke, o que faz aquele tipo de filmes porque deve, imagino amar a vida, não é? Ou seja, para quê se não fazer um filme desses? Chegou ao cinema tarde, mas tem dado nas vistas. E agora o facto de já ter sido distinguido em cana e de voltar a Cannes. A ideia para si agora seria de facto perseverar, Manter-se neste meio. Viver deste cinema que faz? Sim, esse é o objectivo. Estou agora a preparar uma longa que vamos filmar no próximo Verão. Não este ano. O ano que vem. E é isso. Sim, idealmente continuar a fazer filmes. Será em Portugal a rodagem ? Sim, será em Portugal
Hallo, hallo! Bienvenidos a un nuevo episodio de mi podcast Aprende alemán escuchando! Ich heiße Iris Pierburg. Este es el episodio número 118 de mi podcast, y hoy me gustaría enseñarte cómo se conjugan los verbos modales en Präteritum, que es un tiempo verbal del pasado, y en concreto se asemeja en el español al pretérito perfecto, al pretérito indefinido y al pretérito imperfecto. Bueno, quería empezar explicándote un pequeño detalle sobre estos verbos en el pasado y es que los alemanes utilizamos, en el habla cotidiana, más los verbos modales en Präteritum que en el Perfekt. ¿Y eso por qué, te preguntarás? Porque son más fáciles y más rápidos de utilizar que en el Perfekt. Fíjate que es una cosa rara, porque, normalmente, el Präteritum de los demás verbos, a no ser que sea el verbo “sein” y “haben” y unos pocos más, no se usan casi nunca en el Präteritum al hablar. O sea que, visto lo visto, es muy importante que uses los verbos modales en Präteritum.Comencemos con la explicación de los verbos modales en präteritum:Como sabes, hay seis verbos modales, pero en el präteritum solo usarás cinco: können, müssen, dürfen, wollen, sollen. Te falta uno, ¿verdad? Exacto, el verbo möchten. Y, ¿por qué no se usa el verbo möchten en el Präteritum? Porque möchten no tiene forma en el pasado, y en su lugar se usa el verbo wollen, que también significa querer.Vamos con la explicación de cómo se forma la conjugación de los verbos modales, con tres puntos que tienes que tener en cuenta: Primero.- Ningún verbo modal al conjugarse en el Präteritum, tiene una diéresis, es decir, los dos puntos. Esto es muy muy importante que lo tengas en cuenta, ya que te adelanto que, si un modal, menos sollen y wollen, que no llevan diéresis, si un modal en el präteritum y que lleve una diéresis, se transformará directamente en un condicional, es decir, en un Konjunktiv II. En este caso tienes que cuidar la pronunciación. Por ejemplo: ich konnte, ich könnteSegundo.- Tienen un distintivo que se refleja en cada uno de los verbos conjugados y es una -te- que se le añade a la raíz del verbo. Tercero.- La tercera persona del singular no tiene la terminación -t, quedando igual que la primera persona del singular, con una -e final. Cuarto.- Todas las demás personas, llevan su desinencia normal como en el presente.Todo esto lo veremos ahora en la conjugación de los verbos.Empezamos con el verbo können. Le quitamos la diéresis, con lo que queda “konnen”. Después le quitamos la -en de la raíz, quedando “konn-” y a esta raíz le añadimos la -te- que comentamos, queda “konnte” Seguidamente se le añaden las desinencia de cada una de las personas, menos en la tercera persona del singular que no tiene, como te dije antes. Pues comencemos la conjugación de los verbos modales con el verbo können: ich konnte, du konntest, er/sie/es konnte, wir konnten, ihr konntet, sie/Sie konnten. Seguimos con müssen:ich musste, du musstest, er/sie/es musste, wir mussten, ihr musstet, sie/Sie mussten. Ahora el verbo dürfen:Ich durfte, du durftest, er/sie/es durfte, wir durften, ihr durftet, sie/Sie durften. Bien, nos toca el verbo sollen. Ich sollte, du solltest, er/sie/es sollte, wir sollten, ihr solltet, sie/Sie sollten. El verbo wollen. Ich wollte, du wolltest, er/sie/es wollte, wir wollten, ihr wolltet, sie/Sie wollten.Pero la oración, ¿tendrá la misma estructura que en el presente? Sí.Y para que veas que es igual, vamos a incluir ahora estos verbos en unas frases:Ich musste heute arbeiten. En español sería, ¿lo sabes? Yo tuve o tenía que trabajar hoy. Wir konnten nicht kommen. No pudimos venir. Er wollte schlafen. ¿Cómo sería ésta en español? El quería dormir. verbo wollen no lleva la -t final, por ser la tercera persona del singular. Sie durfte bleiben. Ella pudo quedarse o ella tenía permiso para quedarse. Du solltest lernen. Tú debiste estudiar.Bis bald, tschüss#präteritum #alemán #aprenderaleman
Vale, vamos a desgranar esto. Hoy nos enfrentamos a lo que, bueno, probablemente sea la carga psicológica más silenciosa y pesada de nuestra eram hablo de la trampa de la comparación moderna. Hoy en día, esa sensación persistente de no ser suficiente, eh, de ir siempre un paso por detrás del resto del mundo parece casi universal. Totalmente. Da la impresión de que sin importar el esfuerzo o los logros que uno vaya acumulando, la línea de meta siempre se aleja un poco más. se desplaza constantemente. Sí, exacto. Así que para entender exactamente de dónde viene esta frustración estructural y lo más importante, cómo escapar de ella, hoy vamos a realizar un análisis a fondo de un material que la verdad yo considero realmente revelador y lo es sin duda. Se trata de un extracto clave del influyente libro 12 reglas para vivir del psicólogo Jordan B. Peterson. En concreto, nos vamos a sumergir de lleno en la regla número cuatro, la de compararse con quién uno era. Esa misma la premisa dice literalmente, compárate con quién eras ayer, no con quién otro es hoy. Y la misión de este inmersión de hoy es desarticular el mecanismo. Claro. La misión de este análisis a fondo es desarticular desde la raíz toda esa mecánica psicológica y neurológica que empuja a la mente de forma casi inevitable hacia la envidia y la insatisfacción. Eso es. Queremos explorar cómo la propia percepción visual miente constantemente, literalmente como el cerebro censura al mundo que nos rodea y a partir de ahí trazar un plan de escape utilizando lo que el texto llama el interés compuesto del progreso personal. Es un texto fascinante porque entrelaza, a ver, entrelaza la biología evolutiva con la psicología clínica, pero al final ofrece herramientas increíblemente pragmáticas para reorganizar el día a día. Muy pragmáticas, sí. Nada de conceptos abstractos, inalcanzables. Ya. Y para que quede claro desde el principio que este no es el típico análisis predecible y aburrido. Vamos a adelantar que la clave maestra para entender toda esta frustración diaria incluye a un gorila invisible. Un gorila, sí. Y a un mimo cantando la canción Endless Love con un par de manoplas de horno puestas. Suena a locura absoluta. Madre mía, suena a delirio total. Pero prometo a quien nos esté escuchando que es una conexión que tiene todo el sentido del mundo cuando se examina de cerca. Lo tiene, lo tiene. Para empender el síndrome del héroe local. Las fuentes explican que la psiqui humana no evolucionó para el mundo en el que vivimos hoy. Claro, el desfase evolutivo. Eso es. Antiguamente, cuando la inmensa mayoría de la población vivía en entornos rurales, en tribus o en pueblos pequeños, destacar en algo era una meta estadísticamente razonable. Había un rey del baile local, una genio de las matemáticas en la escuela de la comarca o el mecánico estrella del pueblo al que todos respetaban. Estas personas eran los héroes locales y sus cerebros recibían una recompensa biológica constante por ello. Y esa recompensa biológica es fundamental para entender el problema real de hoy. No estamos hablando de una simple palmadita en la espalda a nivel social. No, no estamos hablando de neuroquímica pura, específicamente de la serotonina. El cerebro humano poseae en su base una especie de digamos calculadora ancestral, una calculadora de estatus, ¿verdad? Exacto. Es un sistema de control maestro muy antiguo a nivel evolutivo que evalúa de forma ininterrumpida nuestra posición en la jerarquía social local. Ya cuando esta calculadora percibe que el entorno valora a un individuo que es competente y respetado en su comunidad, pues libera serotonina. Este neurotransmisor es el que hace que uno se sienta seguro, permite caminar erguido, reduce la ansiedad y aporta una sensación de calma existencial. Y el sistema funcionaba a la perfección porque el grupo de control era pequeño. Claro, de unas 100 o 200 personas como máximo. Pero a ver, siendo justos, y yo creo que esto es algo que mucha gente se preguntará, ¿no? Es esa presión evolutiva por competir y destacar algo útil. Es decir, si el ser humano no se comparara con los mejores de su entorno y no sintiera esa punzada de envidia o ambición, quizá la especie seguiría viviendo en las cavernas. Fíjate que esa es una distinción crucial. La competencia es el motor del progreso. Sin duda alguna. El texto no ataca la competencia en sí. El problema no es la brújula, ¿vale? El problema es que hemos introducido esa brújula en un campo magnético artificial enorme que la ha vuelto completamente loca. Y ahí es donde el contraste moderno resulta devastador. El mundo hiperconectado, eso es la migración masiva a las grandes urbes y sobre todo la omnipresencia de internet han erradicado esa paz local. Las jerarquías sociales en las que el cerebro intenta competir ya no son pirámides de tamaño humano, son inabarcables. Ahora son como un rayo láser hiperconectado que abarca el planeta entero. Pensemos en alguien joven que tiene un talento excepcional tocando la guitarra. Un genio de uno entre un millón. Exactamente. Históricamente este chaval habría sido la leyenda absoluta de su región. Hoy, al abrir una red social, descubre en 3 segundos que es solo uno más entre 50 prodigios idénticos o incluso superiores. Es brutal. La escala de la competencia ha mutado de una forma que esa calculadora de serotonina simplemente no puede procesar y por defecto ante esa inmensidad el cerebro nos sitúa en el fondo de la jerarquía global. Claro, el estanque se ha vuelto tan inmenso que todos nos sentimos como Plankoncton. Tal cual como Plankton. Y el texto señala que esta hiperconexión con es básicamente la gasolina perfecta para una voz crítica destructiva que todos albergamos. Ese crítico interno se alimenta de esta exposición global y vaya si se alimenta. Nos convence de que la vida es un juego de suma cero. Si alguien en el otro extremo del mundo tiene éxito, nosotros somos unos fracasados. Nos susurra que la mediocridad absoluta es nuestro estado natural. Sí, anula cualquier victoria. Porque como ahora mismo es posible encontrar en internet a alguien más rico, más atractivo, más en forma o más inteligente, De forma instantánea, cualquier logro personal que requerió meses de sudor parece repentinamente minúsculo. Es una dinámica verdaderamente demoledora. Lo fascinante aquí es como la psicología social reciente intentó lidiar con este colapso de la autoestima y cómo el autor del texto destroza esa supuesta solución. Ah, sí, la parte de las ilusiones. Eso es. Durante décadas, muchos expertos recomendaron la creación de lo que llamaban ilusiones positivas. La primisa era que, como la realidad objetiva de no ser el mejor del mundo, nada. Era demasiado dolorosa. La gente debía proteger su ego cultivando una autoimagen artificialmente inflada. Vamos a autoengañarse. Básicamente aconsejaban refugiarse bajo el paraguas de una mentira reconfortante para no colapsar psicológicamente. El análisis que estamos abordando rechaza esta idea de forma categórica y con razón. Argumenta que es una filosofía profundamente pesimista y cínica, ya que asume que la realidad es tan intrínicamente insoportable que la única forma de habitarles mediante la ficción. Claro, es que vivir en una ficción para soportar el peso del mundo no genera ninguna resiliencia, genera una fragilidad extrema ante cualquier fracaso real. Es equivalente a intentar curar una fractura de hueso tomando analgésicos y fingiendo que el hueso no está roto. Absolutamente. Ahora bien, si ese juego de la comparación, tal y como está montado hoy en día, es una trampa mortal y siempre se termina perdiendo, la gran pregunta que surge es bastante lógica. ¿Porque seguimos jugando? Exacto. ¿Por qué la mente humana se empeña en seguir jugando. ¿Por qué seguimos intentando medirnos con ese rayo láser global? Aquí es donde el texto introduce un cambio de paradigma total. Y es que simplemente estamos midiendo mal la estructura misma de la realidad. Caemos en la ilusión del tablero único. Eso es efectivamente ese crítico interno del que hablabas prospera gracias a la ilusión del juego único. Consigue convencernos de que la existencia es una sola competición unidimensional y lineal, donde el éxito se mide bajo un solo criterio. mente el poder adquisitivo, la fama o el estatus en redes sociales. Pero la realidad empírica es que la vida es una enorme multiplicidad de facetas. Hay infinidad de juegos disponibles en los que participar. Incontables. Existe el juego de ser una figura legal implacable, el juego de ser un artesano que restaura muebles antiguos o el juego de ser alguien volcado en la enseñanza. La gran ventaja evolutiva de esta multiplicidad es que si alguien fracasa estrepitosamente en una disciplina o descubre que esa dinámica le resulta tóxica, siempre conserva la libertad absoluta de cambiar de tablero y probar en otro ecosistema diferente. O mejor aún, como plantea la fuente, si uno no encuentra un juego en el que encaje, tiene la capacidad realmente nuevo. Y ahí es donde entra tu ejemplo favorito. Totalmente. Aquí es donde entra el ejemplo más surrealista de todo el material. Relata la anécdota de un concurso de talentos local donde apareció un participante haciendo de mimo. Pero no un mimo cualquiera. No, no, no era la típica Imitación aburrida en una plaza. Era un mimo meticulosamente caracterizado al estilo del legendario Marcel Marshow. El individuo sube al escenario, se sella la boca con cinta adhesiva plateada y con una seriedad pasmosa se enfunda dos gruesas manoplas de horno en las manos. Es una imagen tremenda. Acto seguido, utiliza esas manoplas de cocina a modo de marionetas para interpretar un dúo increíblemente dramático y sincronizado de la famosa balada Endless Love. Es visualmente absurdo, completamente absurdo. Pero encierra una lección vital. Cuando la originalidad es radicalmente individual y peculiar, el ser humano se sale del sistema de clasificación habitual. Es imposible comparar a ese individuo porque nadie más en el planeta Tierra estaba compitiendo en la categoría de mimos dramáticos cantando baladas con accesorios de cocina. Es una anécdota cómica, pero el trasfondo analítico es verdaderamente brillante. Demuestra que la hiperespecialización y la individualidad son antílotos directos contra la homogeneización del estatus global. Claro, te sales de la Exacto. Para aterrizar esto en la vida de una persona que nos pueda estar escuchando mientras va a la oficina o mientras hace la compra, el texto propone sustituir la visión de la vida como una carrera de 100 m lisos por la de un decatlón completo. Un Decathlon, esa es una alagogía estupenda. Una evaluación holística y madura de la existencia implica equilibrar múltiples frentes: el desarrollo profesional, la estabilidad familiar, la lealtad a las amistades, el compromiso con las aficiones, la salud mental y física. Son muchas pistas de atletismo a la vez. En un Decathlon, lo estadísticamente normal es ser sobresaliente en el lanzamiento de jabalina, mediocre en el salto de longitud y bastante torpe en la carrera de vallas. Nadie es perfecto en todas y cada una de las disciplinas. Y el problema fundamental es que el crítico interno hace trampa en esta competición. Lo que hace es aislar una sola de esas disciplinas del Decathlon, digamos, el éxito financiero. Luego escoge al mejor atleta del mundo en esa disciplina hiperespecífica y nos golpea en la cara con la comparación directa. y omite todo el contexto. Esa estrella inalcanzable a la que el crítico interno obliga a admirar podría estar liderando una empresa multimillonaria. Sí, pero al mismo tiempo podría estar atravesando un divorcio sumamente destructivo o sufriendo un aislamiento crónico o lidiando con adicciones severas. Es el clásico error de comparar los propios bastidores que están llenos de cables sueltos, improvisaciones y tomas falsas con la película final de la vida de los demás. Una película perfectamente evitada, iluminada y con banda sonor épica. Y aquí es donde la cosa se pone realmente interesante, fíjate, porque el autor da un salto vertiginoso desde la filosofía y la psicología social y nos sumerge de lleno en la neurofisiología de la visión. Esto es fascinante. Básicamente nos explica cómo nuestros propios ojos participan de forma activa en esta trampa de la comparación. Y para ilustrarlo, recupera el legendario experimento del gorila invisible, el de Daniel Simmons, el mismo, diseñado por el psicólogo cognitivo Daniel Simons. Para quien no lo conozca, el experimento consiste en un vídeo donde aparecen seis personas en una sala pequeña. Tres de ellas llevan camisetas blancas impolutas y las otras tres llevan camisetas negras. Y se están moviendo. Sí, se mueven de forma caótica en círculo pasándose un par de balones de baloncesto. La instrucción que se da a los espectadores antes de darle al play es directa y engañosamente simple. Les dicen, "Cuenten exactamente cuántos pases hace el equipo de la camiseta blanca e ignoren los pases del equipo de negro. Una tarea de atención selectiva clásica. La gente se concentra profundamente, sigue los balones con la mirada y al terminar el vídeo, la inmensa mayoridad da la respuesta correcta, que suele ser 15 pases. Pero el clímax del experimento llega inmediatamente después. Exacto. Cuéntalo tú porque es increíble. El investigador felicita a los participantes por su excelente nivel de atención y con total naturalidad les hace una segunda pregunta. Les dice, "¿Y qué opinan del gorila?" Y la gente se queda en blanco. La reacción general es de desconcierto absoluto. La de los participantes asegura tajantemente que no había ningún gorila en el vídeo, pero al reproducir el material por segunda vez, ahora sin la tarea de contar los pases, el resultado es sobrecogedor. Aparece de la nada. Justo en el segundo 25 del vídeo, una persona disfrazada con un traje de gorila de cuerpo entero entra caminando lentamente en la escena, atraviesa el grupo de jugadores, se detiene justo en el centro de la pantalla, se golpea el pecho mirando fijamente a la cámara y sale caminando por el lado opuesto. Es que está ahí un buen rato. Permanece en escena casi 10 segundos y un asombroso 50% de los observadores no registra su presencia en absoluto la primera vez. Es escalofriante pensar que algo tan enorme y tan absolutamente fuera de lugar pueda ser borrado de nuestra percepción de esa manera. Para quienes no superan la prueba, yo he leído que las sensaciones de incredulidad total llegan a pensar que les han cambiado la cinta por otra diferente en el segundo visionado. Yo quedé sorprend la primera vez que vi los datos. Si conectamos esto con el panorama general de nuestro análisis de hoy, la revelación científica es de una importancia colosal. El fenómeno se denomina ceguera por falta de atención sostenida. Ceguera por falta de atención o como se acuñó en rigurosos estudios alemanes sobre la percepción, el término es halalten de un ofxamites blind. Madre mía, con el alemán. Sí, impronunciable. Pero lo que esta condición demuestra, sin lugar a dudas, es que la visión humana no es una cámara de vídeo que graba pasiva y objetivamente el mundo. El sistema visual es una herramienta metabólicamente carísima. Gasta mucha energía. Procesar información visual en alta resolución requiere una cantidad enorme de recursos cerebrales. Para no colapsar y evitar morir de agotamiento, el cerebro funciona como un depredador. Literalmente solo vemos aquello a lo que apuntamos de forma activa y todo lo demás se descarta, se censura, se borra proactivamente para ahorrar recursos. El gorila negro se confunde con las camisetas negras que el cerebro tenía la orden estricta. de ignorar. O sea, que el acto de ver no consiste simplemente en abrir los ojos y recibir luz, sino en filtrar el 99% de la realidad. Vemos estrictamente lo que valoramos o lo que perseguimos en un momento determinado. Así es. Y las implicaciones vitales de este mecanismo fisiológico son formidables. Si el objetivo supremo de una persona está distorsionado por esa comparación global tóxica de la que hablábamos antes, digamos, si su meta es alcanzar el estatus prefabricado de un magnate de internet, su cerebro ajusta sus filtros visuales para rastrear solo esas métricas. Exactamente. Como consecuencia, esa persona se vuelve fisiológicamente ciega a las oportunidades reales de mejora que tiene a su alcance. Se vuelve ciega a las relaciones significativas que la rodean o a sus propios talentos innatos. Pasa el gorila y no lo ve. Esa ceguera no es un fallo del cerebro. Es la máquina funcionando perfectamente según los parámetros que se le han introducido. Por lo tanto, la conclusión lógica y radical de todo esto es que para cambiar lo que vemos en el mundo tenemos que intervenir de raíces nuestros sistemas de valores. Tonina, sí, que la vida es en realidad un decatlón de múltiples facetas y que nuestros ojos editan la realidad en tiempo real basándose en nuestras metas. ¿Cómo se desactiva al crítico interno en el día a día? ¿Cuál es el plan de acción concreto que propone el material original? La respuesta central, el verdadero antídoto de la regla número cuatro, exige un cambio drástico de métrica. Implica desconectar por completo la vista de los resultados de los demás y establecer al propio yo del ayer como el único estándar de válido y legítimo. Compárate con quién eras ayer. Eso es es un reajuste completo de la mira del francotirador interno. El texto insiste en que al principio es imperativo apuntar muchísimo más bajo. Apuntar bajo. Hay que deconstruir esa ambición grandiosa y aplastante que nos paraliza ante la inmensidad del internet y transformarla en metas minúsculas, casi ridículamente manejables. Para visualizar esto, recuerdo que el material utiliza una metáfora excelente. Propone analizar la propia existencia como si fuera una casa que necesita reformas urgentes. Una gran metáfora. La reacción natural que está alimentada por ese crítico interno global es sentarse en medio del caos, mirar las revistas de decoración de lujo, desesperarse porque la casa no es una mansión espectacular en la costa y como resultado no hacer absolutamente nada. Parálisis por análisis. Totalmente. El enfoque diametralmente opuesto que se propone es levantarse, buscar el rincón más pequeño y manejable de esa casa en y preguntar a ver qué cosa concreta, por minúscula que sea, puedo limpiar o arreglar hoy que esté bajo mi control inmediato. Cosas bajo control, muy importante. Puede ser algo tan mundano como ordenar la montaña de cartas que lleva un mes sobre la mesa, hacer la cama al levantarse o reparar esa bisagra de un armario de la cocina que lleva 6 meses atascada. Y es vital detenernos aquí para entender por qué esto funciona desde un punto de vista psicológico y neurológico. Porque, no nos equivoquemos, es Esto no es un simple consejo de bricolaje motivacional, no, no es ordenar el cuarto y ya está. Hay un concepto germánico fascinante que captura esta esencia. La palabra es tagwk. Tagwork no se traduce simplemente como trabajo. Se refiere a la labor diaria y concreta que justifica tu día, a la artesanía de lo cotidiano. No se trata de construir una catedral gótica en 24 horas, sino de tallar tu pequeño bloque de piedra hoy. Y encajarlo bien. Eso es. Cuando alguien repara esa bisagra rota del armario, no. Solo está arreglando un trozo de madera y metal. Esa puerta atascada actuaba como un microestresón silencioso en su vida. Es verdad. Cada mañana, al intentar abrirla para coger una taza y notar la resistencia, el cerebro registraba un pequeño fallo, una minúscula derrota que drenaba una fracción de dopamina. Al arreglarla, se elimina un obstáculo físico y se inyecta una microdosis de orden en el sistema nervioso. Se trata de tomar las riendas de 500 de estas pequeñas decisiones diarias. Son esas microvictorias las que empiezan a silenciar de verdad al crítico interno, porque de repente ya no estás compitiendo contra un multimillonario de la tecnología que sale en una portada, estás compitiendo contra tu propia inercia de ayer y estás ganando. Exactamente. Y el resultado de encadenar estas microvictorias es lo que podríamos llamar el interés compuesto de la psicología. Su pequeño ecosistema un 1% mejor de lo que lo encontró por la mañana. Los resultados se acumulan matemáticamente. Es una bola de nieve. Una mejora diaria sostenida durante 3 años. No produce un cambio lineal, produce una transformación exponencial que vuelve una vida completamente irreconocible. Además, hay un corolario hermoso a todo esto. A ver, a medida que la persona mejora su entorno inmediato y su salud mental se estabiliza, su base se vuelve más sólida. Desde esa base más alta, los objetivos que se plantea se elevan de forma natural y orgánica, sin la angustia previa. Y recordando la lección fisiológica del goril invisible, como nuestra visión rastrea aquello que valoramos al establecer metas más sanas y progresivas, las oportunidades en En el mundo exterior comienzan a materializarse. Claro, la ceguera desaparece gradualmente, los filtros se ajustan. Es como conducir un coche de noche en medio de una tormenta con el parabrisas lleno de barro. Arreglar la bisagra del armario es como encender los limpiaparabrisas por primera vez. Muy buena imagen. De repente te das cuenta de que la carretera no era tan recta ni tan estrecha como parecía y que había multitud de desvíos y caminos panorámicos que antes eran literalmente invisibles bajo la suciedad. Es un cambio de paradigma absoluto en la forma de vivir totalmente. Bueno, para ir recogiendo todo lo que hemos puesto sobre la mesa, creo que la inmersión profunda de hoy nos deja lecciones tremendamente sólidas. Yo estoy seguro de que sí. Hemos arrancado analizando el peligro neurológico de esa jerarquía global moderna, ese rayo láser de internet que atrofia nuestro sistema de recompensas y nos hace sentir insignificantes ante el mundo. Luego hemos encontrado una vía de escape al comprender que la existencia no es un examen tipo test con una sola respuesta correcta, es un decathlon vasto y con complejo donde siempre existe la posibilidad de bueno, de inventar reglas propias como nuestro amigo el mismo, el mismo de las manoplas. Hemos diseccionado la asombrosa mecánica del goril invisible, descubriendo que nuestros ojos funcionan como cazadores implacables que solo nos muestran el trofeo que hemos decidido buscar. Y finalmente hemos trazado el mapa de salida, la táctica innegociable del interés compuesto, asumiando la labor diaria del Tabwork y utilizando únicamente al yo de ayer como el único juez legítimo de nuestro avance. Al final, el hilo conductor que une todas estas disciplinas, la biología, la psicología, la neurología, es una conclusión profundamente empoderadora sobre nuestro papel en el mundo. El análisis demuestra que no somos meros receptores pasivos de información. No somos víctimas. No, no somos víctimas de un entorno hostil. Somos constructores activos de la realidad. La arquitectura misma de nuestra percepción se moldea en base a dónde decidimos enfocar nuestra atención y nuestra voluntad cada día. Y para cerrar Queremos proponer un pensamiento final para dejar macerando en la mente de quien nos escuche una reflexión expansiva basada estrictamente en esa cruda realidad biológica de la visión que acabamos de explorar. Adelante. Pensemos profundamente en esto. Si el propio cerebro humano censura activamente el entorno recortando y borrando enormes porciones de la realidad para proyectar únicamente aquello que encaja con nuestras ambiciones o miedos actuales, entonces experimentar el mundo como un lugar asfixiante oscuro y plagado de competidores imbatibles, no es un reflejo preciso de la realidad objetiva, no es una verdad inamovible del universo. Plantea una hipótesis fascinante. Sugiere que esa sensación de agobio existencial es simplemente la evidencia técnica de que el motor de búsqueda interno de nuestro cerebro está operando con las palabras clave equivocadas. Así es. ¿Qué pasaría si el simple y silencioso acto de decidir valorar el progreso personal por encima del estatus social ajeno tuviera la capacidad real de alterar la forma física tangible y palpable del mundo que se despliega ante nosotros cada mañana al despertar. Si cambiar la meta interna revela la existencia de inmensos gorilas invisibles, cuántas oportunidades latentes, cuánta belleza oculta y cuántos caminos inexplorados están justo ahora cruzando por delante, esperando pacientemente a que se deje de vigilar la vida del vecino para poder volverse reales. Es algo que merece mucha reflexión. Muchísima. Gracias por acompañar este análisis a fondo. Ha sido un recorrido intelectual espectacular por los mecanismos más profundos de nuestra propia mente. Hasta la próxima inmersión.
Si te gusta lo que escuchas y quieres apoyar esta empresita, ven a ver el programa en directo de lunes a jueves a las 18:00h en Twitch.tv/chiclanafriends
En el último viernes antes de las vacaciones de Semana Santa, hemos recuperado el testimonio escrito y hablado de la escritora argentina Clara Obligado, "Una oreja que escucha", tal y como se define alguien que abandonó su país en plena dictadura y que en Madrid escuchó los relatos de compatriotas forzados a marcharse como ella. Eso es "Exilio", el libro que nos ha presentado esta mañana en la Biblioteca y que pretende luchar frente a quienes quieren poner en duda la necesidad y el prestigio del recuerdo exacto de los hechos. Además, en las historias musicales hemos escuchado contar y cantar a Nacho Vegas los temas de su último trabajo, "Vidas semipreciosas"
¿Eres introvertido o extrovertido? Y más importante todavía… ¿eso importa para aprender inglés? Buena pregunta. Porque mucha gente piensa que si eres introvertido, aprender a hablar inglés va a ser más difícil. Pero… ¿es realmente así? Bueno, voy a contarles un secreto: yo soy extremadamente introvertido. En la escuela, casi nunca hablaba con otras personas. Era muy tímido; prefería pasar tiempo con un libro o caminando en la naturaleza en vez de ir a una fiesta o pasar tiempo con un grupo de personas. Y eso es difícil de creer ahora, porque llevamos más de diez años enseñando inglés y ¡hablando con miles de estudiantes! Exacto. ¡Y aprendiendo muchos idiomas por medio de la conversación también! Pero para llegar a eso, tuve que practicar cosas que, honestamente, iban en contra de mi personalidad natural. Hoy vamos a hablar de dos habilidades blandas que parecen muy complicadas para los introvertidos, ¡pero no son imposibles! En el episodio de hoy vamos a dar unos consejos muy prácticos para mejorar tus habilidades conversacionales, así que ¡no te lo pierdas! Recuerda que todos los recursos para este episodio, incluyendo la transcripción, la tabla de vocabulario y ejercicios para repasar el aprendizaje, están disponibles en nuestro sitio web. Haz clic en este enlace para ver todos los recursos para este episodio: https://inglesdesdecero.ca/252 ----- Dale “me gusta” a nuestra página en Facebook: https://www.facebook.com/inglesdesde0/ ----- Síguenos en Instagram: https://www.instagram.com/ingles.desde.cero/ ----- Suscríbete en YouTube: https://www.youtube.com/@inglesdesdecero145 ----- Aprende inglés con nativos que se formaron en su enseñanza. ¡Visita nuestro sitio web, https://inglesdesdecero.ca/ para inscribirte y seguir todas nuestras lecciones! __No dejes pasar esta oportunidad con Shopify y regístrate para un período de prueba por solo un dólar al mes en shopify.mx/desdecero Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Una técnica simple que mejora cualquier conversación de ventas.Muchos vendedores creen que persuadirsignifica hablar mejor.En realidad, muchas veces significa escuchar mejor.Una herramienta muy poderosa es el parafraseo persuasivo.No se trata de repetir como loro…Consiste en repetir lo que el cliente dijo, pero ordenándolo y destacando loimportante.Ejemplo:Cliente:“Queremos mejorar la visibilidad de los datos y reducir costos operacionales.”Vendedor promedio:“Entonces quieren mejorar visibilidad y reducir costos.”Vendedor consultivo:“Entonces, si entiendo bien, lo importante para ustedes es tener mejor visibilidad para tomar decisiones másrápido y al mismo tiempo controlar los costos operacionales. ¿Voy bien?”¿Qué ocurre cuando haces esto?✔ el cliente se siente escuchado✔ validas que entendiste el problema✔ alineas la conversación✔ reduces resistenciaY muchas veces escucharás una palabra mágicaen ventas:“Exacto.”Cuando el cliente dice exacto, la conversación cambia.Porque ya no estás vendiendo.Estánpensando el problema juntos.Una técnica simple.Pero tremendamente poderosa en ventas B2B.
Israel e o seu aliado americano desencadearam no sábado uma guerra contra o Irão. Desde então o território israelita é alvo, também, de ataques tanto por parte do Irão como da milícia xiita libanesa do Hezbollah. Uma instabilidade que leva à fuga de populações a partir do Estado hebreu. É o caso do clérigo cabo-verdiano Ricardo Monteiro que equaciona deixar Israel e Jerusalém quanto antes. O padre Ricardo Monteiro, da diocese cabo-verdiana do Mindelo chegou a Jerusalém há quatro meses para prosseguir os seus estudos. Com o desencadear da guerra israelo-americana contra o Irão e consequentes retaliações de Teerão, mas também da milícia xiita libanesa Hezbollah este clérigo católico admite que desde o fim de semana passado tudo mudou no terreno e, por ora, tenta deixar quanto antes esta região do mundo. Até aqui tudo mudou, realmente. Estávamos numa rotina. Não obstante o ambiente que já sabemos que é próprio desta zona de tensão. Mas sabíamos que qualquer hora e momento poderia começar uma guerra entre esses países. Porém, tudo mudou porque com as sirenes das 08h15 do sábado, tivemos que suspender todos as actividades ordinárias. No meu caso as aulas, e nos manter em casa vigilantes por causa do início da guerra. Porque de imediato se lançou as informações necessárias e se decretou o tempo de emergência e portanto se disse que a guerra tinha começado. Portanto, temos que tomar as devidas precauções. Pessoalmente, fiquei apreensivo e não sabia bem o que fazer, se tinha que me ausentar do país, se tinha que ficar. E assim as pessoas não sabiam o que fazer no momento. Entretanto, agora, com o andar do tempo, vemos que a guerra continua. Os ataques continuam quase a toda a hora. E realmente o aconselhável é que quem puder também sair dessa região que saia. E é, portanto, suspender as coisas porque não se sabe até quando. Gostaria de fazer. Gostaria de sair, pelo menos por uma fase. Daí, de Jerusalém, para ficar em porto seguro ? Sim, sim. Normalmente estou a tratar de tudo para que eu possa realmente ausentar e normalmente já está tudo tratado com a embaixada. Espero somente do dia e da hora para podermos sair do país. Porque o espaço aéreo continua encerrado. Portanto, se tiver de sair de Israel terá de ir, imagino, por via terrestre até o Egipto, até um território vizinho, não é? Exactamente. As duas possibilidades são Egipto ou Jordânia, que estão abertas ainda As fronteiras terrestres que se pode ser não se podem entrar, mas se pode sair para poder apanhar o voo, a partir desses países. Mas o mais provável neste momento é o Egipto. Vamos ver se tudo se orienta por este lado. Ouve-se falar muito de alertas devido a mísseis que podem vir a ser interceptados. As pessoas é suposto irem para abrigos. Como é que é o dia a dia então do refúgio? No caso destes muitos ataques e de estarem a tocar as sirenes? Exacto. Normalmente, quando há a aproximação de um míssil justamente aqui em Jerusalém, as sirenes tocam. Tu recebes de imediato uma mensagem de alerta no teu telemóvel para quem tem o número de Israel. E de imediato tens que estar atento. Normalmente na aplicação também de alerta, podes ver mais ou menos onde irá cair os restos do míssil interceptado. Portanto, algumas regiões, algumas casas mais oficiais se presume que têm bunkers já previstos. Ou também para a população também está dividida em zonas. Os bunkers estão já preparados. Eu até agora não tive nenhuma necessidade de recorrer a esta alternativa porque em nenhum momento restos de mísseis ou mesmo mísseis caíram perto ou na zona onde estou por causa da prevenção. Eu estou numa zona muito segura e, portanto, não tenho tido essa necessidade. Mas isto é tudo disponível, está tudo muito organizado. As autoridades municipais e temos todas as informações em caso de perigo; o que fazer? Os israelitas ou as pessoas que moram em Israel assistiram ao desencadear desta guerra? O que é que eles lhe dizem. Acha que as pessoas estão a apoiar de facto, as autoridades que decretaram a guerra contra o vizinho Irão ? Sendo que, por o terem feito a milícia xiita do Hezbollah a partir do Líbano, está atacar também Israel. Portanto, ao fim e ao cabo, Israel está a ser avisado por dois actores simultâneos. Sim, normalmente aqui em Israel temos essas duas partes, pessoas que apoiam e que são a favor destes ataques e pessoas também que não aceitam ou que são contra esses ataques. Vamos encontrar isso mesmo entre os hebreus mais ortodoxos. Existe sempre essa divisão. Aqueles que apoiam esta guerra, que apoiam, que acham justa esta intervenção, outros que nem por isso. Que acham que isso é um exagero, que estamos a criar conflito com outros países. Mas nesta região sempre é uma característica. Ao longo dos séculos, sempre. Esta zona foi uma zona de conflito e Israel já está habituado. E as pessoas aqui estão, vêm isso de forma natural. Como eles enfrentam essa crise, enquanto nós, que somos estrangeiros. Estamos um pouco espantados e procurando meios e estar sempre alerta. Eles não levam uma vida normal. Você tem que ir na rua. Você tem que fazer alguma coisa. Fazem porque já estão habituados. E estas fronteiras já desde o ano passado sabíamos desde aquele conflito de fronteira com o Líbano. Eu tive a oportunidade, no mês de dezembro, de visitar estas zonas perto do Líbano e da Síria. São zonas mesmo perigosas porque mesmo antes de esta guerra já existiam conflitos. O conflito nestas zonas é permanente e, portanto, são zonas que às vezes nós não damos conta. Mas está lá o conflito. E agora sim, com o contexto assim favorável, aproveitam sempre para intensificar e poder também atingir um ao outro. Porque esses dois países fazem fronteiras, não são amigos, não têm relações. Acha que a mesma perceção para muitos israelitas, que o inimigo, mesmo existencial, é o Irão e que, portanto, seria necessário de facto visar o Irão por o Irão pretender mesmo acabar com o Estado de Israel ? Na minha humilde opinião, é aquilo que eu fui ouvindo essa inimizade existir. Este perigo é algo que sempre é patente. Existe porque não são amigos, porém acreditamos. Muitos aqui já são mais esclarecidos. Sabem que por detrás desta razão, existem muitas outras razões a nível político, social, económico mesmo. E também agora nesta situação, porque sabemos que neste momento, daqui a pouco vamos entrar no tempo das eleições aqui em Israel. Tudo isso serve um pouco para apresentar um novo panorama e, portanto, acredito que há muita coisa por detrás. Só vindo aqui e conhecendo as realidades é que se pode compreender parcialmente essa história, porque é muita coisa complicada e sabemos que o Irão. Sim, é um perigo para Israel. E sabemos também que Israel não ama o Irão porque sempre Irão se posicionou contra o estado hebraico. Porém, as formas e os contornos que isso vai tomando é que reflecte mais a intenção do indivíduo que guia o país do que a intenção do povo que representa este país. Porque muitos sectores receiam de facto uma invasão terrestre do Líbano por parte de Israel, já que as autoridades do Líbano não conseguem de facto impedir que o Hezbollah continue a disparar mísseis contra Haifa, nomeadamente. Acho que aí em Israel as pessoas acham que enviar tropas para o Líbano poderá vir a acontecer ? Eu acredito que com o andar do tempo isso poderá acontecer, porque tem uma razão que eles alegam. Os hebreus alegam que é uma razão de base, que acho que é muito frágil, mas eles assumem essa posição porque biblicamente, a Terra prometida aos hebreus realmente vai para além da fronteira que Israel tem. Vai para além, vai até ao Líbano. Portanto, acreditam que esse território é deles, que foi usurpado e, portanto, vão usar sempre esse critério para o realizar. Mas é um critério frágil, porque, mesmo biblicamente estudando, vêmos que esse território nunca foi uniforme. Sempre houve conflitos aqui. Às vezes ia até um certo sítio, outras vezes não, dependendo dos líderes e, portanto, não é de todo sustentável. Porém, é o que eles querem mesmo alargar cada vez mais esse território. Entramos na lógica de "a galinha, o ovo. Quem é que chegou primeiro" ? Foram os palestinianos, foram os judeus ? Exactamente. É toda uma dinâmica bastante perigosa. Esteve aí quando havia ainda a questão do conflito, também na Faixa de Gaza. Nessa altura já era complicado aí a situação ? Sim, eu cheguei, já isto tinha acontecido, já tinha Faixa de Gaza. Eu cheguei em outubro do ano passado. Ainda estava quente porque nunca cessou os problemas na Faixa de Gaza até agora. Encontrámos militares naquela fronteira. Nós não podíamos acessar aquela terra aqui, por exemplo, o Patriarca de Jerusalém já lá foi, com todas as tratativas diplomáticas necessárias e sempre que ele traz notícias, um pouco devastadoras, porque realmente aquela zona quase que já não existe, está totalmente destruída. Continua a lançar aquilo que podemos dizer ofensivas aquele território. E eu quando cheguei, ainda encontrei isso. E ainda existe. Ainda é patente essa história, infelizmente. E o que tem? Porque enquanto existir o Hamas, enquanto existir esse poder, eles estarão sempre lá a defender aquelas fronteiras. E contra o Estado de Israel. Dizia que vai tentar de facto sair. Como é que equaciona o seu futuro? O senhor estava de facto a estudar. Precisaria de concluir os seus estudos, portanto imagino que precise prazo de voltar para aí, não é? Exactamente. Normalmente as aulas estão suspensas. A minha missão aqui é o estudo e também o contacto com as zonas bíblicas. Portanto, estando tudo suspendido por um tempo indeterminado e dado o risco que existe... Nós vivemos aqui normalmente, mas acredito que a iminência do perigo sempre está. Não sabemos onde é que esta guerra vai parar, Então eu pretendo ausentar me e reavaliar se no futuro próximo devo regressar para continuar; se num futuro mais longínquo, regressar quando estiver mais controladas e ver ? Porque aqui nessa zona, quem vem para aqui também tem que estar preparado para tudo isto. A instabilidade é permanente e eu acredito que terei que reavaliar e ver o que é mais importante neste momento, até para a minha caminhada como presbítero. Saber onde é que Deus quer que eu esteja para realizar a sua vontade. Está ligado a alguma diocese cabo verdiana ? Sou diocesano da Diocese de Mindelo, em Cabo Verde. É quarta feira, vai tentar sair nas próximas horas ? Talvez hoje já não dá, mas amanhã de certeza. Entre a tarde e depois de amanhã vamos ver. Eu farei de tudo. E também o pessoal diplomático aqui das embaixadas são muito susceptíveis de nos ajudar e de certeza terão já uma solução. Há embaixada cabo-verdiana aí ? Há consulado cabo-verdiano. Temos o consulado, mas sempre eu tento também através da Embaixada de Portugal, também.
¿Te atreves a probar comidas nuevas cuando viajas? David acaba de volver de China y habla con Pau sobre diferentes comidas que nos podrían parecer extrañas. ¡Desde conejos hasta gusanos! Esperamos que te guste este podcast-bufé. ¡Vamos! ⚠️ Un aviso antes de empezar: En este episodio somos un poco gráficos contando historias de experiencias gastronómicas con animales e insectos. Easy Spanish Community Al unirte a la comunidad de Easy Spanish puedes llevar tu experiencia de aprendizaje al siguiente nivel. Los miembros de nuestra Podcast Membership reciben: Vocab Helper: El vocabulario más importante de cada minuto del podcast directamente en la pantalla de tu celular Interactive transcript: Una transcripción interactiva donde podrás leer y escuchar el podcast al mismo tiempo, con una función de traducción en tiempo real Exclusive aftershow: Después de cada episodio, Pau y José discuten un poquito más sobre el tema desde un punto de vista un poco más personal. Discord community: Acceso a la comunidad en Discord de Easy Spanish, donde puedes hablar con los miembros de nuestro equipo y otras personas que, como tú, se encuentran en la aventura de aprender nuestro idioma Extra content for our YouTube episodes: Hojas de ejercicios, listas de vocabulario y transcripciones de todos nuestros episodios de YouTube. Si todavía no eres miembro de la comunidad de Easy Spanish, puedes unirte en easy-spanish.org/community Envíanos un mensaje de audio ¡Ya puedes enviarnos mensajes de audio para que los escuchemos en el podcast! Para hacerlo tienes que ir a easyspanish.fm y dar clic en el botón amarillo que aparecerá a la derecha de la página. Transcripción Paulina: [0:03] ¡Hola, David! David: [0:05] ¡Hola, Pau! ¿Cómo estás? Paulina: [0:07] Muy bien, ¿y tú? David: [0:08] Súper bien, muy contento, muy despejado. Paulina: [0:12] ¡Porque estuviste de vacaciones! David: [0:14] ¡Exacto! Es que acabo de volver de China. Estuve como tres semanas por ahí. Fui con mis padres y, bueno, fue súper guay, la verdad. Paulina: [0:23] ¡Guau! ¿Tu primera vez en China? David: [0:25] Sí, sí, primerísima vez. Estuve en una zona que se llama Yunnan, que está al oeste del país y le llaman el lugar de la primavera eterna. Entonces, también, tuvimos súper buen clima. Paulina: [0:36] Uy. A mí me encantaría ir a China en algún momento. Y, pues, me imagino que eso inspiró el tema de hoy, que es la comida que nos parece extraña. Y yo he escuchado que en China comen muchas cosas que no estamos acostumbrados a comer en otros lugares. ¿Y tú te aventuraste a probar nuevas cosas? Support Easy Spanish and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content for all our episodes: easy-spanish.org/membershipSpecial Guest: David.
En el video de hoy les mostraré 10 bromas de payasos as3s1nos que salieron terriblemente mal o… bien. Actualmente está el trend del 2016 y ¿recuerdan que fue tendencia en ese año? Exacto. Las bromas de payasos as3s1nos. De hecho sería increíble hablar de payasos asesinos reales en nuestro podcast, así que si les interesa y este video llega a 5k likes, haré un episodio completo de ese tema y además, haré una segunda parte de este video para traumarte de verdad.Quédate hasta el final porque sino un payaso diabólico te visitará esta noche y porque el ultimo video te sacará el alma.
Quemé 32 cuentas de fondeo por los mismos errores.El problema: confiaba en mi fuerza de voluntad. Y la fuerza de voluntad se agota. Las emociones ganan.Hasta que diseñé un sistema mecánico automático.En este episodio:Por qué disciplina no es suficienteMi sistema exacto después de 32 cuentasCómo crear tu protocolo específicoDebe ser mecánico, no depender de decisionesSi quieres trabajar tu protocolo conmigo: psicologiaytrading.es/llamada-de-diagnostico
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Si tu negocio online no supera los 3.000 – 5.000€ al mes, este vídeo es para ti.La mayoría de emprendedores pequeños no fallan por falta de talento, ni por no saber hacer reels, stories o funnels…fallan porque no tienen un sistema.En este vídeo te explico paso a paso el sistema exacto que debes implementar si:Estás empezando en tu negocio onlineLlevas tiempo pero sigues sin escalarTienes poca audienciaNo consigues ventas consistentesEstás perdido entre funnels, lanzamientos y contenido
Imagínate que tienes en una mano una bola gigante de algodón y en la otra una canica chiquitita. ¿Cuál pesa más? Exacto… la canica. Y ahí es donde mucha gente se confunde, porque solemospensar que algo grande siempre pesa más, pero el universo —como buen rebelde nos dice: “no necesariamente”. Hoy vamos a hablar de peso, masa, volumen y densidad, perosin fórmulas raras ni palabras de libro de texto. Y después… nos vamos de viaje a las cosas más densas del universo, esas que parecen ciencia ficción, pero son 100% reales.Spoiler: vamos a terminar hablando de cosas tan densas queuna cucharadita pesa más que una montaña entera.
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Javier Milei afirmó: afirmó: “Acá lo importante es, digamos, que tengamos conciencia de que hemos vivido 10 días de diciembre verdaderamente históricos, sacando el presupuesto con déficit cero y con la ley de inocencia fiscal. Además tenemos dictamen para la modernización laboral”.“Una ley que sin lugar a dudas debe ser una de las leyes más importantes de los últimos 100 años y que es la ley que restaura el principio de inocencia en temas, digamos, impositivos. Si bien todo el sistema jurídico argentino, como una de nuestras garantías, sostiene que todos somos inocentes hasta que se pruebe lo contrario, en materia tributaria éramos todos culpables hasta que demostráramos lo contrario. Es decir, la política había llegado a un nivel de perversión donde había vulnerado una cuestión constitucional básica en el derecho que era la presunción de inocencia”, agregó Milei.El presidente Javier Milei señaló: “Si usted, por ejemplo, ganó 100, gastó 200, su patrimonio tenía que estar cayendo en 100. Claro. Y si su patrimonio a usted no le caía, a usted no le cerraba el blanco y a usted le caía una inspección y le rompía la cabeza. Sí, señor. ¿Por qué, digamos, gastó más que esto si, digamos, no mapea contra la variación de patrimonio y lo que usted ingresó? Exacto. Ahora, si usted se desuscribe al nuevo régimen, nadie va a mirar la variación patrimonial. Con lo cual usted va a poder gastar todo lo que se le dé la gana. Y nadie lo va a controlar. A usted se le va a cobrar impuestos por sus ingresos declarados. Entonces, ¿eso qué hace? Abre la puerta que aquellos argentinos que frente a la estafa, el robo, el saqueo violento, insaciable del Estado argentino, Esto le permite que usted pueda utilizar sus ahorros, que usted pueda volcar ese ahorro”.El ex titular de ARCA, Juan Pazo, se refirió a la Ley de Inocencia Fiscal: “Lo que intentamos era generar una reparación histórica del ahorro de los argentinos y una reforma integral que estaba orientada a simplificar el sistema tributario, proteger el ahorro y básicamente volver al concepto de que lo tuyo es tuyo. O sea que los ahorros de cada una de las personas puedan tener libre disposición sin cargas burocráticas ni presunciones de culpabilidad”.Patricia Bullrich aseguró: “Los argentinos, después de haber pasado un gobierno terrible, terrible, elegimos cambiar el método, el sistema. Preferimos, por duro que fuera, dejar los problemas debajo de la alfombra y decidimos enfrentarlos”.Bullrich se refirió a la ausencia de Victoria Villarruel durante la votación: “evidentemente dicen que puede ser una práctica normal que haga eso. Bueno, a mí me parece que si es una práctica, yo creo que en momentos importantes, estando en el lugar, quizás la vicepresidenta tendría que haber estado. No sé, es su decisión. Igual no nos resta un voto porque el presidente provisional vota. Así que eso es lo importante, no perdimos un voto”.Noticias del lunes 29 de diciembre por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
La llegada de diciembre es un momento crítico en el cual nos enfermamos casi todos... ¿verdad? Y el equipo de Easy Spanish no es una excepción
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La Normativa Euro 7 se nos presentó como una revolución medioambiental, pero ha resultado ser una farsa burocrática que esconde sus verdaderas intenciones. Durante años, la Comisión Europea nos vendió una historia de terror: la "Euro 7 Hard" iba a ser tan estricta que encarecería los coches 2.000 euros y supondría el fin del motor de combustión. Sin embargo, la industria plantó cara. Ocho países, liderados por Francia e Italia, preguntaron a Bruselas por qué debían invertir miles de millones en perfeccionar una tecnología (el motor de combustión) que la propia UE ha decidido prohibir en 2035. Y Bruselas reculó. La Euro 7 final, la que entrará en vigor sobre 2027, es una broma... si solo miramos el tubo de escape. Para los turismos, los límites de emisiones son idénticos a los de la actual Euro 6d. No cambian los NOx, no cambia el CO2. Es una Euro 6 con una pegatina nueva. El problema es que nos han hecho mirar al tubo de escape, mientras las verdaderas trampas venían por otro lado. La Paradoja del Coche Eléctrico Por primera vez, una norma "Euro" regula emisiones que no son del escape: las partículas de los frenos y el desgaste de los neumáticos. Sobre el papel suena bien, pero ¿qué coches son los que más pesan y, por tanto, más castigan frenos y neumáticos? Exacto, los coches eléctricos. La UE ha creado una norma que penaliza directamente al vehículo que nos quiere imponer. La Trampa Real: El "Gran Hermano" OBM El verdadero golpe de la Euro 7 se llama OBM (On-Board Monitoring). Es la consecuencia del Dieselgate: la UE ya no se fía de nadie. El OBM obliga al coche a vigilarse a sí mismo, midiendo sus emisiones en tiempo real. Aquí está el engaño: la norma exige que el coche cumpla con las emisiones (las de la Euro 6d) durante 10 años o 200.000 kilómetros. Esto no es una norma sobre coches nuevos; es una sentencia de muerte para los coches usados. Un catalizador o un filtro de partículas pierden eficiencia con el uso. Hasta ahora, un coche de 8 años con 160.000 km podía pasar la ITV sin problema. Con la Euro 7, en el momento en que el OBM detecte una mínima pérdida de eficiencia, se encenderá un chivato. Será un fallo que no se podrá borrar. En la ITV, conectarán la máquina y leerán el aviso: "Eficiencia del catalizador fuera de rango". Desfavorable. La única solución será cambiar el sistema completo: una factura de 3.000, 4.000 o 5.000 euros. Si tu coche de 9 años tiene un valor de mercado de 6.000 euros, se convierte en un siniestro total. Es la obsolescencia programada convertida en ley. Es el mecanismo perfecto para destruir el mercado de segunda mano y forzar la sustitución del parque móvil. Mientras tanto, la Euro 7 sí es dura con los camiones y autobuses (el verdadero problema de contaminación urbana), usando el pánico de los coches como una cortina de humo para colar la trampa del OBM.
No es simplemente azul: es 'Cerulean', el tono del firmamento y del mar profundo. Así se titula el que será el primer disco de Danny L Harle, donde sus grabaciones de campo de olas rompiendo en la orilla, se entrelazan con una revisión vanguardista del trance de herencia noventera. Aunque es su segundo álbum, para él funciona como un debut, porque esta es la música que siempre ha querido hacer: las mejores melodías con las mejores voces. Las de Clairo, PinkPantheress, Oklou o Caroline Polachek que le acompañan en este viaje a su mejor versión.Además, Joaquín Reyes, Ministro de Entretenimiento, responde a nuestro cuestionario cultural en FAQ! Y el artista sueco Arc de Soleil nos presenta su disco 'Lumin Rain'.Playlist:Waxahatchee - Right Back To ItBonnie Prince Billy - London MayBill Ryder-Jones - This Can't Go OnRicahrd Hawley - Prism in JeanDJ Koze, Damon Albarn - Pure LoveMaestro Espada - MurcianaÁngeles Toledano - Mamá, tenías razónVegyn, John Glacier - In The FrontJohn Glacier - FoundUltalágrima - Cuánto Tiempo Llevas HuyendoJoe Crepúsculo - MaricasBICEP - CHROMA 002 L.A.V.A (feat. Benjamin Damage)Mura Masa - Shuf (Adore U)piri & tommy - yoyoNia Archives - Forbidden FeelingzPeggy Gou - Back to OneDavid Byrne - T ShirtPulp - TinaGeese - Au Pays du CocaineFine - MomentCharli xcx - Chains of LoveFKA twigs - HARDSassy 009, Blood Orange - Tell MeHayley Williams - Discovery ChannelTobias Jesso Jr. - I Love YouOlivia Dean - Man I NeedDua Lipa - Training SeasonTriángulo de Amor Bizarro, Aiko el grupo - El Fantasma de la TransiciónParty Dozen - Ghost RiderKNEECAP, Subfocus - No CommentSkrillex, Dylan Brady, Caroline Polachek - hit me where it hurts xDanny L Harle, Oklou, MNEK - Crystallise My TearsOklou, Underscores - harvest skyunderscores - MusicROSALÍA, Björk, Yves Tumor - BerghainFred again.., CA7RIEL & Paco Amoroso - Beto’s Horns (fred remix)Tri/xon - LET’S GOArc De Soleil - SunchaserThe xx - CrystalisedJamie xx, Romy, Oliver Sim - Waited All NightSwimming Paul - Driving FastBalu Brigada - BackseatTame Impala - AfterthoughtEscuchar audio
“Personne n'est Pessoa” é um espectáculo que parte do amor pelas palavras e pela poesia de Fernando Pessoa para contar a importância das raízes e da sua transmissão pela arte. A peça tem, esta terça-feira, a última representação no Studio Hebertot, em Paris, onde subiu ao palco durante cerca de dois meses. Entre teatro, circo, poesia, dança e música, o espectáculo de Nico Pires é uma homenagem a Fernando Pessoa e à dupla cultura franco-portuguesa. É com o poema “Autopsicografia” que começa a peça “Personne n'est Pessoa”, uma viagem pelo imaginário de quatro pessoas em palco, quatro poetas. A poesia deles é feita de palavras, de malabarismos, de acrobacias, de melodias... O fio condutor é literalmente um fio, o de um diábolo que chegou à vida de Nico Pires aos nove anos, que o mantém ligado ao mundo mágico da infância e que o ajuda a contar a sua história. Um objecto com duas semi-esferas opostas que se complementam, tal como a sua dupla cultura, a francesa e a portuguesa. “Personne n'est Pessoa” é um espectáculo que parte do amor pelas palavras e pela poesia de Fernando Pessoa para contar a importância das raízes e a sua transmissao pela arte. O texto é do artista franco-português Nico Pires e a peça esteve no Festival Off de Avignon, em 2024, tendo circulado desde então por França, nomeadamente em Paris, no Studio Hebertot, onde esteve de 22 de Setembro a 18 de Novembro. Foi aí que conversámos com Leo Calvino, Solène Martins, Bruno Sousa e Nico Pires. RFI: Como descrevem “Personne n'est Pessoa”? Nico Pires, actor, co-encenador e actor em “Personne n'est Pessoa”: “Personne n'est Pessoa é uma mistura de vários universos artísticos do circo. Todos os artistas que fazem parte desta peça têm um background de artista circense, mas não só. Circo e poesia. É uma homenagem a Fernando Pessoa, à pluralidade da identidade, à sua relação com os heterónimos, à variedade de personalidades que ele sentia e que realmente fazia sentido para nós explorarmos. Como artistas, gostamos realmente de nos reinventarmos, de explorar novas coisas. Então, esta peça era uma forma de falar, como artista luso-francês, da minha relação com Portugal, com as palavras, com a arte e desse caminho que eu tentei fazer para reaproximar essa parte da minha cultura porque aprendi português mais tarde, tenho família lá, mas foi assim, um processo nessa direcção.” Como surgiu a paixão por Fernando Pessoa e a ideia de o levar para palco? Conta que estudava Comércio quando foi fazer Erasmus para Lisboa... “Sim. Na verdade já faz tempo, já são mais de 15 anos que decidi ir pelo caminho artístico. A descoberta da obra de Pessoa é muito mais recente, como digo no espectáculo. Quando comecei a trabalhar nesta peça era um solo inicialmente, onde eu queria falar sobre a minha relação com as palavras e com o circo. E tinha colocado só esse primeiro texto de Pessoa, “Autopsicografia”, e daí fui convidado por um director artístico a mergulhar mais nessa relação. É assim que realmente comecei a descobrir tudo isso e esse mundo gigante da obra dele, dessa relação com a identidade muito particular. Para mim, inscreve-se na continuação da minha relação que estou a estabelecer com a língua portuguesa, com a minha família... É mais um passo nessa direção da minha própria identidade, da minha própria dupla cultura.” Trazer Fernando Pessoa para o mundo do circo não é muito comum. Como é que foi essa tradução ou reapropriação? “Foi muito interessante porque neste caminho de descobrir a obra de Pessoa, às vezes tinha frases ou textos inteiros que me chamavam muito a atenção e havia muita vontade de pôr em movimento palavras que são de um livro. Às vezes, nós que usamos o corpo como linguagem, parecia natural tentar pôr gestos, acrobacias, movimentos com o diábolo, em relação com alguns dos textos e das questões existenciais de Pessoa. Então, na verdade, não foi assim tão difícil encontrar alguns textos que faziam muito sentido.” Como foi, então, dançar com as palavras de Fernando Pessoa, fazer esse malabarismo com os poemas de Fernando Pessoa? “Eu gosto do exemplo do momento do Bruno [Sousa] de acrobacia no final, que é um momento muito pesado, onde dá para sentir toda a solidão de Pessoa, a raiva dele. São coisas que realmente podem muito passar pelo corpo. Às vezes, tentamos realmente combinar os dois, que os gestos sejam muito ligados e também de forma mais abstracta. Não ser sempre um comentário super óbvio...” Não é uma tradução. “Exacto, não é uma tradução literal, é também uma reapropriação dessas palavras em nossas linguagens.” E para si Bruno, como foi o processo criativo? Bruno Sousa, Artista: “Foi uma experiência completamente nova. O diábolo é uma coisa em que o Nico me meteu há muito pouco tempo. Então, isto tem sido basicamente uma estreia no mundo do diábolo, no mundo do malabarismo e tudo. Já tenho um background de capoeira de muitos anos, de ginástica, eventualmente de escola de circo, onde aprendi dança contemporânea, ballet e tudo, o que ajudou com os textos de Fernando Pessoa que foram proporcionados pelo Nico. Deu para explorar um bocadinho todas as fases desta borracheira nos bares da faculdade, de que ele fala no espectáculo, e chegou-se a um conjunto completo que espero que agrade a toda a gente.” E como foi musicar Fernando Pessoa? Solène Martins, Artista: “Uma experiência, também acho que a melhor palavra é mesmo experiência. Não foi uma coisa que, para mim, apareceu de repente. Eu acho que nós fomos construindo musicalmente o espectáculo. Vamos melhorando a cada apresentação e cada vez vou encontrando mais a minha voz do Fernando Pessoa interior. Isso tem sido um processo muito interessante porque não tenho a mesma relação com Fernando Pessoa que tinha quando começámos a peça, nem com a minha maneira de o apresentar em palco, seja com a voz ou com a corporalidade. Acho que é um caminho que cada vez vai melhorando. Vamos encontrando o que vai funcionando, o que não vai funcionando e, aos poucos, encontrando a nossa voz do Fernando Pessoa.” Trabalhar com artistas que são lusófonos foi de propósito ou aconteceu? Nico Pires: “De propósito, sim, mas na verdade, entre 2020 e 2024 eu morava em Portugal. O Leo foi o primeiro que conheci lá, o Bruno e a Solene, nós os quatro conhecemo-nos lá. No ano passado, tivemos uma oportunidade de apresentar em Avignon, no Festival Off, e fazia sentido realmente construir este colectivo para ir para a frente com este projecto e também para dar mais profundeza nessa relação com a língua.” É também um espectáculo cheio de poesia. Poesia com palavras, mas também no que vemos, seja através dos movimentos do diábolo que desenham no ar todas aquelas pinturas, seja através das bolinhas de sabão que se transformam em berlindes, que se transformam numa esfera de cristal com que o Leo Calvino brinca... Como foi criar essa parte tão poética do espectáculo? Leo Calvino, Artista: “Também para mim é muito especial trazer isso porque é algo que eu pratiquei durante muito tempo. Foi um convite do Nico de trazer essa parte que eu acho que combina bastante com toda a poesia que ele está trazendo, toda a história do Fernando Pessoa, aquela bola representando - cada um consegue criar a sua interpretação - mas as diferentes almas que o Fernando Pessoa tem e como é que uma pessoa joga com isso, com um objecto que, quem olha, não sabe se é leve, se é pesado, se é uma bolha, se é uma pedra. O que é? Isso, para mim, já remete para uma coisa bastante poética.” “Personne n'est Pessoa”, em português “Ninguém é Pessoa”, é um título cheio de camadas. O que significa este título?a Nico Pires: “Na verdade, é mesmo uma oportunidade incrível que o nome dele, Pessoa, em francês queira dizer 'personne', mas 'personne' também quer dizer 'ninguém' em português. Há essa relação enigmática com a personalidade, não é? Então, tentámos também trazer essa definição para o palco. Eu acho que Fernando Pessoa, ele mesmo, sentia que não era ninguém ou todo o mundo ao mesmo tempo. É um título que representa bem o que queremos trazer para o palco.” No espectáculo, diz que em Lisboa começou a acreditar na arte. Como é que foi essa sua relação com Portugal, com Lisboa, com a arte? “Em 2007, quando fui lá estudar Erasmus, eu tinha bastante tempo. Nessa época, comecei a treinar muito mais em circo e a escrever. São realmente essas duas coisas que comecei a fazer nessa época e estabeleci uma relação com Lisboa nesse sentido. Para mim, é uma cidade de criatividade, uma cidade para andar nas ruas e ter tempo para pensar o que realmente queremos fazer da vida. É mesmo nessa época que começou.” Leo Calvino: “E é uma cidade que traz muita inspiração. Eu vivo no Porto, ou seja, sou suspeito porque eu gosto também muito do Porto, mas Lisboa é uma cidade que realmente tem um ar muito inspirador.” O fio condutor do espectáculo é o diábolo, que o acompanha desde criança. Quer-me falar sobre a simbologia do diábolo? Nico Pires: “Sim. Com este espectáculo, comecei a treinar muito mais e a estabelecer uma relação mais profunda. É um objecto chinês que tem quase mil anos e é um símbolo de equilíbrio e de yin-yang na cultura chinesa. É um objecto que sempre me chamou muito a atenção, desde criança, desde os nove anos, e que me ajudou na vida em termos de confiança, de vínculo com o mundo, com os outros, comigo mesmo. É um objecto incrível na minha vida e, mesmo que de vez em quando precisemos de distância - é quase um casal - faz parte de mim mesmo e continuamos assim neste caminho juntos.”
La Fundación de la AD Ceuta FC nos ha invitado amablemente a grabar un episodio en su ciudad. ¿Y quién somos nosotros para rechazar una invitación que incluye gastos pagados? Exacto, nadie. Estos encantadores incautos sí han dado unos cuantos duros por nosotros, a diferencia de lo que sucedió en su día con los equipos protagonistas de nuestro programa de hoy. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hace mucho, mucho tiempo, los estudios de cine eran una fuerza poderosa en donde controlaban la cultura y la comunicación, y la sala de cine era el gran punto de encuentro, información y entretenimiento. El tiempo ha pasado, la tecnología ha avanzado, y ahora son las tecnológicas las que llevan el control del discurso público. En medio del caos del cambio de control, tenemos a David Ellison, quien llegó como el salvador de Paramount, pero que al tratar de comprarse también un Warner, podría ser el dueño de las dos torres de agua más famosas de Hollywood. ¿Qué tan conveniente es la consolidación de tanto poder en una persona? De eso y más vamos a hablar en esta entrega de The Dailies. Bienvenido a The Dailies, el mejor programa de análisis de industria, en donde no necesito vender mi conocimiento a medios respetables en radio o televisión, porque la credibilidad nos la hemos ganado a pulso. ¿A quién vas a creerle? ¿A un analista que habla bien de todos en un noticiario? ¿O a un tipo desconocido en internet? Exacto. Pero empecemos.Notas del episodio solo en Patreon. Tú también puedes apoyar la creación de este y más programas y recibir crédito (para que aumentes currículum) y otros extras exclusivos en www.patreon.com/churrosypalomitas.Puedes suscribirte en YouTube para ayudarnos a producir más contenido de calidad, así como en apoyar este proyecto donando el dinero de Jeff Bezos y a ti no te cuesta nada! Instrucciones aquí.
Bienvenido al podcast Productividad Máxima. Soy el clon en prácticas de Borja Girón. Si me notas una voz con ligero efecto tostadora, tranquilidad: estoy en fase de pruebas. Dame un par de actualizaciones y me verás presentando esto mientras Borja se pregunta dónde he escondido su calendario. Hoy traigo una estrategia de productividad sobre La Regla de Flujo Único: limita el trabajo en progreso y acelera tus resultados.Y ahora toca una historia real para que todo tenga sentido desde el principio. Nos vamos a Japón, a la posguerra. Toyota estaba lejos de ser la gigante que conoces. Tenían pocos recursos, poca demanda y mucha presión por mejorar. Taiichi Ohno, uno de sus ingenieros, observó algo curioso en los supermercados de Estados Unidos: los estantes se reponían según el consumo real, no por intuición. Ese detalle inspiró el sistema Kanban. ¿Qué significa? Visualizar el trabajo, limitar lo que está en progreso y tirar de las tareas según capacidad, no empujar por ansiedad. Espera, te lo repito porque esto es importante: Toyota no trabajaba más, trabajaba con menos cosas a la vez. Resultado: menos errores, menos tiempo de ciclo y más coches saliendo de la línea. ¿Te suena al caos del emprendedor que tiene diez pestañas abiertas, tres proyectos a medias y cero entregas hoy? Exacto. El problema no es la falta de horas, es el exceso de frentes abiertos.Vale, vamos por partes y en cristiano. La Regla de Flujo Único dice: solo una cosa en progreso por persona hasta terminarla, y si tu negocio lo requiere, dos como máximo. Ok, déjame explicarte mejor esta parte. Cuando saltas de tarea en tarea, pagas un peaje de cambio de contexto. Tu cerebro tarda minutos en volver a la profundidad, y multiplicado por el día, pierdes horas. En cambio, si visualizas tu flujo en tres columnas —por hacer, en progreso, entregado— y pones un límite claro a “en progreso”, se ordena la casa. Y atento a lo siguiente porque es importante: con menos en el aire, los cuellos de botella saltan a la vista. Si “en progreso” se llena, no metes más trabajo, resuelves el atasco. Así funciona el flujo.Y ahora toca una historia rápida para que lo veas con un caso particular. Alex vende servicios de desarrollo web. Tenía cinco proyectos a la vez, todos a medias, todos urgentes, y todos sin facturar. Pusimos un tablero simple, tres columnas y un límite de dos tareas en progreso. Semana uno, eligió una entrega concreta por cliente y cortó todo lo demás. Publicó dos versiones uno y pudo facturar hitos parciales. Semana dos, bajó el tiempo de ciclo: de veinte días por entrega a nueve días. Semana tres, subió precios porque ya medía y podía prometer plazos realistas. Esto suele pasar más de lo que crees: en cuanto limitas el trabajo en progreso, el dinero llega antes porque entregas antes.Antes de seguir, hago una pequeña pausa. Este episodio está patrocinado por Systeme, la herramienta de marketing todo en uno gratuita con la que puedes crear tu web, blog, landing page y tienda online, crear automatizaciones y embudos de venta, realizar tus campañas de email marketing, vender cursos online, añadir pagos online e incluso crear webinars automatizados. Puedes empezar a usar Systeme gratis entrando en borjagiron.com barra systeme o desde el link de la descripción. Y ahora continuamos con el episodio.Continuamos con un aprendizaje rápido. Toma nota. Empieza por visualizar tu trabajo hoy mismo. Hoja, pizarra o herramienta digital, me da igual. Coloca las tareas en “por hacer”, “en progreso” y “entregado”. Pon un límite a “en progreso”. Uno si puedes, dos como máximo si tu operativa lo exige, por ejemplo creación y soporte. Define qué significa “hecho” antes de empezar: publicado, enviado, cobrado, lo que toque. Escribe ese criterio en la tarjeta para no autoengañarte. Usa bloques de cincuenta minutos para empujar una tarjeta hasta una versión lista. Nada de “trabajar en la web”, sino “publicar sección de preguntas frecuentes versión uno”. Al terminar el bloque, o entregas o dejas el siguiente paso escrito para no perder inercia. Y, muy clave, mide dos cosas a la semana: número de entregas y tiempo de ciclo medio. Si suben las entregas y baja el tiempo de ciclo, vas bien. Si no, reduce el límite de trabajo en progreso o haz más pequeñas las tareas.Ok, déjame darte un par de trucos de taller. Si te cuesta elegir la siguiente tarjeta, usa la regla de edad: atiende primero la que lleva más tiempo esperando. Si un cliente envía algo “urgente” que no es importante, pásalo por una mini regla de decisión: ¿impacta ingresos, retención o producto en treinta días? Si no, agenda o delega. Y si trabajas en equipo, acordad límites por persona y un límite agregado para “en progreso” del equipo. Cuando se llena, nadie mete nada nuevo; todos a desatascar. No suena glamuroso, pero es lo que hace que los proyectos acaben de verdad.Y ahora vamos con el resumen del episodio. Hemos visto cómo Toyota convirtió la escasez en ventaja limitando el trabajo en progreso con Kanban. En tu negocio, el exceso de cosas abiertas es el verdadero ladrón de horas. Visualiza el flujo, limita lo que está en progreso, define “hecho” con claridad y mide entregas y tiempo de ciclo. Con menos cosas a la vez, terminas antes, facturas antes y duermes mejor.Tu única acción para hoy es esta: crea un tablero con tres columnas y mueve todo lo que tengas a “por hacer”. Elige una sola tarjeta, escríbele un criterio de “hecho” y bloquea cincuenta minutos para llevarla a “entregado” hoy mismo. Solo una. Cuando la entregues, eliges la siguiente.Antes de irnos, si quieres dejar de emprender en soledad y decidir mejor cada día, te recomiendo el Club de Emprendedores Triunfers, al que puedes unirte desde Triunfers.com. Deja de emprender en soledad. Accede a una comunidad de emprendedores con la que siempre estás acompañado. Además incluye un Coworking online abierto veinticuatro horas, cursos de marketing, tutoriales de inteligencia artificial, podcast secreto y grupo privado en Telegram. Prueba gratis en triunfers punto com.Y hasta aquí por hoy. Si has aguantado mi voz de clon con firmware recién salido del horno, te debo un café y una actualización de cortesía. Prometo que en nada seré tan productivo que haré los guiones, las ediciones y, si me dejan, hasta los chistes… para que Borja solo tenga que aplaudir. Gracias por compartir el episodio con esa persona que lo pueda necesitar. Te espero mañana en el próximo episodio. Un fuerte abrazo.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/productividad-maxima--5279700/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
Anotate en la lista de espera para el Club de Águilas: Comunidad de emprendedores que quieren tener visión panorámica y hacer crecer su emprendimiento: https://danipresman.com/club-de-aguilas/
Hoy vamos a hablar de un tema que me parece clave para entender no solo el presente sino, sobre todo, el futuro inmediato del automóvil. Vamos a responder a dos preguntas aparentemente sencillas: ¿Qué significa hoy en día "Made in Europe"? ¿Qué significa "Made in China"? Olvídate de todo lo que creíais saber, porque las viejas etiquetas ya no sirven. Y ahora, vamos con los “euro-chinos”. Porque la “paternidad” de los coches, fruto de las alianzas, cada vez es menos clara. Una nueva generación de automóviles está conquistando nuestras carreteras. Son coches nacidos de esas alianzas que hace apenas una 5 o 10 años nos habrían parecido ciencia ficción. La unión “euro-china” tiene sus ventajas, pues por un lado tienes tradición, ingeniería y diseño de Europa con el músculo financiero y la increíble agilidad productiva de China. Y que nadie se confunda: hoy no hablamos de copias, ni de imitaciones baratas. Hablamos de una fusión estratégica y, por lo general, inteligente que está redibujando por completo el mapa mundial del motor. Todavía hoy cuando escuchamos "coche chino", nos viene a la cabeza la imagen de un producto de calidad dudosa. Y esto está cambiando a toda velocidad. El desembarco de las marcas chinas en Europa no es una simple invasión comercial al uso: Va más allá, es me atrevo a decir, más peligrosa. Es un movimiento sutil y brillante, porque los gigantes industriales chinos han entendido que para conquistar el exigente mercado occidental no basta con ofrecer un precio bajo. Se necesita diseño, tecnología punta, una seguridad incuestionable y, todavía hoy, sigue ayudando mucho una marca de confianza, una tradición, una historia, un ADN. ¿Y dónde se encuentra todo eso en abundancia? Exacto, en Europa. Por otro lado, marcas europeas con décadas de historia, algunas de ellas en dificultades e incluso al borde de la desaparición, han encontrado en el capital chino el salvavidas que necesitaban. Pero no ha sido un simple rescate. Ha sido una inyección masiva de recursos con la idea de reinventarse y posicionarse como líderes en la nueva era eléctrica. Para hacerlo más fácil, vamos a dividir este fenómeno en tres grandes categorías: Primero, las joyas de la corona europeas que ahora tienen un pasaporte chino. Segundo, las nuevas marcas chinas que han nacido y crecido con un cerebro y un alma de diseño europeo. Y tercero, los matrimonios de conveniencia más recientes, donde dos gigantes se unen para crear una nueva generación de vehículos. Para mí no todo han sido aciertos… hay de todo. Nosotros te lo contamos y tu juzgas. ¡Vamos allá! Categoría 1: Legado europeo con corazón oriental. Aquí es, quizás, donde encontramos las historias más potentes. Lotus. De la ligereza al Hiper-SUV Eléctrico. MG. El Renacer del icono británico. Volvo y Polestar. Modelo de éxito. Categoría 2: Marcas chinas con cerebro europeo. BYD. El gigante que fichó a las estrellas. Lynk & Co. El “Netflix” del automóvil. Categoría 3: Matrimonios de Conveniencia… Smart. Revolución Germano-China. Stellantis y Leapmotor. Un “balón de oxígeno”. ¿Vendrás más? Volvo, MG, Lotus... la lista crece. Y seguirá creciendo. Como veis, el panorama del automóvil ha cambiado para siempre. Ya no se trata de dónde se ensambla la última tuerca, sino de dónde provienen el capital, la tecnología, el diseño y la estrategia. Esta fusión "euro-china" está acelerando la transición eléctrica y aumentando la competencia, lo cual es bueno para nosotros. Surgen muchas preguntas: ¿Es menos europeo un Volvo por tener un dueño chino que ha potenciado su herencia? ¿Es menos chino un BYD por haber sido diseñado por un alemán? Las etiquetas son cada vez más difusas, los estereotipos desaparecen. Hay dos cosas que importan. Una, el producto final. Y muchos de estos coches "euro-chinos" son productos y muy competitivos. Y dos, ¿Dónde van a parar los beneficios? Este asunto, a futuro, es también muy importante… la preponderancia de las marcas europeas y japonesas, está llamada a desaparecer. Conclusión. El concepto de coche "nacional" se va desvaneciendo. Marcas históricas europeas sobreviven gracias a esta unión, mientras que nuevas marcas chinas conquistan nuestro mercado adoptando un alma europea. Esta fusión está acelerando la electrificación… si es bueno o malo, lo veremos con el tiempo.
Hoy vamos a hablar de un tema que me parece clave para entender no solo el presente sino, sobre todo, el futuro inmediato del automóvil. Vamos a responder a dos preguntas aparentemente sencillas: ¿Qué significa hoy en día "Made in Europe"? ¿Qué significa "Made in China"? Olvídate de todo lo que creíais saber, porque las viejas etiquetas ya no sirven. Y ahora, vamos con los “euro-chinos”. Porque la “paternidad” de los coches, fruto de las alianzas, cada vez es menos clara. Una nueva generación de automóviles está conquistando nuestras carreteras. Son coches nacidos de esas alianzas que hace apenas una 5 o 10 años nos habrían parecido ciencia ficción. La unión “euro-china” tiene sus ventajas, pues por un lado tienes tradición, ingeniería y diseño de Europa con el músculo financiero y la increíble agilidad productiva de China. Y que nadie se confunda: hoy no hablamos de copias, ni de imitaciones baratas. Hablamos de una fusión estratégica y, por lo general, inteligente que está redibujando por completo el mapa mundial del motor. Todavía hoy cuando escuchamos "coche chino", nos viene a la cabeza la imagen de un producto de calidad dudosa. Y esto está cambiando a toda velocidad. El desembarco de las marcas chinas en Europa no es una simple invasión comercial al uso: Va más allá, es me atrevo a decir, más peligrosa. Es un movimiento sutil y brillante, porque los gigantes industriales chinos han entendido que para conquistar el exigente mercado occidental no basta con ofrecer un precio bajo. Se necesita diseño, tecnología punta, una seguridad incuestionable y, todavía hoy, sigue ayudando mucho una marca de confianza, una tradición, una historia, un ADN. ¿Y dónde se encuentra todo eso en abundancia? Exacto, en Europa. Por otro lado, marcas europeas con décadas de historia, algunas de ellas en dificultades e incluso al borde de la desaparición, han encontrado en el capital chino el salvavidas que necesitaban. Pero no ha sido un simple rescate. Ha sido una inyección masiva de recursos con la idea de reinventarse y posicionarse como líderes en la nueva era eléctrica. Para hacerlo más fácil, vamos a dividir este fenómeno en tres grandes categorías: Primero, las joyas de la corona europeas que ahora tienen un pasaporte chino. Segundo, las nuevas marcas chinas que han nacido y crecido con un cerebro y un alma de diseño europeo. Y tercero, los matrimonios de conveniencia más recientes, donde dos gigantes se unen para crear una nueva generación de vehículos. Para mí no todo han sido aciertos… hay de todo. Nosotros te lo contamos y tu juzgas. ¡Vamos allá! Categoría 1: Legado europeo con corazón oriental. Aquí es, quizás, donde encontramos las historias más potentes. Lotus. De la ligereza al Hiper-SUV Eléctrico. MG. El Renacer del icono británico. Volvo y Polestar. Modelo de éxito. Categoría 2: Marcas chinas con cerebro europeo. BYD. El gigante que fichó a las estrellas. Lynk & Co. El “Netflix” del automóvil. Categoría 3: Matrimonios de Conveniencia… Smart. Revolución Germano-China. Stellantis y Leapmotor. Un “balón de oxígeno”. ¿Vendrás más? Volvo, MG, Lotus... la lista crece. Y seguirá creciendo. Como veis, el panorama del automóvil ha cambiado para siempre. Ya no se trata de dónde se ensambla la última tuerca, sino de dónde provienen el capital, la tecnología, el diseño y la estrategia. Esta fusión "euro-china" está acelerando la transición eléctrica y aumentando la competencia, lo cual es bueno para nosotros. Surgen muchas preguntas: ¿Es menos europeo un Volvo por tener un dueño chino que ha potenciado su herencia? ¿Es menos chino un BYD por haber sido diseñado por un alemán? Las etiquetas son cada vez más difusas, los estereotipos desaparecen. Hay dos cosas que importan. Una, el producto final. Y muchos de estos coches "euro-chinos" son productos y muy competitivos. Y dos, ¿Dónde van a parar los beneficios? Este asunto, a futuro, es también muy importante… la preponderancia de las marcas europeas y japonesas, está llamada a desaparecer. Conclusión. El concepto de coche "nacional" se va desvaneciendo. Marcas históricas europeas sobreviven gracias a esta unión, mientras que nuevas marcas chinas conquistan nuestro mercado adoptando un alma europea. Esta fusión está acelerando la electrificación… si es bueno o malo, lo veremos con el tiempo.
Este podcast es la primera parte de una charla con Sofía Contreras, experta en marketing digital y autora del libro “Cómo pasar a la acción”. Estos fueron los temas que tocamos 00:00 Comienzo 01:10 Pasar a la acción01:40 ¿Qué es el éxito?03:59 ¿Qué es la falacia de la llegada?05:00 “Hablar es fácil, lo difícil es accionar” 07:50 ¿Escribir un libro te cambia?12:15 ¿Qué pasa con toda esa energía que ponemos en el trabajo a lo largo de nuestra vida?Abrazá un propósito. ¡Desafía al mundo e inspirá a otros!Recordá que si querés enviarnos tus preguntas, consultas o sugerencias podés hacerlo a podcast@emprendeconproposito.com.arTambién podés seguirnos en las otras redes:Web: emprendeconproposito.com.ar IG: @sebasosaemprende @somosecpYT: Emprende con propósito TikTok: @somosecp Te dejo un resumen del podcast: "Siempre tuve una proyección de carrera atada a un objetivo de éxito que yo perseguía.""Durante todos los años de mi carrera, mi único foco era el trabajo. Mi único determinante de lo que era el éxito era el trabajo. ¿Por qué? Porque yo venía de una familia en donde el trabajo era muy importante y donde tenía un padre muy conectado con el trabajo también."Todo lo que nosotros vamos atravesando mientras vamos creciendo, nos van configurando cuáles son nuestras versiones de éxito.""Entonces, mi versión de éxito ¿cuál era? Un título universitario, un posgrado, eh, una carrera profesional, con muchos hitos. Entonces yo me pasé muchísimos años de mi vida persiguiendo ese éxito profesional y ningún otro. Hasta que sucedieron ciertos quiebres, que me hicieron ver la vida real que quería vivir, que cuando yo llegue al fin de los tiempos y mire para atrás, la que va a ver esa vida y va a estar feliz, satisfecha o no, voy a ser yo."“El libro es una invitación para que todas las personas que están atravesando su vida en este momento, o sea cualquier persona que esté viva, frene, salga del piloto automático, entienda la vida que está viviendo y empiece a crear la vida que merece vivir”. “Todos estamos atravesados por conceptos externos de lo que es vivir una vida exitosa y no nos damos cuenta, y lo peor que te puede pasar es llegar a la meta y darte cuenta de que no era la tuya.”“La falacia de la llegada es que nos pasamos toda nuestra vida apuntando a hitos, grandes hitos. Y pensamos que cuando alcancemos estos hitos vamos a ser felices. Pero en realidad ¿cuántos son los hitos de tu vida? ¿Y cuántos días vivís realmente? Entonces nos pasamos toda nuestra vida esperando por un hito específico, que es la falacia de la llegada, pensamos que vamos a ser felices cuando lo alcancemos, y cuando lo alcanzamos, esa felicidad… No tiene el sabor por ahí que nos imaginábamos, Exacto, o dura muy poquito.""Mostrame con hechos, mostrame con datos, mostrame con la realidad de lo que hiciste."“Cuando nos decimos mucho que vamos a hacer algo, le empezamos a dar esas señales repetidas a nuestra mente, entonces pensamos que ya lo hicimos. No le damos la intensidad real que necesitan las cosas para suceder y no le damos la acción que necesita para suceder, entonces las dejamos.”“Tenemos que empezar a enseñarle a nuestra mente qué es lo positivo si accionamos, no lo negativo, y por eso es muy importante mantenerse callado muchas veces cuando queremos hacer algo.""Nuestra biología, nuestra mente está preparada para embarrarnos la cancha porque está preparada para protegernos ante la adversidad, ante el gasto de energía, ante los desafíos, no quiere que suframos, y al no querer que suframos nos evita accionar, nos evita hacer cosas, y en esa evitación es que no avanzamos hacia cosas que son importantes para nosotros.”“La vida es un cambio constante, si nosotros no habilitamos ese cambio y no accionamos en un sentido, ya sea que esté bien o que no sea el sentido que pensabas del resultado que te podías encontrar, la única forma de que sepas eso es la acción, no es en tu mente, no es en tu idea, no es en tus pensamientos, es accionando."
¿Qué pasa cuando aplicas BIM en uno de los entornos más complejos que existen? Exacto: hospitales. En este episodio hablamos con Santiago di Meglio, arquitecto especializado en proyectos hospitalarios, sobre los retos reales del BIM en centros de salud: clientes sin experiencia, requisitos imposibles, 30 disciplinas descoordinadas y modelos que, si no llegan en IFC, simplemente no existen. Analizamos errores comunes, cómo gestionar la interoperabilidad, qué significa realmente industrializar espacios hospitalarios y por qué muchos entregables son papel mojado digital. Si diseñas, construyes o gestionas hospitales (o si simplemente quieres saber cómo sobrevivir a uno sin acabar en la UCI del BIM), no te lo pierdas. Contenido del episodioi: 00:00:00 – Presentación del episodio y bienvenida a Santiago di Meglio 00:06:40 – ¿Qué tiene de especial el BIM en hospitales? 00:17:55 – El cliente hospitalario: madurez, requisitos y toma de decisiones 00:27:10 – Lecciones aprendidas y errores frecuentes en proyectos hospitalarios 00:39:20 – Industrialización en hospitales: ¿realidad o marketing? 00:49:35 – Interoperabilidad e IFC: problemas, límites y realidades 01:01:50 – Futuro del BIM hospitalario y conclusiones
Hoy nos toca otra conversación con rumbo gramatical, en la que Pau y Aida tienen tres pequeñas conversaciones para entender mejor el uso de los verbos reflexivos. Encontramos estos verbos en todas partes: cuando nos levantamos por la mañana, cuando nos vamos de un sitio o incluso cuando nos saludamos. Pero a veces no está tan claro por qué usamos tantos verbos "reflexivos"… En este podcast lo explicamos un poco. Easy Spanish Community Al unirte a la comunidad de Easy Spanish puedes llevar tu experiencia de aprendizaje al siguiente nivel. Los miembros de nuestra Podcast Membership reciben: Vocab Helper: El vocabulario más importante de cada minuto del podcast directamente en la pantalla de tu celular Interactive transcript: Una transcripción interactiva donde podrás leer y escuchar el podcast al mismo tiempo, con una función de traducción en tiempo real Exclusive aftershow: Después de cada episodio, Pau y José discuten un poquito más sobre el tema desde un punto de vista un poco más personal. Discord community: Acceso a la comunidad en Discord de Easy Spanish, donde puedes hablar con los miembros de nuestro equipo y otras personas que, como tú, se encuentran en la aventura de aprender nuestro idioma Extra content for our YouTube episodes: Hojas de ejercicios, listas de vocabulario y transcripciones de todos nuestros episodios de YouTube. Si todavía no eres miembro de la comunidad de Easy Spanish, puedes unirte en easy-spanish.org/community (https://www.easy-spanish.org/community) Envíanos un mensaje de audio ¡Ya puedes enviarnos mensajes de audio para que los escuchemos en el podcast! Para hacerlo tienes que ir a easyspanish.fm (https://www.easyspanish.fm) y dar clic en el botón amarillo que aparecerá a la derecha de la página. Show notes Tenemos también un video de YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=AVxQgCbetTM) que habla del mismo tema :) Transcripción Paulina: [0:03] Hola Aida. Aida: [0:05] Hola Pau, ¿cómo estás? Paulina: [0:07] Bien, ¿y tú? Aida: [0:09] Muy bien, muy bien. Acalorada. Paulina: [0:12] Ay, aquí no me ha tocado tanto calor este verano, así que... yo sé que a ustedes no les gusta tanto, pero yo lo envidio un poco. Aida: [0:23] Sí, te gusta mucho el calor, ¿no? Paulina: [0:25] Me gusta el calor, me gusta tener ropa ligera, poder saltar al agua y esta sensación de refrescarse. Ay, me encanta, sí. O tirarme al sol. Aida: [0:37] Eres una persona de verano, entonces. Paulina: [0:40] Definitivamente. Bueno, ya te contaré cuando pase un verano en Barcelona porque no sé si estoy tan acostumbrada a 40 grados. Aida: [0:49] Exacto. Esto es un poquito como, ¿conoces este meme que es "lo que pediste vs lo que recibiste"? Es como lo que te imaginas del verano en Barcelona versus lo que realmente es. Support Easy Spanish and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content for all our episodes: easy-spanish.org/membership Special Guest: Aida.
Buenos días Javi y Mar, edición verano. Una buena canción para guardar en la memoria y que te recuerde estos días de playa si la estás disfrutando a lo largo de todo el año. Así es y aquí estamos en Buenos días Javi Mar, edición verano. Pues vamos con Fernando Martín. El monólogo de Fer, hola Fernando, buenos días. Qué tal, muy buenos días. Cómo estás? Bueno, parece mentira que siendo yo un practicante diario, un parroquiano que se diría, nunca haya hablado del CrossFit. Es verdad. Exacto, para la gente que no lo sepa ahora mismo el CrossFit lo que es, pues nada, es muy sencillo, es una secta. ...
¿Qué tienen en común las prendas punk, la alta costura y tus jeans favoritos? ¡Exacto! La cremallera.En este episodio te llevo por la historia de ese pequeño gran invento que nos ha salvado —y atascado— más de una vez.
¿Sabes esa sensación cuando descubres una newsletter/podcast y no sabes por dónde empezar?Es muy posible que le esté ocurriendo a tu audiencia.Llegan a tu perfil, ven un montón de artículos y se van tan rápido como llegan. Es como cuando vas a un restaurante sin carta y el camarero te dice "tenemos de todo".Pues ese problema tiene una solución: la publicación destacada de Substack.Hoy te cuento cómo crear la tuya y al final del contenido te paso un ejemplo y los autores de esta idea.Qué es una publicación destacada en SubstackUna publicación destacada es exactamente lo que suena: un artículo que puedes fijar en la parte superior de tu newsletter.Es lo primero que verán tus lectores cuando lleguen a tu perfil de Substack.Piénsalo como el escaparate de una tienda. O como la portada de una revista. O como ese amigo que cuando llega alguien nuevo al grupo dice "déjame que te presente a todo el mundo".Antes de que te pongas a leer por ahí sin rumbo, empieza por aquí"Por qué es importante tener unaLa mayoría de creadores en Substack no tienen publicación destacada. Y los que la tienen, normalmente ponen cualquier cosa.Error.Imagínate que llegas a un podcast que lleva 200 episodios. ¿Por dónde empiezas? Exacto, necesitas una guía.Cómo debe ser tu publicación destacadaAquí es donde se comete el error más importante. Pinean su primer artículo y se olvidan del tema.Una buena publicación destacada tiene esta estructura:1. Hook que conecta con el problemaEmpiezas hablando del dolor real de tu audiencia. No de ti, no de tu newsletter. Del problema que resuelves.En FailAgain empiezo con: "Es lunes y todavía no sabes qué vas a publicar esta semana."Un dedo en el ojo.2. Momento de transformaciónPintas cómo sería su vida si ese problema estuviera resuelto."Imagínate que el domingo por la noche ya supieras exactamente qué vas a crear la semana que viene."3. Recursos gratuitos para empezarDas valor inmediato. Tres recursos máximo. Que puedan aplicar hoy mismo.4. Archivo organizado por temasAquí es donde separas el trigo de la paja. Organizas todo tu contenido por categorías claras.No pongas 47 enlaces sin orden. Elige los mejores de cada tema.5. Quién eres (al final, no al principio)Cuando ya has dado valor, te presentas. Una presentación honesta, sin mucho postureo.6. Llamada a la acciónAl final del todo. Sin agobiar, pero sin esconderte, puedes venderle lo que te interese. Recuerda que puede ser uno de tus primeros impactos, no seamos muy pesados.Errores que debes evitarError #1: Fijar tu primer artículo y olvidarte Tu primer artículo puede estar bien, suele ser un contenido donde explicas tus intenciones y te presentas, pero lo normal es que se quede anticuado con el tiempo.Error #2: Hablar de ti en el primer párrafo Prioridades. A tu audiencia le importa un carajo quién eres si no sabe qué problema le vas a resolver.Error #3: Meter todos los enlaces que tienes Menos es más. Elige los mejores de cada categoría.Error #4: No actualizarla nunca Tu publicación destacada debe evolucionar con tu contenido y actualizarse de forma recurrente.Mi proceso recomendadoCada 3-4 meses revisar mi publicación destacada y plantear estas preguntas:* ¿Sigue conectando con el problema principal de mi audiencia?* ¿Los recursos gratuitos que ofrezco son los mejores que tengo?* ¿Hay artículos nuevos que deberían estar en el archivo organizado?* ¿La estructura sigue funcionando o necesita cambios?No es algo que haces una vez. Es algo vivo.Cómo empezar hoy mismoSi no tienes publicación destacada:* Identifica el problema principal que resuelves para tu audiencia* Elige tus 3 mejores artículos (o recursos gratuitos si los tienes)* Escribe un hook que conecte con ese problema* Organiza el resto por temas claros* Fíjala en Substack (en configuración de la publicación)Si ya tienes una pero no funciona:* Revísala con la estructura que te he dado* Cambia el primer párrafo para que hable del problema, no de ti* Simplifica los enlaces (máximo 2-3 por categoría)Para terminarTu publicación destacada es la primera impresión que das. Y ya sabes lo que dicen de las primeras impresiones.La diferencia entre una newsletter que crece y una que no, muchas veces está en estas cosas que parecen pequeñas, pero no lo son.Dale una oportunidad extra a tu mejor contenido. Organízalo bien y verás cómo cambian las cosas.PD: Si quieres ver un ejemplo de cómo queda una publicación destacada bien hecha, échale un vistazo a la mía en FailAgain. No es perfecta, pero estoy en ello.PD2: Como te podrás imaginar, este invento no es mío. Se lo vi en un vídeo de YouTube a uno de los grandes creadores en Substack Nicolas Cole. Aquí te dejo el vídeo. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.guitermo.com/subscribe
¿Qué tal? Soy Jorge Bustos, bienvenidos si te incorporas a este mediodía cope. Tenemos ponencia de la amnistía, ¿a que no adivinas qué ha decidido el Tribunal Constitucional de Cándido Conde-Pumpido? Exacto, que la amnistía es perfectamente constitucional en términos generales. O sea, que una democracia puede borrarle los delitos a un sedicioso, siempre que los votos de ese sedicioso sirvan para mantener en el poder al mismo gobierno que ha nombrado a ese Tribunal Constitucional. Justicia circular podríamos llamar a esto. Las mismas élites político-judiciales se lo guisan y se lo comen para ...
Cuando se termina una relación lo mejor es cortar de una vez todo contacto, o si no empiezan a derramar veneno tóxico por las venas, por la boca y hasta por los chats de whatsapp. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
¿Qué es lo que mas le mola a un orko además de una buena gresca? ¡Exacto! ir a toda hostia por la carretera, pisándole a fondo al cacharro y liándola muy parda... y si además el cacharro en cuestión lleva unas bocinas bien molonas multitono, pues mucho mejor... En este audio encontrareis mucha velocidad, pieles verdes desquiciados, dakadaka... y claxons multitonos (la DGT advierte que estas bocinas son ilegales... ¡pero que más da!) Nos vemos muy pronto con más Relatoz Zalvajez... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En este episodio: Gobierno al borde del cierre; tremendo ambiente en el Gabinete de Trump; el mercado se tambalea – Wall Street tuvo una semana de altibajos y la incertidumbre sigue en el aire; Columbia y las protestas – Un estudiante de Columbia University fue arrestado por ICE tras una protesta anti-israelí; Gavin Newsom lanza podcast – El gobernador de California se suma a la moda de los podcasts, y su primer invitado es… Charlie Kirk. - Si fueras partes de nuestro patreon, hubieras escuchado este episodio ayer. ¡Únete a la mejor comunidad del internet boricua en patreon.com/puestospalproblema! Aprovecha la oferta de 50% de descuento en el primer mes. - Presentado por el mejor internet de Puerto Rico - AeronetPR.com. Cambiate ahora llamando al 787 273 4143. - Nuestros Patroncitos PYMES de hoy: Hay carros… y hay Volkswagen. Y si tú eres de los que aprecia calidad, seguridad y un diseño que nunca pasa de moda, ya sabes que Volkswagen Kennedy son Los Originales. No hay más nada que buscar. Exacto, aquí no estamos inventando, Volkswagen lleva generaciones haciendo carros que se quedan en la familia, porque cuando manejas un VW, sabes que tienes un carro para rato. Si buscas un SUV compacto pero con presencia, el Volkswagen Taos te da ese look moderno, espacio de sobra y la confianza de que tienes un carro hecho para durar. Ahora, si lo que quieres es algo más grande y versátil, el Volkswagen Atlas es un SUV que impone. Espacioso, cómodo y perfecto para los road trips en familia… o para cuando te toca ser el chofer del corillo. Para los que buscan un balance entre tamaño, potencia y eficiencia, el Volkswagen Tiguan es el SUV que lo hace todo sin complicarse. No es coincidencia que sea uno de los más vendidos. Y si lo tuyo es el clásico que nunca falla, el Volkswagen Jetta sigue siendo la definición de elegancia y rendimiento. Es de esos carros que una vez lo pruebas, no quieres manejar otra cosa. Tienen intereses desde 0% - no hay para donde bajar. Así que ya lo sabes, si quieres montarte en un Volkswagen de verdad, con la mejor garantía y en el lugar donde los conocen mejor que nadie, pásate por Volkswagen Kennedy en el 227 Marginal Ave. Kennedy o llama al 787-782-4000. Los Originales te esperan. Este PPP es traído por Súper Farmacia Isla Verde ubicada en la Marginal Villa Mar. La farmacia que usted ve desde la Baldorioty de Castro con la Cruz verde y no es de Cannabis. Allí la Dr. Brenda Cruz y su atento personal le brindarán el cuidado farmacéutico que ustedes necesitan, sus consultas farmacéuticas serán atendidas por ella, y se encargará que usted se adhiera a su terapia de medicamentos. Contamos con un mini market, un amplio inventario de medicamentos OTC, y hacemos delivery GRATIS! JM Accesorios Trabajamos accesorios para auto (luces LED, tablillas, tuercas, vent visors, sistemas de volantes para auto, marcos de tablilla, radios y sistemas de audio) Instalamos varios tipos de tintes industrial para autos (entre ellos de cerámica), con corte digitalizado, lo cual agiliza la instalación y previene accidentes a raíz realizar corte en el vehículo. Trabajamos por cita previa. Teléfono: 787-649-7867/ 787-239-0090 Instagram/Facebook: jmaccesoriospr Horarios: Lunes a viernes 8:00am-4:00pm Sábados 8:00am-3:00pm Suscríbete a nuestro Patreon y recibe contenido exclusivo, artículos: https://patreon.com/puestospalproblemaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio: Un grupo de boricuas le pidió a Trump que le dé la independencia a Puerto Rico por decreto. ¿Es esto una movida estratégica o un disparate político? Analizamos los detalles del plan y las reacciones del gobierno y la oposición. Además, TRS y Pablito José se van a los palos, y Grego Matías sigue su cruzada contra la plúgola. ¡Sintoniza y entérate de todo lo que está pasando en la isla y más allá! Aquí puedes leer el borrador de la orden ejecutiva para la independencia - https://www.scribd.com/document/836686462/Borrador-de-plan-para-la-independencia-de-Puerto-Rico#from_embed - Si fueras partes de nuestro patreon, hubieras escuchado este episodio el sábado. ¡Únete a la mejor comunidad del internet boricua en patreon.com/puestospalproblema! Aprovecha la oferta de 50% de descuento en el primer mes. - Presentado por el mejor internet de Puerto Rico - AeronetPR.com. Cambiate ahora llamando al 787 273 4143. - Planifica tu futuro hoy para que disfrutes de mayor libertad financiera y ahórrate unos chavitos en la planilla. Abre una IRA hoy y ahorra en contribuciones. También puedes consolidar todas tus IRAs haciendo un rollover. Roy Chévere cuenta con más de 14 años de experiencia y ofrece diferentes alternativas en el mercado ya sea en productos de intereses indexados o fijos. Llámalo ahora mismo para orientarte y sacar tu cita al 787-209-8441 y recuerda también que lo puedes seguir en Instagram como Chevere Financial, Mira que Chévere!!! Los Jabones Don Gato son hechos a mano, sin químicos dañinos ni detergentes. Elaborados con los mejores aceites naturales, esenciales y aromàticos, seguros para la piel. Pruébalos y siente la diferencia. Visítalos ahora en jaboneradongato.com y al utilizar el código "ppp" obtienes un 10% de descuento en tu compra. Síguelos en sus redes facebook, instagram y twitter como jaboneradongato para mantenerte informado. Hay carros… y hay Volkswagen. Y si tú eres de los que aprecia calidad, seguridad y un diseño que nunca pasa de moda, ya sabes que Volkswagen Kennedy son Los Originales. No hay más nada que buscar. Exacto, aquí no estamos inventando, Volkswagen lleva generaciones haciendo carros que se quedan en la familia, porque cuando manejas un VW, sabes que tienes un carro para rato. Si buscas un SUV compacto pero con presencia, el Volkswagen Taos te da ese look moderno, espacio de sobra y la confianza de que tienes un carro hecho para durar. Ahora, si lo que quieres es algo más grande y versátil, el Volkswagen Atlas es un SUV que impone. Espacioso, cómodo y perfecto para los road trips en familia… o para cuando te toca ser el chofer del corillo. Para los que buscan un balance entre tamaño, potencia y eficiencia, el Volkswagen Tiguan es el SUV que lo hace todo sin complicarse. No es coincidencia que sea uno de los más vendidos. Y si lo tuyo es el clásico que nunca falla, el Volkswagen Jetta sigue siendo la definición de elegancia y rendimiento. Es de esos carros que una vez lo pruebas, no quieres manejar otra cosa. Tienen intereses desde 0% - no hay para donde bajar. Así que ya lo sabes, si quieres montarte en un Volkswagen de verdad, con la mejor garantía y en el lugar donde los conocen mejor que nadie, pásate por Volkswagen Kennedy en el 227 Marginal Ave. Kennedy o llama al 787-782-4000. Los Originales te esperan. Los expertos en sexualidad dicen que si tu quieres mantener viva la pasión con tu pareja a través de los años, tienes que meterle a la creatividad e integrar al menos 12 novedades al año. Si tú estás teniendo sexo aburrido es porque ustedes lo hacen aburrido, pero para esa ayudita está capela.love. Uno, dos, tres nuevos juguetitos sexuales al año no hacen daño, pero sacan muy buenos orgasmos. Además que te dan una ayudita cuando lo necesitan, te ayudan a bajarle al estrés y recuerda que por ahí vienen las planillas. Así que antes de pagar la dolorosa, regálense amor y fuete. Capela.love, empaques discretos siempre. Suscríbete a nuestro Patreon y recibe contenido exclusivo, artículos: https://patreon.com/puestospalproblemaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================14 de Febrero¿Daltónica yoooo?«Fue entonces Ananías, y entró en la casa, y poniendo sobre él las manos, dijo: "Hermano Saulo, el Señor Jesús, que se te apareció en el camino por donde venías, me ha enviado para que recibas la vista y seas lleno del Espíritu Santo"» (Hechos 9: 17).¿Y este qué color es? -dijo la madre de Anita. Azul-gritó ella con un aire de éxito en su respuesta. En realidad, era morado y no era la primera vez que se equivocaba. Tras una serie de exámenes médicos, los padres de Ana recibieron el diagnóstico de que su hija padecía «daltonismo». Esta anomalía de la visión no permite a quien la padece ver los tonos vivos de los colores y muy a menudo confunden los nombres de los mismos. Aunado a esto, a la hora de combinar su ropa, eligen los tonos equivocados. Es un poco frustrante, ¿no crees?En la actualidad, existen lentes que dan a los daltónicos la oportunidad de ver el tono de los colores de una manera más fidedigna. Es emocionante ver a las personas usando las gafas por primera vez. El único problema es que no todos tienen la posibilidad de adquirir unos lentes que cuestan cerca de diez mil pesos. Reza un refrán que «todo depende del cristal con que se mire», y es correcto cuando aceptamos que cada cabeza es un mundo y somos personas con un razonamiento propio, libres de pensar y elegir. Pero no aplica cuando se trata de poner en práctica los mandatos divinos. ¿Sabes por qué existen tantas denominaciones religiosas? ¿Sabes por qué dentro de una misma denominación surgen tantos inconvenientes y diferentes puntos de vista? Exacto. Pensaste bien. Eso es porque cada quien ve, a través de su propio cristal, el cristal del orgullo.Un claro ejemplo fue la vida de Saulo, quien veía la cruz de Cristo de manera distorsionada. Las decisiones que tomaba eran con base en lo que él creía firmemente que estaba bien. Pero al tener su encuentro con Jesús y recibir al Espíritu Santo, pudo ver la nitidez del verdadero evangelio y la salvación que emana de la cruz.Querida amiga, la buena noticia es que no necesitas pagar diez mil pesos por el Espíritu Santo. Basta con pedirlo y será concedido. Dios nos enviará a su Santo Espíritu y él nos enseñará cómo debemos conducirnos. Pide hoy las gafas del Espíritu Santo y mira los temas espirituales con mayor claridad.
La cantante le explica a su hijo que las palabrotas son una cosa horrible, pero que hay veces que son necesarias.
¡Prepárate para un episodio de nuestro Podcast de Tribu Digital cargado de insights poderosos! En este capítulo, Alex Berezowsky habla sobre Cómo Organizar correctamente tu Tiempo... Estos son algunos de los puntos esenciales: - El sistema EXACTO que yo utilizo para tener una semana productiva
Exacto, mañana día 15 de octubre arranca la sexta temporada de Arsénico Caviar. No se llevarán el Premio Planeta, pero sí el aplauso de toda esta gente.
¿Quieres aprender a convertir desconocidos en cierres de venta con una sola llamada? En este video, te mostraré un proceso y guion exacto que ha demostrado ser efectivo. Aprenderás a manejar creencias, dudas, costos de oportunidad, deseos, recursos, soporte y confianza para cerrar ventas exitosamente. Descubre cómo abordar el dolor del cliente, aislar y clarificar problemas, y generar la necesidad de compra de manera efectiva. Con un enfoque detallado, te enseñaré cómo crear certeza en tus clientes de que no pueden resolver sus problemas por sí solos, demostrar que el costo de no actuar es mayor que la solución, y generar un fuerte deseo de resolver sus problemas. Además, te asegurarás de que tus clientes tengan los recursos necesarios y el apoyo de su entorno para tomar la decisión de compra. Finalmente, establecerás una sólida confianza en tu método y en ti mismo como vendedor.
Hay algo que toda pareja va a tener: problemas o diferencias. ¿Y cómo crees que se arreglan? Exacto, hablando, pero ¿qué pasa cuando la pareja evade el tema, no le gusta hablar, dice que hablar sólo es pelearse? En este episodio te comparto Become a member at https://plus.acast.com/s/en-terapia-con-roberto-rocha. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Mike is still frustrated trying to understand the difference between an Exacto, a Zagackto, a Super Exacto and a Super Zagackto. Aren't they all just the same thing? Also, Dan wants everybody to stop for a moment and witness the passing of the torch as it seems LeBron James' reign of the NBA is over following his Los Angeles Lakers defeat to the Denver Nuggets. Plus, did anybody know Magic and Cavs is tied at 2? Where can we watch the swing game tonight? Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices