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Vamos viver todos sob suspeita? Provavelmente sim. Esta é a conclusão que se pode tirar do acontecido no Parlamento Europeu com a votação sobre o Chat Control 1.0.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.Neste vídeo completo do "Ulrich Responde", mergulhamos nas principais notícias que impactam o seu bolso, os seus investimentos e o cenário global, com foco afiado em economia, tecnologia e geopolítica.Na primeira parte, destrinchamos a Reforma Tributária e o novo sistema de split payment, explicando detalhadamente como a retenção de impostos direto na fonte pode asfixiar o capital de giro das empresas. Abordamos também a recente queda do IPCA e o que isso sinaliza para o futuro da taxa Selic e as decisões do Banco Central, mantendo o alerta ligado para a grave questão do déficit fiscal brasileiro.No cenário internacional, discutimos o fim do memorando de paz entre EUA e Irã e seus reflexos imediatos no preço do petróleo. Em tecnologia, o grande destaque vai para o lançamento do ChatGPT 5.6, a escalada nos custos de processamento de Inteligência Artificial e como os modelos chineses estão dominando o mercado. Analisamos ainda a renovação e as novas forças-tarefa do Federal Reserve, a preocupante aprovação da lei de vigilância Chat Control pelo Parlamento Europeu e os motivos reais da venda massiva de Bitcoins pela MicroStrategy.00:00 - Novo sistema split payment na reforma tributária03:52 - Queda do IPCA e redução de juros06:51 - Fim do memorando entre EUA e Irã08:48 - Lançamento do ChatGPT 5.6 e custos16:05 - Crescimento dos modelos chineses de IA19:11 - Novas forças-tarefa do Federal Reserve23:07 - Parlamento Europeu aprova lei Chat Control24:36 - MicroStrategy anuncia grande venda de bitcoins25:54 - O Brasil aguenta mais quatro anos de PT?26:52 - Teremos nova crise econômica como em 2015?28:21 - País sem Banco Central: inflação ou deflação?32:26 - Juros altos vieram para ficar e como proteger-se36:10 - Impacto da guerra entre Irã e EUA38:08 - Venda de bitcoin é sinal de fundo?39:22 - Como lidar com o Chat Control europeu?41:40 - A guerra acabará com o modelo de Dubai?42:56 - Vale a pena sair do Brasil financeiramente estável?
Destaques desta edição: O governo federal vai substituir os formulários manuscritos, preenchidos na chegada de passageiros na Austrália, em todos os aeroportos por uma opção digital. Nova pesquisa aponta queda na popularidade de Pauline Hanson após defender uma Austrália com 'monocultura', não multicultural. Incêndio em bar de Bangkok deixa ao menos 27 mortos. Parlamento Europeu aprova novas regras que tornam viagens aéreas mais simples para os passageiros. No Brasil, já está em vigor regras mais duras contra propaganda enganosa de bets.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Parlamento Europeu aprovou prolongamento da autorização para as plataformas digitais analisarem determinadas mensagens privadas. O eurodeputado João Cotrim Figueiredo votou contra e comenta a decisão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após justiça manter condenação por desvio de recursos do Parlamento Europeu, líder da extrema direita francesa, Marine Le Pen, anuncia sua candidatura à eleição presidencial de 2027. Le Pen disputou o cargo três vezes e chegou ao segundo turno em 2017 e 2022, quando foi derrotada por Emmanuel Macron. E ainda:- Durante cúpula da OTAN na Turquia, Trump afirma que a Dinamarca não investe o suficiente na Groenlândia e sugereque a recusa europeia em discutir a anexação prejudica sua relação com a aliança. Ele também critica países europeus por, segundo ele, dependerem excessivamente da proteção militar americana e investirem pouco em defesa- Segundo autoridades marítimas americanas, três embarcações foram atingidas em 24 horas. Washington anunciou novos ataques contra alvos iranianos e restabeleceu sanções ao petróleo do país, alegando que Teerã foi responsável pelos ataques- Presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anuncia a suspensão do processo de transição de governo e acusou o atual presidente, Gustavo Petro, de tentar permanecer no poder. Petro rejeita as acusações e afirma que nunca orientou militares a desrespeitarem a ordem constitucional Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Um possível duelo entre extrema-direita e esquerda radical nas eleições de 2027 reacende o debate sobre normalização do lepenismo e falsas equivalências. Thomás Zicman de Barros, analista político Falta menos de um ano para a eleição presidencial francesa de 2027, e o tema ocupa cada vez mais o noticiário do país. O curioso é que, apesar disso, ninguém sabe ainda exatamente quem serão os principais candidatos. Nesse mar de incertezas, uma hipótese aparece cada vez mais nas conversas políticas: um segundo turno entre o Rassemblement National (Reunião Nacional), partido de extrema direita de Marine Le Pen, e Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical francesa. A primeira grande incógnita está justamente na extrema direita. Nesta terça-feira, 7 de julho, Marine Le Pen aguarda uma decisão da Justiça que pode definir se ela poderá disputar a presidência pela quarta vez. Acusada de desvio de recursos públicos no caso dos assistentes parlamentares fantasma no Parlamento Europeu, ela foi condenada à inelegibilidade em primeira instância e corre o risco de ver a sentença confirmada. Essa incerteza, porém, é apenas parcial. Um possível impedimento de Le Pen não reduziria necessariamente a força do seu partido nem seu favoritismo para chegar ao segundo turno. A própria Le Pen já indicou que, se ficar fora da disputa, será substituída por Jordan Bardella, o jovem presidente do partido. É verdade que, apesar de carismático e popular nas redes sociais, Bardella tem menos experiência e robustez política do que Le Pen, há quem diga que, se fosse eleito presidente, Marine seria sua “tutora”. Mas o fato é que nunca antes a extrema direita francesa começou uma corrida presidencial tão forte nas pesquisas, independentemente do candidato. A questão é que outro político que tem aparecido bem nas sondagens surge justamente do lado oposto do espectro político: Jean-Luc Mélenchon. O líder da esquerda dita "radical" já aparece em condições de disputar uma vaga no segundo turno – uma hipótese reforçada pelo fato de que, historicamente, suas candidaturas acabaram sendo subestimadas pelas pesquisas. Esquerda dividida O resto da esquerda francesa continua dividida. Socialistas, ecologistas e comunistas discutem alternativas. Muitos gostariam de superar Mélenchon. Mas, hoje, ele é o único candidato claramente colocado nesse campo político. Já iniciou sua campanha com um comício reunindo dezenas de milhares de pessoas em Saint-Denis, cidade da periferia de Paris governada por Baly Bagayoko, popular prefeito de seu partido. Mélenchon tem uma militância organizada e um programa definido que tem pautado boa parte do debate à esquerda. Mesmo adversários reconhecem a força de uma campanha até agora sem falhas. Nesse cenário, enquanto o campo macronista tenta encontrar um sucessor – muitas vezes com dificuldade para defender o próprio legado de dez anos de Emmanuel Macron –, cresce a possibilidade que muitos no mainstream dizem temer: uma disputa direta entre a extrema direita e Mélenchon. E começa a surgir na França um discurso que os brasileiros infelizmente conhecem bem: a ideia de que estaríamos diante de uma “escolha muito difícil”. A frase parece apenas expressar uma rejeição aos "extremos". E é verdade que tanto o partido de Le Pen quanto o movimento de Mélenchon se apresentam como “antissistema” e costumam ser classificados como “populistas”. Contudo, a força desse discurso, que constrói uma simetria entre os dois e apresenta a eleição como uma escolha entre polos igualmente perigosos, revela uma transformação preocupante da política francesa. Há dois movimentos acontecendo ao mesmo tempo. De um lado, o Rassemblement National vive há mais de quinze anos um processo de normalização. Desde que assumiu o partido fundado por seu pai, Marine Le Pen tentou apagar a imagem extremista da antiga Frente Nacional. Mudou o nome, suavizou o discurso e buscou apresentar a extrema direita como uma alternativa comum de governo. Mesmo o antissemitismo histórico do partido foi escondido debaixo do tapete, com a instrumentalização do apoio a Israel. Como já indiquei aqui no passado, essa normalização também acompanha uma transformação do ambiente midiático francês, cada vez mais dominado pelos temas e pelo vocabulário da própria extrema direita, sobretudo em torno da imigração, da identidade nacional e da segurança. Do outro lado, Mélenchon passa pelo movimento inverso: uma crescente demonização. Seu estilo confrontacional, sua estratégia política e algumas de suas posições são criticadas inclusive dentro da esquerda. Mas o problema começa quando essas críticas, e a falsa equivalência que produzem, nos fazem perder de vista o abismo que separa Mélenchon da extrema direita. Falsa equivalência Uma coisa é contestar instituições defendendo mais redistribuição econômica, participação popular e reconhecimento de desigualdades historicamente ignoradas. Outra é construir um projeto político baseado na oposição entre nacionais e estrangeiros e na ideia de que parte da população representa uma ameaça à identidade do país. Aliás, parte do incômodo provocado por Mélenchon vem justamente do fato de ele tocar em temas que a França muitas vezes prefere evitar: desigualdades sociais profundas, discriminações e racismo estrutural. Já a extrema direita responde frequentemente a essas tensões reforçando as próprias divisões que as produzem. A França já foi vista como um exemplo a ser seguido. Quando a extrema direita estava às portas do poder no Brasil, lembrava-se que, nas três vezes em que ela chegou ao segundo turno na França – em 2002, 2017 e 2022 – houve a formação de uma “frente republicana” para barrá-la. Mas há uma diferença importante: nessas três ocasiões, a extrema direita enfrentava candidatos vindos da direita ou do centro, Jacques Chirac em 2002 e Emmanuel Macron nas duas últimas eleições. O que se vê agora é como, quando a alternativa à extrema direita surge da esquerda, sobretudo em um ambiente de normalização de ideias reacionárias, crescem as hesitações, os discursos sobre “escolhas muito difíceis” e até aqueles que defendem que a frente republicana deveria ser feita contra a esquerda – apresentada como o verdadeiro perigo. Ainda faltam vários meses para as eleições francesas, e o espírito resistente deste país ainda pode despertar. Mas, diante da degradação do debate público, temos motivos para nos preocupar.
Cerca de 20 suspeitos foram presos após 35 pessoas morrerem em ataque armado no Aeroporto Internacional da capital do Niger, Niamei. A ação foi reivindicada por um grupo jihadista ligado à Al-Qaeda. E ainda:- Cerimônia para assinatura formal do acordo de paz entreEstados Unidos e Irã foi cancelada após o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, desistir de uma viagem planejada para se encontrar com negociadores iranianos- Governo israelense rompeu contatos com a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, após acusá-la de comparar as políticas de Israel ao regime de apartheid da África do Sul- Parlamento Europeu aprova lei que permite a criação decentros de deportação para migrantes que tiveram pedidos de asilo rejeitados. Organizações de direitos humanos criticam a proposta, apelidada por opositores de "Guantánamo europeu"- Neste domingo, as eleições presidenciais da Colômbiapassam pelo segundo turno. A última pesquisa da CB Global Data indica a liderança de Abelardo de la Espriella, da ultradireita, na disputa contra Iván Cepeda, da esquerda Ouça May e Gabi no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
A história europeia contemporânea é repleta de reviravoltas singulares, mas poucas trajetórias são tão inesperadas quanto a de Alessandra Mussolini. Neta do ditador Benito Mussolini e sobrinha da consagrada atriz Sophia Loren, Alessandra construiu uma vida pública marcada por dualidades profundas. Após transitar pela carreira artística e musical, ingressou na política partidária na década de 1990, defendendo historicamente o legado familiar e aliando-se a coalizões de direita no Parlamento italiano e no Parlamento Europeu. Contudo, os anos recentes trouxeram uma revisão radical em suas visões de mundo. Afastada dos cargos públicos, ela surpreendeu a opinião pública ao alinhar-se a pautas associadas à esquerda progressista e tornar-se defensora da comunidade LGBTQ+. Em 2026, sua jornada ganhou um capítulo definitivo no entretenimento de massa com sua vitória no reality show Grande Fratello VIP. Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa como a cultura pop e a espetacularização da vida privada operam na sociedade moderna, possuindo a capacidade de mitigar a densidade dos fatos históricos em prol do carisma individual.
A atribuição da Ordem Europeia do Mérito ao antigo Presidente da República Cavaco Silva é mote para uma edição especial do programa Casa Comum, gravada ao vivo no Parlamento Europeu em Estrasburgo. Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco juntam-se a José Pedro Frazão numa reflexão sobre os 40 anos de Portugal na União Europeia e o papel de Cavaco Silva nesse percurso. Ao debate juntam-se ainda os eurodeputados Ana Vasconcelos (Iniciativa Liberal) e João Oliveira (PCP).
Advogada Raquel Caniço analisa recomendação do Parlamento Europeu para a alteração dos pressupostos do crime de violação e como a lei terá de ser alterada para acolher novas regras do consentimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Viktor Orbán governou a Hungria durante 16 anos. Reescreveu a Constituição, capturou os tribunais, criou oligarcas à sua sombra e bloqueou a Europa durante anos. No domingo, os húngaros disseram basta, com uma participação recorde de 77,8% e uma vitória esmagadora de Péter Magyar.Mas Magyar não é o que os comentadores entusiastas estão a vender.Neste episódio do Podcast Conversa analisamos:→ O que acabou realmente com a queda de Orbán→ Por que razão Magyar é mais parecido com Orbán do que admite→ O que o Tisza votou (e se absteve) no Parlamento Europeu sobre a Ucrânia→ O impacto imediato para Putin, para Kiev e para Bruxelas→ Por que é que o fim do orbánismo enquanto cultura política vai demorar décadasA Hungria escolheu sair do isolamento. Não escolheu tornar-se a Holanda.Segue o Podcast Conversa no Instagram.Não te esqueças de subscrever e deixar like no vídeo, ajuda muito o canal.Também disponível no Spotify e Apple Podcasts.
O investigador luso-belga Joseph Figueira Martin foi libertado na terça-feira, 7 de Abril, após quase dois anos de detenção na República Centro-Africana, na sequência de uma mediação diplomática liderada por Portugal com o apoio da Bélgica e de instituições europeias. O caso, marcado por acusações contestadas e condições de detenção severas, termina com um desfecho humanitário, embora persistam dúvidas sobre os contornos da detenção. A libertação de Joseph Figueira Martin, detido desde Maio de 2024 na República Centro-Africana (RCA), foi anunciada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, perante a Comissão dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas, numa comunicação que classificou como uma “batalha difícil” de quase dois anos. O chefe da diplomacia portuguesa destacou o esforço concertado de várias instituições nacionais e internacionais: “Houve aqui um trabalho conjunto muito grande. Isto deve-se ao esforço de todos os órgãos de soberania, dos serviços diplomáticos, das Forças Armadas e também das autoridades belgas, que trabalharam connosco em estreita cooperação.” Paulo Rangel sublinhou, ainda, a relevância das condições humanitárias na decisão final: “A situação humanitária era de facto muito difícil. As condições de detenção eram extremamente duras. Foi essa a razão pela qual lhe foi concedida uma medida de clemência.” Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros português, foram realizadas “várias missões discretas” com o objectivo de garantir a libertação do investigador. Joseph Figueira Martin tinha sido capturado no sudeste da RCA por forças associadas ao grupo Wagner, permaneceu detido em Bangui durante mais de 22 meses, incluindo em instalações descritas como severas. Em Novembro de 2025, foi condenado a 10 anos de trabalhos forçados por alegados crimes contra a segurança do Estado, acusações sempre rejeitadas pela família. O eurodeputado socialista português Francisco Assis saudou o desfecho, destacando o papel da diplomacia portuguesa e das instituições europeias: “Foram feitas várias diligências, sobretudo pelos governos de Portugal e da Bélgica. Essa acção diplomática bem-sucedida permitiu alcançar este resultado, que nos deixa profundamente satisfeitos.” Francisco Assis considerou que o Parlamento Europeu actuou de forma adequada: “O Parlamento Europeu fez o que tinha que fazer, pugnou pelo respeito pelos direitos humanos e pela defesa dos cidadãos europeus. Agiu de forma responsável e correcta.” O eurodeputado português salientou, ainda, o carácter humanitário da decisão das autoridades centro-africanas: “Houve uma atitude de clemência que saudamos. Este é o momento para celebrar a libertação, não para fazer outras avaliações.” A decisão de libertar o antropólogo aconteceu depois da tomada de posse do Presidente da RCA para um novo e terceiro mandato, o que, segundo Paulo Rangel, poderá ter facilitado o gesto, embora enquadrado num compromisso previamente assumido de considerar razões humanitárias após o encerramento do processo judicial. O caso mobilizou a União Europeia, levantando preocupações quanto à segurança de cidadãos europeus em regiões instáveis e ao papel crescente de actores externos, como a Rússia, na região. Ainda assim, Francisco Assis relativizou leituras geopolíticas mais amplas: “Este caso é um caso em si mesmo. É positivo quando razões humanitárias prevalecem.” Joseph Figueira Martin encontra-se actualmente sob observação no hospital militar em Lisboa, depois de ter regressado a Portugal a bordo de um avião militar. Apesar do desfecho, permanecem por esclarecer as razões exactas da sua detenção e os termos concretos do acordo que conduziu à sua libertação, num processo que expôs fragilidades mas também a capacidade de resposta diplomática europeia.
O Parlamento Europeu aprovou, esta quinta-feira, 26 de Março, um conjunto de medidas que reforçam a política de regresso de migrantes em situação irregular na União Europeia.O docente da Universidade de Coimbra, Pedro Góis, considera que o recente acordo representa “uma das mudanças mais importantes na política migratória europeia”, mas levanta sérias dúvidas quanto à sua eficácia e impacto nos direitos humanos. O Parlamento Europeu aprovou, esta quinta-feira, 26 de Março, um conjunto de medidas que reforçam a política de regresso de migrantes em situação irregular na União Europeia. O novo enquadramento prevê o aumento das deportações, o endurecimento de sanções para pessoas com ordens de saída e a possibilidade de criação de “centros de regresso” em países terceiros, destinados a acolher migrantes cujos pedidos de asilo tenham sido rejeitados. Com 389 votos a favor, 206 contra e 32 abstenções, o processo pode assim avançar para negociações com os Estados-membros no âmbito do pacto migratório europeu. A primeira ronda das negociações com a presidência cipriota do Conselho da União Europeia deve realizar-se em breve. O sociólogo e docente da Universidade de Coimbra, Pedro Góis, considera que o recente acordo representa “uma das mudanças mais importantes na política migratória europeia”, mas levanta sérias dúvidas quanto à sua eficácia e impacto nos direitos humanos. Aprovado com larga maioria, o novo enquadramento prevê o aumento das deportações, sanções mais duras para quem não cumpre ordens de saída e a possibilidade de criação de centros de regresso em países terceiros. Para Pedro Góis, o ponto de partida da reforma é claro: “o sistema actual de retorno de facto não funciona”, sublinhando que “apenas 20 a 25% das decisões de retorno são efectivamente executadas”, número que se mantém há cerca de uma década. Apesar disso, o investigador questiona a solução encontrada. “Há aqui uma leitura errada do momento que a Europa devia viver”, e acrescenta que a proposta surge num contexto de “percepção muito negativa sobre a migração”, o que abre espaço a medidas mais restritivas, ainda que potencialmente ineficazes. Segundo o sociólogo, o acordo traduz “uma cedência à ideia de que o sistema tem de ser mais coercivo e mais rápido”, impulsionada sobretudo por forças políticas à direita. Esta decisão “muda a agenda migratória”, num momento em que a União Europeia continua sem políticas comuns de integração, mas avança com uma estratégia conjunta de rejeição e retorno. Ainda assim, alerta que os principais obstáculos ao retorno não são legais, mas estruturais. “Se não existir cooperação dos países de origem, eu não tenho para onde enviar estes cidadãos”. A isto somam-se dificuldades na identificação dos migrantes e a complexidade administrativa entre os 27 Estados-membros. Um dos pontos mais críticos prende-se com a criação de centros de retorno fora da União Europeia. Para Pedro Góis, esta solução coloca os migrantes “numa zona cinzenta”. “Quem vai defender juridicamente estes migrantes? Quem vai defender os seus direitos fundamentais e os seus direitos humanos fora do espaço europeu?”, questiona. O especialista lembra que estamos a “falar de famílias, de crianças, de jovens menores de idade, de idosos, de pessoas doentes. Como é que eu vou resolver, na prática, todos estes casos?”, uma questão que, considera, o acordo não responde. Quanto ao impacto dissuasor das medidas, Pedro Góis prefere cautela. “Teremos que aguardar para perceber”, muitas vezes a realidade contraria a retórica política. Aponta o exemplo de Itália, onde o fecho de fronteiras acabou por colidir com a necessidade de mão-de-obra. O docente reconhece que o acordo representa “um retrocesso em termos de direitos humanos”, ao mesmo tempo que constitui “um avanço em termos de políticas europeias”, por impor uma linha comum aos Estados-membros.
Angola tenta recuperar no exterior mais de 1,9 mil milhões de dólares desviados, mas enfrenta entraves legais e resistência de outros países. Níger indignado com resolução Parlamento Europeu que exige a libertação do ex-presidente. Ouvimos mais um episódio do Learning by Ear – Aprender de Ouvido.
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO OITAVO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz a esQrever
Edição e reportagem: Íris Brito - António José Seguro recebeu Luís Montenegro em Queluz- Parlamento Europeu assina empréstimo a Kiev de 90 mil milhões bloqueado pela Hungria -Irão rejeita acusações de Trump sobre programa nuclear -Noruega volta a liderar e bate recorde de medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno Sonoplastia: Nuno Viegas Design: Carlota Real
A Transparência Internacional divulgou recentemente o Índice de Percepção da Corrupção 2025, que coloca a Dinamarca no topo da tabela, com 89 pontos, e o Sudão do Sul na última posição, com apenas nove. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. A descida ocorre após três casos de corrupção de grande impacto mediático que marcaram a actualidade francesa. Para Adriano do Vale, professor de Economia na universidade Poitiers e autor da obra "A Independência dos Bancos Centrais à luz da história, do pensamento e das práticas", o resultado reflecte a percepção que os próprios franceses têm do estado do país. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. Como é que se explica esta tendência? O índice produzido pela Transparência Internacional é, antes de mais, um índice de percepção, que tem como base sondagens, inquéritos de certa forma semelhantes a outros inquéritos e sondagens de opinião. Ou seja, aqui reúnem-se dados sobre a maneira como as populações percepcionam e compreendem estes fenómenos. Daí que a evolução que se regista para a França se deva à maneira como os franceses percepcionam a corrupção no seu país. E isso deve-se apenas a uma questão de percepção, o que tem muito a ver, claro, com a opinião pública, com a opinião publicada e com os acontecimentos recentes em França. A Transparência Internacional cita os escândalos políticos ligados ao ex-Presidente Nicolas Sarkozy, que foi preso 20 dias em Outubro, depois de ter sido considerado culpado de solicitar ilegalmente fundos ao ex-líder líbio Muammar Kadhafi. E um outro caso ainda em julgamento: a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, e outros membros do Partido Nacional, que foram considerados culpados, em Março, por desvio de fundos do Parlamento Europeu. De que forma é que estes casos mancham a imagem da França no Índice de Percepção da Corrupção? Em ambos os casos, trata-se de aspectos financeiros, mas que dizem respeito, antes de mais, à vontade dos políticos de acumular poder, de se manterem no poder e de reforçarem as suas posições. Ou seja, uma dinâmica bem interna à política que, apesar de tudo, envolve aspectos que podem ser conotados como sendo de corrupção. No caso do ex-Presidente Sarkozy, neste dossiê líbio, prende-se com a campanha eleitoral, com a vontade de ser eleito e com a necessidade, pelo menos do ponto de vista do candidato, de ter o maior número de recursos, sabendo, claro, que os recursos empregues numa campanha estão relacionados com os resultados eleitorais a obter. E, na altura, ao que se pôde averiguar, houve dinheiro da parte de Kadhafi, da Líbia, que veio para a campanha de Sarkozy. E aqui o que se passa é que estamos a falar de um país e de um líder que eram considerados persona non grata e que estiveram envolvidos, segundo o que foi averiguado, em actividades terroristas. Depois há ainda o caso de Marine Le Pen… No caso de Marine Le Pen, estamos a falar de um outro tipo de benefício: não o de ser eleita, mas, claro, o de acumular poder, de ter vantagem para o partido. Estamos a falar de fundos europeus desviados. Vamos esperar pela decisão final, mas, por enquanto, é essa a leitura da Justiça francesa. Fundos europeus que vêm das contribuições do Estado -porque, sublinhamos, o orçamento europeu é essencialmente composto por contribuições dos Estados -e, neste caso, o partido terá organizado um sistema em que o dinheiro que era dado para os assistentes parlamentares estava a ser, quase na íntegra, canalizado unicamente para a actividade da Frente Nacional em França, segundo a leitura da Justiça. Ou seja, há aqui uma zona algo cinzenta. Nem sempre é fácil definir o que é a actividade francesa de um partido e o que é a actividade europeia de um partido. Mas, neste caso, segundo o ponto de vista da Justiça, não há dúvidas de que essa linha foi transposta, porque esses assistentes parlamentares não trabalhavam para causas europeias. Em Maio, o Senado francês publicou um relatório onde revelou que o Governo encobriu fraudes contra consumidores perpetradas pela gigante alimentar Nestlé, permitindo à empresa utilizar tratamentos proibidos para produzir águas minerais naturais, incluindo a Perrier. Aqui estamos perante um caso que é mais de captura de interesses? Sem dúvida. Aqui, contrariamente aos dois casos anteriores, em que, por mais que haja uma potencialidade de corrupção no caso de Sarkozy e uma dinâmica bem política no outro caso, estamos perante uma interface entre o político e os interesses privados, nomeadamente empresariais. E aqui a análise muda de perspectiva e torna-se claramente uma análise do âmbito da corrupção ou do conflito de interesses. A corrupção é definida, nomeadamente no direito francês, como um processo ou comportamento pelo qual são solicitadas, aceites ou recebidas ofertas, promessas, donativos ou presentes com vista a uma contrapartida, consistente na obtenção de um acto, favor ou vantagem. Ou seja, a corrupção pressupõe uma relação. Neste caso, sendo ainda necessário esclarecer certos aspectos, com ou sem contrapartidas directas, verifica-se a capacidade de interesses privados fazerem valer os seus objectivos, muitas vezes influenciando a não aplicação de normas ou a aprovação de determinadas regulações. O conflito de interesses é uma noção um pouco mais subtil, mas a fronteira aqui também não é fácil de estabelecer. O conflito de interesses é aquele caso em que se pode suspeitar que alguém que tenha um cargo público não esteja a servir o interesse geral, mas sim o seu próprio interesse ou o interesse de um terceiro. E aqui entramos numa zona em que, à partida, não é necessariamente uma mala de dinheiro. A contrapartida pode ser, por exemplo, uma nomeação futura para o sector privado, depois do exercício do cargo público, uma reconversão no sector que foi regulado. Uma facilitação para que determinada pessoa obtenha um cargo? Com certeza. Ou, por exemplo, o facto de Durão Barroso, após ter sido presidente da Comissão Europeia, ter ido para a Goldman Sachs Europa gerou uma grande controvérsia nesse sentido, quanto à reconversão do detentor de cargo público após esse mesmo período de mandato. Pode-se questionar até que ponto esse detentor de cargo público foi íntegro, foi independente. Pode ter havido um pacto de corrupção implícito que tenha estado na base de uma promessa de emprego futuro. E depois o que é que se passa? Há uma troca de favores, de endereços, de contactos, do conhecimento da máquina legislativa, da máquina política, de acesso, etc. E é esse tipo de troca de favores que está em causa. Além disso, chega-se ainda à conclusão de que há falta de recursos e de liderança na luta contra a corrupção. De que forma é que a transparência da vida pública e a regulação económica podem ser importantes na luta contra a corrupção? Estamos a falar aqui da qualidade das políticas públicas. E estamos a falar não só da qualidade no sentido de elas serem eficazes, de atingirem os objectivos que se propõem, sejam eles o desenvolvimento económico, a coesão social e territorial, a luta contra as desigualdades ou a preservação do ambiente. Estamos a falar de atingir os objectivos, ou seja, trata-se da questão da eficácia. Estamos a falar também da questão da eficiência: atingir esses objectivos com o menor custo, com boa gestão dos dinheiros públicos, dos fundos públicos, com qualidade das instituições. Mas eu diria mais: a questão da legitimidade. É aí que a questão se torna mesmo difícil e complicada neste momento para a Europa. Ou seja, quando falta legitimidade à política e às instituições, a democracia está enfraquecida. E aqui combinam-se vários aspectos. Um é o sentimento de impotência, que vem muitas vezes da ideia de que há muita supranacionalidade. No caso europeu, por exemplo, há certos aspectos que não estão na mão dos políticos, nomeadamente em termos de política económica. Faltam ferramentas, mas, no entanto, esses políticos são responsabilizados pelos resultados económicos perante as suas populações. Noutros casos, temos agências independentes, como, por exemplo, o Banco Central Europeu, que é ao mesmo tempo supranacional e independente, mas também uma série de agências a nível nacional que levam à diluição das responsabilidades e dos poderes, o que também não favorece a eficácia da acção pública. Estes comportamentos podem justificar esta estagnação na Europa relativamente à queda dos índices de corrupção? Eu falava da percepção que os franceses têm da política. Vimos há dias um instituto de sondagens a mostrar que só 22% dos franceses têm confiança na política. E estabelecemos a questão do sentimento de impotência: por um lado, as forças da mundialização, a integração económica, as agências independentes, uma democracia que é esvaziada, no fundo, do seu poder e da sua capacidade de transformar a vida real. E depois este sentimento de que a política está ao serviço de certos interesses pessoais, de que os políticos não só governam para si mesmos, em certos casos, mas também governa para servir interesses particulares. E a questão dessa captura pelos interesses privados.
Teresa Mergulhão é chefe da unidade de negócios estrangeiros, segurança, defesa e direitos humanos do Parlamento Europeu.
Na primeira edição deste boletim você confere:- Tiroteio em escola e casa no Canadá deixa ao menos 10 mortos;- Parlamento Europeu aprova textos que endurecem as políticas migratórias;- Cármen Lúcia apresenta orientações de conduta e ética para juízes nas eleições deste ano.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Maria Eduarda Palermo e Beatriz Martins, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Annalena Baerbock pediu ao Parlamento Europeu que defenda a verdade e o multilateralismo; discurso em Estrasburgo realça papel central da Carta da ONU; alerta destaca uso da desinformação e de notícias falsas como instrumentos de poder e para os seus impactos na democracia.
O estrategista de investimentos do BB Private, Raphael Félix, CFP®, CNPI, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "EUA e Europa com foco na Groenlândia e em ameaças tarifárias aumentou a aversão a risco, pressionou as bolsas americanas e estimulou movimentos defensivos, com destaque para a alta do ouro e oscilações em dólar e juros dos Treasuries. Enquanto dados como PCE, PIB e indicadores de trabalho ajudaram a compor o pano de fundo de inflação e atividade. No Brasil, o destaque foi o pedido de parecer jurídico pelo Parlamento Europeu sobre o acordo Mercosul–UE, o que tende a atrasar a ratificação, ao mesmo tempo em que o governo sinalizou esforços para acelerar a internalização e buscar vigência provisória" Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (25): O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chegou a Brasília neste domingo (25) para liderar uma manifestação com aliados e apoiadores de Jair Bolsonaro (PL-RJ) contra a prisão preventiva do ex-presidente. O parlamentar encerrou a chamada “Caminhada da Liberdade” após percorrer cerca de 240 quilômetros a pé, partindo de Minas Gerais, e se juntou aos manifestantes em um ato em frente à Praça dos Três Poderes. Neste 25 de janeiro, a cidade de São Paulo comemora 472 anos de história. A maior metrópole da América Latina celebra a data com uma programação que mistura tradições paulistanas e surpresas para moradores e turistas. O prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP) participou de atos oficiais em comemoração ao aniversário de 472 anos da capital paulista neste 25 de janeiro. Durante as celebrações, que incluíram a tradicional missa na Catedral da Sé e eventos no Pateo do Collegio, o prefeito destacou os investimentos em habitação e infraestrutura. A Polícia Federal deve intimar ex-dirigentes do Banco Master para prestar depoimento após uma determinação do ministro do STF, Dias Toffoli. A medida ocorre no âmbito de investigações que apuram possíveis irregularidades e escândalos financeiros envolvendo a instituição. A prestigiada revista britânica The Economist destacou que a crise envolvendo o Banco Master e as recentes investigações da Polícia Federal estão abalando a confiança do mercado nas instituições brasileiras. Morreu no hospital o homem baleado por agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) durante uma operação em Minneapolis. O incidente ocorre em meio à política de "tolerância zero" e deportações em massa do governo Donald Trump. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o economista e professor Rodrigo Simões valiou que o cenário econômico atual abre uma perspectiva real para o início da queda das taxas de juros. A Polícia Militar do Rio de Janeiro reforçou o cerco contra a violência durante o pré-carnaval. Em operação realizada em um megabloco no Centro da capital, os agentes apreenderam dezenas de objetos perfurocortantes, como facas, tesouras e canivetes. O senador e presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, afirmou, em entrevista ao Jornal da Manhã, que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, está pronto para atuar como um grande cabo eleitoral na campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o doutor em direito internacional, Welber Barral, analisa o cenário crítico após o Parlamento Europeu suspender as negociações do acordo com o Mercosul. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Abrimos o recapitulativo desta semana em África com Moçambique com as intempéries que provocaram mortíferas cheias essencialmente no sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, para além de mais de uma dezena de mortos só nestes últimos dias e mais de 700 mil pessoas afectadas, o balanço muito provisório da época chuvosa é de pelo menos 123 mortos desde Outubro. Ao longo destes últimos dias, as autoridades tentaram acudir às pessoas que se encontram bloqueadas devido às cheias, com grandes dificuldades pelo meio, como chegou a reconhecer Benvinda Levy, primeira-ministra de Moçambique. Neste quadro já por si difícil, a situação epidemiológica também piorou comparativamente com o ano passado, com um recrudescimento de doenças diarreicas e casos de paludismo. Perante a ausência de sinais de abrandamento das intempéries, o governo deu conta da sua apreensão face à possível ruptura da Barragem de Senteeko, na África do Sul, com possíveis consequências em alguns distritos das províncias e Maputo e Gaza na região do sul do país. Relativamente desta vez a São Tomé e Príncipe, num acórdão datado de 15 de Janeiro, o Tribunal Constitucional apontou violações da Constituição no decreto presidencial de 6 de Janeiro de 2025 demitindo o governo então dirigido por Patrice Trovoada, da ADI, e que depois foi substituído pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, pertencente a uma outra ala do mesmo partido. Reagindo na segunda-feira a este acórdão do Tribunal Constitucional, Patrice Trovoada declarou-se "disponível para voltar à governação do país". Por seu turno, o actual chefe do governo, Américo Ramos, questionou o 'timing' do acórdão, 12 meses depois da demissão do anterior governo. Sobre a disponibilidade de Patrice Trovoada regressar ao poder, ele sublinhou que o acórdão não tem efeitos retroactivos. Refira-se entretanto que a ADI de Patrice Trovoada anunciou esta semana que vai submeter ao parlamento no próximo dia 27 de Janeiro, uma moção de censura contra o actual Governo são-tomense, alegando que “não tem demonstrado habilidade sustentável à governação”. Ao ser auscultado nesta sexta-feira pelo Presidente da republica sobre os pleitos eleitorais deste ano, as presidenciais de Julho e as legislativas de Setembro, a ADI considerou que no caso de a sua moção de censura ser aprovada, poderia colocar-se a necessidade de antecipar a data das legislativas. Em Cabo Verde, a actualidade esteve igualmente virada para calendários eleitorais, com o Presidente José Maria Neves a anunciar as legislativas para 17 de Maio e as presidenciais para o dia 15 de Novembro, sendo que uma eventual segunda volta fica reservada para o dia 29 de Novembro. No Uganda, depois de o Presidente Yoweri Museveni, no poder desde 1986, ter sido declarado vencedor das presidenciais da semana passada com mais de 70% dos votos, a tensão não tende a diminuir no país, com observadores e oposição a denunciar resultados forjados e um clima de violência. Esta semana, o filho do Presidente e chefe do exército ameaçou de morte o principal adversário do pai nas presidenciais, Bobi Wine, que em em entrevista concedida à RFI, disse "ter que se esconder". Relativamente desta vez à Guiné-Bissau, a presidência da CPLP assumida por Timor-Leste na sequência da suspensão da Guiné-Bissau quer que uma missão a Bissau “se realize rapidamente”. Em declarações recolhidas pela agência Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Bendito dos Santos Freitas, sublinhou tratar-se de um "assunto prioritário". A perspectiva desta missão da CPLP que já vinha sendo discutida desde Dezembro, mas também uma série de pronunciamentos feitos nomeadamente pelo Presidente de Cabo Verde que apelou nestes últimos dias à libertação de todos os presos políticos, mas também pelo chefe da diplomacia portuguesa Paulo Rangel que deu conta da sua preocupação com a situação da Guiné-Bissau após a desestabilização militar de Novembro do ano passado, ou ainda pela eurodeputada socialista Marta Temido para quem se vive uma grave quebra do estado de direito naquele pais, irritaram em Bissau. O porta-voz do governo interino guineense, Fernando Vaz, foi sem rodeios. Respondendo às criticas lançadas pelo governo guineense, o chefe de estado cabo-verdiano, desmentiu qualquer "tentativa de ingerência" nos assuntos internos da Guiné-Bissau. Reagindo igualmente às declarações do actual poder de Bissau, o eurodeputado socialista Francisco Assis afastou qualquer "complexo neocolonialista" por parte de Portugal. Entretanto, relativamente desta vez à Republica Centro-Africana, o Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira uma resolução apelando às autoridades do bloco a imporem sanções específicas aos responsáveis pela detenção do luso-belga Joseph Figueira Martins naquele país. Os eurodeputados solicitam também o envio de uma missão à RCA para avaliar a situação daquele humanitário, preso desde Maio de 2024 e condenado em Novembro passado a 10 anos de trabalhos forçados. Em Angola, o parlamento aprovou na quinta-feira em votação final, a lei sobre o estatuto das ONGs, com os votos contra da UNITA que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e Presidente da Associação Cívica -Handeka- referiu que esta lei vai dificultar o trabalho das ONGs. No Senegal, estes últimos dias foram de celebração, depois da vitoria da equipa nacional na final do CAN 2025 no passado fim-de-semana em Marrocos contra a equipa da casa. Apesar de esta vitória ficar marcada pela polémica da saída de campo de certos jogadores senegaleses em protesto contra uma decisão do arbitro nos minutos finais do jogo, prevaleceu o espírito festivo em Dacar.
Para quê três semanas para a segunda volta das eleições? Quanto é que eu dou de presente de casamento? O que sentiste ao ver o Luís a entrar com aquela roupa no Parlamento Europeu? Tudo respondido no Ninguém Pod Comigo de hoje!
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (22): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente nesta quinta-feira (22) o chamado “Conselho da Paz”, uma estrutura criada por seu governo para supervisionar a reconstrução e a estabilidade na Faixa de Gaza. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não tem compromissos marcados para essa quinta-feira (22). No dia em que visitaria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso em Brasília, o chefe do Executivo paulista deixou a agenda vazia, o que tem sido interpretado como um “recado claro” à família Bolsonaro. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca agilizar no Congresso Nacional a validação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, assinado no último sábado (17), após a Europa aprovar a revisão jurídica que congela o tratado. Auxiliares do Planalto afirmam que a estratégia é acelerar o processo interno para demonstrar o engajamento do Brasil e manter o tema em evidência, colocando pressão política sobre os europeus. A decisão do Parlamento Europeu desta quarta-feira (21) aumentou o senso de urgência. Os Estados Unidos suspenderam por tempo indeterminado o processamento de vistos de imigrante para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil. A medida atinge categorias como vistos de trabalho e outros tipos de imigração permanente, mas não afeta vistos de não imigrante, como os de turismo e de estudante. Dessa forma, viagens temporárias, incluindo deslocamentos para eventos. Lideranças europeias vão realizar nesta quinta-feira (22), na Bélgica, uma reunião de emergência para discutir as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Groenlândia. A Dinamarca e a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) negaram que a soberania da Groenlândia tenha sido oferecida ao presidente Donald Trump. Em busca de um palanque forte em Minas Gerais durante a campanha eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliados intensificaram as articulações para convencer o senador Rodrigo Pacheco a concorrer ao governo do estado. Nas últimas semanas, ministros procuraram o ex-presidente do Senado, e há expectativa de uma nova conversa com Lula no fim de janeiro ou início de fevereiro. O novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, anunciou na noite desta quarta-feira (21) a escolha de Francisco Lucas Costa Veloso para o cargo de secretário nacional de Segurança Pública. Conhecido como Chico Lucas, ele atualmente ocupa a Secretaria de Segurança Pública do Piauí e passa a assumir uma das funções mais estratégicas da pasta. O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, concedeu entrevista à Jovem Pan e comentou a denúncia formalizada pelo Ministério Público, que o acusa de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo os promotores, Crivella teria estruturado um esquema conhecido como “balcão de negócios”, no qual empresários pagavam propina em troca de contratos públicos ou para acelerar a liberação de pagamentos atrasados na prefeitura do Rio. O vice-presidente Geraldo Alckmin e o senador Nelsinho Trad concederam uma coletiva de imprensa para comentar os próximos passos do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Segundo eles, há um ambiente de harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo, o que deve facilitar a tramitação e a aprovação do projeto no Congresso Nacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Parlamento Europeu aprova revisão jurídica e congela acordo UE-Mercosul. E BC decreta liquidação do Will Bank, banco digital do grupo Master.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (22/01/2026): A Maridt Participações, empresa dos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli que chegou a ter um terço de participação no resort de luxo Tayayá, no Paraná, tem como sede uma casa em Marília (SP), informam Pedro Augusto Figueiredo, Taba Benedicto e Luiz Vassallo. A casa é de José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro que aparece como diretor-presidente da empresa. Questionada, Cássia Pires Toffoli, mulher de José Eugênio, disse que nunca soube que sua casa foi sede da Maridt e não tem conhecimento de qualquer ligação do marido com o resort. Conforme revelou o Estadão, em 2021 os irmãos Toffoli venderam metade de sua participação no resort, de R$ 6,6 milhões, para um fundo do pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Dias Toffoli é relator do inquérito do caso Master no STF. E mais: Economia: Banco Central liquida Will Bank e aumenta o rombo no FGC Política: Tarcísio adiou visita a Bolsonaro para não ser ‘enquadrado’ por apoio a Flávio Metrópole: Sabesp assume Emae e planeja antecipar investimentos para reforçar segurança hídrica em São Paulo Internacional: Trump recua de tarifas e anuncia acordo vago sobre Groenlândia Esportes: Casares renuncia à presidência, evita impeachment e nega as acusaçõesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a participação de Matheus Pereira, diretor da Pátria Agronegócios. Matheus
Fachin volta a Brasília nas férias para tentar contornar crise com caso Master no STF. E com ao menos 4 assassinatos de mulheres por dia, Brasil bate recorde de feminicídios em 2025.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O presidente americano Donald Trump discursou no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Trump falou, mais uma vez, sobre os planos de anexar o território da Groenlândia, mas negou que pretenda usar força militar. Ele postou em uma rede social que chegou a uma estrutura para um futuro acordo com a Groenlândia, após reunião com o líder da Otan. Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos contou sobre as mudanças na política externa americana no último ano, desde que assumiu o segundo mandato. Trump negou o uso da força para conquistar a Groenlândia, mas pediu negociações imediatas para anexar a região, alegando interesses de segurança nacional. E ainda: Parlamento Europeu decide acionar a Justiça contra acordo comercial entre UE e Mercosul.
Donald Trump recuou e suspendeu as tarifas contra a Europa. O presidente dos Estados Unidos disse que definiu com a Otan a base para um futuro acordo sobre a Groenlândia. O parlamento europeu levou para a Justiça o acordo da União Europeia com o Mercosul. O Banco Central decretou a liquidação do Will Bank. O Fundo Garantidor de Crédito vai ter que desembolsar mais R$ 6 bilhões para indenizar as vítimas do Banco Master. Nos Estados Unidos, a Globo ganhou dois prêmios no Rose d'Or Latinos, um dos mais importantes da TV mundial.
A Pipoca Mais Doce está com o Café da Manhã, em Estrasburgo no Parlamento Europeu e contou que não é uma novata no que toca a frequentar os mais altos ambientes europeus, já tinha estado no Parlamento Europeu em 2017 e deu ideias muito criativas para que os jovens se interessem pelos temas Europeus.
No discurso aos eurodeputados no Parlamento Europeu, Marcelo Rebelo de Sousa atirou a Trump e Putin e falou de história para atirar aos nacionalismos e dizer que "não há portugueses puros". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na primeira edição deste boletim você confere:- Trump volta a ameaçar Europa e Otan sobre compra da Groelândia em Fórum Econômico Mundial;- Parlamento Europeu congela acordo com o Mercosul;- Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Na segunda edição deste boletim você confere:- Parlamento Europeu congela acordo comercial com os Estados Unidos como forma de retaliação;- China vai construir “megaembaixada” em Londres;- Brasil registra novo recorde de feminicídios em 2025. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
O governo brasileiro informou que o acordo Mercosul-União Europeia, assinado no último sábado, em Assunção, no Paraguai, deverá eliminar tarifas de importação sobre 92% do valor das compras europeias de bens brasileiros e sobre 85% das importações provenientes da UE. Entidades da indústria e do agro comemoraram a assinatura, após mais de 25 anos de negociação. Ainda segundo o governo, o acordo entrará em vigor um mês depois de concluído o processo de ratificação entre os dois blocos comerciais. No Brasil, o pacto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional. Já na UE, o acordo comercial depende de aprovação do Parlamento Europeu. As principais concessões do bloco europeu envolvem: carnes (bovina, suína e de aves), açúcar, etanol, arroz, mel, milho, suco de laranja, cachaça, queijos, iogurte, manteiga e frutas. Em entrevista à Rádio Eldorado, Roberto Kanter. professor de MBAs da FGV, disse que o acordo abre “uma ponte de oportunidades” para o Brasil, mas ressaltou que o acerto também deve se converter em “porta de entrada para um projeto de reindustriualização” do País.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (12): O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia prevê uma ampla redução de tarifas de importação, alcançando 91% dos produtos importados pelo bloco sul-americano da Europa e 92% dos itens exportados para os países europeus. A liberalização ocorrerá de forma gradual ao longo de 10 a 15 anos e, segundo estimativas, poderá gerar uma economia anual de cerca de 4 bilhões de euros. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, assinará no próximo sábado (17) o tratado de livre-comércio com o Mercosul, anunciou a União Europeia. Mas o tratado só entrará em vigor após a aprovação do Parlamento Europeu. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (11) que avalia diferentes respostas à escalada de protestos no Irã, incluindo possíveis opções militares, diante da repressão promovida pelo regime. Trump também disse que pretende conversar com o bilionário Elon Musk sobre a possibilidade de restabelecer o acesso à internet no país, bloqueado há quatro dias pelas autoridades. O governo do Irã afirmou que a violência registrada nos protestos se intensificou após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaçou o regime iraniano. Segundo autoridades de Teerã, a retórica americana teria estimulado ataques e confrontos com o objetivo de criar um cenário que justificasse uma possível intervenção externa. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, discutiu com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a possibilidade de uma intervenção no Irã, segundo revelou a agência Reuters neste domingo (11). A conversa telefônica ocorreu no sábado (10) e aconteceu em meio a uma onda de protestos contra o governo iraniano, que vem se intensificando nos últimos dias tanto em escala quanto em violência. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, se reunirá nesta segunda-feira (12) com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, em meio à crise envolvendo o Banco Master. O encontro está marcado para as 14h, na sede do BC, em Brasília. O filme O Agente Secreto, dirigido pelo pernambucano Kleber Mendonça Filho, venceu o Globo de Ouro nas categorias de melhor filme em língua não inglesa e melhor ator em filme de drama, com a estatueta concedida a Wagner Moura. A vitória marca um feito histórico para o cinema nacional, sendo a primeira vez que um ator brasileiro disputa e vence nesta categoria, além de representar a primeira ocasião em que o Brasil conquista dois prêmios na mesma cerimônia da premiação internacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve concentrar sua estratégia política em pautas de forte apelo popular com foco na disputa pela reeleição. O Planalto relembra feitos do governo para embasar a campanha. A federação entre União Brasil e PP tem exposto desgastes e disputas internas em São Paulo, com rixas que envolvem desde divergências sobre o apoio ao governo federal até embates entre pré-candidatos para as eleições. A possível criação de um Ministério da Segurança Pública pode levar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a alcançar 39 pastas na Esplanada dos Ministérios, igualando o recorde registrado durante a gestão de Dilma Rousseff. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A Austrália proibiu a utilização de redes sociais por menores de 16 anos e o Parlamento Europeu quer que os países da UE sigam o mesmo caminho. A forma como funcionam as redes sociais é um risco para a democracia e também um risco para a saúde mental de quem as utiliza, sobretudo se houver uma exposição precoce de crianças e jovens, em que existe um impacto no desenvolvimento emocional e cognitivo. Neste episódio, conversamos com a jornalista Joana Pereira Bastos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Câmara dos Deputados oficializa perda de mandato de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Polícia Federal investiga um senador por suspeita de liderar fraudes no INSS. Lula descarta a privatização dos Correios. No exterior, Parlamento Europeu vota a favor de facilitar o acesso ao aborto e Médicos Sem Fronteiras lançam operação de emergência em Moçambique. E a música de Natal que rende milhões para uma cantora. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Uma edição especial e temática do Preço Certo
Entre abates, Mercosul e menos fundos europeus, agricultores mostram-se frente ao Parlamento Europeu
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (17/12/2025): Seis dias após ventania que causou apagão e deixou cerca de 2,3 milhões de imóveis na Grande São Paulo sem energia, o governo federal, o governo de São Paulo e a prefeitura de São Paulo resolveram se unir em pedido à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar o processo de rompimento do contrato com a Enel. “Não há alternativa a não ser a caducidade. O governo estadual, federal e municipal estão na mesma página”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao anunciar a iniciativa após reunião com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB). Embora o serviço da Enel seja prestado em São Paulo e em 23 municípios da região metropolitana, a concessão é firmada na esfera federal e a Aneel é a responsável pelos trâmites para anular o contrato. E mais: Política: STF condena mais cinco e encerra julgamentos da trama golpista Economia: Copom vê ‘ganho de confiança’ contra inflação, mas não indica corte de juros Internacional: Presidente eleito do Chile pede intervenção na Venezuela Cultura: Três brasileiros no caminho para o OscarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (09/12/2025): Apesar das dificuldades do governo para fechar as contas do ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à Fazenda que apresse os cálculos para anúncio do programa Tarifa Zero no transporte de ônibus urbanos no ano eleitoral de 2026. Hoje, 138 cidades concedem o benefício no País. Embora o Planalto saiba que não haverá tempo hábil para adotar o programa sem infringir a Lei Eleitoral, Lula quer incluir a proposta em sua plataforma de governo. O ministro das Cidades, Jader Filho, disse que é preciso “uma solução compartilhada com Estados e municípios”. A área econômica concorda com o plano, desde que não haja impacto nas contas públicas. Os cálculos sobre o custo da iniciativa variam de R$ 90 bilhões a R$ 200 bilhões por ano. E mais: Política: É ‘cedo’ para avaliar opção de Bolsonaro por Flávio, diz Tarcísio Internacional: Países da União Europeia aprovam endurecimento de política migratória Metrópole: Há 138 roubos e furtos de veículos por dia em SP; populares são mais visados Cultura: ‘O Agente Secreto’ no Globo de OuroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
#3em1Agro - confira os destaques desta quarta-feira (26/11/25):➡️ Greve de caminhoneiros? Entenda porque o tema voltou à pauta!➡️ Parlamento Europeu muda lei que vai afetar o agro brasileiro. Entenda!➡️ Dólar cai e mercado aponta horizonte para moeda em 2025 e 2026. Veja!
#3em1Agro - confira os destaques desta quarta-feira (26/11/25):➡️ Greve de caminhoneiros? Entenda porque o tema voltou à pauta!➡️ Parlamento Europeu muda lei que vai afetar o agro brasileiro. Entenda!➡️ Dólar cai e mercado aponta horizonte para moeda em 2025 e 2026. Veja!
Alexandre de Moraes comenta visita de delegação brasileira a eurodeputado português, ações da iniciativa privada no Rio Grande do Sul, e deputada brasileira na flotilha de Greta Thunberg.
Depois de mais de 25 anos de negociações, a Comissão Europeia validou o texto final do Acordo de Parceria entre União Europeia e Mercosul. O tratado segue agora para aprovação do Parlamento Europeu e dos Estados-membros, em meio a apoios, resistências e polêmicas ambientais. O Brasil aposta em bilhões em exportações adicionais, enquanto países como a França seguem resistentes. Neste episódio, exploramos:
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (04/09/2025): No segundo dia de julgamento no STF dos réus do “núcleo crucial” da trama golpista, a defesa de Jair Bolsonaro (PL) buscou pôr em dúvida a ligação do ex-presidente com o 8 de Janeiro e o plano que previa a execução de autoridades. Segundo o advogado Celso Vilardi, Bolsonaro foi “dragado” para a denúncia da PGR e não há “uma única prova” contra ele. Para pleitear a absolvição do ex-presidente ou pelo menos tentar a redução da pena, que pode superar 43 anos de prisão, a defesa usou o argumento de que não houve violência na preparação da suposta trama. Na mesma sessão, porém, o advogado Andrew Fernandes Farias, defensor do ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, sustentou que o general “atuou ativamente para demover o presidente da República de qualquer medida (de exceção)”. E mais: Economia: Após projetar ‘apagão’ da máquina, governo agora prevê mais gastos Política: Investida de Tarcísio cria bloco de partidos pró-anistia no Congresso Internacional: Bondinho turístico sai dos trilhos, bate em prédio e mata 15 em Lisboa Esportes: Após garantir vaga na Copa, Ancelotti inicia testes na seleção no MaracanãSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Está a ser investigado um alegado esquema de corrupção a envolver o Parlamento Europeu.