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Os Caminhantes
Ep. 162-S. 08-Glastonbury

Os Caminhantes

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 25:55


Esta pequena cidade em Somerset, já foi considerada o solo mais sagrado em toda Inglaterra. Sua história, santidade e as origens da grande Abadia atraíam peregrinos vindos de todo o Reino Unido e Europa.O Tor, na icônica colina com as ruínas da torre da igreja em seu topo, pode seravistado como um farol, por milhas. O local e todas as adjacências eram uma antiga ilha sagrada, cercada de mistérios e lendas.Existem lendas da ilha sagrada de druidas e sacerdotisas e também estórias de fada referenciando o Tor como uma antiga entrada para o mundo inferior.Hoje, a antiga Abadia se encontra em ruínas, não existem mais o abade nem os monges. Mas ainda assim, é muito visitada, por turistas e também por peregrinos.Assim é Glastonbury, a antiga ilha de Avalon.Usamos o serviço de transporte e também de guia para visitar Stonehenge. -John Flanagan – Divine Light ToursAll London and Local Airports, Bus, Train, Ship Stations. To and From London CentreHotels to Glastonbury-Flying Dragons Nest Vanessa & Renchi 12 Hexton Road, Glastonbury01458-83032 (Esta foi a nossa hospedagem escolhida. Nós recomendamos)O mais antigo Fish & Chips da Inglaterra (segundo eles). E garanto: maravilhoso!!!!- Knights Licensed Fish & Chip Restaurant (also Takeaway) website5 Northload Street, Glastonbury01458 831882Guia especializada em Londres:https://www.instagram.com/clarissa.donda/Outros links: www.nationaltrust.org.ukwww.glastonburyabbey.comwww.chalicewell.org.ukhttp://glastonburyantiquarians.org/site/index.php?page_id=149http://www.avalonmarshes.org/Outros EpisódiosEp. 51- O Cursus de Stonehenge

Mi Mejor Versión
#233 No agota la intensidad, agota la tibieza [Liz entrevista a Isa para su tesis]

Mi Mejor Versión

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 146:55


En este episodio Liz me entrevista para la investigación de la Tesis de su Maestría. Usamos la metáfora de un restaurante para entrar a la cocina de Isa García Corp: lo que nadie ve, lo que sostiene el ecosistema y las decisiones que se tomaron cuando nada de esto se veía como se ve hoy. En este capítulo se abordan los siguientes temas:Cómo Isa empezó todo vendiendo waffles a los amigos de sus papás.La resistencia que siente TODOS LOS DÍAS antes de publicar.El año en que la empresa explotó comercialmente mientras Isa atravesaba un divorcio.Por qué la arquitectura de ofertas NO fue estratégica desde el inicio.Cómo Isa pone precios.Cómo se diseñan los lanzamientos para que sean "aburridamente perfectos".Por qué se compromete con un producto físico en medio de todo el ecosistema digital.Las dos mayores resistencias que enfrenta este año: el departamento creativo y la publicidad pagada.Ella Empresaria, su nuevo programa más avanzado.Este episodio es para las mujeres que ya se leyeron todos los libros, ya ejecutaron, ya tienen algo funcionando, y ahora tienen que aprender a proteger y hacer crecer lo que construyeron.Cupón de $500 USD y Aplicación a Ella Empresaria: isagarcia.online/mastermind

Conscious Profits Unfiltered with Sebastian Naum
[ES] El Mundial terminó, pero las críticas siguen. ¿Por qué nos afecta tanto? Lo que pasa en nuestro cerebro durante y después de la copa.

Conscious Profits Unfiltered with Sebastian Naum

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 38:10


Recibimos a Clara Naum, psicóloga, escritora, coach ejecutiva, consultora transformacional y disertante inspiracional argentina especializada en psicología espiritual y liderazgo consciente. Con más de 25 años de trayectoria trabajando con personas, líderes y corporaciones a nivel internacional, Clara nos ayuda a desarmar cómo manejamos la pérdida, la frustración y nuestra necesidad de pertenencia. Hoy, enfoca toda esa experiencia en analizar el quilombo psicológico y emocional que nos dejó el Mundial.  En esta charla profunda y directa, Clara explica el vacío y el bajón de dopamina que nos queda después de cinco semanas de torneo. Nos metemos de lleno en las raíces de la campaña anti-argentina en redes, el peligro de tildar a todo un país de racista por actos aislados, y por qué nuestra cabeza se agarra de teorías conspirativas cuando no puede aceptar una realidad que duele. Por último, Clara marca la diferencia clave entre el dolor inevitable y la elección de sufrir, dejándonos una reflexión potente: cómo dejar de esperar al próximo Mundial y empezar a llevar esa unión y celebración a la cancha de nuestra vida diaria.Temas DiscutidosPerder un partido detona una pérdida psicológica profunda de identidad y pertenencia.Las teorías conspirativas nos dan un sentido de pertenencia cuando la mente no puede tolerar una derrota.Defender a tu país atacando a otros te hace caer exactamente en el mismo comportamiento que criticás.El vacío post-Mundial se da por el desplome de los picos altísimos de dopamina que tuvimos durante semanas.El dolor es parte de la vida, pero el sufrimiento es una elección (tenemos que soltar el chip de que los argentinos "nacimos para sufrir").Usamos el Mundial para llenar nuestra necesidad de sentirnos vivos, presentes y conectados a algo más grande que nosotros mismos.La autocrítica sirve para aprender, siempre y cuando no se convierta en darnos con el látigo todo el tiempo.Cuando se apagan las luces del estadio, estamos obligados a prender las luces de nuestra propia rutina.Podemos cultivar esa celebración y conexión en nuestro día a día en lugar de quedarnos en pausa esperando otros cuatro años.Connect with Clara on InstagramOr her websiteConnect with Sebastian on InstagramSebastianNaum.com

Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

Merienda Menonita
Episode 165: El Conflicto en mi Congregación y el Trauma Corporal

Merienda Menonita

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 49:46


En este episodio continuamos nuestra conversación, aquí en la segunda parte, junto con David Morales sobre conflictos y cómo podemos responder, ahora mirando también a conflictos en nuestras congregaciones o comunidades. Usamos algunos relatos de 1 Reyes 19 y también de Juan 9 sobre como Dios responde a nuestras heridas y enfrenta la injusticia de los conflictos.

Alimenta tu salud
Episodio 208. La ciencia del hambre: Más allá de los fármacos para perder peso

Alimenta tu salud

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 26:07


¿Alguna vez has sentido que tu mente libra una batalla campal cada vez que ves comida deliciosa? ¿Por qué para algunas personas comer menos es "fácil" y para otras es una tortura diaria?En este episodio no venimos a hablar de un fármaco de moda. Usamos a Ozempic, Mounjaro y la revolución de los GLP-1 como un caballo de Troya para desvelar el secreto mejor guardado de tu cuerpo: cómo funciona realmente la neurobiología del hambre.Acompáñame a destruir de una vez por todas el mito de la "fuerza de voluntad" y a entender qué es el "food noise" (ese ruido mental constante con la comida) y cómo la ciencia ha logrado apagarlo. Además, analizamos los últimos datos de este 2026: qué es el "muro del año", por qué estos fármacos pueden dejar de funcionar y cómo evitar el temido efecto rebote protegiendo tu masa muscular.En este episodio aprenderás:

Rocio Santibañez Metodo Yuen
Borra el hartazgo acumulado: Cómo el cortisol crónico agota tu cuerpo (Método Yuen)

Rocio Santibañez Metodo Yuen

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 30:49


Hay un tipo de cansancio que no se quita durmiendo ni con vacaciones. Es el agotamiento biológico de haber sido la que resuelve, la que aguanta y la que carga con todo durante décadas. Si tu médico te dice que todo está "en rangos" pero tú sientes que ya no puedes más, tu cuerpo está saturado de procesar basura emocional.En esta transmisión en vivo realizamos un fortalecimiento profundo para desactivar el impacto somático del estrés crónico y el hartazgo. Desde la neurobiología, explicamos el concepto de "carga alostática": el costo físico que paga tu sistema nervioso al adaptarse demasiado tiempo a situaciones que te sobrepasan. El exceso de cortisol e inflamación deforma la estructura del rostro, apaga el metabolismo y congestiona tus órganos excretores. Usamos el Método Yuen para reprogramar tu biología, saldar la deuda de fatiga acumulada en tus tejidos y recuperar tu verdadera neutralidad.Borrar la Carga Alostática: Eliminamos el registro de agotamiento crónico acumulado en músculos, órganos y células por exceso de responsabilidades.Drenar Cortisol y Adrenalina: Regulamos la química del sistema nervioso central para apagar los procesos inflamatorios que desgastan tu cuerpo y tu rostro.Desactivar la Postura de la que Resuelve: Liberamos la médula espinal y los hombros de la obligación inconsciente de "sostener a todo el sistema".Desbloquear Canales de Eliminación: Fortalecemos los portales de salida para evacuar la toxicidad y el desecho emocional que la mente ya procesó pero el cuerpo retiene.Restaurar la Estructura Somática: Calibramos tu línea media para devolver la vitalidad a las células, activando un estado de descanso real y renovación profunda.Este fortalecimiento está diseñado para la mujer que ya llegó a su límite físico y emocional. No vas a relajarte, vas a reprogramar tu biología. Deja de obligar a tu cuerpo a pagar deudas que no te pertenecen. Dale me gusta al video, suscríbete para hackear tu sistema nervioso y comenta "Sueldo el peso" para activar tu línea media hoy mismo.#BorraElHartazgo #CargaAlostatica #SistemaNervioso #MetodoYuen #CortisolYEstres #MujeresLideres #LimpiezaSomatica #FortalecimientoEnergetico #InflamacionCronica #SaludSomatica #PazMental

SBS Portuguese - SBS em Português
MiniPod: Hammered | Words we use - Hammered | Palavras e expressões que usamos

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 3:53


Learn a new phrase and make your English sound more natural and interesting. Words We Use is a bilingual series that helps you understand idioms like ‘hammered'. - Aprenda uma nova expressão e deixe seu inglês mais natural e interessante. "Words We Use - Palavras e expressões que usamos" é uma série bilíngue que te ajuda a entender expressões idiomáticas como "hammered".Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.

SBS Spanish - SBS en español
Pulso Digital | Cómo sacarle todo el partido a la inteligencia artificial que usamos cada día

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 15:23


Nuestra experta en tecnología nos explica cómo obtener mejores respuestas, cómo proteger nuestra cuenta, cuáles son los errores más comunes al usar inteligencia artificial y por qué escribir instrucciones precisas se está convirtiendo en una habilidad muy importante.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YouTubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíSíguenos en Facebook e Instagram.

INGRID Y TAMARA EN MVS 102.5
¿Los "daddy issues" existen o es una etiqueta que usamos demasiado? | El psiquiatra Rafa López en Tamara con Luz en MVS – 22 junio 26

INGRID Y TAMARA EN MVS 102.5

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 19:43


¿Los "daddy issues" existen o es una etiqueta que usamos demasiado? | El psiquiatra Rafa López nos ayudó a entender qué hay detrás de este término y cómo influyen las heridas paternas en nuestras relaciones. Conéctate en Tamara con Luz en MVS, de lunes a viernes, de 10:00 AM a 01:00 PM por MVS 102.5 FMSee omnystudio.com/listener for privacy information.

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MiniPod: Banger | Words we use - Banger | Palavras e expressões que usamos

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Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 3:39


Learn a new phrase and make your English sound more natural and interesting. Words We Use is a bilingual series that helps you understand idioms like ‘Banger'. - Aprenda uma nova expressão e deixe seu inglês mais natural e interessante. "Words We Use - Palavras e expressões que usamos" é uma série bilíngue que te ajuda a entender expressões idiomáticas como "banger".Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.

Capital
Finaccess Value: “En la parte más conservadora usamos más la renta fija privada y los pagarés”

Capital

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 9:42


David Ardura, Director de inversiones en Finaccess Value, viene a nuestro programa para hablar de ideas de inversión y de dónde podemos encontrar valor para nuestras inversiones. También ha analizado la decisión de tipos que va acometer la Reserva Federal, de la cual ha asegurado que ya se sabe que decisión va a ser, que es ese rango del 3,50-3,75% y también ha dicho que “lo importante de Warsh es el mensaje, ya que es su primera comparecencia, qué cambios va a hacer e incluso la propia comunicación”. ¿Cómo trabaja la renta fija la compañía? “En la parte más conservadora usamos más la renta fija privada y los pagarés”, afirma el invitado. ¿Cómo se crea una cartera? “Creamos una cartera que te da siempre más que la letra de referencia, la de seis meses e intentamos dar esa rentabilidad extra”, asegura el Director de inversiones en Finaccess Value. ¿Cuál es la rentabilidad acumulada que lleva la empresa en este ejercicio? El experto nos explica que “llevan un 0,92% en el año, el año pasado tuvieron un 2,57% y el anterior dieron casi un 4%”. Además, apunta que “van moviéndose un poco por la curva de tipos pero siempre intentan generar ese diferencial que da la renta fija corporativa y así dan rentabilidades por encima de esa curva de tipos”. ¿Hay apetito del inversor del ahorrador español por la renta fija a muy corto plazo? “Seguimos viendo mucho apetito por esto pero no hay que olvidar que el inversor español es conservador”, nos cuenta David Ardura. También dice que “los inversores buscan esos rendimientos que son de alguna manera de poca volatilidad y que les da una estrategia para vigilar sus inversiones y las del día a día”. Además, señala que es “un producto al que puedes acceder día a día y te da una liquidez inmediata”.

SBS Portuguese - SBS em Português
MiniPod: On the back foot | Words we use - On the back foot | Palavras e expressões que usamos

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Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 2:55


Learn a new phrase and make your English sound more natural and interesting. Words We Use is a bilingual series that helps you understand idioms like 'On the back foot'. - Aprenda uma nova expressão e deixe seu inglês mais natural e interessante. "Words We Use - Palavras e expressões que usamos" é uma série bilíngue que te ajuda a entender expressões idiomáticas como "on the back foot".Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.

Ya OISSSTE
¿Usamos el celular o el celular nos está usando a nosotros?

Ya OISSSTE

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 38:31


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MiniPod: Man On! | Words we use - Man On! | Palavras e expressões que usamos

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Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 3:14


Learn a new phrase and make your English sound more natural and interesting. Words We Use is a bilingual series that helps you understand idioms like 'Man On!'. - Aprenda uma nova expressão e deixe seu inglês mais natural e rico. “Words we use - Palavras e expressões que usamos” é uma série bilíngue que ajuda você a entender expressões idiomáticas como “Man on!”

SBS Portuguese - SBS em Português
MiniPod: Keep your eye on the ball | Words we use - Keep your eye on the ball | Palavras e expressões que usamos

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 3:05


Learn a new phrase and make your English sound more natural and interesting. Words We Use is a bilingual series that helps you understand idioms like 'Keep your eye on the ball'. - Aprenda uma nova expressão e deixe seu inglês mais natural e rico. “Words we use - Palavras e expressões que usamos” é uma série bilíngue que ajuda você a entender expressões idiomáticas como “keep your eye on the ball”.

Caviar Online: Comunicación y Marketing Digital
558 - Así usamos la IA en nuestro día a día

Caviar Online: Comunicación y Marketing Digital

Play Episode Listen Later May 29, 2026 49:18


Programa especial de Caviar Online en el que Carles y Joan hacen eso que siempre recomiendan: parar y pensar.Y analizar y compartir con todos los oyentes cómo usan ellos la IA en su día a día. Con ejemplos, casos prácticos, soluciones, automatizaciones.Un programa imprescindible para estar al día y aprovechar al máximo la inteligencia artifical.Ah, y también nos cuentan qué es lo que hacen, y les es muy útil, sin usar la IA.¡No te lo pierdas!Únete a nuestra comunidad:Telegram: t.me/caviaronlineFacebook: https://www.facebook.com/groups/caviaronline

Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

Vamos a Jerusalén1) Subir: Una vez leí que la palabra más escuchada en los campos de concentración era “mamá”. En el camino a la cámara de gas, la gente lloraba y se escuchaba la palabra mamá, incluso viniendo a veces de ancianos, porque hay momentos en los que uno siente que necesita, como el chico al nacer, el “por favor, protégeme” , “abrázame” y la psiquis vuelve a esa protección primera. Por eso, volvé a tu relación primaria con Dios y, ante el peligro de ir a tu Jerusalén, a ese lugar o esa persona que te hace doler, pedile a Dios que te abrace y acompañe. No dejes de mantener tu diálogo y relación de intimidad con Dios.2) Entregado: Muchas veces los curas o los que integramos la comunidad eclesial o parroquial o de movimientos católicos, medimos la vida cristiana: “Ese cristiano es fiel, no falta nunca a misa o a las reuniones de grupo”. Pero ¿cómo sabemos que es fiel? Si la presencia de Dios es sentir algo, el domingo que vayamos a misa y no sintamos algo, entonces ¿creeremos que Dios nos abandonó o que nos dejó de amar? Está bueno que nos reunamos los domingos y en los distintos grupos, pero ante los ojos de Dios no significa que ya está todo listo. En el cielo Dios no nos tomará lista de cuántos grupos fuimos o servicios hicimos. Jesús vino a traernos vida y la vida cristiana y espiritual no se reduce a reuniones de una hora por semana o de cumplir solo normas. Tu corazón es el domicilio de Dios. Eso te lleva a comprender que debes liberar todo lo que llevas dentro, ese amor que Dios te tiene. Por eso, no caigas en ser cristiano “policía” que controla quién comulga con la mano y quién de rodillas, en vez de vivir la eucaristía. Los egos pueden destruir lo que el Espíritu construye. Por eso, que tu relación con Dios no se reduzca a un mero cumplir. 3) Sentarnos: Cuando usamos la religión como ámbito de poder, en vez de llevar gente a Cristo, terminamos sofocando a la gente en nombre de Cristo. Usamos la manipulación de conciencia para someter e incluso hasta puede aparecer la culpa como el uso de poder. Dios nos da el poder de ser libres. Quien te quita la libertad, incluso en nombre de Cristo, puede que no venga de Cristo. Porque Dios hasta te deja que elijas si quieres o no ir al paraíso. Algo bueno está por venir.

Ni Me Ladilles
Expresiones que usamos a diario que quizás no sepas qué significan | EP 451

Ni Me Ladilles

Play Episode Listen Later May 26, 2026 3:29


Después de casi 5 años escuchando expresiones únicas que han ido evolucionando, te ponemos en contexto sobre todo el vocabulario que usamos a diario para que nos entiendas mejor y no te quedes por fuera del chiste

GENIAL
30 cosas cotidianas que son más inteligentes de lo que piensas

GENIAL

Play Episode Listen Later May 26, 2026 12:24


Usamos tantos objetos cada día sin darnos cuenta de lo ingeniosos que realmente son. Desde el pequeño agujero en la tapa de tu bolígrafo hasta esa diminuta placa de metal en una engrampadora, todo tiene un propósito secreto. Detrás de su apariencia sencilla, estos artículos esconden años de diseño ingenioso y resolución de problemas. Algunos fueron creados para salvar vidas, otros para facilitar las tareas diarias sin que lo notemos. Una vez que descubras lo que realmente hacen, nunca los volverás a ver de la misma manera. Descubramos el ingenio oculto detrás de las cosas cotidianas que nos rodean. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

SBS Portuguese - SBS em Português
MiniPod: GOAT | Words we use - GOAT | Palavras e expressões que usamos

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later May 25, 2026 3:24


Learn a new phrase and make your English sound more natural and interesting. Words We Use is a bilingual series that helps you understand idioms like 'GOAT'. - Aprenda uma nova expressão e deixe seu inglês mais natural e rico. “Words we use - Palavras e expressões que usamos” é uma série bilíngue que ajuda você a entender expressões idiomáticas como “GOAT”.

O Homem Que Comia Tudo
É bonito cozinhar muqueca para duas pessoas, mas o peixe que usamos pode não ser o mais sustentável

O Homem Que Comia Tudo

Play Episode Listen Later May 21, 2026 6:46


Uma receita de muqueca é o ponto de partida para este episódio do podcast “O Homem Que Comia Tudo”, onde Ricardo Felner nos fala sobre a sustentabilidade do peixe que comemos em Portugal. A coluna toca Dorival Caymmi, os ingredientes são cortados e colocados dentro do tacho, tudo é feito no momento, tudo é fluído. É assim que se prepara uma boa muqueca, com o cheiro do verão no ar. Com cação, que fica sempre bem neste prato. Mas talvez não deva usar cação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Martha Debayle en W
Martha Debayle | Inventos que usamos diario y que rompieron la barrera de la discapacidad con Bárbara Anderson

Martha Debayle en W

Play Episode Listen Later May 14, 2026 28:50


¡Muy buenos días cuentahabientes! Hoy vamos a hablar de las cosas que usamos todos los días sin tener idea de que fueron creadas para ayudar a personas con discapacidad y lo más interesante es que terminaron revolucionando la vida de todos. ¡Pongan mucha atención porque se van a sorprender!

Radio Touch TV
¿Cómo usamos la Inteligencia Artificial en la vida diaria? | TechAI Podcast Ep. 2

Radio Touch TV

Play Episode Listen Later May 14, 2026 35:13


Janett Arceo y La Mujer Actual
Bárbara Anderson…. Libro: “Inventos que usamos a diario y que rompieron la barrera de la discapacidad”

Janett Arceo y La Mujer Actual

Play Episode Listen Later May 12, 2026 95:11 Transcription Available


¡¡NUEVO PODCAST!!-Tere Díaz Sendra… Libro: Encuentra tu norte emocional -Gianco Abundiz… Modalidades del IMSS    -Gabriela Ávila…  “Microbiota Intestinal”  -Bárbara Anderson…. Libro: “Inventos que usamos a diario y que rompieron la barrera de la discapacidad”

Frikismo puro
Frikismo Puro 11x32: La conspiración de la RAM

Frikismo puro

Play Episode Listen Later May 10, 2026 95:18


Usamos nuestro catalejo para mirar desde la distancia como el mundo tecnológico es cada vez mas caro por culpa de la RAM y lo peor es que estamos normalizando esas subidas. Repasamos con indignación esos abusos de precios, los comentarios del CEO de Nvidia o las multas que recibe Apple por mentir. También damos un repaso al mundo de los videojuegos, y del entretenimiento en general. Si te lo preguntas, también hablamos de temas personales de cositas que vivimos en nuestro día a día. Para mas información: www.frikismopuro.com Link de Amazon: https://amzn.to/35q5ixk Link de Patreon: https://www.patreon.com/FrikismoPuro Link de comentarios en Telegram: https://t.me/FrikismoPuro_Comentarios Feed sin publicidad: https://frikismopuro.github.io/fp/feed.xml

Nuevebits - Podcast de Videojuegos en Español
¿A Tolkien le gustaría Elden Ring? La razón por la que usamos lore en narrativa de videojuegos

Nuevebits - Podcast de Videojuegos en Español

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 49:34


¿Al autor del Señor de los Anillos le gustaría Elden Ring? La pregunta no es ninguna tontería ya que Tolkien creía que el teatro, y el cine por extensión, mataba la fantasía. En este programa analizamos esa cuestión.-El Señor de los Anillos A Juego Lento: https://www.youtube.com/playlist?list=PLPTGZ5GEprSYBhRdY3ZFltNfgCj68Z3pC-Curso completo sobre Narrativa para videojuegos: https://www.youtube.com/playlist?list=PLPTGZ5GEprSZ6_D6R6ZHhV96eSyK9bDLh-Comprar Mitokalía: https://amzn.to/4cBH5an-Pide más información de nuestros másters en videojuegos con un 5% de descuento en tu matrícula usando este enlace: https://estudiar.unir.net/es/es-gen-ma-ing-masters-diseno/?utm_medium=off&utm_source=colectivos&utm_campaign=np-colectivos_off_colectivos_unireu_eu_es_es_convenio_generico_leadweb_nuevebits-Compra Los Secretos de Krat: más allá de Lies of P: https://amzn.to/4rKE3FV

Un Mejor Tú, Ahora.
Tu elección de pareja moldeará toda tu vida.

Un Mejor Tú, Ahora.

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 27:21 Transcription Available


Si para comprar una casa pides planos, revisas cimientos y llamas a un experto, ¿por qué para elegir pareja a veces solo te basta una vibra y un buen ángulo para redes? Abrimos con esa comparación porque nos lleva directo al corazón del debate: la decisión más crítica de tu vida no siempre es tu carrera o tu ciudad, sino con quién te asocias para construir un hogar, una rutina y un futuro. Esa elección toca todo: salud mental, regulación emocional, finanzas en pareja, crianza y la forma en que sobrevives las crisis que sí llegan, aunque no se vean “de película”.Usamos un modelo claro para aterrizarlo: cuatro niveles en la selección de pareja (admiración, atracción mutua, compromiso y compatibilidad). Desde ahí discutimos dos posturas que parecen opuestas pero en realidad se necesitan: por un lado, la compatibilidad como ancla racional y comprobable; por el otro, la atracción como motor biológico que enciende el deseo y te da energía para apostar por la vulnerabilidad. También señalamos la trampa: la química puede nublar el juicio, sobre todo en el ecosistema de apps de citas, donde un match recíproco se siente rarísimo y terminas justificando banderas rojas.Entramos a lo más incómodo y útil: cuando lo que llamas “chispa” se parece más a ansiedad. Hablamos del refuerzo intermitente, las migajas de atención y por qué los casi-algos pueden volverse una mini adicción de dopamina. Contrastamos eso con la “confianza tranquila” de un vínculo más seguro, y con preguntas prácticas que sí miden compatibilidad real: cómo se comunican en conflicto, cómo manejan el estrés, si hay valores compartidos, ética de trabajo y visión de futuro. Cerramos con una advertencia que vale oro en la vida amorosa: no intentes “domesticar” piratas, gente seductora pero incapaz de comprometerse.Si te movió el tema, suscríbete, comparte el episodio con alguien que lo necesite y deja una reseña. ¿Qué pesa más para ti hoy: química, compatibilidad o la combinación correcta de ambas?Send us Fan MailSupport the showTuSaludMental.net

Un Mejor Tú, Ahora.
¿Qué pasaría si la independencia fuese sólo un viejo escudo?

Un Mejor Tú, Ahora.

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 33:26 Transcription Available


Cuando el amor toca la puerta, ¿por qué a veces sentimos calma y otras un incendio interno o un muro de hielo? Nos metimos hasta la raíz y traducimos la ciencia del apego en palabras simples: no son defectos de carácter, son estrategias de supervivencia que tu cuerpo aprendió antes de que tuvieras lenguaje. A partir del trabajo clínico de Kathy Morton, desmontamos etiquetas populares y construimos un mapa útil para reconocer cómo se cableó tu sistema nervioso y cómo puede reconfigurarse.Arrancamos con las tres preguntas silenciosas que todo niño “formula” sin palabras: ¿estás ahí para mí?, ¿importo?, ¿tengo que cambiar quién soy para sostener la conexión? Desde ahí explicamos por qué la consistencia y la reparación tras el conflicto crean apego seguro, y cómo la inconsistencia o la inaccesibilidad emocional empujan hacia respuestas ansiosas, evitativas o desorganizadas. Usamos un laboratorio cotidiano —un “te extraño” sin respuesta por cuatro horas— para observar reacciones automáticas: la calma del seguro, la hiperactivación del ansioso, el cierre orgulloso del evitativo y el cortocircuito del desorganizado. No es drama, es biología defensiva.La mejor parte: el cerebro no está sellado. Hablamos de neuroplasticidad aplicada, no de teoría. Practicamos dos palancas concretas para recablear: pedir consuelo de forma directa en vínculos confiables y expandir la ventana de tolerancia con micro pausas entre impulso y acción. Cada vez que aguantas un minuto sin ceder al pánico o a la huida, le dices a tu amígdala “esto es seguro”, y pavimentas un nuevo sendero. Cerramos con una pregunta de diario que abre memorias clave —¿qué exigía de mí la cercanía en la infancia?— para entender por qué hoy reaccionas como reaccionas y cómo jubilar defensas que ya cumplieron su misión.Si esta guía te dio claridad o alivio, suscríbete, comparte el episodio con alguien que lo necesite y deja una reseña. Tu apoyo nos ayuda a seguir traduciendo psicología en herramientas prácticas para amar con más calma y verdad.Send us Fan MailSupport the showTuSaludMental.net

Enfoque internacional
El ‘Juicio final' de Miguel Ángel, mural emblemático de la Capilla Sixtina, vive una limpieza extraordinaria

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 2:40


Tres décadas después de su última restauración comenzó hace un mes una profunda limpieza del “Juicio final” de Miguel Ángel, el espectacular fresco del maestro italiano en la Capilla Sixtina. Se trata de una de las obras más emblemáticas y visitadas del catolicismo, por lo que se necesitaba una manutención “extraordinaria”. Son las 7 de la mañana cuando accedemos en exclusiva a la Capilla Sixtina. En la sala donde se celebran los cónclaves, un enorme andamio ha sido montado para que los técnicos limpien el colosal “Juicio final”, el imponente mural pintado por Miguel Ángel en el siglo XVI. Micrófono en mano, la directora de los Museos Vaticanos, Barbara Jatta, reitera que no se está restaurando el mural, sino apenas realizando una intervención “extraordinaria”. Muchos visitantes y poca ventilación RFI es uno de los primeros en acceder al sexto y séptimo piso del andamio, cubierto con una tela con la imagen del “Juicio final”. En el sexto piso, Paolo Violini, responsable de las restauraciones de pinturas en El Vaticano, reconoce que ha sido el aumento exponencial de los visitantes, unido a la poca ventilación de la sala, lo que ha creado la capa de salitre blanquecina que cubre la obra. “Es una intervención de manutención extraordinaria necesaria por el velo blanquecino que afecta bastante a la visibilidad de la obra. Es un velo homogéneo, presente en toda la obra, causado por la condensación. Pero por suerte se quita fácilmente sin causar daños. Este velo está formado por lactato de calcio, que se forma por el ácido láctico, una sustancia de origen antrópico y proveniente de la respiración de los visitantes que llenan la capilla”, precisa Violini. “Un proceso natural” En el séptimo piso, con el techo a pocos centímetros de nuestras cabezas, Fabrizio Biferali, curador del arte del Renacimiento en el Vaticano, explica en qué consiste la limpieza: “Usamos agua desionizada, agua destilada, y dos capas de papel japonés que se apoyan en la pared. Se dejan 30-40 segundos adheridas a la pared tras pasar por encima un pincel mojado y luego se retira. Así se va toda la suciedad. Es un proceso natural”, dice. La directora de los Museos Vaticanos celebra que la capilla se pueda seguir visitando mientras se realiza la limpieza: “Esperemos poder desmontar el andamio sobre el ‘Juicio final' para Semana Santa. Estamos trabajando para que el mural quede terminado y se pueda ver durante las celebraciones pascuales”, indica Barbara Jatta. La última intervención en el “Juicio final” se produjo hace más de 30 años. Fue entonces cuando, no sin polémica, quedaron al descubierto los vivos colores utilizados por Miguel Ángel.

Intermediate Spanish Podcast - Español Intermedio
E243 ¿Qué hace a una persona? - Español Intermedio

Intermediate Spanish Podcast - Español Intermedio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 17:10 Transcription Available


En este episodio del pódcast de español intermedio de Spanish Language Coach hablamos de una pregunta fascinante: ¿qué hace a una persona? No hablamos solo de tu nombre o tu profesión, sino de tu identidad, tu memoria, tu conciencia y tu cultura.¿Somos solo biología? ¿Somos nuestros recuerdos? ¿Qué pasa si cambiamos de país, de trabajo o incluso de idioma? A través de ejemplos claros y reflexiones sencillas, exploramos conceptos como identidad, conciencia, responsabilidad, libertad, emociones y narrativa personal. También hablamos del papel del lenguaje y de cómo aprender español puede cambiar tu forma de ver el mundo y ampliar tu identidad.Este episodio es perfecto para estudiantes de español de nivel intermedio (B1) que quieren mejorar su comprensión auditiva mientras reflexionan sobre temas importantes de filosofía y desarrollo personal. Usamos vocabulario útil, explicamos palabras complejas y conectamos el tema con experiencias reales.Recuerda que en spanishlanguagecoach.com tienes recursos gratuitos para acompañar este episodio: la transcripción en español, la traducción al inglés, las tarjetas de vocabulario y un ejercicio de comprensión. Además, si quieres mejorar tu español de forma estructurada, puedes apuntarte a la lista de espera para los cursos online.Escucha este episodio si quieres practicar tu español con un tema interesante, ampliar tu vocabulario y pensar en quién eres realmente.Free eBooks: Habla español con AI & La guía del estudiante de españolMis cursos online: Español Camaleón - A REALISTIC pronunciation course Español Ágil - Intermediate Spanish Español PRO - Advanced Spanish Español Claro - Upper-beginner Spanish Si no sabes cuál es mejor para ti, haz el TEST. Intermediate Spanish Podcast with Free Transcript & Vocabulary Flashcards www.spanishlanguagecoach.com - Aprende español escuchando contenido natural adaptado para estudiantes de español de nivel intermedio. Si es la primera vez que escuchas este podcast, puedes usarlo como un podcast diario para aprender español - Learn Spanish Daily Podcast with Spanish Language Coach Social media:YouTubeInstagram...

Herrera en COPE
Ismael Olmedo, experto en captación de microplásticos: "Todo eso acaba en las depuradoras urbanas; hay en los vehículos, en el dentífrico y en muchas de las cosas que usamos a diario"

Herrera en COPE

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 2:18


Cada semana, una persona consume sin saberlo el equivalente a una tarjeta de crédito en microplásticos: cinco gramos que se instalan en el organismo con consecuencias que pueden ser fatales. Así lo ha recordado la periodista Pilar García de la Granja en 'Herrera en COPE', con Alberto Herrera, al abordar un problema que los científicos advierten que seguirá creciendo. Cada día, llegan al agua 14 millones de toneladas de microplásticos, y solo en 2024 se consumieron más de 500 millones de toneladas de plástico en el mundo. España es el cuarto país de Europa en consumo de plásticos y el segundo que más vierte al Mediterráneo.La generación de estos contaminantes está integrada en acciones cotidianas. Ismael Olmedo, experto en captación de microplásticos, ha explicado en COPE cómo los producimos sin darnos cuenta: "Cuando se lava la ropa, se generan muchos microplásticos, pero también se generan con los neumáticos [...] y luego cuando llueve, pues, eso acaba en las ...

Un Mensaje a la Conciencia
«Mensajes desinfectados»

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 4:01


(Víspera del Día Internacional del Idioma Materno) Ocurrió en el siglo veinte, cuando aún no había correo electrónico ni fax, sino sólo correo aéreo y telegramas. En la sucursal número 15 del correo capitalino de Santiago de Chile, el anciano encargado de la limpieza se distrajo por un instante. Al llenar los tinteros que usaba el público para escribir telegramas, en vez de poner tinta, los llenó de creolina, un líquido negro que usaba para desinfectar los baños y los pisos. El público que durante toda una mañana llegó a la oficina para enviar telegramas notó un olor particular en la «tinta» de los tinteros; sin embargo, como de todos modos servía para escribir, nadie dijo nada. Por fin un empleado que atendía en la ventanilla descubrió el error, y se limpiaron los tinteros y se volvieron a llenar de tinta. El empleado, con aire de filósofo, hizo este gracioso comentario: «Bueno, después de todo hemos estado enviando mensajes desinfectados toda la mañana.» ¡Qué bueno sería que «desinfectáramos» todos los mensajes que transmitimos! Lo cierto es que, como sociedad, vamos de mal en peor en cuanto a la cantidad de palabras sucias que escribimos y pronunciamos. Nuestra lengua y nuestra pluma parecen estar cada vez más cargadas de veneno. Usamos la lengua como si fuera un arma emponzoñada, con el fin de calumniar y difamar al prójimo, manchando así su reputación. Por eso dice el apóstol Santiago: «La lengua es un miembro muy pequeño del cuerpo, pero hace alarde de grandes hazañas. ¡Imagínense qué gran bosque se incendia con tan pequeña chispa!... La lengua es un fuego, un mundo de maldad. Siendo uno de nuestros órganos, contamina todo el cuerpo y, encendida por el infierno, prende a su vez fuego a todo el curso de la vida.»1 Peor aun es cuando vamos más allá de hablar, y escribimos cartas o mensajes anónimos, porque la palabra escrita tiene mayor influencia y permanencia que la palabra hablada. Hay personas que se especializan en enviar mensajes hirientes, calumniosos, de doble sentido, que contienen palabras ambiguas que envenenan las relaciones entre amigos y parientes. Jesucristo, el divino Maestro, nos enseñó que «de la abundancia del corazón habla la boca».2 Es decir, de un corazón emponzoñado salen palabras llenas de veneno. Las palabras que pronunciamos vierten el contenido de nuestra alma, de modo que si en nuestra alma hay maldad, enojo, despecho y resentimiento, eso mismo verterán nuestras palabras. Menos mal que tenemos a nuestra disposición un desinfectante maravilloso, capaz de limpiar perfectamente nuestro corazón. Es la sangre de Jesucristo. Según el apóstol Juan, esa sangre que vertió Cristo por nosotros en la cruz del Calvario «nos limpia de todo pecado».3 Si la aplicamos a nuestro corazón, desinfectará y purificará toda palabra que salga de nuestra boca. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Stg 3:5,6 2 Mt 12:34 3 1Jn 1:7

Donas da P@#$% Toda
#309 - As fantasias que usamos quando nem é carnaval

Donas da P@#$% Toda

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 41:11


A girl boss, a mãe super-heroína, a boa moça, a independente que dá conta de tudo sozinha…a dona da p* toda. Nesta terça-feira de carnaval, nosso papo de amigas é para falar sobre as máscaras, fantasias e personagens que acabamos vestindo no dia a dia para sobreviver. E não é só uma impressão nossa. Um texto da revista The Collector conta que “todos nós já percebemos que tendemos a esconder diferentes aspectos de nós mesmos em diversos contextos sociais. Carl Jung, o famoso psicólogo suíço, chamou esse fenômeno de 'persona'. A persona é parte integrante do modelo de psique de Jung. Segundo ele, 'a persona é um sistema complexo de relações entre a consciência individual e a sociedade'. Não se trata de algo real, mas sim de uma personalidade cuidadosamente construída que permeia as interações do indivíduo com o mundo. Originalmente um termo para máscaras de atuação na Grécia Antiga, a persona tem a dupla função de criar uma impressão específica nos outros e ocultar a verdadeira natureza de alguém”.Quais são as máscaras que você mais usa? O que elas escondem? De qual você já está cansada? ------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-Toda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠APOIE O PODCAST! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.apoia.se/donasdaptoda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠-----O ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Donas da P* Toda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.donasdaptoda.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@donasdaptoda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠. Vamos conversar?Larissa Guerra: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@larissavguerra⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marina Melz: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marinamelz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno Stolf: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunostolf⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Conectando Puntos
Episodio 251: El ratón que susurraba a los hackers

Conectando Puntos

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 36:58


¿Y si te dijéramos que, mientras escuchas este episodio, tu ratón podría estar escuchándote a ti? Un experimento con un ratón gaming de 30 euros, la historia secreta de Léon Theremin espiando embajadas en plena Guerra Fría y las técnicas actuales que usan bombillas y WiFi para ver a través de paredes se cruzan con apps que predicen fallos cardíacos 18 días antes y sistemas que monitorizan pacientes sin tocarlos. En este episodio seguimos el hilo de una misma tecnología que nació para vigilarlo todo y hoy puede salvar miles de vidas, y te dejamos con una pregunta incómoda: ¿quién decide en qué lado de la historia se queda tu escritorio conectado? Para seguir conectando puntos: Mic-E-Mouse: tu ratón como micrófono inadvertido Investigadores han demostrado que un ratón óptico de consumo puede aprovechar las vibraciones diminutas de la superficie de la mesa para reconstruir parte del audio de una conversación, siempre que el equipo esté comprometido con malware. Este trabajo ilustra cómo cualquier periférico suficientemente sensible se convierte en un potencial transductor de información, y nos obliga a revisar la falsa sensación de seguridad que nos dan gestos como tapar la webcam mientras ignoramos todo lo demás que hay sobre el escritorio. https://www.elladodelmal.com/2025/10/ataque-mic-e-mouse-como-pueden-escuchar.html Lamphone: escuchar conversaciones a través de una bombilla El equipo de la Universidad Ben-Gurion volvió a descubrir, casi un siglo después, la intuición de Theremin: el sonido deja su huella en los objetos. Apuntando un telescopio con un sensor electroóptico a una bombilla a 25 metros de distancia, consiguieron reconstruir música y discursos a partir de microvariaciones en la luz, con un montaje por debajo de los 1.000 euros. Es un ejemplo perfecto de cómo la vigilancia acústica de élite se está democratizando y pasando del terreno de las agencias de inteligencia al del investigador curioso… o del actor malicioso. https://www.adslzone.net/noticias/seguridad/lamphone-espiar-conversaciones-bombillas/[adslzone]​ WiFi que ve a través de paredes Varios grupos de investigación han logrado utilizar señales WiFi comerciales para detectar presencia, postura e incluso el movimiento de personas a través de paredes, con precisiones cercanas al 99% en la detección y una granularidad que permite reconstruir esqueletos en 3D. Esta línea de trabajo abre la puerta a sistemas de vigilancia invisibles, pero también a aplicaciones sanitarias como la monitorización de caídas en personas mayores o el seguimiento de la respiración sin necesidad de cables ni sensores adheridos al cuerpo. https://www.adslzone.net/noticias/seguridad/lamphone-espiar-conversaciones-bombillas HearO y la voz como biomarcador cardíaco La startup israelí Cordio Medical ha desarrollado una aplicación capaz de analizar la voz de pacientes con insuficiencia cardíaca y anticipar descompensaciones hasta 18 días antes de que aparezcan los síntomas, con una precisión cercana al 80%. Programas piloto en hospitales como el de Bellvitge exploran cómo integrar este tipo de biomarcadores acústicos en la práctica clínica habitual, cambiando visitas de urgencia por ajustes preventivos de medicación en casa.phmk+2[ppl-ai-file-upload.s3.amazonaws]​ https://www.phmk.es/tecnologia/hearo-una-aplicacion-que-monitoriza-la-insuficiencia-cardiaca-mediante-la-voz Monitorización sin contacto en tiempos de COVID-19 Durante la pandemia, varios equipos aprovecharon sensores, wearables y redes inalámbricas para vigilar constantes vitales de pacientes en aislamiento, reduciendo la exposición del personal sanitario y el consumo de equipos de protección. Estas experiencias muestran cómo las mismas técnicas que permiten ver a través de paredes pueden convertirse en sistemas de soporte vital discretos, capaces de detectar deterioros respiratorios sin cruzar el umbral de la habitación. http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0028-37462021000200132[ Theremin, el músico que inventó la vigilancia invisible Más allá del instrumento que lleva su nombre, la biografía de Léon Theremin encarna la cara oscura de la innovación tecnológica en tiempos de totalitarismo. Sus micrófonos pasivos, como el famoso dispositivo oculto en el Gran Sello de Estados Unidos, anticiparon buena parte de las técnicas modernas de espionaje acústico, y su vida nos recuerda que quienes abren caminos científicos no siempre controlan el uso que otros harán de ellos. https://www.bbc.com/mundo/vert-cul-55520447 Mark Klein y la sala 641A: la infraestructura ya estaba aquí El testimonio de Mark Klein sobre la sala 641A de AT&T en San Francisco mostró que la captura masiva de comunicaciones no era una distopía, sino una realidad física instalada en edificios muy concretos. Su historia, confirmada y ampliada después por Snowden, sirve de contrapunto histórico a los sistemas actuales de monitorización: la pregunta no es si podemos recogerlo todo, sino quién tiene la llave de esas tuberías y con qué límites legales y éticos. https://www.eff.org/deeplinks/2025/03/memoriam-mark-klein-att-whistleblower-about-nsa-mass-spying Conecta, conectante Para contactar con nosotros, podéis utilizar nuestra cuenta de twitter (@conectantes), Instagram (conectandopuntos) o el formulario de contacto de nuestra web conectandopuntos.es.[conectandopuntos]​ Nos podéis escuchar en iVoox, en iTunes o en Spotify (busca por nuestro nombre, es fácil).[conectandopuntos]​ Damos crédito, porque nos parece importante Intro: Stefan Kanterberg ‘By by baby‘ (licencia CC Atribución). Cierre: Stefan Kanterberg ‘Guitalele's Happy Place‘ (licencia CC Atribución). Foto: Creada con IA Gemini ¿Quieres patrocinar este podcast? Usamos los patrocinios para cosas como mejorar nuestros materiales de grabación y aumentar nuestra visibilidad, porque sabemos que ahí fuera existen muchos más puntos con los que conectar. Si quieres ayudarnos con un patrocinio, puedes hacerlo a través de este enlace La entrada Episodio 251: El ratón que susurraba a los hackers se publicó primero en Conectando Puntos.

Durmiendo Podcast
Medita con olas del mar para descansar profundo - Día 165 Año 4

Durmiendo Podcast

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 15:59


Esta noche te guiamos a través de una meditación con sonidos de olas que te ayudará a tener un descanso profundo. Usamos la respiración y la visualización para que dejes atrás tus pensamientos ansiosos y conectes con la paz que trae el mar.–A lo largo de estos 4 años de Durmiendo Podcast, hemos compartido episodios que les han ayudado muchísimo. Por eso, hoy traemos de vuelta las herramientas que más han resonado con ustedes y que les han acompañado a cerrar su día con calma

El Mañanero Radio
Las excusas que usamos para salir de casa - Confesionario Mañanero

El Mañanero Radio

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 10:14 Transcription Available


Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/el-mananero-radio--3086101/support.

El Christian Podcast con Beto & Mili
#195 ¿Por qué los LÍDERES CRISTIANOS fallan? (Reflexión Philip Yancey)

El Christian Podcast con Beto & Mili

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 20:15


¿Por qué los LÍDERES CRISTIANOS fallan? (Reflexión Philip Yancey) | Christian Podcast LatinoTodos hemos sido tocados por la noticia de un líder cristiano que confiesa una falta. Recientemente, la confesión de Philip Yancey ha abierto de nuevo esta conversación difícil, pero necesaria: ¿Qué sucede cuando quienes admiramos nos decepcionan?En este episodio, vamos más allá del titular. Usamos este evento como un espejo para examinar la falibilidad humana, la realidad del arrepentimiento genuino y el compromiso ineludible con la Palabra de Dios. No solo te compartimos nuestra reacción, sino que te ofrecemos una reflexión teológica sólida para navegar la decepción sin perder la fe.Puntos clave que discutimos:La Raíz del Fracaso: Analizamos la presión del "sistema" vs. la verdad bíblica sobre la imperfección.La Medicina de Proverbios: La promesa de Proverbios 28:13 y cómo Dios utiliza la verdad para la restauración.La Decepción como Punto de Partida: Transformar la frustración con la iglesia en un compromiso renovado y personal con la Biblia.El Llamado a ser Seguidor de Jesús: Un enfoque en la vida práctica del creyente más allá de un simple título religioso.Este no es un episodio para juzgar, sino para reflexionar profundamente sobre cómo la Gracia opera en la vida de los "pecadotes" —incluyéndonos a nosotros.Pregunta para ti: ¿Cómo mantienes tu fe en Jesús cuando los líderes humanos te han fallado? ¡Déjanos tu comentario!¡Suscríbete a Christian Podcast Latino y sé parte de esta comunidad que busca la verdad bíblica!CHRISTIANPODCAST+Unete al Canal y recibe muchos beneficios:https://www.youtube.com/channel/UC2ABPEG3chZhN91sjNAN_kw/joinVisita www.christianpodcast.comBeto y Mili realizan un podcast cristiano en inglés y en español en dónde hablamos temas cotidianos analizados a través de la Biblia. Hablamos de Dios, de Jesús, música cristiana, películas cristianas y mucho más!Checa los Episodios en inglés:http://www.youtube.com/@christianpodcastPartnersQuieres hacer un livestream como este? Te recomendamos StreamyardWant to create live streams like this? Check out StreamYard: ⁠https://streamyard.com/pal/d/5548161986330624⁠Eres Creador de Contenido en busca de canciones libres de regalías? Tenemos la solución!Visita Soundstripe y recibe 10% con el promo code: CHRISTIANPODCAST ⁠⁠⁠https://soundstripe.com/start/?fpr=christianpodcast⁠

La teoria de la mente
Caso de Agorafobia en Zumo de Terapia.

La teoria de la mente

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 16:52


Descubre Cómo Entender de Verdad Un Trastorno de Ansiedad y Tomar Acción En Nuestro Curso Gratuito El Mapa de La Ansiedad: https://escuelaansiedad.com/Cursos/el-mapa-de-la-ansiedad ️ En este nuevo episodio de Zumo de Terapia, abordamos un caso real de agorafobia combinada con una crisis vital, tras años atrapado en los síntomas de la ansiedad. A través de una narrativa profunda, cargada de metáforas poderosas y neurobiología aplicada, exploramos tres enseñanzas clave para salir del bloqueo psicológico. 1. La Teoría del Homúnculo: Manos ocupadas, mente libre ¿Sabías que tus manos y tu boca ocupan una parte enorme del cerebro? Usamos el concepto del homúnculo cortical para explicar cómo el uso activo de nuestras manos —ya sea en tareas creativas, manuales o visuales— puede interrumpir los bucles de pensamiento obsesivo y frenar la rumiación. La acción física como herramienta para gestionar la mente. 2. La Sopa de Piedras: Actuar para Curarse ¿Qué pasa cuando esperas a estar bien para empezar a vivir? Esta metáfora milenaria nos enseña que la acción genera los recursos, no al revés. Rompemos con la idea de "primero me curo y luego hago", para pasar a un enfoque más valiente y eficaz: haz, aunque sea con lo que tienes ahora, y verás cómo tu realidad comienza a cambiar. 3. Ir a Marte: Comprar el paquete completo de la ansiedad El miedo se alimenta de la indecisión. En este bloque, enseñamos cómo asumir la ansiedad anticipatoria como parte del viaje y cómo enfrentarse a los eventos temidos paso a paso. ¿La clave? Dejar de debatir si "voy o no voy" y decidir con firmeza, aceptando que la ansiedad viene incluida en el precio de crecer. Un enfoque liberador que transforma la experiencia. Este episodio está diseñado no solo para inspirarte, sino también para ofrecer herramientas prácticas y metáforas terapéuticas que te ayuden a entender tu ansiedad desde otro lugar. Y si sientes que necesitas un mapa claro, te invitamos a unirte a nuestro curso gratuito: El Mapa de la Ansiedad – Una guía paso a paso para comprender y transformar tu ansiedad: https://escuelaansiedad.com/Cursos/el-mapa-de-la-ansiedad RECURSOS Y ENLACES DE INTERÉS: Nuestra escuela de ansiedad www.escuelaansiedad.com Nuestro nuevo libro www.elmapadelaansiedad.com Visita nuestra página web http://www.amadag.com Facebook https://www.facebook.com/Asociacion.Agorafobia/ Instagram https://www.instagram.com/amadag.psico/ ▶️ Youtube Amadag TV https://www.youtube.com/channel/UC22fPGPhEhgiXCM7PGl68rw Palabras clave (SEO) homúnculo,neurobiología y ansiedad,sopa de piedras,agorafobia,crisis vital,rumiación mental,ansiedad anticipatoria,ir a marte,tratar ansiedad con acción,salir del bucle de ansiedad,ansiedad y terapia,curarse con acción,no esperar a estar bien,metáforas para la ansiedad,mente ocupada,agorafobia solución,zonas de confort,romper bloqueo mental,manejo del pánico,curso ansiedad gratis,mapa de la ansiedad,psicología visual,psicoterapia activa,salir del aislamiento,curso ansiedad online,crecer con ansiedad Hashtags: #Ansiedad #Agorafobia #ZumoDeTerapia #MapaDeLaAnsiedad #Psicología #MetáforasTerapéuticas

QUE PASA SI...
#206 QUE PASA SI...ERES COMO PLUTÓN, Y NADIE PUEDE QUITARTE QUIÉN ERES

QUE PASA SI...

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 10:40


Este es un episodio muy especial…Por ser el último del 2025 y el primero del 2026.En este episodio de QUE PASA SI…, reflexionamos sobre la historia de Plutón, un planeta que fue removido de la lista oficial, pero que jamás dejó de ser fiel a su órbita.Usamos esta analogía para hablar de identidad, propósito y realización personal y para recordarte que tu valor no depende de títulos, etiquetas o aprobación externa.Este episodio es una invitación a comenzar el 2026 con una nueva perspectiva:Más consciente, más auténtica y más alineada con quien realmente eres.RECURSOS PARA ACOMPAÑAR TU PROCESO

Scicast
Mega da Virada: matemática, acaso e sorte (SciCast #675)

Scicast

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 102:03


Usamos a Mega-Sena como fio condutor para explicar os conceitos de arranjo, combinação e probabilidade. Falamos sobre por que a ordem dos números às vezes importa (e às vezes não), quantas combinações realmente existem no jogo, e como apostas com 7, 8 ou 9 números funcionam na prática. Também discutimos algo que quase ninguém comenta: sobreposição de jogos — quando várias apostas parecem diferentes, mas na verdade repetem os mesmos conjuntos e desperdiçam probabilidade. Um episódio para quem gosta de matemática, curiosidade, jogos de azar ou simplesmente de entender melhor como o acaso funciona. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Citação ABNT: Imagem de capa: Referências e Indicações GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R.; GIOVANNI JR., J. R. Matemática Fundamental 2 Grau - Volume Único.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
Mega da Virada: matemática, acaso e sorte (SciCast #675)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 102:03


Usamos a Mega-Sena como fio condutor para explicar os conceitos de arranjo, combinação e probabilidade. Falamos sobre por que a ordem dos números às vezes importa (e às vezes não), quantas combinações realmente existem no jogo, e como apostas com 7, 8 ou 9 números funcionam na prática. Também discutimos algo que quase ninguém comenta: sobreposição de jogos — quando várias apostas parecem diferentes, mas na verdade repetem os mesmos conjuntos e desperdiçam probabilidade. Um episódio para quem gosta de matemática, curiosidade, jogos de azar ou simplesmente de entender melhor como o acaso funciona. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação:  Citação ABNT: Imagem de capa:  Referências e Indicações GIOVANNI, J. R.; BONJORNO, J. R.; GIOVANNI JR., J. R. Matemática Fundamental 2 Grau – Volume Único.

Conspiraciones
La Máquina Social – Parte 1

Conspiraciones

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 210:24


⏱️ El tema principal comienza en el minuto 33:14.En este episodio entramos en uno de los mecanismos más inquietantes de la historia moderna: La Máquina Social.Una fuerza invisible capaz de moldear sociedades enteras sin que estas lo perciban; un sistema de condicionamiento que transforma vecinos en vigilantes, periodistas en silencios, y naciones completas en engranajes obedientes.Parte 1 nos lleva a un viaje profundo:primero a Argentina en 1976, donde la dictadura militar convirtió el miedo en política, el silencio en método, y la obediencia en cultura nacional. Desde el “enemigo interno” hasta los Falcon verdes sin matrícula, desde las desapariciones hasta la guerra de Malvinas, reconstruimos cómo se ejecutó uno de los experimentos de ingeniería social más impactantes de América Latina.Luego saltamos a Estados Unidos para abrir otro expediente:Operation Mockingbird, el programa secreto donde la CIA transformó el periodismo en un instrumento de poder. Aquí entenderás cómo se cocinó la información durante décadas, cómo se fabricaron narrativas globales, y cómo nació la era del “fast-food informativo”, donde las ideas ya no se investigan… se ensamblan.Usamos ejemplos reales, documentos desclasificados, testimonios históricos y experimentos psicológicos —como Asch y Milgram— para mostrar por qué las sociedades obedecen, por qué repiten, por qué callan… y cómo ese condicionamiento aún funciona hoy.Este episodio no es sobre izquierdas o derechas.No es sobre política.Es sobre cómo se moldea la mente humana… y cómo se puede liberar.Bienvenido a La Máquina Social – Parte 1.Un episodio para quienes sospechan que el verdadero peligro no es que te mientan…sino que llegues a creer que la mentira siempre estuvo ahí.Para contactarnos directamente: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠conspiraciones21@protonmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Julia en la onda
Mesa de redacción: ¿Por qué ya no usamos el usted?

Julia en la onda

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 48:41


En la Mesa de Redaccion con Roger de Gracia, Aneyma Leon y Marina Martinez Vicens nos preguntamos porque ya no nos tratamos de usted, reflexionamos sobre la desinformacion que rodea a la dictadura 50 anos despues de la muerte de Franco y denunciamos la existencia de un androcentrismo en la medicina que perjudica gravemente la salud de las mujeres.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 703 - Ninguém segura o Brasil

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 11:49


Com base no roteiro do Café Brasil 1000, criamos uma música, combinando nossos ritmos, e um vídeo sobre o jeito de ser do brasileiro. Usamos a IA e o resultado é sensacional. Este episódio é para lançar esse vídeo. Espalhe para todos que você acha que merecem. Quando Jorge Benjor canta, aliás, quando Jorge Ben canta que “moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”… ele não está negando os problemas. Está lembrando a cada um de nós o motivo pelo qual ainda estamos de pé. O Brasil aguenta por causa da leveza. Da ginga. Da malandragem boa, aquela que não é trapaça, mas sabedoria de sobrevivência. Jorge Benjor não é um cantor. É um alquimista sonoro. Ele mistura batuque, groove, futebol, religião e mulher — e sai poesia. O brasileiro, aliás, é isso: Tristeza com harmonia. Ironia com esperança. Dor com prazer. Tudo ao mesmo tempo, agora. Se você tiver dúvidas, ouça outra vez este episódio. Aprecie a riqueza da nossa arte, da nossa poesia, da nossa literatura. As canções que ficaram de fora são suficientes para fazer mais uns 20 episódios como este, mantendo o padrão... Ouça a riqueza das vozes que nos moldaram, os ritmos que nos sustentaram, os sonhos que nos uniram. O Brasil não é só a maravilha que Deus fez, não. O que faz uma nação são as pessoas. O resto são prédios, árvores, montanhas e animais. Cenário, Natureza e Obras. Que não têm uma ação racional, intencional e definida na modelagem do futuro. Tudo isso que aí está, ficará como é. Quem escreve a história de um país somos nós. Eu e você. Progresso, esperança e evolução são coisas de seres humanos. E é por isso que eu insisto: o orgulho de ser brasileiro precisa ser reconquistado. Não por ufanismo cego, mas por reconhecimento lúcido. Afinal, como disse o Buscapé naquela abertura da Cidade de Deus, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Então não tem alternativa. Precisamos voltar a olhar nos olhos uns dos outros e dizer: “Tamo junto, cara!” Porque se o Brasil conseguir se unir... Ninguém segura. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................

Cafezinho Café Brasil
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Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 11:49


Com base no roteiro do Café Brasil 1000, criamos uma música, combinando nossos ritmos, e um vídeo sobre o jeito de ser do brasileiro. Usamos a IA e o resultado é sensacional. Este episódio é para lançar esse vídeo. Espalhe para todos que você acha que merecem. Quando Jorge Benjor canta, aliás, quando Jorge Ben canta que “moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”… ele não está negando os problemas. Está lembrando a cada um de nós o motivo pelo qual ainda estamos de pé. O Brasil aguenta por causa da leveza. Da ginga. Da malandragem boa, aquela que não é trapaça, mas sabedoria de sobrevivência. Jorge Benjor não é um cantor. É um alquimista sonoro. Ele mistura batuque, groove, futebol, religião e mulher — e sai poesia. O brasileiro, aliás, é isso: Tristeza com harmonia. Ironia com esperança. Dor com prazer. Tudo ao mesmo tempo, agora. Se você tiver dúvidas, ouça outra vez este episódio. Aprecie a riqueza da nossa arte, da nossa poesia, da nossa literatura. As canções que ficaram de fora são suficientes para fazer mais uns 20 episódios como este, mantendo o padrão... Ouça a riqueza das vozes que nos moldaram, os ritmos que nos sustentaram, os sonhos que nos uniram. O Brasil não é só a maravilha que Deus fez, não. O que faz uma nação são as pessoas. O resto são prédios, árvores, montanhas e animais. Cenário, Natureza e Obras. Que não têm uma ação racional, intencional e definida na modelagem do futuro. Tudo isso que aí está, ficará como é. Quem escreve a história de um país somos nós. Eu e você. Progresso, esperança e evolução são coisas de seres humanos. E é por isso que eu insisto: o orgulho de ser brasileiro precisa ser reconquistado. Não por ufanismo cego, mas por reconhecimento lúcido. Afinal, como disse o Buscapé naquela abertura da Cidade de Deus, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Então não tem alternativa. Precisamos voltar a olhar nos olhos uns dos outros e dizer: “Tamo junto, cara!” Porque se o Brasil conseguir se unir... Ninguém segura. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................

Bola Presa
O campeão e a elite da elite da NBA! Preview da NBA 25-26 [Divisão Noroeste]

Bola Presa

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 96:40


Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre trazem o sexto e último episódio de PREVIEW da temporada 2024-25 da NBA. Analisamos uma divisão por semana e hoje é o dia da DIVISÃO NOROESTE.É hora de falar do campeão OKC Thunder e de dois dos times mais preparados para tirar a sua coroa: o Denver Nuggets de Nikola Jokic e o Minnesota Timberwolves de Anthony Edwards. A divisão ainda tem o promissor Portland Trail Blazers e o Utah Jazz, provável lanterninha do Oeste.Temos uma planilha que vamos usar para guiar nossos previews e vocês podem ter acesso a ela também. Lá tem campanha do ano passado, quem chegou e quem saiu e o elenco completo.Como já é TRADIÇÃO, quem guia nosso Preview é nossa parceira KTO. Usamos as odds da página deles para ver qual a expectativa de total de vitórias de cada um dos times e apostamos se vai ser mais ou menos que esse previsto. No Both Teams Played Hard respondemos perguntas sobre cinema, especialistas e uma geração mente fraca....NESTE EPISÓDIOIntrodução ao tema - 2:31 Carinha do Jabá - 3:24OKC Thunder - 6:07Denver Nuggets - 19:58Insider - 36:24Minnesota Timberwolves - 38:20Portland Trail Blazers - 50:48Utah Jazz - 1:03:08Both Teams Played Hard - 1:16:03...|OS PARÇAS DO BOLA PRESA|ASSINE O BOLA PRESA E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO São planos de R$14 e R$20 reais e mais de 80 podcasts para apoiadores.O BOLA PRESA É PARCEIRO DA KTO Faça suas apostas na NBA ou em qualquer outro esporte na KTO =) .CAMISETAS INSIDER Com nosso cupom BOLAPRESA você tem 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo: