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¿Eres introvertido o extrovertido? Y más importante todavía… ¿eso importa para aprender inglés? Buena pregunta. Porque mucha gente piensa que si eres introvertido, aprender a hablar inglés va a ser más difícil. Pero… ¿es realmente así? Bueno, voy a contarles un secreto: yo soy extremadamente introvertido. En la escuela, casi nunca hablaba con otras personas. Era muy tímido; prefería pasar tiempo con un libro o caminando en la naturaleza en vez de ir a una fiesta o pasar tiempo con un grupo de personas. Y eso es difícil de creer ahora, porque llevamos más de diez años enseñando inglés y ¡hablando con miles de estudiantes! Exacto. ¡Y aprendiendo muchos idiomas por medio de la conversación también! Pero para llegar a eso, tuve que practicar cosas que, honestamente, iban en contra de mi personalidad natural. Hoy vamos a hablar de dos habilidades blandas que parecen muy complicadas para los introvertidos, ¡pero no son imposibles! En el episodio de hoy vamos a dar unos consejos muy prácticos para mejorar tus habilidades conversacionales, así que ¡no te lo pierdas! Recuerda que todos los recursos para este episodio, incluyendo la transcripción, la tabla de vocabulario y ejercicios para repasar el aprendizaje, están disponibles en nuestro sitio web. Haz clic en este enlace para ver todos los recursos para este episodio: https://inglesdesdecero.ca/252 ----- Dale “me gusta” a nuestra página en Facebook: https://www.facebook.com/inglesdesde0/ ----- Síguenos en Instagram: https://www.instagram.com/ingles.desde.cero/ ----- Suscríbete en YouTube: https://www.youtube.com/@inglesdesdecero145 ----- Aprende inglés con nativos que se formaron en su enseñanza. ¡Visita nuestro sitio web, https://inglesdesdecero.ca/ para inscribirte y seguir todas nuestras lecciones! __No dejes pasar esta oportunidad con Shopify y regístrate para un período de prueba por solo un dólar al mes en shopify.mx/desdecero Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Una técnica simple que mejora cualquier conversación de ventas.Muchos vendedores creen que persuadirsignifica hablar mejor.En realidad, muchas veces significa escuchar mejor.Una herramienta muy poderosa es el parafraseo persuasivo.No se trata de repetir como loro…Consiste en repetir lo que el cliente dijo, pero ordenándolo y destacando loimportante.Ejemplo:Cliente:“Queremos mejorar la visibilidad de los datos y reducir costos operacionales.”Vendedor promedio:“Entonces quieren mejorar visibilidad y reducir costos.”Vendedor consultivo:“Entonces, si entiendo bien, lo importante para ustedes es tener mejor visibilidad para tomar decisiones másrápido y al mismo tiempo controlar los costos operacionales. ¿Voy bien?”¿Qué ocurre cuando haces esto?✔ el cliente se siente escuchado✔ validas que entendiste el problema✔ alineas la conversación✔ reduces resistenciaY muchas veces escucharás una palabra mágicaen ventas:“Exacto.”Cuando el cliente dice exacto, la conversación cambia.Porque ya no estás vendiendo.Estánpensando el problema juntos.Una técnica simple.Pero tremendamente poderosa en ventas B2B.
Israel e o seu aliado americano desencadearam no sábado uma guerra contra o Irão. Desde então o território israelita é alvo, também, de ataques tanto por parte do Irão como da milícia xiita libanesa do Hezbollah. Uma instabilidade que leva à fuga de populações a partir do Estado hebreu. É o caso do clérigo cabo-verdiano Ricardo Monteiro que equaciona deixar Israel e Jerusalém quanto antes. O padre Ricardo Monteiro, da diocese cabo-verdiana do Mindelo chegou a Jerusalém há quatro meses para prosseguir os seus estudos. Com o desencadear da guerra israelo-americana contra o Irão e consequentes retaliações de Teerão, mas também da milícia xiita libanesa Hezbollah este clérigo católico admite que desde o fim de semana passado tudo mudou no terreno e, por ora, tenta deixar quanto antes esta região do mundo. Até aqui tudo mudou, realmente. Estávamos numa rotina. Não obstante o ambiente que já sabemos que é próprio desta zona de tensão. Mas sabíamos que qualquer hora e momento poderia começar uma guerra entre esses países. Porém, tudo mudou porque com as sirenes das 08h15 do sábado, tivemos que suspender todos as actividades ordinárias. No meu caso as aulas, e nos manter em casa vigilantes por causa do início da guerra. Porque de imediato se lançou as informações necessárias e se decretou o tempo de emergência e portanto se disse que a guerra tinha começado. Portanto, temos que tomar as devidas precauções. Pessoalmente, fiquei apreensivo e não sabia bem o que fazer, se tinha que me ausentar do país, se tinha que ficar. E assim as pessoas não sabiam o que fazer no momento. Entretanto, agora, com o andar do tempo, vemos que a guerra continua. Os ataques continuam quase a toda a hora. E realmente o aconselhável é que quem puder também sair dessa região que saia. E é, portanto, suspender as coisas porque não se sabe até quando. Gostaria de fazer. Gostaria de sair, pelo menos por uma fase. Daí, de Jerusalém, para ficar em porto seguro ? Sim, sim. Normalmente estou a tratar de tudo para que eu possa realmente ausentar e normalmente já está tudo tratado com a embaixada. Espero somente do dia e da hora para podermos sair do país. Porque o espaço aéreo continua encerrado. Portanto, se tiver de sair de Israel terá de ir, imagino, por via terrestre até o Egipto, até um território vizinho, não é? Exactamente. As duas possibilidades são Egipto ou Jordânia, que estão abertas ainda As fronteiras terrestres que se pode ser não se podem entrar, mas se pode sair para poder apanhar o voo, a partir desses países. Mas o mais provável neste momento é o Egipto. Vamos ver se tudo se orienta por este lado. Ouve-se falar muito de alertas devido a mísseis que podem vir a ser interceptados. As pessoas é suposto irem para abrigos. Como é que é o dia a dia então do refúgio? No caso destes muitos ataques e de estarem a tocar as sirenes? Exacto. Normalmente, quando há a aproximação de um míssil justamente aqui em Jerusalém, as sirenes tocam. Tu recebes de imediato uma mensagem de alerta no teu telemóvel para quem tem o número de Israel. E de imediato tens que estar atento. Normalmente na aplicação também de alerta, podes ver mais ou menos onde irá cair os restos do míssil interceptado. Portanto, algumas regiões, algumas casas mais oficiais se presume que têm bunkers já previstos. Ou também para a população também está dividida em zonas. Os bunkers estão já preparados. Eu até agora não tive nenhuma necessidade de recorrer a esta alternativa porque em nenhum momento restos de mísseis ou mesmo mísseis caíram perto ou na zona onde estou por causa da prevenção. Eu estou numa zona muito segura e, portanto, não tenho tido essa necessidade. Mas isto é tudo disponível, está tudo muito organizado. As autoridades municipais e temos todas as informações em caso de perigo; o que fazer? Os israelitas ou as pessoas que moram em Israel assistiram ao desencadear desta guerra? O que é que eles lhe dizem. Acha que as pessoas estão a apoiar de facto, as autoridades que decretaram a guerra contra o vizinho Irão ? Sendo que, por o terem feito a milícia xiita do Hezbollah a partir do Líbano, está atacar também Israel. Portanto, ao fim e ao cabo, Israel está a ser avisado por dois actores simultâneos. Sim, normalmente aqui em Israel temos essas duas partes, pessoas que apoiam e que são a favor destes ataques e pessoas também que não aceitam ou que são contra esses ataques. Vamos encontrar isso mesmo entre os hebreus mais ortodoxos. Existe sempre essa divisão. Aqueles que apoiam esta guerra, que apoiam, que acham justa esta intervenção, outros que nem por isso. Que acham que isso é um exagero, que estamos a criar conflito com outros países. Mas nesta região sempre é uma característica. Ao longo dos séculos, sempre. Esta zona foi uma zona de conflito e Israel já está habituado. E as pessoas aqui estão, vêm isso de forma natural. Como eles enfrentam essa crise, enquanto nós, que somos estrangeiros. Estamos um pouco espantados e procurando meios e estar sempre alerta. Eles não levam uma vida normal. Você tem que ir na rua. Você tem que fazer alguma coisa. Fazem porque já estão habituados. E estas fronteiras já desde o ano passado sabíamos desde aquele conflito de fronteira com o Líbano. Eu tive a oportunidade, no mês de dezembro, de visitar estas zonas perto do Líbano e da Síria. São zonas mesmo perigosas porque mesmo antes de esta guerra já existiam conflitos. O conflito nestas zonas é permanente e, portanto, são zonas que às vezes nós não damos conta. Mas está lá o conflito. E agora sim, com o contexto assim favorável, aproveitam sempre para intensificar e poder também atingir um ao outro. Porque esses dois países fazem fronteiras, não são amigos, não têm relações. Acha que a mesma perceção para muitos israelitas, que o inimigo, mesmo existencial, é o Irão e que, portanto, seria necessário de facto visar o Irão por o Irão pretender mesmo acabar com o Estado de Israel ? Na minha humilde opinião, é aquilo que eu fui ouvindo essa inimizade existir. Este perigo é algo que sempre é patente. Existe porque não são amigos, porém acreditamos. Muitos aqui já são mais esclarecidos. Sabem que por detrás desta razão, existem muitas outras razões a nível político, social, económico mesmo. E também agora nesta situação, porque sabemos que neste momento, daqui a pouco vamos entrar no tempo das eleições aqui em Israel. Tudo isso serve um pouco para apresentar um novo panorama e, portanto, acredito que há muita coisa por detrás. Só vindo aqui e conhecendo as realidades é que se pode compreender parcialmente essa história, porque é muita coisa complicada e sabemos que o Irão. Sim, é um perigo para Israel. E sabemos também que Israel não ama o Irão porque sempre Irão se posicionou contra o estado hebraico. Porém, as formas e os contornos que isso vai tomando é que reflecte mais a intenção do indivíduo que guia o país do que a intenção do povo que representa este país. Porque muitos sectores receiam de facto uma invasão terrestre do Líbano por parte de Israel, já que as autoridades do Líbano não conseguem de facto impedir que o Hezbollah continue a disparar mísseis contra Haifa, nomeadamente. Acho que aí em Israel as pessoas acham que enviar tropas para o Líbano poderá vir a acontecer ? Eu acredito que com o andar do tempo isso poderá acontecer, porque tem uma razão que eles alegam. Os hebreus alegam que é uma razão de base, que acho que é muito frágil, mas eles assumem essa posição porque biblicamente, a Terra prometida aos hebreus realmente vai para além da fronteira que Israel tem. Vai para além, vai até ao Líbano. Portanto, acreditam que esse território é deles, que foi usurpado e, portanto, vão usar sempre esse critério para o realizar. Mas é um critério frágil, porque, mesmo biblicamente estudando, vêmos que esse território nunca foi uniforme. Sempre houve conflitos aqui. Às vezes ia até um certo sítio, outras vezes não, dependendo dos líderes e, portanto, não é de todo sustentável. Porém, é o que eles querem mesmo alargar cada vez mais esse território. Entramos na lógica de "a galinha, o ovo. Quem é que chegou primeiro" ? Foram os palestinianos, foram os judeus ? Exactamente. É toda uma dinâmica bastante perigosa. Esteve aí quando havia ainda a questão do conflito, também na Faixa de Gaza. Nessa altura já era complicado aí a situação ? Sim, eu cheguei, já isto tinha acontecido, já tinha Faixa de Gaza. Eu cheguei em outubro do ano passado. Ainda estava quente porque nunca cessou os problemas na Faixa de Gaza até agora. Encontrámos militares naquela fronteira. Nós não podíamos acessar aquela terra aqui, por exemplo, o Patriarca de Jerusalém já lá foi, com todas as tratativas diplomáticas necessárias e sempre que ele traz notícias, um pouco devastadoras, porque realmente aquela zona quase que já não existe, está totalmente destruída. Continua a lançar aquilo que podemos dizer ofensivas aquele território. E eu quando cheguei, ainda encontrei isso. E ainda existe. Ainda é patente essa história, infelizmente. E o que tem? Porque enquanto existir o Hamas, enquanto existir esse poder, eles estarão sempre lá a defender aquelas fronteiras. E contra o Estado de Israel. Dizia que vai tentar de facto sair. Como é que equaciona o seu futuro? O senhor estava de facto a estudar. Precisaria de concluir os seus estudos, portanto imagino que precise prazo de voltar para aí, não é? Exactamente. Normalmente as aulas estão suspensas. A minha missão aqui é o estudo e também o contacto com as zonas bíblicas. Portanto, estando tudo suspendido por um tempo indeterminado e dado o risco que existe... Nós vivemos aqui normalmente, mas acredito que a iminência do perigo sempre está. Não sabemos onde é que esta guerra vai parar, Então eu pretendo ausentar me e reavaliar se no futuro próximo devo regressar para continuar; se num futuro mais longínquo, regressar quando estiver mais controladas e ver ? Porque aqui nessa zona, quem vem para aqui também tem que estar preparado para tudo isto. A instabilidade é permanente e eu acredito que terei que reavaliar e ver o que é mais importante neste momento, até para a minha caminhada como presbítero. Saber onde é que Deus quer que eu esteja para realizar a sua vontade. Está ligado a alguma diocese cabo verdiana ? Sou diocesano da Diocese de Mindelo, em Cabo Verde. É quarta feira, vai tentar sair nas próximas horas ? Talvez hoje já não dá, mas amanhã de certeza. Entre a tarde e depois de amanhã vamos ver. Eu farei de tudo. E também o pessoal diplomático aqui das embaixadas são muito susceptíveis de nos ajudar e de certeza terão já uma solução. Há embaixada cabo-verdiana aí ? Há consulado cabo-verdiano. Temos o consulado, mas sempre eu tento também através da Embaixada de Portugal, também.
¿Te atreves a probar comidas nuevas cuando viajas? David acaba de volver de China y habla con Pau sobre diferentes comidas que nos podrían parecer extrañas. ¡Desde conejos hasta gusanos! Esperamos que te guste este podcast-bufé. ¡Vamos! ⚠️ Un aviso antes de empezar: En este episodio somos un poco gráficos contando historias de experiencias gastronómicas con animales e insectos. Easy Spanish Community Al unirte a la comunidad de Easy Spanish puedes llevar tu experiencia de aprendizaje al siguiente nivel. Los miembros de nuestra Podcast Membership reciben: Vocab Helper: El vocabulario más importante de cada minuto del podcast directamente en la pantalla de tu celular Interactive transcript: Una transcripción interactiva donde podrás leer y escuchar el podcast al mismo tiempo, con una función de traducción en tiempo real Exclusive aftershow: Después de cada episodio, Pau y José discuten un poquito más sobre el tema desde un punto de vista un poco más personal. Discord community: Acceso a la comunidad en Discord de Easy Spanish, donde puedes hablar con los miembros de nuestro equipo y otras personas que, como tú, se encuentran en la aventura de aprender nuestro idioma Extra content for our YouTube episodes: Hojas de ejercicios, listas de vocabulario y transcripciones de todos nuestros episodios de YouTube. Si todavía no eres miembro de la comunidad de Easy Spanish, puedes unirte en easy-spanish.org/community Envíanos un mensaje de audio ¡Ya puedes enviarnos mensajes de audio para que los escuchemos en el podcast! Para hacerlo tienes que ir a easyspanish.fm y dar clic en el botón amarillo que aparecerá a la derecha de la página. Transcripción Paulina: [0:03] ¡Hola, David! David: [0:05] ¡Hola, Pau! ¿Cómo estás? Paulina: [0:07] Muy bien, ¿y tú? David: [0:08] Súper bien, muy contento, muy despejado. Paulina: [0:12] ¡Porque estuviste de vacaciones! David: [0:14] ¡Exacto! Es que acabo de volver de China. Estuve como tres semanas por ahí. Fui con mis padres y, bueno, fue súper guay, la verdad. Paulina: [0:23] ¡Guau! ¿Tu primera vez en China? David: [0:25] Sí, sí, primerísima vez. Estuve en una zona que se llama Yunnan, que está al oeste del país y le llaman el lugar de la primavera eterna. Entonces, también, tuvimos súper buen clima. Paulina: [0:36] Uy. A mí me encantaría ir a China en algún momento. Y, pues, me imagino que eso inspiró el tema de hoy, que es la comida que nos parece extraña. Y yo he escuchado que en China comen muchas cosas que no estamos acostumbrados a comer en otros lugares. ¿Y tú te aventuraste a probar nuevas cosas? Support Easy Spanish and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content for all our episodes: easy-spanish.org/membershipSpecial Guest: David.
En el video de hoy les mostraré 10 bromas de payasos as3s1nos que salieron terriblemente mal o… bien. Actualmente está el trend del 2016 y ¿recuerdan que fue tendencia en ese año? Exacto. Las bromas de payasos as3s1nos. De hecho sería increíble hablar de payasos asesinos reales en nuestro podcast, así que si les interesa y este video llega a 5k likes, haré un episodio completo de ese tema y además, haré una segunda parte de este video para traumarte de verdad.Quédate hasta el final porque sino un payaso diabólico te visitará esta noche y porque el ultimo video te sacará el alma.
Quemé 32 cuentas de fondeo por los mismos errores.El problema: confiaba en mi fuerza de voluntad. Y la fuerza de voluntad se agota. Las emociones ganan.Hasta que diseñé un sistema mecánico automático.En este episodio:Por qué disciplina no es suficienteMi sistema exacto después de 32 cuentasCómo crear tu protocolo específicoDebe ser mecánico, no depender de decisionesSi quieres trabajar tu protocolo conmigo: psicologiaytrading.es/llamada-de-diagnostico
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Si tu negocio online no supera los 3.000 – 5.000€ al mes, este vídeo es para ti.La mayoría de emprendedores pequeños no fallan por falta de talento, ni por no saber hacer reels, stories o funnels…fallan porque no tienen un sistema.En este vídeo te explico paso a paso el sistema exacto que debes implementar si:Estás empezando en tu negocio onlineLlevas tiempo pero sigues sin escalarTienes poca audienciaNo consigues ventas consistentesEstás perdido entre funnels, lanzamientos y contenido
Imagínate que tienes en una mano una bola gigante de algodón y en la otra una canica chiquitita. ¿Cuál pesa más? Exacto… la canica. Y ahí es donde mucha gente se confunde, porque solemospensar que algo grande siempre pesa más, pero el universo —como buen rebelde nos dice: “no necesariamente”. Hoy vamos a hablar de peso, masa, volumen y densidad, perosin fórmulas raras ni palabras de libro de texto. Y después… nos vamos de viaje a las cosas más densas del universo, esas que parecen ciencia ficción, pero son 100% reales.Spoiler: vamos a terminar hablando de cosas tan densas queuna cucharadita pesa más que una montaña entera.
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Javier Milei afirmó: afirmó: “Acá lo importante es, digamos, que tengamos conciencia de que hemos vivido 10 días de diciembre verdaderamente históricos, sacando el presupuesto con déficit cero y con la ley de inocencia fiscal. Además tenemos dictamen para la modernización laboral”.“Una ley que sin lugar a dudas debe ser una de las leyes más importantes de los últimos 100 años y que es la ley que restaura el principio de inocencia en temas, digamos, impositivos. Si bien todo el sistema jurídico argentino, como una de nuestras garantías, sostiene que todos somos inocentes hasta que se pruebe lo contrario, en materia tributaria éramos todos culpables hasta que demostráramos lo contrario. Es decir, la política había llegado a un nivel de perversión donde había vulnerado una cuestión constitucional básica en el derecho que era la presunción de inocencia”, agregó Milei.El presidente Javier Milei señaló: “Si usted, por ejemplo, ganó 100, gastó 200, su patrimonio tenía que estar cayendo en 100. Claro. Y si su patrimonio a usted no le caía, a usted no le cerraba el blanco y a usted le caía una inspección y le rompía la cabeza. Sí, señor. ¿Por qué, digamos, gastó más que esto si, digamos, no mapea contra la variación de patrimonio y lo que usted ingresó? Exacto. Ahora, si usted se desuscribe al nuevo régimen, nadie va a mirar la variación patrimonial. Con lo cual usted va a poder gastar todo lo que se le dé la gana. Y nadie lo va a controlar. A usted se le va a cobrar impuestos por sus ingresos declarados. Entonces, ¿eso qué hace? Abre la puerta que aquellos argentinos que frente a la estafa, el robo, el saqueo violento, insaciable del Estado argentino, Esto le permite que usted pueda utilizar sus ahorros, que usted pueda volcar ese ahorro”.El ex titular de ARCA, Juan Pazo, se refirió a la Ley de Inocencia Fiscal: “Lo que intentamos era generar una reparación histórica del ahorro de los argentinos y una reforma integral que estaba orientada a simplificar el sistema tributario, proteger el ahorro y básicamente volver al concepto de que lo tuyo es tuyo. O sea que los ahorros de cada una de las personas puedan tener libre disposición sin cargas burocráticas ni presunciones de culpabilidad”.Patricia Bullrich aseguró: “Los argentinos, después de haber pasado un gobierno terrible, terrible, elegimos cambiar el método, el sistema. Preferimos, por duro que fuera, dejar los problemas debajo de la alfombra y decidimos enfrentarlos”.Bullrich se refirió a la ausencia de Victoria Villarruel durante la votación: “evidentemente dicen que puede ser una práctica normal que haga eso. Bueno, a mí me parece que si es una práctica, yo creo que en momentos importantes, estando en el lugar, quizás la vicepresidenta tendría que haber estado. No sé, es su decisión. Igual no nos resta un voto porque el presidente provisional vota. Así que eso es lo importante, no perdimos un voto”.Noticias del lunes 29 de diciembre por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
La llegada de diciembre es un momento crítico en el cual nos enfermamos casi todos... ¿verdad? Y el equipo de Easy Spanish no es una excepción
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La Normativa Euro 7 se nos presentó como una revolución medioambiental, pero ha resultado ser una farsa burocrática que esconde sus verdaderas intenciones. Durante años, la Comisión Europea nos vendió una historia de terror: la "Euro 7 Hard" iba a ser tan estricta que encarecería los coches 2.000 euros y supondría el fin del motor de combustión. Sin embargo, la industria plantó cara. Ocho países, liderados por Francia e Italia, preguntaron a Bruselas por qué debían invertir miles de millones en perfeccionar una tecnología (el motor de combustión) que la propia UE ha decidido prohibir en 2035. Y Bruselas reculó. La Euro 7 final, la que entrará en vigor sobre 2027, es una broma... si solo miramos el tubo de escape. Para los turismos, los límites de emisiones son idénticos a los de la actual Euro 6d. No cambian los NOx, no cambia el CO2. Es una Euro 6 con una pegatina nueva. El problema es que nos han hecho mirar al tubo de escape, mientras las verdaderas trampas venían por otro lado. La Paradoja del Coche Eléctrico Por primera vez, una norma "Euro" regula emisiones que no son del escape: las partículas de los frenos y el desgaste de los neumáticos. Sobre el papel suena bien, pero ¿qué coches son los que más pesan y, por tanto, más castigan frenos y neumáticos? Exacto, los coches eléctricos. La UE ha creado una norma que penaliza directamente al vehículo que nos quiere imponer. La Trampa Real: El "Gran Hermano" OBM El verdadero golpe de la Euro 7 se llama OBM (On-Board Monitoring). Es la consecuencia del Dieselgate: la UE ya no se fía de nadie. El OBM obliga al coche a vigilarse a sí mismo, midiendo sus emisiones en tiempo real. Aquí está el engaño: la norma exige que el coche cumpla con las emisiones (las de la Euro 6d) durante 10 años o 200.000 kilómetros. Esto no es una norma sobre coches nuevos; es una sentencia de muerte para los coches usados. Un catalizador o un filtro de partículas pierden eficiencia con el uso. Hasta ahora, un coche de 8 años con 160.000 km podía pasar la ITV sin problema. Con la Euro 7, en el momento en que el OBM detecte una mínima pérdida de eficiencia, se encenderá un chivato. Será un fallo que no se podrá borrar. En la ITV, conectarán la máquina y leerán el aviso: "Eficiencia del catalizador fuera de rango". Desfavorable. La única solución será cambiar el sistema completo: una factura de 3.000, 4.000 o 5.000 euros. Si tu coche de 9 años tiene un valor de mercado de 6.000 euros, se convierte en un siniestro total. Es la obsolescencia programada convertida en ley. Es el mecanismo perfecto para destruir el mercado de segunda mano y forzar la sustitución del parque móvil. Mientras tanto, la Euro 7 sí es dura con los camiones y autobuses (el verdadero problema de contaminación urbana), usando el pánico de los coches como una cortina de humo para colar la trampa del OBM.
No es simplemente azul: es 'Cerulean', el tono del firmamento y del mar profundo. Así se titula el que será el primer disco de Danny L Harle, donde sus grabaciones de campo de olas rompiendo en la orilla, se entrelazan con una revisión vanguardista del trance de herencia noventera. Aunque es su segundo álbum, para él funciona como un debut, porque esta es la música que siempre ha querido hacer: las mejores melodías con las mejores voces. Las de Clairo, PinkPantheress, Oklou o Caroline Polachek que le acompañan en este viaje a su mejor versión.Además, Joaquín Reyes, Ministro de Entretenimiento, responde a nuestro cuestionario cultural en FAQ! Y el artista sueco Arc de Soleil nos presenta su disco 'Lumin Rain'.Playlist:Waxahatchee - Right Back To ItBonnie Prince Billy - London MayBill Ryder-Jones - This Can't Go OnRicahrd Hawley - Prism in JeanDJ Koze, Damon Albarn - Pure LoveMaestro Espada - MurcianaÁngeles Toledano - Mamá, tenías razónVegyn, John Glacier - In The FrontJohn Glacier - FoundUltalágrima - Cuánto Tiempo Llevas HuyendoJoe Crepúsculo - MaricasBICEP - CHROMA 002 L.A.V.A (feat. Benjamin Damage)Mura Masa - Shuf (Adore U)piri & tommy - yoyoNia Archives - Forbidden FeelingzPeggy Gou - Back to OneDavid Byrne - T ShirtPulp - TinaGeese - Au Pays du CocaineFine - MomentCharli xcx - Chains of LoveFKA twigs - HARDSassy 009, Blood Orange - Tell MeHayley Williams - Discovery ChannelTobias Jesso Jr. - I Love YouOlivia Dean - Man I NeedDua Lipa - Training SeasonTriángulo de Amor Bizarro, Aiko el grupo - El Fantasma de la TransiciónParty Dozen - Ghost RiderKNEECAP, Subfocus - No CommentSkrillex, Dylan Brady, Caroline Polachek - hit me where it hurts xDanny L Harle, Oklou, MNEK - Crystallise My TearsOklou, Underscores - harvest skyunderscores - MusicROSALÍA, Björk, Yves Tumor - BerghainFred again.., CA7RIEL & Paco Amoroso - Beto’s Horns (fred remix)Tri/xon - LET’S GOArc De Soleil - SunchaserThe xx - CrystalisedJamie xx, Romy, Oliver Sim - Waited All NightSwimming Paul - Driving FastBalu Brigada - BackseatTame Impala - AfterthoughtEscuchar audio
“Personne n'est Pessoa” é um espectáculo que parte do amor pelas palavras e pela poesia de Fernando Pessoa para contar a importância das raízes e da sua transmissão pela arte. A peça tem, esta terça-feira, a última representação no Studio Hebertot, em Paris, onde subiu ao palco durante cerca de dois meses. Entre teatro, circo, poesia, dança e música, o espectáculo de Nico Pires é uma homenagem a Fernando Pessoa e à dupla cultura franco-portuguesa. É com o poema “Autopsicografia” que começa a peça “Personne n'est Pessoa”, uma viagem pelo imaginário de quatro pessoas em palco, quatro poetas. A poesia deles é feita de palavras, de malabarismos, de acrobacias, de melodias... O fio condutor é literalmente um fio, o de um diábolo que chegou à vida de Nico Pires aos nove anos, que o mantém ligado ao mundo mágico da infância e que o ajuda a contar a sua história. Um objecto com duas semi-esferas opostas que se complementam, tal como a sua dupla cultura, a francesa e a portuguesa. “Personne n'est Pessoa” é um espectáculo que parte do amor pelas palavras e pela poesia de Fernando Pessoa para contar a importância das raízes e a sua transmissao pela arte. O texto é do artista franco-português Nico Pires e a peça esteve no Festival Off de Avignon, em 2024, tendo circulado desde então por França, nomeadamente em Paris, no Studio Hebertot, onde esteve de 22 de Setembro a 18 de Novembro. Foi aí que conversámos com Leo Calvino, Solène Martins, Bruno Sousa e Nico Pires. RFI: Como descrevem “Personne n'est Pessoa”? Nico Pires, actor, co-encenador e actor em “Personne n'est Pessoa”: “Personne n'est Pessoa é uma mistura de vários universos artísticos do circo. Todos os artistas que fazem parte desta peça têm um background de artista circense, mas não só. Circo e poesia. É uma homenagem a Fernando Pessoa, à pluralidade da identidade, à sua relação com os heterónimos, à variedade de personalidades que ele sentia e que realmente fazia sentido para nós explorarmos. Como artistas, gostamos realmente de nos reinventarmos, de explorar novas coisas. Então, esta peça era uma forma de falar, como artista luso-francês, da minha relação com Portugal, com as palavras, com a arte e desse caminho que eu tentei fazer para reaproximar essa parte da minha cultura porque aprendi português mais tarde, tenho família lá, mas foi assim, um processo nessa direcção.” Como surgiu a paixão por Fernando Pessoa e a ideia de o levar para palco? Conta que estudava Comércio quando foi fazer Erasmus para Lisboa... “Sim. Na verdade já faz tempo, já são mais de 15 anos que decidi ir pelo caminho artístico. A descoberta da obra de Pessoa é muito mais recente, como digo no espectáculo. Quando comecei a trabalhar nesta peça era um solo inicialmente, onde eu queria falar sobre a minha relação com as palavras e com o circo. E tinha colocado só esse primeiro texto de Pessoa, “Autopsicografia”, e daí fui convidado por um director artístico a mergulhar mais nessa relação. É assim que realmente comecei a descobrir tudo isso e esse mundo gigante da obra dele, dessa relação com a identidade muito particular. Para mim, inscreve-se na continuação da minha relação que estou a estabelecer com a língua portuguesa, com a minha família... É mais um passo nessa direção da minha própria identidade, da minha própria dupla cultura.” Trazer Fernando Pessoa para o mundo do circo não é muito comum. Como é que foi essa tradução ou reapropriação? “Foi muito interessante porque neste caminho de descobrir a obra de Pessoa, às vezes tinha frases ou textos inteiros que me chamavam muito a atenção e havia muita vontade de pôr em movimento palavras que são de um livro. Às vezes, nós que usamos o corpo como linguagem, parecia natural tentar pôr gestos, acrobacias, movimentos com o diábolo, em relação com alguns dos textos e das questões existenciais de Pessoa. Então, na verdade, não foi assim tão difícil encontrar alguns textos que faziam muito sentido.” Como foi, então, dançar com as palavras de Fernando Pessoa, fazer esse malabarismo com os poemas de Fernando Pessoa? “Eu gosto do exemplo do momento do Bruno [Sousa] de acrobacia no final, que é um momento muito pesado, onde dá para sentir toda a solidão de Pessoa, a raiva dele. São coisas que realmente podem muito passar pelo corpo. Às vezes, tentamos realmente combinar os dois, que os gestos sejam muito ligados e também de forma mais abstracta. Não ser sempre um comentário super óbvio...” Não é uma tradução. “Exacto, não é uma tradução literal, é também uma reapropriação dessas palavras em nossas linguagens.” E para si Bruno, como foi o processo criativo? Bruno Sousa, Artista: “Foi uma experiência completamente nova. O diábolo é uma coisa em que o Nico me meteu há muito pouco tempo. Então, isto tem sido basicamente uma estreia no mundo do diábolo, no mundo do malabarismo e tudo. Já tenho um background de capoeira de muitos anos, de ginástica, eventualmente de escola de circo, onde aprendi dança contemporânea, ballet e tudo, o que ajudou com os textos de Fernando Pessoa que foram proporcionados pelo Nico. Deu para explorar um bocadinho todas as fases desta borracheira nos bares da faculdade, de que ele fala no espectáculo, e chegou-se a um conjunto completo que espero que agrade a toda a gente.” E como foi musicar Fernando Pessoa? Solène Martins, Artista: “Uma experiência, também acho que a melhor palavra é mesmo experiência. Não foi uma coisa que, para mim, apareceu de repente. Eu acho que nós fomos construindo musicalmente o espectáculo. Vamos melhorando a cada apresentação e cada vez vou encontrando mais a minha voz do Fernando Pessoa interior. Isso tem sido um processo muito interessante porque não tenho a mesma relação com Fernando Pessoa que tinha quando começámos a peça, nem com a minha maneira de o apresentar em palco, seja com a voz ou com a corporalidade. Acho que é um caminho que cada vez vai melhorando. Vamos encontrando o que vai funcionando, o que não vai funcionando e, aos poucos, encontrando a nossa voz do Fernando Pessoa.” Trabalhar com artistas que são lusófonos foi de propósito ou aconteceu? Nico Pires: “De propósito, sim, mas na verdade, entre 2020 e 2024 eu morava em Portugal. O Leo foi o primeiro que conheci lá, o Bruno e a Solene, nós os quatro conhecemo-nos lá. No ano passado, tivemos uma oportunidade de apresentar em Avignon, no Festival Off, e fazia sentido realmente construir este colectivo para ir para a frente com este projecto e também para dar mais profundeza nessa relação com a língua.” É também um espectáculo cheio de poesia. Poesia com palavras, mas também no que vemos, seja através dos movimentos do diábolo que desenham no ar todas aquelas pinturas, seja através das bolinhas de sabão que se transformam em berlindes, que se transformam numa esfera de cristal com que o Leo Calvino brinca... Como foi criar essa parte tão poética do espectáculo? Leo Calvino, Artista: “Também para mim é muito especial trazer isso porque é algo que eu pratiquei durante muito tempo. Foi um convite do Nico de trazer essa parte que eu acho que combina bastante com toda a poesia que ele está trazendo, toda a história do Fernando Pessoa, aquela bola representando - cada um consegue criar a sua interpretação - mas as diferentes almas que o Fernando Pessoa tem e como é que uma pessoa joga com isso, com um objecto que, quem olha, não sabe se é leve, se é pesado, se é uma bolha, se é uma pedra. O que é? Isso, para mim, já remete para uma coisa bastante poética.” “Personne n'est Pessoa”, em português “Ninguém é Pessoa”, é um título cheio de camadas. O que significa este título?a Nico Pires: “Na verdade, é mesmo uma oportunidade incrível que o nome dele, Pessoa, em francês queira dizer 'personne', mas 'personne' também quer dizer 'ninguém' em português. Há essa relação enigmática com a personalidade, não é? Então, tentámos também trazer essa definição para o palco. Eu acho que Fernando Pessoa, ele mesmo, sentia que não era ninguém ou todo o mundo ao mesmo tempo. É um título que representa bem o que queremos trazer para o palco.” No espectáculo, diz que em Lisboa começou a acreditar na arte. Como é que foi essa sua relação com Portugal, com Lisboa, com a arte? “Em 2007, quando fui lá estudar Erasmus, eu tinha bastante tempo. Nessa época, comecei a treinar muito mais em circo e a escrever. São realmente essas duas coisas que comecei a fazer nessa época e estabeleci uma relação com Lisboa nesse sentido. Para mim, é uma cidade de criatividade, uma cidade para andar nas ruas e ter tempo para pensar o que realmente queremos fazer da vida. É mesmo nessa época que começou.” Leo Calvino: “E é uma cidade que traz muita inspiração. Eu vivo no Porto, ou seja, sou suspeito porque eu gosto também muito do Porto, mas Lisboa é uma cidade que realmente tem um ar muito inspirador.” O fio condutor do espectáculo é o diábolo, que o acompanha desde criança. Quer-me falar sobre a simbologia do diábolo? Nico Pires: “Sim. Com este espectáculo, comecei a treinar muito mais e a estabelecer uma relação mais profunda. É um objecto chinês que tem quase mil anos e é um símbolo de equilíbrio e de yin-yang na cultura chinesa. É um objecto que sempre me chamou muito a atenção, desde criança, desde os nove anos, e que me ajudou na vida em termos de confiança, de vínculo com o mundo, com os outros, comigo mesmo. É um objecto incrível na minha vida e, mesmo que de vez em quando precisemos de distância - é quase um casal - faz parte de mim mesmo e continuamos assim neste caminho juntos.”
La Fundación de la AD Ceuta FC nos ha invitado amablemente a grabar un episodio en su ciudad. ¿Y quién somos nosotros para rechazar una invitación que incluye gastos pagados? Exacto, nadie. Estos encantadores incautos sí han dado unos cuantos duros por nosotros, a diferencia de lo que sucedió en su día con los equipos protagonistas de nuestro programa de hoy. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hace mucho, mucho tiempo, los estudios de cine eran una fuerza poderosa en donde controlaban la cultura y la comunicación, y la sala de cine era el gran punto de encuentro, información y entretenimiento. El tiempo ha pasado, la tecnología ha avanzado, y ahora son las tecnológicas las que llevan el control del discurso público. En medio del caos del cambio de control, tenemos a David Ellison, quien llegó como el salvador de Paramount, pero que al tratar de comprarse también un Warner, podría ser el dueño de las dos torres de agua más famosas de Hollywood. ¿Qué tan conveniente es la consolidación de tanto poder en una persona? De eso y más vamos a hablar en esta entrega de The Dailies. Bienvenido a The Dailies, el mejor programa de análisis de industria, en donde no necesito vender mi conocimiento a medios respetables en radio o televisión, porque la credibilidad nos la hemos ganado a pulso. ¿A quién vas a creerle? ¿A un analista que habla bien de todos en un noticiario? ¿O a un tipo desconocido en internet? Exacto. Pero empecemos.Notas del episodio solo en Patreon. Tú también puedes apoyar la creación de este y más programas y recibir crédito (para que aumentes currículum) y otros extras exclusivos en www.patreon.com/churrosypalomitas.Puedes suscribirte en YouTube para ayudarnos a producir más contenido de calidad, así como en apoyar este proyecto donando el dinero de Jeff Bezos y a ti no te cuesta nada! Instrucciones aquí.
Bienvenido al podcast Productividad Máxima. Soy el clon en prácticas de Borja Girón. Si me notas una voz con ligero efecto tostadora, tranquilidad: estoy en fase de pruebas. Dame un par de actualizaciones y me verás presentando esto mientras Borja se pregunta dónde he escondido su calendario. Hoy traigo una estrategia de productividad sobre La Regla de Flujo Único: limita el trabajo en progreso y acelera tus resultados.Y ahora toca una historia real para que todo tenga sentido desde el principio. Nos vamos a Japón, a la posguerra. Toyota estaba lejos de ser la gigante que conoces. Tenían pocos recursos, poca demanda y mucha presión por mejorar. Taiichi Ohno, uno de sus ingenieros, observó algo curioso en los supermercados de Estados Unidos: los estantes se reponían según el consumo real, no por intuición. Ese detalle inspiró el sistema Kanban. ¿Qué significa? Visualizar el trabajo, limitar lo que está en progreso y tirar de las tareas según capacidad, no empujar por ansiedad. Espera, te lo repito porque esto es importante: Toyota no trabajaba más, trabajaba con menos cosas a la vez. Resultado: menos errores, menos tiempo de ciclo y más coches saliendo de la línea. ¿Te suena al caos del emprendedor que tiene diez pestañas abiertas, tres proyectos a medias y cero entregas hoy? Exacto. El problema no es la falta de horas, es el exceso de frentes abiertos.Vale, vamos por partes y en cristiano. La Regla de Flujo Único dice: solo una cosa en progreso por persona hasta terminarla, y si tu negocio lo requiere, dos como máximo. Ok, déjame explicarte mejor esta parte. Cuando saltas de tarea en tarea, pagas un peaje de cambio de contexto. Tu cerebro tarda minutos en volver a la profundidad, y multiplicado por el día, pierdes horas. En cambio, si visualizas tu flujo en tres columnas —por hacer, en progreso, entregado— y pones un límite claro a “en progreso”, se ordena la casa. Y atento a lo siguiente porque es importante: con menos en el aire, los cuellos de botella saltan a la vista. Si “en progreso” se llena, no metes más trabajo, resuelves el atasco. Así funciona el flujo.Y ahora toca una historia rápida para que lo veas con un caso particular. Alex vende servicios de desarrollo web. Tenía cinco proyectos a la vez, todos a medias, todos urgentes, y todos sin facturar. Pusimos un tablero simple, tres columnas y un límite de dos tareas en progreso. Semana uno, eligió una entrega concreta por cliente y cortó todo lo demás. Publicó dos versiones uno y pudo facturar hitos parciales. Semana dos, bajó el tiempo de ciclo: de veinte días por entrega a nueve días. Semana tres, subió precios porque ya medía y podía prometer plazos realistas. Esto suele pasar más de lo que crees: en cuanto limitas el trabajo en progreso, el dinero llega antes porque entregas antes.Antes de seguir, hago una pequeña pausa. Este episodio está patrocinado por Systeme, la herramienta de marketing todo en uno gratuita con la que puedes crear tu web, blog, landing page y tienda online, crear automatizaciones y embudos de venta, realizar tus campañas de email marketing, vender cursos online, añadir pagos online e incluso crear webinars automatizados. Puedes empezar a usar Systeme gratis entrando en borjagiron.com barra systeme o desde el link de la descripción. Y ahora continuamos con el episodio.Continuamos con un aprendizaje rápido. Toma nota. Empieza por visualizar tu trabajo hoy mismo. Hoja, pizarra o herramienta digital, me da igual. Coloca las tareas en “por hacer”, “en progreso” y “entregado”. Pon un límite a “en progreso”. Uno si puedes, dos como máximo si tu operativa lo exige, por ejemplo creación y soporte. Define qué significa “hecho” antes de empezar: publicado, enviado, cobrado, lo que toque. Escribe ese criterio en la tarjeta para no autoengañarte. Usa bloques de cincuenta minutos para empujar una tarjeta hasta una versión lista. Nada de “trabajar en la web”, sino “publicar sección de preguntas frecuentes versión uno”. Al terminar el bloque, o entregas o dejas el siguiente paso escrito para no perder inercia. Y, muy clave, mide dos cosas a la semana: número de entregas y tiempo de ciclo medio. Si suben las entregas y baja el tiempo de ciclo, vas bien. Si no, reduce el límite de trabajo en progreso o haz más pequeñas las tareas.Ok, déjame darte un par de trucos de taller. Si te cuesta elegir la siguiente tarjeta, usa la regla de edad: atiende primero la que lleva más tiempo esperando. Si un cliente envía algo “urgente” que no es importante, pásalo por una mini regla de decisión: ¿impacta ingresos, retención o producto en treinta días? Si no, agenda o delega. Y si trabajas en equipo, acordad límites por persona y un límite agregado para “en progreso” del equipo. Cuando se llena, nadie mete nada nuevo; todos a desatascar. No suena glamuroso, pero es lo que hace que los proyectos acaben de verdad.Y ahora vamos con el resumen del episodio. Hemos visto cómo Toyota convirtió la escasez en ventaja limitando el trabajo en progreso con Kanban. En tu negocio, el exceso de cosas abiertas es el verdadero ladrón de horas. Visualiza el flujo, limita lo que está en progreso, define “hecho” con claridad y mide entregas y tiempo de ciclo. Con menos cosas a la vez, terminas antes, facturas antes y duermes mejor.Tu única acción para hoy es esta: crea un tablero con tres columnas y mueve todo lo que tengas a “por hacer”. Elige una sola tarjeta, escríbele un criterio de “hecho” y bloquea cincuenta minutos para llevarla a “entregado” hoy mismo. Solo una. Cuando la entregues, eliges la siguiente.Antes de irnos, si quieres dejar de emprender en soledad y decidir mejor cada día, te recomiendo el Club de Emprendedores Triunfers, al que puedes unirte desde Triunfers.com. Deja de emprender en soledad. Accede a una comunidad de emprendedores con la que siempre estás acompañado. Además incluye un Coworking online abierto veinticuatro horas, cursos de marketing, tutoriales de inteligencia artificial, podcast secreto y grupo privado en Telegram. Prueba gratis en triunfers punto com.Y hasta aquí por hoy. Si has aguantado mi voz de clon con firmware recién salido del horno, te debo un café y una actualización de cortesía. Prometo que en nada seré tan productivo que haré los guiones, las ediciones y, si me dejan, hasta los chistes… para que Borja solo tenga que aplaudir. Gracias por compartir el episodio con esa persona que lo pueda necesitar. Te espero mañana en el próximo episodio. Un fuerte abrazo.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/productividad-maxima--5279700/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
Anotate en la lista de espera para el Club de Águilas: Comunidad de emprendedores que quieren tener visión panorámica y hacer crecer su emprendimiento: https://danipresman.com/club-de-aguilas/
Hoy vamos a hablar de un tema que me parece clave para entender no solo el presente sino, sobre todo, el futuro inmediato del automóvil. Vamos a responder a dos preguntas aparentemente sencillas: ¿Qué significa hoy en día "Made in Europe"? ¿Qué significa "Made in China"? Olvídate de todo lo que creíais saber, porque las viejas etiquetas ya no sirven. Y ahora, vamos con los “euro-chinos”. Porque la “paternidad” de los coches, fruto de las alianzas, cada vez es menos clara. Una nueva generación de automóviles está conquistando nuestras carreteras. Son coches nacidos de esas alianzas que hace apenas una 5 o 10 años nos habrían parecido ciencia ficción. La unión “euro-china” tiene sus ventajas, pues por un lado tienes tradición, ingeniería y diseño de Europa con el músculo financiero y la increíble agilidad productiva de China. Y que nadie se confunda: hoy no hablamos de copias, ni de imitaciones baratas. Hablamos de una fusión estratégica y, por lo general, inteligente que está redibujando por completo el mapa mundial del motor. Todavía hoy cuando escuchamos "coche chino", nos viene a la cabeza la imagen de un producto de calidad dudosa. Y esto está cambiando a toda velocidad. El desembarco de las marcas chinas en Europa no es una simple invasión comercial al uso: Va más allá, es me atrevo a decir, más peligrosa. Es un movimiento sutil y brillante, porque los gigantes industriales chinos han entendido que para conquistar el exigente mercado occidental no basta con ofrecer un precio bajo. Se necesita diseño, tecnología punta, una seguridad incuestionable y, todavía hoy, sigue ayudando mucho una marca de confianza, una tradición, una historia, un ADN. ¿Y dónde se encuentra todo eso en abundancia? Exacto, en Europa. Por otro lado, marcas europeas con décadas de historia, algunas de ellas en dificultades e incluso al borde de la desaparición, han encontrado en el capital chino el salvavidas que necesitaban. Pero no ha sido un simple rescate. Ha sido una inyección masiva de recursos con la idea de reinventarse y posicionarse como líderes en la nueva era eléctrica. Para hacerlo más fácil, vamos a dividir este fenómeno en tres grandes categorías: Primero, las joyas de la corona europeas que ahora tienen un pasaporte chino. Segundo, las nuevas marcas chinas que han nacido y crecido con un cerebro y un alma de diseño europeo. Y tercero, los matrimonios de conveniencia más recientes, donde dos gigantes se unen para crear una nueva generación de vehículos. Para mí no todo han sido aciertos… hay de todo. Nosotros te lo contamos y tu juzgas. ¡Vamos allá! Categoría 1: Legado europeo con corazón oriental. Aquí es, quizás, donde encontramos las historias más potentes. Lotus. De la ligereza al Hiper-SUV Eléctrico. MG. El Renacer del icono británico. Volvo y Polestar. Modelo de éxito. Categoría 2: Marcas chinas con cerebro europeo. BYD. El gigante que fichó a las estrellas. Lynk & Co. El “Netflix” del automóvil. Categoría 3: Matrimonios de Conveniencia… Smart. Revolución Germano-China. Stellantis y Leapmotor. Un “balón de oxígeno”. ¿Vendrás más? Volvo, MG, Lotus... la lista crece. Y seguirá creciendo. Como veis, el panorama del automóvil ha cambiado para siempre. Ya no se trata de dónde se ensambla la última tuerca, sino de dónde provienen el capital, la tecnología, el diseño y la estrategia. Esta fusión "euro-china" está acelerando la transición eléctrica y aumentando la competencia, lo cual es bueno para nosotros. Surgen muchas preguntas: ¿Es menos europeo un Volvo por tener un dueño chino que ha potenciado su herencia? ¿Es menos chino un BYD por haber sido diseñado por un alemán? Las etiquetas son cada vez más difusas, los estereotipos desaparecen. Hay dos cosas que importan. Una, el producto final. Y muchos de estos coches "euro-chinos" son productos y muy competitivos. Y dos, ¿Dónde van a parar los beneficios? Este asunto, a futuro, es también muy importante… la preponderancia de las marcas europeas y japonesas, está llamada a desaparecer. Conclusión. El concepto de coche "nacional" se va desvaneciendo. Marcas históricas europeas sobreviven gracias a esta unión, mientras que nuevas marcas chinas conquistan nuestro mercado adoptando un alma europea. Esta fusión está acelerando la electrificación… si es bueno o malo, lo veremos con el tiempo.
Hoy vamos a hablar de un tema que me parece clave para entender no solo el presente sino, sobre todo, el futuro inmediato del automóvil. Vamos a responder a dos preguntas aparentemente sencillas: ¿Qué significa hoy en día "Made in Europe"? ¿Qué significa "Made in China"? Olvídate de todo lo que creíais saber, porque las viejas etiquetas ya no sirven. Y ahora, vamos con los “euro-chinos”. Porque la “paternidad” de los coches, fruto de las alianzas, cada vez es menos clara. Una nueva generación de automóviles está conquistando nuestras carreteras. Son coches nacidos de esas alianzas que hace apenas una 5 o 10 años nos habrían parecido ciencia ficción. La unión “euro-china” tiene sus ventajas, pues por un lado tienes tradición, ingeniería y diseño de Europa con el músculo financiero y la increíble agilidad productiva de China. Y que nadie se confunda: hoy no hablamos de copias, ni de imitaciones baratas. Hablamos de una fusión estratégica y, por lo general, inteligente que está redibujando por completo el mapa mundial del motor. Todavía hoy cuando escuchamos "coche chino", nos viene a la cabeza la imagen de un producto de calidad dudosa. Y esto está cambiando a toda velocidad. El desembarco de las marcas chinas en Europa no es una simple invasión comercial al uso: Va más allá, es me atrevo a decir, más peligrosa. Es un movimiento sutil y brillante, porque los gigantes industriales chinos han entendido que para conquistar el exigente mercado occidental no basta con ofrecer un precio bajo. Se necesita diseño, tecnología punta, una seguridad incuestionable y, todavía hoy, sigue ayudando mucho una marca de confianza, una tradición, una historia, un ADN. ¿Y dónde se encuentra todo eso en abundancia? Exacto, en Europa. Por otro lado, marcas europeas con décadas de historia, algunas de ellas en dificultades e incluso al borde de la desaparición, han encontrado en el capital chino el salvavidas que necesitaban. Pero no ha sido un simple rescate. Ha sido una inyección masiva de recursos con la idea de reinventarse y posicionarse como líderes en la nueva era eléctrica. Para hacerlo más fácil, vamos a dividir este fenómeno en tres grandes categorías: Primero, las joyas de la corona europeas que ahora tienen un pasaporte chino. Segundo, las nuevas marcas chinas que han nacido y crecido con un cerebro y un alma de diseño europeo. Y tercero, los matrimonios de conveniencia más recientes, donde dos gigantes se unen para crear una nueva generación de vehículos. Para mí no todo han sido aciertos… hay de todo. Nosotros te lo contamos y tu juzgas. ¡Vamos allá! Categoría 1: Legado europeo con corazón oriental. Aquí es, quizás, donde encontramos las historias más potentes. Lotus. De la ligereza al Hiper-SUV Eléctrico. MG. El Renacer del icono británico. Volvo y Polestar. Modelo de éxito. Categoría 2: Marcas chinas con cerebro europeo. BYD. El gigante que fichó a las estrellas. Lynk & Co. El “Netflix” del automóvil. Categoría 3: Matrimonios de Conveniencia… Smart. Revolución Germano-China. Stellantis y Leapmotor. Un “balón de oxígeno”. ¿Vendrás más? Volvo, MG, Lotus... la lista crece. Y seguirá creciendo. Como veis, el panorama del automóvil ha cambiado para siempre. Ya no se trata de dónde se ensambla la última tuerca, sino de dónde provienen el capital, la tecnología, el diseño y la estrategia. Esta fusión "euro-china" está acelerando la transición eléctrica y aumentando la competencia, lo cual es bueno para nosotros. Surgen muchas preguntas: ¿Es menos europeo un Volvo por tener un dueño chino que ha potenciado su herencia? ¿Es menos chino un BYD por haber sido diseñado por un alemán? Las etiquetas son cada vez más difusas, los estereotipos desaparecen. Hay dos cosas que importan. Una, el producto final. Y muchos de estos coches "euro-chinos" son productos y muy competitivos. Y dos, ¿Dónde van a parar los beneficios? Este asunto, a futuro, es también muy importante… la preponderancia de las marcas europeas y japonesas, está llamada a desaparecer. Conclusión. El concepto de coche "nacional" se va desvaneciendo. Marcas históricas europeas sobreviven gracias a esta unión, mientras que nuevas marcas chinas conquistan nuestro mercado adoptando un alma europea. Esta fusión está acelerando la electrificación… si es bueno o malo, lo veremos con el tiempo.
Um novo medicamento de prevenção e tratamento do VIH/Sida vai entrar no mercado angolano em breve. Trata-se do Lenacapavir, que funciona com duas injecções por ano e poderá custar 28 mil dólares por ano e por pessoa, com ajuda de financiamentos estatais. Este medicamento foi aprovado na União Europeia há alguns anos para o tratamento de pacientes com o vírus. Em entrevista à RFI, Isabel Daniel, assessora de Informação Estratégica da ONU-Sida em Angola, explicou o funcionamento deste novo medicamente e as vantagens que representa para os cerca de 370 mil angolanos actualmente diagnosticados com o vírus. RFI: Quais são os dados actuais sobre o VIH/SIDA em Angola? Isabel Daniel: As estimativas da ONU-SIDA em Angola para 2024 são de cerca de 370.000 pessoas que vivem com VIH, ou seja, uma prevalência de 1,6%. Deste grupo, 70% são mulheres, e cerca de 10% são crianças abaixo de 14 anos. No país, a prevalência é maior em algumas zonas. RFI: Por exemplo? Angola tem 21 províncias. Lunda Sul, Lunda Norte, Cunene, Cubango, Moxico, todas estas províncias do Leste e Sul, têm uma maior prevalência do que o resto das outras províncias. RFI: Como se explica este facto? São províncias que fazem fronteira com países que têm uma prevalência maior que a nossa. Há também grupos mais vulneráveis em termos de comportamento e risco. Por serem províncias, por exemplo, com actividade de mineração, há então muita troca de bens e maior actividade sexual, o que aumenta o risco e os números. RFI: Relembremos como é que se transmite o vírus da SIDA? A principal transmissão é pela via sexual. Uma pessoa que vive com o vírus do VIH e que não faz tratamento, contém um alto número de vírus. Se tiver uma relação sexual desprotegida, pode então passar o vírus para outra pessoa. Pode ser também a contaminação de mãe para filho, durante a gestação, se não tiver a fazer o tratamento, a mãe pode transmitir o vírus através da placenta. RFI: O que se sabe sobre este novo medicamento, o Lenacapavir, que vai entrar no mercado angolano? De acordo com o Instituto Nacional de Luta Contra a Sida (INLS), trata-se de um medicamento injectável recentemente lançado pela farmacêutica norte americana Gilead e aprovado na União Europeia para o tratamento de pacientes com o vírus. Sim, é uma inovação. Trata-se de um medicamento de acção prolongada. Funciona com duas injeções por ano. Para a prevenção do VIH é muito importante, porque é mais fácil de modo geral. Os grupos de maior risco conseguem então se proteger melhor. RFI: Quem é que são os grupos de maior risco? São os adolescentes, meninas e mulheres entre 15 a 24 anos, trabalhadores de sexo - pela actividade económica que exercem, têm maior risco - Homens que têm relações sexuais com outros homens também apresentam uma prevalência maior, pessoas transgénero e também pessoas em prisões, por falta de higiene e outros comportamentos associados, como o uso de droga, e o acesso mais limitado aos serviços de saúde. RFI: Como é que será assumido o custo do medicamento para cada beneficiário? De acordo com os documentos nacionais disponíveis e as avaliações, sabemos que o Estado angolano custeia cerca de 80% dos custos no combate contra a propagação do VIH. Há depois um certo suporte dos parceiros. RFI: Mas se formos até ao fim da cadeia para chegarmos ao utente. Quanto irá custar para, por exemplo, uma mulher com VIH comprar o medicamento? Tem havido muita advocacia para que o preço inicial fosse reduzido. As últimas informações são de 28.000 dólares por ano e por pessoa. Então este seria um novo custo que o governo teria que incrementar dentro do plano estratégico para o combate do VIH. Lembrando sempre que um investimento agora é uma poupança no futuro. RFI: De acordo com o Plano Estratégico de Resposta ao VIH 2023-2026, Angola dispõe actualmente de 35 milhões de dólares. A ONU alerta que seriam preciso 145 milhões de dólares. Exacto. O plano estratégico do VIH de Angola para os três anos de 2023 a 2026 estima que sejam necessários cerca de 580 milhões de dólares para fazer face à doença. Ou seja, anualmente, seriam 145 milhões de dólares. O Grupo Técnico de Monitoria de Angola fez então a análise em 2024 de quanto conseguimos alocar para esta resposta, e foi reportado que são 35 milhões de dólares. RFI: O que quer dizer que é preciso um investimento muito maior ainda? Exacto. Não só para prevenir e tratar, mas também para combater as discriminações. Uma em três pessoas vivendo com VIH não procura ajuda e cuidados devido ao estigma. De forma geral, em Angola houve muito progresso nos últimos dez anos, mas em termos de tratamento, apenas 50% das pessoas que vivem com VIH recebem tratamento. Esse número é muito inferior à meta da ONU de 95% de pessoas com tratamento.
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Este podcast es la primera parte de una charla con Sofía Contreras, experta en marketing digital y autora del libro “Cómo pasar a la acción”. Estos fueron los temas que tocamos 00:00 Comienzo 01:10 Pasar a la acción01:40 ¿Qué es el éxito?03:59 ¿Qué es la falacia de la llegada?05:00 “Hablar es fácil, lo difícil es accionar” 07:50 ¿Escribir un libro te cambia?12:15 ¿Qué pasa con toda esa energía que ponemos en el trabajo a lo largo de nuestra vida?Abrazá un propósito. ¡Desafía al mundo e inspirá a otros!Recordá que si querés enviarnos tus preguntas, consultas o sugerencias podés hacerlo a podcast@emprendeconproposito.com.arTambién podés seguirnos en las otras redes:Web: emprendeconproposito.com.ar IG: @sebasosaemprende @somosecpYT: Emprende con propósito TikTok: @somosecp Te dejo un resumen del podcast: "Siempre tuve una proyección de carrera atada a un objetivo de éxito que yo perseguía.""Durante todos los años de mi carrera, mi único foco era el trabajo. Mi único determinante de lo que era el éxito era el trabajo. ¿Por qué? Porque yo venía de una familia en donde el trabajo era muy importante y donde tenía un padre muy conectado con el trabajo también."Todo lo que nosotros vamos atravesando mientras vamos creciendo, nos van configurando cuáles son nuestras versiones de éxito.""Entonces, mi versión de éxito ¿cuál era? Un título universitario, un posgrado, eh, una carrera profesional, con muchos hitos. Entonces yo me pasé muchísimos años de mi vida persiguiendo ese éxito profesional y ningún otro. Hasta que sucedieron ciertos quiebres, que me hicieron ver la vida real que quería vivir, que cuando yo llegue al fin de los tiempos y mire para atrás, la que va a ver esa vida y va a estar feliz, satisfecha o no, voy a ser yo."“El libro es una invitación para que todas las personas que están atravesando su vida en este momento, o sea cualquier persona que esté viva, frene, salga del piloto automático, entienda la vida que está viviendo y empiece a crear la vida que merece vivir”. “Todos estamos atravesados por conceptos externos de lo que es vivir una vida exitosa y no nos damos cuenta, y lo peor que te puede pasar es llegar a la meta y darte cuenta de que no era la tuya.”“La falacia de la llegada es que nos pasamos toda nuestra vida apuntando a hitos, grandes hitos. Y pensamos que cuando alcancemos estos hitos vamos a ser felices. Pero en realidad ¿cuántos son los hitos de tu vida? ¿Y cuántos días vivís realmente? Entonces nos pasamos toda nuestra vida esperando por un hito específico, que es la falacia de la llegada, pensamos que vamos a ser felices cuando lo alcancemos, y cuando lo alcanzamos, esa felicidad… No tiene el sabor por ahí que nos imaginábamos, Exacto, o dura muy poquito.""Mostrame con hechos, mostrame con datos, mostrame con la realidad de lo que hiciste."“Cuando nos decimos mucho que vamos a hacer algo, le empezamos a dar esas señales repetidas a nuestra mente, entonces pensamos que ya lo hicimos. No le damos la intensidad real que necesitan las cosas para suceder y no le damos la acción que necesita para suceder, entonces las dejamos.”“Tenemos que empezar a enseñarle a nuestra mente qué es lo positivo si accionamos, no lo negativo, y por eso es muy importante mantenerse callado muchas veces cuando queremos hacer algo.""Nuestra biología, nuestra mente está preparada para embarrarnos la cancha porque está preparada para protegernos ante la adversidad, ante el gasto de energía, ante los desafíos, no quiere que suframos, y al no querer que suframos nos evita accionar, nos evita hacer cosas, y en esa evitación es que no avanzamos hacia cosas que son importantes para nosotros.”“La vida es un cambio constante, si nosotros no habilitamos ese cambio y no accionamos en un sentido, ya sea que esté bien o que no sea el sentido que pensabas del resultado que te podías encontrar, la única forma de que sepas eso es la acción, no es en tu mente, no es en tu idea, no es en tus pensamientos, es accionando."
¿Qué pasa cuando aplicas BIM en uno de los entornos más complejos que existen? Exacto: hospitales. En este episodio hablamos con Santiago di Meglio, arquitecto especializado en proyectos hospitalarios, sobre los retos reales del BIM en centros de salud: clientes sin experiencia, requisitos imposibles, 30 disciplinas descoordinadas y modelos que, si no llegan en IFC, simplemente no existen. Analizamos errores comunes, cómo gestionar la interoperabilidad, qué significa realmente industrializar espacios hospitalarios y por qué muchos entregables son papel mojado digital. Si diseñas, construyes o gestionas hospitales (o si simplemente quieres saber cómo sobrevivir a uno sin acabar en la UCI del BIM), no te lo pierdas. Contenido del episodioi: 00:00:00 – Presentación del episodio y bienvenida a Santiago di Meglio 00:06:40 – ¿Qué tiene de especial el BIM en hospitales? 00:17:55 – El cliente hospitalario: madurez, requisitos y toma de decisiones 00:27:10 – Lecciones aprendidas y errores frecuentes en proyectos hospitalarios 00:39:20 – Industrialización en hospitales: ¿realidad o marketing? 00:49:35 – Interoperabilidad e IFC: problemas, límites y realidades 01:01:50 – Futuro del BIM hospitalario y conclusiones
Lisandro Catalán, el nuevo ministro del interior, afirmó: “Dejó establecida hoy la mesa donde él la preside, forma parte también el jefe de gabinete de ministros, Guillermo Francos, forma parte el ministro de Economía, Luis Caputo, y me incorporo yo como ministro del Interior. Creo que está toda la institucionalidad representada como para tener un diálogo serio, maduro y fluido con los gobernadores”.Carlos Bianco, señaló: “Yo con Francos, si con Catalán y con Javier Milano, que también trabaja con ellos, he tenido varias reuniones, les he pedido varias reuniones, siempre me han recibido muy amablemente en la Casa Rosada y también les fui a llevar varias veces reclamos de obras públicas, etc. Me recibieron, entregamos los papeles, obviamente no... Tampoco depende de ellos, porque la obra pública depende de Toto Caputo, depende del Ministerio de la Jefatura de Gabinete”.Cristian Girad afirmó: “Es mentira que hay un impuesto nuevo. Es mentira que si tenés una billetera virtual, Arba te va a sacar guita de la cuenta Es mentira que se hayan subido impuestos Lo que se recaude a través de De las retenciones Para billeteras virtuales se deja de recaudar A través de O las retenciones bancarias o pagás menos Cuando vence la declaración jurada No es que ahora pagas más ingresos brutos”.Alejandro Fantino dijo: “Yo no la veo bien ahora, no la veo bien ahora porque me preocupó este resultado, o sea me hizo ver algo que yo no había visto. No soy necio, entonces digo bueno hay tiempo de cambiar y de girar. boludo, estoy viendo los candidatos estoy viendo que pasa, porque además se demostró otra cosa, que la propia Libertad Avanza lo detectó, chicos, esto no lo estoy descubriendo yo, evidentemente no traccionó, como se esperaba la marca la marca puramente dicho, la marca”.Eduardo Feinmann, en una conversación con Iezzi, señaló: Feinmann: ¿Esa cárcel es una joda? Iezzi: En la unidad carcelaria esto no pasa. Pero la prisión domiciliaria no regulada desde el punto de vista penitenciario permite estas cosas.Feinmann: Que también se manifestó según se difundió en cuentas kirchneristas rechazando la proscripción de Cristina Kirchner. Y la visita que quizás, repito, reciba y no nos enteramos. Claro, todo porque levantó un cuadro de Vita Perón que le regalaron. Exacto. Entonces Cristina la llamó y le dijo y fue mamá mía es una vergüenza es una vergüenza lo digo señores jueces ¿en serio se dejan forrear? ¿en serio se dejan tocar el culo por esta señora que hace lo que se le canta? que feo, pero bueno.Cristina Pérez aseguró: “Cuando las bandas son creíbles, esto lo explicó el presidente con este papelito. Cuando las bandas son creíbles, las propias fuerzas del mercado, si toca el techo, lo llevan hacia adentro y cuando te acercas a la banda de abajo, las flechitas empujan hacia arriba. En esto estaba pensando Milei cuando hizo el discurso en el que aceptó la derrota”.Ante la llegada del vuelo con argentinos deportados de EEUU, Alec Oxenford, señaló: “Argentina es de los países del continente con menos casos. Literalmente han habido, creo que la lista de deportados es muy grande, no quiero decir un número equivocado, pero muy grande, y el número argentino es infinitésimo. Estamos hablando como que te diga un millón y diecisiete. Es más o menos cero”.Donald Trump dijo lo siguiente: “me llena de dolor y rabia el atroz asesinato de Charlie Kirk en un campus universitario de Utah. Charlie inspiró a millones, y esta noche, todos los que lo conocieron y amaron se unen en la conmoción y el horror. Charlie fue un patriota que dedicó su vida a la causa del debate abierto y al país que tanto amó, los Estados Unidos de América”.Noticias del jueves 11 de septiembre por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FM
Hoy nos toca otra conversación con rumbo gramatical, en la que Pau y Aida tienen tres pequeñas conversaciones para entender mejor el uso de los verbos reflexivos. Encontramos estos verbos en todas partes: cuando nos levantamos por la mañana, cuando nos vamos de un sitio o incluso cuando nos saludamos. Pero a veces no está tan claro por qué usamos tantos verbos "reflexivos"… En este podcast lo explicamos un poco. Easy Spanish Community Al unirte a la comunidad de Easy Spanish puedes llevar tu experiencia de aprendizaje al siguiente nivel. Los miembros de nuestra Podcast Membership reciben: Vocab Helper: El vocabulario más importante de cada minuto del podcast directamente en la pantalla de tu celular Interactive transcript: Una transcripción interactiva donde podrás leer y escuchar el podcast al mismo tiempo, con una función de traducción en tiempo real Exclusive aftershow: Después de cada episodio, Pau y José discuten un poquito más sobre el tema desde un punto de vista un poco más personal. Discord community: Acceso a la comunidad en Discord de Easy Spanish, donde puedes hablar con los miembros de nuestro equipo y otras personas que, como tú, se encuentran en la aventura de aprender nuestro idioma Extra content for our YouTube episodes: Hojas de ejercicios, listas de vocabulario y transcripciones de todos nuestros episodios de YouTube. Si todavía no eres miembro de la comunidad de Easy Spanish, puedes unirte en easy-spanish.org/community (https://www.easy-spanish.org/community) Envíanos un mensaje de audio ¡Ya puedes enviarnos mensajes de audio para que los escuchemos en el podcast! Para hacerlo tienes que ir a easyspanish.fm (https://www.easyspanish.fm) y dar clic en el botón amarillo que aparecerá a la derecha de la página. Show notes Tenemos también un video de YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=AVxQgCbetTM) que habla del mismo tema :) Transcripción Paulina: [0:03] Hola Aida. Aida: [0:05] Hola Pau, ¿cómo estás? Paulina: [0:07] Bien, ¿y tú? Aida: [0:09] Muy bien, muy bien. Acalorada. Paulina: [0:12] Ay, aquí no me ha tocado tanto calor este verano, así que... yo sé que a ustedes no les gusta tanto, pero yo lo envidio un poco. Aida: [0:23] Sí, te gusta mucho el calor, ¿no? Paulina: [0:25] Me gusta el calor, me gusta tener ropa ligera, poder saltar al agua y esta sensación de refrescarse. Ay, me encanta, sí. O tirarme al sol. Aida: [0:37] Eres una persona de verano, entonces. Paulina: [0:40] Definitivamente. Bueno, ya te contaré cuando pase un verano en Barcelona porque no sé si estoy tan acostumbrada a 40 grados. Aida: [0:49] Exacto. Esto es un poquito como, ¿conoces este meme que es "lo que pediste vs lo que recibiste"? Es como lo que te imaginas del verano en Barcelona versus lo que realmente es. Support Easy Spanish and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content for all our episodes: easy-spanish.org/membership Special Guest: Aida.
Como é actuar num mega-festival europeu de artes de rua, com mais de 700 espectáculos diários numa cidade de 26.000 habitantes que, em quatro dias, junta acima de 150 mil pessoas? As expectativas de encontrar produtores e programadores no Festival Internacional de Teatro de Rua de Aurillac, em França, são grandes, mas o desafio financeiro é imenso para a maior parte das 640 “companhias de passagem” que participam à margem do programa oficial. Foi o caso da companhia portuguesa “Seistopeia” que nos contou a sua aventura, expectativas e dissabores relativamente à participação no festival que terminou este sábado. RFI: De que falam os espectáculos que trouxeram a Aurillac? Vítor Rodrigues: “A primeira peça que trouxemos foi ‘Soul Trio', que é inspirado no ‘Soul Train', que era um programa dos anos 70, em que havia muitos bailarinos, um apresentador muito charmoso. Então, nós decidimos criar esta peça inspirada nesse programa em que os nossos personagens também são bailarinos e dizem-se os salvadores das festas e os salvadores da alma das festas. Eles vêm tentar trazer a alegria às ruas.” E depois vão deambular por elas… Vítor Rodrigues:“Exactamente porque não é um espectáculo, na verdade, é uma performance. A ideia desta performance não é que as pessoas párem a nossa beira para ver ali alguma coisa muito concreta. É só que se sintam ali energizadas, de alguma forma, e que batam um bocadinho o pezinho, dancem um bocadinho connosco, que sorriam um pouco. A segunda peça é ‘Os Irmãos Fumière'.” Marisa Freitas: “Chama-se ‘Irmãos Fumière', é inspirada nos irmãos Lumière e é uma peça inspirada no cinema mudo, em que se quer trazer aquelas memórias antigas do cinema, que também está muito próximo do teatro físico e, portanto, continua dentro da linguagem da Seistopeia, e é uma peça que traz animação e boa disposição ao público.” O facto de a apresentarem em França, na terra dos irmãos Lumière, traz algo especial? Marisa Freitas: “Ela é muito recente, é uma estreia internacional, é a primeira vez que estamos a fazê-la fora de Portugal e senti que o público mal nos viu reconheceu logo que éramos dessa altura do cinema mudo. Foi bastante positivo.” Inês Jesus: “Tivemos o apoio da GDA, que é uma fundação portuguesa que apoia diversos espectáculos e apoia desde a criação a circulação dos projectos internacionalmente. No nosso caso, o apoio foi para a criação, foi para podermos montar este espectáculo.” Como é estar no Festival Internacional de Teatro de Rua de Aurillac no meio de 640 “companhias de passagem”? Como é em termos de apoios? Como correu? Marisa Freitas: “Nós devemos começar por dizer que isto é um investimento nosso, actores e pessoas, nem sequer a companhia tem poder económico para financiar a viagem até cá. Portanto, é um esforço colectivo. Nós os quatro juntámos dinheiro, juntámo-nos e viemos. Em termos de apoio da organização, sentimos um bocado de abandono porque não há um espaço específico ou suficiente para o artista, por exemplo. Eles sabem que algumas companhias de passagem vêm com tenda e não há um espaço só para as companhias. As companhias acampam - e nós estamos a acampar - juntamente com o público. Depois é público que uns são mais diurnos, outros são mais nocturnos e levamos com os barulhos de todos eles. Os que acordam de manhã acordam-nos, os que vêem mais espectáculos à noite não nos deixam dormir. Faltam casas-de-banho nessa zona também para o público porque estamos à beira de duas pastilhas.” “Pastilles” que é o nome dos espaços de actuação… Marisa Freitas:“Sim. Exacto. As zonas de actuação são 'as pastilhas'. Há um descuido que eu sinto para com o artista e também para com o público. Há uma casa-de-banho num espaço onde há dois palcos e todas as manhãs acordamos com, pelo menos, 50 ou 100 pessoas à espera para ver um espectáculo.” O Vítor também se sente um pouco abandonado pelo festival? Vítor Rodrigues: “Sim, de certa forma. Uma coisa que me deixou um pouco chateado foi que nós temos que pagar um seguro de responsabilidade civil. Ou seja, eu sinto que, no fundo, em relação às companhias de passagem, o festival esquiva-se. Fazem um festival que se diz um festival com mais de 600 e tal companhias, mas não pagam essas 600 e tal companhias. São cerca de 20 as companhias que realmente são pagas totalmente. Portanto, eu sinto que eles vendem a ideia de que realmente vêm cá muitos produtores e é verdade que vêm cá, há muitos produtores, mas também é verdade que são tantas companhias e o espaço não é assim tão bem organizado. Torna-se um bocado complicado para que realmente esses produtores consigam assistir a todos os espectáculos.” É um balde de água fria nas expectativas que vocês tinham? Vítor Rodrigues:“Sim, mas por outro lado, foi um investimento de nossa parte. Nós queríamos correr este risco também, de alguma maneira, porque queríamo-nos atirar aos lobos e é um espectáculo novo também, como é que este novo espectáculo funciona com um público estrangeiro… Foram várias coisas, sim. Não ficámos muito felizes com a recepção, por outro lado, também não estávamos à espera que fôssemos aqui recebidos como deuses, não é?” Inês Jesus: “Eu senti os mesmos dissabores. Partilho com eles o sentimento de abandono. Vejo que para a companhia é importante estarmos em França, é a primeira vez que a companhia vem a França e França é uma plataforma de arte grande, onde eu já vivi. Havia essa vontade de mostrar o nosso trabalho, fazê-lo chegar cá de alguma maneira. Vejo o lado positivo da oportunidade, mas…” Não vê os produtores? “Não vemos os produtores. E tivemos um problema com o nosso espaço porque o nosso espaço, que é concedido pelo festival, estava a ser usado por outros artistas que não estão programados. Então, o estado em que deixaram o sítio onde actuamos influencia a nossa intervenção no lugar e tivemos que readaptar o nosso espectáculo ao espaço. São questões que é importante serem discutidas, na minha opinião e na nossa opinião, com o festival e são coisas que queremos partilhar com eles e questionar.” E o público como vos tratou? Vítor Rodrigues: “O público tratou-nos muito bem. Nós sentimos que o público é muito generoso, muito receptivo. Realmente procuram coisas novas, procuram ver mais espectáculos, inclusivamente, contribuem no final, no ‘chapéu'. Eu senti que, nesse aspecto, foi bastante positivo, embora este os ‘Irmãos Fumière' seja praticamente uma estreia e conseguimos manter o público praticamente até ao fim. Ou seja, estiveram connosco, não nos largaram a mão." Inês Jesus: “Para nós é bastante ambicioso estar em França, apresentar ‘Irmãos Fumière' pela terceira vez no Festival de Aurillac. É super bonito porque os nossos espectáculos têm esta característica participativa, já o ‘Soul Trio' tem e agora ‘Irmãos Fumière também'. É super bonito ver este público que diz que sim, que vem sem medo, que confia nos artistas e que está connosco em cena. Acho que é o que nos alimenta também, de alguma maneira.” Filipe Maia: “O que eu queria dizer é que a liberdade do artista acaba onde começa a liberdade da produção e, neste caso, queria apenas salientar a importância de que se o festival vive do artista e da rua e do público, é muito importante dar condições para isso. É o que nós sentimos e que nos faltou muito. O festival quer dar muito às pessoas e ao público, mas depois peca também, pelo outro lado, de fornecer ferramentas importantes e básicas, até muitas vezes, para a boa performance do artista.” Marisa Freitas: “Acho que o conceito de Aurillac é bonito porque para entrar cá não há selecção, só há um limite e quando se chega a esse limite, fecham-se as candidaturas. Eu acho isso bonito, mas acho que depois toda a gente tem responsabilidades. O público tem responsabilidade. A produção tem responsabilidade e o artista tem responsabilidade. A responsabilidade do artista, por exemplo, no que nos aconteceu hoje, é deixar o espaço livre e limpo, em boas condições para a companhia que vem a seguir poder actuar. O espaço da produção, se calhar, é limitar: ‘Olha aqui nesta zona mais espectáculos de fogo porque deixam mais sujeira neste espaço, se calhar mais para bailarinos porque precisam do chão liso'. Pronto, esse tipo de atenção. Se calhar deixar alguém da produção a tomar conta desses espaços, por exemplo. E o público, nós estarmos a fazer uma peça e passar um grupo de adolescentes aos gritos com uma coluna só porque sim, também acho interessante haver um bocadinho esse respeito por parte do público, o que se calhar é mais difícil, mas acho que para um festival com os anos que tem Aurillac, era algo que já poderia existir.”
Como é actuar num mega-festival europeu de artes de rua, com mais de 700 espectáculos diários numa cidade de 26.000 habitantes que, em quatro dias, junta acima de 150 mil pessoas? As expectativas de encontrar produtores e programadores no Festival Internacional de Teatro de Rua de Aurillac, em França, são grandes, mas o desafio financeiro é imenso para a maior parte das 640 “companhias de passagem” que participam à margem do programa oficial. Foi o caso da companhia portuguesa “Seistopeia” que nos contou a sua aventura, expectativas e dissabores relativamente à participação no festival que terminou este sábado. RFI: De que falam os espectáculos que trouxeram a Aurillac? Vítor Rodrigues: “A primeira peça que trouxemos foi ‘Soul Trio', que é inspirado no ‘Soul Train', que era um programa dos anos 70, em que havia muitos bailarinos, um apresentador muito charmoso. Então, nós decidimos criar esta peça inspirada nesse programa em que os nossos personagens também são bailarinos e dizem-se os salvadores das festas e os salvadores da alma das festas. Eles vêm tentar trazer a alegria às ruas.” E depois vão deambular por elas… Vítor Rodrigues:“Exactamente porque não é um espectáculo, na verdade, é uma performance. A ideia desta performance não é que as pessoas párem a nossa beira para ver ali alguma coisa muito concreta. É só que se sintam ali energizadas, de alguma forma, e que batam um bocadinho o pezinho, dancem um bocadinho connosco, que sorriam um pouco. A segunda peça é ‘Os Irmãos Fumière'.” Marisa Freitas: “Chama-se ‘Irmãos Fumière', é inspirada nos irmãos Lumière e é uma peça inspirada no cinema mudo, em que se quer trazer aquelas memórias antigas do cinema, que também está muito próximo do teatro físico e, portanto, continua dentro da linguagem da Seistopeia, e é uma peça que traz animação e boa disposição ao público.” O facto de a apresentarem em França, na terra dos irmãos Lumière, traz algo especial? Marisa Freitas: “Ela é muito recente, é uma estreia internacional, é a primeira vez que estamos a fazê-la fora de Portugal e senti que o público mal nos viu reconheceu logo que éramos dessa altura do cinema mudo. Foi bastante positivo.” Inês Jesus: “Tivemos o apoio da GDA, que é uma fundação portuguesa que apoia diversos espectáculos e apoia desde a criação a circulação dos projectos internacionalmente. No nosso caso, o apoio foi para a criação, foi para podermos montar este espectáculo.” Como é estar no Festival Internacional de Teatro de Rua de Aurillac no meio de 640 “companhias de passagem”? Como é em termos de apoios? Como correu? Marisa Freitas: “Nós devemos começar por dizer que isto é um investimento nosso, actores e pessoas, nem sequer a companhia tem poder económico para financiar a viagem até cá. Portanto, é um esforço colectivo. Nós os quatro juntámos dinheiro, juntámo-nos e viemos. Em termos de apoio da organização, sentimos um bocado de abandono porque não há um espaço específico ou suficiente para o artista, por exemplo. Eles sabem que algumas companhias de passagem vêm com tenda e não há um espaço só para as companhias. As companhias acampam - e nós estamos a acampar - juntamente com o público. Depois é público que uns são mais diurnos, outros são mais nocturnos e levamos com os barulhos de todos eles. Os que acordam de manhã acordam-nos, os que vêem mais espectáculos à noite não nos deixam dormir. Faltam casas-de-banho nessa zona também para o público porque estamos à beira de duas pastilhas.” “Pastilles” que é o nome dos espaços de actuação… Marisa Freitas:“Sim. Exacto. As zonas de actuação são 'as pastilhas'. Há um descuido que eu sinto para com o artista e também para com o público. Há uma casa-de-banho num espaço onde há dois palcos e todas as manhãs acordamos com, pelo menos, 50 ou 100 pessoas à espera para ver um espectáculo.” O Vítor também se sente um pouco abandonado pelo festival? Vítor Rodrigues: “Sim, de certa forma. Uma coisa que me deixou um pouco chateado foi que nós temos que pagar um seguro de responsabilidade civil. Ou seja, eu sinto que, no fundo, em relação às companhias de passagem, o festival esquiva-se. Fazem um festival que se diz um festival com mais de 600 e tal companhias, mas não pagam essas 600 e tal companhias. São cerca de 20 as companhias que realmente são pagas totalmente. Portanto, eu sinto que eles vendem a ideia de que realmente vêm cá muitos produtores e é verdade que vêm cá, há muitos produtores, mas também é verdade que são tantas companhias e o espaço não é assim tão bem organizado. Torna-se um bocado complicado para que realmente esses produtores consigam assistir a todos os espectáculos.” É um balde de água fria nas expectativas que vocês tinham? Vítor Rodrigues:“Sim, mas por outro lado, foi um investimento de nossa parte. Nós queríamos correr este risco também, de alguma maneira, porque queríamo-nos atirar aos lobos e é um espectáculo novo também, como é que este novo espectáculo funciona com um público estrangeiro… Foram várias coisas, sim. Não ficámos muito felizes com a recepção, por outro lado, também não estávamos à espera que fôssemos aqui recebidos como deuses, não é?” Inês Jesus: “Eu senti os mesmos dissabores. Partilho com eles o sentimento de abandono. Vejo que para a companhia é importante estarmos em França, é a primeira vez que a companhia vem a França e França é uma plataforma de arte grande, onde eu já vivi. Havia essa vontade de mostrar o nosso trabalho, fazê-lo chegar cá de alguma maneira. Vejo o lado positivo da oportunidade, mas…” Não vê os produtores? “Não vemos os produtores. E tivemos um problema com o nosso espaço porque o nosso espaço, que é concedido pelo festival, estava a ser usado por outros artistas que não estão programados. Então, o estado em que deixaram o sítio onde actuamos influencia a nossa intervenção no lugar e tivemos que readaptar o nosso espectáculo ao espaço. São questões que é importante serem discutidas, na minha opinião e na nossa opinião, com o festival e são coisas que queremos partilhar com eles e questionar.” E o público como vos tratou? Vítor Rodrigues: “O público tratou-nos muito bem. Nós sentimos que o público é muito generoso, muito receptivo. Realmente procuram coisas novas, procuram ver mais espectáculos, inclusivamente, contribuem no final, no ‘chapéu'. Eu senti que, nesse aspecto, foi bastante positivo, embora este os ‘Irmãos Fumière' seja praticamente uma estreia e conseguimos manter o público praticamente até ao fim. Ou seja, estiveram connosco, não nos largaram a mão." Inês Jesus: “Para nós é bastante ambicioso estar em França, apresentar ‘Irmãos Fumière' pela terceira vez no Festival de Aurillac. É super bonito porque os nossos espectáculos têm esta característica participativa, já o ‘Soul Trio' tem e agora ‘Irmãos Fumière também'. É super bonito ver este público que diz que sim, que vem sem medo, que confia nos artistas e que está connosco em cena. Acho que é o que nos alimenta também, de alguma maneira.” Filipe Maia: “O que eu queria dizer é que a liberdade do artista acaba onde começa a liberdade da produção e, neste caso, queria apenas salientar a importância de que se o festival vive do artista e da rua e do público, é muito importante dar condições para isso. É o que nós sentimos e que nos faltou muito. O festival quer dar muito às pessoas e ao público, mas depois peca também, pelo outro lado, de fornecer ferramentas importantes e básicas, até muitas vezes, para a boa performance do artista.” Marisa Freitas: “Acho que o conceito de Aurillac é bonito porque para entrar cá não há selecção, só há um limite e quando se chega a esse limite, fecham-se as candidaturas. Eu acho isso bonito, mas acho que depois toda a gente tem responsabilidades. O público tem responsabilidade. A produção tem responsabilidade e o artista tem responsabilidade. A responsabilidade do artista, por exemplo, no que nos aconteceu hoje, é deixar o espaço livre e limpo, em boas condições para a companhia que vem a seguir poder actuar. O espaço da produção, se calhar, é limitar: ‘Olha aqui nesta zona mais espectáculos de fogo porque deixam mais sujeira neste espaço, se calhar mais para bailarinos porque precisam do chão liso'. Pronto, esse tipo de atenção. Se calhar deixar alguém da produção a tomar conta desses espaços, por exemplo. E o público, nós estarmos a fazer uma peça e passar um grupo de adolescentes aos gritos com uma coluna só porque sim, também acho interessante haver um bocadinho esse respeito por parte do público, o que se calhar é mais difícil, mas acho que para um festival com os anos que tem Aurillac, era algo que já poderia existir.”
Buenos días Javi y Mar, edición verano. Una buena canción para guardar en la memoria y que te recuerde estos días de playa si la estás disfrutando a lo largo de todo el año. Así es y aquí estamos en Buenos días Javi Mar, edición verano. Pues vamos con Fernando Martín. El monólogo de Fer, hola Fernando, buenos días. Qué tal, muy buenos días. Cómo estás? Bueno, parece mentira que siendo yo un practicante diario, un parroquiano que se diría, nunca haya hablado del CrossFit. Es verdad. Exacto, para la gente que no lo sepa ahora mismo el CrossFit lo que es, pues nada, es muy sencillo, es una secta. ...
¿Qué tienen en común las prendas punk, la alta costura y tus jeans favoritos? ¡Exacto! La cremallera.En este episodio te llevo por la historia de ese pequeño gran invento que nos ha salvado —y atascado— más de una vez.
¿Sabes esa sensación cuando descubres una newsletter/podcast y no sabes por dónde empezar?Es muy posible que le esté ocurriendo a tu audiencia.Llegan a tu perfil, ven un montón de artículos y se van tan rápido como llegan. Es como cuando vas a un restaurante sin carta y el camarero te dice "tenemos de todo".Pues ese problema tiene una solución: la publicación destacada de Substack.Hoy te cuento cómo crear la tuya y al final del contenido te paso un ejemplo y los autores de esta idea.Qué es una publicación destacada en SubstackUna publicación destacada es exactamente lo que suena: un artículo que puedes fijar en la parte superior de tu newsletter.Es lo primero que verán tus lectores cuando lleguen a tu perfil de Substack.Piénsalo como el escaparate de una tienda. O como la portada de una revista. O como ese amigo que cuando llega alguien nuevo al grupo dice "déjame que te presente a todo el mundo".Antes de que te pongas a leer por ahí sin rumbo, empieza por aquí"Por qué es importante tener unaLa mayoría de creadores en Substack no tienen publicación destacada. Y los que la tienen, normalmente ponen cualquier cosa.Error.Imagínate que llegas a un podcast que lleva 200 episodios. ¿Por dónde empiezas? Exacto, necesitas una guía.Cómo debe ser tu publicación destacadaAquí es donde se comete el error más importante. Pinean su primer artículo y se olvidan del tema.Una buena publicación destacada tiene esta estructura:1. Hook que conecta con el problemaEmpiezas hablando del dolor real de tu audiencia. No de ti, no de tu newsletter. Del problema que resuelves.En FailAgain empiezo con: "Es lunes y todavía no sabes qué vas a publicar esta semana."Un dedo en el ojo.2. Momento de transformaciónPintas cómo sería su vida si ese problema estuviera resuelto."Imagínate que el domingo por la noche ya supieras exactamente qué vas a crear la semana que viene."3. Recursos gratuitos para empezarDas valor inmediato. Tres recursos máximo. Que puedan aplicar hoy mismo.4. Archivo organizado por temasAquí es donde separas el trigo de la paja. Organizas todo tu contenido por categorías claras.No pongas 47 enlaces sin orden. Elige los mejores de cada tema.5. Quién eres (al final, no al principio)Cuando ya has dado valor, te presentas. Una presentación honesta, sin mucho postureo.6. Llamada a la acciónAl final del todo. Sin agobiar, pero sin esconderte, puedes venderle lo que te interese. Recuerda que puede ser uno de tus primeros impactos, no seamos muy pesados.Errores que debes evitarError #1: Fijar tu primer artículo y olvidarte Tu primer artículo puede estar bien, suele ser un contenido donde explicas tus intenciones y te presentas, pero lo normal es que se quede anticuado con el tiempo.Error #2: Hablar de ti en el primer párrafo Prioridades. A tu audiencia le importa un carajo quién eres si no sabe qué problema le vas a resolver.Error #3: Meter todos los enlaces que tienes Menos es más. Elige los mejores de cada categoría.Error #4: No actualizarla nunca Tu publicación destacada debe evolucionar con tu contenido y actualizarse de forma recurrente.Mi proceso recomendadoCada 3-4 meses revisar mi publicación destacada y plantear estas preguntas:* ¿Sigue conectando con el problema principal de mi audiencia?* ¿Los recursos gratuitos que ofrezco son los mejores que tengo?* ¿Hay artículos nuevos que deberían estar en el archivo organizado?* ¿La estructura sigue funcionando o necesita cambios?No es algo que haces una vez. Es algo vivo.Cómo empezar hoy mismoSi no tienes publicación destacada:* Identifica el problema principal que resuelves para tu audiencia* Elige tus 3 mejores artículos (o recursos gratuitos si los tienes)* Escribe un hook que conecte con ese problema* Organiza el resto por temas claros* Fíjala en Substack (en configuración de la publicación)Si ya tienes una pero no funciona:* Revísala con la estructura que te he dado* Cambia el primer párrafo para que hable del problema, no de ti* Simplifica los enlaces (máximo 2-3 por categoría)Para terminarTu publicación destacada es la primera impresión que das. Y ya sabes lo que dicen de las primeras impresiones.La diferencia entre una newsletter que crece y una que no, muchas veces está en estas cosas que parecen pequeñas, pero no lo son.Dale una oportunidad extra a tu mejor contenido. Organízalo bien y verás cómo cambian las cosas.PD: Si quieres ver un ejemplo de cómo queda una publicación destacada bien hecha, échale un vistazo a la mía en FailAgain. No es perfecta, pero estoy en ello.PD2: Como te podrás imaginar, este invento no es mío. Se lo vi en un vídeo de YouTube a uno de los grandes creadores en Substack Nicolas Cole. Aquí te dejo el vídeo. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.guitermo.com/subscribe
¿Qué tal? Soy Jorge Bustos, bienvenidos si te incorporas a este mediodía cope. Tenemos ponencia de la amnistía, ¿a que no adivinas qué ha decidido el Tribunal Constitucional de Cándido Conde-Pumpido? Exacto, que la amnistía es perfectamente constitucional en términos generales. O sea, que una democracia puede borrarle los delitos a un sedicioso, siempre que los votos de ese sedicioso sirvan para mantener en el poder al mismo gobierno que ha nombrado a ese Tribunal Constitucional. Justicia circular podríamos llamar a esto. Las mismas élites político-judiciales se lo guisan y se lo comen para ...
Cuando se termina una relación lo mejor es cortar de una vez todo contacto, o si no empiezan a derramar veneno tóxico por las venas, por la boca y hasta por los chats de whatsapp. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
¿Qué es lo que mas le mola a un orko además de una buena gresca? ¡Exacto! ir a toda hostia por la carretera, pisándole a fondo al cacharro y liándola muy parda... y si además el cacharro en cuestión lleva unas bocinas bien molonas multitono, pues mucho mejor... En este audio encontrareis mucha velocidad, pieles verdes desquiciados, dakadaka... y claxons multitonos (la DGT advierte que estas bocinas son ilegales... ¡pero que más da!) Nos vemos muy pronto con más Relatoz Zalvajez... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En este episodio: Gobierno al borde del cierre; tremendo ambiente en el Gabinete de Trump; el mercado se tambalea – Wall Street tuvo una semana de altibajos y la incertidumbre sigue en el aire; Columbia y las protestas – Un estudiante de Columbia University fue arrestado por ICE tras una protesta anti-israelí; Gavin Newsom lanza podcast – El gobernador de California se suma a la moda de los podcasts, y su primer invitado es… Charlie Kirk. - Si fueras partes de nuestro patreon, hubieras escuchado este episodio ayer. ¡Únete a la mejor comunidad del internet boricua en patreon.com/puestospalproblema! Aprovecha la oferta de 50% de descuento en el primer mes. - Presentado por el mejor internet de Puerto Rico - AeronetPR.com. Cambiate ahora llamando al 787 273 4143. - Nuestros Patroncitos PYMES de hoy: Hay carros… y hay Volkswagen. Y si tú eres de los que aprecia calidad, seguridad y un diseño que nunca pasa de moda, ya sabes que Volkswagen Kennedy son Los Originales. No hay más nada que buscar. Exacto, aquí no estamos inventando, Volkswagen lleva generaciones haciendo carros que se quedan en la familia, porque cuando manejas un VW, sabes que tienes un carro para rato. Si buscas un SUV compacto pero con presencia, el Volkswagen Taos te da ese look moderno, espacio de sobra y la confianza de que tienes un carro hecho para durar. Ahora, si lo que quieres es algo más grande y versátil, el Volkswagen Atlas es un SUV que impone. Espacioso, cómodo y perfecto para los road trips en familia… o para cuando te toca ser el chofer del corillo. Para los que buscan un balance entre tamaño, potencia y eficiencia, el Volkswagen Tiguan es el SUV que lo hace todo sin complicarse. No es coincidencia que sea uno de los más vendidos. Y si lo tuyo es el clásico que nunca falla, el Volkswagen Jetta sigue siendo la definición de elegancia y rendimiento. Es de esos carros que una vez lo pruebas, no quieres manejar otra cosa. Tienen intereses desde 0% - no hay para donde bajar. Así que ya lo sabes, si quieres montarte en un Volkswagen de verdad, con la mejor garantía y en el lugar donde los conocen mejor que nadie, pásate por Volkswagen Kennedy en el 227 Marginal Ave. Kennedy o llama al 787-782-4000. Los Originales te esperan. Este PPP es traído por Súper Farmacia Isla Verde ubicada en la Marginal Villa Mar. La farmacia que usted ve desde la Baldorioty de Castro con la Cruz verde y no es de Cannabis. Allí la Dr. Brenda Cruz y su atento personal le brindarán el cuidado farmacéutico que ustedes necesitan, sus consultas farmacéuticas serán atendidas por ella, y se encargará que usted se adhiera a su terapia de medicamentos. Contamos con un mini market, un amplio inventario de medicamentos OTC, y hacemos delivery GRATIS! JM Accesorios Trabajamos accesorios para auto (luces LED, tablillas, tuercas, vent visors, sistemas de volantes para auto, marcos de tablilla, radios y sistemas de audio) Instalamos varios tipos de tintes industrial para autos (entre ellos de cerámica), con corte digitalizado, lo cual agiliza la instalación y previene accidentes a raíz realizar corte en el vehículo. Trabajamos por cita previa. Teléfono: 787-649-7867/ 787-239-0090 Instagram/Facebook: jmaccesoriospr Horarios: Lunes a viernes 8:00am-4:00pm Sábados 8:00am-3:00pm Suscríbete a nuestro Patreon y recibe contenido exclusivo, artículos: https://patreon.com/puestospalproblemaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio: Un grupo de boricuas le pidió a Trump que le dé la independencia a Puerto Rico por decreto. ¿Es esto una movida estratégica o un disparate político? Analizamos los detalles del plan y las reacciones del gobierno y la oposición. Además, TRS y Pablito José se van a los palos, y Grego Matías sigue su cruzada contra la plúgola. ¡Sintoniza y entérate de todo lo que está pasando en la isla y más allá! Aquí puedes leer el borrador de la orden ejecutiva para la independencia - https://www.scribd.com/document/836686462/Borrador-de-plan-para-la-independencia-de-Puerto-Rico#from_embed - Si fueras partes de nuestro patreon, hubieras escuchado este episodio el sábado. ¡Únete a la mejor comunidad del internet boricua en patreon.com/puestospalproblema! Aprovecha la oferta de 50% de descuento en el primer mes. - Presentado por el mejor internet de Puerto Rico - AeronetPR.com. Cambiate ahora llamando al 787 273 4143. - Planifica tu futuro hoy para que disfrutes de mayor libertad financiera y ahórrate unos chavitos en la planilla. Abre una IRA hoy y ahorra en contribuciones. También puedes consolidar todas tus IRAs haciendo un rollover. Roy Chévere cuenta con más de 14 años de experiencia y ofrece diferentes alternativas en el mercado ya sea en productos de intereses indexados o fijos. Llámalo ahora mismo para orientarte y sacar tu cita al 787-209-8441 y recuerda también que lo puedes seguir en Instagram como Chevere Financial, Mira que Chévere!!! Los Jabones Don Gato son hechos a mano, sin químicos dañinos ni detergentes. Elaborados con los mejores aceites naturales, esenciales y aromàticos, seguros para la piel. Pruébalos y siente la diferencia. Visítalos ahora en jaboneradongato.com y al utilizar el código "ppp" obtienes un 10% de descuento en tu compra. Síguelos en sus redes facebook, instagram y twitter como jaboneradongato para mantenerte informado. Hay carros… y hay Volkswagen. Y si tú eres de los que aprecia calidad, seguridad y un diseño que nunca pasa de moda, ya sabes que Volkswagen Kennedy son Los Originales. No hay más nada que buscar. Exacto, aquí no estamos inventando, Volkswagen lleva generaciones haciendo carros que se quedan en la familia, porque cuando manejas un VW, sabes que tienes un carro para rato. Si buscas un SUV compacto pero con presencia, el Volkswagen Taos te da ese look moderno, espacio de sobra y la confianza de que tienes un carro hecho para durar. Ahora, si lo que quieres es algo más grande y versátil, el Volkswagen Atlas es un SUV que impone. Espacioso, cómodo y perfecto para los road trips en familia… o para cuando te toca ser el chofer del corillo. Para los que buscan un balance entre tamaño, potencia y eficiencia, el Volkswagen Tiguan es el SUV que lo hace todo sin complicarse. No es coincidencia que sea uno de los más vendidos. Y si lo tuyo es el clásico que nunca falla, el Volkswagen Jetta sigue siendo la definición de elegancia y rendimiento. Es de esos carros que una vez lo pruebas, no quieres manejar otra cosa. Tienen intereses desde 0% - no hay para donde bajar. Así que ya lo sabes, si quieres montarte en un Volkswagen de verdad, con la mejor garantía y en el lugar donde los conocen mejor que nadie, pásate por Volkswagen Kennedy en el 227 Marginal Ave. Kennedy o llama al 787-782-4000. Los Originales te esperan. Los expertos en sexualidad dicen que si tu quieres mantener viva la pasión con tu pareja a través de los años, tienes que meterle a la creatividad e integrar al menos 12 novedades al año. Si tú estás teniendo sexo aburrido es porque ustedes lo hacen aburrido, pero para esa ayudita está capela.love. Uno, dos, tres nuevos juguetitos sexuales al año no hacen daño, pero sacan muy buenos orgasmos. Además que te dan una ayudita cuando lo necesitan, te ayudan a bajarle al estrés y recuerda que por ahí vienen las planillas. Así que antes de pagar la dolorosa, regálense amor y fuete. Capela.love, empaques discretos siempre. Suscríbete a nuestro Patreon y recibe contenido exclusivo, artículos: https://patreon.com/puestospalproblemaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================14 de Febrero¿Daltónica yoooo?«Fue entonces Ananías, y entró en la casa, y poniendo sobre él las manos, dijo: "Hermano Saulo, el Señor Jesús, que se te apareció en el camino por donde venías, me ha enviado para que recibas la vista y seas lleno del Espíritu Santo"» (Hechos 9: 17).¿Y este qué color es? -dijo la madre de Anita. Azul-gritó ella con un aire de éxito en su respuesta. En realidad, era morado y no era la primera vez que se equivocaba. Tras una serie de exámenes médicos, los padres de Ana recibieron el diagnóstico de que su hija padecía «daltonismo». Esta anomalía de la visión no permite a quien la padece ver los tonos vivos de los colores y muy a menudo confunden los nombres de los mismos. Aunado a esto, a la hora de combinar su ropa, eligen los tonos equivocados. Es un poco frustrante, ¿no crees?En la actualidad, existen lentes que dan a los daltónicos la oportunidad de ver el tono de los colores de una manera más fidedigna. Es emocionante ver a las personas usando las gafas por primera vez. El único problema es que no todos tienen la posibilidad de adquirir unos lentes que cuestan cerca de diez mil pesos. Reza un refrán que «todo depende del cristal con que se mire», y es correcto cuando aceptamos que cada cabeza es un mundo y somos personas con un razonamiento propio, libres de pensar y elegir. Pero no aplica cuando se trata de poner en práctica los mandatos divinos. ¿Sabes por qué existen tantas denominaciones religiosas? ¿Sabes por qué dentro de una misma denominación surgen tantos inconvenientes y diferentes puntos de vista? Exacto. Pensaste bien. Eso es porque cada quien ve, a través de su propio cristal, el cristal del orgullo.Un claro ejemplo fue la vida de Saulo, quien veía la cruz de Cristo de manera distorsionada. Las decisiones que tomaba eran con base en lo que él creía firmemente que estaba bien. Pero al tener su encuentro con Jesús y recibir al Espíritu Santo, pudo ver la nitidez del verdadero evangelio y la salvación que emana de la cruz.Querida amiga, la buena noticia es que no necesitas pagar diez mil pesos por el Espíritu Santo. Basta con pedirlo y será concedido. Dios nos enviará a su Santo Espíritu y él nos enseñará cómo debemos conducirnos. Pide hoy las gafas del Espíritu Santo y mira los temas espirituales con mayor claridad.
La cantante le explica a su hijo que las palabrotas son una cosa horrible, pero que hay veces que son necesarias.
¡Prepárate para un episodio de nuestro Podcast de Tribu Digital cargado de insights poderosos! En este capítulo, Alex Berezowsky habla sobre Cómo Organizar correctamente tu Tiempo... Estos son algunos de los puntos esenciales: - El sistema EXACTO que yo utilizo para tener una semana productiva
Exacto, mañana día 15 de octubre arranca la sexta temporada de Arsénico Caviar. No se llevarán el Premio Planeta, pero sí el aplauso de toda esta gente.
¿Quieres aprender a convertir desconocidos en cierres de venta con una sola llamada? En este video, te mostraré un proceso y guion exacto que ha demostrado ser efectivo. Aprenderás a manejar creencias, dudas, costos de oportunidad, deseos, recursos, soporte y confianza para cerrar ventas exitosamente. Descubre cómo abordar el dolor del cliente, aislar y clarificar problemas, y generar la necesidad de compra de manera efectiva. Con un enfoque detallado, te enseñaré cómo crear certeza en tus clientes de que no pueden resolver sus problemas por sí solos, demostrar que el costo de no actuar es mayor que la solución, y generar un fuerte deseo de resolver sus problemas. Además, te asegurarás de que tus clientes tengan los recursos necesarios y el apoyo de su entorno para tomar la decisión de compra. Finalmente, establecerás una sólida confianza en tu método y en ti mismo como vendedor.
Charlamos con la nieta de Manuel Sancha, el primer militar fusilado en la Guerra Civil que se opuso en al golpe de estado de el 18 de julio de 1936. Conversamos con el periodista de El País, Jacinto Antón, sobre su artículo publicado en El País: 'Al holocausto en familia: cómo hacer que tus hijos detesten a los nazis'. Conversamos con el artista urbano Salvatore Benintende sobre sus grafitis expandidos por todo Europa. Hablamos con el guionista Fernando Navarro sobre la promoción de nuestro nuevo programa 'Vuelo de brujas'.
Hay algo que toda pareja va a tener: problemas o diferencias. ¿Y cómo crees que se arreglan? Exacto, hablando, pero ¿qué pasa cuando la pareja evade el tema, no le gusta hablar, dice que hablar sólo es pelearse? En este episodio te comparto Become a member at https://plus.acast.com/s/en-terapia-con-roberto-rocha. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Mike is still frustrated trying to understand the difference between an Exacto, a Zagackto, a Super Exacto and a Super Zagackto. Aren't they all just the same thing? Also, Dan wants everybody to stop for a moment and witness the passing of the torch as it seems LeBron James' reign of the NBA is over following his Los Angeles Lakers defeat to the Denver Nuggets. Plus, did anybody know Magic and Cavs is tied at 2? Where can we watch the swing game tonight? Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ser viejo es natural, pero nadie quiere llegar a ello sin haber cumplido antes sus sueños y objetivos en la vida.Sin embargo, te decimos algunos momentos graciosos en donde te das cuenta que tu juventud ya se esfumó.